ALGUNS ASPECTOS 2 E DISTRITOS DE CAMETÁ
Bandeiras e brasões dos municípios do
Baixo Tocantins
Mapa da localização de Cametá na Calha Amazônica
Fonte; Blog O Camataoara
Cametá é um município do Estado
do Pará situado à margem esquerda do Rio Tocantins e seu nome deve-se aos
nativos denominados “caamutás” que habitavam em seu território, além de outras
tribos indígenas da nação dos Tupinambás que foram importantes nas lutas de
conquista da Calha Amazônica pelos portugueses. Por esse motivo em 1934 criou a Capitania de Cametáo em favor de Feliciano Coelho de Carvalho, que tinha combatido os
invasores estrangeiros na dita Calha Amazônica.. O povoado é elevado à
categoria de Vila, com o nome de Vila Viçosa de Santa Cruz de Cametá, em 1635,
tendo como Santo Padroeiro São João Batista. Em 21 de Outubro de 1848, Cametá
obteve o status de cidade. Cametá também tem importância histórica nas lutas em
seu território da revolta da Cabanagem ao lado das forças legalistas da então
Província do Pará, sem contar sua importância econômica nos ciclos da borracha
e do cacau. Cametá possui um rico patrimônio arquitetônico, herança do período
colonial e provincial e atualmente também atrai muitos turistas pelo seu
carnaval e participa com destaque do campeonato Paraense de Futebol
Profissional, onde já conseguiu o título de campeão no ano de 2012.
Camétá é destaque no Pará no Carnaval e no Futebol, quando
a equipe do Cametá foi a campeã do Campeonato Paraense de
Futebol Profissional em 2012
Fonte dos textos e créditos das fotos:
Cametaoara.blogspot.com.br
Flodoaldo Santos
Flodoaldos Santos/Blog Cametaoara ou Cametaoara.blogspot.com.br, é
brasileiro, paraense, geógrafo, militar do exército, cametaoara das margens
Tocantinas de Cametá, papaçaí, papa mapará, papa farinha, é geógrafo e divulga
a Geografia da Microregião de Cametá, sua cultura e sua história/memória. É
formado na Universidade Federal do Pará - Campus Universitário do Tocantins e é
o autor do Site Cametaoara onde procura desenvolver um trabalho voltado
principalmente para a Microregião de Cametá constituída pelos Municípios
Paraenses de Abaetetuba, Baião, Cametá, Limoeiro do Ajuru, Mocajuba,
Igarapé-Miri e Oeiras. E também muitas Idéias e informações são publicadas no
seu Blog Cametaoara. Vide endereço digital acima.
Texto extraído do Blog Cametaoara:
Estou há anos tentando construir um site com o título Cametaoara. Li
pela primeira vez o vocábulo em Jorge Hurley. Em seu livro de 1936, raríssimo,
de um grande valor histórico, Hurley chama de Cametaoara todos os ribeirinhos
do Baixo Tocantins. Suas idéias nos será muito útil na necessidade de resgatar
o conceito de nossa Micro-Região que é uma das nossas atuais pretensões.
A primeira vez que publiquei o Cametaoara, não nego a intenção de
homenagear apenas os Cametaenses e de querer trabalhar um novo vocábulo para os
nascidos em Cametá, pois , achei-o muito bonito.
Em uma certa madrugada, com saudade do Pará, estive pensando que estava
sendo egoísta e injusto querendo me apropriar de um vocábulo em benefício
unicamente dos Cametaenses, quando Cametá empresta o nome para a sua Micro
Região. Sempre achei bonito a denominação de Marajoara aos nascidos naquela
sofrida, mas belíssima Micro-Região do Marajó!
Reviveu em mim os saudosos tempos acadêmicos quando discutíamos essas
coisas no Campus Universitário do Tocantins. Às vezes ficávamos horas debatendo
um assunto que envolvia uma única palavra, como globalização, região, lugar.
Lembrei então do nosso saudoso Milton Santos. Para mim o mais
eminente geógrafo brasileiro, que muito bem trabalhava estes conceitos e morreu
lutando para dignificar mais o Cidadão, a Geografia e os Geógrafos pretendendo
fazer o mundo entender o verdadeiro objeto da geografia, seu verdadeiro espaço
e acreditando, assim como todos os geógrafos que o objeto da geografia é o
espaço social ou simplesmente o espaço.
Já que cremos que o objeto de geografia é o espaço, voltemos ao termo
cametaoara. O Cametaoara ocupa um lugar no espaço e minha obrigação como
geógrafo cametaoara é mostrar a você criticamente que lugar é esse, situar você
no seu tempo atual e no tempo de nossos ancestrais, para isso vamos precisar de
nossos irmãos historiadores.
