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segunda-feira, 26 de outubro de 2009

RUAS DE ABAETÉ E VULTOS 1

ANTIGAS RUAS DE ABAETÉ/PA

As mais antigas ruas de Abaeté remontam aos fins do século 19 e início do século 20, quando Abaeté era apenas uma pequena cidade, praticamente um povoado. Em 1896 a sede do município possuía pouco mais de 1.000 habitantes e as colônias agrícolas da terra firme junto com a zona das ilhas possuíam aproximadamente 11.000 habitantes. Há um relato que nos fala:
“3 ruas, 5 travessas, duas praças, duas igrejas católicas. A rua frente ao rio é feita de pontes, que facilitam o movimento de embarque e desembarque para os estabelecimentos comerciais ali existentes”.

Não podemos pensar as primeiras ruas de Abaeté do modo como as vemos hoje. Pela frente da cidade passava um rio. Desse rio, vários igarapés adentravam o povoado existente e o povoado ficava numa ponta de terra. E a 1ª rua a surgir, nessas circunstâncias, deveria ser a rua da frente da cidade ou “beira”, onde existiam várias casas comerciais. Essa rua era a Rua Justo Chermont, que veio receber esse nome como homenagem do povo abaeteense ao governador Justo Leite Chermont, que governou o Pará de 17/12/1889 a 7/2/1891, portanto, no início do período republicano do país. Essa rua fora construída em pontes, devido a existência do rio e igarapés da frente da cidade. E, pelo que consta em nossas pesquisas, não mudou de nome como as demais.
As duas igrejas a que o texto se refere são a Igreja do Divino Espírito Santo e a Igreja de Santa Luzia.

As outras duas ruas e as 5 travessas e duas praças a que o texto se refere constituem um quebra-cabeça para os que se interessam pelo assunto, pois as antigas ruas, praças e travessas mudavam constantemente de nomes, conforme o contexto político que se apresentava. E há dois fatos a considerar. Um dos fatos é que as terras de Abaeté pertenceram à Igreja Católica até o ano de 1903, por isso, não havia condições para a cidade crescer, pois não havia terras para a implantação ou surgimento de ruas. O outro fato é que a maioria absoluta da população residia nas colônias agrícolas e ilhas do município e, inclusive, os grandes vultos da antiga Abaeté residiam nas ilhas de Abaeté, onde estavam os seus interesses econômicos.

Essas duas ruas e 5 travessas devem ser buscadas entre as seguintes:

Documento de 1887, se refere a uma ´Praça 25 de março`, onde ficava o prédio da antiga Câmara Municipal de Abaeté e onde era a sede do ´Jornal O Abaeteense`”.
Em 1887 já existia a Travessa Tenente Coronel Costa.



1894: Travessa da Conceição.
1894: Travessa Tenente-Coronel Costa.
1894: “Rua Coronel Caripuna, onde ficava a casa de Dionísio Pedro Lobato em 1894”.

1895: “Rua Justo Chermont”.

Em 1896 já se falava de uma “Trav. da Conceição”, no governo do Intendente Emygdio Nery da Costa.
“Pago à Leonel Antonio Lobato, pela verba –continuação do Cemitério Municipal – sito na Trav. da Conceição, em 24.10.1896, 1ª prestação do contrato com a intendência – Nery da Costa”.

Na Pass. da Conceição foi construído o prédio em dois pavimentos do Grupo Escolar de Abaeté, inaugurado em 02.04.1902, tendo como 1º diretor o Professor Bernardino Pereira de Barros.

Há um documento de 1904 que se refere a essa rua com os termos: “Travessa Tenente Coronel Caripunas”.
Há um documento de 1904 que se refere a uma “Travessa Tenente Coronel Costa”.
Em um documento de 1904 foi encontrado o nome: “Travessa da Olaria”.
1904: Travessa do Ferreiro.
1904: “R. Siqueira Mendes canto com a Travessa Basílio de Carvalho”.
1904: “Na Praça da República ficava o escritório de advocacia e a residência de Messias de Sigmaringa Lobato”.
1904: “Praça da República, esquina com a Trav. da Conceição”.
1904: Na Praça da República ficava a residência de Genésio Augusto de Lima
Em uma escritura de imóvel de 1904 se encontra o trecho: “..imóvel situado na Pça. da República, esquina com a Travessa da Conceição”.
1904: “Travessa do Curro”.
Trecho de uma escritura de imóvel de 1904 que diz o seguinte: “.,..Trav. da Conceição com a Rua Abraham Fortunato”.
Em 1904 e 1905 há citações dessa rua: “Rua Justo Chermont, esquina com a Travessa São Benedito”.
Há uma citação dessa travessa em um documento de 1904: “Rua Coronel Castro, esquina com a Lauro Sodré, em frente da Pça. da República”.
Em 1904 há um documento que faz referência a uma “Travessa São Benedito”.
Na Rua Nova, em 1904, moravam Eleutéria Silva e Hermínio Pauxis.
1904: “Praça de São Benedito”.
1904: Na Travessa da Glória ficava a residência de João Nepomuceno Pontes.
1904: “R. Lauro Sodré esquina com a Travessa da Glória, onde morava Benvinda de Lima Pontes”.
Em 1904 há um documento que faz referência a uma “Travessa São Benedito”.
1904: “Raimundo Leite Lobato morava na Rua Tenente Coronel Caripuna”.
1904, 1905: “Rua Coronel Caripunas, esquina com a Trav. Tenente Coronel Costa”.
1904: “Rua Coronel Caripuna, canto com a Trav. 22 de junho”.
Em 1904 e 1905 há citações dessa rua: “Rua Justo Chermont, esquina com a Travessa São Benedito”.
Há um documento de 1904 que se refere a essa rua com os termos: “Travessa Tenente Coronel Caripunas”.
1904: Rua Coronel Aristides, canto com a Travessa da Conceição.
1904: Travessa da Conceição, onde ficava a padaria de Raimundo Nonato Baía.
1904: Travessa Santa Luzia, canto com a Rua Siqueira Mendes.
Bernardino Pereira de Barros, com casa à Trav. Santa Luzia, esquina com a R. Nova, 1904.
1904: “Travessa Santa Luzia, onde morava Bernardino Pereira de Barros”.
1904: Rua Tenente Coronel Costa, fundos com a Praça da Conceição”.
1904: Há um documento que faz referência a um imóvel que ficava na “Trav. da Glória, esquina com a R. Nova ou Rua Paes de Carvalho”.
Em uma escritura de imóvel de 1904 se encontra o trecho: “...imóvel situado na Pça. da República, esquina com a Travessa da Conceição”.



Documento de 1905 se refere à “Rua Tenente Coronel Costa ou Rua do Igarapé”.
Citações sobre essa rua: 1905, ”local onde se localizava imóvel de Raimundo Lício Baia, em terreno que media 60x42 metros, entre as casas de Verônica Lobato e a Travessa da Conceição”.
1905: Na Rua Coronel Caripuna ficava a antiga Agência dos Correios de Abaeté, junto a ponte do igarapé.
Em 1905: Rua Coronel Caripunas, esquina com a Trav. Tenente Coronel Costa.
1905: Na Travessa da Conceição ficava o comércio de João Soares.
Simeão Margalho, com terreno à R. Siqueira Mendes, em 20.04.1905.

1906: “Rua Paes de Carvalho, onde ficava a Mercearia Simica, confronte ao Grupo Escolar”.
Pça. Da República. Messias de Sigmaringa Lobato, com imóvel à Pça, em 1906. Da república. Genésio Augusto de Lima, com terreno à Pça. da República.
R. Lauro Sodré. Hermínio Antonio da Silva Pauxis, com terreno à R. Lauro Sodré, que pertencia aos herdeiros do Visconde de São Domingos, em 1906.
Manoel Nery da Costa, com casa à R. Lauro Sodré, em 1906.
Jerônimo Nery da Costa, com imóvel à R. Lauro Sodré, em 1906.
Trav. Padre Pimentel, em 1906.
Trav. S. Benedito. José André Margalho (Velho Zé Margalho), com casa à Trav. S. Benedito, em 1906.
Benvinda de Lima Pontes. Residiu na Rua Lauro Sodré, canto com a Trav. da Glória, em 1906.
Em 1906: Rua Tenente Coronel Costa ou Rua do Igarapé.

Um número do Jornal “O Abaeté”, datado de 24.05.1908, tem como gerente Cornélio Pereira de Barros e diretor-secretário, Trajano Pereira de Barros.

Documento de 1909 se refere a uma “Rua do Igarapé”, onde moravam Flora Campos e filhas.

Documento de 1909: “Travessa da Conceição, onde ficava a sede do Semanário “O Abaeté”.

Outro número do semanário O Abaeté, de abril de 1909, tem como diretor Cornélio Pereira de Barros e como secretário, Trajano Pereira de Barros, jornal com sede na Travessa da Conceição.

Júlio Calliari e Lectícia Parente são citados em documentos de 1912, com comércio à Travessa Tenente Coronel Costa, em 30.12.1912.

Em 1914 existia uma Travessa Tenente Coronel Costa, onde ficava a residência de Júlio Calliari e lectícia Carmela Parente.

ademir rocha, abaetetuba/pa, em 26/10/2009.

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

RELIGIÃO, IGREJAS E VULTOS DE ABAETÉ 3

OS FESTEJOS, A COROA E A IGREJA DO DIVINO ESPÍRITO SANTO EM ABAETÉ

A festa do Divino Espírito Santo é uma antiga tradição praticada por leigos da Igreja Católica e sua história remonta aos tempos da Colonização Portuguesa, onde era muito forte na Ilhas dos Açores, uma das colônias de Portugal e que chegou ao Brasil através de açorianos que vieram para o Brasil. Também a festa do Espírito Santo possui a sua irmandade, onde o mordomo era a figura central na organização dos festejos ao Divino espírito Santo. O mordomo fazia a recolha dos fundos, coordenava a realização dos festejos e se constituía a autoridade suprema a que todos os irmãos deviam obediência.

A festa do Divino Espírito Santo se concentrava em alguns símbolos e rituais, onde a Coroa ocupava um lugar central nos festejos e cultos ao Divino. Era uma coroa imperial confeccionada em ouro ou prata, com 3 braços, encimado por um orbe, também em ouro ou prata, sobre o qual se assentava uma “pomba” de asas estiradas. A Coroa se assentava sobre uma bandeja com pés altos. Durante o ano inteiro a coroa circulava pelas casas dos “irmãos” e na casa, devia ocupar um lugar de honra e ali, todas as noites, os irmãos louvavam o Divino, perante a coroa. A Coroa do Divino também era transportada pelo “mordomo” durante os peditórios. A festa do Divino possuía uma simbologia e uma liturgia complexa que, em resumo, eram as seguintes: esperança, que simbolizava a fé no Divino e nos seus 7 dons (Sabedoria, Entendimento, Consciência, Fortaleza, Ciência, Piedade e temor); solidariedade e caridade; autonomia diante da igreja; a Coroa, o Ceptro, e o Orbe, que são símbolos materiais; a bandeira (confeccionada em vermelho damasco, com o desenho bordado de uma “pomba branca” no centro e a bandeira ficava ostentada numa haste em madeira de 2 metros, encimada por outra “pomba” em prata.

