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terça-feira, 29 de agosto de 2017

Palavra de Vida de Setembro 2017

Palavra de Vida – Setembro de 2017


Fonte abaixo: www.focolare.org
28 Agosto 2017
“Se alguém quer vir após mim, renuncie a si mesmo, tome sua cruz e siga-me.” (Mt 16,24)

Jesus está em plena vida pública, anunciando abertamente que o Reino de Deus está próximo, e se prepara para ir a Jerusalém. Seus discípulos, que intuíram a grandeza da sua missão e reconheceram nele o Enviado de Deus esperado por todo o povo de Israel, não veem a hora de se libertar da dominação romana, e sonham com a aurora de um mundo melhor, de paz e de prosperidade.
Mas Jesus não quer alimentar essas ilusões: diz claramente que a sua ida a Jerusalém não o levará ao triunfo, mas, pelo contrário, à rejeição, ao sofrimento e à morte. Revela também que ao terceiro dia ressuscitará. São palavras difíceis de compreender e de aceitar. Tanto que Pedro reage e se opõe abertamente a um projeto tão absurdo; pelo contrário, procura convencer Jesus a mudar de ideia.
Depois de repreender Pedro severamente, Jesus se dirige a todos os discípulos com um convite assombroso:
“Se alguém quer vir após mim, renuncie a si mesmo, tome sua cruz e siga-me.”
Mas o que é que Jesus pede aos seus discípulos de ontem e de hoje, com essas palavras? Será que Ele quer que desprezemos a nós mesmos? Que nos dediquemos inteiramente a uma vida ascética? Que procuremos o sofrimento para agradar mais a Deus?
Mais que isso: esta Palavra de Vida nos exorta a caminharmos nos passos de Jesus, acolhendo os valores e as exigências do Evangelho para ficarmos cada vez mais semelhantes a Ele. E isso significa viver a vida com plenitude, integralmente, como Ele fez, mesmo quando no caminho aparece a sombra da cruz.
“Se alguém quer vir após mim, renuncie a si mesmo, tome sua cruz e siga-me.”
Não podemos negar o fato de que cada um tem a sua cruz: a dor, nas suas múltiplas formas, faz parte da vida humana, mas para nós se mostra incompreensível, contrária ao nosso desejo de felicidade. No entanto, é exatamente ali que Jesus nos ensina a descobrir uma luz inesperada. Como acontece às vezes quando, entrando em certas igrejas, descobrimos como  são maravilhosos e luminosos os seus vitrais que,  vistos de fora, parecem escuros e sem beleza.
Se quisermos seguir Jesus, Ele pede que façamos uma completa reviravolta nos nossos valores, deixando de nos colocar no centro do mundo e rejeitando a lógica da busca do interesse pessoal. Ele propõe que prestemos mais atenção às exigências dos outros do que às nossas; que saibamos empenhar as nossas energias para que os outros sejam felizes, fazendo como Ele, que não perdeu ocasião para confortar e dar esperança àqueles com quem se encontrou. Desse modo, libertando-nos do egoísmo, pode começar para nós um crescimento em humanidade, a conquista de uma liberdade que realiza plenamente a nossa personalidade.
“Se alguém quer vir após mim, renuncie a si mesmo, tome sua cruz e siga-me.”
Jesus nos convida a sermos testemunhas do Evangelho, mesmo quando essa fidelidade é colocada à prova pelas pequenas ou grandes incompreensões do ambiente social em que vivemos. Jesus está conosco e quer que estejamos com Ele nessa aventura de arriscar a vida pelo ideal mais audacioso: a fraternidade universal, a civilização do amor.
Esse radicalismo no amor é uma exigência profunda do coração humano, como testemunham também personalidades de tradições religiosas não cristãs que seguiram a voz da consciência até as últimas consequências. Gandhi, por exemplo, escreve: “Se alguém me matar e eu morrer com uma oração pelo meu assassino nos lábios, e com a lembrança de Deus e a consciência da sua presença viva no santuário do meu coração, só então se poderá dizer que tenho a não-violência dos fortes”.1
Chiara Lubich encontrou no mistério de Jesus crucificado e abandonado o remédio para sanar toda ferida pessoal e toda falta de unidade entre pessoas, grupos e povos, e compartilhou essa descoberta com muitos. Em 2007, por ocasião de uma manifestação de Movimentos e Comunidades de diversas Igrejas em Stuttgart, na Alemanha, escreveu:
“Também cada um de nós, na vida, sofre dores ao menos parecidas com as suas. (…) Quando sentirmos (…) essas dores, lembremo-nos Dele que as assumiu como próprias: são como que uma sua presença, uma participação na sua dor. Façamos como Jesus, que não ficou estarrecido, mas, acrescentando àquele grito as palavras: ‘Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito’ (Lc 23,46), abandonou-se novamente ao Pai. Como Ele, também nós podemos ir para além da dor e superar a provação dizendo-lhe: ‘Nela, eu te amo, Jesus Abandonado; amo a ti, ela me faz recordar-te, é uma expressão tua, um semblante teu’. E se, no momento seguinte, nos lançarmos a amar o irmão e a irmã e a atuar aquilo que  Deus quer, experimentaremos, na maioria das  vezes, que  a dor  se transforma em alegria (…). Os pequenos grupos em que vivemos (…) podem conhecer pequenas ou grandes divisões. Também nessa dor podemos ver o Seu semblante, superar aquela dor em nós e fazer de tudo para recompor a fraternidade com os outros. (…) A cultura da comunhão tem como caminho e modelo Jesus crucificado e abandonado.”2
Letizia Magri
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  1. K. Gandhi, Antiche come le montagne, Ed. di Comunità, Milão 1965, pp. 95-96.
  2. Lubich, Por uma cultura de comunhão – Encontro Internacional “Juntos pela Europa” – Stuttgart (Alemanha), 12 de maio de 2007 – http://www.together4europe.org/ .
Reproduzido pelo Blog do Ademir Rocha


