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segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Famílias A - Matriz Genealógica Abaetetubense

Famílias A - Matriz Genealógica Abaetetubense
FAMÍLIAS A
 Os A
Ernestina A, citada em 1940 como contribuinte da festa de NS. da Conceição em Abaetetuba, atraves da diretoria.

FAMÍLIA ABREU
Os Abreu
Guilherme Abreu
"Os atores de Abaeté foram os seguintes: Pombo da Maroca Lima, Licínio Araujo, Diquinho Soares, Angelina Araujo, Miloca matos, Bararaty Barroso Franco, João Pontes, Antonico Araujo, Menina Arthemita, Lucília Pinheiro, Abel de Barros, Edgar Borges, Prudente de Araujo, Raimundo leite, Guilherme Abreu, Osvaldina da Fonseca, Hilda V. da Fonseca, Elpídio Paes, Risoleta de Lima Araujo, Abel Lobo, Pedro Loureiro, ... Ano de 1919: “A primeira Diretoria do Grupo Scênico Abaeteense era formado por artistas amadores de Abaeté. Presidente, Abel Barros; vice-dito, João Nepomuc de Pontes; 2º vice-presidente, Abel Lobo; 1º secretário, Prudente de Araujo; 2º dito, Bararaty Franco; tesoureiro, Raimundo Leite e o ensaiador, Guilherme Abreu”.
Lista de consórcios do Vera Cruz
"Guilherme Abreu, Raymmundo Valentim Barbosa, José Ferreira, Raymundo Paraense Quaresma, Celestino Maués da Trindade, Raymundo Pereira Muniz, Murilo de Carvalho, Humberto Parente, Jorge Felix dos Santos, Tenente Eugênio Tavares. Todos os consorciados do Vera Cruz pagavam mensalidades. Outra lista de 1920: Argemiro Campelo, Ubaldo Souza (jogador do Vera Cruz), Oscar Martins, Tupy Jorge Herane, Elderico Maria da Silva."
Família
. Bebé do Abreu, antigo jogador de futebol nos anos de 1940/1950 e mecânico de Abaeté.. Davi Abreu, antigo jogador de futebol do Vasco da Gama nos anos de 1950.
Raimundo Abreu e Joana Lopes de Abreu
Nina Abreu/Nina Meire de Abreu
Os músicos Cardinal, Miguel Loureiro e Agenor faziam os enredos dos cordões de pássaros de Nina Abreu.
Mas foi o cearense Manoel Antonio de Souza o introdutor do folclore junino em Abaeté, na forma de cordões de pássaros e boi-bumbá. Nina Abreu criou inúmeros cordões: borboleta, ...
. Nina Mary de Abreu, com 74 anos em 2010, foi a principal responsável pela conservação do folclore de cordões de pássaros e outros cordões da quadra junina em Abaeté nos anos de 1940 e 1950 e contando com a ajuda de seus parentes, tradicional artesã de miriti e outros materiais de Abaetetuba.
Raimundo Abreu, ator e ensaiador teatral, membro do Grupo Scênico de Abaeté nos anos de 1920, citado em 1944, abnegado carnavalesco e folclorista de Abaeté junto com sua esposa, introdutor do Cordão dos Pretinhos no carnaval abaeteense (junto com os mestres Afonso, Severino e outros), c/c Joanna Lopes e tiveram filhos.
SALOMÉ ABREU, citada em 1940 como contribuinte da festa de NS. da Conceição em Abaetetuba, através da diretoria.
Os Braga de Abreu
Família
Dr. Lindolpho Cavalcante de Abreu/Dr. Abreu
Médico sanitarista baiano da cidade de Remanso, humanitário em sua função de médico, inspetor sanitário, pesquisador de doenças tropicais, sífilis e doenças de mulheres e crianças, citado em 1904, fabricante de seus próprios remédios e poções e que trabalhou incansavelmente nos surtos e epidemias de febre amarela, cólera malária, varíola e gripe espanhola (esta em 1918) em Abaeté, visitando e tratando os doentes pobres em suas próprias casas, ajudou o Dr. Evandro Chagas em suas pesquisas da leishimaniose e doenças tropicais em Abaeté, como político escreve o Manifesto Político em favor do Partido Republicano Federal em 1918, foi Intendente Municipal de Abaeté (1922-1926) disputando contra tradicionais nomes de Abaeté e nessa função abriu escolas, conservou jardins, comprou  antigo prédio da prefeitura que até então era alugado, lutou pela ampliação dos limites de Abaeté, residente à Rua Siqueira Mendes em 1925, c/c Carlota Braga e tiveram filhos.
Uma citação de 1925 dos tempos do Intendente Municipal Dr. Lindolpho Cavalcante de Abreu:
“Praça Dr. Augusto Montenegro, esquina com a Rua Floriano Peixoto”
. Joanna Braga de Abreu, filha do médico Lindolpho Cavalcante de Abreu (que foi intendente de Abaeté de 1922-1926), casou com o abaeteense Theodomiro Amanajás de Carvalho, este membro da 1ª Comissão para arrecadação de fundos para a construção da nova Igreja de N. S. da Conceição e parente do Professor Basílio de Carvalho.
. João Braga de Abreu, filho do médico sanitarista Lindolpho Cavalcante de Abreu, nasceu em Remanso/Ba em 12/2/1886 e veio para o Pará em 1896, ficou morando com seus pais em Belém e veio com a família para Abaeté em 1911, orador do Clube Lauro Sodré em 1914 e que tinha como presidente Domingos de Carvalho, foi um dos fundadores do jornal “A Evolução” e também o seu redator.
João e Joanna Braga de Abreu.
Citações, em maio de 1914:
O Clube Lauro Sodré, tinha como orador João Braga de Abreu, filho de Lindolpho Abreu, foi um dos fundadores do jornal “A Evolução” e também o seu redator. O presidente do Clube Lauro Sodré era Domingos de Carvalho”.
Os Pauxis de Abreu
. Quintino Pauxis de Abreu, membro da Irmandade de São Sebastião em 1908. Vide os nomes da Irmandade.
Família
Os Wanzeller de Abreu
. Guilherme Abreu, ator e ensaiador teatral, baluarte do Grupo Scênico de Abaeté nos anos de 1920, grupo teatral que encenava peças no alpendre da Igreja do Divino para angariar fundos para a construção da nova Igreja Matriz de Abaeté, casou e teve filhos.
. Helena Wanzeller de Abreu, filha de Guilherme Abreu.
. Oscarina Wanzeller de Abreu, filha de Guilherme Abreu.
Família Acatauassu.
Acatauassu Nunes foi um dos primeiros donos de engenho, ainda nos tempos de Abaeté vila. Ele era famoso por maltratar seus escravos, trabalhadores e demais subordinados. Corria a história entre os antigos donos de engenho em que estes diziam aos seus escravos ou trabalhadores “Se não trabalhares direito eu vou te vender para o Acatauassú”, o que era um santo remédio para os trabalhadores redobrarem seus trabalhos nos engenhos.
FAMÍLIA AIRES
Os Aires de Lima
Família
Adamor Aires de Lima
Músico ribeirinho, filho de Pedro Pereira Pinheiro de Lima e Italvina Aires de Lima, nascido na localidade de Mahuba, morou no Panacuéra, trabalhava nos engenhos de Abaeté como caldereiro. Como músico iniciou seu aprendizado em 1951 com o Sr. Edmundo Quaresma, também ribeirinho do Arapapu. Adamor iniciou seu aprendizado musical no banjo e em 1974 veio para a cidade de Abaetetuba e se integrou definitivamente na Banda Carlos Gomes, da qual já participava desde 1961 tocando trombone, mesmo morando no interior, no tempo do Mestre Miguel Loureiro.
. Adamor Aires de Lima, foi antigo membro do Clube Carlos Gomes, em Abaetetuba, conforme citação:
Componentes da Banda Carlos Gomes nos anos 1980: Rui Guilherme, mestre da banda; Prudente Araújo, no flautim; Miguel Negrão, no clarinete; Manoel Antonio, no pistão; Valdeíno Cardoso, no trombone; Otacílio Dias (Ramito), no sax alto; Adamor, no sax alto; Francisco Negrão no sax tenor; Vicente Gama, como bumbeiro; José Pinheiro Rodrigues, na caixa clara; Manoel João, como pratilheiro; Benito Cardoso, na caixa surda; Belchioara, no baixo tuba.
Italvina Aires de Lima, casada com Pedro Pereira Pinheiro de Lima e com filhos: Adamor Aires de Lima e outros
FAMÍLIA ALBUQUERQUE
Família
Os Solano de Albuquerque
. João Solano de Albuquerque (irmão de Raimundo Solano de Albuquerque), tenente, citado em 1946, 1953.
. Raimundo Solano de Albuquerque/Didi Solano, antigo morador da Rua Benjamim Constant em Abaeté, esotérico, comerciante com a firma R. Solano & Cia e dono do engenho de cachaça Santa Rosa, comprado de Adalberto Silva, fabricante da cachaça Alvorada, no Rio Guajarázinho, comerciante do setor de pesca e dono do iate Solano, citado em 1946, 1953. O engenho, devido dificuldades financeiras foi repassado para Bebé & Batista.
Os Solano de Albuquerque
. Maria Izabel da Silva Solano, filha de Oscar Solano, concluinte da 1ª turma de humanistas dp Ginásio Bernardino Pereira de Barros.
. Oscar Solano de Albuquerque, comerciante à Rua Justo Chermont em Abaeté, comerciante de regatão para o Baixo Amazonas na canoa Estrela do Mar e citado em documentos de 1931, membro da comissão para a construção da Igreja de Nossa S. da Conceição em 1933, citado em 1944.
FAMÍLIA ALCÂNTARA
Os Alcântara
Altino Alcântara, citado em 1940 como contribuinte da festa de NS. da Conceição em Abaetetuba, atraves da diretoria.
Sabino Alcântara, citado em 1940 como contribuinte da festa de NS. da Conceição em Abaetetuba, através da diretoria.
Os de Alcântara
SEBASTIANA LEONTINA DE ALCÂNTARA, , citado em 1940 como contribuinte da festa de NS. da Conceição em Abaetetuba, através da diretoria.
Os Cardoso de Alcântara
Marcelino Cardoso de Alcântara, vide  citação abaixo sobre a Irmandade de S. Sebastião:
Os V. Alcântara
Domingos Tertuliano V. Alcântara, citação abaixo sobre a Irmandade de S. Sebastião.
FAMÍLIA ALMADA
Família Almada
Os Almada
José Almada, citado em 1940 como contribuinte da festa de NS. da Conceição em Abaetetuba, através da diretoria.
Paulo Almada
Natural da localidade rio Acaraqui, neto de Faustino Almada e Izabel Almada, atualmente residindo em Manaus/AM.
FAMÍLIA ALMEIDA
Os Almeida
Maxico Almeida, foi músico da Banda Carlos Gomes, vide citações sobre a banda:
• Flautins, de Prudente Araujo, João Bernardino Dias; Clarinetes de: Cardinal, Miguel Negrão, Félix Machado, Felippe Santiago de Araujo, Heráclio Delmiro Sales, Arcelino Pinta Caroço, Bê Nunes, Maxico Almeida, Bideca;
MIGUEL ALMEIDA, citado em 1940 como contribuinte da festa de NS. da Conceição em Abaetetuba, através da diretoria.
. Tomás Almeida, foi músico na Banda Carlos Gomes, vide citações sobre a banda:
Os de Almeida