Mas, em Abaeté/Pa, a festa ao Divino Espírito Santo não obedecia ao rito tradicional de uma autêntica festa do Divino, como ainda é praticada em alguns lugares do Brasil. Em Abaeté a festa do Divino teve que se adequar ao modo tradicional dos festejos de santos locais, com as procissões, os fogos, as bandas musicais, os coretos, os leilões e outros motivos.
Mas permaneceram alguns dos motivos da antiga festa do Divino, como a existência da irmandade, do mordomo, da coroa, misturados aos motivos de uma festa religiosa tradicional de Abaeté.

O mais forte motivo da festa do Divino em Abaeté era a chamada “Coroa do Divino”. Não era uma coroa como a descrita com os detalhes acima, mas era uma peça que dava um brilho todo especial às festas do Divino, em Abaeté.

“A Festa do Divino Espírito Santo em Abaeté era realizada no período de 28 de maio a 30 de junho, no antigo “Arraial do Divino” Espírito Santo” ou Praça do Divino Espírito Santo (hoje Praça Francisco de Azevedo Monteiro), na Igreja Matriz do Divino. O arraial era limpo e com coretos e armações de arco, por debaixo do qual o povo passava para participar dos festejos”.

“O Padre Alcides Paranhos, que era vigário da Igreja de Vigia, veio a Abaeté dizendo-se enviado pelo Arcebispo D. Santino Coutinho/Santino Maria da Silva Coutinho (2º arcebispo da Arquidiocese de Belém/Pa, 1906 a 1923) , no ano de 1912, para uma visita pastoral. Esse padre se apossou da Coroa do Divino, que já se tornara um forte símbolo desses festejos, uma peça sacra, toda confeccionada em ouro puro, incrustada de algumas pedras preciosas, peça adquirida com muitos esforços pelos confrades da Festa do Divino, possuindo um alto valor material e espiritual e um grande valor cultural para Abaeté”.

Sem essa peça a festa do Divino perdeu muito de seu brilho. Até hoje não se sabe o destino da coroa, se está guardada na cidade de Vigia ou Belém do Pará. Esse fato desagradou a toda a comunidade católica de Abaeté.

Mas os confrades do Divino não desanimaram e partiram para a aquisição de outra “Coroa do Divino”, só que, agora, confeccionada em prata, devido aos altos custos de outra peça em ouro. Os confrades do Divino que mandaram confeccionar a nova peça em prata foram: Joaquim Loureiro da Silva, Arlindo Lobato, Frederico Lima, Raymundo Leite Lobato, José Fortunato (um judeu conhecido como José Abraão) e Conrado Ferreira Melo.

A nova peça foi usada nos festejos do Divino por algum tempo, antes da derrubada da igreja.

E a coroa em prata ficou em poder do Sr. Pedro Loureiro e, como este tinha receio de que os freis capuchinhos pudessem também levá-la consigo, à exemplo da coroa em ouro, entregou a peça em prata à guarda de uma comissão, composta dos cidadãos Prudente de Araujo, Idália de Araujo Villaça e Joana de Araujo Reis. Essa peça ia passando de família para família, mesmo que as festas do Divino não mais estivessem acontecendo como antes.

Dizem que essa peça sacra ainda existe e está guardada na casa de algum daqueles antigos confrades da festa do Divino.


SOBRE A IGREJA DO DIVINO ESPÍRITO SANTO:

A Igreja do Divino Espírito Santo era um chalé, em madeira, adaptado para servir de igreja e ela possuía um alpendre que funcionava como uma espécie de barraca, onde aconteciam os eventos religiosos e não religiosos da paróquia. Era nesse alpendre que aconteciam os eventos para arrecadação de fundos para a construção da sonhada “Nova Igreja Matriz de Abaeté”. Ali eram realizados peças teatrais, eventos musicais, sorteios de rifas e outros eventos. Perto dessa igreja existia outra casa que servia de moradia para o pároco.

“A Igreja do Divino, como era chamada, era a única da Vila e depois, cidade de Abaeté, daí então a sua importância para os católicos abaeteenses, por que ali se realizavam todos os festejos dos santos venerados na cidade e se celebravam todas as festas religiosas da Igreja Católica. Pode-se dizer que a Igreja do Divino era o centro máximo da religiosidade oficial e popular da cidade. Tinha importância histórica para Abaeté”.

Nessa pequena igreja aconteceram muitas celebrações de casamentos, batizados, batismos e era o único local que existia em Abaeté para a realização das demais festas de santos, como S. Raimundo Nonato, Santa Terezinha, S. Benedito, S. Sebastião, Sagrado Coração de Jesus, Nossa Senhora da Conceição e outras festas, além dos tradicionais eventos da Igreja católica como Quaresma, Semana Santa, Natal, Páscoa, Finados e outros eventos religiosos. Por essa igreja passaram os famosos padres: Pimentel, Luiz Varella, Penafort, Magalhães e os frades capuchinhos, personalidades que deixaram seu nome escrito na história de Abaeté. Portanto, a pequena igreja, em madeira, do Divino Espírito Santo, possuía, também, um grande valor sentimental para a comunidade católica local.

A Igreja do Divino, por ordem dos padres Capuchinhos, foi derrubada, em meio a tristeza e protestos do povo católico em 1948. E Joaquim Mendes Contente, um católico fervoroso, assume a prefeitura de Abaeté e ele proíbe os festejos de São Raimundo Nonato, na Praça do Divino. Esse foi o fim da festa de São Raimundo Nonato, da Confraria de São Raimundo Nonato e quase o fim da Banda Carlos Gomes. E foi o fim da antiga festa do Divino na cidade de Abaeté.


Algumas citações:
Citação de 1908: “A partir de 28 de maio se iniciam os festejos do Divino Espírito Santo, com Rosário do Divino, novena e música no arraial executa pela Philarmônica Henrique Gurjão e com leilões”.
“É hoje, que se efetua neste teatrinho, fundado por um punhado de abnegados, que tomaram sob seus ombros a pesada tarefa de erguer, nesta cidade, um templo dedicado a Virgem Senhora da Conceição, um atraente espetáculo, cujo total produto reverterá em benefício da construção de tão piedosoa obra. Espetáculo organizado pelo Professor Alberto Costa, que terá o comando do novel Corpo Scênico do Theatro, que encenará a obra de Fortunato Braga, intitulada “Na Roça”. Os atores e atrizes são: Risoleta de Lima Araújo, Hilda V. Fonseca, Abel Lobo, Bararaty Franco e Pedro Loureiro. Teatrinho sito na largo da Matriz”.
Ano de 1927:
“Quermesse promovida pela Liga de Torcedoras do Vera Cruz, no alpendre da Igreja, à Praça Nossa Senhora da Conceição, e à noite, na casa de Francisco Assunção dos Santos Rosado, á Rua Siqueira Mendes, uma soiré dançante, para angariar fundos para a construção da nova Matriz de Abaeté”.
“Quermesse e espetáculo à Praça Nossa Senhora da Conceição, promovida pela Liga das Torcedoras do Vera Cruz Sport Club, segunda quermesse, com a Banda Paulino Chaves abrilhantando, com disputa de brindes”.
Às 08:00 horas da noite será a reabertura do Theatro Nossa Senhora da Conceição, com a apresentação da comédia portuguesa “Como se Enganam Mulheres” e “A Bohemia”, com fundo musical. Atores e atrizes: Miloca Matos, Osvaldina, Hilda Fonseca, Bararaty Franco, Antonio e Prudente Araújo, Elpídio Paes e Edgar Borges, pelo Grupo Scênico de Abaeté”.
Citação de 1909: “Festividade do Divino Espírito Santo, a ser realizada na Igreja do Divino, sito na Praça Matriz do Divino Espírito Santo e o professor Horácio de Deus e Silva fazendo parte da organização da festa”.
Citação de 1908: “Novena em honra ao Divino Espírito Santo, com festividade de 28 de maio a 7 de junho, com a presença do Padre . Após a celebração religiosa a Banda Henrique Gurjão executará peças musicais. Haverá leilões de prendas oferecidas ao Divino Espírito Santo”.
Romaria do Divino Espírito Santo, com novenas e música no arraial à cargo da Philarmônica Henrique Gurjão”
Com a derrubada da pequena Igreja do Divino em 1948, por ordem dos padres capuchinhos, a devoção ao Divino Espírito Santo arrefeceu em Abaeté e não mais se celebrou a sua festa.
Frederico da Costa Lima, segundo uma citação documental de 1931, era um dos organizadores da festa do Divino Espírito Santo em Abaeté.

Ademir Rocha, Abaetetuba/Pa, em 23/10/2009.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Famílias Pimentel e Coutinho - Famílias e Vultos de Abaetetuba

Famílias Pimentel e Coutinho - Famílias e Vultos de Abaetetuba



Postagem em construção
FAMÍLIA PIMENTEL
. CONSTANÇA DE MORAES PIMENTEL, era componente da Irmandade de S. Sebastião em 1908, em Abaetetuba.
Os Pimentel da Silva
. RAYMMUNDO PIMENTEL DA SILVA, era membro da Irmandade de São Sebastião em 1908, em Abaeté.
Os Brandão Pimentel
. JOSÉ BRANDÃO PIMENTEL, era membro da Irmandade de São Sebastião em 1908, em Abaeté.
Os de Moraes Pimentel
. CONSTANÇA DE MORAES PIMENTEL, era membro da Irmandade de São Sebastião em 1908, em Abaeté.
. WALDÉRIO DE MORAES PIMENTEL, era membro da Irmandade de São Sebastião em 1908, em Abaeté.
Os de Sousa Paixão Pimentel
. LICURGO DE SOUSA PAIXÃO PIMENTEL, era membro da Irmandade de São Sebastião em 1908, em Abaeté.

