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sábado, 31 de março de 2012

Escola Bernardino - Escolas de Abaetetuba - Jubileu de Ouro e Outros Aspectos

Escola Bernardino - Escolas de Abaetetuba/PA
ESCOLA ESTADUAL "PROF. BERNARDINO PEREIRA DE BARROS"

DR. ALMIR DE LIMA PEREIRA, 2º DIRETOR DA ESCOLA BERNARDINO
Desembargador do Tribunal de Justiça do Estado desde o dia 12/10/1978, Bacharel em Direito formado pela Faculdade de Direito do Pará, turma de 1951. Foi Pretor do Termo Único da Comarca de Alenquer, de 1/1952 a 4/1954, exercendo interinamente, nessa época, durante 9 meses, o cargo de Juiz de Direito. De abril a setembro de 1954, por remoção ocupou a Pretoria do Termo Único da Comarca de Soure. Em seguida foi nomeado Promotor Público da Comarca de Abaetetuba, onde permaneceu até 7/1966, quando, por Ato Governamental de 20/6 do mesmo ano, foi nomeado Assistente Judiciário Auxiliar Substituto, lotado na Assistência Judiciária do Cível; através de Portaria do Procurador Geral do Estado, foi designado para a Chefia da Assistência Judiciária do Cível, em 8/1967, durante as férias do titular. Foi designado também, pelo Procurador Geral do Estado, para responder pelo cargo de Curador Geral de Órfão Interditos e Ausentes, Massas Falidas e Fundações, durante o impedimento do titular efetivo.

Em 3/1968 foi promovido por antiguidade do cargo de Promotor Público do Interior, lotado na Comarca de Abaetetuba, ao cargo de Assistente Judiciário Auxiliar, vago com a aposentadoria de Raul Nery Baraúna. No município de Abaetetuba, como promotor Público, foi candidato a Prefeito Municipal nas eleições de 3/10 de 1958; Presidente da Liga Esportiva Abaetetubense por 3 períodos; era Venerável Mestre da Loja Maçônica "Saldanha Marinho", nº 25; Diretor do Ginásio Estadual "Prof. Bernardino Pereira de Barros", de 11/1964 a 7/1966, e Prof. de História do Brasil e História Geral desse Ginásio; sócio fundador da Sociedade Recreativa "Assembléia Abaetetubense", Presidente da Sociedade esportiva "Venus Atlético Club", por vários períodos eletivos. Possui o título de cidadão, conferido pela Câmara Municipal, através da Lei nº 007 de15/4/1963.

Na Capital do Estado, foi Assistente Judiciário Cível, 5º Promotor Público, 1º Subprocurador Geral do Estado (1/4/1968 1 8/7/1971), Procurador Geral do Estado, de 8/7/1971 a 12/10/1978, quando foi nomeado Desembargador, na vaga destinada aos membros do Ministério Público do Egrégio Tribunal de Justiça do Estado. Corregedor Geral da Justiça no biênio 83/84. Eleito em 19/12/1984, Vice-Presidente do Tribunal de Justiça do Estado para o biênio 85/86. Tendo exercido por vários períodos a Presidência. Diretor da Escola Superior da Magistratura do Pará e Professor de Direito Processual Penal e Deontologia Forense da referida Escola. Foi membro do Conselho de Justiça da Federação de Desportos (1967) e Presidente nesse Tribunal na Federação Paraense de Futebol (1971). Título de Honra ao Mérito expedido pela Assembléia Legislativa do Estado, por Decreto Legislativo nº 62/78, de 11/10/1978. Sócio Honorário da Sociedade Brasileira de Direito Criminal, séde em São Paulo, expedido em 5/11/1980. Fundador da Associação do Ministério Público do Estado do Pará, com diploma expedido em 17/12/1981

Participante do Curso Intensivo de Direito Processual Penal, em regime de extensão, ministrado pelo Professor Doutor Rogério Lauria Tucci. Participante do curso de extensão em Direito Econômico, ministrado pelo Professor Doutor José Frederico Marques. Participante do curso de atualização em Direito Processual Penal, ministrado pelos Professores Ada Pelegrini Grinover e Antonio Carlos de Araujo Cintra. Prática Penal (Parte Geral), em 1986. Prática Penal (Parte Especial) em 1978. Paticipante do I Seminário de Direito Tributário, proferido pelo Professor Doutor Benjamim Moraes. Participante do 1º Seminário Paraense de Medicina Legal. Admitido na Ordem do Mérito Grão Pará, no gráu de "Comendador", conferido pelo Decreto nº 10.850 de 28/9/1978. Medalha de Ouro, por conta dos bons serviços de mais de 20 anos prestados à cusa pública, através do Ato Governamental de 15/8/1973, com base no artigo 10 do decreto nº 4.169, de 7/5/1963. Medalha Cultural D. Pedro I, concedida pelo Conselho Estadual de Cultura em 27/12/1972. Medalha Mérito Legislativo Newton Miranda, Medalha Comemorativa "Promulgação da Constituição do Estado do Pará"; Diploma de Personalidade Jurídica do Ano, conferido pela Associação dos Advogados Criminalistas do Estado do Pará. Certificado de Honra ao Mérito pelos relevantes serviços prestados ao Conselhor regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do Pará e Amapá. Medalha do Mérito "Francisco Caldeira Castelo Branco", conferido pela Prefeitura Municipal de Belém, Estado do Pará. membro da Banca Examinadora dos Concursos para Professor Assistente de Direito Administrativo e Direito Pprocessual Penal realizados no período de 1 a 13 e 23 a 26/5/1977. no Centro Sócio-Econômico realizado nos dias 16 a 20/5/1977 na Univerdidade Federal do Pará. Professor Assistente da disciplina de Direito Processual Penal do Centro de Estudos Superiores do Estado do Pará (CESEP). Membro da Banca Examinadora do Concurso para Juiz de Direito relaizado pelo tribunal de Justiça em 1982.

Autor da vários trabalhos jurídicos publicados em revistas especializadas e, colaborador do Jornal "O Liberal" em matéria de Direito. Autor das obras: Sinopse Jurídica, editada em 1980; Atos e Termos dos Procedimentos Penais, em 1981; Recursos Criminais, em 1983; O Cotidiano legal, em 1985; Prática Penal (I e II), 1986; A Prova no Processo Civil; Achados na Lei.
Membro do Instituto dos Advogados do Pará.

Ciclo de estudo na formação: Fez o curso primário no colégio "Curso Misto Tenda da Infância", sob a direção da Professora Joana Feio de lemos Maneschy. Curso Ginalsial no Colégio "Moderno". Curso Científico no Colégio Estadual "Paes de Carvalho".

Nascido em 20/3/1927, na cidade de Belém, filho de João Maria Pereira, já falecido. Casado com a dona Maria de Nazaré Rodrigues Pereira, havendo desse consércio: Thaís Helena e Thales Eduardo Rodrigues Pereira, Thamar Denise (falecida e Thania Yeda.

Alguns dados do Ginásio Bernardino Pereira de Barros:
O Prof. Ademir Rocha foi aluno do erudito e idealista Prof. Almir de Lima Pereira, 2º diretor do ginásio e que lecionava História do Brasil e Geral no então Ginásio "Prof. Bernardino Pereira de Barros", que funcionava só no turno da noite no prédio do então Grupo Escolar "Prof. Basílio de Carvalho" e só com duas turmas mistas e com luz elétrica fornecida por um pequeno gerador de eletrecidade, devido as constantes faltas de energia na cidade e luz só até às 9:00 horas da noite.

Dessa turma, que foi a 1ª a concluir gráu em "Humanistas" saíram médicos (Dr. Everaldo da Silva Araujo, Dr. Benedito Costa Maués, Dr. José Latino Miranda, Dr. Zilocy Ferreira Santos); engenheiros (Raimundo de Jesus GomesLima, Hilton José Araujo Carvalho); professores (Ademir Rocha, Raimundo Maués Sena, Silvaney do Carmo Teixeira Dias), políticos (Francisco Tiago Machado (comerciante e político, que foi o orador de formatura), advogados, comerciantes e outras profissões.
O 1º diretor da Escola Bernardino foi o Juiz de Direito de Abaetetuba, Dr. Antonio Lemos Maia Viana e professor de Francês (1962-1964) também de inigualável sabedoria.

Outros primeiros diretores e professores da Escola Bernardino:

Dr. Raimundo Rodrigues da Costa
Dr. José Maria de Souza, médico diretor e pesquisar do Instituto Evandro Chagas em Belém;
Dra. Heralda Dalcinda de Souza Blanco, pretora no município de Abaetetuba;
Creuzo Moreira dos Santos, engenheiro agrônomo e funcionário do BASA, em Abaetetuba, professor de Matemática;
Maria da Conceição Nobre Coutinho, professora de Geografia;
Doralice Maria Pastana, professora de Artes;
Marilda Maués Loureiro, professora de Português;
Maria José Bahia Lobato, professora de Ciências;
George Ayres Borges. professor de Inglês e Matemática;
Vicente Francisco Braga Eloy, bacharel em direito, advogado em Abaetetuba, que foi o paraninfo de formatura da 1ª turma;
Francisco Leite Lopes, odontólogo e professor;
Demais alunos da 1ª turma formada "Humanistas" no Ginásio Bernardino:

Antonina Coutinho Lobato
Antonio Ferreira Cardoso, dono de farmácia em Abaetetuba;
Antenor Neves dos Santos, técnico em eletrônica;
Arlete Oliveira da Silva
Doralice Oliveira da Silva
Elzira Oliveira da Silva, funcionária do BASA e bacharel em Direito;
João Ferreira da Silva
José Raimundo Nery, empresário;
Maria Deolinda Machado, funcionária do TRT e advogada;
Maria Izabel da Silva Solano, empresária;
Manoel Bitencourt da Silva, funcionário do BASA;
Manoel Cardoso de Casto/Mestre Dé, vereador em Abaeté;
Miguel Rodrigues da Silva
Orlando Lopes Sereni
Pedro Décio Guerreiro Contente, empresário do ramo de farmácia;

Alguns dos primeiros funcionários do Ginásio Bernardino:
Francisco de Lima Baptista/Pombo
Cachimbinho
Maria José Carneiro, professora de Língua Portiguesa, Latim e secretária da escola;
Leonil Coutinho Lobato, secretária.
Aldalice Maués Chagas

Somente em 1966 é que o Ginásio Bernardino mudou para prédio próprio no atual endereço da Rua Magno de Araujo em Abaetetuba/Pa.

Outros diretores do já Colégio Bernardino Pereira de Barros:

Dr. Nilton Montes, engenheiro do DER, 4 meses de gestão em 1966;
Profa. Nilzete Silva Lobato, Licenciada Plena em História, diretora de 1966 a 1984;
Prof. Leonardo Negrão de Sousa, Licenciado Pleno em História, de 1984 a 1986;
Profa. Joserlina Maués, Pedagoga e Licenciada em Pedagia, diretora de 1987 a 1992;
Prof. Graça Maria da Silva Lopes, Licenciada Plena em Pedagogia, de 1993 a 1994;
Prof. Daniel Sena Lopes, Licenciado Pleno e Bacharel em Geografia, de 1995 a 1998;
Profa. Cleide de Nazaré Silva Santos, licenciada em Pedagogia, de 1999 a 2010;
Profa. Maria de Jesus André Rocha, licenciada e bacharela em História, assumiu em 2010.

Estão faltando alguns nomes que serão acrescentados numa futura postagem revisada.


Prof. Ademir Rocha, de Abaetetuba/Pa, em 15/11/2010.

