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sábado, 30 de junho de 2012

HINO DE ABAETETUBA E CIVISMO

LETRA DO HINO DE ABAETETUBA

Fonte: letras.mus.br

Clique em Hinos para ver fotos e mais músicas e textos
Abaetetuba Pa

Maratauíra, um grande rio formoso,
Braço forte do imenso Tocantins,
Tem à margem um recanto majestoso
De trabalhos em misto com festins.

É um recanto de harmonia
Onde a rima das canções não murchará
Pois é um marco de alegria
Na viçosa imensidão do Grão-Pará

Abaetetuba, terra de amor,
Teus filhos cantam em teu louvor
Anos serás sempre querida
E protegida por nós serás.

O progresso jamais se apartará,
Do teu povo tão simples e tenaz,
Porque a mão do bom Deus te guiará.
Berço és tu de bondade, amor e paz.

Nos jardins e nas matas tens belezas.
Até a aurora em teu céu brilha melhor,
Pois a ti sorri sempre a natureza.

A nós serás sempre querida
E protegida por nós serás.

Para nós tu és a flor que desabrocha
De um jardim cultivado com carinho
E seremos tão firmes quanto a rocha
Se inimigos cruzarem teu caminho.

As florestas te cercando,
Com sussurros incansáveis de esperança
Junto a nós estão cantando:
Do teu solo brotará sempre a bonança.

Abaetetuba, terra de paz,
Cantar teus cantos prazer nos traz.
A nós serás sempre querida
E protegida por nós serás.

A cultura te sirva de muralha
O vigor de honradez seja tua espada.
O trabalho teu campo de batalha,
O futuro a vitória desejada.
Como filhos, de ti nos orgulharemos,
Pois, além de aconchego maternal,
És também o Brasil que nós amamos.

A nós serás sempre querida
E protegida por nós serás.

Enviada por cpimenta

OS HINOS CÍVICOS EM ABAETETUBA

Cópia do Hino de Abaetetuba composto
por Máximo Ribera

Os hinos cívicos tiveram sua fase áurea em Abaetetuba lá nas décadas de 1960, 1970 e eles procuravam enaltecer o amor que devíamos ter pela nossa terra, pelo país, pela escola, etc. As antigas diretoras do Grupo Escolar Prof. “Basílio de Carvalho” tentavam incutir valores na vida dos jovens estudantes, entre os quais os sentimentos cívicos e a religiosidade, entre os educandos dessa tradicional escola de Abaetetuba. E também a Escola INSA nas décadas de 1960, 1970, incentivava o civismo e até existia uma disciplina chamada Educação Moral e Cívica, que tentava chamar atenção para os valores cívicos, morais, éticos e religiosos. Talvez o civismo e a religiosidade tenham vindos da antiga escola chamada Grupo Escolar de Abaeté, escola em que se destacaram as figuras de alguns professores que já cultivavam os sentimentos cívicos e religiosos, não só nessa antiga escola, como também nos antigos clubes de Abaeté, onde o civismo era cultivado como valor, junto com a arte musical, a arte cênica, a literatura e a poesia, onde esses valores apareciam nos variados eventos dessa época. 

Estamos falando de clubes do início do século 20 até o ano de 1930, onde esses clubes começaram a desaparecer, restando apenas o Club Musical Carlos Gomes e os clubes que se dedicavam á prática do futebol. E mesmo entre estes, muitos também desapareceram da cena esportiva de Abaetetuba. No Grupo Escolar Prof. “Basílio de Carvalho”, onde o autor do Blog fez o curso primário, se cantavam diariamente os hinos: do Grupo Basílio de Carvalho, O Hino Nacional Brasileiro, o Hino da Independência do Brasil e outros hinos que incentivam o civismo. Agora o cenário do município não é compatível para os momento de civismo e sim ao combate aos contra-valores que invadiram os variados ambientes do município, inclusive os ambientes escolares. O Hino do Pará já existia, mas o mesmo não era usado nos eventos cívicos. O Hino de Abaetetuba, transcrito acima, deve ter surgido na década de 1960 e o seu autor foi o então jovem estudante Máximo Ribera, filho do Nestor Ribera, o popular Boliviano. Vide uma antiga cópia desse hino de autoriade Máximo Ribera.

Porém no Grupo Escolar Basílio de Carvalho e na Escola INSA e em outras poucas escolas existentes no município, ainda se cultivavam os valores cívicos e religiosos nas décadas de 1960 e 1970, que são as décadas de referência para o autor do Blog do Ademir Rocha, que vivenciou o espírito cívico dessas décadas. 

Mas moleque é moleque em qualquer época e mesmo que impelidos a cantar aqueles hinos, esses momentos também eram de descontrações para os moleques, que de antemão combinavam a desforra inocente ou propositalmente, quando cantávamos o Hino do Grupo Basílio de Carvalho, que infelizmente não o temos integralmente (alguém em Abaetetuba deve saber ou tem a letra completa desse hino com a respectiva musicalidade) . O trecho desse hino dizia assim:

O Grupo Basílio de Carvalho
É fonte a jorrar a toda hora!
É fonte de amor, de luz e fé.

E era no fé, quando tínhamos que fazer um agudo musical, que gritávamos: É fonte de amor, de luz e féééééééééé! para desespero das professoras Mariinha, Carlaide, Ilza, Elza, Benvinda e outras amadas professoras dessa época.

