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quinta-feira, 30 de junho de 2011

CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE ABAETETUBA: ESCOLAS SUPERIORES DE ABAETETUBA




























UFPA: CAMPUS UNIVERSITÁRIO DO BAIXO TOCANTINS




Reproduzido de http://www.portal.ufpa.br/

Campus de Abaetetuba terá mais salas, nova cantina e quadra poliesportiva

Durante a Visita Institucional ao Campus da Universidade Federal do Pará (UFPA), em Abaetetuba, nesta terça-feira, 6, e quarta-feira, 7, dirigentes da Instituição e a comunidade universitária local discutiram desafios, propostas e soluções para a melhoria e ampliação da UFPA. O modelo de interação multicampi e a proposta de criação de uma nova universidade na região do Tocantins foram os principais destaques do encontro. Várias demandas do campus receberam respostas positivas dos dirigentes da UFPA.

No dia 6 de dezembro, a discussão foi sobre a criação da Universidade Federal da Amazônia Tocantina (UFAT). Na mesa-redonda, realizada no auditório do Campus de Abaetetuba, integrantes da Universidade e representantes políticos discutiram o projeto e as parcerias necessárias para sua efetivação. “No nosso Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI), para os próximos cinco anos, está apontada a criação da nova Universidade como uma de nossas metas”, explicou o reitor Carlos Maneschy.

Nova Universidade pode propiciar mais professores e técnicos e ainda novos cursos ofertados no Campus - As demandas sobre infraestrutura e adequação de quadro de pessoal no campus foram discutidas na manhã desta terça-feira, 7 de dezembro. O reitor Carlos Maneschy explicou que a realização de concurso público é uma decisão do Governo Federal e que as últimas contratações estavam pactuadas pelo programa de Reestruturação do Ensino Superior (REUNI). “Os professores que chegaram eram para a expansão e precisamos cumprir as metas com as quais nos comprometemos. Em relação à necessidade de pesquisadores, a solução mais imediata é o aproveitamento de professores de outros campi”, afirmou.

Segundo o reitor, a longo prazo, a emancipação dos campi em novas universidades pode suprir as necessidades e propiciar condições de expansão. “Quando criada uma nova universidade, sempre são asseguradas as condições de seu funcionamento. Mas criá-las não é uma saída simples. Envolve uma intensa negociação, com a qual lidaremos nos próximos anos”, disse Carlos Maneschy.

Professores e laboratórios dos campi de Abaetetuba e Cametá já são compartilhados pelos dois campi na manutenção dos cursos de graduação ofertados. “Esse modelo de interação multicampi, com trânsito de professores e de alunos para disponibilizar acesso aos laboratórios, assim como o projeto conjunto de criação de pós-graduações stricto sensu, manutenção conjunta de um Pólo em Tomé-Açú e outras iniciativas semelhantes, são os primeiros passos que damos rumo ao desejo de criar a UFAT”, conta Eliomar XX, coordenador do Campus de Abaetetuba.

Demandas estudantis serão atendidas - Readequação do laboratório de informática, nova cantina, quadra poliesportiva e um novo bloco de salas de aula foram assegurados durante a tarde. A partir das 14h foi a vez dos estudantes reunirem com a administração superior. Além do reitor Carlos Maneschy e do vice-reitor e coordenador da Universidade Multicampi, Horácio Scheneider, participaram do encontro com os discentes, o representante da Pró-reitoria de Ensino de Graduação, Mauro Magalhães, e a representante da Diretoria de Assistência Estudantil da pró-reitoria de Extensão (Proex), Vânia Nogueira.

O reitor reafirmou que a Quadra Poliesportiva é uma realidade e a licitação para contratação da empresa que fará a obra já foi concluída. No espaço que será coberto, os estudantes também poderão realizar atividades culturais. “A inauguração do auditório já foi importante para o município porque não há espaços como estes em Abaetetuba. Assim, como sediamos eventos de outras instituições e da sociedade local em geral, a nova quadra poderá ajudar a propiciar novos projetos sociais e atividades esportivas a toda comunidade externa, incluindo o embrião do novo curso de educação física”, assegura Eliomar.

O reitor se comprometeu a elaborar um projeto de construção de novas salas de aula para que as novas graduações ofertadas possam desenvolver suas atividades. Pelo mesmo motivo, o segundo laboratório de informática do Campus será revitalizado. Já a construção de uma nova cantina será provodenciada para que os alunos da UFPA em Abaetetuba possam ter mais opções na hora de se alimentar. Outra conquista estudantil foi o comprometimento na busca de solução para assegurar o uso do ônibus do Campus, atualmente parado por falta de motorista.

Texto: Glauce Monteiro – Assessoria de Comunicação da UFPA
Fotos: Karol Khaled




Reproduzido pelo Blog do Prof. Ademir Rocha, de Abaetetuba/Pa

CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE ABAETETUBA: ESCOLAS SUPERIORES DE ABAETETUBA


Mesmo que tardiamente publicamos o convite que chegou até nosso e-mail através de um de nossos alertas e a importância que damos ao convite é a notícia do aumento da estrutura física do Campus Universitário de Abaetetuba, talvez se preparando para a instalação de outras dependências como um ginásio poliesportivo coberto e com amplas arquibancadas, piscinas, laboratórios das várias ciências, restaurante à preço popular e ao redor do Campus a existência de vários albergues construídos pela iniciativa privada para abrigar estudantes das várias localidades de Abaetetuba e das cidades vizinhas. Seria o início do que nós poderíamos chamar de UNIBAT-Universidade do Baixo Tocantins.

