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quinta-feira, 13 de maio de 2010

Abaetetuba 3 - Turismo, Cultura e Memória Ambiental


































Abaetetuba 3 - Turismo, Cultura e Memória Ambiental

Os Eventos
Abaetetuba, como já foi dito, é uma cidade que está situada bem pertinho da Capital do Estado, Belém, cidade grande, de dois milhões de habitantes e onde mora outra população de abaetetubenses, muitos dos quais que não sentem mais a atração de visitar sua cidade natal. Antes as dificuldades eram as desconfortáveis e demoradas viagens rodo-fluvial, que não ofereciam condições de uma boa viagem e por barcos e estradas mal cuidadas. Agora existem as estradas da Alça Viária do Estado, que estão em razoáveis condições de uso e em distâncias curtas, de hora e meia de viagem de Belém. Falta apenas o policiamento, a sinalização e a construção de pousadas com restaurantes e lojas que possam atender às exigências mínimas de roteiros turísticos razoáveis.
E Abaetetuba já oferece alguns atrativos turísticos, especialmente na forma de eventos, que só precisam de melhor organização e o incremento de motivações amazônicas para atrair mais turistas para a cidade. É sobre esses assuntos que trataremos a seguir:

O Carnaval
Este evento existe e deixa muito a desejar em termos de organização e motivação e onde muitas pessoas vêm de outros lugares para se divertir em brincadeiras carnavalescas muito diferente dos antigos carnavais de Abaetetuba, onde predominam a cultura carnavalescas de outros estados brasileiros.
As motivações atuais do carnaval abaetetubense são os insossos e importados blocos de micaretas, as escolas de samba e blocos carnavalescos em desfiles mal organizados em termos de tempo, fantasias e adereços e estrutura física precária dos desfiles.
Na estrutura física não existem arquibancadas e sim rústicos cercado em madeira e em ruas mal iluminadas e sem os devidos enfeites que a brincadeira requer e sem contar com um bom corpo de policiais para garantir uma brincadeira sadia que pode resultar em brigas e violências outras. O povo que comparece a essa brincadeira fica na sua maioria em pé e amontoado em alguns pontos do desfile, sem poder divisar melhor os grupos brincantes que passam pela avenida e em horários não pré-determinados e em consideráveis intervalos e atrasos das apresentações.
O carnaval de Abaetetuba poderia ter uma identidade própria, onde não se descartaria as atuais micaretas, blocos e escolas de samba, mas apenas se incrementariam motivações que realmente chamassem a atenção do povo de Abaetetuba e de nossos visitantes. É o que já se faz em algumas cidades amazônicas que já usam de sua rica cultura e folclore para apresentar um bonito e concorrido carnaval.
As motivações se buscariam na rica cultura e folclore, nos nossos antigos costumes e hábitos, no nosso rico artesanato, lendas e mitos, usando materiais descartáveis ou os tecidos e plásticos vendidos em nosso comércio, sem precisar usar os materiais da nossa já degradada flora e fauna, na forma de cordas, fibras, talas, cipós, folhas, penas e couros animais.

Exemplos de Alegorias Para O Nosso Carnaval
Alguns exemplos dessas motivações poderiam ser: as figuras mitológicas e lendárias, como: saci-pererê, matinta-pereira, mãe-d’água, mãe-do-mato, anhangá, fantasmas, assombraçõesetc; figuras de nossa fauna e flora como o conhecido e maltratado boto, com fantasias ou bonecos gigantes; figuras de nossos antepassados, índios, negros e brancos; figuras populares, devidamente paramentados e figuras carnavalescas antigas e já esquecidas como os pretinhos, macacos, etc.
Assim teríamos um carnaval cheio de pessoas fantasiadas com essas motivações mitológicas, lendárias, folclóricas, índios, negros, colonizadores, seringueiros, lenhadores, apanhadores e amassadeiras de açaí, canavieiros/canavieiras, pescadores e figuras de nossa flora, fauna, animais domésticos, etc.
Entre os animais se fariam grandes bonecos de bois, cobras (jibóia, sucuri, surucucu, jararacas) que povoam a imaginação de nossos caboclos de lendas e mitos diversos; jacarés, camarão, botos, lontras, sararás, quelônios, jacurarus, jacuruxis, muitos dos quais fazem parte da culinária abaetetubense e já praticamente extintos e nossas belíssimas aves como tucanos, garças, socós, saracuras, picas-paus, sururinas, ciganas, gaviões, corujas, anus, gaivotas, andorinhas e muitos outras aves que já estão desaparecendo inexoravelmente de nossas matas. Fantasias e bonecos gigantes desses animais chamariam muita atenção para o fato de preservação dessas nossas riquezas naturais.

Presença do Artesanato, Quadra Junina no Carnaval
Sem esquecer nosso artesanato, especialmente o artesanato de miriti com figuras gigantes representando esses brinquedos, não feitos de miriti, pois este já está em vias de extinção, mas de materiais recolhidos das reciclagens do lixo como papelão, garrafas plásticas, etc. E tudo feito em um colorido que realmente chamasse a atenção de todos.
E o órgão responsável, a Fundação Cultural de Abaetetuba e a própria Prefeitura deveriam firmar convênios e parcerias com os interessados para que se possam acrescentar essas melhorias ao nosso carnaval, com regras e motivações para que as pessoas pudessem se interessar nessas modificações no carnaval de Abaetetuba/Pa.
Se quiser pode acrescentar motivos da quadra-junina (como já se faz em Manaus), como os bois-bumbás, índios, etc. Aí seria um carna-boi amazônico. A prefeitura se encarregaria de preparar a infra-estrutura, a premiação dos melhores e a segurança. Esse projeto ou plano seria acrescentado ao do atual carnaval de micaretas, escolas de samba que a prefeitura já patrocina, mas que não têm nada a ver com nossa realidade amazônica.
A Prefeitura Municipal, que promove nossos eventos carnavalescos, poderia estabelecer convênios, parcerias e contratos com firmas, empresas, entidades e associações culturais que pudessem colaborar nesse novo modo de fazer um carnaval bonito e sadio em Abaetetuba.
Para chamar mais atenção e dá mais motivação a um carnaval desse tipo, se promoveriam concursos da fantasia individual mais bonita e original, o bloco ou cordão mais animado, bonito e original, o boneco mais bonito, etc.
Para isso precisa que se prepare com antecedência um projeto que detalhe minuciosamente as ações e atividades e regras a serem desenvolvidas nesse tipo de carnaval, como os dias de desfile para grupo de brincantes, as parcerias, inscrições, tempo de duração de cada grupo, premiações, estrutura física, iluminação elétrica, construção das arquibancadas, etc.
Sem esquecer as parcerias e convênios com órgãos e entidades essenciais nessas programações, como CELPA, Polícia, Bombeiros, Justiça, CDL, ACA, saúde e outras entidades, conselhos, hotéis, limpeza pública, comerciantes, empresários e os grupos carnavalescos, para que não aconteçam as falhas muito comuns nesses tipos de eventos.

A Quadra Junina
Poder-se-ia resgatar as antigas quadrilhas, bois-bumbás, cordões de pássaros, de insetos, etc. em um outro formato e horário, para a proporcionar a participação efetiva do povo, à maneira do Arrastão do Pavulagem, de Belém/Pa, que sairia pelas nossas ruas em horário favorável para todas as idades e em favor do resgate de nossa antiga tradição junina e preservação do meio ambiente. Nesse caso a prefeitura firma convênios, parcerias ou contratos com os interessados para o resgate desse tipo de diversão da quadra junina. Pode-se acrescentar nesse projeto a antiga tradição do banho de cheiro. Esse projeto ou plano seria acrescido ao já existente das quadrilhas estilizadas e tradicionais e a escolha das misses, que a Prefeitura já realiza e patrocina.

As Feiras e Festas Religiosas
Festas de: Nossa Senhora da Conceição, Nossa Senhora de Nazaré, Nossa Senhora do Perpétuo Socorro e outras, que são tradicionais no município, mas que não são divulgadas, patrocinadas do modo que merecem. A própria festa de Nossa Senhora da Conceição, a maior do município, não é divulgada a nível de mídia e nem recebe patrocínio, apoios, nem mesmo em Belém, onde existem muitos abaetetubenses que poderiam vir prestigiar e reverenciar essa que é a padroeira do município, desde o início da Povoação de Abaeté. Religiosamente essa festa é da Igreja Católica, porém, culturamente essa antiga e tradicional festa pertence ao povo de Abaetetuba e, como tal, deveria merecer uma melhor atenção das autoridades, associações, entidades e pessoas interessadas em promover turismo religioso em nossa terra, como acontece em determinados lugares, como em Aparecida/SP, Belém/Pa, etc, ajudando e apoiando nos aspectos tradicionais da festa e na divulgação da mesma. Vide postagens sobre a festa de Nossa Senhora da Conceição e outras festas.
Junto com a ajuda e divulgação dessas festas se poderia, também, fazer o resgate de nossas antigas bandas musicais, que outrora abrilhantavam as festas religiosas, bandas essas que estão sobrevivendo graças à teimosia de alguns poucos músicos e abnegados idealistas locais. Vide postagens sobre os Antigos Músicos e a Música em Abaeté.

A Feira do Miritifest
Essa bonita festa patrocinada pela Prefeitura Municipal, Associação dos Artesãos de Miriti de Abaetetuba-ASAMAB, SEBRAE, Câmara dos Dirigentes Lojistas de Abaetetuba-CDL e outros órgãos e entidades e firmas de Abaetetuba, procura divulgar o antigo e rico artesanato de miriti do município. Já é um exemplo de como se prepara um projeto turístico envolvendo vários órgãos e entidades. Só precisa de apoio do Governo do Estado e apoio de fortes patrocinadores como as Indústrias ALBRÁS, ALUNORTE, CAULIM, etc., um pouco mais de divulgação à nível de mídia regional e nacional. Também essa feira foi enriquecida com outros produtos produzidos a partir das partes da versátil árvore do miritizeiro, que além dos brinquedos de miriti, fornece matéria-prima para o artesanato de paneiros, cestas, e na culinária com vinhos, mingaus, doces, bolos e na indústria de comésticos, etc. a partir de seus frutos, sementes, folhas, polpa, caule. O Miritifest também se apresenta como mostruário de produtos e serviços das firmas, órgãos e entidades de Abaetetuba. É uma feira bonita de se ver e apreciar, além de comprar e fazer negócios.

A Feira do Extra-Abaeté
Essa feira é outro exemplo de evento bem planejado e sucedido, realizado em convênios ou parcerias da Diocese de Abaetetuba, SEBRAE, EMATER, artesãos e firmas de Abaetetuba, etc. que procuram mostra seus produtos e serviços e, especialmente, de nosso artesanato em geral, fruto da criatividade de nossos artesões. Porém o local de realização dessa feira já está se tornando pequeno para a realização desse evento .
Precisa também de divulgação a nível de mídia regional e nacional, de apoio dos grandes conglomerados industriais da região, do comércio local e de melhor suporte para a comercialização dos produtos em exposição. Cada artesão, comerciante, industrial local deve também propagandear a feira, seus produtos e serviçps, artesanato e modos de comercialização, através da mídia e dos modernos “blogs” da internet que são meios gratuitos de divulgação existentes.

