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quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Celso de Alencar e Afonso Henriques Neto - Poetas, Poesias e Críticas



Celso de Alencar
Filho do Seu Alencar

AFONSO HENRIQUES NETO E CELSO DE ALENCAR

Fonte: http://www.cronopios.com.br

Já me deparei com a poesia de meu amigo e conterrâneo Celso de Alencar e, apesar de não ser nenhum crítico, me sentir envolvido pela mensagem e construção poética desse autor, algo como diferente de outras poesias com que tenho me deparado nesses anos todos. Peço licença ao também poeta, ensaísta e tradutor e também crítico Cláudio Willer, e à Revista Cronópios, para publicar em nosso modesto Blog o bom texto sobre esses dois poetas, sendo que com a poesia de Afonso Henriques Neto, estou me deparando agora pela primeira vez e gostei também das mensagens das imagens de seus versos.
4/1/2012 19:42:00

Dois poetas: Afonso Henriques Neto e Celso de Alencar
Por Claudio Willer
Quem diria, duas ou três décadas atrás, que lamentaríamos o fim daqueles suplementos, Folhetim da Folha de S. Paulo, Idéias do JB, Caderno de Leituras do Jornal da Tarde? Ainda há, é certo, cadernos literários e de cultura em jornais; mas insuficientes com relação ao que é publicado. Também são astênicos os levantamentos e debates sobre a produção contemporânea. Isso, além do refluxo, de um crescimento da banalidade e trivialidade – o que não deve ser atribuído aos grandes eventos, à FLIP, Bienais, etc, porém ao modo como a imprensa os assimila e registra.
O descompasso entre crítica e criação se torna mais evidente ao se reparar como são abstraídos poetas maduros, com obra sólida e qualidade inequívoca. Celso de Alencar, com Poemas perversos, teve uma boa resenha de Moacir Amancio no caderno Sabático de O Estado de São Paulo. Afonso Henriques Neto, com Uma cerveja no dilúvio, foi recebido, por enquanto, pelo silêncio – aliás, e isso, é estranho, não só na grande imprensa, mas nesse fluir sempre renovado de pequenas revistas literárias e no mundo digital, blogosfera inclusive (foi o que me mostrou a consulta ao Google: por enquanto, só a notícia do lançamento pela editora e em páginas de livrarias). Assim, salvo engano, este é o primeiro artigo a tratar desse que poderia constar como o melhor ou um dos melhores lançamentos de poesia em 2011.
Uma cerveja no dilúvio (7Letras) é o décimo-segundo título de Afonso Henriques Neto, desde a estréia com O misterioso ladrão de Tenerife de 1972, em parceria com Eudoro Augusto, seguido por Restos & estrelas & fraturas de 1975 e a participação na antologia 26 poetas hoje de Heloisa Buarque de Holanda em 1976. A relação inclui uma reunião de poemas já publicados, Ser infinitas palavras (Azougue, 2001) e uma seleção, 50 poemas escolhidos pelo autor (Galo Branco, 2003); uma recente antologia de traduções, Fogo alto (Azougue, 2009), aberta por um ensaio; e um livro híbrido, ensaio e coletânea, Cidade vertigem (Azougue, 2005), sobre a relação de poesia e cidades, que deveria ser estudado e adotado – utilizei-o em cursos sobre esse tema.
Já observei, a propósito de Roberto Piva, a surdez para o não-discursivo da crítica brasileira. Haveria outras explicações para a recepção tardia e a condição de poeta maldito de Piva: blasfêmias e impropérios, sexo explícito e outras liberdades nos poemas, além da conduta, das provocações e excessos que contribuíram para, por um bom tempo, torná-lo indesejável. Quanto a Afonso Henriques Neto, resta apenas, como explicação para a bibliografia crítica reduzida e a pouca presença em antologias e livros de história da literatura, a dificuldade do não-discursivo, da sua torrente de imagens poéticas. Ou caberia falar também de sua conduta? De, não sendo um recluso ou misantropo, tampouco ser um perseguidor de glórias, alguém que procura a visibilidade? Em suma, de ser estranhamente normal? Isso, é claro, entendendo ética como atributo da normalidade – talvez não o seja, e tenha se tornado excentricidade, nota dissonante.
Isso é mais estranho ainda ao se levar em conta que, entre as qualidades da poesia de Afonso Henriques Neto, estão a fluência e a eloquência. Desde Restos, estrelas e fraturas, escreve poemas que convidam à leitura em voz alta, como neste trecho do extenso “Ranger de auroras”, parte final de Uma cerveja no dilúvio:

A esta fímbria no tempo ou no espaço
recortada, a este parêntese de sombra,
a esta suspensão do novelo, cabelo
do labirinto derrotado, a este fantasma
de verbo, a esta baba a luzir
a impermanência de tudo, a esta fímbria
do enigma chamas de rosto, nomeias
o corpo, dizes de um sangue, de uma poça
enfartada, um resto de vento, invernia
na estrada, rosto no espelho moído,
resto de sonho, estrela de nada.

Segue nesse fluxo por vinte páginas. Alterna-o, contudo, com passagens que tocam o limite da linguagem, através da sucessão agramatical de palavras, esgotando a sinonímia: “protuberância protrátil faceado haste quintessência testaça nariganga bicanca focinho cenho caranchona [...]”. Chega até, metáfora desse limite, a inserir um desenho, sugestivo criptograma. Faz declarações paradoxais, algo escandalosas: “a cabeça do mito precisa ser cortada: a do conselheiro a do Tiradentes:podres:verdenrugadas [...] deu no que deu o sebastianismo o cristianismo [...] um símbolo deve ser esmiuçado deve ser queimado além das próprias tripas”.
“Ranger de auroras” dá o tom de Uma cerveja no dilúvio: é poesia à beira do abismo, como exposto por outro dos títulos: “Enquanto despenhamos”. Transmite a visão de uma sociedade, um mundo e um cosmo que naufragam ou se desfazem. Por isso, poderia entrar em minhas listas de poetas gnósticos, mesmo quando alheios a qualquer doutrina religiosa, porém de um pessimismo estritamente filosófico; e também por equiparar a poesia ao conhecimento superior.
É explícito em outro poema, ao situar-se “na vertigem da esperança / de um cosmo espelhado no equilíbrio”. A iminência da catástrofe não abole a utopia, ou a rememoração de momentos nos quais a utopia emergiu, quando:
os jovens então se exaltavam
– dois relâmpagos de beleza –
e a república era uma bandeira
de nuvem e luzes delirantes
e os jovens já escolhiam o novo hino
entre rimbauds de altíssima voltagem
olhos faiscando febre de utopias
multidão & poesia na luminosa voragem

Expressa-se, assim como em publicações anteriores, através de imagens feitas de aproximações de realidades distintas: os “relâmpagos sorvidos em rochedos de neblina”; o “violino de girassóis na cabeça”. Já havia observado – a propósito de Ser infinitas palavras, em http://www.revista.agulha.nom.br/ag17willer.htm – que imagens como essas poderiam intitular quadros de Magritte ou Dali; e que, dos poetas brasileiros, aquele de quem mais se aproxima é Murilo Mendes; um Murilo Mendes apocalíptico, mas de um apocalipse leigo, sem catolicismo – não obstante, neste novo livro, estar mais próximo ainda de Jorge de Lima, expressamente nomeado em epígrafe. Isso, pelo fôlego, pelos poemas não só extensos, mas de longo curso, abrangentes e cósmicos.
Em contraponto, outros são sintéticos e despojados, como estes versos perfeitos:
Luz
filha da estrela
que atravessa morta
a escuridão