Aproveitamos a oportunidade para publicar o histórico extraído do site do referido Campus e mais abaixo algumas considerações e pesquisas de nosso próprio Blog.

Convite: Inauguração de Várias Dependências do Campus de Abaetetuba

Escrito por Administrador
Qua, 22 de Junho de 2011 15:04

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ
CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE ABAETETUBA

CONVITE

O Coordenador do Campus Universitário de Abaetetuba, Prof. Eliomar Azevedo do Carmo, tem a honra de convidar para a Cerimônia de Inauguração de várias dependências do Campus: Biblioteca, Auditório e Pórtico.
Dia: 28 de junho de 2011
Horário: 17h
Local: Rua Manoel de Abreu, s/n -Bairro: Mutirão

Prof. Eliomar Azevedo do Carmo
Coordenador do Campus Universitário de Abaetetuba

Histórico
Escrito por Administrador
Qui, 13 de Agosto de 2009 17:58

O Campus Universitário de Abaetetuba, também, conhecido como Campus do Baixo Tocantins, foi implantado em 1987, no município de Abaetetuba, sob a coordenação da professora Conceição Solano, indicada a esse cargo pelo reitor da época, o Profº. José Seixas Lourenço. O campus se localiza no município de Abaetetuba que é composto por 62 ilhas bastante povoadas, 36 comunidades que vivem à beira da estrada, além da cidade, zona urbana, com quase 133.316 mil habitantes, segundo o último censo do IBGE (2006).

Os primeiros cursos de graduação ofertados no Campus de Abaetetuba foram as licenciaturas em Matemática, Letras, Pedagogia, História e Geografia, todos em regime intervalar (atual Período Intensivo). As aulas eram ministradas nas escolas cedidas pela prefeitura municipal local, por meio de parceria com a UFPA, o que se tornou de fundamental importância para a implantação do Campus, pois, além de oferecer espaço físico para o desenvolvimento dos cursos, alojamento para professores, doou também as terras para a construção do campus. Através desta parceria, o campus pode contar, ainda, com a cedência de servidores municipais para apoio administrativo como vigilantes, secretários e motoristas.

As escolas que sediaram os primeiros cursos foram o colégio São Francisco Xavier, Basílio de Carvalho e Mendes Contente. A primeira administração funcionou na Avenida Dom Pedro, em uma casa cedida pelo prefeito João Bittencourt. Depois a administração passou para outra casa cedida também pelo prefeito, na Avenida São Paulo. Nesta última, além de funcionar a administração, servia também como residência da coordenadora Conceição Solano. Os professores ficavam em uma casa alugada pela prefeitura.

Atualmente o Campus de Abaetetuba conta também com a parceria entre UFPA e prefeituras próximas como Barcarena e Igarapé-Miri, por meio do apoio via cedência de servidores municipais que atuam na área da administração (secretarias).

O Campus de Abaetetuba teve como primeira coordenadora a professora Conceição Solano, que esteve no cargo de 1987 a 1991. Em seguida, o cargo foi ocupado pelo professor José Queiroz Carneiro, que exerceu dois mandatos, o primeiro de 1992 a 1995 – por indicação da administração superior da UFPA - o segundo de 1996 a 1999 - através de eleição. Em 1999, foi realizada eleição direta que elegeu o professor Adelino Ferranti, que atuou na coordenação do campus de 2000 a 2004. Em 2005, com a saída do professor Adelino Ferranti para assumir o cargo de Secretário de Educação do município de Abaetetuba, toma posse como Coordenadora Pró-Tempore a professora M. Sc. Alessandra Martins Matos Vasconcelos (vice-coordenadora do campus à época). Após eleição em 2006, assume a coordenação do campus o professor M. Sc. Waldir Abreu. E em 2007, assume, via eleição, a professora M. Sc. Francisca Carvalho, atual coordenadora do campus.

Em 1991, o prédio do campus de Abaetetuba foi inaugurado no bairro do Mutirão, na Rua Manuel de Abreu. O campus era formado por dois blocos, onde funcionavam a secretaria, a biblioteca, a cantina, o mimeógrafo e a coordenação do campus.

Em 1992, o campus inicia suas primeiras turmas do curso regular de Letras e Matemática. E em 2005, são criados os cursos de Ciências Contábeis, Física e Letras – Habilitação em Língua Portuguesa. No ano de 2007, o campus já ofertava 13 cursos com 1000 alunos matriculados.