Em tempo, poucos sabem cantar hoje o Hino de Abaetetuba ou do Pará, que já apresentamos em outra postagem, e dizemos que esses hinos são densos nos aspectos histórico, poético e culturamente falando.
Ademir Rocha, de Abaetetuba/PA


terça-feira, 26 de junho de 2012

BATISTA E CASA DOS ESTUDANTES:MEMÓRIA E GENEALOGIA

BATISTA: MEMÓRIAS DA 1ª CASA DOS ESTUDANTES DE ABAETETUBA E GENEALOGIA
Batista numa formação do Abaeté Futebol Clube:
Dé, Arminho, Bacu, Saúde, Cebola, Batista e Alcimar
Agachados: Gabiru, Café, Piranha, Chinesinho e Filinho

João Batista Costa de Moraes e a 1ª Casa dos Estudantes de Abaetetuba:

Faleceu o amigo João Batista Costa de Moraes/Batista da Dora em 25/6/2012. Que Deus o tenha logo consigo em sua Glória Eterna. Como homenagem ao amigo que se foi desta etapa da vida, acabamos de compilar mais informações colhidas sobre sua rica história e genealogia. Começamos pela sua genealogia com sua família com origem em Oeiras do Pará/PA, município aqui da Microrregião de Cametá e perto mesmo de Cametá. Em Oeiras residem a maior parte de seus 8 irmãos:

1ª G, pais de Fulgêncio José de Moraes
2ª G/Filhos/F, Fulgêncio José de Moraes/Venuto, este com origem em Oeiras do Pará, casado com Dulcelina Costa de Moraes/Mocinha, esta irmã de Dora, e Venuto e Mocinha tiveram 9 filhos, 3ª G/Netos/N: Ana Maria, Luiz Otávio, Raimundo Nonato/Peteira, Maria Claudete, Antonio José, José Adelino, Vítor Miguel, Maria da Conceição e João Batista Costa de Moraes, todos casados e com filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn e netos, 5ª G/Trinetos/Tn. Como Batista, seus irmãos homens também foram futebolistas em Oeiras.
3ª G/Netos/N, filhos de Fulgêncio José de Moraes/Venuto e Dulcelina Costa de Moraes:
3ª G/N, Ana Maria Moraes Costa, casada e com filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn

3ª G/N, João Batista Costa de Moraes/Batista da Dora/Batista e nas últimas décadas de vida ficou conhecido como Professor Batista, por conta de sua profissão de professor de Educação Física e Ciências Físicas e Biológicas/CFB em várias escolas de Abaetetuba e, por sinal, foi um dedicado e amado professor nessas escolas. Nascido por volta de 1947 (24/6 ?) e falecido em 25/6/2012, Batista foi adotado por sua tia, a popular Dora/Foralice, irmã da mãe de Batista, de nome Dulcelina Costa de Moraes/Mocinha, sendo Dora uma grande cozinheira e doceira de Abaetetuba e João Batista, em sua juventude, além dos estudos primário e ginasial, também se tornou jogador de futebol nos clubes de Abaetetuba e na Seleção de Futebol, nas décadas de 1970 e 1980. Como o futebol era uma das paixões da vida de Batista este, quando deixou os campos de futebol, se tornou bandeirinha, comentarista e cronista de futebol na Empresa de Comunicação e Publicidade Copacabana e na Rádio Guarany FM, e foi contemporâneo de Roque Dias, Bené Costa, João Pedro Maués, Albertino Lima Lobato (este, por sinal, seu cunhado), Naldo Araujo, Nildo Silva e outros grandes nomes das comunicações em Abaetetuba. Como jogador de futebol foi um razoável, esforçado e dedicado jogador pelos clubes por onde passou e, quando usava a força contra seus adversários, ocasionando as faltas marcadas pelos juízes, ele tinha um gesto instintivo: corria para o juiz e, com as mãos cruzadas por trás da costa, fazia reverência aos juízes, pedindo desculpas e o mesmo fazia com os jogadores em quem causava as faltas e, por isso, dificilmente era expulso de uma partida de futebol. Venuto, o pai de Batista, jogava futebol e formava na zaga junto com o Miguel da Dócia, este pai do Zé Leitão, este foi grande jogador de futebol nos clubes e na seleção de futebol de Abaetetuba.

MEMÓRIA DO BATISTA E A CASA DOS ESTUDANTES DE ABAETETUBA:
Batista, como precisou se deslocar para dar continuidade em seus estudos na Capital, Belém do Pará, foi morar na 1ª Casa dos Estudantes de Abaetetuba que se localizava na Rua de Óbidos, às proximidades do Arsenal de Marinha, em uma casa de alvenaria que se localizava em frente, hoje, de uma das lojas do Supermercado Líder, da Cidade Velha, quando essa rua e as demais desse trecho do Bairro da Cidade Velha e Jurunas eram só mato e lama. Junto com João Batista Costa de Moraes, moraram nessa 1ª Casa dos Estudantes de Abaetetuba os seguintes estudantes, lá na década de 1970:

Clemir de Araujo Nery, filho de Jair Nery e Mariinha e que, posteriormente se formou médico, tendo trabalhado por longos anos nessa função em Abaetetuba, dono de Clínica Médica e que faleceu abrupta e prematuramente em Abaetetuba.

