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terça-feira, 21 de junho de 2016

Genealogia Cametaense: R a Z

Genealogia Cametaense: R a Z

Acima temos o mapa do Estuário Amazônico, onde se localiza as regiões do Baixo Tocantins e Marajó.
Postagem em construção

Município de Cametá
No início da colonização do Pará e em particular do Marajó e Região Tocantina
existia uma grande quantidade e variedade de vegetação, flora e fauna terrestre
e aquática e povos indígenas que foram desaparecendo pela caça e pesca, extrativismo e outras
formas predatórias que levaram degradação e extinção de nativos e da flora e fauna, vegetação que começaram a ser extintos já a partir do século 17. Cametá, Marajó e o as demais
áreas marajoaras e tocantinas sofreram grave impacto ambiental com esse processo de
colonização com exploração predatória dos imensos recursos naturaus dessas regiões.



As garças se adaptaram às mudanças de seu meio ambiente e subsistem
hoje por outros meios na sua luta pela sobrevivência.




O peixe mapará ainda subsiste às mudanças de seu meio ambiente e
Cametá e Igarapé-Miri ainda possuem em seus rios, igarapés e baías
esse peixe que é tradicional na culinária dessas localidades





O peixe pirarucu, o mamífero peixe boi, as tartarugas, as aves e muitos outros
animais começaram a ser caçados desde a invasão dos franceses, holandeses
e ingleses e por todo o período da colonização portuguesa, do Império Brasileiro
e se estenderam pelo período republicano do Brasil

Os Nomes e dados desta postagem foram coletados em livros de autores paraenses e autores cametaenses, especialmente do pesquisador e historiador José Haroldo Oliveira de Barrortante somente pelos fatos e vultos históricos, mas também pelas famílias que ali aportaram e se desenvolveram, muitas das vezes em miscegenação com os nativos do lugar e dos negros escravos. Além dos portugueses, ali chegaram muitas outras famílias de nacionalidades hebréia e sírios-libaneses fugidos dos conflitos em seus países de origem. Cametá também foi um grande exportador de tradicionais famílias para a Capital, como para municípios vizinhos e outros estados brasileiros. A finalidade desta postagem é registrar os nomes de algumas famílias antigas ou recentes que concorreram para a história de Cametá e do Baixo Tocantins como um todo.
O município de Cametá fica localizado na Mesorregião do Nordeste Paraense, na Microrregião de Cametá, na margem esquerda do Rio Tocantins, com suas dezenas de ilhas, rios, igarapés e furos, limitando ao Norte com Limoeiro do Ajuru, ao Sul com Mocajuba, à Leste com Ig.-Miri e à Oeste com Oeiras do Pará, e com origem nos antigos índios "Camutás" da Nação dos Tupinambás, surgindo com o nome de Vila de Santa Cruz dos Camutás, fundada em 1617, através dos Padres Capuchos de Santo Antonio, da Ordem dos Franciscanos, pelo Frei Cristóvão de São José, sendo que este e outtos Padres Capuchos vieram da Capital, Belém, do chamado "Convento do Una". Uma ancestral ermida foi erguida com a intenção de catequese dos índios do lugar, especialmente dos ìndios Camutás, no Povoado de Cametá-Tapera. Em 1620 o Frei Cristóvão transfere os índios para junto da ermida, na Vila de santa Cruz dos Camutás, que constituiu o alicerce para a futura Capitania de Feliciano Coelho de Carvalho
Com o nome de Vila Viçosa de Santa Cruz de Camutá, em 1635, ano em que foi concedida a Donataria de Cametá à Feliciano Coelho de Carvalho.
De Cametá saíram várias expedições exploratórias, como a de Pedro Teixeira em 1637 e a do Padre Antonio Vieira em 1673.
No começo do século 18 houve a mudança da Vila para onde hoje se encontra a cidade de Cametá, lugar chamado pelos índios de Murajuba, por causa do fenômeno natural da erosão de sua ribanceira.
Cametá participou do Movimento Revolucionário Popular denominado Cabanagem ao lado das tropas legalistas, fato que a levou a ser chamada de "Cidade Invicta", por ter resistido a invasão e ocupação pelos revolucinários Cabanos, através das forças legalistas, em 1835, a partir daí Cametá foi palco de vários episódios e conflitos entre o povo luso e o paraense, por não aceitar a continuidade do domínio português, essa que foi uma explosão cívica de maior repercussão revolucionária na História da Amazônia e do Brasil Regência, que dominavatambém completamente a Capital, Belém.
Em 1841 a vila foi elevada à condição de Comarca e em 21/10/1848 , Cametá foi elevada à categoria de cidade.
Pela Lei Federal nº 7.537, de 16/9/1986, Cametá foi instituída como Patrimônio Histórico Nacional, pela sua notável tradição histórica, pelos seguintes fatos:
Em 1637, Pedro Teixeira saiu capitaneando as tropas de conquista e exploração da Amazônia, saindo da Praia das Mercês em Cametá-Tapera.
Ali nasceu o grande vulto histórico do Bispo Dom Romualdo Coelho, por cujas mãos o Pará aderiu `Independência do Brasil.
Ali nasceu o grande vulto histórico do Bispo D. Romualdo de Seixas, que foi grande orientador espiritual do povo e grande figura histórica.
Derrota das forças revolucionárias cabanas em 1835 em Cametá, com as forças legalistas,

este com participação destacada em todo o período da Cabanagem, tendo também assumido a Presidência da Província durante o conflito contra as forças revolucionárias cabanas, tendo tomado posse do  governo em Cametá, perante a Câmara Municipal, que tinha no governo cabano Antonio Vinagre. Logo, pode-se dizer, que Cametá foi a Capital da Província do Pará durante o levante Cabano.
A República do Brasil foi proclamada em 1889, no Pará, em solo cametaense por Ângelo Custódio Correa..
Cametá também recebeu em seu solo o grande padre jesuíta Antônio Vieira, que ali falou ao povo no pulpito da Catedral já secular e organizou uma expedição exploradora pela Amazônia.
Cametá também é conhecida como "Terra dos Homens Notáveis" devido os grandes de figuras ilustres vultos vultos históricos cametaenses, que fazem parte da História do Pará.
Cametá foi declarada como "patrimônio Histórico Nacional, por Lei específica.

Algumas antigas e atuais localidades Cametaenses:





Cametá-Tapera, localidade que abrigou a antiga Vila Viçosa de Santa Cruz dos Camutás.
Praia de Cametá-Tapera, localizada nas margens do Rio Tocantins  na localidade de Cametá-Tapera
Murajuba, localidade onde hoje se assenta a atual cidade de Cametá
Praia da Mercês, de onde saiu a expedição exploratória de Pedro Teixeira
Vila Viçosa de Santa Cruz dos Camutás, fundada em 1617 pelos Padres Capuchos de Santo Antonio.
Praia da Aldeia, localizada às margens do Rio Tocantins, no atual bairro da Aldeia
Praia de Pacajás, localizada às margens do Rio Tocantins, na Vila de Pacajá.
Vila de Juaba
Ordens Religiosas antigas em Cametá?
. Padres Capuchos de Santo Antonio, seguidores de São Francisco de Assis
. Padres Mercedários, que substituíram os Padres Capuchos de Santo Antonio.
Padres Jesuítas
Padres Capuchos da Piedade, ainda na localidade a Vila dos Camutás, entre 1693 e 1759.
Santos venerados em Cametá:
São João Batista, padroeiro de Cametá, venerado desde 1617 e com a Igreja de São João Batista construída em 1757

Cametá se localiza na Região das Ilhas do Pará e com uma grande quantidade
de baías, rios, igarapés e furos e matas circundantes dessas ilhas. Antigamente
para se chegar à Cametá, Abaetetuba, Igarapé-Miri, Moju, Barcarena, Baião,
Oeiras, Tucuruí, localidades do Marajó e demais localidades, somente através
de embarcações de todos os tipos, entre essas, os barcos veleiros e os movidos
à remos



Acima temos o mapa que mostra a grande quantidade de vias
fluviais e ilhas do Pará

FAMÍLIAS R
Os R
. CASSIANO R. CARDOSO, era marceneiro em 1889 em Cametá, no ano da Proclamação da República do Brasil.
Os R. do Carmo
. VICTOR R. DO CARMO, citação: Em 31/1/1890 faziam parte do Partido Democrata, em Cametá, os seguintes membros: Fortunato Braga, Fortunato João Braga, João José F. da Silva, Zeferino José de Miranda, Geraldo Antonio da Cruz, Cosme Pereira de Souza Coleho, Joaquim Felippe Coelho, Maximino José de Araújo Coelho, José Mariano Rodrigues Leão, João Gonçalves de Leão, João Arnaud da Conceição, João Augusto Correa Alves, Hilário Martins, Antonio Rodrigues Gomes, Rogerino Antonio da Costa, Floriano José da Cruz, Alfredo de Souza Pimentel, Manoel José Lopes Coelho, Domingos Martins Ribeiro, Domingos Lobato de Freitas, Manoel Gomes de Amorim, Marcellino Martins Paes, Francisco Pereira da Silva, Eusthachio Soares de Souza, Antonio Gomes de Amorim, Eutachio Marques Alves, Victor R. do Carmo, Jacob Francisco Paes, João Antonio da Costa Leal, Antonio Lopes Ribeiro de Mendonça e outros. 

Os R. Martins
. JOÃO R. MARTINSantigo vereador em Cametá em 1889, ano da Proclamação da República do Brasil.

RAIMUNDO PEDRO, citação:
. Venâncio Barradas, folclorista, compositor musical, violonista, pesquisador e escritor da cultura cametaense, fundador do Banguê "Sou do Rio", hoje Banguê do Castelo (fundado com a denominação Sou do Rio por Venâncio em 1939), e Venâncio como violeiro e, acompanhado pelo filho Benedito, de 12 anos (na época) Benedito Garcia Barradas, executava cantorias pelas localidades como Mutuacá, Mandaruçu, Pacuí, Juaba, Carapina e Cametá, onde morava com a família, casou com Maria Garcia e com 7 filhos: Arquimino, Benedito. Seus filhos eram também músicos e particiapam dos grupos de banguê. Tinha também o sobrinho de Venâncio Barradas e outros amigos que participavam desses grupos culturais. Alguns amigos de Venâncio que atuavam nos grupos de Banguê; Raimundo Pedro, Sidico, Frederico (este da localidade Mutuacá) que ajudou Venâncio a fazer bumbos e pandeiros para o grupo. O grupo Banguê do Castelo, fundado por Venâncio, desde os anos de 1990 está sob as mãos dos netos desse baluarte cultural de Cametá e contando com os seguintes nomes: Paulo da Vera Cruz, no bumbo; Jurandir da cruz, na voz; Garcia, no violão; Valdo da Cruz Garcia, bandorra e voz; João Barradas, rufista (rufo); Aguinaldo da Cruz Garcia, no banjo e voz; Benedito da Cruz Garcia, no pandeiro e 2ª voz; Anísio da cruz Garcia, no afoxé e voz e Joaquim Almeida, no banjo..

FAMÍLIA RAMALHO
. Laudelino Ramalho, da localidade Maranhão, em Cametá, citação:
. Pedro Batista Rodrigues, da localidade Mutuacá, que junto com Archimides Vital Batista, este cantor popular e compositor e chamado Engole Cobra, da localidade Tem-Tem e tocando violão de 4 cordas e mais: Joviniano Rodrigues, no tambor, de Mutuacá; Laudelino Ramalho, no reco-reco, da localidade Maranhão; Eduardo Siqueira, na cuíca, da localidade Jarumanha; que foram os fundadores do grupo  folclórico "Engole Cobra", em 31/12/1990, na Vila de Juaba, em Cametá, e para defender a Natureza e a sociedade cantando, com sátiras, críticas, o passado e o presente

FAMÍLIA RAMOS
Os Ramos
. Júlio Ramos, cinegrafista
Os Ramos Alves
. Bonifácio Ramos Alves, era oposicionista em Cametá, mas que aderiu ao republicanismo em 1891.
Os Gomes Ramos
JOSÉ FELÍCIO GOMES RAMOS, que era membro em 1890 do Partido Democrata na Parochia de Nossa Snhora do Carmo do Tocantins, junto com: outros membros. Vide abaixo em Martinho José dos Reis.

FAMÍLIA READE
. Mariana Reade, assistente-diretora gráfica

FAMÍLIA REDIG
. ANTONIO JANUÁRIO REDIG, era comerciante de Cametá em 1889, na Proclamação da República do Brasil. e era Juiz de Paz do 1º Distrito em Cametá no 1889 e que também foi Juiz de Paz do 2º Distrito. e que era vereador-presidente da Câmara Municipal em exercício e foi ele qum assinou o antigo Livro de Registro das Sessões da Câmara (1885-1889), livro que foi substituído por outro livro na Proclamação da República como Livro de Atas da Câmara Municipal de cametá (1/3/1890-24/1/1893), assinado pelo 1º Intendente de Cametá, o Padre Antonio Franco.
. CARLOS ANTONIO REDIG, que era da oposição monárquica em Cametá, quepelo falecimento do vogal Alfredo de Lima Lobo, passa a titular e Redig será eleito futuro intendente em Cametá, e ele foi o 2º Intendente Municipal em Cametá no início da Era Republicana em 1893. e que tinha como vogais no Conselho de Intendência: Carlos Lopes da Silva, Miguel Nery da Trindade Martins, Sesinando Dias  Ferreira, José Antonio Ferreira de Sousa e como secretário da Intendência: Alfredo Francisco Loureiro.O novo intendente Carlos Antonio Redig, que era vogal na legislatura anterior à Proclamação da República no Brasil e que governou por dois mandatos trienais (1891-1897).
. Redig e Lobo, firma de Cametá em 1889, ano da Proclamação da república no Brasil.
Os Redig Lopes
. LUIZA REDIG LOPES. Citação: . BENJAMIM MALCHER DE SOUSA, foi membro da antiga Sociedade Beneficente e Artística Cametaense, junto com com outros antigos membros: Promotor Público Henrique lopes de Barros, Inspetor de Ensino Antonio Franco de Sá, farmacêutico Nicanor Philo-Creão, orador oficial  Lafayete Mendonça Correa, Isaac E. Benmuyal, Paulino Benedicto do Carmo e senhoras presentes: Luiza Redig Lopes, Isaura Correa de Souza, Brígida Mendes Cantão, Maria Sabba, Leopoldina Contente de Siqueira Mendes e o menino Deodoro Machado de Mendonça, citados em 1900 em um evento do clube.

FAMÍLIA REGO
Os do Rego e Silva
. JOSÉ DO REGO E SILVA, que em 1889 era Subdelegado de Polícia em Cametá, na Proclamação da República Brasileira.
FAMÍLIA REIS
. BAZÍLIO DOS REIS, que era membro em 1890 do Partido Democrata na Parochia de Nossa Snhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, Vide abaixo em Martinho José dos Reis

. MARTINHO JOSÉ DOS REIS, que era membro em 1890 do Partido Democrata na Parochia de Nossa Snhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, Junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt, Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt, Capitão Agnello José de Oliveira, Leoncio José d'Oliveira, Félix Ferreira Ribeiro, Horácio Estácio Wanzeller, José Antonio Pinheiro, José Cardoso da Silva Coimbra, Ivo Manoel Vicente. Luiz Antonio do Carmo, Venâncio Erico de Moraes, João de Deus e Silva, Porphirio da Conceição, Plácido Antonio do Nascimento, João Roberto dos Santos, Manoel Romão dos Santos, Manoel Carlos Machado, Pedro José de Moraes, Euzébio Emílio Marcêncio, Manoel Francisco Ribeiro, Gregório Ferreira Ribeiro, Manoel Joaquim dos Santos, Joaquim Pedro Xavier Alves, Clemente Xavier da Cruz, Martiniano Martins da Cruz, Francisco Antonio Machado, Raymundo José Gomes, Fernando José de Moraes, João delgado Estumano, Antero José do Nascimento, Raymundo Antonio da Cruz, Manoel Gonçalves Pinto, Romualdo Ferreira Ribeiro, João Lima Beckman, Joaquim de Mello, Elias henrique de Lima, Isaac Benassuly, Manoel dos Passos Lobo, Manoel Wanzeller de Moraes, Lourenço Lopes Mendes, Estevão Gomes, Raymundo Cyriaco Mendes, Manoel leão Mendes, José Pedro Mendes, Silvino Ponciano Martins, Antonio Rosa da Costa, Joaquim Castro Valente, Antonio Castro Valente, João Gonçalves Pinto Sobrinho, Feliciano Luiz Barbosa, Matheus Martins Estumano, Jacob Obadri, Jaime Obadri, Manoel Felippe Nery, Marcelino de Souza Paes, Clarindo da Cruz, Jorge Coelho, Firmo Antonio Bahia, Antonio José Gomes, Miguel Estuamano, Manoel Alfredo Rodrigues, Thomé Pedro Beckman, José Rodrigues de Nazareth, que em 1890 era membro do Partido Democrata, da Parochia N.S. do Carmo, : Raymundo Furtado de Moraes, Raymundo Pinheiro de Barros, Francisco Ignacio Machado, Manoel Gonçalves Pinto, João da Cruz Villa-Real, Juvenal Augusto da Costa Moraes, Manoel José Rodrigues Villa-Real, Pedro Manoel Valente, Manoel José Ferreira, Manoel do Nascimento do Carmo, Antonio Felippe Nery, Cordolino de Moraes, Manoel José Pinheiro, Raymundo do Carmo Machado, Eduardo Augusto de Barros, Raymundo Estumano Francisco Xavier Gomes, Benedicto Américo de Carvalho, Manoel Antonio Fiel, Raymundo Procópio Rodrigues das Mercês, Manoel Cypriano Rodrigues, Manoel Antonio maia, Américo de Alcântara, Thomaz Gomes, Joaquim Garcia Bahia, Elias José Bahia, Domingos de Almeida,  José Raymundo de Freitas, Raymundo da Trindade, Narcizo Martiniano, Belmiro Antonio da Cruz, Feliciano d'Oliveira Costa, Francisco da Trindade, Martinho José dos Reis, Domingos José Portilho, João Martins Bahia, Manoel da Cruz Sobrinho, Marcos bahia dos Reis, Bazílio dos Reis, Benedicto Antonio da Cruz, Raymundo de Souza Bahia, Benedicto Rosa de Jesus Gaia, Manoel Francisco da Gaia, Abel de Oliveira da Costa, Domingos Martins Bahia, Manoel da Cruz da Gaia, Raymundo Cotta da Gaia, Mariano Antonio da Cruz, Florêncio Bittencourt, Alexandre Pompeu, Manoel Gonçalves de Moraes, Manoel Pedro dos Santos, João Raimundo Rodrigues, Manoel Francisco da Cruz, João Luiz da Cruz, Manoel Cândido da Cruz, José Vicente da Cruz, José Pinheiro Gomes, Honório M. de Moraes, José Felício Ramos, Gracindo Rodrigues, João Ferreira Ribeiro, Antonio Silva Lobo, Manoel da Silva Pinheiro, João Américo Cardoso, José Antonio Fonseca, Silvestre Pedro Beckman, Sebastião Rodrigues de Nazareth, João Felippe Nery, Avelino Machado de Barros, Francisco F. Ribeiro, sendo que muitos desses eram estrangeiros.
Os Bahia dos Reis
. MARCOS BAHIA DOS REIS, que era membro em 1890 do Partido Democrata na Parochia de Nossa Snhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, Vide acima em Martinho José dos Reis

FAMÍLIA RESENDE
Os Mendes da Mata Resende
MARIA MENDES DA MATTA REZENDE  foi professora em Cametá no 1889, ano da Proclamação da República.