Atualmente, o espaço físico do Campus de Abaetetuba comporta 08 (oito) prédios, dentre estes:

03 pavilhões de sala de aula, 01 prédio que abriga dois laboratórios de informática, sala dos professores e sala de reuniões,01 prédio administrativo onde se localiza a biblioteca, secretaria do Parfor e direções das três faculdades, 01 prédio que comporta um complexo, espaço cultural Toca Tocantins inaugurado em 2003, formado por auditório, Coordenação, Secretaria Executiva Coordenadoria de Planejamento e Gestão, Coordenadoria Acadêmica, Divisão de Pesquisa e Pós-graduação, Almoxarifado, Depósito, Copa, Secretaria Acadêmica, Diretório Acadêmico e Lanchonete. Além de 02 construções em andamento , a primeira destinadas a nova biblioteca e auditório; e a segunda ao Laboratório de Linguagem do Campus.

O Corpo docente do Campus vem se consolidado cada vez mais por meio de qualificação dos professores em programas de pós-graduação stricto-sensu (mestrado e doutorado). E o ingresso do campus na área da pesquisa científica, por meio de projetos de pesquisa e extensão aprovados no PROINT, CAPES, CNPq e outros, trazem a consolidação de um quadro docente mínimo nos Cursos Graduação em Pedagogia, Letras e Matemática e demonstram o desenvolvimento do ensino superior em Abaetetuba.

Hoje, o campus oferece cursos extensivos e intensivos em Letras (habilitações em língua portuguesa e língua espanhola), Matemática, Engenharia Industrial, Ciências Contábeis e Pedagogia, perfazendo um total aproximado de 1.126 alunos. O campus também já ofertou Turmas de Letras e Pedagogia - a partir de 2000 - regidas por contrato e subsidiadas com recursos do antigo FUNDEF, em parceria com prefeituras da região do Baixo Tocantins, criadas para a capacitação e formação de professores das redes municipais, oferecidas em Tomé-Açu, Concórdia do Pará, Tailândia e Abaetetuba, somando mais 350 alunos.

Outras Considerações, Personalidades, Fatos Sobre a História do Campus Universitário de Abaetetuba:

O Campus Universitário de Abaetetubado, da UFPA, foi criado por Decreto-Lei em 6/5/1982, na gestão do prefeito Ronald Reis Ferreira, porém só iniciou suas atividades na gestão do prefeito João Alberto Silva Bittencourt, que foi o prefeito que mais beneficiou o funcionamento do referido campus em Abaetetuba.

João Alberto Silva Bitencourt, nascido em 17/2/1954, filho de Firmo Lima Bitencourt Filho e Benedita Silva, formou-se bacharel em Direito formado em 8/1978, tendo exercido a advocacia por alguns anos em Abaetetuba e em 15/11/1982 foi eleito prefeito com 27 anos, tendo por vice o empresário Gabriel Pereira Paes, e torna-se o 1º prefeito municipal de Abaetetuba após fim da ditadura militar para o período de 1983 a 1984, porém foi beneficiado por lei que prorrogou o mandato dos prefeitos por mais 2 anos, tendo governado Abaetetuba até o ano de 1988. No seu governo foi implantado o Campus da UFPA.

Podemos dizer que a Prefeitura de Abaetetuba, através do prefeito João Alberto, foi fundamental na implementação e afirmação do Campus Universitário, pois este, sem a mínima estrutura física, começou a funcionar precariamente em espaços cedidos ou alugados pelo prefeito para abrigar a 1ª administração do Campus, os primeiros professores e os espaços para as aulas dos primeiros cursos. E o prefeito João Alberto ainda conseguiu o terreno para a construção do Campus, que agora inaugura outros espaços e dependências. Não se conhece outro prefeito local que tenha beneficiado tanto o Campus Universitário do Baixo Tocantins (outra denominação) que grandes benefícios trouxe para a educação em geral para Abaetetuba e cidades vizinhas.

Vejamos:
Antes da implantação do Campus os jovens de Abaetetuba tinham que ir buscar sua formação superior em Belém ou outras cidades com cursos universitários e isso com sacrifícios de todos os tipos, principalmente os financeiros. O próprio autor do Blog teve que buscar sua formação em curso superior na linda cidade de Bragança/Pa e Belém.

A maioria absoluta do professorado das inúmeras escolas de Abaetetuba e cidades vizinhas trabalhavam à título precário como professores de todas as disciplinas dos currículos do 1º e 2º graus, pois os mesmos não possuíam a chamada formação superior nas diversas licenciaturas e com isso vinham também os prejuízos financeiros para os trabalhadores na educação, ganhando salário de aluno ou de nível médio. O Campus, com cursos em licenciaturas de Letras, Matemática, História, Geografia, Pedagogia e outros, veio prover essa grande carência da educação de Abaetetuba e região. Méritos também para a UEPA-Universidade do Estado do Pará, que na vizinha cidade de Moju, implantou licenciaturas nos ramos das ciências, coisa que o nosso Campus ainda não possui. Atualmente é difícil alguma escola estadual de Abaetetuba possuir professores sem a devida habilitação. Uma grande quantidade de mestres e até doutores já estão devidamente qualificados com esses títulos, tudo graças ao nosso Campus que iniciou o preparo desses professores.

Além de Abaetetuba, o Campus possui pólos funcionando em cidades vizinhas do Baixo Tocantins.

