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terça-feira, 30 de julho de 2013

domingo, 14 de julho de 2013

2013 - PROJETO AMAZÔNIA EM ABAETETUBA

PROJETO AMAZÔNIA EDIÇÃO 2013 EM ABAETETUBA
 Cartaz do Projeto Amazônia edição 2013
em Abaetetuba
Frase-Lema da Mariápolis 2013

Esta já é a 4ª edição do Projeto Amazônia em Abaetetuba e sempre com muitos frutos espirituais para a Igreja local, pois são muitas pessoas que são contactados em cada localidade visitada pelo mutirão de Evangelizadore-Missionários do Projeto, sendo estes de Abaetetuba, Igarapé-Miri, Belém e pessoas vindos de outras partes do Brasil. O projeto é promovido pelo Movimento dos Focolares, atendendo um pedido da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, em vista da preocupação de vastas áreas amazônicas que não possuem a presença de comunidades eclesiais e de padres ou irmãs religiosas e, quando possuem uma Paróquia em um município, muitas comunidades só recebem a visita desses religiosos de mês a mês, ano a ano, em fato que preocupa a Igreja Católica no Brasil, pois essas pessoas precisam receber também a Mensagem evangelizadora de Jesus, que veio a este Mundo trazendo sua mensagem de Amor e Fraternidade para todos os homens. Prontamente os Dirigentes do Movimento dos focolares no Brasil aceitaram o convite da Igreja no Brasil e hoje essa ação já atinge outros Movimentos Eclesiais.
E Abaetetuba, apesar de possuir uma Diocese, esta não possui tantos religiosos e catequistas para atender o vasto território eclesiástico da Diocese, então, os leigos tem que também assumir o seu papel de evangelizadores em Uindade com a Igreja.

Vejamos um pouco a História do Projeto Amazônia em Abaetetuba e outros lugares da Amazônia:

Projeto Amazônia 2012 em Abaetetuba (PA)

Os “atores” do Projeto Amazônia 2012 na cidade paraense de Abaetetuba contam como foi essa experiência, um trabalho realizado com seriedade e alegria, com a consciência da própria fragilidade, da potência de Deus e da Sua Palavra, e os frutos de um novo ardor nas comunidades visitadas.
Uma cidade à margem do Rio Tocantins, que aqui toma o nome de Rio Maratauira, e depois Rio Jarumã, 150 mil habitantes, dos quais 45% povoam as 72 ilhas que formam o município de Abaetetuba. A paisagem é de uma beleza ímpar, harmoniosa, quase retilínea: palmeiras de açaí e, meio metro acima, outras palmeiras, mas dessa vez de miriti. Onde parece que existe só a floresta desponta a cidade e os seus ‘abaetés’, homens fortes, nobres e valentes, segundo uma tradição de longos anos. E isso pudemos comprovar pessoalmente…
Alguns Evangelizadores-Missionários dão o seu testemunho das edições passadas do projeto:

Chegamos à noitinha, 21 pessoas provenientes de São Paulo, Maranhão, Recife, Belém, Altamira, desejosos de comunicar o Ideal da Unidade que deu um novo  sentido à nossa vida. “Por 15 anos vivemos o nosso casamento como um fusca e um caminhão… até quando entendemos que é fundamental amar o outro como a si mesmo. Nossa vida mudou e até hoje continuamos nesse empenho de amar, sempre recomeçando”; “Conheço esta vida desde que nasci, e apesar das muitas dificuldades, procuro ser fiel porque esta é a verdadeira vida…”. Uma profunda troca de experiências entre nós é o que dá inicio ao programa que se baseará no slogan “A Palavra faz viver”. Traçamos estratégias, dividimos as tarefas e iniciamos com a benção do bispo.
 
Parte dos Evangelizadores-Missionários da Edição 2012
do Projeto Amazônia em Abaetetuba
Depoimentos:
Hoje depois de renovar solenemente o “Pacto de Unidade” entre nós, saímos para levar a quantos encontramos o ‘nosso tesouro’. Visitas, sorrisos, conversas, confidências… É aqui que vemos os ‘abaetés’: gente sofrida, mas alegre e batalhadora, sempre decidida a enfrentar a vida e dar aos outros o que têm de melhor. A Palavra de Vida que levamos é uma descoberta e todos manifestam o desejo de continuar no aprofundamento da vida do Evangelho.

