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sábado, 28 de julho de 2012

CULTURA E POESIA: BORQUEIO DO MAPARÁ

CULTURA E POESIA: BORQUEIO DO MAPARÁ

Ademir Rocha conheceu Clóvis de Figueiredo Cardoso e sua família quando moravam em Abaetetuba. Posteriormente, por motivo de estudos e trabalhos, essa família se deslocou para outros pontos do país, como São Carlos/SP e outros lugares. Ademir Rocha, em pesquisas pela Internet, localizou Clóvis de Figueiredo Cardoso através do Blog Abaetetuba e Clóvis Cardoso já morando na cidade de Cuiabá, no Estado de Mato Grosso e formado Advogado. Clóvis Cardoso também é detentor de cultura geral e adepto de boas leituras, amizades e, dentre os seus livros citados em seu Blog, o livro “Os Réis de Abaeté”, este de autoria do abaetetubense Celso de Alencar, poeta, ensaísta, intérprete de poesias e tradutor radicado em São Paulo, que se tornou amigo de Ademir Rocha e seu Blog sobre Abaetetuba. Clóvis Cardoso é casado e com filhos e ele e seus amigos/as da Internet são ardorosos defensores da memória e cultura de Abaetetuba e também é poeta e escritor, sendo de sua lavra o belo poema “Borqueio de Mapará”, abaixo que fala da cultura de Abaetetuba e, mais abaixo, a bela versão da Lenda da Ilha da Pacoca. Leia essas produções literárias:

BORQUEIO DE MAPARÁ

 

                                               Ao Preto, singular amigo.
                                               Pelos ensinamentos que
me ofereceu.

I


Escrevo nomes em cada passo.
Ouço catipurus observando dos caules de açaizeiros,
Meu estranho mundo de máquinas fotográficas e passados.

Tudo o que poderia ser, ainda é.
E ainda soa passado.

As sombras das várzeas  revelam  passados,
Amores, rebeliões, sons de violões em Beja.

A volta é solidão e o amor de possível,
Envolve-se em realidades inaceitáveis...

O cruzeiro não é mais cruzeiro,
Enquanto cruzo avenidas buscando o que deixei.
Revolvo com as mãos as lamas de várzeas e igapós,
Procurando a matéria orgânica que me construiu.

Mergulho nas águas que me circundaram,
Onde me afogava, e me inundava de barro,
Argila dissolvida na imensidão do ser.

É impossível ser abaetetubense,
É impossível recobrar Abaeté do Tocantins,
Desconhecendo o fluxo das marés:
A preamar com sua desconhecida lógica,
A maré alta e sua estonteante e avassaladora multiface,
A maré baixa e sua vida pululando em matapis e anhingáis.

II


Quatro mil e quinhentos desempregados são pescadores.
Entre pescadores há os que pescam comida;
Há os que pescam o formulário de seguro desemprego;
Há os que pescam os fundos dos rios e baías;
Há os que, como eu, tentam pescar a si próprios...

Pés, mãos, braços, pernas, pulmões, canoas,
Silentes instrumentos de borqueios.
Aqui o silêncio é meio para saciar a  aventura
De romper o marco da fome.

III


As mulheres aguardam as canoas e seus homens.
E a tarefa que lhes incumbe,
Utilizar a armadilha para caçar o animal que escapa do cheiro
Inebriante do babaçu é árdua.

Como é possível prender em seu coração
- Matapi de possibilidades -
O pescador, largado nas baías do mundo?

Dia após dia, a espera não é esperança,
É, antes de tudo, paixão pela vida,
Pelo alvoroço da vida, pelo mergulho nas águas,
Nas encostas de várzeas, no olhar para a lua,
Que o tempo se encarrega de afirmar:
- Não há mais fase lunar e teu homem vai voltar...

IV


O borqueio se encerra
E ao pescador espera o açaí e o camarão.
E ele oferece o mapará.
Sua amante, desesperada, abre o peixe-trabalho,
Salga-o, dessalga-o;
Assa-o com seu coração.