Semana de Arte e Folclore de Abaetetuba
Esse evento foi criado em 1981 por Maria José Costa, Maria de Nazaré Carvalho Lobato, Maria da Graça Loureiro e Izabel Lobato com o intuito de resgatar as artes e o folclore de Abaetetuba e tirando do anonimato os valores reais existentes na comunidade abaetetubense e mostrar a todos, não só o trabalho produzido, como quem o produziu, na forma de artesãos variados, artistas na figura do ator, do compositor, do poeta, do escritor, do dançarino, do artista plástico e as suas respectivas produções. Porém o evento deveria enfatizar o humilde, porém grandioso criador anônimo, que vive nas feiras e ruas e praças, apregoando para tentar vender sua arte. Esse foi o objetivo da criação da Semana de Artes e Folclore de Abaetetuba, o desejo de preservar, divulgar e valorizar a cultura e a tradição do povo abaetetubense. Porém, ao longo do tempo, esse evento foi se desgatando e perdendo seus objetivos originais para se transformar num mero evento de shows artísticos, sem muita afinidade com nossa melhor cultura e folclore.
Para isso precisa que o projeto inicial seja reelaborado de modo a resgatar nossa verdadeira cultura e folclore, para mostrar os valores artísticos de nossa terra e sua produção. Alguém já disse que o evento, como estava sendo conduzido, mais parecia um “festival de cerveja”, onde a arte ficava em 2º plano. Outro dizia que o evento se transformou em “show de bandas”, onde os artistas e as suas artes não contavam muito.
É necessário que esse evento volte a incentivar e promover o artista local, que como dizzem os idealizadores do evento, “promover o que já é famoso e o anônimo”, para que a Semana de Artes e Folclore cumpra o seu objetivo. Com a palavra, então, o Comunicador Manoel de Jesus Rodrigues de Moraes, atual Diretor da Fundação Cultural de Abaetetuba, que entende de artes, de folclore e de promoção humana e de valores.
Como esse evento se realiza junto com à Semana de Aniversário da Cidade de Abaetetuba, em agosto, então se acrescenta ao exposto acima a nossa História Sócio-Política e Econômica, em eventos paralelos, porém sincronizados.
O Futebol e Outros Esportes
Abaetetuba/Pa já possuiu um grande nome no futebol do estado, onde foi por muitas vezes campeã de futebol intermunicipal e já teve clubes na 1ª Divisão de Futebol do Estado. Mas esse esporte não evoluiu na cidade por falta de apoio financeiro e pela falta de um digno estádio de futebol, com capacidade para levar com comodidade e segurança multidões de torcedores para esse novo estádio de futebol. Como a cidade está crescendo aceleradamente em população e tamanho, muito em breve não mais vão existir áreas para a implantação desse estádio de futebol, como também de um novo cemitério, de um novo matadouro municipal, etc.
Aqui se exige a presença dos governantes e políticos para a confecção de um projeto para receber verbas da União e do Estado, além da contrapartida do município, pois envolve razoável valor que a Prefeitura Municipal não possui.
Como muitos clubes e escolas do município já participam de competições à nível estadual em esportes, como basquete, vôlei, handebol, atletismo e esportes aquáticos, se faz necessário a construção de quadras poliesportivas com arquibancadas, de piscinas e de pistas de atletismo, coisas que a cidade não possui e necessita urgentemente.
O Lazer e a Cultura
Lazer seria a presença de teatros, cinemas, palcos na cidade para as apresentações artísticas diversas e em nosso município. Na arte teatral temos alguns abnegados que lutam em favor das artes cênicas em nosso município, mas sem apoios e a falta de um grande espaço para a prática dessa arte. As outras artes, como a dança, a música carecem do mesmo problema. Não existe em Abaetetuba nenhum local que reúna condições para uma digna apresentação teatral, musical ou de danças clássicas ou modernas. Porém, temos pessoas e entidades capacitadas, como a UFPA, UEPA, Escolas, Igrejas, bandas e outros grupos artísticos que estão aí ansiosos para apresentar suas artes.
Falta infra-estrutura no campo das artes para também atrair abaetetubenses e turistas para nosso município. Aqui estamos nos referindo a arte pura e não aos comuns eventos musicais de nossa cidade, com muito barulho, cerveja e brigas.
Nossas praças públicas também precisam de arborização e espaços para o lazer de crianças e famílias, com área para as brincadeiras e lazer sadios. A Praça do Skate precisa ser remodelada para a prática desse saudável esporte.

A Educação
Por mais incrível que possa parecer a educação pode ser fonte de turismo e de obteção de divisas e rendas para a cidade. Abaetetuba, além de ser o maior pólo comercial da região, também é o maior pólo educacional, pois temos dezenas de escolas à nível Fundamental, Médio e Escolas Profissionalizantes de todos os níveis e temos várias unidades de educação superior, inclusive e presença do Campus Universitário do Baixo Tocantins, da UFPA.
Um modo de atrair mais alunos e outros cursos e melhorias na educação, seria a construção de uma boa infra-estrutura para atrair pessoas de outros locais para estudar em Abaetetuba e assim transformar a cidade em uma verdadeira “cidade-escola”, como já acontece com cidades de menor população que a nossa, que possuem infra-estrutura educacional que atraem milhares de alunos para suas escolas, gerando divisas e rendas para aquelas cidades.
Uma boa infra-estrutura requer, além de escolas com salas de aulas equipadas, salas para variados ensinos, como informática, laboratórios, internet, métodos pedagógicos modernos, etc e requer a presença, na cidade, de uma boa infra-estrutura viária, de uma boa segurança pública e de muitos alojamentos, quer públicos ou particulares, que possam atrair mais alunos de outros lugares Ao lado disso uma escola precisa de ginásios poliesportivos, piscinas olímpicas, pistas esportivas, etc.

No curso superior, além de bons cursos de graduação, as universidades deveriam providenciar cursos de extensão universitária, de cursos de pós-graduação e cursos que possam atender a demanda por profissionais do Pólo Industrial de Barcarena, Porto de Vila do Conde e profissionais liberais e professores graduados para a demanda da micro-região.
No tocante ao alojamento dos estudantes, a própria UFPA-Campus Universitário do Baixo Tocantins, Prefeitura Municipal e a iniciativa privada poderiam construir ou alugar prédios para alojar estudantes vindos das ilhas, cidades vizinhas e alunos de outras partes do Estado e País. É o que acontece com cidades que são chamadas de “Cidades Escolas”, que por causa da excelência de suas escolas e boa infra-estrutura das cidades atraem milhares de alunos de todo o país para suas unidades de ensino.

A Segurança e a Justiça em Abaetetuba e Pará
Turismo requer segurança aos visitantes das cidades. Ninguém faz turismo em locais sem segurança e sem justiça atuantes e adequadas.
No caso do turismo em Abaetetuba, temos a cidade e suas Zonas Ribeirinha e das Estradas, que oferecem boas motivações turísticas aos visitantes. Porém, como já foi dito em postagens anteriores, não oferece infra-estrutura turística adequada e nem segurança aos visitantes.
Soluções
A solução seria se criar essas condições, como já foi mostrado nas postagens anteriores.
No tocante à segurança nossa sugestão seria a criação de uma Polícia Fluvial, haja vista que o município e sua região são formados de dezenas de ilhas, rios, igarapés, baías e costas que serviriam muito bem para um turismo de visitação e reforçar a Polícia Rodoviária, esta para a Zona das Estradas.
As ações policiais não seriam aleatórias, como acontece atualmente, mas seguiria um plano criteriosamente elaborado. Essas ações, obedecendo a esse plano pré-estabelecido, seriam executadas por policiais qualificados, treinados e devidamente equipados, que deveriam ser avaliados rotineiramente e produzir relatórios com cópias de suas ações para seus comandos, a justiça e os conselhos de justiça existentes no município.
Quando um cidadão ou turista sofresse algum tipo de violência na cidade ou nas suas zonas Ribeirinha e Estradas, este deve imediatamente fazer o registro na polícia e levar a 2ª via do Registro de Ocorrência Policial consigo, para as devidas providências legais posteriores.
Precisaria também que a Prefeitura, órgãos, associações e entidades interessadas se envolvessem no combate à violência, com parcerias e apoios à polícia e justiça para um efetivo combate à violência no município.

Turismo na Região Ribeirinha em Abaetetuba e Sua Mesorregião e a do Marajó
SOBRE A NATUREZA: A natureza de Abaetetuba e de sua micro-região é privilegiada por conter uma bacia hidrógráfica e uma geografia com a presença de dezenas de ilhas, rios, igarapés, furos, baías, costas e praias e nada mais natural do que se aproveitar essa condição para exploração turística de visitação, entremeada com outros atrativos, na forma de museus, competições e outras atrações.
Alguns locais estratégicos das ilhas, das estradas e da cidade deveriam ser dotadas de uma boa infra-estrutura de transportes, pousadas, restaurantes e lojas de vendas diversas, especialmente dos produtos do artesanato local.
O visitante deveria sentir o contato com a natureza, na observação das matas, águas e animais terrestres e aquáticos ainda existentes e sentir o contato com os elementos da natureza, na forma do movimento das marés (enchentes e vazantes), das ondas dos rios e baías, dos ventos, do calor, das chuvas, do sol, como poderia participar de algum tipo de esporte ou atividades da região., como pescarias, competições de canoagem, nados, etc.

Sobre os Sistemas Florestais
Temos ainda nossas Matas de Várzeas e Igapós e as Matas de Terra Firme e ver suas diferenças, no tocante às suas folhas, raízes, frutos, troncos, tipos, alturas e sentir a biodiversidade dessa flora que ainda forma atraentes habitats para diferentes formas de vida.
Observar e saborear os frutos silvestres das matas de Terra Firme, das Matas de Várzeas e desfrutar das iguarias que esses frutos podem fornecer.
Observar as variedades de palmeiras da região, que formam áreas de miritizais, de açaizais e as palmeiras palheiros e as demais palmeiras da região, como tucumanzeiros, inajázeiros, bacabeiras, marajázeiros, pupunheiras.
Observar os túneis vegetais formados pela vegetação das margens dos pequenos igarapés e furos, árvores que se entrelaçam, formando esses túneis, por baixo dos quais passam as pequenas embarcações como as montarias, rabetas, canoas, cascos, botes, etc.

Sobre a Fauna Terrestre e Aquátuca
Observar as aves, répteis, mamíferos, anfíbios, peixes, crustáceos, insetos em seus habitats naturais. Vide postagens sobre a fauna de Abaetetuba/Pa.

Sobre a Atividade Rural dos Ribeirinhos
Observar os ribeirinhos em atividade de pesca, fabricação de farinha, tucupi, tapioca, beijus, etc. e os instrumentos usados nessas atividades, como: fornos, tipitis, matapis, tachos e demais apetrechos feitos artesanalmente para essas atividades.

Sobre os Rios, Igarapés, Furos, Costas e Baías
Observar a típica bacia hidrográfica com seus inúmeros rios, igarapés, furos, costas, baías e praias e suas nascentes, foz, confluências, estuário, contornos sobre as ilhas.

Observar as águas barrentas dos rios e igarapés e baías e as águas escuras dos furos. Vide postagens sobre rios, igarapés, furos, baías e costas de Abaetetuba/Pa.

