Adenaldo dos Santos Cardoso - Poetas e Poesias
O descontraído poeta e compositor musical
Adenaldo dos Santos Cardoso
Blog em manutenção
ADENALDO DOS SANTOS
CARDOSO
Facetas de Adenaldo dos Santos Cardoso
Conheço o Adenaldo dos Santos
Cardoso, sua família e familiares há muito tempo, sendo que me tornei amigo
particular de alguns de seus tios do ramo familiar dos Kemil dos Santos e do
ramo familiar dos Cardoso e o Adenaldo, eu o conheço desde criança e do tempo em
que estudava no então Colégio São Francisco Xavier e eu como professor nos anos
de 1970, vendo aquele jovem se destacar como líder no meio estudantil e no
grupo de jovens católicos, Os Neófitos, do qual participava ativamente nos
eventos musicais ou cênicos desse grupo. O Adenaldo dos Santos Cardoso, hoje, é uma
pessoa e artista incrível, um verdadeiro show-man e com características
pessoais que o tornam amado e reconhecido por seu grande número de amigos,
especialmente dos segmentos culturais, musicais e artísticos do município de
Abaetetuba e que extrapola as fronteiras abaetetubenses e chega até Belém e
outras partes do Pará, onde possui parentes, amigos pessoais e admiradores de
sua personalidade, valor literário e artístico. Portanto, o Adenaldo dos Santos
Cardoso, será homenageado pelo Blog do ADEMIR ROCHA, á nível pessoal,
genealógico-familiar, literário e artístico. Para começar, dizemos que o
Adenaldo é o melhor intérprete paraense da grandiosa obra poético-musical do
grande cantor e filósofo Raul Seixas e também é o grande divulgador do
pensamento e músicas desse revolucionário poeta-cantor brasileiro, por vezes,
inigmático e esotérico poeta, e com
músicas desse artista que estão há mais
de 40 anos em sucesso permanente no Brasil inteiro. Outra característica do
Adenaldo, que chama a atenção, é o carinho que ele tem e demonstra para com a
cultura e artista de Abaetetuba, onde sempre está enfatizando em seus shows e
páginas da Internet a cultura de Abaetetuba e também o mesmo se pode dizer de seus
colegas do segmento cultural e musical. Outra marcante característica pessoal
do Adenaldo é o amor e carinho que demonstra por membros de sua família e
demais familiares dos ramos dos Cardoso e Santos, que são muitos e espalhados
pelo Pará, Brasil e até o exterior, conforme suas genealogias abaixo. No
tocante ao poeta Adenaldo Santos Cardoso, este parece que respira e vive poesia, tal a
quantidade de seus poemas, inspirados em todos os aspectos de sua percepção
poética, e poesias de qualidade, além de seus momentos de descontração poética,
com os desafios que estabelece com seus amigos poetas e os repentes baseados em
seus familiares ou tiradas do seu cotidiano. Também chama a atenção o aspecto
de cantor e intérprete de Adenaldo, onde ele encarna a figura do Raul Seixas e
das poesias e músicas que surgem de sua lavra poética aos borbotões e, conforme
já dissemos, atinge todos os aspectos de percepção poético-sensitiva. Aqui
tentaremos colocar a produção poética do Adenaldo através de agrupamentos
poéticos, como família, cultura, lembranças, homenagens, descontração poética,
letras musicais ou outro grupo em que a rica produção do Adenaldo possa se
encaixar e também publicaremos algumas de suas fotos familiares ou extraídas de
suas páginas na Internet. O Adenaldo também é poeta fotográfico, dado a quantidade de fotos que ele costumeiramente publica em suas páginas da Internet e que, por si, exalam a poesia e cultura de Abaetetuba, sua amada terra natal.
A figura marcante de Adenaldo com suas múltiplas
e boas características pessoais, que se juntam aos
seus talentos de poeta, cantor, compositor e
intérprete, fazem dele um bom e estimado amigo
no meio familiar, social e artístico de Abaetetuba
Depoimento
do Aluno Adenaldo dos Santos Cardoso sobre a sua escola, tempo de juventude, de 2012:
Adenaldo dos Santos Cardoso
Beleza, meu caro Luiz Lobato, essa
é uma das nossas histórias muito bem debulhada. Eu também estudei no CSFC, onte
tive o prazer de ter como mestres a Professora Rufina, Professor Ademir Rocha,
Professora Leda, Professora Iracéia, Professora Guacélis, Professora Marilda,
Irmã Lina, professor Manoel Pedro, você Cabeça, Professor Butiska, Professor
Aracaty, Professora Terezinha Contente, Professora Diélia e outros que não me
recordo no momento. Fui Presidente do Centro Civíco do Colégio, pelo voto
direto, na época Grêmio era uma palavra proibida pela Ditadura Militar. Passei
a estudar no Colégio em 1971, no curso ginasial, clube do bolinha, a última
quarta série do Colégio que fedia a macho foi a minha. Em 1976, fiz o primeiro
ano do Magistério florido de mulheres, os únicos homens da sala era eu e o
Reinaldo que hoje trabalha no Hospital Santa Rosa. Que jornada legal! Resta-me
relembrar com muita gratidão! Obrigado a todos os meus mestres!!!
Adenaldo dos Santos Cardoso, antigo
aluno do CSFX, do tempo do Clube do Bolinha e que concluiu os antigos Curso
Ginasial e Magistério pela Escola, onde foi também presidente, pelo voto
direto, no ano de 1976, do antigo Centro Cívico do CSFX, nos tempos dos Anos de
Chumbo da Ditadura Militar do Brasil. Atualmente Adenaldo é renomado cantor,
compositor e poeta de Abaetetuba e também é cantor e divulgador do grande
cantor, compositor e filósofo Raul Seixas. Foi Adenaldo que forneceu algumas
informações sobre o antigo CSFX.
GENEALOGIAS EM QUE O ADENALDO ESTÁ ENCAIXADO EM ABAETETUBA
O Adenaldo procede de duas tradicionais famílias
de Abaetetuba e ele cultiva um grande amor e carinho
por seus pais, irmãos e demais parentes
Descendentes
e Demais Parentes de KEMIL DOS SANTOS
• Agenor Kemil dos Santos, filho de Kemil dos Santos e Maria Anacleta dos Reis.
• Agostinho (Reis) Kemil dos Santos, filho de Kemil dos Santos e Maria Anacleta
dos Reis, casado e com filhos
• Alberto (Reis) Kemil dos Santos, filho de Kemil dos Santos e Maria Anacleta
dos Reis, citado em 1946/1950, era católico fervoroso, que muito trabalhou em
favor da Igreja Católica em Abaeté e militante político e como tal foi
perseguido politicamente, junto com sua família incluindo os irmãos João Luiz
dos Reis e Miguel Miranda dos Reis, pelo antigo grupo dos baratista de Abaeté,
mas reagiu com altivez, c/c Ângela Angelita Santos Araújo, esta nascida em
10/12/1933 e tiveram 3 filhos: Alberto Júnior, João Alberto e Maria das Dores
Araújo Santos/Neca.
• Alberto Kemil dos Santos Júnior (Betão), casou com Sebastiana Benedita Silva e tiveram duas filhas: Ângela Maria e Maria Betânia (Beta) (6ª geração). • Antonio dos Santos/Antoniozinho, irmão do Kemil dos Santos, imigrante turco que morava com sua família em casa onde hoje existe o prédio do Grupo Escolar Prof. Basilío de Carvalho, c/c Dalvina e tiveram filhos: Hugo, Guarany, Ivone, Síria e Alverina. Síria e Alverina: irmãs?
• João Alberto Araújo dos Santos, c/c Cleide Nazaré Silva e com 3 filhos: Olga, André e Ângelo Silva dos Santos.
• Alberto Kemil dos Santos Júnior (Betão), casou com Sebastiana Benedita Silva e tiveram duas filhas: Ângela Maria e Maria Betânia (Beta) (6ª geração). • Antonio dos Santos/Antoniozinho, irmão do Kemil dos Santos, imigrante turco que morava com sua família em casa onde hoje existe o prédio do Grupo Escolar Prof. Basilío de Carvalho, c/c Dalvina e tiveram filhos: Hugo, Guarany, Ivone, Síria e Alverina. Síria e Alverina: irmãs?
• Antonio Honorato (Reis) Kemil dos Santos/Totó do Kemil, filho de Kemil dos
Santos e Maria Anacleta dos Reis, foi chefe de obras do antigo DER-Departamento
de Estradas de Rodagem/Agência de Abaetetuba e que, nessa função, tomou a
iniciativa de aterrar a frente da cidade e o aterramento de grande parte da
área que seria o futuro bairro de Santa Rosa e como católico fervoroso, amigo
dos padres capuchinhos, tomou a iniciativa de comprar do Sr. Churambá o imóvel
que serviria de sede para a antiga Congregação Mariana que reunia os jovens
católicos da cidade (onde hoje se assenta o prédio do Seminário de N. S. de
Guadalupe) e foi Totó do Kemil um dos pioneiros na participação do Cursilho de
Cristandade em Abaetetuba e que com sua poderosa voz fazia, através do serviço
sonoro da Igreja Matriz de N. S. da Conceição, diariamente nos anos de 1960, às
18:00 hs a Prece do Ângelus, sempre precedida de canções clássicas, populares
ou religiosas, era músico que tocava violão, c/c Soledade Lobato Paes/Solita e
tiveram filhos: Iracema (SP), Carlos (Abt),
Nelson (Conc. Araguaia), Aracy (RJ), Antonio Eustáquio (Belém), Antonio Kemil (Belém), Maria Kemil (Belém), Sandra (Belém).
• Hugo dos Santos, filho de Antonio dos Santos/Antoniozinho, este irmão de
Kemil dos Santos, que se estabelece como comerciante de gado, em 1931.• João Alberto Araújo dos Santos, c/c Cleide Nazaré Silva e com 3 filhos: Olga, André e Ângelo Silva dos Santos.
• Kemil
dos Santos e irmãos (Antoniozinho e outros), eram imigrantes turcos fugidos da
guerra e Kemil era comerciante à Rua Justo Chermont e Av. João Pessoa citado em
1931-1944, dono de engenho de cachaça Santa Maria no Rio Campompema citado em
1922, que morava, junto com seus irmãos, em uma casa situada em grande terreno
onde existiam plantios diversos, sito à Praça da Bandeira, limitando com a
antiga Av. Magalhães Barata e que fazia fundos com terreno dos Figueiredo
(Raimundo Negrão Figueiredo e irmãos), casa cedida pelo Velho João Roberto dos
Reis, este sogro de Kemil dos Santos e em 1949, no 1º mandato do prefeito Pedro
Pinheiro Paes (1948-1951), e por questões políticas, esse terreno foi
desapropriado à força para a construção do prédio do Grupo Escolar Prof.
Basílio de Carvalho e com imóvel na Trav. Comandante Castilho, foi jogador de
futebol, dono de engenho de cachaça Santa Maria no RO Campompema em 1922. Kemil
dos Santos c/c a abaeteense MARIA ANACLETA DOS REIS, esta filha do Major da
Guarda Nacional e comerciante JOÃO ROBERTO DOS REIS (portanto, Maria Anacleta é
irmã ou meia-irmã de JOÃO LUIZ DOS REIS e MIGUEL MIRANDA DOS REIS) e tiveram
filhos: Alberto, Antonio/Totó, Agostinho, Agenor, Nice (Reis) Kemil dos Santos,
Luiz Kemil dos Santos e outros filhos. Aí está, portanto, a ligação dos Kemil
dos Santos com a família Reis e aí está também a explicação da afinidade de
Alberto Kemil dos Santos e os irmãos Reis (João Luiz dos Reis e Miguel Miranda
dos Reis em questões políticas dos tempos do getulismo e do baratismo.
• Nice (Reis) Kemil dos Santos, filha de Kemil dos Santos e Maria Anacleta dos
Reis, c/c o Velho Pinheiro e tiveram filhos.Lobato Santos:
• Deodata Lobato dos Santos, origem na localidade Rio Jarumã, citada em 1944.
• Deodato Lobato dos Santos, origem na localidade Rio Jarumã, citado em 1944.
• Joana Lobato Santos, origem na localidade Rio Jarumã, citada em 1944.
Família
Adelaide Ferreira Carneiro, filha de Maria Maués Ferreira e José Nunes Ferreira, casada com João Baptista Ferreira, este antigo capataz do porto de Abaeté.
Adelaide Ferreira Carneiro, filha de Maria Maués Ferreira e José Nunes Ferreira, casada com João Baptista Ferreira, este antigo capataz do porto de Abaeté.
•
Alexandre Antonio Cardoso, morador à Praça da República, vogal na Intendência:
do Tenente-Coronel Torquato Pereira de Barros em 1900-1902, da intendência do
Dr. João Evangelista Correa de Miranda em 1902-1906, na Intendência do Coronel
Hygino Maués em 1906-1908, comerciante citado em 1922, Major-fiscal do
Estado-maior do 214º Batalhão de infantaria da Guarda Nacional em 12/4/1906,
c/c Benedita Maria da Conceição Teixeira e tiveram filhos: Esmeralda Cardoso,
Antonia Felícula Cardoso. Antonia Felícula tinha outros irmãos: Dadá e Horácio
Cardoso.
• Antonia
Felícula Cardoso, filha de Antonio Alexandre Cardoso e Benedita Maria da
Conceição Teixeira, c/c Arthur Nunes Ferreira, este possuía duas irmãs e esses
três irmãos casaram com outros 3 irmãos da fam. Cardoso, portanto duas vezes
primos entre si. Filhos de Antonia Felícula com Arthur Nunes Ferreira: Maria de
Nazaré, Joana da Conceição, Artúnia, João Batista, Carmem Cardoso Ferreira.
Antonia Felícula, faleceu com 99 anos, no dia de Santo Antonio. Inicialmente a
família de Antonia Felícula residiu num chalé atrás do prédio da Escola Basílio
de Carvalho, casa onde antes morou Zezé Paes. Irmãos de Arthur, casadas com
Cardoso: Carlos Nunes Ferreira, que c/c Dadá Cardoso e tiveram filhos e Mimi
Nunes Ferreira, que c/c Horácio Cardoso e tiveram filhos.
• Antonio
Alexandre Cardoso, irmão do Velho Cardoso, com origem no Maracapucu, c/c
Benedita Maria da Conceição Teixeira e tiveram filhos.
• Antonio
Amanajás Cardoso, irmão do Velho Cardoso, com origem no Rio Maracapucu. Vide
avós maternos de Maria de Nazaré Cardoso Ferreira e Carmem Cardoso Ferreira:
Benedita Maria da Conceição Teixeira e Antonio Alexandre Cardoso. Antonio
Amanajás Cardoso, irmão de Tibúrcio Teixeira e Alexandre Antonio Cardoso.
