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sexta-feira, 29 de agosto de 2014

A ANTIGA INSTRUÇÃO PÚBLICA NO PARÁ

A ANTIGA INSTRUÇÃO PÚBLICA NO PARÁ
Postagem em Construção


Em 15 de outubro de 1827, um decreto imperial de D. Pedro I, então imperador do Brasil (rubricado, também, pelo Visconde de São Leopoldo) criou o Ensino Elementar no país. Nos 17 artigos que compunham esse decreto (cf. http://www.pedagogiaemfoco.pro.br ), o Art. 1o determinava: “Em todas as cidades, vilas e lugares mais populosos, haverão (sic) as escolas de primeiras letras que forem necessárias”. Nos demais artigos, esse documento registra uma série de itens, sendo que o 2º artigo determina que o Conselho dos presidentes das provincias, com audiência das Câmaras enquanto Conselhos Gerais “marcarão o número e localidades das escolas, podendo extinguir as que existem em lugares pouco populosos e remover os Professores delas para as que se criarem, onde mais aproveitem, dando conta a Assembléia Geral para final resolução”. Outros itens são nomeados nesse decreto como o salário e a forma de contratação dos professores, as disciplinas que serão ministradas ( Art. 6º: “...ler, escrever, as quatro operações de aritmética, prática de quebrados, decimais e proporções, as noções mais gerais de geometria prática, a gramática de língua nacional, e os princípios de moral cristã e da doutrina da religião católica e apostólica romana ,...”).
Três artigos são interessantes conhecer, haja vista referenciar as diferenças do ensino e da atividade de magistério para homens e mulheres: “Art. 11: Haverão (sic) escolas de meninas nas cidades e vilas mais populosas, em que os Presidentes em Conselho, julgarem necessário este estabelecimento. Art. 12: As Mestras, além do declarado no Art. 6º, com exclusão das noções de geometria e limitado a instrução de aritmética só as suas quatro operações, ensinarão também as prendas que servem à economia doméstica; e serão nomeadas pelos Presidentes em Conselho, aquelas mulheres, que sendo brasileiras e de reconhecida honestidade, se mostrarem com mais conhecimento nos exames feitos na forma do Art. 7º. Art. 13: As Mestras vencerão os mesmos ordenados e gratificações concedidas aos Mestres.”
Desde o inicio da colonização educavam-se nas escolas apenas os meninos, com os mestres sendo homens, também. E como se vê, no Decreto Imperial de 1927, há evidência de uma escola formal para meninas em cidades mais populosas, há diferencial do curriculo extinguindo-se algumas matérias (possivelmente por serem consideradas supérfluas ao “destino matrimonial” previsto para elas) e há inclusão de outras como as prendas e a economia doméstica. Nesse decreto já se observa referência às mestras, ou seja, nomeação de professoras que sejam “brasileiras e de reconhecida honestidade” e que demonstrem bom proveito de conhecimento nos exames que prestem para a atividade de magistério, conforme outro artigo (o 7º). Embora naquele momento sejam ratificados salários iguais para os professores e as professoras essa situação ainda hoje é uma questão problemática, em todas as profissões a que as mulheres estão inseridas no mercado de trabalho.
Analfabetas, no império, com as damas da corte tendo pouco contato com a leitura salvo os seus livros de rezas, a oportunidade que as mulheres brasileiras tinham de estudar era o ingresso em conventos. A sociedade não via com bons olhos o alcance do saber intelectual por parte desse gênero, haja vista a previsão determinista para lar, além do que, o conhecimento adquirido lhes daria poder e sendo instruídas avaliariam sua condição e pleiteariam outro tratamento. Dessa forma, seria mais fácil afastá-las do “perigo” da instrução pública embora com direito de obter a educação formal. Alguns escritos na imprensa são reveladores dessa tensão. Veja-se, por exemplo, o que escreveu o professor paraense Vilhena Alves no periódico literário "A Borboleta" que circulava na cidade da Vigia, num longo texto intitulado “A Mulher”, publicado em 1887 dissecando a condição feminina. Sobre a instrução a esse gênero ele comenta:
“(....) - Não simpatizamos nada com as mulheres doutoras apesar de sermos idólatras da ciência. Não queremos com isto que se deva conservar a mulher na ignorância; e sim que o seu grau de instrução seja adequado ao meio em que vive, às necessidades do seu viver social. De que serve, com efeito, a uma moça pobre o estudo das ciências e das belas artes, se desconhece os princípios rudimentares da economia doméstica?” (...) Em vez dessa instrução de luxo que só serve para satisfazer a vaidade de pais mal avisados, não seria melhor que estes ensinassem às suas filhas aquelas regras comezinhas do bom amanho da casa, aqueles princípios de economia que operam na família o milagre bíblico da multiplicação dos pães, fazendo que, - com pouco dinheiro - se obtenha muito e se passe bem? (...)”
Se nesse período os ideólogos conservadores detinham essa preocupação sobre a convivência das mulheres determinando seu lugar, seus saberes, sua forma de ser na sociedade, sem dúvida, houve uma retração da atividade intelectual formal feminina que avançou algumas dezenas de anos, mas não fortaleceu a idéia de que estas teriam somente uma maneira de saber das coisas restritas ao lar. Assim, as conquistas foram muitas, o período republicano trouxe novos decretos que facilitaram a entrada deste gênero em muitas profissões entre as quais a de professoras, hoje visto como feminização da educação.
E enquanto professora, o ingresso das mulheres no âmbito escolar, se visto como uma situação ligada às suas funções no lar e na maternidade, permeado de estereótipos, presentemente foge desses chichês. Entretanto há outros. Num estudo do INEP/2002, entre as disciplinas ministradas, na de Língua Portuguesa, independentemente da série avaliada, há maioria da proporção de professores do sexo feminino, enquanto na Matemática, nas mesmas condições, o sexo masculino prevalece. Somos hoje a maioria (97%) na força de trabalho na educação infantil, mas apenas 45,6% no Ensino Superior.
E por ai vai a nossa história. Sabemos que temos valor, sabemos que as noites e os dias de trabalho extrapolam domingos e feriados. Nossas palavras são fortes para criar a mudança. Nós nos reconhecemos. E isso é o que importa.
                                                                                                               