Seu homem está presente.
Seu homem é sua pesca.

Assa o mapará com os olhos,
Serve o açaí, o camarão,
Sob luz de lamparinas.

Reza para Nossa Senhora da Conceição,
Abre todas as janelas e portas,   
E ama seu pescador,
Como se nenhum homem de terra e das águas,
Pudesse receber tanto mundo e tanta sorte,
Nas terras de Abaetetuba.

Pescando em Abaetetuba

A LENDA DA ILHA DA PACOCA

A LENDA DA ILHA DA PACOCA

Demóstenes, no auge de sua juventude, sentiu ardor no peito. Não, não era doença braba, mas um não-sei-o-quê, um não-tem-lugar, uma apertação no corpo, uma friagem quente que nem ele, com seu sentir, podia explicar o que era. Tinha aparecido no arraial de N. Sra. da Conceição quando viu aquela mocinha, tão bonita como as girandas de brinquedos. Era a Sebastiana, filha mais nova do Velho Bruno, tecedor de matapi lá do Furo-Grande.

O doente de não-sabe-o-quê, filho único de navegadores dos rios e do mar, estava só no mundo desde a adolescência, quando o pai não respeitou a tradição de presentear os negrinhos-da-pororoca com a destilada cana de Abaeté, perecendo entre ondas e remansos do encontro de águas doces e salgadas.

Homem de habilidades, Demóstenes dominava a ciência de se conduzir pelas águas, salgadas ou doces, calmas ou revoltas, no claro ou no escuro, de qualquer forma. Se tivesse apenas uma enxó construía qualquer embarcação, dependendo da madeira e do tempo. A matemática dos mastros e dos cascos lhe pertencia. A mecânica dos astros, o cheiro e a direção dos ventos, e as marés, era tudo o que precisava para navegar em qualquer água. Cortava o pano com o cálculo da experiência , encerava-o com resina de plantas ou de peixes, organizando qualquer velame.

Não tinha paragem. Hoje aqui, amanhã outro porto.

Mas jurou ficar ponte pelo amor da linda Sebastiana.

Tanto cantou, tanto cercou, tanto falou e ouviu, que Sebastiana também sentiu ardor no peito , o não-sei-o-quê , a apertação, o não-tem-lugar, as friagens, ou seja, apaixonou-se pelo navegador Demóstenes.

Pediu a moça em casamento e levou, não só a benção de seus pais, mas uma terra para se quietar: um lindo paraíso de várzeas, igapós e terra-firme, chamada de Ilha da Pacoca porque lá moravam muitas pacas.

Demóstenes e Sebastiana fixaram residência e domicilio e se amavam mais e mais conforme o passar do tempo. Até que uma noite a esposa cai doente: febre, tremedeira, diarréia, vômitos e desmaios. Era necessário buscar auxílio na vila imediatamente. Mas a noite era de temporal e de águas agitadas.

O mestre navegante observou o tempo e viu que era praticamente impossível vencer as ondas, correntezas e remansos, com apenas uma montaria que possuíam na Ilha, pois, desde que casou, não mais possuía outra embarcação para não ser tentado a voltar a navegar como antes.

Mas era o tempo ou a morte de seu amor. Resolveu enfrentar a natureza. Mas quando buscou sua montaria, percebeu que o temporal foi mais esperto e levou a embarcação em suas brabezas.

O desespero tomou conta do corpo e da alma daquele caboclo. Não tendo alternativas, pegou sua amada mulher nos braços e jogou-se no rio para levá-la a nado até onde pudessem salvá-la. Entretanto, o rio o devolvia para a margem com fúria e força. Após várias tentativas, e vendo seu amor suspirando de morte, Demóstenes começou a gritar clamando pelos encantados da floresta e dos rios. Pedia clemência pela vida de sua paixão. Não obtendo resposta, correu para casa e pegou todos os panos que lá tinham e os estendeu sobre as árvores, amarrando-os pelas bordas e pontas, formando um velame. Agarrou o remo que sobrou da sua montaria e, na beira do rio, mergulhava-o na água com o movimento de quem rema.

