A FEIRA DE ABAETETUBA EM FOTOS
Abaetetuba, pelo seu grande comércio, é o
polo comercial do Baixo Tocantins
Grandes lojas, vendas de rua, veículos e pessoas se espalham
pelo Centro Comercial de Abaetetuba
A mais forte atividade econômica
de Abaetetuba é o comércio e este se distribui em vários segmentos que vai dos grandes
magazines às vendas pelas ruas da cidade.
Das vendas pela cidade queremos falar de nossas feiras, à beira rio, atividade que é a responsável pela renda de milhares de trabalhadores. Porém nossas feiras precisam de um bom ordenamento e fiscalização, dado as irregularidades que são observáveis nessa importante atividade. O gestor que conseguir revitalizar, ordenar e fazer a feira funcionar adequadamente em seus vários aspectos, por certo que estará prestando um grande benefício a todos os envolvidos nessa atividade, incluindo consumidores e turistas agradecidos. A grande feira de Abaetetuba fica à beira rio e, como são interligas em vários locais, formam uma só e grande feira, por onde, diariamente, passam milhares de compradores da cidade, ilhas, colônias e outras localidades vizinhas à Abaetetuba.
Vide matéria do Jornal "O Liberal, de Belém do Pará:
Fonseca argumenta : “Somos a segunda maior feira da América Latina. Existe uma preocupação, porque 95% das pessoas que trabalham na feira são informais. E dependem desse trabalho para manter o sustento da sua família. E quando falo sustento é a alimentação. Até o resto a gente pode abrir mão - do social, do colégio, que agora está parado, da conta de luz, que também não pode ser cobrada. Mas temos que pensar na alimentação. Eu vou para a minha casa, para o isolamento social. Tenho filhos. E como fica o sustento dos nossos filhos? Ninguém tem reserva (financeira). A prova disso é que a gente sequer contribui com o SUS para ter a nossa aposentadoria ao chegar aos 65 anos”.
Das vendas pela cidade queremos falar de nossas feiras, à beira rio, atividade que é a responsável pela renda de milhares de trabalhadores. Porém nossas feiras precisam de um bom ordenamento e fiscalização, dado as irregularidades que são observáveis nessa importante atividade. O gestor que conseguir revitalizar, ordenar e fazer a feira funcionar adequadamente em seus vários aspectos, por certo que estará prestando um grande benefício a todos os envolvidos nessa atividade, incluindo consumidores e turistas agradecidos. A grande feira de Abaetetuba fica à beira rio e, como são interligas em vários locais, formam uma só e grande feira, por onde, diariamente, passam milhares de compradores da cidade, ilhas, colônias e outras localidades vizinhas à Abaetetuba.
Vide matéria do Jornal "O Liberal, de Belém do Pará:
24/03/2020
Fonte: oliberal.com
Após o primeiro caso
da covid-19, feirantes de Abaetetuba temem avanço do coronavírus.
Feira do município é
a segunda maior entre as situadas ao ar livre da América Latina
Dilson Pimentel
31.03.20 14h40 -
Atualizado em 31.03.20 14h45
fotos acima e abaixo
Feira de Abaetetuba é
a segunda mais movimentada da América Latina: riscos na pandemia (via redes
sociais)
A Secretaria de
Estado de Saúde (Sespa) confirmou, na manhã desta terça-feira (31), o primeiro
caso de coronavírus no município de Abaetetuba, no nordeste do Estado, distante
115 quilômetros de Belém. E a situação preocupa os trabalhadores da feira de
Abaetetuba, que é a segunda maior feira ao ar livre da América Latina,
ficando atrás apenas do Complexo do Ver-o-Peso, em Belém.
A Secretaria de
Estado de Saúde (Sespa) confirmou, na manhã desta terça-feira (31), o primeiro
caso de coronavírus no município de Abaetetuba, no nordeste do Estado, distante
115 quilômetros de Belém. E a situação preocupa os trabalhadores da feira de
Abaetetuba, que é a segunda maior feira ao ar livre da América Latina,
ficando atrás apenas do Complexo do Ver-o-Peso, em Belém.
Mais de três mil
pessoas, no mínimo, circulam por dia na feira. São pessoas oriundas das ilhas,
das estradas e de municípios próximos. “Existe, sim, uma preocupação.
A gente está em cima do muro. Se a gente não trabalha, passa fome. Se for para
o isolamento social, é verdade, gente evita de estar pegando a covid-19. Mas,
de outra forma, acaba passando necessidade. E a prefeitura ainda não deu
contrapartida de como vai ficar a nossa situação”, disse o presidente do
Sindicato dos Feirantes do Município de Abaetetuba, Marcos Ângelo dos
Santos Fonseca.
Total de 95% na
informalidade
Fonseca argumenta : “Somos a segunda maior feira da América Latina. Existe uma preocupação, porque 95% das pessoas que trabalham na feira são informais. E dependem desse trabalho para manter o sustento da sua família. E quando falo sustento é a alimentação. Até o resto a gente pode abrir mão - do social, do colégio, que agora está parado, da conta de luz, que também não pode ser cobrada. Mas temos que pensar na alimentação. Eu vou para a minha casa, para o isolamento social. Tenho filhos. E como fica o sustento dos nossos filhos? Ninguém tem reserva (financeira). A prova disso é que a gente sequer contribui com o SUS para ter a nossa aposentadoria ao chegar aos 65 anos”.