(Texto originalmente publicado em "O Liberal" (PA), de 1710/2014)

 

Notícias Históricas Sobre Abaetetuba e Igarapé-Miri
Em 1843 já existiam 43 escolas na Província do Pará
Em 1847 já eram 31 municípios com a instrução primária.
Em 1847 as estatísticas da instrução pública eram feitas pelos municípios. As estatísticas de Abaeté eram ligadas ao municpio de Igarapé-Miri, que nessa época já era vila e Abaeté era freguesia.
O professor vitalício da instrução primária elementar em Abaeté era Justo José Correa de Miranda, que na sua escola para o sexo masculino possuía 20 alunos e recebia o salário de 400$000 réis.
Em 1847 o professor interino da instrução primário de Igarapé-Miri era o Padre Victório Procópio Serrão do Espírito Santo, que recebia, por ser interino, o salário de 300$000 réis.
Em 1847 eram cidades apenas Belém e Cametá já possuía duas escolas, uma para meninos e outra para meninas.
Os professores das freguesias e vilas eram quase analfabetos, pela falta de professores habilitados nas localidades.

Blog do Ademir Rocha

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Animais 24 - Lagartos, lagartinhos, Lagartixas e Outros Pequenos Animais de Abaetetuba

Animais 24 - Lagartos, Lagartinhos, Lagartixas e Outros Pequenos Animais de Abaetetuba e Região

