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sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

Raimundo Herogildo dos Passos Lima, Tio Cabra - História e Memória de Abaetetuba

Raimundo Herogildo dos Passos Lima/Tio Cabra - História e Memória de Abaetetuba
 Na foto acima o popular Tio Cabra aparece como
bandeirinha de um importante jogo da Seleção de
Futebol de Abaetetuba, junto com o outro bandeirinha Otero, dirigentes
como Lacerda, Edil Gomes e jogadores ao fundo

O Coletor da História e Memória Fotográfica de Abaetetuba
A História não é escrita apenas pelos pesquisadores e autores de livros sobre o assunto, mas pode ser escrita de outras formas, como, por exemplo, pelos pesquisadores das Memórias Fotográficas de uma determinada localidade. É o que faz com denodo o pesquisador de Imagens Fotográficas Raimundo Herogildio dos Passos Lima, o popular Tio Cabra, descendente, como seu nome já diz, de duas tradicionais famílias de Abaetetuba, os Lima e os Passos.
Raimundo Herogildo dos Passos Lima nasceu em 20/11/1950, filho de Erogildo Fonseca de Lima, o popular Mestre Rosa, e Raimunda dos Passos Lima, esta originalmente Maria Sena dos Passos, portanto, ligada à tradicional família do conhecido Benedito Sena dos Passos, cujos dados se encontram na genealogia da Família Passos, de Abaetetuba. Os membros das famílias Lima e Passos de Abaetetuba vieram de famílias simples das comunidades das Ilhas de Abaetetuba e seus membros prosperaram ou fizeram seus nomes de acordo com suas profissões e dons inatos, como foram os casos do Mestre Rosa e Benedito Sena dos Passos. Mestre Rosa foi famoso músico do Jazz Abaeté e da Banda Carlos Gomes e marceneiro em Abaetetuba e Benedito Sena dos Passos, o popular Bandute Sena, atuou no folclore junino, no carnaval, nas famosas aparelhagens de som de Abaetetuba, no caso o famoso "Sonoros Copacabana" que funcionava como uma espécie de rádio da cidade e ainda atuou como desportista e político em várias legislaturas. O próprio Raimundo Herogildo/Tio Cabra, fez seu nome atuando nos anos de 1960 nos desportos, como árbitro e bandeirinha de futebol em jogos dos times e Seleção de Futebol de Abaetetuba na cidade, tempo dos antigos e famosos times do Vênus, Abaeté, Palmeiras, Tieté, ARA e outros da "fase de ouro" di futebol de Abaetetuba e Tio Cabra fez sua história, também, atuando em sua profissão de marceneiro, no ramo da movelaria. Fez seus estudos até o 3º ano no Grupo Escolar Basílio de Carvalho, tendo formado no grupo dos Cruzadinhos na Igreja de Nossa Senhora da Conceição, junto com Peró, Mário (Zé da Carajás, esta que era a famosa panificadora do empresário Janir Nery), Mário do Banpará e muitos outros seus colegas da juventude. Grande parte do acervo de imagens fotográfica de Tio Cabra veio das coletas de fotos e imagens que faz junto a ex-jogadores de futebol, familiares de jogadores ou de famílias que lhes entregam fotos de suas gratas recordações. Outra parte vem da coleta das imagens que estão publicadas nas páginas livres e gerais da Internet ou sites especializados em fotos e genealogias.
A Inspiração Para a Coleta de Fotos do Futebol de Abaetetuba
Na foto acima o jogador Zeca, irmão de Tio Cabra, com
os famosos jogadores Verediano e Alair
Raimundo Herogildo dos Passos Lima, o popular Tio Cabra, não foi jogador de futebol, tendo atuado nesse esporte apenas como árbitro e bandeirinha de futebol nos anos de 1960. Porém, seus irmãos foram grandes jogadores de futebol de abaetetuba, tendo atuado pelos clubes locais desde os anos de 1950, caso de seu falecido irmão Zeca, tendo este atuado pelo clube Vasco da Gama, este clube com grande destaque, não só no futebol, quando possuiu grandes elencos que foram várias vezes campeões de futebol em Abaetetuba, como era destaque nos eventos sociais, quando realizava concorridas quermesses dominicais em sua antiga sede da antiga Rua Silva Jardim, hoje Travessa Padre Luiz Varella e também realizava inesquecíveis bailes carnavalescos e sociais, sob a batuta de Benedito Sena dos Passos, o popular Bandute Sena, por sinal tio materno de Tio Cabra, junto com a família Cruz, esta proprietária da então serraria no início da atual Avenida 15 de Agosto, em Abaetetuba, no lugar chamado Moinha. Após seu irmão Zeca, vieram seus irmãos Lúcio e Pipoca e seus primos Bandute e Célio Santana, que também brilharam no futebol de Abaetetuba a nível de clubes e de Seleção de Futebol de Abaetetuba, das décadas de 1960, 1970 e 1980, quando a Seleção de Futebol de Abaetetuba consquistou 11 títulos como Campeã de Futebol Intermunicipal, torneio que era patrocinado pela Federação Paraense de Futebol. Lúcio e Pipoca deixaram seus nome inscritos no clube Sociedade Esporviva Palmeiras, de Abaetetuba, quando esse clube montou um grande e inesquecível elenco de futebol que congregava jovens valores, mesclados com valores veteranos (Vide fotos) que conseguiu desbancar Vênus, Abaeté, que eram os papões de títulos de campeões na cidade e conquistando um bi-campeonato na década de 1970, sob o comando do idealista jogador e treinador Alcimar Carneiro de Araujo e seu grupo de apoiadores e ajudantes nessa epopéia esportiva. O Tio Cabra conseguiu coletar fotos de futebol de grandes times desde a década de 1930 e também conseguiu coletar fotos de times amadores e de futebol de salão, que agora enchem as paredes de sua casa em forma de banners.
 O Vasco da década de 1960, tendo no comando o conhecido industrial
Guilherme Cruz