Prosseguem as visitas. É uma ocasião para “dar de beber a quem tem sede, dar de comer a quem tem fome…” não no sentido material, mas “na escuta das dores, na partilha dos sofrimentos e dos desafios de cada dia…”. D. Maria cuida de uma filha e um genro, vítimas de um acidente de moto, que têm três crianças… Entre os moradores surge a iniciativa de se organizarem para dar apoio a dona Maria e a ajudar a carregar sua cruz. 19h – Vigília de oração na igreja de Cristo Redentor, com 80 pessoas, na maioria jovens. Apresentamos Chiara Luce, para muitos, desconhecida. A sua história fascina e atrai.
Foto de uma apresentação folclórica de uma comunidade
visitada

“Sinto que devemos trabalhar juntos para criar uma nova cultura, a nossa cultura que é a da verdade, da honestidade, da pureza, da legalidade, enfim a cultura do amor, que faz um mundo ‘novo”.
“Tive momentos de dificuldade, mas compreendi que as coisas de Deus acontecem assim e que alguém deveria pagar o preço por tantos frutos… Escutei o pessoal do Abaetezinho e do Ipixuna, eles estão muito felizes com tudo e impressionados pelos resultados. Disseram que aconteceram verdadeiros milagres e isso confirma que tudo foi válido e valeu por todo o sacrifício. Agora o meu desejo é manter a nossa comunidade sempre viva, e fazer com que este legado que nos foi confiado seja levado adiante, sem jamais vacilar”.

Esses depoimentos querem nos dizer que as pessoas que trabalham no Projeto Amazônia não vêm apenas dar ou ensinar as verdades evangélicas, mas vêm com o propósíto de fazer uma experência evangélica da vivência da Palavra de Deus em meio das Comunidades visitadas e, muitos deles, mais recebem do que dão alguma coisa, na convivência com pessoas simples, porém sábias de conhecimentos e valores humanos e essas experiências são repassadas aos demais, quando dos encontros noturnos da Comunhão da Palavra ou Comunhão de Vida. A Unidade, que é um valor Evangélico, que todos procuram viver entre si e com os irmãos é fundamental no Projeto Amazônia, junto com a vivência da Palavra de Vida, da Fraternidade, que são valores vindos dos ensinamentos de Jesus, que disse "Amai-vos uns aos outros COMO Eu vos amei", que já é o  Amor de Deus entre irmãos, em valores que se juntam ao Serviço e à Comunhão dos Bens e da Providência Divina que sempre atende aos anseios das diversas necessidades dos diversos aspectos desses encontros.

Projeto Amazônia, Edição 2013, em Abaetetuba

Como se vê, o Projeto Amazônia é uma ação de Evangelização que acontece a cada ano em comunidades previamentes escolhidas junto ao Bispo e Párocos das comunidades a serem visitadas, tanto na cidade como nas comunidades das Estradas e Ilhas de Abaetetuba.
Os membros das comunidades visitadas em anos anteriores são convidadas para participar dos diversos grupos de visitação de novas comunidades.