ESCOLAS DE ABAETETUBA: ESCOLA BERNARDINO PEREIRA DE BARROS
JUBILEU DE OURO DE FUNDAÇAO DA ESCOLA BERNARDINO PEREIRA DE BARROS-18/3/1962 A 18/3/2012














A Escola Bernardino iniciou suas atividades em 1962 no
prédio do Grupo Escolar Basílio de Carvalho, com duas
turmas no período noturno

Fonte: bernardinopereiradebarros.blogspot.com.br e Blog do Prof. Ademir Rocha











Organização Atual da Escola:

ADMINISTRAÇÃO DA ESCOLA:
DIRETORIA: 1diretor e 3 vice-diretores, por ser escola com quantidade de alunos acima da cota de direção estabelecida pelo sistema de ensino da SEDUC/PA
COORDENAÇÃO, ainda carente de técnicos, pela dimensão atual do ensino da escola
SECRETARIA, que atende ao ensino regular e ao sistema SOME e carente de pessoal no atendimento externo e interno
LABORATÓRIOS, todos dotados de boa infraestrutura, aparelhos e demais utensílios e funcionando, com aproveitamento máximo e professores compententes ocupando esses espaços

DISCIPLINAS DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO, hoje ocupado por professores devidamente licenciados plenos em suas especialidades e alguns com cursos de mestrado e doutorados, muito diferente dos primeiros tempos da escola. Esses professores atendem ás seguintes disciplinas, cujos conteúdos ainda não foram devidamente adaptados para a realidade amazônica, tendo que importar livros do Sul e Sudeste do país em conteúdo totalmente fora dos contextos esperados para o processo ensino/aprendizado das realidades regionais do Pará e na exclusão de autores paraenses gabaritados na educação.

ENSINO FUNDAMENTAL:

Língua Portuguesa
Matemática
CFB
História
Geografia
Inglês
Educação Artística
Ensino Religioso
Estudos Amazônicos

ENSINO MÉDIO:
Matemática
Física
Química
Biologia
História
Geografia
Língua Portuguesa e Literatura
Língua Portuguesa II
Língua Estrangeira: Inglês e Espanhol
Sociologia
Filosofia
EDUCAÇÃO FÍSICA:

Que graças à construção da nova Quadra de Esportes coberta e após quase 50 anos de vida da escola, que hoje pode atender aos esportes, encontros culturais, atividades festivas e outros grandes eventos da escola e da comunidade abaetetubense.

Esportes Mais Praticados

Basquete

Futebol

Futsal

Handebol

Voleibol

ALUNADO DA ESCOLA BERNARDINO:

Que atualmente são 4.225 alunos, que atinge os do Ensino Regular, num total de de 1.120 alunos que estudam no próprio prédio da escola e 3.105 alunos das escolas anexas do Sistema Modular de Ensino/SOME, que são escolas da rede estadual e municipal espalhadas pelas localidades ribeirinhas e das estradas e ramais do Município, com o Ensino Fundamental e Médio e com mais de 200 professores também licenciados plenos em sua disciplinas e com regime escolar diferenciado do Ensino Regular, onde as disciplinas envolvem o sistema de módulos mensais por disciplinas, com revezamento dos professores em cada escola do sistema. Esse sistema deveria obedecer a uma parceria /convênio entre as prefeituras e a SEDUC/PA-Secretaria Executiva de Educação do Pará, que é uma modalidade de ensino praticado em todo o Estado, devido dimensão continental do mesmo e pela grande quantidade de comunidades rurais, ribeirinhas, indígenas e quilombolas espalhadas por todo o Estado, cujas populações infantil, juvenil e mesmo adulta, não tem condições de frequentar as escolas do Ensino Regular situadas nas cidades-sedes dos municípios. Por sinal que esse modelo de ensino já vem sendo copiado em outras regiões do país, pelo sucesso como se processa no Estado do Pará, com os senões típicos da educação em geral do país, devido às injunções político-partidárias e má administração dos recursos públicos destinados à educação no país.

ELEIÇÃO DE DIRETORIA:

A eleição de direção para as escolas é a melhor forma para a escolhas de gestores para uma escola e também a forma mais democrática. Se a comunidade escolar fizer uma má escolha, o fato se refletirá em má gestão. Se for indicação por questões político-partidárias, pior ainda para as escolas, pois esses gestores não tem compromisso com a educação e sim com seus partidos políticos e correntes partidárias.
A Escola Bernardino sempre foi feliz nas eleições de direção ali realizadas a partir de um determinado tempo em que se instituiu o regime de eleições de direção nas escolas do Estado e do Município. A última eleição foi um primor no uso da democracia na eleição da última Diretoria, com a mobilização da comunidade escolar e do uso dos meios eletrônicos, monitorados pelo importante órgão NTE-Núcleo Tecnológico de Educação, que atende os municípios da 3ª Unidade Regional de educação ou 3ª URE, usando os mesmo meios eletrônicos da justiça eleitoral do país e à prova das comuns fraudes eleitorais do país. A eleição para escolha da nova diretoria ocorreu tranquilamente tanto nas instalações da escola como nos anexos localizados nas regiões das ilhas. O sistema de votação todo informatizado garantiu o voto eletrônico que acelerou o processo e a apuração do resultado. A chapa 01 da candidata Jesus Rocha foi a grande vencedora com 2.276 votos. Agradecemos o apoio dos professores Jô Helder e Ângelo Góes representantes do NTE e pela ajuda da justiça eleitoral do Município, com o empréstimo das urnas eletrônicas e orientações de processos eleitorais.

Mensagem da Escola Bernardino em Seu Blog, Pelo Jubileu de Ouro de Fundação da Escola:

Segunda-feira, 26 de março de 2012
18/3/1962 a 18/3/2012

50 ANOS DA ESCOLA BERNARDINO











Em março do ano de 1962, aconteceu o concurso de "admissão" ao ginásio e nesse mesmo ano, iniciaram os estudos da primeira turma do então Ginásio Estadual "Prof° Bernardino Pereira de Barros" , que começou a funcionar precariamente no prédio do Grupo Escolar "Prof° Basílio de Carvalho" , no turno da noite, apesar da precariedade do sistema de iluminação elétrica da cidade, que obrigou as autoridades a improvisar um pequeno gerador de eletricidade que possibilitava aos alunos estudarem à noite. Atualmente a escola foi reconstruída e ganhou novos espaços físicos como laboratórios de leitura, informática e multi-disciplinar , bloco administrativo, bloco superior com salas de aula, auditório, rádio escolar, salão de recreação e quadra coberta. Acreditamos que todos são responsáveis pela construção dessa escola, não só como espaço físico, mas também como espaço de educação cidadã que contribui para o desenvolvimento da sociedade em que vivemos.

Postado por E.E.E.F.M PROFº BERNARDINO PEREIRA DE BARROS

Contribuição do Blog do Prof. Ademir Rocha no Jubileu de Ouro de Fundação da Escola Bernardino:

A história da Escola Bernardino Pereira de Barros foi vivenciada pelo autor do Blog do Prof. Ademir Rocha, desde o seu início e de várias formas.