• Antonio
Cardoso Amanajás, coronel, com origem na antiga Freguesia de Santa Anna de
Igarapé-Miry (que foi o introdutor do clã dos Amanajás), foi membro da 1ª
Câmara da Villa de Igarapé-Miry (1845-1849, c/c Victória Maria da Silva Brabo
Amanajás, filha de um senhor de engenho e escravos em Abaeté de nome Antonio
José da Silva Brabo, e tiveram filhos: Hygino Antonio Cardoso Amanajás e
outros.
.Arthur Nunes Ferreira, antigo comerciante e industrial em Abaeté, filho de Maria Maués Ferreira e José Nunes Ferreira, casado com Mimita Floresta Ferreira.
.Carlos Nunes Ferreira, antigo comerciante e industrial em Abaeté, filho de Maria Maués Ferreira e José Nunes Ferreira, casado com Adelaide Cardoso Ferreira
.Arthur Nunes Ferreira, antigo comerciante e industrial em Abaeté, filho de Maria Maués Ferreira e José Nunes Ferreira, casado com Mimita Floresta Ferreira.
.Carlos Nunes Ferreira, antigo comerciante e industrial em Abaeté, filho de Maria Maués Ferreira e José Nunes Ferreira, casado com Adelaide Cardoso Ferreira
•
Adelaide Cardoso Ferreira/Dadá Cardoso, c/c Carlos Nunes Ferreira, que, por sua
vez, é irmão de: Arthur e Mimi Nunes Ferreira, que por sua vez casaram com
membros da fam. Cardoso.
.Ernestina Ferreira Cardoso, antiga professora municipal em Abaeté, filha de Maria Maués Ferreira e José Nunes Ferreira, casada com Horácio Maués Cardoso.
.Ernestina Ferreira Cardoso, antiga professora municipal em Abaeté, filha de Maria Maués Ferreira e José Nunes Ferreira, casada com Horácio Maués Cardoso.
•
Esmeralda Cardoso, professora, nasceu em 19/6/1904 em Maracapucu/Abaeté/Pa e
faleceu em 5/5/1968, aos 63 anos de idade, em Belém do Pará. Com a idade de
cinco anos veio de Maracapucu para Abaeté e depois seguiu para Belém em
companhia da família de Hygino Antonio Cardoso Amanajás, que chegou a ser
editor de jornal em Abaeté e deputado pelo estado do Pará. Junto com Esmeralda
seguiram para Belém suas tias Maria Pinho e Quitéria. Esmeralda Cardoso dá nome
a uma escola muncipal em Abaeté, a Escola “Professora Esmeralda Cardoso”,
mandada construir no governo do prefeito Municipal Ronald Reis Ferreira, em
1980, nas comemorações dos 85 anos de Abaetetuba à categoria de cidade. Ela foi
sem dúvida um exemplo de dedicação e amor sem limites à sua família e à educação.
A ligação com a fam. Amanajás deve-se ao fato de Esmeralda Cardoso ter sido
adotada pela família de Hygino Amanajás.
•
Esmerina Nunes Ferreira, filha de José Nunes Ferreira e Maria Maués Ferreira,
antiga professora de Abaeté, era solteira em 1935 quando do falecimento de sua
mãe, c/c o imigrante sírio-libanês Jorge Antonio Bou-Habib, citados nos anos de
1940/1950.
• Hilza
Cardoso Ferreira. Professora do Grupo Escolar “Prof. Basílio de Carvalho”, em
Abaetetuba, onde tornou-se diretora nos fins do ano de 1961.
• Horácio
Maués Cardoso, c/c Ernestina Ferreira Cardoso/Mimi Nunes Ferreira e tiveram
filhos.
• Horácio
Ferreira Cardoso. Nos anos de 1970 e 1980 comerciante de peixes em Abaeté com a
casa comercial Já Te Dei, citado em 1970/1980.
• Hilza
Cardoso Ferreira, antiga professora e diretora (nos anos de 1960) do Grupo
Escolar “Prof. Basílio de Carvalho”.
• José
Nunes Ferreira, antigo comerciante em Abaeté, c/c Maria Maués Ferreira e com
filhos: Raymundo Nunes Ferreira (este casado com Virgínia Silva
Ferreira), senhorinha Esmerina Nunes Ferreira, Arthur Nunes Ferreira
(casado com Mimita Floresta Ferreira), Adelaide Ferreira Carneiro (casada com
João Baptista Ferreira), Carlos Nunes Ferreira (casado com Adelaide Cardoso
Ferreira), Ernestina Ferreira Cardoso (professora municipal, casada com o
comerciante Horácio Maués Cardoso) e outros.
•
Laurindo Cardoso, proveniente de Pernambuco e era, provavelmente, descendente
de judeus convertidos que se espalharam de Pernambuco pelo Brasil, era
comerciante, dono de terras, plantador de cana-de-açucar em Abaeté, c/c Joanna,
esta descendente de judeus holandeses (Laurindo e Joanna eram bisavós de Maria
Anna Cardoso Amanajás, chegados ao Pará no final do século 19).
• Lauro
Maués Cardoso, c/c Maria de Loudes de Araujo e tiveram duas filhas: Terezinha e
Celeste Araujo Cardoso.
• Maria
Anna Cardoso Amanajás, falecida em Belém em 12/2010, com origem em Abaetetuba e
com filhos: Cláudio, Denise e Monalisa e com netos.
.Maria Maués Ferreira, nascida em 1867, falecida em 1935, filha do
capitalista e industrial Cel. João Olympio Roberto Maués, casada com José Nunes
Ferreira (falecido anteriormente), este antigo comerciante em Abaeté e Maria
Maués Ferreira ainda era neta materna do Cel. Antonio Correa Caripuna, este
antigo chefe político de Abaeté.
.Raymundo
Nunes Ferreira, filho de José Nunes Ferreira e Maria Maués Ferreira, casado com
Virgínia Silva Ferreira.
• Tibúrcio Teixeira, irmão de Velho Cardoso, com origem no Maracapucu. Vide avós maternos de Maria de Nazaré Cardoso e Carmem Cardoso Ferreira.
• Tibúrcio Teixeira, irmão de Velho Cardoso, com origem no Maracapucu. Vide avós maternos de Maria de Nazaré Cardoso e Carmem Cardoso Ferreira.
Família
. Adelma dos Santos Cardoso
. Adenaldo dos Santos Cardoso, é
poeta nato premiado há mais de 40 anos (em relação a 2013) e com dezenas de
poemas publicados via Internet, cantor, compositor musical, interprete de Raul
Seixas, já participou de inúmeros concursos de música e poesia, tendo
conquistado vários prêmios nessas modalidades de artes, casado com Joelma Paes
e com filhos.
. Agenor Kemil dos Santos, casado
e com filhos.
. Agostinho Kemil dos Santos,
casado e com filhos.
. Alberto Kemil dos Santos,
casado e com filhos
. Alexandre Ferreira
Cardoso/Francisquinho, falecido em 8/2003, foi marítimo, comerciante, casou com
Ângela Joana dos Santos e com filhos: Adenaldo, Angelandre, Alexandre Júnior,
Adelma, Ângela, Andrea dos Santos Cardoso e outros. Alexandre Ferreira Cardoso
tinha irmãos: Diquinho Cardoso, Corumbá, Virgulina, Maria.
. Alfredo Kemil dos Santos,
casado e com filhos.
. Alzira Kemil dos Santos
. Ana Kemil dos Santos
. Ângela dos Santos Cardoso,
citada em 1961 como juiza da festa de N. S. da Conceição em 1961.
. Angelandre Cardoso, filho de Alexandre Ferreira Cardoso e Ângela Joana, casado e com filhos: Alessandro e outros.
. Angelandre Cardoso, filho de Alexandre Ferreira Cardoso e Ângela Joana, casado e com filhos: Alessandro e outros.
. Angelita Kemil dos Santos
. Anice Kemil dos Santos
. Ângela Joana dos Santos Cardoso,
casou com Alexandre Ferreira Cardoso e com filhos (ver Alexandre Ferreira
Cardoso).
. Angelandre dos Santos Cardoso
. Antonio Kemil dos Santos/Totó
do Kemil, casado e com filhos (vide acima).
. Corumbá Cardoso, irmão de
Alexandre Ferreira Cardoso e com filhos.
. Diquinho Cardoso, irmão de
Alexandre Ferreira Cardoso, casado com D. Santinha e com filhos: Raimundinho,
Antonio, Joana e outros.
. Júnior Cardoso, filho Alexandre
Ferreira Cardoso e Ângela Joana.
. Kemil dos Santos, pai de Ângela
Joana dos Santos Cardoso, de origem síria, comerciante, dono de engenho, casado
e com filhos: Alberto, Antonio/Totó do Kemil, Agostinho, Alfredo, Agenor,
Anice, Angelita, Alzira, Ana Kemil dos Santos.
. Maria da Conceição Cardoso
Chaves, falecida a 9/6/2013.
. Virgulina Cardoso Monteiro,
irmã de Alexandre Ferreira Cardoso, casada e com filhos: Graça e outros.
Gerações
1ª G/ pais de Alexandre Antonio Cardoso
2ª G/Filhos/F, Alexandre Antonio Cardoso, morador à Praça da República,
vogal na Intendência: do Tenente-Coronel Torquato Pereira de Barros em
1900-1902, da intendência do Dr. João Evangelista Correa de Miranda em
1902-1906, na Intendência do Coronel Hygino Maués em 1906-1908, comerciante
citado em 1922, Major-fiscal do Estado-maior do 214º Batalhão de infantaria da
Guarda Nacional em 12/4/1906, c/c Benedita Maria da Conceição Teixeira e
tiveram filhos, 3ª G/Netos/N: Esmeralda Cardoso, Antonia Felícula Cardoso.
Antonia Felícula tinha outros irmãos: Dadá e Horácio Cardoso.
Família
Antonia Felícula Cardoso, filha de Antonio Alexandre Cardoso e Benedita
Maria da Conceição Teixeira, casou com Arthur Nunes Ferreira, e este possuía
duas irmãs e esses três irmãos casaram com outros 3 irmãos da família Cardoso,
portanto duas vezes primos entre si. Filhos de Antonia Felícula com Arthur
Nunes Ferreira: Maria de Nazaré, Joana da Conceição, Artúnia, João Batista,
Carmem Cardoso Ferreira. Antonia Felícula, faleceu com 99 anos, no dia de Santo
Antonio. Inicialmente a família de Antonia Felícula residiu num chalé atrás do
prédio da Escola Basílio de Carvalho, casa onde antes morou Zezé Paes. Irmãos
de Arthur, casadas com Cardoso: Carlos Nunes Ferreira, que casou com Dadá
Cardoso e tiveram filhos e Mimi Nunes Ferreira, que casou com Horácio Cardoso e
tiveram filhos.
Dadá Cardoso, c/c Carlos Nunes Ferreira, que, por sua vez, é irmão de:
Arthur e Mimi Nunes Ferreira, que por sua vez casaram com membros da fam.
Cardoso.
Horácio Cardoso, casou com Mimi Nunes Ferreira e tiveram filhos.
Manoel Laurindo Cardoso, nomeado professor para a escola elementar do
Tucumanduba.
Outros Cardoso:
Maués & Cardoso, firma citada em
6/8/1901, com a reinvidicação dos donos de engenhos de Abaeté e Igarapé-Miri,
junto ao Governador do Pará, Dr. Augusto Montenegro, pela isenção dos impostos
importados de outros estados brasileiros, solicitados pela Associação Comercial
de Belém.
Família
Antonio Alexandre Cardoso, irmão do Velho Cardoso, com origem no
Maracapucu, c/c Benedita Maria da Conceição Teixeira e tiveram filhos.
POESIAS E COMPOSIÇÕES MUSICAIS DO ADENALDO
Lembranças, devaneios
ASA FERIDA
Abaetetuba!
Teus filhos se foram
Uns sepultados
Outros assombrados
Outros sem opção
De viver ao teu lado
Foram contra a vontade
Deixando saudade
No pé do teu chão
Abaetetuba!
Teus filhos se foram
Deixaram teus braços
Abraços de mãe
Deixaram tua luz
Quando ouviram o trovão
Mas levaram nas malas
As roupas talhadas
Pelas tuas mãos
Abaetetuba!
Teus filhos se foram
Uns para sempre
Outros retornaram
Pra te visitar
Mataram a saudade
Depois viajaram
Num barco de sonho
Pra outro lugar
Abaetetuba!
Teus filhos se foram
De volta pra casa
Deixaram suas marcas
Pra outro dia voltar
No caminho da vida
A despedida
É asa ferida
Antes de voar
Abaetetuba!
Teus filhos se foram
Se foram teus filhos
Pensaram em ficar
Teus filhos se foram
Se foram teus filhos
Os filhos que foram
Serão os teus filhos
Em qualquer lugar
Lembranças, devaneios
CINZAS DA TRADIÇÃO
No fogo do Carnaval
Vivi cinzas da verdade
Derramei pela fogueira
O combustível da saudade
Da chama alegre da paixão
Fiz a minha fantasia
Diante de tanta aculturação
Minh’ alma ficou vazia
Não encontrei a Colombina
Não encontrei com o Pierrô
Não encontrei o Zé Pereira
Nem tampouco o seu tambor
Procurei pelo Rei Momo
Não encontrei nem seu reinado
Tomei cachaça com Palhuk
Em Abaetetuba coroado
Vivi cinzas da verdade
Derramei pela fogueira
O combustível da saudade
Da chama alegre da paixão
Fiz a minha fantasia
Diante de tanta aculturação
Minh’ alma ficou vazia
Não encontrei a Colombina
Não encontrei com o Pierrô
Não encontrei o Zé Pereira
Nem tampouco o seu tambor
Procurei pelo Rei Momo
Não encontrei nem seu reinado
Tomei cachaça com Palhuk
Em Abaetetuba coroado
Devaneios, filosofias
Para você também. Você é de
Abaeté/
REVELAÇÃO
O muito que se tem para dizer
É o pouco que se consegue captar
Mas se outra vida haveremos de viver
O muito que se tem para dizer
É o pouco que se consegue captar
Mas se outra vida haveremos de viver
Vendo esta vida temos que acreditar
Decerto, Deus é o dono do poder
Nosso sofrer pode até nos revelar
O corpo fica, fica o tato do saber
O paraíso não está neste lugar
Adenaldo dos Santos Cardoso
Abaetetuba - Pará - Brasil
Decerto, Deus é o dono do poder
Nosso sofrer pode até nos revelar
O corpo fica, fica o tato do saber
O paraíso não está neste lugar
Adenaldo dos Santos Cardoso
Abaetetuba - Pará - Brasil
Adenaldo Santoscardoso
Lembranças do Raul Seixas
"Eu perdi o meu medo,
o meu medo da chuva"
Repentes, Família
Sofia brinca o Carnaval
Defende o tradicional
Sua bandeira é uma sombrinha
Que lembra a Buzina do Chacrinha
Homenagem, cultura de Abaetetuba
Adenaldo como cantor e intérprete de Raul Seixas
já extrapolou os limites de Abaetetuba
Uma característica marcante de Adenaldo é
divulgar a cultura, as figuras e personagens e
artistas de Abaetetuba
ABAETETUBA,
ÉS MINHA PAIXÃO!