Aconteceram algumas novidades na Edição 2013 do Projeto Amazônia em Abaetetuba:
  1. Aconteceu, pela 1ª vez em Abaetetuba, o Encontro da Mariápolis, que é um típico encontro do Movimento dos Focolares, onde as pessoas vão fazer a experiência do Amor entre irmãos, numa espécie de laboratório  da vivência da Fraternidade, Serviços, Unidade entre pessoas, grupos nos diversos tipos de grupos e segmentos sociais, sem distinção de idades, cor, raças, religião, credos e procurando se "Fazer Um com cada irmão" conforme nos diz diz São Paulo. O encontro da Mariápolis foi possível devido uma série de Providências vindas dos gestores, entidades, políticos, órgãos, Igrejas, empresários e pessoas dispuseram espaços, víveres, camas, colchões, dons, serviços para que a Mariápolis pudesse acontecer pela 1ª vez em Abaetetuba e ainda se constituiu em uma grande preparo expiritual para tantos que após esse encontro se dispuseram a também trabalhar em favor do Projeto Amazônia. A Frase-Lema da Mariápolis 2013 para todo o Brasil foi "Que ninguém passe ao meu lado em vão", como que a prenunciar que cada irmão encontrado pudesse receber um pouquinho das riquezas que Deus sempre dispõe aos seus filhos amados. Vide a frase no cartaz acima.
  2. Antes do Encontro da Mariápolis aconteceu também um encontro do âmbito do Movimento Político Pela Unidade-MPU, que quer mostrar a todos que a Fraternidade na Política é um valor que já acontece nos mais de 180 países onde o Movimento dos Focolares se faz presente, prununciado uma novo modo de fazer política que tem a Fraternidade como um valor. O mesmo princípio é aplicado aos outros segmentos da sociedade como: Saúde, Direito, Economia, Artes, Educação, etc. onde se vislumbra através da Fraternidade o Mundo Novo, o Mundo Unido, que já é possível experimentar em muitos lugares do mundo.
  3. A ação do Projeto Amazônia em duas frentes de ação, com: um grupo atuando nas comunidades dos bairros e comunidades das Estradas de Abaetetuba e outro grupo atuando nas Ilhas de Abaetetuba e com total apoio dos párocos e pesssoas e entidades acima mencionadas. O final das ações da Edição 2013 do Projeto Amazônia em Abaetetuba está previsto para o dia 13/07/2013, tendo se iniciado em 7/7/2013.
Vide abaixo algumas fotos da Mariápolis e do Encontro da Festa de Encerramento da Frente atuante dos bairros e comunidades das Estradas de Abaetetuba com comentários:
 Apresentação de parte dos "Missionários" durante a Missa de
Encerramento da Edição 2013 do Projeto Amazônia
 Família presente na Festa de Encerramento do
Projeto Amazônia 2013 em Abaetetuba
 O palco com todo o instrumental musical e pintado
na parede as motivações amazônicas do Projeto Amazônia
com vegetação, rios, ribeirinhos, casas, canoas, animais e
mais na frente o cartaz do Projeto
 O público presente na Missa de Encerramento do
Projeto Amazônia 2013 na Igreja-Santuário de
N. S. do Perpetuo Socorro
 Pe. Arnaldo, Pároco da Paróquia de N. S. do Perpétuo
Socorro, celebrando a Missa das 18:00 h
 Um ribeirinho vindo da localidade Maracapucu, agora
residindo na Comunidade Frei Galvão, dando o seu
depoimento sobre o que foi para ele a presença da
Missão nessa Comunidade do Algodoal
 Os apresentadores, músicos e cantores no Palco da
Barraca de N. S. do Perpétuo Socorro
 Parte do público presente na Festa de Encerramento
do Projeto Amazônia na Barraca de N. S. do
Perpétuo Socorro
 Participação do público nas apresentações da Festa
de Encerramento do Projeto Amazônia, Edição 2013
 depoimentos de duas pessoas que fazem um belo trabalho
numa Academia de Box, enfatizando que o objetivo desse
esporte não é a competição, mas como esporte recreativo, leva em conta  o relaxamento físico-mental,a flexibilização, a resistência, a força, 
a coordenação, a disciplina, a respiração e os aspectos espiritual e
da cidadania
 Acima, crianças, jovens e adultos participando nas
coroegrafias das diversas canções do Encontro
 Testemunho de uma "Missionária" contando como procura
viver o Ideal da Unidade no seu dia-a-dia e de sua participação
no Projeto Amazônia em Abaetetuba, apesar dos limites da
idade e do atual período de férias
 As canções do Movimento dos focolares são verdadeiros
hinos ao Amor, à construção do Mundo Unido, da Fraternidade
entre homens, povos e nações e que todos são convidados a
embarcar nesse "Trem" (nome da música)
 Todos merecem um carinho especial de cada "Missionário", 
especialmente as crianças de quem Jesus dizia que "A elas
pertence o Reino dos Céus", pela pureza de coração, expontaneidade,
e alegria
 Coreografia de canção (não de música)

 O grupo da Academia de Box, formado por crianças, 
jovens e adultos fazendo movimentos dos princípios
da escola
 A bela Igreja-Santuário de N. S. do Perpétuo
Socorro é bonita externa e internamente, com suas
pinturas, vitrais e outros tipos de ornamentação
 A tecnologia agora é fundamental nos encontros do
Movimento dos Focolares, como no momento da explicação
da frase da Palavra de Vida para o mês de julho: "Toda a Lei
se resume neste único Mandamento: "Amarás o teu próximo
como a ti mesmo".
 O grupo da Pastoral da Juventude-PJ da Paróquia de N. S. do
Perpétuo Socorro com participação ativa no Projeto Amazônia e
acima fazendo suas apresentações musicais no Encontro de Encerramento
na barraca de sua Igreja
 Dirigentes do Movimento dos Focolares e Paróquia de
N. S. do Perpétuo Socorro
 O pároco de Perpétuo Socorro se fazendo presente
na Festa de Encerramento do Projeto Amazônia e nas
comunidades de sua Paróquia
 Coreografia da música
 Pinturas de figuras sacras no Salão da Barraca de
N. S. do Perpétuo Socorro
 Nova foto da coreografia da música do "Trem", com
participação de crianças, jovens e adultos, saindo para
evangelizar o Mundo. Embarque também nesse Trem

Fonte abaixo: focolares.org.br

Abertura oficial foi realizada na Câmara Municipal de Abaetetuba, com a presença de autoridades e comunidade local, e foi seguida de uma Mariápolis com mais de 100 participantes.

Como vem ocorrendo nos últimos anos, o Movimento dos Focolares desenvolve durante o mês de julho o Projeto Amazônia, uma atuação da “ação evangelizadora da Igreja no Brasil”, voltada especialmente à região amazônica.
Após o lançamento oficial no dia 1º de julho, na Câmara Municipal de Abaetetuba (PA), com a presença de autoridades e da comunidade local, o Projeto teve início no domingo, 7 de julho, no Centro de Formação Laranjal, com a abertura da “Mariápolis”. Estiveram presentes quase 100 pessoas das cidades de Benevides, Belém, Ananindeua, Igarapé Miri, Vila dos Cabanos, Abaetetuba e representantes de outros Estados, como São Paulo e Amazonas, vindos especialmente como voluntários do Projeto.