Em 1962 Ademir Rocha entrou como aluno da 1ª turma do então “Ginásio Bernardino Pereira de Barros”, quando a escola iniciou funcionando no turno da noite no então Grupo Escolar “Professor Basílio de Carvalho” e o 1º diretor da escola era o Juiz de Direito da comarca do município de Abaetetuba, Dr. Antonio Lemos Maia Viana e a escola tinha uma secretária e dois funcionários de apoio, os professores eram funcionários das repartições públicas e privadas, profissionais liberais, professores leigos e duas professoras normalistas (nesse tempo não existiam professores licenciados plenos no município), o então prefeito era o Sr. João Luiz dos Reis (1959-1963) e a luz elétrica na cidade era precária como o texto cita. Porém o ensino/aprendizagem era de alto nível com as disciplinas do chamado conhecimentos das humanidades, daí as turmas formadas nos primeiros tempos serem chamadas de “turmas de humanistas”.
Ademir Rocha deu continuidade aos seus estudos na capital, Belém/Pa, tendo se formado à nível de 2º Grau no Curso Técnico de Contabilidade e quando veio dar um passeio na sua cidade natal, foi convidado pela 4ª diretora da escola, professora Nilzete Silva Lobato (que passou 18 anos no cargo) para substituir o professor Araram, da disciplina Ciências, que tinha sido transferido pelo banco em que trabalhava. Assim o Prof. Ademir iniciou o 2º aspecto de sua vivência com a Escola Bernardino, agora como professor e tendo que abandonar sua recente atividade de contador em escritórios de contabilidade da Capital.
Nesse tempo, década de 1970, Abaetetuba ainda era muito carente de professores licenciados plenos e, nos períodos de férias, junto com outros professores de Abaetetuba, o já Prof. Ademir foi realizar os seus estudos superiores no chamado Curso Polivalente em Ciências, que a UFPA mantinha no Polo Universitário de Bragança/P, em várias áreas do ensino. Desse modo, o Prof. Ademir lecionou várias disciplinas na Escola Bernardino e demais escolas da cidade, como Ciências, Técnicas Bancárias, Matemática, Química, Biologia, mesmo porque, até os anos de 1980, os professores licenciados plenos eram ainda raros no município. Com a necessidade de formação específica na licenciatura plena já exigida com as reformas da educação, Ademir Rocha se transferiu novamente para a Capital, para dar prosseguimento nos estudos no curso superior de Licenciatura em Biologia e, como professor dos quadros dos então órgãos FEP-Fundação Educacional do Pará e SEDUC-Secretaria Estadual de Educação, foi também transferido como professor para lecionar nas escolas da Capital. Como consequência dos Estudos na Licenciatura em Biologia, o Prof. Ademir teve que fazer as disciplinas de Matemática, Física, Química, estudando junto com os alunos desses cursos e, com isso, obteve um 3º diploma de Professor Licenciado Curto em Ciências, que correspondia ao antigo Curso de Licenciatura Polivalente. Nos anos finais da década de 1970, o Prof. Ademir Rocha voltou para lecionar Biologia na Escola Bernardino e acabou também assumindo as disciplinas Matemática e Química nessa escola e outras, ainda carentes de professores licenciados nessas disciplinas e também se envolveu no recém instalado Conselho Escolar da Escolar Bernardino, dando sua contribuição de Contador nessa difícil função de membro-diretor (Presidente e também Tesoureiro) que não é nem um pouquinho valorizada pelas autoridades competentes da Educação, função que exige dos mesmos muito tempo de trabalhos, empenhos nas compras dos materiais, fiscalização dos serviços, zêlo pelas coisas públicas e boa gestão dos parcos recursos da Educação. Por sinal que os membros dos conselhos escolares da Escola Bernardino, especialmente do último Conselho Escolar, na pessoa de seu competente presidente Manoel Raimundo de Araújo Bitencourt, tesoureiro Elias de Araújo Aracati, demais membros do Conselho, junto com a Direção Escolar, que vem fazendo uso exemplar, justo e competente dos recursos do Conselho, Verba Rotatória e verbas de projetos como, Projeto PDDE-Dinheiro Direto nas Escolas, Projeto Mais Educação e Projeto Escola Acessível e verbas de projetos da própria escola, verbas de premiações em Feiras Escolares, que atendem a todos os segmentos escolares e, principalmente, o segmento do alunado e professorado, que são verbas federais ou estaduais, que estão sendo empregadas com muita propriedade na aquisição de equipamentos, materiais, reformas e melhorias de espaços da Escola e repartindo exemplarmente os recursos com as escolas anexas do Sistema Modular de Ensino, em emprego de verbas sem nenhum resquício de desvios ou má aplicação dessas necessárias e preciosas verbas para a educação.
Outro aspecto a considerar da história-memória da Escola Bernardino é o do seu prédio próprio, que só se tornou realidade em 1966 quando o então Governador Alacid da Silva Nunes (31/1/1966 a 15/3/1971) entregou o prédio da escola, naquele estilo básico das escolas desse tempo, que consistia de 9 salas de aulas, o acanhado espaço do setor administrativo que abrigava também a sala da secretaria e o espaço do salão onde ficava a sala de cozinha da merenda escolar, bem perto dos sanitários dos alunos, porém em amplo salão desprovido de paredes e climatização e por quase 50 anos e o espaço em que os próprios professores e alunos construíram, com muitos sacrifícios, uma precária quadra de esportes e sem cobertura, que funcionou por mais de 45 anos, servindo às várias gerações de alunos. A escola, desde sua fundação em 1966 e até os anos de 1990, não sofreu nenhuma reforma significativa e os espaços se tornaram acanhados para as exigências dos padrões de modernidade que as leis do ensino preconizavam e que a informatização da educação exigia e a escola, até esses anos de 1990, se encontrava em verdadeiro estado de sucateamento predial, de equipamentos, maquinários, móveis, quadros-negros, carteiras, cadeiras e demais utensílios, sem contar o martírio das infiltrações de água pelas paredes do prédio, das goteiras no teto da Escola e do calor infernal das salas de aulas e demais setores, servidos por ventiladores de tetos de mais de 15 anos de uso, que começaram a cair dos tetos, só não fazendo vítimas fatais devido à Proteção Divina e dos espíritos dos bons diretores, professores e alunos já falecidos e que deviam proteger a comunidade escolar dos casos fatais que nunca aconteceram, pelo sucateamento da Escola.
Cada diretor da Escola deu a sua grande parcela de colaboração no engrandecimento da mesma, ajudando a formar grandes nomes que se envolveram nas questões sociais, políticas e nas atividades escolhidas para desempenho de suas atividades profissionais, o mesmo se pode dizer de abnegados professores e funcionários que passaram pela Escola, desde a sua fundação em 1962 (Como sugestão do Memorialista, Prof. Ademir Rocha, bem que a Escola poderia fazer um alentado resgate da contribuição dessas pessoas na história-memória dessa instituição de ensino, atualmente completando seus 50 anos de atividades). Foi a partir das ações da já saudosa e muito amada diretora Cleide de Nazaré Silva Santos, nos anos de 1990, junto com o atuante Conselho Escolar de sua época, que a Escola Bernardino começou a tomar novos rumos de administração, no que diz respeito a conscientização dos alunos, funcionários, professores e demais segmentos da comunidade escolar a respeito dos direitos da Escola Bernardino de possuir condições dignas de uma Escola já tradicional no município de Abaetetuba, com instalações que fizesse justiça à boa fama que a Escola gozava à nível Municipal e até regional, e com suas firmes atuações frente às autoridades educacionais e partindo para uma reforma completa da Escola e não os tradicionais “consertos”, onde se buscou os meios para a dita reforma, que veio com vultosa verba específica do então Projeto Alvorada, fato que não se concretizou devido as comuns injunções político-partidárias. Nem por isso a direção, o conselho escolar e comunidade escolar se acomodaram e partiram em busca da tão sonhada reforma, que finalmente aconteceu com a assunção da competente professora abaetetubense, Ana Lúcia dos Santos Lima, que buscou junto às verbas da educação do Pará e verbas resgatadas do então Projeto Alvorada, quando aconteceu, na gestão da última direção da Professora Jesus Rocha, com ajuda marcante do último Conselho Escolar e de toda a comunidade escolar, a reforma que transformou totalmente e para melhor o acanhado prédio construído em 1966.
A ajuda decisiva da professora Ana Lúcia dos Santos Lima, já trabalhando como admirável técnica na SEDUC, em Belém/Pa, que por sua competência profissional, foi galgando cargos mais elevados na Secretaria de Educação, culminando com sua chegada ao posto de Secretária de Ensino e Secretária de Educação, quando finalmente foram iniciadas as esperadas obras de reforma, com ampliações de espaços, construções de outros (como a sonhada Quadra de Esportes coberta, o Auditório para 200 pessoas, as salas Multifuncionais e de Laboratórios, o Salão de recreio e merenda escolar, o estacionamento para motos e bicicletas, a moderna Biblioteca), e a informatização e climatização geral da escola, inclusive com o sistema de vigilância informatizada com câmeras e sistema computadorizado de vigilância. Foram centenas de viagens de idas-vindas no trajeto Abaetetuba-Belém-Abaetetuba, onde a Professora Jesus ou o Professor Manoel Bitencourt, usavam seus carros de famílias e pagando carretos e gasolina com dinheiro dos próprios bolsos e que nós todos temos somente é que agradecer por admiráveis esforços e atos altruísticos em favor da educação em Abaetetuba.
No quesito relacionamento entre os segmentos escolares, a luta foi e continua também intensa, tentando implantar o sistema de “tratar todos como nós próprios gostaríamos de ser tratados”, com dignidade, urbanidade, amor e serviços, não olhando sequer as orientações políticas contrárias, inclusive com a conscientização do segmento dos pais, professores e comunidade escolar e vizinha, e em seguidos encontros de formação e interação com esses segmentos escolares e que atualmente já vem rendendo ótimos resultados à nível de relacionamentos sociáveis e sem as constantes atitudes agressivas e vândalas do passado.
Todo esse esforço em busca de uma educação de qualidade dos alunos já vem também rendendo significativos avanços na questão das aprendizagens e das avaliações à nível federal em questões de ensino. Galgando a escola alguns degraus nesses índices de avaliações e também com o ingresso de uma maior parcela dos alunos em cursos universitários das instituições públicas, particulares e cursos técnicos tão necessários para os novos tempos de industrialização do Estado do Pará e Brasil.
E a construção dos verdadeiros valores do homem que vêm sendo incutidos nos alunos e nos demais segmentos escolares, onde alunos, professores, funcionários vem recebendo reforço pela valorização e responsabilidade de todos frente às suas responsabilidades na Escola, em meio à sociedade e nas diversas funções que ocupam nas questões sociais, políticas e construção de uma sociedade mais justa e fraterna.

O SOME-Sistema Modular de Ensino em Abaetetuba, chegou na Escola Bernardino em situação precária de desorganização, por falta de um bom gerenciamento e planejamento de suas atividades e pela falta de apoios das autoridades municipais e estaduais. Seus alunos e professores não eram valorizados e nem sequer eram olhados como verdadeiros alunos ou verdadeiros professores, e que talvez fizessem parte, na cabeça de muitas pessoas, como “quebra-galhos” de um sistema de ensino falido e sem esperanças. De fato, a documentação dos alunos e professores que chegaram à Escola Bernardino estava totalmente fora das realidades de um verdadeiro sistema de ensino e a Escola Bernardino, através de suas duas últimas direções, estabeleceram um plano de regularização desse sistema, que levou meses para que toda a papelada pudesse ser devidamente organizada e a situação regularizada e se iniciou também um plano de valorização dos professores do sistema. No início, os professores do SOME se sentiam como se não fizessem parte da comunidade da Escola Bernardino e assim, foi criado um posto de vice-direção, para atender aos pleitos e necessidades do pessoal do SOME e tudo começou a funcionar dentro da normalidade e dos parâmetros da qualidade de ensino aplicada aos alunos e professores da Escola-Sede. Isso, agora, com as inevitáveis injunções político-partidárias, vem sendo colocado em 2º plano e os próprios alunos atendidos nas suas escolas anexas das Ilhas e Estradas de Abaetetuba, pela desorganização que essas interferências vêm causando nessas escolas, estão acorrendo em massa para matrícula na Escola-Sede, ocasionando a não formação de turmas nessas localidades e, em consequência, deixando os professores desse sistema sem carga-horária suficiente para atender suas necessidades de ordem financeira.
Vide algumas imagens que retratam situações passadas e presentes da Memória-História dos 50 anos da Escola Bernardino Pereira de Barros, completados no dia 18/3/2012.











Blog do Prof. Ademir Rocha, de Abaetetuba/Pa

quinta-feira, 29 de março de 2012

Escola Cristo Trabalhador - Escolas de Abaetetuba - Notícia de Projeto Científico
















AMBIENTALISMO: CIÊNCIA EM DEFESA DO MEIO AMBIENTE

Fonte: www.agenciapara.com.br
Agência Pará

Professor e estudante de Abaetetuba apresentam projeto científico na Espanha

Da Redação
Agência Pará de Notícias
Atualizado em 27/03/2012 às 10:54

A vontade de encontrar uma solução para a captura do camarão no rio Tauerá de Beja, em Abaetetuba, nordeste do Pará, fez um professor e uma estudante da Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Cristo Trabalhador produzir um projeto científico tendo como principal objetivo evitar a extinção do crustáceo. Os resultados da pesquisa estão extrapolando as fronteiras do município e serão apresentados, de 29 a 31 deste mês, em Barcelona, na Espanha, durante a “XIII Exporecerca Jove”.
O projeto “Matapi Ecológico: uma solução para a captura e a comercialização do Camarão no rio Tauerá de Bejá no Município de Abaetetuba-PA”, de autoria do professor Gilberto Luis Sousa da Silva e da estudante Regiane Araújo da Silva, foi selecionado para participar deste evento científico na Europa, em outubro do ano passado, durante a 26ª Mostratec – Mostra Internacional de Ciência e Tecnologia, que reuniu 350 projetos científicos e tecnológicos de alunos de instituições de ensino médio ou de educação profissional de nível técnico.
O Exporecerca é um evento científico que reúne pesquisadores e estudantes de vários países, que compartilham o resultado e a metodologia dos mais variados projetos de pesquisa. O evento tem como objetivo promover o intercâmbio de experiências, a convivência e a compreensão entre os jovens pesquisadores de todo o mundo, que concorrem a prêmios. A apresentação do projeto da escola paraense na Espanha poderá abrir oportunidade para que ele também represente o Brasil na International Science & Engineering Fair 2012 (Intel ISEF), em Pittsburgh, Pensilvania, nos Estados Unidos.
De acordo com o professor Gilberto, é grande a preocupação com a extinção dos animais no leito do rio, já que boa parte da população esta concentrada na região das ilhas e depende da captura do camarão para complementar sua renda familiar. Ele destaca que o camarão é também um alimento privilegiado no que diz respeito às proteínas e aos ácidos graxos poli-insaturados, o que o torna importante fonte nutricional e, por isso, é base da alimentação da população local.
“Devido a pouca instrução que os ribeirinhos têm e a falta de apoio para sua atividade, eles tendem a capturar os camarões inadequadamente. Por conta dessa prática muitos problemas acabam surgindo. Vimos a solução contida no próprio instrumento utilizado na pesca do camarão, o matapi”, explicou. O matapi é o instrumento que os ribeirinhos confeccionam de forma artesanal, com a tala do jupatí, uma espécie de palmeira, e o cipó retirado da mata da região.
Alternativa - A estudante Regiane explica que o matapi é feito, geralmente, com frestas pequenas, capturando camarões pequenos, o que afeta sua reprodução, além disso, o camarão é a alimento base de vários outros seres vivos. Outro impacto é na renda dos ribeirinhos, que também é diretamente afetada com a ausência ou diminuição do tamanho dos camarões.
Durante a pesquisa, foi realizada uma pequena, porém impactante mudança nos matapis. O espaçamento das frestas, que eram de meio centímetro, passaram a ter o dobro de tamanho. Isso possibilitou apenas a captura de camarões adultos, respeitando o seu ciclo de vida. “O Matapi Ecológico é uma forma simples e eficiente, o que não resolverá de uma só vez a situação ambiental provocada pelo uso irracional do matapi comum, porém, além desse instrumento existem técnicas de criação de camarão em cativeiro”, disse a jovem cientista.
Em seis, dos doze meses de pesquisa, foram pesados e medidos camarões capturados por meio dos dois tipos de matapis, o utilizado pelos pescadores e o matapi ecológico. O resultado logo demonstrou a importância da pesquisa. Os quarenta matapis tradicionais capturaram, em média, cada um, 5 quilos de camarão, com comprimento médio entre 5 e 6 centímetros, gerando um lucro diário de R$ 5. Já os quarenta matapis ecológicos, capturaram de 2 a 2,5 quilos do animal, com tamanho médio de 6 a 7 centímetros, gerando renda diária de R$ 20.
O sucesso da projeto deu vazão a uma outra nova expectativa. Isso porque, segundo eles, o camarão comercializado no município de Abaetetuba pode ser considerado um regulador de mercado. “Na safra, o preço do quilo do camarão custa em torno de R$ 3,00. Isso faz com que os vendedores de peixe, carne e frango também baixem seus preços, diminuindo o custo de vida em nossa cidade e melhorando a qualidade de vida das famílias de baixa renda. Esperamos que os pescadores tomem consciência de suas ações e passem a valorizar utilização do Matapi Ecológico”, concluiu o professor.

