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quinta-feira, 29 de novembro de 2012

BARCOS 1 DO PARÁ E ABAETETUBA ATRAVÉS DO TEMPO

BARCOS 1 DO PARÁ E ABAETETUBA ATRAVÉS DO TEMPO
Belo barco/motor (B/M) com 3 convés que faz o percurso
Marajó-Belém-Marajó
Como Abaetetuba e sua região do Baixo Tocantins, junto com a região do Marajó e parte de outras regiões, estão situadas no Estuário Tocantino, foram e ainda são muitos os tipos de embarcações utilizadas nas centenas de grandes e pequenas vias navegáveis desse grande Estuário e de todos os tipos e tamanhos. 
Publicamos o belo texto das memórias de Pedro Parente sobre a Flor do Guamá, canoa à vela que era de propriedade de seu pai nos tempos em que residiam às margens do Rio Guamá, este que também banha a Capital, Belém do Pará e onde se descreve todo o processo de fabricação de uma embarcação construída em madeira-de-lei:
Flor do Guamá
Lá para as bandas do rio Guamá, rio caudaloso que banha a cidade de Belém do Pará, meu pai (Timóteo Parente?) possuía uma grande quantidade de terras, advindas das sesmarias de meu avô materno “Coronel da Guarda Nacional”, Garibaldi Parente. Ali havia um casarão com dependências comuns a todo tipo de residência com um enorme trapiche onde os barcos atracavam e um pequeno comércio dirigido pelo meu pai e seu fiel escudeiro seu Feliciano. Esse era o sítio “Canta Galo” de onde trago saudosas memórias.
Os caminhos da Amazônia eram feitos apenas de hidrovias e picadas abertas rusticamente a golpes de facões.
Meu pai encomendou a um dos seus empregados, chamado Adélio, carpinteiro naval de grande prática, um barco a vela. Adélio conhecia quase todos os segredos da floresta.
Procurou e encontrou a árvore que queria uma maçaranduba de seus 20 metros de comprimento. Aquela era a madeira ideal para fazer a quilha, devido a sua robustez e quanto ao peso e resistência. Os nativos da floresta sabem como ninguém o manejo das árvores.
Num dia determinado pela fase da lua, tomando todo cuidado na derrubada, a fim de não ofender outras espécies de árvores preciosas e mais novas, promoveram a queda daquele monstro secular.
Após um ano com a madeira já curtida, começou o trabalho de entalhar e dar forma a madeira, tudo de maneira muito rudimentar, porém com muito carinho. As ferramentas eram: machados, terçados e enxós.
Aquela peça enorme e pesada foi arrastada sobre roletes de madeira até a beira do rio, onde foi construído um estaleiro para conclusão da obra.
Após calçada, escorada e aprumada a quilha, foi sendo encaixado o cavername, aquelas peças que dão forma ao barco e que recebem as falcas.
Muito trabalho árduo, de sol a sol, num calor escaldante e o tormento dos mosquitos picando e zunindo ao seu ouvido.
Isso é a floresta úmida tropical. Poucos resistem. Devido tantas intempéries, a expectativa de vida daqueles caboclos é muito baixa.
Finalmente Adélio e seus ajudantes concluíram a primeira etapa. Agora era calafetar o casco com mechas de pano embebido em breu derretido no fogo com ajuda de talhadeira e marreta, iam cunhando entre as falcas.
Agora a expectativa se o barco ao flutuar não pendia para nenhum dos lados, o que seria um grave erro de construção e um grande demérito para o mestre Adélio.
Na preamar da maré de lua cheia, finalmente o casco foi “lançado ao mar” termo de marinharia, pois ali a água é doce.
Sucesso! Permaneceu flutuando no prumo, isto é, não pendeu para nenhum dos lados, nem para bombordo nem para boreste.
Agora é colocar a tolda, o leme, o mastro, as enxárcias, os moitões, as vergas: superior e inferior, colocar a vela mestra e a bujarrona; a escota, pintar e batizar.
Recebeu uma vela estilo grega, de lona, tingida com casca de jatobazeiro que lhe deu uma tonalidade marrom escuro.
É uso naquelas bandas pintar o nome da embarcação na ilharga da tolda, e como era desejo do velho aquela obra de arte recebeu o nome de Flor do Guamá.
Tornou-se famosa. Ninguém a vencia. Deixava para trás todas aquelas outras embarcações a vela que tentassem porfiar.
Pilotar um barco daquele tamanho, com uma área de vela imensa, na cana do leme, teria que ter habilidade e muita força.
Era linda aquela vigilenga!
Enfrentava o Guamá encapelado com galhardia e destemor.
Pilotada pelas mãos calejadas e firmes do Coló, João Marinho ou do Nicolau fazia as viagens entre Belém e o Canta Galo sempre que a carga estava completa. Durante a safra não tinha descanso. Trazia de tudo, especialmente farinha, cacau, arroz e frutas que era vendido na feira do Ver-o-Peso.
Passaram-se os anos, meu pai envelheceu e a Flor do Guamá também. Passou a não ser tratada com o carinho que papai lhe dava. Talvez por isso e também paixão, numa dessas viagens com o vento geral soprando com toda força, carregada de farinha, não resistiu. A verga inferior juntou-se a superior numa refrega mais forte do vento e ela partiu-se ao meio perdendo toda a carga. Com vento forte, é perigoso navegar de “vento em popa” é preferível com o vento de través.
Eu preferia quando praticava barco a vela.
Felizmente nossos heróis tripulantes foram salvos após ficarem a deriva agarrados a pedaços de destroços durante toda noite.
Daquele dia em diante notei mais tristeza no semblante do meu velho que nunca mais quis falar da Flor do Guamá.
Pedro Parente