Pela camisa azul e o escudo, parece uma formação do Vênus
Acima temos jogadores, dirigentes, torcedores festejando um dos 11 títulos de 
futebol conquistados pela Seleção de Futebol de Abaetetuba no Campeonato Intermunicipal de Futebol, até a década de 1980 e, depois dessa Era de Ouro do Futebol de Abaetetuba, veio a decadência com mais de 30 anos sem conquistar
um título.
 Esta foto possivelmente é da década de 1930 e acima temos os jogadores
Mário Felgueiras (de touca), João Reis (exímio goleiro) e Eusébio, este que foi o pai
dos jogadores Afonso, Dijó, Laburina, Ari e Dé
No verso dos fotos coletadas por Tio Cabra, muitas vezes, existiam valiosas informações do período áureo do futebol de Abaetetuba, onde sua família
participava ativamente como jogadores de futebol
Tio Cabra é bandeirinha do tempo de Afonso, Alair e Wilson que, ao pendurarem
as chuteiras, se tornaram árbitros e bandeirinhas de futebol
Tio Cabra coletava fotos do futebol de salão, futebol de campo, de pelada e corria
atrás de informações sobre os jogadores da foto, que posteriormente transformava
em banners que podem ser vistos em sua residência

Antiga formação do Vasco, dos anos de 1950, tendo na ponta direita o
jogador Zeca, irmão do Tio Cabra
Acima temos a valorosa equipe do Vênus, com Pipoca, irmão de Tio Cabra,
no centro entre Olavo e Filinho
 Acima temos a grande formação do Palmeiras, com Lúcio, irmão, Santana, primo do Tio Cabra e outros jovens valores mesclados com alguns veteranos e o treinador Alcimar, que desbancou Vênus e Abaeté, os papões de títulos
da cidade
 Acima parece ser uma formação de futebol dos estudantes de
Abaetetuba
Na ponta esquerda vemos o jogador Lúcio, irmão de Tio Cabra,
formando na Seleção de Futebol de Abaetetuba
Acima temos duas fotos que são as mais antigas encontradas pelo
Tio Cabra com as primeiras formações futebolísticas vindas de jogadores do final da década de 1920 e da
década de 1930, com figuras como Antonio Ribeiro, Duquinha Lobato, João
Reis, Clóvis Parente e outros nomes especificados na foto mais acima
Acima uma formação do Tietê

Acima duas formações do Abaeté
Como Escoteiro do Mar e Outros Grupos de Escoteiros
Após a criação do antigo grupo de escoteiros do mar, tendo como
chefe-escoteiro Altemiro Marques e Tio Cabra como um de seus componentes, vieram outros grupos de escoteiros que ajudaram muitos jovens o 
caminho do civismo, da ética e da moral, tirando muitos jovens
do caminho da bebida, drogas e outros excessos que invadiram
Abaetetuba a partir da década de 1960
Raimundo Herogildo dos Passos Lima/Tio Cabra, quando jovem foi escoteiro do mar nos tempos do conhecido Chefe Escoteiro Altamiro Marques, que usava uniforme branco. A seguir passou a fazer parte do grupo de escoteiros chamado GENSCO-Grupo de Escoteiros de Nossa Senhora da Conceição, contando já com os chamados "Lobinhos" e que contava com um grupo de cerca de 100 jovens, entre os quais: Edmilson Bechir, Zé Buraco, Cavalcante, Boni (este filho da conhecida parteira Tia Luzia), Mucura, Mucuriha, Bibiano Cardoso e seu irmão Agostinho, Barata, Chico Paes e outros e fizeram seu 1º "acampamento" num sítio do município de Moju/PA e com a presença do Chefe Escoteiro Gilson, que veio de Belém justamente para participar e ajudar a organizar esse 1º acampamentos dos escoteiros do grupo GENSCO. Os membros desse grupo de escoteiros participavam ativamente dos desfiles do "7 de setembro" , Círio de Nossa Senhora da Conceição e de outros eventos da cidade e que tinha como chefe geral o conhecido Altemiro Marques e como chefes os conhecidos Vovô e Gilson Solano e esse grupo de escoteiros contava com a colaboração de figuras proeminentes da sociedade abaetetubense. Depois vieram os chefes Barata e Chico Paes, Teodolino, Osmar e outros. Tio Cabra fez seu curso de Chefe Escoteiro em Belém, no Seminário Pio X.