Agora é só recorrer aos políticos que se elegeram com votos obtidos em Abaetetuba e região em todas as esferas do legislativo, às empresas que subtraem as riquezas do sub-solo paraense e com lucros estonteantes, com a iniciativa privada da cidade e região, que podem ajudar na construção das dependências que faltam, algumas citadas acima, para que o Campus possa se tornar um verdadeiro reflexo da Universidade Federal do Pará-UFPa ou uma universidade autônoma, a UNIBAT, citada acima. Soubemos que um empresário local já ofereceu à UFPa um grande terreno próximo ao Campus para abrigar outras instalações necessárias ao desenvolvimento da educação superior em Abaetetuba e região. Essa notícia carece de confirmação.

Reproduzido pelo Blog do Prof. Ademir Rocha, de Abaetetuba/Pa

domingo, 26 de junho de 2011

BRINQUEDOS DE MIRITI, CÍRIO DE NAZARÉ








BRINQUEDOS DE MIRITI, CÍRIO DE NAZARÉ, ARTESANATO, CORDÕES JUNINOS E OUTROS



Reprodução de uma interessante postagem da Folha de Abaetetuba, de Edu Valente.
Escrito Por Heitor e Silvia Reali

Pareciam brinquedos, viraram brinquedos

Na secular procissão do Círio de Nazaré, em Belém, artesãos transformam em arte objetos que os fiéis carregam para cumprir promessas.

Os ex-votos, braços e pernas, oferecidos em regozijo pelos milagres, vão equilibrados nas cabeças dos cumpridores de promessas. Na romaria do Círio de Nazaré, poderia parecer um balé macabro, não fosse a frota de barcos e canoas feitos de miriti, carregados pelos sobreviventes dos naufrágios. Esta é a graça mais alcançada de quem vive pra-lá-pra-cá nas temperamentais águas dos rios amazônicos.

O mar de gente forma a procissão da maior festa religiosa do Brasil, realizada desde 1793 no segundo domingo de outubro em Belém do Pará. Mais de 1 milhão de pessoas andam durante cinco horas. Milhares exibem seus milagres particulares, em bom tamanho e cores vistosas. Daí o uso da palmeira miriti, porque seu peso-pena é de grande valia nessa hora. O miritizeiro (Mauritia flexuosa), também conhecido como buriti-do-brejo, cresce nas áreas alagadiças da região.

As réplicas das embarcações, tão bem feitas e coloridas, parecem brinquedos. Para virar mesmo brinquedo foi um zás-trás. A canoinha ganhou o caboclo com seu remo marajoara, o feixe de cana e o cesto de açaí. Da bicharada da floresta saíram tucanos, araras, papagaios; e das águas, peixes e botos.

Tem também bois-bumbás, casais dançando forró, coretos e casinhas de palafita. Para ficar mais divertido, criaram movimento com ajuda de um pêndulo de argila, e assim pássaros bicam a comida e vaqueiros galopam.

Árvore da vida
É do chamado "braço da folha" que os artesãos retiram o talo, descascam e deixam secar, e nasce o brinquedo. Cores vivas a partir de corantes naturais constituem uma das características dos 360 artesãos envolvidos no programa Artesanato Solidário de Abaetetuba, a 75 km de Belém. O programa promove cursos para iniciantes, novos usos para o miriti, o manejo sustentável dos miritizeiros, exposições no Brasil e no exterior. No Museu Emilio Goeldi há uma mostra permanente desse artesanato, mas a grande exposição dá-se na feira dos brinquedos de miriti que cobre todos os gramados, praças e calçadas próximas à igreja de Nossa Senhora de Nazaré, razão maior dos festejos.

Para os vendedores que não encontram mais lugar para expor seus produtos, os artesãos criaram uma girândola, espécie de cruz com dois ou três braços do mesmo material, nos quais penduram dezenas de peças. Os ambulantes, conhecidos como homens dos brinquedos, além de espalhar mais colorido pelas ruas, parecem uma alegre, ingênua e divertida árvore da vida. O girandeiro virou brinquedo e talvez a peça-chave para se entender a festa nazarena de Belém.

http://www.almanaquebrasil.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=8035:brinquedos-de-miriti&catid=12959:cultura&Itemid=142


Reproduzido pelo Blog do Prof. Ademir Rocha







ESCOLA BENEDITO SENA DOS PASSOS: ESCOLAS DE ABAETETUBA


ESCOLA BENEDITO SENA DOS PASSOS: ESCOLAS DE ABAETETUBA





Reprodução de uma interessante postagem do Blog de Naldo Araujo, completada por algumas informações de Ademir Rocha.

ORGULHO ABAETETUBENSE

A notícia quase passa despercebida, apesar de sua importância. Mas não deixaremos que passe em branco.

Todos os anos, o Ministério da Justiça, através da Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas, promove o Concurso Nacional de Cartazes.

Este ano, na sua 12ª versão, o certame teve como vencedora uma aluna abaetetubense.

E foi uma estudante de uma escola pública da zona rural do município: Andreza Progênio, de 12 anos, aluna da escola Benedito Sena dos Passos, localizada na Vila Cupuaçu, no km 17 da PA-252 (estrada Abaetetuba-Moju).

Andreza retornou de Brasília na terça-feira (21). E foi recebida com uma grande festa na escola, organizada pela comunidade.