GALERIA DAS IMAGENS DE EMBARCAÇÕES, ANTIGAS E ATUAIS, DE ABAETETUBA E DO PARÁ:

Barcos de pesca das costas oceânicas do Pará,
construídos em ferro
 Vista panorâmica dos rios e ilhas da frente da
cidade de Abaetetuba e a visão de muitos tipos
de ambarcações e de todos os tamanhos:
barcos-motores, popopôs, rabetas, rabudas,
rabudinhas, iates, lanchas, canoas à remo e 
outros tipos
Barco-motor (B/M), tamanho pequeno e outras
embarcações no rio em frente à Abaetetuba
No primeiro plano temos pequenas embarcações
de Abaetetuba, tipo rabetas, rabudas e rabudinhas
e barcos-motores pequenos mais acima da imagem
No primeiro plano as embarcações rabudas e
rabetas e uma lancha e no alto barcos-motores
tamanhos pequenos
No plano inferior uma rabuda, no meio uma
rabeta coberta, acima na foto mais rabetas,
barcos-motores, popopôs
No plano inferior rabudas, rabetas e um barco
tipo iate conduzindo romeiros de festa de santo
católico
No plano inferior temos rabetas e acima da
foto temos rabetas, popopôs, iates, barcos-motores
conduzindo romeiros para festa de santo católico
Na foto acima todos os tipos de barcos no porto
de Belém que se reúnem para participar do Círio
Fluvial de N. S. de Nazaré.
Acima são dois barcos, um popopô e uma canoinha à vela, parecendo uma
só embarcação
Este barco-motor (B/M) é de médio porte, com dois
convés e construído em madeira-de-lei e serve no transporte
de cargas e passageiros de Belém com a Ilha do Marajó
e Baixo Tocantins
Este barco popopô (pequeno barco motorizado) é
meio toldo e faz o transporte de produtos regionais
para Belém
Interior de um dos navios de transporte de passageiros nas empresas rodo-fluviais no percurso Porto de Arapari-Belém-Porto de Arapari
e já é dotado de cadeiras para os passageiros, servindo no transporte
de passageiros para os municípios do Baixo Tocantins.
Acima um dos ínumeros embarcadouros da frente da
cidade de Belém e uma das rápidas lanchas usadas
pelas empresas rodo-fluviais no transporte de passageiros
na rota Porto de Arapari-Belém-Porto do Arapari e servindo
aos diversos municípios do Baixo Tocantins
Este é uma das milhares de embarcações tipo barco-motor e
que têm múltiplas utilidades pelos numerosos rios e baías
do Baixo Tocantins, Belém, Ilha do Marajó e demais regiões
paraenses
Acima, dois tipos de embarcações usadas pelas empresas
rodo-fluviais do Baixo Tocantins. O barco menor é uma
lancha, que é uma rápida embarcação usada no transporte
de passageiros e, ao lado, um grande barco-motor também
usado com a mesma finalidade, porém de velocidade mais
baixa que as lanchas e transportando uma maior quantidade
de passageiros para os municípios do Baixo Tocantins
Na foto acima são dois tipos de embarcações: o batelão
(embarcação usada no transporte de cargas e rebocada
por outros tipos de embarcações) e a canoa à remo que
antigamente era o mais usual tipo de embarcação dos
rios do Baixo Tocantins e Marajó
Na foto acima um dos embarcadouros das empresas
rodo-fluviais do Baixo Tocantins com navio à espera
do embarque de passageiros
Uma canoa à remo tipo casco, construída em uma