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FAMÍLIA PIMENTEL E FAMÍLIA COUTINHO DE ABAETÉ/PA
Boa noite Profº Ademir, meu nome é Kelly, sou da família Pimentel, e tive o grande prazer em encontrar no seu blog, esta bela pesquisa da árvore genealógica de nossa família. Quando encontrei este blog, eu estava em companhia de minha Mãe, Iracelis Pimentel, a qual se emocionou muito quando estávamos lendo, a história de nossa família. Professor sempre tive vontade de fazer este levantamento, bibliográfico de nossa família, minha vó Suzana Pimentel, contava muitas histórias de sua vida,na Ilha do Marajó juntamente com sua família. Onde a vida era cheia de fartura e muita tranquilidade. Vou tentar passar pra você mais informações à respeito de nossa família. Meus bisavós, Fabriciano Pimentel e Sátira Peres de Castro , tiveram 3 filhos: Suzana Pimentel, nascida no dia (11/08/1911), Honório Pimentel- Julinho Pimentel- Minha Avó Suzana Pimentel. Casada com meu avô João Paiva Rodriguês (06/01/1906), natural da Vila de Beja, tiveram 6 filhos:

-Raimundo Pimentel (Galo), que teve 4 filhos, *Ivanilda Pimentel, *João Batista Pimentel, *Ivanildo Pimentel e *Jorge Pimentel. -Eliézio Rodriguês Pimentel( solteiro) -Lourival Pimentel Rodriguês(falecido), casado com Ana, teve 5 filhos: *José Pimentel,*João Irandir Pimentel,*Haroldo Pimentel,* Suzana Pimentel e *Gerson Pimentel. Todos já são casados e tem filhos. -João Veriano Rodriguês Pimentel, casado com Antonia e tem 2 filhas e 2 netas:* Suzana Pimentel *Sara Pimentel -Iracelis Pimentel da Silva, casada há 46 anos com Ivo Farias da Silva, residentes em Belém, e tiveram 5 filhos: *Kátia Regina Rodriguês da Silva,casada com Carlos Antonio Rodriguês (Mineiro),residentes em Marabá, tiveram 2 filhas, Dafne da Silva Rodriguês Gabriela da Silva Rodriguês *Ivonildo Pimentel da Silva, casado com Dirce Helena Silva da Silva, residentes em Belém tiveram 2 filhos, Alexandre Pimentel Silva da Silva Débora Pimentel Silva da Silva *Kátia Cilene Silva da Silva, casada com Edivaldo Pinto da Silva, residentes em Belém, tiveram 2 filhos, Rodrigo Silva da Silva Felipe Silva da Silva. *Kelly Cristina da Silva Mendonça, casada com Álvaro Araújo Jorge de Mendonça( Pernambucano), residentes em Belém, tiveram 3 filhos, Ana Carolina da Silva Mendonça Tiago da Silva Mendonça Thaís da Silva Mendonça *Ivo Júnior (falecido) -Fabriciano Pimentel Rodriguês, casado com Luzia Ferreira, residem na Vila de Beja, tiveram 3 filhos: *Fabriciano Júnior, *Leandro Pimentel e *Jaqueline Pimentel. Professor Ademir, espero que eu e minha mãe tenhamos auxiliado de alguma forma em sua pesquisa. Ficamos muito felizes em ver que a nossa família contínua crescendo e se multiplicando. Kelly Cristina da Silva Mendonça 24/03/2011

P.S. Profº, eu e minhas irmãs perdemos o sobrenome Pimentel após o casamento.( nome antigo Kelly Cristina Pimentel da Silva). 24 DE MARÇO DE 2011 19:24 Kelly disse... p.s 2: Com o intuito de corrigir o patronímico de kátia Regina(filha de Iracelis e Ivo), segue o nome correto: Kátia Regina da Silva Rodrigues. p.s 3:O sobrenome correto é Rodrigues, não levando acento circunflexo. 25 DE MARÇO DE 2011 08:42

Foi a partir das informações acima de Kelly Cristina Pimentel da Silva, de Satira Regina Pimentel/Sasa e dos descendentes de Sílvio de Sousa Pimentel e com o intuito de aproximar mais essas famílias, que resolvemos refazer a genealogia das famílias Coutinho e Pimentel de Abaeté, conforme abaixo: FAMÍLIA PIMENTEL: Alguns Membros da Família Pimentel:

• Raimundo Pimentel, era oficial da antiga Guarda Nacional e esteve presente devidamente uniformizado, em 2/4/1902, na inauguração do antigo Grupo Escolar de Abaeté, junto com os outros oficiais: Cel. Joaquim Maués, Cap. Aristides Silva, Horácio Silva, Ten. Miguel Mendes dos Reis, Antonio Pereira de Barros, João Roberto dos Reis e o alferes Francisco Bahia Sobrinho e era governador do Estado do Pará o Dr. Augusto Montenegro e a Banda Bela Harmonia esteve abrilhantando a festa. • Raimundo Pimentel participava, em 1908, da Irmandade de São Sebastião, que era o braço religioso do antigo Clube Musical Henrique Gurjão, ambos fundados pela influência do Pe. Pimentel/Francisco Manoel Pimentel. • Raimundo N. Pimentel, deve ser o mesmo Raimundo Pimentel, acima, foi padrinho de batismo de Orêncio Pimentel Coutinho, realizado na Vila de Beja, pelo Pe. Pimentel/Francisco Manoel Pimntel, junto com Fábia dos Passos Pimentel. Francisca Romana e Fábia Pimentel: • Francisca Romana dos Passos Pimentel, era irmã de Fábia dos Passos Pimentel, e é citada em documentos da família Pimentel Coutinho, no início séc. 20, como madrinha de batizado de Orêncio Pimentel Coutinho (este nascido em 22/4/1905), junto com Raimundo N. Pimentel, batizado realizado pelo Padre Pimentel, em Beja/Abaeté/Pa e Francisca Romana, era professora normalista e esteve presente à inauguração do Grupo Escolar de Abaeté, em 1902. Raimundo N. Pimentel e Francisca Romana provavelmente são casados. E Francisca Romana e Fábia Pimentel estiveram presentes na cerimônia de nstalação da cidade de Abaeté em 15/8/1895.

• Fábia dos Passos Pimentel, é irmã da professora Francisca Romana dos Passos Pimentel, foi madrinha de Catharina Pimentel Coutinho, esta nascida em 2/1/1903 e falecida em 25/3/1984 e foi batizada pelo Pe. Pimentel. O padrinho foi Manoel de Araujo Pimentel. Fábia e Manoel provavelmente eram casados. • Walfredo Pimentel, em citação de 1922: Walfredo Pimentel com engenhoca e carro para venda de garapa, à travessa Santa Luzia, em Abaeté. Integrantes da família Pimentel que em 1908 eram componentes da Irmandade de São Sebastião, que era o braço religioso do antigo Clube Musical Henrique Gurjão, ambos fundados pela influência do Pe. Pimentel/Francisco Manoel Pimentel:

• Raimundo Pimentel da Silva • Constança de Moraes Pimentel • Licurgo de Souza Paixão Pimentel • Waldolírio de Moraes Pimentel • José Brandão Pimentel

Genealogia: 1ª G, pais de Sílvio de Sousa Pimentel. 2ª G/Filhos/F, Sílvio de Sousa Pimentel, era funcionário da Prefeitura de Abaeté/Pa, no governo de Pedro Pinheiro Paes (15/12/1948-1951), músico da Banda Carlos Gomes e da Orquestra Brasil do Mestre Chiquinho Margalho/Francisco de Miranda Margalho, tocando rabecão (instrumento raro/relíquia) e c/c Pautila de Lima Pontes/Lilita/Mimoca, esta filha de João Nepomuceno Pontes e Benvinda de Lima e Lilita nasceu em 20/5 e faleceu em 2/2/1993 com 78 anos de idade em Bragança/Pa e foi sepultada em Belém/Pa. Sílvio e Lilita tiveram 6 filhos, 3ª G/Netos/N: Sílvia Maria, Ivo, Miguel, Sandra e Cileno e André Pontes Pimentel.

3ª G/Netos/N, filhos de Sílvio e Lilita: 3ª G/N, Sílvia Maria Pontes Pimentel, nascida em 2/10/19...c/c Marionaldo Negrão de Souza/Mário Rá, que era músico, tocando violão e tiveram 5 filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn: Silmar, Silmário, Samara, Silmara e Leonardo Pimentel de Sousa.

4ª G/Bisnetos/Bn, filhos de Sílvia e Marionaldo: 4ª G/Bn, Silmara Pimentel de Sousa, tem uma filha, 5ª G/Trinetos/Tn, que se chama Pautila. 3ª G/N, Ivo Pontes Pimentel, nasceu em 19/5/19... e c/c Fátima Silva e tiveram 3 filhas, 4ª G/Bisnetos/Bn: Gilvana, Silvana e Ivana Silva Pimentel.

3ª G/N, Miguel Pontes Pimentel/Miguito, n. em 12/1/1951, c/c sua prima em 6/12/1975, Vilma Leda Pontes Brito e tiveram 2 filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn: Miguel Filho, Marcelo Brito Pimentel. 3ª G/N, Sandra Pontes Pimentel, nasceu em 21/10/19...e c/c Evaldo Paes Maués e tiveram 3 filhos, 4ª G/Bn: Edson, Evaldo Paes Maués Júnior e Sandro Pimentel Paes. 3ª G/N, Cileno Pontes Pimentel/Cica, nasceu em 6/3/19... e faleceu em 9/11/299, c/c Benedita e tiveram 3 filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn: Pedro Ivo, Sílvio Luiz e Bárbara. 3ª G/N, André Pontes Pimentel, foi jogador de futebol do Vênus, outros clubes e da seleção de futebol, casado e c/filhos, 4ª G/Bn:André Pontes Pimentel Neto. Vide fam. Pontes.

Genealogia: 1ª G, pais de Teobaldo Martins Pimentel.

2ª G/Filhos/F, Teobaldo Martins Pimentel, era cartorário na Vila de Beja/Abaeté/Pa, c/c Maria José Margalho Pimentel e com filhos, 3ª G/Netos/N: Regina Maria, Maria José, Suzana, Carlete Maria Margalho Pimentel. O Pe. Pimentel é tio-avô de Teobaldo Martins Pimentel, de Beja. 3ª G/Netos/N, de Teobaldo e Maria José: 3ª G/N, Regina Maria Pimentel Ferreira, é casada e com filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn e mora na Vila de Beja. 3ª G/N, Maria José Margalho Pimentel/Zélia, optou pela vida religiosa na Ordem das Irmãs Xaverianas. Genealogia: 1ª G, pais de Maria Luiza Pimentel. 2ª G/Filhos/F, Maria Luiza Pimentel, c/c o Velho Simeão Margalho. Vide família Margalho. Genealogia: 1ª G, pais do Major Manoel Francisco Pimentel. 

2ª G/Filhos/F, Major Manoel Francisco Pimentel, que foi vogal no antigo Conselho de Intendência de Abaeté, gestão do intendente José Benedito Ruiz, c/c Teodósia de Araújo e tiveram filhos, 3ª G/Netos/N: Maria e Manoel de Araujo Pimentel, que, conforme Ambrosina Pimentel Coutinho, eram parentes de Maria Pereira de Araujo e seu filho Ramiro Pereira de Araujo. 3ª G/Netos/N, filhos do Major Manoel Francisco Pimentel e Teodósia de Araujo:

3ª G/N, Maria de Araújo Pimentel, nascida em 16/12/1879 e falecida em 30/7/1952 com 72 anos de idade, e Maria casou em 28/4/1900 na Povoação de Beja com o Cap. Orêncio Pereira Coutinho, este nascido em 14/12/1869 e falecido em 17/7/1924 e tiveram filhos, 4ª G/Bisnetos: Orêncio, Ophir, Octacílio, Oziel, Catarina, Maria e Ambrosina Pimentel Coutinho, todos já falecidos em 19/2/1994 dia da entrevista, exceto Ambrosina que prestou as informações. Padrinhos de batismo do Capitão Orêncio: Custódio Góes Costa e Anna dos Reis. Vide abaixo na família Coutinho. 3ª G/N, Manoel de Araujo Pimentel, com nome em documentos de 1904 e era “tabellião” na Povoação de Beja em 1922.

