COCO: FRUTOS DA AMAZÔNIA
Um balneário e seus coqueiros
COCO: FRUTOS DA
AMAZONIA
O fruto coco vem da palmeira
coqueiro. O coqueiro não é uma árvore nativa da Amazônia, mas o paraense já não
sabe mais viver sem o coqueiro e seu fruto, o coco. O coqueiro nos conduz ao
ditado popular de “sombra e água fresca”, por que realmente o coqueiro, nas
praias, sítios, fazendas e balneários, nos proporciona uma sombra gostosa para
amenizar o grande calor amazônico e o fruto coco, além de sua massa de mil
utilidades, nos proporciona a “água de coco” que nos ambientes quentes, como praias,
balneários ou cidade, suaviza a grande sede que o calor amazônico provoca em
todas as situações. Pelas ruas das cidades existe uma infinidade de bancas para
a venda da água de coco, extraída de cocos ainda verdes, quando a água de coco
se mostra mais adequada para mitigar a nossa sede, após as caminhadas ou
atividades do dia-a-dia. Para quem não sabe, a água de coco é um excelente
componente para se misturar à bebida alcóolica conhecida como wisk. E a massa
ainda tenra do fruto coco é uma excelente iguaria para ser usada como
componente de lanches pelas cidades. Após maduro, a massa do coco é usada no
preparo de bolos e uma infinidade de doces de todos os tipos, a começar pela
cocada paraense, que pode ser encontrada pelas feiras e vendas das cidades,
especialmente na Capital, Belém do Pará.
Agora nas férias de julho a água
de coco vai ser consumida aos milhares de unidades nos inumeráveis balneários e
praias do Estado do Pará.
A palmeira coqueiro praticamente
é encontrada em todo o mundo, e no Brasil ,em todos os estados, e serve como
fonte alimentar e econômico para muitas famílias. Em Abaetetuba existem muitos
coqueiros espalhados pelas colônias, estradas e ramais do município, gerando
trabalho e renda para muitas pessoas.
O coqueiro possui várias
variedades, e entre estas, estão as variedades de coqueiros gigantes (são
várias variedades) e os coqueiros anões, e estes, também em várias variedades. Os
coqueiros da variedade dos gigantes, cresce até a altura de 25 a 30 metros,
variando o tronco para fino e grosso, sendo estes os mais encontrados nos
balneários e praias do Estado do Pará. O coqueiro anão é o plantando nas
fazendas e terrenos para gerar trabalho e rendas para os que se dedicam a essa
cultura. Ele é anão porque cresce menos que o gigante, podendo seus frutos ser
colhidos sem subir às árvores e ainda floresce mais rápido e é mais produtivo
que o gigante.
De modo geral, tudo se aproveita
do coqueiro: tronco, folhas, fruto e óleo. Só do fruto se extrai: óleo, leite, água
de coco, coco ralado para os doces e outras aplicações, sabão e cosméticos de
coco e até álcool. Do tronco do coqueiro se extrai fibras e da casca do coco
também se extrai fibras para várias aplicações no artesanato paraense e, agora,
na indústria automobilística brasileira, como alcochoados dos bancos de veículos,
que são de maior duração e resistência que os outros materiais.
O coqueiro tem uma característica
que é gostar muito de sol e chuva e, por isso, é mais encontrado nos países tropicais
e, especialmente, nos descampados das áreas litorâneas dos países. Inclusive o
coqueiro é a árvore símbolo do clima tropical e praieiro, basta observar os
cartões postais de cidades praieiras e litorâneas e lá se vê o coqueiro fazendo
parte do marketing dessas propagandas, junto ao sol e também como símbolo do
ditado “sombra e água fresca” para os que querem descansar das lidas diária das
cidades.
De acordo com as variedades do
coqueiro anão, podemos encontrar coco verde e coco amarelo. Mas é a água do
coco verde que é a mais utilizada na venda de água de coco nas praias e
barracas espalhadas pelas cidades, praias e balneários, por que é mais
eficiente na mitigação da sede e na hidratação do organismo.
Então, boas férias para todos nós, e muito sol ou muita “sombra
e água fresca” sob os pés dos nossos coqueiros.
Blog do Ademir Rocha, de Abaetetuba/Pa

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