Em sua quarta edição no município de Abaetetuba, o projeto em 2013 vai abranger os bairros da Angélica, Santa Clara, Mutirão, São Sebastião, Estrada, Vila de Beja, Ilhas e Tucunduba, Costa Maratauíra e Santa Maria do Maracapucu, com visitas e encontros de formação e com ações sociais no bairro do Algodoal, com participação da Defensoria Pública, IFPA, Prefeitura Municipal, Museu Goeldi, Renato Chaves, Associação Comercial, Alcoólicos Anônimos.

Nazaré Marques, responsável pelo Movimento na Região, enalteceu a iniciativa dos integrantes do Movimento no município, na organização das atividades, envolvimento de parceiros, engajamento político e busca de patrocínio para a realização das ações. Observou também a característica peculiar dessa Mariápolis, pois os “mariapolitas” são eles mesmos os atores, participando da Mariápolis e das ações do Projeto.

Mário Feio, também responsável pelo Movimento dos Focolares na Região Amazônica, percebe que o projeto tem raízes na Amazônia e produz frutos, dando resposta à Igreja que lançou a semente. Segundo ele, o projeto é um laboratório de modelo de vida evangélica, baseado no aspecto “caritativo” mais vital, no amor ao próximo que leva à reciprocidade, gera a presença de Jesus e constrói a unidade, um mundo mais fraterno, o paraíso na terra.

Blog do ADEMIR ROCHA, de Abaetetuba/PA

sexta-feira, 12 de julho de 2013

ARTES E ARTISTAS - José Guilherme Medeiros Carneiro - Genealogia e Obras

ARTES E ARTISTAS - José Guilherme Medeiros Carneiro - Genealogia e Obras

O artista plástico, artesão e poeta José Guilherme em sua
lojinha de artes e comércio

ARTES E ARTISTAS: JOSÉ GUILHERME MEDEIROS CARNEIRO/GUILHERME
Genealogia e Obras

Há muitos anos o artista plástico e artesão josé Guilherme Medeiros Carneiro/Guilherme desenvolve suas atividades de artista plástico e artesão em Abaetetuba. José Guilherme é filho de Benedito Maués Maués Carneiro/Surrão, este que era conceituado comerciante em Abaetetuba e dona Jaci Medeiros Carneiro. José Guilherme há 9 meses mudou sua pequena loja, que também é seu ateliê, para a Rua Lauro Sodré, nº 1695, Fone: 3.751-4370, ao lado das residências de seus tios maternos e a loja recebe o sugestivo nome de “Comercial & Cultural Girândola”, o que implica dizer que se trata de uma pequena casa de comércio de sua produção artística e artesanal e outros produtos do ramo dos perfumes e comésticos e o nome girândola nos faz recordar a antiga tradição de Abaetetuba de se carregar os Brinquedos de Miriti de Abaetetuba pelo utensílio assim chamado e onde são presos os diversos tipos de Brinquedos de Miriti de Abaetetuba. Como antigo artista plástico e artesão de Abaetetuba José Guilherme já participou incontáveis vezes das diversas mostras, festivais e eventos culturais de Abaetetuba e sempre com grande aceitação de seus trabalhos e, além do mais, também é poeta, conforme nos revelou em recente entrevista e que o mesmo nos repassará algumas poesias de sua lavra para futuras publicações aqui nesta página a ele dedicado.
Algumas obras artísticas de José Guilherme

 Quadros em miriti, brinquedos de miriti
 Porta-flores, pinturas em quadros, brinquedos de miriti
 Esculturas, espelhos, móbiles, santinhos, brinquedos de miriti
 Brinquedos de Miriti, móbiles, quadros
 Esculturas de Cristo e Nossa Senhora
 Espelhos, móbiles
 Pintura em quadro de Cristo estilizado
 Cultura religiosa dos oratórios, tucano em miriti
 Escultura de cristo em madeira, tatu em miriti
 Pintura de motivação amazônica: vitória-régia
 Pintura em quadro de N. S. da Conceição
 Pinturas em quadros, santinhos
Cultura religiosa dos altares com santinhos
Pintura de flores em quadro
Santinho
O versátil artista José Guilherme
 Tucano em miriti no poleiro
 Criativa obra em pintura e miriti
Banqueta com instrumentos, tintas, colas e outros
José Guilherme é descendente das tradicionais famílias Carneiro, Medeiros e Maués, conforme as genealogias abaixo:

Geração Materna:
·         1ª , pais de Guilherme Medeiros
·         2ª G/Filhos/F, Guilherme de Medeiros, citado em documentos de 1930 em Abaeté, natural de Mocajuba, sendo, conforme cita sua filha D. Jaci Medeiros descendente de judeus e africanos, era de cor morena e veio para a antiga Vila de Abaeté com a família do farmacêutico Joaquim Mendes Contente com quem trabalhou alguns anos até se fixar com a sua quitanda em uma das antigas e tradicionais pontes de madeira da frente da antiga cidade, vendendo café preparado e lanches, que era ponto de jogos de dominó e gamão pelos notáveis de Abaeté nos anos de 1940, 1950, tendo esse ponto de vendas sendo herdado pelo seu filho Birá, daí o conhecido nome do ponto de vendas de “Ponte do Birá”.  Guilherme Medeiros veio solteiro de Mocajuba e aqui casou com Maria Maués, esta era morena clara e descendente da tradicional família Maués de Abaeté e com quem teve diversos filhos da 3ª G/Netos/N, conforme abaixo. Dona Maria Maués, antes do casamento com o Sr. Guilherme Medeiros tivera a filha chamada Esmeralda Medeiros que herdou o sobrenome do padrasto. O Sr. Guilherme Medeiros teve outros irmãos, tendo trazido alguns de seus parentes para Abaeté que ajudaram na disseminação da tradicional família Medeiros por terras de Abaeté e Belém. São filhos de Guilherme Medeiros e D. Maria Maués, da 3ª G/N dos Medeiros, que receberam nomes indígenas ou que lembram as etnias indígenas ou nomes dos contos ou literatura indígenas do Brasil: Jacy Paraguassu, Ubirajara/Birá, Ubiratan/Banana, Ubiracy, Esmeralda, Pedro Poty, Raimundo Uparajara/Parajara, Pindu Urubussu/Pindubussu, Iracema, Francisca Jacirema/Cecé, Manoel Urubatan/Urubatan Medeiros e Guilherme Medeiros e esposa, em gesto humanitário, ainda criaram ou adotaram outros filhos: Raimundo Ramos/Ramos, Baião e João Rochedo/Rochedo e nenhum destes era casado ou deixaram descendentes em Abaetetuba.
·         3ª G/N, Jacy Medeiros casou com Benedito Maués Carneiro/Surrão, este comerciante na Av. D. Pedro II, com mercearia em frente ao antigo prédio Lucídio Paes e D. Jacy e Benedito tiveram filhos, da 4ª G/Bisnetos/Bn: José Guilherme, Luzia Medeiros Carneiro. Além dos filhos naturais D. Jacy e esposo adotaram o conhecido Fernando Jorge, este é irmão do João Rochedo e ambos filhos de D. Raquel, tendo Fernando Jorge feito o curso superior de Economia pela UFPA, trabalhando e se aposentando nos quadros de funcionários do Banco do Brasil.
·         4ª G/Bn, José Guilherme Medeiros Carneiro. Vide acima
·         4ª G/Bn, Maria Luzia Medeiros Carneiro
·         4ª G/Bn, Fernando Jorge
·         3ª G/N, Ubirajara Medeiros/Birá, herdou a quitanda de vendas de café e lanches conhecida como “Ponte do Birá”, trabalhou por longos anos como fiscal-balanceiro pela Prefeitura Municipal de Abaetetuba, conhecido comunitário e ardoroso militante da Igreja Católica como membro da Ordem 3ª de São Francisco, . Ubirajara/Birá casou uma 1ª vez com D. Leó e casou uma 2ª vez com D. Dinair e com filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn.
·         3ª G/N, Ubiratan Medeiros/Banana, que por longos anos foi jogador de futebol do Abaeté Futebol Clube, de Abaetetuba, e que trabalhou por toda a sua vida como torneiro-mecãnico, também em Abaetetuba, com residência e oficina no terreno de sua família na Rua Lauro Sodré, esquina com a Av. 15 de Agosto. Ubiratan casou com a professora Nagi e já é falecido.
·         3ª G/N, Pedro Poty Medeiros/Pedro Poti, que foi antigo jogador de futebol como goleiro do Vasco da Gama de Abaetetuba nos anos de 1950 e casou com Esmeralda e com filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn e Pedro Poti e família mudaram há muitos anos para Belém, Pará.
·         3ª G/N, Benedito Medeiros
·         3ª G/N, Raimundo Uparajara/Parajara, que por longos anos jogou futebol como goleiro do Tietê, foi cantor romântico nos tempos dos shows do radialista e artista Benedito Sena dos Passos/Bandute Sena e até os dias atuais possui o seu botequim ao lado da residência de seus irmãos na Rua Lauro Sodré, em frente ao estúdio da Rádio Guarany FM e continua solteiro até os dias atuais.
·         3ª G/N, Pindu Urubussu/Pindubussu/Pindu, que por longos anos teve o “Bar do Pindu” no local da antiga residência de seus pais, na Rua Lauro Sodré, esquina com a Av. 15 de Agosto e Pindu, era casado e com filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn, e atualmente reside fora do Estado do Pará.
·         3ª G/N, Iracema Medeiros, comunitária e ativa militante da Igreja católica junto com seu marido e família, casou com o Sr. Filito Roque e com filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn com residência na Trav. Padre Luiz Varela, em Abaetetuba/PA.
·         3ª G/N, Manoel Urubatan Medeiros, já é falecido
Os filhos adotados pelo Sr. Guilherme Medeiro e esposa D. Maria:
·         Sr. Raimundo Ramos/Ramos, natural de Abaetetuba e que por longos anos trabalhou como embarcadiço em grandes embarcações do Sudeste do país, como cozinheiro e o Sr. Ramos tornou-se figura folclórica em Abaetetuba pelo seu jeito descontraído, mordaz, irônico e mordaz no seio da sociedade e já é falecido.
·         Sr. Baião, que veio da Bahia e que por longos anos trabalhou como embarcadiço nas embarcações do Baixo Tocantins e por conta dessa profissão morreu afogado na baía.
·         Sr. João Rochedo/Rochedo, natural de Abaetetuba, irmão do conhecido Fernando Jorge, ambos filhos de D. Raquel e João Rochedo por longo tempo levou vida descontraída em Abaetetuba, tendo viajado para o Rio de Janeiro onde se encontra trabalhando atualmente.