Assim, Uma cerveja no abismo situa-se entre polos, extremos que cobrem todas as possibilidades da expressão poética, da expansão à extrema condensação, como em “Soneto sem dentes”. É poesia sobre a poesia, através de alusões: Uma cerveja no inferno foi o título escolhido pelo surrealista português Mário Cesariny para sua tradução de Une saison on enfer de Rimbaud. Constantemente, dialoga com outros poetas; desde sua estreia, com o García Lorca de Poeta em Nova York. E, entre tantos outros exemplos possíveis, ouço ecos de um Herberto Helder, entre outras passagens em um verso como “Pedra só pedra na pedra / o perseverar da existência”.
Assim como em qualquer outro bom poeta com afinidades com o surrealismo, o foco na beleza das imagens não justifica deixar de lado o modo como se vale de uma diversidade de recursos. Entre outros, a anáfora ou repetição, como em “Em vão”, poema perfeito, que deveria figurar em antologias: “Das formas de morrer a mais terrível [...] Das formas de morrer a mais temível [...] Das formas de morrer a mais lúcida [...] Das formas de morrer a mais suave [...]”. Outro exemplo, a série “há um incêndio a lavrar pela noite / lavrando as páginas da agonia [...] há um incêndio a lavrar pelo escuro / evanescer dos dias [...] há um incêndio a lavrar pelo tempo / já perdido em ossos de um miasma inodoro”. Nesse poema, não economiza oximoros, antinomias e paradoxos: o “escuro evanescer dos dias”, o “miasma inodoro”, o “fogo para cegos”, os “planetas sem gravidade”. Nos místicos, a antinomia comparece para referir-se ao absoluto, ao indizível, ao que não pode ser alcançado pela razão e pelo entendimento discursivo. Em Afonso Henriques Neto, é imanente: corresponde a uma condição do mundo; à natureza paradoxal da vida, da condição humana.
Verlaine, ao publicar sua antologia de poetas malditos, referiu-se a seus integrantes como “poetas absolutos”. Não deu maiores explicações do sentido dessa qualificação. Roberto Calasso, em A literatura e os deuses, fala em “literatura absoluta”: aquela através da qual retornam os antigos deuses recalcados pelo cristianismo e pelo racionalismo. Intuitivamente, percebe-se que esse qualificativo, “absoluto”, se aplica a Afonso Henriques Neto. Escreve poesia total. Sua obra deveria ser objeto de ampla difusão através de um intenso trabalho pedagógico, para corrigir algumas de nossas notórias dificuldades na recepção da poesia; e, por isso, na leitura.

Celso de Alencar surgiu em São Paulo vindo do Pará, de Belém e antes de Abaetetuba, onde se criou. Participou do movimentado ambiente de grupos de novos poetas do final da década de 1970. Desde suas primeiras publicações, e especialmente com O Primeiro Inferno e outros poemas de 1994, caracterizou-se como paradoxo ambulante: como era possível o autor de versos tão transgressivos e proclamações tão contundentes – “eu via um homem assassino/ com cascas de ovos na boca/ e três cachorros belgas/ saindo de uma boca de lobo” – não ser um louco furioso, porém alguém tão estranhamente normal? Como podia aquele cordato e comedido Celso de Alencar proclamar em récitas de poesia, em tom estentóreo, com a veemência de um profeta, tamanha anti lírica do desespero e da convulsão?
Sempre foi, por isso, uma demonstração ao vivo da amplidão do campo da poesia; do infinito da imaginação. Já o designei em outra ocasião, ao comentar Testamentos, como “surreal paroxístico”. Continua o mesmo em Poemas perversos (Pantemporâneo). É enfático e adota um tom grandiloquente para declarar algo que parece não fazer sentido algum, como no poema de abertura, sobre “As cento e onze picas” (alusão às onze mil varas de Apollinaire?), no qual também há “Cento e onze bocas mortas. / Cento e onze vaginas órfãs” etc. Aí estão, também, na sequência, as “unhas excitadas do inferno”, o “desvio vaginal da minha tia Ethel”, as “velhas e belas putas do jardim da Luz”, a “noite da loucura recolhida em mim”, o irmão que “chupava as férteis bucetas das cachorras”, a Elizabethe com “seus pés sem dedos / e a cor esplêndida da loucura”. Todos trafegam “nos campos onde o vento conduz / bois e lavouras para a morte”, em companhia “dos passarinhos com seus sexos / ornados de sangue expostos em mim.”
Mas, ao lado da apoteose do grotesco, imagens luminosas permeiam os versos que “somente / as mulheres de língua azul / e cabelos curtos entendiam”. Ganha sutileza e diversidade. Oferece um primor do despojamento neste final do “Poema para o pai de um jovem morto”:
Mantenho-me ainda em silêncio.
A voz do teu coração
é branca e doce
e eu, para ouvi-la,
me alimento,
instintivamente,
de silêncio.

Esse poema é exemplar, por mostrar como é possível sustentar-se na linha divisória do intensamente poético e do trivial. E como o pathos, a emoção intensa, convive com a simplicidade ao tratar de um tema diante do qual um poeta menos capacitado cederia à pieguice e ao derramamento.
Seu “Poema para lembrar que a morte existe” poderia ser utilizado em oficinas de criação literária, para mostrar como a parte ou o fragmento podem valer pelo todo; e como se usa o recurso da falsa descrição, designando uma coisa para transmitir outra. Transcrevo-o:
Pela manhã
como quatro torradas
cobertas com mel de abelha.
E fico à mesa
onde estão guardados os botões para casacos
me alimentando e dispersando com sopros
as formigas que caminham levando
os restos das torradas.
Eu as vejo andando lentamente
iguais mulheres magras
sobre poentes iluminadas.
Não sei o que pensam
nem o destino da carga que carregam.
Eu fico à mesa
com uma única fisionomia.
Única nas mãos.
Vendo o saco de leite vazio
no colo do gato.
As maçãs apodrecendo sobre
a antepenúltima letra do mês de fevereiro.
A garrafa do café, sem uma gota de café.
Os chapéus e os véus sobre os chapéus.
A casca de banana, sem banana.
E as folhas de chá escondidas
entre uma lua e outra.
Eu como
torradas com mel de abelha.
E conto os dias.
Diariamente eu conto todos os dias.
Sempre pela manhã
quando como
as torradas cobertas com mel.