Juquinha Costa, filho de Jucá Costa e D. Dolores, e Juquinha, em meio a muitas dificuldades financeiras, conseguiu se formar como piloto de aviação e, em seu 1º voo profissional, o avião que pilotava caiu e Juquinha Costa veio a falecer, para consternação de seus amigos da Casa dos Estudantes e de Abaetetuba em geral.

Manoel das Graças Costa/Graça, filho de Jucá Costa e D. Dolores, irmão de Juquinha que, ao que parece. se tornou comerciante em Belém. Manoel das Graças era um dos comportados da Casa dos Estudantes.

Garibaldi Nicola Parente/Gari era o mais estudioso e o mais comportado de todos os que moravam na Casa dos Estudantes, e que, por causa da vida boêmia da maioria de seus colegas da mesma casa, se sentia prejudicado com a algazarra de seus colegas, quando estes tiravam o dia e a noite para as rodadas de pinga nos botequins da Cidade Velha, Estrada Nova, Jurunas e Condor. Porém o inteligente Garibaldi foi em frente nos seus estudos no Colégio do Carmo e se formou engenheiro agrônomo na UFRA, e hoje trabalha como professor do Campus Universitário de Abaetetuba/UFPA, em Abaetetuba, e é escritor e grande conhecedor da cultura de Abaetetuba, é casado com Senita Loureiro e com filhos.

Os Irmãos Sobrinho:
José Tibúrcio Sobrinho e família chegaram a morar em uma casa na mesma Rua de Óbidos, às proximidades da Casa do Estudante, casa que foi palco da festa de passagem no vestibular de Raimundo Rodrigues Dias (Engenharia Química), José Wilkens Dias Sobrinho (Medicina, e ele é irmão do Maneca, Beti e Miro, descritos acima) e Ademir Heleno Rocha (Biologia).
Manoel Benedito Dias Sobrinho/Maneca, era outro comportado e inteligente estudante, filho do empresário cearense (abaetetubense por adoção) José Tibúrcio Sobrinho e D. Isabel Dias Sobrinho/Bebé, que se formou engenheiro químico, tendo trabalhado na ELETRONORTE, em Belém/Pa, e se aposentado nessa função e é casado e com filhos, residindo em Belém. Aparece Maneca!
José Claudomiro Dias Sobrinho/Miro, irmão do Manoel Benedito Dias Sobrinho, acima elencado e pertencia ao Quarteto dos Amigos, formado por Batista, Arnaldo, Ademir, quarteto que sobreviveu após a Casa dos Estudantes por mais uma década em Abaetetuba, nos jogos de bilharito e garrafas de batidas. Miro teve que voltar para Abaetetuba onde casou com a irmã de Maria das Graças Lima Lobato, esta a esposa do João Batista Costa de Moraes, portanto, concunhados e Miro com filhos e netos em Abaetetuba.
José Roberto Dias Sobrinho/Beti, irmão do Manoel Benedito e José Claudomiro, acima, e que se formou Técnico em Contabilidade, voltou para Abaetetuba, ingressou por concurso no Banco do Brasil, casou com Aldelena Ribeiro e é pai e avô em Abaetetuba.

Arnaldo Paes Figueiredo, filho de Raimundo Negrão Figueiredo e D. Astrogilda Paes Figueiredo/Gilda, que pertencia ao Quarteto dos Amigos, que era o capitalista da turma e que garantia as rodadas das batidas nos botecos do Pantano (não é Pântano), Quebra-Queixo, Verdes Mares, Yan Pan-Pan (a japonesa), Recreio da Armada, Palácio dos Bares, Travadeira e outros lugares por onde os estudantes sempre se faziam presentes nos fins de semana e nos dias da semana, com chuva ou com sol. Como o Batista era o mais espirituoso da turma era ele que se encarregava de colocar os apelidos nos botequins e seus donos e dar os apelidos de seus colegas, sem malícia nenhuma e levado por seu elevado espírito brincalhão. Ninguém ganhava e escapava das conversas e brincadeiras do Batista e todos perdiam nas suas conversadas. Tiburcinho, irmão do Miro e o Ademir que o digam. Arnaldo, por força dos negócios da família, teve que voltar para Abaetetuba para assumir, junto com Davi, seu irmão, alguns negócios da família (supermercado, fábrica de gelo) e, com o falecimento de seu pai, até os dias atuais é o competente proprietário da fábrica FRIPAL e é casado com a filha do grande músico Daniel Margalho e com filhos garantidos na genealogia dos Figueiredo, residentes em Abaetetuba. Cinthya Margalho, anota os componentes da família do grande músico Daniel Margalho, que agora o Arnaldo Paes Figueiredo pertence.

