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quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Desmatamento - Em decisão pioneira, Noruega proíbe corte de árvores


 Desmatamento
Fonte: https://br.notícias.yahoo.com

Em decisão pioneira, Noruega proíbe corte de árvores

Clique na legenda acima e leia o texto e outras notícias

Em decisão pioneira, Noruega proíbe corte de árvores

A Noruega se tornou o primeiro país do mundo a se comprometer com o fim desmatamento em todo o território nacional.A decisão incrível é do parlamento do país. O governo proibiu o corte de árvores e baniu a compra e a produção de qualquer matéria-prima que contribua para a destruição de florestas no mundo.
O Parlamento também se responsabilizou em encontrar uma maneira de fornecer alguns produtos essenciais, como carne, soja, madeira e óleo de palma, sem causar impactos no ecossistema, segundo a revista Veja.
De acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU), esses quatros produtos são responsáveis por quase metade do desmatamento das florestas tropicais do planeta.
Clique abaixo:
Ver as imagens
A Noruega é a primeira nação a botar em prática a promessa feita junto à Alemanha e à Grã-Bretanha – na Cúpula do Clima da ONU, em 2014 – para promover esforços significativos contra cadeias de produção que gerem corte de árvores.
Não é a primeira vez que o país escandinavo toma uma atitude pioneira em favor da proteção do meio-ambiente.Segundo a rede CNN, em 2008, a Noruega deu ao Brasil 1 bilhão de dólares (mais de 3 bilhões de reais) para ajudar a combater o desmatamento na Amazônia e a situação foi reduzida em 75% em sete anos.Além disso, o país está no processo de restringir as vendas de carros movidos à gasolina até 2025.
Foto: Getty images

Reproduzido pelo Blog do Ademir Rocha

sábado, 17 de setembro de 2016

Poesias e Crônicas do Davi Figueiredo - Poetas e Poesias

Poesias, Crônicas e Composições Musicais de Abaetetuba - Poetas e Poesias

Foto da publicação de Adenando dos Santos Cardoso,
acima com Davi Figueiredo e Moi´ses Lobo

DAVI FIGUEIREDO

Encontro memorável com o nosso Raulzito, samba, poesia e muitos causos, tudo regado com o que viesse.

Foto de Adenaldo dos Santos Cardoso
Humor, Música e Piadas
Davi Paes Figueiredo, nasceu e mora em Abaetetuba, estudou o ensino médio em Belém e se formou Bacharel em Direito em 1984 pela instituição de ensino CESUPA  voltou para sua cidade natal, montando seu escritório de advocacia na Avenida D. Pedro II, em prédio de sua família. O autor do Blog do Ademir Rocha conhece Davi Figueiredo e sua família desde a sua juventude, ainda nos tempos do movimento musical da 'Jovem Guarda', 'MPB', 'Tropicália', Rock e outros movimentos musicais que marcaram os anos de 1970, 1980, 1990, junto com os seus respectivos modismos, que também marcaram a juventude abaetetubense durante todos esses anos. Também Davi Figueiredo e muitos outros jovens dessas décadas, incluindo o autor do Blog, eram dados às rodadas de cervejas e batidas de pinga pelos vários recantos boêmios da cidade de Abaetetuba e em Belém, onde parcela significativa de jovens abaetetubenses chegou a essa Capital do Pará, para levar avante seus estudos. Assim o jovem Davi Figueiredo refinou seus gostos musicais, inclusive aprendendo a tocar violão e alguns instrumentos de percussão, quando as suas atividades permitiam, ou nos fins de semana, carnaval, ano novo, Natal, Praia de Beja ou outra ocasião festiva da cidade,  junto com seus inumeráveis amigos,
Outras marcantes característica características de Davi Figueiredo que perseveram no tempo são o seu bom humor, irreverência, o gosto poético-literário, piadista e que também curte uma boa amizade, junto com uma boa música e ainda algumas cervejas e, nessas condições, escreveu algumas belas poesias e crônicas, que aqui vão postadas, junto com a sua Genealogia de tradicional família abaetetubense. Depois que voltou para Abaetetuba Davi Figueiredo casou com Nete Figueiredo e constituiu uma bela família, com 3 filhos: Maísa, Davi Filho e Nathalia de Sena Figueiredo, que foram bem encaminhados nos estudos e no gosto musical.

É filho de Raimundo Negrão Figueiredo e Astrogilda Pereira Paes, conforme Genealogia abaixo.

Foto das publicações de Adenaldo dos Santos Cardoso
Vejamos algumas de suas produções literárias:
O amigo comum Adenaldo dos Santos Cardoso, refinado poeta de Abaetetuba, reforça o perfil de Davi Figueiredo com o poema abaixo, que mostra mais um pouco o Universo pessoal e coletivo do amigo Davi Figueiredo.

Hoje está no berço o Amigo Sumano Davi Figueiredo
Muitobéns!!!

No universo mergulha
Com sua baladeira
Dá tabaco a velha
Matinta Pereira

Enfrenta o Golias
Florenses centelhas
Com seus argumentos
A justiça aparelha

Vinicius dos sambas
Chico das canções
Atira suas pedras
Contra "os pancadões"

Na roda ele é bamba
Bamba da paixão
A viola sempre assanha
O pandeiro em sua mão

É devoto de Maria
Nete é proteção
Davi Figueiredo
Gigante coração

Adenaldo Santoscardoso

A crônica 'Corte de Cabelo' é uma crônica das memórias de Davi Figueiredo, do tempo em que eram os pais determinavam o tipo de corte de cabelo dos filhos.

O CORTE DE CABELO
Davi Figueiredo e João Paes, ambos amigos do autor do Blog do Ademir Rocha

Devia ter meus oito anos de idade, e não mandava em nada em casa, nem no meu corte de cabelo, que era todo raspado atrás, tipo militar como meu pai dizia, só com uma pequena pastinha na frente, e olha que o Ronaldo fenômeno não tinha nem nascido, para pelo menos ter uma desculpa ao corte imposto pelo meu pai.
Porem o grande problema não era o corte do cabelo, mas o sofrimento, a tortura para ser mais específico, que eu passava naquela cadeira de espaldar alto, onde era colocado um pedaço de tábua atravessada nos braços para que eu ficasse na altura certa do meu algoz, algoz sim, porque seria impossível pensar em outra palavra para exprimir os momentos de angustia, tensão e medo que eu passava naquela cadeira, cheguei a ver vários garotos da minha idade correndo pelas ruas só com a metade da cabeça raspada, estes tinham conseguido em algum momento de descuido fugir do sofrimento imposto por aquela parafernália de instrumento usada pela figura denominada barbeiro.
Pois bem, logo ao sentar me deparava com um pequeno móvel a minha frente, constituído de uma pequena penteadeira com um grande espelho, e da minha posição privilegiada, (de cima da tábua), enumerava os objetos de “tortura: Uma tesoura toda de metal de pontas finas, uma navalha super afiada, um pedaço de mututi, para amolar a dita cuja, um pente de osso com dentes pontiagudos, e por último, uma engrenagem de metal, essa sim o suprassumo da tortura, “A MÁQUINA” como era chamada pelo Seu Costa o barbeiro predileto de meu pai, e logicamente o escolhido para presidir a seção de tortura. “A MAQUINA” era constituída de uma cabeça de metal achatada, com um parafuso na parte superior que servia para comprimir duas lâminas dentadas afiadíssimas que sobressaiam na parte frontal, duas hastes de metal nas laterais da “MAQUINA” eram acionados pelo seu Costa, para que continuamente esses dentes abrissem e fechassem em torno da cabeça da vítima.
Quando entrava na barbearia pelas mãos de meu pai, os olhos já começavam a lacrimejar antes do tempo, prevendo o sofrimento, que viria. Seu Costa então amarrava um lençol branco em volta do meu pescoço, que de tão apertado meu rosto e meus olhos ficavam congestionados como uma chaleira, prestes a explodir, após espirrar água com uma bomba de metal em minha cabeça, perguntava a meu pai: - Como é o corte?, A resposta vinha como sempre e eu achava que era até uma senha para iniciar a seção de tortura: - MILITAR! “A MÁQUINA” entrava em ação, e vinha raspando, mordendo, beliscando desde a base do pescoço, provocando além da dor, um calafrio que percorria toda a espinha dorsal, e geralmente acompanhada por duas lágrimas furtivas que teimavam em cair dos olhos
Às vezes, escondido do meu pai que lia um jornal qualquer, falava baixinho que estava doendo, então o seu Costa desmontava a “MAQUINA”, peça por peça, espalhava em cima da penteadeira espanava com um pincel que tirava da gaveta, passava um pouco de talco, e depois de montada novamente, de nada tinha adiantado, a “MÁQUINA” continuava da mesma forma, fria, mortífera, impessoal, e como se tivesse vida própria, prosseguia com a sua função de retroescavadeira.
Após o uso da “MÁQUINA”, ficava aguardando de pescoço encolhido a finalização da tortura: que intitulei de “A NAVALHA NA CARNE”, dei esse nome quando vi o livro de Plínio Marcos, arrumadinho na estante da sala de casa, e nunca vi nome mais apropriado para o momento que vou narrar:, Após borrifar no pescoço, água misturada com perfume, Seu Costa, empurrava minha cabeça para baixo, para que o pescoço ficasse exposto em toda a sua plenitude, e depois de fazer um batuque com a navalha e o mututi (até gostava), começava a raspar o meu pescoço a ponto de ficar um vermelho vítreo, com gotículas de sangue teimando em sair pelos poros, as lágrimas porejavam de novo nos olhos e não sei até hoje qual seria a pior parte da tortura, se a “MÁQUINA” ou “A NAVALHA NA CARNE.
Porem nem tudo era tortura, sequestro ou cárcere privado naquela cadeira de ébano, após todo esse sofrimento, como premio ou talvez até como um singelo pedido de desculpa meu pai pagava um sorvete de cascalho na sorveteria do Loló, e eu de cabelo de pastinha, pescoço que nem um galo de briga e sorvete na mão, finalmente ia prá casa feliz da vida!.