Seria capaz de dar uma palestra sobre os recursos de estilo mobilizados na aparente simplicidade desse poema. As repetições que conferem ritmo. O acréscimo de força por maçãs apodrecerem sobre “a antepenúltima letra do mês de fevereiro”, e não sobre o tampo da mesa ou qualquer outro lugar. O aparente arbitrário das folhas de chá “escondidas / entre uma lua e outra” e não no previsível fundo da xícara; ou da comparação do lento andar das formigas com “mulheres magras / sobre poentes iluminados”. Sua “única fisionomia” (mas quantas deveria ter?); porém “Única nas mãos” (mas não deveria ser no rosto?). A proposital redundância da “casca de banana, sem banana” (é claro – se não, seria uma banana, e não apenas a casca); ou de “Eu conto os dias. / Diariamente eu conto todos os dias” (se é diariamente, então forçosamente são todos os dias...). A repetição elegantemente musical de “Os chapéus e os véus sobre os chapéus”. A falsa exatidão de “Pela manhã / como quatro torradas / cobertas com mel de abelha” (e porque não duas, três ou cinco? mel de abelha – mas do que mais poderia ser?).
Um poeta mais ingênuo se aferraria ao tema; exporia todas as variações sobre a inexorabilidade do tempo, a inevitável vinda da morte. Celso de Alencar, a rigor, não diz nada – por isso, torna presente o Nada, com todo o seu peso filosófico. Diz tudo.
As mesmas sutilezas combinadas a violências contra o sentido estão em outros de seus poemas, como “Amanhã”, no qual afirma que “Amanhã tudo será escuro profundamente. / Tudo será levemente morto” – novamente, o hipotético poeta ingênuo proclamaria que tudo será absolutamente morto, devastadoramente morto, embora o “levemente morto” transmita um grau maior de estranheza, de impressão de escuro e morte.
O duplo ou múltiplo sentido confere força a poemas nos quais se discerne um tema, como aqueles com alusões ambientalistas ou ecológicas: “O rio”; “Devolvamos o rio”; e, especialmente, o belo “Poema para Sonny Perdue”, no qual a mensagem direta – “Eu vos peço, não eliminai, Senhor, / o sonho daqueles que a liberdade buscam” – coexiste com o desvio do sentido e a reintrodução do pensamento mítico: “Permiti [...] que todos possam ser altos como pinheiros”.
O livro vem com um substancioso posfácio de João de Jesus Paes Loureiro, remetendo ao mundo mítico e observando o “expressionismo radicalizado em sua lógica do absurdo”. Declara, com acerto, que “Celso de Alencar é talvez o mais poeticamente herético poeta de nossos dias”. Apenas complementando, citaria as observações de Roland Barthes, em Sade, Fourier e Loyola, sobre o “irrealismo preparado” das perversidades e façanhas sexuais na obra de Sade, por serem fisicamente impraticáveis: “as impossibilidades do referente são convertidas em possibilidades do discurso”. O tempo todo, Celso de Alencar nos exibe possibilidades do discurso através de referentes impossíveis. Mostra que em poesia o rigor é indispensável e ao mesmo tempo tudo é permitido. Celebra a autonomia do poema; seu descompromisso com qualquer outra coisa que não seja o valor poético e o infinito alcance da imaginação.

Claudio Willer (Brasil, 1940). Poeta, ensaísta e tradutor. Seus vínculos são com a criação literária mais rebelde e transgressiva, como aquela ligada ao surrealismo e à geração beat. Doutor em Letras, DLCV-FFLCH-USP, sua tese “Um obscuro encanto: Gnose, gnosticismo e a poesia moderna” foi recentemente transformada em livro pela editora Civilização Brasileira.
E-mail: cjwiller@uol.com.br Blog: http://claudiowiller.wordpress.com/



terça-feira, 25 de setembro de 2012
5ª POÉTICA EM SÃO PAULO COM CELSO DE ALENCAR E OUTROS POETAS 5ª POÉTICA EM SÃO PAULO COM CELSO DE ALENCAR E OUTROS POETAS
Escrituras Editora convida para a QUINTA POÉTICA – 66ª edição 24 de abril de 2014 com início às 19h na Casa das Rosas (evento gratuito) com os convidados: Celso de Alencar | Eunice Arruda | Guilherme de Faria | Paulo Ortiz | Pipol | Maria Leite Curadoria desta edição: Valdir Rocha Casa das Rosas - Espaço Haroldo de Campos Av. Paulista, 37 - São Paulo/SP Próximo ao metrô Brigadeiro. Convênio com o estacionamento Patropi - Alameda Santos, 74 Informações: (11) 5904-4499 QUINTA POÉTICA – 67ª edição – 29/maio/2014, na CASA DAS ROSAS
Saiba mais sobre o evento: Quinta poética Mensalmente, a Casa das Rosas - Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura abre suas portas para a Quinta Poética, um grande encontro dos amantes da boa poesia. Com a presença de poetas consagrados e novos talentos, o evento deseja criar um ambiente mais surpreendente para a poesia, por meio de intervenções artísticas das mais diferentes expressões, como música, artes plásticas, dança, cultura popular, que envolvem a leitura dos poemas. Grandes nomes da poesia já estiveram presentes na Quinta Poética. O evento tem entrada gratuita, é aberto ao grande público e organizado sem fins lucrativos nem investimentos financeiros. Mais de quatrocentos produtores culturais e artistas de todas as linguagens e estéticas das mais diversas regiões do Brasil e do exterior já estiveram presentes. Promovido pela Escrituras Editora e a Casa das Rosas - Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura, esta edição conta com a curadoria de Valdir Rocha. Grupo Editorial Escrituras Rua Maestro Callia, 123 - Vila Mariana 04012-100 - São Paulo - SP - Brasil Tel.: (11) 5904-4499 (Pabx) www.escrituras.com.br www.youtube.com/user/EscriturasEditora http://escrituraseditora.blogspot.com/ www.twitter.com/escriturasedit www.facebook.com/escrituraseditoraII http://gplus.to/escrituraseditora
Reproduzido pelo Blog do Ademir Rocha

5ª POÉTICA: EVENTO CULTURAL EM SÃO PAULO
Descrição:
Prioridade normal
FW: QUINTA POETICA (51a edição) na Casa das Rosas - 27-setembro-2012
De: Celso de Alencar Descrição: http://wm.imguol.com/v1/icos/ico_addcontato.gif
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Date: Mon, 24 Sep 2012 16:14:21 -0300 To: cdealencar@hotmail.com From: comunicacao@escrituras.com.br
Subject: QUINTA POETICA (51a edição) na Casa das Rosas - 27-setembro-2012
Governo de São Paulo, Secretaria de Estado da Cultura e Escrituras Editora convidam para a QUINTA POÉTICA – 51a edição 27 de setembro de 2012 Com início às 19h Na Casa das Rosas (evento gratuito) Com os poetas convidados Celso de Alencar |José Inácio Vieira de Melo | Livia Natália Participação especial de Yacamim (Formado por Alessandra Vilhena e Thomaz Felippe) Curadoria: José Geraldo Neres Casa das Rosas - Espaço Haroldo de Campos Av. Paulista, 37 - São Paulo/SP Próximo ao metrô Brigadeiro.
Convênio com o estacionamento Patropi - Alameda Santos, 74 Informações: (11) 5904-4499 Próxima criar blog QUINTA POÉTICA: 25-outubro-2012, na CASA DAS ROSAS (52ª edição) Saiba mais sobre o evento e os convidados: Quinta poética Curadoria: José Geraldo Neres
Mensalmente, a Casa das Rosas - Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura abre suas portas para a Quinta Poética, um grande encontro dos amantes da boa poesia, com a presença de poetas consagrados e novos talentos, que têm a oportunidade de apresentar seu trabalho por meio de intervenções artísticas das mais diferentes expressões, como dança, música, artes plásticas, cultura popular, que envolvem a leitura dos poemas. Grandes nomes da poesia já estiveram presentes nesses encontros, que conta com entrada gratuita, abertos ao grande público, e organizados sem fins lucrativos nem investimentos financeiros. Mais de quatrocentos produtores culturais e artistas de todas as linguagens e estéticas de todas as regiões do Brasil e do exterior estiveram presentes no projeto Quinta Poética, promovido pela Escrituras Editora e a Casa das Rosas - Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura, com curadoria do poeta José Geraldo Neres.
Os convidados: CELSO DE ALENCAR: CELSO DE ALENCAR. POETA PARAENSE, radicado em São Paulo. Publicou, dentre outros, os seguintes livros: Salve Salve, Arco Vermelho, Os Reis de Abaeté, O Primeiro Inferno e Outros Poemas (1994 e 2001), Sete (2002), Testamentos (2003), e Poemas Perversos (2011, Editora do Lugar Pantemporâneo). Participou de diversas antologias no Brasil e no exterior. JOSÉ INÁCIO VIEIRA MELO (1968), alagoano radicado na Bahia, é poeta e jornalista. Organizou a coletânea Sangue Novo – 21 poetas baianos do século XXI (Escrituras Editora, 2011) e outras importantes antologias. Coordenador e curador de vários eventos literários. Lançará, no Quinta Poética, seu sexto livro: Pedra Só (Escrituras Editora, 2012). Blog: http://www.jivmcavaleirodefogo.blogspot.com/
LÍVIA NATÁLIA. É baiana de Salvador (1979) e cresceu nas dunas no Abaeté, como boa filha de Osun. Seu livro de estreia, Água Negra, foi premiado pelo Concurso Literário do Banco Capital, 2011. Prepara seu próximo livro "Correntezas e outros Estudos Marinhos". É Doutora em Letras pela UFBA e professora na mesma Instituição.
Blogue: www.osolnasbancasderevista.blogspot.com PARTICIPAÇÃO ESPECIAL: YACAMIM - Formado por Alessandra Vilhena e Thomaz Felippe. “Yacamim” vem da língua tupi guarani e significa ave, gênio ou pai de muitas estrelas. O destino de Yacamim é voar como uma ave encantada que semeia canções de paz. Mypasce: http://www.myspace.com/yacamim33 CURADORIA: JOSÉ GERALDO NERES. Poeta, ficcionista, e produtor cultural paulista. Publicou os livros de poesia: Pássaros de papel (Dulcinéia Catadora, 2007) e Outros silêncios (Escrituras Editora, 2009). O livro Olhos de Barro (Editora Patuá, 2012) recebeu menção especial no 3º Prêmio Gov. de Minas Gerais de Literatura, ficção – 2010. Diretor de Formação Literária da União Brasileira de Escritores – UBE. Blog: http://neres-outrossilencios.blogspot.com/ Escrituras Editora Rua Maestro Callia, 123 - Vila Mariana 04012-100 - São Paulo - SP - Brasil Tel.: (11) 5904-4499 (Pabx) www.escrituras.com.br www.youtube.com/user/EscriturasEditora http://escrituraseditora.blogspot.com/ www.twitter.com/escriturasedit www.facebook.com/escrituraseditoraII http://gplus.to/escrituraseditora Descrição: http://escrituras.enviodecampanhas.net/registra_exibicao.php?id=14174%7c122634%7c932