A aluna recebeu R$ 2 mil de prêmio. Houve recepção especial também para o aluno Alexandre Oliveira, de 10 anos, segundo colocado no mesmo concurso.

Nesses tempos em que Abaetetuba vem sendo manchada pelos episódios de violência, causa estranheza que essa conquista não tenha repercutido como deveria.

Pelo menos o Programa Naldo Araújo cobriu essa recepção calorosa e mostra tudo neste sábado, às 12:30, na TV Record Canal 9.




Família Sena dos Passos:
• Benedito Sena dos Passos/Bandute Sena, origem na localidade Rio Acaraqui, antigo jogador de futebol nos anos de 1940/1950, folclorista que organizava cordões de pássaros, carnavalesco que organizava festas de carnaval e blocos de salão na antiga sede do clube Vasco da Gama nos anos de 1950/1960, desportista como diretor do Vasco da Gama, comunicador e fundador do antigo Sonoros Capacabana (hoje Empresa Copacabana), político, sendo vereador nos governos dos prefeitos: Pedro Pinheiro Paes (1948-1951), Joaquim Mendes Contente (1951-1955), Pedro Pinheiro Paes e seu substituto Dionísio Edmilson Lobato (1955-1959), João Luiz dos Reis (1959-1963). Tem seu nome imortalizado em rua e escola de Abaetetuba.
• Emiliano Sena dos Passos, origem na localidade Rio Acaraqui, citado em 1944.
• Estácio Sena dos Passos, alfaiate, funcionário municipal, músico e membro do Clube Musical Carlos Gomes que tocava contrabaixo em 1902, secretário desse clube em 1908, novamente secretário em 1/10/1921 e que em outubro de 1921, em uma carta endereçada ao Instituto Histórico e Geográfico do Pará, protesta contra a divisão territorial que tirou de Abaeté grande parte de suas terras, em favor do município do Moju e Igarapé-Miry e em 1927 era músico da Banda Paulino Chaves.



Reproduzido e completado pelo Blog do Prof. Ademir Rocha

sexta-feira, 24 de junho de 2011

CULTURA PARAENSE PELO BRASIL







CULTURA PARAENSE



Terruá Pará: pororoca musical pro Brasil ouvir
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O batuque tribal do Carimbó Uirapuru de Marapanim vai balançar o Auditório Ibirapuera hoje à noite, na abertura do show Terruá Pará.


No palco paulistano, caboclos da Amazônia, gente que aprendeu a tocar com o pai, o tio, o irmão mais velho. Formado há 31 anos, o grupo traz no DNA a força da música paraense.


E se o carimbó é a tradição, o eletromelody é a invenção. A batida acelerada da Gang do Eletro, forjada pelo cantor Marcos Maderito, o “garoto alucinado”, e o DJ Waldo Squash, é uma prova de que a música que se faz por aqui se reinventa a todo instante.


Projeto vai a cinco cidades em 2012
“Nesse show vamos de um extremo a outro, para mostrar como sonoridades completamente diferentes podem dialogar”, diz o jornalista e produtor Carlos Eduardo Miranda, que divide com Cyz Zamorano

a direção artística do Terruá Pará.
O show, que estreia hoje em São Paulo e tem reapresentação amanhã, faz parte de um projeto de difusão e circulação da música paraense realizado pelo Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Comunicação e da Rede Cultura de Comunicação.


Para colorir o palco do Ibirapuera, o cenário do Terruá Pará viajou 2.933 km em quatro dias. São cobras, varetas coloridas e enormes caixas de som. Tudo feito de miriti. O cenário ganhou vida pelas mãos de 31 artesãos do projeto ONG Miritong, do município de Abaetetuba, onde começou a viagem das peças que mostram dois elementos bem amazônicos: a floresta e as sonoras aparelhagens.


DIVERSIDADE
Paraenses que moram em São Paulo, paulistanos que amam a música produzida no Pará, brasileiros curiosos por conhecer a cultura produzida fora dos grandes eixos. Não existe um perfil único para o público que vai estar presente no Terruá Pará. Da mesma forma, não existe um perfil único para essa produção musical. Carimbó, chorinho, brega, tecnomelody, guitarrada, rock em versão erudita: tem de tudo nesse caldeirão sonoro.


Estão no Terruá Pará Gaby Amarantos, Edilson Moreno, Charme do Choro, Dona Onete, Sebastião Tapajós, Pio Lobato, Solano, Felipe e Manoel Cordeiro, Quarteto de Cellos da Orquestra Jovem de Cellos da Amazônia, Paulo André Barata, Gang do Eletro, Carimbó Uirapuru de Marapanim e ainda as cantoras Lia Sophia e Luê Soares.


Eles serão acompanhados por uma banda base que reúne alguns dos maiores músicos paraenses: Luiz Pardal (maestro e arranjador), Félix Robatto (guitarra), Pio Lobato (guitarra e banjo), Adriano Sousa (bateria), Calibre (baixo), Esdras Souza (saxofone) e Trio Manari (percussão).


Uma das grandes apostas deste ano é Felipe Cordeiro, filho de Manoel Cordeiro, músico e produtor responsável por lançar artistas como Beto Barbosa e banda Warilou. Felipe, que tem participado

de importantes eventos nacionais, está às vésperas de lançar seu primeiro disco, com produção de André Abujamra.