FAMÍLIA RIBEIRO
Os Ribeiro
. MANOEL FRANCISCO RIBEIRO, que era membro em 1890 do Partido Democrata na Parochia de Nossa Snhora do Carmo do Tocantins, jem Cametá. Vide abaixo em Félix Ferreira Ribeiro.

Os Ribeiro Guimarães
JERÔNIMO RIBEIRO GUIMARÃES, foi vogal na intendência de CARLOS ANTONIO REDIG, citado em 1893 em Cametá no início da Era Republicana.

Os C. Carneiro Ribeiro
. Alferes SABINO C. CARNEIRO RIBEIRO, era ourives em 1889 em Cametá, no ano da Proclamação da República do Brasil.
Os Cupertino Ribeiro
. SABINO CUPERTINO RIBEIRO, que em 1891, em Cametá, era da oposição monárquica e que mudou para o PRD.
Os F. Ribeiro
. FRANCISCO F. RIBEIRO, que era membro em 1890 do Partido Democrata na Parochia de Nossa Snhora do Carmo do Tocantins, junto com: outros membros. Vide abaixo em Félix Ferreira Ribeiro..

Os Ferreira Ribeiro
FÉLIX FERREIRA RIBEIRO, que era membro em 1890 do Partido Democrata na Parochia de Nossa Snhora do Carmo do Tocantins, jem Cametá, unto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt, Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt, Capitão Agnello José de Oliveira, Leoncio José d'Oliveira, Félix Ferreira Ribeiro, Horácio Estácio Wanzeller, José Antonio Pinheiro, José Cardoso da Silva Coimbra, Ivo Manoel Vicente. Luiz Antonio do Carmo, Venâncio Erico de Moraes, João de Deus e Silva, Porphirio da Conceição, Plácido Antonio do Nascimento, João Roberto dos Santos, Manoel Romão dos Santos, Manoel Carlos Machado, Pedro José de Moraes, Euzébio Emílio Marcêncio, Manoel Francisco Ribeiro, Gregório Ferreira Ribeiro, Manoel Joaquim dos Santos, Joaquim Pedro Xavier Alves, Clemente Xavier da Cruz, Martiniano Martins da Cruz, Francisco Antonio Machado, Raymundo José Gomes, Fernando José de Moraes, João delgado Estumano, Antero José do Nascimento, Raymundo Antonio da Cruz, Manoel Gonçalves Pinto, Romualdo Ferreira Ribeiro, João Lima Beckman, Joaquim de Mello, Elias henrique de Lima, Isaac Benassuly, Manoel dos Passos Lobo, Manoel Wanzeller de Moraes, Lourenço Lopes Mendes, Estevão Gomes, Raymundo Cyriaco Mendes, Manoel leão Mendes, José Pedro Mendes, Silvino Ponciano Martins, Antonio Rosa da Costa, Joaquim Castro Valente, Antonio Castro Valente, João Gonçalves Pinto Sobrinho, Feliciano Luiz Barbosa, Matheus Martins Estumano, Jacob Obadri, Jaime Obadri, Manoel Felippe Nery, Marcelino de Souza Paes, Clarindo da Cruz, Jorge Coelho, Firmo Antonio Bahia, Antonio José Gomes, Miguel Estuamano, Manoel Alfredo Rodrigues, Thomé Pedro Beckman, José Rodrigues de Nazareth, que em 1890 era membro do Partido Democrata, da Parochia N.S. do Carmo, : Raymundo Furtado de Moraes, Raymundo Pinheiro de Barros, Francisco Ignacio Machado, Manoel Gonçalves Pinto, João da Cruz Villa-Real, Juvenal Augusto da Costa Moraes, Manoel José Rodrigues Villa-Real, Pedro Manoel Valente, Manoel José Ferreira, Manoel do Nascimento do Carmo, Antonio Felippe Nery, Cordolino de Moraes, Manoel José Pinheiro, Raymundo do Carmo Machado, Eduardo Augusto de Barros, Raymundo Estumano Francisco Xavier Gomes, Benedicto Américo de Carvalho, Manoel Antonio Fiel, Raymundo Procópio Rodrigues das Mercês, Manoel Cypriano Rodrigues, Manoel Antonio maia, Américo de Alcântara, Thomaz Gomes, Joaquim Garcia Bahia, Elias José Bahia, Domingos de Almeida,  José Raymundo de Freitas, Raymundo da Trindade, Narcizo Martiniano, Belmiro Antonio da Cruz, Feliciano d'Oliveira Costa, Francisco da Trindade, Martinho José dos Reis, Domingos José Portilho, João Martins Bahia, Manoel da Cruz Sobrinho, Marcos bahia dos Reis, Bazílio dos Reis, Benedicto Antonio da Cruz, Raymundo de Souza Bahia, Benedicto Rosa de Jesus Gaia, Manoel Francisco da Gaia, Abel de Oliveira da Costa, Domingos Martins Bahia, Manoel da Cruz da Gaia, Raymundo Cotta da Gaia, Mariano Antonio da Cruz, Florêncio Bittencourt, Alexandre Pompeu, Manoel Gonçalves de Moraes, Manoel Pedro dos Santos, João Raimundo Rodrigues, Manoel Francisco da Cruz, João Luiz da Cruz, Manoel Cândido da Cruz, José Vicente da Cruz, José Pinheiro Gomes, Honório M. de Moraes, José Felício Ramos, Gracindo Rodrigues, João Ferreira Ribeiro, Antonio Silva Lobo, Manoel da Silva Pinheiro, João Américo Cardoso, José Antonio Fonseca, Silvestre Pedro Beckman, Sebastião Rodrigues de Nazareth, João Felippe Nery, Avelino Machado de Barros, Francisco F. Ribeiro, sendo que muitos desses eram estrangeiros.
. GREGÓRIO FERREIRA RIBEIRO, FÉLIX FERREIRA RIBEIRO, que era membro em 1890 do Partido Democrata na Parochia de Nossa Snhora do Carmo do Tocantins, jem Cametá, Vide acima em Félix Ferreira Ribeiro
. JOÃO FERREIRA RIBEIRO, que era membro em 1890 do Partido Democrata na Parochia de Nossa Snhora do Carmo do Tocantins, junto com: outros membros. Vide acima em Félix Ferreira Ribeiro..

. ROMUALDO FERREIRA RIBEIRO, que era membro em 1890 do Partido Democrata na Parochia de Nossa Snhora do Carmo do Tocantins, jem Cametá, Vide acima em Félix Ferreira Ribeiro

Os Lopes Ribeiro de Mendonça
. ANTONIO LOPES RIBEIRO DE MENDONÇA, citação: Em 31/1/1890 faziam parte do Partido Democrata, em Cametá, os seguintes membros: Fortunato Braga, Fortunato João Braga, João José F. da Silva, Zeferino José de Miranda, Geraldo Antonio da Cruz, Cosme Pereira de Souza Coleho, Joaquim Felippe Coelho, Maximino José de Araújo Coelho, José Mariano Rodrigues Leão, João Gonçalves de Leão, João Arnaud da Conceição, João Augusto Correa Alves, Hilário Martins, Antonio Rodrigues Gomes, Rogerino Antonio da Costa, Floriano José da Cruz, Alfredo de Souza Pimentel, Manoel José Lopes Coelho, Domingos Martins Ribeiro, Domingos Lobato de Freitas, Manoel Gomes de Amorim, Marcellino Martins Paes, Francisco Pereira da Silva, Eusthachio Soares de Souza, Antonio Gomes de Amorim, Eutachio Marques Alves, Victor R. do Carmo, Jacob Francisco Paes, João Antonio da Costa Leal, Antonio Lopes Ribeiro de Mendonça e outros. 

Os Martins Ribeiro
. DOMINGOS MARTINS RIBEIRO, citação: Em 31/1/1890 faziam parte do Partido Democrata, em Cametá, os seguintes membros: Fortunato Braga, Fortunato João Braga, João José F. da Silva, Zeferino José de Miranda, Geraldo Antonio da Cruz, Cosme Pereira de Souza Coleho, Joaquim Felippe Coelho, Maximino José de Araújo Coelho, José Mariano Rodrigues Leão, João Gonçalves de Leão, João Arnaud da Conceição, João Augusto Correa Alves, Hilário Martins, Antonio Rodrigues Gomes, Rogerino Antonio da Costa, Floriano José da Cruz, Alfredo de Souza Pimentel, Manoel José Lopes Coelho, Domingos Martins Ribeiro, Domingos Lobato de Freitas, Manoel Gomes de Amorim, Marcellino Martins Paes, Francisco Pereira da Silva, Eusthachio Soares de Souza, Antonio Gomes de Amorim, Eutachio Marques Alves, Victor R. do Carmo, Jacob Francisco Paes, João Antonio da Costa Leal, Antonio Lopes Ribeiro de Mendonça e outros.

FAMÍLIA ROCHA
. ÂNGELO BAZILIO DA ROCHA, que era membro em 1890 do Partido Democrata na Parochia de Nossa Snhora do Carmo do Tocantins, junto com: com outros democatas. Vide lista em Manoel Alfredo Rodrigues 

Os Pinto da Rocha
. ÂNGELO PINTO DA ROCHA, citado em 1889 em Cametá, no ano da Proclamação da República do Brasil.
Os dos Santos Rocha
. IGNÁCIO DOS SANTOS ROCHA, era relojoeiro em 1889 em Cametá, no ano da Proclamação da República do Brasil.

Acima a foto do antigo navio '3 de Outubro', que fazia linha para o Baixo Tocantins
no transporte de mercadorias e passageiros na linha Belém-Baixo Tocantins-Belém

FAMÍLIA RODRIGUES
Os Rodrigues
ANTONIO JEREMIAS RODRIGUES
Nasceu em Cameta no dia 16 de fevereiro de 1879, era escultor exímio, suas obras constituem para o nosso Município um acervo de alto padrão
As igrejas recebem o reflexo de sua capacidade artística. Imagens como as de Santo Antonio, São João, São Sebastião, Bom Jesus e Nossa Senhora das Dores existentes na Catedral de São João Batista, são obras que imortalizam o mestre na conseqüência de todos os cametaenses. Uma de suas mais apreciada obra e a imagem de Nossa Senhora das Dores. Olhando os traços fisionômicos dessa imagem podemos aquiltar o grau de capacidade de Jeremias Rodrigues. O altar-mor da Catedral w o altar-mor da igreja de Nossa Senhora das Mercês são frutos de seu invejável trabalho.
A imagem de São Benedito, que esta na Igreja que leva o seu nome também foi modelada pelas mãos do Mestre Jeremias.
Seus trabalhos criativos nas quadras carnavalescas constituíram obras requintadas de artes, ainda vive na memória dos velhos foliões a beleza que construiu. ‘A Cegonha’ surpresa que construiu para a sociedade cametaense no carnaval de 1947.
Jeremias Rodrigues alem de escultor foi um emérito violoncelista.
O grande artista faleceu em Cameta no dia 18 de Janeiro de 1953.
Fonte: luisperescameta.blogspot.com.br.
E Antonio Jeremias Rodrigues, escultor em Cametá, foi um dos que construíram os dois nichos da Igreja de N.S. das Mercês e Antonio Jeremias foi quem esculpiu o altar-mor dessa Igreja em 1938.
. Antonio José Rodrigues, era oposicionista em Cametá, mas que aderiu ao republicanismo em 1891.
. Joveniano Rodrigues, da localidade Mutuacá, citação: PEDRO BATISTA RODRIGUES, da localidade Mutuacá, que junto com Archimides Vital Batista, este cantor popular e compositor e chamado Engole Cobra, da localidade Tem-Tem e tocando violão de 4 cordas e mais: Joviniano Rodrigues, no tambor, de Mutuacá; Laudelino Ramalho, no reco-reco, da localidade Maranhão; Eduardo Siqueira, na cuíca, da localidade Jarumanha; que foram os fundadores do grupo  folclórico "Engole Cobra", em 31/12/1990, na Vila de Juaba, em Cametá, e para defender a Natureza e a sociedade cantando, com sátiras, críticas, o passado e o presente. JEREMIAS RODRIGUES, homenageado com dobrado de Vicente Serrão de Castro, este músico e compositor musical pai de Vicente Serrão de Castro Filho.
JOÃO HERMENEGILDO RODRIGUES, foi pintor e escultor nascido em Cametá em 1911. Emérito santeiro, seus trabalhos foram grande sucesso não so em cameta sua terra natal mais também em todo o Estado do Pará. Artista de renomada capacidade fazia refletir o seu talento com mais freqüência durante a quadra carnavalesca, premiando a sociedade com lindas obras de arte inesquecíveis das quais se destacaram: “A Nega do Cabelo Duro e o Morro da Favela”. Diversas imagens sacras que existentes que ostentam em nossas igrejas foram obras de seu trabalho.
O Império de Samba Favela ‘Escola de Samba’, do qual era diretor anda canta ate hoje nas ruas o samba que leva o seu nome, cujos versos dizem: Deusa do Samba/ Abençoada por São João/ Enamorada de Hemenegildo/ Mora no meu Coração. Cujos compositores foram Joazil Serrão e Gordinho. 
Hemenegildo faleceu na Cidade de Cameta em 1945.

GRACINDO RODRIGUE, que era membro em 1890 do Partido Democrata na Parochia de Nossa Snhora do Carmo do Tocantins, junto com: outros membros. Vide abaixo em João Raymundo Rodrigues..

. JOÃO RAYMUNDO RODRIGUES, que era membro em 1890 do Partido Democrata na Parochia de Nossa Snhora do Carmo do Tocantins, junto com: outros membros. Vide abaixo em Manoel Alfredo Rodrigues.

. MANOEL ALFREDO RODRIGUES, que era membro em 1890 do Partido Democrata na Parochia de Nossa Snhora do Carmo do Tocantins, jem Cametá, unto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt, Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt, Capitão Agnello José de Oliveira, Leoncio José d'Oliveira, Félix Ferreira Ribeiro, Horácio Estácio Wanzeller, José Antonio Pinheiro, José Cardoso da Silva Coimbra, Ivo Manoel Vicente. Luiz Antonio do Carmo, Venâncio Erico de Moraes, João de Deus e Silva, Porphirio da Conceição, Plácido Antonio do Nascimento, João Roberto dos Santos, Manoel Romão dos Santos, Manoel Carlos Machado, Pedro José de Moraes, Euzébio Emílio Marcêncio, Manoel Francisco Ribeiro, Gregório Ferreira Ribeiro, Manoel Joaquim dos Santos, Joaquim Pedro Xavier Alves, Clemente Xavier da Cruz, Martiniano Martins da Cruz, Francisco Antonio Machado, Raymundo José Gomes, Fernando José de Moraes, João delgado Estumano, Antero José do Nascimento, Raymundo Antonio da Cruz, Manoel Gonçalves Pinto, Romualdo Ferreira Ribeiro, João Lima Beckman, Joaquim de Mello, Elias henrique de Lima, Isaac Benassuly, Manoel dos Passos Lobo, Manoel Wanzeller de Moraes, Lourenço Lopes Mendes, Estevão Gomes, Raymundo Cyriaco Mendes, Manoel leão Mendes, José Pedro Mendes, Silvino Ponciano Martins, Antonio Rosa da Costa, Joaquim Castro Valente, Antonio Castro Valente, João Gonçalves Pinto Sobrinho, Feliciano Luiz Barbosa, Matheus Martins Estumano, Jacob Obadri, Jaime Obadri, Manoel Felippe Nery, Marcelino de Souza Paes, Clarindo da Cruz, Jorge Coelho, Firmo Antonio Bahia, Antonio José Gomes, Miguel Estuamano, Manoel Alfredo Rodrigues, Thomé Pedro Beckman, José Rodrigues de Nazareth, que em 1890 era membro do Partido Democrata, da Parochia N.S. do Carmo, : Raymundo Furtado de Moraes, Raymundo Pinheiro de Barros, Francisco Ignacio Machado, Manoel Gonçalves Pinto, João da Cruz Villa-Real, Juvenal Augusto da Costa Moraes, Manoel José Rodrigues Villa-Real, Pedro Manoel Valente, Manoel José Ferreira, Manoel do Nascimento do Carmo, Antonio Felippe Nery, Cordolino de Moraes, Manoel José Pinheiro, Raymundo do Carmo Machado, Eduardo Augusto de Barros, Raymundo Estumano Francisco Xavier Gomes, Benedicto Américo de Carvalho, Manoel Antonio Fiel, Raymundo Procópio Rodrigues das Mercês, Manoel Cypriano Rodrigues, Manoel Antonio maia, Américo de Alcântara, Thomaz Gomes, Joaquim Garcia Bahia, Elias José Bahia, Domingos de Almeida,  José Raymundo de Freitas, Raymundo da Trindade, Narcizo Martiniano, Belmiro Antonio da Cruz, Feliciano d'Oliveira Costa, Francisco da Trindade, Martinho José dos Reis, Domingos José Portilho, João Martins Bahia, Manoel da Cruz Sobrinho, Marcos bahia dos Reis, Bazílio dos Reis, Benedicto Antonio da Cruz, Raymundo de Souza Bahia, Benedicto Rosa de Jesus Gaia, Manoel Francisco da Gaia, Abel de Oliveira da Costa, Domingos Martins Bahia, Manoel da Cruz da Gaia, Raymundo Cotta da Gaia, Mariano Antonio da Cruz, Florêncio Bittencourt, Alexandre Pompeu, Manoel Gonçalves de Moraes, Manoel Pedro dos Santos, João Raimundo Rodrigues, Manoel Francisco da Cruz, João Luiz da Cruz, Manoel Cândido da Cruz, José Vicente da Cruz, José Pinheiro Gomes, Honório M. de Moraes, José Felício Ramos, Gracindo Rodrigues, João Ferreira Ribeiro, Antonio Silva Lobo, Manoel da Silva Pinheiro, João Américo Cardoso, José Antonio Fonseca, Silvestre Pedro Beckman, Sebastião Rodrigues de Nazareth, João Felippe Nery, Avelino Machado de Barros, Francisco F. Ribeiro, sendo que muitos desses eram estrangeiros.
. MANOEL CYPRIANO RODRIGUES, que era membro em 1890 do Partido Democrata na Parochia de Nossa Snhora do Carmo do Tocantins, junto com: outros membros. Vide acima em Manoel Alfredo Rodrigues.

. . MANOEL DEMÉTRIO RODRIGUES, foi membro do diretório do PRD, em Cametá, no início da República Brasileira em 12/1889.