Davi Figueiredo

Crônica
A crônica abaixo foi feita para homenagear e recordar o conhecido e popular Chacanhanga ou Chaca para os mais íntimos e que falecera há poucos dias em Belém/PA:

Luiz Fernando, esse era o pseudônimo do Chacanhanga. Não é mais uma piada do Chaca, ele gostava mesmo do seu apelido talvez mais do que seu nome, e toda a sua obra aqui na terra, tanto as de humor, como as de trabalho, assim como as obras que edificou na sua família junto com a sua esposa e seus filhos, levaram a assinatura de Chacanhanga, Luiz Fernando é um nome muito sério para o talento do Chaca, então vamos deixar assim, como está. Tenho prá mim que ao chegar no Céu, o criador abrindo o portão celestial disse sorrindo:- Estamos te esperando Chacanhanga, o show está para começar!
Sempre conheci o Chaca, sorridente e sempre com uma piada na ponta da língua, isto para qualquer ocasião que houvesse, tinha o humor no sangue, e uma vez disse ao Lial, que a Globo só tinha contratado o Renato Aragão porque não conhecia o Chacanhanga, pessoas como o Chaca serão simplesmente eternas em nossos corações.
Uma vez no quintal de sua casa, bebendo com vários amigos um galo de sua criação, roubou um pedaço de churrasco de um prato, o Chaca gritou para a sua esposa: - Bena um galo acabou de roubar um pedaço de churrasco!, E a Bena, qual deles Chaca? E o Chaca: - foi aquele de bermuda ali!
Outra inesquecível aconteceu quando o Chaca era proprietário de uma loja de venda e abate de frangos, a vizinha da loja do lado, aperreada para dar troco, mandou uma funcionaria trocar na loja do Chaca dez cruzeiros em miúdo, o Chaca incontinente, manda pela funcionaria uma sacola com fígado, coração e moela de frango, um minuto depois a vizinha chegou reclamando e perguntando para o Chaca o que era aquilo, e o Chaca: - a senhora mandou trocar dez cruzeiros em miúdos, mas miúdo do que isso é impossível!
Uma certeza teremos, uma pessoa, que viveu a vida toda sem fazer inimigos, e que ao contrario sabia com o ele só, granjear amizades, com a sua alegria, seu humor, sua inteligência, sua vontade de viver, sua simplicidade, sua autenticidade, seu amor pela família, seu modo de receber os amigos em sua casa, e principalmente pela alma pura que tinha, não poderá ter outro caminho a não ser aquele que o levará ao paraíso celeste, e lá terá a felicidade suprema que fez jus, pelo exemplo e pela alegria que proporcionou aqui na terra.
Tomo para mim os versos do poeta Vinicius de Moraes, que exemplifica o que foi o Chaca para nós: “A coisa mais divina desse mundo é viver cada segundo como nunca mais”, o Chaca viveu, e nos fez viver também.

Abaixo uma crônica do Davi Figueiredo e sua enorme repercussão na rede.

Como hoje é dia do padre segundo a minha amiga Nilce Maria, vai uma crônica minha para quem ainda não leu.

O CONTO DO VIGÁRIO
Aqui em Abaetetuba pelos idos de 1964, muitos rapazes de nossa sociedade ingressaram no seminário em Belém do Pará no propósito de viverem uma vida sacerdotal e celibatária, muitos influenciados pelas próprias famílias católicas e conservadoras, estes não deram muito certo largaram a batina pelo primeiro rabo de saia que encontraram, somente alguns que carregavam na alma a vocação sacerdotal seguiram em frente.
Estou falando isso porque senti na pele um desses exemplos que não deram certo.
Certo dia minha avó por parte de mãe, muito católica, tanto que era da ordem das Filhas de Maria, do Apostolado de Nª Srª de Conceição, do Apostolado do Sagrado Coração de Jesus, da Ordem de São Francisco, e da Ordem de São Benedito anunciou: - neste domingo eu convidei para um almoço aqui em casa a Maruquita do Manelogenio e o seu filho Ticó que está estudando para padre em Belém, eu quero todo mundo arrumado esperando os nossos convidados, afinal de contas argumentou, ele vai ser um emissário de Deus aqui na terra.
No domingo a casa estava animada, minha avó tinha contratado duas cozinheiras para reforçar no preparo do almoço, o cardápio tinha de tudo, macarronada, maniçoba, pato no tucupi, galinha a cabidela e coisa e tal, até me lembro que tive uma briga com outros meus irmãos por causa da raspa da panela de calda de açúcar do pudim.
Antes quero descrever a casa que morávamos na época: ficava onde hoje se encontra o prédio Figueiredo, era um casarão com telhas de barro todo em madeira, com aproximadamente oito janelas que davam para um saguão lateral, na frente um pequeno pátio que chamávamos de varandim, uma escada em concreto de quatro degraus ornamentava a entrada que dava para o lado da praça Nª Srª da Conceição.
Pois bem, ao meio dia estávamos no pátio juntamente com a minha avó, todos perfilados esperando os convidados. Ao meio dia em ponto, surgiram do lado da praça a Tia Maruquita, (como gostava de ser chamada) de braços dados com um rapaz vestido com uma batina bege impecável, e que vez ou outra cumprimentava com um aceno circunspecto as pessoas que passavam.
A minha expectativa aumentava ao passo em que eles se aproximavam da casa, afinal de contas era um emissário de Deus segundo minha avó, ao subirem a escadinha que antecedia o pátio os meus olhos estavam fixos naquela pessoa de batina que tinha o privilegio ou talvez a missão de representar Deus aqui na terra, tanto é que não prestei atenção quando minha avó ao meu lado falou baixinho – toma bença dele, ao não atender, fui instado novamente por minha avó já com os dentes cerrados imitando um sorriso, – “tãma bençã dele”!, não entendi essas palavras mastigadas, ai veio a terceira convocação esta com um coque rápido e preciso na cabeça, toma bença dele!!, sentindo uma dor ardente na moleira, estendi a mão e com lágrimas nos olhos e a voz de choro disse: – Berrença padre, e ele – Deus te abençoe meu filho.
Aquela benção não me resignou muito, a cabeça doía e com os olhos cheio de lágrimas pensei em não almoçar como meio de protesto, porem a fome e o aroma que os pratos produziam fizeram eu mudar de idéia. O prejuízo seria maior.
Ao sermos chamados para o almoço, fomos contidos por minha avó e minha mãe para que deixássemos o Padre Ticó escolher o seu lugar, depois fomos silenciosamente ocupando outras cadeiras.
Então este uniu as mãos em prece elevou os olhos para um quadro da Santa Ceia que ornava a parede em frente a mesa e ofereceu aquele repasto a Deus e a todas as pessoas necessitadas, logo após foi servido o almoço. Minha avó puxava conversa com o padre, com relação aos seus estudos no seminário e este solicito, com um olhar sereno e meigo, igual o olhar daquele anjinho que está nos pés da imagem de Nª Srª da Conceição, respondia a todas as perguntas, sem deixar de dar generosas garfadas na macarronada.
Após o almoço, na despedida, abençoou toda a família e compenetrado fez uma oração a pedido de minha avó seguido de um coro de amem respondido pelos presentes e saiu com sua mãe, desta vez rumo as ruas da cidade, talvez para fazer a digestão ou para dar uma volta e matar as saudades..
Ao passar por uma determinada rua, segundo relato choroso da tia Maruquita no dia seguinte, foi chamado por vários colegas que tomavam batida de limão no boteco do Moacir e que estavam se preparando para saírem no sujo (naquele tempo chamávamos de bôbo) pelas ruas da cidade, já que era época de carnaval, nesse momento foram rechaçados por Ticó, que argumentou que sua vida mudara e que estava totalmente voltada para a Igreja e seus Sacramentos, apesar dos apelos e dos argumentos quase convincentes dos amigos para tomar só um golinho da melhor batida de limão da cidade, seguiu em frente, se despedindo de cabeça erguida para o orgulho de sua mãe.
Ao chegar em sua casa alegou que teria que voltar para fazer uma visita à Igreja Matriz, e não sei por que cargas d’água, fez o mesmo caminho de volta, e ao chegar em frente do boteco do Moacir, novamente seus amigos o chamaram, desta vez com mais ímpeto, devido aos vapores etéreos do Alcool, - Vamos Ticó só umazinha!, Não vai fazer mal!, Pelos teus amigos!, Entra aqui que a gente faz a bandeira!, Ninguém vai saber de nada!, Deixa de ser orgulhoso. Com estes e outros argumentos, Ticó pegou o copo e deu um golinho, ai veio os papos – como é lá no seminário?, Um gole, tu não sentes saudades daqui? Outro gole, deixa eu te contar a última!, Mais um gole, conclusão quatro horas da tarde, ouve-se um barulho de tambor, fizemos aquela gritaria em casa, lá vem o bôbo!, Lá vem o bôbo!, corremos para a janela e para o nosso espanto vimos vários rapazes sujos de maisena, o Paulo Tribi, com o seu inconfundível tambor de coro de jibóia, cantando – Madureira chorou, Tum dum Tum dum, Madureira chorou de dor tumdumtumdumtumdum, e na frente comandando o espetáculo, para nosso espanto, com a batina toda suja de lama o Padre Ticó, o emissário de Deus, sambando, virando salto mortal e fazendo piruetas diversas em plena avenida D. Pedro II.
A mesa ainda estava sendo desarrumada, as cozinheiras sendo pagas por minha avó e a minha cabeça ainda latejava pelo cascudo recebido.
Procurei uma desculpa para a dor que sentia e para o galo que estava teimando em nascer na minha cabeça, então arrumei um alento de que nem tudo estava perdido, afinal de contas o almoço tinha sido uma delicia, e a Santa Igreja Católica livre de Ticó graças a batida de limão do Moacir, e do tambor de couro de jibóia do Paulo Tribi.

Iolanda Parente Meu caro Davi, que surpresa boa ler tua deliciosa crônica neste domingo meio que sem graça, aliás nem sabia que você era cronista. Vou te contar uma curiosidade. Minha mãe foi mãe de leite de uma das tuas irmãs, por isso eram amigas e lembro dessa varanda de tua casa, época de festa da Conceiçao iamos ver o arraial de lá, um bando de crianças. Saudades.

Bene Costa Maravilha Davi!! Já ganhei o meu domingo, o Padre Ticó chutou o pé da barraca... kkkkk!!

Astrogildo Martins Martins Égua Davi Figueiredo, muito bacana, muito bom......, mas me tire uma dúvida, o Padre Ticó, conhecia o Fernandão? Astrogildo Martins Martins Outra coisa Davi
Figueiredo, se sua Avó viu as estrepolias do sacerdote, ela merecia um coque também ou uma bicuda na canela, perdeste a oportunidade. rsrsrsrsr.