Marcos Ângelo disse
que é preciso que as autoridades olhem, com humanidade e mais mais carinho,
para esses trabalhadores. “Nossa categoria não está toda na feira. Mas ainda
existe um número muito grande. Se mandar a gente pra casa, a gente vai
passar fome e vai acabar morrendo também. A gente quer solução. Quer que a
Prefeitura, Estado e Governo Federal olhem para a gente”, afirmou. “Por mais
medo que a gente tenha, temos que colocar o pescoço na guilhotina, porque temos
filhos, mulher, família. Mas sabemos a gravidade do coronavírus”, reforçou.
fotos
Município entrou para
lista de casos da pandemia no Pará (Corpo de Bombeiros do Pará)
Feirantes pedem apoio
municipal
“Agora, vou duas ou
três vezes por semana, para buscar recursos. Mas a maioria precisa ir todos os
dias, até porque a venda também caiu”, disse. Ele acredita que, cadastrados
pelo município, há entre 600 a 700 feirantes. “Mas o número é maior, pois tem
ambulantes, os que vendem coxinhas, tapiocas. Mais de mil dependem dessa
feira”, afirmou.
A redação integrada
de O Liberal entrou em contato com a Prefeitura Municipal de Abaetetuba para
obter respostas aos questionamentos dos feirantes, mas ainda não obteve
retorno. Acompanhe.
Fonte acima: oliberal.com
RUAS E VIAS DAS FEIRAS DE ABAETETUBA
As feiras de vendas de
Abaetetuba, segundo nossas observações, se localizam nas seguintes ruas:
RUA JUSTO CHERMONT
Rua Justo Chermont, na frente da
cidade, que antigamente era apenas a beira do rio Maratauíra e cheia de pontes
e trapiches em toda a sua extensão. Com a boa visão de alguns antigos gestores,
essa rua foi devidamente aterrada e hoje a frente da cidade se constitui em um
calçadão já bastante deriorado e que abriga vendas de nossa feira, mal organizadas e mal
distribuídas e, em sua maior parte, à céu aberto, devido falta de ordenamento e
fiscalização. A feira da Rua Justo Chermont, com o antigo aterramento, hoje se prolonga
da Travessa Santos Dumont, no Bairro Comercial, até a Rua Pedro Pinheiro Paes
ou até mais, já no bairro do Algodoal. Logo se trata de um longo trecho de
frente de cidade que não chama a atenção pelo seu aspecto urbanístico e sim
pelo seu grande e desordenado movimento.
Peixe mapará vendido na feira da
Rua Justo Chermont, que fica na
frente da cidade e que é a mais
importante rua comercial de
Abaetetuba
Parte da feira da Rua Justo Chermont é
coberta e com bancas e bancadas para
venda de peixes, crustáceos, verduras,
legumes, carnes
Peixes frescos, salgados e camarão na
feira da Rua Justo Chermont.
TRAVESSA SANTOS DUMONT
TRAVESSA SANTOS DUMONT
Travessa Santos Dumont, trecho da
frente da cidade, que abriga um bem localizado e movimentado posto de combustíveis e algumas
vendas. Esse trecho ainda se encontra em estado precário de organização e
ordenamento, com muitas pontes interligando os vários ancoradouros de
embarcações de todos os tamanhos e um caminho cheio de lama que conduz até o
Mercado de Peixe da cidade. Nenhum gestor se preocupou em aterrar e urbanizar
adequadamente esse trecho da Rua Justo Chermont, canto com a Travessa Santos
Dumont.
Este importante posto de combustíveis está localizado
estratégicamente no início da Trav Santos Dumont, á beira
do rio e que abastece carros e embarcações, porém
no seu derredor existe a necessidade de aterramento
devido ser área de beira de rio com pontes e manguezal
AVENIDA 15 DE AGOSTO
Avenida 15 de Agosto, trecho da
frente da cidade, que é uma grande área comercial, que abriga o Mercado de
Peixe e com muitos pontos de venda ambulante distribuídos de modo
desorganizado, com muito lixo espalhado pela rua e calçamento em precário
estado de conservação. Alías, não dá nem mais para revitalizar esse trecho de
rua e sim construir outro calçadão e com a feira devidamente urbanizada,
organizada, higienizada e com bons ancoradouros para receber as centenas de
embarcações que aportam nesse trecho. Não se sabe se a feira que ali se
encontra é outra feira ou é a continuidade da grande feira da Rua Justo
Chermont, e com uma grande movimentação de veículos tipo motos e bicicletas,
aumentando ainda mais a confusão que ali se observa em termos de desorganização
comercial.
Este é o início da importante e comercial Av. 15 de agosto
onde existe uma grande concentração de casas comerciais,
feira, pontos de mototáxi e bicicleta para as "deixadas"
Na Av. 15 de Agosto se localiza o Mercado de Peixe
de Abaetetuba. Vide o detalhe dos urubus em cima
dos prédios
dos prédios
Ao lado do Mercado de Peixe de Abaetetuba existe
a feira onde podem ser encontrados vendedores de