Alguns Lagartos em Abaeté
As populações rurais e ribeirinhas de Abaeté desde os tempos coloniais e provinciais, não atentaram para a preservação do seu meio ambiente e muitas espécies de vegetais e animais já foram extintos ou já estão em vias de extinção irreversível na região.
Um dos motivos da extinção dos animais das florestas e rios foi o uso de muitas espécies como alimento, o que é compreensível pela pobreza que sempre afetou as populações ribeirinhas e rurais de Abaeté. Até mesmo espécies exóticas da fauna foram ou são usadas como alimentação, criando até uma cultura pelo uso como iguaria alimentar, como são os casos da capivara e jacaré que até os dias atuais são usados como alimentos até mesmo pela população da cidade, apesar da proibição por lei federal.
Outros animais exóticos ainda são usados na alimentação do abaetetubense como: tracajás, tartarugas, tatus, mucuras, macacos, preguiças que ainda são apreciados como alimentos.
Porém gostaríamos de falar de alguns répteis citados em um belo encarte do jornal O Liberal, que foram e ainda são largamente usados como alimento pelas populações ribeirinhas e rurais de Abaeté e que atualmente são raros de encontrar devido a sua extinção ou quase extinção na região, que são o jacuraru e o camaleão.
Lagartos

O Jacuraru
O jacuraru era um dos maiores lagartos encontrados em Abaeté, de coloração vermelha com pintas pretas e que chegava a alcançar até meio metro de comprimento, incluindo a grossa cauda. Esse lagarto é da mesma família do jacuruxi e do jacarérana, que também já foram extintos na região. Conforme a reportagem o jacuraru alimentava-se de folhas, frutos, aranhas, insetos, sapos, ratos, soias e outros pequenos mamíferos, aves, cobras e até pequenos lagartos. Nas casas ribeirinhas e rurais de Abaeté ele assaltava galinheiros para comer ovos e pintos ali existentes. O temido jacuraru, pela sua valentia, virou lenda em Abaeté.
O Jacuraru, animal muito arisco, era um lagarto com dentes afiados e venenosos, de muita força, que enfrentava e vencia na luta até cobras venenosas, como as jararacas. Nessas lutas, quando ferido ou cansado, parava e se esfregava nas folhas e voltava valentemente para a luta.
Porém esse belo e temível animal também servia de alimento para as populações ribeirinhas e rurais de Abaeté e hoje está extinto ou em vias de extinção na região. Pela sua esperteza, o único meio de apanhá-lo era no buraco que lhe servia de toca. O buraco era escavado e com um pau, facão ou espingarda o jacuraru era morto para servir de alimento nas zonas ribeirinha ou rural de Abaeté. Outro modo de caçá-lo era através de cachorros que acuavam e cansavam o lagarto até ele ser morto pelo seu caçador. Também nas casas os cães eram usados para espantar os jacurarus que procuravam alimentos nos galinheiros dessas casas.
O Camaleão
A camaleoa "ovada" acima, pensando como atravessar
o lago e esse tipo de lagarto só desce das árvores quando
está cheia de ovos. Os ovos são postos em terra, enterrados

na areia para posterior eclosão dos filhotes.


Diferentemente do terrestre e valente jacuraru, existia também em abundância em Abaeté o camaleão, de hábitos arborícolas e inofensivo.

O camaleão era um pouco maior que o jacuraru, que chegava a alcançar mais de meio metro de comprimento. Na verdade existem dois grupos de camaleões em Abaeté: um menor e de coloração mais verde e outro maior de coloração mais verde-escura. O camaleão se alimenta de folhas, flores e insetos.
Se o abaeteense se alimentava do jacuraru de dentes venenosos, muito mais apreciava a carne e os ovos do camaleão e que também já está ameaçado de extinção. O camaleão de Abaeté tem as seguintes características: podem mudar de cor rapidamente (camuflagem), têm olhos móveis e independentes (avistam 180% ao seu redor) e línguas retráteis na captura de suas presas. Nas árvores o camaleão assumia a coloração verde das folhas dessas árvores onde o camaleão buscava seus alimentos. Nas vezes que descia ao chão, assumia a cor da folhagem seca desse chão. A vulnerabilidade do camaleão, ou melhor, da camaleoa, estava justamente nos momentos em que a camaleoa ovada, em setembro, que descia para por seus ovos em buracos escavados nas areias das praias. As pessoas se aproveitavam desse momento para apanhar os camaleões que lhe serviriam de alimento, juntamente com seus saborosos, dizem, ovos. Uma cena triste na feira de Abaetetuba é ver esses animais todo amarrado pelas patas para ser vendido como alimento à população, pois existem também pessoas na cidade que apreciam a carne e ovos desses dóceis, inofensivos e simpáticos animais.
Lagarto marrom e verde dos quintais
Esse lagartinho existe em grande quantidade pelos quintais urbanos e se alimenta de insetos e outros pequenos animais