PELO BRASIL
Idealizado pelo secretário de Comunicação Ney Messias Jr., o Terruá teve sua primeira versão em 2006, com três dias de show no mesmo palco do Ibirapuera e grande repercussão na imprensa nacional, dando projeção a artistas como Gaby Amarantos e La Pupuña.


Quem era desconhecido no cenário nacional, passou a receber convites para shows e a aparecer na mídia. Cinco anos depois, o projeto é retomado, com a mesma proposta: colocar a música paraense na vitrine, dar visibilidade a trabalhos que estão prontos para conquistar o mercado. “É verdade que nunca conseguiremos contemplar toda a cena musical, mas quem estiver participando agora certamente estará abrindo as portas para os artistas que vierem depois”, diz Ney Messias Jr.


Quem não participar desta edição, pode estar presente na próxima. É que o Terruá Pará já está garantido na Agenda Mínima do Governo. Para 2012 a ideia é ampliar essa circulação, levando o projeto a quatro capitais brasileiras – Recife, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo – e mais o Distrito Federal. No segundo semestre o show de 2006 será lançado em DVD, CD e vinil.

O show de hoje terá transmissão ao vivo pelo site www.terruapara.com.br. Amanhã a apresentação também será transmitida pela TV Cultura (Canal 2).


GASTRONOMIA
A grande novidade do projeto este ano é sua faceta gastronômica, com duas noites reservadas à gastronomia paraense no conceituado restaurante Tordesilhas, também em São Paulo, com menu preparado a quatro mãos, pelos chefs Thiago Castanho, do Remanso do Peixe, e Mara Salles, proprietária do Tordesilhas.
(Diário do Pará)
Reproduzido pelo Blog do Prof. Ademir Rocha

segunda-feira, 6 de junho de 2011

POR UMA CULTURA DE PAZ EM ABAETETUBA

POR UMA CULTURA DE PAZ EM ABAETETUBA


Abaetetuba é um município formado por 3 áreas de moradores: A cidade de Abaetetuba, a Zona das Ilhas e a Zona da Estradas. A violência está se instalando cada vez mais nessas áreas habitadas. Na cidade já não se pode nem sair às ruas e nem em plena luz do dia. Os assaltos se intensificaram nas ruas, nas portas dos bancos, nas casas comerciais e em qualquer lugar que se esteja e nas inúmeras festas que avançam madrugada adentro temos mortes toda semana e já não dá para contar nos dedos das mãos. Na periferia da cidade os cidadãos de bem vivem sobressaltados, com medo da violência que impera nesses bairros sem segurança e sem lei. Nas estradas os assaltos às pessoas que viajam de motos, carros e ônibus já se tornaram rotina. Nas ilhas os piratas atemorizam quem viaja pelos furos, rios, igarapés e baías do município e os assaltos às casas dos ribeirinhos se tornaram rotina a ponto de muitos estarem se mudando de seus locais de origem.



Nosso Blog foi criado para fazer o resgate da cultura abaetetubense em todas as suas formas, como também o resgate das famílias que formaram a sociedade abaetetubense. Porém, diante do quadro de violência que avança cada vez mais no município, achamos por bem nos juntamos ao Blog do Edu Valente e fazer a postagem de algumas reportagens captadas pelo nosso alerta sobre Abaetetuba.

"O governo não vai permitir que se instale no Estado uma escalada de violência”. A afirmação, contundente, do secretário de Segurança Pública Luiz Fernandes Rocha, feita durante coletiva à imprensa na tarde deste sábado, 4, no prédio da Delegacia Geral, evidencia a disposição firme de combater o crime em qualquer cidade do Pará.


Desta vez, a situação de anormalidade ocorreu em Abaetetuba, onde foram registrados seis homicídios em apenas dois dias, enquanto a média histórica de mortes violentas no município é de quatro por mês.


O secretário de Segurança, acompanhado do delegado geral da Polícia Civil, Nilton Atayde, e do comandante da Polícia Militar, Mario Solano, informou que foram deslocadas para Abaetetuba missões especiais das duas forças policiais, com o objetivo de garantir a segurança da população lpocal e dar início às investigações sobre a série de crimes ocorridos desde sexta-feira.


“O compromisso do Estado é estar presente em todo e qualquer local que apresente uma situação de risco à população. Por isso, estamos acompanhando de perto o caso em Abaetetuba, que em menos de 24 horas fugiu da normalidade”, explicou Luiz Fernandes.


“Ainda é prematuro apontarmos as causas destes crimes e até mesmo se existe uma ligação entre eles. O que podemos garantir é que o Estado não está medindo esforços para investigar as causas e, principalmente, solucionar este situação”, explicou o comandante geral da PM, Mário Solano.
Dois suspeitos já foram presos por um dos crimes cometidos na cidade. Desde a madrugada deste sábado, o município conta com reforço de homens da Policia Civil e um batalhão da Polícia de Choque da PM. Já estão no local, também acompanhando os casos, a Equipe de Homicídios da Policia, representantes do Centro de Perícias Cientificas Renato Chaves e Corregedoria do Estado.
Após a coletiva, o comandante-geral da PM, Mário Solano, e o delegado-geral da Polícia Civil, Nilton Atayde, também deslocaram-se para acompanhar de perto as investigações em Abaetetuba.