Texto:
Mari Chiba - Seduc
Fone: (91) 3201-5181 / (91) 8135-9009
Email: marichiba84@gmail.com
Secretaria de Estado de Educação
Rod. Augusto Montenegro Km 10, S/N. Icoaraci, Belém-PA. CEP: 66820-000
Fone: (91) 3201-5205 / 5005 / 5180 / 5008
Site: www.seduc.pa.gov.br Email: gabinete@seduc.pa.gov.br
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Reproduzido pelo Blog do Prof. Ademir Rocha, de Abaetetuba/Pa

terça-feira, 27 de março de 2012

AMBIENTALISMO: ÓRGÃOS E ENTIDADES FAZEM DIAGNÓSTICO


AMBIENTALISMO: ÓRGÃOS E ENTIDADES FAZEM DIAGNÓSTICO SOCIOECONÔMICO E AMBIENTAL DE ABAETETUBA

Fonte: www.sagri.pa.gov.br
SAGRI – Secretaria de Estado de Agricultura
Governo do Estado do Pará
Sagri participa de diagnóstico socioeconômico ambiental de Abaetetuba

A Secretaria de Estado de Agricultura (Sagri) foi um dos órgãos do Governo que integrou o grupo de instituições que realizou um levantamento socioeconômico e ambiental do município de Abaetetuba, este mês. A ação do Governo do Estado é coordenada pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico e Incentivo à Produção (Sedip) tem como objetivo indicar projetos estratégicos para a redução da pobreza no município. O resultado do diagnóstico será apresentado à população na próxima quarta-feira (28), no Fórum de Abaetetuba.
O projeto envolve ainda a Diocese de Abaetetuba, Jucepa, Emater, Secretaria de Pesca e Aquicultura (Sepaq) e os programas Pará Rural e Municípios Verdes e tem o apoio do Banco Mundial (Bird).
Segundo a Gerente Regional da Sagri em Abaetetuba, Ana Clara de Moraes Dias, “A Sagri deu apoio integral”. Além de combustível para as ações, a Sagri também esteve presente em todas as reuniões realizada em 109 comunidades, ajudando a fazer o levantamento do número de famílias, associações, principais atividades produtivas e infraestrutura, além de problemas sociais em relação à saúde, educação, abastecimento de água, saneamento e lixo.

Raimundo Sena – Ascom Sagri
Sagri - Secretaria de Estado de Agricultura
Travessa do Chaco, 2232 - Bairro: Marco - CEP 66.093-410 Belém - Pará
Fone: (91) 4006-1200 Fax : (91) 4006-1205

Reproduzido pelo Blog do Prof. Ademir Rocha, de Abaetetuba/Pa

HISTÓRIA-MEMÓRIA NÃO DEFINITIVA


HISTÓRIA E MEMÓRIA: CONSTRUÇÃO DA HISTÓRIA E MEMÓRIA

Questões não definitivas sobre História-Memória

Muitos não sabem, mas cada localidade, cada pessoa, cada prédio tem uma história e memória a ser recolhida, uma cultura a ser resgatada e valores a serem admirados, em meio a alguns deslizes de naturezas e formas que não devem ser considerados, em favor da perenidade das riquezas recolhidas e para dizer à posteridade que cada coisa teve uma origem e que desenvolveu sua história a partir do espaço ocupado e em trajetória entrecortada de situações que constituíram aquela cultura, aqueles valores e uma história que não pode se perder na memória esquecida dos tempos que passam.
Algo parecido é feito pelo professor José Ribamar Lira de Oliveira com amigos pesquisadores e alunos das escolas ribeirinhas do Baixo Tocantins e publicado periodicamente no http://ribaprasempre.blogspot.com.br - Blog do Riba, que são pequenas riquezas recolhidas nos lugares por onde esse mestre passa como professor do Sistema de Organização Modular de Ensino-SOME/SEDUC, do Estado do Pará e que nós aqui no Blog do Prof. Ademir Rocha muito valorizamos. São também como as pesquisas da professora Maria de Nazaré Carvalho Lobato e outros pesquisadores locais que se debruçam como cavaleiros solitários correndo atrás da rica cultura de Abaetetuba, para deixar apenas réstias de luz colhidas em meio da imensa claridade que precisa se descortinada por uma massa maior de mentes culturalmente inquietas na divulgação de um rico passado, para deixar como presente às gerações futuras que não precisarão tatear no escuro em busca de suas raízes esquecidas.

Fonte do texto abaixo: www.www.bialik.com.br - Colégio Bialik

22/03/2012 - Uma conversa sobre história e memória...

O filósofo Walter Benjamim dizia ser preciso escavar pacientemente o amontoado de ruínas e escombros do passado, recolhendo indícios e documentos historiográficos, não para reencontrar o passado como ele foi, mas sim para buscarmos o que nele foi esquecido e abafado: os vestígios que o tempo sufocou, isto é, as personagens e os episódios que foram sendo esquecidos.
Muitas vezes, ao longo da história da humanidade e da história de cada um de nós, os relatos e as memórias acabam sendo omitidos e esquecidos; os detalhes, os objetos, as pequenas recordações se perdem. É fundamental preservar a memória daqueles que vieram antes de nós, os seus testemunhos e depoimentos. É essencial conservar as experiências que narram, os episódios que descrevem as estorietas que relatam e os sinais que carregam consigo.
(TEXTO ADAPTADO DE WALTER BENJAMIN, A HISTÓRIA DOS VENCIDOS)

Baseados nestas ideias atreladas ao conteúdo de História do 4º ano (que trata sobre a importância dos documentos históricos como fonte de comprovação das mudanças e permanências ao longo dos tempos) realizamos uma atividade de encher os olhos!
Os alunos pesquisaram, junto às famílias, objetos e documentos que fizessem parte de suas trajetórias de vida. No dia marcado, trouxeram-nos para a escola e produziram textos explicativos sobre os itens escolhidos. Montamos no salão uma exposição com o material recolhido pelas crianças e abrimos à visitação para os alunos de 2º ao 5º ano: um misto de curiosidade e excitação tomou conta dos convidados; muitas vezes, não dava para segurar o desejo de mexerem em objetos tão inusitados, interessantes ou desconhecidos, e lá se via uma mão a tocar, literalmente, a história de alguém...
Morot dos 4º anos

23/03/2012
A Escola na Hebraica
Entrevista de Alexandre Ostrowiecki (Nani), presidente do Bialik na Revista da Hebraica deste mês. Confira!
22/03/2012
Que venham novos alunos-pesquisadores...
© Escola Brasileira Israelita Chaim Nachman Bialik
Desde 1943 Educação Infantil, Ensino Fundamental I e II e Ensino Médio
Rua Simão Álvares - Nº 680 - CEP: 05417-020 - Pinheiros - São Paulo - SP - Tel: (11) 3093-0830epigram

Dicas Para as Escolas, Extraídas de Várias Fontes Para a Garimpagem da História-Memória e Cultura Escondidas Atrás de Várias Fontes de Informações:

O texto abaixo recolhido da fonte www6.ufgs.br convivência

A partir da elaboração dessas perguntas, é interessante instrumentalizar os estudantes sobre as técnicas de entrevistas (fazer perguntas curtas, estimular o entrevistado a responder à pergunta com riqueza de detalhes, o entrevistador não deve se sobressair em relação ao entrevistado, as perguntas devem ser elaboradas em ordem crescente de complexidade).
Seria interessante que os estudantes pudessem entrevistar, pelo menos, uma 20 pessoas e, posteriormente, convertessem os dados coletados em gráficos e tabelas, noções de porcentagem.
Outra abordagem possível é sugerir que os estudantes transformem as perguntas em narrativas, contemplando os seguintes elementos da narratologia (estrutura e modos de composição):

O quê? - Fato: o que se vai narrar;
Quando? - Tempo: quando o fato ocorreu;
Onde? - Lugar: onde o fato se deu;
Com quem? - Personagens: quem participou ou observou o ocorrido
Por quê? - Causa: motivo que determinou a ocorrência;
Como? - Modo: como se deu o fato;
Narrador - tipo de narrador (1a ou 3a pessoas);
Personagens - protagonistas, antagonistas, principais, secundários;
Discurso - direto e indireto;
Ambiente - (caracterização psicológica do espaço) e espaço (caracterização física do espaço);
Linguagem - culta, formal, informal, regional.

História, Memória e Narrativa

Se o grupo de professores optar pela realização de entrevistas (orais, recorrendo ao gravador ou à câmera de vídeo, ou escritas) produzidas pelos alunos, ainda que por apenas parte deles, seria interessante preparar um questionário prévio, apontando para aspectos da memória do lugar de seu interesse. Como exemplo, pode-se explorar histórias de vida profissional, narrativas, contos e “causos” cômicos e/ou fantásticos que envolvem o ambiente ou, mesmo, lendas e mitos relacionados à ocupação do espaço.
O tratamento dado a essa material precisa ser bastante cuidadoso. Que tal aproveitarmos o momento para discutirmos a relação entre memória e história? Sabemos que a primeira é uma narrativa pessoal e extremamente afetiva sobre a segunda, que é entendida como “a vida dos homens ao longo do tempo”. Uma possibilidade didática é comparar os registros dos alunos com informações recolhidas pelo professor sobre a trajetória do lugar, a partir de perguntas como:

a) em que medida as memórias revelam as transformações do espaço no tempo?
b) De que maneira elas demonstram um ponto de vista, individual ou coletivo, sobre os eventos narrados?
c) Como memórias distintas podem conviver em um mesmo lugar? Há conflitos e disputas entre versões de narrativas de grupos/pessoas diferentes?