Abaetetuba, és minha paixão
Vives dentro do meu coração
Eu te abraço com muita emoção
Ao pisar no esplendor do teu chão
Afagando as tuas tranças me sinto criança e começo a sonhar
Brinquedo de miriti navegando em alto mar
Monto numa bicicleta e com cara de atleta meu garbo é gabar
O amor que vem de ti, linda Flor do meu Pará
Passeando de canoa um rock na proa me faz delirar
Vejo o boto tucuxi com a iara a dançar
No carnaval quem te cutuca é o Bloco do Palhuk que dá o que falar
Não esqueço do Osni, o pierrô do teu bailar
Tuas ilhas são tuas filhas, teus rios são teus filhos “encantos a encantar”
A boiúna apareceu sob a luz do teu olhar
Minha cidade querida, te levo em vida pra qualquer lugar
Senhora da Conceição, vive a te abençoar!
Adenaldo dos Santos Cardoso
Abaetetuba - Pará - Brasil
Foto: Angelo Paganelli
Abaetetuba, és minha paixão
Vives dentro do meu coração
Eu te abraço com muita emoção
Ao pisar no esplendor do teu chão
Afagando as tuas tranças me sinto criança e começo a sonhar
Brinquedo de miriti navegando em alto mar
Monto numa bicicleta e com cara de atleta meu garbo é gabar
O amor que vem de ti, linda Flor do meu Pará
Passeando de canoa um rock na proa me faz delirar
Vejo o boto tucuxi com a iara a dançar
No carnaval quem te cutuca é o Bloco do Palhuk que dá o que falar
Não esqueço do Osni, o pierrô do teu bailar
Tuas ilhas são tuas filhas, teus rios são teus filhos “encantos a encantar”
A boiúna apareceu sob a luz do teu olhar
Minha cidade querida, te levo em vida pra qualquer lugar
Senhora da Conceição, vive a te abençoar!
Adenaldo dos Santos Cardoso
Abaetetuba - Pará - Brasil
Foto: Angelo Paganelli
Adenaldo Santoscardoso
Cotidiano
Em Que Estou Pensando?
Estou pensando
Naquela pessoa
Que só apredeja
Que põe na bandeja
A sua emoção...
Estou pensando
Na pessoa que pensa
Pelas outras cabeças
Me dando a certeza
Que não é a dela, não...
Estou pensando
No homem cagado
Homem vomitado
Que borra de fezes
O seu coração...
Estou pensando
No pobre coitado
Que torna culpado
O amigo do face
Pela opinião...
Estou pensando
No homem zangado
Que escreve o que quer
Depois vê mordaça
Na livre expressão...
Estou pensando
No homem mal amado
Que procura culpado
Nas redes sociais
Pela sua depressão...
Estou pensando
Indíscutivelmente
Juro que não entendo
Porque estou pensando
Pois, basta a omissão...
Repentes, Devaneios
Não importa qual é a cor de uma flor
Nem se ela desabrocha perfumada
Certamente uma flor é uma flor
E como for, uma flor será chamada
Nem se ela desabrocha perfumada
Certamente uma flor é uma flor
E como for, uma flor será chamada
(Adenaldo Cardoso)
*Foto tirada no Bosque Cultural e Ecológico Camaleão Encantado*
*Foto tirada no Bosque Cultural e Ecológico Camaleão Encantado*
13 de Junho de 2012
Homenagem em jogo de palavras
HOMENAGEM AOS AMIGOS DO FACE +
AMIGOS
(Inspirado nos posts de Mari C. Cardo e Marivaldo Rodrigues)
Eu planto castanheira e Gilmar pinho
Eu vejo pedras e Firmo matos
Eu vagueio noites e Cassio dias
Eu programo e Beto farias
Eu tenho terçado e Alexandre machado
Eu bebo mingau e Mari cardo
Eu abraço amigo e Giussepe parente
Eu sou Abaeté e Maria caripuna
Eu dou frente e Benedito costa
Eu coloco sal e Antonio pimenta
Eu homenageio Abaetetuba e Eliane Belém
Eu aprecio morena e Ava branco
Eu curto Zé Carioca e Lucas Thor
Eu canto regional e Jaime Brasil
Eu sigo Jesus e João Pedro
Eu elogio cantor e Chiquinho tecladista
Eu danço carimbó e Esmerino roque
Eu tenho um vira-lata e Moisés lobo
Eu vivo urbano e Alexandre silvestre
Eu admiro Raul e Ivan John Lennon
Eu valorizo boi-bumbá e Marco reis
Eu ouço Dominguinho e Luiz Gonzaga
Eu prefiro areia e Alex rocha
Eu sintonizo Deus e Eustáquio santos
Eu sopro algodão e Paulo pena
Eu protejo coração e Davi figueiredo
Eu sou que sou e Hélio maués
Eu chupo laranja e Osorio lima
Eu imito bode e Sávio carneiro
Eu venero Nazaré e Aninha Conceição
Eu degusto araçá e Sidney goiaba
Eu declaro guerra e Joelma paes
(Inspirado nos posts de Mari C. Cardo e Marivaldo Rodrigues)
Eu planto castanheira e Gilmar pinho
Eu vejo pedras e Firmo matos
Eu vagueio noites e Cassio dias
Eu programo e Beto farias
Eu tenho terçado e Alexandre machado
Eu bebo mingau e Mari cardo
Eu abraço amigo e Giussepe parente
Eu sou Abaeté e Maria caripuna
Eu dou frente e Benedito costa
Eu coloco sal e Antonio pimenta
Eu homenageio Abaetetuba e Eliane Belém
Eu aprecio morena e Ava branco
Eu curto Zé Carioca e Lucas Thor
Eu canto regional e Jaime Brasil
Eu sigo Jesus e João Pedro
Eu elogio cantor e Chiquinho tecladista
Eu danço carimbó e Esmerino roque
Eu tenho um vira-lata e Moisés lobo
Eu vivo urbano e Alexandre silvestre
Eu admiro Raul e Ivan John Lennon
Eu valorizo boi-bumbá e Marco reis
Eu ouço Dominguinho e Luiz Gonzaga
Eu prefiro areia e Alex rocha
Eu sintonizo Deus e Eustáquio santos
Eu sopro algodão e Paulo pena
Eu protejo coração e Davi figueiredo
Eu sou que sou e Hélio maués
Eu chupo laranja e Osorio lima
Eu imito bode e Sávio carneiro
Eu venero Nazaré e Aninha Conceição
Eu degusto araçá e Sidney goiaba
Eu declaro guerra e Joelma paes
Cotidiano e memória
O FERRO VELHO
Ferro a carvão
Ferro de passar
Parecia embarcação
Sobre a roupa a navegar
Hoje a tecnologia
Inova sem cessar
Inventou um ferro novo
Fez o velho aposentar
O ferro novo é elétrico
Não precisa assoprar
Não precisa de carvão
Nem se vê cinzas no ar
Coitado do ferro velho!
Ninguém quer ouvir falar
Ninguém mais lhe dar a mão
Ninguém lhe ajuda a caminhar
Adenaldo dos Santos Cardoso
Abaetetuba - Pará - Brasil
Ferro a carvão
Ferro de passar
Parecia embarcação
Sobre a roupa a navegar
Hoje a tecnologia
Inova sem cessar
Inventou um ferro novo
Fez o velho aposentar
O ferro novo é elétrico
Não precisa assoprar
Não precisa de carvão
Nem se vê cinzas no ar
Coitado do ferro velho!
Ninguém quer ouvir falar
Ninguém mais lhe dar a mão
Ninguém lhe ajuda a caminhar
Adenaldo dos Santos Cardoso
Abaetetuba - Pará - Brasil
Devaneios
OH! PÔ, ETA!
O poeta parece angustiado
Conversa com as estrelas de dia
Seu céu aparece nublado
Com nuvens de melancolia
O poeta deserda os outros
De suas fiéis companhias
Apedreja procurando culpados
Pelos motivos da sua agonia
O poeta reclama que não pesca
Provoca muita maresia
Naufraga em seu próprio remanso
Não rema; espera a ventania
O poeta professa em sua arte
“Abracadabra” em suas poesias
Transforma seus verdadeiros amigos
Em inimigos, com suas magias
-Oh! Pô, eta!.. Não, não cospe nos pratos
Das amizades de outros dias...
Coloca os inimigos na cartola
Tira amigos, com sua sabedoria!
Adenaldo dos Santos Cardoso
Abaetetuba - Pará - Brasil
Homenagem, devaneios
Adenaldo Santoscardoso
Quando tu adentraste meu coração
Fechei todas as portas
Coloquei grades em todas as janelas...
Fiz de tudo para que não fosses embora
Mas num descuido simplesmente esqueci
Que tu tinhas uma chave, aquela que te dei
Quando chegaste, quando barrei o sol
Quando te escravizei...
Só hoje eu sei o que não sei
Porque te chamava de Senhora
Comemorando
o dia da poesia
Devaneios, jogo de palavras
BORBOLETRAS
O poeta cava o poço da utopia
Suga a água límpida do prazer do despertar da vida
O poeta se banha de inspiração
Suga da entranha o prazer de se alimentar de sonhos
O poeta mergulha nu no universo
Absorve as vibrações de ser, engravida de satisfação e pari...
O poeta pari na mais profunda emoção
As suas queridas borboletras
O poeta cava o poço da utopia
Suga a água límpida do prazer do despertar da vida
O poeta se banha de inspiração
Suga da entranha o prazer de se alimentar de sonhos
O poeta mergulha nu no universo
Absorve as vibrações de ser, engravida de satisfação e pari...
O poeta pari na mais profunda emoção
As suas queridas borboletras
Adenaldo dos Santos Cardoso
Abaetetuba - Pará - Brasil
Abaetetuba - Pará - Brasil
Cotidiano, devaneios
Adenaldo Santos Cardoso
Hoje acordei mais cedo
Vi o sol nascer
Os pássaros cantando
As aves voando
Tudo tranquilo sob o céu
Ouvi até a voz do meu coração
O silêncio falando alto
Vi e ouvi ao acordar com o dia
A rua me olhando
Com grande simpatia
Eu vi! Não era sonho...
Vendo a Cidade que dormia.
Adenaldo Santoscardoso
Homenagem, Hino para a EBPB, lembranças
|
Hoje
está no berço,completando 51 anos, a
ESCOLA BERNADINO PEREIRA DE BARROS
- FONTE LÍMPIDA DE SABER E LUZ -
Música - Autoria: Adenaldo Cardoso / Angela Santos.
Escola, símbolo de luta
Garra e esperança
Presente eternamente
Em nossa lembrança.
Plantada com fervor
No jardim de Abaetetuba
Pelas mãos de um povo bravo
Que preserva sua cultura.
Fonte de luz!
Resplandecente estrela guia
Clareia a vida
Transmite sabedoria
Escola Bernadino (REFRÃO)
É nossa paixão
Com muito orgulho
Muito amor e educação
Escola, desperta o corpo
Ao dar e receber
Seus galhos tão frondosos
Nos ajudam a crescer.
No esporte e no lazer
Temos muito que festejar
Troféus de nossa glória
O jeito bom de superar .
(REFRÃO)
Sacrifício e boa vontade
Aos mestres com gratidão
Nós somos os tijolos
E a escola é a construção.
Neste lar de aprendizagem
Exemplos de motivação
Só nos realizamos
Se aprendermos a lição
(REFRÃO)
Aqueles que aqui passaram
Aqueles que aqui estão
Bernadino Pereira de Barros
Nunca mais esquecerão.
ESCOLA BERNADINO PEREIRA DE BARROS
- FONTE LÍMPIDA DE SABER E LUZ -
Música - Autoria: Adenaldo Cardoso / Angela Santos.
Escola, símbolo de luta
Garra e esperança
Presente eternamente
Em nossa lembrança.
Plantada com fervor
No jardim de Abaetetuba
Pelas mãos de um povo bravo
Que preserva sua cultura.
Fonte de luz!
Resplandecente estrela guia
Clareia a vida
Transmite sabedoria
Escola Bernadino (REFRÃO)
É nossa paixão
Com muito orgulho
Muito amor e educação
Escola, desperta o corpo
Ao dar e receber
Seus galhos tão frondosos
Nos ajudam a crescer.
No esporte e no lazer
Temos muito que festejar
Troféus de nossa glória
O jeito bom de superar .
(REFRÃO)
Sacrifício e boa vontade
Aos mestres com gratidão
Nós somos os tijolos
E a escola é a construção.
Neste lar de aprendizagem
Exemplos de motivação
Só nos realizamos
Se aprendermos a lição
(REFRÃO)
Aqueles que aqui passaram
Aqueles que aqui estão
Bernadino Pereira de Barros
Nunca mais esquecerão.
CORRETO
- Nossa escola nos ilumina
Com seus focos orientadores
Nos mostrando o caminho
Para sermos vencedores.
Fonte de luz!
Resplandecente estrela guia
Clareia a vida
Transmite sabedoria
Escola Bernadino
É nossa paixão
Com muito orgulho
Muito amor e educação.
Com seus focos orientadores
Nos mostrando o caminho
Para sermos vencedores.
Fonte de luz!
Resplandecente estrela guia
Clareia a vida
Transmite sabedoria
Escola Bernadino
É nossa paixão
Com muito orgulho
Muito amor e educação.
Devaneios, família
O
CAMPEÃO
Vi um homem forte segurando a dor
Escondendo a tristeza no cobertor
Vi falar com todo mundo como um professor
Alexandre é o grande nosso protetor
Vi em seu semblante a expressão do amor
Seu sorriso de menino, o abrir da flor
Vi seus gestos de carinhos a tudo se opor
O Guerreiro Poderoso é nosso Senhor
"Eu já lhe falei de tudo,
Mas tudo isso é pouco
Diante do que sinto...
Olhando seus cabelos, tão bonitos,
Beijo suas mãos e digo
Meu querido, meu velho, meu amigo"
Adenaldo dos Santos Cardoso
Em, maio de 1995.
Abaetetuba - Pará – Brasil
Vi um homem forte segurando a dor
Escondendo a tristeza no cobertor
Vi falar com todo mundo como um professor
Alexandre é o grande nosso protetor
Vi em seu semblante a expressão do amor
Seu sorriso de menino, o abrir da flor
Vi seus gestos de carinhos a tudo se opor
O Guerreiro Poderoso é nosso Senhor
"Eu já lhe falei de tudo,
Mas tudo isso é pouco
Diante do que sinto...