O Grupo dos Inocentes

Nos antigos tempos de Abaetetuba, anos das décadas de 1960, 1970, era muito comum a formação das turmas ou grupos de jovens, com vários objetivos. O "Grupo dos Inocentes" nasceu da necessidade que os jovens da Travessa Santos Dumont e suas imediações, tiveram para se encontrar, conversar e praticar o futebol no Campo dos Padres, que ficava na esquina da Travessa Santos Dumont com a Travessa Padre Luiz Varela. Esses encontros evoluíram para as visitas às festas da antiga Quadra Junina de Abaetetuba, onde essas festas eram realizadas nos famosos "terreiros de ruas" e "casas de festa", que proliferaram no tempo do aparecimento das primeiras e famosas aparelhagens de som de Abaetetuba. Segundo Raimundo Herogildo/Tio Cabra, que foi membro do 1º "Grupo dos Inocentes" o mesmo disse que os membros dessa 1ª turma não bebiam, fumavam e nem usavam drogas e seu objetivo era mesmo sair em grupo de até 15 jovens em visitas para contar o número das festas juninas que eram realizadas numa mesma noite e também apreciar essas festas que eram ordeiras, bem organizadas e que contavam com a presença de famílias e jovens da sociedade que se divertiam sem os perigos das brigas e mortes hoje muito comum em nossas festas. E nessas andanças noturnas até às 11 horas da noite, também presenciaram muitos fatos pitorescos nessas antigas festas, onde, numa dessas festas, que se relizava na antiga Vila Sarará, esta construída sobre palafitas sobre igarapés e casas de jirau, na maioria com paredes da tala da palmeira jupati, na casa do conhecido Sr. Tracajá, situada num nascente bairro, onde aconteceu uma raríssima briga, quando um dos festeiros foi lançado nas águas fétidas onde estava assentada essa famosa casa de festas por um murro de seu desafeto e, após ter boiado mais adiante, recebeu outro murro que o arremessou novamente para dentro do igarapé lodoso. Os membros do Grupo dos Inocentes, que presenciaram esse fato, foram acudir o agredido e viram, à meia-luz, que o mesmo tinha uma ferida aberta nos lábios e, já na claridade de uma lâmpada de uma casa do lugar, viram que o rapaz não estava ferido no beiço e sim que ele possuía o chamado "beiço partido" como se dizia naqueles tempos, isto é, possuía o defeito dos lábios leporinos. Esse fato serviu de piada por longos tempos por parte dos membros do grupo, quando se encontravam para as famosas conversas dessa 1ª turma dos Inocentes. Também o Grupo dos Inocentes estabelecera entre seus membros uma espécie de norma que abrangia amizade e solidariedades em relação a fotos da vida de cada um e até mesmo reuniões faziam, para debater um determinado assunto e resolvê-lo, se fosse possível. Muita solidariede a membros do grupo em relação a namoros proibidos nesse tempo por questões de preconceitos raciais ou de pobreza de alguns componentes tiveram final positivo a favor dos membros afetados por essas discriminações de alguns pais e membros da sociedade de então.