Fazendo história e memória pela narrativa

Sugerimos que as reflexões realizadas ganhem forma através de duas produções narrativas, de preferência que apontem para mais de uma modalidade de registro (escrita, oralidade, imagem etc), o que também pode ser problematizado na sala de aula.
A primeira deve seguir as orientações de um texto de História (disciplina científica), quer dizer, que traga descrições e análises sustentadas pelas fontes a que tiveram acesso. A segunda pode ser mais livre, seguindo o ritmo da memória e incorporando percepções pessoais e mesmo elementos fictícios sobre o espaço retratado. Se for de interesse dos alunos, por que não reelaborar literariamente uma das memórias recolhidas nas entrevistas? O importante é que os limites entre a história e a memória fiquem bastante visíveis. Uma bom fio-condutor para a discussão é o terceiro problema perseguido na investigação do grupo: havendo memórias divergentes, em qual produção narrativa pode-se melhor conciliar as diferenças e em qual essas precisam ser relatadas de forma distanciada?
Dependendo das escolhas do grupo de professores quanto ao peso e ao tempo disponível para a atividade, pode-se dividir os estudantes em dois grupos, cada qual responsável pela criação de uma das narrativas. No final, os alunos apresentam suas produções aos colegas e trocam suas impressões sobre elas.
Com essa atividade, objetiva-se trabalhar principalmente a competência de comparação, que deve ser observada na avaliação das produções narrativas. Além disso, discute-se e elabora-se com os alunos os conceitos e noções de história (disciplina e objeto), memória e narrativa.
Alguns mercados públicos municipais e outros centros de comércio possuem acervos com fotos e reportagens de época, além de documentos oficiais sobre a construção do espaço físico e produções escritas sobre sua história.
Se essas fontes forem de fácil acesso, os próprios alunos podem manipulá-la, levantando e selecionando dados de acordo com as perguntas e dúvidas que surgirem no desenvolvimento do trabalho.

Fonte: http://aphoral.ufpa.br
Associação Brasileira de História Oral
Associação Paraense de História Oral- APHO

Vide abaixo o interessante encontro de alto nível que será promovido pela fonte acima e vide seus interessantes assuntos, demonstrações e métodos de pesquisas:
TERÇA FEIRA
(27/03) QUARTA FEIRA
(28/03) QUINTA FEIRA
(29/03) SEXTA FEIRA
(30/03)
10:00 às 17:30
CREDENCIAMENTO
Sala Professores IFCH
Bloco-B (aulas graduação Curso de História). 08:30 às 12:00
MESAS-REDONDAS
1) Natureza, Culturas, Memórias e Fontes Orais
Local: Auditório Setorial Básico-I.
2) História e Memória: Escolas, Universidades, Professores e Estudantes
Local: Auditório Setorial Básico-II.
3) Cidade Em Memórias, Narrativas E Representações
Local: Auditório Ateliê de Artes Artes (ICA) 08:30 às 12:00

MESAS-REDONDAS
1) Memórias de Mulheres
Local: Auditório Setorial Básico-I
2) Memórias dos Conflitos pela Terra na Amazônia
Local: Auditório Setorial Básico-II.
3) Vozes da Amazônia: Reinvenções de Identidades e Territorialidades na Defesa dos Direitos Sócio-Ambientais
Local: Auditório do Inst. Ciências Exatas e Naturais (ICEN) 08:30 às 12:00

MESAS-REDONDAS
1) Metodologias de Pesquisa, Fontes Orais e Interdisciplinaridade na Venezuela, Colômbia e Amazônia Brasileira
Local: Auditório Setorial Básico-I.
2) Rodas de Conversa: Uma Prática e Reflexão Interdisciplinar
Local: Auditório Setorial Básico-II.
3) Arte, Aprendizagem e Oralidade
Local: Auditório Ateliê de Artes (ICA)
14:00 às 17:45

MOSTRA DOCUMENTÁRIOS*
Laboratório de História
14:00 às 17:30
RODAS DE CONVERSA**
Bloco-A
(salas Curso de graduação CC.SS.) 14:00 às 17:45

SIMPÓSIOS TEMÁTICOS (GTS)
Salas cursos de graduação do Básico
Bloco-A (CC.SS.)
GTs n°1-2, 3,4,5,6 e 7
Bloco-B (História)
GTs n° 8,9, 10 e 11
Bloco-H (Letras)
GTs n° 12, 13, 14 e 15 14:00 às 17:45

SIMPÓSIOS TEMÁTICOS (GTS)
Salas cursos de graduação do Básico
Bloco-A (CC.SS.)
GTs n°1-2, 3,4,5,6 e 7
Bloco-B (História)
GTs n° 8,9, 10 e 11
Bloco-H (Letras)
GTs n° 12, 13, 14 e 15 14:00 às 17:45

PLENÁRIA ABHO-REGIÃO NORTE E APHOR
15:30 às 17:00h

CONFERÊNCIA DE ENCERRAMENTO
“O diálogo da História Oral com a Historiografia Contemporânea”
18:00 às 18:30

ATO DE ABERTURA DO CONGRESSO
Auditório Benedito Nunes (UFPA)
18:30 às 20:30

CONFERÊNCIA DE ABERTURA CONGRESSO
Dra. Marieta de Moraes Ferreira (UFRJ e CPDOC-FGV)
“Fontes Orais para a História do Tempo Presente” 18:00 às 21:00

MINICURSOS
Salas
Bloco-A (CC.SS.)
n°1, 2, 3,4,5 e 6
Salas
Bloco-B
(História)
n° 7,8, 9 e 10 18:00 às 21:00
MINICURSOS
Salas
Bloco-A (CC.SS.)
n°1, 2, 3,4,5 e 6
Salas
Bloco-B
(História)
n° 7,8, 9 e 10 17 às 17:30hs

ATO DE ENCERRAMENTO
20:00 hs.

FESTA DE ENCERRAMENTO DO CONGRESSO
Local: Praça do Carmo, Bairro Cidade Velha: Belém
IMPORTANTE: A COMISSÃO ORGANIZADORA SOLICITA AOS INSCRITOS, QUE APRESENTEM O COMPROVANTE DE DEPÓSITO/TRANSFERÊNCIA NO MOMENTO DO CREDENCIAMENTO.

CONFERÊNCIAS
CONFERÊNCIA DE ABERTURA
Dra. Marieta de Moraes Ferreira (UFRJ e CPDOC-FGV)
“Fontes Orais para a História do Tempo Presente”
DIA: 27
Horário: 18:30 às 20:00
Local: Auditório Benedito Nunes

CONFERÊNCIA DE ENCERRAMENTO
Maria Paula Nascimento Araújo (UFRJ)
“O diálogo da História Oral com a Historiografia Contemporânea”
DIA: 30
Horário: 15:30 às 17:00
Local: Auditório Básico-I

MESAS REDONDAS DIA 28 (quarta feira: 08:30 às 12:00)
1) NATUREZA, CULTURAS, MEMÓRIAS E FONTES ORAIS
Moderadora: Leila Mourão.
Palestrantes: Dr. Eurípedes Funes (UFCE), Dr. Marcos Montysuma (UFSC) e Dra. Temis Gomes Parente (UFT).
Local: Auditório Setorial Básico-I.
2) HISTÓRIA E MEMÓRIA: ESCOLAS, UNIVERSIDADES, PROFESSORES E ESTUDANTES
Moderadora: Stela Pojuci Ferreira de Moraes.
Palestrantes: Dra. Edilza Fontes (FHIS-UFPA), Dra. Franciane Gama Lacerda (FHIS-UFPA), Dra. Maria do Socorro Costa Coelho (Faculdade de Educação-UFPA).
Local: Auditório Setorial Básico-II.
3) CIDADE EM MEMÓRIAS, NARRATIVAS E REPRESENTAÇÕES
Moderadora: Venize Rodrigues.
Palestrantes: Dr. Antonio Clarindo Barbosa de Souza (UFCG-PB), Dr. José Maria da Silva (UNIFAP), Dra. Luciana Carvalho (UFOPA) e Dra. Josebel Akel Fares (UEPA).
Local: Auditório Ateliê de Artes (Instituto de Ciências das Artes-ICA).

MESAS REDONDAS DIA 29 (quinta feira: 08:30 às 12:00)
1) MEMÓRIAS DE MULHERES
Moderadora: Denise Machado Cardoso.
Palestrantes: Dra. Maria Luzia Miranda Álvares (GEPEM/FCS/UFPA), Dra. Benedita Celeste Pinto (UFPA) e Dra. Andrea Silva Domingues (Univas/MG).
Local: Auditório Setorial Básico-I
2) MEMÓRIAS DOS CONFLITOS PELA TERRA NA AMAZÔNIA
Moderador: Fábio Pessôa.
Palestrantes: Ms. Elias Diniz Sacramento (UFPA), Ms. Airton dos Reis Pereira (UEPA) e Ms. Fagno da Silva Soares (IFMA).
Local: Auditório Setorial Básico-II.
3) VOZES DA AMAZÔNIA: REINVENÇÕES DE IDENTIDADES E TERRITORIALIDADES NA DEFESA DOS DIREITOS SÓCIO-AMBIENTAIS

Moderadora e palestrante: Ms. Maria Cristiane Pereira de Souza (IMV).
Palestrantes: Ms. Iremar Antônio Ferreira (Instituto Madeira Vivo (IMV), Ms. Dion Monteiro (Instituto Amazônia Solidária e Sustentável/IAMAS) e Ms. José Guilherme Carvalho da Silva (FASE).
Local: Auditório do Instituto de Ciências Exatas e Naturais (ICEN).
MESAS REDONDAS DIA 30 (sexta feira: 08:30 às 12:00)

1) METODOLOGIAS DE PESQUISA, FONTES ORAIS E INTERDISCIPLINARIDADE NA VENEZUELA, COLÔMBIA E AMAZÔNIA BRASILEIRA
Moderadora: Maria Paula Nascimento Araújo.
Palestrantes: Xiomara Pamela Rodríguez Neira (Venezuela), Fábio Castro (Colômbia) e Carla Monteiro de Souza (UFRR-Roraima).
Local: Auditório Setorial Básico-I.
2) RODAS DE CONVERSA: UMA PRÁTICA E REFLEXÃO INTERDISCIPLINAR
Moderador: Pere Petit.
Palestrantes: Edivânia Santos Alves, Jaime Cuéllar Velarde e Nailce dos Santos Ferreira.
Local: Auditório Setorial Básico-II.
3) ARTE, APRENDIZAGEM E ORALIDADE
Moderadora: Telma Saraiva.
Palestrantes: Dr. Celson Gomes (UFPA) e Maria da Graça Jacintho Setton (USP) e Dra. Lia Braga Vieira (UFPA/UEPA).
Local: Auditório Ateliê de Artes (Instituto de Ciências das Artes-ICA).

PROGRAMAÇÃO DAS RODAS DE CONVERSAS
Ativando a Vida, Ativando a História
DIA 27 DE MARÇO DE 14h30 às 17h30
O I Congresso Pan-Amazônico e VII Encontro da Região Norte de História Oral, contará com um espaço no evento, no dia 27, chamado de “Rodas de Conversas: Ativando a Vida, Ativando a História”, proporcionando aos participantes a experiência do contato com os movimentos sociais, culturais e militantes políticos que vem reivindicando lugar e presença na história, sem exclusividades e ortodoxias. Ao mesmo tempo em que se caracteriza por serem espaços abertos integrando moradores de diferentes bairros da cidade de Belém e a comunidade acadêmica, objetivando compartilhar suas experiências e aprendizados cotidianos produzidos nas mais variadas atmosferas de nossa rica cultura.
Formato: Serão formados círculos no qual poderão participar no máximo 40 pessoas, além dos convidados ao “bate papo”. Local em que apresentarão e compartilharão suas, memórias, com recorte às manifestações da cultura local e das lutas sociais. Todo evento será registrado através de mídia digital.
As Rodas de Conversa serão realizadas (dia 27) no Bloco-A, salas de aula dos Cursos de Graduação em Ciências Sociais (próximo ao Restaurante Universitário-RU).

RODA 1: AS DIVERSAS LINGUAGENS DA CULTURA DO BAIRRO DA TERRA FIRME
PROPONENTE: Ponto de Memória da Terra Firme
RESUMO: Esta roda terá como tema a História do Bairro da Terra Firme, contada por senhores do Bairro selecionados pelos jovens participantes do projeto.