terça-feira, 25 de setembro de 2012 5ª POÉTICA EM SÃO PAULO COM CELSO DE ALENCAR E OUTROS POETAS 5ª POÉTICA EM SÃO PAULO COM CELSO DE ALENCAR E OUTROS POETAS Escrituras Editora convida para a QUINTA POÉTICA – 66ª edição 24 de abril de 2014 com início às 19h na Casa das Rosas (evento gratuito) com os convidados: Celso de Alencar | Eunice Arruda | Guilherme de Faria | Paulo Ortiz | Pipol | Maria Leite Curadoria desta edição: Valdir Rocha Casa das Rosas - Espaço Haroldo de Campos Av. Paulista, 37 - São Paulo/SP Próximo ao metrô Brigadeiro. Convênio com o estacionamento Patropi - Alameda Santos, 74 Informações: (11) 5904-4499 QUINTA POÉTICA – 67ª edição – 29/maio/2014, na CASA DAS ROSAS Saiba mais sobre o evento: Quinta poética Mensalmente, a Casa das Rosas - Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura abre suas portas para a Quinta Poética, um grande encontro dos amantes da boa poesia. Com a presença de poetas consagrados e novos talentos, o evento deseja criar um ambiente mais surpreendente para a poesia, por meio de intervenções artísticas das mais diferentes expressões, como música, artes plásticas, dança, cultura popular, que envolvem a leitura dos poemas. Grandes nomes da poesia já estiveram presentes na Quinta Poética. O evento tem entrada gratuita, é aberto ao grande público e organizado sem fins lucrativos nem investimentos financeiros. Mais de quatrocentos produtores culturais e artistas de todas as linguagens e estéticas das mais diversas regiões do Brasil e do exterior já estiveram presentes. Promovido pela Escrituras Editora e a Casa das Rosas - Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura, esta edição conta com a curadoria de Valdir Rocha. Grupo Editorial Escrituras Rua Maestro Callia, 123 - Vila Mariana 04012-100 - São Paulo - SP - Brasil Tel.: (11) 5904-4499 (Pabx) www.escrituras.com.br www.youtube.com/user/EscriturasEditora http://escrituraseditora.blogspot.com/ www.twitter.com/escriturasedit www.facebook.com/escrituraseditoraII http://gplus.to/escrituraseditora Reproduzido pelo Blog do Ademir Rocha 5ª POÉTICA: EVENTO CULTURAL EM SÃO PAULO Descrição: Prioridade normalFW: QUINTA POETICA (51a edição) na Casa das Rosas - 27-setembro-2012 De: Celso de Alencar Descrição: http://wm.imguol.com/v1/icos/ico_addcontato.gif As imagens externas estão sendo exibidas. Date: Mon, 24 Sep 2012 16:14:21 -0300 To: cdealencar@hotmail.com From: comunicacao@escrituras.com.br Subject: QUINTA POETICA (51a edição) na Casa das Rosas - 27-setembro-2012 Governo de São Paulo, Secretaria de Estado da Cultura e Escrituras Editora convidam para a QUINTA POÉTICA – 51a edição 27 de setembro de 2012 Com início às 19h Na Casa das Rosas (evento gratuito) Com os poetas convidados Celso de Alencar |José Inácio Vieira de Melo | Livia Natália Participação especial de Yacamim (Formado por Alessandra Vilhena e Thomaz Felippe) Curadoria: José Geraldo Neres Casa das Rosas - Espaço Haroldo de Campos Av. Paulista, 37 - São Paulo/SP Próximo ao metrô Brigadeiro. Convênio com o estacionamento Patropi - Alameda Santos, 74 Informações: (11) 5904-4499 Próxima criar blog QUINTA POÉTICA: 25-outubro-2012, na CASA DAS ROSAS (52ª edição) Saiba mais sobre o evento e os convidados: Quinta poética Curadoria: José Geraldo Neres Mensalmente, a Casa das Rosas - Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura abre suas portas para a Quinta Poética, um grande encontro dos amantes da boa poesia, com a presença de poetas consagrados e novos talentos, que têm a oportunidade de apresentar seu trabalho por meio de intervenções artísticas das mais diferentes expressões, como dança, música, artes plásticas, cultura popular, que envolvem a leitura dos poemas. Grandes nomes da poesia já estiveram presentes nesses encontros, que conta com entrada gratuita, abertos ao grande público, e organizados sem fins lucrativos nem investimentos financeiros. Mais de quatrocentos produtores culturais e artistas de todas as linguagens e estéticas de todas as regiões do Brasil e do exterior estiveram presentes no projeto Quinta Poética, promovido pela Escrituras Editora e a Casa das Rosas - Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura, com curadoria do poeta José Geraldo Neres. Os convidados: CELSO DE ALENCAR: CELSO DE ALENCAR. POETA PARAENSE, radicado em São Paulo. Publicou, dentre outros, os seguintes livros: Salve Salve, Arco Vermelho, Os Reis de Abaeté, O Primeiro Inferno e Outros Poemas (1994 e 2001), Sete (2002), Testamentos (2003), e Poemas Perversos (2011, Editora do Lugar Pantemporâneo). Participou de diversas antologias no Brasil e no exterior. JOSÉ INÁCIO VIEIRA MELO (1968), alagoano radicado na Bahia, é poeta e jornalista. Organizou a coletânea Sangue Novo – 21 poetas baianos do século XXI (Escrituras Editora, 2011) e outras importantes antologias. Coordenador e curador de vários eventos literários. Lançará, no Quinta Poética, seu sexto livro: Pedra Só (Escrituras Editora, 2012). Blog: http://www.jivmcavaleirodefogo.blogspot.com/ LÍVIA NATÁLIA. É baiana de Salvador (1979) e cresceu nas dunas no Abaeté, como boa filha de Osun. Seu livro de estreia, Água Negra, foi premiado pelo Concurso Literário do Banco Capital, 2011. Prepara seu próximo livro "Correntezas e outros Estudos Marinhos". É Doutora em Letras pela UFBA e professora na mesma Instituição. Blogue: www.osolnasbancasderevista.blogspot.com PARTICIPAÇÃO ESPECIAL: YACAMIM - Formado por Alessandra Vilhena e Thomaz Felippe. “Yacamim” vem da língua tupi guarani e significa ave, gênio ou pai de muitas estrelas. O destino de Yacamim é voar como uma ave encantada que semeia canções de paz. Mypasce: http://www.myspace.com/yacamim33 CURADORIA: JOSÉ GERALDO NERES. Poeta, ficcionista, e produtor cultural paulista. Publicou os livros de poesia: Pássaros de papel (Dulcinéia Catadora, 2007) e Outros silêncios (Escrituras Editora, 2009). O livro Olhos de Barro (Editora Patuá, 2012) recebeu menção especial no 3º Prêmio Gov. de Minas Gerais de Literatura, ficção – 2010. Diretor de Formação Literária da União Brasileira de Escritores – UBE. Blog: http://neres-outrossilencios.blogspot.com/ Escrituras Editora Rua Maestro Callia, 123 - Vila Mariana 04012-100 - São Paulo - SP - Brasil Tel.: (11) 5904-4499 (Pabx) www.escrituras.com.br www.youtube.com/user/EscriturasEditora http://escrituraseditora.blogspot.com/ www.twitter.com/escriturasedit www.facebook.com/escrituraseditoraII http://gplus.to/escrituraseditora Descrição: http://escrituras.enviodecampanhas.net/registra_exibicao.php?id=14174%7c122634%7c932Reproduzido pelo Blog do Ademir Rocha, de Abaetetuba/Pa
Reproduzido pelo Blog do Prof. Ademir Rocha, de Abaetetuba/Pa