Alguns membros do 1º "Grupo dos Inocentes"
Tio Cabra, filhos do Mestre Rosa; Becage e seu irmão Nieda, filhos do conhecido Beira-Mar, dono do botequim de café feito com o mesmo nome localizado no início da Avenida Pedro Rodrigues, na beira do rio; Badeco e Bacuri; Caíca, filho do Sr. Capim; filhos do Sr. Sete, Nelson, Bocage; filhos do Mestre Aranha; filhos do Sr. Manoel Melo: Xixico e Zema; Ari Caporal, irmão do conhecido Repuxa; filhos do Sr. Manoel Roque: Moringo/Bandalheira, Migoécio; Bené do Arino e seu irmão Nikida; filhos do Mestre Paixão: Zenaldo/Bombeiro e Amadeus, quando Cucuta ainda era criança; Dinaldo, filho do Mestre Cornélio Silveira; filho do Mestre Abreu: Zé Maria e seu primo Dinho Abreu; Célio Santana/Santana, Kadu/Cláudio, primos do Tio Cabra; Salvador, filho do Zinho Alfaiate; Cubico e seu irmão, filhos do Mimi André, este que era pai da vizinha Maria; filho de Dona Sabá, Traça, quando seu irmão Tiponga ainda era criança; filhos do Sr. Bundinha e Dona Gertrudes: Acácio, Três Nós; Teodorico. Depois desse 1º Grupo do Inocentes, veio a continuidade desse grupo, já com o nome de "Turma dos Inocentes", que não seguia os mesmos objetivos do 1º grupo e seus membros bebiam, fumavam e até praticavam algum pequeno delito, fatos que também eram praticados pelas outras turmas de jovens da cidade, nos anos de 1970 em diante.
A 2ª geração da Turma dos Inocentes, como as demais turmas dos anos de 1980, por conta da liberação dos costumes, já contava com alguns nomes que fazem parte do folclore e casos da Abaetetuba antiga: Cucuta, Miguel, Tiponga, Rogado e outros. Mas os antigos membros do então Grupo dos Inocentes ainda tentaram  permanecer nessa turma, esta já ampliada de novos membros que vieram com idéias mais liberalizantes e de acordo com os novos tempos do Rock, do Psicodelismo, das festas de aparelhagens, das casas de tolerâncias e de consumo de álcool e outras substâncias preconizadas pelos novos tempos e que eram apelos irresistíveis aos mais jovens da sociedade. Os pioneiros da Turma dos Inocentes até criaram uma entidade dentro do próprio grupo, de sigla OEN, que se destinava a tentar tirar das más companhias e más influências aquela leva de jovens que passaram a fazer parte da nova geração dos Inocentes e, tudo inútil, dado o característico aspecto festivo do município e dos apelos da geração da Jovem-Guarda e da musicalidade trepidante do Rock e suas vertentes musicais que levou a antiga Abaetetuba a experimentar novas fases na musicalidade e nos costumes e ainda a adesão de muitos jovens às idéias revolucionárias políticas-sociais que pipocavam em todos os segmentos da sociedade brasileira, pois o País vivia no regime de exceção com a 'ditadura militar", que nesse tempo massacrava os ídolos e os rebeldes, inclusive da "juventude transviada" que tentasse se contrapor aos ditames desse regime que ceifou a vida de milhares de jovens, religiosos, jornalistas, políticos e quem mais infligisse as normas dos "atos institucionais" impostas pelos militares e seus adeptos dos segmentos político, econômico e até "úteis inocentes" da própria sociedade e Igreja. Então, quebrar as regras da sociedade, fazia parte da vida de muitos jovens dos anos de 1960, 1970 e 1980.

O Ajudante Marceneiro
Ainda na juventude, dos 14 anos em diante, o Raimundo Herogildo/Tio Cabra, trabalhou como aprendiz nas oficinas manuais de vários mestres marceneiros de Abaetetuba, como Mestre Codó, este especializado em maletas de madeira, quem lembra destas? na oficina do Mestre Sandoval Lima, situada nos fundos da Casa Abaeté, ao lado da loja do comerciante Felipe Ribeiro e, depois, Tio Cabra mudou com seu então mestre marceneiro para a antiga Rua Dom Pedro II, ainda como ajudante e foram seus colegas nesses tempos: Armando, este filho do Seu Alfredo; Viloca, Morganha, Curubuçu, Narrana, este irmão do conhecido Camarão e, nesses tempos, existia outro ajudante de marceneiro com o nome Narrana, trabalhando como polidor, porque na marcenaria e na movelaria, em particular, existiam os ajudantes para cada etapa do serviço: talhador, lixador, polidor, montador, etc e tudo feito manualmente. Somente depois é que chegaram as primeiras máquinas para as oficinas de marcenaria de Abaetetuba, mas permanecendo algumas atividades que eram essencialmente manuais. Ainda como ajudante de marceneiro, Tio Cabra passou a trabalhar na oficina São José, do Mestre Zezé da Sara, este já em oficina com maquinário, pois as anteriores em que trabalhara só executavam os trabalhos manuais em marcenaria. Foram colegas de Tio Cabra, na Oficina São José: Aracaty, este pai do professor Aracati; Zeca da Lendina, esta casada com Osmarino; Fantosma, este trabalhando como polidor e que, posteriormente, se tornou compositor musical e funcionário da Junta de Justiça do Trabalho, em Abaetetuba e o Camarão. Depois dos tempos de ajudante de marceneiro na Oficina São José, Tio Cabra saiu para trabalhar fazendo "bico", como servente na Escola Vicente Maués, nos tempos da diretora Carmem Cardoso Ferreira e porque já tinha casado aos 18 anos de idade. Somente alguns anos depois, e já com dois filhos, é que Tio Cabra conseguiu montar uma oficina artesanal de móveis nos fundos da casa de seus pais e, depois, contando com a ajuda de algumas pessoas que se interessaram pela qualidade de suas peças da movelaria, conseguiu, no mesmo lugar, montar uma oficina dotada de várias máquinas elétricas como: furadeira, lixadeira, serralheiras
Raimundo Herogildo/Tio Cabra, se lembra que trabalhou como carpinteiro, sentando assoalhos, portas e janelas na antiga Casa Paroquial.