Nilce Maria KKK essa crônica animou meu domingo..tem mtos q deixaram a batina, por um outro ideal..ja exist até um grupo dos 'ex padres'

Clever Loureiro Muito boa, Davi! Ainda bem que o coque não te fez esquecer os detalhes, pelo contrário.

Iolanda Parente O prof. Onofre era conhecido como Capelão porque era ex-seminarista.

Marcela Josefina Parente E CADÊ ELE? DAVI. ERA CHIK FAZER SEMINÁRIO. ATÉ O FELIPINHO FOI, MAS NÃO AGUENTOU. Marcela Josefina Parente DA VARANDA DE TUA CASA LEMBRO BEM. NAS TARDES DA JOVEM GUARDA, FUGINDO PELA MUINHA, ÍAMOS PRA TUA CASA ASSISTIR ROBERTO. NÓS ENTRAVAMOS E A GALERA FICAVA PELO LADO DE FORA. SEU NICOLA ACABOU COMPRANDO UMA TELEVISÃO E ACABOU A FARRA.

Bene Costa Mistério amiga Nilce, somente o nosso amigo Davi ou o Paulo Tribí o "Goleiro Gaivota", poderão repassar essas coordenadas. Cadê Ticó? Eis a pergunta.

Eduardo Carvalho Parabéns Davi Figueiredo, excelente crônica, existindo ou não o padre Ticó, você narrou muito bem os sentimentos e costumes da época de uma Abaetetuba muito melhor e que deixa saudades...

Bene Costa Padre Ticó sambando, virando salto mortal e fazendo piruetas diversas ao som do famoso tambor do Paulo Tribí em plena avenida D. Pedro II, depois de saborear um almoço especial, recheado de delícias da nossa culinária e uma batida de limão do Moacir, realmente era pra morrer de rir. Precisamos saber meu caro Daví, qual o nome verdadeiro do Padre Ticó?

Benicio Lobato Cruz O PADRE TICÓ...ERA PRIMO DO SEU LOLÓ....

Davi Figueiredo Antes de tudo, muito obrigado a todos voces por terem gostado da minha crônica, e quanto ao padre Ticó, ele realmente existiu, e se chamava Cleto, logo após o ocorrido não voltou a Belém para completar seus estudos no seminario, porem se casou com ...Ver mais

Bene Costa Parabéns Davi! repassei aqui na Rádio a Crônica o Conto do Vigário, e muita gente está ligando querendo saber o nome do Padre Ticó.

Davi Figueiredo Iolanda Parente, obrigado por ter gostado da minha crônica, tambem sinto muitas saudades dessa casa onde passei a minha infancia, me lembro que eu e meus irmãos aproveitávamos um córrego que se formava embaixo das janelas após a chuva para brincarmos de corrida de barquinho de papel, essas brincadeiras simples e características de cidade do interior, que teimam em não sair de nossa memória, graças a Deus.

Ana Maria Quaresma Realmente Davi Figueiredo, brincadeira simples e que agente acaba repassado pro nossos descendentes, pois hoje brinco com minha neta, num laguinho feito pela chuva no quintal de casa, qdo a mesma me visita pois o simples é emocionante e ainda canto: Mandei fazer um barquinho de papel de papelão pra levar minha netinha pra dentro do coração E o sorriso que ela me devolve me faz sentir que num futuro ela repita essa brincadeira, simples mas que ficam eternizadas em nossa memoria!!!!!

Antonio José Lima Ribeiro Oi Davi Figueiredo. Lí tua cronica " O Conto do vigário", e além de gostar, achei interessante. Quero te parabenizar,amigo.(Ès ótimo contista e cronista do dia a dia abetetubense). Aceita um forte abraço,conterrâneo amigo.! Antonio José Lima Ribeiro Ainda a respeito do padre Dicó, eu o conhecí. Ele tinha um irmão chamado Cravo, e que jogava futebol, e por sinal muito bom futebolista. O Dicó, no momento que chegou em Abaetetuba, na época do carnaval. Ok deu? Largou a "batina" e caiu na "gandaia".

Bene Costa Se não fosse o tremendo coque que o Davi levou de sua avó pra tomar bença do Padre Ticó, talvez não existisse essa obra prima que encantou os amigos desta página. Em Igarapé Mirí foi uma dedada que salvou uma vida, aqui em Abaeté foi um coque que se transformou no "CONTO DO VIGÁRIO".Bene Costa Ticó amigo Antonio José, era a alcunha do Padre.

Iolanda Parente O QUASE PADRE QUE NÃO FOI PADRE POR CONTA DE UMA CACHAÇADA.

Jess Maués Gostei muito da crônica Davi Figueiredo,Parabéns!!!

Ana Maria Quaresma Adorei também Davi Figueiredo, sei como é sentir um coque assim..rsrsrsrs...lembro também muito daquele "varandil bunito" da sua casa todos admiravam, também fiquei curiosa quem seria o padre Ticó??? as famílias daquela época realmente davam muita importância a que pelo menos um da família fosse Padre ou freira, minha mãe sonhava que eu fosse freira, quétanum..kkkkkkk, se não me engano o Prof. Onofre desistiu, mas sua irmã não, acho que tem uma irmã dele freira.

Davi Figueiredo Antes de tudo, muito obrigado a todos vocês por terem gostado da minha crônica, e quanto ao padre Ticó, ele realmente existiu, e se chamava Cleto, logo após o ocorrido, não voltou a Belém para completar seus estudos no seminário, porem se casou com uma jovem daqui de Abaetetuba, se não me engano da família Bitencourt e foi morar em Macapá, segundo minha irmã, Cleto faleceu há uns cinco anos, e deixou filhos, hoje formados e bem de vida, a tia Maroquita, mãe de Ticó, era prima da minha avó, e a chamávamos de tia e Manoelogênio, como o chamávamos, tomava café todo o dia em casa, dai a minha liberdade de contar esse episodio através desta crônica.

Canções de Ninar de Davi Figueiredo

Meus filhos, Nathalia, Davi e Maisa, quando pequenos sempre faziam questão de dormir comigo, tudo porque lhes cantava umas canções de ninar inventadas na hora de acordo com os pedidos deles, ai vinha:- pai canta uma música da borboleta, ai eu inventava algo com borboletas e assim por diante, depois copiava para não esquecer.
Há 19 anos a Maisa pediu para cantar uma de passarinho, encontrei hoje em uma folha amarelada:

Beija Flor
Beija flor
Beija flor
Vem morar
Vem morar pro meu quintal
Beija flor
Beija flor
Eu não vou
Eu não vou te fazer mal
Lá tem um pé de goiaba
Japiim
Um marmeleiro
Tem tem-tem tem bem-te-vi
Um limoeiro
E um pé de sapoti
Num cantinho do jardim
Tem a relva
Bem verdinha
Nas manhãs
Margaridas
Miosótis
Jaçanãs
Esperando
Por um beijo de amor
De Um tal de Beija flor.

Davi Figueiredo e esposa Nete com o grande Mestre
Luiz Sena
Acho que Davi Figueiredo fez a poesia abaixo quando era solteiro
Davi Figueiredo
Eu não sei porque que a gente
Gosta tanto de repente
De quem não gosta da gente
Essa vida é engraçada
Pois a gente vive amando
Sempre a pessoa errada

Todas as vezes que eu amo
Rezo tanto pra dar certo
Mas eu sempre me engano
A pessoa que eu amava
Sempre me desiludia
Não era o que eu pensava

Meu coração é mesmo sem juízo
Não sabe que eu preciso
Deixar de gostar tanto assim
Meu coração, às vezes, me entristece
Meu coração parece que não gosta de mim.
Davi Figueiredo é musico, tocando vários instrumentos musicais
A poesia abaixo é parte da irreverência e deboche de Davi Figueiredo frente a alguns cenários da vida e onde ele coloca muitas motivações culturais de Abaetetuba:

Davi Figueiredo
Para cantar com a música ela só quer só pensa em namorar:

Manda o Carão vender pupunha lá na feira
Que é prá ver se ele arranja algum tostão
Dona Venina que é mãe do seu Puguina
É fã desde menina da pupunha do Carão
Pupunha grande, pupunha pequenina
É filinho de pupunha é pupunha de montão
Ela só quer pupunha de Abaeté
Ela só quer pupunha Abaeté
Mas o carão não desanima
Gritando olha a pupunha
Vai vendendo as tais frutinhas
Em sua bicicleta vai parando nas esquinas
Mas a melhor freguesa é a Dona Venina
Ela só quer pupunha de Abaeté.

Davi Figueiredo
Minha Beja tão amiga
Minha vila tão antiga
Como posso me esquecer
Da cachaça azulada
Da viola orvalhada
Na brisa do amanhecer
E quando o dia amanhece
E o sol aos poucos se aquece
Tu és a vida a sorrir
O caboclo desce a praia
Desdenhando da arraia
Vai buscar o matapi.

Repentes de Davi Figueiredo:
Davi Figueiredo, seu irmão Arnaldo e amigo Roberto Osório
da Publicação de Davi Figueiredo

O Nonato é cronista
É poeta e romancista
Tudo o que ele escreveu
Realmente aconteceu
É um grande jornalista
Davi Figueiredo

Repente esportivo

A mucura voltou
A mucura voltou para a zona
Voltou para o lugar dela
Está acostumada a ser fona

Alguns comentários com seus amigos da Internet
Davi Figueiredo
Jaime, o Bebé do Preto, fez uma rifa pela loteria federal de uma porca, mil bilhetes foi só um tapa dentro do DER, no dia do sorteio o Filinho foi o felizardo, antes de ir buscar o premio, comprou uma saca de carvão e meteu fiado na mercearia do lado três garrafas de conhaque presidente, um garrafão de vinho D. Bosco e duas garrafas de Cortezano, convidou a metade da rua e contratou o Soí com seu carro de mão, e já com água na boca foi buscar a porca, ao chegar na porta da casa do Bebé, este já estava esperando com uma enorme de uma porca da roda traseira de trator. Aproveitou o carro do Soí e foi bater no hospital com a pressão 25x14.