Olhando seus cabelos, tão bonitos,
Beijo suas mãos e digo
Meu querido, meu velho, meu amigo"
Adenaldo dos Santos Cardoso
Em, maio de 1995.
Abaetetuba - Pará – Brasil
Homenagem, família
Hoje é um dia especial: de muita alegria e felicidade!
Salve, 13 de março - o dia em que nasceu a minha anja
Angela Inez Paes Cardoso.
MUITOBÉNS!!!
Minha filha, minha vida
Minha amada, meu amor
Deus inventou tua fantasia
E te vestiu de esplendor
Folclórica flor de março
Mês que aniversaria
Em junho é só Pavulagem
Sai em grande romaria
Sou feliz com tua existência
Sou feliz, juro que sou!
Minha Angela, minha Inez
Anjo que Deus me mandou
Adenaldo Santoscardoso
Angela P. Cardoso
A vida me deu de presente
Grande áurea da alegria
Que encanta a minha alma
Sublime broto de poesia
MUITOBÉNS, minha filha!
Adenaldo Santoscardoso
Repente, lembranças
Os olhos de um amigo
São como refletores
Que clareiam nossas vidas
Que apagam nossas dores
Homenagem, cultura
ABAETETUBA
Amo
Rio
Mergulho
Nado
Remo
Navego
Verso
Proso
Conjugo
Rimo
Vida
Barco
Adenaldo dos Santos Cardoso
Olhar Fotográfico: João Fran.
Amo
Rio
Mergulho
Nado
Remo
Navego
Verso
Proso
Conjugo
Rimo
Vida
Barco
Adenaldo dos Santos Cardoso
Olhar Fotográfico: João Fran.
Cultura, cotidiano
MINHA CUIA DE PIRÃO
Vi muitos caroços
Caroços de açaí
Rolando pela "Beira"
Vi o sol se pondo
Por detrás do açaizal
Vi bagos de farinha
Encharcados pelo chão
Vi a tarde se cobrindo
Com o lençol da escuridão
No porão de meus bolso
O pitiú da inflação
Senti a praga de um bêdado
Por não pegar na sua mão
E o meu sonho desfeito
Minha cuia de pirão
Adenaldo dos Santos Cardoso
Abaetetuba - Pará - Brasil
Devaneio, homenagem
MINHA
ESTRELA
Interligo meu amor na tua ceia
No teu sentido, na tua veia
Desejo-te ver ligada!
Iluminada como uma estrela
Afinal, eu sei que sou...
Aquele mar que te espelha
Aonde vou, sou defensor
Do esplendor que te rodeia
E por amor, sou infrator
De toda luz que te clareia
Não te desligo!
“Sonhar, falar, sorrir, cantar
Amar, poetizar e até chorar...”
Como reflito!
Saiba que sou teu refletor
Mais...muito mais... que teu amigo
Adenaldo dos Santos Cardoso
Abaetetuba – Pará – Brasil
Interligo meu amor na tua ceia
No teu sentido, na tua veia
Desejo-te ver ligada!
Iluminada como uma estrela
Afinal, eu sei que sou...
Aquele mar que te espelha
Aonde vou, sou defensor
Do esplendor que te rodeia
E por amor, sou infrator
De toda luz que te clareia
Não te desligo!
“Sonhar, falar, sorrir, cantar
Amar, poetizar e até chorar...”
Como reflito!
Saiba que sou teu refletor
Mais...muito mais... que teu amigo
Adenaldo dos Santos Cardoso
Abaetetuba – Pará – Brasil
DESAFIOS DE ADENALDO DOS SANTOS CARDOSO
Com a participação de Clóvis
Cardoso, João Pedro Maués e Benício Lobato Cruz
Adenaldo
Santoscardoso
Flor da
várzea / Reflete na água / Na pele do rio / Teu encanto desagua...
Clovis Cardoso
O rio desagua
no mar/ O igarapé desagua no rio/ A linda flor marapatá/ É meu amor e arrepio
molho de maiurana...
Adenaldo Santoscardoso
Amor com
cheiro de flor / Envolvido com baba de aninga / O amor é amor sedutor /
Orgasmo, ardência de pinga!
João Pedro Maués
No roseiral
ou na aninga/o Clovis aprecia a manjurana/Ele dà mt ponto em pinga/que também
se chama cana.../parece que agora ta parado/de meter marijuana/mas já disse o
poeta popular/pra o adágio confirmar/quem conhece o caminho da perdição/sempre
dá a volta no quarteirão...
Clovis Cardoso
Dentro da
flor amarela,/ Tem uma cor de urubú/Não, não é aquela/ É o redondo do teu cú.
João Pedro Maués
Caro Benicio
Cruz/o Clovis nao teve mimo/misturou cus e urubus/pra xingar seu amado
primo....
Clovis Cardoso
Mimo é coisa
de viado/ Que quer dar e não consegue/ Mas que o redondo é apretado/ Não há
Pedro que o negue. / belzebu que o carregue....
Clovis Cardoso
Carrengando é
que se conhece/ O peso da pedra do inferno/ assim é que mais se esclarece/ no
Benicio o furor interno/ E no Pedrão que se esquece/ De sua infância escrita no
caderno.
João Pedro Maués
Qdo o Clovis falecer/O diabo vai
vibrar/Até o dia amanhecer/Com o Mefisto a cantar/ O Maxico desistiu/desse
moleque internar/Falou "puta que pariu/Onde eu fui meu burro amarrar/Seu
demônio dê licença/trago açaí em pouquinho/Na moxila mal querença/na cabeça
fumaça de unzinho/ Vou esperar o Adenaldo/ Benicio, Guri e Pinho/Vamos tomar
muito caldo/serve qualquer cantinho/
Adenaldo Santoscardoso
Benicio,
Pedrão e Clovinho / Chega de tanta miragem / A flor segue o seu destino / Pra
que apelar pra sacanagem? ...
Adenaldo Santoscardoso
Flor da
várzea, flor mundana! / Sufocaram tua beleza / Flor da planta maiurana /
Postada de incerteza...
Clovis Cardoso
É flor a
minha amada
Nascida em pleno rio
Bela, amarela, inundada,
Por meu carinho luzidio.
Nascida em pleno rio
Bela, amarela, inundada,
Por meu carinho luzidio.
João Pedro Maués
Adenaldo,INRI
ou mesmo Papa/a criação é livre e aguda/o Clovinho da um tapa/e fica com a
vista miúda.../Seu Maxico bom pai e amigo/dizia, o menino tá febril/mal sabia
era castigo/pro olho só Moura Brasil...
Carrengando é
que se conhece/ O peso da pedra do inferno/ assim é que mais se esclarece/ no
Benicio o furor interno/ E no Pedrão que se esquece/ De sua infância escrita no
caderno.
João Pedro Maués
Qdo o Clovis
falecer/O diabo vai vibrar/Até o dia amanhecer/Com o Mefisto a cantar/ O Maxico
desistiu/desse moleque internar/Falou "puta que pariu/Onde eu fui meu
burro amarrar/Seu demônio dê licença/trago açaí em pouquinho/Na moxila mal
querença/na cabeça fumaça de unzinho/ Vou esperar o Adenaldo/ Benicio, Guri e
Pinho/Vamos tomar muito caldo/serve qualquer cantinho/
Benicio Lobato Cruz
..o clovis
pirou...o diabo gostou, na eterna "ardencia" do inferno..o meu primo
adorou...pois se sentiu em casa e de um ou outro jeito o diabo mora no seu
peito......
Clovis Cardoso
Hoje o dia é
propicio,
Pra voce que é Benicio,
Pra voce que é Pedrão,
Que no inferno já estão,
Vivendo nesta vida,
O Diabo vermelhão
Qua nao cura ferida.
E bota no cu mais zarcão.
Pra voce que é Benicio,
Pra voce que é Pedrão,
Que no inferno já estão,
Vivendo nesta vida,
O Diabo vermelhão
Qua nao cura ferida.
E bota no cu mais zarcão.
Benicio Lobato Cruz
...o dia fica
mais gostoso...sem o clovis cardoso, se ele pinta no pedaço o diabo manda-lhe
um abraço, sem meu amigo pedrão....coitado da situação...o clovis perde dois
ombros amigos para chorar da sua situação......
Clovis Cardoso
O mal atrai o
mal...o bem atrai o bem...nessa conjunçao carnal...náo entra ninguém...que não
seja igual...e o diabo diz amem...
Adenaldo Santoscardoso
Nas rimas
pretenciosas / De Benicio e de Pedrão / Meu caro amigo Clovinho / Te espetaram
o coração
Clovis Cardoso
Espetar faz o
capeta...com garfo e garfao...os dois fazem chupeta...na cabeça do cabeçao...
Adenaldo Santoscardoso
E a flor que
num flash colheste / Mostraste com emoção / Benicio e João Pedro / Não merecem
tua paixão
Clovis Cardoso
Nao sabem o
que paixao...nem pouco, nem pouquinho...um é puro ódio zarcão...e o outro só
quer o pretinho...
Adenaldo Santoscardoso
Dar a flor
pra tua amada / Deixa de seres teimoso / Esses caras embucetaram / O teu lado
amoroso
Benicio Lobato Cruz
vc esta certo
adenaldo, o clovis nao tem coracao...por isso merece reclamacao.....o seu
horizonte e uma pura escuridao....vamos ficar feliz eu e o meu amigo pedrao...\
Adenaldo Santoscardoso
Jess, fala
pro teu irmão: / - Pára Pedro, Pedro pára / Pedro pára, pára Pedro... / O
Clovinho não merece / Ser chifrado por toureiro
João Pedro Maués
O diabo é
gente fina/ pinta caroço e o sete/qado vê o Clovis se amofina/e diz :perdi minha
diabete/ O menino é desalmado/mete medo no capeta/quando chega encachaçado/a
pé,de moto ou lambreta/Seu Maxico coitadinho/rezou pai nosso e ave
maria/pedindo clemência ao Clovinho/qdo aportasse no inferno, lá comandando a
putaria...
Benicio Lobato Cruz
cuidado amiga
jess...o clovis nao merece muito carinho, as vezes ele se parece um diabinho,
se vc patetar alguma travanca ele vai lhe arrumar.....nao vai ter lei maria da
penha que possa lhe salvar....
Adenaldo Santoscardoso
João Pedro Maués / Benicio Lobato Cruz/ Todos dois, são dois
capetas! / Disfarçados de Jesus...
Benicio Lobato Cruz
...se somos
dois capetas disfarcados de jesus....no meu nome eu ja tenho uma cruz....o que
dizer do clovis , meu amigo adenaldo ....que mais parece um desalmado....
Adenaldo Santoscardoso
O Clovis
desapareceu / Espantaram o prosador / Sua flor entristeceu / Resta pouco
esplendor / No aningal que concebeu / O seu barco encalhou...
Adenaldo Santoscardoso
Se afundou
pelo aningal / Ele pode se salvar / Mas se foi pelo perau / Só se Deus o
ressuscitar...
Benicio Lobato Cruz
..pelo perau
eu nao sei...so sei se o clovis nao se arrepender do que fez, quando chegar a
sua vez.....o diabo no inferno tera um novo fregues.....
João Pedro Maués
O Diabo já
falou/aqui o bicho pega/porque o Clovis sempre achou/comigo nem o cão
sossega...Seu menino malcriado/toma cachaça rum e batida/ja ta com o bucho
quebrado/agora so quer saber da mardita...
Clovis Cardoso
Antes da
terra ser imunda/ O Benicio era o Cão/ O Pedro chupava macumba/E tal cheirava
Zarcão/ Assim ninguém afunda...
Benicio Lobato Cruz
...se ninguem
afunda...meu caro clovis cardoso...vc esta nessa imensa barafunda.....não
compare eu e o pedro, com aquilo que bóia e sai da bunda.......
João Pedro Maués
Nascido nas
aguas barrentas/às margens do Tocantins/Clovis,te liga,afugentas/com o odor do
enxofre as minas q estão afins...Mas isso tudo é besteira/pra Belzebu,Mefisto e
Lucifer/Clovinho estica uma carreira/pra atrair Pinho,Berilo e quem mais
quiser...
Benicio Lobato Cruz
que coisa mais sem luz...a sua
vagancia se transforma em petulancia...antes eu , o pedro e o adenaldo..., que
vc clovis...fugindo do diitado que tudo que é demais fica enjoado....
Clovis Cardoso
Jaime é teu retato,
Benício.../Chatura e reclamação/ Sai dessa, cheira um zarcão/ Se não cais no
precipício...
Benicio Lobato Cruz
vá na frente, clovis vc o jaime e
o zhukov, que fugiu do hospicio
João Pedro Maués
Seu Maxico sempre lutou / pros
meninos educar/num bom futuro apostou/não foi difícil acertar.../O Conde nunca
deu mole/Sérvolo sempre altaneiro/Minha Velha orgulhava a prole/Com o Trica
corneteiro/Passarinho e Clovis tomando cana num gole...
Benicio Lobato Cruz
clovis o seu Futuro
será assim......comendo grama...ou a raiz do capim....
Clovis Cardoso
Sera assim se Deus quiser,
Melhor do que o esquecimento ,
Melhor do que o esquecimento ,
a raiva, a depressão, o momento,
Sem nada, sem nada até...
Sem nada, sem nada até...
Desafios entre Adenaldo Santos Cardoso e Clóvis Cardoso
Adenaldo Santoscardoso
Água ardente de cana doce /
Passarinha à embuança / Seu destino é a cabeça / Mas faz escala pela pança.
Clovis Cardoso
Pela pança ela passa,
Pelo fígado e pelos rins,
Com uma frasqueira de cachaça
Nado de Abaeté a Parintins.
Pelo fígado e pelos rins,
Com uma frasqueira de cachaça
Nado de Abaeté a Parintins.
Adenaldo Santoscardoso
Frasqueira, tsunami da pura /
Aniquila amargura / Mata o medo e o frio / Garapa, mel, açúcar e rapadura /
Ardência e doçura / Sangue bom do Brasil.
Clovis Cardoso
O sangue corre pela veia,
O camarão pelo igarapé
Meu almoço, merenda e ceia
É a cachaça de Abaeté .
O camarão pelo igarapé
Meu almoço, merenda e ceia
É a cachaça de Abaeté .
Clovis Cardoso
Entornando o garrafão de cachaça,
Pensava em jogar a meia do Santo,
Mas, para meu maior espanto,
Eu era o santo que recebia a graça.
Pensava em jogar a meia do Santo,
Mas, para meu maior espanto,
Eu era o santo que recebia a graça.