Embarcações Para o Turismo na Zona Ribeirinha
O tipo de embarcação mais apropriada para o turismo na Região das Ilhas de Abaetetuba seriam os grandes barcos para viagens de uma semana, dotados de infra-estrutura adequada como, cabines de alojamentos, restaurantes, bares e cadeiras confortáveis para os passageiros. Atrelados a esses grandes barcos ficariam outras pequenas e rápidas embarcações como as chamadas rabetas e outras embarcações de passeios como as pequenas canoas e montarias, que serviriam para adentrar em lugares onde o grande barco não pudesse navegar.
Nos caminhos das águas de Abaetetuba ainda existe muita coisa interessante para se ver e contemplar. Basta ter e aplicar um plano turístico para a região, com boa vontade e a implantação de uma boa infra-estrutura turística, como hotéis, pousadas, meios de transportes adequados, segurança e a revitalização de pontos turísticos interessantes com a montagem de museus e o repovoamento da flora e fauna local, para que a região se transforme num pólo turístico, que junto com o pólo comercial que Abaetetuba já é, trariam desenvolvimento, divisas, rendas para Abaetetuba.

Turismo na Zona das Estradas e Ramais
SOBRE AS FLORESTAS: As florestas da Zona das Estradas e Ramais de Abaetetuba não se diferenciam muito das florestas da Zona das Ilhas. Nessas florestas é importante se visitar os chamados campos naturais e a típica vegetação rasteira que formam, onde antes predominava uma gramínea que fornecia a chamada flor-do-campo, já quase extinta na região. Os próprios campos naturais já foram, em sua maioria, destruídos pelo comércio intenso de seus areais.
Na floresta da Zona das estradas existem poucos vestígios da antiga floresta primária, onde predominavam as grandes árvores frutíferas e de madeira-de-lei. O que se vai encontrar é uma floresta secundária e com alguns pontos interessantes de se visitar com áreas onde existem igarapés de água muito fria para os banhos relaxantes, após as caminhadas nas matas. Porém, no vizinho município de Moju/Pa, ainda existem algumas áreas com a presença da primitiva floresta primária e com a presença de grandes árvores frutíferas e de madeira-de-lei e que ainda servem de habitats para algumas espécies do que outrora constituía a nossa rica fauna silvestre.
Nos locais de veredas da Zona das Estradas ainda podem ser encontrados áreas de miritizais, açaizais e mucajazais, que são palmeiras típicas de áreas alagadas.
Outra vegetação interessante dessa zona são os chamados sororocais, formados por um vegetal da família das bananeiras ainda existentes nessas matas e que são de muita utilidade para os colonos das estradas.
Antigamente a floresta da Zona das Estradas possuía uma grande quantidade de vegetais, tipo palmeira que, infelizmente, devido a destruição das florestas para se implantar roçados e áreas de pasto, estão desaparecendo de nossa paisagem vegetal. Essas palmeiras, agora em vias de extinção são: miritizeiros, açaizeiros, tucumãzeiros, inajázeiros, bacabeiras, patauázeiros, marajázeiros, pupunheiras, palheiros e outros tipos de belas palmeiras.

Sobre os Pontos Turísticos da Zona das Estradas e Ramais
A Zona das Estradas possuía alguns interessantes pontos de visitação, que precisam ser revitalizados, como:
O Poço da Moça Bonita, na localidade Murutinga;
O Poço da Corrente no Jenipahuba.
O Buraco do Tatu-Açu, no Ramal do Ernani;
O poço do Rio Fervente, no Arapiranga de Beja;
O Horto Radini, no sitio Radini, na localidade Ipixuna, que é uma propriedade particular do escultor e cabeleiro Rai Cardoso e suas mais de 150 variedades de árvores frutíferas da Amazônia.
Os balneários é áreas de lazer particulares criados artificialmente na beira dos igarapés e lagos dessa área.
A Frente ou Orla da Cidade
Não adianta pensar em turismo em uma cidade onde a sua orla marítima não oferece as mínimas condições para a indústria do turismo. A frente da cidade de Abaetetuba, desde imemoriais tempos, é incompatível com a montagem de uma indústria turística. Se torna urgente a construção de uma orla digna na cidade, com calçamento, muros, boa iluminação e com a presença de quiosques, bares, lojas e uma boa estação hidroviária onde pudessem atracar as grandes, médias e pequenas embarcações que diariamente aportam na orla da cidade.
Ao lado da construção de uma bonita orla, se faz urgente a revitalização/padronização e o re-ordenamento do comércio e das feiras da frente da cidade, que se encontram sem as mínimas condições sanitárias e higiênicas para atender a população e turistas que possam chegar à cidade e intensificar a segurança no local.
Os Mercados de Peixe e de Carne precisam também de ações que visem à sua higienização e re-ordenamento.
Turista gosta de limpeza, higiene e organização.

As Vias Públicas
As nossas vias públicas também se encontram em situação crítica de uso e isto já vem acontecendo ao longo de seguidas gestões.
Em muitas ruas, inclusive as da frente da cidade, as casas avançaram as medidas das calçadas e estas não obedecem aos padrões exigidos para a acessibilidade de idosos, deficientes e o uso da população em geral. As calçadas também foram ocupadas pelas inúmeras vendas que se faz à beira dessas calçadas.
Deve existir na cidade uma lei que trate dessas questões e que deve ser imediatamente colocada em prática, inclusive para coibir a exagerada poluição visual, sonora e sujeira das nossas vias públicas.

O Trânasito na Cidade
As ruas da cidades são invadidas diariamente por dezenas de motos e carros que podem ser adquiridos facilmente nas inúmeras lojas de vendas de veículos da cidade. Porém a cidade não se preparou adequadamente para essa demanda de veículos motorizados nas suas precárias e estreitas ruas e com isso se estabeleceu o caos no trânsito de Abaetetuba. Existem órgãos e leis para disciplinar o trânsito na cidade e eles, junto com os nossos governantes e a população, só precisam agir para disciplinar o caótico trânsito de carros, motos e bicicletas.
O poder público pode colaborar, com a devida pavimentação de nossas vias públicas, onde muitas são estreitas e não pavimentadas ou com pavimentação deficiente.
Depois, seria necessário o reordenamento do trânsito na cidade e com a presença de sinalizações nas vias públicas e mais guardas para disciplinar a circulação dos carros, motos e bicicletas.
Nesse reordenamento deveriam ser montados pontos de táxis, motos e bicicletas em lugares estratégicos da cidade e fora do centro comercial.

Ciclovias nas Principais Ruas
Como em Abaetetuba existe uma enorme circulação de bicicletas, as ciclovias se fazem necessárias nas principais ruas da cidade e, especialmente, na Rodovia Dr. João Miranda.
Prof. Ademir Rocha, de Abaetetuba/Pa, em 13/5/2010.

Blog do Ademir Rocha, de Abaetetuba/PA

sábado, 1 de maio de 2010

Famílias Ribeiro e Malato - Famílias e Vultos de Abaetetuba e Região 21

Famílias Ribeiro e Malato - Famílias e Vultos de Abaetetuba e Região


Postagem em construção
Famílias Ribeiro e Malato de Abaetetuba e Ponta de Pedra/PA 



FAMÍLIA RIBEIRO
. . BENEDITO RIBEIRO, era componente da Irmandade de S. Sebastião em 1908, em Abaetetuba.
Tenente Lourenço Pedro Ribeiro, em 18/5/1865 alistou-se no 2º Corpo de Voluntários Paraenses, e foi lutar na Guerra do Paraguai. P/sua coragem e valor foi condencorado com uma medalha que se encontra no Museu Histórico do Pará, ofertado p/seu filho Prof. Manoel Braga Ribeiro.

Fernando José Ribeiro, morador da Rua Nilo Peçanha/Abaeté/Pa, em 1931.

Benedito Ribeiro, em 1908 participava da Irmandade de São Sebastião que era organizada pelo Clube Musical Henrique Gurjão.

Maria Vitória Ribeiro. A família Pereira de Barros era uma antiga, abastada e tradicional família de Abaeté/Pa, que na época da escravidão negra possuía os s/escravos. Foi o caso da senhora Maria Vitória Ribeiro, ex-escrava, de 96 anos, c/foto do ano de 1934, que era escrava do Intendente Tenente-Coronel Torquato Pereira de Barros.

Plácido José Ribeiro. Citação de 1922: Plácido José Ribeiro, tabelião no Rio Tucumanduba, município de Abaeté/Pa.

Fernando Ribeiro Filho. Citação de 1922: Fernando Ribeiro Filho c/casa de commércio às margens do Rio Abaeté, município de Abaeté/Pa.




1ª G/Hermínio Ribeiro, era pescador e agricultor e morava na localidade Rio Tauerázinho. Era c/c Estefânia c/quem teve os seguintes filhos, 2ª G/Filhos/F: Francisco, Caboquinho, Pedrinho, Filoca, Zezinho, Antonico, Luci e Iró. Quase todos moravam em Belém.

2ª G/Filhos/F, de Hermínio e Estefânia:

2ª G/F/ Caboquinho Ribeiro, comerciante de pescado, possuindo 7 ou 8 barcos geleiros. É casado e tem filhos, 3ª G/Netos/N e morava em Belém. Filho, 3ª GNetos/N/: José Maria/Terror, casado e c/filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn/.

Pedro Margalho do Pirocaba trabalhou c/Caboquinho Ribeiro p/mais de 18 anos.

Era filho de Benedito Margalho, f. e Maria José Margalho.

2ª G/Filhos/F/ Francisco Ribeiro, casado e c/filhos, 3ª G/Netos/N. Era padrinho do farinheiro Getúlio do Pirocaba.

2ª G/Filhos/F/ Pedrinho Ribeiro. Comerciante de pescado, era c/c D. Lourdes e tiveram filhos (3ª G/Netos/N.

2ª G/Filhos/F/ Filoca Ribeiro, casado, c/filhos, 3ª G/Netos/N.

2ª G/Filhos/F/ Iró Ribeiro, casada e c/filhos, 3ª G/Netos/N. É a sogra do Major Joaquim Sousa de Abreu

. M. C. Ribeiro & Filho. Citação de 1922: A firma M. C. Ribeiro & Filho com casa de commércio às margens do Rio Quianduba, município de Abaeté/Pa.

. José Ferreira Ribeiro, participava da organização das antigas festividades de Nossa S. da Conceição, que era organizada p/ uma diretoria, c/ pessoas da sociedade. Vide lista com o nome dos organizadores dessa festividade no início destes escritos.

Era músico e componente da Irmandade de São Sebastião, grupo religioso que tinha o Padre Pimentel como presidente em 1908. Vide lista com os nomes dos demais componentes.

Com a saída do Tenente-Coronel Pedro Borges do Rego, José Ferreira Ribeiro, que era o secretário municipal, assume como prefeito nomeado da cidade de Abaeté/Pa, de 4/4/1943 a 25/4/1945, quando foi substituído por Raimundo Pauxis.

Um requerimento de 23/4/1945, assinado pelo prefeito José Ferreira Ribeiro.

José Ferreira Ribeiro. Adjunto de Promotor, na metade do século 20.

. Felippe Ferreira Ribeiro. Em 1931: Avenida João Pessoa, onde moravam José Paes Moreno, José Bechir Elias e Felippe F. Ribeiro..

1930: Travessa da Conceição, onde se localizava a casa comercial de Felippe F. Ribeiro, filial. Em 1932: Felippe Ferreira Ribeiro, c/casa de comércio na Avenida João Pessoa, nº 3.

1931: Felippe F. Ribeiro, com comércio na Rua Justo Chermont.

1931: Felippe F. Ribeiro, com filial à Avenida João Pessoa.

1931: Felippe F. Ribeiro-Filial, comércio de mercearia na Avenida João Pessoa.