Genealogia: 1ª G, pais de Manoel Francisco Pimentel. 
2ª G/Filhos/F, Manoel Francisco, c/c Honorina Luiza de Araujo Pimentel e tiveram filhos, 3ª G/Netos/N: Fabriciano Pimentel e outros. 3ª G/Netos/N, filhos de Manoel Francisco e Honorina: 3ª G/N, Fabriciano Pimentel, c/c Sátira Peres de Castro e tiveram filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn: Suzana, Honório e Julinho Pimentel, este filho de Sátira Castro, cfe. certidão. 4ª G/Bisnetos/Bn, filhos de Fabriciano Pimentel e Sátira Peres de Castro:

4ª G/Bn, Suzana Pimentel, nascida a 11/8/1911 na Vila de Beja e falecida por volta de 2002, morou na Ilha do Marajó com sua família e tem muitas histórias que falam de fartura e muita tranquilidade nessa ilha e Suzana c/c João Paiva Rodrigues, este nascido em 6/1/1906 e também natural da Vila de Beja e com 6 filhos, 5ª G/Trinetos/Tn: Raimundo Pimentel/Galo, Eliézio Rodrigues Pimentel, Lourival Pimentel Rodrigues, João Veriano Rodrigues Pimentel, Iracélis Rodrigues Pimentel e Fabriciano Pimentel Rodrigues. 5ª G/Trinetos/Tn, filhos de Suzana Pimentel e João Paiva Rodrigues: 5ª G/Tn, Raimundo Pimentel/Galo, com 4 filhos, 6ª G/Tetranetos/Ttn: Ivanilda, João Batista, Ivanildo e Jorge Pimentel. 5ª G/Tn, Eliézio Rodrigues Pimentel, é solteiro. 5ª G/Tn, Lourival Pimentel Rodrigues, já falecido, c/c Ana e com 5 filhos, 6ª G/Tetranetos/Ttn: José, João Irandir, Haroldo, Suzana e Gerson Pimentel, todos casados e com filhos, 7ª G/Pentanetos/Pn. 5ª G/Tn, João Veriano Rodrigues Pimentel, c/c Antonia e com duas filhas, 6ª G/Tetranetos/Ttn e duas netas, 7ª G/Pentanetos/Pn: Suzana e Sara Pimentel. 5ª G/Tn, Iracélis Rodrigues Pimentel, casou em 1965 com Ivo Farias da Silva (nome de casada: Iracélis Pimentel da Silva), residentes em Belém e com 5 filhos, 6ª G/Tetranetos/Ttn: Kátia Regina, Ivonildo, Kátia Cilene, Kelly Cristina Pimentel da Silva e Ivo Júnior (este já é falecido). 6ª G/Tetranetos/Ttn, filhos de Iracélis Pimentel da Silva e Ivo Farias da Silva:

6ª G/Ttn, Kátia Regina Pimentel da Silva, c/c Carlos Antonio Rodrigues/Mineiro (nome de casada: Kátia Regina da Silva Rodrigues), residentes em Marabá/Pa e com filhas, 7ª G/Pentanetas/Pn: Dáfne e Gabriela da Silva Rodrigues. 6ª G/Ttn, Ivonildo Pimentel da Silva, c/c Dirce Helena Silva da Silva, residentes em Belém/Pa e com filhos, 7ª G/Pentanetos/Pn: Alexandre e Débora Pimentel Silva da Siva. 6ª G/Ttn, Kátia Cilene Pimentel da Silva, c/c Edivaldo Pinto da Silva, (nome de casada: Kátia Cilene Silva da Silva), residentes em Belém e com filhos, 7ª G/Pentanetos/Pn: Rodrigo e Felipe Silva da Silva. 6ª G/Ttn, Kelly Cristina Pimentel da Silva, c/c Álvaro Araujo Jorge de Mendonça/Pernambucano (nome de casada: Kelly Cristina da Silva Mendonça, residentes em Belém e com filhos, 7ª G/Pentanetos/Pn: Ana Carolina, Tiago e Thaís da Silva Mendonça. 5ª G/Tn, Fabriciano Pimentel Rodrigues/ou Rodrigues Pimentel ?, c/c Luzia Ferreira, residem na Vila de Beja e com filhos, 6ª G/Tetranetos/Ttn: Fabriciano Júnior, Leandro e Jaqueline Pimemtel. 4ª G/Bisnetos/Bn, filhos de Fabriciano Pimentel e Sátira Peres de Castro:

4ª G/Bn, Suzana Pimentel, c/c João Paiva Rodrigues. Vide acima. 4ª G/Bn, Honório Pimentel 4ª G/Bn, Julinho Pimentel Colaboração de Kelly Cristina da Silva Mendonça.

Genealogia Complementar à Acima: 

3ª G/N, Fabriciano Pimentel, c/c Sátira Castro e tiveram filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn: Suzana, Honório e Julinho Pimentel. 4ª G/Bisnetos/Bn, filhos de Fabriciano Pimentel e Sátira Castro:

4ª G/Bn, Suzana Pimentel, nascida a 11/8/1911 na Vila de Beja e falecida por volta de 2002, morou na Ilha do Marajó com sua família e tem muitas histórias de fartura e tranquilidade nessa ilha e Suzana c/c João Paiva Rodrigues, este nascido em 6/1/1906, este também natural da Vila de Beja e com 6 filhos, 5ª G/Trinetos/Tn: Raimundo Pimentel/Galo, Eliézio Rodrigues Pimentel, Lourival Pimentel Rodrigues, João Veriano Rodrigues Pimentel, Iracélis Rodrigues Pimentel e Fabriciano Pimentel Rodrigues.

4ª G/Bn, Julinho Pimentel, filho de Fabriciano Pimentel e Sátira Castro, conforme consta em sua certidão de nascimento, neto de Manoel Francisco Pimentel, e Julinho nasceu em 12/2/1925 na povoação de Beja, foi batizado e tendo como sua madrinha Maria de Araujo Pimentel que o criou e Julinho já é falecido e , ainda rapaz, saiu de Belém/PA rumo ao Rio de Janeiro/RJ como enganjado da Marinha e era músico da Polícia Militar no Rio de Janeiro e em 1970 foi transferido para Brasília/DF e c/c a mineira Maria do Carmo e com filhos, 5ª G/Trinetos/Tn: Jorge do Carmo Pimentel, este nascido em 5/1953; Sandra Regina Pimentel da Fonseca, esta nascida a 12/1954 e que c/c Pedro C. P. Fonseca e com filha, 6ª G/Tetranetos/Ttn: Valentina Pimentel da Fonseca; Júlio do Carmo Pimentel/Julhão, este nascido 11/1956 e a caçula Sátira Regina Pimentel/Sasa, nascida provavelmente na década de 1960.

5ª G/Trinetos/Tn, filhos de Julinho Pimentel e Maria do Carmo: 5ª G/Tn, Sátira Regina Pimentel/Sasa, que prestou estas informações. 5ª G/Trinetos/Tn, filhos de Suzana Pimentel e João Paiva Rodrigues: 5ª G/Tn, Fabriciano Pimentel Rodrigues, que trabalha em Abaetetuba/Pa e mora na Vila de Beja, c/c Luzia Ferreira e tiveram filhos, 6ª G/: Fabriciano Júnior, Leandro e Jaqueline Pimentel. Genealogia Paralela de Satira Regina: 1ª G, pais de Joana da Conceição. 2ª G/Filhos/F, Joana da Conceição, mãe de Sátira Peres de Castro. 3ª G/Netos/N, Satira Peres de Castro, que c/c Fabriciano Pimentel e tiveram filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn: Julinho, Suzana e Honório Pimentel. Vide acima. Colaboração de Sátira Regina Pimentel/Sasa.

Continuação da Genealogia da Família Pimentel: 4ª G/Bisnetos/Bn, filhos de Fabriciano Pimentel e Sátira Peres de Castro: 4ª G/Bn, Honório Pimentel???

FAMÍLIA COUTINHO
Alguns Membros da Família Coutinho:

• Manoel dos Passos Coutinho, esteve presente na Instalação da cidade de Abaeté/Pa em 15/8/1895. • Raymundo de Senna Coutinho c/imóvel na Rua Siqueira Mendes, em 1927. • Raimundo de Sousa Coutinho, em 1910, aforou um imóvel de João Baptista Lobato, na Rua Siqueira Mendes/Abaeté/Pa, na Intendência do Cel. Hygino Maués, assinado pelo Secretário, Messias de Sigmaringa Lobato. Genealogia: 1ª G, pais do Cap. Orêncio Pereira Coutinho e irmãos (Angélica e Agostinho).

2ª G/Filhos/F, Cap. Orêncio Pereira Coutinho, nascido em 14/12/1869 e falecido em 17/7/1924, casou em 28/4/1900 na Povoação de Beja c/Maria de Araujo Pimentel, esta nascida em 16/12/1879 e falecida em 30/7/1952 com 72 anos de idade e tiveram filhos, 3ª G/Netos: Orêncio, Ophir, Octacílio, Oziel, Catarina, Maria e Ambrosina Pimentel Coutinho, todos já falecidos em 19/2/1994 dia da entrevista, exceto Ambrosina que prestou as informações. Padrinhos de batismo do Capitão Orêncio: Custódio Góes Costa e Anna dos Reis. 3ªG/Netos/N, filhos do Cap. Orêncio e Maria de Araujo Pimentel: 

3ªG/N, Octacílio Pimentel Coutinho, nascido em 8/2/1901 e falecido aos 55 anos em 16/11/1956 e foi batizado pelo Pe. Pimentel/Padre Francisco Manoel Pimentel/Beja e teve como padrinhos: Angélica Pereira Coutinho (irmã do Capitão Orêncio) e o Major Manoel Francisco Pimentel (avô de Octacílio). Octacílio foi advogado em Abaeté, tornou-se 1º Tenente do Exército Nacional, exerceu função de confiança na chefia da 28ª CRM/Belém/Pa, tornou-se bacharel em Ciências Jurídicas (trecho de biografia encontrada nos arquivos do Coronel Aristides dos Reis e Silva existente na Fundação Cultural de Abaetetuba) e, posteriormente, foi morar no Rio de Janeiro/RJ. O Pe. Pimentel foi Intendente Municipal de Abaeté/Pa (1896-1900) e é tio-avô de Teobaldo Martins Pimentel/de Beja. Otacílio Pimentel Coutinho tem parentes residentes no RJ e DF. Existia rua em Abaetetuba nos anos de 1960, denominada “Rua Otacílio Pimentel Coutinho”. 3ª G/N, Catarina Pimentel Coutinho, nascida em 2/1/1903 e falecida em 25/3/1984 com 81 anos de idade, foi batizada pelo Pe. Pimentel/ Francisco Manoel Pimentel/Vila de Beja, sendo padrinhos: Manoel de Araújo Pimentel e Fábia dos Passos Pimentel. Catarina, participava da diretoria que organizava as concorridas festas de N. S. da Conceição em Abaeté/Pa, que eram realizadas na antiga capela do Divino Espírito Santo. 

