Mapa de visitantes

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

AMBIENTALISMO 1







EDU VALENTE DA FOLHA DE ABAETETUBA TEM RAZÃO


AMBIENTALISMO E PRESERVAÇÃO DA NATUREZA

Além da memória-história de Abaetetuba e região o autor do Blog do Prof. Ademir Rocha é ambientalista, conforme citado na 1ª postagem do Blog e em Quem eu sou do mesmo blog.

Sobre a postagem abaixo do Jornal de Abaetetuba editado por Edu Valente, peço permissão para a reprodução da referida postagem e dizer: O Edu Valente tem razão!

SEJA BEM VINDO!
Neste espaço de interação virtual, seja muito bem vindo(a) e fique a vontade para expressar sua opinião a respeito dos fatos e acontecimentos marcantes, em nosso município. Não há restrição de assunto, assim como as críticas construtivas sempre serão bem vindas.

O objetivo final é a construção coletiva de idéias que proporcionem o avanço da sociedade abaetetubense.

Um forte abraço.

Edu Valente.

BLOGS e SITES PARCEIROS:
• Associação Arte Miriti de Abaetetuba (MIRITONG)
• Blog do Gilton Paiva
• Blog so Safara
• Comunidade Evangélica de Abaetetuba
• Espaço Aberto
• Franssinete Florenzano
• Rede Paraense de Blogs
• Renovação Carismática de Abaetetuba
• Folha de Abaetetuba no TWITTER

TERÇA-FEIRA, 22 DE FEVEREIRO DE 2011
Sema doa pescado e carne apreendidos no mercado de Abaetetuba.

Mais de 800 quilos de peixes, caranguejos, carnes de jacaré e de capivara apreendidos durante a operação Defeso, realizada de 18 a 21 de fevereiro, no município de Abaetetuba, região de integração do Tocantins, foram doados a instituições sem fins lucrativos. A ação, coordenada pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), com o apoio do Batalhão de Polícia Ambiental, aconteceu na feira e no mercado do município.

A equipe da Gerência de Fauna e Pesca da Sema apreendeu 562,25kg de mapará, 133,75kg de curimatã e 21kg de pirapitinga no mercado municipal. De acordo com Solange Luz, os autuados alegaram que não sabiam que essas espécies estavam no defeso e que não têm outra opção de sobrevivência.

"Ouvimos as declarações deles, mas explicamos que existiam outras espécies que poderiam ser comercializadas. E mais uma vez destacamos a importância de se respeitar o período de reprodução dos peixes para que haja estoque pesqueiro para todos no futuro. Depois dessa explicação, os próprios pescadores reconheceram que a quantidade de mapará tem diminuído e o tamanho das espécies reduzido significativamente", argumentou Solange.

Caranguejos - Ainda no mercado municipal, a equipe da Semma apreendeu 493 caranguejos. Com medo de serem autuados, os responsáveis deixaram o local antes que a fiscalização pudesse identificá-los. "Eles sabiam que não haveria apenas perdas financeiras, mas também a responsabilização pelo crime ambiental", afirmou Solange.

Os agentes de fiscalização ainda recolheram 94,7kg de carne de jacaré-açu e 152kg de carne de capivara, encontrados às proximidades da feira de Abaetetuba. Duas pessoas foram autuadas, mas negaram a posse da carga. No entanto, o fato da venda ocorrer em pontos comerciais pertencentes aos dois homens determinou as autorias. Ambos terão 15 dias para apresentar defesa na Sema.

Doação - O pescado foi doado à Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) e Associação de Moradores do Bairro da Aviação, sediadas em Abaetetuba. Após avaliação da equipe, os caranguejos foram doados à Comunidade Terapêutica Jeová Rafhá, também localizada naquele município, já a caça foi destinada para a alimentação de animais do Parque da Amazônia Crocodilo Safari Zoo, em Belém.

Luciana Almeida - Ascom/Sema

Fonte:http://www.jusbrasil.com.br/politica/6621006/sema-doa-pescado-e-carne-apreendidos-no-mercado-de-abaetetuba

Do Folha de Abaetetuba:

Com certeza, é um absurdo a comercialização destas espécies, no período do defeso, entretanto, o crime deveria ser combatido na origem, ou seja, no atravessamento da mercadoria, o que evitaria que as famílias destes trabalhadores fossem prejudicadas. A polícia civil (que tem função investigativa) deveria buscar os verdadeiros culpados, pois as pessoas que vendem cuja maioria é extremamente humilde, certamente, não são as mesmas que realizam o crime da matança destes amimais. Infelizmente, talvez não reste outra alternativa de trabalho para estas pessoas que sobrevivem da venda ilegal na feira. Não acho justo simplesmente tirar o pão de cada dia de um ser humano que se propõe a trabalhar. Afinal, os responsáveis pela feira deveriam fiscalizar e informar a todos os feirantes e a própria população sobre as ilegalidades, de forma a tentar criar uma mentalidade educativa de proteção ao meio ambiente.

Esse é o nosso recado!

Postado por Edu Valente às 17:07

Abaetetuba - DenúnciasAbaetetuba - Notícias

A Pérola do Tocantins:

Cidade de Abaetetuba - Visão panorâmica do Rio Maratauira.

Caminhos para Abaetetuba

Clique na imagem e aprenda a chegar na Pérola do Tocantins

Pesquise no Folha de Abaetetuba:

LEITORES DO BLOG. Seja um deles!

Quem sou eu:

Edu Valente
Cidadão Abaetetubense nato, apaixonado por sua cidade natal, viajou o mundo em busca de conhecimento e formação. Após seu regresso, dedica horas semanais a compartilhar com o mundo, através da internet, informações da terra fértil de cidadãos (homens e mulheres) "fortes" e "valentes", que em tupi-guarani nomea-se Abaetetuba.
View my complete profile

E-MAIL DO BLOG
Entre em contato com o Blog Folha de Abaetetuba através dos e-mails: folhadeabaetetuba@hotmail.com folhadeabaetetuba@gmail.com

Boa Leitura!

TWITTER DO BLOG
Visite ou siga o Blog em:

http:\\twitter.com\folhadeabaete

COMUNIDADE NO ORKUT
Participe da Comunidade Folha de Abaetetuba no Orkut:
http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?rl=cpn&cmm=75660089
INSCREVA-SE NO BLOG

Reproduzido pelo Blog do Prof. Ademir Rocha em 28/2/2011

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

TURISMO E SEGURANÇA





















BOA NOTÍCIA PARA A SEGURANÇA E O TURISMO NO BAIXO TOCANTINS

Assuntos
• Turismo
VERSÃO PARA IMPRESSÃO
23/2/2011 20:48
Novas viaturas e lanchas reforçam policiamento na capital e no interior
ALTERAR O
TAMANHO DA FONTE A-
A+
Da Redação
Agência Pará

As lanchas vão auxiliar o policiamento em municípios onde os rios são as principais vias de deslocamento e transporte.
O combate aos crimes contra a mulher na capital e no interior do Estado ganha o reforço de novas viaturas
A entrega das lanchas e das viaturas foi feita pelo delegado geral de Polícia Civil, Nilton Atayde
Dez lanchas e 12 veículos foram repassados pelo governo do Estado a unidades policiais do interior, na manhã desta quarta-feira (23). A entrega foi feita pelo delegado geral de Polícia Civil, Nilton Atayde, na Divisão de Transportes da Polícia Civil, situada ao lado da Seccional Urbana da Cidade Nova, em Ananindeua, município da Região Metropolitana de Belém. A aquisição é resultado de convênio firmado com a Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), do Ministério da Justiça.
As embarcações serão utilizadas em ações de patrulhamento fluvial em municípios cujo transporte é feito principalmente pelos rios, enquanto os veículos atenderão as Delegacias Especializadas no Atendimento à Mulher (DEAMs).
As lanchas, que têm motor de 40 HP e capacidade para seis pessoas, serão enviadas aos municípios de Abaetetuba, Cametá, Afuá, Chaves, Altamira, Breves, Juruti, Soure, Limoeiro do Ajuru e Tucuruí. Já as viaturas foram entregues às Delegacias da Mulher de Santarém, Marabá, Belém, Parauapebas, Itaituba, Castanhal, Breves, Paragominas, Redenção, Altamira e Tucuruí.
As embarcações atenderão as necessidades de municípios de regiões como o Arquipélago do Marajó e o Baixo Tocantins, onde há um grande número de ilhas, o que exige um trabalho de policiamento mais intensivo, principalmente na prevenção aos crimes fluviais.
As viaturas servirão às atividades de Polícia Judiciária voltadas à prevenção e ao combate aos crimes contra a mulher. A delegada Juliana Cavalcante, de Tucuruí, destacou a importância da nova viatura para agilizar a resposta do poder público às demandas da sociedade.
Participaram da solenidade o diretor de Polícia do Interior, delegado Silvio Maués; o diretor administrativo da Polícia Civil, delegado Edilberto Santos, e superintendentes da Polícia Civil na região de Breves, Marcelo Luz; de Abaetetuba, Socorro Bezerra; de Soure, Felipe Schmidt, e os diretores da Seccional de Tucuruí, Carlos Magalhães, e da Delegacia da Mulher de Tucuruí, Juliana Cavalcante.

Walrimar Santos - Polícia Civil
VERSÃO PARA IMPRESSÃO
ASSESSORIAS DO GOVERNO
Assessorias do Governo
Secretaria de Estado de Comunicação
redacao@agenciapara.com.br
Webmail GCON Photoip
Texto reproduzido pelo Blog do Prof. Ademir Rocha da Agência Pará de Notícias

Livro de Luiz Reis: Cultura e Genealogia

 
 Capa do livro de Luiz Reis
LIVRO “ABAETETUBA” DE LUIZ REIS

Caro Marcos Neemias,

Como a antiga Abaeté possuía apenas o transporte por
via fluvial, até a década de 1960, acima está a foto de um
dos antigos navios que por aqui aportavam nesses antigos
tempos
Conforme seu pedido e em homenagem ao seu pai Luiz Reis, fazemos a seguinte postagem:
O livro “Abaetetuba” do agora advogado Luiz Reis foi publicado pela então antiga e famosa Gráfica Falângola de Belém/Pa em 1969. Portanto, já se passaram 42 anos da publicação desse livro e pensávamos até que o seu autor tivesse renegado essa sua preciosa obra de pesquisas em favor de sua condição de advogado militante em Abaetetuba. Porém, agora, vem a grande surpresa, que nos foi anunciada pelo seu filho Marcos Neemias, a de que esse 1º livro de história e memória de Abaetetuba será relançado brevemente e pensamos até que o relançamento dessa obra virá acrescida de novas informações sobre a história e memória de Abaetetuba em todos os seus aspectos.
A antiga Praça da Bandeira, cuja foto deve retratar
o "Jardim Getúlio Vargas", obra do então prefeito
Aristides dos Reis e Sillva.