Não estou me dirigindo somente aos cametaenses e sim a todos nós
nascidos na Micro-Região de Cametá. Nós somos os verdadeiros Cametaoaras.
Meus Amigos, antes de termos a consciência de Brasil, nosso amado chão,
precisamos ter a consciência de nossa região, nosso estado, nossa micro região,
nosso Município, nosso distrito, nosso lugar. Aí vem uma profética referência
de Milton Santos ao lugar. “ A Globalização levará a fragmentação e a
especialização dos lugares”. Essa fragmentação e especialização já está em
curso. Será que estamos atrasados no processo? Ou será que deveremos ficar fora
do processo?
Precisamos trabalhar em nossos “ Cidadãos” a consciência de ser cidadão
e principalmente saber quem somos, de onde viemos, para onde vamos ou para onde
devemos ir? Para os EUA como a Sol da novela América? Isso só saberemos com o
desenvolvimento da educação para o conhecimento, amor e humanização do nosso
chão.
Nossos lugares jamais serão especializados se não desenvolvermos
principalmente a solidariedade e a Consciência Micro Regional para depois
pensarmos em nossos municípios e nossos lugares. Como saberemos para onde
vamos, se não sabemos de onde viemos? Se não sabemos onde estamos? Quem somos?
Se você ver a sua micro-região em um mapa isolado, você tem consciência que ela
é a Micro-Região de Cametá? E o seu município? já viu alguma vez na vida o mapa
de seu município em destaque e você já memorizou o mapa de seu município? Acho
que é mais fácil memorizarmos o mapa dos EUA!
Já viu pelo menos o mapa do Pará dividido em município? Certamente não,
se já viu foram poucas vezes, isso se você se educou por si só, pois, a escola
não lhe ensinou isso. Temos até preconceito contra os espaços sociais que estão
mais próximos da gente, que é nossa Micro-região, nosso município, nosso
distrito, nosso lugar.
Nossa educação é infelizmente uma educação de massa, de generalidades e
quase nada voltada para as especialidades, para as coisas que estão no nosso
cotidiano, nossas vidas, que são os nossos lugares.
Somos principalmente nós, internauta, que precisamos lutar para,
desenvolver nossos lugares no espírito de solidariedade humana, e por que não,
na solidariedade micro-regional já que estamos pretendendo desenvolver um
trabalho voltado para a Micro-Região de Cametá?
É a você Cametaoara de Abaetetuba, Baião, Cametá, Igarapé-Miri,
Limoeiro, Mocajuba, Oeiras do Pará que estou escrevendo . Antes de ter o
orgulho de ser Brasileiro, precisamos aprender a nos orgulhar de ser paraenses,
de ser amazônida e, principalmente, de ser cametaoara, sem esquecer que pertencemos
a um distrito onde está o nosso lugar, pois, é no nosso lugar que está a nossa
casa e é na nossa casa que está a nossa família que deverá ser o nosso maior
bem.
Prezado Cametaoara, se o seu lugar não consta no Portal Cametaoara
mande-me o nome dele, e posteriormente, mande-nos mais dados, por carta social*
ou e-mail, precisamos mostrar para nós mesmos e para o mundo que nosso chão
existe como espaço social. Se existe pensa, se pensa é humano. É o mínimo que
posso e devo fazer por você e seu lugar.
Atenciosamente e Grato
Flodoaldo Moreira
LISTA DAS
LOCALIDADES DE CAMETÁ
A lista de localidades de Cametá abaixo foi elaborada por Flodoaldo
Santos e publicada no Blog Cametaoara, a qual solicitamos a liberdade de
republicar para ajudar o autor do Blog Cametaoara a divulgar os assuntos dos
municípios da Microrregião de Cametá. Por Blog do Ademir Rocha, com a mesma
finalidade.