Tentava, com o velame de seus panos e com as remadas de seus braços, transformar a Ilha da Pacoca em embarcação, navegando na noite de temporal para salvar sue esposa. Demóstenes gritava por todos e por tudo e, de repente, sentiu que a ilha se mexia e navegava. Alegre, foi abraçar sua esposa desfalecida quando teve o assombro de não mais sentir sua respiração e seu calor: Sebastiana não suportou e faleceu.

Num impulso indescritível, Demóstenes levantou o corpo de Sebastiana aos céus gritando com a voz de cem trovões quando aconteceu um encantamento: a Ilha da Pacoca se iluminou toda, com as luzes de centenas de faróis e luas; os panos feitos velas se inflaram, e a Ilha da Pacoca começou a navegar velozmente sobre as furiosas águas do temporal.

Assim, até hoje, quando se tem um temporal feio na região do Rio Maratauíra, nas proximidades de Abaetetuba, uma grande embarcação, toda iluminada, com velas e velas, surge singrando as águas do rio e lá se vê, em sua proa, um homem com uma mão no cordame e, em outro braço, um corpo de mulher. É a Ilha da Pacoca, encantada, com Demóstenes levando Sebastiana para tentar salvá-la.

Cuiabá, 08 de novembro de 2008

Clóvis Figueiredo Cardoso
De Clóvis Figueiredo Cardoso, em 15/8/2012:
Parabéns Abaeté do Tocantins! Minha terra natal! E em cumprimento ao proposto, posto um poema em sua homenagem:

A CIDADE E A MATINTA

É noite novamente

e a cidade decentemente
explode em profissões e putarias
bebedeiras amores bem e mal amados
conversas de bares.
Planejadores de vidas articulam-se
e em primeira mão circulam
boatos de amanhã.
Ninguém mais escuta esculhambações
ou conselhos – raivas de pentelhos.
A donzela – e não a puta –
emputece-se por nada querer
e quem a quer também.
Imagens canibais enfumaçam-se
Braços nos canaviais – rebeldia
represada na Praça do Descobridor.
O estandarte do carnaval anterior
Sujo alforje de incompreensão
Vibra nas artérias ociosas
da avenida principal.

E dizem os senhores da cidade:
- Vagabundos, dêem passagem à mentira.
Deixem que fortaleçamos a cor
Erupção negra e desmascarada, pois máscaras
Enternecem nossas podres consciências.

E refletem os ditos e malditos vagabundos:
- Esta terra é como o céu
é como o mar:
tudo se agita
a turba aflita
transforma-se futuro.
- Aqui o coração é nulo
sem o corpo – pedra de brita.
- É nulo aqui o corpo
sem o coração – forja de vida.

A cidade ainda é noite
Na circundante multidão de dias.
E eu ouço a Matinta-Perera declamando
Suas inacreditáveis certezas:
- Matem o porquê
matem o porquê
mateeemopooorquêêê
maaateeemopooorquêêê
pooooorquêêêêê pooooorquêêêêê
 
Família Figueiredo:

Pesquisas de Ademir Rocha, colaboração de Arnaldo Paes Figueiredo, este grande depositário da genealogia e cultura abaetetubense.

Aos Figueiredo, e favor corrigir as inconsistências

Figueiredo Miranda:

Antonia Amélia Figueiredo Miranda. “Presente à Instalação da cidade de Abaeté em 15.08.1895 e um dos assinantes da Ata de Cerimônia de Instalação”.

Sebastião Figueiredo, era associado ao Vera Cruz Sport Clube, vide listas dos consórcios do Vera Cruz Sport Club nos anos de 1920.

Américo de Figueiredo. Citação de 1922: “Os herdeiros de Américo de Figueiredo com pagamento de imposto de valor locativo de um imóvel sito à Rua Siqueira Mendes, na cidade de Abaeté”.