Adenaldo Santoscardoso
Que desgraça! / Se antes eras
santo / Hoje és a cachaça / E a frasqueira é teu manto / Milagre da
"mardita" / Que entornaste pelo canto / Da tua boca atrevida / Provana
de desencantos!
Edu Dias
"Quem dá pro Santo é um devoto / na mais pura devoção
/ quem toma cachaça de Abaetetuba / aprende a graça tomar um garrafão"
Adenaldo Santoscardoso
Não eboles graça / A água é
ardente / Se não deres pro santo / Serás um penitente.
Clovis Cardoso
Essa pena pago com mui fé,
Delirando ao sabor da caninha,
Pois minha alma não esta sozinha:
O povo inteiro que mora em Abaeté.
Delirando ao sabor da caninha,
Pois minha alma não esta sozinha:
O povo inteiro que mora em Abaeté.
Adenaldo Santoscardoso
Pobre frasqueira / Vazia vive no
ninho / No museu: canto da casa / Onde mora o Clovinho / De Abaeté pra Cuiabá /
Ela deu um trabalhão / Foi presente do Serginho / Com carinho e compaixão / Mas
como não se morre de paixão / Não matará o beberrão.
Clovis Cardoso
A frasqueira esta vazia de pura
Mas é repleta de recordação ,
Por isso a guardo com ternura,
No centro do meu coração .
Quando a vejo eu navego
Em Abaeté no seu centro,
Meu louco passado nao nego,
E na frasqueira vou adentro...
Mas é repleta de recordação ,
Por isso a guardo com ternura,
No centro do meu coração .
Quando a vejo eu navego
Em Abaeté no seu centro,
Meu louco passado nao nego,
E na frasqueira vou adentro...
Adenaldo Santoscardoso
Vai frasqueira na maresia / No
peso de muitas mágoas / Tomamos no cu da agonia / Agonizando vejo o Engenho
Pacheco / Enrabado pela putaria / No carnaval tudo é tão vistoso / Depois que
se morre vem a alegoria / A riqueza de nossa história / Mostramos em nossas
fantasias.
Adenaldo Santoscardoso
A vida é como o rio / rendada à
maresia / Passa vida, passa rio... / Bordados pela ventânia / Na frasqueira
fica o sonho / A colagem do passado / O alegre e o tristonho / rotulada
poranduba: / " O Canto Angustiado / Aos Plantadore de cana de
Abaetetuba".
João Pedro Maués Clovis Cardoso,
Clovinho, Leco-Leco/ Não importa
o nome ou alcunha/Sempre foi seca-boteco/ tirava gosto com café preto e
pupunha.../O Maxico reclamava/A Piquixita, coitada, sofria/Quando cachaça ele
tomava/E com o "do índio" rebatia/ Da poesia acho graça/do pinguço
vejo a agonia/qdo seca a frasqueira de cachaça/fica aquela euforia.../Tento
escrever o que presta/Me livrar da rima pobre/Só uma verdade não se contesta/O
Clovis é um cara nobre...
Clovis Cardoso
Passa a vida num gojeio/ de um
carachué arredio/depois de tomar um copo cheio/viro ponte sobre o rio.
Adenaldo Santoscardoso
Livrai-me Nossa Senhora! / Da tua
goela mardita / Depois de uma grande talagada / Deixa a cidade aflita / Coitado
de quem pisar no teu cuspe / E aquele que te irritar / Vai escutar só palavrão
/ Quando tua boca se agitar.
Clovis Cardoso
Minha boca tremula e agitada/ não
era resultado da cachaça/ mas do beijo da minha amada/ que ainda hoje me
abraça/ chamando de paixão da vida/ e eu chamando-a de minha querida.
Clovis Cardoso
Só depois é que ia pro Bené/
Pegar uma puqueca/ Pra garganta ficar seca/ E enxergar melhor Abaeté.
João Pedro Maués Clovis Cardoso,
Clovinho, Leco-Leco/ Não importa
o nome ou alcunha/Sempre foi seca-boteco/ tirava gosto com café preto e
pupunha.../O Maxico reclamava/A Piquixita, coitada, sofria/Quando cachaça ele
tomava/E com o "do índio" rebatia/ Da poesia acho graça/do pinguço
vejo a agonia/qdo seca a frasqueira de cachaça/fica aquela euforia.../Tento
escrever o que presta/Me livrar da rima pobre/Só uma verdade não se contesta/O
Clovis é um cara nobre...
Clovis Cardoso
O Nobre fazia aguardente,
Engarrafava a disgramada
Que na noite enluarada,
Fazia rir e chorar o coração da gente.
Engarrafava a disgramada
Que na noite enluarada,
Fazia rir e chorar o coração da gente.
Clovis Cardoso
A golfada vem de dentro,
A cachaça vem de fora,
Um vai-e-vem lazarento
Que pega o homem e a senhora
A cachaça vem de fora,
Um vai-e-vem lazarento
Que pega o homem e a senhora
Devaneios, lembranças
BAILE DE
MÁSCARA
(Sonho Fantasia)
Sonhei que estava num baile de máscara
Que eu era o boto e você a iara
Depois de meia-noite a gente se banhava
Nas águas folclóricas de um rio de paixão
A banda remava, a gente navegava
Singrava o rio com muita emoção
No rebojo das águas a alegria boiava
E o remanso formava renda de cordão
Havia pierrô, havia colombina
Bailarina, palhaço, monstro , abusão...
Chovia confete e serpentina
Lembrava teu rabo em descamação
Na várzea aportei buscando teu beijo
Foi quando acordei na desilusão
Ouvindo o barulho da realidade
Adernei com o barco da tradição
Homenagem, família
TRAÇOS DE GIZ
Meus traços soberbos
Que pouco percebo
Herdei de meus pais
O sol que clareia
Ilumina a noite
Num toque se vai
Na minha retina
O mundo ilumina
O caminho da paz
No avesso do corpo
Existem os ossos
Que me leva e traz
No cortejo da alma
O amor me acalma
Num canto feliz
Vislumbro em meus filhos
Meus traços perfeitos
Traçados com giz
Adenaldo dos Santos Cardoso
Abaetetuba - Pará - Brasil
Cultura,
ORATÓRIO
Autoria: Clovis Cardoso / Adenaldo
Cardoso.
É no altar que mora o santo
Caboclo embaixo faz contrição
Bem aventurado é o homem que ama
Deus segura na sua mão
O santo ouve cantos e preces
O caboclo a se lamentar
Pede pro santo de joelhos
Pra sua vida melhorar
Pede saúde e felicidade
Pede pro santo ser seu guia
Pede pra ser um homem bom
Pra afastar o que lhe agonia
Caboclo debulha seus pecados
Distribui grão de empatia
Pra ver se o santo lhe promete
Dar graças de garantia
Mas a maneira de viver calado
Poupa a boca de um palavrão
Caboclo pede angustiado
Ficha limpa em eleição
A reza segue seu itinerário
Caboclo quer seu ganha-pão
O santo no oratório matuta
No ar luzi um flash compaixão
Não existe novidade
O santo nunca disse não
Quem vive a vida de milagre
Deve ser bom cidadão
Espera a rede, o remédio...
Que seja breve a solução
Aí, emerge a fé sentida
O santo é seu amigão
Depois de elevar as suas preces
Caboclo se benze em despedida
Sinais da cruz da paixão
Que ele carrega na vida
É no altar que mora o santo
Caboclo embaixo faz contrição
Bem aventurado é o homem que ama
Deus segura na sua mão
O santo ouve cantos e preces
O caboclo a se lamentar
Pede pro santo de joelhos
Pra sua vida melhorar
Pede saúde e felicidade
Pede pro santo ser seu guia
Pede pra ser um homem bom
Pra afastar o que lhe agonia
Caboclo debulha seus pecados
Distribui grão de empatia
Pra ver se o santo lhe promete
Dar graças de garantia
Mas a maneira de viver calado
Poupa a boca de um palavrão
Caboclo pede angustiado
Ficha limpa em eleição
A reza segue seu itinerário
Caboclo quer seu ganha-pão
O santo no oratório matuta
No ar luzi um flash compaixão
Não existe novidade
O santo nunca disse não
Quem vive a vida de milagre
Deve ser bom cidadão
Espera a rede, o remédio...
Que seja breve a solução
Aí, emerge a fé sentida
O santo é seu amigão
Depois de elevar as suas preces
Caboclo se benze em despedida
Sinais da cruz da paixão
Que ele carrega na vida
Composição musical, cultura de Abaetetuba
XXXI SEMANA DE ARTE E FOLCLORE DE ABAETETUBA
1° Lugar - Uma Canção para Abaetetuba
Em, 15 de agosto de 2012
MIRITIFEST, MADE IN BRAZIL
Autoria: Agenaldo Cardoso / Adenaldo Cardoso
Intérprete: Jillyan Kleber
Do teu corpo fiz minha casa
Da tua pele o meu varal
Dos teus cabelos fiz o meu teto
Do teu sangue o meu mingau
Dos teus braços surgem outras formas
Mosaicos do teu festival
Miro teu mundo
Mundo encantado
Mergulho fundo "tibum" no teu rio
Em Abaetetuba tu és laureado
Miritifest, made in Brazil
Árvore da vida enraizada
Às margens de rios e igarapés
Te transformam em passarinhos
Cobras, tatus e jacarés
Às mãos que esculpem a história
Semeiam tuba aos pés de Abaeté
Miro teu mundo... (REFRÃO)
Brinquedo de miriti
Desejo e imaginação
Da vida tu és uma escola
De existência e formação
Os polens da tua cultura
Fecundam a minha paixão
Miro teu mundo... (REFRÃO)
Mauritia Flexuosa
Gloriosa, transcendental
Caminha com Nossa Senhora
Desfila no carnaval
Profana e religiosa
Formosa Palmeira Real
1° Lugar - Uma Canção para Abaetetuba
Em, 15 de agosto de 2012
MIRITIFEST, MADE IN BRAZIL
Autoria: Agenaldo Cardoso / Adenaldo Cardoso
Intérprete: Jillyan Kleber
Do teu corpo fiz minha casa
Da tua pele o meu varal
Dos teus cabelos fiz o meu teto
Do teu sangue o meu mingau
Dos teus braços surgem outras formas
Mosaicos do teu festival
Miro teu mundo
Mundo encantado
Mergulho fundo "tibum" no teu rio
Em Abaetetuba tu és laureado
Miritifest, made in Brazil
Árvore da vida enraizada
Às margens de rios e igarapés
Te transformam em passarinhos
Cobras, tatus e jacarés
Às mãos que esculpem a história
Semeiam tuba aos pés de Abaeté
Miro teu mundo... (REFRÃO)
Brinquedo de miriti
Desejo e imaginação
Da vida tu és uma escola
De existência e formação
Os polens da tua cultura
Fecundam a minha paixão
Miro teu mundo... (REFRÃO)
Mauritia Flexuosa
Gloriosa, transcendental
Caminha com Nossa Senhora
Desfila no carnaval
Profana e religiosa
Formosa Palmeira Real
Homenagem aos escritores, poetas de Abaetetuba
TECELÕES DA NOSSA HISTÓRIA
Quando penso em Abaeté
Sinto tuba de saudade
O encanto que me encanta
Quando penso em Abaeté
Sinto tuba de saudade
O encanto que me encanta
Quem me conta é GARIBALDI
ROFESSORA NAZARÉ
Não se cansa de remar
Na maré da nossa História
Junto com MONTE SERRAT
Abro livro e me agarro
Na palavra e seu bordado
Escuto a prosa de LUIZ REIS
Em alto tom JORGE MACHADO
Nas rendas da preamar
Navegando na poesia
NONATO lembra JESUS
Em Abaeté quando vivia
O imaginário religioso
Na musicalidade do artista
PADRE JUNIOR me leva a crer
Como é bom ser altruísta
A arte de escrever, de cantar
De viver com orgulho de verdade
É paixão em retratar
Um grande amor pela cidade
ROFESSORA NAZARÉ
Não se cansa de remar
Na maré da nossa História
Junto com MONTE SERRAT
Abro livro e me agarro
Na palavra e seu bordado
Escuto a prosa de LUIZ REIS
Em alto tom JORGE MACHADO
Nas rendas da preamar
Navegando na poesia
NONATO lembra JESUS
Em Abaeté quando vivia
O imaginário religioso
Na musicalidade do artista
PADRE JUNIOR me leva a crer
Como é bom ser altruísta
A arte de escrever, de cantar
De viver com orgulho de verdade
É paixão em retratar
Um grande amor pela cidade
Quando penso em Abaeté
Sinto tuba de saudade
O encanto que me encanta
Adenado dos Santos Cardoso
Repentes, famíli
À SOFIA
Nesta manhã que nasce docemente
Com sua música suave, extasiante,
Eu vejo, dançando pela sala, sorridente,
Uma criança bonita, alegre e cativante.
Não tem nenhum preconceito musical.
Ela dança samba, merengue, bossa-nova.
Dança e canta de forma natural
Alegrando aquele lar, cheia de prosa.
Adenaldo e Joelma, tão felizes,
Acompanhando a filhinha nessa dança.
A música rola em todos os matizes
Enquanto Sofia dança feliz e não se cansa.
Feliz quem pode ter numa criança
A inspiração que tive nesta hora.
Dance feliz, Sofia. Ame a esperança,
Que assim a felicidade não demora.
Nesta manhã que nasce docemente
Com sua música suave, extasiante,
Eu vejo, dançando pela sala, sorridente,
Não tem nenhum preconceito musical.
Ela dança samba, merengue, bossa-nova.
Dança e canta de forma natural
Alegrando aquele lar, cheia de prosa.
Adenaldo e Joelma, tão felizes,
Acompanhando a filhinha nessa dança.
A música rola em todos os matizes
Enquanto Sofia dança feliz e não se cansa.
Feliz quem pode ter numa criança
A inspiração que tive nesta hora.
Dance feliz, Sofia. Ame a esperança,
Que assim a felicidade não demora.
Adenaldo dos Santos Cardoso
Quando da criação da página Xarão Cultural
O Chá Cultural
Que cultivamos
Advém de um Grão
Chamado Pará
Porandubas extraídas
Dos ramos das vidas
Dos manos sumanos
A ri e a chorar
Árvore abateuara
Suas folhas encantadas
Fervem na chaleira
Odoram o ar
O chá decantado
Puro adocicado
Desagua na xícara
Pelas mãos da paixão
Pronto para ser servido
A qualquer visita
Bem-vinda ao XARÃO!
Homenagem no fim de ano
FELIZ ANO TODO DIA!
Hoje acordei cedo
Abri minha janela
Procurando um novo dia
Senti um olho sentinela
Servindo-me de guia
Rosa flor despetalava
Enquanto o dia amanhecia
31 de dezembro
A cidade ainda dormia...
No começo do último dia
A cidade ainda dormia...