Fonte abaixo: www.focolare.org
Terra Santa: uma amiga judia do outro lado do muro
7 Junho 2016
Vera Baboun, prefeita cristã de Belém, fala do seu compromisso em política, motivado por uma forte carga espiritual pelo bem do seu povo.

«Conheci Bella, uma mulher judia, num centro dos Focolares em Jerusalém. Contei-lhe a história do meu marido torturado numa prisão israelense. Ela me escutou, embora eu tenha notado um certo conflito interior. Estava diante de uma encruzilhada. Ser israelense e por isso rejeitar tudo o que eu lhe contava, ou sentir compaixão dos fatos que me aconteceram. Num primeiro momento ela não conseguiu me aceitar e saiu da sala onde estávamos nos encontrando. Eu a segui e lhe disse que sentia muito tê-la ofendido. Bella me explicou que não era minha culpa, mas do sistema. Então lhe pedi que voltasse atrás (se emociona, ndr). Assim nasceu a nossa amizade. Um muro separa a minha cidade, Belém, da sua, Jerusalém. Mas, entre nós duas, muros não existem mais. Rezo a fim de que muitos judeus de Israel possam olhar para a nossa amizade. Bella vive o espírito dos Focolares, no sentido de que somos todos filhos de Deus e é só o amor e a compaixão que nos leva a viver juntos. Nós, homens, construímos o muro ao redor de Belém, não se pode construir sozinho. Deus nos deu a liberdade de construí-lo ou de abatê-lo. Inclusive dentro de nós».
Assim responde Vera Baboun, primeira mulher e primeira cristã católica a se tornar prefeita de Belém, à pergunta se seria possível instaurar uma verdadeira amizade entre palestinos e israelenses. A ocasião para encontrá-la é dada pela outorga do 7º “Prêmio Chiara Lubich, Manfredônia, cidade pela fraternidade universal”, em março de 2016.