Ademir Heleno Araujo Rocha, que quando se formou no Curso Ginasial da Escola Bernardino em 1965, sem eira nem beira se mandou para Belém, para morar numa espécie de ensaio de casa de estudante, bancado por Manduca Felgueiras, filho de Mário Felgueiras e D. Valdomira, onde moravam: Jorge Felgueiras, Miguelzinho Aracati, Ademir Rocha, na Travessa José Pio, Bairro do Telégrafo, numa casa sito numa espécie de viela, difícil de achar, mas que os estudantes de Abaetetuba em Belém descobriram e ali se desenrolaram sadias brincadeiras. Ademir se transferiu para a 1ª Casa dos Estudantes de Abaetetuba, se formou Técnico em Contabilidade na Escola Magalhaes Barata, em Belém, ali trabalhou nessa função e foi fazer um passeio em Abaetetuba, onde foi convidado para lecionar a disciplina Técnicas Bancárias e ficou em Abaetetuba dando também aulas de CFB, Matemática, e por conta de sua nova profissão teve que voltar para Belém para completar seus estudos superiores de Licenciatura em Biologia e por conta disso teve que novamente morar na 2ª Casa dos Estudantes de Abaetetuba, agora situada numa das antigas casas da Rua Siqueira Mendes, bairro da Cidade Velha, em Belém e com uma nova turma e amigos e remanescentes da 1ª casa de estudantes. Voltou para Abaetetuba e nas horas vagas fazia as eternas confraternizações com o Quarteto dos Amigos, tendo que deixar o grupo (em termos, por que a amizade com Batista, Arnaldo e Miro se prolongou no tempo) e, agora, o 1º membro do quarteto parte para uma nova dimensão, talvez para zelar por seus amigos que por aqui ainda ficaram. Ademir ingressou em 1981 no Banco do Brasil (e como colega do José Roberto/Beti no mesmo banco) e saiu em 2000, continuou sua vida de professor e casou com Maria de Jesus André e com 5 filhos e 2 netos, ainda trabalhando e é engajado em várias frentes de batalhas e também se divertindo como genealogista e memorialista amador. E por ironia da vida, agora fazendo a genealogia de seu amigo Batista neste momento de sua partida terrena para outra dimensão da vida.

José Raimundo Nery, filho de Janir Nery, primo do Clemir de Araujo Nery, acima elencado, além de estudante era vendedor da conhecida empresa SINGER, e ele, por conta de suas atividades, pouco parava na Casa dos Estudantes e se tornou empresário.

Os Irmãos Galatti:
Rosinaldo, Rosemiro/Gambá e Rosivan, estes também eram moradores da 1ª Casa dos Estudantes de Abaetetuba, eram irmãos do Rosário Galatti/Jupará e este viajava com o seu pai para o Baixo Amazonas fazendo o comércio de regatão. Além desses havia a Adélia, que casou com um abaetetubense, pensamos que é um membro da família Lobato. Rosinaldo, ao que parece é empresário em Belém. Rosemiro, formou-se engenheiro agrônomo e é professor na Universidade Rural da Amazônia e o Rosivan, só ele pode nos dizer por onde anda e o que faz na vida. Era uma alegria só para os Galatti quando a embarcação do pai chegava em Belém, levando materiais, produtos e recursos para os três se manterem em Belém.

Antenor Neves dos Santos/Frango Assado, filho de D. Vitalina/Totó, irmão do Dr. Alberto da Silva Araujo Filho, grande amigo, cuja casa dos pais, em Belém/Pa, abrigou muitas vezes o autor do Blog. Antenor, após a 1ª Casa dos Estudantes de Abaetetuba, mudou para a casa dos pais, adquirida no Bairro do Jurunas, tempo das ruas de palafita e lama, que foi devidamente transformada, junto com as demais vias dessa proximidade em verdadeiras ruas. Antenor, Técnico em Eletrônica, curso de Física abandonado no seu final, casou e com Maria e com dois filhos, um médico e outro engenheiro e uma filha médica. Antenor mora em Belém e é daqueles amigos que a gente nunca esquece pela profunda amizade e muitas aventuras nos tempos de estudantes.

Felipe Ribeiro Filho/Filipinho, filho do comerciante e industrial Felipe Ferreira Ribeiro, da Casa Boa Esperança, na Rua Justo Chermont e Felipinho, no seu carro esportivo Karman-Ghia, ia quase diariamente à Casa dos Estudantes para participar das conversas alegres e descontraídas dos moradores daquela casa. Mora e tem empreendimentos em Belém e redondezas.

Zhucov/Roberto Osório da Costa Lima, que morava às proximidades da Casa dos Estudantes, ali junto ao Recreio da Armada, perto do Arsenal de Marinha, que constantemente estava com o grupo da Casa dos Estudantes, formado em curso superior, trabalhou e se aposentou pela Caixa Ecinômica Federal e reside no Rio de Janeiro/RJ. Vem sempre que pode à Abaetetuba rever seus parentes e amigos

Tia Cacaia, os Enlatados, Ovos e Galinha Cortada do Supermercado Carisma:
Antes da chegada da Tia Cacaia os estudantes da 1ª Casa dos Estudantes de Abaetetuba se alimentavam à base de enlatados, galinha pré-cozida, muito ovo ou as sopas com pão dos restaurantes das proximidades, especialmente do Yara Bar. Era tanta casca de ovo jogado no quintal enlameado da Casa dos Estudantes, que quando os pés de jurumum davam frutos, estes pesavam mais de 10 quilos, tal a quantidade de nutrientes que recebiam de restos e cascas de ovos e outros alimentos.
Tia Cacaia, foi a idosa cozinheira da 1ª Casa dos Estudantes de Abaetetuba, que preparava aquela comida deliciosa, especialmente os bifes e feijoadas e só para os que faziam a vaquinha para o pagamento da cozinheira e dos mantimentos. O Ademir Heleno não podia participar desse grupo, pela falta de recursos financeiros. Porém sempre o Maneca dava o jeito de não deixar ninguém com fome na casa. Tia Cacaia, que Deus a tenha pela comida, paciência e bondade para com os irrequietos moradores da Casa do Estudante, especialmente o Batista e o Gambá.

