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terça-feira, 31 de julho de 2012

Animais da Amazônia 2

Animais da Amazônia 2
Inicialmente iremos publicar as fotos de outros animais de Abaetetuba e, com o tempo, iremos acrescentando os devidos textos. São animais que faziam parte de nossa memória ambiental ou que ainda fazem parte do cotidiano e cultura de Abaetetuba.
 Esta multicolorida cobra é a famosa cobra cutimbóia que não é venenosa
e vive caçando ratos e outros pequenos animais para a sua
alimentação. A da foto vive no telhado da casa, caçando
ratos. Ela também enfrenta e geralmente vence as lutas
contra outras cobras venenosas e as vencidas são engolidas
pela cutimbóia. Quando uma pessoa tenta atacar esse tipo
de cobra ela rimpa a pessoa com o rabo e a rimpada é
dolorida

 As corujas de Abaetetuba estão rareando cada vez mais.
A coruja murucututu não foi mais ouvida soaltando seus
gritos. Igualmente também a coruja "rasga mortalha", com seus
gritos como que rasgando panos grosos. A "corujinha do luar"
não mais cantou e só existem a coruja dos telhados quando
estão criando seus filhotes e perturbando o sono das pessoas
durante bom tempo da noite

 Essa ranzinha é uma das muitas espécies de rãs do brejo
que quando chove sai de seu habitat na caça de insetos
e acasalamento e são muito fáceis de capturar com
as mãos

 As garças brancas, garcinhas brancas e garças cinzentas
já não mais existem nas praias e mangues de Abaetetuba
e só existem em viveiros ou parques de Belém. Antigamente
as garças eram caçadas para a retirada de suas penas que
serviam como caneta-tinteiro ou outro objeto feito de penas
de aves

 Os guarás já não mais são vistos no Baixo Tocantins e só
podem ser encontrados em terras do Arquipélago do Marajó
ou nos viveiros e parques de Belém

 Guarás sendo alimentados em parques de Belém

Tartarugas
 Tartarugas, jabotis, muçuãs e tracajas, que existiam em
grande quantidade nas matas do Baixo Tocantins, agora são
animais raros e que existem só na forma de brinquedos

Tartarugas e tracajás são quelônios de vida aquática e 
jabotis são terrestres e todos em falta nos rios e matas
do Baixo Tocantins.

Blog do Ademir Rocha, de Abaetetuba/Pa

segunda-feira, 30 de julho de 2012

OBRAS LITERÁRIAS 2 DE ABAETETUBA

OBRAS LITERÁRIAS 2 DE ABAETETUBA OU DE ABAETETUBENSES
Iolanda Brasileiro Parente
 O livro "Retratos da Vida", de Iolanda Parente,
é um livro recente e que retrata sua vida como
Promotora Pública no Estado do Pará e onde
pode se encontrar a História-Memória sua e
de sua família e muitos dados sobre a Genealogia
da Família Parente
Contracapa do livro de Iolanda Parente e
a canoinha, como cultura de Abaetetuba

 Comentários de Michelly Murchio na orelha
da capa do Livro
Comentários na orelha da contracapa do
livro "Retratos da Vida" de
Iolanda Parente

Davison João Tavares Furtado
 Davison João, que apesar de tudo, não perdeu
a alegria de viver e nos dá uma lição de vida
através de sua poesia "Sonhos de Menino"
 Apresentação de Davison João e sua
obra poética
 Agradecimentos de Davison João
à sua grande apoiadora e incentivadora,
também escritora em Abaetetuba, 
Maria de Nazaré Carvalho Lobato
 Prefácio do livro "Sonhos de Menino" pela
Professora e Escritora Maria de Nazaré
Carvalho Lobato
 Uma poesia do livro "Sonhos de Menino",
de Davison João Tavares Furtado
 Outra poesia do mesmo livro e autor
Síntese conclusiva da Pesquisadora e Escritora
Maria de Nazaré Carvalho Lobato no livro
"Sonhos de Menino", de Davison João