frutas, verduras, legumes, plantas medicinais,
roupa, alimentos, etc
Ainda a feira da Av. 15 de Agosto e as bancas de
vendas e pontos de motos, bicicletas, carrinhos
de mão,etc.
A feira da Av. 15 de Agosto se localiza no
meio da rua
O lixo se espalha pelo chão da feira da
Av. 15 de Agosto
Na feira da Av. 15 de Agosto se encontra de
tudo: limão "do nosso", e de fora, toranja, ervas medicianis
Este é o simpático e educado Sr. Acácio que na feira tem muitos
apelidos e é vendedor de rua há 40 anos e
vindo da localidade Ajoaí.
AVENIDA DOM PEDRO II
AVENIDA DOM PEDRO II
Avenida D. Pedro II, trecho da
frente da cidade, que comporta uma grande quantidade de casas comerciais de
todos os tipos e, na rua, um ponto de vendas com muitas barracas e venda não
padronizadas, não higienizadas e com lixo para todos os lados, sem contar a
circulação infernal de veículos de todos os tipos. A feira que sai do início da
Avenida D. Pedro II se estende até a esquina com a Rua Barão do Rio Branco,
portanto, cortando as ruas Siqueira Mendes, Barão do Rio Branco e as vendas se
espalham para todos os lados a partir desse ponto, principalmente nas calçadas
dessas ruas e da Praça de Nossa Senhora da Conceição. Não se sabe se é uma
feira independente ou faz parte da grande feira da Rua Justo Chermont.
A Av. D. Pedro II inicia à beira-mar e desde o
seu início concentra uma grande quantidade
de lojas, bancas de vendas, e pontos de carros, motos,
bicicletas
A feira no meio da rua
Canto da Av. D. Pedro II com Rua Siqueira Mendes,
consumidores e ponto de táxi
Apesar de Abaetetuba ser a 5ª cidade mais populosa
do Pará e ser também o polo comercial do Baixo Tocantins,
não possui saneamento adequado com o lixo se
acumulando pelas valas.
AVENIDA PEDRO RODRIGUES
do Pará e ser também o polo comercial do Baixo Tocantins,
não possui saneamento adequado com o lixo se
acumulando pelas valas.
AVENIDA PEDRO RODRIGUES
Avenida Pedro Rodrigues, trecho
da frente da cidade, que também possui uma grande quantidade de casas
comerciais de todos os tipos e a feira que desce atravessando as ruas acimas
citadas. Nesse trecho é que a desorganização se faz sentir, com muitas vendas
pelas calçadas, ruas, em meio a uma grande quantidade de motos e bicicletas em
meio à movimentação de centenas de pessoas comprando e vendendo todos os tipos
de produtos, sem ordenamento, higienização, fiscalização, etc. A feira desse
trecho não se sabe se é independente ou faz parte do complexo de feiras da
cidade.
A Av. Pedro Rodrigues é uma rua altamente
comercial de Abaetetuba e que no seu início, à
beira-mar, possui feira nas calçadas e ruas
que avança em direção à Praça da Bandeira
comercial de Abaetetuba e que no seu início, à
beira-mar, possui feira nas calçadas e ruas
que avança em direção à Praça da Bandeira
A Praça da Bandeira, em seu entorno abriga
uma boa quantidade de vendas pelas ruas e
calçadas e referida praça faz esquina com
a Av. Pedro Rodrigues onde o movimento
de veículos é muito intenso.
RUA PEDRO PINHEIRO PAES
RUA PEDRO PINHEIRO PAES
Rua Pedro Pinheiro Paes, trecho
da frente da cidade, que já foi trecho alagado por um igarapé que foi
devidamente aterrado, que também se encontra em estado precário de conservação.
Por ali se encontram casas comerciais, um posto de combustíveis e inúmeras
vendas ambulantes ao derredor desse trecho. Já é um trecho de rua de grande
movimentação de pessoas vindas das Ilhas de Abaetetuba e da cidade em compras e
vendas variadas.
RUA SIQUEIRA MENDES
Rua Siqueira Mendes, que é uma rua com alta concentração de casas comerciais, vendas nas calçadas e rua, ponto de motos e bicicletas.
A Praça da Bandeira faz esquina com a
Rua Siqueira Mendes e com a presença de
muitas casas comerciais, vendas de ruas,
pontos de mototáxi e bicicletas
A Rua Siqueira mendes faz esquina com a
Av. D. Pedro II, trecho onde se concentra grande
quantidade de casas comerciais, pontos de táxis,
mototáxis, bicicletas e pedestres
Ponto de vendas de rua na esquina da Rua
Siqueira Mendes com a Av. D. Pedro II. Ao fundo
o Mercado de Carne.
RUA BARÃO DO RIO BRANCO
RUA BARÃO DO RIO BRANCO
Rua Barão do Rio Branco, que é a rua comercial chique da cidade, muito movimentada e passagem obrigatória para carros, motos e bicicletas para o centro comercial e possui também muitos pontos de vendas espalhadas pela rua e calçadas.
A Rua Barão do Rio Branco é uma das poucas
ruas arborizadas em Abaetetuba e é rua de
inteso movimento de carros, motos, bicicletas
e pedestres e com grande concentração de lojas
e vendas de rua
Esquina da Rua Barão do Rio Branco e Av.
D. Pedro II, onde existe intenso omovimento
de carros, motos, bicicletas, pedestres, lojas e
vendas de rua
Esquina da Rua Barão do Rio Branco e Av. D.
Pedro II, um dos poucos locais com sinalização
do trânsito
Rua Barão do Rio Branco e suas grandes
lojas comerciais e trânsito intenso.