3ªG/N, Orêncio Pimentel Coutinho, nasceu em 22/4/1905, na localidade Guajará de Beja, local que muito amava e faleceu em 25/12/1980 com 75 anos de idade e foi batizado pelo Pe/Pimentel/ Beja, sendo padrinhos: Raimundo N. Pimentel e Francisca Romana dos Passos Pimentel, irmã de Fábia dos Passos Pimentel. Orêncio era católico fervoroso e foi um dos baluartes na construção da nova Igreja Matriz de N. S. da Conceição (Nova Igreja Matriz de Abaeté), anos de 1930, participando da comissão para a construção da igreja e por longos anos foi o leiloeiro das festas dessa Santa e também era devoto do Glorioso S. Miguel de Beja, festas nas quais também exercia a função de tesoureiro nos anos de 1930. Era marceneiro, músico que tocava barito/tipo de saxofone (instrumento raro/relíquia) na Banda Carlos Gomes, de Abaeté/Pa, no tempo do Mestre Chiquinho Margalho/Francisco de Miranda Margalho e foi cartórário p/muito tempo em Abaeté/Pa, eleito vereador em 30/11/1935 na gestão do Prefeito nomeado João Francisco Ferreira (12/2/1936-31/12/1937), câmara que foi extinta, em 10/11/1937, pelo Golpe de Estado de 1937, c/c Cezarina Nobre e tiveram os seguintes filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn Maria da Conceição, Maria Edna, Orêncio Filho e Joana Maria Nobre Coutinho, e todos casaram e com filhos, 5ª G/Trinetos/Tn e netos, 6ª G/Tetranetos/Ttn, espalhados por Abaetetuba, Belém e outros lugares.

3ªG/N, Ophir Pimentel Coutinho, nasceu em 27/7/1915 e faleceu em 2/3/1992 com 77 anos de idade e foi batizado pelo Pe. Pimentel, tendo como padrinhos: Tomás Rodrigues Pereira e sua esposa Aprígia Cardoso Pereira.

3ªG/N, Oziel Pimentel Coutinho, nasceu em 1/4/1907 e foi batizado em Beja pelo Pe. Pimentel, sendo padrinhos: Agostinho Pereira Coutinho (irmão do Capitão Orêncio) e Maria da Cruz Bahia, e Oziel foi por longos anos funcionário da Prefeitura de Abaeté/Pa como tesoureiro na gestão do prefeito Pedro Pinheiro Paes (1948-1951), o 1º prefeito eleito no 2º Período Republicano do Brasil e foi contador da prefeitura na 2ª gestão do prefeito Pedro Pinheiro Paes (1955-1959) e, na juventude, foi jogador de futebol no time do Brasil (Velho) jogando na ponta esquerda desse time (vide abaixo a escalação do Brasil/Velho) e foi presidente em 1953 do mesmo Brasil Sport Club, este fundado em 24/5/1936.

Time do Brasil/Velho: Clóvis Parente; Aracaty e Tabajara; Galileu Parente, Hildefrides e João Batista; Lagarto, Maroim, Bebé do Abreu, Bebé do Preto e Oziel. Vide a identificação desses jogadores em Memórias do Futebol de Abaetetuba.

E Oziel c/c Turquinha Jorge e moravam na esquina da Trav. Pe. Luiz Varela com a Av. Pedro Rodrigues/Abaetetuba/Pa e tiveram os filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn: Anastácio, Ozivaldo e Ozenildo Jorge Coutinho e depois de aposentado Oziel e família se mudaram para a cidade de Santos em São Paulo.

4ª G/Bisnetos/Bn, filhos de Oziel e Turquinha Jorge: 4ª G/Bn, Anastácio Jorge Coutinho, trabalhava na PETROBRÁS.

GENEALOGIA PARALELA DA FAMÍLIA JORGE DE ABAETÉ: Não temos propriamente uma genealogia da família Jorge de Abaetetuba. Temos somente algumas informações colhidas na Fundação Cultural de Abaetetuba e outras informações colhidas junto a algumas pessoas de Abaetetuba.

1ª G, pais de Miguel Jorge e irmãos. 2ª G/Filhos/F, Miguel Jorge, de origem judaica e era marchante e açougueiro no talho nº 1 e comerciante com comércio de 3ª classe em Abaeté citado em 1922 e também é citado de 1927 a 1931 com casa de comércio à Rua Justo Chermont: Casa Nossa Senhora de Nazaré, de Miguel Jorge. E essa casa de comércio possuía uma ponte em madeira, como era comum na Rua Justo Chermont que ficava à beira do rio da frente da cidade. Em outros documentos de 1935 aparece com endereço à Avenida D. Pedro II e em 1940 aparece a citação: Casa Argentina, de Miguel Jorge, à Rua Justo Chermont, em Abaeté. Miguel Jorge casou com uma paraense e tiveram vários filhos, 3ª G/Netos/N: Turquinha/Duquesa, Argentina Jorge e outros. 3ª G/Netos/N, filhos de Miguel Jorge:

3ª G/N, Turquinha/Duquesa Jorge c/c Oziel Pimentel Coutinho e tiveram filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn: Anastácio, Ozivaldo e Ozenildo Jorge Coutinho. Essa família viajou para Santos/SP, com Anastácio já rapaz, e não mais voltaram à Abaetetuba. Vide acima família Coutinho. 3ª G/N, Argentina Jorge ficou em Abaetetuba e teve vários filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn: Miguelito, Jorge, Armando, tendo os dois primeiros casados e com filhos, 5ª G/Trinetos/Tn e netos, 6ª G/Tetranetos/Ttn, sendo que muitos se mudaram e alguns ainda morando em Abaetetuba. Outros Jorge: • Chafia, era a mãe de Tupy Jorge, este citado em 1908: Participava da Irmandade de São Sebastião que era organizada pelo Clube Musical Henrique Gurjão e nos anos 1920.

• Eis alguns consórcios do Vera Cruz: Raimundo Pinheiro Garcia, José Joaquim Nunes, Tupy Jorge, Anísio Rodrigues, Joaquim Loureiro Silva, Plínio Andrade, José Ferreira, João Paranhos, Raymundo B. de Araujo Pereira, Maximiano Rodrigues, Pedro Ribeiro de Araujo, Germano Bentes Guerreiro (Juiz Substituto de Abaeté).

• Anos 1920: Outros consórcios do Vera Cruz: Argemiro Campelo, Ubaldo Souza (jogador do Vera Cruz), Oscar Martins, Tupy Jorge Herane, Elderico Maria da Silva. • Antonio dos Reis Jorge, nome que aparece em documento de 1935.

•Altair Jorge, era professora que se aposentou após 31 anos de trabalho nas escolas: Escola Municipal Cônego Luís Varela onde iniciou suas atividades no magiestério, Escola Dr. Vicente Maués, Escola Pedro Teixeira e, segundo a então amiga e diretora desta última escola, Altair era responsável, cumpridora dos deveres, pontual, exigente, mas carinhosa com seus alunos e colegas. Altair Jorge e Carmem Cardoso Ferreira eram militantes católicas. Um bilhete dos anos de 1970: “Professora Carmem, que o Mártir do Calvário, que na sua infinita bondade não nos permitiu comemorar o seu natalício, derrame neste dia às bênçãos do Céu sobre a senhora e sua família, dando-lhes muitas felicidades. São os votos de sua amiga Altair”.

Continuação da Genealogia dos Coutinho: 3ª G/N, Ambrosina Pimentel Coutinho, morava na Vila de Beja/Abaetetuba/Pa, terra de origem de sua família materna e paterna, nasceu em 15/9/1910 (foi entrevistada em 19/2/1994 quando já tinha 83 anos de idade), foi batizada pelo Cônego Ulysses Penafort, sendo seus padrinhos: Major Felix de Sousa e sua esposa Domingas de Sousa (pais do mestre Abílio).

3ª G/N, Maria Pimentel Coutinho Lobato/Cotita, nascida em 1/1/1913 e falecida em 16/9/1985 aos 72 anos de idade e foi batizada sendo seus padrinhos: Raimundo Monteiro Almeida e sua esposa Joaquina de Paiva Almeida. Cotita c/c Lourival Lima Leite Lobato/Lorico, este filho do Cap. Leite/Raimundo Leite Lobato e de Antonina Lima/Antonica, esta filha de Leopoldo Anísio de Lima, meio-irmão de Emygdio Nery da Costa. Vide famílias Lima Lobato e Costa. Lorico foi funcionário da Prefeitura de Abaeté por longos anos, sendo tesoureiro de alguns prefeitos. Cotita e Lorico tiveram 8 filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn: Lourival, Benedito/Beneco), Maria Helena, Dilce, Leonil, Dilma, Lauremir, Maria da Graça e Raimundo Coutinho Lobato, Antonina. Muitos destes se mudaram p/Belém/Pa e Rio de Janeiro/RJ e tiveram filhos, 5ª G/Trinetos/Tn e netos, 6ª G/Tetranetos/Ttn. 2ªG/Filhos/F, Irmãos do Cap. Orêncio Pereira Coutinho: 2ª G/F, Angélica Pereira Coutinho, sem outras informações. 2ª G/F, Agostinho Pereira Coutinho, sem outras informações.

A maior parte dos componentes da família Pimentel Coutinho se mudou da Vila de Beja para p/Abaeté/Pa e de Abaeté se espalharam pelo Brasil, ficando alguns membros dessa tradicional família morando em Abaetetuba até os dias atuais (4/2011) e todos os filhos do Capitão Orêncio já eram falecidos em 19/2/1994, exceção de Ambrosina Pimentel Coutinho que concedeu a entrevista e continuou residindo na Vila de Beja, vindo também a falecer posteriormente. 