A antiga Praça da Bandeira devidamente enfeitada
para uma das festividades de santos que ali aconteciam
nas décadas de 1900.
 O antigo Grupo Escolar "Prof. Basílio de Carvalho", surgido
na gestão do então prefeito Pedro Pinheiro Paes, com foto abaixo

O antigo promotor de Abaetetuba abaixo, Dr. Almir de Lima Pereira,
que deve ter sido um dos informantes do então jovens Luiz Reis
 A rica história do farmacêutico Joaquim Mendes Contente que enriqueceu
muito o aspecto da saúde e da antiga política de Abaetetuba.
 O transporte rodoviário deve muito ao antigo órgão chamado
DER-Departamento de Estradas de Rodagens, que além das estradas
e ramais de Abaetetuba, também aterraram inúmeros dos igarapés
em que a cidade de Abaetetuba foi assentada; Abaixo temos a foto
de um desses 'mutirões' de aterramentos, incluindo a frente da cidade,
cuja rua comercial era por cima de pontes
 O civismo, as artes cênicas, a literatura, a vida social, o desportos da antiga
Abaeté eram aspectos apoiados por inúmeros 'clubes' que trabalhavam
nesse sentido, desde as quatro últimas décadas do 1800 e até os anos de
1980, onde pontilharam os antigos clubes, incluindo os esportivos. Abaixo
temos o Vênus Atlético Club, criado na década de 1940. 

Luiz Roberto dos Reis e família
 Acima temos a foto de um grupo de antigos abaetetubenses,
incluindo o pai de Luiz Reis, Sr. Miguel Reis e outros que muito
trabalharam pelo progresso de Abaetetuba.
Luiz Reis é descendente de duas tradicionais famílias de Abaetetuba, os Reis e os Felgueiras e é atrelado genealogicamente a outra família, os Kemil dos Santos e em nossas pesquisas genealógicas encontramos muitos membros dessas famílias que estamos tentando fazer as devidas ligações de parentesco ainda sem o sucesso que esperávamos para a perpetuação no tempos dessas tradicionais famílias. Pedimos ao Marcos Neemias que tente nos ajudar a fazer essa ligação junto ao seu pai Luiz Reis e outros membros dessas famílias e também que nos remetam essas genealogias para publicação em nosso blog.

Família Reis:
Os Reis:
• Domingos Reis, membro do Sindicato dos Vigilantes, citado em 2010.
• Maria Stella Reis, c/c Chrispim Ferreira e tiveram filhos.
• Raymundo Reis, origem na localidade Rio Camotim, dono de padaria em Abaeté em 1922, citado em 1944.
• Stelino Reis, origem na localidade Rio Camotim, citado em 1944.

Os dos Reis:
• José Elisiário dos Reis, presente na instalação da Cidade de Abaeté em 15/8/1895.
• José Francisco dos Reis, comerciante no Furo Tucumanduba em 1922.
• Pacífico Mariano dos Reis, citado em 1908.

Os Bandeira dos Reis:
• João Bandeira dos Reis.
• João Bandeira dos Reis Filho, cotado em 1908.
• Raymundo Bandeira dos Reis, citado em 1908.

Os Mendes dos Reis:
• Audifax Mendes dos Reis, poeta, declamador, orador nos eventos dos anos de 1920 e seminarista nessa mesma época.
• José Mendes dos Reis, comerciante, vogal na Intendência do Coronel Hygino Maués em 1906-1908, morador à Rua Siqueira Mendes, falecido por volta de 1922, deixando herdeiros.
• Miguel Mendes dos Reis, antigo morador da Rua Siqueira Campos em Abaeté/antiga Rua Siqueira Mendes em 1922, professor escolar, oficial da Guarda Nacional que compareceu uniformizado na inauguração do Grupo Escolar de Abaeté em 1902, capitão-assistente do estado-maior da Guarda Nacional em 12/4/1906, comerciante, 2º Secretário do Grupo de Escoteiros de Abaeté em 1920, citado em 1931.
• Primo Mendes, este pai de José Guilherme Mendes dos Reis, c/c Pedrita Margalho e moravam no Rio de Janeiro.
• Rui Guilherme Mendes dos Reis, nasceu em 11/11/1925 na residência de Miguel Mendes dos Reis sito à Rua Siqueira Mendes e já é falecido, foi para Belém prestar serviços militares na Aeronáutica e como músico tocava na banda de música dessa corporação e veio para Abaeté em 1976 e foi convidado por Prudente de Araujo para reerguer a decadente Banda Carlos Gomes. Rui Guilherme era maestro, mestre e músico idealista que tocava pistão, militar reformado da Aeronáutica, em Belém, e em Abaeté assume o comando do conjunto musical Os Muiraquitãs e em 1979, iniciou os trabalhos de soerguimento da Banda Carlos Gomes, mandando limpar, fazer reparos e pintar o prédio da Trav. Pedro Pinheiro Paes, onde fica a sede do clube. Essa sede começou a ser construída em 25 de maio de 1948, como prédio próprio, construção que ficou parada longos anos e contando com o apoio do prefeito Ronald Reis Ferreira a sede foi reformada e também foi reaberta a escola de música com aulas grátis para formar novos músicos. No dia 25/4/1982 foi eleita e empossada uma nova diretoria do Clube Carlos Gomes que tinha Rui Guilherme como mestre e Vicente Maciel como presidente do clube. Porém em 26/7/1984 Rui Guilherme se afasta da Banda Carlos Gomes por motivo de doença, ajudando apenas como supervisor, arranjador, o que já era muito para o seu delicado estado de saúde.

Descendentes e Demais Parentes de JOÃO ROBERTO DOS REIS:
• Francisca de Miranda Reis, com 98 anos em 1948 (nascida em 1850 e seria mãe de Maria Anacleta dos Reis, esta casada com o imigrante turco Kemil dos Santos?). E o Velho João Roberto dos Reis nasceu em 7/9/1875.
• Jackson Reis, filho de Miguel Miranda dos Reis e Orlanda Felgueiras, citado em 1969, contador, funcionário da SEFA, professor universitário.
• João Luiz dos Reis, filho do Major da Guarda Nacional João Roberto dos Reis, falecido em 27/5/2010 com 92 anos de idade, tabelião, militante político do getulismo e do baratismo nos anos de 1930/1940,1950 junto com seu irmão Miguel Reis, foi vereador no governo do prefeito Pedro Pinheiro Paes (1948-1951 e 1955-1959), prefeito eleito de Abaeté em 1959-1963 e deputado em 1963 e que muda o nome da cidade de Abaeté do Tocantins para Abaetetuba em 1963, c/c Izaura Lopes e tiveram filhos: Telma, Paulo, João Luiz dos Reis Júnior, Eugênio e George.
• João Luiz dos Reis Júnior, filho de João Luiz dos Reis e Izaura Lopes, cartorário, vereador na gestão do prefeito Elzemar da Silva Paes (1997-2000), secretário muncipal, casado e com filhos.
• João Roberto dos Reis/Velho João Roberto dos Reis, nasceu em 7/9/1875 e faleceu em 1/4/1932 e foi sepultado no Cemitério Público de N. S. da Conceição, pai de Miguel e João Luiz dos Reis, era oficial da Guarda Nacional que uniformizado participou da inauguração do Grupo Escolar de Abaeté em 1902, morador da antiga Praça da República, major e, posteriormente, capitão-ajudante do estado maior do Batalhão de Infantaria da Guarda Nacional citado em 12/4/1906, comerciante em 1922, ajudou a fundar e manter a Banda Paulino Chaves, c/c Francisca Reis e tiveram filhos.
• LUIZ ROBERTO DOS REIS, filho de Miguel Miranda dos Reis e Orlanda Felgueiras, é um dos fundadores da antiga UEA-União Estudantil Abaetetubense em 28/2/1958, advogado militante em Abaetetuba, escritor/autor do livro “Abaetetuba” de 1969, o 1º que se reporta à história e memória de Abaetetuba e serve de referência aos demais autores de livros de história do município, vereador na gestão do prefeito João de Deus Ferreira (1989-1992) e como tal foi destacado vereador na elaboração da Lei Orgânica do Município de Abaetetuba, casou inicialmente com Carmem e tiveram um filhos e casou uma 2ª vez com a professora Ana Catarina Cardoso e com filhos: Marcos Neemias e outros.
• MARIA ANACLETA DOS REIS, filha do Velho João Roberto dos Reis, c/c o imigrante turco Kemil dos Santos (ele e seus irmãos vieram para Abaeté fugidos da guerra) e tiveram filhos: Alberto, Antonio Honorato/Totó do Kemil, Agostinho, Agenor, Nice, Luiz (Reis) Kemil dos Santos. Vide esta família abaixo em família Kemil dos Santos.
• Miguel Miranda dos Reis, nascido a 23/3/1915, filho do Major João Roberto dos Reis, comerciante citado em 1940/1950, 1º agente e baluarte desde 1967 do antigo INPS-Instituto Nacional de Previdência Nacional órgão pelo qual lutou e deu grande parte de sua vida, militante político como getulista e baratista nos anos de 1930/1940/1950 junto com João Luiz dos Reis, Alberto Kemil e outros esportista com boxeador e de luta livre e desportista, chegando a presidir o Abaeté Futebol Clube, c/c Orlanda Felgueiras e tiveram filhos: Flodoaldo, Andrelina, Jackson, Conceição, Lúcio, Dadinha, Maria Celeste, José Geraldo, Miguel Orlando e Rui Francisco Reis. Todos já eram nascidos à época do lançamento do livro de Luiz Reis em 1969 e agora todos devem estar formados e desenvolvendo suas atividades profissionais em Abaetetuba, Belém e, provavelmente, outros lugares do Brasil.

Os Outros Reis:
• Joana de Araujo Reis, confrade da Irmandade do Divino Espírito Santo em 1912, citada em 1962.
• Antonio de Almeida Reis, contemporâneo de Emygdio Nery da Costa em 1896.

OUTRAS FAMÍLIAS LIGADAS À FAMÍLIA REIS:

Família Felgueiras:
Família:
• Cabá Lima Felgueiras, filho de Omar Gonçalves Felgueiras e Santinha Lima, jogador de futebol do clube Palmeiras nos anos de 1960/1970, funcionário da Prefeitura Municipal.
• Elvira Felgueiras (professora), citado em 1920.
• Luiz Lima Felgueiras/Luluca, filho de Omar Gonçalves Felgueiras e Santinha Lima, antigo jogador de futebol do clube Palmeiras nos anos de 1960/1970.
• Luiz Pedro Felgueiras, citado em 1920.
• Mário Gonçalves Felgueiras, esotérico nos anos de 1940/1950, funcionário e agente do IBGE-Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, citado em 1969, com nome de rua em Abaetetuba, c/c Valdomira e com filhos: Manduca, George, Iracema, Luiz Pedro, Mariozinho, Miguel e todos desenvolvendo atividades profissionais em Abaetetuba, Belém e outros lugares do Brasil.
• Newton Gonçalves Felgueiras, irmão de Mário Gonçalves Felgueiras, citado em 1943.
• Omar Gonçalves Felgueiras, irmão de Mário G. Felgueiras, antigo jogador de futebol do Vênus nos anos de 1940/1950, antigo sapateiro, comerciante, funcionário do INPS, citado em 1969, c/c Santinha Lima e com filhos: Regina, Elvira, Cabá, Luluca, Dorinha e outros.
• Ofir Gonçalves Felgueiras.
• ORLANDA GONÇALVES FELGUEIRAS, c/c MIRANDA DOS REISi e tiveram filhos. Vide acima família Reis.