LOCALIDADES DE CAMETÁ
|
RAMAL DO MARANHÃO
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RAMAL DO UMARITEUA
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RAMAL ILHA GRANDE
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RAMAL PIÇARREIRA
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RAMAL TIMBÓ
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RIO ANAUERÁ
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RIO ARICURÁ
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RIO BACURITUBA
|
RIO CONTRAMARÉ
|
RIO CUPIJÓ
|
RIO JACAREUÁ
|
RIO MAPIRAÍ
|
RIO MUPI
|
RIO PARAJUBA
|
RIO PARURU
|
RIO PARURUZINHO
|
RIO PIRAQUARA
|
RIO TROMBONE
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RODOVIA TRANSCAMETÁ
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RODOVIA TRANSCAMETÁ - CUPIJÓ
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2. DISTRITO DE AREIÃO
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IGARAPÉ ARIMATEU
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IGARAPÉ CAFEZAL
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LUGAR IGARAPÉ GRANDE
|
LUGAR IGARAPÉZINHO
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LUGAR JAPUÁ
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LUGAR MAZAGÃO
|
LUGAR MERAJUBA
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LUGAR PESQUEIRO
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RIO MOIRABA
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RIO TAMBAÍ-MIRI
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VILA DE AREIÃO
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3. DISTRITO DE CARAPAJÓ
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ESTRADA BOM JARDIM - MAÚ
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ESTRADA CARAPAJÓ - BOM JARDIM
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ESTRADA CARAPAJÓ - PORTO GRANDE
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IGARAPÉ BITUBA
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IGARAPÉ ITAPUPÃNA
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ILHA GUAJARÁ
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ILHA SÃO SEBASTIÃO DE CARAPAJÓ
|
ILHA TABATINGA
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LUGAR COLÔNIA SÃO VICENTE
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POVOADO DE PORTO GRANDE
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POVOADO DE BOM JARDIM
|
RAMAL DO CARAPAJÓ
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RIO (FURO)BOM JARDIM
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RIO AJARÁ
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RIO GUAJARÁ
|
RIO GUAJARÁ DE PORTO GRANDE
|
RIO TOCANTINS
|
RODOVIA PA-469 RAMAL DA PA-151 À CARAPAJÓ
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VILA DE CARAPAJÓ
|
4. DISTRITO DE CURUÇAMBABA
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FURO VILENA
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FURO BASTIÃO
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FURO CAMARÃOQUARA
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FURO DAS FLORES
|
FURO MARCIANA
|
FURO SOFISTA
|
FURO TAPARI
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IGARAPÉ ACAPÚ
|
IGARAPÉ ARIPÁUA
|
IGARAPÉ BARRA
|
IGARAPÉ CAJI
|
IGARAPÉ DAS PEDRAS
|
IGARAPÉ JARI
|
ILHA ANANATEUA
|
ILHA BAIÃO
|
ILHA CANÁRIO
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ILHA COSTA DA COROA NOVA
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ILHA COSTA DO XINGÚ
|
ILHA DA BARRA
|
ILHA DA FARTURA
|
ILHA DA NAÇÃO
|
ILHA DOS PRETOS
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ILHA FELIPEQUARA(CAMPO)
|
ILHA ILHINHA
|
ILHA JARACUERA
|
ILHA JARACUERAZINHO
|
ILHA MURUTIZAL
|
ILHA PATRIMÔNIO
|
ILHA PETARUÇU
|
ILHA PITIÚ
|
ILHA PONTA DA COROA NOVA
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ILHA PREGUIÇA
|
ILHA VINTÉM
|
ILHA XINGÚ
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LUGAR BACURI DE BAIXO(PA-467)
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LUGAR FELIPEQUARA CENTRO
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LUGAR MARACÚ
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LUGAR MARACÚ DE SANTA MARIA
|
LUGAR MARACÚ DE SÃO JOÃO
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LUGAR POVOADO BELOS PRAZERES
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LUGAR POVOADO CURUPERÉ
|
LUGAR POVOADO MAÚ
|
LUGAR POVOADO TAUAJÓ
|
RIO CAJI
|
RIO JACARÉ XINGÚ
|
RIO JAPIIM
|
RIO MAÚ
|
RIO PINDOBAL
|
RIO PINDOBAL - MIRI
|
RIO SOFISTA
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VILA DE CURUÇAMBABA
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5. DISTRITO DE JOANA COELI
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CAMPO NATURAL - ILHA MAXIMINA
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FURO CURUPITOMBA
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FURO DA LARANJEIRA
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FURO MANOEL RAIMUNDO