Figueiredo Dias:

Citação de 1922: “Antonio de Figueiredo Dias com casa de commércio na Costa Maratauhyra”.

Antonio de Figueiredo Dias Primo. Citações de 1922: “Antonio de Figueiredo Dias Primo com engenho para fabricar mel no Rio Maracapucú”. “Antonio de Figueiredo Dias Primo com pagamento de imposto de valor locativo, por um imóvel sito à Rua Siqueira Mendes, na cidade de Abaeté, no valor de 12$000, no tempo da intendência do Dr. Lindolpho Cavalcante de Abreu”. “Antonio de Figueiredo Dias Primo transfere o imóvel sito à Rua Siqueira Mendes, em Abaeté, para José Saul”.

Anos de referência: 1918 e Antonio era comerciante e senhor de engenho.

Elpídio de Figueiredo, era tio de Maximiano Figueiredo Cardoso, este mora em Parintins.

Walter de Figueiredo. Osvaldo Otacílio Gomes, foi o 1º juiz da Comarca de Abaeté, Hugo Oscar de Mendonça foi o 2º juiz e Walter de Figueiredo foi o 3º juiz da comarca.

Carvalho Figueiredo:

José de Carvalho Figueiredo.
Nos tempos antigos a festa de Nossa S. da Conceição era organizada por uma diretoria e pessoas da sociedade de então, junto com o padre da época. A festa de Nossa S. da Conceição envolvia autoridades, comerciantes, industriais e a sociedade. Vejamos um programa de uma das festividades antigas: vide a lista com os organizadores dessa festa de Nossa Senhora da Conceição em religião Antigas festas de santos em Abaetetuba.

Raimundo Negrão Figueiredo, tinha irmãos: Bideca, Pedro e outros. Casou com Astrogilda Paes e com filhos: Ana Maria, Arnaldo Paes Figueiredo, Davi Paes Figueiredo, Rosa Maria Paes Figueiredo, Maria Helena e outros.
Ana Maria Paes Figueiredo, foi oradora da Turma de Humanista, ano de 1962, do Inst. N. S. dos Anjos, casou com José Edmilson Lobato.
Maria Helena Paes Figueiredo. Colou grau na turma de Humanistas, ano de 1962, do Inst. N. S. dos Anjos, em Abaeté do Tocantins.
Maria do Carmo Paes Figueiredo. Concluiu o Curso de Humanista, ano de 1962, no Inst. N. S. dos Anjos, em Abaeté do Tocantins.
Arnaldo Paes Figueiredo, nasceu em 13/11/1948 e herdou de seu pai a fabrica de gelo FRIPAL, sito à Rua Siqueira Mendes, nº 1823, casou  e com filhos.
Rosa Maria Paes Figueiredo, optou pela vida religiosa como Irmã da Ordem das Xaverianas, professora.
Davi Paes Figueiredo, formado em Direito e exerce a função de advogado, casou com Nete Sena e tiveram filhos: Davi Filho e outros.
Bideca, casou e com filhos: Ademir, Alcyr, Mara e outros?
Pedro Negrão Figueiredo, casou com filhos.

Figueiredo Cardoso:

Maximiano Figueiredo Cardoso, era casado e com filhos: Aníbal, Sinval, Antoniozinho, Alfredinho e outros. Maxico Cardoso, como era chamado, era rico e tinha uma lancha tipo gaiola que foi para o fundo do mar e nesse episódio morreram duas de suas filhas. Depois desse fato ele resolveu se mudar para a cidade de Parintins, no Amazonas, onde morava um seu tio de nome Elpídio Figueiredo. Nessa cidade ele se tornou industrial, comerciando fibra de juta, comércio de exportação, adquiriu prestígio como bom e rico comerciante e nessas condições veio até Abaeté e contratou a Banda Carlos Gomes para tocar na festa de Nossa Senhora do Carmo, em Parintins, de quem era devoto. Prudente Ribeiro de Araújo trabalhava no seu escritório, como Guarda-Livro.