Outros Medeiros de Abaetetuba:
·         José Ubirajara dos Santos Medeiros
·         José Ubirajara dos Santos Medeiros Neto
·         Tenente-Coronel José de Castro Medeiros, prefeito nomeado de Abaeté (17/11/1945-12/2/1946).
·         Janice Medeiros, casou com Altair de Araujo Barros e tiveram duas filhas: Pérola e Altair Medeiros Barros.
Geração paterna de José Guilherme Medeiros Carneiro:

Os Maués Carneiro:
·         1ª G/pais de Hygino Maués
·         2ª G/Filhos/F, Hygino Maués, coronel, professor examinador escolar em Abaeté, comerciante, dono de engenho na localidade Tucumanduba citado em 1919, membro do conselho de Intendência e Intendente de Abaeté no período de 1908-1911-1915, antigo morador da Rua Siqueira Mendes, casado e com filhos, 3ª G/Netos/N: José Maués Carneiro, Fifita, Lucinésia e outros.
·         3ª G/N, José Maués Carneiro, casou com Luzia Maués Carneiro e com filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn: Benedito/Surrão, Onofre, Sebastião/Babi, Higino, Maria Luzia, Lúcia, Maria José e José Maués Carneiro.
·         4ª G/Bn, Benedito Maués Carneiro/Surrão, este conhecido comerciante na Av. D. Pedro II, com mercearia em frente ao antigo prédio Lucídio Paes e Benedito casou com Jacy Medeiros e tiveram  filhos, da 5ª G/Trinetos/Tn: José Guilherme, Luzia Medeiros Carneiro e Fernando Jorge. Além dos filhos naturais D. Jacy e esposo adotaram o conhecido Fernando Jorge, este é irmão do João Rochedo, ambos filhos de D. Raquel, tendo Fernando Jorge feito o curso superior de Economia pela UFPA, trabalhando e se aposentando nos quadros de funcionários do Banco do Brasil. Benedito Maués Carneiro tem vários irmãos, da 2ª G/F.
·         5ª G/Tn, José Guilherme Medeiros Carneiro. Vide acima
·         5ª G/Tn, Maria Luzia Medeiros Carneiro
·         5ª G/Tn, Fernando Jorge
·         4ª G/Bn, Onofre Maués Carneiro, famoso professor particular de Abaetetuba, dono de externato para a admissão ao ginásio nos anos de 1960, foi professor primário no antigo Grupo Escolar “Prof. Basílio de Carvalho” e foi professor da SEDUC/PA, já é falecido, casou com a Profa. Donita e tiveram filhos, 5ªG/Tn e é citado em 1946.
·         4ª G/Bn, Sebastião Maués Carneiro/Babi, era comerciante de calçados com a Sapataria Babi, já falecido e era casado e com filhos, 5ª G/Tn.
·         4ª G/Tn, Higino Maués Carneiro, já é falecido e com filhos, 5ª G/Tn
·         4ª G/Tn, Maria Luzia Maués Carneiro, já é falecida
·         4ª G/Tn, Lúcia Maués Carneiro
·         4ª G/T, Maria José Maués Carneiro, trabalhou como secretária e professora no antigo Ginásio Bernardino Pereira de Barros nos anos de 1960, professora aposentada da SEDUC/PA
·         4ª G/F, José Maués Carneiro, é citado em 1944
·         3ª G/Netos/N, filhos de José Maués Carneiro e Luzia Maués Carneiro:
·         3ª G/N, Fifita, casou com o Sr. Nestor Ribera/Boliviano e com filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn
·         3ª G/N, Lucinésia Maués Paes, professora de externato, do Grupo Escolar Basílio de Carvalho, casou com Francisco Euvágrio Paes e com filhos, 4ª G/Netos/N.