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

FRUTOS DA AMAZÔNIA: BACURI 2

FRUTOS DA AMAZÔNIA: BACURI 2






Agência Pará



Emater promove curso sobre manejo de bacurizeiros em Abaetetuba



Da Redação
Agência Pará de Notícias
Atualizado em 20/01/2012 às 10:49

Em 2 e 3 de dezembro passado, o escritório local da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado do Pará (Emater) em Abaetetuba, no nordeste do estado, promoveu, em parceria com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e a Secretaria de Estado de Agricultura (Sagri), um curso de manejo de bacurizeiros nativos para técnicos e agricultores da região.



As 12 horas de aulas teóricas e práticas, ministradas pela equipe da Embrapa, se dividiram entre o auditório da Associação Comercial de Abaetetuba (ACA) e a propriedade do agricultor Mário Rui Lima, localizada na comunidade Curuperé-Miri.



Atendido pela Emater desde 2002, Lima cultiva pimenta-do-reino com estacas de gliricídia e mandioca. Além disso, mantém mais de 100 pés de bacuri, ainda com manejo mínimo. O que distingue a produção ali é a qualidade e o rendimento da polpa, “em um nível fabuloso, até o momento observado como um dos melhores do Pará”, destaca o pesquisador da Embrapa, José Edmar Urano, engenheiro agrônomo e mestre em produção vegetal.



Segundo ele, além da polpa em questão ser doce, a retirada da massa ultrapassa o dobro daquela em geral obtida entre bacurizeiros comuns: em vez de 10 a 12 quilos por 100 kg de fruto, consegue-se até 25 quilos. “Inclusive, é uma variedade cujo material deve ser utilizado para produzir mais enxertos, de modo a ser introduzida em outros bacurizeiros e assim beneficiar mais produtores”, completa Urano.



Para o engenheiro agrônomo da Emater Flávio Ikeda, um dos responsáveis pelo curso, a partir de um trabalho de manejo (com desbaste e eliminação de excessos, entre outras ações), a colheita do “bacuri massudo” pode ser planejada e representar aumento na quantidade de frutos. “Mas o principal ganho é a redução do tempo do desenvolvimento da planta, que é justamente o que mais desestimula os agricultores nesse cultivo: tradicionalmente, pela reprodução sexuada, com sementes, demora quinze anos para o bacurizeiro começar a produzir; já com o manejo em áreas de rebrotação natural, pode-se diminuir esse prazo para cinco anos”, explica.



Ainda de acordo com Ikeda, “quase ninguém” estrutura a cultura do bacuri na região de Abaetetuba: “Nossa intenção é estimular essa cadeia, que é muito vantajosa em termos econômicos: acredito que a polpa de bacuri seja a mais cara da fruticultura amazônica, podendo chegar a 40 reais o quilo”, diz.



Texto:
Aline Miranda - Emater
Fone: (91) 3256-5410 /
Email: arpim@emater.pa.gov.br

Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural
Rod. BR 316, Km 13 S/N. Marituba-PA. CEP: 67105-970
Fone: (91) 3256-0150 / 0015
Site: www.emater.pa.gov.br Email: presidencia@emater.pa.gov.br

Reproduzido pelo Blog do Prof. Ademir Rocha

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

INDÚSTRIA, COMÉRCIO E SERVIÇOS EM ABAETETUBA


INDÚSTRIA, COMÉRCIO E SERVIÇOS EM ABAETETUBA


Competividade e Qualidade em Empresa de Abaetetuba – Responsabilidade Social

Fonte: http://tosabendo.com

18/01/2012


Belém - Três empresas paraenses dos setores da indústria, comércio e serviço foram as ganhadoras da etapa estadual do MPE Brasil - Prêmio de Competitividade para Micro e Pequenas Empresas, criado para reconhecer empresários que investem em conceitos e práticas de gestão. A cerimônia de premiação ocorreu nesta quarta-feira (18), na sede do Sebrae no Pará.

As empresas Takeshi Equipamentos Digitais Ltda e WCS Contabilidade e Consultoria Ltda levaram o troféu nas categorias Comércio e Serviço, respectivamente. A Amazon Dreams Indústria e Comércio Ltda foi a vencedora em Indústria e também conquistou o prêmio Destaque Responsabilidade Social. As dez empresas finalistas receberam certificado e relatório personalizado, com seus pontos fortes e a indicação de oportunidades de melhoria na gestão.

As vencedoras ganharam troféu e o direito de utilizar o selo MPE Brasil como instrumento de comunicação e marketing, além de serem reconhecidas como exemplo de sistema de gestão alinhado aos princípios de excelência mundiais. Após a etapa estadual, elas vão participar da fase nacional, cujo resultado será divulgado em março, em Brasília. O prêmio MPE Brasil é promovido pelo Sebrae, Movimento Brasil Competitivo (MBC), Gerdau e Fundação Nacional da Qualidade (FNQ).

“Essa premiação demonstra o interesse do empresariado em provar a sua capacidade, de mostrar à sociedade que tem condições de competir no cenário nacional e internacional. É função do Sebrae acompanhar e incentivar a evolução das micro e pequenas empresas, estimulando o espírito inovador e criativo”, disse o diretor-superintendente do Sebrae no Pará, Vilson Schuber.

A dedicação total ao cliente foi o fator determinante para a vitória da WCS Contabilidade e Consultoria, acredita o gerente da empresa contábil de Abaetetuba, Raimundo Pimentel. “O prêmio nos dá a grande responsabilidade de melhorar ainda mais nossos serviços. É uma grande satisfação ter nosso trabalho reconhecido. Creio que estar próximo ao cliente e oferecer o serviço antes que ele no procure é o que nos diferencia dos concorrentes”, afirmou.