José Jaime Brasil Xavier 
....Davi Figueiredo...outro dia fui tomar café lá no Estelo, e ele chegou. O Estelo perguntou pra ele se ele não queria mandar alguma coisa pra filha dele que mora no Rio (casada com um marinheiro)., que eu estava indo assistir o Rolling Stone e eu podia levar alguma coisa. O Bebê vira pra mim e perguntou se eu podia levar 2 quilos de capivara, 2 de camarão e pão (daqueles que vende lá na beira). Que a filha de ele morre de saudade daquelas coisas. Falei pra ele que não ia dar porque eu ia primeiro em São Paulo e a capivara podia ficar "rancenta" com a demora.

Alguns amigos do Davi Figueiredo


Ireverência do Davi Figueiredo
Davi Figueiredo Eu e o Lial cantávamos:

E agora José,
Joséca Miró
José do Mamede
José do Dedico
José Capataz,
José do Paraaaaá
José da tia Sara
José da tia Laura. E por ai afora.

Davi Paes Figueiredo
O Davi Figueiredo cultiva o hábito de boas músicas e bons livros
Meus livros estão em uma estante que mandei fazer apenas para eles, geralmente os amigos nos finais de semana vira e mexe estão levando uns emprestados, alguns devolvem outros não, pensei em colocar uma placa com os dizeres não empresto livros, por favor não insista, porem achei deselegante, então fiz um poema, imprimi e coloquei em uma moldura, hoje orna a minha estante:

Livro é coisa seriíssima
Tem que ser preservado
É parece filho único
Tem que está no nosso lado

O livro é um doce abrigo
É lastro que nos sustenta
São asas que nos inspiram
É pão que nos alimenta

Por isso nesse momento
Peço licença e vos digo
Perdi um livro emprestado
E quase perco um amigo


Davi Paes Figueiredo
Davi Figueiredo: Luiz Solano, essa historia do 102 macacos como escrevi, foi o famoso cametaense Amilcar Moreira, quando era deputado em Brasilia, que pediu, nessa nomenclatura mesmo, os macacos para o seu pai em Cametá, o pai do Amilcar, teve um bom trabalho, mas conseguiu colocar dentro do avião cento e dois macacos prego, como tinha entendido. Conta a história que era macaco em todos os lugares do avião. Agora faz uma ideia a chegada em Brasilia!
Luiz Solano Caro Davi.Boa tarde irmão e amigo.Trabalhei com o Amilca (Amirca) Moreira, na Câmara dos Deputados.Grande figura.Segundo informações ele ainda vive em Cametá.Deve ter hoje quase 90 anos de idade.Apesar de pouco conhecimento tinha uma grande sabedoria, a sabedoria caboca dos cametaenses.Agora eu quero o macaco prego.Te vira e me manda...kkkkk

Davi Figueiredo
ESSES FILHOS!
Já fui acordado de madrugada por vários motivos, pelos sons de carros que passam com seus volumes altos e músicas de péssimo gosto, pelo escapamento de alguma moto, pelo vento provindo de um temporal, por bêbados que passam falando alto no silencio da noite, enfim, vários motivos já me fizeram levantar da cama assustado, porem esta madrugada me acordei devido a um HORDÉOLO, para quem não sabe o que é, HORDÉOLO é o nome científico do tersol. Minha filha Maisa, me liga às cinco horas da madrugada, pulo da cama com o coração a mil: - Meu Deus do céu quem será? Pego o celular e escuto do outro lado uma voz chorosa:- Pai, tô com terçol, não sei o que fazer, tá enorme! – Caramba Maisa quase que tu me mata de susto, isso é hora de ligar por causa de um simples tersolzinho? – Tersolzinho pro senhor, como é que eu vou sair com isso, o senhor sabe algum remédio? -De imediato não, e também não é do dia prá noite que isso desaparece. - E se eu espremer? – Não faz isso que é pior, ouvi dizer que isso é baixa resistência, vai em uma farmácia, fala com o farmacêutico, talvez ele saiba de um remédio, - E faca quente? – O que???, - É, se eu passar a faca quente em cima!, - Não sei não, vais acabar queimando o olho e piorando as coisas. -Tá pai vou ver o que é que eu faço, desculpe ter lhe acordado viu? Volto a me deitar, prá ver se durmo mais um pouco, cinco minutos depois o celular toca novamente, salto da cama para atender: - Pai, vi no Google agora, que colocar compressas de água morna em cima é bom, o que o Sr acha?
Estou na cozinha, já fiz o café, arrumei a mesa, esquentei o pão, vou até a janela, o sol está começando a raiar no horizonte.

Irreverência poética
Davi Paes Figueiredo

A ROSA DO CUME
No alto daquele cume
Plantei uma roseira
O vento no cume bate
A rosa no cume cheira

Quando vem a chuva fina
Salpicos no cume caem
Formigas no cume entram
Abelhas do cume saem

Quando vem a chuva grossa
A água do cume desce
O barro do cume escorre
O mato no cume cresce

Então quando cessa a chuva
No cume volta a alegria
Pois torna a brilhar de novo
O sol que no cume ardia.

Davi Paes Figueiredo

Prás pessoas que eu detesto
Diga sempre que eu não presto
Que o meu lar é o Gretas bar
Que eu arruinei a sua vida
Que eu não mereço a comida
Que você quer me pagar

Família


Onde está o Davi Figueiredo, está a alegria, a descontração e a irreverência

A Família de Davi Figueiredo é muito grande, uma das maiores e mais tradicionais de Abaetetuba

Ascendentes e demais parentes de Davi Figueiredo
Os Negrão Figueiredo
. Raimundo Negrão Figueiredo, com irmãos: Marcelino/Bideca, Pedro e outros em pesquisa. Casou com Astrogilda Paes e com filhos: Ana Maria, Arnaldo Paes Figueiredo, Davi Paes Figueiredo, Rosa Maria Paes Figueiredo, Maria Helena e outros.
. Ana Maria Paes Figueiredo, foi oradora da Turma de Humanista, ano de 1962, do Inst. N. S. dos Anjos, casou com José Edmilson Lobato.
. Marcelino Negrão Figueiredo
. Maria Helena Paes Figueiredo. Colou grau na turma de Humanistas, ano de 1962, do Inst. N. S. dos Anjos, em Abaeté do Tocantins.
. Maria do Carmo Paes Figueiredo. Concluiu o Curso de Humanista, ano de 1962, no Inst. N. S. dos Anjos, em Abaeté do Tocantins.
. Arnaldo Paes Figueiredo, nasceu em 13/11/1948 e herdou de seu pai a fabrica de gelo FRIPAL, sito à Rua Siqueira Mendes, nº 1823, casou  e com filhos.
. Pedro Negrão Figueiredo
. Rosa Maria Paes Figueiredo, optou pela vida religiosa como Irmã da Ordem das Xaverianas, professora.
. Davi Paes Figueiredo, formado em Direito e exerce a função de advogado, casou com Nete Sena e tiveram filhos: Maísa, Nathalia e Davi Filho.
. Bideca, casou e com filhos: Ademir, Alcyr, Mara e outros?
. Pedro Negrão Figueiredo, casou com filhos.
Família Figueiredo
. Abigail Negrão Figueirdo/Branca, filha de Marcellino Figueiredo e Anna Rita Negrão, c/c Luzinaldo Lobato/Loló e tiveram filhos: Fernando, Luzinaldo/Luzi, Lucidéa, Elina e Rosália Figueiredo Lobato.
Filhos de Abigail Negrão Figueiredo/Branca e Luzinaldo Lobato/Loló:
. Fernando Figueiredo Lobato
. Luzinaldo Figueiredo Lobato/Luzi
. Lucidéa Figueiredo Lobato
. Elina Figueiredo Lobato
. Rosália Figueiredo Lobato
. Amazonina Negrão Figueiredo, filha de Marcellino Figueiredo e Anna Rita Negrão, c/c Joras Magalhães, este filho de Beatriz que c/c Dr. Novaes e com filhos: Ana Beatriz Figueiredo Magalhães.

Filhos de Amazonina Negrão Figueiredo e Joras Magalhães:
. Ana Beatriz Figueiredo Magalhães
. Antonia Negrão Figueiredo/Preta, filha de Marcellino Negrão Figueiredo e Anna Rita Negrão, c/c Antonio Bittencourt/Totônio e com filhos: Luiz, Gláucio e Rosana Figueiredo Bitencourt.