Pouco importa ao sol
Se a terra gira
Amanhã é o mesmo
O mesmo tempo, outro dia
Nós é que marcamos
Os segundos, os minutos
As horas, os dias, as semanas
Os meses, os anos ...
Escrevemos nossas histórias
Agendamos nossas vidas
Retelhamos nossas casas
Pra escaparmos às ventanias
Desejamos o bem profundo
No ano que se anuncia
Paz na terra a todo mundo
Feliz ano todo dia!
Hoje acordei cedo
Abri minha janela
Procurando um novo dia
Senti um olho sentinela
Servindo-me de guia
Rosa flor despetalava
Enquanto o dia amanhecia
31 de dezembro
A cidade ainda dormia...
No começo do último dia
A cidade ainda dormia...
Pouco importa ao sol
Se a terra gira
Amanhã é o mesmo
O mesmo tempo, outro dia
Nós é que marcamos
Os segundos, os minutos
As horas, os dias, as semanas
Os meses, os anos ...
Escrevemos nossas histórias
Agendamos nossas vidas
Retelhamos nossas casas
Pra escaparmos às ventanias
Desejamos o bem profundo
No ano que se anuncia
Paz na terra a todo mundo
Feliz ano todo dia!
Homenagem ao Palhuk e Guri
GURITRICAURO
Todo mundo querendo mostrar tudo
- arria a calça -
Isso é o Palhuk!
A Porca
O Chopp
O Fusca
É quase nada...
Briela
Cobra Curá
Nêga Maluca
É quase tudo...
O prato
A feijoada
A cumbuca
A rua de bunda nua
- cheia de graça -
Isso é o Palhuk
Meio homem
Meio viado
Meio puta
Adenaldo dos Santos Cardoso
Abaetetuba - Pará - Brasil
Todo mundo querendo mostrar tudo
- arria a calça -
Isso é o Palhuk!
A Porca
O Chopp
O Fusca
É quase nada...
Briela
Cobra Curá
Nêga Maluca
É quase tudo...
O prato
A feijoada
A cumbuca
A rua de bunda nua
- cheia de graça -
Isso é o Palhuk
Meio homem
Meio viado
Meio puta
Adenaldo dos Santos Cardoso
Abaetetuba - Pará - Brasil
Homenagem de aniversário
Adenaldo dos Santos Cardoso
Hoje está no berço o Amigo Sumano Davi Figueiredo. Muitobéns!!!
No universo mergulha
Com sua baladeira
Dá tabaco a velha
Matinta Pereira
Enfrenta o Golias
Florenses centelhas
Com seus argumentos
A justiça aparelha
Vinicius dos sambas
Chico das canções
Atira suas pedras
Contra "os pancadões"
Na roda ele é bamba
Bamba da paixão
A viola sempre assanha
O pandeiro em sua mão
É devoto de Maria
Nete é proteção
Davi Figueiredo
Gigante coração
No universo mergulha
Com sua baladeira
Dá tabaco a velha
Matinta Pereira
Enfrenta o Golias
Florenses centelhas
Com seus argumentos
A justiça aparelha
Vinicius dos sambas
Chico das canções
Atira suas pedras
Contra "os pancadões"
Na roda ele é bamba
Bamba da paixão
A viola sempre assanha
O pandeiro em sua mão
É devoto de Maria
Nete é proteção
Davi Figueiredo
Gigante coração
Repente, cotidiano
Cheira à valentia!
Cheira a valentia
Pelos ares desta terra
Voam aves marias
Quando o sol no rio se enterra
Corre montaria
O tempo não te espera
Morre mais um dia
Na igreja o sino berra
Adenaldo Santoscardoso
Família
O nó da dor...
Só você meu amor
Sabe desatar!
Com seu sorriso
Com seu jeito puro
Inocente e verdadeiro
Só você meu amor
Pra me libertar!!!
Homenagem ao pai
ESTIRPE
Papai plantou várias sementes
No âmago deste planeta
Nasceram árvores e gente
Vida que a terra inventa
Angelandre, Angela, Adenaldo
Adelma, Agenaldo, Advaldo
Ademilde, Alexandre, Alessandro
Provas de amor praticado
Cupuaçú, pupunha, açaí
Acerola, caju, mangustão
Manga, graviola, bacuri...
O amor plantado no chão
Papai cuidava de todos
Indiscriminadamente
Mamãe amava em dobro
O que Deus lhe deu de presente
Filhos, netos, flores, frutos...
Prazer de existir tão frondoso
Vidas extraídas dos ramos
Das vidas dos Santos Cardoso
Adenaldo dos Santos Cardoso
Abaetetuba - Pará – Brasil
Papai plantou várias sementes
No âmago deste planeta
Nasceram árvores e gente
Vida que a terra inventa
Angelandre, Angela, Adenaldo
Adelma, Agenaldo, Advaldo
Ademilde, Alexandre, Alessandro
Provas de amor praticado
Cupuaçú, pupunha, açaí
Acerola, caju, mangustão
Manga, graviola, bacuri...
O amor plantado no chão
Papai cuidava de todos
Indiscriminadamente
Mamãe amava em dobro
O que Deus lhe deu de presente
Filhos, netos, flores, frutos...
Prazer de existir tão frondoso
Vidas extraídas dos ramos
Das vidas dos Santos Cardoso
Adenaldo dos Santos Cardoso
Abaetetuba - Pará – Brasil
Lembranças, devaneios
CHUVA,
GOTEJO DE TERNURA!
Lembro da minha infância
Quando corria pra te encontrar
Afagava-me com tanta ternura
Sentia a brandura do teu linguajar
Beijava-me no meio da rua
Eu não queria de ti desgrudar
Ao sabor de tanta doçura
Eu delirava com teu paladar
Ao ver-te indo embora
Entrava em casa pra me agasalhar
Do frio que em minha carne deixavas
Quando partias sem me avisar
Ias bailando com o vento
No rabo da nuvem pra outro lugar
Fitava o firmamento
Esperando outro tempo pra te namorar
Autoria: Adenaldo Cardoso/Joelma Paes
Abaetetuba - Pará – Brasil
Lembro da minha infância
Quando corria pra te encontrar
Afagava-me com tanta ternura
Sentia a brandura do teu linguajar
Beijava-me no meio da rua
Eu não queria de ti desgrudar
Ao sabor de tanta doçura
Eu delirava com teu paladar
Ao ver-te indo embora
Entrava em casa pra me agasalhar
Do frio que em minha carne deixavas
Quando partias sem me avisar
Ias bailando com o vento
No rabo da nuvem pra outro lugar
Fitava o firmamento
Esperando outro tempo pra te namorar
Autoria: Adenaldo Cardoso/Joelma Paes
Abaetetuba - Pará – Brasil
Cultura de Abaetetuba
Adenaldo Santoscardoso
FANTASIA
CABOCLA
Caboclo vai indo contra a correnteza
O peixe valente despenca do céu
Canoa à vela no rio não se cansa
A água que dança tem gosto de mel
Irmão, meu irmão... divagas nas águas
Esperas a lua, o cio nesse chão
Sonhas com a vida sem dificuldade
Escolhendo a cidade cheio de ilusão
Espinhéis desprezados sobre paxiúbas
Matapís emagrecidos: a fome é irmã
A noite embala o corpo mal dormido
Curumins com seus gritos acordam o amanhã
Os vermes escondidos reclamam do nada
Doidos não se calam, inventam canções
Caboclo vencido parte sem estrada
Pro rio do futuro que espelhe a razão
Cidade, Cidade... Quem te viu pelo Círio
Amou o estribilho da santa canção
Veio lá do sítio com a fé de ser rico
Acabou no teu círculo “carrinho de mão”
Autoria: Adenaldo dos Santos Cardoso
Foto: Angelo Paganelli.
Abaetetuba - Pará – Brasil
Caboclo vai indo contra a correnteza
O peixe valente despenca do céu
Canoa à vela no rio não se cansa
A água que dança tem gosto de mel
Irmão, meu irmão... divagas nas águas
Esperas a lua, o cio nesse chão
Sonhas com a vida sem dificuldade
Escolhendo a cidade cheio de ilusão
Espinhéis desprezados sobre paxiúbas
Matapís emagrecidos: a fome é irmã
A noite embala o corpo mal dormido
Curumins com seus gritos acordam o amanhã
Os vermes escondidos reclamam do nada
Doidos não se calam, inventam canções
Caboclo vencido parte sem estrada
Pro rio do futuro que espelhe a razão
Cidade, Cidade... Quem te viu pelo Círio
Amou o estribilho da santa canção
Veio lá do sítio com a fé de ser rico
Acabou no teu círculo “carrinho de mão”
Autoria: Adenaldo dos Santos Cardoso
Foto: Angelo Paganelli.
Abaetetuba - Pará – Brasil
Devaneios, divagações
O
RIO
No rio não vejo caminho
O rio é uma caminhada
O rio é uma porta sem chave
Aberta para
qualquer morada
O rio deita e levanta
O rio cumpre
a sua jornada
O rio está
sempre acordado
Na preamar
faz sua serenata
O rio se emociona
Com a chuva,
com o beijo do vento
Eriça seu
corpo e despeja
Na praia o
seu sentimento
O rio ri docemente
Quando
caminha para o mar
Ensina a
sermos solidários
Em seus
braços nos faz caminhar
Adenaldo dos Santos Cardoso
Devaneios, divagações
O GATO EM CIMA DO MURO
O gato em cima do muro
Posa de onça pintada
Não engana nem cachorro
Seu miado não diz nada
O gato em cima do muro
Vive a fazer reclame
Visto como um bibelô
Sobre a mesa de madame
O gato em cima do muro
Não quer voltar para o gueto
Vigia a cova da onça
Por um pedacinho de leito
O gato em cima do muro
Faz arte de enlouquecer
Contenta-se com o leite no pires
E a coleira pra não se perder
O gato em cima do muro
Só desce quando alguém lhe apedreja
Abocanha a fatia do bolo
Servida pelas mãos que ele beija
Adenaldo dos Santos Cardoso
Abaetetuba - Pará - Brasil
Homenagem à Vila de Beja
ABAETIGUAR
A noite dorme na praia
O vento acorda o mar
Lua no vago vagueia
Abaeté ama mortiguar
Abraça a Vila de Beja
Veja bem que faz bem
A vida se tira da terra
O mundo vai e vem...
O sino enferrujado faz blem, blem!
E o povo acomodado diz amém!
As flores se abrem sorrindo
Amor não é somente se dar
O homem vive agredindo
A natureza seu próprio habitat
Abraça a Vila de Beja
Veja bem que faz bem
A vida se tira da terra
O mundo vai e vem...
O sino enferrujado faz blem, blem!
E o povo acomodado diz amém!
Composição musical, um clássico do cancioneiro de Abaetetuba, homengem à Vila de Beja
UM PEDAÇO DE ABAETÉ
(Adenaldo Cardoso/Beto Kemil)
*1º Lugar - Festival Uma Canção para
Beja/1991*
É, pois é!
Vila de Beja é um pedaço de Abaeté
É, pois é!
Praia de Beja quem te beija é a maré
Força do homem o bem e o mal
Destrói a vida em nome do capital
Feito do homem irracional
Cria problema em seu habitat natural
Jogaram pedras pela areia
Parece até que espantaram a sereia
Jogaram aterro no igarapé
Acho também que afogaram o poraquê
É, pois é!... (REFRÃO)
Estou aqui, venho de lá...
O abaeté se misturou com mortiguar
Eu vou ali e volto já
Vou ver se encontro uma cuia com aluá
O tempo passa fica a história
No teu folclore tem a dança da fofoia
Como é lindo o teu luar
No teu castelo não tem rei e não tem guerra
É, pois é!... (REFRÃO)
Nosso lamento pelo aningal
Não é a cobra que derruba o açaizal
Sabemos bem que te desama
Olho de boto se perdeu na tua lama
Agora é hora de acordar
A arraia ferra se alguém nela pisar
Pegue a espada vamos lutar
Naturalmente São Miguel vai te ajudar
É, pois é!... (REFRÃO)
FIM
Homenagem a um pobre escriba!
ADEMIR HELENO ARAÚJO ROCHA
*Enciclopédia Viva da Nossa História Abaeteuara*
Na terra de homens valentes
Que lembra guerreiros de troia
A armadura de Heleno
Protege a nossa memória
Navega nos mares de dantes
Vasculha o fundo do rio
Gapuia junto com Netuno
A nossa história com brio
Visita as cavernas escuras
Com sua espada a luzir
Coeso a raiz da existência
Não deixa a vida partir
Edifica sua fortaleza
No plano espiritual
Vivendo num mundo de letras
Navega o mundo virtual
Carimba com tintas eternas
Às páginas do nosso existir
Professor Heleno Araújo
Rocha de ouro Ademir
História
ANAIS DA NOSSA HISTÓRIA
Vindo de Belém pra sua Sesmaria
Francisco Monteiro se perdeu na ventania
No dia consagrado à Virgem da Conceição
Seu Francisco apavorado pediu logo proteção
Uma Capela à Santa o Sesmeiro construiu
Às margens do Maratauira onde o povo reuniu
Como aqui não tinha ouro seu Francisco se mandou
Na sua caravela, nem uma árvore aqui plantou
Veja só, foi milagre meu irmão!
Seu Francisco aportou neste torrão
A mesma história da Coroa Imperial
De Castelo, de Monteiro e de Cabral
Com o passar do tempo esta terra recebeu
Caboclo Marajoara que a história não esqueceu
Era o Manoel Raposo que esta terra adotou
Esta terra benfazeja que Monteiro desprezou
O Povoado que se ergueu da ventania
No coração de Beja se tornou uma Freguesia
O povo desta terra cultivara a união
Homens fortes e valentes que elevaram este chão
Nossa riqueza era o fundamental
Alimentava os gringos, o Reino de Portugal
O Povoado, a Freguesia, Vila, Cidade, Abaeté acontecia
Do Grão Pará, hoje em dia, Abaetetuba é a nossa
moradia
Adenaldo dos Santos Cardoso
Lembranças, divagações
CINZAS DA TRADIÇÃO
No fogo do Carnaval
Vivi cinzas da verdade
Derramei pela fogueira
O combustível da saudade
Da chama alegre da paixão
Fiz a minha fantasia
Diante de tanta aculturação
Minh’ alma ficou vazia
Não encontrei a Colombina
Não encontrei com o Pierrô
Não encontrei o Zé Pereira
Nem tampouco o seu tambor
Procurei pelo Rei Momo
Não encontrei nem seu reinado
Tomei cachaça com Palhuk
Em Abaetetuba coroado
No fogo do Carnaval
Vivi cinzas da verdade
Derramei pela fogueira
O combustível da saudade
Da chama alegre da paixão
Fiz a minha fantasia
Diante de tanta aculturação
Minh’ alma ficou vazia
Não encontrei a Colombina
Não encontrei com o Pierrô
Não encontrei o Zé Pereira
Nem tampouco o seu tambor
Procurei pelo Rei Momo
Não encontrei nem seu reinado
Tomei cachaça com Palhuk
Em Abaetetuba coroado
Adenaldo Santoscardoso
Adenaldo Santoscardoso
Repentes, Homenagem, família
Hoje
está no berço minha filha amada, adorada, idolatrada.