peça só de madeira
Acima uma das típicas embarcações usadas no então incrementado
comércio de regatão do Baixo Tocantins e demais regiões banhadas
pelos rios do Estuário Tocantino. Embarcações desse tipo possuíam
grandes porões para o armazenamento de todos os tipos de produtos
regionais e industriais para comercialização pelos rios Amazônicos,
especialmente a Região do Baixo Amazonas e outros estados vizinhos
ao Pará e até para o exterior. Esse barco-motor pertencia à tradicional
família Dias de Abaetetuba
Esse é um típico trapiche, espécie de ancoradouro com
um ponto comercial na "cabeça da ponte" e as defensas
para a ancoragem de embarcações de todos os tipos e
tamanhos
Um antigo barco pertencente à tradicional família Parente,
de Abaetetuba e que apresenta o toldo (cobertura da
embarcação) com instalações (provavelmente rústicos
camarotes improvisados)
Mesmo nos dias atuais, onde a maioria das pequenas
canoas motorizadas rabetas são maioria absoluta nas viagens
pelos rios de Abaetetuba,  ainda existem as canoas à
remo para pequenas distâncias
Na foto acima aparecem várias embarcações denominadas
de canoas à vela e também as pequenas canoas à remo e
a presença dos primeiros barcos motorizados da região
Um navio usado pelas empresas rodo-fluviais (metade das viagens
são feitas pelos rios e metade pelas estradas) do Baixo Tocantins
ancorado em frente de Belém
Quem deseja viajar de automóveis e outros veículos
automotivos leves, como também veículos pesados como
caminhões e ônibus, pode escolher fazer as viagens por
balsas. Estas transportam esses veículos para Belém ou
de Belém para os municípios do Baixo Tocantins, Marajó e demais
municípios servidos pela Alça Rodoviária do Estado. Essas
balsas são usadas nas travessias desses veículos pelas vias fluviais
ainda sem pontes rodoviárias. A pequena embarcação acima é
um dos possantes empurradores, encarregados de levar as balsas
até o seu destino
Em épocas bem recuadas do final do século 19 até os anos
de 1970, eram as canoas grandes à vela que dominavam o
cenário do transporte fluvial no Baixo Tocantins, Ilha do
Marajó e outras regiões do Estuário Tocantino. Elas eram
usadas no intenso comércio de regatão dessas regiões e
no transporte de cargas e mercadorias entre os diversos
municípios do Estuário Tocantino e, especialmente, nas
viagens para Belém do Pará. Sua óbvia característica eram
as velas de grossos panos. Acima aparecem três embarcações
desse tipo, porém com as velas "arriadas", em uma das
centenas de pontes de cada casa ribeirinha
A foto acima é no Cais do Porto de Belém, perto do
complexo do Ver-o-Peso, que inclui o Mercado de
Peixe do dito lugar. As embarcações que aparecem
na foto são os barcos geleiros que vieram descarregar
sua carga de variados tipos de peixes para abastecer
o grande Mercado de Peixe de Belém
O desenho acima é representativo de uma das comunidades
ribeirinhas do Baixo Tocantins, onde aparecem: rio, casas
ribeirinhas na margem do rio e os inúmeros tipos de
embarcações usadas nessas localidades: canoa à remo,
popopôs, barcos-motores.