O amigo João Batista Costa de Moraes, casou com Maria das Graças Lima Lobato, esta irmã da esposa do Miro acima e irmã da esposa do Olavo Xavier de Sena e do professor Albertino Lima Lobato e Batista e Graça tiveram 7 filhos,4ª G/Bisnetos/Bn e netos, 5ª G/Trinetos/Tn, e foi pai e avô consciente e dedicado à família, como foi ao futebol e à educação. Grande amigo Batista, esperamos rever o Quarteto dos Amigos junto novamente, pois esta vida é breve em comparação à que nos espera na Eternidade.

Hoje, no funeral do Batista da Dora, Batista ou Professor Batista revimos os antigos componentes do Quarteto dos Amigos e muitos outros e outras pessoas, nossos velhos conhecidos e muitos parentes, amigos, alunos, colegas do Batista. Batista, que Deus o tenha e continue o brincalhão de sempre.

Blog do Ademir Rocha/Ademir Heleno Araujo Rocha, prestando sua homenagem ao Batista, de Abaetetuba/PA.

quinta-feira, 21 de junho de 2012

FOCOLARES: PROJETO AMAZÔNIA EM ABAETETUBA


FOCOLARES: PROJETO AMAZÔNIA EM ABAETETUBA 1
Os dirigentes do MOVIMENTO DOS FOCOLARES em Abaetetuba pediram ao autor do BLOG DO ADEMIR ROCHA para ele elaborar uma postagem e um convite sobre o Projeto Amazônia em Abaetetuba e dizer do que se trata. Podemos dizer, como membro dos Focolares em Abaetetuba, e pelas participações que já tivemos em encontros desse tipo em anos anteriores, que os momentos do Projeto Amazônia são momentos de congraçamentos, de ambiente de família, de conhecimentos, de inculturação, de serviços, de descobertas, de alegria, de unidade, de comunhão, de meditações, orações, agradecimentos à Deus, enfim, são momentos de Evangelização com diferentes conotações, onde todos são envolvidos pelo clima de Unidade e onde todos se tornam protagonistas dos diferentes momentos do Projeto, indo dos preparativos, dos ensaios, das visitas, dos eventos, das missas, dos momentos culturais e de lazer, dos encontros, etc. O Convite já está sendo feito aqui nesta postagem, aos moradores dos bairros e paróquias que já foram também protagonistas do Projeto Amazônia dos anos anteriores e agora como testemunhas de que a Unidade é possível e dando sua contribuição nos diferentes momentos do Projeto e aos moradores dos bairros, paróquias e localidades onde o Projeto se desenvolverá este ano de 2012 de 14 a 22 de julho. No caso de 2012, são as paróquias dos bairros do Mutirão, do Cristo Redentor, do Divino onde acontecerão momentos do Projeto e, principalmente, os moradores das localidades Ypixuna e Abaetézinho, em Abaetetuba, onde se desenvolverá grande parte do encontro com as famílias dessas localidades. Virão pessoas de outros recantos do Brasil para também participar dos eventos do Projeto Amazônia 2012.
A 7ª edição do Projeto Amazônia já está marcada para os dias 14 a 22 de julho de 2012.
Explicar o que é o Projeto Amazônia não é tarefa fácil, por que para entender, melhor seria participar. Mesmo assim postamos algumas mensagens, explicações, fotos que foram recolhidas de alguns Blogs, links ou sites que procuram divulgar os momentos do Projeto Amazônia em algumas localidades da Amazônia. Leia abaixo:
Fontes: projetoamazoniafocolare.blogspot.com
               www.focolare.org 
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O que é o Projeto Amazônia do Movimento dos Focolares?
 O “Projeto Amazônia” nasceu em 2005, envolvendo os membros do Movimento dos Focolares de todo o Brasil, com o objetivo de dar uma resposta concreta aos apelos da CNBB em relação a grave situação da Região Amazônica, principalmente no que tange a carência de assistência espiritual devido à vastidão dessa imensa região.
O projeto desde a sua primeira edição em 2006 despertou o interesse de muitos que se colocaram a disposição para viajar, deslocando-se das diversas regiões brasileiras para realizar ações de evangelização. Nos dois primeiros anos o projeto foi realizado em Vilhena, Cerejeiras e Porto Velho em Rondônia e Rio Branco no Acre.
Em 2008, 75 pessoas se deslocarem de suas regiões, contando com as comunidades locais, foram mais de 200 os membros do movimento que participaram deste projeto. Pudemos assim incluir novos pólos de atuação: Santarém na confluência dos rios Amazonas e Tapajós, Curupaití perto de Viseu, ambos no Pará e também Humaitá as margens do Rio Madeira no Amazonas.
Este ano estaremos atuando nas cidades de Boa Vista em Roraima, Maués no Amazonas, Abaetetuba e Bragança, no Pará.
Como colaborar com o nosso Blog?
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Projeto Amazônia
19 Fevereiro 2012
Desde 2005, uma intensa experiência de evangelização, no coração da grande floresta. É impossível elencar todos os frutos.
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Em 2003, uma das propostas da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) para a “ação evangelizadora da Igreja no Brasil”, foi a de suprir a falta de representatividade da Igreja na Região Amazônica, equivalente a mais de 50% do território nacional e que compreende nove estados: Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima, e Tocantins.
Os bispos do Brasil manifestaram uma crescente preocupação pela situação da Igreja naquela região, que, por diversos fatores – entre os quais a dificuldade de assistência espiritual devida à falta de sacerdotes e a vastidão do território – apresenta uma progressiva diminuição do número de fieis, enquanto cresce substancialmente a adesão às seitas.