Salve, salve, bela Angela
P. Cardoso.
MUITOBÉNS!!!
Minha filha cresceu
Em estatura e sabedoria
Mas não deixa de ser criança
Muita paz ela anuncia
MUITOBÉNS!!!
Minha filha cresceu
Em estatura e sabedoria
Mas não deixa de ser criança
Muita paz ela anuncia
Repentes, família
Minha doce Sofia
Meu amor verdadeiro
Linda flor que me acalma
E me faz feliz por inteiro
Repentes, família
Num mundo de sonhos
Eu vejo Sofia
Vivendo e brincando
Em boa companhia
Repentes, jogo de palavras
Se pensa que o engana / você mesmo se engana / porque ele
não se engana / Que você o outro engana.
Repentes, lendas
Cruzes na estrada!
Já era madrugada.
O lobisomem apareceu
e fez a troca do pneu.
Repentes, jogo de palavras
Não importa qual é a cor de uma flor
Nem se ela desabrocha perfumada
Certamente uma flor é uma flor
E como for, uma flor será chamada
(Adenaldo Cardoso)
Nem se ela desabrocha perfumada
Certamente uma flor é uma flor
E como for, uma flor será chamada
(Adenaldo Cardoso)
Repentes, homenagem ao Zé do Pará
Zé do Pará é valente
Abaetetubense!
Que ama seu chão
E, mostra pra gente
Aquilo que sente
Em seu coração!
Repentes, devaneios
"A nossa vida é um carnaval!
A gente brinca escondendo a dor.
E a fantasia do meu ideal,
é você meu amor."
Repentes, cultura de Abaetetuba
FAÇA A
PECONHA, SUBA NO AÇAIZEIRO / ESQUENTE A ÁGUA NO BRASEIRO / JOGUE O FRUTO NO
ALGUIDÁ / AMASSE O FRUTO, TIRE A BORRA NA PENEIRA / NÃO ACEITE A BURRALHEIRA /
NÃO DERRUBE O AÇAIZÁ.
Homenagem à Vila de Beja
A
NOITE NASCEU MAIS TRISTE
MAS EU SEI QUE AINDA EXISTE O LUAR NESTE LUGAR |
Beja, meu bem, beja!
Beja me dá prazer
Beja, vê se desperta
Beja, pra não morrer
Beja, meu bem, beja!
Beja meu bem querer
Beja, vê se desperta
Beja pra não morrer...
Beja me dá prazer
Beja, vê se desperta
Beja, pra não morrer
Beja, meu bem, beja!
Beja meu bem querer
Beja, vê se desperta
Beja pra não morrer...
Beja, meu bem, beja!
Beja me dá prazer
Beja, vê se desperta
Beja, pra não morrer
Beja, meu bem, beja!
Beja meu bem querer
Beja, vê se desperta
Beja pra não morrer...
Beja me dá prazer
Beja, vê se desperta
Beja, pra não morrer
Beja, meu bem, beja!
Beja meu bem querer
Beja, vê se desperta
Beja pra não morrer...
Repentes, homenagem
Amigo Cassio Dias
Que a vida me deu de presente
Ao sabor de suas alegrias
Eu sinto o valor de ser gente
Repentes, família
Sofia bate palma
À boneca que merece
A música lhe toca a alma
Sob forma de uma prece
Repentes, família
Sofia é como seu pai
Gosta de parcerias
Na comuna da amizade
Medalhões de poesias
Repentes, família
Sofia bem acompanhada
Canta com ousadia
Seu canto encanta a gente
Encanto de pura alegria!!!
Repentes, família
Sofia toca e canta
Faz show no meu coração
No espetáculo da vida
Minha filha, é a mais linda canção!
Repentes, família
A Boneca de Sofia
Parece com a Emília de Machado
Sua fiel companhia
De seu lindo mundo encantado
Homenagem
Garibaldi Nicola Parente, hoje está no berço o amigo sumano, MUITOBÉNS!!!
Gari crava seus olhos
Na saia da maresia
Navega no pé do vento
Brincando com a ventania
Provoca risos nas águas
Remadas de utopia
Gari recolhe do rio
Balde de poesia
Adenaldo dos Santos Cardoso
Abaetetuba - Pará - Brasil
Repentes, homenagem
Gari não
perde sua pose / Garibaldi é brincalhão / Parente da poesia / Nicola, meu
amigão!... Abraços fraternos, mestre!!!
Homenagem em prosa
Gabriel Paes "O Médico dos
Pobres", Osni, Manoel Raposo, Oscar Santos... é tanta gente que não sei
como coube no Cemitério de Abaetetuba. Sumanos verdadeiramente abaeteuaras,
gente que merece ser eternizados pela nossa memória, antes que façamos parte do
mundo deles, e, quem me diz, que não seremos lembrados pelo foco cego do
esquecimento, no labirinto obscuro de nossa claríssima história. Por isso, VIVA
O PROFESSOR Ademir Heleno Araujo Rocha, ESTE SIM, MERECE NOSSOS APLAUSOS, E M V
I D A, ESTE SIM PERPETUA HUMILDEMENTE A VIDA DE NOSSOS COMPATRIOTAS COM EMOÇÃO
SEM PERDER A RAZÃO. APLAUDIR OS MORTOS É FELICITAR À FAMILIA, PORQUE,
CONVENHAMOS: OS MORTOS NÃO OUVEM E NEM FALAM. PORÉM, MUITOBÉNS PELAS BOAS
INTENÇÕES! ABRAÇOS!!!
Repentes, realidade
Antes do jogo: todos são amigos.
Durante o jogo: a rivalidade.
Após o jogo: só Deus sabe...
Divagações e incentivo às letras
Quem escreve,
dá à mão a palmatória;
ao papel, vida!
nutrida pelo sangue
das veias da caneta,
em tempo e movimento
da inspiração:
sequência produtiva,
perpétua do saber
- experimentado, vivido -
abstrato ou concreto,
na pesquisa
no sentir.
Livre, expressa
o pensamento em ação.
Ora homem,
ora menino;
maduro ou assustado,
encanta-se encantado
pela palavra
por cada letra
cada ponto,
a compor histórias
transpor universos
dizer das coisas
desesafiar o desconhecido.
Põe a prova
o outro pelo outro,
na medida certa
do sentimento de quem lê.
Cabe-vos os rótulos
de fingidor
de filósofo
de povo,
página por página
da vida
do ser
do escritor.
dá à mão a palmatória;
ao papel, vida!
nutrida pelo sangue
das veias da caneta,
em tempo e movimento
da inspiração:
sequência produtiva,
perpétua do saber
- experimentado, vivido -
abstrato ou concreto,
na pesquisa
no sentir.
Livre, expressa
o pensamento em ação.
Ora homem,
ora menino;
maduro ou assustado,
encanta-se encantado
pela palavra
por cada letra
cada ponto,
a compor histórias
transpor universos
dizer das coisas
desesafiar o desconhecido.
Põe a prova
o outro pelo outro,
na medida certa
do sentimento de quem lê.
Cabe-vos os rótulos
de fingidor
de filósofo
de povo,
página por página
da vida
do ser
do escritor.
Com Adenaldo Cardoso
Devaneios de um sonhador
APAGADOR
Eu tive um sonho tão lindo
Encarnei num passarinho
Fugi da terra pra bem longe
Procurei um outro ninho
Voei feliz comigo mesmo
Por me encontrar longe de espinho
Em outra parte, liberdade!
Fui amigo de um anjinho
Que me levou ao paraíso
Porque eu tinha dormido
Como na vida tudo se apaga
Senti o meu mundo caindo
Na pele o beijo de uma praga
Carapanã me perseguindo
(Adenaldo dos Santos Cardoso)
Eu tive um sonho tão lindo
Encarnei num passarinho
Fugi da terra pra bem longe
Procurei um outro ninho
Voei feliz comigo mesmo
Por me encontrar longe de espinho
Em outra parte, liberdade!
Fui amigo de um anjinho
Que me levou ao paraíso
Porque eu tinha dormido
Como na vida tudo se apaga
Senti o meu mundo caindo
Na pele o beijo de uma praga
Carapanã me perseguindo
(Adenaldo dos Santos Cardoso)
Homenagem à Vila de Beja, ao povo mortiguar e ao veraneio
CORAÇÃO MORTIGUAR
Do céu vem teu sorriso
Da areia o teu lençol
Do rio boto atrevido
Brejeiro e sedutor
Do rio o teu espírito
Caboclo do Marajó
Beja em tempo de férias
Manicure cuida do teu pé
Rola marola na beira
Desafoga o igarapé
O velho coqueiro se embala
No deserto do teu olhar
O teu perfume exala
Flor antiga de mortiguar
Beja, meu bem, Beja!
Beja, me dá prazer...
Beja pela areia
Beja pela maré
Beja, meu bem, Beja!
Beja, meu bem querer...
Beja, vê se desperta
Beja pra não morrer...
O estalo do carvão
No preparo do café
O beiju de tapioca
O beijo de tua mulher
Bem cedinho, bem cedinho!
Chega gente de Abaeté
Vai passando, passeando...
Procissão de São Migué
(Adenaldo dos Santos Cardoso)
Do céu vem teu sorriso
Da areia o teu lençol
Do rio boto atrevido
Brejeiro e sedutor
Do rio o teu espírito
Caboclo do Marajó
Beja em tempo de férias
Manicure cuida do teu pé
Rola marola na beira
Desafoga o igarapé
O velho coqueiro se embala
No deserto do teu olhar
O teu perfume exala
Flor antiga de mortiguar
Beja, meu bem, Beja!
Beja, me dá prazer...
Beja pela areia
Beja pela maré
Beja, meu bem, Beja!
Beja, meu bem querer...
Beja, vê se desperta
Beja pra não morrer...
O estalo do carvão
No preparo do café
O beiju de tapioca
O beijo de tua mulher
Bem cedinho, bem cedinho!
Chega gente de Abaeté
Vai passando, passeando...
Procissão de São Migué
(Adenaldo dos Santos Cardoso)
Devaneios sobre o sol
SOL, RISO E MARESIA
Lindo sol, sol, sol!
Salve teus filhos...
Lindo sol mostre os trilhos
Cara a cara
Dar vida viva rara
Lindo sol mostre os brilhos
A tua cara
Dar vida viva áurea
Sol acorde e me levante
Sol transmita harmonia
Sol que faz o meu semblante
Ser de riso e maresia
Sol sozinho invade o mundo
É de todos, todo dia
É amante desta terra
Sol é pai, é companhia
Lindo sol, sol sol!
Salve teus filhos...
AUTORIA: Adenaldo Cardoso / Milton
Teixeira.
Olhar Fotográfico: Adenaldo
Santoscardoso.
*Nascer do Sol Abaeteuara, hoje (06:30), por
detrás da casa do Paulo Tribi, na Rua Magno
de Araújo, sem efeito espacial*
Composição musical, cultura de Abaetetuba
Adenaldo Santos Cardoso
XXXII SEMANA DE ARTE E FOLCLORE DE ABAETETUBA / 2013
3º Lugar - Uma Canção Para Abaetetuba.
Melhor Letra
ABAETETUBA – PARÁ - BRASIL
Autoria: Adeenaldo dos Santos Cardoso
Minha vida anda, meu corpo balança
Vibra a minha alma, o meu ser criança
Nos palcos do mundo sou um aventureiro
Meus sonhos deslancham meu lado verdadeiro
Sou abaeteuara
Neto do Brasil
Filho de Abaetetuba
Que Abaeté pariu
Sou fruto maduro do miritizeiro
Que caiu nas águas e se fez veleiro
Singrei na maré espreitando à praia
Encarnei no boto, brinquei com arraia
Sou abaeteuara... (REFRÃO)
No andor de encantos a paixão me amarra
No leito da Amazônia me entreguei a iara
Nos braços da lua fiz juras de amor
Namorei com a Conce, deitei com a Malú
Sou abaeteuara... (REFRÃO)
Vi a cobra grande, lembrei o meu poleiro
Meus irmãos entregues aos olhos do paneiro
Bailei nas maresias, pulei nos temporais
Na folia dos remansos brinquei meus carnavais
Sou abaeteuara... (REFRÃO)
Minha liberdade me leva para o mar
Sou um miriti que aprendeu nadar
Minha faculdade é a de navegar
Sou um miriti que aprendeu amar
Sou abaeteuara
Que Abaeté pariu
Sou de Abaetetuba
Do Pará - Brasil
3º Lugar - Uma Canção Para Abaetetuba.
Melhor Letra
ABAETETUBA – PARÁ - BRASIL
Autoria: Adeenaldo dos Santos Cardoso
Minha vida anda, meu corpo balança
Vibra a minha alma, o meu ser criança
Nos palcos do mundo sou um aventureiro
Meus sonhos deslancham meu lado verdadeiro
Sou abaeteuara
Neto do Brasil
Filho de Abaetetuba
Que Abaeté pariu
Sou fruto maduro do miritizeiro
Que caiu nas águas e se fez veleiro
Singrei na maré espreitando à praia
Encarnei no boto, brinquei com arraia
Sou abaeteuara... (REFRÃO)
No andor de encantos a paixão me amarra
No leito da Amazônia me entreguei a iara
Nos braços da lua fiz juras de amor
Namorei com a Conce, deitei com a Malú
Sou abaeteuara... (REFRÃO)
Vi a cobra grande, lembrei o meu poleiro
Meus irmãos entregues aos olhos do paneiro
Bailei nas maresias, pulei nos temporais
Na folia dos remansos brinquei meus carnavais
Sou abaeteuara... (REFRÃO)
Minha liberdade me leva para o mar
Sou um miriti que aprendeu nadar
Minha faculdade é a de navegar
Sou um miriti que aprendeu amar
Sou abaeteuara
Que Abaeté pariu
Sou de Abaetetuba
Do Pará - Brasil
Memória, história e cotidiano de Abaetetuba
XXXII SEMANA DE ARTE E FOLCLORE DE ABAETETUBA
2013
2° Lugar - Um Poema Para Abaetetuba
AVE, ABAETETUBA!
Autoria: Adenaldo dos Santos Cardoso.
Em minha linha do tempo
As horas parecem lerdas
Já não ouço os sinos da Matriz
Ou será que sou eu que não acertei os meus
ponteiros?
Mas a “Beira” é outra
As casas mudaram suas caras
O cinema voltou a ser mudo
Mas lembro do Cine Imperador e de seu patriarca
Abel Guimarães
Como deveria esquecê-lo?