Outros Carneiro em Abaetetuba:
·         Domiciano Maués Carneiro, citado em 1944, comerciante anos de 1940, 1950

Descendentes de ANDRÉ CARVALHO CARNEIRO:
·         André Carvalho Carneiro, pai de Andrelina Carneiro
·         Andrelina Ferreira Carneiro/Dedé, casou com Stoesel Orlando Lima de Araujo e tiveram 8 filhos. Andrelina de Araujo Carneiro é citada em 1944.
·         Risolania Ferreira Carneiro, mãe de Andrelina Carneiro
Outros Carneiro:
·         Balbina dos Santos Carneiro, origem na localidade Rio Camotim, citada em 1944
·         Basílio Fernandes Carneiro, vendedor ambulante no Rio Camutim em 1922-1931
·         Carlos Nunes Ferreira & Carneiro, firma na localidade Tucumanduba
·         Domingos Rodrigues Carneiro, origem na localidade Rio Camotim, citado em 1944
·         Elysiário dos Santos Carneiro, com terreno à Travessa Pedro Rodrigues, divisa com Isidoro de Lima Assunpção em 1931.
·         Ferreira & Carneiro, com comércio no Furo Tucumanduba e dono de depósito de lenha no Rio Abaeté em 1922.
·         Isolina Carneiro, origem na localidade Rio Camotim, citada em 1944
·         João Baptista Carneiro, antigo capataz do Porto de Abaeté, casou com Adelaide Ferreira Carneiro.
·         José Maués Carneiro, citado em 1944.
·         Lúcia Carneiro, origem na localidade Rio Camotim, citada em 1944.
·         M. F. Carneiro, dono de engenho no Furo Tucumanduba para fabricar açúcar e mel em 1922.
·         Tenente-Coronel Manoel José Fernandes Carneiro, tenente-coronel, que substituiu o Tenente Coronel Arlindo Leopoldo Correa de Miranda como presidente da Câmara de Abaeté e que dirigiu a Vila de Abaeté até o ano da Proclamação da República, em 1887-1889.
·         Sebastião Fernandes Carneiro, vogal na Intendência: do Coronel Hygino Maués em 1908-1911, na intendência do major José Félix de Sousa em 1911-1913.
·         Manuel Miranda Carneiro, origem na localidade Rio Camotim, citado em 1944
Os Outros Maués:
·         Aldemos Batista Maués, natural da localidade Tucumanduba, foi um dos construtores da Capela de Nossa. S. de Nazaré no bairro de S. Lourenço em Abaeté, citado em 1946, n. em 25/5/1906 e f. em 5/5/1986, comerciante, católico, Aldemos Maués, c/c Maria Loureiro Maués, esta nascida em 8/1/1904 e com filhos.
·         Dr. Antonio Roberto Maués, bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, ocupou função no Museu Nacional, Delegado de Polícia em várias localidades do Estado de São Paulo, promotor público em São Paulo.
·         Carmosina Maués, filha de Firmo Roberto Maués, casada e com filhos
·         Diquito Maués, Cazuza, Júlio Maués, Totó maués, sendo eles donos da Casa Maués no Furo Grande e na frente da cidade de Abaeté, para comércio, engenho e navegação.
·         Emercindo Batista Maúes, dono do engenho de cachaça Santa Margarida, Rio Arapapu, início do século 20, vereador no governo do prefeito Pedro Pinheiro Paes (1948-1951) e citado em documento de 1944, marítimo em 1944.
·         Esmeralda da Silva Maués, nascida em 5/9/1900 e falecida em 2/10/1940
·         Firmo Roberto Maués, nascido em 1/6/1881 e falecido em 30/7/1957, filho do Cel. José Olympio Roberto Maués e Adelaide Caripuna, origem na localidade Casa Branca, comerciante e com engenho para mel no rio Piquiarana em 1922, Capitão da 2ª Companhia da Guarda Nacional em 12/4/1906, vogal na Intendência de: Capitão Manoel João Pinheiro em 1893; Domingos de Carvalho (1915-1918), Manoel Pinto da Rocha (1918-1919), Cel. Aristides dos Reis e Silva (1919-1922), Lindolpho Cavalcante de Abreu (1922-1926), Garibaldi Parente (1926-1930), comerciante na localidade Rio Piquiarana citado em 1922, dono de engenho para fabricar mel de cana na localidade Rio Piquiarana, citado em 1944, casado e com filhos.
·         Heitor Maués, origem na Casa Branca/Costa Maratauhyra, famoso barbeiro por muitos anos em Abaetetuba, citado em 1944, c/c Eglantina e com filhos: Joserlina, José Heiná, Heleno de Jesus, Cabecinha, Márcio, Pedro, Joselina e outros.
·         Helena Maués, origem na localidade Casa Branca/Costa Maratauhyra, citada em 1944