Os Rodrigues Gomes
. ANTONIO RODRIGUES GOMES, citação: Em 31/1/1890 faziam parte do Partido Democrata, em Cametá, os seguintes membros: Fortunato Braga, Fortunato João Braga, João José F. da Silva, Zeferino José de Miranda, Geraldo Antonio da Cruz, Cosme Pereira de Souza Coleho, Joaquim Felippe Coelho, Maximino José de Araújo Coelho, José Mariano Rodrigues Leão, João Gonçalves de Leão, João Arnaud da Conceição, João Augusto Correa Alves, Hilário Martins, Antonio Rodrigues Gomes, Rogerino Antonio da Costa, Floriano José da Cruz, Alfredo de Souza Pimentel, Manoel José Lopes Coelho, Domingos Martins Ribeiro, Domingos Lobato de Freitas, Manoel Gomes de Amorim, Marcellino Martins Paes, Francisco Pereira da Silva, Eusthachio Soares de Souza, Antonio Gomes de Amorim, Eutachio Marques Alves, Victor R. do Carmo, Jacob Francisco Paes, João Antonio da Costa Leal, Antonio Lopes Ribeiro de Mendonça e outros. 

. JOSÉ RODRIGUES GOMES, era barbeiro em Cametá em 1889, ano da Proclamação da República. Citação: . PAULO PAES DE SOUSA LEÃO. Citação: Vogais na intendência de Joaquim Felippe de Siqueira Mendes, citados em 3/5/1900: Paulo Paes de Sousa Leão, Manoel do Carmo de Mello, Potenciano Monteiro da Costa, José Rodrgues Gomes, Joaquim Santiago de Farias.
Os Rodrigues Gonçalves Ferreira
. JOSÉ RODRIGUES GONÇALVES FERREIRA, era funileiro em 1889 em Cametá, no ano da Proclamação da República do Brasil.

Os Rodrigues de Farias
. PORFÍRIO JOSÉ RODRIGUES DE FARIAS, citação: ANTONIO NOVAES, Proclamação da República era da oposição monárquica, mas que aderiu ao Partido Republicano democrático junto com: Antonio Novaes, Romualdo Furtado Cordeiro, Manoel dos Passos da Silva Lobo, Guilhermino Cardoso da Silva, Antonio Nicário da Veiga, João Baptista Pantoja, Joaquim José Martins, Ernestino de Oliveira Pantoja, Joaquim Prestes de Oliveira, Bastos Pedro Ferreira Bastos, Marciano Soares, Porfírio José Rodrigues de Farias, Ângelo Agnello da Costa, Dr. Ambrósio Philo-Creão, Raymundo Agnello da Costa Cotta, Adão Agnello da Costa Cotta, Raymundo Martins Bruno de Jesus, Valeriano Duarte de Mello e Silva, Vicente Ferreira Zagallo, Belmiro Manoel de Moraes.

Os Rodrigues Leão
. JOSÉ MARIANO RODRIGUES LEÃO, citação: Em 31/1/1890 faziam parte do Partido Democrata, em Cametá, os seguintes membros: Fortunato Braga, Fortunato João Braga, João José F. da Silva, Zeferino José de Miranda, Geraldo Antonio da Cruz, Cosme Pereira de Souza Coleho, Joaquim Felippe Coelho, Maximino José de Araújo Coelho, José Mariano Rodrigues Leão, João Gonçalves de Leão, João Arnaud da Conceição, João Augusto Correa Alves, Hilário Martins, Antonio Rodrigues Gomes, Rogerino Antonio da Costa, Floriano José da Cruz, Alfredo de Souza Pimentel, Manoel José Lopes Coelho, Domingos Martins Ribeiro, Domingos Lobato de Freitas, Manoel Gomes de Amorim, Marcellino Martins Paes, Francisco Pereira da Silva, Eusthachio Soares de Souza, Antonio Gomes de Amorim, Eutachio Marques Alves, Victor R. do Carmo, Jacob Francisco Paes, João Antonio da Costa Leal, Antonio Lopes Ribeiro de Mendonça e outros. 

Os Rodrigues de Leão
. BENTO RODRIGUES DE LEMOS, que em 1889 era suplente do Delegado Romualdo F. Cordovil, na Proclamação da República do Brasil, em Cametá.
Os Rodrigues das Mercês
. RAYMUNDO PROCÓPIO RODRIGUES DAS MERCÊS, que era membro em 1890 do Partido Democrata na Parochia de Nossa Snhora do Carmo do Tocantins, junto com: outros membros. Vide acima em Manoel Alfredo Rodrigues.
Os Rodrigues de Nazaré
. JOSÉ RODRIGUES DE NAZARÉ, que era membro em 1890 do Partido Democrata na Parochia de Nossa Snhora do Carmo do Tocantins, jem Cametá, unto com: outros membros. Vide lista acima em Manoel Romão dos Santos.
. SEBASTIÃO RODRIGUES DE NAZARETH, que era membro em 1890 do Partido Democrata na Parochia de Nossa Snhora do Carmo do Tocantins, junto com: outros membros. Vide acima em Manoel Alfredo Rodrigues.
Os Rodrigues das Neves
. JOSÉ RODRIGUES DAS NEVES, que era membro em 1890 do Partido Democrata na Parochia de Nossa Snhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: com outros democatas. Vide lista em Manoel Alfredo Rodrigues 

Os Rodrigues de Oliveira
. Alferes PORFÍRIO RODRIGUES DE OLIVEIRA. citação: . JOAQUIM FELIPPE DE SIQUEIRA MENDES, tenente-coronel, era farmacêutico em Cametá em 1889, ex-vereador monarquista, ex-membro do Diretório do Partido Republicano Paraense, entrou na vida pública desde a década de 1870, foi vogal cassado e foi eleito futuro intendente, no início da Era Republicana em Cametá, que no ano de 1891 havia sido candidato ao Congresso do Estado pela União Patriótica, representada pelo PRD-Partido Republicano Democrático (da oposição), e foi o 3º intendente em Cametá, com nome em praça na cidade. Vogais após a Proclamação da República Brasileira: Tenente-coronel Joaquim Felippe de Siqueira Mendes, Tenente-coronel José Antonio Ferreira de Souza, Alferes Raymundo Cordeiro de Castro, Alferes José Miguel belfort Lisboa, Alferes Porfírio Rodrigues de Oliveira e com a presença das seguintes autoridades na posse do 1º intendente de Cametá, o Padre Antonio Ferreira da Silva Franco:  Delegado de Polícia do termo da Cidade, Dr. Juiz de Direito da Comarca, Juiz Municipal da Comarca, Promotor Público da Comarca, Juízes de Paz dos Distritos e Subdelegados de Polícia dos Distritos.

Os Rodrigues de Queiroz
MIGUEL RODRIGUES DE QUEIROZ, Juiz de Paz do 4º Distrito em Cametá no 1889, ano da Proclamação da República.
. Capitão JOÃO RODRIGUES VIEIRA, que era membro em 1890 do Partido Democrata na Parochia de Nossa Snhora do Carmo do Tocantins, junto com: com outros democatas. Vide acima em Manoel Alfredo Rodrigues 

Os da Cruz Rodrigues Villa-Real
. JOÃO DA CRUZ RODRIGUES VILLA-REA, que era membro em 1890 do Partido Democrata na Parochia de Nossa Snhora do Carmo do Tocantins, junto com: com outros democatas. Vide acima em Manoel Alfredo Rodrigues 
Os Rodrigues Villa-Real
. MANOEL JOSÉ RODRIGUES VILLA-REAl, que era membro em 1890 do Partido Democrata na Parochia de Nossa Snhora do Carmo do Tocantins, junto com: outros membros. Vide acima em Manoel Alfredo Rodrigues.

Os Batista Rodrigues
. PEDRO BATISTA RODRIGUES, da localidade Mutuacá, que junto com Archimides Vital Batista, este cantor popular e compositor e chamado Engole Cobra, da localidade Tem-Tem e tocando violão de 4 cordas e mais: Joviniano Rodrigues, no tambor, de Mutuacá; Laudelino Ramalho, no reco-reco, da localidade Maranhão; Eduardo Siqueira, na cuíca, da localidade Jarumanha; que foram os fundadores do grupo  folclórico "Engole Cobra", em 31/12/1990, na Vila de Juaba, em Cametá, e para defender a Natureza e a sociedade cantando, com sátiras, críticas, o passado e o presente
Os Elias Rodrigues
. Alferes BENEDITO ELIAS RODRIGUES, que foi vereador em 1889 em Cametá.
Os de Novaes Rodrigues
. Gil Augusto de Novaes Rodrigues, citado em 1891 como oposicionista monárquico, contra os republicanos, em Cametá.
Os Prestes Rodrigues
. CUSTÓDIO PRESTES RODRIGUES, que em 1889, na Proclamação da República do Brasil, era suplente do sub-delegado José do Rego e Silva, em Cametá.

FAMÍLIA ROMÃO
Os Romão dos Santos
. MANOEL ROMÃO DOS SANTOS, que era membro em 1890 do Partido Democrata na Parochia de Nossa Snhora do Carmo do Tocantins, junto com: outros membros: 
Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt, Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt, Capitão Agnello José de Oliveira, Leoncio José d'Oliveira, Félix Ferreira Ribeiro, Horácio Estácio Wanzeller, José Antonio Pinheiro, José Cardoso da Silva Coimbra, Ivo Manoel Vicente. Luiz Antonio do Carmo, Venâncio Erico de Moraes, João de Deus e Silva, Porphirio da Conceição, Plácido Antonio do Nascimento, João Roberto dos Santos, Manoel Romão dos Santos, Manoel Carlos Machado, Pedro José de Moraes, Euzébio Emílio Marcêncio, Manoel Francisco Ribeiro, Gregório Ferreira Ribeiro, Manoel Joaquim dos Santos, Joaquim Pedro Xavier Alves, Clemente Xavier da Cruz, Martiniano Martins da Cruz, Francisco Antonio Machado, Raymundo José Gomes, Fernando José de Moraes, João delgado Estumano, Antero José do Nascimento, Raymundo Antonio da Cruz, Manoel Gonçalves Pinto, Romualdo Ferreira Ribeiro, João Lima Beckman, Joaquim de Mello, Elias henrique de Lima, Isaac Benassuly, Manoel dos Passos Lobo, Manoel Wanzeller de Moraes, Lourenço Lopes Mendes, Estevão Gomes, Raymundo Cyriaco Mendes, Manoel leão Mendes, José Pedro Mendes, Silvino Ponciano Martins, Antonio Rosa da Costa, Joaquim Castro Valente, Antonio Castro Valente, João Gonçalves Pinto Sobrinho, Feliciano Luiz Barbosa, Matheus Martins Estumano, Jacob Obadri, Jaime Obadri, Manoel Felippe Nery, Marcelino de Souza Paes, Clarindo da Cruz, Jorge Coelho, Firmo Antonio Bahia, Antonio José Gomes, Miguel Estuamano, Manoel Alfredo Rodrigues, Thomé Pedro Beckman, José Rodrigues de Nazareth, que em 1890 era membro do Partido Democrata, da Parochia N.S. do Carmo, : Raymundo Furtado de Moraes, Raymundo Pinheiro de Barros, Francisco Ignacio Machado, Manoel Gonçalves Pinto, João da Cruz Villa-Real, Juvenal Augusto da Costa Moraes, Manoel José Rodrigues Villa-Real, Pedro Manoel Valente, Manoel José Ferreira, Manoel do Nascimento do Carmo, Antonio Felippe Nery, Cordolino de Moraes, Manoel José Pinheiro, Raymundo do Carmo Machado, Eduardo Augusto de Barros, Raymundo Estumano Francisco Xavier Gomes, Benedicto Américo de Carvalho, Manoel Antonio Fiel, Raymundo Procópio Rodrigues das Mercês, Manoel Cypriano Rodrigues, Manoel Antonio maia, Américo de Alcântara, Thomaz Gomes, Joaquim Garcia Bahia, Elias José Bahia, Domingos de Almeida,  José Raymundo de Freitas, Raymundo da Trindade, Narcizo Martiniano, Belmiro Antonio da Cruz, Feliciano d'Oliveira Costa, Francisco da Trindade, Martinho José dos Reis, Domingos José Portilho, João Martins Bahia, Manoel da Cruz Sobrinho, Marcos bahia dos Reis, Bazílio dos Reis, Benedicto Antonio da Cruz, Raymundo de Souza Bahia, Benedicto Rosa de Jesus Gaia, Manoel Francisco da Gaia, Abel de Oliveira da Costa, Domingos Martins Bahia, Manoel da Cruz da Gaia, Raymundo Cotta da Gaia, Mariano Antonio da Cruz, Florêncio Bittencourt, Alexandre Pompeu, Manoel Gonçalves de Moraes, Manoel Pedro dos Santos, João Raimundo Rodrigues, Manoel Francisco da Cruz, João Luiz da Cruz, Manoel Cândido da Cruz, José Vicente da Cruz, José Pinheiro Gomes, Honório M. de Moraes, José Felício Ramos, Gracindo Rodrigues, João Ferreira Ribeiro, Antonio Silva Lobo, Manoel da Silva Pinheiro, João Américo Cardoso, José Antonio Fonseca, Silvestre Pedro Beckman, Sebastião Rodrigues de Nazareth, João Felippe Nery, Avelino Machado de Barros, Francisco F. Ribeiro, sendo que muitos desses eram estrangeiros.

FAMÍLIA ROSA
Os Rosa da Costa
. ANTONIO ROSA DA COSTA, que era membro em 1890 do Partido Democrata na Parochia de Nossa Snhora do Carmo do Tocantins, jem Cametá, unto com: outros membros. Vide lista acima em Manoel Romão dos Santos.

Os Rosa de Jesus
BENEDICTO ROSA DE JESUS, que era membro em 1890 do Partido Democrata na Parochia de Nossa Snhora do Carmo do Tocantins, junto com: outros membros. Vide acima em  Manoel Romão dos Santos.

FAMÍLIAS S
OS S
Os S. Braga
. Antonio de S. Braga, que na década de 1870 morou no histórico prédio Solar dos Braga, em Cametá.
Os M. S. Costa
BENEDITO M. S. COSTA, citado como alfaiate em Cametá em 1889, ano da Proclamação da República do Brasil.
Os Marques S. Franco
. JOAQUIM MARQUES S. FRANCO, era dono de terras em Cametá em 1889, na Proclamação da República do Brasil. e Juiz de Paz em Cametá no 1889.

FAMÍLIA SÁ
Os Sá
. Bito Sá, foi  mestre musical e um dos baluartes da cultura musical de Cametá.
Os Franco de Sá
Dr. ANTONIO FRANCO DE SÁ, foi antigo membro do Gabinete Literário Cametaense, este do início do século 20. Citação: . BENJAMIM MALCHER DE SOUSA, foi membro da antiga Sociedade Beneficente e Artística Cametaense, junto com com outros antigos membros: Promotor Público Henrique lopes de Barros, Inspetor de Ensino Antonio Franco de Sá, farmacêutico Nicanor Philo-Creão, orador oficial  Lafayete Mendonça Correa, Isaac E. Benmuyal, Paulino Benedicto do Carmo e senhoras presentes: Luiza Redig Lopes, Isaura Correa de Souza, Brígida Mendes Cantão, Maria Sabba, Leopoldina Contente de Siqueira Mendes e o menino Deodoro Machado de Mendonça, citados em 1900 em um evento do clube.

FAMÍLIA SABBA
. MARIA SABBA. Citação: . BENJAMIM MALCHER DE SOUSA, foi membro da antiga Sociedade Beneficente e Artística Cametaense, junto com com outros antigos membros: Promotor Público Henrique lopes de Barros, Inspetor de Ensino Antonio Franco de Sá, farmacêutico Nicanor Philo-Creão, orador oficial  Lafayete Mendonça Correa, Isaac E. Benmuyal, Paulino Benedicto do Carmo e senhoras presentes: Luiza Redig Lopes, Isaura Correa de Souza, Brígida Mendes Cantão, Maria Sabba, Leopoldina Contente de Siqueira Mendes e o menino Deodoro Machado de Mendonça, citados em 1900 em um evento do clube.

FAMÍLIA SACRAMENTO
Os Antunes Lopes do Sacramento
JOAÕ ANTUNES LOPES DO SACRAMENTO, Juiz de Paz do 3º Distrito em Cametá no 1889, ano da Proclamação da República.
Os Melo Sacramento
. TERTULIANO MELLO SACRAMENTO, era sapateiro em 1889 em Cametá, no ano da Proclamação da República do Brasil.

FAMÍLIA SANTANA
Os de Santana Davi
. Serafim de Santanna Davi, era oposicionista em Cametá, mas que aderiu ao republicanismo em 1891.
FAMÍLIA SANTIAGO
JOAQUIM SANTIAGO DE FARIAS. Citação: Vogais na intendência de Joaquim Felippe de Siqueira Mendes, citados em 3/5/1900: Paulo Paes de Sousa Leão, Manoel do Carmo de Mello, Potenciano Monteiro da Costa, José Rodrgues Gomes, Joaquim Santiago de Farias.