Suzana Lobato, gerente comercial da Takeshi Equipamentos Digitais, especializada em comércio varejista de equipamentos e suprimentos de informática, também creditou a conquista do prêmio ao tratamento diferenciado e de qualidade. “Nos empenhamos ao máximo para agradar nossos clientes e esse carinho especial justifica a premiação”.

Responsabilidade social

Já a Amazon Dreams Indústria e Comércio defende que a qualidade de seu produto – insumos ricos em compostos bioativos purificados de matizes vegetais amazônicas – e a responsabilidade social fazem com que a empresa tenha se destacado nos últimos meses. “A premiação mostra o trabalho de uma equipe que aposta, desde 2002, na fabricação de produtos exclusivos, sem equivalentes no mercado. Os cuidados com a preservação da natureza e os trabalhos sociais também são diferenciais”, argumentou o diretor executivo da empresa, Igor Pinto.

Serviço:
Sebrae no Pará - (91) 3181.9140
Central de Relacionamento Sebrae: 0800 570 0800

Wed, 18 Jan 2012 20:00:00 -0200
Fonte do rss

Reproduzido pelo Blog do Prof. Ademir Rocha, de Abaetetuba/Pa

FRUTOS DA AMAZÔNIA: AÇAÍ


FRUTOS DA AMAZÔNIA: AÇAÍ

Sejam bem-vindos os melhoramentos para a qualidade do açaí do Pará

Fonte: http://www.tosabendo.com


17/01/2012


Açaí paraense é avaliado por técnicos do Sebrae


Belém - Uma equipe do Sebrae Nacional está no Pará para uma visita de supervisão do Programa Alimento Seguro – PAS Açaí. A iniciativa vai reunir informações tecnológicas para melhorar o desempenho dos sistemas de cultivo, manejo, transporte, processamento e comercialização da fruta, bem como minimizar riscos à saúde do consumidor, como o Trypanosoma cruzi, causador da doença de Chagas, e a Salmonella sp. O trabalho começou nessa segunda-feira (16) e terminará na quinta-feira (19) com a vistoria nos estabelecimentos da capital.

A equipe esteve no município de Igarapé-Miri e visitou locais de cultivo que aderiram ao programa e a Feira do Açaí, onde o fruto é comercializado junto aos batedores nas chamadas rasas ou paneiros. “Estamos aqui para conhecer a realidade e verificar os erros e acertos da implementação do programa”, disse Léa Lagares, coordenadora da Carteira de Fruticultura do Sebrae Nacional. Integram a equipe o gerente de Agronegócios do Sebrae no Pará, Carlos Lisboa, e o gestor do projeto de Fruticultura do Sebrae no Pará, Mauro Pereira.

O grupo verificou como a metodologia está sendo implantada desde a coleta do fruto, passando pela debulha, transporte, higiene no manuseio e as boas práticas recomendadas até o açaí chegar à mesa do consumidor. Ou seja, todos os elos da cadeia produtiva da fruta estão sendo analisados. “A repercussão está sendo muito positiva, por isso viemos aqui para avaliar o trabalho e encontrar soluções para as dificuldades dos batedores e produtores da região que participam do projeto-piloto”, comentou Fabrini Monteiro dos Santos, assessor técnico do PAS Nacional.


O PAS Açaí está sendo executado, desde o ano passado, em um projeto piloto nos municípios paraenses de Igarapé Miri, Belém, Abaetetuba e São Sebastião da Boa Vista. O trabalho, realizado junto aos produtores, transportadores, comerciantes, agroindústrias e batedores, está sendo avaliado para corrigir possíveis equívocos e propor soluções compatíveis com a realidade amazônica. “Um dos problemas verificados é a resistência dos batedores e produtores em utilizar as basquetas de plástico para o transporte do fruto, que têm maior durabilidade e é muito mais higiênica que as rasas de palha comumente usadas”, explicou Péricles Carvalho, coordenador do PAS Açaí do Sebrae no Pará.

O produtor Joubert Pantoja trabalha com o cultivo do fruto em Igarapé-Miri desde que o PAS Açaí foi implantado em sua propriedade. Ele conta que percebeu visíveis melhoras nos negócios. “A gente chega com o açaí limpo na feira e vende muito rápido, porque os compradores sabem que é de qualidade. Temos muito mais cuidado com o manuseio”, comentou o produtor, que também é técnico em agropecuária. Joubert colhe cerca de três mil latas por safra e vende para uma indústria de polpa de açaí no município de Castanhal.

Marco Shinichi Noda mora em Igarapé Miri e trabalha há 10 anos com o cultivo da fruta. Para ele, o PAS Açaí está sendo um divisor de águas. “A gente sempre tentou fazer nosso trabalho da melhor forma possível, mas nos faltava informação. Com o PAS conseguimos algo mais concreto”, afirmou. Ele implantou o uso de luvas, lona para a triagem da fruta, bainhas para as facas, telas para cobrir o açaí coletado, além de local para pesagem. Noda produz cerca de 400 toneladas por safra, trabalha com 14 pessoas e vende para atravessadores de outros municípios.

Batedores

Durante a visita em Abaetetuba, o grupo de técnicos do Sebrae verificou as condições de trabalho em cinco estabelecimentos de venda direta do açaí processado. Seu Francisco Rodrigues comercializa açaí há 13 anos e mantém cinco funcionários em seu estabelecimento, o Açaí do Fran. É um caso de sucesso da implementação do PAS Açaí na cidade. Trabalhando com venda direta, informa que cerca de 30% das vendas são delivery e que contratou um funcionário específico para as entregas.

“Atingimos quase todos os bairros e as vendas dobraram nos últimos meses”, disse seu Francisco, ao se referir às 35 rasas da fruta vendidas diariamente, número que há três meses atrás não passava de 16. “Aumentamos muito nossa clientela, pois todos sabem do trabalho que temos para oferecer um produto de qualidade, o que conseguimos depois do programa”, observou. Ele mantém quatro máquinas batedoras e utiliza água filtrada e cloro. “Fiz o teste e verifiquei que a água retirada do poço artesiano não era de boa qualidade, por isso adquiri um filtro industrial. Agora a água é 100% pura”. O empresário também está fazendo uma reforma: mudou o balcão, que atualmente é de granito, e aumentou o espaço do ponto comercial. “Com as mudanças, observei aumento de 40% nos lucros. Minha expectativa é 60 rasas por dia daqui a seis meses”.


Todos os dez batedores de açaí que utilizam a metodologia PAS Açaí em Abaetetuba realizam o chamado branqueamento do açaí – que consiste em um tratamento térmico que elimina em 100% o protozoário da doença de Chagas, segundo o assessor do PAS Nacional, Fabrini Monteiro dos Santos. No processo, a água é aquecida a 80 graus e o fruto é imerso por 10 segundos antes de ir para o batedor. Logo depois é resfriado. “A utilização da técnica mata possíveis vestígios do causador da doença de Chagas e é a garantia de um açaí de qualidade”, concluiu.