. Eneas de Almeida, contribuinte em 1961 da festa de N.S. da Conceição em Abaetetuba
RAYMUNDO DE ALMEIDA, citado em 1940 como contribuinte da festa de NS. da Conceição em Abaetetuba, através da diretoria.
Os Almeida e os outros
Os de Almeida Nobre
 Delmiro de Almeida Nobre
 É citado em documento de 1922:
"Olyntho Rocha, Garibaldi Parente, Felix Antônio, Antônio dos Santos, Miguel Jorge, herdeiros de Alexandre Felix, Elias Felix dos Santos, Maria Maués Nunes, Raymmundo Lício Bahia, Jorge Antônio, Anísio Alvim de Lima, Raymmundo Nonnato Bahia, Francisco de Paula Paes, Felippe João, José Saul, Francisco Assunpção dos Santos Rosado, Abel Ayope Elias, Jorge Padre, Américo Nery Cordeiro, Antônio Costa, Antônio dos Santos, Manoel Pereira Aracaty, Júlia de Mattos, Paschoal Caporal de Francesco, Dr. João Nery da Costa, Cel. Aristides dos Reis e Silva, Joaquim Lopes, Latino Lídio da Silva, Maria Brazil Sampaio, Manoel de Araújo Pimentel, José Bechir Elias, Plácido José Ribeiro, Cel. Hygino Maués, Raymmundo do Carmo Maués, José Francisco dos Reis, Emygdio Nery Sobrinho, Delmiro de Almeida Nobre, Augusto Pereira Leite, Firmo Roberto Maués, José Honório Roberto Maués, Raymmundo Gonçalves Chaves, Ricardino de Araújo Margalho, Jayme Rodrigues da Silva, João Bernardino Dias, A. Villaça da Silva, Capitão João dos Reis e Silva,Francisco Freire de Andrade, Felippe Baptista da Costa, Bernardo Auto de Carvalho, João Floresta dos Santos, Emiliano de Lima Pontes, Pedro Pinheiro Paes, Miguel Elias, Elmásia Felippe João, Antônio dos Santos, Ismael Augusto Gomes, Pacífico Antônio da Silva, Raymmundo Nonnato Pauxis, Antônio Paes Filho, Raymmundo Reis, Cel. Maximiano Guimarães Cardoso, Capitão Leopoldo Anísio de Lima, Capitão Messias de Sigmaringa Lobato, Manoel Joaquim da Silva Lobato, Abílio Freitas de Araújo, Abel Guiães de Barros, Antônio de Figueiredo Dias Primo, Anna Seraphina Pinheiro, José Augusto Fortunato, Herdeiros de Chrisanto José Lobato, Miguel Mendes dos Reis, Ambrósia Lobato, Capitão Trajano Pereira de Barros, Rodolpho Pereira de Araújo, herdeiros de Felippe Santiago de Araújo, herdeiros de José Mendes dos Reis, Damásia Araújo, herdeiros de Manoel C. de Oliva Bello, herdeiros de Américo de Figueiredo, Joaquim Loureiro da Silva, herdeiros de Arlindo Lobato Negrão, José André Margalho, Epaminondas Margalho, Ramiro Pereira de Araújo, Guilhermino Correa Villaça."
Os Almeida dos Santos 
. Eladio Almeida dos Santos
Banda Virgem da Conceição
Agenor Ferreira da Silva, presidente e mestre da banda; Francisco de Miranda Margalho, vice-presidente; Raimundo Nonato Xavier, secretário; Eládio Almeida dos Santos, diretor musical e Bento Barbosa dos Santos, tesoureiro.
Felipa de Almeida
Contribuinte em 1961 da festa de N.S. da Conceição em Abaetetuba. Justino Apolinário de Almeida
Contribuinte em 1961 da festa de N.S. da Conceição em Abaetetuba
Os outros e os Almeida
Os Barbosa de Almeida
Pedro Barbosa de Almeida
Contribuinte em 1961 da festa de N.S. da Conceição em Abaetetuba
Os Conceição de Almeida
RAYMUNDO CONCEIÇÃO DE ALMEIDA, , citado em 1940 como contribuinte da festa de NS. da Conceição em Abaetetuba, através da diretoria.
, citado em 1940 como contribuinte da festa de NS. da Conceição em Abaetetuba, através da diretoria.
Os Gomes de Almeida
. ANTONIA GOMES DE ALMEIDA, citada em 1940 como contribuinte da festa de NS. da Conceição em Abaetetuba, através da diretoria.
. Antonio Gomes de Almeida, contribuinte em 1961 da festa de N.S. da Conceição em Abaetetuba
Os Rodrigues de Almeida
. Maria de Nazaré Rodrigues de Almeida, contribuinte em 1961 da festa de N.S. da Conceição em Abaetetuba
Os V. de Almeida
. RAYMUNDO V. DE ALMEIDA, , citado em 1940 como contribuinte da festa de NS. da Conceição em Abaetetuba, através da diretoria.
FAMÍLIA ALVES
Os Alves
Adalberto Alves, citado em 1940 como contribuinte da festa de NS. da Conceição em Abaetetuba, através da diretoria.
Bertholdo Alves, citado em 1940 como contribuinte da festa de NS. da Conceição em Abaetetuba, através da diretoria.
Ângela Maria Alves, citação:
Os "irmãos" da Irmandade de S. Sebastião em 1908, eram os seguintes: José Brandão Pimentel, Manoel Raymundo do Nascimento, Horácio de Deus e Silva Afilhado, Luiz Cavalcante da Frota, Gabriel Correa de Castro, Raymundo Pimentel da Silva, Liberato Antonio Baía, José da Conceição Amanajás, Raymundo Bandeira dos Reis, Leovegildo de Oliveira Campos, Camilo Alípio Pereira, Raymundo de Araujo Borges, Arlindo Lobato Negrão João Bandeira dos Reis Filho, Pacífico Mariano dos Reis, Prudente Ribeiro de Araujo, João Nepomuceno Viégas, José de Souza Pereira, Manoel Rodrigues, Miguel R. da Costa, Frederico Arleciano da Silva, Benedito Alexandre Cardoso, Anselmo H. Barbosa, Tupy Jorge, Manoel Antonio de França, Benedito do Nascimento, Simeão dos Santos Pereira, Olegário Pereira de Barros, Bernardino Pereira de Barros, Quintino Pauxis de Abreu, Delphino Cardoso, Domingos Tertuliano V. Alcântara, Marcelino Cardoso de Alcântara, Waldério de Moraes Pimentel, Luís Monteiro de Araujo, Abel Constantino da Silva, Ervécio de Castro, Licurgo de Sousa Paixão Pimentel, Benedito Ribeiro, José Pedro de Araujo, Anselmo Pereira do Valle, Raymundo dos Santos, Felippe Santiago de Araujo, Sebastião de Araujo Ferreira, Augusto da Conceição Ferreira, Manoel Carlos Monteiro, Eusébio Antonio da Conceição Ferreira, Jacinto José dos Santos, Edgar Borges, Lucídio Paes, Benedito Joaquim dos Passos, Antonio Hildebrando Cardoso, João Baía da Silva, Flauro Correa Damasceno, Audifax Mendes dos Reis.
Irmãs: Victória dos Passos, Izabel Correa dos Passos, Constança de Moraes Pimentel, Emídia Ferreira, Izabel Maria da Trindade, Geralda Maria de Castilho, Carolina Maria do Rosário, Maria do Nascimento, Felicidade Maria do E. Santo, Ângela Maria Alves, Ricarda Antonia Leal, Sarah Valente da Silva Villaça, Olinda do Carmo Paiva, Francisca Gemaque, Luiza da Conceição Vieira, Júlia de Souza Reis, Damásia de Araujo, Thereza Pereira de Barros, Adália Pereira de Barros, Júlia Pereira, Júlia Ferreira de Araujo. Ademir Heleno, Abaetetuba/Pa, 3/9/2009.
Raymmundo Alves
Que pela citação a seguir era casado e com descendentes: Herdeiros de Raymmundo Alves.
Os Alves Chaves
Marcellino Alves Chaves
Em 1922 era comerciante em Abaeté, à Rua justo Chermont.
FAMÍLIA ALVIM
Anísio Alvim de Lima
É citado em 1922 e 1940
“ ...em 1940, a sessão cívica-literária contou com os seguintes participantes:
Anísio Alvim de Lima é citado em documento de 1922:
"Olyntho Rocha, Garibaldi Parente, Felix Antônio, Antônio dos Santos, Miguel Jorge, herdeiros de Alexandre Felix, Elias Felix dos Santos, Maria Maués Nunes, Raymmundo Lício Bahia, Jorge Antônio, Anísio Alvim de Lima, Raymmundo Nonnato Bahia, Francisco de Paula Paes, Felippe João, José Saul, Francisco Assunpção dos Santos Rosado, Abel Ayope Elias, Jorge Padre, Américo Nery Cordeiro, Antônio Costa, Antônio dos Santos, Manoel Pereira Aracaty, Júlia de Mattos, Paschoal Caporal de Francesco, Dr. João Nery da Costa, Cel. Aristides dos Reis e Silva, Joaquim Lopes, Latino Lídio da Silva, Maria Brazil Sampaio, Manoel de Araújo Pimentel, José Bechir Elias, Plácido José Ribeiro, Cel. Hygino Maués, Raymmundo do Carmo Maués, José Francisco dos Reis, Emygdio Nery Sobrinho, Delmiro de Almeida Nobre, Augusto Pereira Leite, Firmo Roberto Maués, José Honório Roberto Maués, Raymmundo Gonçalves Chaves, Ricardino de Araújo Margalho, Jayme Rodrigues da Silva, João Bernardino Dias, A. Villaça da Silva, Capitão João dos Reis e Silva,Francisco Freire de Andrade, Felippe Baptista da Costa, Bernardo Auto de Carvalho, João Floresta dos Santos, Emiliano de Lima Pontes, Pedro Pinheiro Paes, Miguel Elias, Elmásia Felippe João, Antônio dos Santos, Ismael Augusto Gomes, Pacífico Antônio da Silva, Raymmundo Nonnato Pauxis, Antônio Paes Filho, Raymmundo Reis, Cel. Maximiano Guimarães Cardoso, Capitão Leopoldo Anísio de Lima, Capitão Messias de Sigmaringa Lobato, Manoel Joaquim da Silva Lobato, Abílio Freitas de Araújo, Abel Guiães de Barros, Antônio de Figueiredo Dias Primo, Anna Seraphina Pinheiro, José Augusto Fortunato, Herdeiros de Chrisanto José Lobato, Miguel Mendes dos Reis, Ambrósia Lobato, Capitão Trajano Pereira de Barros, Rodolpho Pereira de Araújo, herdeiros de Felippe Santiago de Araújo, herdeiros de José Mendes dos Reis, Damásia Araújo, herdeiros de Manoel C. de Oliva Bello, herdeiros de Américo de Figueiredo, Joaquim Loureiro da Silva, herdeiros de Arlindo Lobato Negrão, José André Margalho, Epaminondas Margalho, Ramiro Pereira de Araújo, Guilhermino Correa Villaça."
FAMÍLIA AMANAJÁS
Os Amanajás
Cássio Amanajás
“Cássio Amanajás, músico da Jazz Band “Paulino Chaves”, de Felix Machado, que tocava nos bailes em 1928”.
Família
Hygino Amanajás
Citação do Jornal de Higino Amanajás
“O filho de Emygdio Nery , de nome Felippe, ao fazer um determinado serviço na casa “Cruz e& Silva”, acende um fósforo e joga o palito por cima do balcão. O palito cai justamente num barril de pólvora, o que ocasiona explosão e incêndio no comércio, ficando Felippe preso, junto com mais três pessoas. Quando veio o socorro os moços se jogam no rio. Felippe não resiste às queimaduras e morre. O prejuízo foi mais de três contos de réis”.
O fato foi noticiado pelo 1º jornal de Abaeté, o “Jornal Abaeteense”, fundado pelo deputado Hygino Amanajás e esse fato também foi noticiado no jornal 
“Diário do Grão-Pará”, de 10.06.1886”.
Deputado

Deputado Hygino Amanajás, 1915.
Genealogia

1ª G/Pais do Coronel Antonio Cardoso Amanajás.
2ª G/Filhos/F: Coronel Antonio Cardoso Amanajás, com origem na antiga Freguesia de Santa Anna de Igarapé-Miry (que foi o introdutor do clã dos Amanajás), foi membro da 1ª Cãmara da Villa de Igarapé-Miry (1845-1849,. c/c Victória Maria da Silva Brabo Amanajás, filha de um senhor de engenho e escravos em Abaeté de nome Antonio José da Silva Brabo, e tiveram filhos, 3ª G/Netos/N: Hygino Antonio Cardoso Amanajás e outros.
3ª G/Netos/N, filhos do Coronel Antonio Cardoso Amanajás:
3ª G/N: HYGINO ANTONIO CARDOSO AMANAJÁS/Hygino Amanajás, casou por 3 vezes e teve perto de 20 filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn.
O Coronel Hygino Amanajás, nasceu em 15/5/1852 na antiga Freguesia de Nossa Senhora da Conceição de Abaeté, na localidade Rio Maracapucu e faleceu em 17/01/1921, era jornalista (um dos fundadores do jornal 'O Abaeteense" e seu diretor por 10 anos e jornalista em Belém/Pa), advogado, escritor (escreveu diversas obras), vogal em Abaeté (1887), procurador de Abaeté, deputado da Assembléia Legislativa por 3 mandatos sucessivos, iniciando no 1º mandato do Governador Lauro Sodré até a proclamação da República, no governo do Dr. João Coelho e o 1º diretor da Imprensa Oficial do Estado por 26 anos (11/6/1891-26/11/1917).
Recorte de sua biografia como escritor
AMANAJÁS, Hygino. Noções de educação civica: para uso das escolas primarias do Estado do Pará. Belém: Typ. do Diario Official, 1898. 120 p. retr.
Nasceu em Abaetetuba, Pará e faleceu a 17 de janeiro de 1921. Educador, contista e político paraense. Em Abaetetuba fez seus estudos primários, completando os secundários no Seminário Episcopal, sob as vistas dirigentes do sábio prelado D. Antonio de Macedo Costa. Colaborou no seminário Estrela do Norte. Fundou e redigiu "O Abaetéense". Filiado a antiga escola conservadora, foi eleito por várias vezes deputado à Assembléia Legislativa. As suas idéias evolucionaram com a propaganda abolicionista para a República, sendo eleito deputado, logo após, a Constituinte do Estado, continuou a ocupar esta cadeira com brilhantismo e lealdade política. Sua administração na Imprensa Oficial mereceu os maiores encômios.
Autor laureado de várias obras didáticas, dentre as quais destaca-se, por melhor merecimento, a intitulada 'Alma e coração'

. Escreveu: Contos e lendas paraenses.
Se Hygino Amanajás/Antonio Hygino Cardoso Amanajás nasceu em 15/6/1852 e a 1ª Câmara da Vila de Santa Anna de igarapé-Miri foi instalada em 1845, isso quer dizer que se trata do Hygino Amanajás, o pai, vereador da 1ª Câmara Municipal dessa vila e que deve ter nascido por volta de 1812, portanto, contemporâneo dos primeiros Correa de Miranda de Igarapé-Miri dos anos iniciais do 1800.
3ª G/Netos/N: VICTÓRIA MARIA DA SILVA BRABO AMANAJÁS, c/c o Coronel Antonio Cardoso Amanajás, com origem na antiga Freguesia de Santa Anna de Igarapé-Miri e tiveram filhos, 4ª G/Nisnetos/Bn: Hygino Amanajás e outros.
3ª G/Netos/N: Victória Maria da Silva Brabo, casou uma 2ª vez com o Tenente-Coronel Caripuna e tiveram filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn: Victório Antonio, José Fleury, Antonio Francisco Correa Caripuna (o filho) e outros, inclusive a que se tornou esposa de Hygino Amanajás.
Victória Maria da Silva Brabo Amanajás, é citada em 1877, mãe de Hygino Amanajás, citado em 1877, este genro do Tenente-Coronel Caripuna, por que casado com uma das filhas do Tenente-Coronel Caripuna, citado falecido em 1877. Victória Maria da Silva Brabo Amanajás era casada com o Coronel Antonio Cardoso Amanajás (que foi o introdutor do clã Amanajás na antiga Freguesia de Abaeté), com que teve vários filhos, entre os quais o Coronel Hygino Amanajás/Hygino Antonio Cardoso Amanajás.
5ª G/Trinetos/Tn: filhos de Antonio Francico Correa Caripuna (Tenente-Coronel Caripuna) e Maria do Carmo de Castilho:
5ª G/Tn: ANTONIO FRANCISCO CORREA CARIPUNA (o filho do Coronel Caripuna), citado em 1877.
5ª G/Trinetos/Tn, outros filhos do Tenente-Coronel Caripuna (estes filhos eram vivos quando a 2ª esposa do Tenente-Coronel Caripuna, Victória Maria da Silva Brabo, ficou viúva em 1877:
5ª G/Tn; uma filha do Coronel Caripuna c/c Hygino Amanajás, este citado em 1877.
5ª G/Tn: uma filha c/c Antonio José Ferreira de Góes, este citado em 1877.
Os Amanajás de Carvalho
. THEODOMIRO AMANAJÁS DE CARVALHO
Nas três primeiras décadas do Século XX era muito forte na comunidade católica de Abaeté a vontade de se construir a sonhada Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição. Existia um grupo muito grande de pessoas envolvidas nesse movimento. Entre essas pessoas se destacavam Francisco Assunção dos Santos Rosado, Padre Luiz Varella (Padre Luiz de França do Amaral Varella),José Antônio de Castro, Theodomiro Amanajás de Carvalho, Amphiano Quaresma e muitos outros católicos abnegados que faziam os teatros, da Liga de torcedoras do Vera Cruz Sport Clube e, claro, os membros da Irmandade de Nossa Senhora da Conceição. Essas campanhas atingem o máximo de empenho nas décadas de 20 e 30 do Século XX....Muitos tipos de campanhas para arrecadação de fundos para a construção da igreja foram colocadas em prática, como rifas, quermesses, soìres, teatro, olaria....Uma ideia que saiu desse grupo foi a da criação de uma Irmandade de Nossa Senhora da Conceição com o objetivo de se colocar á frente das campanhas de arrecadação dos fundos para a construção da igreja.
Os da Conceição Amanajás
JOSÉ DA CONCEIÇÃO AMANAJÁS, citação:
Os "irmãos" da Irmandade de S. Sebastião em 1908, eram os seguintes: José Brandão Pimentel, Manoel Raymundo do Nascimento, Horácio de Deus e Silva Afilhado, Luiz Cavalcante da Frota, Gabriel Correa de Castro, Raymundo Pimentel da Silva, Liberato Antonio Baía, José da Conceição Amanajás, Raymundo Bandeira dos Reis, Leovegildo de Oliveira Campos, Camilo Alípio Pereira, Raymundo de Araujo Borges, Arlindo Lobato Negrão João Bandeira dos Reis Filho, Pacífico Mariano dos Reis, Prudente Ribeiro de Araujo, João Nepomuceno Viégas, José de Souza Pereira, Manoel Rodrigues, Miguel R. da Costa, Frederico Arleciano da Silva, Benedito Alexandre Cardoso, Anselmo H. Barbosa, Tupy Jorge, Manoel Antonio de França, Benedito do Nascimento, Simeão dos Santos Pereira, Olegário Pereira de Barros, Bernardino Pereira de Barros, Quintino Pauxis de Abreu, Delphino Cardoso, Domingos Tertuliano V. Alcântara, Marcelino Cardoso de Alcântara, Waldério de Moraes Pimentel, Luís Monteiro de Araujo, Abel Constantino da Silva, Ervécio de Castro, Licurgo de Sousa Paixão Pimentel, Benedito Ribeiro, José Pedro de Araujo, Anselmo Pereira do Valle, Raymundo dos Santos, Felippe Santiago de Araujo, Sebastião de Araujo Ferreira, Augusto da Conceição Ferreira, Manoel Carlos Monteiro, Eusébio Antonio da Conceição Ferreira, Jacinto José dos Santos, Edgar Borges, Lucídio Paes, Benedito Joaquim dos Passos, Antonio Hildebrando Cardoso, João Baía da Silva, Flauro Correa Damasceno, Audifax Mendes dos Reis.
Irmãs: Victória dos Passos, Izabel Correa dos Passos, Constança de Moraes Pimentel, Emídia Ferreira, Izabel Maria da Trindade, Geralda Maria de Castilho, Carolina Maria do Rosário, Maria do Nascimento, Felicidade Maria do E. Santo, Ângela Maria Alves, Ricarda Antonia Leal, Sarah Valente da Silva Villaça, Olinda do Carmo Paiva, Francisca Gemaque, Luiza da Conceição Vieira, Júlia de Souza Reis, Damásia de Araujo, Thereza Pereira de Barros, Adália Pereira de Barros, Júlia Pereira, Júlia Ferreira de Araujo. Ademir Heleno, Abaetetuba/Pa, 3/9/2009.
Os Pedrosa Amanajás
WILSON PEDROSA AMANAJÁS e a UDN, 18.10.1946, 1948