FAMÍLIA SANTOS
Os Santos
FLODOALDO SANTOS, autor do Blog http://cametaoara.blogspot.com
Os dos Santos
. A Sra. AMÉRICA DOS SANTOS/Tia Mirica e seu esposo Juzico Cabral, que foram os continuadores e Zeladores daquele do saudoso oratório na antiga Igreja de Nossa S. das Graças, na localidade Rio Furtados, por longos anos.
. Sra. MARIA DO CARMO DOS SANTOS, que também foi Zeladora e doadora de uma parte do atual terreno para a construção da nova Igreja de Nossa Senhora das Graças, na localidade Rio Furtados, município de Cametá/PA.
. Sr MARIANO DOS SANTOS e sua esposa Raimunda dos Santos, que foram os primeiros proprietários do terreno e que foram líderes terreno e líderes na construção da nossa primeira Igreja de Nossa S. das Graças, na localidade Rio Furtados, município de Cametá/PA.
. ROMUALDO ANTONIO DOS SANTOS, que era oposicionista em Cametá, mas que aderiu ao republicanismo em 1891.
Família
Os dos Santos
. JOÃO DOS SANTOS e Pedro Monteiro dos Santos, que foram os primeiros proprietários de uma residência histórica, em Cametá, prédio que vem do anos de 1870, no tempo da "Belle Epoquè",  que passou para a filha de João dos Santos e, em seguida, para o Sr. Romeu Peres, período em que uma das residências gêmeas foi demolida, pois eram duas residências iguais que faziam parte do acervo arquitetônico histórico de Cametá.
. JOÃO ROBERTO DOS SANTOS, que era membro em 1890 do Partido Democrata na Parochia de Nossa Snhora do Carmo do Tocantins, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt, Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt, Capitão Agnello José de Oliveira, Leoncio José d'Oliveira, Félix Ferreira Ribeiro, Horácio Estácio Wanzeller, José Antonio Pinheiro, José Cardoso da Silva Coimbra, Ivo Manoel Vicente. Luiz Antonio do Carmo, Venâncio Erico de Moraes, João de Deus e Silva, Porphirio da Conceição, Plácido Antonio do Nascimento, João Roberto dos Santos, Manoel Romão dos Santos, Manoel Carlos Machado, Pedro José de Moraes, Euzébio Emílio Marcêncio, Manoel Francisco Ribeiro, Gregório Ferreira Ribeiro, Manoel Joaquim dos Santos, Joaquim Pedro Xavier Alves, Clemente Xavier da Cruz, Martiniano Martins da Cruz, Francisco Antonio Machado, Raymundo José Gomes, Fernando José de Moraes, João delgado Estumano, Antero José do Nascimento, Raymundo Antonio da Cruz, Manoel Gonçalves Pinto, Romualdo Ferreira Ribeiro, João Lima Beckman, Joaquim de Mello, Elias henrique de Lima, Isaac Benassuly, Manoel dos Passos Lobo, Manoel Wanzeller de Moraes, Lourenço Lopes Mendes, Estevão Gomes, Raymundo Cyriaco Mendes, Manoel leão Mendes, José Pedro Mendes, Silvino Ponciano Martins, Antonio Rosa da Costa, Joaquim Castro Valente, Antonio Castro Valente, João Gonçalves Pinto Sobrinho, Feliciano Luiz Barbosa, Matheus Martins Estumano, Jacob Obadri, Jaime Obadri, Manoel Felippe Nery, Marcelino de Souza Paes, Clarindo da Cruz, Jorge Coelho, Firmo Antonio Bahia, Antonio José Gomes, Miguel Estuamano, Manoel Alfredo Rodrigues, Thomé Pedro Beckman, José Rodrigues de Nazareth, que em 1890 era membro do Partido Democrata, da Parochia N.S. do Carmo, : Raymundo Furtado de Moraes, Raymundo Pinheiro de Barros, Francisco Ignacio Machado, Manoel Gonçalves Pinto, João da Cruz Villa-Real, Juvenal Augusto da Costa Moraes, Manoel José Rodrigues Villa-Real, Pedro Manoel Valente, Manoel José Ferreira, Manoel do Nascimento do Carmo, Antonio Felippe Nery, Cordolino de Moraes, Manoel José Pinheiro, Raymundo do Carmo Machado, Eduardo Augusto de Barros, Raymundo Estumano Francisco Xavier Gomes, Benedicto Américo de Carvalho, Manoel Antonio Fiel, Raymundo Procópio Rodrigues das Mercês, Manoel Cypriano Rodrigues, Manoel Antonio maia, Américo de Alcântara, Thomaz Gomes, Joaquim Garcia Bahia, Elias José Bahia, Domingos de Almeida,  José Raymundo de Freitas, Raymundo da Trindade, Narcizo Martiniano, Belmiro Antonio da Cruz, Feliciano d'Oliveira Costa, Francisco da Trindade, Martinho José dos Reis, Domingos José Portilho, João Martins Bahia, Manoel da Cruz Sobrinho, Marcos bahia dos Reis, Bazílio dos Reis, Benedicto Antonio da Cruz, Raymundo de Souza Bahia, Benedicto Rosa de Jesus Gaia, Manoel Francisco da Gaia, Abel de Oliveira da Costa, Domingos Martins Bahia, Manoel da Cruz da Gaia, Raymundo Cotta da Gaia, Mariano Antonio da Cruz, Florêncio Bittencourt, Alexandre Pompeu, Manoel Gonçalves de Moraes, Manoel Pedro dos Santos, João Raimundo Rodrigues, Manoel Francisco da Cruz, João Luiz da Cruz, Manoel Cândido da Cruz, José Vicente da Cruz, José Pinheiro Gomes, Honório M. de Moraes, José Felício Ramos, Gracindo Rodrigues, João Ferreira Ribeiro, Antonio Silva Lobo, Manoel da Silva Pinheiro, João Américo Cardoso, José Antonio Fonseca, Silvestre Pedro Beckman, Sebastião Rodrigues de Nazareth, João Felippe Nery, Avelino Machado de Barros, Francisco F. Ribeiro, sendo que muitos desses eram estrangeiros.
. MANOEL JOAQUIM DOS SANTOS, que era membro em 1890 do Partido Democrata na Parochia de Nossa Snhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: outros membros. Vide acima em João Roberto dos Santos
. MANOEL PEDRO DOS SANTOS, que era membro em 1890 do Partido Democrata na Parochia de Nossa Snhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: outros membros. Vide acima em João Roberto dos Santos
Os Santos Lopes
. Quirino dos Santos Lopes, era oposicionista em Cametá, mas que aderiu ao republicanismo em 1891.
Os Santos Melo
JOB DAS SANTOS MELO 
Era compositor e regente, nascido em Cametá no dia 12 de Janeiro de 1865, falecido em 10 de abril de 1933.
Job de Melo Foi regente da Filarmônica Carlos Gomes e da Banda Euterpe Cametaense. Organizou a Banda Municipal de Baião, dirigindo-a por muito tempo, tornou-se conhecido coma publicação de ‘O Malho’, editado no Rio de Janeiro em 1904, alem das  melodias: ‘Lamento, Redenção de Cametá e Mecânicos’. A conhecida valsa ‘Serment d’ Amor’, impressa na Alemanha e ate hoje se constitui em um grande sucesso. Compôs o dobrado ‘Senador Lemos’, e ‘diversos hinos sacros’. Também foi de sua autoria a valsa Isa, o samba ‘Minas Geais’ e o schottisch ‘Joaquina.

Fonte: luisperescameta.blogspot.com.br
Os Santos Pantoja
. EUCLIDES DOS SANTOS PANTOJA, foi membro do Grêmio Espírita Beneficiente Dom Romualdo Coelho, este surgido em 1906, em Cametá, que publicava o jornal espírita "Verdade e Fé" e Joaquim Malcher era o tesoureiro da diretoria do Grêmio Espírita, que tinha como os demais diretores: Félix Pedro Pantoja, presidente; Nelson Silva. Elias Benmuyal como membros.
Os dos Santos Rocha
. IGNÁCIO DOS SANTOS ROCHA, era relojoeiro em 1889 em Cametá, no ano da Proclamação da República do Brasil.
Os dos Santos e Silva
Capitão JERÔNIMO DOS SANTOS E SILVA, citado em 1900 em Cametá

Os Batista Santos
. JOÃO BAPTISTA SANTOS, era donO de terras em Cametá em 1889, na Proclamação da República do Brasil.
Os Correa dos Santos
.  Dr. PEDRO CORREA DOS SANTOS, que foi um dos redatores do jornal "O Commercial", em Cametá
Os Monteiro dos Santos
. FRANCISCO MONTEIRO DOS SANTOS, era coletor de rendas na véspera da Proclamação da República em Cametá, citado em 1891 com da oposição política monárquica contra os republicanos, em Cametá.
. JERÔNIMO MONTEIRO DOS SANTOS, era dono de terras em Cametá em 1889, na Proclamação da República do Brasil. e Juiz de Paz em Cametá no 1889.
JOÃO MONTEIRO DOS SANTOS, era dono de restaurante e marchante em Cametá em 1889, na Proclamação da República do Brasil. e Juiz de Paz em Cametá no 1889.
. JOÃO DOS SANTOS e PEDRO MONTEIRO DOS SANTOS, que foram os primeiros proprietários da residência de umaresidência histórica, em Cametá, prédio que vem do anos de 1870, no tempo da "Belle Epoquè",  que passou para a filha de João dos Santos e, em seguida, para o Sr. Romeu Peres, período em que uma das residências gêmeas foi demolida, pois eram duas residências iguais que faziam parte do acervo arquitetônico histórico de Cametá.
Os Nunes dos Santos
.Procópio Nunes dos Santos, era oposicionista em Cametá, mas que aderiu ao republicanismo em 1891.
Os Romão dos Santos
. MANOEL ROMÃO DOS SANTOS, que era membro em 1890 do Partido Democrata na Parochia de Nossa Snhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: outros membros. Vide acima em João Roberto dos Santos

Os de Sousa Santos
. Adalberto de Souza Santos, era oposicionista em Cametá, mas que aderiu ao republicanismo em 1891.
Os Veiga Santos
JOSE VEIGA SANTOS
Nasceu em Cametá no dia 18 de fevereiro de 1890, filho de João Castro de Oliveira Santos e dona Maria Sacramento da Veiga Santos. Desde cedo demonstrou a vocação pela pintura, tendo estudado desenho no Curso Técnico da Escola Nacional de Lisboa, para onde fora estudar graças à interferência de seu padrasto João Marques.
Votando a Belém do Pará dedicou-se a pintura como também a arte da fotográfica. Ocasião em que fundou em nossa capital a ‘Fotografia Moderna’. Freqüentou também nos Estados Unidos onde estivera a Escola de arte Ar Livre.
Posteriormente ocupou-se ao desenho e a pintura, passando a ensinar a arte de pintar durante quarenta anos, centenas de alunos aproveitaram seus conhecimentos ministrados pelo mestre, fato que concorreu para o desenvolvimento da pintura entre nós.
Veiga Santos não deixou se influenciar pelas correntes modernas da pintura. Apaixonado pelo clássico e principalmente pelos motivos amazônicos, as suas belas telas hoje embelezam as paredes de residência particulares e dos edifícios públicos de Belém.
O consagrado pintor cametaense faleceu no dia 25 de dezembro de 1966.
. JOÃO CASTRO DE OLIVEIRA SANTOS, casado com dona Maria Sacramento da Veiga Santos, pais de José Veiga Santos.
Fonte: luisperescameta.blogspot.com.br

Família São José
SÃO JOSÉ
Frei CRISTÓVÃO DE SÃO JOSÉ, que era o frei líder dos antigos Padres Capuchos de São José, que saíram em missão pela região do Baixo Tocantins e a que fundaram, em 1637, a antiga Vila Viçosa de Santa Cruz dos Camutás, sendo esta a 1ª localidade que constituiu a cidade de Cametá. Atribui-se ao Frei Cristóvão de São Jose a fundação da cidade de Cametá,pois no ano de 1620 o Frei Cristóvão de São José transfere os Índios Camutás, nativos do lugar, já devidamente catequizados, para um povoado junto da antiga ermida que, posteriormente em 1635, se constitui na antiga Villa Viçosa de Santa Cruz dos Camutás, que veio a se, se constituir na antiga Capitania de Feliciano Coelho de Carvalho. Dali saíram as expedições exploratórias do conquistador Pedro Teixeira e do Padre Antonio Vieira.
FAMÍLIA SEIXAS
Os de Seixas
DOM ROMUALDO DE SEIXAS
Nasceu em cidade de Cametá do Estado do Pará no dia 07 de fevereiro de 1787, na localidade de Mutuacá.
Bispo Primas da Bahia, político, escritor e grande orador sacro. Sob os cuidados do seu tio Dom Romualdo de Sousa Coelho, matriculou-se aos sete anos de idade no seminário Episcopal de Belem. Fez cursos de filosofia com religiosos de Santo Antonio. Aos 14 anos de idade embarcou para Portugal a fim de concluir os seus estudos na congregação de são Felipe Nery
Destinando-se a vida sacerdotal retornou ao Pará e aos dezoito anos era investido na cadeira de Latim, retórica e poética, Frances e teologia dogmática.
Recebeu o diaconato aos 21 anos de idade. Rezou a sua primeira missa em Cameta em 181 no dia primeiro de novembro.
Dom João VI, o agraciou com o habito da Ordem de Cristo e o nomeou Cônego da Sé no Pará.na qualidade de vigário geral governou o bispado paraense na ausência do seu tio Dom Romualdo Coelho, que fora a Corte a fim de se sagrar bispo.
Dom Romualdo Antonio de Seixas foi eleito deputado para a Assembléia Geral onde se destacou com os seus dotes oratórios e manifesta cultura, sendo ate hoje o único paraense a exercer a Presidência da Câmara dos Deputados. A 12 de outubro de 1826 era nomeado arcebispo primaz do Brasil. com essa dignidade coube-lhe a honra em presidir a coroação de Dom Pedro II, imperador do Brasil em solenidade de 18 de julho de 1841, no Rio de Janeiro. O Imperador concedeu-lhe o Titulo de Marquez de Santa Cruz e o Papa de Conde Romano.
Esse Notável Cametaense foi o homem mais culto do seu tempo Dom Pedro o chamava de Boussuet brasileiro. Dom Romualdo de Seixas faleceu em Salvador Bahia no dia 29 de dezembro de 1860
A SUA MEMÓRIA ESTA PERPETUADA
Em Cametá:
Grupo Escolar D. Romualdo de Seixas
Trav. Dom Romualdo de Seixas, no Bairro Central.
Seu Busto esta entre os Notáveis cametaenses na Praça dos Notáveis
Em Belém:
Uma Travessa no Bairro do Umarizal leva o seu nome
Fonte-luisperescameta.blogspot.com.br.

. DOM ROMUALDO DE SOUSA COELHO, tio de Dom Romualdo de Seixas
. Dom ROMUALDO ANTONIO DE SEIXAS, cametaense que foi destacado Bispo do Pará, que teve envolvimento na história do Pará como religioso, como político e no admistrativo, no início do século 20, no tempo da exportação da borracha e cacau, que se tornou Arcebispo da Bahia, Arcebispo Metropolitano e Primaz do Brasil, que foi o responsável pelo coroamento de D. Pedro II em 1840, que recebeu nome de ruas em Cametá, Belém e outros lugares e com nome da Escola Dom Romualdo de Seixas, em Cametá, cuja construção foi iniciada no final do século 19, no governo de Paes de Carvalho.
Os Furtado de Seixas
. Baltasar Furtado de Seixas, cametaense que em 1713 era vereador do Senado da Câmara de Cametá, quando o Capitão-mor Antonio Carvalho de Albuquerque doou as terras para esse Senado da Câmara  (que era o principal órgão político-administrativo das antigas localidades, com seus vereadores-vide nomes nesta postagem), quando aconteceu a transferência da Villa de Cametá, da localidade Cametá-Tapera, para onde hoje se assenta a cidade de Cametá.

Os Pereira de Sousa Coelho
. COSME PEREIRA DE SOUZA COELHO, citação: Em 31/1/1890 faziam parte do Partido Democrata, em Cametá, os seguintes membros: Fortunato Braga, Fortunato João Braga, João José F. da Silva, Zeferino José de Miranda, Geraldo Antonio da Cruz, Cosme Pereira de Souza Coleho, Joaquim Felippe Coelho, Maximino José de Araújo Coelho, José Mariano Rodrigues Leão, João Gonçalves de Leão, João Arnaud da Conceição, João Augusto Correa Alves, Hilário Martins, Antonio Rodrigues Gomes, Rogerino Antonio da Costa, Floriano José da Cruz, Alfredo de Souza Pimentel, Manoel José Lopes Coelho, Domingos Martins Ribeiro, Domingos Lobato de Freitas, Manoel Gomes de Amorim, Marcellino Martins Paes, Francisco Pereira da Silva, Eusthachio Soares de Souza, Antonio Gomes de Amorim, Eutachio Marques Alves, Victor R. do Carmo, Jacob Francisco Paes, João Antonio da Costa Leal, Antonio Lopes Ribeiro de Mendonça e outros. 

FAMÍLIA SENA
Os de Sena
. Raimundo Penafort de Sena, já é falecido, artista, foi discípulo de Antonio Jeremias Rodrigues, que construíram os dois nichos laterais da Igreja de N.S. das Mercês, foi diretor do Museu Histórico de Cametá
FAMÍLIA SERRÃO
Os Serrão
FRANCISCO SERRÃO, citado como alfaiate em Cametá em 1889, ano da Proclamação da República do Brasil.
. JOAZIL SERRÃO, compositor cametaense que compôs o samba “Hermenegildo”, junto com Gordinho.
Jorivaldo Serrão/Naldo, artista do ramo do desenho e pintura em Cametá.

Os Serrão de Castro
Família
. VICENTE SERRÃO DE CASTRO
. MESTRE VICENTE SERRÃO DE CASTRO/Mestre Vicente Sicudera, músico, compositor musical

. Mestre Cupijó, músico, compositor musical, maestro e regente da Banda Euterpe Cametaense, a qual assumiu em 1961 após a morte de seu pai, o Mestre Vicente Serrão de Castro/Mestre Vicente Siocudera.
VICENTE SERRÃO DE CASTRO FILHO
            Nasceu em Cameta no dia 6 de Maio de 1891 e faleceu em Macapá território Federal do Amapá no do março de 1961.
            Era filho de Vicente Serrão de Castro e Ana Rosa de Azevedo de Castro, naturais do Estado do Maranhão
            Compositor, regente e mestre de banda.
            Atuou como mestre regente organista e violonista do coro sacro ‘Lira Angélica ’da igreja Matriz de Cametá. Autor de inúmeras composições musicais e bem inspiradas, das quais destacamos: ‘Ah, O Passado, Perolas do Tocantins, Soluções, Lagrimas Maternas’; valsas de alto conceito executadas com justos elogios em Belem do Pará as marchas: “Força Expedicionária Cametaense, Ecos Cametaenses e 15 de Novembro’, também constam no seu repertorio invejável dobrados: ‘Inácio Moura, Jeremias Rodrigues e e Os Voluntários, assim como as musicas sacras: “Tantum Ergo, Ave Maria, jaculatória de São Benedito e Jaculatória de São João Batista. Autor da marcha cívica “Gloria Cametaense” inumeramente executada em Belem do Para pelas Bandas Militares.
Emérito professor de musica, que por muito tempo regente da Banda Euterpe Cametaense, que posteriormente passou ao comando para o seu filho ‘Mestre Cupijó/ JOAQUIM MARIA DIAS DE CASTRO.
. JOAZIL SERRÃO, compositor cametaense que compôs o samba “Hermenegildo”, junto com Gordinho.
Como homem publico exerceu o Cargo de Secretario municipal no governo de Manoel Mario  Martins,prefeito da época. Tendo assumido a intendência Municipal em varias ocasiões. Foi redator do Jornal a Lucia que circulava na região Tocantina. Vicente Serrão de Castro Filho foi um cametaense que deu notável contribuição a cultura cametaense.
. VICENTE SERRÃO DE CASTRO, casado com Ana Rosa de Azevedo Castro, naturais do Estado do Maranhão, pais de Vicente Serrão de Castro Filho.
Os Serrão de Castro Silva
. Joaquim Serrão de Castro Silva, que vendeu seu prédio histórico no início do século 20 à Raimundo Mendonça.
FAMÍLIA SEVERO
Os Severo de Sousa Alves
. MANOEL SEVERO DE SOUZA ALVES, foi professor em Cametá no 1889, ano da Proclamação da República e em 1891 era opositor contra a Indepência do Brasil.
SIDICO, citação:
. VENÂNCIO BARRADAS folclorista, compositor musical, violonista, pesquisador e escritor da cultura cametaense, fundador do Banguê "Sou do Rio", hoje Banguê do Castelo (fundado com a denominação Sou do Rio por Venâncio em 1939), e Venâncio como violeiro e, acompanhado pelo filho Benedito, de 12 anos (na época) Benedito Garcia Barradas, executava cantorias pelas localidades como Mutuacá, Mandaruçu, Pacuí, Juaba, Carapina e Cametá, onde morava com a família, casou com Maria Garcia e com 7 filhos: Arquimino, Benedito. Seus filhos eram também músicos e particiapam dos grupos de banguê. Tinha também o sobrinho de Venâncio Barradas e outros amigos que participavam desses grupos culturais. Alguns amigos de Venâncio que atuavam nos grupos de Banguê; Raimundo Pedro, Sidico, Frederico (este da localidade Mutuacá) que ajudou Venâncio a fazer bumbos e pandeiros para o grupo. O grupo Banguê do Castelo, fundado por Venâncio, desde os anos de 1990 está sob as mãos dos netos desse baluarte cultural de Cametá e contando com os seguintes nomes: Paulo da Vera Cruz, no bumbo; Jurandir da cruz, na voz; Garcia, no violão; Valdo da Cruz Garcia, bandorra e voz; João Barradas, rufista (rufo); Aguinaldo da Cruz Garcia, no banjo e voz; Benedito da Cruz Garcia, no pandeiro e 2ª voz; Anísio da cruz Garcia, no afoxé e voz e Joaquim Almeida, no banjo..
. Eduardo Siqueira, da localidade Jurumanha, Cametá, citação:
. Pedro Batista Rodrigues, da localidade Mutuacá, que junto com Archimides Vital Batista, este cantor popular e compositor e chamado Engole Cobra, da localidade Tem-Tem e tocando violão de 4 cordas e mais: Joviniano Rodrigues, no tambor, de Mutuacá; Laudelino Ramalho, no reco-reco, da localidade Maranhão; Eduardo Siqueira, na cuíca, da localidade Jarumanha; que foram os fundadores do grupo  folclórico "Engole Cobra", em 31/12/1990, na Vila de Juaba, em Cametá, e para defender a Natureza e a sociedade cantando, com sátiras, críticas, o passado e o presente