As fotos acima mostram um ancoradouro em Abaetetuba
repleto de pequenas embarcações motorizadas chamadas
"rabetas" e estas podem ser cobertas (com toldo) ou descobertas,
grandes ou pequenas, como se pode observar. Essas embarcações
também funcionam como uma espécie de "táxis dos rios", tal a
sua velocidade e presteza no transporte de cargas e passageiros
no percurso comunidades-cidade-comunidades
Outra foto de um ancoradouro de Abaetetuba recebendo
romeiros para o Círio Fluvial que iria acontecer. no primeiro
plano se observa um pequeno trecho da grande feira de
Abaetetuba, seguida da imagem das pequenas rabetas e
os romeiros descendo as escadas do ancoradouro para
embarcar nas grandes, médias e pequenas embarcações
para o Círio Fluvial

Nas fotos acima se divisam os rios, as ilhas da frente
da cidade de Abaetetuba e os varidos tipos de barcos
ancorados ou navegando pela frente da cidade. Essa visão
é diária
Somente algumas entidades, órgãos e empresas possuem
o tipo de embarcação acima, que é uma lancha, rápida
embarcação usada em várias atividades de deslocamento
de pessoal
Caes de arrimo da frente da cidade de Abaetetuba, onde
se podem divisar os rios, ilhas e as embarcações no seu
vai-e-vem constante



Como Abaetetuba é fortemente influenciada pela cultura
ribeirinha do município, grande parte dos famosos
brinquedos de miriti de Abaetetuba têm os barcos como
uma das grandes motivações na confecção desses
brinquedos

Barcos em Fotos de Rui Santos e Outros Fotógrafos
Esta foto é de Rui Santos, barco tipo iate onde
se destaca também a bela paisagem formada pelo
céu em tons brancos e azuis e a cor barrenta do
rio
Na foto acima o barco-motor Belchior, da antga
Empresa Rodo-Fluvial São Jorge, chegando
ao porto no transporte de passageiros na linha
Cafezal-Belém e vice-versa, na década de 1970
A foto acima, de Rui Santos, mostra um barco
de pesca, com semi-toldo e mais uma cobertura
em lona
 Acima o histórico barco João Delmiro, foto de
Altemar Paes, da Empresa São Jorge de seu
pai Vândi Paes, que fazia parte da frota que
fazia a linha Cafezal-Belém ou vice-versa, nas
viagens rodofluviais dessa empresa hoje não
mais existente
Na foto acima, de Rui Santos, barcos de pesca
à espera da enchente em belo cenário de tons amarelados
 captados pelas lentes do fotógrafo