Família Kemil dos Santos

Acima temos a foto do Sr. Kemil dos Santos e parte de sua família
e na foto mais abaixo temos a foto dessa família já ampliada.
Família:
• Agostinho (Reis) Kemil dos Santos, filho de Kemil dos Santos e Maria Anacleta dos Reis, casado e com filhos.
• Alberto (Reis) Kemil dos Santos, filho de Kemil dos Santos e Maria Anacleta dos Reis, citado em 1946/1950, era católico fervoroso, que muito trabalhou em favor da Igreja Católica em Abaeté e militante político e como tal foi perseguido politicamente, junto com sua família incluindo os irmãos João Luiz dos Reis e Miguel Miranda dos Reis, pelo antigo grupo dos baratista de Abaeté, mas reagiu com altivez, c/c Ângela Angelita Santos Araújo, esta nascida em 10/12/1933 e tiveram 3 filhos: Alberto Júnior, João Alberto e Maria das Dores Araújo Santos/Neca.
• Antonio dos Santos/Antoniozinho, irmão do Kemil dos Santos, imigrante libanês, que morava com sua família em casa onde hoje existe o prédio do Grupo Escolar Prof. Basilío de Carvalho, c/c Dalvina e tiveram filhos: Hugo, Guarany, Ivone, Síria e Alverina. Síria e Alverina: irmãs?
• Antonio Honorato (Reis) Kemil dos Santos/Totó do Kemil, filho de Kemil dos Santos e Maria Anacleta dos Reis, foi chefe de obras do antigo DER-Departamento de Estradas de Rodagem/Agência de Abaetetuba e que, nessa função, tomou a iniciativa de aterrar a frente da cidade e o aterramento de grande parte da área que seria o futuro bairro de Santa Rosa e como católico fervoroso, amigo dos padres capuchinhos, tomou a iniciativa de comprar do Sr. Churamba o imóvel que serviria de sede para a antiga Congregação Mariana que reunia os jovens católicos da cidade (onde hoje se assenta o prédio do Seminário de N. S. de Guadalupe) e foi Totó do Kemil um dos pioneiros na participação do Cursilho de Cristandade em Abaetetuba e que com sua poderosa voz fazia, através do serviço sonoro da Igreja Matriz de N. S. da Conceição, diariamente nos anos de 1960, às 18:00hs a Prece do Ângelus, sempre precedida de canções clássicas, populares ou religiosas, c/c Soledade Lobato Paes/Solita e tiveram filhos: Iracema (mora no Rio de Janeiro), Iracy, Iracélia, Carlos, Antonio Eustáquio, Nelson Paes Santos (é médico em Belém) e Kemil Paes Santos.
• Hugo dos Santos, filho de Antonio dos Santos/Antoniozinho, este este libanês e irmão de Kemil dos Santos, que se estabelece como comerciante, comprador de gado, em 1931.
• Kemil dos Santos e irmãos, eram imigrantes libaneses fugidos da guerra e Kemil era comerciante à Rua Justo Chermont e Av. João Pessoa citado em 1931-1944, dono de engenho de cachaça Santa Maria no Rio Campompema citado em 1922, que morava, junto com seus irmãos, em uma casa situada em grande terreno onde existiam plantios diversos, sito à Praça da Bandeira, limitando com a antiga Av. Magalhães Barata e que fazia fundos com terreno dos Figueiredo (Raimundo Negrão Figueiredo e irmãos), casa cedida pelo Velho João Roberto dos Reis, este sogro de Kemil dos Santos e em 1949, no 1º mandato do prefeito Pedro Pinheiro Paes (1948-1951), e por questões políticas, esse terreno foi desapropriado à força para a construção do prédio do Grupo Escolar Prof. Basílio de Carvalho. Kemil dos Santos c/c MARIA ANACLETA DOS REIS, esta filha do Major da Guarda Nacional e comerciante JOÃO ROBERTO DOS REIS (portanto, Maria Anacleta é irmã ou meia-irmã de JOÃO LUIZ DOS REIS e MIGUEL MIRANDA DOS REIS) e tiveram filhos: Alberto, Antonio/Totó, Agostinho, Agenor, Nice (Reis) Kemil dos Santos, Luiz Kemil dos Santos e outros filhos. Aí está, portanto, a ligação dos Kemil dos Santos com a família Reis e aí está também a explicação da afinidade de Alberto Kemil dos Santos e os irmãos Reis (João Luiz dos Reis e Miguel Miranda dos Reis em questões políticas dos tempos do getulismo e do baratismo.
• Nice (Reis) Kemil dos Santos, filha de Kemil dos Santos e Maria Anacleta dos Reis, c/c o Velho Pinheiro e tiveram filhos.

 Família já ampliada do Sr. Kemil dos Santos
ASPECTOS A CONSIDERAR DO ANTIGO LIVRO DE LUIZ REIS DE 1969:

O Jovem Luiz Reis:
• Quando Luiz Reis lançou o livro “Abaetetuba” em 1969 ele ainda era um jovem e inteligente estudante.
A capa do livro na figura acima apresenta alguns simbolismos, como:
• Elementos da natureza como o céu límpido, as matas verdes e as águas dos rios e igarapés de Abaetetuba.
• Uma pequena canoa à vela, que representa o principal meio de transporte da antiga Abaeté, que eram as canoas, montarias, batelões, canoas à vela, lanchas e barcos-motores que navegavam pelas centenas de furos, rios, igarapés e baías da região de Abaeté.
• Uma igreja encimada por torre inigmática, que apresenta uma dilatação parecida com as cúpulas das mesquitas árabes, acima da qual existe a cruz da fé cristã, para dizer que as religiões deveriam coexistir pacificamente e em harmonia nas terras de Abaetetuba? Convém salientar que muitos imigrantes portugueses, sírios-libaneses, turcos, italianos e judeus chegaram até as terras de Abaeté a partir do fim do século 19 e início até a 1ª metade do século 20.
• Um roçado de cana-de-açúcar às margens de um rio e alguns canavieiros devidamente protegidos dos raios e calor do sol, trabalhando no preparo dos feixes de cana a serem transportados pelas embarcações para as dezenas de engenhos do município de Abaeté e localizados à beira dos rios e igarapés, como mostra a figura do engenho lançando a fumaça das caldeiras pela chaminé.
• Essa capa, por si só e simbolicamente, conta a história da cana-de-açucar na antiga Abaeté.

Os Assuntos do Livro de1969:
• Histórico da povoação de Beja que chegou à condição de freguesia e de vila, com sua vida religiosa e política e vultos e que deu origem aos primeiros abaeteenses.
• Histórico de Abaeté como povoação, freguesia, 'villa' e cidade de Abaeté em seus aspectos religioso e político, donde avultam figuras notáveis de sua história religiosa e política, onde despontam as figuras históricas de Abaeté desde o tempo de povoação até o tempo de Abaeté como cidade e município autônomo. E,também, em sua condição política, despontam os nomes das figuras notáveis das diferentes fases do governo de Abaeté, a partir do governo através das antigas Câmaras Municipais da fase inicial de vila, passando pela fase do governo através das intendências e até a fase de Abaeté como cidade e, posteriormente, Abaetetuba, com os governos municipais (prefeitos) e suas respectivas Câmaras de Vereadores. Nesse processo Luiz Reis aborda as questões políticas e revoluções ocorridas a nível regional e nacional em diferentes momentos da história de Abaeté, através de um bem elaborado resumo cronológico dessas fases.




 
 A antiga frente da cidade de Abaetetuba era constituída de muitas
pontes e trapiches e as antigas canoas à vela, os barquinhos popopôs e
os já existentes barcos-motores formavam parte do cenário da frente
da cidade.
• Histórico da localização geográfica de Abaeté e seus limites topográficos e geográficos e de um pequeno resumo geográfico do município envolvendo relevo e geologia e da rede fluvial e um pequeno apanhado do clima, vegetação do município.
• Histórico dos nomes de Abaetetuba à partir da condição de povoado até a condição de cidade.
• Histórico das anexações de Abaeté ao município de Belém, Capital do Estado do Pará e à vizinha cidade de Igarapé-Miri em relação ao sentido territorial e sentido político-judicial até a autonomia total do município de Abaeté.
• Histórico de alguns aspectos da Revolta da Cabanagem.
• Históricos das memórias: documental (Arquivo Público), da imprensa escrita, do poder judiciário, do Tiro de Guerra, do horto municipal, do escotismo, da 1ª usina elétrica, da abolição da escravatura, da estrada Dr. João Miranda.
• O resumo histórico do governo dos prefeitos municipais de Abaeté, posteriormente Abaetetuba, após a ditadura do presidente Getúlio Vargas, despontando figuras históricas de Abaeté onde muitos dão nomes a muitas artérias (travessas, ruas, avenidas, praças) da atual Abaetetuba.
• As inúmeras fotos de prédios, ruas, praças, engenhos que ilustram o livro de Luiz Reis e que constituíam parte do patrimônio público do município em diferentes gestões e que sofreram mudanças ou demolições em favor do progresso do município. Hoje não existem mais resquícios do antigo patrimônio público arquitetônico do município de Abaeté.
• Histórico resumido de: alguns filhos ilustres de Abaeté, visitantes ilustres à cidade e de entidades culturais, esportivas e sociais do passado.
• Resumo dos aspectos econômicos do município, enfatizando as antigas culturas agrícolas e atividades como pesca e a indústria oleira, do comércio e da indústria canavieira, advinda da cultura da cana-de-açúcar que popularizou Abaeté como a Cidade da Cachaça.
• Resumo da vida cultural-educacional, da saúde, da população e das festas cívicas de Abaetetuba.

Colaboradores e fontes de pesquisas de Luiz Reis:


 O dinâmico prefeito Hildo Tavares Carvalho e os senhores da
foto acima, Alfredo Kemil, Mário Felgueiras, Lourival Lobato, Ademar
Rocha e João Reis, este último chegando à função de prefeito, que
municiavam o então Luiz Reis com muitas informações históricas, pois
trabalhavam em órgãos de coleta de dados como o IBGE, DER, PMA

• Prefeito Hildo Tavares Carvalho, na sua 1ª gestão de 1967-1970.
• IBGE-Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas, através de seus agentes Ademar Lobato Rocha e Mário Gonçalves Felgueiras que cederam a farta documentação desse instituto e colaboraram com informações valiosas ao pesquisador Luiz Reis.
• E Luiz Reis deve ter feito pesquisas nos documentos das eras colonial e provincial do Pará, onde ele esquadrinhou os fatos, vultos e datas que abundam em seu livro.

Comentários Finais:
O então jovem José Heiná Maués, que atualmente também é advogado militante em Abaetetuba, em suas considerações diz que a obra de pesquisa de Luiz Reis pode não ser a mais bem feita, porém que era a única no gênero (história e memória) e que essa obra demandou uma grande força de vontade e dedicação do autor e as qualidades de pesquisador de Luiz Reis e que ecos de justiça se espalhariam pelos mais longínquos rincões da terra de N. S. da Conceição (com a circulação desse memorável livro).

O também jovem estudante Nonato Loureiro, em sua apresentação da obra de Luiz Reis, entre suas várias considerações, diz que a obra de pesquisa de Luiz Reis traz em seu céu interior a estrela do pioneirismo, sendo o ponto de partida de uma obra que apenas começou e que viriam outras obras de pesquisas do autor do livro “Abaetetuba”.