Em 2004, o então responsável pela Comissão da Amazônia na CNBB, Dom Jayme Henrique Chemello, exprimiu o desejo que o Movimento dos Focolares, em sintonia com a Igreja no Brasil, contribuísse para a evangelização dessa região, na linha do carisma da unidade e da espiritualidade de comunhão.
Nasceu a ideia do Projeto Amazônia: promover viagens de pessoas dos vários setores do Movimento (focolarinos, focolarinas, famílias, jovens), provenientes das diversas regiões do Brasil, que dedicam cerca de dez dias de suas férias para ir a locais previamente escolhidos pelos focolares, de acordo com as dioceses, e realizam, juntamente com as comunidades locais do Movimento, uma intensa ação de evangelização, com visitas às casas, cursos de formação para as famílias, jovens, adolescentes e crianças, visitas às escolas, entrevistas em emissoras de rádio ou TV locais, e outras atividades, segundo as necessidade de cada lugar.
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O projeto suscitou o interesse de muitas pessoas que se colocaram à disposição para viajar até 60 horas de ônibus ou cinco de avião, e mais 24 horas de barco, assumindo a próprias despesas e enfrentando todos os naturais contratempos em deslocamentos como estes, do sul ao norte do país. No início participavam cerca de 30 membros do Movimento a cada ano, atualmente são cerca de 150, com uma ativa e sempre crescente participação de jovens, felizes e realizados com esta experiência de doação ao próximo. As pessoas envolvidas pelo projeto, com um contato pessoal, de 2005 a 2011, chegam ao número de 26 mil.
É impossível elencar os frutos desta ação, mas vimos jovens entusiastas em seguir Jesus, famílias renovadas, católicos que se reaproximaram da Igreja. Também para religiosas, sacerdotes e outros, imersos em constantes desafios, encontrar pessoas que desejam viver com ardor a própria vocação de batizados foi uma verdadeira consolação.
O Projeto Amazônia em 2011
De 16 a 24 de julho de 2011 realizamos a 6ª edição do Projeto Amazônia, desta vez em três cidades: Abaetetuba e Bragança (no estado do Pará) e Barreirinha (no estado do Amazonas), alcançando ao todo 4739 pessoas, das quais 2330 jovens, adolescentes e crianças. Participaram 142 membros do Movimento dos Focolares, de vários estados do Brasil.
Mais uma vez constatamos que esse projeto é um potente meio de evangelização e difusão da espiritualidade de comunhão. Prioritários foram os relacionamentos pessoais, que produzem muitos frutos de conversão.
Os cursos para casais demonstraram ser muito eficazes para melhorar o diálogo dentro das famílias. Na situação de sofrimento e poucas expectativas para o futuro em que vivem – uma realidade nas pequenas cidades espalhadas no meio da imensa floresta – muitos reencontraram a esperança.
Vemos nessa experiência uma resposta aos incontáveis desafios da evangelização. Parece-nos um caminho adequado de inculturação na realidade do nosso povo, para partilhar de suas dificuldades e, ao mesmo tempo, reacender em muitos o desejo de serem portadores do Evangelho.
Para dar apenas um exemplo, a aventura na cidade de Barreirinha, que é uma pequena cidade no interior do Amazonas, com cerca de 10 mil habitantes, uma população prevalentemente indígena. Pode-se dizer que alcançamos toda a cidade, seja por meio das visitas e encontros, seja através dos meios de comunicação.
Um jovem escreveu: “O povo de Barreirinha é muito alegre e acolhedor. Sendo tão poucos não podíamos imaginar como teríamos podido chegar ao coração de todos. E qual a nossa surpresa: toda a cidade estava conquistada por Jesus, como numa rede. Pouco a pouco víamos que eles se transformavam”.
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Foi muito importante apresentar o Dado do Amor, o jogo que Chiara Lubich criou para ajudar as crianças e adolescentes a viverem o Evangelho. Cerca de 1500 crianças ganharam o dado, e foi realizado um curso de formação para 54 professores e diretores de cinco escolas, para explicar-lhes o uso deste instrumento pedagógico.
Visitamos 150 famílias de dois bairros muito carentes e 60 casais participaram do encontro de formação. Cerca de 350 pessoas participaram da S. Missa na qual foi apresentado o “Dado do amor”, com experiências vividas pelas crianças.
Comovente também foi a visita à penitenciária da cidade, onde se estabeleceu com os presos um diálogo cheio de confiança, tanto que também a eles pudemos apresentar a “arte de amar”.
A sétima edição do Projeto Amazônia já está marcada para os dias 14 a 22 de julho de 2012.
Alguns depoimentos daqueles que vieram de longe:
“Disse o meu sim a Deus e à Igreja. O Projeto deu-nos a ocasião de construir relacionamentos profundos na Igreja local”.
“Eu vim para dar e no final recebi muito”.
“Para vir aqui deixei tudo. Em cada instante esforcei-me para ser um vazio de amor, pronta a dar a vida pelos próximos que encontrava”.
“Por várias vezes experimentei a presença do Espírito Santo que ajudava-me a encontrar as palavras certas nas várias situações. Sinto uma felicidade imensa… quero colocar-me à disposição para, de alguma forma, continuar a acompanhar estes jovens”. 
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E das comunidades visitadas:

“Creio que daqui para frente a minha vida de casado, de pai, será totalmente diferente. Obrigado por terem vindo até nós”.
“Experimentei uma forte presença de Deus”.
“O encontro com Jesus mudou a nossa vida. Não somos mais os mesmos, foi transformada a nossa vida pessoal e de família”.
“Um encontro com Deus. Jamais havia feito uma experiência assim; quero viver a “arte de amar” com vocês…”.
Um sacerdote: “Vendo vocês não me sinto mais só”.
“As tantas coisas boas e novas que aprendi nestes dias tocaram-me profundamente… daqui para frente este Ideal será o meu estilo de vida”. 
  
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NOVA GERAÇÃO
Segunda-feira, 25 de julho de 2011
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No domingo à noite um momento em família, todos com muita alegria estávamos felizes de termos vivido esta experiência única nas nossas vidas. Agradecemos a comunidade de Barreirinha pela acolhida, amor e generosidade. 
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Postado por Projeto Amazônia - Focolare às 09:40
 

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Na tarde deste domingo concluímos o Projeto Amazônia em Barreirinha com uma Jornada que contou com aproximadamente 100 pessoas, dentre os quais, jovens, adultos e crianças. 
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Foi um momento muito bonito com músicas, experiências, onde pudemos apresentar a todos Deus Amor e a resposta a este amor vivendo e fazendo a Sua vontade. Sentíamos que a sala acolhia com grande alegria a proposta apresentada. 
E o ponto culminante da jornada foi a apresentação da Beata Chiara Luce Badano, uma jovem de hoje que escolheu Deus-Amor e viveu a Sua vontade até o fim, um modelo de santidade para todos.

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Neste domingo, pela manhã, na missa das crianças, apresentamos o Dado do Amor para 350 crianças, foi um momento muito legal, pois todas estavam atentas a proposta do jogo do dado do amor e ficaram muito contentes. 
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Postado por Projeto Amazônia - Focolare às 09:29 
Domingo, 24 de julho de 2011

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Com grande alegria visitamos, hoje, uma comunidade muito ativa das proximidades de Barreirinha, chamada Terra Preta do Limão, que por muito tempo foi apelidada de Iraque, por causa de vários casos de violência, mas depois de conhecer o Ideal da Unidade e escrever para Chiara Lubich, contando estes fatos, a comunidade recebeu da fundadora do Movimento dos Focolares um nome novo: Terra de Paz.Descrição: IMG_6933 
Permeada de momentos de família e de grande amor recíproco entre todos, a visita foi uma demonstração da generosidade de um povo que vive o mesmo Ideal, superando as barreiras das distâncias geográficas, mas que acreditam no imenso amor de Deus.
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Postado por Projeto Amazônia - Focolare às 09:05 
 
Sábado, 23 de julho de 2011
Tão quanto nas visitas e nos cursos, no lazer também pudemos experimentar momentos de comunhão entre nós e a comunidade de Barreirinha, no passeio que fizemos, sob um belo céu ensolarado, com muitos mergulhos e grande festa.
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Foi um dia de descontração onde pudemos contemplar na natureza a beleza do Criador, e experimentávamos também ali um clima de família, onde cada um colocava em comum com todos aquilo que tinha.
Postado por Projeto Amazônia - Focolare às 19:20   
Sexta-feira, 22 de julho de 2011
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Nesta quinta feira, abordamos o tema: Jesus Crucificado e Abandonado, Dom de Amor na Família, com experiências e um momento de perguntas e respostas, concluindo o curso para as famílias, com uma pequena confraternização. Havia uma grande alegria!
Algumas impressões do curso de famílias:
Descrição: image“Para mim o encontro foi muito importante, pois é uma experiência de vida para eu poder comunicar aos meus filhos, no dia a dia da minha vida, com amor de Deus em meio de nós”
“Foi maravilhoso. Acredito que de hoje em diante a minha vida de casado, de pai, será totalmente diferente, coisas que a gente nem dá valor, mas é muito importante para a convivência diária. Obrigado por vocês terem vindo até nós”
“Pra mim foi muito proveitoso, aprendi muito sobre a família, como conviver com os filhos, marido, como dialogar, Descrição: imageentender, conversar, me tocou muito”
“Para mim foi de suma importância, pois, refleti muito sobre erros meus, cometidos dentro da minha família. Agora vou mudar e colocar o “amor onde não há amor” em todas as situações de minha vida, principalmente com meu esposo: quero tratá-lo bem e ter uma vida nova com ele”.
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Postado por Projeto Amazônia - Focolare às 22:54 
quinta-feira, 21 de julho de 2011
 Aproveitamos também para visitar os presos na delegacia da cidade.
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Foi um momento único, pois, apresentamos o  Dado do Amor que suscitou um momento profundo de comunhão. 
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Alguns disseram:
“Seguir em frente apesar de todas as dores”
“Antes da prisão até meu filho tinha medo de mim. Agora que estou aqui dentro, entendi o valor da familia. Hoje meu filho consegue me abraçar.”
Quarta-feira, 20 de julho de 2011

Projeto Amazônia Abaetetuba-Pa

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O clima de unidade só vem crescendo entre todos aqui em Abaetetuba, o reflexo disso são as constantes visitas feitas pela manhã nas casas das três comunidades em que estamos trabalhando, o indice das Drogas e da Violência é muito elevado em toda a cidade, e com isso surgiu uma idéia de reunir alguns de nós para fazer um estudo durante esses dias para poder melhorar esse quadro. E um dos pontos altos são os encontros feitos durante a noite com os casais, as crianças e os jovens. Com os Casais são feitos diálogos sobre a vida de casado, as crises e a educação dos filhos; Com as crianças se trabalha o "Dado do Amor" e com os jovens discutimos assuntos sobre Midia, Violência e Relacionamentos.