Serviço:
Sebrae em Alagoas - (82) 4009.1758 - www.al.agenciasebrae.com.br
Central de Relacionamento Sebrae - 0800 570 0800

Tue, 17 Jan 2012 19:15:00 -0200

Reproduzido pelo Blog do Prof. Ademir Rocha

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

AMBIENTALISMO: RECICLAGEM, EDUCAÇÃO E CONSCIENTIZAÇÃO AMBIENTAL








































AMBIENTALISMO: RECICLAGEM, EDUCAÇÃO E CONSCIENTIZAÇÃO ECOLÓGICA





Temos como um dos objetivos do Blog o ambientalismo, assunto que se faz necessário pela atuação que temos na questão da qualidade de um bom meio ambiente em seus variados aspectos, como: casa, escola, trabalho, ruas, feiras, comércio, indústria, cidades, rios, matas, país, natureza, mundo e universo. Estamos deveras preocupados com essa questão, a começar por Abaetetuba, pelo alto grau de poluição e contaminação que assola o município como um todo e sua região. E a mesma situação é constatada em todos os tipos de meios ambientes acima citados. Das nossas casas até o espaço cósmico, nada escapa da poluição e contaminação desses espaços. Vide poluição do espaço pelo homem através de máquinas, naves, satélites, equipamentos e peças descartadas, que vagam pelo espaço cósmico em que o planeta Terra está inserido. Nas nossas viagens, quando adentramos alguns espaços do município de Abaetetuba e da sua região, encontramos um estado crítico de poluição e contaminação, que muito nos preocupa. As contaminações são evidentes, pelas conversas com moradores das diversas localidades que nos relatam a situação das doenças, causadas por variados tipos de contaminações, que afetam animais, plantas e pessoas. As poluições são evidentes pelo que vemos e ouvimos de pessoas conscientes, que também sentem o problema. Numa simples maré de vazante, a quantidade de óleos e outras substâncias advindas das embarcações e navios de nossa cidade e das localidades vizinhas, como as vindas do Porto de Vila do Conde e a quantidade de garrafas PET, garrafas de vidro, latas, sacos plásticos, papel, papelão e outros, que ficam retidos às margens dos igarapés, rios e baías da cidade e região. Um amigo residente em uma das ilhas da frente da cidade de Abaetetuba, diz que recolhe, a cada maré vazante, uma enorme quantidade de garrafas que vai ensacando a cada nova maré, para depois doá-las às entidades de coleta seletiva do município.



Mas sabemos que existem soluções para amenizar esses graves problemas que afetam o nosso meio ambiente.



Vide as importantes iniciativas que são colocadas em prática por alunos da UFPA e outras localidades do Brasil.



Fonte: http://diariodoparadiarioonline.com.br e ASCOM UFPA

Pará
Segunda-feira, 16/01/2012, 01h38
Reciclagem torna as aulas mais divertidas

Imagine uma simples garrafa PET dando origem a bonecos, jogos e outros brinquedos que a criatividade permitir. Se o destino desse material era o lixo, isso começa a mudar nas Escolas de Ensino Básico e Fundamental dos municípios de Abaetetuba e Barcarena e na Escola de Aplicação, em Belém. A iniciativa é do Grupo de Estudo e Pesquisa em Educação, Infância e Filosofia (GEPEIF), do Campus da Universidade Federal do Pará em Abaetetuba. Tudo começa a partir de atividades lúdicas que envolvem professores e alunos. Eles utilizam papelão, palito de churrasco, cuba de ovos, latas, vidros, rolhas de cortiça, entre outros materiais que seriam descartados nas lixeiras ou no meio ambiente. Para auxiliar na confecção dos brinquedos, tesoura, cola, tintas guache e para tecido não podem faltar. Com o material em mãos, basta a garotada soltar a imaginação. Alguns brinquedos se transformam em personagens, entre eles, estão: Cavalo Marinho (feito com garrafa PET), Garota Vareta (palito de churrasco e rolha de cortiça), Senhor PET (palhaço feito de garrafa PET), Palhaço Maluco (garrafa de iogurte e tampinhas de PET), Cobra Maluca (cuba de ovos), Jogo de Pega (feito com PET e bola de papel), Jogo de Vai e Vem (PET e barbante). Mostrar que a reciclagem pode contribuir para a preservação do meio ambiente é a proposta desenvolvida pelo GEPEIF, por meio do Projeto de Extensão “Reciclando para preservar e educar: transformando sucatas em brinquedos para educação das crianças das Escolas de Educação Infantil e Ensino Fundamental”. “O objetivo é continuar implementando práticas metodológicas inovadoras, utilizando o brinquedo para educação e inclusão social. Ao mesmo tempo, contribuir para a construção de uma consciência ecológica sustentável e ambientalmente responsável entre os alunos da Escola de Educação Básica”, ressaltou o coordenador do Projeto, o professor Waldir Ferreira de Abreu.



MULTIPLICADORES

O projeto, atualmente na terceira etapa, tem o apoio da Pró-Reitoria de Extensão da UFPA (Proex) e da Coordenação de Pesquisa e Extensão (Copex) da Escola de Aplicação. A primeira etapa foi a preparação de doze estudantes do curso de Graduação em Pedagogia para atuarem como multiplicadores. As atividades tiveram início em junho de 2011.



A segunda etapa envolveu professores da rede pública de ensino e alunos dos cursos de Licenciatura do Campus de Abaetetuba. Eles são capacitados por meio de oficinas ministradas pelo Grupo de Pesquisa para uso do brinquedo reciclado como recurso didático em sala de aula. A terceira e última fase do Projeto corresponde à capacitação das crianças, sendo, desta vez, os professores os responsáveis pelas oficinas, sob a orientação do Grupo de Pesquisa. Em Belém, as três etapas já ocorreram na Escola de Aplicação. Em Barcarena, 80 professores e 30 alunos participaram das oficinas no mês de dezembro, na Casa do Professor. A próxima atividade no município deve ocorrer em fevereiro deste ano, com a participação de crianças de 30 escolas. “Nossa meta era atingir 100 professores, 150 alunos dos cursos de Pedagogia, Letras e Matemática e 300 crianças. Acredito que, até o final do projeto, vamos ultrapassar a meta”, comemora o professor Waldir Ferreira de Abreu. As atividades envolvem oficinas de novas metodologias de ensino com o uso do brinquedo na sala de aula; curso de reciclagem de sucatas e construção de brinquedos e brincadeiras para os alunos dos cursos de Pedagogia, Matemática e Letras nos campi de Abaetetuba e Barcarena; palestras sobre reciclagem e preservação ambiental; e minicursos, oficinas e vivências pedagógicas para professores. De acordo com o professor Waldir Ferreira de Abreu, a experiência de transformar sucata em brinquedo e utilizá-lo como recurso pedagógico já existe em escolas do Rio de Janeiro e de Porto Alegre. Um dos projetos foi desenvolvido pela Universidade do Estado do Rio (UERJ). “O retorno desse trabalho é uma maior consciência ecológica e ambiental por parte daqueles que estão envolvidos. Eles desenvolvem uma relação diferente com aquele material que se tornaria lixo. Além disso, o professor percebe o potencial do brinquedo como recurso metodológico para as crianças”, avalia.

(ASCOM UFPA)

Reproduzido pelo Blog do Prof. Ademir Rocha, de Abaetetuba/Pa

sábado, 14 de janeiro de 2012

AMBIENTALISMO: COLETA SELETIVA E AÇAÍ


AÇAÍ E COLETA SELETIVA EM DESTAQUE

Fonte: http://coomclima.blogspot.com

Cooperativa dos Catadores de Abaetetuba

COLETA SELETIVA, NÓS FAZEMOS!