. Felipe Ferreira Ribeiro em 1948. Segundo um documento datado de 1/10/1948, era Presidente da Associação Comercial, Industrial e Agrícola de Abaetetuba.

. Felippe Ferreira Ribeiro, comerciante na Rua Justo Chermont, dono da Casa Boa Esperança, cuja especialidade era a venda de tecidos.

A antiga usina de Luz de Abaeté, movida a óleo diesel, ficava localizada onde hoje existe o prédio comercial de Felipe Ferreira Ribeiro Filho/Felipinho, na Av. D. Pedro II. Vários imóveis desse trecho eram de propriedade de Felippe Ferreira Ribeiro.

. Mageli Felipe Ribeiro..




1ª G/ Flávio Ribeiro/Flavico Ribeiro.

Dedé Ribeiro, mãe de Ana Ribeiro Nery, em 1956, na gestão do prefeito Pedro Pinheiro Paes. Tiveram filhos:

2ª G/Filhos/F/ Elza Ribeiro de Andrade.esposa de Raimundo Andrade/Dicão, proprietários da fábrica do “Café Abaetetuba”.

Elza foi baluarte na fundação da Escola Bentevi e da APAE Abaetetuba, centros especializados em pessoas com algum tipo de deficiência mental.

2ª G/Filhos/F/ Flaviana Neri Ribeiro. Formou-se humanista na turma de 1962, pelo Instituto Nossa S. dos Anjos, em Abaeté do Tocantins/Pa.




1ª G/Antonio Ribeiro, c/comércio às margens do Rio Abaeté, município de Abaeté/Pa, que muda para às margens do Rio Camotim.

1931: Manoel Francisco Lobato traspassa a Antonio Ribeiro, terreno sito à Padre Pimentel, em 1931.

1931: Na Travessa Padre Pimentel ficava a casa de Antonio Ribeiro. Era maçon, membro da 1ª Loja Maçônica de Abaetetuba, a Loja Saldanha Marinho. Foi Delegado de Polícia. Era casado e teve filhos, 2ª G/Filhos/F: José Maria Ribeiro.




Laura dos Santos Ribeiro, professora em Abaeté/Pa, é citada em um documento de 1935, quando era diretora do Grupo Escolar de Abaeté.

Em 1927 quem organizou o Mês de Maria foi: Laura dos Santos Ribeiro, Celina H. de Moraes, Celina N. Guerreiro, Antonia Ribeiro.




Externato Nossa Senhora de Lourdes, da professora normalista Laura dos Santos Ribeiro, que na intendência do Coronel Aristides dos Reis e Silva, em 1920, lhe oferece 2 vagas para meninas pobres.




Dr. Braga Ribeiro.




Raízes de Zizina Ribeiro de Araujo:




Observações:

1) Grande parte destas pesquisas genealógicas da Família Araujo foram desenvolvidas pela Profa. Benvinda de Araujo Pontes, que as repassou ao seu primo Ademir Heleno Araujo Rocha para que este continuasse essas pesquisas.




2) Simbologia:

Gerações: G1=1ª G=1ª geração; G2=2ª G=2ª geração, etc.

Filhos=F; F1=1º filho; F2=2º filho, etc./ Pais=P

Netos=N; N1=1º neto; N2= 2º neto, etc/ Avós=Av

Bisnetos=Bn; Bn1=1º bisneto; Bn2= 2º bisneto, etc./ Bisavós=Bsv

Trinetos=Tn; Tn1=1º trineto; Tn2=2º trineto, etc/ Trisavós=Tsv

Tetranetos=Ttn; Ttn1=1º tetraneto; Ttn2=2º tetraneto, etc./ Tetravós=Ttvs

Pentanetos=Pn; Pn1=1º pentaneto; Pn2= 2º pentaneto, etc./ Pentavós=Ptvs

Hexanetos=Hn; Hn1=1º hexaneto; Hn2=2º hexaneto, etc./ Hexavós=Hvs

Heptanetos=Hpn; Hpn1=1º heptaneto; H7n2=2º heptaneto, etc./ Heptavós=Hpvs

Octanetos=Ocn; Ocn1=1º octaneto; Ocn2=2º octaneto, etc./ Octavós=Ocvs

Eneanetos=En; En1=1º eneaneto; En2=2º eneaneto, etc

Decanetos=Dcn; Dcn1=1º decaneto; Dcn2=2º decaneto, etc./ Decavós=Dcvs




Avós; avós paternos; avós maternos;




Nascimento ou nascido=n; Falecimento ou falecido=f; batizado=b

Casado com ou casou com=c/c com=c/ sobre, seus,sem=s/ residente=res. Conforme=cfe. Certidão=cert. para=p/ pagina=pag.




3) Gráu de parentesco dos descendentes:

Pais/Filhos,

Avós/Netos,

Bisavós/Bisnetos,

Trisavós/Trinetos,

Tetraavós/Tetranetos (os verdadeiros tataranetos),

Pentavós/Pentanetos,

Hexavós/Hexanetos,

Heptavós/Heptanetos,

Octavós/Octanetos,

Eneavós/Eneaneto ou

Decavós/Decanetos.

Hendeavós/Hendeaneto.

Dodecavós/Dodecaneto

Tridecavós/Tridecaneto

Tetradecavós/Tetradecaneto

Pentadecavós/Pentadecaneto
1ª G/ , trisavô de Zizina Ribeiro de Araujo: LUIZ ANTONIO MALATO DE CASTRO PERUVINO FERREIRA RIBEIRO, português da cidade de Malato, de descendência nobre, e com filhos, 2ª G/Filhos/F: FRANCISCO MARCOLINO MALATO FERREIRA RIBEIRO e LUIZ ANTONIO MALATO RIBEIRO.
2ª G/Filhos/F, de Luiz Antonio Malato de Castro Peruvino Ferreira Ribeiro:
2ª G/F/ Luiz Antonio Malato Ribeiro, nasceu na cidade de Malato, Portugal e veio passear no Brasil, quando ocorreu a Revolta da Cabanagem, no Pará. Os cabanos invadiram a localidade de Malato, em Ponta de Pedras, localidade fundada por s/irmão Francisco e destruíram tudo o que puderam e tocaram fogo nas instalações da fazenda/engenho ali existente. Por milagre, só ficou intacta a dependência da casa, que era a capela e que abrigava as imagens de São Francisco de Borja e de Santo Ignácio de Loyola. Seu irmão Francisco, com a invasão dos cabanos, fugiu p/a cidade de Vigia, levando s/família e a imagem de Santo Ignácio de Loyola. Porém, Luiz Antonio, que era advogado, não quis fugir c/o irmão e ficou com uns escravos, tentando defender a fazenda/engenho da fúria dos cabanos. Nessa luta, procurou refugiar-se em um local mais afastado da casa-grande, porém foi morto, junto com outro escravo que estava c/ele. Um outro escravo, de nome Ambrósio, ficou escondido embaixo do altar de São Francisco de Borja, de onde presenciava a fúria dos revoltosos cabanos, que também investiram contra a capela e tentaram retirar a imagem do santo do altar, e como não conseguiram, passaram a golpeá-la e só conseguindo cortar um pedaço do livro que o santo trazia na mão esquerda e um pedaço do polegar esquerdo. Passado algum tempo desses ataques, seu irmão Francisco e família voltaram para Malato, onde procuraram restaurar os estragos feitos nas instalações da fazenda/engenho. A imagem de São Francisco de Borja foi retirada do altar para as devidas restaurações e recuperação da capela, cuja altar ruiu com os estragos feitos.

2ª G/Filhos/F, de Luiz Antonio Malato de Castro Peruvino Ferreira Ribeiro
2ª G/F/ FRANCISCO MARCOLINO MALATO FERREIRA RIBEIRO, n. na cidade de Malato/Portugal, que veio p/o Brasil e conseguiu terras no município de Ponta de Pedras/Pa, na Ilha do Marajó, na Ilha Caviana e na Ilha Mexiana e na cidade de Vigia/Pa. Passou a residir numa localidade de Ponta de Pedras/Pa, que denominou de Malato, como recordação de s/cidade natal e transformou essa localidade em uma grande fazenda de gado, engenho de cana-de-açúcar, comércio e era um grande “senhor de escravos” na região.
Como era católico, devoto de São Francisco de Borja e Santo Ignácio de Loyola, trouxe de Portugal duas grandes imagens de santos: uma de São Francisco de Borja e outra de Santo Ignácio de Loyola, as quais tinham o tamanho natural de um homem, descritas acima. A imagem de São Francisco de Borja ficou sendo a patrona da localidade de Malato e a de Santo Ignácio de Loyola a levou p/a s/propriedade de Vigia/Pa, onde procurou abrigar-se junto c/a s/ua família contra os revoltosos da Cabanagem que tinham invadido a localidade de Malato, em Ponta de Pedras. A imagem de Santo Ignácio ficou na cidade de Vigia.

Francisco c/c a brasileira Maria Anna Ferreira e tiveram uma filha, 3ª G/Netos/N: ANNA MARCOLINA MALATO FERREIRA RIBEIRO.
3ª G/Netos/N/ Anna Marcolina Malato Ferreira Ribeiro, que c/c o s/primo FERMILIANO FERREIRA RIBEIRO e tiveram 11 filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn: Manoel/faleceu criança, Maria da Glória, Hermôgenes/Moja, mulher e cega de nascença, ÂNGELA, TELÓSPHORO, Catarina, Raimundo, Mariana/Marocas, Inês, Anna e Antônia/Guita Ferreira Ribeiro.

4ª G/Bisnetos/Bn, filhos de Anna Marcolina e Fermiliano
4ª G/Bn/ÂNGELA FERREIRA RIBEIRO, c/c Clarindo do Espírito Santo de Araújo. Vide os dados completos desta família em Família Araujo de Abaeté/Abaetetuba/Pa.
Clarindo, n. em 20/3/1862, na Ilha de Tabatinga e c/c Ângela Ferreira Ribeiro, no dia 26/5/1888, sábado.
Clarindo era professor e exerceu, ainda, os seguintes cargos: Escrivão de Juiz Substituto da Comarca de Faro, interinamente; Oficial de Registro Geral de Hipoteca de Faro em 23/4/1894 e em 1/12/1894; Secretário da Intendência de Faro; de 9/1/1888 a 27/11/1899; exerceu o cargo de Escrivão Interino do 1º e 2º Cartório da Comarca de Ponta de Pedras, quando pediu demissão.
Em Abaeté foi, também, Oficial de Registro Civil e professor.
Clarindo faleceu no dia 14/9/1923, em sua residência, às 20h, à Rua Siqueira Mendes, em Abaeté, com 61 anos, 5 meses e 24 dias e seu casamento durou 35 anos, 3 meses e 19 dias.
. Ângela e Clarindo tiveram 11 filhos, 5ª G/Trinetos/Tn: Idalina//Idália, Valdomira/Mira, Zizina/Zizi, Prudente, Raimundo/Raimundinho, Antônio/Antonico/Titá, Anna/Anica/Nicota/Mimi, Lauro, Angelina, Pedro e Licynio Ribeiro de Araujo
1931: Na antiga Rua Siqueira Campos/Abaeté/Pa, moravam: Ângela Ribeiro de Araujo, José Sertório de Miranda, Bernardino Mendes da Costa com sua esposa Áurea de Carvalho Costa.