Belém é uma Cidade da Cisjordânia, do Governatorato de Belém da Autoridade Nacional Palestina. Quarenta habitantes, dos quais 28% cristãos, 72% muçulmanos. É a cidade onde nasceu Jesus, a cerca de 10 km ao sul de Jerusalém. A igreja da Natividade, em Belém, é uma das mais antigas do mundo. Todavia «o muro condiciona inclusive a nossa fé, porque desde crianças estávamos habituados a visitar os lugares originários de Jesus. Existe toda uma geração de jovens palestinos cristãos que nunca rezou no Santo sepulcro de Jerusalém», declara ainda Vera Baboun. «Somos a capital da natividade, celebramos e enviamos ao mundo uma mensagem de paz, enquanto em Belém falta justamente a paz. Após 40% de cancelamentos deste ano, decidimos com o conselho municipal, diminuir as taxas em 80%, sobre as licenças e sobre as propriedades para quem vive e trabalha na área turística. Fizemos isto para sustentá-los, mesmo se isto significa um empobrecimento de recursos para o município. Mas a nós, quem nos sustenta? Quem sustenta a nossa dupla identidade? Aquela cristã universal e a palestina».
Mas quem a permite agir assim? «Só o amor de Deus. Percebo isto de modo muito forte. Não me importa nada o poder, a fama; para mim, exercer o trabalho de prefeita é um peso que me custa não pouco. Após a morte do meu marido e depois de ter trabalhado toda a vida na educação, decidi tomar o lugar do meu marido porque ele se comprometera politicamente pela libertação da Palestina».
Frequentemente a senhora declarou: «Será que o mundo poderá viver em paz enquanto a cidade da paz estiver murada?»… «Enquanto a cidade de Belém estiver murada, haverá um muro ao redor da paz. Estamos sob assédio. E para o mundo é melhor trabalhar para libertar a paz, não só para Belém, mas para nos libertar do sentido do mal, do uso da religião como máscara para cobrir perversidades e guerra».
Reproduzido pelo Blog do Ademir Rocha

Festa e Círio 2017 de Nossa Senhora de Nazaré em Belém e Outros Lugares

Festa e Círio 2017 de Nossa Senhora de Nazaré em Belém e Outros Lugares


Espiritualidade, Instantâneos, Reportagens, Eventos, Procissões, Fotos, Exposições, Cultura e Outras Informações
Nina Matos
Exposição Só Nazica - Museu da Casa das Onze Janelas
Cada artista recebeu uma imagem em gesso do ícone de Nossa Senhora de Nazaré, assim toda branca, sem pintura alguma para cada um trabalhar a sua arte. Fiz a minha então, pintando toda a imagem nos moldes tradicionais, com referências do Barroco e de festividades populares. Flores e fitas para adornar a mãezinha!
Amanhã estará na Exposição Só Nazica , um projeto maravilhoso que já vem sendo desenvolvido há alguns anos, pelo Comitê Arte pela Vida, cuja renda será revertida para o Natal de irmãos soropositivos.
Abre às 19h no Museu da Casa das Onze Janelas! Vamos lá !!

Nina Matos
Nina Matos
Amanhã!

José Marajó Varela
Quatipuru-Pará. romaria fluvial de Nossa Senhora de Nazaré.

Joaquim Negrão Rodrigues

Visitas da Imagem Peregrina
Fonte abaixo: Anette Brabo
Dia especial no trabalho.
Visita da imagem peregrina de N. Sra. Nazaré.
Agradecimentos e renovações de bençãos.

Espiritualidade
Fonte abaixo: www.focolare.org
Clique nas palavras em azul
Maria: a cristã perfeita

15 Agosto 2017


No dia em que a tradição da Igreja católica celebra a Assunção da Virgem ao céu, publicamos uma resposta sobre como amá-la, dada por Chiara Lubich a uma jovem, em 1976.