O Mestre Moveleiro
Quando trabalhou de bico na Escola Vicente Maués, Tio Cabra já era casado com Francisca, desde os seus 18 anos de idade e Francisca veio da Vila Maiuatá para trabalhar em Abaetetuba e Tio Cabra montou sua oficina artesanal de marcenaria nos fundos de sua casa em madeira, no endereço onde até os dias atuais reside com alguns de seus filhos casados, em casa, agora de alvenaria, que vai crescendo aos poucos, na proporção em que aumenta a quantidade de seus netos. Quandou Tio Cabra montou sua oficina artesanal de marcenaria, já com dois filhos com Francisca, sua esposa, fazia suas peças em madeira nas oficinas maquinizada de alguns mestres marceneiros de Abaetetuba, como Tamuatá, Mapará e outros e, posteriormente, montava suas peças em sua oficina artesanal de fundo de quintal. Numa das oficinas em que modelava suas peças da movelaria sentiu que não era bem-vindo e que estava sendo boicotado por alguns trabalhadores dessa oficina, pois quando ligava a máquina de que precisava a dita não funcionava e alegação era que a máquina estava com problemas. Foi nessa situação que fez promessa a si mesmo de que teria sua oficina dotada de máquinas para realizar seus trabalhos, pois já possuía nome e boa clientela na praça. Um de seus clientes, o Sr. Álvaro, que foi gerente do Banco do Brasil e que morava na mesma rua do Tio Cabra, na Travessa Santos Dumont, vendo a qualidade das peças fabricadas artesanalmente pelo Tio Cabra, mandou lhe chamar e lhe ofereceu a possibilidade de fazer um empréstimo no Banco do Brasil no valor de 220 mil cruzeiros e Tio Cabra, assustado com o alto valor do empréstimo, contratou um empréstimo de valor menor, 120 mil cruzeiros, em nome de seu pai, o Mestre Rosa, com hipoteca da casa deste, que daria para pagar no tempo estipulado de 5 anos no contrato, e esse empréstimo foi quitado em 3 anos. Foi assim que Tio Cabra conseguiu montar sua pequena oficina com várias máquinas elétricas e com aumento considerável de sua clientela do ramo da movelaria e, consequentemente, aumentar a mão-de-obra de sua ainda pequena oficina.
Nesse tempo chegaram a trabalhar na oficina do Tio Cabra 8 profissionais e 8 ajudantes de marcenaria e o Mestre Mapará o ajudou a montar e ajustar o maquinário comprado para a pequena oficina. Alguns marceneiros que trabaram na movelaria do Tio Cabra: Caboré, este que era cunhado de seu irmão Bandute; Breg, este que era irmão do carpinteiro naval Turu; Aladim e seu irmão Célio, estes vizinhos e filhos de Dona Celina; Natana, que era um marceneiro ligeiro e perfeito em seu trabalho; Lito; Irmãos Coragem (Manoel, Atorado, este tinha perdido um dedo, Tomé e Super Homem, este que andava de braços abertos). E a oficina do Tio Cabra passou a fazer toda espécie de móveis, que íam dos comuns aos de estilo colonial, fabricados com madeira nobre, tipo cedro, mogno, sucupira, freijó, angelim (em quatro variedades, entre as quais o angelim jaréua) e com encomendas cada vez mais crescente do mercado de Abaetetuba e do novo mercado dos funcionários das fábrica ALBRÀS, e Alunorte, estas sistuadas no Vila dos Cabanos, no vizinho município de Barcarena.
Como nesse tempo a ALBRÁS tinha montado sua grande fábrica de alumínio no vizinho município de Barcarena, na Vila dos Cabanos, os diretores dessa fábrica também ofereceram facilidades para que o Mestre Tio Cabra montasse uma fábrica nessa localidade e esses diretores, estavam precisando de várias outras pequenas fábricas ao redor da grande fábrica de alumínio. Ponderando e conversando com seus irmãos, entre os quais o Pipoca, que com ele trabalhavam em Abaetetuba, Tio Cabra recusou a ajuda dos diretores da ALBRAS. Depois, o Mestre Tio Cabra, viu a grande oportunidade que tinha perdido com a sua falta de visão empresarial. Na realidade Tio Cabra recebeu vários pedidos para que aumentasse o tamanho e capacidade de sua oficina e de sua mão-de-obra, como o pedido do chefe da empresa Temag, do Dr. Ronald e outras firmas, mas isso não aconteceu, devido aquele comodismo dos donos de empresas pequenas de Abaetetuba. Mas nos tempos em que Tio Cabra mudou sua oficina artesanal para oficina com maquinário, outras oficinas de marcenaria de Abaetetuba também conseguiram dotar suas pequenas oficinas com máquinas para vários serviços, mas poucas evoluíram para médias empresas de marcenaria e nesse tempo ainda existia muita demanda pelos serviços da marcenaria em geral e da movelaria, em particular, tempos em que ainda existia muita madeira de qualidade no mercado.
Mas as dificuldades da pequena oficina de movelaria do Tio Cabra começaram a aparecer com a saída dos profissionais dessaa oficina, e pelas rodadas de bebidas que participava com os amigos, começando com a saída do Caboré e seu irmão, a quem Tio Cabra indenizou com uma furadeira elétrica. Caboré foi um dos poucos do ramo da movelaria que foram pra frente em seus negócios, com uma oficina e loja que ficava no último quarteirão da Rua 1º de Maio, em Abaetetuba e que prosperou como comerciante. Em dificuldades de saúde abalada, Tio Cabra teve que parar de trabalhar em sua oficina em 2012, onde perdeu um dedo da mão e fizera uma delicada operação na próstata e ficara sem condições de trabalho. Como sempre trabalhou em sua vida, Tio Cabra foi aconselhado por seu médico para procurar um trabalho mais leve, que que funcionasse também como terapia no seu tratamento de saúde.
Raimundo Herogildo/Tio Cabra, Como Coletor, Historiador e Pesquisador de Fotos