5ª G/Trinetos/Tn, filhos de Ãngela e Clarindo:
5ª G/Tn: Idalina Ribeiro de Araújo/Idália, n. em 9/12/1889, na Ilha de Tabatinga, Distrito de Abaeté/Pa e c/c Príncipe da Silva Villaça/Pichota e tiveram 5 filhos, 6ª G/Tetranetos/Ttn: João Natalino/Joca, Antonio, José (falecido criança), Sebastião/Sabarico e Clarindo de Araujo Vilaça/Caíto. Idália f. em 8/7/1962, na residência dos herdeiros de seus pais, à Rua Siqueira Mendes, 1531/Abaeté/Pa, com 72 anos, 5 meses e 1 dia.
Idalina Ribeiro de Araujo era membro da Irmandade do Divino Espirito Santo, em Abaeté. Vide citação sobre o Padre Alcides Paranhos e o sumiço da Coroa do Divino.
6ª G/Tetranetos/Ttn, filhos de Idália/Idalina Ribeiro de Araujo com Príncipe da Silva Villaça/Pichota

6ª G/Ttn/ Antônio de Araújo Vilaça, c/c Aldenise Carvalho Bararatim.
6ª G/Ttn/ Sebastião de Araujo Vilaça/Sabarico, n. em 19/12/1921 e c/c Pedrina e tiveram 1 casal de filhos, 7ª G/Pentanetos/Pn: Maria da Conceição e José Roberto.
6ª G/Ttn/ Clarindo de Araújo Vilaça/Caíto, n. em 26/5/1924 e c/c Iracema e tiveram vários filhos, 7ª G/Pentanetos/Pn: José Adílson, Paulo Sérgio, Maria de Lourdes, Idália e ...

5ª G/Trinetos/Tn, filhos de Ângela Ferreira Ribeiro de Araujo e Clarindo do Espírito Santo de Araujo
5ª G/Tn/ Valdemira de Araújo/Mira, n. em 3/4/1891, às margens do Rio Itacuruçá/Distrito de Abaeté/Pa. C/c o viúvo Francisco Augusto dos Santos e tiveram 5 filhos, 6ª G/Tetranetos/Ttn: Mariolino/Lilito, Zilú, Laurino, Augusto e Maria do Carmo de Araújo Santos.
Mira f. em 13/8/1973, com 82 anos, 4 meses e 10 dias, em Belém/Pa, na casa de s/filha Maria de Nazaré Valente do Couto/Bicuí e foi s. no Cemitério de Santa Isabel/Belém/Pa.

6ª G/Tetranetos/Ttn, filhos de Valdemira/Mira e Francisco
6ª G/Ttn/ Mariolino de Araújo Santos/Lilito, n. em 4/5/1918, em Abaeté e f. em 11/9/1982, no Rio de Janeiro, onde morava. C/c Gilda, depois se desquitaram e tiveram 2 filhos, 7ª G/Pentaanetos/Pn: Mariolino e Sérgio Paulo, este é casado e tem filhos, 8ª G/Hexanetos/Hn.
6ª G/Ttn/ Augusto de Araújo Santos/Baguinho, que casou, uma 1ª vez e tiveram 1 filho, 7ª G/Pentanetos/Pn: Carlos Alberto Santos. Augusto, depois, c/c Ária e tiveram 2 filhos, 7ª G/Pentanetos/Pn: Ariaugusto e Olindimira.
6ª G/Ttn/ Maria do Carmo de Araújo Santos/Marique, n. em 1/12/1921, era professora, solteira e faleceu no dia 23/8/1953, com 32 anos, em Belém/Pa, onde morava.

5ª G/Trinetos/Tn, filhos de Ângela e Clarindo
5ª G/Tn/ Zizina Ribeiro de Araújo, seu marido Emiliano de Lima Pontes, era irmão de s/cunhada Raimunda Pontes de Araújo/Mundica, esposa de Prudente Ribeiro de Araujo. (Vide Família Pontes, de Emiliano de Lima Pontes e Zizina Ribeiro de Araujo Pontes).
Zizina c/c Emiliano e tiveram /filhos, 6ª G/Pentanetos/Pn, cujos nomes seguem as letras do Alfabeto Brasileiro: Alpha, Benvinda, Clélia, Deodato, Expedito, Felício, Genuíno. Vide Família Pontes, de Emiliano de Lima Pontes. Essa família possui as seguintes gerações, que já foram elencados mos estudos dessa família:
5ª G/Trinetos/Tn, de Luiz Antonio Malato de Castro Peruvino Ferreira Ribeiro:
6ª G/Tetranetos/Ttn, ídem;ª geração:
7ª G/Pentanetos/Pn, idem;
8ª G/Hexanetos/Hn, idem;
9 G/Heptanetos/Hpn, idem;
10ª G/Octanetos/Ocn, idem
Etc.

5ª G/Trinetos/Tn, filhos de Ângela Ferreira Ribeiro de Araujo e Clarindo do Espírito Santo de Araujo
5ª G/Tn/ Prudente Ribeiro de Araújo/Prudente Araujo. Vide citações sobre o histórico de Prudente Ribeiro de Araujo em Família Araujo de Abaeté/Abaetetuba/Pa.
. Prudente Ribeiro de Araujo, n. em 15/11/1894, às 3h da tarde, na Vila de Faro e c/c Raimunda de Lima Pontes/Mundica e tiveram 1 filho, 6ª G/Tetranetos/Ttn: José Maria Pontes de Araújo /Zé Maria.
Prudente ficou viúvo no dia 16/4/1988, após 62 anos, 2 meses e 28 dias de casamento. Teve, ainda, 2 filhos, 6ª G/Tetranetos/Ttn, c/Paula dos Santos: Arina e Arino Santos. Prudente f. c/95 anos e 1 mês, às 5,30h, no dia 15/12/1989, em sua residência, à Avenida 15 de Agosto, nº 63, em Abaetetuba/Pa, onde morava e foi sepultado às 17h do mesmo dia. Dedicou sua vida à música, à s/família e ao trabalho, sendo admirado pela população de Abaetetuba e lembrado até os dias atuais.


PRUDENTE RIBEIRO DE ARAUJO, em 1908 era componente da Irmandade de São Sebastião em Abaeté.

6ª G/Tetranetos/Ttn, filhos de Prudente e Mundica

6ª G/Ttn/ José Maria Pontes de Araujo/Zé Maria, n. em 8/11/1926, Abaeté/Pa, c/c s/prima Norma de Araujo Malato em 11/2/1956, em Ponta de Pedras/Pa, terra natal de s/esposa e tiveram 4 filhas e dois filhos, 7ª G/Pentanetos/Pn: Ângela/Giloca, Normélia de Fátima, Regina Lúcia, Rita de Cássia, José (falecido criança) e Raimundo Malato de Araujo (falecido criança).

7ª G/Pentanetos/Pn, filhos de Zé Maria e Norma:

7ª G/Pn/ Ângela Malato de Araujo/Giloca, n. em 5/11/1956 e c/c Nazareno Marques

7ª G/Pn/ Normélia de Fátima Malato de Araujo, n. em 14/5/1960 e c/c Icleiber Silva e tiveram duas filhas, 8ª G/Hexanetos/Hn; Thays Cibele e Tatiana de Araujo Silva.


8ª G/Hexanentos/Hn, filhos de Normélia de Fátima e Icleiber

8ª G/Hn/ Thays Cibele Araujo Silva, n. em 29/11/1984.

8ª G/HnTatiana Araujo Silva, n. em 5/2/1987.

8ª G/Hexanetos/Hn, filhos de Zé Maria e Norma:

8ª G/Hn/ Regina Lúcia Malato de Araujo, n. em 25/5/1961 e c/c Manoel Gomes de Sousa.

8ª G/Hn/ Rita de Cássia Malato de Araujo, n. em 22/5/1973.


6ª G/Tetranetos/Ttn, filhos de Prudente Ribeiro de Araujo e Paula dos Santos

6ª G/Ttn/ Arina Santos Araújo, n. em 24/7/1921 e c/c Basileu Carneiro Rodrigues e tiveram 8 filhos, 7ª G/Pentanetos/Pn: Manoel, Maria Auxiliadora, José, Raimundo, Mariléa, Basiléa/Basica, Basileu/Basileuzinho e Wladimir.

6ª G/Ttn/ Arino Santos, casou e teve filhos, 7ª G/Pentanetos/Pn.

5ª G/Trinetos/Tn, filhos de Ângela Ferreira Ribeiro de Araujo e Clarindo:

5ª G/Tn/ Raimundo Ribeiro de Araújo/Raimundinho, n. em 22/8/1896, às 8h da noite, na cidade de Abaeté/Pa e c/c René. Raimundinho casou novamente e não teve filhos com essas mulheres.

Casou uma 3ª vez c/Carmem Piedade e tiveram 12 filhos, 6ª G/Tetranetos/Ttn: Maria Ângela, Raimundo, Maria Idália, Ana Maria, Paulo Sérgio, Clarindo Rosivaldo, Sônia Maria, João Eduardo, Lauro, Ronaldo Nazareno, Rosângela e Pérola Nelita da Piedade Araújo. Raimundinho f. c/75 anos, 4 meses e 15 dias, no dia 7/12/1971, em Abaetetuba/Pa, na casa dos herdeiros de seus pais.


5ª G/Trinetos/Tn, filhos de Clarindo e Ângela

5ª G/Tn/ Antonio Ribeiro de Araujo/Antonico/Titá, era músico em 1908 e atuava nos espetáculos do Grupo Scênico, junto com seus irmãos Prudente, Antonio, Lycínio e Angelina Ribeiro de Araujo.

. Antonico n. em 1/8/1898, na Povoação Malato, Distrito de Muaná, em Ponta de Pedras/Pa, no Marajó e c/c Joana de Oliveira/Joaninha, em 29/12/1942. Joaninha nunca concebeu, porém Antonico teve uma filha, 6ª G/Tetranetos/Ttn c/outra mulher: Carmem Hélia. Teve uma outra filha, 6ªª G/Ttn, c/ Rita Silva: Maria da Consolação de Castro/Consolo.


6ª G/Tetranetos/Ttn, filhos de Antonico e Rita

6ª G/Ttn/ Maria da Consolação de Castro/Consolo, c/c Miguel Arcanjo de Sousa/Coelho e tiveram 6 filhos, 7ª G/Pentanetos/Pn: Antonio Afonso/Molenga, João Batista, Rita Geralda, Maria de Nazaré (falecida), Francisco de Assis/Nonato e Jorge Miguel de Castro Sousa/Jorginho.


7ª G/Pentanetos/Tn, filhos de Consolo e Miguel

7ª G/Pn/ Antonio Afonso de Castro Sousa/Molenga, c/c Nilza Rocha e tiveram 2 filhos, 8ª G/Hexanetos/Hn: Ígor e Íris da Rocha Sousa.

7ª G/Tn/ Rita Geralda de Castro Sousa, teve 5 filhos, 8ª G/Hexanetos/Hn: Emanuel, Marinaldo, Jorge, Émerson Marinaldo de Sousa, Tayang de Sousa Tavares e Taiamy.


5ª G/Trinetos/Tn, filhos de Ângela Ferreira Ribeiro de Araujo e Clarindo

5ª G/Tn/ Anna Ribeiro de Araújo/Anica/Nicota/Mimi, e com nome de casada de Ana Araujo Barros, n. em 4/4/1900, às 6;00 h da manhã, na Ilha de Tabatinga, Distrito de Abaeté/Pa e c/c s/ primo, professor Bernardino Pereira de Barros/Beré e tiveram 7 filhos, 6ª G/Tetranetos/Ttn: Pérola Medeiros de Barros/Perolina, Nelita Solange, Altair de Araujo Barros/Guamarino da Paz (Amor), Irene (falecida em criança), Orlando Triamegildo, Miguel Aureolindo/Lindo, Irene Lacy de Araújo Barros.