Revisado em 11/4/2011, Blog do Prof. Ademir Rocha

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Famílias Calliari e Parente - Famílias e Vultos e Outros Imigrantes em Abaetetuba

Famílias Calliari e Parente - Famílias e Vultos e Outras Famílias de Imigrantes

 IMIGRANTES ITALIANOS EM ABAETÉ
Famílias: Parente e Calliari em Abaeté .Essas informações foram repassadas por Itália da Conceição Parente Calliari, uma das descendentes das famílias Calliari e Parente, de Abaeté/Pa, em 1994.
As famílias Parente e Calliari de Abaeté vieram da Itália no início do século 20, passando pelos estados da Paraíba, Bahia e Rio Grande do Sul. Os 2 avós maternos de Itália da Conceição: Cármine Parente e... Os 2 avós paternos de Itália Conceição Parente: são os pais de Júlio Ernesto Calliari, desconhecidos.
Pais de Itália Conceição: Júlio Calliari e Lectícia Carmela Parente.
Cônjuge de Itália da Conceição Parente: Nicola Garibaldi Parente, seu primo.
Os 2 avós paternos de Nicola Garibaldi Parente: Nicola Maria Parente/Velho Nicolau, nascido em Marsico Nuovo em 1847 e falecido em 1911, vindo para o Brasil no final de 1876 e constituiu a firma Nicola Parente & Filhos em Abaeté?PA e... Os pais de Nicola Garibaldi Parente: Garibaldi Parente e Marcela.
Chegando em Abaeté o Velho Nicolau Parente já veio c/c a avó de Itália Conceição Calliari e dessa união nasceu a filha, 3ª G/Netos/N: Carmelita Parente.

Genealogia
1ª G, Nicola Maria Parente/Velho Nicolau, foi da Paraíba para a Bahia, trazendo consigo os seus 3 filhos, 2ª G/Filhos/F: Garibaldi, Galileu e Margarida e 2 irmãos, 1ª G/Irmãos do Velho Nicolau Parente): Cármine e João Parente.
2ª G/Filhos/F, filhos do Velho Nicolau: Garibaldi, Galileu e Margarida Parente que da Paraíba foram c/o seu pai, o Velho Nicolau, para a Bahia e da Bahia vieram p/Abaeté/Pa.
O avô do Nicola Parente (marido de Itália Conceição), Nicolau Maria Parente/Velho Nicolau, que estava viúvo, c/c a avó de Itália Conceição, que também estava viúva e já tinha dois filhos e, dessa união, nasceu a Carmelita, 2ª G/Filhos/F, do Velho Nicolau Parente. Carmelita Parente c/c o Velho Andrade/Francisco Freire de Andrade.
Portanto, O Velho Nicolau/Nicolau Parente, que já tinha os 3 filhos, passou a ter 4 filhos, 2ª G/Filhos/F: Garibaldi, Margarida e Galileu e Carmelita (esta de um 2º casamento do Velho Nicolau).
Nicolau Maria Parente/Velho Nicolau foi comerciante em Abaeté, com a firma Nicola Parente & Filhos, com comércio no Rio Abaeté/Abaeté/Pa, em 1922.
O velho Nicolau e seus familiares foram pioneiros na área de exibição de filmes na Paraíba, na Bahia e no Pará, no início do séc. 20, por volta de 1910/1911, tendo trazido da Itália os equipamentos necessários à exibição de filmes. Em Abaeté o cinema dos italianos funcionava ali no local onde funcionou o antigo “Cine Imperador”, quando ainda não existia iluminação elétrica em Abaeté. A iluminação era feita a partir de lampiões à base de carbureto. Dois desses lampiões ficavam na entrada do cinema, colocados em dois sustentáculos em forma de anjos, para iluminar a entrada do cinema. Essas figuras em anjo ficaram guardadas na casa de uma das filhas de Júlio Calliari e Lectícia Carmela, de nome Roma Parente Calliari, na atual Av. D. Pedro II/Abaeté/Pa.

Nicolau e João Parente são tios de Lectícia Carmela Parente e tios-avôs de Itália Conceição Parente e demais irmãos.
1ª G, irmãos do Velho Nicolau Parente: Cármine Parente e João Parente.
1ª G, irmãos do Velho Nicolau/ Cármine Parente: Carmine Parente é citado em documentos de 1925 e 1935. É pai de Lectícia Carmela Parente e avô de Itália Conceição Parente, 3ª G/Netos/N.
1ª G, Carmine Parente, é avô de Itália Conceição. Casou na Bahia e teve filhos, 2ª G/Filhos/F e em Abaeté teve filhos, 2ª G/F, com D. Coló.

1ª G, avós de Itália da Conceição.
2ª G/Filhos/F, Lectícia Carmela Parente, baiana, filha de Carmine Parente, c/c o italiano Júlio Calliari/Júlio Ernesto Calliari, este nascido em Treviso/Itália e criado em Veneza/Itália, até os 13 anos, quando veio para o Brasil.
Calliari era um sobrenome raro na Itália e eram da região de Treviso, parentes do Papa Leão XIII.
O Papa Leão XIII era da família Calliari. Os Calliari eram uma família de católicos. A família Calliari era uma só família, na Itália.
Lectícia Carmela Parente e Júlio Calliaria/Júlio Ernesto Calliari se conheceram e casaram em Abaeté e residiram na antiga Travessa Tenente-Coronel Costa/Abaeté/Pa, atual Trav. Pedro Pinheiro Paes, esquina com a Rua Getúlio Vargas/Abaetetuba/Pa.
Júlio Calliari e Lectícia Carmela Parente são citados em documentos de 1912, com commércio à Travessa Tenente Coronel Costa, em 30/12/1912.

Lectícia Carmela e Júlio Calliari tiveram filhos, 3ª G/Netos/N: Itália Conceição, Roma Maria, Menotti e Anita Parente Calliari.
Outra casa de Júlio Calliari se localizava na antiga R. Floriano Peixoto/Abaeté/Pa (hoje atual R. Lauro Sodré/Abaetetuba/Pa), em 1931. Essa casa serviu de residência para a família de Menotti Calliari, 3ª G/Netos/N, e hoje é ocupada por uma das filhas de Menotti, de nome Letícia, 4ª G/Bisnetos/Bn, que era c/c o finado Curió, irmão do Dr. Becage/João Costa. Letícia e Curió tiveram vários filhos, 5ª G/Trinetos/Tn. Esses trinetos casaram e tiveram filhos, 6ª G/Tetranetos/Ttn, que, por sua vez, geraram 7ª G/Pentanetos/P5n.

3ª G/Netos/N, Menotti Calliari:
Certidão de Nasc: “José Marques da Silva, Oficial do Registro Civil, da cidade de Abaeté, Comarca de Igarapé-Miry, deste Estado do Pará, por nomeação legal, etc. Lv. Nº 9, de Registro de Nascimento, de Menotti Calliari, no dia 26 de novembro de 1914, na residência de seus pais, Travessa Tenente Coronel Costa, filho legítimo de Júlio Calliari e Lectícia Carmela Parente, brasileira”. Casou com Aracoeli e tiveram 4 filhos, G4/4ª G/Bisnetos/Bn: Lecticia, Ciro, Leonidia e Cláudio Calliari.

3ªG/N, Itália Conceição Calliari, nasceu em 8 de dezembro (dái o nome Itália Conceição, devido ser o dia de N. S. da Conceição), c/c seu primo Nicola Parente, em 1944, quando Raimundo Nominando já era falecido. Nicola Parente, comerciante, dono de bar/lanchonete/sorveteria c/mesas de sinuca, venda de picolés. Itália da Conceição e Nicola tiveram filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn: Marcela, Garibaldi, Margareth, Glauco, Giordano de Nicola Parente,...São 8 irmãos.
4ª G/Bn, Marcela Josephina Parente: Existem registros da Sociedade São Vicente de Paula em Abaeté. Em 1982 a sociedade cobrava mensalidades dos confrades, sendo Maria de Nazaré Carvalho Lobato a confrade responsável pelas cobranças. Outros nomes de confrades Maria José Santos Costa, Marcela Josephina Parente, Raimunda Maués de Moraes.
4ª G/Bn, Garibaldi Nicola Parente, formado engenheiro agrônomo, é cronista, professor da UFPa/Campus do Baixo Tocantins/Abaeté/Pa e c/c Senita Loureiro e tiveram filhos, 5ª G/Trinetos/Tn.
4ª G/Bn, Giordano de Nicola Parente, nascido em 7/1957.
3ª G/N, Roma Maria Parente Calliari, c/c Aluízio Bahia e tiveram os seguintes filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn: Júlio, Ítalo, Otoni, Rui e Anita Maria, ìtala e Carmosina.

4ª G/Bisnetos/Bn, filhos de Roma Maria e Aluizio:
4ª G/Bn, Júlio Benedito Calliari Bahia, com filhos, 5ª G/Trinetos/Tn: José Venâncio, Júlio Ernesto e Juliana Bahia.
4ª G/Bn, Ítalo Benedito Calliari Bahia, formado engenheiro agrônomo e trabalha no SEBRAE/PA, c/c Marlene Bonan e com filhos, 5ª G/Trinetos/Tn: Thaís, esta casada e com filhos, 6ª G/TetranetosTtn: Luigi; Thaísa, Ítalo Jr, este é c/c Aline.
4ª G/Bn, Anita Maria Calliari Bahia, c/c Otávio Viana, estes donos de lanchonete "Tia Anita Lanches" e tiveram filhos, 6ª G/Trinetos/Tn: Rita de Cássia, Aluizio Neto, Rui Carmini/Bussunda, este com filho, 5ª G/Trinetos/Tn: Luís Carlos C. Araujo V.
4ª G/Bn, Otoni Benedito Calliari Bahia, este proprietário do Bar do Time/Bar do Sutó, c/c Luzia Rodrigues Batista, esta filha de Francisco de Lima Batista/Pombo e Gilce Rodrigues Batista e tiveram filhos, 5ª G/Trinetos/Tn.
5ª G/Trinetos/Tn, filhos de Otoni Benedito e Luzia Rodrigues Batista:
5ª G/Tn, Ramon Batista Calliari
5ª G/Tn, Roma Calliari Bahia
4ª G/Bn, Rui Benedito Calliari Bahia, c/c Maria e com filhos, 5ª G/Trinetos/Tn: Felipe e Letícia.
4ª G/Bn, Carmosina Calliari Bahia, formada arquiteta, trabalha em Belém e com filhos, 5ª G/Trinetos/Tn: Cainan, Daniel e Irlana, esta casada com Jorge, este filho de japoneses e com filhos, 6ª G/Tetranetos/Ttn:Thoya e Davi Kenzo.
Colaboração de Ramon Batista Calliari.