«Só pensar em falar de Maria me faz estremecer a alma e bater o coração. Este é um assunto tal que supera qualquer capacidade nossa, e no lugar da palavra ficaria melhor o silêncio.
Maria! A extraordinária entre todas as criaturas, a excelsa até ser investida pelo título e pela realidade de Mãe de Deus e, portanto, a Imaculada, a Assunta, a Rainha, a Mãe da Igreja. Maria é mais próxima de Deus do que do homem, no entanto é criatura como nós criaturas, e assim está diante do Criador. Daqui a possibilidade, para ela, de ser para nós como um plano inclinado que toca céu e terra e, por conseguinte, embora no seu ser extraordinário: menina, jovenzinha, noiva, mãe, esposa, viúva… como nós que, cada um na própria idade e condição, podemos encontrar uma ligação com ela e, portanto, um modelo».
[…]
«Com relação a possuir uma verdadeira devoção a ela – embora magnificando as várias devoções que floresceram nos séculos, para dar ao povo cristão o sentido de um amor materno seguro, que pensa em todos os pequenos e grandes problemas que a vida traz consigo – eu aconselharia um caminho que faz nascer no coração um amor por Maria semelhante e do tipo daquele que Jesus tem por ela.
Pois bem, se Maria tem todas aquelas magníficas e extraordinárias qualidades que você sabe, ela é também “a cristã perfeita”.
E é assim porque, como se pode deduzir pelo Evangelho, ela não vive a própria vida, mas deixa que a lei de Deus viva nela. É aquela que pode dizer, melhor do que todos: “não sou eu que vivo, é Cristo que vive em mim” (Gal 2,20). Maria é a Palavra de Deus vivida.
Portanto, se você quer amá-la verdadeiramente, “imite-a”.
Seja, também você, Palavra de Deus viva!
Imitá-la faz com que você seja semelhante a ela e a leva a amá-la, porque, se diz um ditado: “o amor ou encontra semelhantes, ou torna semelhantes”, é verdade também que os semelhantes se amam.
[…]
«Imitemos Maria, portanto, tornemo-nos semelhantes a ela, e nascerá espontaneamente no nosso coração o amor por ela».
Chiara Lubich
“Diálogo aberto”. Publicado em Città Nuova, 1976, n. 9, p. 33.

SEMELHANTES A MARIA
OBRA DE ARIA
(escultura Miriam Reichert)
CHIARA LUBICH: «De modo semelhante à Maria, esta Sua Obra é como um manto que reúne porções de Igreja e de humanidade, porque recebeu de Deus o dom de fazer deles uma família. É um dom, um carisma, que, como foi dito, faz com que a Obra se assemelhe a Maria, na sua função materna e unificadora».

Ana Cristina Rocha via Basílica Santuário de Nazaré

Basílica Santuário de Nazaré
"Oh, Maria, ensina-me a ser assim
Como filho, em Deus tudo esperar
Mãe querida, vem comigo caminhar
Oh, Maria, roga a Jesus por mim”

ABAETETUBA
Festa de Nossa S. de Nazaré em Abaetetuba
Ancelmo Ferreira
CÍRIO DE NOSSA SENHORA DE NAZARÉ EM ABAETETUBA...
TRANSMISSÃO COMPLETA DO CÍRIO PELA TV CANAL 42 E PELA RÁDIO CONCEIÇÃO 106.1 FM...

Paróquia Nossa S. de Nazaré
MISSA E TRASLADAÇÃO
Hora: 19h
Local: Igreja Matriz Nossa Senhora de Nazaré
Percurso: Rua Magno de Araújo -> Tv. Aristides Reis e Silva -> Rua Raimundo Pauxis -> Igreja Sagrado Coração de Jesus.