Filhos de Antonia Negrão Figueiredo/Preta e Antonio Bittencourt/Totônio:
. Luiz Figueiredo Bittencourt
. Gláucio Figueiredo Bittencourt
. Rosana Figueiredo Bittencourt
. Arnaldo Paes Figueiredo, filho de Raimundo Negrão Figueiredo e Astrogilda Pereira Paes, comerciante e industrial tendo herdado a fábrica de gelo FRIPAL de seu pai, casado e com filhos.
. Benedita Negrão Figueiredo/Graci, estudante da escola INSA citada em 1960, filha de Marcellino Figueiredo e Anna Rita Negrão, c/c João Bento Carvalho e com filhos: João/Joãozinho e Joacildo Figueiredo Carvalho.
Filhos de Benedita Negrão Figueiredo/Graci e João Bento Carvalho:
. João Figueiredo Cavalho/Joãozinho
. Joacildo Figueiredo Carvalho
. Clara Negrão Figueiredo/Clarita, c/c Tomé Castro e com filhos: Suely e Carlos Figueiredo Castro.
Filhos de Clara Negrão Figueiredo/Clarita e Tomé Castro:
. Suely Figueiredo Castro
. Carlos Figueiredo Castro
. Davi Paes Figueiredo, filho de Raimundo Negrão Figueiredo e Astrogilda Pereira Paes/Gilda, advogado militante em Abaetetuba, casado e com filhos.
. Dolores Negrão Figueiredo/Santinha, filha de Marcellino Figueiredo e Anna Rita Negrão, c/c Diquinho Cardoso e tiveram filhos: Dica, Raimundinho, Joana, Ana e outros em pesquisa.
Filhos de Dolores Negrão Figueiredo/Santinha e Raimundo Ferreira Cardoso/Diquinho Cardoso:
. Dica Negrão
. Elza Negrão Figueiredo/Piquixita, filha de Marcellino Figueiredo e Anna Rita Negrão, c/c Maximiano Lima Cardoso/Maxico Cardoso e com filhos: Vera, Ana Brígida, Elza Hildebrandina, Sérvulo, João Bosco, Passarinho e Clóvis de Figueiredo Cardoso.
. Francisco Negrão Figueiredo/Chico, filho de Marcellino Figueiredo e Anna Rita Negrão e teve o filho Francisco Filho.
. Izilda Maria Paes Figueirdo, já é falecida, era casada.
. Marcellino Figueiredo, de descendência portuguesa, com vários irmãos que moravam em Macapá, Villa Viçosa e outros lugares do Pará, sendo que só sua irmã Mimita Figueiredo veio com Marcellino para Abaeté. Marcellino c/c Anna Rita Negrão, esta filha de Leandro Victor Negrão e Anna Negrão que são originários do Maracapucu-Mirim/Jupariquara e de descendência portuguesa e tiveram filhos: Raimundo, Dolores/Santinha, Abigail/Branca, Antonia/Preta, Elza/Piquixita, Clara/Clarita, Oneide, Amazonina, Benedita/Graci, Maria Brígida/Brígida, Marcelino/Bideca, Francisco/Chico e Pedro Negrão Figueiredo.
. Anna Negrão, casou com Leandro Victor Negrão e com filhos: Anna Rita Negrão
. Anna Rita Negrão, casou com Marcellino Figueiredo e com filhos. Vide Marcellino Figueiredo
. Leandro Victor Negrão, casou com Anna Negrão e com filhos: Anna Rita Negrão
. Mimita Figueiredo, irmã de Marcellino Figueiredo
Filhos de Marcellino Figueiredo e Anna Rita Negrão:
. Abigail Negrão Figueiredo/Branca
. Amazonina Negrão Figueiredo
. Antonia Negrão Figueiredo/Preta
. Benedita Negrão Figueiredo/Graci
. Clara Negrão Figueiredo/Clarita
. Dolores Negrão Figueiredo/Santinha
. Elza Negrão Figueiredo/Piquixita
. Francisco Negrão Figueiredo/Chico
. Marcellino Negrão Figueiredo/Bideca
. Maria Brígida Negrão Figueiredo/Brígida
. Oneide Negrão Figueiredo
. Pedro Negrão Figueiredo/Pedro Figueiredo
. Raimundo Negrão Figueiredo
. Marcellino Figueiredo, de descendência portuguesa, com vários irmãos que moravam em Macapá, Villa Viçosa e outros lugares do Pará, sendo que só sua irmã Mimita Figueiredo veio com Marcellino para Abaeté. Marcellino c/c Anna Rita Negrão, esta filha de Leandro Victor Negrão e Anna Negrão que são originários do Maracapucu-Mirim/Jupariquara e de descendência portuguesa e tiveram filhos: Raimundo, Dolores/Santinha, Abigail/Branca, Antonia/Preta, Elza/Piquixita, Clara/Clarita, Oneide, Amazonina, Benedita/Graci, Maria Brígida/Brígida, Marcelino/Bideca, Francisco/Chico e Pedro Negrão Figueiredo.
. Maria Figueiredo, prima de Marcellino Figueiredo, este é pai da Raimundo Negrão Figueiredo e seus irmãos e Maria era casada e com filhos: Lily Figueiredo,, Benedito Figueiredo, Raimundo Figueiredo Dias e João Figueiredo Dias.
. Marcelino Negrão Figueiredo/Bideca, músico que tocava clarinete na Banda Virgem da Conceição nos anos de 1950, mecânico de motores e dono de oficina mecânica em terreno da fábrica de Gêlo FRIPAL, filho de Marcellino Figueiredo e Anna Rita Negrão, c/c Dolores Silva/Dorita, esta filha de Vicente Gama Silva e com filhos: Vicente/Vivi, Adilson/Branco, Preto, Mara, Marly, Márcia e Marcélia Silva Figueiredo. 
. Raimundo Negrão Figueiredo, citado em 1945 como contribuinte e da comissão dos marítimos em uma noite de leilão de donativos da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
JUNTAR
. Marcelino Negrão Figueiredo/Bideca, músico que tocava clarinete na Banda Virgem da Conceição nos anos de 1950, mecânico de motores e dono de oficina mecânica em terreno da fábrica de Gêlo FRIPAL, filho de Marcellino Figueiredo e Anna Rita Negrão, c/c Dolores Silva/Dorita, esta filha de Vicente Gama Silva e com filhos: Vicente/Vivi, Adilson/Branco, Preto, Mara, Marly, Márcia e Marcélia Silva Figueiredo.
. Figueiredo, c/c Brígida e tiveram filhos: Marcellino Figueiredo e seus irmãos do Amapá e Villa Viçosa e outros lugares do Pará.
. Maria Brígida Negrão Figueiredo/Brígida, filha de Marcelino Figueiredo e Anna Rita Negrão, c/c Gaia e com um filho.
. Maria do Carmo Paes Figueiredo, filha de Raimundo Negrão Figueiredo e Astrogilda Pereira Paes/Gilda, formada humanista e catequista de 1962 pela escola INSA.
. Maria Helena Paes Figueiredo, filha de Raimundo Negrão Figueiredo e Astrogilda Pereira Paes/Gilda, formada humanista de 1962 pela escola INSA.
. Mimita Figueiredo, irmã de Marcellino Figueiredo, morou em Abaeté.
. Oneide Negrão Figueiredo, filha de Marcellino Figueiredo e Anna Rita Negrão, c/c Emil Miranda e com uma filha: Rita Figueiredo Miranda.
. Pedro Negrão Figueiredo, filho de Marcelino Figueiredo e Anna Rita Negrão, comerciante, casou e com filhos: Raquel, Angélica e Pedro Ribera Figueiredo/Pedrinho.
. Raimundo Negrão Figueiredo, filho de Marcellino Figueiredo e Anna Rita Negrão, comerciante dono do antigo Supermercado Figueiredo na Av. D. Pedro II canto com a Rua Barão do Rio Branco, industrial dono da fábrica de gêlo FRIPAL, proprietário do prédio Figueiredo, c/c Astrogilda Pereira Paes/Gilda e tiveram filhos: Maria Helena, Maria do Carmo, Ana Maria, Rosa Maria/Rosinha, Arnaldo, Davi, Izilda, Gilda, Sirley Paes Figueiredo.
juntar
Família
. Raimundo Negrão Figueiredo, com irmãos: Marcelino/Bideca, Pedro e outros em pesquisa. Casou com Astrogilda Paes e com filhos: Ana Maria, Arnaldo Paes Figueiredo, Davi Paes Figueiredo, Rosa Maria Paes Figueiredo, Maria Helena e outros.
. Ana Maria Paes Figueiredo, foi oradora da Turma de Humanista, ano de 1962, do Inst. N. S. dos Anjos, casou com José Edmilson Lobato.
. Marcelino Negrão Figueiredo
. Maria Helena Paes Figueiredo. Colou grau na turma de Humanistas, ano de 1962, do Inst. N. S. dos Anjos, em Abaeté do Tocantins.
. Maria do Carmo Paes Figueiredo. Concluiu o Curso de Humanista, ano de 1962, no Inst. N. S. dos Anjos, em Abaeté do Tocantins.
. Arnaldo Paes Figueiredo, nasceu em 13/11/1948 e herdou de seu pai a fabrica de gelo FRIPAL, sito à Rua Siqueira Mendes, nº 1823, casou  e com filhos.
. Pedro Negrão Figueiredo
. Rosa Maria Paes Figueiredo, optou pela vida religiosa como Irmã da Ordem das Xaverianas, professora.
. Davi Paes Figueiredo, formado em Direito e exerce a função de advogado, casou com Nete Sena e tiveram filhos: Davi Filho e outros.
. Bideca, casou e com filhos: Ademir, Alcyr, Mara e outros?
. Pedro Negrão Figueiredo, casou com filhos

Família Paralela
Os Figueiredo Cardoso
. Adelino Cardoso de Figueiredo, é irmão de João Cardoso de Figueiredo
. Elpídio Figueiredo, tio de Maximiano Figueiredo Cardoso
. Maximiano Figueiredo Cardoso, era casado e com filhos: Aníbal, Sinval, Antoniozinho, Alfredinho e outros. Maxico Cardoso, como era chamado, era rico e tinha uma lancha tipo gaiola que foi para o fundo do mar e nesse episódio morreram duas de suas filhas. Depois desse fato ele resolveu se mudar para a cidade de Parintins, no Amazonas, onde morava um seu tio de nome Elpídio Figueiredo. Nessa cidade ele se tornou industrial, comerciando fibra de juta, comércio de exportação, adquiriu prestígio como bom e rico comerciante e nessas condições veio até Abaeté e contratou a Banda Carlos Gomes para tocar na festa de Nossa Senhora do Carmo, em Parintins, de quem era devoto. Prudente Ribeiro de Araújo trabalhava no seu escritório, como Guarda-Livro.
Citações sobre Maximiano Figueiredo Cardoso:
- Pagamentos em 30/10/1896, a João Gabriel de Figueiredo, pelo fornecimento de mercadorias e materiais ao quartel e cadeia desta cidade (Abaeté), no governo do Intendente Emygdio Nery da Costa.
- Miguel Matos e João Gabriel de Figueiredo possuíam imóveis na Av. Coronel Aristides Siva, anos de 1920. É citado com herdeiros em 1930.