ABAETETUBA-PA


Regularização dará às organizações acesso a linhas de crédito do Estado

A Secretaria de Estado de Agricultura (Sagri) e o Instituto de Desenvolvimento Econômico e Educacional Açaí firmaram convênio para beneficiar 40 cooperativas e associações de produtores de açaí e catadores de materiais recicláveis dos municípios de Igarapé-mirí, Igarapé-Açu, Abaetetuba, Moju, Barcarena, Cametá, Baião, Oeiras do Pará, Acará, Tailândia e Limoeiro do Ajurú. Segundo Geraldo Tavares, gerente de Fruticultura da Sagri, o convênio, no valor de R$ 150 mil, objetiva regularizar essas entidades, que juntas têm cerca de dois mil filiados, conforme informações do Instituto Açaí. A partir daí, elas poderão participar de outros projetos financiados pelo Governo. "As entidades foram escolhidas pelo Instituto para serem conveniadas e participarem de futuros projetos", observou.

Arnaldo Silva, presidente do Instituto Açaí, explica que o convênio, firmado no final do ano passado, envolve quatro cooperativas de catadores de materiais recicláveis, sete cooperativas mistas, que produzem açaí no verão e peixe no inverno, e nove associações e cooperativas de produtores de frutas, entre elas o açaí. "Nós já estamos legalizando todas essas associações que antes não tinham apoio do Governo", observou. Com isso, as entidades vão poder ficar em dia com tribunais de contas, INSS e outros órgãos, estando aptas a participar de grandes projetos.

Um dos projetos do Instituto Açaí envolve a criação de cinco complexos agroindustriais, na Região do Baixo Tocantins. No local, haverá trabalho de manejo dos açaizais, produção de polpa e néctar. O caroço da fruta, servirá para a produção de briquete (lenha ecológica) e ração para peixe. As cooperativas de reciclagem e compostagem dos municípios de Cametá, Igarapé-Açu, Abaetetuba e Moju produzirão adubo orgânico, através dos resíduos do açaí. Para isso, suas equipes, serão capacitadas e equipadas para o trabalho. "Com esses trabalhos, você vai poder desenvolver aquela região do Baixo Tocantins", afirmou Arnaldo Silva.

Fonte: Portal ORM de 08/01/2012

Postado por COOP. DOS CATADORES DE ABAETETUBA às 18:20 0 comentários
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Reproduzido pelo Blog do Professor Ademir Rocha, de Abaetetuba/Pa

Colégio São Francisco - ESCOLAS DE ABAETETUBA: COLÉGIO SÃO FRANCISCO XAVIER 2

























ESCOLAS DE ABAETETUBA: COLÉGIO SÃO FRANCISCO XAVIER 2


Colégio São Francisco Xavier com 84 alunos aprovandos até o momento só nas universidades públicas


Alunos da rede pública ficam com 51% das vagas nas principais universidades

Da Redação
Agência Pará de Notícias

Atualizado em 14/01/2012 às 13:44

As escolas da rede pública estadual de ensino começaram 2012 em clima de comemoração. Dos 10.781 aprovados nos vestibulares da Universidade Federal do Pará (UFPA) e da Universidade do Estado do Pará (Uepa), 5.511 são estudantes de unidades de ensino do Estado, o equivalente a 51% dos aprovados nas principais instituições públicas de ensino superior do Pará. Os números resultam do empenho dos estudantes e do trabalho desenvolvido por professores das escolas estaduais, que se dedicaram a buscar o tão sonhado acesso ao ensino superior.

No listão da UFPA, dos 7.351 aprovados, 4.055 ingressaram por meio de cotas para estudantes que, comprovadamente, cursaram todo o Ensino Médio em escola pública. Na segunda fase do processo seletivo da instituição, por exemplo, dos 72.187 inscritos, cerca de 40 mil candidatos concorreram pelo sistema de cotas. Na maioria dos cursos, a concorrência foi maior entre os cotistas. Em 11 das 14 engenharias ofertadas pela UFPA a concorrência foi maior entre os estudantes oriundos de escolas públicas, com destaque para o curso de bacharelado em Engenharia Civil, com uma demanda de 19,06 candidatos por vaga.

A Uepa não utiliza sistema de cotas. O ingresso dos alunos ocorre por meio do Processo Seletivo (Prosel) e do Programa de Ingresso Seriado (Prise). Na instituição foram exatos 1.456 aprovados em escolas públicas estaduais. O número representa 45% do total de 3.175 calouros da instituição.

Segundo o diretor de Acesso e Avaliação da Uepa, Delmo Oliveira, é bastante expressivo o número de estudantes oriundos de escolas públicas que obtiveram êxito tanto no Prosel quanto no Prise. Em Belém, a Escola Estadual Paes de Carvalho, por exemplo, aprovou 34 alunos. No interior, em Abaetetuba (município do Baixo Tocantins), 84 estudantes da Escola São Francisco Xavier são calouros da instituição.

E entre os aprovados por meio do Prosel, 54% são estudantes da rede pública estadual, totalizando 932 calouros. Desses, 62% estão no interior. “A partir desses números é possível perceber que, também no interior do Estado, é significativa a política de Ensino Médio do governo. Hoje, o jovem que mora no interior não precisa sair de sua cidade e dirigir-se a Belém para estudar”, ressaltou o diretor.

Ao longo do ano letivo de 2011, muitas escolas organizaram aulas e preparam revisões especiais. A Secretaria de Estado de Educação (Seduc) também promoveu essa preparação com o Programa de Fortalecimento para o Vestibular (Provest) e o Programa de Fortalecimento do Ensino Médio (Proenem).

Referência - De acordo com o secretário de Estado de Educação, Cláudio Ribeiro, os números dos vestibulares são uma importante referência para a rede estadual de ensino. “A Seduc comemora esse resultado. Mas é importante que a gente tenha isso como referência. Nós estamos trabalhando há um ano e a melhoria da qualidade do ensino público é prioridade durante todo o governo”, afirmou o secretário, destacando que “é importante parabenizar e agradecer, também, a todos aqueles que fazem a escola: os diretores, os professores, os servidores que, de uma forma geral, participam do cotidiano desses alunos e que são também responsáveis por todo esse resultado”.

Um exemplo de perseverança que leva ao êxito é o da estudante Brenda Figueiredo, 18 anos, moradora do bairro da Terra Firme, em Belém, e estudante da Escola Estadual de Ensino Médio Orlando Bitar. “Escutamos o listão juntos. Foi muita emoção ter a certeza que consegui”, disse a aluna, que festejou a conquista em casa. A caloura do curso de Letras sempre estudou em escola pública. “A minha escola contribuiu muito. Sempre participei de oficinas do 'Mais Educação', que davam reforço de Física, Química, Matemática e Redação”, contou.

No distrito de Icoaraci, a estudante da Escola Avertano Rocha, Jamille Rodrigues do Carmo, 16 anos, foi aprovada no curso de Medicina da UFPA, um dos mais concorridos da instituição. Ela estuda desde a 5ª série na escola, e se preparou o ano inteiro na sala de aula e em casa, para concretizar o sonho de cursar Medicina.

Segundo Jamile, ao longo do percurso sempre esteve presente a preocupação com o número de concorrentes para o curso. “Fiz todo o esforço para conquistar essa vaga. Acho que acima de tudo a pessoa não pode desistir dos seus sonhos. É assim que a gente consegue. Eu faço questão de reconhecer os méritos da escola, dos meus professores e da minha família, apesar de toda as dificuldades”, ressaltou a caloura de Medicina.

Texto:
Mari Chiba - Seduc
Fone: (91) 3201-5181 / (91) 8135-9009
Email: marichiba84@gmail.com

Secretaria de Estado de Educação
Rod. Augusto Montenegro Km 10, S/N. Icoaraci, Belém-PA. CEP: 66820-000
Fone: (91) 3201-5205 / 5005 / 5180 / 5008

Site: www.seduc.pa.gov.br Email: gabinete@seduc.pa.gov.br

Reproduzido pelo Blog do Prof. Ademir Rocha, de Abaetetuba/Pa