RAIMUNDO AMARAL, citado em 1940 como contribuinte da festa de NS. da Conceição em Abaetetuba, através da diretoria.
FAMÍLIA ANDRADE
Os Freire de Andrade
. FRANCISCO FREIRE DE ANDRADE
É citado em documento de 1922:
"Olyntho Rocha, Garibaldi Parente, Felix Antônio, Antônio dos Santos, Miguel Jorge, herdeiros de Alexandre Felix, Elias Felix dos Santos, Maria Maués Nunes, Raymmundo Lício Bahia, Jorge Antônio, Anísio Alvim de Lima, Raymmundo Nonnato Bahia, Francisco de Paula Paes, Felippe João, José Saul, Francisco Assunpção dos Santos Rosado, Abel Ayope Elias, Jorge Padre, Américo Nery Cordeiro, Antônio Costa, Antônio dos Santos, Manoel Pereira Aracaty, Júlia de Mattos, Paschoal Caporal de Francesco, Dr. João Nery da Costa, Cel. Aristides dos Reis e Silva, Joaquim Lopes, Latino Lídio da Silva, Maria Brazil Sampaio, Manoel de Araújo Pimentel, José Bechir Elias, Plácido José Ribeiro, Cel. Hygino Maués, Raymmundo do Carmo Maués, José Francisco dos Reis, Emygdio Nery Sobrinho, Delmiro de Almeida Nobre, Augusto Pereira Leite, Firmo Roberto Maués, José Honório Roberto Maués, Raymmundo Gonçalves Chaves, Ricardino de Araújo Margalho, Jayme Rodrigues da Silva, João Bernardino Dias, A. Villaça da Silva, Capitão João dos Reis e Silva,Francisco Freire de Andrade, Felippe Baptista da Costa, Bernardo Auto de Carvalho, João Floresta dos Santos, Emiliano de Lima Pontes, Pedro Pinheiro Paes, Miguel Elias, Elmásia Felippe João, Antônio dos Santos, Ismael Augusto Gomes, Pacífico Antônio da Silva, Raymmundo Nonnato Pauxis, Antônio Paes Filho, Raymmundo Reis, Cel. Maximiano Guimarães Cardoso, Capitão Leopoldo Anísio de Lima, Capitão Messias de Sigmaringa Lobato, Manoel Joaquim da Silva Lobato, Abílio Freitas de Araújo, Abel Guiães de Barros, Antônio de Figueiredo Dias Primo, Anna Seraphina Pinheiro, José Augusto Fortunato, Herdeiros de Chrisanto José Lobato, Miguel Mendes dos Reis, Ambrósia Lobato, Capitão Trajano Pereira de Barros, Rodolpho Pereira de Araújo, herdeiros de Felippe Santiago de Araújo, herdeiros de José Mendes dos Reis, Damásia Araújo, herdeiros de Manoel C. de Oliva Bello, herdeiros de Américo de Figueiredo, Joaquim Loureiro da Silva, herdeiros de Arlindo Lobato Negrão, José André Margalho, Epaminondas Margalho, Ramiro Pereira de Araújo, Guilhermino Correa Villaça."
Ano de 1926:
Vera Cruz Sport Club
Eis alguns consórcios do Vera Cruz em 1926: Tenente Eugênio Tavares, Padre Luiz Varella, Sebastião de Figueiredo, Jorge Felix dos Santos, Pedro Loureiro, Armando Souza Parente, Emercindo Maués, Raymmundo Rodrigues, Andrelino Pontes, Laudelino Ferreira, Maximiano Ferreira, Hygino Loureiro, Benjamim da Costa Lima, Victor Lima, João da Costa Bahia, Theobaldo Martins, Eduardo Loureiro, Francisco Freire de Andrade, Argemiro Campelo.
Os Parente de Andrade
. Caio Parente de Andrade, que em 1940 foi citado numa sessão cívica literária em Abaeté.
Os Santos Andrade
João dos Santos Andrade
Professor, citado em 2012 como diretor do Sintepp/Abaetetuba.
FAMÍLIA ANDRÉ
Os André Margalho
José André Margalho
"Olyntho Rocha, Garibaldi Parente, Felix Antônio, Antônio dos Santos, Miguel Jorge, herdeiros de Alexandre Felix, Elias Felix dos Santos, Maria Maués Nunes, Raymmundo Lício Bahia, Jorge Antônio, Anísio Alvim de Lima, Raymmundo Nonnato Bahia, Francisco de Paula Paes, Felippe João, José Saul, Francisco Assunpção dos Santos Rosado, Abel Ayope Elias, Jorge Padre, Américo Nery Cordeiro, Antônio Costa, Antônio dos Santos, Manoel Pereira Aracaty, Júlia de Mattos, Paschoal Caporal de Francesco, Dr. João Nery da Costa, Cel. Aristides dos Reis e Silva, Joaquim Lopes, Latino Lídio da Silva, Maria Brazil Sampaio, Manoel de Araújo Pimentel, José Bechir Elias, Plácido José Ribeiro, Cel. Hygino Maués, Raymmundo do Carmo Maués, José Francisco dos Reis, Emygdio Nery Sobrinho, Delmiro de Almeida Nobre, Augusto Pereira Leite, Firmo Roberto Maués, José Honório Roberto Maués, Raymmundo Gonçalves Chaves, Ricardino de Araújo Margalho, Jayme Rodrigues da Silva, João Bernardino Dias, A. Villaça da Silva, Capitão João dos Reis e Silva,Francisco Freire de Andrade, Felippe Baptista da Costa, Bernardo Auto de Carvalho, João Floresta dos Santos, Emiliano de Lima Pontes, Pedro Pinheiro Paes, Miguel Elias, Elmásia Felippe João, Antônio dos Santos, Ismael Augusto Gomes, Pacífico Antônio da Silva, Raymmundo Nonnato Pauxis, Antônio Paes Filho, Raymmundo Reis, Cel. Maximiano Guimarães Cardoso, Capitão Leopoldo Anísio de Lima, Capitão Messias de Sigmaringa Lobato, Manoel Joaquim da Silva Lobato, Abílio Freitas de Araújo, Abel Guiães de Barros, Antônio de Figueiredo Dias Primo, Anna Seraphina Pinheiro, José Augusto Fortunato, Herdeiros de Chrisanto José Lobato, Miguel Mendes dos Reis, Ambrósia Lobato, Capitão Trajano Pereira de Barros, Rodolpho Pereira de Araújo, herdeiros de Felippe Santiago de Araújo, herdeiros de José Mendes dos Reis, Damásia Araújo, herdeiros de Manoel C. de Oliva Bello, herdeiros de Américo de Figueiredo, Joaquim Loureiro da Silva, herdeiros de Arlindo Lobato Negrão, José André Margalho, Epaminondas Margalho, Ramiro Pereira de Araújo, Guilhermino Correa Villaça."
FAMÍLIA ANIZIA
MARIA ANIZIA, citado em 1940 como contribuinte da festa de NS. da Conceição em Abaetetuba, através da diretoria.
FAMÍLIA ANTONIA
Maria Antonia citada em 1940 como contribuinte da festa de NS. da Conceição em Abaetetuba, através da diretoria.
FAMÍLIA ANTONIO
Os Antonio
Jorge Antonio
Citação de 1922.
“Em 1922 era comerciante em Abaeté, à Rua Justo Chermont”
Felix Antonio
Citação de 1922:
“Pequena fábrica de sapatos, de Felix Antonio, na Rua Justo Chermont”.
Conteporâneos de Felippe Santiago de Araujo, em documento de 1922:
Félix Antonio
Jorge Antonio
"Olyntho Rocha, Garibaldi Parente, Felix Antônio, Antônio dos Santos, Miguel Jorge, herdeiros de Alexandre Felix, Elias Felix dos Santos, Maria Maués Nunes, Raymmundo Lício Bahia, Jorge Antônio, Anísio Alvim de Lima, Raymmundo Nonnato Bahia, Francisco de Paula Paes, Felippe João, José Saul, Francisco Assunpção dos Santos Rosado, Abel Ayope Elias, Jorge Padre, Américo Nery Cordeiro, Antônio Costa, Antônio dos Santos, Manoel Pereira Aracaty, Júlia de Mattos, Paschoal Caporal de Francesco, Dr. João Nery da Costa, Cel. Aristides dos Reis e Silva, Joaquim Lopes, Latino Lídio da Silva, Maria Brazil Sampaio, Manoel de Araújo Pimentel, José Bechir Elias, Plácido José Ribeiro, Cel. Hygino Maués, Raymmundo do Carmo Maués, José Francisco dos Reis, Emygdio Nery Sobrinho, Delmiro de Almeida Nobre, Augusto Pereira Leite, Firmo Roberto Maués, José Honório Roberto Maués, Raymmundo Gonçalves Chaves, Ricardino de Araújo Margalho, Jayme Rodrigues da Silva, João Bernardino Dias, A. Villaça da Silva, Capitão João dos Reis e Silva,Francisco Freire de Andrade, Felippe Baptista da Costa, Bernardo Auto de Carvalho, João Floresta dos Santos, Emiliano de Lima Pontes, Pedro Pinheiro Paes, Miguel Elias, Elmásia Felippe João, Antônio dos Santos, Ismael Augusto Gomes, Pacífico Antônio da Silva, Raymmundo Nonnato Pauxis, Antônio Paes Filho, Raymmundo Reis, Cel. Maximiano Guimarães Cardoso, Capitão Leopoldo Anísio de Lima, Capitão Messias de Sigmaringa Lobato, Manoel Joaquim da Silva Lobato, Abílio Freitas de Araújo, Abel Guiães de Barros, Antônio de Figueiredo Dias Primo, Anna Seraphina Pinheiro, José Augusto Fortunato, Herdeiros de Chrisanto José Lobato, Miguel Mendes dos Reis, Ambrósia Lobato, Capitão Trajano Pereira de Barros, Rodolpho Pereira de Araújo, herdeiros de Felippe Santiago de Araújo, herdeiros de José Mendes dos Reis, Damásia Araújo, herdeiros de Manoel C. de Oliva Bello, herdeiros de Américo de Figueiredo, Joaquim Loureiro da Silva, herdeiros de Arlindo Lobato Negrão, José André Margalho, Epaminondas Margalho, Ramiro Pereira de Araújo, Guilhermino Correa Villaça."
FAMÍLIA ARACATI
Os Aracati
Manoel aracaty, citado em 1940 como contribuinte da festa de NS. da Conceição em Abaetetuba, atraves da diretoria.
Raimundo Francisco Aracaty Esse nome aparece em documento de 1935.
Família
Os Araújo Aracati
Maria do Carmo Araújo Aracaty (Guita), é a mais morena dos irmãos, baixinha e que casou com Antonio Vilhena Aracaty, residentes à rua Magno de Araújo, em frente à Escola Estadual Bernardino Pereira de Barros, e que tiveram os seguintes filhos: Leonice, Edir, Maria José, Caubi, Arcelina, Benedito, Altair, Miguel, Elizabeth Conceição, Eleoi e Elias de Araújo Aracaty (4ª geração).
4ª geração, filhos de Maria do Carmo (Guíta) e Antonio.
Os Aracati Carvalho
Edir de Araujo Aracaty, que casou com Lino Carvalho e tiveram cinco filhos: Maria José, Caubi Aracaty Carvalho (5ª geração).
Os Aracati Lobato
Arcelina de Araujo Aracaty (Celina), casou comManoel Oliveira Lobato (Duquinha) e tiveram 10 filhos (5ª geração).