Barco de pesca ancorado nas areias da Praia de
Beja, de Abaetetuba, em belo cenário que mostra
a mata e algumas casas de praia
 O pequeno barco-motor em semi-toldo acima, se caracteriza
pelo forte barulho em pô-pô-po, daí o seu
apelido geral de barcos pô-pô-pô, que já estão
desaparecendo devido o surgimento dos barcos
denominados rabetas, igualmente barulhentos,
mas que são mais rápidos
pequeno barco motorizado denominado
rabeta
Barco tipo rabeta, em foto de Benedito Miranda,
navegando pelo Rio Itacuruçá, de Abaetetuba
 O barco rabeta acima, está passando bem perto
de um característico aningal (que faz parte das
várzeas dos rios e igarapés de Abaetetuba) e
e está em serviço de transporte de pessoas
(espécie de taxi dos rios de Abaetetuba)
 Esta foto de Altemar Paes mostra o histórico
barco-motor Tocantins II, da antiga Empresa
Rodo-Fluvial São Jorge, de sua família, que
fazia a linha Cafezal-Belém e vice-versa, na
década de 1970
 Foto de Rui Santos, que além do barco-motor,
mostra o belo cenário de núvens brancas em céu
azulado, em contraste com a cor barrenta do rio
 Esta foto mostra o histórico barco Caliandares
em ruínas, barco que fazia a linha Abaetetuba-
Belém-Abaetetuba na década de 1970, transportando
cargas e passageiros através dos rios e baías do
percurso
 A foto acima de Rui Santos mostra uma canoa
à remo, tipo de embarcação pequena que está
desaparecendo devido o surgimento das rápidas
e práticas rabetas, estas que são canoas motorizadas.
O cenário da foto do fotógrafo mostra um dos
rios de Abaetetuba com sua mata característica e
um curso d'água aqui chamado de furo
Esta bela foto, de Iolanda Parente, mostra a
silhueta de um barco navegando pelo Rio
Maratauíra, da frente da cidade de Abaetetuba
e mais atrás mostra uma das dezenas de ilhas
que compõem a Zona Ribeirinha da mesma
cidade
 Em barcos tipo gaiola que transportam passageiros
na Amazônia o convés desses barcos servem para
se atar as redes para descanso ou dormir. Tem
barcos com 1, 2 ou convés
Belo barco tipo gaiola de um só convés

 Para os antigos engenhos de Abaetetuba e Igarapé-Miri as embarcações
de todos os tipos eram necessárias para todas as etapas da antiga indústria
canavieira e para a comercialização dos produtos dos engenhos e das olarias
da região

Pequenos barcos no Marajó

Barco em miriti
Com a polpa da 'palmeira miritizeiros' os artesões de miriti
constroem todos os tipos de brinquedos e muitos inspirados
nos barcos, antigos ou novos, de Abaetetuba.

Barcos Rabetas de Abaetetuba
Várias fontes fotográficas








Artesões de Abaetetuba
Esse barco representa o antigo barco chamado 'galera', com
suas inúmeras velas e ele foi feito por um artesão de Abaetetuba,
com madeira e 'coforotes' da fruta 'inajá', esta palmeira abundante
no Pará 

Foto antiga
As pontes em madeira fazem parte da história de
Abaetetuba
Fonte acima: Merian Abreu

 Barcos Rabetas
Rabeta mais que lotada e barcos ancorados nas
pontes das casas ribeirinhas.
Fonte acima: Merian Abreu

 Reunião de rabeteiros
Abaetetuba deve ser o único lugar do mundo onde se faz
reunião com barcos 'rabeta' em pleno rio.
 Fonte acima: Merian Abreu

Os Brinquedos de Miriti e os Barcos
Os Barcos e aspectos da Cultura de Abaetetuba inspiram
os 'Artesões de Miriti de Abaetetuba'  na fabricação dos
famosos 'Brinquedos de Miriti'
Barcos de Miriti
Abaixo: canoeiro ribeirinho com canoa à remo e a canoa
cheios de produtos de Abaetetuba, nos barcos.
Fonte acima: Merian Abreu


Barcos de todos os tipos no Círio de Nazaré, em Belém/PA
A festa de 'Nossa S. de Nazaré', em Belém/PA, possui inúmeras
procissões, sendo que uma dessas procissões é o 'Cirio Fluvial', que
envolve centenas de barcos, grandes, médios e pequenos, em
disputa por um lugar às proximidades do grande barco que
transporta a 'Imagem Peregrina de Nossa S. de Nazaré'.
Fonte acima: Valeverde Turismo
 Fonte acima: Eliseu Dias