Era ele que ficava à porta
Abria seu coração
E deixava a meninada entrar gratuitamente
Levada pelas suas mãos cheias de bondade
E a gente apressada agradecia com o coração cheio
de alegria
Ah, que saudades!
Saudades da Miloca, do Kida, do Chico
Do Igarapé do Curro
Dos retiros da minha infância
Quando era só Algodoal e São Lourenço
Do Vênus, do Tiête, do Palmeiras, do Abaeté...
Que nos enchiam de felicidades
Proporcionadas pelos pés de nossos craques
Oh, tempo de glória!
Nosso Café Abaetetuba
Que com sua pureza perfumava as ruas
E nos dava o prazer de ser “O Gostosão”
E que prazer!
Da minha adolescência querida
Da Venuta, Do Escorrega Bunda...
Do Gigi que pariu os Muiraquitãs
Da Gigete, orgulhosa por ser a primeira
Dos Engenhos de cana
Que fizeram a nossa fama!
Mas que hoje vivem sepultados
No ventre do lamaçal
E a canoa-à-vela ?
É verdade passávamos dias e dias
Pra chegar a Belém
Hoje a gente vai pela a Alça ou pela Balsa
Alçado na esperança do retornamos aos teus braços
Sem nenhum arranhão físico ou mental
Pois, a violência amedronta
Seja fora ou dentro de teu ventre
Minha querida matriarca!
As bicicletas que nos exercitavam
Proporcionando maior tempo de vida
Agora, motos e carros diminuem a nossa existência
Acomodam e incomodam nossa gente
- Seja pela falta de exercícios físicos
Ou pela presença destruidora da poluição -
Um verdadeiro caos urbano
Dizem que é o progresso em nossa vida
O modismo aparecendo e se oferendo de forma bruta
A aparelhagem que não me deixou dormir...
Do meu vizinho sádico que me tortura com seus
“batidões”
Invadindo meu domicílio e minha paz espiritual
Das calçadas ocupadas pelo desrespeito, impedindo o
ir e vir...
Abaetetuba cresceste , é verdade!
Te vejo, grande, mas em tamanho
Tamanho é minha mágoa
Mas não vou chorar...
Quero elevar minha prece aos teus filhos
E pedir que cuidem de ti...
Não precisamos de autoridades
Juizados e nem ministérios
Precisamos de respeito
Precisamos de paz
Precisamos de amor
Sei que isso é possível
Tudo depende unicamente e exclusivamente de cada um
de nós
Não vou para Pasárgada, como pensou Manuel Bandeira
Ou Adenaré (Cidade das Estrelas), como eu mesmo
inventei
Pra fugir de meus tormentos...
Vou ficar por aqui, Abaetetuba!
Morrer nos teus braços
Como um filho que nutre um grande amor por sua mãe.
Repentes, sobre a Beira de Abaetetuba
Beira!
Do Marataiura
De peixes pescados
Da nossa cuíra
De barcos cansados...
Do Marataiura
De peixes pescados
Da nossa cuíra
De barcos cansados...
Adenaldo Santos Cardoso
Devaneios e realidades
TRAÍRA
O meu sonho é um rio
De ondas vivas, serenas
Meu porto é solidão
Plantado no pé da beira
Consulto meu coração
Na terra firme da feira
O meu amor é um anzol
Em busca de uma sereia
Mas pra minha decepção
Traíra eu pesco na areia
(Adenaldo dos Santos Cardoso)
Composição Musical, cultura de Abaetetuba
FESTANÇA
Autoria : Adenaldo Cardoso /Júlio Orlando
Vai barquinho, vai barquinho!
Sai das mãos para a maré
No meu sonho de menino
O meu rio é igarapé
Como um bom timoneiro
Desvio de mururé
Brinco com a cobra grande
Mas não toco em poraquê
Miriti em festa
Soca-soca a pilar
Que bonitas as bonequinhas
Caboquinhos a remar (REFRÃO)
Miritifest
Cultura tupiniquim
Onde a arte ganha a vida
Brinquedo de miriti
Avião, aviãozinho!
Faz o céu aparecer
No meu mundo pequenino
Sinto muito de prazer
Voa, voa, passarinho!
Nas asas da imaginação
Voa, canta, faz teu ninho
Faz da vida uma canção
Miriti em festa ... (REFRÃO)
No gingar da nossa história
A festa da Conceição
Miriti, buquê de glória
Das mãos santas do artesão
No encanto da Amazônia
A cultura de Abaeté
Junto com Jesus Cristinho
Nos Braços de Nazaré
Miriti em festa ... (REFRÃO)
Autoria : Adenaldo Cardoso /Júlio Orlando
Vai barquinho, vai barquinho!
Sai das mãos para a maré
No meu sonho de menino
O meu rio é igarapé
Como um bom timoneiro
Desvio de mururé
Brinco com a cobra grande
Mas não toco em poraquê
Miriti em festa
Soca-soca a pilar
Que bonitas as bonequinhas
Caboquinhos a remar (REFRÃO)
Miritifest
Cultura tupiniquim
Onde a arte ganha a vida
Brinquedo de miriti
Avião, aviãozinho!
Faz o céu aparecer
No meu mundo pequenino
Sinto muito de prazer
Voa, voa, passarinho!
Nas asas da imaginação
Voa, canta, faz teu ninho
Faz da vida uma canção
Miriti em festa ... (REFRÃO)
No gingar da nossa história
A festa da Conceição
Miriti, buquê de glória
Das mãos santas do artesão
No encanto da Amazônia
A cultura de Abaeté
Junto com Jesus Cristinho
Nos Braços de Nazaré
Miriti em festa ... (REFRÃO)
Homenagem ao Círio de Nazaré, cultura de Abaetetuba
Enorme rio de gente
Que desagua aqui
Rio de penitentes
Fé que não tem fim
Ondas de esperanças
Navios de devoções
Cobra: águas mansas
Enchente de orações
Caminhos de promessas
Vão em direção
À fonte que expressa
Amor e proteção
Bubuiam nas águas vivas
Milagres... vai procissão
A corda tão repartida
Corrente de união
O canto é que encanta
O balanço da maré
Mãe Virgem, Virgem Santa
Senhora de Nazaré!
Adenaldo dos Santos Cardoso
Abaetetuba - Pará - Brasil
Que desagua aqui
Rio de penitentes
Fé que não tem fim
Ondas de esperanças
Navios de devoções
Cobra: águas mansas
Enchente de orações
Caminhos de promessas
Vão em direção
À fonte que expressa
Amor e proteção
Bubuiam nas águas vivas
Milagres... vai procissão
A corda tão repartida
Corrente de união
O canto é que encanta
O balanço da maré
Mãe Virgem, Virgem Santa
Senhora de Nazaré!
Adenaldo dos Santos Cardoso
Abaetetuba - Pará - Brasil
Repentes, cotidiano
Cheira a valentia
Pelos ares desta terra
Voam aves marias
Quando o sol no rio se enterra
Corre montaria
O tempo não te espera
Morre mais um dia
Na igreja o sino berra!
ADENALDO SANTOS CARDOSO
COMO CANTOR E COMPOSITOR MUSICAL E GRANDE ADEPTO E DIVULGADOR DAS MÚSICAS DE
RAUL SEIXAS EM ABAETETUBA:
ADENALDO SANTOS
CARDOSO. Justificativa: filho de Alexandre Cardoso, casado com Joelma Paes e
com filhos, cantor e compositor musical, autor de várias canções de cunho
regionalista, que procuram exaltar a cultura de Abaetetuba, suas belezas
naturais e sua gente e canta com perfeição as músicas do cantor Raul Seixas e
que participando do concurso de música do 8º MIRITIFEST conquistou o 1º e 2º
lugar desse festival e participou com méritos de vários concursos de músicas,
tendo sido laureado com vários prémios, inclusive na edição 2012 da Semana de
Arte e Folclore de Abaetetuba.
Músicas extraídas
do livro de Antonio Braga da Costa Júnior, um clássico do cancioneiro de Abaetetuba, cultura, devaneios
Encanto e Desencanto – Autoria: Adenado Cardoso
Já cansei de
matutar
Oh! Abaeté do meu
Pará
Vila de Beja, o que
será?
O boto preto, não
vi passar.
Abaetetuba, nossa
morada
Quem vem aqui tende
a voltar
Mas muita coisa
está errada
Se está errada,
vamos falar
Entenda que nós
entendemos
Que a cobra grande
não morreu no mar
Sabemos que a
curupira não morreu na mata, nem se perdeu por lá.
Já cansei de
matutar ...(refrão)
Nossa esperança: um
pó, mais nada
Beira, beirada, não
tem mais cais
Praia de Beja,
apedrejada
Fede a queimada nos
matagais
Entenda que nós
entedemos
Que o lobisomem não
esqueceu o luar
Sabemos que pela
Pacoca
O encanto desemboca
durante a preamar
Já cansei de
matutar...(refrão)
A nossa fama está
na cachaça
Mas não tem graça,
tem que importar
Falta incentivo, nó
na desgraça
Engenhos mortos,
sonhos no ar
Entenda que nós
entendemos
Que tia Matinta não
morreu num bar
Sabemos que o
passarinho só perdeu seu ninho
Porque não quis
lutar.
Beira – Autoria de Adenado Cardoso
Beira, feira
É bom te ver
Ó Beira!
Braços abertos de
Abaetetuba
Caminho pro Sol,
passagem pra Lua
Ribanceira talhada
nos moldes da rua
De dia se veste, de
noite está nua
Beira...(refrão)
Começo, comércio,
beira da cidade
Aconchego do rio,
hospitalidade
De grande verdade,
do Obrigado Senhor
Da nossa saudade, da
alegria e da dor
Beira...(refrão)
Do Maratauíra, de
peixes pescados
Da nossa cuíra, de
barcos cansados
De sono perdido, de
gente sofrida
Do vento atrevido,
de água ferida
Beira ...(refrão)
De montaria, canoa,
carrinho de mão
Do Dico Souza e seu
violão
De Kemil dos
Santos, de Lucídio e João
De Maria Coroa
cheirando a pensão
Beira ...(refrão)
De Nicola Parente,
Humberto e Janjão
De Zariquinho,
Contente, Duquinha e Conceição
De marcas no chão,
de nossos ancestrais
De contradição, de
Chile e Novaes
Beira ...(refrão)
Do tipiti
retorcido, de sonhos compridos
Do matapi parido,
de peitos despidos
De mãos calejadas,
de velhas ilusões
De ponte, calçada,
de raça e rações
Beira ...(refrão)
Do Aricá de açaí,
da cuia pitinga
Da Justo Chermont,
do cheiro de pinga
Beira, onde mora o
poente
Feira,
democraticamente
Lugar de homem
valente
“Beira”
“Beirada”
“Beirão”
“Lá embaixo”
Também “Calçadão”
Uma simples homenagem, a uma valorosa mulher abaetetubense. Parabéns
Professora Nazaré Lobato pela sua garra, esforço e dedicação por nossa
cultura. Deixaste para todos nós o teu ensinamento.
obrigado.
Homenagem.
Assim é a Poetisa Nazaré Lobato:
Como nota musical
Que sintetiza
Agitando as Emoções
Acalmando ou elevando
Esse acorde sublime
Que incita
O engrandecimento
Da terna e ardente chama
No calor
Fragoroso e divinal
Da essência
De quem Ama.
Assim é a Poetisa Nazaré Lobato:
Como nota musical
Que sintetiza
Agitando as Emoções
Acalmando ou elevando
Esse acorde sublime
Que incita
O engrandecimento
Da terna e ardente chama
No calor
Fragoroso e divinal
Da essência
De quem Ama.
Adenaldo Santoscardoso-XARÃO CULTURAL ABAETEUARA
HOMENAGEM POSTADA NO GRUPO ABAETETUBAR,
NO DIA 09 DE NOVEMBRO DE 2012:
MARIA DE NAZARÉ CARVALHO LOBATO
*Personagem Ilustre de Abaetetuba*
Mestra debulha a história
Num aricá de ortografia
Molda com classe a memória
Um alguidar de sabedoria
Borda nas águas barrentas
As lendas, os encantos dos rios
Nos braços abaeteuaras
Conta, canta o que viu e ouviu
Atropela carros e motos
Remando a sua canoa
Navega com o miriti
Nas ondas do Rock na Proa
Ave, cheia de arte!
Poeta, valente mulher
Amante de sua cidade
Maria de Nazaré
Carvalho Lobato
Filha-de-Abaeté.
Desafio de Adenaldo Santos Cardoso com Garibaldi Nicola Parente:
NO DIA 09 DE NOVEMBRO DE 2012:
MARIA DE NAZARÉ CARVALHO LOBATO
*Personagem Ilustre de Abaetetuba*
Mestra debulha a história
Num aricá de ortografia
Molda com classe a memória
Um alguidar de sabedoria
Borda nas águas barrentas
As lendas, os encantos dos rios
Nos braços abaeteuaras
Conta, canta o que viu e ouviu
Atropela carros e motos
Remando a sua canoa
Navega com o miriti
Nas ondas do Rock na Proa
Ave, cheia de arte!
Poeta, valente mulher
Amante de sua cidade
Maria de Nazaré
Carvalho Lobato
Filha-de-Abaeté.
Desafio de Adenaldo Santos Cardoso com Garibaldi Nicola Parente:
Adenaldo Santoscardoso
Plantador
de cana verde / Rabeta, rabudo, fazem procissão /
Nos rios
angustiados / Sem peixe e sem batelão.
Garibaldi Nicola Parente
Este papagaio é gay /perdeu todos
os calores. /Não quis virar encarnado, / visgaram-lhe mil sabores.
Adenaldo Santoscardoso:
Frasqueira, tsunami da pura /
Aniquila amargura / Mata o medo e o frio / Garapa, mel, açúcar e rapadura /
Ardência e doçura / Sangue bom do Brasil.
Adenaldo Santoscardoso:
O Covina, Gari! / Agora é Zukha /
É um bicho da fruta / Chamada Palhukha.
Adenaldo Santoscardoso
Vivo embrulhado de encanto por
esse rio Maratuíra e empacotado de amor por minha querida Cidade de Abaetetuba:
SOU DOENTE PARAENSE / MORREREI
ABAETETUBENSE / QUEM QUISER VAI ENTENDER... MÃE, OH, MÃE! O BARCO PARTE DE
TEIMOSO. / MÃE, OH, MÃE! A GENTE VAI A CONTRAGOSTO. / MÃE, OH, MÃE! ESTRELAS
VÃO JUNTO CONOSCO. / MÃE, OH, MÃE! E NAS ESTRELAS VÃO SEUS ROSTOS.
Blog do ADEMIR ROCHA, de Abaetetuba/PA










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