Prevenção - Durante a coletiva, o secretário de Segurança falou sobre as ações desenvolvidas com o objetivo de diminuir ainda mais a criminalidade no Estado e destacou os números positivos de redução da violência. Nos primeiros quatros meses de 2011 houve uma redução de 15% da criminalidade em todo o Pará, comparado ao mesmo período do ano passado. Na região Metropolitana a redução dos crimes foi de 35% e em Belém o número é ainda maior, 37%.
“Uma das metas do governo é diminuir o numero de homicídios, desenvolvendo um trabalho de combate à impunidade e de prevenção”, explicou o secretario. Para isso estão sendo tomadas medidas de impacto na segurança de todo o Estado. O principal alvo das operações de repressão à violência é o tráfico de drogas.



Com base em estatísticas, este é um dos principais motivos da ocorrência de crimes, principalmente o de homicídio. O Baixo Tocantins é uma das regiões que vem se destacando neste processo. Somente no mês de maio foram presos mais de 1.200 traficantes na localidade.
No âmbito da prevenção, o Estado vem desenvolvendo ações sociais através do Pró-Paz, para evitar que jovens e crianças sejam absorvidos pelo caminho da criminalidade.
Secom

Policiais Militares do município de Abaetetuba são acusados de matar um casal, pais do suposto assassino de um colega de farda. O cabo conhecido como “Prazeres” fazia “bico” transportando dinheiro e foi assassinado na madrugada deste sábado (04). Os PMs colegas da vítima foram atrás do suspeito e teriam assassinado os pais do suspeito.

Outros assassinatos teriam ainda acontecido na cidade, chegando a um total de 6 homicídios (a serem confirmados). Segundo a assessoria de comunicação da PM, os assassinatos são fatos isolados e não teriam relação com a morte do PM.

Em nota, a assessoria de comunicação da PM informou que encaminhou desde a noite de ontem (03) equipes do serviço de inteligência para levantamento de todas as situações. Na manhã de hoje uma equipe da Corregedoria da Polícia Militar de Abaetetuba também foi deslocada para o local para dar início à imediata apuração do envolvimento de policiais militares nas ocorrências.

“A Polícia Militar, ao identificar e comprovar a participação de policiais militares em quaisquer atos ilícitos ou comportamentos que não são autorizados pela Corporação e embasados em lei, fará a punição imediata por não corroborar com atitudes que afetem a sociedade”, afirma a nota enviada pela Polícia Militar.

O Delegado Geral de Polícia Civil do Pará, Nilton Atayde informou que aguarda as informações da equipe que está no local: "vamos apurar de forma isenta como sempre fizemos". Às 14h deste sábado haverá uma coletiva na Delegacia Geral sobre o caso. (DOL, com informações do Diário do Pará)

Nossa querida cidade de Abaetetuba está um verdadeiro TERROR. Uma cidade sem razão, sem Lei e sem direção. Indícios apontam para nove assassinatos brutais, em menos de vinte e quatro horas. Tudo começou na tarde de ontem, por volta das 16:45 h, quanto o cabo Prazeres, do grupo tático da PM, que estava transportando um malote de dinheiro de Abaetetuba para o município de Muaná, foi morto a tiros por dois motoqueiros encapuzados. Um outro segurança que também o acompanhava foi baleado e socorrido, mas não resistiu aos ferimentos, morrendo no hospital, já no município de Belém. A polícia militar promoveu uma verdadeira varredura na cidade em busca dos criminosos. Mas a verdade é que está acontecendo um derrame de sangue no município. Boatos dizem que os próprios policiais, que devem defender a população, mataram a mãe e o padrasto de um dos elementos que estava sendo procurado, na própria residência do casal, no Ramal do Jarumã . Segundo informações de moradores do local, que necessitam de confirmação, os policiais já chegaram atirando e invadindo a residência dos parentes do suposto meliante.



Na noite do mesmo dia, mais dois cidadãos foram assassinados, completando seis homicídios. Ambos eram conhecidos como “Nicola”. Um deles era irmão do popular “Tuxina”, que responde por tráfico de drogas no município. Dizem os boatos que a ordem do assassinato deste elemento partiu de dentro do presídio. Já o outro cidadão era filho da ex-diretora da APAE de Abaetetuba e ainda não se sabe o motivo dos oito tiros que lhe tiraram a vida.
Ainda na noite de ontem, mais um cabo da PM, conhecido como cabo Vilhena foi baleado, em frente a uma Casa do Pagode, no município, quando tentou prender um elemento conhecido como “Mortandela”, que estava tentando atirar em outro elemento no local. Segundo as informações ainda não confirmadas, “Mortandela” foi morto na manhã de hoje (sábado), no Bairro do Algodoal. O cabo Vilhena, encontra-se em Belém, em estado grave de saúde. Outras informações dão conta do assassinato de mais dois homens, que foram encontrados mortos, com indícios de execução, na madrugada de hoje.