O Dia passa muito rapído e no final do nos sentimos cansados, porém a nossa alma fica repleta de alegria por está fazendo com amor e á cada momento a vontade de Deus. Hoje tivemos as visitas nas casas, entrevistas nas Radios e logo mais a noite os encontro, estamos unidos a todos as outras cidades onde estão acontecendo o Projeto Amazônia e amanhã teremos mais aguardem-nos!!!!!

Artigos, Fotos, experiências e sugestões:
Envie no nosso endereço e-mail: proj.amazonia.focolare@gmail.com
A sétima edição do Projeto Amazônia já está marcada para os dias 14 a 22 de julho de 2012.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Abaetetuba(PA) - Relatos de quem participou do Projeto Amazônia

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Rodrigo é um dos jovens que fizeram parte da equipe que construiu o Projeto Amazônia em Abaetetuba(PA). Esta é a impressão que ele teve na vivência do Projeto.
"O Projeto Amazônia foi mais uma experiência concreta do Amor de Deus pelos seus filhos."
"Abaixo descreverei algumas experiências:"
Deus não se deixa vencer em generosidade
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"Quando aceitei o desafio de participar de um projeto como este, veio logo a mente o fato de que poderia ajudar muitas pessoas, seja aconselhando, escutando, através de uma canção, etc... Ao final de tudo, até entendo que pude levar algo bom para alguém, mas sem dúvida, recebi muito mais de todos com quem tive contato. Mais uma vez vem a mente aquela frase: “Deus não se deixa vencer em generosidade”.
Muitas vezes batia a preocupação de como iríamos nos comunicar com aquelas pessoas, as quais nunca tínhamos tido qualquer contato. Então lembrávamos que antes de qualquer coisa, íamos com o objetivo de amar, amar e amar a cada um que Deus colocasse em nosso caminho...Acredito que essa foi a receita fundamental para que depois tudo desse certo."
Visita às Famílias
"Pela parte da manhã visitávamos as famílias em suas casas. Foi um grande desafio, pois não sabíamos de que forma ele iriam nos receber. Pra nossa surpresa, fomos recebidos muito bem, até mesmo pelas pessoas que eram de outras denominações religiosas.
Muitas vezes entrávamos em casas que estavam prestes a cair na cabeça das pessoas que ali moravam, por isso tínhamos medo, mas ao entrar, esquecíamos de qualquer obstáculo. A forma com que éramos recebidos, as histórias de vida que eram partilhadas, o café preto maravilhoso tornava o ambiente acolhedor e agradável."
Encontro com os jovens
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"Por volta de 18:30 iniciávamos nossos encontros com as crianças, adolescentes e jovens.
Nos encontros com os jovens e adolescentes realizávamos dinâmicas, brincadeiras, cantávamos, partilhávamos experiências de vida. Ao final de cada dia, após falarmos de nossas experiências, oferecíamos desafios a eles, como: Amar por primeiro, amar o inimigo, perdoar o irmão, etc....vários se comprometiam a tentar viver cada frase.
Nas atividades com os jovens foi possível perceber, muito concretamente, Jesus em nosso meio, ao conduzir os encontros; Jesus abandonado, nos momento de dificuldades com os quais nos deparamos. Sabíamos que não seria fácil, talvez, vários daqueles jovens e adolescentes jamais tinham recebido um ato de Amor, mesmo de seus familiares. No final de tudo, éramos tratados como pessoas de suas famílias, muitos levavam os papais para que nos conhecessem, nos convidavam para ir almoçar em suas casas, nos escreveram cartas de agradecimento.
É gratificante saber que uma pequena semente foi plantada no coração de cada pessoa que participou do projeto. Muitos dos jovens que estiveram conosco ao longo do projeto, nos disseram, ao final, do desejo de realizar atividades positivas em suas cidades – Como um plano para o recolhimento do lixo de sua cidade."
Tarde Cultural
"Na quinta-feira (22/07) foi realizada uma tarde cultural, quase 20 apresentações ao longo da programação, envolvendo: música, teatro, dança, etc..."


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O que descrevi aqui foi uma pequena parte do que foi realizado através do “Projeto Amazônia 2010”. Eu não seria capaz de transmitir integralmente aquilo que está guardado nos corações e mentes de cada participante do projeto.
O projeto, mais uma vez, confirmou que através do Amor podemos viver um pouquinho o Céu ainda neste mundo.
Muito obrigado a todos que de alguma forma contribuíram com o Projeto."
Grande Abraço!!!!
Rodrigo Alcântara
Este ano estaremos atuando nas cidades de Boa Vista em Roraima, Maués no Amazonas, Abaetetuba e Bragança, no Pará.

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Produzido e reproduzido pelo Blog do Ademir Rocha, de Abaetetuba/PA, em 21/6/2012