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FURO MIRITITUBA
|
FURO MIRITITUBA
|
FURO SOROCOROCA
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IGARAPÉ AÇAÍ
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IGARAPÉ BARÉ
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IGARAPÉ CAPOTE
|
IGARAPÉ CASTANHAL
|
IGARAPÉ DA PRAINHA
|
IGARAPÉ DO RIO JOROCAZINHO
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IGARAPÉ ESPADA
|
IGARAPÉ GRANDE
|
IGARAPÉ GRANDE DO JOROCA
|
IGARAPÉ MAZAGÃO
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IGARAPÉ PATICAU
|
IGARAPÉ PRACUÚBA
|
ILHA JOROCA
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ILHA BOA ESPERANÇA
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ILHA BORTUEJA(BITUEJA/BROTUEJA)
|
ILHA CAMPUPEMA
|
ILHA CAQUIRA
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ILHA CHAPELINE
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ILHA CHAPÉU VIRADO
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ILHA COROA
|
ILHA GAIVOTA
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ILHA JACARANDEUA
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ILHA JAITUBA
|
ILHA JOANA
|
ILHA JOROCA
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ILHA JUTUBA
|
ILHA LÍRIO
|
ILHA MARINDUBA
|
ILHA MOCOROCA
|
ILHA POÇÃO
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ILHA PRETINHA
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ILHA SANTO ANTÔNIO
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ILHA SAPO
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LUGAR BAIXO PARURU
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LUGAR BEIRA DE SANTO ANTÔNIO
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POVOADO DE MUPI
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RIO ACAJUÍ
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RIO AMEXEIRA
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RIO ARICAQUARA
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RIO ARUPI
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RIO BADALO
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RIO BIRIBATUBA
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RIO CAROLA
|
RIO CIPOTUBA
|
RIO COSTELA
|
RIO CUPIJÓ
|
RIO JABUTI-APEPU
|
RIO JACARANDEUA
|
RIO JACURARU
|
RIO JAITUBA
|
RIO JENIPAPO
|
RIO JOROCA GRANDE
|
RIO JOROCAZINHO
|
RIO JUTUBA
|
RIO MUPI
|
RIO OVÍDIO
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RIO PACAJAÍ
|
RIO PARURU DE JOANA COELI
|
RIO TABACAL
|
RIO TANGARÁ
|
RIO TIJUCAQUARA
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RODOVIA TRANSCAMETÁ(CAMETÁ-LIMOEIRO DO AJURU)
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VILA DE JOANA COELI
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6. DISTRITO DE JUABA
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ESTRADA SÃO JOÃO
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FAZENDA ARARI
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FURO ACARÍ
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FURO DA BOA VISTA
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FURO DA HELENA
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FURO DO GERALDO
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FURO DO LACAIO
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FURO DO RATO
|
FURO SAPATEIRO
|
FURO TABELIÃO
|
FURO TIRACATINGA
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IGARAPÉ ITAPOCU
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IGARAPÉ ACUÃ
|
IGARAPÉ ACUÃZINHO
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IGARAPÉ CUPIJÓ
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IGARAPÉ CUXIÚ
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IGARAPÉ PACIÊNCIA
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IGARAPÉ SERINGAL
|
IGARAPÉ TABATINGA
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ILHA BANDURRA(BANDORRA)
|
ILHA CACERI
|
ILHA CARIPÍ
|
ILHA COSTA DO TENTÉM
|
ILHA DO VEADO NO RIO MENDARUÇU
|
ILHA DOS PORTILHOS
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ILHA GRANDE DE JUABA
|
ILHA MURUACÁ
|
ILHA PAMUCU
|
ILHA PARANÁ JUTUBA
|
ILHA SAPATEIRO
|
ILHA SOBRAL
|
ILHA TENTÉM
|
ILHA TENTÉM GRANDE
|
ILHA TENTENZINHO
|
ILHA TUREMA
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LUGAR BEIRA DA VÁRZEA
|
LUGAR BEIRA DA VÁRZEA DO ITAPOCU
|
LUGAR CARIPI
|
LUGAR COSTA DO JUBA
|
LUGAR COSTA DO TAMANDUÁ
|
LUGAR FRADE
|
LUGAR JOÃO IGARAPÉ
|
LUGAR MARAJÓ
|
LUGAR MUTUACÁ DE BAIXO
|
LUGAR PEDRAL
|
LUGAR PORTO GRANDE
|
LUGAR POVOADO BOA ESPERANÇA
|
LUGAR POVOADO DO MOLA
|
LUGAR POVOADO LAGUINHO
|
LUGAR POVOADO TOMÁSIA
|
LUGAR RESSACA
|
LUGAR SANTA CLARA
|
LUGAR SANTA MARIA DO CUPIJÓ
|
LUGAR SERINGALZINHO
|
LUGAR SITIO JULIÃO DO CUPIJÓ
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POVOADO PORTO ALEGRE
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RIO ACARÍ
|
RIO AJARÁ
|
RIO ARIRAMANHA
|
RIO BRUM
|
RIO FURTADINHO
|
RIO ITAPOCU
|
RIO JUBA
|
RIO JUBINHA
|
RIO JURERAMANHA
|
RIO JURUBATUBA
|
RIO MENDARUÇU DE BAIXO