Na Praça Nossa Senhora da Conceição funcionam várias bancas de vendedores ambulantes e de barracas para venda de motos e uma infinidade de produtos eletrônicos e outros, vindos da China e Paraguai e também com a presença dos taxiciclistas, mototaxistas e taxistas.

Nos entornos dos mercados municipais de carne e peixes de Abaetetuba existem muitos feirantes e, consequentemente, com a presença dos taxiciclistas, mototaxistas e taxistas à espera de seus clientes.
ruas arborizadas em Abaetetuba e é rua de
inteso movimento de carros, motos, bicicletas
e pedestres e com grande concentração de lojas
e vendas de rua
Esquina da Rua Barão do Rio Branco e Av.
D. Pedro II, onde existe intenso omovimento
de carros, motos, bicicletas, pedestres, lojas e
vendas de rua
Esquina da Rua Barão do Rio Branco e Av. D.
Pedro II, um dos poucos locais com sinalização
do trânsito
Rua Barão do Rio Branco e suas grandes
lojas comerciais e trânsito intenso.
COTIDIANO DAS FEIRAS DA CIDADE DE ABAETETUBA
Apresentamos algumas fotos das feiras de Abaetetuba que nos dizem algumas coisas à respeito das atividades diárias dessas feiras em nossa cidade.
Apresentamos algumas fotos das feiras de Abaetetuba que nos dizem algumas coisas à respeito das atividades diárias dessas feiras em nossa cidade.
E CARROÇAS NAS RUAS DAS FEIRAS DE ABAETETUBA:
Motos, bicicletas, carrinhos de mão, carroças e até táxis fazem parte do cotidiano de nossas feiras instaladas em diversas vias da cidade.
Na foto da antiga rua Siqueira Mendes acima, que é uma rua bastante estreita, vemos uma moto e uma bicicleta e um carro de mão levando produtos ou mercadorias em carreto para alguma pessoa contratante desse serviço de entrega e vemos ainda, do lado direito, o hospital/maternidade Nossa Senhora da Conceição, de propriedade da Diocese de Abaetetuba, com tapumes de madeira em vista de uma reforma que ali está se processando, com fundos arrecadados com os fiéis católicos ou materiais ou serviços.
Algumas considerações sobre essa foto:
Esse era horário de 12:00 h em que o pessoal dos variados trabalhos, serviços e atividades sai para o almoço e para a volta pela parte da tarde e somente para os funcionários das lojas.
A bicicleta foi, até uns 3 anos atrás, o veículo mais utilizado em Abaetetuba, sendo a cidade alcunhada de "Cidade das Bicicletas" , tal a quantidade de bicicletas que existia na cidade. Praticamente em cada casa havia uma bicicleta e o trânsito ainda era de calmaria. Eram os tempos em que algumas pessoas adquiriam uma razoável quantidade de bicicletas que as colocavam em aluguel, sendo o preço cobrado pelas horas em que o "locatário" fazia uso da bicicleta e, nesse tempo, não existia ainda os que "furtavam" bicicletas pela cidade. Anos depois, pela grande população existente na cidade e onde não existia linhas de ônibus para os bairros mais distantes, e o táxi era uma opção cara para os bolsos de muitas pessoas, alguns jovens e pais de família começaram a usar as bicicletas nas chamadas "deixadas", isto é, deixar pessoas, produtos, mercadorias ou compras nas casas dos usuários desse serviço. Esse serviço se intensificou e o pessoal ficou sendo chamado de "taxiciclista", com a mesma função das "deixadas". Muitos jovens e pais de famílias sobreviviam desse serviço.
Após as bicicletas, com a elevação do poder aquisitivo de parcela da população (a economia de Abaetetuba se baseia nos fortes segmentos do comércio e serviços, por que agricultura e indústria são incipientes no município), foram surgindo as motocicletas e automóveis por parte de algumas famílias mais abastadas. E a demanda pelo uso de motos cresceu assustadoramente no município. Alguém teve a idéia da fazer da moto um serviço de transporte, como as bicicletas faziam e como os taxistas também faziam há muito tempo. E a moda do "mototaxista" pegou mesmo em Abaetetuba e esse serviço foi regulamentado através de órgão próprio da prefeitura municipal. Ao mesmo tempo os jovens da cidade foram tomando gosto pelo uso da moto (aqui fica novamente a pergunta de onde vinha o dinheiro para a compra de uma moto, que só pessoas com algum poder financeiro podiam adquirir um veículo desses?). O certo é que as motos vieram tomar o lugar das bicicletas e, acredita-se, que em cada 5 famílias de Abaetetuba, duas possuem motos em suas casas. E a grande demanda por motos no município de Abaetetuba foi aumentando e chamando a atenção das grandes revendedoras desse tipo de veículo, fazendo com que as lojas de vendas de motos de Belém viessem instalar filiais em Abaetetuba e também foram surgindo oficinas de motos, que hoje, em cada rua, deve existir 2 e até 3 oficinas para conserto de motos e também surgiu uma infinidade de lojas especializadas na venda de equipamentos e acessórios para motos, com algumas delas aparecendo nas fotos.
Algumas considerações sobre essa foto:
Esse era horário de 12:00 h em que o pessoal dos variados trabalhos, serviços e atividades sai para o almoço e para a volta pela parte da tarde e somente para os funcionários das lojas.
A bicicleta foi, até uns 3 anos atrás, o veículo mais utilizado em Abaetetuba, sendo a cidade alcunhada de "Cidade das Bicicletas" , tal a quantidade de bicicletas que existia na cidade. Praticamente em cada casa havia uma bicicleta e o trânsito ainda era de calmaria. Eram os tempos em que algumas pessoas adquiriam uma razoável quantidade de bicicletas que as colocavam em aluguel, sendo o preço cobrado pelas horas em que o "locatário" fazia uso da bicicleta e, nesse tempo, não existia ainda os que "furtavam" bicicletas pela cidade. Anos depois, pela grande população existente na cidade e onde não existia linhas de ônibus para os bairros mais distantes, e o táxi era uma opção cara para os bolsos de muitas pessoas, alguns jovens e pais de família começaram a usar as bicicletas nas chamadas "deixadas", isto é, deixar pessoas, produtos, mercadorias ou compras nas casas dos usuários desse serviço. Esse serviço se intensificou e o pessoal ficou sendo chamado de "taxiciclista", com a mesma função das "deixadas". Muitos jovens e pais de famílias sobreviviam desse serviço.
Após as bicicletas, com a elevação do poder aquisitivo de parcela da população (a economia de Abaetetuba se baseia nos fortes segmentos do comércio e serviços, por que agricultura e indústria são incipientes no município), foram surgindo as motocicletas e automóveis por parte de algumas famílias mais abastadas. E a demanda pelo uso de motos cresceu assustadoramente no município. Alguém teve a idéia da fazer da moto um serviço de transporte, como as bicicletas faziam e como os taxistas também faziam há muito tempo. E a moda do "mototaxista" pegou mesmo em Abaetetuba e esse serviço foi regulamentado através de órgão próprio da prefeitura municipal. Ao mesmo tempo os jovens da cidade foram tomando gosto pelo uso da moto (aqui fica novamente a pergunta de onde vinha o dinheiro para a compra de uma moto, que só pessoas com algum poder financeiro podiam adquirir um veículo desses?). O certo é que as motos vieram tomar o lugar das bicicletas e, acredita-se, que em cada 5 famílias de Abaetetuba, duas possuem motos em suas casas. E a grande demanda por motos no município de Abaetetuba foi aumentando e chamando a atenção das grandes revendedoras desse tipo de veículo, fazendo com que as lojas de vendas de motos de Belém viessem instalar filiais em Abaetetuba e também foram surgindo oficinas de motos, que hoje, em cada rua, deve existir 2 e até 3 oficinas para conserto de motos e também surgiu uma infinidade de lojas especializadas na venda de equipamentos e acessórios para motos, com algumas delas aparecendo nas fotos.
Queremos dizer que o número de mototaxistas aumentou também assustadoramente e qualquer pessoa que tenha uma moto, pode hoje, se arvorar um mototaxista, basta vestir uma das camisas onde esteja escrita "Mototáxi", e pronto.
Nas feiras de Abaetetuba os chamados mototaxistas também estão presentes e em grande quantidade e ao lado dos taxiciclistas (sim, ainda teimam em subsistir) e taxistas instalados em alguns pontas das ruas comerciais da cidade e que também atendem a alguns usuários das feiras de Abaetetuba.
Na Praça Nossa Senhora da Conceição funcionam várias bancas de vendedores ambulantes e de barracas para venda de motos e uma infinidade de produtos eletrônicos e outros, vindos da China e Paraguai e também com a presença dos taxiciclistas, mototaxistas e taxistas.
Nos entornos dos mercados municipais de carne e peixes de Abaetetuba existem muitos feirantes e, consequentemente, com a presença dos taxiciclistas, mototaxistas e taxistas à espera de seus clientes.
Acima temos o interior do Mercado Municipal de Carne, que sofreu uma reforma, porém agora está precisando de nova reforma. A venda de carne nas calçadas, que se observa nas feiras da Rua Justo Chermont, da Av. 15 de agosto e da Av. Pedro Rodrigues, deveria se concentrar todo nos mercados municipais. Uma sugestão para essa reforma era se fazer um prédio maior e com infraestrutura adequado para a venda de carne.