João Gabriel de Figueiredo:

Pagamentos em 30/10/1896, a João Gabriel de Figueiredo, pelo fornecimento de mercadorias e materiais ao quartel e cadeia desta cidade (Abaeté), no governo do Intendente Emygdio Nery da Costa.
Miguel Matos e João Gabriel de Figueiredo possuíam imóveis na Av. Coronel Aristides Siva, anos de 1920.
É citado com herdeiros em 1930.

João Cardoso Figueiredo:
Irmão de João Cardoso de Figueiredo: Adelino Cardoso de Figueiredo, este falecido e sepultado na quadra Santa Maria, filhos de João Gabriel de Figueiredo (falecido) e D. Anna Cardoso de Figueiredo.
O Mestre Coló (Coriolano da Gama Margalho) construiu o barco “São Cláudio”, para João Figueiredo.
Sinhuca (Hildefrides dos Reis e Silva) tornou-se comerciante marítimo, viajando no barco “São Cláudio”, de João Figueiredo, viajando para o Baixo Amazonas, no comércio de regatão, onde foi um dos pioneiros nesse tipo de comércio.

Cláudio Figueiredo:

Em 1942, Lauro Cardoso da Silva foi estudar em Belém, ingressando no Instituto Nossa Senhora de Nazaré, dos irmãos maristas, como interno da escola e viajou para Belém no navio-motor de propriedade do pai de Claúdio Figueiredo, que era seu primo.

João de Figueiredo, com comércio de mercearia à Rua Justo Chermont, em 1931.

Família Figueiredo:

·         Abigail Negrão Figueirdo/Branca, filha de Marcellino Figueiredo e Anna Rita Negrão, c/c Luzinaldo Lobato/Loló e tiveram filhos: Fernando, Luzinaldo/Luzi, Lucidéa, Elina e Rosália Figueiredo Lobato.
·         Amazonina Negrão Figueiredo, filha de Marcellino Figueiredo e Anna Rita Negrão, c/c Joras Magalhães, este filho de Beatriz que c/c Dr. Novaes e com filhos: Ana Beatriz Figueiredo Magalhães.
·         Antonia Negrão Figueiredo/Preta, filha de Marcellino Negrão Figueiredo e Anna Rita Negrão, c/c Antonio Bittencourt/Totônio e com filhos: Luiz, Gláucio e Rosana Figueiredo Bitencourt.
·         Arnaldo Paes Figueiredo, filho de Raimundo Negrão Figueiredo e Astrogilda Pereira Paes, comerciante e industrial tendo herdado a fábrica de gelo FRIPAL de seu pai, casado e com filhos.
·         Benedita Negrão Figueiredo/Graci, estudante da escola INSA citada em 1960, filha de Marcellino Figueiredo e Anna Rita Negrão, c/c João Bento Carvalho e com filhos: João/Joãozinho e Joacildo Figueiredo Carvalho.
·         Clara Negrão Figueiredo/Clarita, c/c Tomé Castro e com filhos: Suely e Carlos Figueiredo Castro.
·         Davi Paes Figueiredo, filho de Raimundo Negrão Figueiredo e Astrogilda Pereira Paes/Gilda, advogado militante em Abaetetuba, casado e com filhos.
·         Dolores Negrão Figueiredo/Santinha, filha de Marcellino Figueiredo e Anna Rita Negrão, c/c Diquinho Cardoso e tiveram filhos: Dica, Raimundinho, Joana, Ana e outros.
·         Elza Negrão Figueiredo/Piquixita, filha de Marcellino Figueiredo e Anna Rita Negrão, c/c Maximiano Lima Cardoso/Maxico Cardoso e com filhos: Vera, Ana Brígida, Elza Hildebrandina, Sérvulo, João Bosco, Passarinho e Clóvis de Figueiredo Cardoso.
·         Francisco Negrão Figueiredo/Chico, filho de Marcellino Figueiredo e Anna Rita Negrão e teve o filho Francisco Filho.
·         Izilda Maria Paes Figueirdo, já é falecida, era casada.