Em algumas das fotos coletada por Tio Cabra o autor do Blog do Ademir Rocha
se deparou com fotos em que aparecem seus caros parentes como seu pai Ademar Rocha que aparece junto de alguns de seus companheiros. Fotos muito raras
Engenhos
 
É marcante a História-Memória da Indústria Canavieira de Abaetetuba e
Igarapé-Miri, onde essa indústria ajudou a alavancar algum progresso para
essas duas cidades do Baixo Tocantins. Mas depois, na década de 1970, veio a decadância dessa
indústria, que foi preterida pelos governantes dessa época por outros estados
com maior força política que o Pará e este passou a ver o navio passar, como
acontecera antes com o açúcar,  as drogas do sertão, o café, o cacau, a borracha e
agora os nossos minérios, recursos hídricos, madeira e pesca


 Nas décadas de 1960, 1970 e 1980 nossos estudantes desenvolviam
uma sadia rivalidade em termos de civismo e disputa de bandas
marciais e pelotões especiais, mas as rivalidades se acirraram
entre as escolas locais e se viu que o "Desfile do 7 de Setembro" não
correspondia mais aos seus antigos objetivos cívicos, sem contar a
manipulação política que se fazia sentir nesses antigos desfiles
Foi a partir do encerramento de seu trabalho como moveleiro que Tio Cabra iniciou seu trabalho de Historiador de Imagens Fotográficas, melhor dizendo, sua história de coletor de fotos históricas do futebol de Abaetetuba, tendo esse estalo ao receber uma foto do Beto, que trabalhava com o Dr. Brasil. A partir daí iniciou um trabalho intenso na coleta de fotos que mostrassem a Memória do Futebol de Abaetetuba, onde recebeu o apoio da viúva do jogador e seu amigo Banana, Dona Nagi, que colocou à sua disposição as fotos do acervo de seu marido, que fora jogador de futebol pelo Abaeté.
Quando recebia as fotos relacionadas ao futebol, mandava ampliar e plastificar em tamanho de papel ofício, mas logo viu que essa não era a forma correta para fazer o seu trabalho e, assim, passou a mandar confeccionar banners das fotos e com essas cópias ampliadas fez parte de várias exposições e mostras culturais em Abaetetuba. Como já tinha coletado um grande quantidade de fotos que falavam de futebol e por ter escasseado as fontes dessas fotos, Tio Cabra aumentou o objeto de suas pesquisas históricas para fotos de engenhos, ruas, casas comerciais, famílias tradicionais do município e outras fotos que tratassem da cultura e vida de Abaetetuba, e nessas pesquisas de fundo histórico já se encontra com 2 anos e 3 meses de intensas pesquisas e coletas de fotos. Atualmente já está sendo procurado por muitas pessoas querendo ter cópias e informações de suas fotos e por alunos, professores e outros pesquisadores da História-Memória de Abaetetuba para os seus trabalhos de pesquisas e trabalhos de monografias de final de curso universitário.

EXPOSIÇÃO DE FOTOS E BANNERS SOBRE A HISTÓRIA-MEMÓRIA DO FUTEBOL EM ABAETETUBA, NA SEMANA DE ARTE DE 2014
O Sr. Raimundo Erogildo dos Passos Lima, conhecido como Tio Cabra, ex-árbitro de futebol, filho do finado músico Mestre Rosa, irmão dos ex-jogadores de futebol Zeca, Pipoca e Lúcio, como atual pesquisador da Cultura Esportiva de Abaetetuba, comunica que no período de 15 a 22/08/2013, durante a realização da Semana de Artes e Folclore de Abaetetuba, estará com um estande de fotos e banners dos antigos clubes de futebol, bem como dos clubes mais atuais e clubes amadores de Abaetetuba, do período da década de 1930 até os anos de 1990, em exposição na Praça da Bandeira, que mostrará um pouco da História-Memória do futebol de Abaetetuba e, para essa exposição, convida especialmente os estudantes, historiadores, pesquisadores, promotores culturais, esportistas, desportistas, atletas, ex-atletas e seus respectivos parentes, para conhecer um pouco da rica e gloriosa história do futebol em Abaetetuba.
Na certeza de saber do grande interesse que a Semana de Artes e Folclore de Abaetetuba desperta em todos os abaetetubenses e grande quantidade de turistas de outros estados e cidades, o Sr. Raimundo Erogildo agradece antecipadamente aos que visitarem o Estande da História-Memória do Futebol de Abaetetuba.
Quem desejar conhecer ou adquirir alguma foto histórica dos lugares, das personalidades, famílias, ruas, engenhos, futebol, é só se dirigir à residência do Raimundo Herogildo dos Passos Lima, perguntado onde fica a casa do Tio Cabra, na Travessa Santos Dumont, em Abaetetuba.
Cultura Religiosa e Sacra
 A nossa cultura religiosa católica também é fonte de pesquisas e coleta
de fotos de Tio Cabra, ainda mais nestes tempos da destruição do complexo
arquitetônico da Praça de Nossa S. da Conceição, que representava o
nosso último bastião de nossa antiga arquitetura
 Aqui só escombros de um histórico coreto
 Essa bela samaumeira está em risco de derrubada
 O Monumento ao Cristo Crucificado é mais que histórico, pois lembra a
passagem dos Padres Capuchinhos por Abaeté e Região