Os Aracati Loureiro
Elizabethy Conceição de Araujo Aracaty, nasceu em 07.12.1952 e casou com Luís Carlos Sena Loureiro (Bosa) e tiveram um casal de filhos (5ª geração).
Elói de Araújo Aracaty, que casou com Maria Madalena e tiveram 4 filhos (5ª geração) e depois se separaram. Com a 2ª mulher Elói teve mais 4 filhos (5ª geração).
Os Aracati Pinheiro
Leonice de Araujo Aracaty, que casou com Cataban Pinheiro e tiveram 8 filhos: Beline (falecida), Ademir, José Elias, Sandra Suely, Edmilson, Higino, Ivanilda e Leonice Maria Aracaty Pinheiro (5ª geração). Essa família, inicialmente, morou no interior do município de Abaetetuba, na localidade.
Os Sousa Aracati
Benedito de Araújo Aracaty, que casou com Elza de Sousa Aracaty e tiveram 4 filhos (5ª geração).
Os Dias Aracati
José Dias Aracaty
Há um documento de 1905 que se refere a José Dias Aracaty e a Manoel Pereira Aracaty.
Os Pereira Aracati
Manoel Pereira Aracaty
Citação em 1922:
“Officina de barbeiro, de Manoel Pereira Aracaty, na Rua Justo Chermont”.
Manoel Pereira Aracaty é citado em documento de 1922:
"Olyntho Rocha, Garibaldi Parente, Felix Antônio, Antônio dos Santos, Miguel Jorge, herdeiros de Alexandre Felix, Elias Felix dos Santos, Maria Maués Nunes, Raymmundo Lício Bahia, Jorge Antônio, Anísio Alvim de Lima, Raymmundo Nonnato Bahia, Francisco de Paula Paes, Felippe João, José Saul, Francisco Assunpção dos Santos Rosado, Abel Ayope Elias, Jorge Padre, Américo Nery Cordeiro, Antônio Costa, Antônio dos Santos, Manoel Pereira Aracaty, Júlia de Mattos, Paschoal Caporal de Francesco, Dr. João Nery da Costa, Cel. Aristides dos Reis e Silva, Joaquim Lopes, Latino Lídio da Silva, Maria Brazil Sampaio, Manoel de Araújo Pimentel, José Bechir Elias, Plácido José Ribeiro, Cel. Hygino Maués, Raymmundo do Carmo Maués, José Francisco dos Reis, Emygdio Nery Sobrinho, Delmiro de Almeida Nobre, Augusto Pereira Leite, Firmo Roberto Maués, José Honório Roberto Maués, Raymmundo Gonçalves Chaves, Ricardino de Araújo Margalho, Jayme Rodrigues da Silva, João Bernardino Dias, A. Villaça da Silva, Capitão João dos Reis e Silva,Francisco Freire de Andrade, Felippe Baptista da Costa, Bernardo Auto de Carvalho, João Floresta dos Santos, Emiliano de Lima Pontes, Pedro Pinheiro Paes, Miguel Elias, Elmásia Felippe João, Antônio dos Santos, Ismael Augusto Gomes, Pacífico Antônio da Silva, Raymmundo Nonnato Pauxis, Antônio Paes Filho, Raymmundo Reis, Cel. Maximiano Guimarães Cardoso, Capitão Leopoldo Anísio de Lima, Capitão Messias de Sigmaringa Lobato, Manoel Joaquim da Silva Lobato, Abílio Freitas de Araújo, Abel Guiães de Barros, Antônio de Figueiredo Dias Primo, Anna Seraphina Pinheiro, José Augusto Fortunato, Herdeiros de Chrisanto José Lobato, Miguel Mendes dos Reis, Ambrósia Lobato, Capitão Trajano Pereira de Barros, Rodolpho Pereira de Araújo, herdeiros de Felippe Santiago de Araújo, herdeiros de José Mendes dos Reis, Damásia Araújo, herdeiros de Manoel C. de Oliva Bello, herdeiros de Américo de Figueiredo, Joaquim Loureiro da Silva, herdeiros de Arlindo Lobato Negrão, José André Margalho, Epaminondas Margalho, Ramiro Pereira de Araújo, Guilhermino Correa Villaça."
FAMÍLIA ASSIS
Os de Assis
FAUSTINO DE ASSIS, , citado em 1940 como contribuinte da festa de NS. da Conceição em Abaetetuba, através da diretoria.
FAMÍLIA ASSUNÇÃO
Os Assunção dos Santos Rosado
Nas três primeiras décadas do Século XX era muito forte na comunidade católica de Abaeté a vontade de se construir a sonhada Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição. Existia um grupo muito grande de pessoas envolvidas nesse movimento. Entre essas pessoas se destacavam Francisco Assunção dos Santos rosado, Padre Luiz Varella (Padre Luiz de França do Amaral Varella),José Antônio de Castro, Theodomiro Amanajás de Carvalho, Amphiano Quaresma e muitos outros católicos abnegados que faziam os teatros, da Liga de torcedoras do Vera Cruz Sport Clube e, claro, os membros da Irmandade de Nossa Senhora da Conceição. Essas campanhas atingem o máximo de empenho nas décadas de 20 e 30 do Século XX....Muitos tipos de campanhas para arrecadação de fundos para a construção da igreja foram colocadas em prática, como rifas, quermesses, soares, teatro, olaria....Uma idéia que saiu desse grupo foi a da criação de uma Irmandade de Nossa senhora da Conceição com o objetivo de se colocar á frente das campanhas de arrecadação dos fundos para a construção da igreja. O senhor Francisco de Assunção dos santos Rosado.
Registro de 1919:
“Francisco Assunção dos Santos Rosado, Tesoureiro da Construção da Matriz e depois, José Antonio Castro, como novo Tesoureiro”. “Para o biênio 1927/1928 a diretoria eleita do Vera Cruz Sport Club foi a seguinte: presidente: Francisco Freire de Andrade; vice-presidente: José Antonio de Castro (reeleito); 1º secretário: Timóteo Garibaldi Parente; 2º secretário: Maximiano Antonio Rodrigues; tesoureiro: Ayres Henrique de Matos; orador: Argemiro Campello e diretor de esportes, Padre Luiz Varella”.
Registro de 1927:
“Francisco Assunção dos Santos Rosado, o mais decidido sustentáculo do Grupo Scênico. Peças: “O pescador de Baleias” e “Ceia dos Cardeais”, renda revertida para construção da Matriz”.
Gravemos estes nomes: Francisco Assunção dos Santos Rosado, Padre Luiz Varella, Professor Alberto costa, Grupo Scênico de Abaeté e seus atores e atrizes: Risoleta de Lima Araújo, Hilda V. Fonseca, Abel lobo, Bararaty Franco, Pedro loureiro, Miloca Matos, Osvaldina, Hilda, Antônio e Prudente Araújo, Elpídio Paes e Edgar Borges, a Liga de Torcedoras do vera cruz Sport Club e as suas componentes, a Irmandade de Nossa Senhora da conceição e seus componentes (vide nomes noutra parte destes escritos), A Banda Paulino Chaves com os seus componentes, o Coronel Aristides dos Reis e Silva, o seminarista Audifax Mendes, a firma F. A. Santos Rosado & Cia., o Coronel Maximiano Cardoso, José Antonio de Castro, Theodomiro Amanajás de Carvalho, Amphiano Quaresm.
Francisco Assunção dos Santos Rosado é citado em 1922:
"Olyntho Rocha, Garibaldi Parente, Felix Antônio, Antônio dos Santos, Miguel Jorge, herdeiros de Alexandre Felix, Elias Felix dos Santos, Maria Maués Nunes, Raymmundo Lício Bahia, Jorge Antônio, Anísio Alvim de Lima, Raymmundo Nonnato Bahia, Francisco de Paula Paes, Felippe João, José Saul, Francisco Assunpção dos Santos Rosado, Abel Ayope Elias, Jorge Padre, Américo Nery Cordeiro, Antônio Costa, Antônio dos Santos, Manoel Pereira Aracaty, Júlia de Mattos, Paschoal Caporal de Francesco, Dr. João Nery da Costa, Cel. Aristides dos Reis e Silva, Joaquim Lopes, Latino Lídio da Silva, Maria Brazil Sampaio, Manoel de Araújo Pimentel, José Bechir Elias, Plácido José Ribeiro, Cel. Hygino Maués, Raymmundo do Carmo Maués, José Francisco dos Reis, Emygdio Nery Sobrinho, Delmiro de Almeida Nobre, Augusto Pereira Leite, Firmo Roberto Maués, José Honório Roberto Maués, Raymmundo Gonçalves Chaves, Ricardino de Araújo Margalho, Jayme Rodrigues da Silva, João Bernardino Dias, A. Villaça da Silva, Capitão João dos Reis e Silva,Francisco Freire de Andrade, Felippe Baptista da Costa, Bernardo Auto de Carvalho, João Floresta dos Santos, Emiliano de Lima Pontes, Pedro Pinheiro Paes, Miguel Elias, Elmásia Felippe João, Antônio dos Santos, Ismael Augusto Gomes, Pacífico Antônio da Silva, Raymmundo Nonnato Pauxis, Antônio Paes Filho, Raymmundo Reis, Cel. Maximiano Guimarães Cardoso, Capitão Leopoldo Anísio de Lima, Capitão Messias de Sigmaringa Lobato, Manoel Joaquim da Silva Lobato, Abílio Freitas de Araújo, Abel Guiães de Barros, Antônio de Figueiredo Dias Primo, Anna Seraphina Pinheiro, José Augusto Fortunato, Herdeiros de Chrisanto José Lobato, Miguel Mendes dos Reis, Ambrósia Lobato, Capitão Trajano Pereira de Barros, Rodolpho Pereira de Araújo, herdeiros de Felippe Santiago de Araújo, herdeiros de José Mendes dos Reis, Damásia Araújo, herdeiros de Manoel C. de Oliva Bello, herdeiros de Américo de Figueiredo, Joaquim Loureiro da Silva, herdeiros de Arlindo Lobato Negrão, José André Margalho, Epaminondas Margalho, Ramiro Pereira de Araújo, Guilhermino Correa Villaça."
Os Lima Assunção
· Elysiário dos Santos Carneiro, com terreno à Travessa Pedro Rodrigues, divisa com Isidoro de Lima Assunpção em 1931.
FAMÍLIA AZEVEDO
Os de Azevedo
SINÉSIA DE AZEVEDO, , citado em 1940 como contribuinte da festa de NS. da Conceição em Abaetetuba, através da diretoria.
Família
Manoel Leandro de Azevedo, nascido a 28/7/1906 e falecido a 20/12/1962
Adevaldo de Azevedo Quaresma, nascido a 10/12/1961 e falecido a 30/5/1984.
Os Nery de Azevedo
José Nery Azevedo
Nascido a 27/3/1959, foi vereador em Abaetetuba, senador, é professor de Geografia formado pela UFPA, da SEDUC/PA