Filhos de Maximiano Figueiredo Cardoso
. Anibal Figueiredo, filho de Maximiano Figueiredo Cardoso/Maxico
. Sinval Figueiredo, filho de Maximiano Figueiredo Cardoso/Maxico
. Antonio Figueiredo/Antoniozinho, filho de Maximiano Figueiredo Cardoso/Maxico
. Alfredo Figueiredo/Alfredinho, filho de Maximiano Figueiredo Cardoso/Maxico
. João Gabriel de Figueiredo
Família Figueiredo
. Abigail Negrão Figueirdo/Branca, filha de Marcellino Figueiredo e Anna Rita Negrão, c/c Luzinaldo Lobato/Loló e tiveram filhos: Fernando, Luzinaldo/Luzi, Lucidéa, Elina e Rosália Figueiredo Lobato.
Filhos de Abigail Negrão Figueiredo/Branca e Luzinaldo Lobato/Loló:
. Fernando Figueiredo Lobato
. Luzinaldo Figueiredo Lobato/Luzi
. Lucidéa Figueiredo Lobato
. Elina Figueiredo Lobato
. Rosália Figueiredo Lobato
. Amazonina Negrão Figueiredo, filha de Marcellino Figueiredo e Anna Rita Negrão, c/c Joras Magalhães, este filho de Beatriz que c/c Dr. Novaes e com filhos: Ana Beatriz Figueiredo Magalhães.
juntar
Filhos de Amazonina Negrão Figueiredo e Joras Magalhães:
. Ana Beatriz Figueiredo Magalhães
. Antonia Negrão Figueiredo/Preta, filha de Marcellino Negrão Figueiredo e Anna Rita Negrão, c/c Antonio Bittencourt/Totônio e com filhos: Luiz, Gláucio e Rosana Figueiredo Bitencourt.
juntar
Filhos de Antonia Negrão Figueiredo/Preta e Antonio Bittencourt/Totônio:
. Luiz Figueiredo Bittencourt
. Gláucio Figueiredo Bittencourt
. Rosana Figueiredo Bittencourt
. Arnaldo Paes Figueiredo, filho de Raimundo Negrão Figueiredo e Astrogilda Pereira Paes, comerciante e industrial tendo herdado a fábrica de gelo FRIPAL de seu pai, casado e com filhos.
. Benedita Negrão Figueiredo/Graci, estudante da escola INSA citada em 1960, filha de Marcellino Figueiredo e Anna Rita Negrão, c/c João Bento Carvalho e com filhos: João/Joãozinho e Joacildo Figueiredo Carvalho.
Filhos de Benedita Negrão Figueiredo/Graci e João Bento Carvalho:
. João Figueiredo Cavalho/Joãozinho
. Joacildo Figueiredo Carvalho
. Clara Negrão Figueiredo/Clarita, c/c Tomé Castro e com filhos: Suely e Carlos Figueiredo Castro.
Filhos de Clara Negrão Figueiredo/Clarita e Tomé Castro:
. Suely Figueiredo Castro
. Carlos Figueiredo Castro
. Davi Paes Figueiredo, filho de Raimundo Negrão Figueiredo e Astrogilda Pereira Paes/Gilda, advogado militante em Abaetetuba, casado e com filhos.
. Dolores Negrão Figueiredo/Santinha, filha de Marcellino Figueiredo e Anna Rita Negrão, c/c Diquinho Cardoso e tiveram filhos: Dica, Raimundinho, Joana, Ana e outros em pesquisa.
Filhos de Dolores Negrão Figueiredo/Santinha e Raimundo Ferreira Cardoso/Diquinho Cardoso:
. Dica Negrão
. Elza Negrão Figueiredo/Piquixita, filha de Marcellino Figueiredo e Anna Rita Negrão, c/c Maximiano Lima Cardoso/Maxico Cardoso e com filhos: Vera, Ana Brígida, Elza Hildebrandina, Sérvulo, João Bosco, Passarinho e Clóvis de Figueiredo Cardoso.
. Francisco Negrão Figueiredo/Chico, filho de Marcellino Figueiredo e Anna Rita Negrão e teve o filho Francisco Filho.
. Izilda Maria Paes Figueirdo, já é falecida, era casada.
. Marcellino Figueiredo, de descendência portuguesa, com vários irmãos que moravam em Macapá, Villa Viçosa e outros lugares do Pará, sendo que só sua irmã Mimita Figueiredo veio com Marcellino para Abaeté. Marcellino c/c Anna Rita Negrão, esta filha de Leandro Victor Negrão e Anna Negrão que são originários do Maracapucu-Mirim/Jupariquara e de descendência portuguesa e tiveram filhos: Raimundo, Dolores/Santinha, Abigail/Branca, Antonia/Preta, Elza/Piquixita, Clara/Clarita, Oneide, Amazonina, Benedita/Graci, Maria Brígida/Brígida, Marcelino/Bideca, Francisco/Chico e Pedro Negrão Figueiredo.
. Anna Negrão, casou com Leandro Victor Negrão e com filhos: Anna Rita Negrão
. Anna Rita Negrão, casou com Marcellino Figueiredo e com filhos. Vide Marcellino Figueiredo
. Leandro Victor Negrão, casou com Anna Negrão e com filhos: Anna Rita Negrão
. Mimita Figueiredo, irmã de Marcellino Figueiredo
Filhos de Marcellino Figueiredo e Anna Rita Negrão:
. Abigail Negrão Figueiredo/Branca
. Amazonina Negrão Figueiredo
. Antonia Negrão Figueiredo/Preta
. Benedita Negrão Figueiredo/Graci
. Clara Negrão Figueiredo/Clarita
. Dolores Negrão Figueiredo/Santinha
. Elza Negrão Figueiredo/Piquixita
. Francisco Negrão Figueiredo/Chico
. Marcellino Negrão Figueiredo/Bideca
. Maria Brígida Negrão Figueiredo/Brígida
. Oneide Negrão Figueiredo
. Pedro Negrão Figueiredo/Pedro Figueiredo
. Raimundo Negrão Figueiredo
. Marcelino Negrão Figueiredo/Bideca, músico que tocava clarinete na Banda Virgem da Conceição nos anos de 1950, mecânico de motores e dono de oficina mecânica em terreno da fábrica de Gêlo FRIPAL, filho de Marcellino Figueiredo e Anna Rita Negrão, c/c Dolores Silva/Dorita, esta filha de Vicente Gama Silva e com filhos: Vicente/Vivi, Adilson/Branco, Preto, Mara, Marly, Márcia e Marcélia Silva Figueiredo.
. Figueiredo, c/c Brígida e tiveram filhos: Marcellino Figueiredo e seus irmãos do Amapá e Villa Viçosa e outros lugares do Pará.
. Maria Brígida Negrão Figueiredo/Brígida, filha de Marcelino Figueiredo e Anna Rita Negrão, c/c Gaia e com um filho.
. Maria do Carmo Paes Figueiredo, filha de Raimundo Negrão Figueiredo e Astrogilda Pereira Paes/Gilda, formada humanista e catequista de 1962 pela escola INSA.
. Maria Helena Paes Figueiredo, filha de Raimundo Negrão Figueiredo e Astrogilda Pereira Paes/Gilda, formada humanista de 1962 pela escola INSA.
. Mimita Figueiredo, irmã de Marcellino Figueiredo, morou em Abaeté.
. Oneide Negrão Figueiredo, filha de Marcellino Figueiredo e Anna Rita Negrão, c/c Emil Miranda e com uma filha: Rita Figueiredo Miranda.
. Pedro Negrão Figueiredo, filho de Marcelino Figueiredo e Anna Rita Negrão, comerciante, casou e com filhos: Ana Raquel, Angélica e Pedro Ribera Figueiredo/Pedrinho.
juntar
. Raimundo Negrão Figueiredo, filho de Marcellino Figueiredo e Anna Rita Negrão, comerciante dono do antigo Supermercado Figueiredo na Av. D. Pedro II canto com a Rua Barão do Rio Branco, industrial dono da fábrica de gêlo FRIPAL, proprietário do prédio Figueiredo, c/c Astrogilda Pereira Paes/Gilda e tiveram filhos: Maria Helena, Maria do Carmo, Ana Maria, Rosa Maria/Rosinha, Arnaldo, Davi, Izilda, Gilda, Sirley Paes Figueiredo.

Famílias anexas aos Negrão Figueiredo
. Adelino Cardoso de Figueiredo, nascido em 1881, filho de João Gabriel de Figueiredo.
. Amérco Cardoso de Figueiredo, falecido por volta de 1922 deixando herdeiros, filho de João Gabriel de Figueiredo, antigo morador da Rua Siqueira Mendes, comerciante, era aviador e faleceu vítima de um desastre de avião.
. Anibal Figueiredo, filho de Maximiano Figueiredo Cardoso e Venina Cardoso de Figueiredo
. Antonio Cardoso de Figueiredo, nascido em 1/7/1926, filho de João Gabriel de Figueiredo.
. Cláudio Tavares de Figueiredo, nascido em 25/10/1932 e falecido afogado na baía em frente de Abaeté em 7/10/1958, filho de João Cardoso de Figueiredo e que faleceu afogado na baía em frente de Abaeté.
. Elpídio Cardoso de Figueiredo, filho de João Gabriel de Figueiredo, natural de Abaetetuba, irmão de João, José e Venina Cardoso de Figueiredo, esta casada com Maximiano Figueiredo Cardoso/Maxico Cardoso, residente em Parintins/Am, industrial, comerciante e exportador de fibra de juta.