Lagarto preto dos muros
 Este estranho lagarto preto dos muros, cercas e paredes
é muito arisco. Porém esse da foto acima foi fotografado em estado de total
 imobilidade e por vários minutos, mesmo com pessoas passando perto dele

 Vide os detalhes do corpo do lagarto preto acima mencionado

Outros Lagartos de Abaeté
A maioria dos lagartos citados abaixo já estão extintos em Abaetetuba e região, devido a caça e desmatamento desenfreado nas Ilhas e Colônias de Abaetetuba e região.
Jacarerana
Jacarerana, praticamente extinto na região.
Jacuruxi
Jacuruxi ou lagarto-jacaré, lagarto, de cor vermelha, muito vistoso, que se escondia por baixo das folhas podres dos igarapés, muito difícil de ser achado. Comia caramujos, sararás, ararutas. Já extintos ou em via de extinção na região de Abaeté devido destruição de seus habitats.
Lagarto verde
. Lagarto verde, habitantes da zona rural e urbana e que ainda existem em quantidade relativa.
Tamaquaré ou papa-vento
. Tamaquaré ou papa-vento, que ainda existe em Abaeté.

Osgas
Osgas são as lagartixas de paredes e arbustos, que dormem de dia e caçam insetos à noite e põem seus ovos em frestas das paredes ou ocos de árvores. .
Osgas
 As osgas são encontrados na zona urbana
e na zona rural de Abaetetuba e região e elas são animais úteis porque se alimentam de pequenos
insetos e até de osgas pequenas. Elas são de várias espécies e variedades.
As osgas de parede de cor branca são as mais comuns
As osgas pretas, são chamadas "trapupéuas", que vivem nas cercas e muros
das casas.
A osga de plantas, acima que vive nas plantas dos quintais das casas
Existe uma variedade de osga gigante, que vive nas
 árvores e arbustos das matas das localidades interioranas
Osga vermelha com pintas e listas

 A osga de plantas, acima, vista de perfil
 A nesma osga vista com melhores detalhes do colorido
do corpo
Osga de parede
 A osga acima possui padrão dos detalhes do colorido
do corpo diferente da osga de arbusto acima. Esta
osga foi vítima do cachorrinho de casa que passa
o dia caçando pequenos animais. Ela irá reconstituir
seu rabinho arrancado por outra osga ou outro animal

Osga branca com escamas


As pequenas lagartixas saem à noite para se alimentar dos insetos presentes nas árvores e elas
mesmas acabam servindo de alimento para as lagartixas maiores, aqui chamadas de osgas.

Osga marrom com garras





Blog do Ademir Rocha

sábado, 23 de agosto de 2014

Animais 23 - Parasitas de Plantas e Outros Pequenos Animais de Abaetetube e Região

Animais 23 - Parasitas de Plantas e Outros Pequenos Animais de Abaetetuba e Região

Parasitas de Plantas
Vários são os parasitas de plantas, entre os quais os piolhos brancos de plantas acima. Eles liberam substancias adocicadas que fazem a festa das formiguinhas e formigas dos Jardins e quintais nas plantas e também sobrevivem sugando a seiva das mesmas plantas, chegando ao ponto de matá-las. Observe que os piolhos apresentam sobre o corpo uma substância esbranquiçada e debaixo dessa proteção apresentam as patinhas e esses piolhos vão dos pequeninos até os maiores, prestes a se transformar no ser alado acima. Onde tem parasitas de plantas tem também os vários tipos de formigas e formiguinhas, fazendo relação com os parasitas, onde estes fornecem substâncias adocicadas e as formigas oferecem proteção. Vide abaixo outros tipos de parasitas de plantas.

Parasitas verdes de plantas
Abaixo um caule de planta infestado de pequenos parasitas verdes gelatinosos que estão sugando a seiva de uma planta.