Em 1948 foi festejado o 45º aniversário do Grupo Escolar de Abaeté, sendo lembrado o nome do professor Bernardino Pereira de Barros, como seu 1º diretor e outros professores. O professor Bernardino foi diretor dessa 1ª escola pública de Abaeté/Pa p/vários anos.


6ª G/Tetranetos/Ttn, filhos de Anica e Beré

Os filhos do professor Bernardino/Beré e s/esposa Anica/Anna Ribeiro de Araujo Barros, deixaram a seguinte descendência:

6ª G/Ttn/ Altair Araujo de Barros/Guamarino da Paz de Araújo Barros (Amor), que n. em dia 24/1.192... e c/c Janice Medeiros e tiveram 2 filhas, 7ª G/Pentanetos/Pn/: Pérola Maria e Altair Medeiros Barros.


7ª G/Pentanetos/Pn, filhos de Altair de Araujo Barros e Janice Medeiros

7ª G/Pn/ Pérola Maria Medeiros Barros, c/c Sérgio Furtado e tiveram 2 filhos, 8ª G/Hexanetos/Hn: Lucas e Jonas Barros Furtado. Vide fam. Pontes.

7ª G/Pn/ Altair Medeiros Barros/Tatá, c/c Geraldo Santos, em 7/11/1990 e tiveram um filho, 8ª G/Hexanetos/Hn: Gabriel Barros dos Santos, que estuda Veterinária na cidade de Santa Maria/RS (abril/2010). Altair/Tatá, atualmente, 4/2010 mora em Santos/SP. Estas informações foram repassadas p/Altair Medeiros Barros/Tatá, de Santos/SP.


6ª G/Tetranetos/Ttn, filhos de Anica e Beré

6ª G/Ttn/ Miguel Aureolindo de Araújo Barros, c/c Almerinda Cano e tiveram uma filha, 7ª G/Pentanetos/Pn: Nely Cano Barros, que, por sua vez, c/c Antonio Rodrigues.

6ª G/Ttn/ Irene Lacy de Araújo Barros, n. em 13/7/19... e c/c Domingos Emídio Carlão e tiveram 2 filhos, 7ª G/Pentanetos/Pn: Márcio Emídio e Luiz Fernando Barros Carlão.


7ª G/Pentanetos/Pn: Luiz Fernando Barros Carlão, advogado. Colaboração do mesmo em algum lugar de São Paulo/SP.


5ª G/Trinetos/Tn. filhos de Angela Ferreira Ribeiro de Araujo e Clarindo do E. S. Araujo

5ª G/Tn/ Lauro Ribeiro de Araújo, n. em 15/8/1902, às 5h da tarde, na Vila de Ponta de Pedras, sito à Praça Municipal e casa denominada “Sociedade”e c/c Raimunda Dulcelina dos Santos/Flor e tiveram 1 casal de filhos, 6ª G/Tetranetos/Ttn: Everaldo e Ângela Angelita Santos Araujo. Lauro f. c/56 anos, no dia 6/1/1981, em Abaetetuba/Pa, onde residia, à Rua Siqueira Mendes, nº 1531, de propriedade dos herdeiros de seus pais. Flor f. em 17/9/1958.


6ª G/Tetranetos/Ttn, filhos de Lauro e Flor

6ª G/Ttn/ Everaldo dos Santos Araújo. Era o proprietário da Alfaiataria Araujo/Alfaiataria Araujo & Cia.), nos anos de 1969, 1970, em Abaetetuba/Pa, que se localizava na antiga Rua Rui Barbosa, nº 118 (hoje Av. D. Pedro II), que aparece em documentos de 1969 a 1970.

Everaldo dos Santos Araujo, n. em 8/6/1929 e c/c Maria Delcy Silva/Delcy e tiveram 11 filhos, 7ª G/Pentanetos/Pn: Maria de Fátima, Lauremir/Bibas, Everaldo/Everaldinho, Carlos Ivanildo/Vanvan, Delciraldo/Déo, José Nilton/Cotoca, Iracenildo/Garoto, Maria do Socorro, Raimunda Dulcelina/Flor, Raimundo Nonato/Reco e Lauro Augusto Silva Araújo.


7ª G/Pentanetos/Pn, filhos de Everaldo e Delcy

7ª G/Pn/ Maria de Fátima Silva Araújo/Fátima, n. em 30/3/19.... e c/c Raimundo Nonato da Silva/Nonato e tiveram 4 filhos, 8ª G/Hexanetos/Hn: Delcivaldo Nonato, Raimundo Nonato Júnior, Delcemir Nonato e Délcio Nonato Araújo Silva.


8ª G/Hexanetos/Hn, filhos de Fátima e Nonato

8ª G/Hn/ Delcivaldo Nonato Araújo Silva, c/c Tânia e tiveram 3 filhos, 9ª G/Heptanetos/Hpn: Amanda, Auxiliadora e Andrex.


7ª G/Pentanetos/Pn, filhos de Everaldo e Delcy

7ª G/Pn/ Lauremir Silva Araújo/Bibas, c/c Joselina Maria Chagas/Lina e tiveram 4 filhos, 8ª G/Hexanetos/Hn: Everaldo Santos Araujo Neto, Eduardo/Edu, Sandra e Leônidas Chagas Araújo.


7ª G/Pentanetos/Pn, filhos de Everaldo e Delcy

7ª G/Pn/ Everaldo da Silva Araújo, n. em 15/1/1950, em Abaetetuba/Pa.

Everaldinho foi atingido por uma grave doença que, infelizmente, causou a s/prematura morte, fato que consternou toda a cidade de Abaetetuba. Antes tinha já perdido um filho que contraiu doença incurável.

Everaldinho c/c Glacinete de Matos Castro e tiveram 3 filhos, 8ª G/Hexanetos/Hn: Gabriela, Lauro Ribeiro Araújo Neto (este falecido jovem) e Antonio Carlos Castro Araujo/AC.


7ª G/Pentanetos/Pn, filhos de Everaldo dos Santos Araujo e Delcy

7ª G/Pn/ Carlos Ivanildo Silva Araújo /Vanvan, c/c Aldenora Rodrigues Ribeiro e tiveram 3 filhos, 8ª G/Hexanetos/Hn: Éverson, Ívia Carla, e Ivana Ribeiro Araújo.

7ª G/Pn/ Delciraldo Silva Araújo/Déo, c/c Elzelena Rodrigues Ribeiro e tiveram 4 filhos, 8ª G/Hexanetos/Hn: Pedro Henrique, Lúbia, Delciraldo Filho e Ruan Ribeiro Araújo.

7ª G/Pn/ José Nilton Silva Araújo/Cotoca, c/c Valneide Carvalho Lima e tiveram 3 filhos, 8ª G/Hexanetos/Hn:Daniela, Daniel e Danilo Lima Araújo.

7ª G/Pn/ Iracenildo Silva Araújo/Garoto, c/c Maria da Glória e tiveram 2 filhos, 8ª G/Hexanetos/Hn: Lauro Raul e...

7ª G/Pn/ Maria do Socorro Silva Araújo, c/c Aladino Tadeu Costa Ferreira e tiveram um casal de filhos, 8ª G/Hexanetos/Hn: Vítor e Viviane Araújo Ferreira.

7ª G/Pn/ Raimunda Dulcelina Silva Araújo/Florzita, c/c Rui Cidarta Carvalho e tiveram 3 filhos, 8ª G/Hexanetos/Hn: Rui Cidarta Filho, Raquel e Rubens Araujo Carvalho.

7ª G/Pn/ Raimundo Nonato Silva Araújo/Reco, c/c Marlene Costa e tiveram 4 filhos, 8ª G/Hexanetos/Hn: Hugo, Rodrigo, Diogo e Tiago Costa Araújo.

7ª G/Pn/ Lauro Augusto Silva Araújo/Laurinho, c/c Eliete e tiveram 3 filhos, 8ª G/Hexanetos/Hn: Jean, Leandro e Lorena.


6ª G/Tetranetos/Ttn, filhos de Lauro Ribeiro de Araujo e Raimunda Dulcelinda dos Santos/Flor

6ª G/Ttn/ Ângela Angelita Santos Araújo, n. em 10/12/1933 e c/c Alberto Kemil dos Santos e tiveram 3 filhos, 7ª G/Pentanetos/Pn: Alberto Júnior, João Alberto e Maria das Dores Araújo Santos/Neca.

7ª G/Pentanetos/Pn, filhos de Ângela Angelita e Alberto:

7ª G/Pn/ Alberto Kemil dos Santos Júnior/Betão, c/c Sebastiana Benedita Silva e tiveram duas filhas, 8ª G/Hexanetos/Hn: Ângela Maria e Maria Betânia/Beta.

7ª G/Pn/ João Alberto Araújo dos Santos, c/c Cleide Nazaré Silva e tiveram 3 filhos, 8ª G/Hexanetos/Hn: Olga, André e Ângelo Kemil dos Santos.


7ª G/Trinetos/Tn, filhos de Ângela Angelita e Alberto Kemil dos Santos

7ª G/Tn/ Maria das Dores Araújo Santos/Neca, n em 2/5/1964.


5ª G/Trinetos/Tn, filhos de Ângela Ferreira Ribeiro de Araujo e Clarindo

5ª G/Tn/ Angelina Ribeiro de Araújo, n. em 16/7/1904, na cidade de Abaeté/Pa, à Rua Siqueira Mendes, na casa do Major Cornélio Pereira de Barros e c/c s/primo Ofir Malato. Angelina f. em 17/7/1983, com 79 anos, 1 dia, em Belém/Pa e foi s. em Ponta de Pedras, onde residia. Ofir Malato f. em 2/7/1974. Angelina e Ofir tiveram 8 filhos, 6ª G/Tetranetos/Ttn: Edward, Norma, Francisco/Chiquito, Cybele/Cé, Ceres, Alzira/Alzirinha), Luiz Antônio e Ofir Ivan Malato.


6ª G/Tetranetos/Ttn, filhos de Angelina e Ofir

6ª G/Ttn/ Edwar de Araújo Malato, que c/c Antônia e tiveram 4 filhas, 7ª G/Pentanetos/Pn: Ana Ângela, Heloísa, Elizabeth e Fátima Malato.

6ª G/Ttn/ Norma de Araújo Malato, n. em 9/11/19.... e c/c s/primo José Maria Pontes de Araújo, em 11/2/1956, em Ponta de Pedras e tiveram filhos, 7ª G/Pentanetos/Pn. Vide fam. Pontes, Ribeiro de Araujo, Vide Família Pontes, José Maria Pontes de Araujo.

6ª G/Ttn/ Francisco de Araújo Malato/Chiquito, c/c Dalva e tiveram 6 filhos, 7ª G/Pentanetos/Pn: José Luiz, Maria Helena, Gilberto, Alberto, Hélton e Licínio Malato.

6ª G/Ttn/ Cybele de Araújo Malato/Cici, c/c Deodoro e tiveram 7 filhos, 7ª G/Pentanetos/Pn: Jorge Luiz, Rosângela, Rosete, Rosemira, Mauro e Ofir Malato.

6ª G/Ttn/ Ceres de Araújo Malato/Cé, c/c Cláudio e tiveram 3 filhos, 7ª G/Pentanetos/Pn: Cláudio Jesus, Clélia e Célio Rui.