RODA 2: RODA DE BATE PAPO CAFÉ COM PUPUNHA
PROPONENTE: MOVA-CI: Movimento de Vanguarda da Cultura de Icoaraci
RESUMO: Esta roda de “bate -papo”, nasceu em 2005 no período da IV MOSTRA de CULTURA-MESTRE CABELUDO. Desde este momento até hoje, aconteceram em seis bairros do Distrito de Icoaraci: Paracuri, Ponta Grossa, Furo do Maguari, Cruzeiro, Vinte e três e Tenoné. Sempre realizadas no “período da pupunha” e com moradores desses diferentes bairros que nos contaram histórias e reviveram um pouco da Icoaraci do passado. Nesta que vai acontecer na UFPA estarmos compartilhando mais um momento da memória viva desses moradores.

RODA 3: MEMÓRIAS DO GOLPE E DA DITADURA MILITAR
PROPONENTES: Jaime Cuéllar Velarde e Marcos Valério Reis
RESUMO: Visa oportunizar o público presente com memórias de sujeitos culturais cujas trajetórias de vida foram atravessadas pelos tempos de exceções, prisões e censuras (1964-85). Os eixos temáticos a serem tratados pelos convidados são: a) O golpe civil-militar, em março de 1964; b) As prisões de amigos, parentes, políticos; c) As notícias de jornais sobre prisões, fatos políticos, Atos Institucionais; d) As táticas de resistências no teatro, música, poesia, etc.; e) As discussões com a família sobre o golpe e a ditadura; f) Os sentimentos de raivas, recalques, remorsos, frustrações, medos, etc.Estarão presentes Dulce Rosa Rocque Bacelar, Alfredo Oliveira, André Costa Nunes, Paulo André Barata, Pedro Galvão e Juracy Siqueira.

PROGRAMAÇÃO MOSTRA DE VÍDEO-DOCUMENTÁRIOS
Oralidades na Amazônia
Sessões:
TARDES: DIAS 27, 28 e 29 SESSÕES PROGRAMADAS: 14 às 18 hs.
MANHÃS: DIAS 28 e 29 SESSÕES A LA CARTE: 09 às 12 hs.
LOCAL: LABORATÓRIO DE HISTÓRIA,
(aulas pós-graduação em História, próximo Auditório Basico-I)

Título 1: MULHERES, MÃES E VIÚVAS DA TERRA: SOBREVIVÊNCIA DA LUTA, ESPERANÇA DE JUSTIÇA (25 minutos. Ano 2009. Marabá/PA)
Autor: Evandro Medeiros
Sinopse: O documentário “Mulheres, Mães e Viúvas da Terra: Sobrevivência da Luta, Esperança de Justiça”, traz o caso de diferentes mulheres cujas histórias de vida se encontram com as histórias de luta pela terra no Sul e Sudeste do Pará, em meio a dor, lágrima e luta pela sobrevivência, em seus diferentes significados e circunstâncias, após perderam esposos, irmãos e filhos assassinados pelo latifúndio. Trabalhando com relatos de Dona Geraldina e Luzia Canuto [viúva e filha de João Canuto], Dona Joelma [viúva de Dezinho] e Dona Marina [viúva de Zé Pretinho], o documentário é inspirado na obra "Viúvas da Terra - Morte e Impunidade nos Rincões do Brasil

Título 2: BOM JARDIM: MEMÓRIAS, LUTAS E IDENTIDADE (15 minutos. Ano 2010. Santarém/PA)
Autora: Cláudia Laurido Figueira
Sinopse: O documentário narra a trajetória histórica dos moradores de uma comunidade rural, denominada de Bom Jardim, localizada em Santarém do Pará, que na década de 1990 se auto determinou quilombola no contexto dos encontros das “Raízes Negras” articulados por lideranças do Movimento negro urbano e quilombos do Baixo Amazonas. A filmagem realizada no local, busca valorizar o testemunho de antigos moradores e lideranças que participaram da articulação do movimento quilombola em Bom Jardim.
O documentário tem no testemunho oral dos moradores a sua principal fonte de pesquisa, objetivando traçar o itinerário da luta quilombola em Bom Jardim e o significado que estes atribuem ao movimento, por isso, valoriza-se as vozes desses sujeitos históricos, suas histórias e suas lutas pela titularização da terra, entendida como “terra de herança”.

Título 3: MEMÓRIA INSONE (14min. Ano 2007. Castanhal/PA)
Autor: José Victor Neto
Sinopse: O filme trata do cotidiano e das relações de trabalho de um grupo de vigias noturnos, atuante no centro da cidade de Castanhal. Os referidos vigilantes, devido às circunstancias de sua atividade profissional, passam as noites contando estórias uns aos outros, como forma de se manterem acordados durante as madrugadas. A temporalidade invertida entre dia e noite, e o tédio que marca esta segunda, possibilitam a emergência de diversas histórias, dos mais recônditos cantos da memória.
Vencedor do 1º Concurso de Curtas-Metragens da Fundação Cultural do Município de Castanhal – FUNCAST

Título 4: UM RODO NA BEIRA DO RIO (16 minutos. Ano 2011/2012. Sena Madureira/AC)
Autora: Joana de Oliveira Dias
Sinopse: O vídeo documentário “Um rodo na beira do rio” traduz os intercâmbios vivenciados no mercado municipal às margens do Rio Iaco, no município de Sena Madureira-AC, a partir das memórias e representações de homens, mulheres e crianças que diariamente circulam naquele espaço.As cenas observadas sistematicamente no mercado da cidade e todo seu entorno, como o vai e vem das catraias, o “bate-papo” nos armazéns e nos bares, o ir e vir do batelão com pessoas, cartas e mercadorias, o subir e baixar do rio, os diversos falares, cheiros, sons e silêncios produzidos pelos inúmeros sujeitos sociais no cotidiano deste espaço criam um cenário com personagens, figurinos e enredo próprios.Mais do que isso, essa opção pelo mercado, a beira do rio e suas memórias constitui-se numa escolha política e metodológica ao entender que esse quadro permite tecer relações sobre a história e a cultura das cidades ribeirinhas das Amazônias. Assim, o desvelar dessas lembranças traz à baila significações e sentidos cotidianamente silenciados ou renegados pela história e discurso oficiais.

Título 5: TODO DIA É DIA DE FEIRA NA TERRA FIRME (15 minutos. Ano 2011. Belém/PA)
Autor: Ponto de Memória do bairro da Terra Firme
Sinopse: São coletadas e exibidas falas de pessoas envolvidas diretamente no cotidiano da feira do bairro da Terra Firme como feirantes, vendedores ambulantes, pequenos comerciantes e consumidores, destacando este espaço como essencial na dinâmica deste lugar.

Título 6: RITMOS, CORES E ROSTOS DA TERRA FIRME (15 minutos. Ano 2011. Belém/PA)
Autor: Ponto de Memória do bairro da Terra Firme
Sinopse: breve síntese do panorama cultural do bairro da Terra Firme mostrando as atividades, grupos e organizações que lidam com a cultura por meio de diferentes expressões socioculturais

Título 7: FILHOS DA TERRA (18 minutos. Rio Branco-AC)
Autor: Emilson Ferreira
Sinopse: A diáspora acreana, sobreviventes da seca nordestina, que foram “convertido em seringueiro anônimos nas florestas do Acre” Hardman(2009, p.69); mais uma vez foram expulsos de terras brasileiras, pelo progresso, que transformou seringais em fazenda de criação de gado. Buscaram refúgios na floresta boliviana, lá reconstituíram suas vidas, formaram famílias, continuaram a ser eles mesmos no inferno verde, na terra que os aprisionam, no progresso que continua a os esquecerem, que os privam do direito à saúde, à escola, à cidadania. Agora é a vez do governo nacionalista de Evo Morales, que durante campanha eleitoral, prometeu fazer a reforma agrária, amparado pela constituição boliviana, a qual não permite que estrangeiros tenham terra naquele país. Assim, sofrem ameaças de serem expulsas da Bolívia famílias de seringueiros brasileiros, que vivem na faixa de fronteira de 50 km com o Brasil.

Título 8: MOLDANDO IDENTIDADES ATRAVÉS DA ARGILA (19 minutos. Ano 2010. Icoaraci/PA)
Autora: Telma Saraiva
Sinopse: O documentário Moldando Identidades através da Argila, conta um pouco da história da cerâmica artesanal do bairro do Paracuri em Icoaraci, Distrito de Belém, e aborda um dos principais temores dos artesãos: A falta de aprendizes que ameaça a continuidade desta tradição ceramista.(Projeto contemplado pela Fundação Nacional de Artes-FUNARTE, no Edital Bolsa Funarte de Produção Crítica sobre as Interfaces dos Conteúdos Artísticos e Culturas Populares)

Título 9: UBÁ, UM MASSACRE ANUNCIADO (25 minutos. Ano 2006. São Domingos do Araguaia/PA)
Autor: Evandro Medeiros
Sinopse: Vídeo produzido por ocasião do julgamento do fazendeiro mandante do assassinato de trabalhadores rurais no Massacre da Fazenda Ubá, ocorrido no município de São Domingos do Araguaia em 1985. Relata a história do massacre contada 21 anos depois por sobreviventes e testemunhas da violência cometida por pistoleiros no assassinato de Zé Pretinho, lider dos posseiros que ocupavam a Fazenda Ubá. Vídeo utilizado como instrumento de mobilização e sensibilidade da sociedade paraense para atenção com os casos de violência no campo.

Título 10: BRINCADEIRA DE MESTRE (20 minutos. Ano 2004/2005. Icoaraci/PA)
Autor:Movimento da Vanguarda da Cultura de Icoaraci -MOVA-CI
Sinopse: São mostradas festas e manifestações da cultura de Icoaraci realizadas principalmente no carnaval, na quadra junina e festivais como os do Dia do Folclore e da Mostra de Cultura de Icoaraci. Durante a mostra acontece um grande cortejo que passa pelas ruas do distrito, reunindo boi-bumbá, cordão de pássaro, escola de samba. O documentário mostra também como eles fazem aquela brincadeira
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Título 11: CABELO SECO NO ENCONTRO DOS RIOS (12 minutos de duração. Ano: 2008. Marabá/PA)
Autora: Joseline S. Barreto Trindade
Sinopse: Em alguns livros de história de Marabá está registrado que quando o comerciante maranhense Francisco Coelho chegou ao pontal (foz do rio Itacaiunas com o Tocantins) próximo ao burgo Itacaiunas, resolveu construir seu barracão que denominou de Marabá, referencia ao poema do escritor, também maranhense, Gonçalves Dias. O barracão definiu os marcos do bairro pioneiro de Marabá, que recebeu o nome de “seu fundador” Francisco Coelho. Mas, ficou, posteriormente, conhecido como Cabelo Seco, denominação que diz respeito entre outras narrativas, “ao cabelo cri, cri das moças que viviam no meretrício”. Em 2007, desenvolvemos no bairro Cabelo Seco, as oficinas do Projeto Nova Cartografia Social da Amazônia (PNCSA), que resultou no Fascículo 21 Bairro Cabelo Seco e no documentário “Cabelo Seco no Encontro dos Rios.” Nesse “diálogo de saberes”, ouvimos muitas histórias da cidade de Marabá: o seu surgimento, sua trajetória, as expressões culturais, manifestações religiosas, relações sociais, bem como, a apaixonada relação dos moradores com os rios Itacaiúnas e Tocantins, reflexo da vida cotidiana das lavadeiras; das “mulheres felizes”; dos “soldados da borracha”; dos castanheiros; pescadores; barqueiros; parteiras; curandeiras; crianças. Expressões de desejos, sonhos, diversão e chegadas que iremos conhecer um pouco mais por meio das histórias do bairro.
APHO

Observação do Blog do Prof. Ademir Rocha:

Como esse importante encontro envolve custos e tem outras exigências, leia abaixo:

IMPORTANTE: A COMISSÃO ORGANIZADORA SOLICITA AOS INSCRITOS, QUE APRESENTEM O COMPROVANTE DE DEPÓSITO/TRANSFERÊNCIA NO MOMENTO DO CREDENCIAMENTO.