Um dos belos coretos já foi ao chão derrubado pelo desconhecimento
da importância do que seja um monumento arquitetônico
Vias Navegáveis e Barcos

 As nossas vias fluviais que antes eram a única opção para se chegar em Belém
e outras localidades e o nosso antigo Comércio de Regatão nos mostram a 
evolução fluvial de nossa navegação, que antes iniciara com os antigos rebocadores, canoas à vela, barcos-motores e outros tipos de embarcações
que marcaram épocas em Abaetetuba, que também são fontes de coleta e
pesquisa do Tio Cabra
Escolas e Famílias

 Fotos de famílias e de escolas são coletadas, pesquisadas e classificadas por
Tio Cabra

Genealogia
Ascendentes, Descendentes e Demais Parentes de EROGILDO FONSECA DE LIMA/Mestre Rosa
 Avó e um dos tios do Mestre Tio Cabra
• Erogildo Fonseca de Lima/Mestre Rosa, antigo músico da Banda Carlos Gomes tocando tarol, músico do Jazz Abaeté nos anos de 1920 tocando banjo, presente na eleição dos novos dirigentes do Clube Musical Carlos Gomes em 2/6/1958, presente em 25/4/1982 quando foi eleita uma nova diretoria desse clube que tinha Vicente Maciel como presidente e Rui Guilherme como mestre da banda em 1979, mestre carpinteiro e dono de oficina à Trav. Santos Dumont, c/c Raimunda Sena dos Passos/Passos Lima e com filhos: Zeca, Tio Cabra, Pipoca, Lúcio, Madá e outros. Mestre Rosa foi mestre carpinteiro e músico dos seguintes grupos musicais: Banda Carlos Gomes onde tocava tarol; Jazz Abaeté de Miguel Loueiro onde tocava banjo nos anos de 1920/1930 e tocava violão, casado e com filhos: Pipoca, Zeca, Tio Cabra, Lúcio, Madá e outros.
. Humberto Fonseca de Lima, irmão de Erogildo Fonseca de Lima/Mestre Rosa e Otacílio Fonseca de Lima, e Humberto foi comerciante, é casado e com filhos: Armando, Beto, Graça, Iró, Maneca, Raimunda Maria/Bebé e outros em pesquisa.
• João dos Passos Lima/Pipoca, filho de Herogildo Fonseca de Lima e Raimundo dos Passos, antigo jogador de futebol do clube Palmeiras nos anos de 1970.
• José dos Passos Lima/Zeca, filho de Erogildo Fonseca de Lima e Raimunda dos Passos, militar.
• Lúcio dos Passos Lima/Lima, filho de Herogildo Fonseca de Lima/Mestre Rosa e Raimunda dos Passos, antigo jogador de futebol do Palmeiras nos anos de 1960/1970.
Otacílio Fonseca de Lima/Gico, citado em 1961 como auxiliar e contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba, irmão de Erogildo Fonseca de Lima/Mestre Rosa e Humberto Fonseca Lima.
. Otacílio Fonseca de Lima Júnior, citado na localidade Rio Itacuruçá, em 1961, como arrecadador e contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
• Raimundo Herogildo dos Passos Lima/Tio Cabra, filho de Herogildo Fonseca de Lima e Raimunda dos Passos, e Tio Cabra, de ajudante de marceneiro, tornou-se Mestre Moveleiro de grande conceito em Abaetetuba, pois fazia qualquer projeto, desenho ou pedido de móveis comuns e de estilo colonial. Tio Cabra, aos 18 anos, ainda como ajudante de marcenaria, casou com Francisca Maria Fonseca, esta originária da Vila Maiuatá e, antes de sua profissionalização no ramo da mavelaria já tinha dois filhos e seus 6 filhos são: Raimundinho, Francinete/Nete, Naldo, Maria da Conceição/Conce, Raildo e Rildo. Tio Cabra, filho do músico Mestre Rosa, marcineiro, juiz de futebol, c/c Francisca e com filhos: Raildo, Rildo, Conce e outros.
. Raimundo Rosa de Lima, citado em 1953 como juiz da trasladação e procissão da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
Os Sena dos Passos
Abaixo o jogador Antonio Sena dos Passos, ao lado de outros
antigos jogadores do time do Auriverde Sport Club, que deu
origem ao Brasil Sport Club
. Antonio Sena dos Passos/Antonio Sena, tinha irmãos (Vide em Raimunda Sena dos Passos), foi jogador de futebol em Abaetetuba, citado na localidade Rio Itacuruçá em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba, casou com Terezinha e com filhos: Toninho, Valter e mais dois homens e Isabel e Docarmo.
• Benedito Sena dos Passos/Bandute Sena, origem na localidade Rio Acaraqui, antigo jogador de futebol nos anos de 1940/1950, folclorista, carnavalesco que organizava festas de carnaval e blocos de salão na antiga sede do clube Vasco da Gama nos anos de 1950, desportista diretor do Vasco da Gama, fundador do Sonoros Capacabana (hoje Empresa Copacabana), político sendo vereador nos governos dos prefeitos: Pedro Pinheiro Paes (1948-1951), Joaquim Mendes Contente (1951-1955), Pedro Pinheiro Paes e seu substituto Dionísio Edmilson Lobato (1955-1959), João Luiz dos Reis (1959-1963), foi citado em 1962 como juiz e membro auxiliar na festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba, era o mais velho dos irmãos (vide em Raimunda Sena dos Passos).
• Emiliano Sena dos Passos, origem na localidade Rio Acaraqui, citado em 1944.
• Estácio Sena dos Passos, alfaiate, funcionário municipal, músico e membro do Clube Musical Carlos Gomes que tocava contrabaixo em 1902, secretário desse clube em 1908, novamente secretário em 1/10/1921 e que em outubro de 1921, em uma carta endereçada ao Instituto Histórico e Geográfico do Pará, protesta contra a divisão territorial que tirou de Abaeté grande parte de suas terras, em favor do município do Moju e Igarapé-Miry e em 1927 era músico da Banda Paulino Chaves.
. Jango dos Passos Lima, tinha irmãos (Vide em Raimunda Sena dos Passos), casou com Siloca e com 3 filhos:
. Mango Sena dos Passos, tinha irmãos (Vide em Raimunda Sena dos Passos), casado e com filhos.
. Maria Sena dos Passos, tinha irmãos (Vide em Raimunda Sena dos Passos), casou com Célio Paes, este que trabalhou por mais de 20 anos no BASA de Abaetetuba e com filhos: Rei, Armando, Lucinho, Kador, Carlinho e Santana/Célio Santana e filhas: Célia (esta já falecida), Rosa e Neneca. Célio Paes, casado com Maria Sena dos Passos, possuía vários irmãos: Chaca e outros em Pesquisa.
. Raimunda Sena dos Passos, com irmãos: Jango, Benedito/Bandute, Antonio Sena, Mango e Maria Sena dos Passos e Raimunda casou com Erogildo Fonseca de Lima e com filhos (Vide em Mestre Rosa).
. Sabrina Sena dos Passos, citada na localidade Rio Itacuruçá em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.