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LOCALIDADES
ABAETÉ/AFLUENTES/COLÔNIA
FAMÍLIA ABREU
Os Rodrigues de Abreu
. Pascoal Rodrigues de Abreu, origem na localidade Rio Camotim, citado em 1944.

ARUMANDUBA/SARAPUQUARA/GUAJARAZINHO

Rio Arumanduba
É um afluente do Rio Maratauhyra e divide-se em Arumanduba Grande e Arumanduba da Zona das Estradas, com o Ramal do Arumanduba, na Colônia Velha. As famílias residentes no Arumanduba passam de 500 famílias.
FAMÍLIA ANDRÉ
ARUMANDUBA/SARAPUQUARA/GUAJARAZINHO
Os André
Andradina André, meiá-irmã de Oréncio Barbosa André, filha de Horácio Batista  André e que casou com o Mestre Carpinteiro João Domingos da Silva, este, por sua vez, filho do Mestre Carpinteiro José Guilherme da Silva/Mestre Zé Guilherme, que é um dos patriarcas da família de carpinteiros na localidade Arumanduba, e o Mestre João Domingos/João Domingos da Silva, que por sua vez repassou a profissão aos seus filhos Vadoca, Miguel 7 e outros filhos e sobrinhos e estes aos seus respectivos filhos e netos. O Mestre Zé Guilherme faleceu por volta de 1950, tendo formado toda uma geração de mestres carpinteiros navais e marceneiros de Abaeté.
. Vadoca, mestre carpinteiro naval, filho do Mestre João Domingos.
. Miguel Sete, mestre carpinteiro naval, filho do Mestre João Domingos
Família
Os Barbosa André e outros parentes
Maria Barbosa (irmã de Maximina Barbosa/Maxica, abaixo), c/c Horácio Baptista André e tiveram os seguintes filhos: Pretinho, Raimundo (Barbosa), Orêncio, Elza Barbosa André Matos, Aládio, Joana André Dias, Manoel, Júlia, Thadeu, Vartúlio (Vavá), Ataídes (Tatá) e Ademir Barbosa André.
Maria de Nazaré Barbosa, c/c Sebastião Margalho André/Sabá, este filho de Januário Ferreira André, moram no Rio Arumanduba e têm filhos.
Família
1ª geração, Chico André (Francisco André), trisavô paterno de Maria de Jesus Rodrigues André.
2ª geração, bisavós paternos de Maria de Jesus, filho de Chico André:
Manoel Gregório André e Maria do Rosário.
Manoel Gregório André
Filho de Chico André, origem na localidade rio Arumanduba, c/c Maria do Rosário, esta com origem na localidade Sapucajuba e Manoel Gregório além de agricultor, pescador, também era professor e o represante da localidade Arumanduba junto às autoridades governamentais de sua época e tiveram filhos: Januário, Horácio, Secundino, Erundino, Zito, Amélia, Maria Victória, Maria e Alzira Ferreira André, com origem na localidade Rio Arumanduba, onde a maioria de seus descendentes ainda residem no Arumanduba.
3ª geração, filhos de Manoel Gregório ou Maria do Rosário:
Januário Ferreira André, com origem na localidade Arumanduba, é casado com Jardelina Nazaré Margalho, esta é filha de Joaquim Margalho e Maria Idalina Pimentel, nascida em 8/9/1908 e com filhos: Maria Benta Margalho André (Maria Benta Margalho Moraes),...(Vide Maria Benta), Heitor, Sebastião, Esmerina e outros.
Secundino André (Segundo) é casado com Raimunda Mantiga e moram no Rio Paramajó.
Amélia André é casada com Raimundo Ferreira.
Maria Vitória André é casada com Epifânio.
Maria André é casada com Daniel da Silva.
Alzira André é casada.
Erundino Andre.
Zito André.
Alzira Ferreira André.
4ª geração, filhos de Januário André:
Maria Benta Margalho André/Maria Benta Margalho Moraes, nasceu em 21.03.1937 e, em 26.03.1994, estava com 54 anos de idade. Tem o sobrenome André, devido ser filha de um irmão do Sr. Horácio André, de nome Januário André.
Irmãos de Maria Benta: Heitor, Sebastião e Esmerina.
Joaquim Margalho é avô materno materno de Maria Benta, logo é o pai de Jardelina, mas Jardelina foi criada por Bento Margalho, que é irmão de Joaquim.  Bento Margalho é tio do fogueteiro Ricardino de Araújo Margalho. Irmãos do Velho Ricardino de Araujo Margalho.
São avós de José Maria: Januário Ferreira André e Jardelina de Nazaré Margalho, nascida em 08.09.1908, na localidade Paramajó, conforme registro de nascimento feito pelo Cartório de Alverina ferreira Rodrigues, fls. 297 e vº, lv. 9, registro nº 10.442, em 03.09.1980. Jardelina é filha de Maria Idalina Pimentel (Vide família Pimentel) e Joaquim Margalho, mas foi criada pelo seu tio Bento Margalho, que é irmão de Joaquim Margalho.
4ª geração, filhos de Horácio e Maria:
Elza Barbosa André Matos, que casou com Álvaro Matos e tiveram filhos: Walter, Álvaro,...(5ª geração).
Aládio Borbosa André, oleiro, residente à Travessa Santos Dumont, Abaetetuba-Pa, casado e teve filhos.
Joana André Dias, residente à Avenida 15 de Agosto, Abaetetuba-Pa, casou com Antônio Marques Dias (Antonico) e tiveram 11 filhos: Aluízio, Adevaldo, Alair, Alcivaldo, Rosinéia, Elízia, Luiz, Antônio, João Paulo, Joseane e Ana Carla André Dias (5ª geração).
Antônio Marques Dias, esposo de Joana é filho de Sebastiana Pontes Marques (Sabá), que é filha de Rosa Pontes e Tito Marques e Rosa Pontes é filha de Constantino de Pontes e Maximina Barbosa (Maxica) e, Rosa, portanto, é irmã de João Nepomuceno, Pedro Nonato, Maria, Francelina Maria, Herundina e Manoel de Pontes (Duca). Vide família Pontes.
5ª geração, filhos de Joana Antonico:
Aluízio André Dias, entrou para a Marinha Mercante,
Adevaldo entrou para a Marinha Mercante e se aposentou nessa função. Adevaldo atualmente trabalha na PETROBRÁS.
4ª geração, filhos de Horácio e Maria:
Manoel Barbosa André, comerciante, casado e com 9 filhos..(5ª geração).
Júlia Barbosa André, residente nas Ilhas de Abaetetuba, localidade Arumanduba, casada..
Thadeu Barbosa André, lavrador, residente nas Ilhas de Abaetetuba-Pa, casado e com 8 filhos..(5ª geração).
Vartúlio Barbosa André, residente nas ilhas de Abaetetuba-Pa, lavrador, casado e com 9 filhos..(5ª geração).
Ataídes Barbosa André, residente nas Ilhas de Abaetetuba-Pa, comerciante, casado e com 8 filhos.. (5ª geração).
Ademir Barbosa André, residente em Belém-Pa, coOmerciante de calçados, casado e com 3 filhos (5ª geração).
Orêncio Barbosa André
Orêncio Barbosa André/Barbosa, filho de Horácio Baptista André e Maria Barbosa, origem na localidade Rio Arumanduba, que mudou para a localidade vizinha de Rio Caripetuba, era fogueteiro, comerciante (comprou o comércio de Emercindo Maués) de produtos variados como estivas, secos e molhados, pescados, borracha, etc, e foi um dos primeiros donos de barcos do Caripetuba e foi ele um dos que iniciaram a carpintaria naval nessa localidade, foi o 1º a montar olaria nessa localidade, deu emprego e trabalho para muitos moradadores da localidade, extraia comprava e vendia leite de seringa, foi quem incentivou a comunidade católica a se organizar em comunidade já a partir do Padre Chagas nos anos finais do 1950, contando com a colaboração de Ernani Ferreira, Sinhuquinha Ferreira, Galileu Moraes, Dilo Rodrigues, Antonio Cássio (genro do Gralhada Moraes) e era Orêncio que visitava as comunidades católicas dos outros rios vizinhos ajudando no processo de organização e conscientização dessas comunidades como Paramajó, Arumanduba, Urubuéua, Xingu e outras localidades e o Sr. Orêncio, hoje com 75 anos de idade, é um dos depositários da memória cultural, comercial, industrial, religiosa e genealógica de diversas localidades das Ilhas de Abaetetuba onde desempenhava suas diferentes atividades comerciais e religiosas a partir do Padre Francisco das Chagas e dos missionários xaverianos e por necessidade do aprimoramento educacional de seus filhos veio residir na sede muncipal com alma e coração partidos por deixar seu querido Caripetuba e região e na cidade trabalhou como feirante, funcionário da prefeitura, na Igreja de N. S. da Conceição e como comunitário católico na cidade, c/c Risolena Sarges Rodrigues/Risó em 19/10/1957 com casamento realizado pelo Padre Chagas e tiveram filhos e é citado desde 1944 até 2011.
A comunidade católica de N. S. de Nazaré do Rio Caripetuba teve início com Cordolina Sarges, mãe de Brasilino, Euclides, Iduína e Pedro Sarges e que organizava junto com sua família essa festa em sua casa no Caripetuba quando saíam em esmolação e folia pelas casas dessa localidade e arredores, cantando orações em latim vulgar e que depois promoviam as 3 noites de orações na casa dos Sarges em 3 noites de orações (e posteriormente festas dançantes) com a noite ramada, noite do mastro e noite do dia da festa e esse festejo familiar é que deu origem ao festejo de N. S. de Nazaré na localidade Rio Caripetuba, agora promovida pela comunidade católica do local. No tempo da festa dos Sarges o padre ia uma vez por ano no local fazendo a desobriga e celebrava a missa. A partir do início desses festejos da santa na casa dos Sarges pode-se dizer que essa festa e a respectiva imagema de N. S. de Nazaré já têm mais de 200 anos e em 1957 quem visitava a localidade de Caripetuba em desobriga e missa no mês de setembro era o Padre Chagas e a partir dele foi que se iniciou a comunidade católica dessa comunidade ribeirinha de Abaeté e a partir dos comunitários Orêncio Barbosa André, Sinhuquinha Ferreira, Galileu Moraes, Dilo Rodrigues, Ernani Ferreira Rodrigues e outros, foi que o Padre Chagas/Padre Francisco das Chagas, contando com a ajuda desses pioneiros, iniciou a atual comunidade eclesial e foi quem colocou a pedra fundamental no complexo que hoje reúne a Igreja e o barracão de N. S. de Nazaré e o posto médico do Caripetuba.
Orêncio Barbosa André (Barbosa), casou com Risolena Rodrigues André (Risó), no dia 19.10.1957, na localidade Caripetuba, nas Ilhas de Abaetetuba-Pa, onde residiam, antes de mudarem para a cidade de Abaetetuba. Na cidade fixaram residência na Travessa Santos Dumont, nº 638, até os dia de hoje (02.11.2007) e tiveram 8 filhos: Maria de Nazaré André de Castro (Teca), Maria de Jesus André Rocha (Gê), Deuza Maria, José Orêncio, (Orencinho) José Trindade (André), José da Penha (Penha), Maria Francinete (Nete) e Maria de Fátima Rodrigues André (5ª geração). Teca, Maria de Jesus, Deuza Maria, José Trindade, Maria Francinete e Maria de Fátima, casaram e tiveram filhos (6ª geração). José Orêncio, casou, mas não teve filhos.
Orêncio Barbosa André (Barbosa) e Risolena Rodrigues André (Risó), residentes na Travessa Santos Dumont, casaram no dia 19.10.1957, na localidade Caripetuba, nas Ilhas de Abaetetuba-Pa, onde residiam, antes de mudarem para a cidade de Abaetetuba. Na cidade fixaram residência, até os dia de hoje (02.11.2007) e tiveram 8 filhos: Maria de Nazaré André de Castro (Teca), Maria de Jesus André Rocha (Gê), Deuza Maria, José Orêncio, (Orencinho) José Trindade (André), José da Penha (Penha), Maria Francinete (Nete) e Maria de Fátima Rodrigues André (4ª geração). Vide famílias André e Rocha.
Horácio Baptista André
Que faleceu com 78 anos de idade, filho de Manoel Gregório André e Maria do Rosário, origem na localidade Caripetuba, c/c Maria Barbosa tiveram os seguintes filhos: Pretinho, Raimundo (Barbosa), Orêncio, Elza Barbosa André Matos, Aládio, Joana André Dias, Manoel, Júlia, Thadeu, Vartúlio (Vavá), Ataídes (Tatá) e Ademir Barbosa André (4ª geração
Os Margalho André
Esmerina Margalho André, filha de Januário Ferreira André, c/c Hilarinho Baía , moram em Abaetetuba e têm 4 filhos: Maria Raimunda, Merlindo, Miguilito e Odivaldo André Baia.
Heitor Margalho André/Branco, nasceu em 12/4/1931, filho de Januário Ferreira André (ainda era vivo em 1994) e Jardelina de Nazaré Pimentel Margalho, esta nascida em 8/9/1908, e Heitor era pintor e c/c Otília Gonçalves Brabo, esta nascida em 19/1/1934, e foi batizada pelo Padre Ignácio Magalhães, conforme lv. 28, fls. 97, nº 924 da Paróquia de Nossa Senhora da Conceição, em 3/12/1934. São filhos de Heitor e Otília: Maria Rodrigues André, Manoel, Maria da Conceição, Maria Auxiliadora, Maria do Socorro, Manoel do Livramento, Maria Gonçalves, Manoel e Maria de Nazaré. Sete filhos de Heitor falaceram em criança.
Manoel do Livramento André, filho de Heitor Margalho André e Otília Gonçalves Brabo, nasceu em 30/12/1967.
Maria Benta Margalho André, filha de Januário Ferreira André e irmã de Heitor Margalho André. Maria Benta Margalho André, filha de Januário Margalho André. Januário tem os seguintes irmãos: Horácio Batista André (Vide fam. André), Secundino André (Segundo), Erundino, Zito, Amélia, Maria Vitória, Maria e Alzira Ferreira André.
Maria do Socorro André, filha de Heitor Margalho André e Otília Gonçalves Brabo, c/c João Batista da Silva Vilhena e tiveram filhos: Elcilene André vilhena, José Maria e Andréa.
Sebastião Margalho André/Sabá, filho de Januário Ferreira André e Jardelina de Nazaré Pimentel Margalho, c/c Maria de Nazaré Barbosa, moram no Rio Arumanduba e têm filhos.
. Januário Ferreira André, c/c Jardelina Nazaré Margalho e tiveram filhos: Maria . Benta Margalho André/Maria Benta Margalho Moraes, Heitor, Sebastião e Esmerina. Vide abaixo Maria Benta.
. Elza Barbosa André Matos, casou com Álvaro Matos e tiveram filhos: Walter, Álvaro, Valdete e outros.
. Aládio Barbosa André/Pretinho, oleiro na localidade Arumanduba/Abaetetuba/Pa, residente à Trav. Santos Dumont, casou com Maria Raimunda/Yaiá e tiveram filhos: Benedito do Socorro Pereira André, José Odil Silva André, Miguel R. S. André, Maria Elenice, Pedro do Socorro Pereira André e Ana Lúcia Silva André.
. Joana André Dias, residente em Abaetetuba-Pa, casou com Antônio Marques Dias/Antonico e tiveram 11 filhos: Aluízio, Adevaldo, Alair, Alcivaldo, Rosinéia, Elízia, Luiz, Antônio, João Paulo, Joseane e Ana Carla André Dias, a maioria destes são casados e com filhos.
Antônio Marques Dias, esposo de Joana é filho de Sebastiana Pontes Marques/Sabá, que é filha de Rosa Pontes e Tito Marques e Rosa Pontes é filha de Constantino de Pontes e Maximina Barbosa/Maxica e, Rosa, portanto, é irmã de João Nepomuceno, Pedro Nonato, Maria, Francelina Maria, Herundina e Manoel de Pontes/Duca. Vide fam. Pontes.
. Manoel Barbosa André/Japonês, comerciante, casado e com 9 filhos.
Júlia Barbosa André, residente nas Ilhas de Abaetetuba, localidade Arumanduba, casada e com filhos.
. Thadeu Barbosa André/Tadico, lavrador, residente nas Ilhas de Abaetetuba-Pa, casado e com 8 filhos.Rosa André e outros.
. Rosa André, casou com Fortunato Barreto e tiveram filhos: Fernanda e Felipe.
. Vartúlio Barbosa André/Vavá, residente nas ilhas de Abaetetuba-Pa, lavrador, casado e com 9 filhos.
. Ataídes Barbosa André/Tatá, residente nas Ilhas de Abaetetuba-Pa, comerciante, casado e com 8 filhos.
. Ademir Barbosa André, residente em Belém-Pa, comerciante, casado e com filhos.
Família de Maria Benta Margalho André
. Francisco André/Chico André, casado e com filhos: Manoel Gregório André e outros.
. Manoel Gregório André/Manoel Gregório, c/c Maria do Rosário e tiveram filhos: Januário Ferreira André, Horácio Batista André, Secundino André/Segundo, Erundino, Zito, Amélia, Maria Vitória, Maria e Alzira Ferreira André. A maioria desses irmãos morava no Rio Arumanduba.
. Januário Ferreira André, c/c Jardelina Nazaré Margalho e tiveram filhos: Maria Benta Margalho André/Maria Benta Margalho Moraes, Heitor, Sebastião e Esmerina.
Família
Maria Benta Margalho André/Maria Benta Margalho Moraes, nasceu em 21/3/1937 e, em 26/3/1994, estava c/54 anos de idade. Tem o sobrenome André, devido ser filha de um irmão do Sr. Horácio André, de nome Januário André.
Maria Benta, casou com José Raulino de Moraes/Rolha, este nascido em 5/6/1933 e, em 1994, dia da entrevista, estava c/60 anos de idade e tiveram filhos: Michelina, José Maria, Lindalva, Iraci/gêmeo c/Araci, Araci/gêmeo c/Iraci, Dorival, Graciete, Maria Isabel, Guiomar, Antonio, Maria José, Maurícia e Sebastião Margalho Moraes.
. Michelina Morais Silva, c/c Domingos Guilherme da Silva, moram na localidade rio Arumanduba e têm 7 filhos: Edmilson, Alexandre, Leidiane, Eldernei, Leiliane, Deisiane e José André Moraes da Silva.
. José Maria de Moraes, foi entrevistado em 31/3/1993 e forneceu os seguintes dados:
Nasceu em 15/1/1960 é filho de Maria Benta Margalho de Moraes e José Raulino de Moraes/Rolha, reside na Travessa Crizanto Lobato/Abaetetuba/Pa e casou com Lindalva Quaresma Moraes, esta nascida em 21/7/1958 e que têm 2 filhos: Layane, nascida em 10/1990 e Layana Quaresma Moraes, nascida em 6/1993.
Graciete Margalho Moraes, casou com Luís Carlos Carvalho, moram em Belém/Pa/ Conjunto Cordeiro e têm 3 filhos.
Maria Isabel Margalho Moraes, casou com Dori Edson, moram em Belém/Pa e têm uma filha.
. Guiomar Margalho Moraes, casou com Amarildo Silva Ferreira, moram em Belém/Pa e têm uma filha.
. Irmãos de Maria Benta:
. Sebastião Margalho André/Sabá, casou com Maria de Nazaré Barbosa, moram na localidade rio Arumanduba e têm filhos.
. Esmerina André Baía, casou com Hilarinho Baía, moram em Abaetetuba/Pa e têm 4 filhos: Maria Raimunda, Merlindo, Miguilito e Odivaldo André Baia.
. Heitor Margalho André/Branco, nasceu em 19/1/1934, ainda era vivo em 1994 e com a esposa já falecida, com que teve 3 filhos e mudaram para a cidade de Abaetetuba. Heitor Margalho André em 31/3/1993, forneceu os seguintes dados: é pintor e é irmão de Maria Benta Margalho Moraes, é filho de Januário Ferreira André e Jardelina de Nazaré Margalho, esta nascida em 8/9/1908. Heitor casou com Otília Gonçalves Brabo, esta nascida em 19/1/1934 e que foi batizada pelo Padre Ignácio Magalhães, conforme lv. 28, fls. 97, nº 924 da Paróquia de Nossa Senhora da Conceição, em 3/12/1934.
São filhos de Heitor e Otília: Maria Rodrigues André, que nasceu em 23/7/1957, falecida pequena; Manoel, que nasceu em 27/8/1958, falecido pequeno; Maria da Conceição, que nasceu em 4/12/1959, falecida pequena; Maria Auxiliador, nascida em 5/1/1961, falecida pequena; Maria do Socorro, nascida em 15/61963, casada; Manoel do Livramento, nascido em 30/12/1967; Maria Gonçalves, nascida em 13/5/1969, falecida pequena; Manoel, nascido em 15/4/1972, falecido pequeno e Maria de Nazaré, nascida em 8/4/1973, falecida pequena. Heitor, questionado sobre o porque de tantos filhos nascidos e falecidos pequenos, explicou da falta de condições financeiras e serviços médicos na localidade.
. Maria do Socorro, casou com João Batista da Silva Vilhena e tiveram os seguintes filhos: Elcilene André vilhena, José Maria e Andréa.