FAMÍLIA SILVA
. NELSON SILVA, foi membro do Grêmio Espírita Beneficiente Dom Romualdo Coelho, este surgido em 1906, em Cametá, que publicava o jornal espírita "Verdade e Fé"  e o Grêmio tinha Joaquim Malcher como tesoureiro do Grêmio Espírita, que tinha como os demais diretores: Félix Pedro Pantoja, presidente e Euclides dos Santos Pantoja. Elias Benmuyal como membros.
Os Silva Braga
. ANTONIO DA SILVA BRAGA, era padeiro em 1889 em Cametá, no ano da Proclamação da República do Brasil.
Os Silva Coimbra
. JOSÉ CARDOSO DA SILVA COIMBRA, que era membro em 1890 do Partido Democrata na Parochia de Nossa Snhora do Carmo do Tocantins, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt, Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt, Capitão Agnello José de Oliveira, Leoncio José d'Oliveira, Félix Ferreira Ribeiro, Horácio Estácio Wanzeller, José Antonio Pinheiro, José Cardoso da Silva Coimbra, Ivo Manoel Vicente. Luiz Antonio do Carmo, Venâncio Erico de Moraes, João de Deus e Silva, Porphirio da Conceição, Plácido Antonio do Nascimento, João Roberto dos Santos, Manoel Romão dos Santos, Manoel Carlos Machado, Pedro José de Moraes, Euzébio Emílio Marcêncio, Manoel Francisco Ribeiro, Gregório Ferreira Ribeiro, Manoel Joaquim dos Santos, Joaquim Pedro Xavier Alves, Clemente Xavier da Cruz, Martiniano Martins da Cruz, Francisco Antonio Machado, Raymundo José Gomes, Fernando José de Moraes, João delgado Estumano, Antero José do Nascimento, Raymundo Antonio da Cruz, Manoel Gonçalves Pinto, Romualdo Ferreira Ribeiro, João Lima Beckman, Joaquim de Mello, Elias henrique de Lima, Isaac Benassuly, Manoel dos Passos Lobo, Manoel Wanzeller de Moraes, Lourenço Lopes Mendes, Estevão Gomes, Raymundo Cyriaco Mendes, Manoel leão Mendes, José Pedro Mendes, Silvino Ponciano Martins, Antonio Rosa da Costa, Joaquim Castro Valente, Antonio Castro Valente, João Gonçalves Pinto Sobrinho, Feliciano Luiz Barbosa, Matheus Martins Estumano, Jacob Obadri, Jaime Obadri, Manoel Felippe Nery, Marcelino de Souza Paes, Clarindo da Cruz, Jorge Coelho, Firmo Antonio Bahia, Antonio José Gomes, Miguel Estuamano, Manoel Alfredo Rodrigues, Thomé Pedro Beckman, José Rodrigues de Nazareth, que em 1890 era membro do Partido Democrata, da Parochia N.S. do Carmo, : Raymundo Furtado de Moraes, Raymundo Pinheiro de Barros, Francisco Ignacio Machado, Manoel Gonçalves Pinto, João da Cruz Villa-Real, Juvenal Augusto da Costa Moraes, Manoel José Rodrigues Villa-Real, Pedro Manoel Valente, Manoel José Ferreira, Manoel do Nascimento do Carmo, Antonio Felippe Nery, Cordolino de Moraes, Manoel José Pinheiro, Raymundo do Carmo Machado, Eduardo Augusto de Barros, Raymundo Estumano Francisco Xavier Gomes, Benedicto Américo de Carvalho, Manoel Antonio Fiel, Raymundo Procópio Rodrigues das Mercês, Manoel Cypriano Rodrigues, Manoel Antonio maia, Américo de Alcântara, Thomaz Gomes, Joaquim Garcia Bahia, Elias José Bahia, Domingos de Almeida,  José Raymundo de Freitas, Raymundo da Trindade, Narcizo Martiniano, Belmiro Antonio da Cruz, Feliciano d'Oliveira Costa, Francisco da Trindade, Martinho José dos Reis, Domingos José Portilho, João Martins Bahia, Manoel da Cruz Sobrinho, Marcos bahia dos Reis, Bazílio dos Reis, Benedicto Antonio da Cruz, Raymundo de Souza Bahia, Benedicto Rosa de Jesus Gaia, Manoel Francisco da Gaia, Abel de Oliveira da Costa, Domingos Martins Bahia, Manoel da Cruz da Gaia, Raymundo Cotta da Gaia, Mariano Antonio da Cruz, Florêncio Bittencourt, Alexandre Pompeu, Manoel Gonçalves de Moraes, Manoel Pedro dos Santos, João Raimundo Rodrigues, Manoel Francisco da Cruz, João Luiz da Cruz, Manoel Cândido da Cruz, José Vicente da Cruz, José Pinheiro Gomes, Honório M. de Moraes, José Felício Ramos, Gracindo Rodrigues, João Ferreira Ribeiro, Antonio Silva Lobo, Manoel da Silva Pinheiro, João Américo Cardoso, José Antonio Fonseca, Silvestre Pedro Beckman, Sebastião Rodrigues de Nazareth, João Felippe Nery, Avelino Machado de Barros, Francisco Ribeiro, sendo que muitos desses eram estrangeiros.

Os Mendes da Silva Contente
FRANCISCO MENDES DA SILVA CONTENTE, Juiz de Paz do 3º Distrito em Cametá no 1889, ano da Proclamação da República.

Os Silva Guimarães
. JOSÉ DA SILVA GUIMARÃES, era padeiro em 1889 em Cametá, no ano da Proclamação da República do Brasil.
Os Cordeiro da Silva Maceió
.Pedro Cordeiro da Silva Maceió, era oposicionista em Cametá, mas que aderiu ao republicanismo em 1891.
Ferreira da Silva Franco
Padre ANTONIO FERREIRA DA SILVA FRANCO, foi Vigário da Paróquia de Cametá no 1889, ano da Proclamação da República, que ficou no poder até 1891, sendo substituído pelo novo intendente Carlos Antonio Redig, este que era vogal na legislatura anterior à Proclamação da República no Brasil e que governou por dois mandatos trienais (1891-1897).
Os da Silva Freitas
. João da Silva Freitas, cametaense que em 1713 era vereador do Senado da Câmara de Cametá, quando o Capitão-mor Antonio Carvalho de Albuquerque doou as terras para esse Senado da Câmara  (que era o principal órgão político-administrativo das antigas localidades, com seus vereadores-vide nomes nesta postagem), quando aconteceu a transferência da Villa de Cametá, da localidade Cametá-Tapera, para onde hoje se assenta a cidade de Cametá.

Os dos Passos da Silva Lobo
MANOEL DOS PASSOS DA SILVA LOBO. Citação: ANTONIO NOVAES, Proclamação da República era da oposição monárquica, mas que aderiu ao Partido Republicano democrático junto com: Antonio Novaes, Romualdo Furtado Cordeiro, Manoel dos Passos da Silva Lobo, Guilhermino Cardoso da Silva, Antonio Nicário da Veiga, João Baptista Pantoja, Joaquim José Martins, Ernestino de Oliveira Pantoja, Joaquim Prestes de Oliveira, Bastos Pedro Ferreira Bastos, Marciano Soares, Porfírio José Rodrigues de Farias, Ângelo Agnello da Costa, Dr. Ambrósio Philo-Creão, Raymundo Agnello da Costa Cotta, Adão Agnello da Costa Cotta, Raymundo Martins Bruno de Jesus, Valeriano Duarte de Mello e Silva, Vicente Ferreira Zagallo, Belmiro Manoel de Moraes.
Os Silva Lobo
. ANTONIO DA SILVA LOBO, que em 1890, na Parochia de N. S. do Carmo do Tocantins, em Cametá, era do Partido Democrata, junto com outros membros, Vide abaixo em João de Deus e Silva.
Os Silva Pinheiro
. MANOEL DA SILVA PINHEIRO, que em 1890, na Parochia de N. S. do Carmo do Tocantins, em Cametá, era do Partido Democrata, junto com outros membros, Vide abaixo em João de Deus e Silva.

JOÃO DE DEUS E SILVA, que era membro em 1890 do Partido Democrata na Parochia de Nossa Snhora do Carmo do Tocantins, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt, Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt, Capitão Agnello José de Oliveira, Leoncio José d'Oliveira, Félix Ferreira Ribeiro, Horácio Estácio Wanzeller, José Antonio Pinheiro, José Cardoso da Silva Coimbra, Ivo Manoel Vicente. Luiz Antonio do Carmo, Venâncio Erico de Moraes, João de Deus e Silva, Porphirio da Conceição, Plácido Antonio do Nascimento, João Roberto dos Santos, Manoel Romão dos Santos, Manoel Carlos Machado, Pedro José de Moraes, Euzébio Emílio Marcêncio, Manoel Francisco Ribeiro, Gregório Ferreira Ribeiro, Manoel Joaquim dos Santos, Joaquim Pedro Xavier Alves, Clemente Xavier da Cruz, Martiniano Martins da Cruz, Francisco Antonio Machado, Raymundo José Gomes, Fernando José de Moraes, João delgado Estumano, Antero José do Nascimento, Raymundo Antonio da Cruz, Manoel Gonçalves Pinto, Romualdo Ferreira Ribeiro, João Lima Beckman, Joaquim de Mello, Elias henrique de Lima, Isaac Benassuly, Manoel dos Passos Lobo, Manoel Wanzeller de Moraes, Lourenço Lopes Mendes, Estevão Gomes, Raymundo Cyriaco Mendes, Manoel leão Mendes, José Pedro Mendes, Silvino Ponciano Martins, Antonio Rosa da Costa, Joaquim Castro Valente, Antonio Castro Valente, João Gonçalves Pinto Sobrinho, Feliciano Luiz Barbosa, Matheus Martins Estumano, Jacob Obadri, Jaime Obadri, Manoel Felippe Nery, Marcelino de Souza Paes, Clarindo da Cruz, Jorge Coelho, Firmo Antonio Bahia, Antonio José Gomes, Miguel Estuamano, Manoel Alfredo Rodrigues, Thomé Pedro Beckman, José Rodrigues de Nazareth, que em 1890 era membro do Partido Democrata, da Parochia N.S. do Carmo, : Raymundo Furtado de Moraes, Raymundo Pinheiro de Barros, Francisco Ignacio Machado, Manoel Gonçalves Pinto, João da Cruz Villa-Real, Juvenal Augusto da Costa Moraes, Manoel José Rodrigues Villa-Real, Pedro Manoel Valente, Manoel José Ferreira, Manoel do Nascimento do Carmo, Antonio Felippe Nery, Cordolino de Moraes, Manoel José Pinheiro, Raymundo do Carmo Machado, Eduardo Augusto de Barros, Raymundo Estumano Francisco Xavier Gomes, Benedicto Américo de Carvalho, Manoel Antonio Fiel, Raymundo Procópio Rodrigues das Mercês, Manoel Cypriano Rodrigues, Manoel Antonio maia, Américo de Alcântara, Thomaz Gomes, Joaquim Garcia Bahia, Elias José Bahia, Domingos de Almeida,  José Raymundo de Freitas, Raymundo da Trindade, Narcizo Martiniano, Belmiro Antonio da Cruz, Feliciano d'Oliveira Costa, Francisco da Trindade, Martinho José dos Reis, Domingos José Portilho, João Martins Bahia, Manoel da Cruz Sobrinho, Marcos bahia dos Reis, Bazílio dos Reis, Benedicto Antonio da Cruz, Raymundo de Souza Bahia, Benedicto Rosa de Jesus Gaia, Manoel Francisco da Gaia, Abel de Oliveira da Costa, Domingos Martins Bahia, Manoel da Cruz da Gaia, Raymundo Cotta da Gaia, Mariano Antonio da Cruz, Florêncio Bittencourt, Alexandre Pompeu, Manoel Gonçalves de Moraes, Manoel Pedro dos Santos, João Raimundo Rodrigues, Manoel Francisco da Cruz, João Luiz da Cruz, Manoel Cândido da Cruz, José Vicente da Cruz, José Pinheiro Gomes, Honório M. de Moraes, José Felício Ramos, Gracindo Rodrigues, João Ferreira Ribeiro, Antonio Silva Lobo, Manoel da Silva Pinheiro, João Américo Cardoso, José Antonio Fonseca, Silvestre Pedro Beckman, Sebastião Rodrigues de Nazareth, João Felippe Nery, Avelino Machado de Barros, Francisco F. Ribeiro, sendo que muitos desses eram estrangeiros.

Os Silva Parijós
Dr. NELSON DA SILVA PARIJÓS
Nasceu em Cametá no dia 19 de abril de 1884, filho de Antonio Joaquim da Silva ‘português’ e dona Genoveva Maria de Parijós, realizou seus estudos: primário e secundário em Belém do Pará. Em 1900 segui para Portugal onde completou seu estudo secundário na Escola Acadêmica de Porto. Em 1901, segui para a Bélgica onde estudou Engenharia Civil na Universidade de Gand. Em 1902 mudou-se para Bruxelas, levado pela paixão esportiva, foi um às na natação vencendo minoráveis concursos esportivos percorrendo Holanda, Alemanha e Inglaterra sem jamais encontrar competidor que o vencesse em natação estilo velocidade detendo o recorde dos 50 metros em 26 segundos proeza que realizou em competição com o alemão Seheer em Bruxelas, em 1903. Em Londres o Jornal The Time, o classificou como o ‘peixe voador’.
Voltando ao Brasil em 1913, tendo ante o Tribunal Superior de Justiça do Pará obtido provisão de advogado. Atuou em Abaetetuba como advogado daquela prefeitura. Em 1919 foi nomeado adjunto de Promotor no mesmo município. Em 1924 voltou a Cametá tendo sido Diretor do Campo de Semente de Cacau, onde permaneceu ate 1926, no mesmo ano segui para Marabá onde exerceu o cargo de Delegado de Policia, em 1928 o cargo de Promotor Publico, em 1930 retornou novamente a Cametá reiniciando sua carreira na advocacia. Em junho de 1935 foi nomeado Prefeito de Cametá cargo que continuou a exercer em face da eleição realizada no dia 8 de fevereiro em 1936, com o golpe em 1937 houve a troca de prefeitos em todos os municípios do Pará, com a exceção de Cameta onde foi mantido Nelson Parijós por força do mandato eletivo que vinha exercendo.
Nelson Parijós teve relevante trabalho na proteção do litoral de Cametá mandando construir o cais de arrimo em quase toda a extensão do litoral da cidade e mandou afundar o navio ‘Perseverança’ na parte sul da cidade para servir de quebra mar e construiu o quebra mar a altura da travessa Jose Bonifacio na parte norte.
Em 1946 foi eleito deputado federal, cargo que ocupou durante quatro legislaturas tendo carreado vários e diversos recursos para o município inclusive para a construção do Hospital de Cametá, hoje dirigidos pelas Irmãs de Caridade
Nelson Parijós faleceu no dia 5 de Março de 1970 em sua residência na cidade de Cametá.
SUA MEMÓRIA ESTA PERPETUADA
Em Cametá:
Rua Nelson Parijós no Bairro Novo
Seu busto esta entre os notáveis cametaenses na Praça dos Notáveis
. ANTONIO JOAQUIM DA SILVA, português, casado com Genoveva Maria de Parij[os, pais de Nelson da Silva Parij[os, citados em 19 04 1884, pais de Nelson da Silva Parij[os
Fonte-luisperescameta.blogspot.com.br

Os Manços da Silva Vilaça
. . Dr.MANOEL MANÇOS DA SILVA VILLAÇA, foi o 1º diretor do antigo Grupo Escolar, denominado Instituto Cametaense, este instituído em 1/1894
Os Cardoso da Silva
GUILHERMINO CARDOSO DA SILVA, citação: ANTONIO NOVAES, Proclamação da República era da oposição monárquica, mas que aderiu ao Partido Republicano democrático junto com: Antonio Novaes, Romualdo Furtado Cordeiro, Manoel dos Passos da Silva Lobo, Guilhermino Cardoso da Silva, Antonio Nicário da Veiga, João Baptista Pantoja, Joaquim José Martins, Ernestino de Oliveira Pantoja, Joaquim Prestes de Oliveira, Bastos Pedro Ferreira Bastos, Marciano Soares, Porfírio José Rodrigues de Farias, Ângelo Agnello da Costa, Dr. Ambrósio Philo-Creão, Raymundo Agnello da Costa Cotta, Adão Agnello da Costa Cotta, Raymundo Martins Bruno de Jesus, Valeriano Duarte de Mello e Silva, Vicente Ferreira Zagallo, Belmiro Manoel de Moraes.

Os Castro Silva
Os Serrão de Castro Silva
. Joaquim Serrão de Castro Silva, que vendeu seu prédio históriico no início do século 20 à Raimundo Mendonça.
Os Alves da Silva
. ALVES DA SILVA, firma constituída de Cametá em 1889, na Proclamação da República do Brasil.
Os Deus e Silva
JOÃO DE DEUS E SILVA, que era membro em 1890 do Partido Democrata na Parochia de Nossa Snhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: outros membros. Vide abaixo em João Gonçalves Pinto Sobrinho.