Início da Avenida D. Pedro II, trecho de rua totalmente comercial, abrigando casas comerciais, supermercados, vendedores ambulantes e feira no início da rua.

Avenida D. Pedro II, canto com Rua Barão do Rio Branco, um dos poucos locais que dispõem de semáforo para facilitar o trânsito dos variados veículos e pedestres do Centro Comercial e das feiras da cidade.

Avenida D. Pedro II, com ponto de mototáxi, guardas de trânsito contratados recentemente, canto com a Rua Barão do Rio Branco, onde no lado esquerdo se observa a concorrida farmácia Extrafarma e muitas lojas do centro comercial e feirantes.

Avenida D. Pedro II, onde se localizam pontos de táxis, de mototáxis, de bicicletas. À direita existem os comuns apoios em ferro para as bicicletas construídos em plenas vias públicas, atrapalhando a livre circulação dos pedestres. Observe o motoqueiro sem capacete em pleno centro comercial e feira dessa avenida.

Avenida D. Pedro II com seus prédios que abrigam as lojas comerciais, agências bancárias, escritórios advocatícios e de contabilidade e muitos vendedores ambulantes em seu percurso.

Grande parte da população de Abaetetuba sobrevive nas atividades das feiras e bancas de vendedores ambulantes. Essas pessoas precisam mesmo de meios de subsistência, porém suas atividades deveriam ser devidamente ordenadas em local próprio e devidamente adequado para suas atividades. Caso contrário os vendedores ambulantes se espalham pelas ruas da cidade de modo a prejudicar o direito de locomoçãos de outras pessoas.