CARIPETUBA/XINGU/PARAMAJÓ


FAMÍLIA ARAÚJO
Os Araújo
João Araújo, casado e com filhos: Maria Araujo e outros em pesquisa
Maria Araújo, filha de João Araujo.
QUIANDUBA/NARIANDUBA
FAMÍLIA ALMEIDA
Os de Almeida
. Aluísio de Almeida, citado em 1944 como contribuinte da festa de N.S. da Conceição em Abaetetuba.
. Eneas de Almeida, citado em 1961como contribuinte da festa de N.S. da Conceição em Abaetetuba.
. Felipa de Almeida, citado em 1961como contribuinte da festa de N.S. da Conceição em Abaetetuba.
. Justino Apolinário de Almeida, citado em 1961como contribuinte da festa de N.S. da Conceição em Abaetetuba.
. Maria Joventina de Almeida, citado em 1961como contribuinte da festa de N.S. da Conceição em Abaetetuba.
QUIANDUBA/NARIANDUBA
Os de Almeida Rodrigues
Sinéia de Almeida Rodrigues, citado em 1961como contribuinte da festa de N.S. da Conceição em Abaetetuba.
Os de Almeida Silva
. Maria de Almeida e Silva, citado em 1944 como contribuinte da festa de N.S. da Conceição em Abaetetuba.
. Raimunda de Almeida e Silva, citado em 1944 como contribuinte da festa de N.S. da Conceição em Abaetetuba.
QUIANDUBA/NARIANDUBA
Os Barbosa de Almeida
. Pedro Barbosa de Almeida, citado em 1961como contribuinte da festa de N.S. da Conceição em Abaetetuba.
Os Gomes de Almeida
. Antonio Gomes de Almeida, citado em 1961como contribuinte da festa de N.S. da Conceição em Abaetetuba.
QUIANDUBA/NARIANDUBA
Os Rodrigues de Almeida
. Maria de Nazaré Rodrigues de Almeida, citado em 1961como contribuinte da festa de N.S. da Conceição em Abaetetuba.
QUIANDUBA/NARIANDUBA
. Aguinaldo Araujo, citado em 1961 como contribuinte da festa de N.S. da Conceição em Abaetetuba.

URUBUÉUA/PRATA/DOCE
Rio da Prata
Possui mais de 200 famílias de moradores e abriga uma secretaria da Colônia de Pescadores Z-14 e uma Delegacia Sindical do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Abaetetuba.
Localidade onde existiam importantes casas de comércio, conforme atestam documentos de 1922.
Rio Doce
Abriga a Comunidade São João Batista e desenvolve atividade de pesca, inclusive a pesca de camarão com matapi.

VILA DE BEJA

Os de Araújo e Silva
Irotildes de Araújo e Silva (Iró). casou com Vicente Araújo e Silva e, posteriormente, com Secundino Baia Marinho, residente na Vila de Beja, que teve os seguintes filhos: José Miguel, João Batista, Maria da Graça, e Getúlio de Araújo Marinho (4ª geração)
Relação do ano de 1961 que cita os colaboradores da Festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba:

Blog do Ademir Rocha, de Abaetetuba/PA

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Famílias A B C e Sena

Famílias A B C e Sena
Famílias A Para Reconstituir

FAMÍLIAS SENA

Os de Sena
Horácio de Sena
Miguel Maués Loureiro
Raimundo Rodrigues da Silva
João de Deus Ferreira
Manoel Roque Ferreira
João Rosado dos Santos
Belarmino Rodrigues de Farias
Manoel João de Souza
Raimundo da Silva melo
Raimundo Bernardino da Silva
Erogildo Fonseca de Lima/Mestre Rosa
Raimundo de Lima Pontes
Miguel do carmo Araujo
Pedro Paulo Ferreira
Taviro Manoel Ferreira
Otacílio Ferreira Dias
Heráclito Delmiro de Sales
Galdino Cardinal da Costa/Mestre Cardinal
Manoel dos Santos
João Cunha de Oliveira
Acindino Naziazeno de Carvalho
. Horácio de Sena, foi antigo membro do Clube Carlos Gomes, em Abaetetuba, conforme citação abaixo:
Presidente, Miguel Maués Loureiro, vice-presidente, Pedro Ribeiro de Araujo; 2º secretário, Prudente Ribeiro de Araujo e com a presença de: Raimundo Rodrigues da Silva, Manoel Roque Ferreira, João de Deus Ferreira, João Rosado dos Santos, Belarminio Rodrigues de Farias, Manoel João de Souza, Raimundo da Silva Melo, Raimundo Bernardino da Silva, Erogildo Fonseca de Lima, Raimundo de Lima Pontes, Miguel do Carmo Araujo, Pedro Paulo Ferreira, Taviro Manoel Ferreira, Otacílio Ferreira Dias, Heráclito Delmiro de Sales, Galdino Cardinal da Costa, Manoel dos Santos, João Cunha de Oliveira e Acindino Naziazeno de Carvalho.
. MIGUEL MAUÉS LOUREIRO, presidente do Clube Carlos Gomes
. PEDRO RIBEIRO DE ARAÚJO, vice presidente do Clube Carlos Gomes
. PRUDENTE RIBEIRO DE ARAUJO, 2º secretário do Clube Carlos Gomes
. RAIMUNDO RODRIGUES DA SILVA, componente do Clube Carlos Gomes
. MANOEL ROQUE FERREIRA, componente do Clube Carlos Gomes
JOÃO DE DEUS FERREIRA, componente do Clube Carlos Gomes
 . JOÃO ROSADO DOS SANTOS, componente do Clube Carlos Gomes
. BERLARMINO RODRIGUES DE FARIAS, componente do Clube Carlos Gomes
. EROGILDO FONSECA DE LIMA, componente do Clube Carlos Gomes
. RAIMUNDO DE LIMA PONTES, componente do Clube Carlos Gomes
. MIGUEL DO CARMO ARAUJO, componente do Clube Carlos Gomes
. PEDRO PAULO FERREIRA, componente do Clube Carlos Gomes
. TAVIRO MANOEL FERREIRA, componente do Clube Carlos Gomes
. OTACÍLIO FERREIRA DIAS, componente do Clube Carlos Gomes
. HERÁCLITO DELMIRO DE SALES, componente do Clube Carlos Gomes
. GALDINO CARDINAL DA COSTA, componente do Clube Carlos Gomes
. MANOEL DOS SANTOS, componente do Clube Carlos Gomes
. JOÃO CUNHA DE OLIVEIRA, componente do Clube Carlos Gomes
. ALCIDINO NAZIAZENO DE CARVALHO, componente do Clube Carlos Gomes
FAMÍLIA SENA
Famílias S
Os Sena
. Cazuza Sena
. Estácio Sena
. Horácio Sena Filho

Francisco de Vasconcelos Cardoso/Chico Padeiro
Francisco Damião de Carvalho
Galdino Cardinal da Costa/Mestre Cardinal
Miguel Maués Loureiro/Mestre Miguel Loureiro

Francisco Damião de Carvalho/Mestre Damião, cujo nome aparece na Biografia de Galdino Cardinal da Costa/Mestre Cardinal:

Depois de aprender as lições do Chico Padeiro, passou a estudar diretamente com o Mestre Damião/Damião Carvalho, com quem teve umas quatro lições apenas. Mestre Damião era um professor renomado de música e ele é que dá nome à escola de música da Fundação Cultural de Abaetetuba. Mestre Damião logo percebeu o grande potencial musical de Cardinal e ele contata com o Mestre Miguel Loureiro e lhe fala dos dons musicais de Cardinal. O Mestre Miguel Loureiro, que morava perto do antigo Cine Natan, manda chamar Cardinal e lhe fala das informações que recebera do mestre Damião. Mestre Miguel Loureiro pergunta sobre o que Cardinal já tinha aprendido e como tinha aprendido e Cardinal lhe fala das lições com o Chico Padeiro e com o Mestre Damião. Nessa altura Cardinal possuía apenas uma flauta como instrumento de sopro. E foi com esse instrumento que ele começou seus estudos de aulas de música com notas bem mais difícies do Mestre Miguel Loureiro. No outro dia mostra ao Mestre as lições aprendidas e este ficou admirado com a facilidade com que Cardinal aprendera aquelas lições. Assim, em pouco tempo, Cardinal foi se aprofundando nos segredos musicais das notas, subdivisão, simetria. A simetria é a grande dificuldade para a grande maioria dos alunos de música, porque exige muita calma, paciência e tenacidade dos iniciantes. Uma escola de música inicia com a sala cheia de alunos mas, devido a simetria, muitos desistem. O Mestre Miguel Loureiro dá a Cardinal um conjunto de lições pesadas de teoria musical e cardinal se saiu bem em todas as lições. O seu problema era a flauta, instrumento não muito recomendável para as pesadas lições. Foi aí que aconteceu o fato de um aluno vir devolver o seu material de estudo como o método e o instrumento, que era um clarinete. Mestre Miguel Loureiro já tinha pensado nessa possibilidade e foi o que aconteceu e, a partir daí , os ensaios começaram a ser feito com esse instrumento e, com três meses de estudo, Cardinal já estava ensaiando na Banda Carlos Gomes. Além de clarinete, Cardinal aprendeu a tocar saxofone e violão, cavaquinho, mas seu instrumento preferido era o clarinete.
Banda Carlos Gomes
. FRANCISCO VASCONCELOS CARDOSO/Chico Padeiro


GALDINO CARDINAL DA COSTAMestre Cardinal
MIGUEL MAUÉS LOUREIRO/Mestre Miguel Loureiro
AGENOR SILVA/Mestre Agenor
LUIZ SENA/Mestre Luiz do Milamão
FRANCISCO MAUÉS CARVALHO/Chico Narrina
.
HILDO TAVARES CARVALHO/Hildo Carvalho, cujo nome aparece na Biografia de Galdino Cardinal da Costa/Mestre Cardinal:
Em 1954 Cardinal casa com Ruth do Carmo de Araújo Rocha. A Banda Carlos Gomes tinha um estatuto rigoroso e os músicos tinham que se portar conforme o estatuto exigia e um dos artigos pedia a exclusividade dos músicos com a Banda. Cardinal ficou conhecido por ser um bom músico de clarinete e por isso, começa a tocar nos conjuntos musicais da época como o Jazz União, Orquestra Brasil, Jazz do Margalho, um conjunto do Furo Grande e no conjunto Acapulco de Daniel Margalho. No tempo da gestão da 1ª gestão do prefeito Hildo carvalho, apareceu um contrato para o Jazz Brasil do Mestre Agenor Silva, para tocar em Pontas de Pedra, uma cidade da Ilha do Marajó, e esse mestre convida Cardinal para se juntar a ele na excursão. Cardinal foi falar com o Mestre da Banda Carlos Gomes, que era o Miguel Loureiro sobre o assunto e o Mestre Miguel Loureiro lhe explicou o que pregava os estatutos da Banda. Mesmo assim Cardinal firma compromisso para ir para Ponta de Pedras. Para seu azar aparece um contrato para a Banda Carlos Gomes tocar na recepção ao 1º Bispo de Abaetetuba. A banda firmou o contrato e os seus músicos foram convocados para os ensaios e Cardinal estava em Ponta de Pedras. Três dias depois da recepção ao Bispo, Cardinal recebe a carta de seu desligamento da banda, por indisciplina, por não ter respeitado a cláusula de exclusividade. Com isso teve que entregar todo o material que estava com ele, como o instrumento, uniforme, estante. Mas poucos dias depois se inicia a Festa de Nossa Senhora da Conceição e as duas bandas iam tocar na mesma. Cardinal encontra o Mestre Agenor Silva e lhe conta do problema na Banda Carlos Gomes, que resultou do seu desligamento da mesma. E, a partir daí, Cardinal passou a tocar na outra banda musical da cidade, a Banda Virgem da Conceição. E Cardinal fica nessa banda, que, pouco tempo depois, ganha um novo mestre, que era o Mestre Luiz do Milamão. Fica tocando nessa banda e em inúmeros outros compromissos para o qual era convidado, tocando sozinho ou nos conjuntos musicais da época.