Parasita verde com raios brancos





Parasitas tintos de plantas
sugando caules das flores da planta caramboleira



Piolho brancos de plantas
Com formiguinhas sugando substancia adocicada dos piolhos brancos de plantas
Piolhos brancos de plantas em fase larvária avançada e filhotinhos e formigas

Acima temos uma forma larvária avançada, prestes a se transformar na forma alada abaixo.
Com isso vai perder a massa branca do corpo e se tornar um pequenino inseto voador






Fase alada abaixo do piolho branco de planta
As formas aladas, em voo pausado, vão à procura de plantas para procriar e lançar ovinhos sobre caules e folhas de certas plantas, especialmente as de caule e folhas suculentas. Em voo a forma alada emite uma espécie de luminiscência azulada.

A forma alada possui corpo escuro com asas brancas, longa cauda, antenas e olhos escuros



















Abaixo um casal da forma alada em cortejo





Longas antenas e pernas


Parasita alado vermelho, de um parasita de planta, com asas pretas,
voo pousado e longas antenas




Parasita amarelado de plantas com raios

Parasita amarelo de plantas com plumas

Variedade
Parasita rosado de planta
Com formiguinha sugando substância adocicada



Parasita branco com raios
Com formiguinha sugando substância adocicada

Parasitas amarelados
 Com formigas
Uma fase avançada roxa do parasita em meio aos
parasitas amarelados
Os Parasitas de plantas Fazem Relação com Cooperação Como formigas, que NÃO POR matam Como causa de substancias adocicadas Desses Parasitas
Parasitas amarelados de plantas


Uma fase roxa avançada, que é uma evolução do parasita
amarelado



Parasitas esverdeados de plantas com um sinal
escuro no dorso

Liquens


Parasita chapéu branco amarelado com lista vermelha


Parasita bicho algodão branco




Larva de cigarra laranja com pintas
Que é uma forma quase adulta da 'cigarra laranja com pintas' que
se reúnem com centenas de indivíduos que sugam a planta hospedeira,
chegando ao ponto de matar os galhos e, em certos casos, a planta
inteira



Parasita vermelho com bordos brancos plumosos
Que parasitam as palmeiras de vasos


Forma avançada do mesmo parasita e já com perninhas
Diferentes fases de evolução do parasita
Começando a perder a pluma

Fase de pluma
Fase avançada de evolução



Larvas de Soldadinhos
Larvas de soldadinhos são parasitas de plantas
Larva branca de soldadinho bicolor
No caso abaixo é só a casca, que abrigou a fase
larvária desse parasita

Indívíduo ainda vivo, abaixo


Larvas e ninfas de soldadinhos em suas diferentes fases e
cores
Fase vermelha

Fase branca
Na foto abaixo são ninfas de soldadinho
bicolor preto e branco, onde aparecem alguns
indivíduos amarelos

Os soldadinhos se desenvolvem nos caules das plantas e flores e fazem
relações com formigas, estas dando proteção e as larvas e ninfas dando
substâncias adocicadas
Na foto abaixo são ninfas de soldadinho multicor, fazendo relação com
formigas cachimbo de velha (que são grandes formigas)
A picada dessas formigas são dolorosas e elas
defendem as ninfas, subtraindo em troca substâncias
adocicadas

Percevejos
Algumas diferentes espécies de percevejos são parasitas de plantas, sugando
o sumo dessas plantas, chegando ao ponto de matá-las
Os percevejos preferem árvore hospedeira suculentas, como na foto abaixo
Parasita cinza esverdeado de plantas
Vivem em colônia e fazendo relações alimentares
com formigas. Numa colônia desses parasitas podem
existir diferentes fases de evolução e diferentes
cores







Miniprasita branco com asas




Esses parasitas de plantas estão protegidos por uma cobertura
que parecem algodão, e vão evoluir para uma forma insentívora.

Parasita branco raiado com apêndice






Parasitas verdes de plantas
O minibesourinho é um predador desses parasitas
Esses besourinhos possivelmente se alimentam de excreções
ou larvas desses tipos de parasitas de plantas




























Blog do Ademir Rocha, de Abaetetuba / PA