São quatro as modalidades de participação no Congresso:
1) Participante que apresenta seus trabalhos de pesquisa nos Simpósios Temáticos (GTs).
2) Apresentação de documentários.
3) Participantes dos minicursos.
4) Participantes nas atividades do Congresso que não apresenta trabalho nem participa dos minicursos.

1) PARTICIPANTE DOS SIMPÓSIOS TEMÁTICOS (GTS).
Para apresentar uma comunicação nos 15 Simpósios Temáticos (GTs) do Congresso, o candidato terá que enviar ao e-mail aphoral@gmail.com as seguintes informações:

1.1 Nome completo, instituição, curso, titulação, endereço, e-mail e telefones de contato.
1.2 Curriculum (máximo 15 linhas.
1.3 Indicar dois (02) GTs conforme a ordem hierárquica de sua preferência aos quais deseja apresentar a sua comunicação.
1.4 Resumo da comunicação (10 e 15 linhas), a ser enviado até o dia 12 de março.
1.5 Comunicação (texto final). Texto de no máximo 20 páginas (ver link Normas Artigo), deverá ser enviado para constar nos Anais do Congresso, até o dia 25 de março.

2) APRESENTAÇÃO DE DOCUMENTÁRIOS.
Os candidatos deverão fazer as suas inscrição no Congresso e seguir as indicações indicadas no link “Chamada Documentários".

3) PARTICIPANTES DOS MINICURSOS.
Para inscrever-se nos minicursos, o interessado deverá escolher 03 (três) das opções listadas na página do evento (ver link MINICURSOS) classificadas em 1ª, 2ª e 3ª opções. Caso o minicurso escolhido em 1ª opção já tenha atingido o número máximo de participantes (35), o inscrito será realocado no minicurso escolhido em 2ª opção, e assim sucessivamente. A inscrição aos minicursos pode ser realizada até o dia 26 de março no e-mail aphoral.minicursos@gmail.com, ou no dia 27, a partir das 12 hs. na Mesa de Credenciamento do Congresso a ser instalada no Auditório Benedito Nunes da UFPA.

4) PARTICIPANTES NAS ATIVIDADES DO CONGRESSO QUE NÃO APRESENTAM TRABALHO E NÃO PARTICIPAM DOS MINICURSOS.
A inscrição poderá ser realizada até o dia 26 de março através do e-mail aphoral@gmail.com, ou no dia 27, a partir das 12 hs. na Mesa de Credenciamento do Congresso a ser instalada no Auditório Benedito Nunes da UFPA.

Observação!
Os pagamentos discriminados abaixo NÃO SÃO ACUMULATIVOS.
Isto é, os profissionais e alunos que apresentem trabalho ou documentário NÃO deverão realizar um novo pagamento para participar dos minicursos.
Tampouco os profissionais e alunos que façam a sua inscrição nos minicursos terão que fazer um novo pagamento para participar das outras atividades do Congresso.

ATENÇÃO AOS VALORES:
1)APRESENTAÇÃO DE TRABALHO NOS SIMPÓSIOS TEMÁTICOS e/ou APRESENTAÇÃO DE DOCUMENTÁRIO
Profissionais: R$ 50,00
Alunos (graduação e pós-graduação): R$ 30,00
OBS: O valor citado faz referência a TODAS as atividades do congresso, ou seja, não será necessário o pagamento adicional por MINICURSOS!

2)PARTICIPAÇÃO DAS ATIVIDADES DO CONGRESSO:
Profissionais: R$ 30,00
Alunos (graduação e pós-graduação): R$ 20,00
OBS: O valor citado faz referência a TODAS as atividades do congresso! Dessa forma NÃO será solicitado o pagamento de valor adicional pela participação, do inscrito que NÃO apresentará trabalho nos simpósios temáticos ou documentários, em MINICURSOS ou demais atividades.

DADOS NECESSÁRIOS PARA A EFETIVAÇÃO DO DEPÓSITO NO VALOR DA INSCRIÇÃO
Banco do Brasil
Conta Corrente: 34.061-8
Agência: 3702-8
Beneficiado: Andrey Maciel Castro

ENVIAR O RESPECTIVO COMPROVANTE DO DEPÓSITO E QUALQUER DÚVIDA AOS E-MAILS INDICADOS ACIMA

A Comissão Organizadora.

Reproduzido pelo Blog do Prof. Ademir Rocha, de Abaetetuba/Pa

sábado, 24 de março de 2012

COLÉGIO SÃO FRANCISCO XAVIER: MEMÓRIAS 1987


BISPOS, EX-DIRETORES E PROFESSORANDOS DE 1987 DO EXTINTO CURSO DE MAGISTÉRIO
ANIVERSÁRIO DO COLÉGIO SÃO FRANCISCO XAVIER: 46 ANOS

A Escola São Francisco Xavier, pertencente à entidade Obras Sociais da Diocese de Abaetetuba, foi fundado em 1966 e teve 3 bispos na existência dessa tradicional escola de Abaetetuba e teve também 12 diretores e mais a professora Miguelina de Araujo Bitencourt a dirigir essa escola. identifique os bispos e os respectivos diretores na foto acima.

Quadro de Colação de grau de uma turma de professores normalistas da Escola São Francisco Francisco Xavier.

Coleção de gráu de uma turma do extinto curso de Magistério (formação de professor à nível de ensino primário), quando as colações de gráus envolviam: quadro dos formandos, colação de gráu solene com os formandos devidamente paramentados, homenagens oficiais, especiais, póstumas, etc, paraninfos dos/das professorandos/as, anéis de gráu, missas, discursos, festas de colação, coquetéis, etc.

Quem se identifica nesse quadro de formatura de 1987?

Prof. Ademir Rocha, de Abaetetuba/Pa

sábado, 17 de março de 2012

FEIRAS DE CIÊNCIAS

FEIRAS DE CIÊNCIAS: ESCOLAS DE IGARAPÉ-MIRI E ABAETETUBA

Fonte: http://www.agenciapara.com/noticias
Agência Pará de Notícias

Estudantes paraenses apresentam nove trabalhos em feira nacional de ciências

Agência Pará de Notícias
Atualizado em 16/03/2012 às 19:24
Alunos e professores de escolas públicas estaduais e municipais do Pará participaram da 10ª edição da Feira Brasileira de Ciências e Engenharia (Febrace), apresentando nove projetos científicos. Este ano, a feira contabilizou 325 projetos, desenvolvidos por 745 estudantes de escolas públicas e privadas, de ensino fundamental (8ª e 9ª anos), médio e técnico, de todas as regiões do país.
A Febrace aconteceu no período de 13 a 15 de março, em São Paulo, nas dependências da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli/USP). Promovida anualmente pelo Laboratório de Sistemas Integráveis (LSI) da Poli, a Febrace é a maior feira brasileira de Ciências e Engenharia.
Os projetos deste ano foram selecionados entre 1.505 trabalhos, submetidos diretamente pelos autores e por meio das 54 feiras de ciências afiliadas. No evento, os projetos finalistas foram avaliados por uma comissão julgadora. Os autores dos melhores trabalhos ganharam medalhas, bolsas de iniciação científica do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico), certificados e estágios, entre outros prêmios.
Também foram selecionados nove estudantes para representar o Brasil na Feira Internacional de Ciências e Engenharia da Intel (Intel ISEF), que neste ano acontecerá em Pittsburgh, nos Estados Unidos, de 13 a 18 de maio.
Participaram da Febrace alunos e professores dos municípios de Abaetetuba, apresentando três projetos; Igarapé-Miri, com cinco, e Santa Izabel do Pará, com um projeto.
Dentre os alunos que representaram o Pará está Raquel Oliva, aluna do ensino médio da Escola Estadual Manoel Antônio de Castro, localizada em Igarapé-Miri (município do Baixo Tocantins), uma das autoras do projeto “Enchimento alternativo da fibra do resíduo do palmito como forma de sustentabilidade econômica e ambiental em Vila Maiuatá”. Raquel disse nunca ter imaginado que, sendo ribeirinha e de família humilde, poderia um dia viajar de avião e conhecer muitas pessoas. ”Mas quando acreditamos em nossos sonhos podemos chegar muito longe, independente de condições financeiras”, ressaltou.
Resultados positivos - A experiência não foi única apenas para os alunos. A professora Vânia Machado, da Escola Estadual Professora Dalila Afonso Cunha, também de Igarapé-Miri, e orientadora de dois projetos apresentados na Febrace, disse que também vivenciou o sonho de conhecer São Paulo e a maior universidade do Brasil. “Quando acreditamos no potencial de nossos alunos e na importância de nosso trabalho, os resultados são positivos tanto para o educando quando para o educador”, declarou.
Gilberto Silva, coordenador de Incentivo à Pesquisa da Secretaria Municipal de Educação de Igarapé-Miri, ministrou uma palestra sobre pesquisa na educação básica com o tema "Relato de Experiências na Organização de Programas e Feiras de Pré-Iniciação Científica e Tecnológica no Brasil". “Participar desses eventos científicos é um momento ímpar na vida, sobretudo, dos alunos, uma vez que com essas oportunidades eles desenvolvem suas ideias no campo da pesquisa”, ressaltou.
Para a coordenadora geral da Febrace, Roseli de Deus Lopes, as feiras estimulam o espírito investigativo e empreendedor nos jovens – algo fundamental para uma economia baseada no conhecimento. “A Febrace é uma mostra do potencial dos nossos jovens, de sua capacidade para inovar, encontrar soluções para problemas da sociedade e contribuir para o desenvolvimento do país”, afirmou Roseli Lopes, acrescentando que “cada vez mais as empresas buscam profissionais especializados, com competências para a investigação sistemática e científica, que resulte em solução de problemas reais”.

Projetos apresentados na Febrace por estudantes do Pará

1 - A UTILIZAÇÃO DO FORNO SOLAR NA DESINFECÇÃO DE ÁGUAS RIBEIRINHAS (1347)
Equipe responsável: Júlia Gabrielle Carvalho Nascimento, Luana Barros Ribeiro, Clelivaldo Santos da Silva (orientador), Benedita Antonia Rodrigues Vieira (coorientadora). Apoio: Centro de Pesquisa e Desenvolvimento da Educação Matemática e Científica/Clube de Ciências de Abaetetuba (PA).

2 - ABAETETUBA, A OUTRORA TERRA DA CACHAÇA (1284)
Equipe responsável: Isabela Silva de Sousa, Maria Gorete Abreu Costa da Paz (orientadora), Selma Maria Pinheiro Ferreira (coorientadora). Apoio: EEFM São Francisco Xavier, em Abaetetuba (PA).

3 - ENCHIMENTO ALTERNATIVO DA FIBRA DO RESÍDUO DO PALMITO COMO FORMA DE SUSTENTABILIDADE ECONÔMICA E AMBIENTAL EM VILA MAIAUATÁ - IGARAPÉ-MIRI (PA)
Equipe responsável: Raquel Ferreira Oliva, Dayanne Cardoso do Amaral, Vânia Sebastiana Nonato Machado (orientadora), Gracilene do Socorro Afonso Ferreira (coorientadora). Apoio: EEEM Manoel Antônio de Castro, Igarapé-Miri (PA).