|
RIO MENDARUÇU MÉDIO
|
RIO MUTUACÁ
|
RIO MUTUACÁ DE BAIXO
|
RIO MUTUACÁ DE CIMA
|
RIO MUTUACÁZINHO
|
RIO PACOVATUBA
|
RIO SANTANA
|
RIO SANTANINHA
|
RIO TABATINGA
|
RIO TAMANDUÁ
|
RIO TAMANDUÁZINHO
|
RIO TENTENZINHO
|
RIO TOCANTINS
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RIO TUREMA
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RIO ZINHO
|
VILA DE JUABA
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7. DISTRITO DE MOIRABA
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ESTRADA ARIMANDEUA
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ESTRADA BITUBA - AJARÁ-PANEMA
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ESTRADA BITUBA-PORTO GRANDE
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ESTRADA VILA DO CARMO-MOIRABA
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FURO DA ARRAIA
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IGARAPÉ AJARÁ-PANEMA
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IGARAPÉ AJARÁ
|
IGARAPÉ ARIMANDEUA
|
IGARAPÉ ARIPÁUA
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IGARAPÉ BITUBA
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IGARAPÉ CAPIM
|
IGARAPÉ CARANÃ
|
IGARAPÉ LEOPOLDINO
|
IGARAPÉ LOURO
|
IGARAPÉ MIRITITEUA
|
IGARAPÉ PAURÚ
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IGARAPÉ TAPERA
|
IGARAPÉ TAPERUÇU
|
IGARAPÉ UCUÚBA (CABECEIRA CAJI) SACAÍ
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ILHA DO BAIXO
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LUGAR ACAPURANA
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LUGAR AJARÁ-PANEMA DE BAIXO
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LUGAR AJARÁ-PANEMA(RIO TOCANTINS)
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LUGAR AJARÁZINHO
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LUGAR AJURUZEIRO
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LUGAR ARIPIJÓ
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LUGAR BACURI
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LUGAR BITUBA
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LUGAR BITUBA - TERRA FIRME
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LUGAR CANUDO
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LUGAR CATALÃO
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LUGAR CATALÃO (RIO TOCANTINS)
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LUGAR MARINTEUA
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LUGAR MERATAUÁ
|
LUGAR MOCAMBO
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LUGAR OLARIA
|
LUGAR OLHO D'ÁGUA
|
LUGAR PATAUATEUA
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LUGAR PONTA DE TERRA
|
LUGAR PONTA GROSSA
|
LUGAR POVOADO ARIMANDEUA
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LUGAR SÃO BENEDITO
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LUGAR SERINGUEIRA
|
LUGAR TAPERA
|
RIO MARINTEUA
|
RIO TOCANTINS
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RODOVIA PA-469 (CARAPAJÓ - PA-151)
|
RODOVIA PA-471 VILA DO CARMO - PA-151
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VILA DE MOIRABA (SÃO BENEDITO)
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8. VILA DO CARMO DO TOCANTINS
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FURO DA BACIA
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IGARAPÉ RAPAZINHO
|
IGARAPÉ BOQUEIRÃO
|
IGARAPÉ CORREDOR
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ILHA DAS MULATAS
|
ILHA DAS PREGUIÇAS
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ILHA DO CARMO
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ILHA JOROCA
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ILHA SÃO MATEUS
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LUGAR COSTA DA ILHA MOIRABA
|
LUGAR COSTA DA ILHA SÃO MATEUS
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LUGAR COSTA DO JOROCA
|
RIO MOIRABA
|
RIO SÃO MATEUS
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VILA DO CARMO DO TOCANTINS
|
TEXTOS DO BLOG CAMETAOARA
Linguajar Cametaoara
Preocupado com a necessidade que os moradores da Microrregião de
Cametá tinham a respeito do significado dos nomes geográficos das localidades
existentes nos municípios de Abaetetuba, Baião Cametá, Igarapé-Miri, Limoeiro
do Ajuru, Mocajuba e Oeiras do Pará, o Professor José DANÚZIO Pinto
POMPEU, um dos educadores que orgulhece Cametá, baseou a sua monografia
na pesquisa de Topônimos de 600 localidades cametaoaras. Você verá alguns.
Danúzio enaltece, o poeta paraense Rui Barata e apresenta os belíssmos versos
a seguir de sua Paranatinga:
“Rui Barata sintetiza em “Paranatinga”, alguns dos mais bonitos
topônimos esparramados por esses rincões da terrae paraensis. Como são belos
os nomes das nossas localidades, como tão bem comunicam as expressões usadas
pelos paraoaras.”
Antes que matem
os rios
e as matas por onde andei, antes que cubram de lixo, lixo da nossa lei, deixa que cante contigo, debruçado em peito amigo, as coisas que tanto amei. as coisas que tanto amei.