·         Hidebrandina Maués, citado como padrinhos junto com o Major José Honório Roberto Maués do pequeno Santino Rocha em 1905. Hildebrandina Maués, citada em 1905, esposa do Cel José Honório Roberto Maués.
·         Horácio C. Maués, nasceu em 1893 e faleceu em 1939
·         João Olympio Roberto Maués, coronel, falecido e sepultado no Cemitério Público de Abaeté, citado em 1894, capitalista, dono de engenhos e escravos, c/c Adelaide Caripuna, esta filha do Cel. Antonio Correa Caripuna, antigo chefe político local. São seus filhos: Maria Maués Ferreira, Coronel José Honório Roberto Maués, Capitão Firmo Roberto Maués, Manoel Roberto Maués.
·         Joaquim Emílio Roberto Maués, vogal da 2ª Câmara de Abaeté (1884-1887 e 1887-1889).
·         Joaquim Maués, coronel da Guarda Nacional presente uniformizado em 1902 na inauguração do Grupo Escolar de Abaeté.
·         Joaquim Honório Maués, nascido em 15/6/1886 e falecido em 3/1/1963
·         José C. Maués, comerciante e dono de engenho no Furo Grande, citado em 1931
·         José do Carmo Maués, citado em 1950
·         José Honório Roberto Maués, falecido e sepultado de N. S. da Conceição, filho do Cel. José Olympio Roberto Maués e Adelaide Caripuna, foi nomeado em 13/2/1890 o 1º Intendente de Abaeté, tendo recusado esse cargo em 1891, dono de fazenda/engenho de açúcar São José no século 19 situada à margem direita da localidade Rio Tucumanduba, Comendador da Ordem de Cristo, citado em 1905, citado como dono de engenho de cachaça e mel denominado Conceição em 1922 em sociedade com José Barbosa Ferreira na localidade Rio Piquiarana, major da Guarda Nacional em 1905 e que serve de padrinho junto com Dona Hildebrandina Maúes ao pequeno Santino Rocha em 1905, tenente-coronel da mesma guarda, deputado, sepultado no Cemitério de Nossa. S. da Conceição/Abaeté/Pa, tenente-coronel comandante do Estado-maior da 214º Batalão de Infantaria da Guarda Nacional em 12/4/1906, casado e com filhos.
·         José Joaquim Maués, dono do Engenho Vista Alegre no Rio Tucumanduba, que foi um dos primeiros engenhos de Abaeté.
·         José Maués, coronel citado 1912, thesoureiro da Intendência Municipal de Abaeté
·         José Roberto Maués, tenente-coronel citado em 1922
·         José Roberto Maués/Cazuza Maués, casou e teve filhos: Pelica Maués casou com o cametaense Góes.
·         Manoel Joaquim Roberto Maués, nasceu em 1870 e faleceu em 16/11/1947
·         Manoel José Maria Maués, casou com Maria Vitória Malato Loureiro e tiveram 11 filhos.
·         Manoel Roberto Maués, filho do Cel. José Olympio Maués e Adelaide Caripuna.
·         Maria Caripuna Maués, filha do Cel. José Olympio Roberto Maués e Adelaide Caripuna, casou com José Nunes Ferreira e tiveram filhos, citada em 1922 como viúva e comerciante à Rua Justo Chermont.
·         Maria Celeste Maués, citada em 1944
·         Maria da Conceição Maués, citada em 1944
·         Maria Loureiro Maués, n. 8/1/1904, c/c Aldemos Maués e tiveram filhos
·         Maria Maués, casou com Cecílio de Almeida Cardoso e tiveram os seguintes filhos: José Antonio de Pádua, Ana Nazaré, Cristina, Maria da Ressurreição, Ely de Sabatini, Esmaelino de Jesus, Maria Dalcy e Raimunda Nonata.
·         Raymmundo Conceição Maués, comerciante no Rio Itacuruçá em 1922
·         Rosa Maués,  Murilo de Carvalho e tiveram filhos: Ernani, Odivaldo, Francisco e Pedro Paulo Maués Carvalho.
·         Rosendo Maués, dono do engenho de cachaça Santo Antonio, Rio Panacuéra e do engenho São Pedro nos anos de 1920 e citado em documento de 1944, morou na antiga Rua Torquato Barros em casa que posteriormente foi repassada para Ildefonso Correa Lima e tem também nome de rua em Abaetetuba/Pa.
·         Dr. Vicente Antonio Maués, nasceu em 22/1/1879, filho do Cel. José Honório Roberto Maués, no Engenho São José, às margens do Rio Tucumanduba, em Abaeté, engenheiro civil em 27/3/1909, Secretário de Obras em Pernambuco em 1903, citado em Pernanbuco em 1923, falecido em 1939, com nome de escola em Abaetetuba.

Blog do ADEMIR ROCHA, de Abaetetuba/PA