Se Luiz Reis nesses 42 anos do lançamento da 1ª edição de sua monumental obra não lançou outras obras do mesmo quilate e se não relançou esse livro em uma 2ª edição revisada e ampliada, é porque algum motivo de foro íntimo o impediu de assim fazer e respeitamos essa sua longa ausência das obras históricas e memorialistas de Abaetetuba. Qualidades não lhes faltam, conforme dizem José Heiná Maués e Nonato Loureiro, qualidades comprovadas também pelo autor do blog que considera Luiz Reis uma das mentes mais brilhantes de Abaetetuba, fato comprovado pela sua atuação na elaboração da Lei Orgânica de Abaetetuba quando ele desempenhou brilhantemente seu papel de vereador na gestão do prefeito João de Deus Ferreira (1989-1992) em seu único mandato de vereador pelo município de Abaetetuba.

Outros historiadores e memorialistas surgiram na longa ausência de Luiz Reis, pesquisadores do quilate de um Jorge Machado, da professora Monte Serrat e de sua irmã também professora e folclorista Maria de Nazaré Lobato com inúmeras obras publicadas e outros pesquisadores que vieram dar seguimento ao pioneirismo de Luiz Reis.

Porém, agora, vem a boa notícia, o livro “Abaetetuba” de Luiz Reis, conforme informação de seu filho Marcos Neemias, será relançado provavelmente em 2011. E aqui estamos a fazer esta postagem em homenagem à Luiz Reis e sua obra.

Prof. Ademir Rocha, de Abaetetuba/Pa, em 24/2/2011.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Famílias J-K: Genealogia Abaetetubense


FAMÍLIAS J, K - GENEALOGIA ABAETETUBENSE
 


Objetivos do trabalho:
• Resgate da Genealogia da cidade de Abaetetuba
• Contar trechos da história de alguns componentes das famílias abaetetubenses
• Elencar os descendentes das tradicionais famílias de Abaetetuba.

Documentos para se extrair informações
• Certidões de nascimentos: nomes, origens, datas, nome dos pais e avós.
Caso não possua certidão de nascimento serve a idade da pessoa.
• Certidões de casamentos: nomes, datas e origens. Na falta serve a data do casamento, tempo de duração da união e outros dados
• Certidões de batismo: nomes, datas, origens
• Certidões de óbitos: nomes, datas, origens
• Documentos antigos: procurações, petições, escrituras, testamentos, aforamentos, inventários, etc. 

Outras informações importantes:
• Funções da pessoa na sociedade, na vida pública ou privada, com datas e localidades
• Eventos ou fatos históricos importantes das quais a pessoa participou e com datas
• Atividades, profissões desenvolvidas pela pessoa
• Lista com nomes parentes na escala ascendente ou descendente, colaterais ou por afinidade das famílias de Abaetetuba
• Listas diversas com nomes das pessoas:
Ex. livro de atas, programas de festividades de santos e outros eventos.

A lista da Genealogia Abaetetubense
• Vem em ordem dos sobrenomes das famílias
• Nomes das pessoas que constituíram a gênese do povo abaetetubense
• Na falta dos nomes vem o apelido de alguns personagens importantes.

               Ao lado de cada nome aparecem alguns dados referentes à:
• Nascimentos
• Falecimentos
• Casamentos
• Eventos
• Fatos históricos
• Funções na sociedade
• Localidades de origem
• Nomes dos pais, filhos, cônjuges e outros parentes.

Procure seus ancestrais entre os nomes abaixo
• Faça seus acréscimos
• Faça correções
• Inclua dados de seus familiares.

Enviar esses dados através
• Do espaço para comentários do Blog
• Pelo e-mail Ademir-heleno@bol.com.br
• Enviar fotos, cópias de documentos, se quiser.

A lista da Genealogia Abaetetubense
• Inicia com alguns nomes
• Vem sem muita preocupação com parentescos
• Vai aumentando com os acréscimos, revisões.
Os nomes
• Vêm em ordem alfabética das famílias as quais pertenceram
• Vêm com a sigla c/c (casado com), quando casados
• Vêm com a origem, se tiver.

Postagem em construção
FAMÍLIAS J
Família Jacques
• J. Sampaio & Jacques, com casa de comércio no Rio Guajará de Beja.
. Terezinha Jaques,citada na localidade Rio Piquiaraqna em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
Família Jamacaru
. Francisca das Chagas Jamacaru, citada na localidade Ilha do Capim como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
Família Janaú
• Maria de Nazaré Janaú, origem na localidade Rio Urubuéua, citada em 1944.
Família Jesus
Os de Jesus
. Carnelino de Jesus, citado em 1961 na mordomagem da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
. Manoel de Jesus, citado em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Sisínia Silva.     
Família
• Arlinda Maria de Jesus, filha de Francisco Assis de Jesus e Margarida Maria de Jesus, c/c Raimundo Alves de Freitas e tiveram filhos: José Raimundo de Freitas e outros.
• Francisco Assis de Jesus, c/c Margarida Maria de Jesus e tiveram filhos: Arlinda Maria de Jesus e outros.
• José Raimundo de Freitas, filho de Arlinda Maria de Jesus e Raimundo Alves de Freitas e tiveram filhos: Kamila Tomaz e outros?
• Kamila Tomaz, filha de José Raimundo de Freitas, mora em Minas Gerais e que solicita informações de seus parentes de Abaetetuba.
Genealogia Paralela dos Freitas
• Jacintho Alves Trindade, c/c Joanna Maria da Trindade e tiveram filhos: Raymmundo Alves de Freitas e outros.
• José Raimundo de Freitas, filho de Raymundo Alves de Freitas e Arlinda Maria de Jesus, casou e teve filhos: Kamila Tomaz.
• Kamila Tomaz, filha de José Raimundo de Freitas e mora em Minas Gerais e que solicita informações de seus familiares de Abaetetuba/Pa.
• Raymmundo Alves de Freitas, filho de Jacintho Alves Trindade e Joanna Maria Trindade, c/c Arlinda Maria de Jesus e tiveram filhos: José Raimundo de Freitas e outros.
Os Outros Jesus
• Thereza de Jesus, c/c Felippe Nery da Costa e tiveram filhos: Emygdio Nery da Costa, este nascido em 1842 e falecido em 1915
• Thereza de Jesus, c/c Felippe Nery da Costa, c/c e tiveram filhos: Emygdio Nery da Costa e outros.
Família João
• Elmásia Felippe João com comércio de botequim e quitanda à Rua Justo Chermont, na cidade de Abaeté em 1922-1950, viúva em 1931.
• Felippe João, imigrante sírio-libanês do início do século 20, comerciante com a mercearia Flor da Síria, citado em 1922.
Família Jorge
Os Jorge
. Dalina Jorge, citada em 1913.
Os Outros Jorge em Pesquisa
. Altair Matos Jorge, foi por longos professora em Abaetetuba, citada em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
. Antonia Jorge, neta de Miguel Jorge, foi professora na localidade Rio Paramajó nos anos de 1960.
. Argentina Jorge, irmã de Duquesa Jorge, casada e com filhos: Armando e outros em pesquisa.
• Carlaide Cardoso Ferreira Jorge, casada, professora, dona de Externato Escolar e professora no Grupo Basílio de Carvalho em Abaetetuba, anos de 1960.
. Elias Jorge/Elias Padre, era comprador de jóias de ouro em Abaetetuba, que nos anos de 1950 foi chamado para a localidade chamada Jarumã, em Abaetetuba e que existia uma família na localidade que queria vender suas jóias, e Elias, não desconfiando de nada, pois o município todo era pacífico, foi para essa localidade com 30.000 mil réis para a compra dessas jóias e, lá chegando, foi recebido por um grupo de rapazes, Cantão, João Barão e outro, com um na frente e Cantão, com o machado na mão que dissera que era para cortar lenha, atrás, que pediram para Elias Padre segui-los por um caminho e, nesse caminho, Cantão que portava o machado, deu-lhe logo uma machadada por trás e Elias Padre caiu e pediu a Cantão para não matá-lo e levar tudo o que tinha de valor. Os rapazes não atenderam sua súplica e o mataram e amarraram o corpo morto com ganchas de madeira e pedras e deixaram-no em um lugar para voltar à noitinha. À noite, os ditos rapazes foram ao lugar do corpo e levaram-no pelo Rio Jarumã em uma canoa e jogaram o corpo às proximidades da cidade. Só que o corpo amanheceu boiando na frente de cidade e ribeirinhos o acharam e no braço do morto estava escrito Elias Padre. Por esse detalhe a família de Elias contou à polícia onde ele fôra e, assim, os malfeitores foram presos e condenados à prisão no Presídio São José, em Belém, e de lá saíram quando já estavam bem velhos. Nesse tempo a polícia e a justiça eram bem eficazes na luta contra a criminalidade, que era, diga-se de passagem, bem pequena, devido a fartura de alimentos e da boa convivência entre todos os moradores de Abaeté. Elias Padre está enterrado na capelinha dos judeus, existente abandonado, na frente do Cemitério de Nossa Senhora da Conceição, em Abaetetuba.
. Felipe Jorge
. Henrique Jorge, filho caçula de Miguel Jorge, era forte e praticava lutas de braço com os moradores da cidade e era invencível nessa modalidade de brincadeira, e gabado pelo seu pai Miguel Jorge. Até que lutou com Horácio André, e perdeu a luta e desafiou para uma segunda luta e tornou a perder e foi também jogador de futebol em um dos antigos clubes da cidade, no tempo em que Alcides Baía também era jovem e jogava no mesmo time.
• Miguel Jorge, era imigrante judeu de origem síria-libanesa fugido da Guerra, comerciante à Rua Justo Chermont, com venda de cafézinho e lanches na cabeça da ponte de sua casa comercial e com casa de comércio na Rua Justo Chermont, esta ainda feita de pontes na frente de Abaeté, com irmãos, casado e com filhos: Turquinha, Antonia, Argentina, Henrique Jorge e outros em pesquisa.
. Duquesa Jorge Coutinho/Turquinha, casada com Oziel Pimentel Coutinho e com filhos: Anastácio e outros em pesquisa.
Família Justo
. Manoel Justo
. Manoel Justo Filho, citado na localidade Rio Maracapucu em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.



FAMÍLIAS K
. Maria José Kida, casada e com filhos

Prof. Ademir Rocha, de Abaetetuba/Pa, em 18/2/2011.

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

ESCOLA PADRE PIO-SOME: ESCOLAS DE ABAETETUBA





ESCOLA PADRE PIO-SOME

ESCOLA ESTADUAL BERNARDINO PEREIRA DE BARROS

SISTEMA DE ORGANIZAÇÃO MODULAR DE ENSINO-SOME





COLAÇÃO DE GRAU



A colação de grau de alunos do 2º grau da Escola Padre Pio situada na localidade Ilha do Capim, município de Abaetetuba/Pa, no próximo dia 19/02/2011 será um fato inédito e histórico na Educação em Abaetetuba, pois pela 1ª vez uma escola da Zona das Ilhas de Abaetetuba realizará uma solenidade como essa no município. Esse fato só foi possível devido a implantação do Sistema Modular de Ensino-SOME em Abaetetuba. E essa festa será engrossada pela alegria de 3 desses colandos terem ingressado em cursos do Ensino Superior através dos processos seletivos da UFPA e UEPA.