Os F. da Silva
. JOÃO JOSÉ F. DA SILVA, citação: Em 31/1/1890 faziam parte do Partido Democrata, em Cametá, os seguintes membros: Fortunato Braga, Fortunato João Braga, João José F. da Silva, Zeferino José de Miranda, Geraldo Antonio da Cruz, Cosme Pereira de Souza Coleho, Joaquim Felippe Coelho, Maximino José de Araújo Coelho, José Mariano Rodrigues Leão, João Gonçalves de Leão, João Arnaud da Conceição, João Augusto Correa Alves, Hilário Martins, Antonio Rodrigues Gomes, Rogerino Antonio da Costa, Floriano José da Cruz, Alfredo de Souza Pimentel, Manoel José Lopes Coelho, Domingos Martins Ribeiro, Domingos Lobato de Freitas, Manoel Gomes de Amorim, Marcellino Martins Paes, Francisco Pereira da Silva, Eusthachio Soares de Souza, Antonio Gomes de Amorim, Eutachio Marques Alves, Victor R. do Carmo, Jacob Francisco Paes, João Antonio da Costa Leal, Antonio Lopes Ribeiro de Mendonça e outros.
Os Lobato e Silva
. D. LEOPOLDINA JOSEPHA LOBATO E SILVA, era dona de terras em Cametá em 1889, na Proclamação da República do Brasil.
Os Lopes da Silva
CARLOS LOPES DA SILVA, dono de terras e Juiz de Paz do 2º Distrito em Cametá no 1889, ano da Proclamação da República. e que foi vogal na intendência de CARLOS ANTONIO REDIG, este citado em 1889 como o 2º Intendente Municipal em Cametá no início da Era Republicana. e que tinha como vogais no Conselho de Intendência: Carlos Lopes da Silva, Miguel Nery da Trindade Martins, Sesinando Dias  Ferreira, José Antonio Ferreira de Sousa e como secretário da Intendência: Alfredo Francisco Loureiro
Os Alice de Melo e Silva
. BENEDICTO ALICE DE MELLO E SILVA, era comerciante em Cametá em 1889, na Proclamação da República do Brasil.
Os Espírito Santo Melo e Silva
. JOÃO DO ESPÍRITO SANTO DE MELLO E SILVA, era comerciante em Cametá em 1889, na Proclamação da República do Brasil.
Os Melo e Silva
. CARLOS E. DE MELLO E SILVA, era barbeiro em Cametá em 1889, ano da Proclamação da República.
. D.EMÍLIA FRANCISCA DE MELLO E SILVA, era professora normalista em Cametá no 1889, ano da Proclamação da República.
. GELMIREZ DE MELO E SILVA, professora, poetisa, estudou com a antiga professora Lica Leão, em Cametá, e continuou o estudo primário com a professora Maria Cordeiro de Castro e transferiu-se para Belém, onde formou-se na 1ª turma de História da UFPA, tendo trabalhado como professora de Espanhol e em 1983 lançou o livro de poemas "Isóbaros".
Os Duarte de Melo e Silva

VALERIANO DUARTE DE MELLO E SILVA. Citação: ANTONIO NOVAES na Proclamação da República era da oposição monárquica, mas que aderiu ao Partido Republicano democrático junto com: Antonio Novaes, Romualdo Furtado Cordeiro, Manoel dos Passos da Silva Lobo, Guilhermino Cardoso da Silva, Antonio Nicário da Veiga, João Baptista Pantoja, Joaquim José Martins, Ernestino de Oliveira Pantoja, Joaquim Prestes de Oliveira, Bastos Pedro Ferreira Bastos, Marciano Soares, Porfírio José Rodrigues de Farias, Ângelo Agnello da Costa, Dr. Ambrósio Philo-Creão, Raymundo Agnello da Costa Cotta, Adão Agnello da Costa Cotta, Raymundo Martins Bruno de Jesus, Valeriano Duarte de Mello e Silva, Vicente Ferreira Zagallo, Belmiro Manoel de Moraes.

Os Moreira da Silva
. BENJAMIM MOREIRA DA SILVA, era músico em 1889 em Cametá, no ano da Proclamação da República do Brasil.
os Pereira da Silva
. FRANCISCO PEREIRA DA SILVA, citação: Em 31/1/1890 faziam parte do Partido Democrata, em Cametá, os seguintes membros: Fortunato Braga, Fortunato João Braga, João José F. da Silva, Zeferino José de Miranda, Geraldo Antonio da Cruz, Cosme Pereira de Souza Coleho, Joaquim Felippe Coelho, Maximino José de Araújo Coelho, José Mariano Rodrigues Leão, João Gonçalves de Leão, João Arnaud da Conceição, João Augusto Correa Alves, Hilário Martins, Antonio Rodrigues Gomes, Rogerino Antonio da Costa, Floriano José da Cruz, Alfredo de Souza Pimentel, Manoel José Lopes Coelho, Domingos Martins Ribeiro, Domingos Lobato de Freitas, Manoel Gomes de Amorim, Marcellino Martins Paes, Francisco Pereira da Silva, Eusthachio Soares de Souza, Antonio Gomes de Amorim, Eutachio Marques Alves, Victor R. do Carmo, Jacob Francisco Paes, João Antonio da Costa Leal, Antonio Lopes Ribeiro de Mendonça e outros. 

Os Pinto da Silva
. ALÍPIO CÉSAR PINTO DA SILVA, jovem que no início da República Brasileira iria concluir seus. estudos musicais no Conservatório de Milão, na Itália, através de investimentos do Corpo Cênico do Ateneu Commercial do Pará.
Os Rego e Silva
. JOSÉ DO REGO E SILVA, que em 1889 era subdelegado de Polícia em Cametá, no dia da Proclamação da República do Brasil.
Os dos Santos e Silva
Capitão JERÔNIMO DOS SANTOS E SILVA, citado em 1900 em Cametá
Os Silva Martins
. Noêmia da Silva Martins, professora

FAMÍLIA SIQUEIRA
Família
Os Siqueira Mendes
. JOAQUIM FELIPPE DE SIQUEIRA MENDES, tenente-coronel, era farmacêutico em Cametá em 1889, sobrinho do Cônego Manoel José de Siqueira Mendes, ex-vereador monarquista, ex-membro do Diretório do Partido Republicano Paraense, entrou na vida pública desde a década de 1870, foi vogal cassado e foi eleito futuro intendente, no início da Era Republicana em Cametá, que no ano de 1891 havia sido candidato ao Congresso do Estado pela União Patriótica, representada pelo PRD-Partido Republicano Democrático (da oposição), foi exonerado do cargo de vogal e em seu lugar nomeado José Evangelista Nogueira, e foi o 3º intendente em Cametá, com nome em praça na cidade. Vogais após a Proclamação da República Brasileira: Tenente-coronel Joaquim Felippe de Siqueira Mendes, Tenente-coronel José Antonio Ferreira de Souza, Alferes Raymundo Cordeiro de Castro, Alferes José Miguel belfort Lisboa, Alferes Porfírio Rodrigues de Oliveira e com a presença das seguintes autoridades na posse do 1º intendente de Cametá, o Padre Antonio Ferreira da Silva Franco:  Delegado de Polícia do termo da Cidade, Dr. Juiz de Direito da Comarca, Juiz Municipal da Comarca, Promotor Público da Comarca, Juízes de Paz dos Distritos e Subdelegados de Polícia dos Distritos.

. Dr.JOAQUIM FRANCISCO DE SIQUEIRA MENDES era farmacêutico em Cametá no 1889, ano da Proclamação da República que posteriormente fora eleito Intende Municipal entre os anos de 1897-1900..
. JOSÉ FRANCISCO DE SIQUEIRA MENDES, citado em 1871 como membro fundador do Gabinete Literário, em Cametá.

CÔNEGO MANOEL JOSÉ DE SIQUEIRA MENDES
Nasceu na cidade de Cameta no dia 06 de setembro de 1825
Foi matriculado no seminário Belém na administração do oitavo Bispo da Diocese, Dom Romualdo de Sousa Coelho onde se distinguiu com grande aproveitamento.
Foi secretario do Bispado por merecimento, nomeado para o cargo de Cônego presbítero da Catedral de Belem.
Foi lente de latim do Liceu Paraense e de Teologia Moral no Seminário, fundou em Belém do Pará o Colégio Santa Cruz e outro na sua cidade natal Cameta como o mesmo nome.
A atuação maior de Siqueira Mendes se fez na política, eleito varias vezes deputado a Assembléia Legislativa da Câmara dos Deputados, ocupou o cardo de Presidente da Província do Pará e em 1886, foi finalmente escolhido para ocupar o cargo de senador no império.
Siqueira Mendes, nunca esqueceu sua terra natal, assim como fundou o Colégio Santa Cruz em Cametá muito contribuiu quando deputado geral, para tornar realidade o projeto sempre esquecido da defesa de nossa cidade. Foi graças a seu esforço e providencia que se iniciou a construção do cais no ano de 1871, prolongando-se por dez anos, logo a seguir por volta de 1880, começaram as obras do velho paredão.
Também teve a idéia de realizar o calçamento das sarjetas para pedestres.
Acometido de uma grave enfermidade Siqueira Mendes faleceu em Fortaleza no dia 06 de março de 1892.
SUA MEMÓRIA ESTA PERPETUADA
Em Cametá:
Com uma avenida “Siqueira” que corta dois bairros Brasilia e Santa Cônego Maria.
Seu busto esta entre os notáveis cametaenses na Praça dos Notáveis.
Em Belem:
A primeira rua de nossa capital leva o seu nome “Siqueira Mendes” no bairro da Cidade Velha.
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. JOAQUIM FELIPPE DE SIQUEIRA MENDES, tenente-coronel, era farmacêutico em Cametá em 1889, ex-vereador monarquista, ex-membro do Diretório do Partido Republicano Paraense, entrou na vida pública desde a década de 1870, foi vogal cassado e foi eleito futuro intendente, no início da Era Republicana em Cametá, que no ano de 1891 havia sido candidato ao Congresso do Estado pela União Patriótica, representada pelo PRD-Partido Republicano Democrático (da oposição), e foi o 3º intendente em Cametá, com nome em praça na cidade. Vogais após a Proclamação da República Brasileira: Tenente-coronel Joaquim Felippe de Siqueira Mendes, Tenente-coronel José Antonio Ferreira de Souza, Alferes Raymundo Cordeiro de Castro, Alferes José Miguel belfort Lisboa, Alferes Porfírio Rodrigues de Oliveira e com a presença das seguintes autoridades na posse do 1º intendente de Cametá, o Padre Antonio Ferreira da Silva Franco:  Delegado de Polícia do termo da Cidade, Dr. Juiz de Direito da Comarca, Juiz Municipal da Comarca, Promotor Público da Comarca, Juízes de Paz dos Distritos e Subdelegados de Polícia dos Distritos.
. Cônego MANOEL JOSÉ DE SIQUEIRA MENDES, nascido em6/9/1825 e faelecido em 6/3/1892, era filho do Major FRANCISCO JOSE DE SIQUEIRA MENDES e D. MARIA DO CARMO BRITO MENDES, e Manoel José de Siqueira Mendes estudou no Seminário Episcopal em Belém, recebeu as Ordens Sacras pelo Bispo D. José Afonso de Moraes Torres, que o nomeou como Secretário do Bispado do Pará, e em seguida o nomeaou como Cônego Plesbítero da Catedral de Belém, e foi Lente de Latim no Lyceu Paraense e lente de Teologia Moral no mesmo Seminário e fundou o Colégio Santa Cruz, posteriormente Colégio Paraense, foi membro do Partido Conservador, ainda no Império Brasileiro, foi eleito diversas vezes deputado na Assembléia Geral Legislativa e na Assembléia Provincial, onde fora eleito seu presidente e foi nomeado 1º Vice-Presidente da Província do Pará no 2º Reinado, sendo por 3 vezes seu administrador. Em Cametá fundou o Colégio Santa Cruz (1869-1876), e obteve recursos para a construção da cidade e para o Paço Municipal na década de 1870, e com a saúde já abalada foi para o Estado do Ceará, onde faleceu em 6/3/1892, em Fortaleza, Ceará. O Cônego MANOEL JOSÉ DE SIQUEIRA MENDES, tio de Joaquim Felippe de Siqueira Mendes, conservador, que no em 1891 concorrera ao Senado do Estado, foi por tres vezes Vice-Presidente da Província do Pará e um dos religiosos mais influentes do 2º Império, conhecido por várias denominações entre as quais: "O Senhor Supremo da Amazônia"..

Os Contente de Siqueira Mendes
. LEOPOLDINA DE SIQUEIRA MENDES. Citação: . BENJAMIM MALCHER DE SOUSA, foi membro da antiga Sociedade Beneficente e Artística Cametaense, junto com com outros antigos membros: Promotor Público Henrique lopes de Barros, Inspetor de Ensino Antonio Franco de Sá, farmacêutico Nicanor Philo-Creão, orador oficial  Lafayete Mendonça Correa, Isaac E. Benmuyal, Paulino Benedicto do Carmo e senhoras presentes: Luiza Redig Lopes, Isaura Correa de Souza, Brígida Mendes Cantão, Maria Sabba, Leopoldina Contente de Siqueira Mendes e o menino Deodoro Machado de Mendonça, citados em 1900 em um evento do clube.

Os Siqueira Mendes Pinto
. JOAQUIM FELIPE DE SIQUEIRA MENDES PINTO (ou, Joaquim Siqueira), foi casado com MARIA LOPES VIANA DE SIQUEIRA.
Os Lopes Viana de Siqueira
. MARIA LOPES VIANA DE SIQUEIRA, casada com JOAQUIM FELIPE DE SIQUEIRA MENDES PINTO (ou, Joaquim Siqueira).

FAMÍLIA DEMOSTHENES
Os Demóstenes Pó
. MANOEL DEMÓSTENES PÓ, foi coletor das Rendas do Estado em Cameta no 1889, ano da Proclamação da República.

FAMÍLIA SOARES
Os Soares
. MANOEL JOÃO SOARES, Juiz de Paz do 1º Distrito em Cametá no 1889, ano da Proclamação da República.
. MARCIANO SOARES, citação: ANTONIO NOVAES, Proclamação da República era da oposição monárquica, mas que aderiu ao Partido Republicano democrático junto com: Antonio Novaes, Romualdo Furtado Cordeiro, Manoel dos Passos da Silva Lobo, Guilhermino Cardoso da Silva, Antonio Nicário da Veiga, João Baptista Pantoja, Joaquim José Martins, Ernestino de Oliveira Pantoja, Joaquim Prestes de Oliveira, Bastos Pedro Ferreira Bastos, Marciano Soares, Porfírio José Rodrigues de Farias, Ângelo Agnello da Costa, Dr. Ambrósio Philo-Creão, Raymundo Agnello da Costa Cotta, Adão Agnello da Costa Cotta, Raymundo Martins Bruno de Jesus, Valeriano Duarte de Mello e Silva, Vicente Ferreira Zagallo, Belmiro Manoel de Moraes.

Soares Corte Imperial
. MARCIANO SOARES CORTE IMPERIAL, foi tabelião em Cameta no 1889, ano da Proclamação da República.
Os Soares de Sousa
. EUSTACHIO SOARES DE SOUZA, citação: Em 31/1/1890 faziam parte do Partido Democrata, em Cametá, os seguintes membros: Fortunato Braga, Fortunato João Braga, João José F. da Silva, Zeferino José de Miranda, Geraldo Antonio da Cruz, Cosme Pereira de Souza Coleho, Joaquim Felippe Coelho, Maximino José de Araújo Coelho, José Mariano Rodrigues Leão, João Gonçalves de Leão, João Arnaud da Conceição, João Augusto Correa Alves, Hilário Martins, Antonio Rodrigues Gomes, Rogerino Antonio da Costa, Floriano José da Cruz, Alfredo de Souza Pimentel, Manoel José Lopes Coelho, Domingos Martins Ribeiro, Domingos Lobato de Freitas, Manoel Gomes de Amorim, Marcellino Martins Paes, Francisco Pereira da Silva, Eusthachio Soares de Souza, Antonio Gomes de Amorim, Eutachio Marques Alves, Victor R. do Carmo, Jacob Francisco Paes, João Antonio da Costa Leal, Antonio Lopes Ribeiro de Mendonça e outros. 

FAMÍLIA SOBRINHO
Os da Cruz Sobrinho
, MANEOL DA CRUZ SOBRINHO, que era membro em 1890 do Partido Democrata na Parochia de Nossa Senhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: com outros democratas. Vide lista em João Gonçalves Pinto Sobrinho 

Os Gonçalves Pinto Sobrinho
. JOÃO GONÇALVES PINTO SOBRINHO, que era membro em 1890 do Partido Democrata na Parochia de Nossa Snhora do Carmo do Tocantins, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt, Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt, Capitão Agnello José de Oliveira, Leoncio José d'Oliveira, Félix Ferreira Ribeiro, Horácio Estácio Wanzeller, José Antonio Pinheiro, José Cardoso da Silva Coimbra, Ivo Manoel Vicente. Luiz Antonio do Carmo, Venâncio Erico de Moraes, João de Deus e Silva, Porphirio da Conceição, Plácido Antonio do Nascimento, João Roberto dos Santos, Manoel Romão dos Santos, Manoel Carlos Machado, Pedro José de Moraes, Euzébio Emílio Marcêncio, Manoel Francisco Ribeiro, Gregório Ferreira Ribeiro, Manoel Joaquim dos Santos, Joaquim Pedro Xavier Alves, Clemente Xavier da Cruz, Martiniano Martins da Cruz, Francisco Antonio Machado, Raymundo José Gomes, Fernando José de Moraes, João delgado Estumano, Antero José do Nascimento, Raymundo Antonio da Cruz, Manoel Gonçalves Pinto, Romualdo Ferreira Ribeiro, João Lima Beckman, Joaquim de Mello, Elias henrique de Lima, Isaac Benassuly, Manoel dos Passos Lobo, Manoel Wanzeller de Moraes, Lourenço Lopes Mendes, Estevão Gomes, Raymundo Cyriaco Mendes, Manoel leão Mendes, José Pedro Mendes, Silvino Ponciano Martins, Antonio Rosa da Costa, Joaquim Castro Valente, Antonio Castro Valente, João Gonçalves Pinto Sobrinho, Feliciano Luiz Barbosa, Matheus Martins Estumano, Jacob Obadri, Jaime Obadri, Manoel Felippe Nery, Marcelino de Souza Paes, Clarindo da Cruz, Jorge Coelho, Firmo Antonio Bahia, Antonio José Gomes, Miguel Estuamano, Manoel Alfredo Rodrigues, Thomé Pedro Beckman, José Rodrigues de Nazareth, que em 1890 era membro do Partido Democrata, da Parochia N.S. do Carmo, : Raymundo Furtado de Moraes, Raymundo Pinheiro de Barros, Francisco Ignacio Machado, Manoel Gonçalves Pinto, João da Cruz Villa-Real, Juvenal Augusto da Costa Moraes, Manoel José Rodrigues Villa-Real, Pedro Manoel Valente, Manoel José Ferreira, Manoel do Nascimento do Carmo, Antonio Felippe Nery, Cordolino de Moraes, Manoel José Pinheiro, Raymundo do Carmo Machado, Eduardo Augusto de Barros, Raymundo Estumano Francisco Xavier Gomes, Benedicto Américo de Carvalho, Manoel Antonio Fiel, Raymundo Procópio Rodrigues das Mercês, Manoel Cypriano Rodrigues, Manoel Antonio maia, Américo de Alcântara, Thomaz Gomes, Joaquim Garcia Bahia, Elias José Bahia, Domingos de Almeida,  José Raymundo de Freitas, Raymundo da Trindade, Narcizo Martiniano, Belmiro Antonio da Cruz, Feliciano d'Oliveira Costa, Francisco da Trindade, Martinho José dos Reis, Domingos José Portilho, João Martins Bahia, Manoel da Cruz Sobrinho, Marcos bahia dos Reis, Bazílio dos Reis, Benedicto Antonio da Cruz, Raymundo de Souza Bahia, Benedicto Rosa de Jesus Gaia, Manoel Francisco da Gaia, Abel de Oliveira da Costa, Domingos Martins Bahia, Manoel da Cruz da Gaia, Raymundo Cotta da Gaia, Mariano Antonio da Cruz, Florêncio Bittencourt, Alexandre Pompeu, Manoel Gonçalves de Moraes, Manoel Pedro dos Santos, João Raimundo Rodrigues, Manoel Francisco da Cruz, João Luiz da Cruz, Manoel Cândido da Cruz, José Vicente da Cruz, José Pinheiro Gomes, Honório M. de Moraes, José Felício Ramos, Gracindo Rodrigues, João Ferreira Ribeiro, Antonio Silva Lobo, Manoel da Silva Pinheiro, João Américo Cardoso, José Antonio Fonseca, Silvestre Pedro Beckman, Sebastião Rodrigues de Nazareth, João Felippe Nery, Avelino Machado de Barros, Francisco F. Ribeiro, sendo que muitos desses eram estrangeiros.