A Praça Nossa Senhora da Conceição está em estado lastimável de conservação, deteriorada e até seus coretos servem para abrigar algumas pessoas necessitadas de atendimento por um dos projetos do governo federal, estadual e com contrapartida municipal. As vielas da praça hoje estão servindo de trânsito para bicicletas, motos e automóveis, local que devia servir apenas na circulação de pedestres. Suas calçadas estão deterioradas e falta uma maior arborização. os prédios e barracas de feirantes que aparecem na foto acima se localizam na Av. D. Pedro II, esta servindo para instalação de lojas, consultórios médicos, laboratórios de pesquisas diversos, firmas comerciais, etc. Mais atrás se observa a torre em concreto da telefonia e canais repetidores de TV.

Acima um trecho da Rua Barão do Rio Branco. Observe os elementos que se destacam: um grande caminhão cuja largura é quase igual ao da pista e circulando no Centro Comercial em plena manhã (foi o autor do Blog que tirou as fotos). Do lado esquerdo existe um ponto de mototáxi, com dezenas deles e do lado direito um ponto de feirantes em pleno canteiro da Rua, deveria servir apenas para pedestres. Observam-se também bicicletas e árvores. Observam-se também algumas árvores plantadas pelo Movimento Ecológico de Abaetetuba, pois os nossos governantes não se interessam em arborizar as ruas da cidade.

Acreditamos que a cada dia surja uma igreja evangélica em Abaetetuba, e tem rua ou localidade que chega a ter 6 a 7 igrejas em toda a sua extensão. A adesão a essas igrejas será pela falta de fortaleza espiritual dos católicos? Mas que cada igreja que surja em Abaetetuba saiba tirar muitos jovens e os adultos da vida das drogas e das diversões exageradas das festas (Abaetetuba é considerada a cidade que mais realiza festas dançantes no Pará, levando-se em conta a proporcionalidade populacional). A Igreja da foto se localiza em pleno Centro Comercial da cidade.

Acima, um carrrinho de mão segue em direção ao Centro Comercial e feiras da cidade.

Início da Avenida D. Pedro II, trecho de rua totalmente comercial, abrigando casas comerciais, supermercados, vendedores ambulantes e feira no início da rua.
Avenida D. Pedro II, canto com Rua Barão do Rio Branco, um dos poucos locais que dispõem de semáforo para facilitar o trânsito dos variados veículos e pedestres do Centro Comercial e das feiras da cidade.
Avenida D. Pedro II, com ponto de mototáxi, guardas de trânsito contratados recentemente, canto com a Rua Barão do Rio Branco, onde no lado esquerdo se observa a concorrida farmácia Extrafarma e muitas lojas do centro comercial e feirantes.
Avenida D. Pedro II, onde se localizam pontos de táxis, de mototáxis, de bicicletas. À direita existem os comuns apoios em ferro para as bicicletas construídos em plenas vias públicas, atrapalhando a livre circulação dos pedestres. Observe o motoqueiro sem capacete em pleno centro comercial e feira dessa avenida.
Avenida D. Pedro II com seus prédios que abrigam as lojas comerciais, agências bancárias, escritórios advocatícios e de contabilidade e muitos vendedores ambulantes em seu percurso.
Grande parte da população de Abaetetuba sobrevive nas atividades das feiras e bancas de vendedores ambulantes. Essas pessoas precisam mesmo de meios de subsistência, porém suas atividades deveriam ser devidamente ordenadas em local próprio e devidamente adequado para suas atividades. Caso contrário os vendedores ambulantes se espalham pelas ruas da cidade de modo a prejudicar o direito de locomoçãos de outras pessoas.
A Praça Nossa Senhora da Conceição está em estado lastimável de conservação, deteriorada e até seus coretos servem para abrigar algumas pessoas necessitadas de atendimento por um dos projetos do governo federal, estadual e com contrapartida municipal. As vielas da praça hoje estão servindo de trânsito para bicicletas, motos e automóveis, local que devia servir apenas na circulação de pedestres. Suas calçadas estão deterioradas e falta uma maior arborização. os prédios e barracas de feirantes que aparecem na foto acima se localizam na Av. D. Pedro II, esta servindo para instalação de lojas, consultórios médicos, laboratórios de pesquisas diversos, firmas comerciais, etc. Mais atrás se observa a torre em concreto da telefonia e canais repetidores de TV.
Acima um trecho da Rua Barão do Rio Branco. Observe os elementos que se destacam: um grande caminhão cuja largura é quase igual ao da pista e circulando no Centro Comercial em plena manhã (foi o autor do Blog que tirou as fotos). Do lado esquerdo existe um ponto de mototáxi, com dezenas deles e do lado direito um ponto de feirantes em pleno canteiro da Rua, deveria servir apenas para pedestres. Observam-se também bicicletas e árvores. Observam-se também algumas árvores plantadas pelo Movimento Ecológico de Abaetetuba, pois os nossos governantes não se interessam em arborizar as ruas da cidade.
Acreditamos que a cada dia surja uma igreja evangélica em Abaetetuba, e tem rua ou localidade que chega a ter 6 a 7 igrejas em toda a sua extensão. A adesão a essas igrejas será pela falta de fortaleza espiritual dos católicos? Mas que cada igreja que surja em Abaetetuba saiba tirar muitos jovens e os adultos da vida das drogas e das diversões exageradas das festas (Abaetetuba é considerada a cidade que mais realiza festas dançantes no Pará, levando-se em conta a proporcionalidade populacional). A Igreja da foto se localiza em pleno Centro Comercial da cidade.
Acima, um carrrinho de mão segue em direção ao Centro Comercial e feiras da cidade.
Acima pode-se observar uma porção de situações e irregularidades no Centro Comercial e lugar das feiras da cidade. Começa pelo lixo que os comerciantes e marreteiros jogam em plena via pública, caracterizando uma falta de educação para o exercício de uma verdadeira cidadania e falta de respeito para com a população e turistas que por acaso possam passar por ali. Mais acima uma barraquinha de marreteiro, daqueles que vendem variados artigos como bonés, chaveiros, roupas, sapatos e uma infinidade de produtos vindos da China ou do Paraguai. Já dá para observar os pedestres e algumas bicicletas encostadas às paredes e alguns prédios de lojas comerciais. O comércio de Abaetetuba é o mais forte segmento econômico de Abaetetuba, que além da população local, atende também uma clientela vinda das cidades vizinhas. Abaetetuba, o pólo comercial do Baixo Tocantins, com lojas para atender todos os tipos de clientes. Tem muitos supermercados, lojas de magazine, lojas de ferragens e produtos para construção, uma infinidade de farmácias, inclusive das redes Big-Ben, Extrafarma, Pague-Menos, lojas de conveniência, franquias. Agora Abaetetuba está descobrindo a importância das lojas especializadas que estão surgindo aos borbotões pela cidade. Carnes de boi, peixes frescos, salgados chegam e saem às toneladas de Abaetetuba. O açaí está saindo às toneladas para abastecer as fábricas de outros estados, porque o Pará ainda não descobriu a variedade de aplicações que o açaí possui, além de servir como alimento.