O SOME:
Constituição Federal Brasileira de 1988, no seu inciso II do artigo 208 pela emenda constitucional nº 14/96, estabelece que “é dever do Estado garantir a progressiva universalização do ensino médio gratuito” nas escolas públicas.



O Sistema de Organização Modular de Ensino no Estado do Pará é um programa gerido pela Secretaria de Estado de Educação/SEDUC, desde 1982, como alternativa de atendimento e expansão do ensino médio presencial, no interior do estado, para dá oportunidade de estudo ao educando que não tem possibilidades de ir para locais onde existe ensino médio.



O Estado do Pará nos últimos anos e principalmente a partir da década de 1980 programou o SOME para minimizar as lacunas educacionais existentes no Estado, bem como garantir o acesso ao ensino médio para a população paraense que vive distante dos centros urbanos, os quais ficavam desassistidos desta etapa da educação básica.

AS DISCIPLINAS NO SOME:
Diferente do Ensino Regular que trabalha todas as disciplinas simultaneamente, no Sistema de Organização Modular de Ensino cada disciplina (Português, Matemática, Geografia, História, Biologia e outras) é trabalhada de forma individual (uma por vez), por um período de tempo que atende às exigências de sua carga horária anual.



Sendo assim a carga horária de uma determinada disciplina e série poderá ser concentrada num período de trinta e dias (30) dias com seis (6) horas/aula por dia. Uma vez cumprida a carga horária dessa disciplina, a classe passará a ter aula de outra matéria do currículo e, em conseqüência, a presença de outro professor.



Os alunos da Escola Modular referem-se às vantagens desse sistema em termos da facilitação decorrente do fato de terem de cursar apenas uma disciplina em cada etapa do período letivo de sua escola, em vez de todas, como acontece no ensino regular, e, em caso de reprovação em uma disciplina, que não prejudica o seu acesso à série seguinte, porém com a obrigação de cursar a disciplina em que foi reprovado anteriormente.

OS RESULTADOS DO SOME EM ABAETETUBA:
Resultados parciais apontam um crescimento significativo das matrículas do ensino fundamental e do ensino médio SOME em relação às matrículas do ensino fundamental e médio regular, a partir do anos de 2006. Observa-se que o SOME já vem contribuindo para o desenvolvimento educacional do município de Abaetetuba. O SOME, pode-se dizer, já vem dando vasta contribuição para o desenvolvimento educacional de Abaetetuba em espaços que se encontravam em dificuldades de locomoção, acesso e condições econômicas de gozar de instrução na séde do município, como é o caso da Ilha do Capim onde o SOME veio atender as necessidades dessa população, encurtando distâncias e criando oportunidades de instrução a todos que buscam a melhoria da qualidade de vida e de formação.

A LOGÍSTICA NO SOME:
Os professores do SOME são os professores do quadro efetivo da SEDUC/PA que migraram para o Sistema de Organização Modular de Ensino-SOME que foram atraídos não só pela rica experiência de conviver em uma comunidade ribeirinha distante e de cultura peculiar e também pelas vantagens financeiras e materiais decorrentes dessa migração. Nenhum professor licenciado em sã consciência e ganhando o que ganha um professor da séde municipal, poderia assumir as disciplinas do currículo do SOME se não existisse a contrapartida financeira e material dos custos de deslocamento, moradia e alimentação para os lugares distantes e isolados da séde municipal.



A SEDUC/PA através de negociações com o Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública-SINTEPP assumiu o compromisso de implantar o projeto de educação com qualidade social como resposta às lutas históricas dos educadores da rede pública estadual de ensino por melhores condições de trabalho e salários dignos e também de atender aos anseios de milhares de estudantes que desejam ver assegurado, com responsabilidade, o direito à educação e assim autorizou o pagamento de ajuda de custo ao pessoal do magistério que desenvolve atividades no Sistema Modular de Ensino - SOME, da Secretaria de Estado de Educação e da Fundação Educacional do Estado do Pará.



Como a implantação do SOME, na Zona Rural e Zona das Ilhas de Abaetetuba, é uma parceria que envolve também a Prefeitura Municipal, esta ficaria responsável pela logística nessas localidades o que incluiria: casa para professores, material didático e preparação de alguns prédios escolares, como foram os casos das escolas Padre Pio na Ilha do Capim e da Escola Padre Mário Lanciotti da localidade Maracapucu. Algumas escolas do sistema SOME ainda funcionam nos barracões das comunidades.

A ESCOLA BERNARDINO E O SOME:
Em Abaetetuba nenhuma escola queria assumir a responsabilidade de Escola-Séde do SOME na lotação do quadro de servidores e professores necessários às inúmeras escolas desse sistema espalhados pelas principais localidades da zona rural do município. Foi desse modo que a Escola Bernardino assumiu essa tarefa, onde a lotação dos professores, matrículas dos alunos e assinatura de boletins, históricos escolares e outros papéis são realizados por uma coordenação escolar do SOME, diretamente ligada à direção da Escola Bernardino, em espaço que funciona nas dependências dessa escola-séde e o salário dos professores e alguns funcionários das escolas do sistema modular são vinculados aos contracheques dos professores e funcionários da Escola Bernardino. Em outras palavras, os professores, alguns funcionários e os alunos do projeto SOME são, em última análise, vinculados diretamente à Escola Bernardino, que abriga a Coordenação desse sistema para o Ensino Fundamental e Ensino Médio da zona rural de Abaetetuba. E nas últimas eleições para a nova direção da Escola Bernardino ficou a promessa de se criar e dar ao SOME as condições de funcionamento de um ensino de qualidade em cada escola onde existe o ensino modular e assim vem sendo feito através da nova direção da escola-séde do SOME, com a devida atenção aos pleitos dos diretores das escolas desse sistema e com a cessão de espaço devidamente equipado e informatizado para os trabalhos da Coordenação do sistema modular de ensino.



Portanto, a festa de colação de grau no dia 19/2/2011 dos alunos da Escola Padre Pio da Ilha do Capim, na qual a direção da Escola Bernardino se fará presente, será uma vitória não só desses alunos, como de sua comunidade, de todo o processo educacional de Abaetetuba, do Governo do Estado através da sua Secretaria de Educação/SEDUC/PA, do SINTEPP, dos professores do SOME, do Governo Municipal com o apoio logístico e, principalmente, do sistema SOME com sua peculiar e inovadora modalidade de educação para lugares de difícil acesso.



Prof. Ademir Rocha, de Abaetetuba/Pa, em 17/2/2011.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Famílias G, H - Genealogia Abaetetubense

FAMÍLIAS G, H - GENEALOGIA ABAETETUBENSE



GENEALOGIA ABAETETUBENSE
Postagem em fase de acréscimos de novos nomes e informações

FAMÍLIAS G, H
Objetivos do trabalho
• Resgate da Genealogia da cidade de Abaetetuba;
• Contar trechos da história de alguns componentes das famílias abaetetubenses;
• Elencar os descendentes das tradicionais famílias de Abaetetuba.
Documentos para se extrair informações
• Certidões de nascimentos: nomes, origens, datas, nome dos pais e avós. Caso não possua certidão de nascimento serve a idade da pessoa.
• Certidões de casamentos: nomes, datas e origens. Na falta serve a data do casamento, tempo de duração da união e outros dados.
• Certidões de batismo: nomes, datas, origens;
• Certidões de óbitos: nomes, datas, origens;
• Documentos antigos: procurações, petições, escrituras, testamentos, aforamentos, inventários, etc.
Outras informações importantes
• Funções da pessoa na sociedade, na vida pública ou privada, com datas e localidades;
• Eventos ou fatos históricos importantes das quais a pessoa participou e com datas;
• Atividades, profissões desenvolvidas pela pessoa;
• Lista com nomes parentes na escala ascendente ou descendente, colaterais ou por afinidade das famílias de Abaetetuba.
• Listas diversas com nomes das pessoas. Ex. livro de atas, programas de festividades de santos e outros eventos.
A lista da Genealogia Abaetetubense
• Vem em ordem dos sobrenomes das famílias
• Nomes das pessoas que constituíram a gênese do povo abaetetubense.
• Na falta dos nomes vem o apelido de alguns personagens importatantes.
Ao lado de cada nome aparecem alguns dados referentes à:
• Nascimentos
• Falecimentos
• Casamentos
• Eventos
• Fatos históricos
• Funções na sociedade
• Localidades de origem.
• Nomes dos pais, filhos, cônjuges e outros parentes
Procure seus ancestrais entre os nomes abaixo:
• Faça seus acréscimos
• Faça correções
• Inclua dados de seus familiares
Enviar esses dados através:
• Do espaço para comentários do Blog.
• Pelo e-mail Ademir-heleno@bol.com.br,
• Enviar fotos, cópias de documentos, se quiser.
A lista da Genealogia Abaetetubense
• Inicia com alguns nomes;
• Vem sem muita preocupação com parentescos;
• Vai aumentando com os acréscimos, revisões.
Os nomes
• Vêm em ordem alfabética das famílias as quais pertenceram;
• Vêm com a sigla c/c (casado com), quando casados;
• Vêm com a origem, se tiver.

FAMÍLIAS G
Os G
. Francisco G
. Francisco G.Filho , citada em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Rosendo Maués.

Família Gama
• Antonio Gama, secretário da diretoria da Associação Sportiva de Abaeté em 1927.
. Demétrio Gama, citado na localidade Rio Maracapucu em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
. Esmaltina Gama, citada em 1913 no enterro de Maria Maués Ferreira.
• Vicente Gama, viajava para o Marajó na canoa Oblata, no transporte de gado.

Família Garcia
• Bento Garcia, presente na instalação da Cidade de Abaeté em 15/8/1895.
• Gonçalves & Garcia, firma na Costa Maratauhyra, dona de engenho para cachaça em 1922.
• Lucília Gonçalves Garcia, citada em 1944.
• Maria Pinheiro Garcia, presente na instalação da cidade de Abaeté em 15/8/1895.
. Moacir Alves Garcia, citado na localidade Rio Maracapucu em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
• Raymyndo Pinheiro Garcia, sócio no Engenho São Pedro, de Gonçalves & Garcia, consórcio do Vera cruz nos anos de 1920.

Família Gaspar
• Ana Gaspar, origem na localidade Rio Quianduba, citada em 1944.

Família Gemaque:
• Francisca Gemaque, membro da irmadade de São Sebastião em 1908.
. Georgina F. S. Gaspar, citada em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Rosendo Maues.

Família Glória
• Manuel Macedo Gloria, desenvolve a atividade econômicas há quase dois anos no Maúba, citado em 2008.