3ª G/N, Anita Calliari. É citada em documento de 1935, um boletim escolar do Grupo Escolar de Abaeté, Curso Primário e sua professora era Maria Antonia da Trindade Barros e a diretora da escola era Laura dos Santos Ribeiro.
São avós de Itália da Conceição: Cármine Parente e Maria da Conceição da Purificação Parente.
1ª G, Nicola Maria Parente/Velho Nicolau e seus irmãos:
1ª G, Cármine Parente, é de origem italiana e faleceu e foi enterrado aqui mesmo em Abaeté, casou na Bahia e teve filhos, 2ª G/Filhos/F: Lectícia Carmela Parente e outros?. Cármine Parente e Maria da Conceição Pereira Parente, são avós maternos de Menotti Calliari e irmãos.
1ª G, Cármine e João Parente são tios de Garibaldi, Margarida, Galileu e Carmelita Parente e tios-avôs de Nicola Garibaldi Parente e seus irmãos.
1ª G/Irmãos de Nicola Maria Parente/Velho Nicolau Parente/ João Parente:
1ª G, João Parente, comerciante em Abaeté/Pa, citado João Parente e Rodrigues em 1922 e com filhos, 2ª G/Filhos/F: João Parente Filho, este c/c Zenaide.
Existia outro João Parente, filho de João Parente, que foi fazer uma viagem para o Baixo Amazonas e não mais voltou.
Italianos que vieram para Abaeté: Nicola Maria Parente/Velho Nicolau e seus irmãos: Cármine, João Parente e Garibaldi Parente e s/esposa Marcela e ainda Júlio Ernesto Calliari. Os demais são descendentes de italianos nascidos no Brasil.
1ª G, NICOLA MARIA PARENTE, percorreu todo o Brasil trabalhando como fotógrafo (um dos primeiros) e trouxe da Itália o 1º cinematógrafo e câmera, e por fim radicou-se em Abaeté, tornando-se comerciante, constituindo a firma Nicola Parente e Filhos, fundou a Casa Italiana à Rua Justo Chermont, 3 e gerou 4 filhos, 2ª G/Filhos/F, 2 nascidos no Brasil, dois homens, Galileu Parente, que era poeta, jornalista, fotógrafo, que residiu no Rio de Janeiro/RJ e Garibaldi Parente, que assumiu a firma do pai em Abaeté/PA, com Serraria Estrela, a fábrica de óleos vegetais, fábrica de sabão e uma grande casa de negócios, a Casa Italiana com sua famosa Ponte da Italiana, para venda de mercadorias. Nicolau Parente morou e trabalhou em vários lugares do Brasil. Morou no Rio Grande do Sul/RS, onde seu filho Garibaldi Parente foi registrado na cidade de Taquara/RS

2ª G/Filhos/F, filhos de Nicola Maria Parente/Velho Nicolau Parente:
2ª G/F, Margarida Parente, c/c um dos filhos de Bento de Carvalho, aqui mesmo em Abaeté, de nome Raymundo Nominando de Carvalho, que ocupou vários cargos públicos e políticos em Abaeté/Pa (prefeito nomeado: 1/3/1943-16/3/1943) e tiveram 9 filhos, 3ª G/Netos/N, de Nicola Maria Parente/Velho Nicolau Parente: Raimunda/Nini, Lourdes, Murilo, Tyrteu, Nápoles, Antonieta/Totó, Eunice, Dionéia e Anita Parente de Carvalho. Margarida Parente de Carvalho faleceu logo após o parto de sua última filha, Anita Parente de Carvalho.

3ª G/Netos/N, filhos de Margarida Parente de Carvalho e Raymundo Nominando de Carvalho:
3ª G/N, Raimunda Parente de Carvalho/Nini, que residia em Niterói/RJ, casada e com filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn: Edgar e os já falecidos: Nilton, Airton, Hilton e Raimundo (deixaram descendência?)
3ª G/N, Lourdes Parente de Carvalho.
. Paulo Parente, neto de D. Margarida Parente, faz aniversário em 8/12
3ª G/N, Murilo Parente de Carvalho, casou com Rosa Maués e tiveram filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn. Vide em Família Carvalho, de Bento Benevenuto de Carvalho.
3ª G/N, Tyrteu Parente de Carvalho, vide em família Carvalho
3ª G/N, Nápoles Parente de Carvalho, vide em Família Carvalho
3ª G/N, Antonieta Parente  de Carvalho/Totó, vide em Família Carvalho
3ª G/N, Eunice Parente de Carvalho, vide em Família Carvalho
3ª G/N, Dionéa Parente de Carvalho, vide em família Carvalho
3ª G/N, Anita Parente de Carvalho, que ao nascer foi entregue a uma tia paterna que a levou para o Rio de Janeiro/RJ e ficou sem contato com os irmãos até os 18 anos de idade e casou com o paraense Homero Paraense Quaresma e ambos já são falecidos. Anita Carvalho Quaresma e Homero Paraense Quaresma tiveram filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn: Rita Carvalho Quaresma/Quaresma Avellar

2ª G/Filhos/F, filhos de Nicola Maria Parente/Velho Nicolau:
2ª G/F, Galileu Parente, faleceu no Rio de Janeiro e ele era o pai de Violeta e de Sombra, 3ª G/Netos/N. Citado em 1909, 1927.
Citações de 1909: “O Clube Henrique Gurjão com os seus dobrados e Galileu Parente, do clube, saudou o aniversariante Bernardino Pereira de Barros”.
O Clube Henrique Gurjão foi um clube musical de Abaeté/Pa, fundado pelo músico baiano e funcionário da antiga Coletoria de Rendas e o aniversariante era membro do Clube Henrique Gurjão e de seu braço católico, a Irmandade de S. Sebastião, ambos fundados pela influência do Pe. Pimentel/Francisco Manoel Pimentel, no início do séc. 20, p/volta de 1908. Quando minha avó (de Itália Conceição) veio para o Brasil, os Parente já estavam no Rio Grande do Sul. Lá o meu avô Nicolau casou com uma gaúcha de nome Carolina. Nome da minha avó (de Itália da Conceição): Maria da Conceição da Purificação Parente, devido ao fato de ter nascido no dia 08 de dezembro. Como eu também nasci no dia 08 de dezembro, meu nome ficou Itália da Conceição.

2ª G/F, Carmelita Parente, casou com Francisco Freire de Andrade/Velho Andrade, pessoa bem conceituada na sociedade abaeteense, político, foi vogal na gestão do intendente Lindolpho Cavalcante de Abreu (1922-1926) e do intendente Garibaldi Parente (1926-1930), também foi diretor-presidente do Vera Cruz Sport Club (1927/1928).
Rua Cel. Caripuna onde ficava a casa de Carmelita Parente de Andrade, em 1930. Carmelita Parente de Andrade c/imóvel na R. Getúlio Vargas, onde funcionaram as Escolas Reunidas. Caio Parente de Andrade, participava das sessões cívico-literárias de 1940. G2/2ª G/Filhos/F/ do Velho Nicolau: Garibaldi Parente.
2ª G/Filhos/F, o italiano Garibaldi Parente se tornou uma das grandes figuras da história de Abaeté/Pa no âmbito comercial/industrial, social, político. Era idealista, incentivador das artes musicais, teatro, civismo, desportos, tendo ocupado a presidência do Club Musical Carlos Gomes, em 1908. Dono de muitos bens móveis e imóveis em Abaeté/Pa, sócio da firma Garibaldi Parente & Cia., comerciante, industrial, dono de fábrica de sabão, de serraria, de olaria, de engenho de cana-de-açúcar (produzia cachaça, açúcar branco), de typografia (onde eram impressos os jornais de Garibaldi Parente: “O Colibri”, “Folha do Mato”), dono da “Casa Italiana”, casa comercial na R. Justo Chermont, que possuía ponte com trapiche para o movimento de embarque/desembarque de mercadorias de seus barcos ou de terceiros, seus clientes das Ilhas de Abaeté/Pa, tinha amor exacerbado por Abaeté/Pa e Itália (sua pátria).
Como político tornou-se Intendente de Abaeté no período de 1926 a 1930, e na sua gestão aconteceu a Revolução de 1930, comandada por Getúlio Vargas, que dissolveu o Conselho de Intendência de Abaeté/Pa, em 21/10/1930. A Interventoria do Estado do Pará, na pessoa do Tenente Joaquim Cardoso de Magalhães Barata, substituiu Garibaldi Parente e passou a nomear os interventores de Abaeté. O primeiro interventor municipal, substituindo Garibaldi Parente foi Maximiano Silvino Cardoso, em 1930.
Garibaldi Parente veio da Bahia e já tinha 2 filhos, 3ª G/Netos/N. Marcela Calliari só veio da Bahia depois do seu marido, Garibaldi Parente.
Em um antigo documento do ano de 1922, aparece como comerciante e dono de engenho e dono de imóvel na Rua Siqueira Mendes/Abaeté/Pa. No mesmo documento aparece como um dos maiores pagadores de impostos da mesma cidade, referente as suas atividades de: casa de comércio, transporte de cargas, fábrica de sabão, fábrica de cachaça e açúcar, olaria, serraria, typografia e imóveis.
Franklim Lobato Silva, c/terreno à R. Siqueira Mendes, entre as casas da viúva Margalho e Garibaldi Parente, em 1930.
Garibalde Parente e Cia, comércio, serraria, fábrica de sabão, carrinho de cargas, carroça e typografhia. Garibaldi Parente e Cia., 1931: “Serraria Veneza Paraense, de Garibaldi Parente, exportando caixas de madeira".
1931: Merandolina Cardoso Caporal, viúva de Francisco Paschoal Caporal, filha de Manoel Raimundo Cardoso, c/terreno sito à Av. Rui Barbosa (atual Av. D. Pedro II em Abaeté/Pa), terreno este que pertencia à Garibaldi Parente. O Velho Ramiro/Ramiro Pereira de Araujo e o Capitão Leite/Raimundo Leite Lobato trabalharam com Garibaldi por muitos anos.
Em homenagem a Garibaldi Parente existe uma rua na cidade de Abaetetuba com o nome de “Rua Garibaldi Parente”.
O Velho Garibaldi teve duas filhas, 3ª G/Netos/N, irmãs do Nicola Garibaldi Parente”.
2ª G/F, Garibaldi Parente c/c Marcela e tiveram filhos, 3ª G/Netos/N: Timóteo, Nicola, Humberto, Giordano, Oberdan, Clóvis Garibaldi Parente.
3ª G/N, Oberdan Garibaldi Parente, que era um dos herdeiros de Garibaldi Parente no antigo campo de Aviação de Abaeté, anos de 1940.
3ª G/N, Thimóteo Garibaldi Parente, esportista, foi 1º secretário do Vera Cruz Sport Club (1927/1928), fundado pelo Pe. Luiz Varella.
3ª G/N, Clóvis Brasileiro Parente/Clóvis Parente. “O Flamengo, foi um clube fundado por Clóvis Parente no bairro do Algodoal”. 1964: Clóvis Brasileiro Parente.
3ª G/N, Giordano de Nicola Parente. Giordano Parente, em 1927, era o 2º secretário da diretoria da Associação Sportiva de Abaeté, cujo presidente da Assembléia Geral era Latino Lídio da Silva e o 1º secretário, João Nepomuceno de Pontes.
Em documento de 1940 Giordano Garibaldi Parente e Caio Parente de Andrade, paticipavam das concorridas sessões cívico-literárias que aconteciam em Abaeté/Pa.
Giordano Garibaldi Parente, c/c Margarida C. de Macedo e tiveram filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn: Sônia, Guilherme e outros irmãos.
4ª G/Bisnetos/Bn/ Sônia Maria de Macedo Parente. Trecho da biografia de Sônia Maria de Macedo Parente: “Nasceu na cidade de Abaeté, no ano de 1942. Filha de Giordano Garibaldi Parente e Margarida C. de Macedo Parente.
4ª G/Bn/ Wagner de Macedo Parente, c/c Janete Sena Parente, prima de Lauro Cardoso da Silva, que é filho de Latino Lídio da Silva, que é figura histórica em Abaeté. Janete Sena Costa, n. em 24/6, c/c Wagner Macedo Parente e tiveram os seguintes filhos, G5/5ª G/Trinetos/Tn, de Velho Nicolau Parente: Margarida, Wagner Filho e Igo Sena Parente.