Raimundo Nonato da Silva Pauxis/Mestre Raimundo Pauxis
Francisco damião de Carvalho/Mestre Damião
Miguel Maués Loureiro/Mestre Miguel Loureiro
Francisco de Miranda Margalho/Mestre Chiquinho Margalho
Licínio Ribeiro de Araujo
Maxico Almeida
Heráclito Sales
Agenor Silva/Mestre Agenor
Raimundo Vicente
Taviro
Miguel Cardoso
Rosado
Tomás Almeida

Francisco Maués Carvalho/Chico Narrina, cujo nome aparece na Biografia de Galdino Cardinal da Costa/Mestre Cardinal
Na 2ª gestão do prefeito Chico Narrina, Cardinal assume como professor de música na Escola de Música Mestre Damião, da Fundação Cultural de Abaetetuba.
Para Cardinal os grandes músicos de Abaetetuba foram os seguintes: Raimundo Pauxis, Miguel Loureiro, Chiquinho Margalho, Licínio Araújo, Maxico Almeida, Heráclito Sales, Raimundo Damião, Agenor Silva, Raimundo Vicente, Taviro, Cardinal, Miguel Cardoso, Rosado, Tomás Almeida. Cardinal explicou a divergência na banda Carlos Gomes entre os dois grandes músicos Raimundo Pauxis e Chiquinho Margalho, onde este desgostou-se e saiu da Carlos Gomes para funda sua própria banda, que foi a Virgem da Conceição. Chiquinho Margalho recrutou os primeiros componentes dessa nova banda pelo interior do município, grande celeiro de músicos. Um desses músicos recrutado por Margalho foi o Mestre Agenor, que é do Rio Bacuri, município de Abaetetuba. Cada banda possuía quase 30 componentes, o que é difícil de acontecer. Cardinal explicou que os instrumentos de percussão de uma banda são: bumbo, tarol, surdo, surdo-bumbo, prato. Os melódicos são: saxofone, pistão, clarinete, trombone, requinta (não se usa mais), flautim, contra-baixo (tuba).
. FRANCISCO DE MIRANDA MARGALHO
. LICINIO RIBEIRO DE ARAUJO/Licínio Araujo
MAXICO ALMEIDA
. HERÁCLITO SALES
. AGENOR SILVA
. RAIMUNDO VICENTE
TAVIRO
MIGUEL CARDOSO
. ROSADO
. TOMÁS ALMEIDA


. Luiz Sena
Os Sena

Os de Sena
. JOSÉ DE SENA, foi antigo membro do Clube Carlos Gomes, em Abaetetuba, conforme citação abaixo:
. RAIMUNDO DAMIÃO DE CARVALHO, músico eclético que fundou e participou de vários conjuntos musicais, professor de música, tendo formado vários músicos em Abaeté, citado em 1902 no Clube Carlos Gomes. junto a outros músicos: Estácio Sena dos Passos, José de Sena, Horácio de Sena, Raimundo Damião de Carvalho, Manoel Joaquim do Nascimento, os filhos de Hermínio Pauxis: Raimundo Pauxis/Raymmundo Nonnato da Silva Pauxis, Aládio Ladislau Pauxis, Melquíades Pauxis e o sobrinho do Mestre Hermínio Pauxis, Coríntio Lobato”.
Presidente, Miguel Maués Loureiro, vice-presidente, Pedro Ribeiro de Araujo; 2º secretário, Prudente Ribeiro de Araujo e com a presença de: Raimundo Rodrigues da Silva, Manoel Roque Ferreira, João de Deus Ferreira, João Rosado dos Santos, Belarminio Rodrigues de Farias, Manoel João de Souza, Raimundo da Silva Melo, Raimundo Bernardino da Silva, Erogildo Fonseca de Lima, Raimundo de Lima Pontes, Miguel do Carmo Araujo, Pedro Paulo Ferreira, Taviro Manoel Ferreira, Otacílio Ferreira Dias, Heráclito Delmiro de Sales, Galdino Cardinal da Costa, Manoel dos Santos, João Cunha de Oliveira e Acindino Naziazeno de Carvalho.
. José Sena, músico eclético que participou de vários conjuntos musicais.

Clube Carlos Gomes EM 1902:

. RAIMUNDO DAMIÃO DE CARVALHO, citado em 1902 como componente do Clube Carlos Gomes
. . ESTÁCIO SENA DOS PASSOS, citado em 1902 como componente do Clube Carlos Gomes
. MANOEL JOAQUIM DO NASCIMENTO, citado em 1902 como componente do Clube Carlos Gomes
. RAIMUNDO NONATO DA SILVA PAUXIS/Raimundo Pauxis, filho do Mestre Raimundo Pauxis, citado em 1902 como componente do Clube Carlos Gomes
. ALÁDIO LADISLAU PAUXIS, filho do Mestre Raimundo Pauxis, citado em 1902 como componente do Clube Carlos Gomes
. MELQUÍADES PAUXIS, filho do Mestre Raimundo Pauxis, citado em 1902 como componente do Clube Carlos Gomes
. CORINTHO LOBATO, sobrinho do Mestre Raimundo Pauxis, citado em 1902 como componente do Clube Carlos Gomes
.
Os de Sena
. HORÁCIO DE SENA, músico eclético que fundou e participou de vários conjuntos musicais, professor de música, tendo formado vários músicos em Abaeté, citado abaixo:
Citado em 1902 no Clube Carlos Gomes. junto a outros músicos: Estácio Sena dos Passos, José de Sena, Horácio de Sena, Raimundo Damião de Carvalho, Manoel Joaquim do Nascimento, os filhos de Hermínio Pauxis: Raimundo Pauxis (Raymmundo Nonnato da Silva Pauxis, Aládio Ladislau Pauxis, Melquíades Pauxis e o sobrinho do Mestre Hermínio Pauxis, Coríntio Lobato”.
Uma formação da Banda Carlos Gomes e os demais Coforotes estão presentes: Paulinho Coforote, era alfaiate e tocava trompa; Manoel Coforote, era agricultor e tocava baixo; João Coforote, era agricultor e tocava trombone; Oscar Santos Coforote, era professor de música e tocava trombone; Tibica, era agricultor e tocava bombardino ou barito;Horácio Sena, era carpinteiro naval tocava bombardino; Horácio Filho, era carpinteiro naval e tocava bombardino; Mestre Leoderlino, era professor e tocava bombardino; Arcelino (Pinta-Caroço), era carpinteiro e tocava clarinete; Manoel Lipordino, tocava requinta; Estácio Sena, era alfaiate e tocava contra-baixo; Cazuza Sena, era carpinteiro e tocava clarone (instrumento raro); Heráclito, era carpinteiro e tocava clarinete; Abel Guiães de Barros Ferreira, era português, ferreiro e tocava bumbo; Abaeté Pauxis, era comerciante ambulante e tocava saxofone; Orêncio Pimentel Coutinho, era marceneiro e tocava barito (instrumento raro, relíquia); Paulo Borges (Polo), era carpinteiro e tocava afrenquides (instrumento de apelido mamoeiro por ser muito alto); Cici Costa, era comerciante e tocava trompa; Churamba, era comerciante ambulante e tocava trompa; Bernardo Rebolado, era Oficial de Justiça e tocava requinta; Raimundo Melo, tocava surdo; João Bostoque, era marceneiro e tocava caixa (caixista); Mestre Benjamim (cego de um lado), era calafate e tocava trompa; Durico, era calafate e tocava bombardino; Miguel Loureiro, era sapateiro e tocava saxofone; Prudente Araujo, era escriturário e tocava flautim (o menor dos instrumentos); Pedro Araujo, era professor e tocava trombone; Cardinal, tocava clarinete; Chiquinho Margalho, funcionário público municipal e tocava saxofone tenor.

. JOSÉ DE SENA, foi antigo membro do Clube Carlos Gomes, em Abaetetuba, conforme citação abaixo:

Os Sena dos Passos
. ESTÁCIO SENA DOS PASSOS, foi antigo membro do Clube Carlos Gomes, em Abaetetuba, conforme citação abaixo:
Clube Carlos Gomes
Citado em 1902 no Clube Carlos Gomes. junto a outros músicos: Estácio Sena dos Passos, José de Sena, Horácio de Sena, Raimundo Damião de Carvalho, Manoel Joaquim do Nascimento, os filhos de Hermínio Pauxis: Raimundo Pauxis (Raymmundo Nonnato da Silva Pauxis, Aládio Ladislau Pauxis, Melquíades Pauxis e o sobrinho do Mestre Hermínio Pauxis, Coríntio Lobato”.

Estácio Sena dos Passos como secretário do Clube Carlos Gomes, conforme a citação de 1927:
Clube Carlos Gomes
“O Clube Carlos Gomes, com eleição em 1927, ficando assim constituída a diretoria: presidente, Garibaldi Parente; secretário, Estácio Sena dos Passos; tesoureiro, Abel Guiães de Barros; regente, Gerônimo Guedes e contra-mestre, Raymmundo Pauxis”.
Presidente, Miguel Maués Loureiro, vice-presidente, Pedro Ribeiro de Araujo; 2º secretário, Prudente Ribeiro de Araujo e com a presença de: Raimundo Rodrigues da Silva, Manoel Roque Ferreira, João de Deus Ferreira, João Rosado dos Santos, Belarminio Rodrigues de Farias, Manoel João de Souza, Raimundo da Silva Melo, Raimundo Bernardino da Silva, Erogildo Fonseca de Lima, Raimundo de Lima Pontes, Miguel do Carmo Araujo, Pedro Paulo Ferreira, Taviro Manoel Ferreira, Otacílio Ferreira Dias, Heráclito Delmiro de Sales, Galdino Cardinal da Costa, Manoel dos Santos, João Cunha de Oliveira e Acindino Naziazeno de Carvalho.


Mestre Laudelino
Nasceu no Rio Guajará de Beja e ele era professor escolar, músico e professor de música e maestro. Era chamado de Mestre Laudelino. Inicialmente a família do Mestre Leodelino morou em Igarapé-Miry, local onde ele trabalhava como professor escolar, e onde nasceu o seu filho Ceci, que nasceu no Rio Santo Antonio, no Engenho do Capitão Deodato. À convite do seu amigo o Coronel Aristides dos Reis e Silva, em 1923, o Mestre Laudelino e família vieram para Abaeté, para aqui trabalhar como professor escolar. Trabalhou como professor de leitura por muitos anos em Abaeté. O Mestre Laudelino, como professor escolar, foi contemporâneo da professora Carolina Pinto da Rocha, Abílio Nery de Araujo, Ederlina Maués, Jósimo Antonio de Sarges, que também eram professores municipais. Outros conteporâneos: Maximiano Antonio Rodrigues, examinador nas escolas municipais, junto com outros examinadores: Miguel Mendes dos Reis, João Bernardino Dias, Coronel Hygino Maués, Raymmundo Maués Pinheiro, Paulo Elpídio, João Ferreira e Abílio Nery.
. CAROLINA PINTO DA ROCHA. citada como professor em 1923 na gestão do coronel Aristides dos Reis e Silva.
. ABILIO NERY DE ARAUJO. citado como professor em 1923 na gestão do coronel Aristides dos Reis e Silva.
. EDERLINA MAUÉS, citada como professor em 1923 na gestão do coronel Aristides dos Reis e Silva.
JÓSIMO ANTONIO DE SARGES. citado como professor em 1923 na gestão do coronel Aristides dos Reis e Silva.
. MIGUEL MENDES DOS REIS. citado como professor em 1923 na gestão do coronel Aristides dos Reis e Silva.
. MAXIMIANO ANTONIO RODRIGUES. citado como professor em 1923 na gestão do coronel Aristides dos Reis e Silva.
. JOÃO BERNARDINO DIAS. citado como professor em 1923 na gestão do coronel Aristides dos Reis e Silva.
. CORONEL HYGINO MAUÉS. citado como professor em 1923 na gestão do coronel Aristides dos Reis e Silva.
. RAYMUNDO MAUÉS PINHEIRO. citado como professor em 1923 na gestão do coronel Aristides dos Reis e Silva.
. PAULO E´LPÍDIO. citado como professor em 1923 na gestão do coronel Aristides dos Reis e Silva
. JOÃO FERREIRA. citado como professor em 1923 na gestão do coronel Aristides dos Reis e Silva..
. ABÍLIO NERY,. citado como professor em 1923 na gestão do coronel Aristides dos Reis e Silva.

Uma formação da Banda Carlos Gomes e os demais Coforotes estão presentes: Paulinho Coforote, era alfaiate e tocava trompa; Manoel Coforote, era agricultor e tocava baixo; João Coforote, era agricultor e tocava trombone; Oscar Santos Coforote, era professor de música e tocava trombone; Tibica, era agricultor e tocava bombardino ou barito;Horácio Sena, era carpinteiro naval tocava bombardino; Horácio Filho, era carpinteiro naval e tocava bombardino; Mestre Leoderlino, era professor e tocava bombardino; Arcelino (Pinta-Caroço), era carpinteiro e tocava clarinete; Manoel Lipordino, tocava requinta; Estácio Sena, era alfaiate e tocava contra-baixo; Cazuza Sena, era carpinteiro e tocava clarone (instrumento raro); Heráclito, era carpinteiro e tocava clarinete; Abel Guiães de Barros Ferreira, era português, ferreiro e tocava bumbo; Abaeté Pauxis, era comerciante ambulante e tocava saxofone; Orêncio Pimentel Coutinho, era marceneiro e tocava barito (instrumento raro, relíquia); Paulo Borges (Polo), era carpinteiro e tocava afrenquides (instrumento de apelido mamoeiro por ser muito alto); Cici Costa, era comerciante e tocava trompa; Churamba, era comerciante ambulante e tocava trompa; Bernardo Rebolado, era Oficial de Justiça e tocava requinta; Raimundo Melo, tocava surdo; João Bostoque, era marceneiro e tocava caixa (caixista); Mestre Benjamim (cego de um lado), era calafate e tocava trompa; Durico, era calafate e tocava bombardino; Miguel Loureiro, era sapateiro e tocava saxofone; Prudente Araujo, era escriturário e tocava flautim (o menor dos instrumentos); Pedro Araujo, era professor e tocava trombone; Cardinal, tocava clarinete; Chiquinho Margalho, funcionário público municipal e tocava saxofone tenor.
. PAULINHO COFOROTE,era alfaiate, citado como músico da Banda Carlos Gomes, tocando trompa.
.  MANOEL COFOROTE,era agricultor, citado como músico da Banda Carlos Gomes, tocando baixo.
. JOÃO COFOROTE,,era agricultor, citado como músico da Banda Carlos Gomes, tocando trombone.