6ª G/Ttn/ Alzira de Araújo Malato/Alzirinha, c/c Orlando e tiveram 5 filhos, 7ª G/Pentanetos/Pn: Maria da Consolação, Célia, Orlando, Carlos e Márcio.

6ª G/Ttn/ Luiz Antonio de Araújo Malato, que casou e teve 2 filhos, 7ª G/Pentaetos/Pn: Marion Cybele e Maira Cilene. Luiz Antonio já é falecido.

6ª G/Ttn/ Ofir Ivan de Araújo Malato, falecido.


5ª G/Trinetos/Tn, filhos de Ângela Ferreira Ribeiro de Araujo e Clarindo

5ª G/Tn/ Pedro Ribeiro de Araujo/Pedro Araujo, era esotérico, professor, músico e tocava trombone na Banda Carlos Gomes na época do Mestre Chiquinho Margalho. Com a morte desse mestre, Pedro Araújo assume o comando da Banda, porém essa banda já estava experimentando um grande declínio, por força do desinteresse de seus membros e falta de apoio dos poderes competentes e onde não mais aconteciam os ensaios e as reuniões costumeiras.

. Pedro Araujo n. em 28/6/1906, na Povoação Malato, município de Ponta de Pedras, às 4h da madrugada. Não casou e faleceu no dia 27/12/1984, com 78 anos, 6 meses, em s/residência, à Rua Siqueira Mendes, nº 1531, em Abaetetuba/Pa.


5ª G/Trinetos/Tn, filhos de Ângela e Clarindo

5ª G/Tn/ Lycínio Ribeiro de Araújo, n. em 25/7/1909, às 10h, um domingo, na casa de s/ pais, na Ilha Tabatinga, município de Abaeté/Pa e c/c Edmeê Gonçalves Lobo/Edene e tiveram 2 filhos, 6ª G/Tetranetos/Ttn: Licínio e Ângela Lobo de Araújo.

Lycínio faleceu c/71 anos e 4 dias em 29/7/1980, em Belém/Pa, onde residia.

Citações históricas sobre Licynio: Participava das peças teatrais que encenava peças para angariar fundos para a construção da nova Igreja Matriz de Abaeté. Vide Teatro de Nossa Senhora da Conceição e grupo Scênico de Abaeté.


6ª G/Tetranetos/Bn, filhos de Licínio e Edene Lobo

6ª G/Ttn/ Licínio Lobo de Araújo, n. em 4/10/1952 e c/c Mônica.

6ª G/Ttn/ Ângela Lobo de Araújo, n. em 2/8/1955 e c/c Afonso e tiveram 1 filho, 7ª G/Pentanetos/Pn: Afonso Neto/Netinho, este n. em 2/9/19..... Ângela casou uma 2ª vez c/Luiz Carlos Rapace e tivera uma filha, 7ª G/Perntanetos/Pn: Luciene , que n. em 26/7/1988.


4ª G/Bisnetos/Bn/ Filhos de Anna Marcolina e Fermiliano

4ª G/Bn/ TELÓSPHORO MALATO, n. no Malato, c/c s/prima Maria Vitória Ferreira Ribeiro e tiveram 11 filhos, 5ª G/Trinetos/Tn: Manoel/faleceu criança, Talismã/faleceu criança, Manoel Antonio/Duca, Tito, Virgínia/Vijoca, Francisco/faleceu solteiro, José/Cazuza, Gentil, Antonia/Antonica, João/faleceu criança, Inez.


5ª G, Trinetos/Tn, filhos de Telósphoro e Maria Vitoria Ferreira Ribeiro

Tito Malato, n. no Malato, c/c Merandolina Pereira e tiveram 5 filhos, 6ª G/Tetranetos/Ttn: João/Juquinha, Vitória/Vidinha, Zuleide, Yoyo, Raimundo Nonato, Domingos e Diquita.


5ª G/Trinetos/Tn; filhos de Telósphoro Malato e Maria Vitória

5ª G/Tn/ Manoel Antônio Malato /Duca, n. no Malato e c/c uma irmã de Meradolina Pereira (acima, casada com Tito Malato) de nome Adelina Pereira/Dica e tiveram 5 filhos, 6ª G/Tetranetos/Ttn: Raimunda/Pequenina, Catarina, Maria Inês, Maria da Glória e Simão.





Colaboração de Celso Marques Jr.

5ª G/Trinetos/Tn/ Inez Malato Ribeiro, que nasceu no Malato e casou com Izaías do Espírito Santo Wanderley da Costa e tiveram 4 filhos, 6ª G/Tetranetos/Ttn: Risoleta/Risó, Hermes, Hermeto/Mito e Wanderley.


6ª G/Tetranetos/Ttn, filhos de Inez Malato Ribeiro e Izaías Costa

6ª G/Ttn/ Risoleta Ribeiro da Costa/Risó, que c/c Antônio Solano da Costa/Zariquinho Costa e tiveram 6 filhos, 7ª G/Pentanetos/Pn: Maria da Conceição/Conce, Maria de Nazaré/Naza, Maria da Graça, Benedito de Jesus/Bena, Antônio Francisco/Chico e Ângela Luzia Ribeiro da Costa.


7ª G/Pentanetos/Pn, filhos de Risoleta/Risó e Zariquinho

7ª G/Pn/ Maria da Conceição Solano da Costa/Conce, que concluiu o Curso de Humanista, Turma de 1962, do Instituto Nossa S. dos Anjos, em Abaeté do Tocantins. Maria da Conceição Solano da Costa/Conce, c/c Dionísio Teixeira da Costa e tiveram 5 filhos, 8ª G/Hexanetos/Hn: Altino Sílvio da Costa Neto, Antonio Dionísio, Gilberto Dênis, Cláudio Manoel e Dionísio Teixeira da Costa Júnior.


8ª G/Hexanetos/Hn, filhos de Dionísio da Costa Neto


7ª G/Pentanetos/Pn, filhos de Risó e Zariquinho

7ª G/Pn/ Maria de Nazaré Solano da Costa/Naza, c/c Osvaldo Gody e tiveram uma filha, 8ª G/Hexanetos/Hn: Érika da Conceição Costa Gody.

7ª G/Pn/ Maria da Graça Solano da Costa, c/c Osmar Mourão e tiveram 3 filhos, 8ª G/Hexanetos/Hn: Kléber, Kristianne e Keniston Costa Mourão.

7ª G/Pn/ Benedito de Jesus Ribeiro da Costa/Bena, n. em 14/7/1951, c/c Leoneide Fernandes e tiveram 2 filhos, 8ª G/Hexanetos/Hx: Benedito de Jesus Ribeiro da Costa Júnior e Breno de Jesus Fernandes da Costa.

7ª G/Pn/ Antônio Francisco Ribeiro da Costa/Chico, c/c Mônica Solano Nunes e tiveram 2 filhos, 8ª G/Hexanetos/Hn: Dariane Nunes da Costa e Antônio Solano da Costa Neto.

7ª G/Pn/ Ângela Luzia Ribeiro da Costa/Giloca, que é gêmea com Chico e c/c Antônio Paulo Castro e tiveram 3 filhos, 8ª G/Hexanetos/Hx: Paulo, Risoleta e Péricles Costa Castro.


6ª G/Tetranetos/Ttn, filhos de Inez Malato Ribeiro e Izaías Costa

6ª G/Ttn/ Hermes Ribeiro da Costa, c/c Maria Parente e tiveram 6 filhos, 7ª G/Pentanetos/Pn: Inês, Izete, Ivanete, Ivani, Irene e Emanoel.


7ª G/Pentanetos/Pn, filhos de Hermes Ribeiro da Costa e Maria Parente

7ª G/Pn/ Inês Parente da Costa, já é falecida, c/c Gabriel Pereira Paes e tiveram duas filhas, 8ª G/Hexanetos/Hn: Maria José e Márcia Costa Paes.





Colaboração de Celso Marques Jr.


6ª G/Tetranetos/Ttn, filhos de Inez Malato Ribeiro e Izaías do Espírito Santo Wanderley da Costa

Hermeto Ribeiro Costa/Mito, c/c Maria de Nazaré Machado Dias/Mary e tiveram 12 filhos, 7ª G/Pentanetos/Pn: Mariulza, Marines/Inês, Isaías Wanderley, Francisco Canindé/Chico, Manoel do Espirito Santo/Maneca, Miguel Arcângelo, Maria do Carmo Dias da Costa, Hermeto Ribeiro da Costa Filho, João Batista/Bala, Jandira/Dira, Raimundo de Alvimar/Rato, Shirley Dias da Costa.


7ª G/Pn, Mariulza Dias da Costa, c/c Celso da Silva Marques e com 2 filhos, 8ª G/Hexaneto/Hn: Celso da Silva Marques Júnior e Cynthia Nazareth da Costa Marques.


8ª G/Hn, Celso da Silva Marques Júnior, c/c Priscila Goretti de Lima Sousa e com uma filha, 9ª G/Heptaneto/Hpn: Maria Eduarda de Sousa Marques. Divorciou-se e c/c Gianna Trícia de Norões Lima e com 2 filhos, 9ª G/Npn: Isabella e Henrique Lima Marques.


8ª G/Hn, Cynthia Nazareth da Costa Marques, com filhos, 9ª G/Hpn: Tayana da Costa Marques Messias, com Márcio Messias e com Luciano Santos Rodrigues teve filhos, 9ª G/Hpn, Hugo Marques Rodrigues.


Consta na história dessa família que a antiga e venerada imagem de São Francisco de Borja, foi doada em vida pelo avô de Hermeto à Igreja de Ponta de Pedras/Pa, fato relatado e testemunado por Mariulza Dias da Costa.


Colaboração de Celso Marques jr.





5ª G/Trinetos/Tn, filhos de Telésphoro Malato Ribeiro e Maria Vitória Ferreira Ribeiro

5ª G/Tn/ José Malato Ribeiro/Cazuza, c/c Maria Vanzeler /Santinha Contente e tiveram 5 filhos, 6ª G/Tetranetos/Ttn: Clarice, Maria de Lourdes, Cléia, José e Paulo.


6ª G/Tetranetos/Ttn, filhos de José Malato Ribeiro/Cazuza e Maria Vanzeler/Santinha Contente

6ª G/Ttn/ Paulo Vanzeler Ribeiro, que n. na Ilha de Cotijuba, município de Belém/Pa, em 24/1.19....Sua mãe faleceu dias depois do nascimento e Paulo foi criado por Prudente Ribeiro de Araujo e Mundica Araujo. Paulo c/c Maria da Glória Barreto e tiveram duas filhas, 7ª G/Pentanetos/Pn: Maria do Carmo e Ana Karina Barreto Araújo.


7ª G/Pentanetos/Pn, filhos de Paulo Vanzeler Ribeiro e Maria da Glória Barreto

7ª G/Pn/ Maria do Carmo Barreto Araújo, n. em 17/5/1973.

7ª G/Pn/ Maria Karina Barreto Araújo, n em 30/5/19....


5ª G/Trinetos/Tn, filhos de Telésphoro e Maria Vitória

5ª G/Tn/ Catarina Malato, c/c s/primo Professor José Siqueira da Paixão e tiveram uma filha, 6ª G/Tetranetos/Ttn: Áurea Paixão/Yayá, que foi a 1ª neta de Telésphoro e Maria Vitória.