As informações aqui apresentadas ainda não foram oficialmente confirmadas. Em parte, podem conter boatos.
Aonde isso tudo vai chegar ninguém sabe. A população está aterrorizada. Alguém precisa dar um freio nas execuções e colocar ordem na cidade, botando os bandidos atrás das grades e deixando-os lá, bem longe das pessoas de bem.
Lugar de bandido sempre foi na cadeia. Isso não é novidade. As ações da polícia devem ser preventivas, evitando assim os crimes e fornecendo a sensação de segurança à população.
Abaetetuba precisa de organização e civilidade!



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Durante um assalto a um banco em Abaetetuba, no nordeste do Estado, dois assaltantes abordaram um carro forte e trocaram tiros com dois policiais, um deles morreu ainda durante a ação e outro ficou ferido.
Segundo um morador do local, que preferiu não se identificar, logo após o tiroteio, policiais que estavam em busca dos assaltantes, entraram numa residência, à paisana e executaram os pais de um dos envolvidos no crime, o homem teria morrido na hora e a mulher chegou a ser atendida por médicos mas também não sobreviveu.
Ele denuncia que o índice de morte na região tem sido intenso, principalmente aos finais de semana e que casos de consumo de drogas e extorsão policial se tornaram corriqueiros em Abaetetuba. 'Na noite de ontem, em frente a uma festa, dois caras estavam discutindo, um disparou a arma e acabou matando outro policial. Já hoje de manhã, sábado (4), mas duas pessoas morreram, próximo a Praça da Bandeira', conta.
'Aqui está todo mundo com medo. De ontem para hoje já foram nove mortes e a gente não sabe mais o que fazer. Estamos esperando reforço policial para ver se as coisas acalmam por aqui', finalizou.
Outro lado - Em nota ao Portal ORM, a Polícia Militar informou que, deste a noite de sexta-feira (3), encaminhou equipes do serviço de inteligência para levantamento das situações ocorridas no município e que, na manhã de hoje, uma equipe da Corregedoria também foi para o local para apurar o envolvimento de PM's nas ocorrências.
Segundo a assessoria de comunicação, ao identificar e comprovar a participação de policiais militares em quaisquer atos ilícitos ou comportamentos que não são autorizados pela Corporação e embasados em lei, fará a punição imediata por não corroborar com atitudes que afetem a sociedade.
Redação Portal ORM: http://www.orm.com.br/plantao/noticia/default.asp?id_noticia=536142
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Blog da Florenzano
Sob o signo do crime
Abaetetuba está um barril de pólvora. Só de ontem à noitinha até agora foram nove assassinatos. Por volta das 18 horas, um cabo da PM, que transportava malote de dinheiro de Abaeté para Muaná, no Marajó, foi morto a tiros por dois motoqueiros encapuzados. O outro segurança que o acompanhava foi baleado, chegou a ser socorrido e transportado para Belém, mas não resistiu aos ferimentos. Policiais perseguiram os matadores, mas eles fugiram, então foram à casa dos pais de um deles e mataram o casal.

Um mototaxista, conhecido por Nicola, foi executado na estrada, perto da cidade, ainda não se sabe se foi assalto ou acerto de contas. Ao presenciar a iminência de um assassinato, o sargento PM Vilhena tentou impedir o crime e foi assassinado, e o bandido consumou a outra morte.

Ainda ontem à noite, mais dois homens foram encontrados mortos, com características de execução.

A cidade está aterrorizada. Diretores de escolas liberaram os estudantes e recomendaram que ficassem em suas casas.
Fonte: http://uruatapera.blogspot.com/2011/06/sob-o-signo-do-crime.html
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DIÁRIO ON LINE (DOL)
PMs são acusados de matar casal em Abaetetuba
Policiais Militares do município de Abaetetuba são acusados de matar um casal, pais do suposto assassino de um colega de farda. O cabo conhecido como “Prazeres” fazia “bico” transportando dinheiro e foi assassinado na madrugada deste sábado (04). Os PMs colegas da vítima foram atrás do suspeito e teriam assassinado os pais do suspeito.

Outros assassinatos teriam ainda acontecido na cidade, chegando a um total de 6 homicídios (a serem confirmados). Segundo a assessoria de comunicação da PM, os assassinatos são fatos isolados e não teriam relação com a morte do PM.

Em nota, a assessoria de comunicação da PM informou que encaminhou desde a noite de ontem (03) equipes do serviço de inteligência para levantamento de todas as situações. Na manhã de hoje uma equipe da Corregedoria da Polícia Militar de Abaetetuba também foi deslocada para o local para dar início à imediata apuração do envolvimento de policiais militares nas ocorrências.

“A Polícia Militar, ao identificar e comprovar a participação de policiais militares em quaisquer atos ilícitos ou comportamentos que não são autorizados pela Corporação e embasados em lei, fará a punição imediata por não corroborar com atitudes que afetem a sociedade”, afirma a nota enviada pela Polícia Militar.

Às 14h deste sábado haverá uma coletiva na Delegacia Geral sobre o caso. (DOL, com informações do Diário do Pará)
http://www.diarioonline.com.br/noticia-151091-pms-sao-acusados-de-matar-casal-em-abaetetuba.html
Postado por Edu Valente às 07:35
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Prof. Ademir Rocha, de Abaetetuba/Pa, em 6/6/2011