Antes que matem a lembrança,
dos muitos chãos que pisei, antes que o fogo devore, meu cajado de rei, deixa que eu cante afinal.
Na minha língua
geral,
as coisas que tanto amei. as coisas que tanto amei.
Araguary, Anapú, Anauerá,
Canaticú, Maruim, Bararoá, Tajupará, Tauri, Tupinambá. Surubiú, Surubim, Surucuá, Jambuaçu, Jacamim, Jacarandá. Marimari, Maicurú, Marariá. Xarapucú, Caeté, Curimatá, Anabijú, Cunhatã, Pracajurá. As coisas que tanto amei, As coisas que tanto amei
TOPÔNIMOS DE ALGUMAS LOCALIDADES CAMETAOARAS
ABACATITEUA - Igarapé que serve de limite urbano na vila de Carapajó.
Trata-se de palavra formada pela junção dos vocábulos abacate - fruto
comestível produzido pelo abacateiro e teua - metaplasmo do sufixo tupi tyba,
mas que significa lugar. Desse modo, Abacatiteua é o lugar de abacates ou
então lugar dos abacateiros. .
ABAETÉ - Importante rio existente no distrito de Abaetetuba,
localizado ao sul desta cidade. Esse rio detém o primitivo nome daquela cidade.
É puro tupi, pois trata-se de palavra formada pela junção dos vocábulos aba -
homem e eté - valoroso, verdadeiro, valente. Segundo o “Dicionário de Tupi
Português” significa homem de valor, corajoso. Desse modo, Abaeté significa
homem valoroso, verdadeiro, tal como se sentem os homens daquela localidade.
.
ABAETETUBA - Importante município da microrregião de Cametá, com sede
situada à margem esquerda do rio Maratauíra. Esta palavra é o resultado do
acréscimo do sufixo abundancional tuba (tyba) ao nome original do lugar
Abaeté. Segundo o “Dicionário de Topônimos Brasileiro de Origem Tupi” é nome
de uma tribo abaeté acrescido do sufixo abundancional tyba; significando
lugar de muito índio abaeté. Desse modo, Abaetetuba significa lugar dos
homens valorosos, pois é o lugar onde existem muitos abaetés.
AÇAÍ - Igarapés existentes, um no município de Oeiras do Pará o outro
no distrito de Joana Coeli, é afluente do rio Anauerá. É étimo tupi (assay)
designação de uma palmeira da família das Palmae (Euterpe oleracea) espécie
vegetal das mais abundantes nas ilhas e várzeas da região tocantina. O
topônimo é vinculado à abundância de açaizeiros.
AÇAITUBA - Igarapé localizado no município de Oeiras do Pará. Trata-se
de palavra formada pela junção dos vocábulos açaí - palmeira (Euterpe
olerácea) e tuba - sufixo abundancional tyba designativo de lugar. Desse
modo, Açaituba significa lugar onde abundam açaizeiros, e consequentemente
açaí - “o pão dos pobres” do baixo rio Tocantins.
AÇAIZAL - Designação de duas localidades, uma existente na porção de
terra firme do distrito de Baião e a outra no distrito de Mocajuba. Tratam-se
de localidades onde existem plantação de açaizeiros (Euterpe oleracea) com
uma quantidade mais ou menos considerável, pois é formada pelos vocábulos açaí
acrescido do sufixo abundancional português (z)al. O topônimo é vinculado à
existência de muitos açaizeiros plantados, não nativos.
ACARI - Nome de uma ilha existente no distrito de Juaba.Trata-se da
designação de peixe da família loricaridae, segundo o “Catálogo de Peixes
Comerciais do Baixo Rio Tocantins” existem nesta microrregião mais de doze
espécies, classificadas de acordo com pequenas diferenças existentes entre
eles, temos então: o acari-bodó, o acari-pirarara, o acari-da-pedra, o
acari-da-praia e o acari. São desta mesma família os jatoxis, peixes de
considerável importância comercial na região, é também chamado chicote e
cascudo. Essa localidade tem esse nome devido a abundância dessa espécie de
peixe. Por ser região de influência das marés tornou-se habitat ideal para
essa espécie de peixe. O topônimo é vinculado à presença dos acaris.
AJÓ - Localidade existente a cerca de 6km da cidade de Cametá, neste
mesmo distrito. Segundo o “Dicionário de Tupi Português” significa bolsa,
saco. Não existe nenhuma relação aparente entre o significado da palavra e o
topônimo, pois trata-se de uma localidade aprazível que dispõe de algumas
casas distribuídas num bosque de árvores frondosas, rodeando um campo de
futebol de belíssimo gramado. Possivelmente o topônimo esteja vinculado à
utilização dos sacos para carregar carga.