Genealogia Paralela de Janete Sena, esposa de Wagner de Macedo Parente:
Manoel Antonio da Silva e Catarina Pereira de Barros Silva, tiveram 15 filhos: José Marques da Silva, Vitória da Silva (f. criança), Latino Lídio, Raimundo Nonato, Cecília, Palmira da Silva Castro, Alípio Silva (f. solteiro), Henrique Silva (n. em 18/3 e f. solteiro em 5/1/1939), Ana Philonila/Tia Anica, 1ª Margarida Silva (f. criança com 4 anos de idade), Lázaro Silva (f. c/ 3 anos de idade), Joana Silva (f. c/2 anos de idade), Maria Alvarina da Silva (f. aos 23 anos de idade), Sisinia Silva (ainda estava viva, em 1994, em Abaetetuba), Sinésio Silva (f. algumas horas de pois de nascer) e a 2ª Margarida Silva. Esses constituem a 3ª geração conhecida dessa família.

3ª G/Netos/N, filhos de Manoel Antonio e Catarina: Ana Philonila da Silva/Tia Anica, c/c Horácio Sena e tiveram os seguintes filhos: Iracildes (mais velho, solteiro em 1994), Raimundo (f. solteiro), Maria Cecília, Francisca Silva Sena (f. jovem), João, Teódulo (f. criança), Horácio Filho e Manoel Silva Sena. Ana Philonila nasceu em 11.10.1994, e é uma das responsáveis pelas informações da família Silva e ainda estava lúcida em 1994, com 94 anos de idade.
4ª G/BisnetosBn, filhos de Ana Philonila e Horácio Sena: Raimundo Silva Sena, n. em 27/7/1928, f. em 3/3/1989. Maria Cecília Sena Costa, c/c Gumercindo Costa e tiveram dois filhos: Janete e João Batista, 5ª geração.
5ª G/Trinetos/Tn, filhos de Maria Cecília e Gumercindo: Janete Sena Costa, n. em 24/6, c/c Wagner Macedo Parente e tiveram os seguintes filhos: Margarida, Wagner Filho e Igo Sena Parente, 6ª geração.
6ª G/Tetranetos/Ttn, filhos de Janete e Wagner Macedo Parente: João Batista Costa Parente, c/c Jaciléa Modesto Costa e tiveram duas filhas: Luana e Adriana, 7ª geração.
Continuação da Geneologia dos Parente:

3ª G/N/ Nicola Garibaldi Parente: Comerciante e seu estabelecimento localizava-se no início da Avenida D. Pedro II e recebeu o nome de “Bar e Sorveteria Princesa”. Além dos serviços de bar e sorveteria, havia um salão de jogos de bilhar e sinuca.
4ª G/Bisnetos/Bn: Filhos de Nicola Garibaldi Parente com sua esposa e prima Itália da Conceição Calliari Parente: Marcela, Garibaldi, Margareth, Glauco, Giordano de Nicola Parente,..São 8 irmãos.
4ª G/Bn, MARCELA JOSEPHINA PARENTE. Existem registros da Sociedade São Vicente de Paula em Abaeté. Em 1982 a sociedade cobrava mensalidades dos confrades, sendo Maria de Nazaré Carvalho Lobato a confrade responsável pelas cobranças. Outros nomes de confrades Maria José Santos Costa, Marcela Josephina Parente, Raimunda Maués de Moraes. Marcela Josephina, casou e teve um filho, 5ª G/Trinetos/Tn: Nicola.
Outras citações da professora Marcela Josephina Parente sobre seus parentes e bens desses parentes:
"'Casa do Rádio', era uma antiga casa na esquina da atual Rua Getúlio Vargas com a Travessa Pedro Pinheiro Paes, onde funcionava o Rádio dos Correiros e Telegráfos, através das transmissões do 'Codigo Morse, usado pelos Correios para passar as mensagens diversas, casa que depois passou a abrigar a 'Casa de Brexó' do João Magrinho, que pertenceu à Família Parente/Calliari. Essa antiga casa também foi a residência de Garibaldi Parente e Marcella Calliari e outras famílias, que hoje é um patrimônio histórico descaracterizado pelo uso contínuo da mesma casa. Ao lado dessa antiga casa moravam os avós de Marcela Josephina Parente, Júlio Calliaria e Letícia e, depois, foi residência dos pais de Marcela, família que ali morou por 10 anos'.

4ª G/Bn, Garibaldi Nicola Parente, formou-se engenheiro agrônomo, professor e cronista e c/c Senita Loureiro, irmã de Luis Carlos Sena Loureiro/Bosa e tiveram filhos, 5ª G/Trinetos/Tn.
4ª G/Bn/ Giordano de Nicola Parente, nascido em 7/1957.
3ª G/N/ Humberto Parente, era consórcio do Vera Cruz Sport Club, em 1920. Como desportista, foi presidente do Abaeté Foot Ball Club por longos anos, clube fundado em 5/8/1935, por Samuel Correa Bello.

O Ten. Humberto Parente foi quem mandou construir o 1º campo de Futebol do Abaeté Futebol Clube, no terreno que hoje serve de sede da Diocese de Abaetetuba e as casas comerciais e residenciais desse quarteirão. Em 1920 era um dos consórcios do Vera Cruz Sport Club.Nos tempos antigos a festa de Nossa S. da Conceição era organizada por uma diretoria e pessoas da sociedade, autoridades, comerciantes, industriais. O Tenente Humberto Parente participava dessas diretorias.
Casou, tendo deixado 2 filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn:Jones e outro que ainda residem em Abaetetuba/Pa.
A família Parente era apaixonada por futebol e eles contribuíram com a prática desse esporte em Abaeté/Pa, desde as primeiras décadas do séc. 20, sendo que Cármine e os filhos de Garibaldi Parente foram antigos jogadores de Futebol de Abaeté e fundaram alguns antigos clubes de futebol locais.
Entre os mais antigos jogadores de futebol de Abaeté encontramos os seguintes jogadores: Cármine, Humberto Parente, Giordano Parente, Nicola Parente, Caio Parente de Andrade.
Cármine era jogador da Associação Sportiva de Abaeté: a formação auriverde da Associação Sportiva de Abaeté:
Brício; Margalho II e Preto; Mimi, Vivi e Carmine; Zeferino, Cordeiro, Buçuá, Gonzinho e LucídioTambém era a clássica formação do 2x3x5, que era a única conhecida na época.
Vivi era o Vivi Pontes; Lucídio era o Lucídio Paes. O juiz dessa partida de futebol de 1927 foi Pedro Pinheiro Paes.
Thimóteo Garibaldi Parente. Jogadores do Vera Cruz Sport Club:
Tedesco; Carlito e Zeb; Demétrio, Timóteo e Geraldo; Lima, Ubaldo, Pedro, Dedé e Xito. Outra formação de 1927: “Tedesco; Carlito e Zeb; Demétrio, Timóteo e Xito; Lima, Miguel, Pedro, Dedé e Lelelê”.
Oberdan Garibaldi Parente.
Clóvis Parente. Sport Club Flamengo, entidade esportiva fundada por Clóvis Parente, 12/10/1935, no bairro do Algodoal.
Francisco Freire de Andrade e Timóteo Garibaldi Parente:
“Para o biênio 1927/1928 a diretoria eleita do Vera Cruz Sport Club foi a seguinte: presidente: Francisco Freire de Andrade; vice-presidente: José Antonio de Castro (reeleito); 1º secretário: Timóteo Garibaldi Parente; 2º secretário: Maximiano Antonio Rodrigues; tesoureiro: Ayres Henrique de Matos; orador: Argemiro Campello e diretor de esportes, Padre Luiz Varella”.
Lista de consórcios do Vera Cruz: Guilherme Abreu, Raymmundo Valentim Barbosa, José Ferreira, Raymundo Paraense Quaresma, Celestino Maués da Trindade, Raymundo Pereira Muniz, Murilo de Carvalho, Humberto Parente, Jorge Felix dos Santos, Tenente Eugênio Tavares. Todos os consorciados do Vera Cruz pagavam mensalidades.
Olga Parente Souza, reside em Belém, funcionária pública, desde 1978, iniciando na SEMEC(PMB) e, posteriormente, ingressou na SESMA, por concurso público, tendo completado em 2008, 30 anos de serviços e com 55 anos de idade, tendo solicitado aposentadoria em 15/5/2008, estando à espera do deferimento do requerimento.

Outras Famílias Parente:
Aristides dos Reis e Silva Sobrinho, que casou com Elizabeth Parente e Silva e que tiveram os seguintes filhos: Ana Rosa, João Clóvis, Aristides dos Reis e Silva Filho, Emília de Nazaré Parente e Silva e Marcolino Domingos Parente dos Reis e Silva.

1ª G/ Thimóteo Rodrigues, 1927: Teve filhos, G2/2ª G/Filhos/F/ Walter Parente Rodrigues.
João Vítor Parente dos Reis e Silva Júnior, adolescente em 2008.
Caio Parente de Andrade, adolescente em 2008.
Armando Souza Parente, consórcio do Vera Cruz em 1926.
Maria Parente: 5ª G/Trinetos/Tn, filhos de Telósphoro e Maria Vitória: Mariana Malato/Marocas, n. na Povoação Malato/Ponta de Pedras/Pa, c/c Feliciano da Silva e tiveram duas filhas, 6ª G/Tetranetos/Ttn: Julieta (Jóia) e Lucila (Lilá).

6ª G/Ttn, filhos de Marocas e Feliciano: Lucila Malato Silva, casou e teve duas filhas: Izete e Celina (7ª geração).
6ª G/Ttn, filhos de Inez Malato Ribeiro e Izaías Costa: Hermes Ribeiro da Costa, c/c Maria Parente e tiveram 6 filhos: Inês, Izete, Ivanete, Ivani, Irene e Emanoel, 7ª G/Pentanetos/Pn.
7ª G/Pn, filhos de Hermes Ribeiro da Costa e Maria Parente: Inês Parente da Costa, c/c Gabriel Pereira Paes e tiveram duas filhas, 8ª G/Hexanetos/Hn: Maria José e Márcia Costa Paes.
1931: Zeferino Parente e Izabel Trindade.

Prof. Ademir Rocha, de Abaetetuba/Pa.