. Elza Figueiredo Cardoso, filha de Maximiano Figueiredo Cardoso e Venina Cardoso de Figueiredo
. João Cardoso de Figueiredo/João Coletor, filho de João Gabriel de Figueiredo, dono do engenho de cachaça São Cláudio no Rio Arapapu em 1930, comerciante do setor de pesca, dono da antiga casa comercial Safira na Rua Justo Chermont em 1931 e dono do barco-motor São Cláudio nos anos de 1940/1950 o qual tinha como comandante Hildefrides dos Reis e Silva e que viajava para o Baixo Amazonas em comércio de regatão, era coletor do Estado e com residência na antiga Rua Nilo Peçanha em frente da residência de Fortunato Lobato.
. João Gabriel de Figueiredo, nascido em fevereiro de 1915, pai de João Cardoso de Figueiredo e irmãos, comerciante, dono de engenho de cana, contemporâneo de Emygdio Nery da Costa para o qual era fornecedor de gêneros para as repartições públicas municipais no tempo em que Emygdio era intendente municipal em Abaeté (1894-1896), casado e com filhos: Américo, Elpídio, João, José e Venina Cardoso de Figueiredo.
José de Carvalho Figueiredo, irmão de João Gabriel de Figueiredo, citado em 1944.
José Cardoso de Figueiredo, filho de João Gabriel de Figueiredo.
. José Chrispim Cardoso de Figueiredo, irmão de João Gabriel de Figueiredo, residente na Rua Siqueira Mendes, nº 54 ao lado da residência da família de Carlos Barbageta, e José Chispim era coletor do Estado, c/c Oscarina de Melo Figueiredo e tiveram filhos: Rubens, Walter, Helenice, Gilberto e Maria Lúcia Melo Figueiredo e essa família foi morar no Rio de Janeiro.
. Rubens Melo Figueiredo, filho de José Chrispim Cardoso de Figueiredo e Oscarina de Melo Figueiredo.
. Walter Melo Figueiredo, filho de José Chrispim Cardoso de Figueiredo e Oscarina de Melo Figueiredo.
. Helenice Melo Figueiredo, filho de José Chrispim Cardoso de Figueiredo e Oscarina de melo Figueiredo.
. Rubens Melo Figueiredo, filho de José Chrispim Cardoso de Figueiredo e Oscarina de Melo Figueiredo.
. Gilberto Melo Figueiredo, filho de José Chrispim Cardoso de Figueiredo e Oscarina de Melo Figueiredo.
. Maria Lúcia Melo Figueiredo, filha de José Carvalho de Figueiredo e Oscarina de Melo Figueiredo.
. Olavo Figueiredo, filho de Maximiano Figueiredo Cardoso e Venina Cardoso de Figueiredo
. Venina Cardoso de Figueiredo, filha de João Gabriel de Figueiredo, citada como professora em 1920, c/c Maximiano Figueiredo Cardoso/Maxico Cardoso e tiveram filhos: Antonio/Antoniozinho, Aníbal, Sinval, Olavo, Elza Figueiredo Cardoso, sendo que numa viagem pelo Rio Amazonas, perto de Manaus/Am faleceram 4 desses irmãos presos nos camarotes do navio de Maximiano Figueiredo Cardoso que naufragou.
. Sinval Figueiredo, filho de Maximiano Figueiredo Cardoso e Venina Cardoso de Figueiredo, com fazenda no Uruguai.
Os Figueiredo Dias
. Adriano de Figueiredo Dias, citado em 1927, c/c Herundina Barbosa Pontes e tiveram 3 filhos.
. Antonio de Figueiredo Dias, dono de engenho no Rio Arumanduba.
. Antonio de Figueiredo Dias Primo, morador à Rua Siqueira Mendes, comerciante na Costa Maratauhyra e rio Maracapucu em 1922 e em 1930 com fábrica de beneficiamento de sebo de ucuhuba na Costa Matatauhyra.
. Laudemira Barbosa Dias, filha de Herundina Barbosa Pontes e Adriano Figueiredo Dias, c/c s/primo Raimundo Pontes/Dico Pontes e tiveram 3 filhos.
      .  Marcos Barbosa Dias, filho de Herundina Barbosa Pontes e Adriano Figueiredo Dias, c/c Catarina da Costa e tiveram 4 filhos.
Marcos Figueiredo Dias.
Família
. Maria Figueiredo, prima de Marcellino Figueiredo, este é pai da Raimundo Negrão Figueiredo e seus irmãos e Maria era casada e com filhos: Lily Figueiredo,, Benedito Figueiredo, Raimundo Figueiredo Dias e João Figueiredo Dias.
. Lily Figueiredo, casado e com filhos: Benedito Girard Rodrigues e irmãos.
Os Figueiredo Rodrigues
. Benedito Figueiredo Rodrigues, citado na localidade Rio Maracapucu em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
. Raymundo Figueiredo Rodrigues, citado em 1939 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
Família
• Antonio Cardoso Figueiredo, nascido em 1/7/1926.
• Adelino Cardoso de Figueiredo, nascido em 1881.
• Cláudio Tavares de Figueiredo, nascido em 25/10/1932 e falecido em 7/10/1958.
• João Gabriel de Figueiredo, nascido em fevereiro de 1915.
Família
. Ana Raquel Ribera Figueiredo, filha de Pedro negrão Figueiredo e Inês Ribera
• Arnaldo Paes Figueiredo, filho de Raimundo Negrão Figueiredo e Astrogilda Pereira Paes, comerciante e industrial, casado e com filhos.
. Astrogilda P. de Figueiredo, citada em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Filomena F. Dume.
• Benedita Negrão Figueiredo, estudante da escola INSA citada em 1960.
• Marcelino Negrão Figueiredo/ Bideca, dono de oficina mecânica, casado e com filhos: Marcelo, Branco, Mara e outros.
• Davi Paes Figueiredo, filho de Raimundo Negrão Figueiredo e Astrogilda Pereira Paes, advogado, casado com Nete Sena e com filhos: Nathalia, Davi Filho e Maisa Figueiredo.
• Izilda Maria Paes Figueirdo.
• Maria do Carmo Paes Figueiredo, filha de Raimundo Negrão Figueiredo e Astrogilda Pereira Paes, humanista e catequista de 1962 pela escola INSA.
• Maria Helena Paes Figueiredo, filha de Raimundo Negrão Figueiredo e Astrogilda Pereira Paes, humanista de 1962 pela escola INSA.
• Raimundo Negrão Figueiredo, comerciante, industrial, citado em 1953 como auxiliar representnate da zona da Costa maratauíra na festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba, c/c Astrogilda Pereira Paes e tiveram filhos.
• Pedro Negrão Figueiredo, comerciante, casado e com filhos.
Outros Figueiredo em Pesquisa
• João Cardoso de Figueiredo, citado em 1927/1946.
• José de Carvalho Figueiredo, citado em 1944.
. Luiz de Deus Figueiredo, citado na localidade Rio Maracapucu em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
. Maria Figueiredo, citada em 1961 na festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
. Mariana Tavares Figueiredo, citada em 1953 como juíza da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
. Nair R. Figueiredo, citada em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Maria Zaíde Cardoso. 
. José de Carvalho Figueiredo, citado em 1944.
. Sebastião de Figueiredo, citado como consórcio do Vera Cruz Sport Club nos anos de 1920.
. Dr. Walter de Figueiredo, 3º Juiz da Comarca de Abaeté.
• Elpídio Figueiredo
• João Figueiredo, dono do engenho de cachaça São Cláudio, Rio Arapapu, no início do século 20, comerciante nos anos de 1940, 1950.
• Sebastião de Figueiredo, citado como consórcio do Vera Cruz Sport Club nos anos de 1920.
• Dr. Walter de Figueiredo, 3º Juiz da Comarca de Abaeté.
• João Cardoso de Figueiredo, citado em 1946.
• José de Carvalho Figueiredo.

Blog do Ademir Rocha, de Abaetetuba/PA

domingo, 11 de setembro de 2016

Estatísticas, Curiosidades e Mistérios do Blog do Ademir Rocha




Estatísticas, Curiosidades e Mistérios do Blog do Ademir Rocha
Fonte das Estatística: site do Blogger

Antigo grupo de escoteiros de Abaetetuba, em foto
da publicação de Altemar Paes

 Vultos que emergiram da História e Memória de Abaetetuba


Como já dissemos várias vezes, o Blog do Ademir Rocha é um blog simples, artesanal, local e com enfoques na Cultura, Genealogia, Ambientalismo, História, Memória, Religiões de Abaetetuba e Pará, mas que por força de algumas exigência de várias partes do Pará e Brasil, ampliou seu seu enfoque para outras plagas e outros assuntos. O certo é que o Blog caseiro e local que era, criou asas e se espalhou por todo o Pará, Brasil e Mundo. E, nesses 5 anos de efetiva atividades na Blogsfera, temos algumas coisas a dizer, comentar e perguntar aos nossos visitantes e seguidores (estes 135, até o momento).


BLOG DO ADEMIR ROCHA  ·  Estatísticas da visão geral
11/09/2016 09:08 – 11/09/2016 11:07
Visualizações de página de hoje 
329

Visualizações de página de ontem 
921

Visualizações de página do mês passado
 29.384

Histórico de todas as visualizações de página 
653.550

Seguidores
O INSA na História e Memória
Foto da publicação de Altemar Paes




As estatístícas acima informam que temos, até às 11:45 do dia 11/9/2016, 329 visitas neste dia e até esse horário. No dia 10/9/2016, conforme acima, tivemos 921 visitas. No mês de agosto tivemos 29.384 visitas durante todo o mês e os últimos números da estatística acima, temos até às 11;45h, do dia 11/9/2016, 653.550 visitas durante estes últimos 5 anos de atividade do Blog do Ademir Rocha.

Isso quer dizer que, com um blog simples, caseiro e local, nos tornamos um blog universal, com visitas de todos os lugares do mundo (vide globo e mapa de visitas).
Alguns vultos de Abaetetuba
 Banda Carlos Gomes, da publicação de Benício Cruz



Entrada
Visualizações de página

3 de jun de 2014, 3 comentários
17








1 de set de 2013
13








19 de set de 2010
12








26 de jun de 2013
10








21 de set de 2012, 7 comentários
8








3 de mar de 2014
3








16 de ago de 2016
3








10 de jul de 2011
3








19 de ago de 2016
2








23 de ago de 2016

As estatísticas acima mostram as visualizações do Blog durante este momento que estamos, das 11:45 h, do dia 11/9/2016. As estastísticas mostram as postagens e o números de visualizações do momento, onde a 1ª colocada está com 17 visualizações e a áltima está com 2 vizualizações. A postagem “Animais 21 – Embuás, Embuazinhos,...”, está em 1º lugar porque foi nesse momento que a compartilhamos no ‘G+1, Faceboock e Twitter’, que são os 3 sites que usamos para que do mundo todo visualizem os assuntos variados do Blog (esqueci de dizer que daqueles assuntos que compunham o objetivo inicial de assuntos, outros foram acrescidos, conforme já dissemos). Se não tivéssemos compartilhado nenhuma postagem nos sites acima mencionados, ‘Remedios Caseiros’ apareceria como 1º colocado, e isto todos os dias e nas várias formas de visitas (momento, dia, semana, mês e total).
Aí está a 1ª curiosidade do Blog, que nos faz fazer algumas perguntas aos nossos leitores:
. Qual o motivo que faz com que a postagem “Remedios Caseiros de Abaetetuba’ ser a campeã absoluta de visualizações, no mundo todo, ao ponto de sempre estar na frente nos momentos acima especificados e no total ter o nº absurdo de visitas de 64.818 visualizações? Somente a fração de 4.818 visitas, se aproxima célere da 2ª colocada em visitas, que é a postagem “Adenaldo Santos Cardoso – Poetas e Poesias”, esta com 5.693 visitas durante esses 5 anos. Pelo nº absurdo de visitas à pstagem dos Remédios Caseiros, em pouco tempo, sua fração, escrita acima, estará superando todas as demais postagens das mais visitadas do Blog do Ademir Rocha. Tenho algumas respostas não conclusivas para esse absurdo de visitas, mas peço aos leitores do Blog do Ademir Rocha, que nos ajudem nesses questionamentos.
Antigo Grupo Escolar Prof. Basílio de Carvalho

Como fizemos a postagem de Remédios Caseiros de Abaetetuba?
Pegamos as pesquisas da grande pesquisadora e professora Maria de Nazaré Carvalho Lobato e as juntamos às do Blog do Riba (este voltado para trabalhos escolares), as pesquisas do autor do Blog e de outros pesquisadores do assunto, e montamos a postagem de sucesso de “Remédios Caseiros”.
Quando abrimos nosso Blog, vamos logo ver as estatísticas do mesmo, e lá está os ‘Remédios Caseiros’ em 1º lugar e em todos os quesitos: agora, dia, semana, mês e total e isso em todos os dias.