Família Góes:
Os Góes
. Conceição Góes, citada em 2012.
. Manuel Euzébio Góes, citado em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
. Raimunda Góes, citada em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
Família
• Adélia da Silveira Góes
• Ângelo Ribeiro Góes e outros irmãos.
• Antoninho Pinheiro Góes/Bill Góes, casado e com duas filhas.
• Cristina Sarges Góes, filha de Sebastião Pinheiro Góes/Goészinho e Palmira Soares Sarges/Zeca, loura, olhos azuis, casada e com filhos: Ângelo e outros.
Etelvina Sarges Góes/de Vilhena/Tetê, casou e com filhos.
• Deoclides Aristides da Silveira Góes
. Dionísio Raimundo Gomes Goes, filho de Docaciano Pinheiro Goes e Nilceia Gláucia Monteiro Gomes, e citado em 2012 como professor em Abaetetuba.
. Djalma Góes/Bassaca, filho de Docaciano Pinheiro Góes/Santos Góes e Nilcéia Gláucia Monteiro Gomes, é professor nas escolas de Abaetetuba, casado e com filhos.
• Docaciano Pinheiro Góes/Santos Góes, falecido em 12/1/2014, funcionário da Prefeitura Municipal, c/c Nilcéa Gláucia Monteiro Gomes, esta filha de José Bonifácio Gomes/Zé da América e Dalva América Monteiro e tiveram filhos: Ana, Djalma, Dionísio, Docaciano Filho, Denilson, Dilciana, Dilcéa, Dilcilena, Dilcivana Gomes Góes.
• Domingos Pinheiro Góes/Bem Góes, casado e com filhos.
• Eurica Pinheiro Góes, já falecida.
• Evertina Pinheiro Góes/Santa, casada e com filhos.
• Fláviano Pinheiro Góes/Flávio Góes, c/c Zidória e tiveram filhos.
• Gertrudes da Silveira Góes.
• João da Silveira Góes, citado em 1920.
. Manuel Euzébio Góes, citado em 1953 como mordomo na festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
• Maria Pinheiro Góes.
• Palmira Soares Sarges, c/c Góes, este era dono de oficina e tiveram filhos.
• Raimundo Pinheiro Góes/Mundico Góes.
• Sebastião Pinheiro Góes/Goeszinho, já é falecido, dono de oficina de marcenaria, comerciante, paraninfo da turma de Humanista da escola INSA em 1962, coletor de rendas em Abaetetuba, desportista, presidente do Vênus nos anos de 1960, citado em 1961 como juiz da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba, c/c Palmira Soares Sarges/Zeza e tiveram filhos: Cristina e outros.
• Theodorico da Silveira Góes, em 1931 residente na Travessa 24 de Outubro, c/c Etelvina Pinheiro e tiveram filhos.
• Teodolino Pinheiro Góes, origem na localidade Rio Caripetuba, citado em 1944.
• Teodovino Pinheiro Góes, já falecido.
. Vana Góes Maués, Bassaca, filha de Docaciano Pinheiro Góes/Santos Góes e Nilcéia Gláucia Monteiro Gomes, é casada e com filhos.
• Verônica Pinheiro Góes.

Família
. Milton Mário da Silva Góes, nascido a 7/7/1976 e falecido a 11/3/2003
. Clélio R. dos Santos Silva,  nascido a 16/11/1963 e falecido a 2/4/2007
. Clévio C. dos Santos Silva, nascido a 11/9/1961 e falecido a 13/2/2004
Os  Góes Teixeira
• Benedito Teixeira Góes, antigo jogador de futebol do Abaeté, casado e com filhos.
. Valdinei Silva Góes
• Veridiano Teixeira Góes, antigo jogador de futebol (zageiro, meio-campo) de vários clubes e da Seleção de Futebol nos anos de 1950/1960/1970, antigo funcinário do DER, compositor musical, casado e com filhos.
. Verinilda Silva Góes

Os Outros Góes em Pesquisa
• Antonio José Ferreira de Góes, c/c uma das filhas do tenente-coronel Caripuna, citados em 1877.
. Antonio Rodrigues Goes, citado na localidade Rio Tucumanduba como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
• Benedito Dias Góes, vereador na gestão do prefeito Elzemar da Silva Paes (1997-2000).
. Emercinda Maués Góes, citada em 1953 como contribuinte e promesseira na festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
• Emercinda Maués Góes, antiga moradora na Rua Dr. Assis, 125, em Belém, que fez promessas para colaborar nas grandes solenidades da festa e que se encarregará de levar até Abaeté para participar nas Missas ou Novenas o tenor lírico professor Adelermo Matos, diretor do Conervatório de Belas Artes de Belém trazendo o Harmônio que virá junto na festa de 1954 e em 1953 participou como juíza de ornamentação e em 1944, participou da comissão organizadora da festa de Nossa Senhora da Conceição.
Fábio Silva Góes, vogal nas Intendências de: José Benedito Ruiz (1890) e Manoel João Pinheiro em 1891-1894.
. Izomar Ferreira Goes, citada em 1953 e 1961 como juiza da festas de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
. Manuel R. Góes, citado em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
. Raimunda Ribeiro Góes, citada em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.

Família Gomes
Os Gomes
• Alípio Gomes, dono de olaria e de engenho em 1983 no rio Jarumã, depois repassado para Chiquinho Ferreira/Francisco Mauro Ferreira que produzia a cachaça Paraiso, citado em 1961 como juiz da festa de N. S. da Conceição, casado e com filhos: Gigi Gomes, Luiz Solano de Albuquerque Gomes/Luita e outros.
. Alzira Gomes, citada em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Rosendo Maués.
. Ana Gomes, citada em 2012 como uma das organizadoras do antigo e extinto bloco carnavalesco Sócia.
. Antonia Gomes, citada em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Rosendo Maués.
. Archimimo Gomes, citado em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de José Lima.
. Benedito Gomes, origem na localidade Rio Campompema, citado em 1961 como colaborador da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
• Benjamim Gualter Gomes, dono de olaria no Rio Maracapucú em 1922.
• Estandilau Gomes, foi um dos fundadores do clube Santa Rosa Esporte Clube na localidade Itacuruçá em 1924.
. Francisco Gomes, citado em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Sisínia Silva, esta da localidade Jarumã..
• Francisco Gomes, fabricante de açúcar e mel no engenho São Francisco, Rio Maracapucu, 1922.
. Glafira Dias Gomes, citada em 1961 como juiza da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba/PA.
. Graciliana Gomes, citada em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Maria Zaíde Cardoso.
• Ismael Augusto Gomes, funileiro à Av. Garibaldi Parente em 1922.
. Jerônimo Gomes, citado na localidade Rio Maracapucu em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
• João Albino Gomes, origem na localidade Rio Camotim, citado em 1920-1944.
. João Albino Gomes, citado em 1953 como contribuinte e arrecadador da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
. João Albino Gomes Filho, citado em 1962 como auxiliar na festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
. João Gomes, citado em 1953 como auxiliar de diretoria e contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
• João Gomes, morador do Itacuruçá, presidente do clube Santa Rosa Esporte Clube em 2008.
• José Gomes/Zé Gomes, que chegou a presidir o Clube Santa Rosa da localidade Itacuruçá, citado em 2008.
• Juvenal Gomes, foi um dos fundadores do Clube Santa Rosa Esporte Clube em 1924 na localidade Itacuruçá.
. Laurindo Gomes, citado em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Rosendo Maués.
• Lourenço Gomes, foi um dos fundadores do clube Santa Rosa Esporte Clube na localidade Itacuruçá em 1924.
. Luci Gomes, citado na localidade Rio Maracapucu em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
• Manoel Gomes, foi um dos fundadores do clube Santa Rosa Esporte Clube na localidade Itacuruçá.
• Manoel Eugênio Gomes, dono de engenho para cachaça e mel na Costa Maratauhyra em 1922.
. Manoel José Gomes, citado na localidade Rio Piquiarana em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
• Marciana Gomes, origem na localidade Rio Maracapucu, citada em 1944.
. Maria Gomes, citada em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Egídio Pacheco e João Manuel da Silva.
. Meneléu Gomes, citado em 1953 através de Firmo Maués e na localidade Rio Piquiarana em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
• Dr. Osvaldo Otacílio Gomes, 1º Juiz da Comarca de Abaeté em 1944-1948.
. Otávio Gomes, citado na localidade Ilha do Capim.
. Otávio Gomes, colaborador, junto com a família, na festa de N. S. da Conceição de 1962.
. Pedro Gomes, citado em 1953 como contribuinte e auxiliar de diretoria nas localidades riosPanema, Itacuruçá eArapapu na festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
. Raimundo Gomes, citado na localidade Rio Maracapucu em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
• Ronaldo Gomes, que chegou a presidir o clube Santa Rosa na localidade Itacuruçá, citado em 2008.
• Rosa Gomes, antiga moradora da localidade Itacuruçá.
• Sabino Gomes, que chegou a presidir o Clube Santa Rosa da localidade Itacuruçá, citado em 2008.
. Tereza Gomes, citada em 1953 como contribuinte através de José Barbosa Farias e na localidade Rio Sapocajuba em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
. Terezinha de Jesus Gomes, citado na localidade Rio Maracapucu em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
. Trajano Gomes, citado em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Rosendo Maués.
. Wander Gomes, antigo membro do grupo carnavalesco Palhuka, citado em2013.

Família
• João Albino Gomes, origem na localidade Rio Camotim, citado em 1920-1944.
. João Albino Gomes, citado em 1953 como contribuinte e arrecadador da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
. João Albino Gomes Filho, citado em 1939 e 1962 como contribuinte e auxiliar arrecadador da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
Família
• Alípio Gomes, dono de olaria e de engenho em 1983 no rio Jarumã, depois repassado para Chiquinho Ferreira/Francisco Mauro Ferreira que produzia a cachaça Paraiso, citado em 1961 como juiz da festa de N. S. da Conceição, casado e com filhos: Hermenegildo Solano Gomes/Gigi Gomes, Luiz Solano de Albuquerque Gomes/Luita e outros.
Custódio de Nazaré Ferreira Gomes, filho de Luiz Solano de Albuquerque Gomes/Luíta e Maria Helena Ferreira Gomes, com 12 anos em 1977, nascido em 1965.
. Hermenegildo Solano Gomes/Gigi, citado na localidade Ilha do Capim em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
. Luiz Augusto Ferreira Gomes, filho de Luiz Solano de Albuquerque Gomes/Luíta e Maria Helena Ferreira Gomes, comerciante, microempresário no ramo de lanchonetes. 
. Luiz Solano de Albuquerque Gomes/Luíta, trabalhou por mais de 30 anos na Ponte da Casa Italiana com bar, lanchonete e máquina de açaí, saindo desse trabalho em 1977, sendo contemporâneo nesse tempo dos comerciantes: Teodoro Fonseca, Celino Martins, Alcebíades Macedo, este na antiga Casa Paloma, Dico Silva, este ex-funcionário da Casa Alvorada de Didi Solano  e Luíta é casado com Maria Helena Ferreira Gomes e com filhos: Custódio de Nazaré, Luiz Augusto Ferreira Gomes e outros.
Os S. Gomes
Os Silva Gomes
. Alípio da Silva Gomes, citado na localidade Ilha do Capim em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
• Francisco da Silva Gomes, que é um dos coordenadores da Igreja Nossa Senhora de Fátima , que foi fundada em 13/04/1995, na localidade Maúba, citado em 2008.
• Maria da Silva Gomes, origem na localidade Rio Maracapucu, citada em 1944.
• Maria da Silva Gomes, origem na localidade Rio Camotim, citada em 1944.
. Maria Matilde da Silva Gomes, citada na localidade Ilha do Capim em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
. Miguel da Silva Gomes, citado na localidade Rio Maracapucu em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
. Ninfa S. Gomes, citada em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Rosendo Maués.
• Pedro da Silva Gomes, agricultor, casado, citado em 4/1947.
. Raimundo Alípio da Silva Gomes, citado na localidade Ilha do Capim em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
Os F. Gomes
. Carlindo F. Gomes, citado em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Firmo Maués.
Os Ferreira Gomes
• João Ferreira Gomes, cartorário em Abaetetuba, citado em 4/1947.
• Joaquim Ferreira Gomes, origem na localidade Furo Panacuéra, citado em 1944.
. Luiz Augusto Ferreira Gomes, citado em 2013 como locador de espaço para lanche na Escola S. Francisco Xavier.