Alguns poucos sinais e equipamentos para disciplinar o trânsito existem, porém são insuficientes e mal aplicados pelas autoridades competentes. Vide a foto acima: é o chamado "Canto do Basa", isto é, a esquina da Av. D. Pedro II com a Rua Barão do Rio Branco, que é um dos pontos críticos do trânsito em Abaetetuba, porque a Av. D. Pedro II e a Rua Barão são altamente trafegáveis por todo tipo de veículo automotivo e pedestres. Ali na foto está acontecendo um engarrafamento (vide bem a foto, aumente com um clique). Na esquina se situa a agência do Banco da Amazônia/Basa, que é um dos 5 bancos existentes em Abaetetuba, sem contar as dezenas de financeiras e correspondentes bancários. Os 2 equipamentos de trânsito servem para impedir a entrada de automóveis e motos no centro comercial e feiras da cidade, mas poucos obedecem essa determinação da lei.
Os ribeirinhos fazem parte do cotidiano dos rios, igarapés e feiras de Abaetetuba,
Alguns poucos sinais e equipamentos para disciplinar o trânsito existem, porém são insuficientes e mal aplicados pelas autoridades competentes. Vide a foto acima: é o chamado "Canto do Basa", isto é, a esquina da Av. D. Pedro II com a Rua Barão do Rio Branco, que é um dos pontos críticos do trânsito em Abaetetuba, porque a Av. D. Pedro II e a Rua Barão são altamente trafegáveis por todo tipo de veículo automotivo e pedestres. Ali na foto está acontecendo um engarrafamento (vide bem a foto, aumente com um clique). Na esquina se situa a agência do Banco da Amazônia/Basa, que é um dos 5 bancos existentes em Abaetetuba, sem contar as dezenas de financeiras e correspondentes bancários. Os 2 equipamentos de trânsito servem para impedir a entrada de automóveis e motos no centro comercial e feiras da cidade, mas poucos obedecem essa determinação da lei.
Os ribeirinhos fazem parte do cotidiano dos rios, igarapés e feiras de Abaetetuba,
com seus barcos coloridos enfeitando a orla da cidade, na maioria, rabetas, que
ficam ancorados por toda 'beira', na espera dos vendedores
de peixes, camarões, açaí e outros produtos, e que também são compradores de
alimentos e outros produtos no bairro comercial e feiras da cidade.








ficam ancorados por toda 'beira', na espera dos vendedores
de peixes, camarões, açaí e outros produtos, e que também são compradores de
alimentos e outros produtos no bairro comercial e feiras da cidade.
As feiras de Abaetetuba empregam ou servem para uma grande quantidade
de pessoas auferir alguma renda com vendas variadas, em comércio
ambulante ou fixos nas barraquinhas, ou dos mototáxis, táxis, bicicleteiros
carreteiros de mão ou carroças, que desses trabalhos também tiram sua renda do dia a dia.