Raimundo Nonato Paes Loureiro
"Preamar" é o livro de poesias de Raimundo Nonato
Paes Loureiro que foi editado em 2001. Logo na
capa do livro já começam a aparecer os
elementos das motivações poéticas do autor,
com o rio, a canoa, o céu e a frente da cidade
de Abaetetuba
A contracapa do livro traz alguns pontos da
biografia do poeta, jornalista, constista e
cronista Raimundo Nonato Paes Loureiro
Uma poesia e os elementos de apoio na
produção do livro "Preamar"
O sumário com os nomes de algumas das
poesias do livro
 Raimundo Nonato Paes Loureiro é fecundo
jornalista, poeta, compositor musical e escritor,
irmão do Poeta Maior do Pará, João de Jesus
Paes Loureiro e para resgatar a história e vida
de seu irmão e família em Abaetetuba, escreveu
o livro "João de Jesus Paes Loureiro, o meu irmão".
 A capa e contracapa do livro de Nonato Loureiro, 
na capa e contracapa começa mostrando a cultura
do Brinquedo de Miriti, pois Abaetetuba é a 
Capital Mundial do Brinquedo de Miriti
 Na contracapa do livro de Nonato Loureiro, seu irmão
Paes Loureiro, faz um comentário sobre os "Brinquedos
de Miriti de Abaetetuba", artesanato que já faz parte da
Cultura Paraense

O prefácio do livro de Nonato Loureiro é feito pelo
Professor e político Fernandes de Oliveira Anselmo,
que faz uma síntese analítica dessa obra de Nonato 
Loureiro
 No livro "João de Jesus Paes Loureiro, o meu irmão",
Nonato Loureiro mostra a Coleção Murutinga,
onde consta algumas de suas produções poéticas
Na contracapa interna do livro de Nonato Loureiro, com
seus agradecimentos aos seus apoiadores na confecção
do referido livro, ela ainda mostra a construção de um
navio em miriti.

Blog do Ademir Rocha, de Abaetetuba/Pa

PROJETO AMAZÔNIA 2012 EM ABAETETUBA


PROJETO AMAZÔNIA 2012 EM ABAETETUBA


Projeto Amazônia 2012 em Abaetetuba (PA)

Os “atores” do Projeto Amazônia 2012 na cidade paraense de Abaetetuba contam como foi essa experiência, um trabalho realizado com seriedade e alegria, com a consciência da própria fragilidade, da potência de Deus e da Sua Palavra, e os frutos de um novo ardor nas comunidades visitadas. 

Os “atores” do Projeto Amazônia 2012 na cidade paraense de Abaetetuba contam como foi essa experiência, um trabalho realizado com seriedade e alegria, com a consciência da própria fragilidade, da potência de Deus e da Sua Palavra, e os frutos de um novo ardor nas comunidades visitadas.

Abaetetuba (Pará)
Uma cidade à margem do Rio Tocantins, que aqui toma o nome de Rio Maratauira, e depois Rio Jarumã, 150 mil habitantes, dos quais 45% povoam as 72 ilhas que formam o município de Abaetetuba. A paisagem é de uma beleza ímpar, harmoniosa, quase retilínea: palmeiras de açaí e, meio metro acima, outras palmeiras, mas dessa vez de miriti. Onde parece que existe só a floresta desponta a cidade e os seus ‘abaetés’, homens fortes, nobres e valentes, segundo uma tradição de longos anos. E isso pudemos comprovar pessoalmente…
Chegamos à noitinha, 21 pessoas provenientes de São Paulo, Maranhão, Recife, Belém, Altamira, desejosos de comunicar o Ideal da Unidade que deu um novo  sentido à nossa vida. “Por 15 anos vivemos o nosso casamento como um fusca e um caminhão… até quando entendemos que é fundamental amar o outro como a si mesmo. Nossa vida mudou e até hoje continuamos nesse empenho de amar, sempre recomeçando”; “Conheço esta vida desde que nasci, e apesar das muitas dificuldades, procuro ser fiel porque esta é a verdadeira vida…”. Uma profunda troca de experiências entre nós é o que dá inicio ao programa que se baseará no slogan “A Palavra faz viver”. Traçamos estratégias, dividimos as tarefas e iniciamos com a benção do bispo.