IMAGENS DO CÍRIO DE NAZARÉ
O Círio de Nossa S. de Nazaré reúne perto de 2 milhões de pessoas seguindo,
em veneração, por algumas ruas de Belém, saíndo da Igreja da Sé até a
Catedral de Nossa S. de Nazaré, isso perto de umas 5h de caminhada.
Reunindo a Procissão do Círio, esta acontecendo sempre no 2º domingo do
mês de outubro de cada ano, com as demais procissões, perfaz perto de 4
milhões de pessoas nas 12 procissões da Festa de Nossa. Senhora de
Nazaré. O Círio de Nazaré é a maior aglomeração de fiéis cristãos em
todo o mundo.
 Acima o povo comprimido pelas ruas do Círio, segue a pequena
imagem de Nossa S. de Nazaré, que está devidamente ornada com flores na
chamada Berlinda de Nazaré, esta um dos Símbolos do Círio.
Um dos símblos do Círio de Nazaré é a Corda do Círio. As pessoas já
estão à postos, segurando a Corda, quando acompanharão a Procissão
do Círio da Igreja da Sé até a Catedral de Nazaré.
A Guarda da Santa é formada por centenas de devotos, que devidamente
uniformizados, junto com a tropa da Polícia Militar, procuram organizar a
Procissão do Círio de Nazaré e as demais procissões da Quadra Nazarena.
Algumas funções da Guarda da Santa é proteger a pequena Imagem
de Nossa S. de Nazaré e organizar os devotos na Corda do Círio, entre
outras funções.
Acima temos os promesseiros da Corda do Círio, que têm que fazer
grandes esforços durante todo o percurso do Círio de Nazaré. Essas
pessoas têm que ter saúde, disposição física e muita fé para poder
cumprir suas promessas à Virgem de Nazaré, até o fim da procissão.

Papel picado, confetes, serpentinas são atiradas do alto dos edifícios,
por onde passa a Procissão do Círio, que causa uma espécie de
frenesi coletivo durante esses momentos.





Acima temos fotos mostrando a grande multidão de pessoas acompanhando
o Círio de Nazaré. Institutos de pesquisam estimam perto de 2 milhões de
fiéis só no Círio de Nazaré.



Acima temos as fotos com os membros da Guarda da Santa e a multidão
que se comprime atrás da Berlinda da Santa, esta devidamente protegida
pelos componentes dessa Guarda.
Um batalhao da Polícia Militar também participa da organização da
Procissão do Círio.
Na Imagem acima se vê os Promessiros da Corda segurando o
estrado metálico que fica acoplado a Corda do Círio.
A Procissão do Círio passando por uma das ruas do Centro Histórico
de Belém/PA



Os devotos da Virgem de Nazaré se comprimem no acompanhamento
da Procissão do Círio e muitos carregam bandeiras, objetos de promessas
alcançadas, de todos os tipos de objetos imagináveis e inimagináveis.

Acima temos a Berlinda com a Imagem de Nossa S. de Nazaré,
este ano de 2017 enfeitada com flores de cores rosa.

Novamente imagens com os membros da Guarda da Santa e a tropa
da Polícia Militar.
A multidão no Círio de Nazaré


Acima temos os Devotos de Nazaré com os objetos que representam
as Graças alcançadas por Interseção da Virgem de Nazaré.

Em cada metro quadrado das ruas temos umas 5 a 6 pessoas, muitas
carregando os objetos das Graças alcançadas.
O estrado metálico que é acoplado à Corda do Círio.

Exposição com fotos de Círios antigos.
Um devoto carregando na cabeça 3 tijolos, denunciando que ele
alcançou a Graça de ter sua casa própria, por Interseção da
Virgem de Nazaré junto ao seu filho Jesus.

Acima a Berlinda com a Imagem da Virgem de Nazaré.
Ninguém pode parar durante a Procissão do Círio, pois pode ser
levado pela multidão comprimida que se movimenta como ondas
do mar.
O Arcebispo D. Alberto Taveira, Bispos e os padres à frente da Berlinda
de Nazaré.
Enquanto os promesseiros da Carda passam pelas ruas da
Procissão do Círio, as pessoas de fora da Corda os saúdam com muita fé e
alegria.

A Procissão do Círio passando pelo Boulevard Castilho França,
no Centro Histórico de Belém/PA.

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Blog do Ademir Rocha