REVITALIZAÇÃO E ORDENAMENTO DAS FEIRAS
Alguns Aspectos a Considerar na Revitalização e Ordenamento das Feiras de Abaetetuba:
de pessoas auferir alguma renda com vendas variadas, em comércio
ambulante ou fixos nas barraquinhas, ou dos mototáxis, táxis, bicicleteiros
carreteiros de mão ou carroças, que desses trabalhos também tiram sua renda do dia a dia.
REVITALIZAÇÃO E ORDENAMENTO DAS FEIRAS
Alguns Aspectos a Considerar na Revitalização e Ordenamento das Feiras de Abaetetuba:
·
Construção do calçadão da frente da cidade, que
deveria se estender pela Rua Justo Chermont e suas ruas adjacentes como a
Travessa Santos Dumont, a Avenida 15 de Agosto, a Avenida D. Pedro II, a
Avenida Pedro Rodrigues, até a Rua Pedro Pinheiro Paes. Esse calçadão é que
deveria abrigar a grande feira de Abaetetuba nos horários da manhã. O horário
da tarde serviria para os descarregamentos de mercadorias pelos grandes, médios
e pequenos veículos que diariamente chegam à cidade. A noite serviria para
abrigar bares, restaurantes, quiosques e vendas ambulantes apropriadas para a
movimentação noturna e sadia da população da cidade e dos turistas em visita à
cidade.
· Estação Hidroviária de Abaetetuba, que se faz
necessária pela grande quantidade de embarcações que chegam e saem da cidade
diariamente em direção à Belém e às demais cidades e localidades do Baixo
Tocantins. Essa Estação hidroviária não somente viria resolver a questão do
embarque e desembarque das embarcações, como viria contribuir com turismo de
visitação às nossas paradisíacas localidades ribeirinha como às centenas de
massas d’água como rios, baías, igarapés e praias da região.
·
Padronização, Ordenamento e Higienização das
barracas de vendas da grande feira de Abaetetuba, como se vê em cidades com
infraestrutura turística.
Notamos que no Mercado de Peixe, a
parte destinada a outras vendas, que não peixes, como miúdos, vísceras e vendas
de caranguejos e camarões, que se encontra com pouco movimento. A solução seria
se tirar a parede que separa os dois recintos e ampliar a área para a venda de
verduras, hortaliças, frutas, legumes, plantas medicinais, lanchonetes, etc.
Fiscalização Permanente na Grande
Feira:
·
Fiscalização do Trânsito:
Seria necessária uma melhor
fiscalização pelo órgão controlador do trânsito dos variados veículos que
circulam na feira, pois a que existe é muito precária e feita por pessoas que
necessitam de treinamento de urbanidade e verdadeira fiscalização do trânsito
de caminhões, automóveis, motos, bicicletas, carroças e carrinhos de mão, que
em determinadas horas do dia congestionam totalmente o trânsito na feira e vira
um verdadeiro caos e oportunidades para os de má fé nos furtos de pessoas
desavisadas.
·
Fiscalização da Higiene:
Os produtos em venda na feira são
vendidos em completa desobediência aos padrões de comercialização de produtos
da alimentação, que não obedecem aos mínimos princípios da higiene que deveria
existir em um ponto de venda como a grande feira.
Produtos de venda colocados pelo
chão por onde transita uma quantidade enorme de cães, urubus e, pela noite,
possivelmente, uma grande quantidade de ratos e insetos transmissores de
doenças.
Uma grande quantidade de lixo
espalhado pelo chão da feira, que se torna o chamariz de uma grande quantidade
de urubus e cães em pleno funcionamento da feira.
·
Recolha diária e constante do lixo acumulado
pelas ruas e contêineres da feira
·
Uso de luvas pelos vendedores de produtos para a
alimentação
·
Venda de Carnes e Produtos Advindos de Animais
Silvestres:
Se faz necessária a fiscalização
constante de carnes de animais silvestres e proibida a caça e pesca pelas leis
do país e dos estados, como:
Carne de capivara, jacaré, que
são vendidas diariamente na feira. Como a capiavara e jacaré fazem parte da
culinária de Abaetetuba, a solução seria a de se solicitar licença ao IBAMA na
implantação de um criatório de capivara e de jacaré para a venda da carne e do
couro. Não adianta o IBAMA vir aprender carne de capivara aqui em Abaetetuba e
sim fazer a fiscalização na origem dessas carnes que chegam à Abaetetuba,
vindas de outros lugares dos estados do Pará e Amazonas. Aqui em Abaetetuba,
pela maneira como o IBAMA e Prefeitura agem, os nossos “marreteiros”, isto é,
pequenos comerciantes que compram produtos de terceiros para revenda, jamais
deixarão de vender essas carnes tão consumidas pelo povo abaetetubense.
·
Áreas ou Pontos Para Abrigar Veículos e Carros:
Pontos estratégicos para
estacionamento de bicicletas e motos, que são os veículos mais usados nos
transporte das pessoas da feira ou comércio para os bairros.
Pontos estratégicos para as
carroças e carrinhos de mão, que fazem os chamados “carretos” da feira para os
bairros e vice-versa.
·
Organização das Vendas Por produtos:
Se faz necessária a separação das
vendas de produtos da alimentação para os demais produtos, pois atualmente,
existe uma grande mistura de vendedores vendendo de tudo num mesmo ponto da
feira. Os que vendem peixes, camarões, caranguejos, carnes deveriam ser
remanejados para o Mercado de Peixe Ampliado ou alocados em outro Mercado
construído em área tipo Trapiche, porém construído em alvenaria.
·
Implantação da Balança Pública:
A balança pública já existiu em
Abaetetuba e pelo descaso dos gestores, esse serviço não mais existe. Sua volta
seria em boa hora e nos mercados de Peixe, Carne e outros pontos estratégicos
da Grande Feira de Abaetetuba.
·
Presença de Policiamento:
Devido a existência de muitos
tipos de desordens existentes pela feira, a presença de policiais ou guardas
municipais de segurança se faz necessária em pontos estratégicos da feira, com
parceria da Polícia Militar e Prefeitura Municipal.
Blog do Ademir Rocha, de Abaetetuba/Pa
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