Nas estatísticas do ítem ‘agora’ é que compartilhamos as postagens que aparecem nesse quadro. As postagens que se encontram entre as mais visitadas, procuramos não ‘compartilhá-las’, porque já estão sendo muito visitadas nas demais estatísticas.

Abaixo de cada postagem que aparece nas estatísticas, temos o dia, mês e ano em que foi publicada. Como exemplo, ‘Remédios Caseiros’ foi publicada em 21/9/2012 e, portanto, já vai completar 4 anos de publicação e sempre em 1º lugar no Blog.
 As famílias de Abaetetuba em resgate de suas
genealogias


pessoas








Entrada
Visualizações de página

21 de set de 2012, 7 comentários
68








19 de set de 2010
34








1 de set de 2013
21








3 de jun de 2014, 3 comentários
19








30 de mai de 2015
16








26 de jun de 2013
11








1 de fev de 2014, 2 comentários
9








3 de mai de 2012
9








16 de ago de 2016
7








17 de abr de 2013


Na 2ª estatística, acima, que corresponde ao ítem ‘dia’, isto é, durante o dia (que vai até às 21:00 h), ‘Remédios Caseiros’ é a 1ª colocada. 

Resgate de partes da musicalidade de Abaetetuba, em foto
da publicação de Adenaldo dos Santos Cardoso
 

6








Entrada
Visualizações de página

21 de set de 2012, 7 comentários
521








16 de ago de 2016
80








16 de jan de 2016
66








19 de ago de 2016
56








23 de ago de 2016
54








21 de jun de 2016
51








24 de jan de 2014
49








19 de set de 2010
48








15 de mai de 2016
33








1 de fev de 2014, 2 comentários

Na 3ª estatística acima, até às 11:45 do dia 11/9/2016, ‘Remédio Caseiros’ já esta com 521 visitas, e durante o dia todo (o Blogger emite a estatísca final até às 21:00h do dia, vai chegar a um nº muito maior de visitas até às 21:00h. Como nesta época já se fazem sentir os ‘borburinhos’ da Festa e Círio de Nazaré, em Belém’, as visitas às postagens desse assunto aumentam consideravelmente nesta época, onde todos os ‘post’ da festa, em nosso Blog, são visitados. Aliás que já temos acima, o post da ‘Festa e Círio de Nazaré 2016’.
As postagens sobre o assunto ‘Genealogia’ têm visitas todos os dias, e em todo o mundo.


'Genealogia Cametaense' se tornou muito grande na primeira postagem e, por isso, a desdobramos em 4 postagens, e todas com muitas visualizações. Em pouco tempo duas delas alcançaram centenas de visualizações e estão caminhando para desbancar postagens mais antigas. 
 O autor do Blog do Ademir Rocha e esposa, 
quando iniciou suas pesquisas sobre todos os
quesitos da História e Memória de Abaetetuba

31








Entrada
Visualizações de página

21 de set de 2012, 7 comentários
2640








10 de abr de 2016
669








8 de mai de 2015
303








21 de jun de 2016
232








13 de nov de 2010, 3 comentários
204








19 de ago de 2016
190








23 de ago de 2016
188








16 de jan de 2016
178








3 de mai de 2012
151








Família Araujo - Famílias e Vultos de Abaetetuba           144                        
1 de mai de 2010, 8 comentários

 A Ciência Genealógica ganha novos adeptos
em Abaetetuba



Como pesquisamos e temos muitos livros de autores paraenses, aumentamos o ‘leque’ das postagens sobre ‘Genealogia’ para algumas cidades históricas do Baixo Tocantins, Marajó, quando iniciamos essas publicação, há 2 anos atrás, com as genealogias de Ig-Miri, Cametá e outras virão. Queremos dizer que temos muitas pesquisas para publicar de Abaetetuba, Cametá e Ig-Miri. O que nos está faltando é tempo e os sistemas de Internet não ajudam muito. Por exemplo, os sites não estão preparados para assuntos longos, com muitas fotos, gráficos e informações. 

Muitos amigos questionam ‘do porquê’ não publicamos livros. A resposta é muito simples: se fizer um lv, este chegará a um nº máximo de 100, 200 famílias, ao passo que, pela Internet, chegamos a dezenas de pessoas instantaneamente, e no mundo todo.
Centenas de fotos sobre o antigo futebol de Abaetetuba
foram resgatadas por nossos garimpeiros de fotos antigas
 Os pequenos animais tiveram seu resgate através das
paginas de 'Flora e Fauna de Abaetetuba e Região'



Já dissemos que temos muitas visitas de Abaetetuba e muitas cidades do Pará e Brasil e Mundo. As visitas do Brasil são muitas e, em 2º lugar, vem as visitas dos Estados Unidos e perguntamos: Porque muitas visitas dos Estados Unidos da América? Uma resposta simplória seria: Por que lá tem muitos brasileiros. Mas tem também muitos sistemas e americanos mesmo, acessando o Blog do Ademir Rocha (Vide o globo e o mapa de visitas com os nomes dos lugares onde estão acontecendo as visitas nesse momento). Se for ‘pirata’ da internete, temos o antivírus ‘Norton’, lá dos EUA e com representação no Brasil, que procura nos proteger de visitas indesejáveis. Mas se os ‘piratas da Internet’ já invadiram sistemas mais protegidos, quanto mais este Blog! Mas até o momento nada de invasão pirata.
Muitos livros e publicações foram encontrados
nas pesquisas de Ademir Rocha


144








Entrada
Visualizações de página

21 de set de 2012, 7 comentários
64818








6 de set de 2013
5693








6 de abr de 2010, 5 comentários
4805








24 de jan de 2014
3130








30 de mar de 2010, 3 comentários
2619








7 de nov de 2010, 2 comentários
2404








30 de dez de 2011
2161








21 de jul de 2010
2032








7 de jan de 2011
1756








11 de dez de 2009, 4 comentários
1754










 Acima temos as visualizações totais do Blog, onde perduram antigas postagens entre as mais visitadas, mas outras publicações estão crescendo rápido em visualizações.

Outro assunto de nossas publicações são os das Igrejas, quando até o momento já fizemos muitas postagens sobre a ‘História-Memória’ da Igreja Católica, mas nosso objetivo e atingir todas as demais denominações cristás e não cristãs do Pará.

Observe acima a postagem ‘Remédios Caseiros’ com 64.818 visitas até as 11:45 do dia 11/9/2016, e o post, 2ª colocado ‘Adenadol dos Santos Cardoso’, este com 5.693 visitas, onde a fração desse total, que é 4.818, não demira muito e estará superando a 2ª colocada em visitas do nosso Blog.
 A História e memória dos Engenhos de Abaetetuba
teve muitos ítens resgatados
Foto da publicação de Adenaldo dos Santos Cardoso

Abaixo as principais origens de tráfego para acessar o Blog do Ademir Rocha e outras informações:


Visualizações de página Mais estatísticas »

Notícias do Blogger mais »
postado por A Googler no blog oficial do Blogger
Last May, we added some expressions to our templating language to make it easier for you to customize your blog’s look and feel. These new expressions proved popular with those of you who enjoy advanced blogging tools, so we wanted to offer you even more flexibility. Starting today, we’re introducing a new set of operators, which we’re calling lambda 
expressions, that allow you to apply rules ... 
 Parte da antiga Arquitetura de Abaetetuba ficou
registrada em muitas fotos

Abaixo os sites de visitas
Foram encontrados muitas fotos e documentos
que contam a História e memória da Igreja em 
Abaetetuba






Entrada
Visualizações de página

963








90








60








30








27








17








8








6








4








4








Sites de referência

Entrada
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1265








60








38








32








22








19








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10








9








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963








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6








4








4








Sites de referência

Entrada
Visualizações de página

1265








60








38








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22








19








18








10








9








8




Abaixo temos o Blog ‘Palavra de Vida – Focolares – Abaetetuba’, cujo objetivo é o de conter nossas postagens mais espirituais e religiosas, dado que temos um relativo conhecimento em espiritualidade e religião, assim, publicamos os assuntos nesse sentido nesse nosso 'Blog acessório'. Porém estávamos com dificuldades de velocidade nos sistemas de Internet de Abaetetuba e optamos em guardar algumas postagens importantes do Blog principal e, assim salvaguardar muitas informações que ficavam ‘perdidas’ em meio da lentidão de nossos sistemas. Em outras palavras, tínhamos dificuldade de acesso a muitas postagens e resolvemos publicar muitas no Blog acessório, até que a questão da velocidade se normalizasse. Como isso não aconteceu, essas postagens ficaram guardadas no Blog acessório mesmo. E muitas postagens com muitos acessos, conforme os dados abaixo;







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PALAVRA DE VIDA - FOCOLARES - ABAETETUBA/PA  ·  Estatísticas de postagens


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15 de dez de 2011
7








13 de mai de 2016
4








5 de mai de 2013
4








31 de jan de 2016
3








31 de jan de 2016
3








31 de jan de 2016
3








31 de jan de 2016, 2 comentários
3








2 de abr de 2016
3








31 de jan de 2016
3












Entrada
Visualizações de página

15 de dez de 2011
287








20 de out de 2014
102








30 de jun de 2013
93








17 de out de 2014
84








10 de nov de 2012
80








1 de set de 2016
73








2 de ago de 2014
60








6 de abr de 2012
58








17 de mar de 2013
53








1 de ago de 2016
49








Entrada
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15 de dez de 2011
3249








5 de nov de 2009
1441








2 de ago de 2014
719








5 de mai de 2013
664








17 de out de 2014
584








30 de jun de 2013
580








12 de set de 2012
556








10 de nov de 2012
543








31 de out de 2013
534








17 de mar de 2013
533








 




 Reproduzido pelo Blog do Ademir Rocha e com acréscimos às informações.