Blog do Ademir Rocha, de Abaetetuba/PA

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Animais 37 - Mosquitos 2, Mosquitinhos e Outros Pequenos Animais de Abaetetuba e Região

Animais 37 - Mosquitos 2, Mosquitinhos e Outros Pequenos Animais de Abaetetuba e Região


Mosquitinho amarelo de asas transparentes e olhos vermelhos


Mosquitinho preto amarelado com segmentos, listas e asas transparentes




Mosquitinho amarelo de asas transparentes e olhos pretos
Em cortejo



Mosquitinho amarelo de olhos vermelhos com listas e pintas e asas rosadas

Mosquitinho cinza azulado com listas brancas e escuras











Mosquitinho amarelo avermelhado com listas com cabeça amarela e olhos pretos



Mosquitinho preto de asas invisíveis






Mosquitinho preto de asas roxas

Mosquitinho preto liso de asas transparentes


Mosquitinho amarelo com pintas, olhos amarelos e asas transparentes


Mosquitinho amarelo de asas azuladas transparentes de cabeça amarela e olhos pretos





Mosquito amarelo rosado de olhos vermelhos


Mosquitinho amarelo com listas, asas transparentes e olhos vermelhos

















Mosquitinho preto brilhante com asas rosa e olhos vermelhos

Mosquitinho gelatina cabeça preta de formiga e abdome em tubo com rabinhos










Mosquitinho amarelo e preto de cabeça preta com antenas grossas








Mosquitinho preto brilhantes de asas transparentes 



Mosquitinho preto amarelado de asas traansparentes






Mosquitinho preto de asas amarelas


Mosquitinho vermelho com listas no tórax, de asas transparentes e
olhos vermelhos







Mosquitinho amarelo rosado de asas transparentes e cabeça vermelha
Em cortejo



Outros Pequenos Animais

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