FAMÍLIA SOUSA
Os Sousa
. JORGE SOUZA, que foi dono do chamado "Palacete Azul", pertencente ao acervo arquitetônico histórico de Cametá, nos anos recentes, funionando como residência e ponto comercial.
Os de Sousa Bahia
RAYMUNDO DE SOUZA BAHIA, que era membro em 1890 do Partido Democrata na Parochia de Nossa Senhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: com outros democratas. Vide lista em João Gonçalves Pinto Sobrinho 
Os Nunes de Sousa Barreto
. MANOEL NUNES DE SOUZA BARRETO, com a extinção do Partido Liberal, foi um dos fundadores do Partido Republicano Democrático na localidade Rio Cupijó, junto com: Antonio Maria de Abreu, Raymundo Baptista Correa da Trindade, Leopoldo José d'Oliveira, Arthur Castro de Oliveira, João pedro Correa da Trindade, Miguel Antonio Borges.
Os Sousa Braga
. Firma ANTONIO JOSÉ DE SOUZA BRAGA e CIA, comerciante com firma constituída de Cametá em 1889, na Proclamação da República do Brasil.

Os Paes de Sousa Leão
. PAULO PAES DE SOUSA LEÃO. Citação: Vogais na intendência de Joaquim Felippe de Siqueira Mendes, citados em 3/5/1900: Paulo Paes de Sousa Leão, Manoel do Carmo de Mello, Potenciano Monteiro da Costa, José Rodrgues Gomes, Joaquim Santiago de Farias.
Os Severo de Sousa Alves
. MANOEL SEVERO DE SOUZA ALVES, foi professor em Cametá no 1889, ano da Proclamação da República e era oposicionista em Cametá, mas que aderiu ao republicanismo em 1891

Os de Sousa Coelho
Familia
Dom ROMUALDO DE SOUSA COELHO
Nasceu em Cametá no dia 07 de fevereiro de 1762, era filho do capitão militar Alberto de Sousa Coelho e dona Maria Gusmão, moravam no sitio Paricateua na foz do Rio Moiraba.
Realizou seus primeiros estudos sob a direção do padre Antonio Miguel Furtado, vigário da então Vila de Cametá. Propenso a vida eclesiástica por vocação estudou com grande aproveitamento todas as disciplinas que ensinavam no Seminário Episcopal.
Em 19 de fevereiro de 1785, tomou a ordem de presbítero e no dia 05 de abril do mesmo ano cantou a primeira missa na Matriz de Cametá. Em 1805 tornou-se Alcipreste da Catedral de Belem.
Dom Romualdo foi ao Rio de Janeiro, representando o Bispo, clero cabido e diocesano, cumprimentar a Família Real, dando as boas vindas ao Brasil. e na presença do Príncipe Regente pregou um belo sermão tornando-se logo conhecido pelo Monarca e da Corte. Dom João logo o agraciou com a Comenda da Ordem da Conceição.   
Em 1819, ele foi eleito bispo do Pará.
Dom ROMUALDO COELHO teve um Papel de grande destaque no momento da Adesão ao Pará a independência, em 1823 quando a 11 de agosto daquele ano como Presidente da Junta Governativa, assinou a ata de Adesão e o ato foi festejado no dia 15 de agosto seguinte
Ainda por ocasião da Cabanagem quando Belem foi saqueada pelos cabanos, e na iminência de ser incendiada foi a palavra persuasiva e cheia de Fe de Dom Romualdo que salvou a nossa capital da destruição por parte dos revoltosos cabanos, palavra de um poder que fez a tropa cabana recuar de seu intento, isso aconteceu em 1836.
Dom Romualdo Coelho, Faleceu no dia 15 de fevereiro de 1841 e seus restos mortais jazem na Catedral Metropolitana de Belém
SUA MEMÓRIA ESTA PERPETUADA
Em Cametá:
Uma Escola no Bairro de São Benedito leva o seu nome.
Seu busto esta entre os cametaenses Notáveis na Praça dos Notáveis
             Em Belém:
             Uma travessa no bairro do Umarizal leva o sei nome

. Dom Romualdo de Souza Coelho, que possuía o hábito da Ordem de Cristo, foi vice-reitor do Seminário, Promotor Eclesiástico, Examinador Sinodal, Lente de Teologia Moral e que aderiu a Independência do Brasil.

. ALBERTO DE SOUSA COELHO, casado com dona Maria Gusm'ao, que moravam no antigo S[itio Paricateua na foz do Rio Moiraba, na ent'ao Vila de Camet[a, e com filhos- Romualdo de Sousa Coelho
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Os de Sousa Campelo
. Sr. FRANCISCO JOAQUIM DE SOUZA CAMPELLO, era advogado em Cametá no 1889, ano da Proclamação da República,

Os de Sousa Pimentel
. ALFREDO DE SOUZA PIMENTEL, citação: Em 31/1/1890 faziam parte do Partido Democrata, em Cametá, os seguintes membros: Fortunato Braga, Fortunato João Braga, João José F. da Silva, Zeferino José de Miranda, Geraldo Antonio da Cruz, Cosme Pereira de Souza Coleho, Joaquim Felippe Coelho, Maximino José de Araújo Coelho, José Mariano Rodrigues Leão, João Gonçalves de Leão, João Arnaud da Conceição, João Augusto Correa Alves, Hilário Martins, Antonio Rodrigues Gomes, Rogerino Antonio da Costa, Floriano José da Cruz, Alfredo de Souza Pimentel, Manoel José Lopes Coelho, Domingos Martins Ribeiro, Domingos Lobato de Freitas, Manoel Gomes de Amorim, Marcellino Martins Paes, Francisco Pereira da Silva, Eusthachio Soares de Souza, Antonio Gomes de Amorim, Eutachio Marques Alves, Victor R. do Carmo, Jacob Francisco Paes, João Antonio da Costa Leal, Antonio Lopes Ribeiro de Mendonça e outros.
Os  de Sousa Paes
. MARCELINO DE SOUZA PAES, que era membro em 1890 do Partido Democrata na Parochia de Nossa Snhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: outros membros. Vide acima em João Gonçalves Pinto Sobrinho.
Os de Sousa Santos
. ADALBERTO DE SOUZA SANTOS, era oposicionista em Cametá, mas que aderiu ao republicanismo em 1891.

Os Ferreira de Sousa
JOSÉ ANTONIO FERREIRA DE SOUSA, foi vogal na intendência de CARLOS ANTONIO REDIG, este citado em 1889 como o 2º Intendente Municipal em Cametá no início da Era Republicana. e que tinha como vogais no Conselho de Intendência: Carlos Lopes da Silva, Miguel Nery da Trindade Martins, Sesinando Dias  Ferreira, José Antonio Ferreira de Sousa e como secretário da Intendência: Alfredo Francisco Loureiro. Citação:  JOAQUIM FELIPPE DE SIQUEIRA MENDES, tenente-coronel, era farmacêutico em Cametá em 1889, ex-vereador monarquista, ex-membro do Diretório do Partido Republicano Paraense, entrou na vida pública desde a década de 1870, foi vogal cassado e foi eleito futuro intendente, no início da Era Republicana em Cametá, que no ano de 1891 havia sido candidato ao Congresso do Estado pela União Patriótica, representada pelo PRD-Partido Republicano Democrático (da oposição), e foi o 3º intendente em Cametá, com nome em praça na cidade. Vogais após a Proclamação da República Brasileira: Tenente-coronel Joaquim Felippe de Siqueira Mendes, Tenente-coronel José Antonio Ferreira de Souza, Alferes Raymundo Cordeiro de Castro, Alferes José Miguel belfort Lisboa, Alferes Porfírio Rodrigues de Oliveira e com a presença das seguintes autoridades na posse do 1º intendente de Cametá, o Padre Antonio Ferreira da Silva Franco:  Delegado de Polícia do termo da Cidade, Dr. Juiz de Direito da Comarca, Juiz Municipal da Comarca, Promotor Público da Comarca, Juízes de Paz dos Distritos e Subdelegados de Polícia dos Distritos.
Os Correa de Sousa
. ISAURA CORREA DE SOUZA. Citação: . BENJAMIM MALCHER DE SOUSA, foi membro da antiga Sociedade Beneficente e Artística Cametaense, junto com com outros antigos membros: Promotor Público Henrique lopes de Barros, Inspetor de Ensino Antonio Franco de Sá, farmacêutico Nicanor Philo-Creão, orador oficial  Lafayete Mendonça Correa, Isaac E. Benmuyal, Paulino Benedicto do Carmo e senhoras presentes: Luiza Redig Lopes, Isaura Correa de Souza, Brígida Mendes Cantão, Maria Sabba, Leopoldina Contente de Siqueira Mendes e o menino Deodoro Machado de Mendonça, citados em 1900 em um evento do clube.

Os G. de Sousa
. ROZENDO G. DE SOUZA, era carpinteiro em Cametá em 1889, ano da Proclamação da República do Brasil.
Os Lemos de Sousa
. Sr.ADOLPHO LEMOS DE SOUZA, era advogado em Cametá no 1889, ano da Proclamação da República e era da oposição monárquica política no início da República, pelo Partido Liberal Monárquico e que passara para o Partido Democrata, em Cametá, junto com os abaixo citados e Adolpho era escritor, advogado liberal e abolicionista e foi um dos fundadores do jornal "A Reacção e do partido PRD, em Cametá em 12/1889.
Adolpho Lemos de Sousa, Tenente-Coronel João Emiliano Lopes Correa, Tenente-Coronel Manuel Nunes de Mello e Agostinho Almeida Lopes Godinho.
Os Malcher de Sousa
. BENJAMIM MALCHER DE SOUSA, foi membro da antiga Sociedade Beneficente e Artística Cametaense.
Os Prudêncio de Sousa
. SAMUEL PRUDÊNCIO DE SOUZA, foi professor em Cametá no 1889, ano da Proclamação da República.
Os Soares de Sousa
. EUSTACHIO SOARES DE SOUZA, citação: Em 31/1/1890 faziam parte do Partido Democrata, em Cametá, os seguintes membros: Fortunato Braga, Fortunato João Braga, João José F. da Silva, Zeferino José de Miranda, Geraldo Antonio da Cruz, Cosme Pereira de Souza Coleho, Joaquim Felippe Coelho, Maximino José de Araújo Coelho, José Mariano Rodrigues Leão, João Gonçalves de Leão, João Arnaud da Conceição, João Augusto Correa Alves, Hilário Martins, Antonio Rodrigues Gomes, Rogerino Antonio da Costa, Floriano José da Cruz, Alfredo de Souza Pimentel, Manoel José Lopes Coelho, Domingos Martins Ribeiro, Domingos Lobato de Freitas, Manoel Gomes de Amorim, Marcellino Martins Paes, Francisco Pereira da Silva, Eusthachio Soares de Souza, Antonio Gomes de Amorim, Eutachio Marques Alves, Victor R. do Carmo, Jacob Francisco Paes, João Antonio da Costa Leal, Antonio Lopes Ribeiro de Mendonça e outros. 

FAMÍLIA TABATINGA
Os Tabatinga de Melo
.Manoel Tabatinga de Mello , era oposicionista em Cametá, mas que aderiu ao republicanismo em 1891.

FAMÍLIA TAVARES
Os Juvenal Tavares
LUIS DEMETRIO JUVENAL TAVARES
Nasceu em Cametá no dia 21 de junho 1849, poeta e escritor de grande talento. Publicou varias obras de expressiva sensibilidade poética e artigos de grande vigorosa combatividade na imprensa. Deixou os seguintes livros em versos Pyrilampos (1873), Paraense (1877), Viola de Joana (1877), Versos Antigos e Modernos (1889) , e os livros de contos como: Vida na Roça, Casos e mais Casos, Sertões da Mãe Preta alem de Musa Republicana e Ensino Cívico.
Juvenal Tavares como era conhecido era primo de Padre Prudêncio José da Mercês Tavares, o herói da resistência dos excessos da Cabanagem, em Cametá
A epidemia do Cólera Morbus, que grassou em Cameta em 1855 deixou-lhe na mente de criança uma recordação repugnante. Referendo-se a essa triste época, que enlutou a cidade inteira. Juvenal dedicou a sua terá natal uma dolente poesia que consta a seguinte estrofe: ‘O látego de Deus, flagelo lacerante / a peste truculenta a faz chora e gemer / em sua face adusta, o luto esta constante pintando o negro horror, que faz estremecer’.
Pertenceu o Poeta Juvenal Tavares a Academia Paraense de Letras, da qual foi um dos fonadores em 3 de maio de 1900, faleceu na cidade de Soure no Marajó extremamente pobre no dia 30 de junho de 1907 .
. PADRE PRUDÊNCIO JOSÉ DA MERCÊS TAVARES, era primo de Luís Demétrio Juvenal  Tavares
Vultos homenageados no Jardim dos Artistas
Fonte: luisperescameta.blogspot.com.br
. LUIZ GONZAGA, que mudou nome para LUIZ DEMÉTRIO JUVENAL TAVARES/Juvenal Tavares, jovem professor de Francês, poeta, escritor, intelectual, jornalista destemido, republicano convicto e adepto dos ideais socialistas , republicano, polemista e jornalista de Cametá, que em 1870, junto com outros jovens de Belém fundaram o jornal "A Tribuna", este de 1871-1877, de tendência nacionalista extremada e para refletir as idéias da república revolucionária, que fechado o jornal voltou para Cametá em 1878 para dirigir o jornal "O Cametaense", a convite do Dr. Roso Danin, órgão oficial do Partido Liberal em Cametá..
Os das Mercês Tavares
. José das Mercês Tavares
PADRE PRUDÊNCIO JOSÉ DAS MERCÊS TAVARES
Nasceu no município de Cameta na Localidade de Acapuquara, hoje pertencente ao município de Cametá no dia 04 de Setembro de 1809, era filho de Felippe Santiago Pereira Tavares e Isabel Francisca da Conceição.
Prudêncio iniciou seus estudos com o seu tio Romão. Logo que recebeu os primeiros ensinamentos seus pais o enviaram para a cidade de Cametá, afim de estudar latim com o padre Jose Boaventura da Silva vigário da paróquia. Aos 16 anos tomou o rumo de Belem onde estudou no Seminário Episcopal, o único estabelecimento de ensino superior existente naquela época no estado.
Embora a sua carreira vocacional pela carreira militar abraçou a eclesiástica por motivos alheios a sua vontade.
Sua primeira missa ele rezou na cidade de Cametá onde fixou residência
Exerceu também a função de segundo Juiz de Paz, tendo, no evento da Cabanagem assumido o exercício de primeiro Juiz de Paz.
Enérgico embora generoso organizou a resistência contra os revoltosos cabanos, que céleres, se aproximavam de nossa cidade. Organizando trincheiras, organizando tropas, formou barricadas, organizou a defesa do litoral. A fiscalização era feita por ele mesmo, demonstrando assim a sua alta capacidade de de organização
Padre Prudêncio, foi nomeado pelo Marechal Francisco José de Sousa Soares como chefe cível e comandante geral da tropa destinada a garantir a ordem publica em Cametá, Oeiras, Melgaço e Portel.
Por diversas vezes foi eleito deputado provincial e juiz de paz.
Graças à inteligência e coragem e elevado espírito de organização de padre Prudêncio, Cameta foi à única localidade do estado onde os rebeldes não conseguiram penetrar, daí o Titulo Honroso de Cidade Invicta.
SUA MEMÓRIA ESTA PERPETUADA
Em Cametá
Seu nome e lembrado na “Praça Padre Prudêncio”, em frente ao Hospital Santa Luiza de Marilac
Seu busto esta entre os Notáveis Cametaenses na Praça dos Notáveis.
Em Belem:
Travessa Padre Prudêncio no bairro da Campinha.
. FELIPPE SANTIAGO PEREIRA TAVARES, casado com Isabel Francisca da Concei;'ao, pais de Prud"encio Jos[e das Merc"es Tavares, antigos residentes da localidade Acapuquara na ent'ao Vila de Camet[a.
. ROM'AO, tio do Padre Prud"encio Jos[e das Merc"es Tavares 
Fonte-luisperescameta.blogspot.com.br
. Padre PRUDÊNCIO DAS MERCÊS TAVARES, grande nome histórico no Pará, com origem em Cametá, que nessa localidade, durante a "Revolta da Cabanagem", portou-se como um verdadeiro comandante militar, líder anti-cabano que conseguiu resistir à invasão dos revoltosos de 1835 a 1836, chamado "Coronel de Batina",  e que, pelo fato, ganhou projeção na História do Pará, em epopéia que deu o título à Cametá de "Cidade Invicta". e com nomes em ruas de Belém e outras localidades paraenses.
FAMÍLIA TEIXEIRA
. Pedro Teixeira, conquistado da Amazônia, que saiu com sua expedição da Praia da Mercês, em 1937, ainda nos tempos da antiga Villa Viçosa de Santa Cruz dos Camutás, sendo esta a 1ª localidade onde se assentou a cidade de Cametá, que depois mudou para a localidade Murajuba, que corresponde a atual cidade de Cametá.