Olaria e Barcos
Barcos na frente de uma olaria, sendo que a que possui
cobertura em azul é uma lancha e os outros são as rabetas
de Abaetetuba, que agora se espalharam pelo Pará.
Fonte: Jorginho Gomes, via Adenaldo dos Santos
Cardoso

Frente da cidade de Santarém/PA

Fonte acima: Dagoberto P. Brilhante

Frente da Capital do Pará, Belém
A histórica e antiga 'Igreja do Carmo' fica localizada às
proximidades de beira-mar, em Belém, daí o fato de muitos
barcos ancorados em pontes de madeira, com seus inúmeros
barcos.

Fonte acima: Ademir Rocha


 Fonte acima: Diego Ferreira
Frente da cidade de Abaetetuba/PA
Ainda bem que os nossos fotógrafos conseguiram guardar muitas
fotos da frente da cidade de Abaetetuba. Inicialmente, no passado, a
frente da cidade era constituída por ruas sob pontes e muitas pontes
em madeira na frente da cidade. Depois, com os aterramento dessas ruas,
a frente da cidade está assentada sobre ruas em concreto ou cimento
armado. Restaram algumas pontes em madeira.

Fonte acima: Cleber Viana
Repare nas fotos abaixo a grande quantidade de canoas
à remo e alguns barcos maiores já motorizados.

Fonte acima: Caio Nery


As fotos abaixo são da frente da cidade de Abaetetuba já
aterradas e algumas partes concretadas ou cimentadas.

Fonte acima: Adenaldo dos Santos Cardoso

Frente da cidade de Abaetetuba com o seu 'cais' repleto de
barcos rabetas ancorados. A grande quantidade de barcos
rabetas se dá pela presença, pela parte da manhã', de muitos
ribeirinhos que vêm à cidade á negócios, vendas diversas.
Ás 11:00 eles começam a retornar para suas localidades
nas 'Ilhas de Abaetetuba'.
Fonte acima: Merian Abreu

Fonte acima: Ediney Sousa, de 'Olhar Fotográfico'


Rio Maratauíra
Rio Maratauíra, da frente da cidade de Abaetetuba, é um
longo e largo rio.
 O Rio Maratauíra, situado na frente da cidade de
Abaetetuba, há muitos anos que inspira os fotógrafos,
literatos e poetas de Abaetetuba.

Fonte: Alisson Duran




Fonte: duas fotos de Adenaldo dos Santos Cardoso


Fonte: Jorginho Gomes, via Adenaldo dos Santos
Cardoso

Barco à remo
Barquinho à remo no meio da mata de várzea, transportando
matapis para a captura de camarões. Convém dizer que os
barquinhos à remo, ainda existem, mas agora destinados às
curtas distâncias nas localidades ribeirinhas.
 Fonte: Adenaldo dos Santos Cardoso

Como as embarcações marítimas fazem parte da História e
Cultura de Abaetetuba, temos a chamada 'Praça do Barco',
que é uma escultura feita em concreto e cimento armado.
Trecho abaixo da mesma praça acima

Fonte acima: 2 fotos de Adenaldo dos Santos Cardoso

Círio na rio Baixo Itacuruçá
Como o município de Abaetetuba possui a sua 'Região das
Ilhas' com muitas localidades, então são muitos os 'cirios
fluviais' que acontecem a cada mês em Abaetetuba


Fonte: 2 fotos acima de 'Olhar Fotográfico'

Praia e Vila de Conde, Barcarena/PA
Praia de Conde com navios de transportes de mercadorias
para o Porto de Vila do Conde ou deste para o Mundo.


 Fonte: Diego Ferreira


Blog de ADEMIR ROCHA, de Abaetetuba/PA