4 - FARELO DO RESÍDUO DO PALMITO PARA SUÍNOS: UMA FORMA DE SUSTENTABILIDADE ECONÔMICA E AMBIENTAL NA VILA MAIAUATÁ - MUNICÍPIO DE IGARAPÉ-MIRI (PA)
Equipe responsável: Cleisonor dos Santos Farias, Vânia Sebastiana Nonato Machado (orientadora). Apoio: Escola Estadual Professora Dalila Afonso Cunha - Igarapé-Miri (PA).

5 - MARMITEX E ALUMINADOS – UMA FORMA DE OBTENÇÃO DE ENERGIA ALTERNATIVA (293)
Equipe responsável: Ilma do Socorro Marques Monteiro, Janeila Tatiane Leal Coelho, Viviane do Socorro de Souza Saldanha, Rildo Vaz Alves (orientador). Apoio: EEEM Antônio Lemos – Santa Izabel do Pará (PA).

6 - PALMIARTE: ARTESANATO DA CASCA DE PALMITO: UMA ALTERNATIVA VIÁVEL PARA GERAÇÃO DE RENDA E PRESERVAÇÃO AMBIENTAL EM VILA MAIAUATÁ - IGARAPÉ-MIRI (PA)
Equipe responsável: Liandra Silva Lopes, Rômulo Darbo Dias Rodrigues, Jackeline Pureza Silva, Gracilene do Socorro Afonso Ferreira (orientadora). Apoio: Escola Municipal de Ensino Fundamental Araci Corrêa Santa Maria - Igarapé-Miri (PA)

7 - PESQUISANDO A AÇÃO LARVICIDA DO MELÃO DE SÃO CAETANO (MORMODICA CHARANTIA), DA ARRUDA (RUTA GRAVEOLANS) E DO BOLDO (VERNONIA CONDENSATA) NO CONTROLE DO VETOR AEDES AEGYPTI – ABAETETUBA (PA)
Equipe responsável: Rafael Carmo da Costa, Maria Gorete Abreu Costa da Paz (orientadora). Apoio: EEEFM Prof.ª Benvinda de Araújo Pontes – Abaetetuba (PA).

8 - RESSURREIÇÃO DO FURO DO RIO SANTO ANTÔNIO (566)
Equipe responsável: Ellen Cristina Lobato, Fernanda Santos, Marlo da Silva Nonato (orientador). Apoio: EMEF Caetano Corrêa Leão - Igarapé-Miri (PA).

09 - UTILIZAÇÃO DE RESÍDUOS DA AGROINDÚSTRIA DO AÇAÍ PARA A PRODUÇÃO DE ADUBO ORGÂNICO POR MEIO DE EQUIPAMENTOS ALTERNATIVOS NO MUNICÍPIO DE IGARAPÉ-MIRI (PA)
Equipe responsável: Marcio Kennedy Araújo Ferreira, Ernane de Jesus Pantoja Neto, Bruna da Cruz Silva, Josineide Pantoja da Costa (orientadora), Helio Nascimento da Paixão Júnior (coorientador). Apoio: EEEM Manoel Antônio de Castro - Igarapé-Miri (PA).

Texto:
Danielly Gomes - Seduc
Fone: (91) 3201-5181 / (91) 9902-1475
Email: danielly.gomes@seduc.pa.gov.br

Secretaria de Estado de Educação
Rod. Augusto Montenegro Km 10, S/N. Icoaraci, Belém-PA. CEP: 66820-000
Fone: (91) 3201-5205 / 5005 / 5180 / 5008
Site: www.seduc.pa.gov.br Email: gabinete@seduc.pa.gov.br
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Reproduzido pelo Blog do Prof. Ademir Rocha, de Abaetetuba/Pa

sexta-feira, 2 de março de 2012

DATAS IMPORTANTES: MULHER E ÁGUA












DIA INTERNACIONAL DA MULHER & DIA INTERNACIONAL DA ÁGUA


FonteS: Água na Jarra
Sosriosdobrasil.blogspot.com

29 de fevereiro de 2012

QUEM ESTÁ COMEMORANDO O "DIA MUNDIAL DA ÁGUA 2012" - ÁGUA NA JARRA (I)

Segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

A Água na Jarra participa da campanha da ONU pelo Dia Mundial da Água 2012

O tema da campanha deste ano é “Água e Segurança Alimentar” e busca chamar a atenção para o uso da água como recurso fundamental no cultivo da nossa comida.
A metodologia da “pegada hídrica” permite o cálculo do total de água gasto para que determinado alimento chegue à nossa mesa (água virtual) desde o preparo do solo, irrigação, transporte e beneficiamento do mesmo. Podemos assim medir o gasto total de água que foi “incorporada” em vários tipos de alimentos, como mostra a tabela ao final do texto.
O tema da água e sua relação com a nossa dieta alimentar é muito importante, já que o maior uso da água é justamente no setor da agricultura e criação animal. No Brasil, aproximadamente 80% da água doce que consumimos é destinada a esses fins!
Este conhecimento nos alerta para o fato de que o bom gerenciamento dos nossos hábitos alimentares dá uma grande contribuição para o melhor uso da água doce, esse recurso tão importante para nós, seres humanos, e que cada vez mais deve ser valorizado e usado com sabedoria.

Algumas ações propostas pela ONU em sua campanha:
√ Consumir produtos que sejam menos intensivos em uso de água;
√ Reduzir as perdas de alimentos, pois estima-se que 30% de nossa comida é desperdiçada mundialmente;
√ Produzir mais comida, de melhor qualidade e com menor quantidade de água;
√ Seguir uma dieta mais saudável.
Sobre esse último item, especialmente, nós da Água na Jarra acreditamos que gestos simples podem fazer grande diferença para o consumo responsável da água. Produtos industrializados gastam mais água para serem produzidos pois envolvem mais variáveis como transporte, beneficiamento e embalagens. A troca do seu consumo por consumo de alimentos in natura contribui não só para a saúde da nossa família bem como para melhoria do ambiente e economia dos recursos naturais.

Para produzir comida, a água é consumida pelas plantas através de evaporação e transpiração. A quantidade de água necessária vai variar conforme o tipo de grão cultivado e a localização, além da produtividade local e das condições de disponibilidade de fornecimento de água através de regimes de chuva ou de irrigação.
Depois da colheita, quando o alimento se torna disponível para comercialização, a água incorporada no produto muda de “real” para “virtual”.

Para maiores informações:
www.unwater.org/worldwaterday/
www.fao.org/nr/water

ENVIE TAMBÉM AS INFORMAÇÕES SOBRE AS COMEMORAÇÕES DO DIA MUNDIAL DA ÁGUA 2012, NO SEU SITE, BLOG, ONG, GRUPO AMBIENTAL, COMITÊ DE BACIA, COMUNIDADE, ESCOLA, IGREJA, ETC, PARA DIVULGARMOS GRACIOSAMENTE!

BLOG SOS RIOS DO BRASIL
ÁGUA - QUEM PENSA, CUIDA!
Postado por Prof. Jarmuth às 2/29/2012 11:34:00 PM

Dia Mundial da Água

O Dia Internacional da Água foi estabelecido em 1992 na Conferência das Nações Unidas (ONU) e é comemorado anualmente na data de 22 de março como forma de chamar a atenção para a importância da água e promover o gerencimamento sustentável dos recursos hídricos.

O primeiro Dia Mundial da Água foi comemorado em 22 de março de 1993.

Fonte: Água na Jarra

ENVIE TAMBÉM AS INFORMAÇÕES SOBRE AS COMEMORAÇÕES DO DIA MUNDIAL DA ÁGUA 2012, NO SEU SITE, BLOG, ONG, GRUPO AMBIENTAL, COMITÊ DE BACIA, COMUNIDADE, ESCOLA, IGREJA, ETC, PARA DIVULGARMOS GRACIOSAMENTE!

BLOG SOS RIOS DO BRASIL
ÁGUA - QUEM PENSA, CUIDA!
Postado por Prof. Jarmuth às 2/29/2012 11:34:00 PM

Fonte: sosriosdobrasil.blogspot.com
&
Água na Jarra

VAMOS HOMENAGEAR AS MULHERES QUE SE DESTACAM NA DEFESA DE NOSSAS ÁGUAS
VAMOS HOMENAGEAR AS MULHERES QUE SE DESTACAM NA DEFESA DE NOSSAS ÁGUAS

DIA INTERNACIONAL DA MULHER - 8 DE MARÇO

Queremos valorizar e homenagear as mulheres que nas comunidades ribeirinhas, nos comitês de bacias hidrográficas, nas escolas e faculdades, nas ONGs e OSCIPs, nos centros comunitários e entidades ambientais, nas autarquias e órgãos governamentais, se destacam na defesa de nossos recursos hídricos, lutando para garantir água de qualidade para as nossas famílias!

Envie suas homenagens, relatos, notícias, links de sites e blogs, com fotos e vídeos das MULHERES HOMENAGEADAS por você, para que possamos destacar no Blog SOSRiosBr no "Dia Internacional da Mulher", porque elas realmente merecem!

Não perca essa oportunidade de destacar e valorizar as mulheres que se destacam pela defesa de nosso precioso líquido, na sua bacia hidrográfica. Não vai lhe custar nada e certamente
elas ficarão muito felizes e agradecidas!

VAMOS VALORIZAR AS NOSSAS MULHERES, QUE
VALORIZAM E DEFENDEM A NOSSA ÁGUA!

Campanha do Blog SOSRiosBr 2012
E-mail: sosriosdobrasil@yahoo.com.br
BLOG SOS RIOS DO BRASIL

ÁGUA - QUEM PENSA, CUIDA!
Postado por Prof. Jarmuth às 3/01/2012 08:39:00 AM

Estamos plenamente de acordo com a importante mensagem do Blog SOS Rios do Brasil, do Prof. Jarmuth.

Reproduzido pelo Blog do Prof. Ademir Rocha, de Abaetetuba/PA

O Blog do Prof. Ademir Rocha aproveita a ocasião e pede licença ao Prof. Jamurth para acrescentar à sua mensagem:

Vamos valorizar as nossas mulheres que valorizam e defendem a nossa água, e vamos valorizar todas as mulheres batalhadoras pelo pão de cada dia de suas famílias, as mulheres trabalhadoras, as mães amorosas, as mulheres justas e honestas, as mulheres que sofrem injustiças do mundo, as mulheres que doentes que sofrem em casa, nos hospitais e pelas ruas das cidades, as mulheres professoras e educadoras, as mulheres simples e virtuosas, as mulheres que ajudam a construir um mundo mais justo e fraterno, as mulheres que não se prendem apenas ao bem-estar de suas famílias, mas que também se abrem para as necessidades de outras famílias, as mulheres verdadeiras e santas, as mulheres cientistas que valorizam a vida a partir da concepção dos filhos, as mulheres escritoras e repórteres que procuram mostrar as verdades e desconstruir as mentiras, as mulheres mães solteiras, que também são pais e avós de seus filhos, as mulheres crianças e meninas que devem ser educadas para um porvir melhor, as mulheres que imitam Maria, a Mãe de Jesus, que deu o seu sim à Deus em seu projeto de redenção do homem, da Natureza, do mundo e do Universo. Vamos valorizar as mulheres que defendem e preservam toda a Criação de Deus, enfim, vamos valorizar todas as mulheres do mundo nestas importantes datas do Dia Internacional da Mulher e do Dia Internacional da Água.

Acréscimos do Prof. Ademir Rocha