ANAPU - Rio existente no município de Igarapé-Miri. Observamos que
esse topônimo já foi gafado como Guamapu, cujos metaplasmos alteraram-lhe
totalmente o significado. Segundo o “Dicionário de Topônimos Brasileiros de
Origem Tupi” consta o verbete como apócope de anapuru ou de anapura e designa
uma espécie de papagaio. Possivelmente o topônimo seja vinculado à presença
desse tipo de papagaio
AREIÃO - Sede de distrito no município de Cametá, localizado à margem
esquerda do rio Moiraba, tributário direito do rio Tocantins no extremo
sudeste, é o distrito mais recente. O nome dessa localidade é em virtude do
excesso de areia nos arruamentos e nos arredores daquela localidade. Esse
excesso de areia obriga que a navegação para esta localidade só efetue-se com
maré alta.
BAIÃO - Cidade situada à margem direita do rio Tocantins, tem esse
nome em homenagem ao seu fundador, o português Antônio Baião. É também nome
de uma ilha no distrito de Curuçambaba, possivelmente habitada por um morador
oriundo daquele município, mesmo porque é tradição apelidar as pessoas com o
nome da localidade da qual são oriundas, desta maneira temos pessoas que
respondem por: Cametá, Abaeté, Baião, Juba, Paruru, etc. O verbete também
significa uma dança e um canto popular, acompanhado ao som de viola, sanfona
e outros instrumentos, muito apreciada no Nordeste.
BAILIQUE - Povoado existente a 1km da rodovia Transcametá dentro do
município de Oeiras do Pará, mas pelo fato de seus moradores serem oriundos e
eleitores assistidos pela Prefeitura de Baião, consideram-se como moradores
deste município. Possivelmente é vinculado ao verbo balir - alusão ao som
produzido pelas sinetas dependuradas ao pescoço de animais, como vacas e cordeiros.
CACOAL - Ilha localizada no distrito e fronteiriço à cidade de Cametá.
Segundo o “Glossário Paraense” é a plantação de cacau, ou então o cacoal de
macaco: o que nasceu espontâneo, proveniente de sementes espalhadas pelos
animais, sobretudo pelo macaco, e que cresce ora muito miúdo, ora muito
espaçado. Trata-se de metaplasmo de Cacaual, pois é devido a grande plantação
de Theobroma cacau existente no lugar que advém o topônimo.
CARAPAJÓ - Segundo distrito mais antigo do
município de Cametá. Há duas hipóteses para a significação deste verbete. A
primeira é de que seja um metaplasmo de carapó que significa peixe ou enguia
elétrica, todavia o peixe-elétrico é designado de poraquê (poraqué) na região
amazônica. A outra é de que seria formado pela junção dos vocábulos
carapá - planta de casca amarelada e de sabor amargo usada pelos índios para
combater a febre, espécie de quina mais jó - partícula vocativa que
indica chamamento ou então sufixo indicativo de mistura. Entretanto, é
preciso acrescentar mais uma, a dos moradores. Segundo eles a palavra adviria
da junção de acará - espécie de peixe da família dos ciclídeos mais jó
- partícula de chamamento ou de mistura. Desse modo, Capajó seria o
chamamento dos acarás. Há de se observar também que esse vocábulo pode
ser decomposto tal como Cametá, desta maneira teremos caá+apara+ó , cujos
significados são mato, paus e tortos, respectivamente. Assim sendo, Carapajó
seria a mata ou o obstáculo com paus tortos que vedam a passagem, ou seja,
seriam obstáculos no caminho, esse exame morfo-fonológico é mais plausível,
mesmo porque constata-se esse tipo de vegetação à margem do furo Alegre onde
se situa a vila, e é abonado pelo “Dicionário de Topônimos Brasileiros de
Origem Tupi”.
CAMETÁ-TAPERA - Pequeno povoado situado a pouco mais de 8Km ao norte
da cidade de Cametá. Registros históricos confirmam ter sido lá a primeira
vila do rio Tocantins. O significado do verbete Cametá acrescido da palavra
Tapera que deriva de ta-puera - aldeia extinta, lugar abandonado. Fato este
comprovado pela história do município, pois foi a pioneira vila de Cametá
abandonada para consolidar a cidade onde atualmente encontra-se assentada.