Família
• Ari Gomes, comerciante, dono do Bar Guará que ficava na Esquina da Av. D. Pedo II c/Travessa Luiz Varella no campo do Abaeté Futebol Clube, tinha irmãos, casado e com filhos.
. Archimimo Gomes, citado em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de José Gomes.
• Diana Lúcia Monteiro Gomes, filha de José Bonifácio Gomes/Zé da América e Dalva América Monteiro Gomes, casada.
• Dilcivana Gomes Góes, filha de Nilcéa Gomes e Docaciano Pinheiro Góes/Santos Góes, c/c o professor Janir Assunção e com filhos.
. Dionísio Raimundo Gomes Goes, filho de Santos Goes e Nilceia Gomes, citado em 2012 como professor em Abaetetuba.
• Eliete Maria Monteiro Gomes, filha de José Bonifácio Gomes e Dalva América Monteiro Gomes, c/c o Mestre Antonio/Antonio Moutinho e tiveram filhos.
• Francinete Maria Monteiro Gomes, filha de José Bonifácio Gomes/Zé da América, c/c Paulo Cuimar e com filhos.
• Isabel Cristina Monteiro Gomes, filha de José Bonifácio Gomes/Zé da América e Dalva América Monteiro Gomes, c/c Messias Sena/Ciba Sena e com filhos.
. João Albino Gomes, citado em 1953 como contribuinte a auxiliar da diretoria na festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Carmosina Jaques Pinheiro.
• José Bonifácio Gomes/Zé da América, comerciante, dono de restaurante na Av. D. Pedro II, c/c Dalva América Monteiro e tiveram 13 filhos: Nilcéa, Telma, Telda (gêmea com Telma), José Maria, Nilcéia, Maria Luiza, Rosângela, Francinete, Sônia, Socorro, Izabel, Sônia.
• José Maria Monteiro Gomes/Zé Maria, filho de José Bonifácio Gomes/Zé da América e Dalva América Monteiro Gomes, já é falecido, casado e com um filho.
• Maria do Carmo Monteiro Gomes, filha de José Bonifácio Gomes/Zé da América e Dalva América Monteiro Gomes, já é falecida.
• Maria do Socorro Monteiro Gomes, filha de José Bonifácio Gomes/Zé da América e Dalva América Monteiro Gomes, casada e com filhos.
• Maria Luiza Gomes, filha de José Bonifácio Gomes/ Zé da América e Dalva América Monteiro, casada e com filhos.
• Maria Telma Monteiro Gomes/Telma, filha de José Bonifácio Gomes/Zé da América e Dalva América Monteiro Gomes, casada e com duas filhas.
• Nilcéa Gláucia Monteiro Gomes, filha de José Bonifácio Gomes/Zé da América e Dalva América Monteiro, c/c Docaciano Pinheiro Góes/Santo Góes e tiveram filhos: Ana, Djalma, Dionísio, Docaciano Filho, Denilson, Dilciana, Dilcéa, Dilcilena, Dilcivana Monteiro Gomes.
. Nilcéia Gomes Góes, citada no anos de 1970 como funcionária da Escola Bernerdino em Abaetetuba.
• Raimunda Sônia Monteiro Gomes, filha de José Bonifácio Gomes e Dalva América Monteiro, c/c Nivaldo Carvalho e com 4 filhos.
• Raimundo de Jesus Gomes Lima, concluinte da 1ª turma de humanistas do Ginásio Bernardino Pereira de Barros, engenheiro civil.
• Rosângela Maria Monteiro Gomes, filha de José Bonifácio Gomes e Dalva América Monteiro Gomes, casada e com filhos.
• Telda Maria Monteiro Gomes/Telda, filha de José Bonifácio Gomes/Zé da América e Dalva América Monteiro, c/c Lima e tiveram 6 filhos.
Os P. Gomes
. Raimundo P. Gomes, citado em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição através de Firmo Maués.

Os Pinheiro Gomes
. Maria Augusta Pinheiro Gomes, citado na localidade Rio Piquiarana em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
. Maria da Conceição Pinheiro Gomes, citado na localidade Rio Piquiarana em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
. Raimundo Pinheiro Gomes, citado na localidade Rio Piquiarana em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
Os Fonseca Gomes
. Manoel Fonseca Gomes, citado na localidade Rio Maracapucu em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
. Raimundo Fonseca Gomes, citado na localidade Rio Maracapucu em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.

Família
. Gregório dos Santos Gomes, casado com Raimunda da Fonseca Gomes e com filho: Marinaldo Fonseca Gomes. 
Os Outros Gomes em Pesquisa
• Aladim de Alfaia Gomes, vereador na gestão do prefeito Francisco Maués Carvalho (2001-2004).
. Carlindo F. Gomes, citado em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
. Carmita da Silva Gomes, citada na localidade Rio Tucumanduba em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
. Damião da Silva Gomes, origem na localidade Rio Cuitininga, citado em 1961 como colaborador da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
. Elita Lobo Gomes, citada na localidade Rio Urubueua em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
• Francimário Pinheiro Gomes, jovem presidente do Clube Manival Esporte Clube da localidade Maúba, citado em 2008.
. Hermenegildo Solano Gomes/Gigi, citado na localidade Ilha do Capim em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
. Jones da Silva Gomes, é professor e mestre em Sociologia.
. José Dias Gomes, citado em 1953 como contribuinte e representante da Mocidade Abaetetubense em uma noite de leilão da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
• José Maria M. Gomes, morador da localidade Itacuruçá, citado em 2008.
. Maria Barbosa Gomes, citada na localidade Rio Maracapucu em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
. Maria da Conceição Gomes, citada na localidade Rio Maracapucu em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
. Maria das N. Gomes, citada em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Sisínia Silva, esta da localidade Jarumã.
. Maria de L. Gomes, citada em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
. Maria E. B. Gomes, citada em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Sisínia Silva, esta da localidade Jarumã.
. Maria E. Gomes, citado em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Firmo Maués.
. Maria E. Gomes, citado em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
• Maria Miranda Gomes, origem na localidade Rio Maracapucu-Miry, citada em 1944.
. Martinho B. Gomes, citado em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Sisínia Silva, esta da localidade Jarumã.
. Meneléu Gomes, citado em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
. Miguel B. Gomes, citado em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Sisínia Silva, esta da localidade Jarumã.
• Miriam Catarina Xavier Gomes, diretora da Escola Municipal São Francisco Xavier da localidade Rio Guajará de Beja, citada em 2005.
. Murilo A. Gomes, citado em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Rosendo Maués.
. Raimunda da Costa Gomes, citada na localidade Rio Maracapucu em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
. Raimunda da S. Gomes, citada em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
. Raimundo A. Gomes, citado em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.  
• Raimundo de Oliveira Gomes, presidente do Clube Barcelona da localidade Maúba, citado em 2008.
. Raimundo Moraes Gomes, citado na localidade Rio Itacuruçá em 1961 como contribuinte da festa da N. S. da Conceição em Abaetetuba.
. Raimundo P. Gomes, citado em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.

Família Gonçalves
Os Gonçalves
. Adriano Gonçalves, citado na localidade Rio Maracapucu em 1953 com contribuição através de Egídio Pacheco e João Manuel da Silva e em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
. Agenor Gonçalves, citado na localidade Rio Sapocajuba em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
• Alzira Gonçalves/Biá, origem na localidade Rio Caripetuba, c/c José Maria Sarges Rodrigues, este filho de Manoel de Nazaré Rodrigues, origem na localidade Rio Caripetuba e com filhos: Nazaré do Socorro/Naná (c/c José Maria Batista e com filhos), Nazadiel (casado e com filhos) e outros.
• Antonio Marcellino Gonçalves, assinante “a rogo” do Sr. José Valente Rodrigues, pela venda do escravo André em 25/6/1870 (era provincial de Abaeté).
. Argemiro Gonçalves, citado em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Emercindo Maués.
. Basílio Gonçalves, citado em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Emercindo Maués.
. Benedito Gonçalves, citado na localidade Rio Maracapucu em 1961 como contibuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
. Bento Gonçalves, citado em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Emercindo Maués.
. Caetana Gonçalves, citada em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Horácio Maués Ferreira.
• Cesarina Gonçalves, origem na localidade Rio Camotim, citada em 1944.
. Delfina Gonçalves, citado em 1953 como contribuinte na festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
. Egídio Gonçalves, com origem em Mocajuba/PA, trabalhou nos primeiros tempos da Phamárcia Indiana, anos de 1970, esta de Joaquim Mendes Contente, e Egídio trabalhou no tempo em que não existia anestesia, batia à máquina o receituário do Sr. Contente que já vinha com as composições químicas e era ele junto com a funcionária Maria Preta, com acompanhamento do Farmacêutico Contente, é que faziam a composição dos remédios, na forma de poções, sulfas receitados pelo farmacêutico, usando frascos, vidros, pipetas e outros  equipamentos apropriados e era o Egídio que fazia o acompanhamento dos doentes receitados pelo farmacêutico Contente, e Egídio casou com uma filha do Sr. Contente chamada Olinda, casal que chegou a festejar bodas de Ouro de casamento e viveram até a idade bastante avançada.
. Delfina Gonçalves, citada em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
. Deolinda Gonçalves, citada na Ilha do Capim em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
. Egídio Gonçalves, citado em 1953 como contribuinte e representante do grupo do Apostolado da Oração em uma noite de leilão da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
. Eustácio Gonçalves, citado em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Rosendo Maués.
• Etelvina Gonçalves, c/c Acrísio Villaça da Silva, citados em 1930 e participavam da organização das antigas festas de N. S. da Conceição.
. Euclides Gonçalves, citado na localidade Rio Sapocajuba em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
. Felipe Gonçalves, citado na localidade Rio Maracapucu em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
. Inoura Gonçalves, citada na localide Rio Maracapucu em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
. João Gonçalves, citado na Ilha do Capim em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
• João Gonçalves, nasceu por volta de 1854.
• João Gonçalves Filho, vogal da 2ª Câmara de Abaeté em 1884-1887 e 1887-1889.
• Juvenal Gonçalves, origem na localidade Furo Panacuéra, citado em 1944.
• Juvenal Gonçalves, comerciante, dono da canoa Lira Gonçalves.
. Lourival Gonçalves, citado na localidade Rio Sapocajuba em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
. Manoel Gonçalves, citado em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
. Marcírio Gonçalves, citado em 1952 e na localidade Rio Maracapucu em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
. Olinda Gonçalves, citada em 1913.
. Olinda Gonçalves, citada em 1953 como contribuinte e represante da Mães de Família no leilão da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
. Ovídio Gonçalves, citado na localidade Rio Rio Tucumanduba em 1953 e 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
• Pedro Eduardo Gonçalves, coronel, comerciante na Costa Maratauhyra em 1922, dono do Engenho 14 de Maio na localidade Ramal de Beja em 1919, morador à Rua Siqueira Mendes.
. Pedro Gonçalves, citado na Ilha do Capim em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Nabor Sousa de Azevedo.
• Raimunda Gonçalves, casada com José Maria Sarges Rodrigues e com filhos.
. Rangel Gonçalves, citado em 2012, origem na localidade Rio Caripetuba, trabalha na Comunicação Social em Abaetetuba.
. Raimundo Gonçalves, citado em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Filomena Rosendo Maués.
. Raimundo Gonçalves, citado na Ilha do capim em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
. Sebastião Gonçalves, citado na localidade Rio Arumanduba em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.