16/07 – Hoje depois de renovar solenemente o “Pacto de Unidade” entre nós, saímos para levar a quantos encontramos o ‘nosso tesouro’. Visitas, sorrisos, conversas, confidências… É aqui que vemos os ‘abaetés’: gente sofrida, mas alegre e batalhadora, sempre decidida a enfrentar a vida e dar aos outros o que têm de melhor. A Palavra de Vida que levamos é uma descoberta e todos manifestam o desejo de continuar no aprofundamento da vida do Evangelho.
17/07 – Prosseguem as visitas. Aproximadamente 45 famílias visitadas hoje. É uma ocasião para “dar de beber a quem tem sede, dar de comer a quem tem fome…” não no sentido material, mas “na escuta das dores, na partilha dos sofrimentos e dos desafios de cada dia…”. D. Maria cuida de uma filha e um genro, vítimas de um acidente de moto, que têm três crianças… Entre os moradores surge a iniciativa de se organizarem para dar apoio a dona Maria e a ajudar a carregar sua cruz. 19h – Vigília de oração na igreja de Cristo Redentor, com 80 pessoas, na maioria jovens. Apresentamos Chiara Luce, para muitos, desconhecida. A sua história fascina e atrai.

18/07 – Passeio ciclístico com estafeta, trilha ao redor do Ipixuna e visitas ao Abaetezinho. Visitas no bairro de Santa Clara, o último formado na periferia da cidade de Abaetetuba, onde existem muitas igrejas evangélicas. Lá vivem pessoas muito pobres, mas há uma imensa solidariedade. Nesta comunidade alguns já partilham conosco a experiência da Palavra de Vida e participam dos encontros mensais da comunidade. À noite, um curso para 30 crianças sobre o Dado do Amor, e para 35 adultos sobre a vida de família.
19/07 – gincana ecológica com o plantio de 1108 rizomas de flores tropicais na reserva ecológica Radini, com a presença de 40 atores do Projeto Amazônia. Troca de experiências e multiplicação da alegria. À tarde um momento para partilhar um costume característico da vida desse povo: o banho de igarapé! Uma água gelada, mas revigorante, que atenua o calor sofrido pelo sol escaldante.

Uma graça especial foi a presença do bispo, D. Flávio Giovenale, que celebrou a missa da qual participaram mais de 200 pessoas, apesar da chuva torrencial tão característica da região.

No sábado, dia 21, visitamos uma das 72 ilhas de Abaetetuba – Itacuruçá -, após 50 minutos de travessia de barco a motor. Lá fomos recebidos por dois jovens, de 18 e 20 anos, os líderes da comunidade. O pároco vai até a ilha apenas uma vez por ano. Diante do grande interesse da comunidade, apresentamos a Palavra de Vida e depois muitas experiências: como construir a paz na família, como ir contracorrente na faculdade e com os amigos, para dar um sentido pelo qual viver.

No retorno a Abaetetuba, a missa é um momento de festa, com os sinos tocando e fogos de artifício. Em todos, nós que viemos e nos moradores que nos receberam, um profundo sentimento de gratidão a Deus pela experiência vivida e por Chiara, que nos doou o Ideal da Unidade e a possibilidade de levá-lo a todos.
“Sinto que devemos trabalhar juntos para criar uma nova cultura, a nossa cultura que é a da verdade, da honestidade, da pureza, da legalidade, enfim a cultura do amor, que faz um mundo ‘novo”.

“Tive momentos de dificuldade, mas compreendi que as coisas de Deus acontecem assim e que alguém deveria pagar o preço por tantos frutos… Escutei o pessoal do Abaetezinho e do Ipixuna, eles estão muito felizes com tudo e impressionados pelos resultados. Disseram que aconteceram verdadeiros milagres e isso confirma que tudo foi válido e valeu por todo o sacrifício. Agora o meu desejo é manter a nossa comunidade sempre viva, e fazer com que este legado que nos foi confiado seja levado adiante, sem jamais vacilar”.