6ª G/Tetranetos/Ttn, filhos de Catarina Malato e José Siqueira da Paixão

6ª G/Ttn/ Áurea Paixão/Yayá Paixão, c/c s/primo Professor Antônio Paixão/Tota e tiveram 21 filhos, 7ª G/Pentanetos/Pn: Nina, Joanina, Maria de Lourdes (Dilú), José, Antônio, Benone, Benedita, Apolônio, Eneida, ...


5ª G/Trinetos/Tn, filhos de Telésphoro e Maria Vitória

5ª G/Tn/ Gentil Malato, c/cOsmarina e tiveram 3 filhos, 6ª G/Tetranetos/Ttn: Jorge, Cosme e Damião.

5ª G/Tn/ Virgínia Malato/Vijoca, c/c Izauro Teixeira.


5ª G/Trinetos/Tn, filhos de Telósphoro e Maria Vitória

5ª G/Tn/ Antonia Malato/Antonica, c/c Hygino Maués Loureiro/Gigi e tiveram 6 filhos, 6ª G/Tetranetos/Ttn: Maria de Loudes/Dilu, as gêmeas, Maria da Graça/Gracinha e Maria da Consolação/Consolita, falecida, Francisco/Chiquinho, falecido, José e Maria Vitória/Vivi.

Citação histórica sobre Hygino Maués Loureiro, ano de 1926: Eis alguns consórcios do Vera Cruz em 1926: Tenente Eugênio Tavares, Padre Luiz Varella, Sebastião de Figueiredo, Jorge Felix dos Santos, Pedro Loureiro, Armando Souza Parente, Emercindo Maués, Raymmundo Rodrigues, Andrelino Pontes, Laudelino Ferreira, Maximiano Ferreira, Hygino Loureiro, Benjamim da Costa Lima, Victor Lima, João da Costa Bahia, Theobaldo Martins, Eduardo Loureiro, Francisco Freire de Andrade, Argemiro Campelo.

Hygino Maués Loureiro era tesoureiro da Prefeitura Municpal de Abaeté/Pa, em 1931.


6ª G/Tetranetos/Ttn/ Filhos de Antonia Malato/Antonica e Hygino/Gigi

6ª G/Tetranetos/Ttn/ Maria de Loudes Malato Loureiro/Dilu, n. em 7/5/19...e teve um filho, 7ª G/Pentanetos/Pn: Francisco Carlos Malato Loureiro.


7ª G/Pentanetos/Pn/ filhos de Dilu

7ª G/Pn/ Francisco Carlos Malato Loureiroe, c/c Ivone Maria Bastos e tiveram 1 filho, 8ª G/Hexanetos/Hn : Dávyson Carlos Loureiro Bastos.

Francisco Carlos posteriormente c/c Vera Lúcia Teixeira e tiveram duas filhas, 8ª G/Hexanetos/Hn: Cássia Milene e Cynthia Carla Teixeira Loureiro.

6ª G/Tetranetos/Ttn/ Maria das Graças Malato Loureiro/Gracinha, c/c Benedito Borges dos Santos e tiveram 6 filhos, 7ª G/Pentanetos/Pn: Benedito Higino, Antônia do Socorro, Luiz Carlos, Tânia Regina, Maria Helena e Paulo Roberto Loureiro dos Santos.

7ª G/Pentanetos/Pn/ Filhos de Maria das Graças Malato Loureiro/Gracinha e Benedito:

7ª G/Pn/ Antonia do Socorro Loureiro dos Santos, c/c Aluízio Araujo e tiveram 2 filhos, 8ª G/Hexanetos/Hn: Luiza e Marília Santos Araujo.

7ª G/Pn/ Tânia Regina Loureiro dos Santos, c/c Arlan Oliveira e tiveram 1 filho, 8ª G/Hexanetos/Hn: Arlan Oliveira Júnior.


6ª G/Tetranetos/Ttn/ Filhos de Antonica e Gigi

6ª G/Ttn/ José Malato Loureiro/Zeca, n. em 2/6/1937, c/c Maria Ferreira da Silva e tiveram 2 filhos, 7ª G/ Pentanetos/Pn: José Higino/Gigi e José Aldo Silva Loureiro. Zeca posteriormente c/c Maria Enilda Frota e tiveram 5 filhos, 7ª G/Pentanetos/Pn: José Augusto, Sílvia Helena, João Cláudio, José Marcelo e Antônia Cristina Frota Loureiro.


7ª G/Pentanetos/Pn/ Filhos de Zeca e Maria Ferreira Silva

7ª G/Pn/ Filhos de Zeca e Maria Enilda:

7ª G/Pn/ José Augusto Frota Loureiro, c/c Iza Paula Ribeiro e tiveram 1 filho, 8ª G/Hexanetos/Hn: Paulo Augusto Ribeiro Loureiro.

7ª G/Pn/ João Cláudio Frota Loureiro, c/c Janaína Amorim e tiveram 2 filhos, 8ª G/Hexanetos/Hn: João Cláudio Frota Loureiro Filho e Juliana Cristina Amorim Loureiro.


6ª G/Tetranetos/Ttn/ Filhos de Antônia Malato/Antonica e Gigi

6ª G/Ttn/ Maria Vitória Malato Loureiro/Vivi, n. em 15/4/193... e c/c Manoel José Maria Maués e tiveram 11 filhos, 7ª G/Pentanetos/Pn: José Vítor, Vigínia do Carmo, Maria de Lourdes/Lurdinha, Margarida Maria, Francisco de Assis, Terezinha de Maria, Conceição de Maria, Maria da Conceição, Myrian Nazaré, Maria do Carmo/Carmita e Luís Antônio Loureiro Maués.

7ª G/Pentanetos/Pn/ Filhos de Maria Vitória/Vivi e Manoel José Maria:

7ª G/Pn/ Margarida Maria Loureiro Maués, que teve uma filha: Ana Carolina, n. em 15/5/1990.


4ª G/Bisnetos/Bn, filhos de Anna Marcolina Malato Ferreira Ribeiro e Fermiliano Ferreira Ribeiro

4ª G/Bn/ Mariana Malato/Marocas), n. na Povoação Malato e c/c Feliciano da Silva e tiveram duas filhas, 5ª G/Trinetos/Tn: Julieta/Jóia e Lucila/Lilá.

5ª G/Trinetos/Tn, filhos de Marocas e Feliciano:

5ª G/Tn/ Lucila Malato Silva, casou e teve duas filhas, 6ª G/Tetranetos/Ttn: Izete e Celina.


4ª G/Bisnetos/Bn, filhos Anna Marcolino e Fermiliano

4ª G/Bn/ Raimundo Malato Ribeiro/Mundico Malato, n. na Povoação Malato e que c/c sua prima Domingas Ferreira Ribeiro/Minguita, irmã de Maria Vitória Ferreira Ribeiro, que é esposa de Telésphoro. Mundico Malato e Domingas tiveram 11 filhos, 5ª G/Trinetos/Tn: Álvaro Moacir, Fermiliano/Fifi, João, Ofir, Djalma, Alzira, Ângela/Zinha, Diva, Antônio/Antonico, Pedro e Santino Malato.


5ª G/Trinetos/Tn, filhos de Raimundo/Mundico Malato e Domingas Ferreira Ribeiro

5ª G/Tn/ Álvaro Moacir Ribeiro, c/c Carolina/Novinha e tiveram 8 filhos, 6ª G/Tetranetos/Ttn: Hernane(falecido), Clarice, Eládio, Cleonice, Orlando, Antônio/Antoninho, Elmano e Creuza.

5ª G/Tn/ Fermiliano Malato/Fifi, c/c Maria/Maroquita e tiveram 1 filho, 6ª G/Tetranetos/Ttn: Nélia Malato. Fermiliano, também, teve outro filho, 6ª G/Tetranetos/Ttn: Francisco. Fifi ficou viúvo e casou novamente c/Izabel e tiveram uma filha, 6ª G/Tetranetos/Ttn: Tânia Malato.


5ª G/Bisnetos/Bn, filhos de Mundico Malato e Domingas

5ª G/Tn/ João Malato, jornalista, que casou com Ila Monteiro e tiveram 8 filhos, 6ª G/Tetranetos/Ttn: Castalha, Ítala, Iléa, Raimundo/Raimundinho, João/Joãozinho, Mário, Ernane e Betânia Monteiro Malato.

5ª G/Tn/ Ofir Malato, c/c s/prima Angelina Ribeiro de Araújo e tiveram 8 filhos, 6ª G/Tetranetos/Ttn: ver fam. Araujo e Ribeiro de Araujo.

5ª G/Tn/ Djalma Malato, c/c Maria/Marieta e tiveram uma filha,6ª G/Tetranetos/Ttn: Amélia Malato.


5ª G/Trinetos/Tn, filhos de Mundico Malato e Domingas Ferreira Ribeiro

5ª G/Tn/ Alzira Malato, c/c Raimundo Nazaré Magno e tiveram um filho, 6ª G/Tetranetos/Ttn: José Maria Malato Magno.

5ª G/Tn/ Ângela Malato/Zinha, c/c Guilherme Pereira e tiveram 4 filhos, 6ª G/Tetranetos/Ttn: José Malato, Roberto, Ena, e Djalma Malato Pereira.

5ª G/Tn/ Diva Malato, c/c Paulo Figueiredo e tiveram 3 filhos, 6ª G/Tetranetos/Ttn: Armando, Umberto e Fernando Malato Figueiredo.

5ª G/Tn/ Antônio Malato/Antonico, c/c Messiana e tiveram 12 filhos, 6ª G/Tetranetos: Carmosina/Carmem, Clóvis, Célio, Antônio, Pedro Paulo, Maria/Mariazinha, Auxiliadora, Diva, Milton, Francisquinho e Emiliano. Antonico ficou viúvo e casou com Diva e tiveram duas filhas, 6ª G/Tetranetos/Ttn: Dadá e Darci.

Foi fundada em Ponta de Pedras, na Ilha do Marajó uma escolinha de música e em 1970 essa escola formou uma banda de música e em 1981 a banda passou a se chamar Associação Musical “Antonio Malato”. Os objetivos dessa banda era a de propagar a cultura do município, tocar durante o Círio de Nossa Senhora da Conceição e participar de eventos da cidade. A Associação Musical Antonio Malato atende crianças dos 8 aos 14 anos com o curso de musicalização em flautim doce, com duração de 3 a 4 anos. O nome Antonio Malato vem do fato de que, nessa época, era prefeito o Sr. Antonio Malato, um entusiasta da banda, que um ano antes tinha falecido. Seus amigos da associação deram o seu nome à entidade. Em 2009 a banda contava com aproximadamente 50 músicos, tocando os vários instrumentos necessários a uma banda musical.

5ª G/Tn/ Pedro Malato, c/c Lídia. Pedro casou novamente c/Patrícia, e tiveram 6 filhos, 6ª G/Tetranetos/Ttn: Egle, Edney, Júnior, Elis, Elem e Eden. Obs. colaboração de Egle Malato.


5ª G/Tn/ Santino Malato, c/c Aída e tiveram 14 filhos, 6ª G/Tetranetos/Ttn (de Luiz Antonio Malato de Castro Peruvino Ferreira Ribeiro, português da cidade de Malato/Portugal): Carmem, Nélia, Carlos, Vanda, Pedro, Diva, Erval, Flávio, Rui, Ida, Corina, Ernesto, Ercílio, Ovídio Elísio Malato.




Prof. Ademir Rocha, de Abaetetuba/Pa, em 1/5/2010