·         Marcellino Figueiredo, de descendência portuguesa, com vários irmãos que moravam em Macapá, Villa Viçosa e outros lugares do Pará, sendo que só sua irmã Mimita Figueiredo veio com Marcellino para Abaeté. Marcellino c/c Anna Rita Negrão, esta filha de Leandro Victor Negrão e Anna Negrão que são originários do Maracapucu-Mirim/Jupariquara e de descendência portuguesa e tiveram filhos: Raimundo, Dolores/Santinha, Abigail/Branca, Antonia/Preta, Elza/Piquixita, Clara/Clarita, Oneide, Amazonina, Benedita/Graci, Maria Brígida/Brígida, Marcelino/Bideca, Francisco/Chico e Pedro Negrão Figueiredo.

·         Marcelino Negrão Figueiredo/Bideca, músico que tocava clarinete na Banda Virgem da Conceição nos anos de 1950, mecânico de motores e dono de oficina mecânica em terreno da fábrica de Gêlo FRIPAL, filho de Marcellino Figueiredo e Anna Rita Negrão, c/c Dolores Silva/Dorita, esta filha de Vicente Gama Silva e com filhos: Vicente/Vivi, Adilson/Branco, Preto, Mara, Marly, Márcia e Marcélia Silva Figueiredo.

·         Marcolino Figueiredo, c/c Brígida e tiveram filhos: Marcellino Figueiredo e seus irmãos do Amapá e Villa Viçosa e outros lugares do Pará.

·         Maria Brígida Negrão Figueiredo/Brígida, filha de Marcelino Figueiredo e Anna Rita Negrão, c/c Gaia e com um filho.

  • Maria do Carmo Paes Figueiredo, filha de Raimundo Negrão Figueiredo e Astrogilda Pereira Paes/Gilda, formada humanista e catequista de 1962 pela escola INSA.
  • Maria Helena Paes Figueiredo, filha de Raimundo Negrão Figueiredo e Astrogilda Pereira Paes/Gilda, formada humanista de 1962 pela escola INSA.
·         Mimita Figueiredo, irmã de Marcellino Figueiredo, morou em Abaeté.

·         Oneide Negrão Figueiredo, filha de Marcellino Figueiredo e Anna Rita Negrão, c/c Emil Miranda e com uma filha: Rita Figueiredo Miranda.

·         Pedro Negrão Figueiredo, filho de Marcelino Figueiredo e Anna Rita Negrão, comerciante, casou e com filhos: Raquel, Angélica e Pedro Ribera Figueiredo/Pedrinho.

·         Raimundo Negrão Figueiredo, filho de Marcellino Figueiredo e Anna Rita Negrão, comerciante dono do antigo Supermercado Figueiredo na Av. D. Pedro II canto com a Rua Barão do Rio Branco, industrial dono da fábrica de gêlo FRIPAL, proprietário do prédio Figueiredo, c/c Astrogilda Pereira Paes/Gilda e tiveram filhos: Maria Helena, Maria do Carmo, Ana Maria, Rosa Maria/Rosinha, Arnaldo, Davi, Izilda, Gilda, Sirley Paes Figueiredo.

Família:

·         Adelino Cardoso de Figueiredo, nascido em 1881, filho de João Gabriel de Figueiredo.

·         Amérco Cardoso de Figueiredo, falecido por volta de 1922 deixando herdeiros, filho de João Gabriel de Figueiredo, antigo morador da Rua Siqueira Mendes, comerciante, era aviador e faleceu vítima de um desastre de avião.

·         Antonio Cardoso de Figueiredo, nascido em 1/7/1926, filho de João Gabriel de Figueiredo.

·         Cláudio Tavares de Figueiredo, nascido em 25/10/1932 e falecido afogado na baía em frente de Abaeté em 7/10/1958, filho de João Cardoso de Figueiredo e que faleceu afogado na baía em frente de Abaeté.