Reproduzido pelo Blog do Ademir Rocha, de Abaetetuba/Pa

OBRAS LITERÁRIAS DE ABAETETUBA

OBRAS LITERÁRIAS DE ABAETETUBA OU DE ABAETETUBENSES
Luiz Roberto dos Reis
 "Abaetetuba", foi o livro pioneiro em
Abaetetuba sobre História-Memória e
Cultura sobre Abaetetuba
 José Heiná Maués, hoje advogado militante
em Abaetetuba, com sua impressão sobre
o livro "Abaetetuba" escrito em 1969
 Apresentação do livro "Abaetetuba feito
pelo jornalista, escritor, poeta e autor
musical Raimundo Nonato Paes Loureiro
Prefácio do livro "Abaetetuba" feito
pelo seu autor
O livro "Abaetetuba", de Luiz Roberto dos Reis, hoje advogado militante em Abaetetuba, é um livro de referência nas pesquisas sobre a História-Memória e Cultura em Abaetetuba. No seu rastro vieram outros livros sobre Abaetetuba.

Lauro Cardoso da Silva
 O livro "Memórias de uma Vida", de
Lauro Cardoso da Silva, filho de Latino
Lídio da Silva, é um livro de memórias que
traz farta informações sobre a história de sua
família e dados genealógicos onde cita a maioria
dos familiares da Família Silva e informações
sobre a cultura de Abaetetuba
O livro, além de muitas informações, traça a
saga de Latino Lídio da Silva e de Lauro Cardoso
da Silva em Abaetetuba e Belém
 Apresentação do livro "Memórias de uma vida"
feita pelo autor do livro
 Prefácio do livro "Memórias de uma vida"
em impressões do inesquecível professor
da UFPA Meirevaldo Jonair de Paiva sobre
a importãncia do livro
Celso de Alencar
 Celso de Alencar, além do livro "Testamentos", acima
possui outras importantes obras poéticas. São poesias
modernas, revolucionárias e enfáticas, rompedoras de paradígmas
poéticos. Além de poeta, Celso de Alencar é tradutor de poesias,
declamador e divulgador da poesia em São Paulo.
Celso de Alencar presenteou Ademir Rocha com
o livro "Testamentos"
  Trecho de poesia de Celso de Alencar
Impressões de diversos críticos e poetas sobre a poética de
Celso de Alencar.

Álvaro Alves de Farias, tecendo comentários
sobre o poema "Cântico dos Cânticos", de
Celso de Alencar

Marcos Reis

A emblemática Revolta da Cabanagem na Província do Pará
ainda precisa ser desnudada em suas motivações, circustâncias e
locais ondese desenvolveram tantas batalhas e ocorreram tantos fatos
dolorosos envolvendo o povo simples do Pará e as tropas do
que é chamado legalistas.
Por circunstâncias de algumas pesquisas temos nos deparado
com alguns fatos dessa revolta e o que nos vem à mente é
sempre a vontade de fazer um filme sobre essa revolta, porém
isso é apenas um sonho, devido o fato de que essas batalhas, em
grande parte, se realizaram nos igarapés, rios e baías do Pará e
seria difícil se reconstituir os cenários dessas batalhas e mostrar
nossos caboclos, escravos e índios envolvidos nas lutas, além
dos notáveis heróis revoltosos e também os nomes dos comandantes
das tropas legalistas e os governantes envolvidos.
Sabemos que no Baixo Tocantins, principalmente nos atuais
municípios de Cametá, Barcarena, Moju, Igarapé-Miri e
até Abaeté ocorreram memoráveis batalhas, fugas e artimanhas
bélicas envolvendo os dois lados em luta.
E para reescrever essa história precisaria de uma pessoa de bom
fôlego literário para nos dizer um pouco mais do que foi a
luta dos revoltosos paraenses contra o regime opressor em
voga na época e os desdobramentos que essa verdadeira
guerra assumiu no seio do povo paraense da época.
Parabéns ao Marcos Reis pela coragem de rememorar
a Revolta da Cabanagem sob uma nova roupagem.
A capa do livro "Cabanos" mostra uma das armas usada na revolta e
a orelha da capa nos mostra essa nova visão da história
percebida por Marcos Reis
Na contracapa temos um pequeno texto nos mostrando
o contexto dos anos em que aconteceu a Revolta da
Cabanagem e a orelha da contracapa nos traz uma
pequena biografia do autor do livro
Marcos Reis visitou os lugares históricos e pesquisou em
algumas fontes onde estão disponibilizados dados da
Revolta da Cabanagem, a mais popular revolta acontecida
no Brasil
Página que mostra a Editora e mais dados dos envolvidos
na produção do importante livro de Marcos Reis

Blog do Ademir Rocha, de Abaetetuba/Pa