Os Sena
. Cazuza Sena
Uma formação da Banda Carlos Gomes e os demais Coforotes estão presentes: Paulinho Coforote, era alfaiate e tocava trompa; Manoel Coforote, era agricultor e tocava baixo; João Coforote, era agricultor e tocava trombone; Oscar Santos Coforote, era professor de música e tocava trombone; Tibica, era agricultor e tocava bombardino ou barito;Horácio Sena, era carpinteiro naval tocava bombardino; Horácio Filho, era carpinteiro naval e tocava bombardino; Mestre Leoderlino, era professor e tocava bombardino; Arcelino (Pinta-Caroço), era carpinteiro e tocava clarinete; Manoel Lipordino, tocava requinta; Estácio Sena, era alfaiate e tocava contra-baixo; Cazuza Sena, era carpinteiro e tocava clarone (instrumento raro); Heráclito, era carpinteiro e tocava clarinete; Abel Guiães de Barros Ferreira, era português, ferreiro e tocava bumbo; Abaeté Pauxis, era comerciante ambulante e tocava saxofone; Orêncio Pimentel Coutinho, era marceneiro e tocava barito (instrumento raro, relíquia); Paulo Borges (Polo), era carpinteiro e tocava afrenquides (instrumento de apelido mamoeiro por ser muito alto); Cici Costa, era comerciante e tocava trompa; Churamba, era comerciante ambulante e tocava trompa; Bernardo Rebolado, era Oficial de Justiça e tocava requinta; Raimundo Melo, tocava surdo; João Bostoque, era marceneiro e tocava caixa (caixista); Mestre Benjamim (cego de um lado), era calafate e tocava trompa; Durico, era calafate e tocava bombardino; Miguel Loureiro, era sapateiro e tocava saxofone; Prudente Araujo, era escriturário e tocava flautim (o menor dos instrumentos); Pedro Araujo, era professor e tocava trombone; Cardinal, tocava clarinete; Chiquinho Margalho, funcionário público municipal e tocava saxofone tenor.
. Estácio Sena

. Horácio Sena Filho
Uma formação da Banda Carlos Gomes e os demais Coforotes estão presentes: Paulinho Coforote, era alfaiate e tocava trompa; Manoel Coforote, era agricultor e tocava baixo; João Coforote, era agricultor e tocava trombone; Oscar Santos Coforote, era professor de música e tocava trombone; Tibica, era agricultor e tocava bombardino ou barito;Horácio Sena, era carpinteiro naval tocava bombardino; Horácio Filho, era carpinteiro naval e tocava bombardino; Mestre Leoderlino, era professor e tocava bombardino; Arcelino (Pinta-Caroço), era carpinteiro e tocava clarinete; Manoel Lipordino, tocava requinta; Estácio Sena, era alfaiate e tocava contra-baixo; Cazuza Sena, era carpinteiro e tocava clarone (instrumento raro); Heráclito, era carpinteiro e tocava clarinete; Abel Guiães de Barros Ferreira, era português, ferreiro e tocava bumbo; Abaeté Pauxis, era comerciante ambulante e tocava saxofone; Orêncio Pimentel Coutinho, era marceneiro e tocava barito (instrumento raro, relíquia); Paulo Borges (Polo), era carpinteiro e tocava afrenquides (instrumento de apelido mamoeiro por ser muito alto); Cici Costa, era comerciante e tocava trompa; Churamba, era comerciante ambulante e tocava trompa; Bernardo Rebolado, era Oficial de Justiça e tocava requinta; Raimundo Melo, tocava surdo; João Bostoque, era marceneiro e tocava caixa (caixista); Mestre Benjamim (cego de um lado), era calafate e tocava trompa; Durico, era calafate e tocava bombardino; Miguel Loureiro, era sapateiro e tocava saxofone; Prudente Araujo, era escriturário e tocava flautim (o menor dos instrumentos); Pedro Araujo, era professor e tocava trombone; Cardinal, tocava clarinete; Chiquinho Margalho, funcionário público municipal e tocava saxofone tenor.

. Luiz Sena/Luiz do Milamão
Manoel Joaquim Costa, o Cavalinho, é irmão do Cardinal. Era exímio tocador de cavaquinho, banjo e violão. Participou de muitos grupos de serestas e conjuntos musicais, como o Jazz do Margalho, os grupos de seresta “Luar de Abaeté” e “Os Coroas”. Cavalinho, além de músico, compunha choros e ajudava nos Shows do Fantosma, junto com outros músicos locais: Rui Guilherme, Luís Sena, Bosa, Humbertinho, Zé Mestringue e Marionaldo Lobato. Na juventude jogava futebol no time do Brasil, em Abaetetuba. Músico eclético, irmão do músico Cardinal e com ele, filhos de Raimundo Pedro da Costa e Maria Francisca dos Santos Costa. Cavalinho nasceu em ...,


. Luis Carlos Sena Loureiro/Bosa
Manoel Joaquim Costa, o Cavalinho, é irmão do Cardinal. Era exímio tocador de cavaquinho, banjo e violão. Participou de muitos grupos de serestas e conjuntos musicais, como o Jazz do Margalho, os grupos de seresta “Luar de Abaeté” e “Os Coroas”. Cavalinho, além de músico, compunha choros e ajudava nos Shows do Fantosma, junto com outros músicos locais: Rui Guilherme, Luís Sena, Bosa, Humbertinho, Zé Mestringue e Marionaldo Lobato. Na juventude jogava futebol no time do Brasil, em Abaetetuba. Músico eclético, irmão do músico Cardinal e com ele, filhos de Raimundo Pedro da Costa e Maria Francisca dos Santos Costa. Cavalinho nasceu em ...,

Tomaz de Sena, músico que participava do Clube Musical 15 de Novembro.
Mestre Damião (Raymmundo Damião de Carvalho ). Mestre, maestro, compositor, músico eclético e professor de música, nasceu em igarapé-Miri-Pa, filho de uma negra escrava chamada Mãe Tinina com com o senhor dono de engenho e político Bento de carvalho, cujo nome herdou. Mestre Damião nasceu livre e com 18 anos foi prestar os serviços militares no Exército e a seguir entrou para a polícia, chegando a delegado e nessa função ficou até o fim da vida. Estudou o curso primário e aprendeu música, sabendo tocar vários instrumentos e entrou para o Clube Carlos Gomes onde tocava instrumentos de sopro. ...e repassou seus conhecimentos musicais para muitos alunos. Além de mestre e professor de música Mestre Damião compôs várias peças para a banda Carlos Gomes.
filho de Raimundo Pedro da Costa e Maria Francisca dos Santos Costa..., irmão do Maestro Cardinal, residente na Avenida D. Pedro II, tocava vários instrumentos musicais como violão, cavaquinho, banjo, participou de muitos grupos musicais da cidade como o grupo de seresta “Afilhados da Lua, criado por Teodolino maués e que contava ainda com os seguintes componentes: Cavalinho, no cavaquinho; Humberto, no violão; Nêgo, como percussionista; Joãozinho, no banjo; Teodolino, na percussão e a filha do Miguel do cacau, como vocalista. Participou do “Jazz Tupy, de Ramito Dias, do “Jazz Trabalhista”, grupo criado na localidade das ilhas, chamada Furo grande.
da, músico,

• Tomás de Senna, cametaeense de Coruçambá, lavrador na localidade Costa Maratauíra, município de Abaetetuba/Pa. viajante marítimo, comerciante, político, chegando a ser vogal da Intendência de Abaeté, vereador e presidente da Cãmara Municipal em 1953 e prefeito interino, fundador e presidente do Clube Musical 15 de novembro em 1913, casou com Virgínia Rodrigues, filha do músico Adalberto Benedito Rodrigues e faleceu com 81 anos de idade. São filhos de Tomás de Senna e Virgínia Rodrigues de Senna: Lili Sena, Ozéias, Nilamon, Ulisses e Carolina Sena.


• Nilamon Xavier de Sena, agricultor e era do tempo do gamofone, tendo aprendido a tocar ouvindo esse instrumento e vendo seus familares tocando, isso a partir dos 12 anos de idade, quando aprendeu a tocar: rabeca, rabecão, violino, viola, cavaco, violão, contrabaixo de corda e flauta. Tocava nas festas, folias e ladainha nas Ilhas de Abaeté e na cidade tocava nas peças teatrais, cordões juninos como o Cordão do Tucano, Cordão da Andorinha e cordões de bois, onde liderava a parte musical desses cordões. Também participava dos grupos de jazzes, que eram grupos musicais composto por um grupo pequeno de três, quatro ou cinco tocadores, composto por violão ou viola, flauta, clarinete (este era o principal instrumento de um jazz). No início de sua carreira de músico eram raros os instrumentos de sopro como o saxofone e o trombone.


• Luis Sena/Luiz do Milamão, filho de Nilamon Xavier de Sena e Lucila Barros de Sena, músico eclético, tocando vários instrumentos, como trombone, violão, banjo. Já faz mais de dez anos que se encontra à frente da Banda Virgem da Conceição e é antigo organizador de grupos de seresta na cidade, como “Os Coroas” criado em 1990.
Cazuza Sena, tocava o mamoeiro.
Mestre Damião (Raymmundo Damião de Carvalho ). Mestre, maestro, compositor, músico eclético e professor de música, nasceu em igarapé-Miri-Pa, filho de uma negra escrava chamada Mãe Tinina com com o senhor dono de engenho e político Bento de carvalho, cujo nome herdou. Mestre Damião nasceu livre e com 18 anos foi prestar os serviços militares no Exército e a seguir entrou para a polícia, chegando a delegado e nessa função ficou até o fim da vida. Estudou o curso primário e aprendeu música, sabendo tocar vários instrumentos e entrou para o Clube Carlos Gomes onde tocava instrumentos de sopro. ...e repassou seus conhecimentos musicais para muitos alunos. Além de mestre e professor de música Mestre Damião compôs várias peças para a banda Carlos Gomes.
filho de Raimundo Pedro da Costa e Maria Francisca dos Santos Costa..., irmão do Maestro Cardinal, residente na Avenida D. Pedro II, tocava vários instrumentos musicais como violão, cavaquinho, banjo, participou de muitos grupos musicais da cidade como o grupo de seresta “Afilhados da Lua, criado por Teodolino maués e que contava ainda com os seguintes componentes: Cavalinho, no cavaquinho; Humberto, no violão; Nêgo, como percussionista; Joãozinho, no banjo; Teodolino, na percussão e a filha do Miguel do cacau, como vocalista. Participou do “Jazz Tupy, de Ramito Dias, do “Jazz Trabalhista”, grupo criado na localidade das ilhas, chamada Furo grande.
da, músico,

Tomaz de Sena, famoso músico que participava do Clube Musical 15 de Novembro. Este clube subsistiu até o ano de 1925 e chegou a possuir quinze músicos.

Clube Musical 15 de novembro, fundada em 1913, tinha como presidente Tomás de Senna; como regente, Paulino Brandão Ferreira e Laudelino Nunes Fernandes. Tomaz de Sena, músico que participava do Clube Musical 15 de Novembro,clube que subsistiu até o ano de 1925 e chegou possuir 15 músicos. Esse clube possuía a sua orquestra, onde a maioria dos músicos dessa orquestra eram irmãos ou parentes da esposa de Tomás de Senna, Virgínia Rodrigues, uma família de músicos natos, como Adalberto Rodrigues, filho de José Benedito Rodrigues. Devido esse dom nato dos tios maternos de Tomás de Senna, muitos deles foram embora, entrando nas bandas das corporações policiais ou militares.

. Tomás de Sena

Esse conjunto musical foi sensação na época, se apresentando nas festas em Abaetetuba e outras localidades e cidades da região. Foi criado pelo conhecido e bom músico Daniel Margalho, filho do Mestre Chiquinho Margalho.

. Bosa

Sua 1ª formação em 1967, foi a seguinte: Bosa, no chocalho e na sonoplastia; Daniel Margalho, no baixo; Mário (irmão do famoso Pinduca), Mário José Rodrigues (irmão do Nego da Banda Carlos Gomes); Antônio Melo, na guitarra; Amor, saxofone; Agenor, no pistão; Laquê, na bateria; João de Deus (João de Deus Ferreira), na sanfona; Jandira Sousa, como cantora e a revelação das guitarras, o jovem e promissor músico Cloriomar, nascido em 19.02.1954 em Abaetetuba, filho de Simeão Gama Margalho, tocava guitarra base e era um dos croner.

Esse conjunto era muito bom, que animava as famosas festas locais do Bancrévea Clube de Abaetetuba, criado em 01.05.1964 e da Assembléia Abaetetubense, criada em 28.12.1960.

Uma 2ª formação do conjunto foi: Cloriomar, na guitarra base e como croner; Bosa, na bateria; Daniel Margalho, na guitarra solo; Agenor (Agenor Silva), no contrabaixo; Tio Guel (Miguel), no saxofone (este foi um dos que morreram no pavoroso acidente do ônibus, na estrada). A maioria dos componentes do conjunto já é conhecida, mas temos como curiosidade a presença do político e ex-prefeito de Abaetetuba, fazendo parte do conjunto, tocando sanfona, isto antes dele entrar para a vida política, onde se elegeu como vereador, prefeito e deputado, em uma carreira meteórica na política. Depois, em ...tornou a se eleger deputado estadual, com boa atuação na Assembléia Legislativa. Da vizinha cidade de Igarapé-Miri, Daniel Margalho foi buscar o músico Mário, para enriquecer mais o novo grupo musical. E novos nomes apareceram nessa 1ª formação, como os jovens Bosa, Jandira, que vieram dos grupos de jovens da Igreja Católica.


• Tubas de: Belchioara;


Famílias Sena
Cazuza Sena
• Clarone de: Cazuza Sena;
Horácio Filho
André Sena
• Pistões de: Manoel Antonio, Tomás, Antonio Luiz Gonçalves Chaves, João Nonato de Araujo, Raimundo Besteira, Velho Vicente, André Sena, Fortunato, João do Maxico;
Luiz Sena/Luiz do Nilamon
• Trombones de Valdeíno Cardoso, João Coforote, Oscar Santos, Agenor Silva, Santos Ferreira, Pedro Araujo, Corobo, Luis do Nilamon;

AS APARELHAGENS DE SONS DE ABAETÉ:
Benedito Sena dos Passos

José Sena dos Passos, c/c Raimunda Oliveira

• Bandute Sena/Benedito Sena dos Passos, filho de José Sena dos Passos e Raimunda Oliveira, nasceu no dia 14/5/1922 e faleceu em maio de 1978, foi sapateiro aos 16 anos e em 1943 torna-se comerciário e a partir de 1945 torna-se político, tendo sido eleito vereador em 1950, 1954 e 1958, cassado politicamente em 1964 pela Ditadura Militar. Torna-se proprietário de um serviço de som, o famoso “Sonoros Copacabana”, fundado em maio de 1956, com pequenas caixas de sons espalhadas pelos postes da eletricidade e estúdio no centro comercial da cidade.
Bandute Sena também possuía aptidões culturais, desportivas e artísticas, tendo organizado “cordões de pássaros”, na quadra junina, festas de carnaval, festas sociais e times de futebol no tempo em que era um dos dirigentes do clube Vasco da Gama.
Para homenageá-lo uma das ruas da cidade, no bairro de Santa Rosa, recebe o nome de Travessa Benedito Sena dos Passos.Raimundo Zacarias de Moraes, comunicador e fundador da R. Z. Publicidade, espécie de rádio que funciona como o Sonoros Copacabana, descrito acima.Manoel de Jesus de Moraes, comunicador e repórter, atual proprietário do antigo Sonoros Copacabana, que pertencia ao saudoso Bandute Sena e que funciona com o atual nome de Empresa Copacabana de Comunicações.Bené Costa, que foi um dos primeiros locutores de aparelhagens de som de Abaetetuba e atualmente é cominicador da Rádio Guarany, em Abaetetuba/Pa.


Famílias A B C e Sena

Stoesel Orlando Lima de Araújo (Bacur