FAMÍLIA TRINDADE
Os da Trindade
. FRANCISCO DA TRINDADE, que era membro em 1890 do Partido Democrata na Parochia de Nossa Senhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: com outros democratas. Vide lista em Ivo Manoel Vicente 
. RAYMUNDO DA TRINDADE, que era membro em 1890 do Partido Democrata na Parochia de Nossa Senhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: com outros democratas. Vide lista em Ivo Manoel Vicente 

Os Correa da Trindade
. JOÃO PEDRO CORREA DA TRINDADE, citação: . MANOEL NUNES DE SOUZA BARRETO, com a extinção do Partido Liberal, foi um dos fundadores do Partido Republicano Democrático na localidade Rio Cupijó, junto com: Antonio Maria de Abreu, Raymundo Baptista Correa da Trindade, Leopoldo José d'Oliveira, Arthur Castro de Oliveira, João pedro Correa da Trindade, Miguel Antonio Borges.

Os Baptista Correa da Trindade
. RAIMUNDO BAPTISTA CORREA DA TRINDADE, citação: . MANOEL NUNES DE SOUZA BARRETO, com a extinção do Partido Liberal, foi um dos fundadores do Partido Republicano Democrático na localidade Rio Cupijó, junto com: Antonio Maria de Abreu, Raymundo Baptista Correa da Trindade, Leopoldo José d'Oliveira, Arthur Castro de Oliveira, João pedro Correa da Trindade, Miguel Antonio Borges.

Os Dias Trindade
SESINANDO DIAS TRINDADE, foi vogal na intendência de CARLOS ANTONIO REDIG, citado em 1893 em Cametá no início da Era Republicana.
Os Nery da Trindade Martins
MIGUEL NERY DA TRINDADE MARTINS, foi barbeiro em Cametá em 1889, ano da Proclamação de República no Brasil, dono de terras e Juiz de Paz do 2º Distrito em Cametá no 1889, ano da Proclamação da República. e que foi vogal na intendência de CARLOS ANTONIO REDIG, este citado em 1889 como o 2º Intendente Municipal em Cametá no início da Era Republicana. e que tinha como vogais no Conselho de Intendência: Carlos Lopes da Silva, Miguel Nery da Trindade Martins, Sesinando Dias  Ferreira, José Antonio Ferreira de Sousa e como secretário da Intendência: Alfredo Francisco Loureiro.
. MIGUEL NERY DA TRINDADE MARTINS, era barbeiro em Cametá em 1889, ano da Proclamação da República.

FAMÍLIAS V
FAMÍLIA VALENTE
Os Valente
. DANIEL VALENTE, que foi um antigo morador de Cametá, citado em 1759.
. FANCISCO JOSÉ VALENTE
. Engenheiros MARCELO VALENTE e Zezinho Cabral com seus valiosos trabalhos, desenhando a planta deste novo Santuário de Nossa S. das Graças, na localidade Rio Furtados, município de Cametá/PA, que também supervisionaram e orientaram na construção desta nova casa de oração.
. PEDRO MANOEL VALENTE, que era membro em 1890 do Partido Democrata na Parochia de Nossa Senhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: com outros democratas. Vide lista em Ivo Manoel Vicente 

Os Valente Barreiros
. LEVINDO VALENTE BARREIROS, era padeiro em 1889 em Cametá, no ano da Proclamação da República do Brasil.
Os Castro Valente
. ANTONIO DE CASTRO VALENTE, que era membro em 1890 do Partido Democrata na Parochia de Nossa Snhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: com outros democatas. Vide lista em Ivo Manoel Vicente.
. JOAQUIM DE CASTRO VALENTE, que era membro em 1890 do Partido Democrata na Parochia de Nossa SEnhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: com outros democratas. Vide lista em Ivo Manoel Vicente 


Dr. CARLOS AUGUSTO VALENTE DE NOVAIS
Escritor, educador e político. Nasceu na cidade de Cametá e faleceu na cidade do Rio de Janeiro no dia 7 de janeiro de 1915. Era formado em medicina mais abraçou a carreira do magistério exercendo por longos anos a cadeira de Geografia do Colégio Paes de Carvalho em Belem; publicou vários livros didáticos como: Historia Natural, Física Elementar, Geografia Elementar Especial do Estado do Pará, Geografia Primaria, Geografia Secundaria e Corografia do Brasil etc.
Foi Sócio Benemérito da Sociedade de Geografia do Rio de Janeiro, Geógrafo de São Paulo, Member of the National Geografie do Society of the United of Nortyn America, Lente de Geografia na Faculdade do Rio de Janeiro, Professor de Geografia da Física Normal do Distrito Federal. Afora outros títulos honrosos de seu currículo vitae
Não possuímos a dada exata do seu nascimento
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Os Fernandes Valente
Dr. MANOEL FERNANDES VALENTE, foi Delegado do Consulado de Portugal em Cametá no 1889, ano da Proclamação da República e com a firma de marchantes Manoel Fernandes Valente & Cia no mesmo ano.
Os Machado Valente
ANTONIO MACHADO VALENTE, citado como alfaiate em Cametá em 1889, ano da Proclamação da República do Brasil.
Firma Matins e Valente
. MARTINS e VALENTE, era dono da Typografia do "Jornal Comerciasl" e era dono de restaurante e marchante em Cametá em 1889, na Proclamação da República do Brasil. e Juiz de Paz em Cametá no 1889.

FAMÍLIA VEIGA
Os Macário da Veiga
. ANTONIO MACARIO DA VEIGA, citação: ANTONIO NOVAES, Proclamação da República era da oposição monárquica, mas que aderiu ao Partido Republicano democrático junto com: Antonio Novaes, Romualdo Furtado Cordeiro, Manoel dos Passos da Silva Lobo, Guilhermino Cardoso da Silva, Antonio Nicário da Veiga, João Baptista Pantoja, Joaquim José Martins, Ernestino de Oliveira Pantoja, Joaquim Prestes de Oliveira, Bastos Pedro Ferreira Bastos, Marciano Soares, Porfírio José Rodrigues de Farias, Ângelo Agnello da Costa, Dr. Ambrósio Philo-Creão, Raymundo Agnello da Costa Cotta, Adão Agnello da Costa Cotta, Raymundo Martins Bruno de Jesus, Valeriano Duarte de Mello e Silva, Vicente Ferreira Zagallo, Belmiro Manoel de Moraes.

FAMÍLIA VELOSO
. ANTONIO JOAQUIM VELLOSO, que em 1889, na Proclamação da República do Brasil, era suplente do subdelegado José do rego e Silva, em Cametá.
. Ivan do Socorro Veloso, artista plástico que criou o "Brasão d'Armas" de Cametá.
FAMÍLIA VERA CRUZ
. Paulo da Vera Cruz, ver em Bangué em Venâncio Barradas, citação:
. Venâncio Barradas, folclorista, compositor musical, violonista, pesquisador e escritor da cultura cametaense, fundador do Banguê "Sou do Rio", hoje Banguê do Castelo (fundado com a denominação Sou do Rio por Venâncio em 1939), e Venâncio como violeiro e, acompanhado pelo filho Benedito, de 12 anos (na época) Benedito Garcia Barradas, executava cantorias pelas localidades como Mutuacá, Mandaruçu, Pacuí, Juaba, Carapina e Cametá, onde morava com a família, casou com Maria Garcia e com 7 filhos: Arquimino, Benedito. Seus filhos eram também músicos e particiapam dos grupos de banguê. Tinha também o sobrinho de Venâncio Barradas e outros amigos que participavam desses grupos culturais. Alguns amigos de Venâncio que atuavam nos grupos de Banguê; Raimundo Pedro, Sidico, Frederico (este da localidade Mutuacá) que ajudou Venâncio a fazer bumbos e pandeiros para o grupo. O grupo Banguê do Castelo, fundado por Venâncio, desde os anos de 1990 está sob as mãos dos netos desse baluarte cultural de Cametá e contando com os seguintes nomes: Paulo da Vera Cruz, no bumbo; Jurandir da cruz, na voz; Garcia, no violão; Valdo da Cruz Garcia, bandorra e voz; João Barradas, rufista (rufo); Aguinaldo da Cruz Garcia, no banjo e voz; Benedito da Cruz Garcia, no pandeiro e 2ª voz; Anísio da cruz Garcia, no afoxé e voz e Joaquim Almeida, no banjo..

FAMÍLIA VIANA
Os Viana
. Jurandir Viana, fotografo cametaense, com arquivo sobre Cametá, citado em 2012.
Os Lopes Viana de Siqueira
. MARIA LOPES VIANA DE SIQUEIRA, casada com JOAQUIM FELIPE DE SIQUEIRA MENDES PINTO (ou, Joaquim Siqueira).
FAMÍLIA VICENTE
IVO MANOEL VICENTE, que era membro em 1890 do Partido Democrata na Parochia de Nossa Snhora do Carmo do Tocantins,  em Cametá, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt, Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt, Capitão Agnello José de Oliveira, Leoncio José d'Oliveira, Félix Ferreira Ribeiro, Horácio Estácio Wanzeller, José Antonio Pinheiro, José Cardoso da Silva Coimbra, Ivo Manoel Vicente. Luiz Antonio do Carmo, Venâncio Erico de Moraes, João de Deus e Silva, Porphirio da Conceição, Plácido Antonio do Nascimento, João Roberto dos Santos, Manoel Romão dos Santos, Manoel Carlos Machado, Pedro José de Moraes, Euzébio Emílio Marcêncio, Manoel Francisco Ribeiro, Gregório Ferreira Ribeiro, Manoel Joaquim dos Santos, Joaquim Pedro Xavier Alves, Clemente Xavier da Cruz, Martiniano Martins da Cruz, Francisco Antonio Machado, Raymundo José Gomes, Fernando José de Moraes, João delgado Estumano, Antero José do Nascimento, Raymundo Antonio da Cruz, Manoel Gonçalves Pinto, Romualdo Ferreira Ribeiro, João Lima Beckman, Joaquim de Mello, Elias henrique de Lima, Isaac Benassuly, Manoel dos Passos Lobo, Manoel Wanzeller de Moraes, Lourenço Lopes Mendes, Estevão Gomes, Raymundo Cyriaco Mendes, Manoel leão Mendes, José Pedro Mendes, Silvino Ponciano Martins, Antonio Rosa da Costa, Joaquim Castro Valente, Antonio Castro Valente, João Gonçalves Pinto Sobrinho, Feliciano Luiz Barbosa, Matheus Martins Estumano, Jacob Obadri, Jaime Obadri, Manoel Felippe Nery, Marcelino de Souza Paes, Clarindo da Cruz, Jorge Coelho, Firmo Antonio Bahia, Antonio José Gomes, Miguel Estuamano, Manoel Alfredo Rodrigues, Thomé Pedro Beckman, José Rodrigues de Nazareth, que em 1890 era membro do Partido Democrata, da Parochia N.S. do Carmo, : Raymundo Furtado de Moraes, Raymundo Pinheiro de Barros, Francisco Ignacio Machado, Manoel Gonçalves Pinto, João da Cruz Villa-Real, Juvenal Augusto da Costa Moraes, Manoel José Rodrigues Villa-Real, Pedro Manoel Valente, Manoel José Ferreira, Manoel do Nascimento do Carmo, Antonio Felippe Nery, Cordolino de Moraes, Manoel José Pinheiro, Raymundo do Carmo Machado, Eduardo Augusto de Barros, Raymundo Estumano Francisco Xavier Gomes, Benedicto Américo de Carvalho, Manoel Antonio Fiel, Raymundo Procópio Rodrigues das Mercês, Manoel Cypriano Rodrigues, Manoel Antonio maia, Américo de Alcântara, Thomaz Gomes, Joaquim Garcia Bahia, Elias José Bahia, Domingos de Almeida,  José Raymundo de Freitas, Raymundo da Trindade, Narcizo Martiniano, Belmiro Antonio da Cruz, Feliciano d'Oliveira Costa, Francisco da Trindade, Martinho José dos Reis, Domingos José Portilho, João Martins Bahia, Manoel da Cruz Sobrinho, Marcos bahia dos Reis, Bazílio dos Reis, Benedicto Antonio da Cruz, Raymundo de Souza Bahia, Benedicto Rosa de Jesus Gaia, Manoel Francisco da Gaia, Abel de Oliveira da Costa, Domingos Martins Bahia, Manoel da Cruz da Gaia, Raymundo Cotta da Gaia, Mariano Antonio da Cruz, Florêncio Bittencourt, Alexandre Pompeu, Manoel Gonçalves de Moraes, Manoel Pedro dos Santos, João Raimundo Rodrigues, Manoel Francisco da Cruz, João Luiz da Cruz, Manoel Cândido da Cruz, José Vicente da Cruz, José Pinheiro Gomes, Honório M. de Moraes, José Felício Ramos, Gracindo Rodrigues, João Ferreira Ribeiro, Antonio Silva Lobo, Manoel da Silva Pinheiro, João Américo Cardoso, José Antonio Fonseca, Silvestre Pedro Beckman, Sebastião Rodrigues de Nazareth, João Felippe Nery, Avelino Machado de Barros, Francisco F. Ribeiro, sendo que muitos desses eram estrangeiros.

FAMÍLIA VIEIRA
. Padre António Vieira, da Ordem dos Padres Jesuítas, que esteve em Cametá, ali fazendo pregações e que chefiou uma expedição exploratória saída de Cametá em 1673.
Os Vila-Nova
. JOÃO ARTHUR VILLA-NOVA, era comerciante em Cametá no 1889, ano da Proclamação da República, citado em 1891 como oposicionista monárquico, contra os republicanos, em Cametá.
. Os da Cruz Rodrigues Villa-Real
. JOÃO DA CRUZ RODRIGUES VILLA-REAL, que era membro em 1890 do Partido Democrata na Parochia de Nossa Snhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: com outros democatas. Vide lista em Ivo Manoel Vicente 
. MANOEL JOSÉ VILLA-REA, que era membro em 1890 do Partido Democrata na Parochia de Nossa Snhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: com outros democatas. Vide lista em Ivo Manoel Vicente 

FAMÍLIA VILAÇA
Os Manços da Silva Villaça
. Dr. Manoel Manços da Silva Villaça, que foi um dos primeiros diretores do antigo "Grupo Escolar D. Romualdo de Seixas.

FAMÍLIA VITAL
Os Vital Batista
. Pedro Batista Rodrigues, da localidade Mutuacá, que junto com Archimides Vital Batista, este cantor popular e compositor e chamado Engole Cobra, da localidade Tem-Tem e tocando violão de 4 cordas e mais: Joviniano Rodrigues, no tambor, de Mutuacá; Laudelino Ramalho, no reco-reco, da localidade Maranhão; Eduardo Siqueira, na cuíca, da localidade Jarumanha; que foram os fundadores do grupo  folclórico "Engole Cobra", em 31/12/1990, na Vila de Juaba, em Cametá, e para defender a Natureza e a sociedade cantando, com sátiras, críticas, o passado e o presente
FAMÍLIA XAVIER
Os Xavier Alves
. JOAQUIM PEDRO XAVIER ALVES, que era membro em 1890 do Partido Democrata na Parochia de Nossa Senhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: com outros democratas. Vide lista em Ivo Manoel Vicente 
Os Xavier da Cruz
. CLEMENTE XAVIER DA CRUZ, que era membro em 1890 do Partido Democrata na Parochia de Nossa Senhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: com outros democratas. Vide lista em Ivo Manoel Vicente 
Os Xavier Gomes
. RAYMUNDO ESTUMANO FRANCISCO XAVIER GOMES, que era membro em 1890 do Partido Democrata na Parochia de Nossa Senhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: com outros democratas. Vide lista em Ivo Manoel Vicente 

FAMÍLIAS W
Os W
Os W. de Moraes
. José Nasciso W. de Moraes, que em 1891, em Cametá, era da oposição monárquica e que mudou para o PRD.
FAMÍLIA WANZELER
Os Wanzeler
JOHNY WANZELER, trabalha com digitação e computação gráfica..
. OZIEL WANZELER, trabaslha com digitação e computação gráfica.
Os Wanzeler de Albuquerque
. Major ESTEVAM WANZELER D'ALBUQUERQUE, era dono de terras e escravos, vereador em Cametá que estava presidindo a Câmara Municipal em 1889 na Proclamação da República Brasileira, citado em 1891 como da oposição monárquica contra os republicanos e justamente, o Major Estevam Wanzeller d'Albuquerque, foi o presidente da última Câmara Municipal do Período Provincial em Cametá, que tinha como vereadores: Estevam Wanzeller de Albuquerque, Manuel Nunes de Mello, Agostinho de Almeida Lopes Godinho, Raimundo M. Bruno de Jesus, Luís Ferreira Alves de Carvalho Filho e João R. Martins, e o Major Estevam Wanzeller de Albuquerque deu posse, em sessão de 1/3/1890, secretariado por Alfredo Francisco Loureiro, deu posse ao 1º intendente nomeado em Cametá, o Padre Antonio Ferreira da Silva Franco
. HORÁCIO ESTÁCIO WANZELER, que era membro em 1890 do Partido Democrata na Parochia de Nossa Snhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: outros membros. Vide acema em Ivo Manoel Valente.

Os Wanzeler de Moraes
. JOSÉ NARCISO WANZELER DE MORAES, que em 1889 era suplente do Delegado Romualdo F. Cordovil, na Proclamação da República do Brasil, e era oposicionista monárquico em Cametá, mas que aderiu ao republicanismo em 1891.
. MANOEL WANZELER DE MORAES, que era membro em 1890 do Partido Democrata na Parochia de Nossa Senhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: com outros democratas. Vide lista em Ivo Manoel Vicente 

FAMÍLIAS Z
FAMÍLIA ZAGALO
Os Ferreira Zagallo
VICENTE FERREIRA ZAGALLO, citação: BELMIRO MANOEL DE MORAES, na Proclamação da República era da oposição monárquica, mas que aderiu ao Partido Republicano democrático junto com: Antonio Novaes, Romualdo Furtado Cordeiro, Manoel dos Passos da Silva Lobo, Guilhermino Cardoso da Silva, Antonio Nicário da Veiga, João Baptista Pantoja, Joaquim José Martins, Ernestino de Oliveira Pantoja, Joaquim Prestes de Oliveira, Bastos Pedro Ferreira Bastos, Marciano Soares, Porfírio José Rodrigues de Farias, Ângelo Agnello da Costa, Dr. Ambrósio Philo-Creão, Raymundo Agnello da Costa Cotta, Adão Agnello da Costa Cotta, Raymundo Martins Bruno de Jesus, Valeriano Duarte de Mello e Silva, Vicente Ferreira Zagallo, Belmiro Manoel de Moraes.
ZENOLÉIO
. Mestre Zenoléio, que criou o "Cordão da Bicharada", no Carnaval de Cametá, na 2ª metadade da década de 1970, época em que estava em construção a Usina Hidrelétrica de Tucuruí, como protesto contra a extinção de muitas espécies da flora e fauna da região, entre diversos animais, peixes, madeiras nobres e com muita poluição e dificuldades ribeirinhas de Tucuruí, Cametá e demais localidades ribeirinhas do baixo Tocantins.


Blog do Ademir Rocha, de Abaetetuba/PA