Os C. Gonçalves
. Antonio C. Gonçalves.
• Angelina da Rocha Gonçalves, citado em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Sinforosa B. Cardoso.
Os Castilho Gonçalves
. Caetano de Castilho Gonçalves, citado na localidade Rio Urubueua em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
. Hilda de Castilho Gonçalves, citada na localidade Rio  Urubueua em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
Os G. Gonçalves
. Ana G. Gonçalves, citada em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Rosendo Maués.
. João G. Gonçalves, citado em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Rosendo Maués.
. Osvaldo G. Gonçalves, citado em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Rosendo Maués.

. Os F. Gonçalves
. Raimundo F. Gonçalves, citado em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Sisínia Silva, esta da localidade Jarumã.
Os Ferreira Gonçalves
• Antonio Ferreira Gonçalves/Tota, c/c Zelina Sarges Rodrigues, filha de Manoel de Nazaré Rodrigues, origem na localidade Rio Caripetuba e com filhos.
• Manuel Ferreira Gonçalves, origem na localidade Rio Caripetuba, citado em 1944.
• Maria Ferreira Gonçalves, origem na localidade Rio Caripetuba, citado em 1944.

Família
• Egídio Miranda Gonçalves (c/c Olinda Contente Gonçalves), citado em 1944.
• Olinda Contente Gonçalves (c/c Egídio Miranda Gonçalves), citada em 1944.
Os P. Gonçalves
. Náutilo P. Gonçalves, citado em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Emercindo Maués.
Os Pereira Gonçalves
. Anastácio Pereira Gonçalves, citado na localidade Rio Urubueua em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba. 
• Brasil Pereira Gonçalves, origem na localidade Rio Caripetuba, citado em 1944.
• Deusdete Pereira Gonçalves, que tem 60 anos, (em 2008) e que há 36 anos trabalha como pescador na localidade Rio Sapocajuba, citado em 2008.
. Elias Pereira Gonçalves, citada na localidade Rio Urubueua em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
. Maria Rosa Pereira Gonçalves, citada na localidade Rio Urubueua em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
. Rosiana Pereira Gonçalves, citada na localidade Rio Urubueua em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
Os M. Gonçalves
. José M. Gonçalves, citado em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Emercindo Maués.
Os Marques Gonçalves
• João Reis Marques Gonçalves, que tem 37 anos e reside no Rio Anequara e tem 30 anos na profissão de pescador, prestou as informações sobre a pesca de matapi, citado em 2008.
• José Marques Gonçalves, tem 52 anos de idade e a 40 exerce a profissão de pescador, na localidade Rio Sapocajuba.
• Manoel José Marques Gonçalves, informante das atividades de trabalho da localidade Rio Sapocajuba em 2008.
• Maria Marques Gonçalves, tem 45 anos de idade, que exerce a profissão de pescadora há 35 anos,que prestou as informações sobre a pesca na localidade Rio Sapocajuba.
Os Mendes Gonçalves
. Miguel Mendes Gonçalves, citado na localidade Rio Urubueua  em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
. Pedro Mendes Gonçalves, citado na localidade Rio Urubueua em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
. Raimunda Mendes Gonçalves, citada na localidade Rio Urubueua em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.

Família
. Pombo Gonçalves, comerciante, casado com Iracéa das Graças Gonçalves, esta professora, diretora de escolas, secretária municipal de Educação, Obras em Abaetetuba, casada e com filhos .
. João Gonçalves/João Bacu, comerciante, casado com a professora Claudete Leite e com filhos.
. Juvenal Gonçalves, foi comerciante marítimo, freteiro em Abaetetuba na antiga canoa Lira Gonçalves, casado e com filhos: Iracéa, João Bacu, Gonzinho, Pombo, Maria, Helena e outros em pesquisa.
. Helena Gonçalves, casada com o representante comercial Vilobaldo Lobato Dias e com filhos: Helobaldo Dias/Badu e outros em pesquisa.

Os Rocha Gonçalves
• Angelina da Rocha Gonçalves, c/c Miguel Rodrigues Caripuna e tiveram filhos.
. Benedito da Rocha Gonçalves, citado na localidade Ilha do Capim em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.

Os Outros Gonçalves em Pesquisa
. Abílio Maranhão Gonçalves, citado em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
. Alverina Lobato Gonçalves, citado na localidade Rio Urubueua em 1961 como contribuintes da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
• Castro Gonçalves e Cia, com comércio e condutor de cargas em 1922.
• Gonçalves & Garcia, dona de engenho para cachaça e mel na Costa Maratauhyra em 1922.
• João Patrocínio Gonçalves, citado em 1927.
. José M. Gonçalves, citado em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Horácio Maués Ferreira.
• Juliana Neves Gonçalves, origem na localidade Rio Camotim, citada em 1944.
• Juvenal Nery Gonçalves, citado em 1944.
. Laurindo de Moraes Gonçalves, citado na localidade Rio Tucumanduba em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
. Ludgero da Silva Gonçalves, citado na localidade Rio Cuitininga citado em 1961 como contribuinte na festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
. Manoel do Nascimento Gonçalves, citado na localidade Rio Urubueua em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
. Manoel dos Santos Gonçalves, citado na localidade Rio Maracapucu em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
. Manuel da N. Gonçalves, citado em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
• Maria do Socorro Barreto Gonçalves, benzedeira, entrevistada em 21/6/2007, no rio Anequara.
. Maria Vicolina Lima Gonçalves, citada em 1961 na mordomagem da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
. Martinho Pureza Gonçalves, citado na localidade Rio Urubueua em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
. Orivaldo Machado Gonçalves, citado na localidade Rio Tucumanduba, em Abaetetuba em 2012.
. Osvaldo Rodrigues Gonçalves, citado na localidade Rio Maracapucu em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
• Raimunda Martins Gonçalves, origem na localidade Rio Caripetuba, citada em 1944.
• Rosete Lobato Gonçalves, moradora da localidade rio Urubuéua-Fátima, diretora da ARQUIA em 2007.
. Sandoval J. Gonçalves, citado na localidade Rio Sapocajuba em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
. Verônica C. Gonçalves, citada em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
William Farias Gonçalves,
• Zelina Rodrigues Gonçalves, origem na localidade Rio Caripetuba.

Família Gonzaga
. Carmino Gonzaga, filho do Velho Gonzaga, era carpinteiro naval na localidade Rio Arapiranga de Beja.
. Velho Gonzaga, era carpinteiro naval na localidade Rio Arapiranga de Beja.
Família Graças
. Maria das Graças, citada em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Sisínia Silva, esta da localidade Jarumã.
Família Guedelha
• Raimundo Costa Guedelha, c/c Terezinha de Freitas e tiveram 21 filhos.
• Terezinha de Freitas Guedelha (a filha), filha de Raimundo Costa Guedelha e Terezinha Freitas, c/c Jorge Pereira Therezo e com filhos.

Família Guedes
Os Guedes
. Brasila Guedes, citada em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Afonso Caetano dos Santos.
. Francisca Guedes, citada em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Afonso Caetano dos Santos.
. Manoel Raimundo Guedes, citado na localidade Rio Itacuruçá em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
. Maria Guedes, citada em 1939 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Laura dos Santos Ribeiro.

Família
• Jerônimo Freitas Guedes, Alferes da 2ª Companhia da Guarda Nacional em 12/4/1906.
• Jerônimo Guedes, fogueteiro, músico, regente da Banda Carlos Gomes em 1908 e fundador e mestre em 1918 em Abaetetuba da Banda Paulino Chaves, casado com Joana Guedes/Filinha e com filhos: Lígia´e outros.
• Francilene Guedes, citada em 2010.
. Joana Guedes/Filinha, casada com o Mestre Jerônimo Guedes e com filhos.
• Levino Guedes, presidente da Tuna Recreativa Caixeral Abaeteense em 1909.
• Lígia Saavedra, neta do Maestro Jerônimo Guedes, autora do belíssimo http://saavredramusicachibeepoesia.blogspot.com : Saavedra, Música, Chibé e Poesia. Clieque. Casada e com filhos.
. Nathalia Costa

Família Guerreiro
• Celina de Nazaré Neves Guerreiro, filha de Germano Bentes Guerreiro e Leopoldina Neves, esta professora no Grupo Escolar de Abaetetuba, c/c Joaquim Mendes Contente e tiveram filhos.
• Germano Bentes Guerreiro, juiz substituto em Abaeté, esotérico, citado em 1944.
Família Guia
• Aristides Rodrigues da Guia, cearense, está no Pará desde 1958 (c/c Ineurita Sena da Guia), vivem na localidade Ipixuna e têm 9 filhos e vários netos.
• Ineurita Sena da Guia (c/c Aristides Rodrigues da Guia).
Família Guimarães
• Ambrosina dos Santos Guimarães, origem na localidade Rio Quianduba, citada em 1944.
. Basílio Guimarães, citada em 1939 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Laura dos Santos Ribeiro.
• Didico Guimarães, dono de engenho no Furo Grande.
• Gertrudes Guimarães, c/c João Lourenço Cardoso e tiveram filhos, são avós paternos de Esmerina de Almeida Cardoso.
• Joana Guimarães, casou em 26/4/1947, com Manoel Nonato da Silva, este natural do Rio Cuitininga.
. José Guimarães, citada em 1939 como contribuinte e da comissão da Noite dos Operários na festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
• Justino A. Barbosa Guimarães, presente na instalação da Cidade de Abaeté em 15/8/1895.
• Maria Gomes Guimarães, origem na localidade Furo Panacuéra, citada em 1944.
• Nezito Guimarães, comerciante dono da lancha Neci.

Família Guiomar
. Manoel G. Guiomar, citado na localidade Rio Sapocajuba em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
Família Gurupá
. Benedito Gurupá, citado em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Vicente F. Caldas.
. Benedito P. Gurupá, citado em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Basília Ferreira da Costa.
Família Gusmão
. Maria de Nazaré Maués Gusmão, citada na localidade Rio Maracapucu em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
Famílias H
Famílias
Família Hage
. Fernando Hage, foi empresário em Abaetetuba, casado e com filhos: Fernandinho e outros.
. Fernandinho Hage, filho de Fernando Hage, casou com filha de Crisanto Lobato.
Família Haves
. Raimundo R. Haves, citado em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Alaci da Silva Correia.
Família Herane
. Tupy Jorge Herane, foi consórcio do Vera Cruz Sport Club nos anos de 1920

Prof. Ademir Rocha, de Abaetetuba/Pa, em 16/2/2011.