  • Elpídio Cardoso de Figueiredo, filho de João Gabriel de Figueiredo, natural de Abaetetuba, irmão de João, José e Venina Cardoso de Figueiredo, esta casada com Maximiano Figueiredo Cardoso/Maxico Cardoso, residente em Parintins/Am, industrial, comerciante e exportador de fibra de juta.
  • João Cardoso de Figueiredo/João Coletor, filho de João Gabriel de Figueiredo, dono do engenho de cachaça São Cláudio no Rio Arapapu em 1930, comerciante do setor de pesca, dono da antiga casa comercial Safira na Rua Justo Chermont em 1931 e dono do barco-motor São Cláudio nos anos de 1940/1950 o qual tinha como comandante Hildefrides dos Reis e Silva e que viajava para o Baixo Amazonas em comércio de regatão, era coletor do Estado e com residência na antiga Rua Nilo Peçanha em frente da residência de Fortunato Lobato.
·         João Gabriel de Figueiredo, nascido em fevereiro de 1915, pai de João Cardoso de Figueiredo e irmãos, comerciante, dono de engenho de cana, contemporâneo de Emygdio Nery da Costa para o qual era fornecedor de gêneros para as repartições públicas municipais no tempo em que Emygdio era intendente municipal em Abaeté (1894-1896), casado e com filhos: Américo, Elpídio, João, José e Venina Cardoso de Figueiredo.
·         José de Carvalho Figueiredo, irmão de João Gabriel de Figueiredo, citado em 1944.
  • José Cardoso de Figueiredo, filho de João Gabriel de Figueiredo.
  • José Chrispim Cardoso de Figueiredo, irmão de João Gabriel de Figueiredo, residente na Rua Siqueira Mendes, nº 54 ao lado da residência da família de Carlos Barbageta, e José Chispim era coletor do Estado, c/c Oscarina de Melo Figueiredo e tiveram filhos: Rubens, Walter, Helenice, Gilberto e Maria Lúcia Melo Figueiredo e essa família foi morar no Rio de Janeiro.
  • Maria Lúcia Melo Figueiredo, filha de José Carvalho de Figueiredo e Oscarina de Melo Figueiredo.
·         Venina Cardoso de Figueiredo, filha de João Gabriel de Figueiredo, citada como professora em 1920, c/c Maximiano Figueiredo Cardoso/Maxico Cardoso e tiveram filhos: Antonio/Antoniozinho, Aníbal, Sinval, Olavo, Elza Figueiredo Cardoso, sendo que numa viagem pelo Rio Amazonas, perto de Manaus/Am faleceram 4 desses irmãos presos nos camarotes do navio de Maximiano Figueiredo Cardoso que naufragou.

Os Figueiredo Dias:

·         Adriano de Figueiredo Dias, citado em 1927, c/c Herundina Barbosa Pontes e tiveram 3 filhos.

  • Antonio de Figueiredo Dias, dono de engenho no Rio Arumanduba.
  • Antonio de Figueiredo Dias Primo, morador à Rua Siqueira Mendes, comerciante na Costa Maratauhyra e rio Maracapucu em 1922 e em 1930 com fábrica de beneficiamento de sebo de ucuhuba na Costa Matatauhyra.
·         Laudemira Barbosa Dias, filha de Herundina Barbosa Pontes e Adriano Figueiredo Dias, c/c s/primo Raimundo Pontes/Dico Pontes e tiveram 3 filhos.

·         Marcos Barbosa Dias, filho de Herundina Barbosa Pontes e Adriano Figueiredo Dias, c/c Catarina da Costa e tiveram 4 filhos.

·         Marcos Figueiredo Dias.

Outros Figueiredo:

·         José de Carvalho Figueiredo, citado em 1944.
  • Sebastião de Figueiredo, citado como consórcio do Vera Cruz Sport Club nos anos de 1920.
  • Dr. Walter de Figueiredo, 3º Juiz da Comarca de Abaeté.

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