CUIA - Igarapé localizado no município de Limoeiro do Ajuru. É termo
tupi (kuya) que designa o fruto da cueira (cuieira) ou então um vasilhame
produzido à partir desta. O nome da localidade é vinculado à presença da
árvore (Crescentia cujete) de cujos frutos são produzidos as cuiapitingas
onde se apreciam mingaus e o delicioso tacacá que somente nelas deve ser
consumido. Segundo o “Glossário Paraense” trata-se da fruta da Crescentia
cujete de casca dura e leve, serrada ao meio, depois livre da polpa é
embebida na decocção do cumateu e exposta a vapores amoniacais da urina,
adquirindo uma cor preta lustrosa e indelével, é utilizada como recipiente de
líquidos e sólidos.
CUPIJÓ -
Importante rio que nasce dentro do município de Cametá e deságua no rio Pará,
depois de cortar parte do território de Limoeiro do Ajuru na sua
desembocadura. O verbete Cupijó resultaria da junção dos vocábulos cupií -
cupim e jó - partícula vocativa para chamamento ou então sufixo designativo
de mistura. Desse modo, Cupijó é o lugar abundante de cupins, ou que tem
muito cupins misturados. De fato, constata-se ao longo de suas margens imensos
cupinzeiros.
CURIMÃ - Igarapé que serve de limite urbano à cidade de Cametá na
porção noroeste. É palavra de origem tupi (kurimã) e significa o nome de uma
variedade de tainha, é também nome de peixe de água doce, segundo o
“Dicionário de Tupi Português”. Todavia, acreditamos que a palavra seja
metaplasmo de carimã - uma massa obtida da mandioca, pelo fato de não haver a
presença desse peixe em seu leito, pois fica seco durante a baixa-mar. Esse
igarapé deságua às proximidades da praia da Aldeia, onde é chamado de
Sapuíra, metaplasmo de sapupira, designação de uma árvore da família das
leguminosas (Diplotropis martiusii) abundante nas várzeas e cuja madeira em
muito se assemelha à sucupira.
CURRUPIRA - Igarapé existente no município de Limoeiro do Ajuru.
Trata-se de corruptela da figura encantada das matas amazônicas - a Curupira
- o mitológico duende das matas que devora os homens, ou seja, o gênio
malfazejo da floresta, como afirma o “Glossário Paraense”.
CURUÇÁ - Localidade existente no distrito de Abaetetuba. Trata-se de
neologismo tupi para indicar cruz, segundo o “Dicionário de Topônimos
Brasileiros de Origem Tupi”. Neste caso é a evocação a uma cruz existente no
lugar, pois a religiosidade do homem tocantino é muito grande.
CURUÇAMBABA - Sede de distrito no município de Cametá, situada no
extremo nordeste do município à margem direita do rio Tocantins. O verbete
seria resultado da fusão dos vocábulos curuçá e upaba. O primeiro significa
cruz e o segundo lagoa. Assim, Curuçambaba seria a lagoa da cruz. Destaca-se
que o vocábulo mbaba - tem a significação de animal e é usado na composição
de palavras arcaicas; levaríanos a pensar em cruz do animal. A vila de
Curuçambaba é das mais antigas no município, por isso não acreditamos ser
Curuçambaba a cruz do animal, mesmo porque no “Dicionário de Topônimos
Brasileiros de Origem Tupi” o verbete consta como derivado de crussá-upaba -
lagoa da cruz. Destaca-se, porém que na carta régia de doação desta sesmaria
já consta o nome do sítio Curuçambaba e a significação dada por Luiz C.
Tibiriçá é mais plausível diante das peculiaridades do local.
CURUCARÁ - Pequeno igarapé existente na margem direita do rio Anauerá
e que serve de limite municipal entre Oeiras do Pará e Cametá. Alguns
moradores pronunciam Urucará, sendo os dois topônimos registrados no mapa
municipal do IBGE. Existem duas hipóteses para a origem do topônimo, a
primeira é de que seria metaplasmo de urucuriá - designação de uma variedade
de coruja. Pelo fato desse vocábulo ter evoluído em nossa região para curáua,
a descartamos. A segunda afirma tratar-se de palavra composta pelos vocábulos
curu - enrugado, dobra e cará - apócope de acará designação de um peixe da
família dos ciclídeos, mesmo porque existe muito acará graúdo naquela
localidade. Outra hipótese é de que seja palavra formada pelos vocábulos
cururu+caá, ou seja, mata dos sapos, alusão à presença desses anuros na
localidade. Todavia a obra “Isto É Brasil, 500 anos” aponta uma missão
religiosa na localidade de Arucará e que possivelmente seria este o primitivo
nome da localidade. Assim sendo, Arucará é decomposto, segundo o “Dicionário
de Tupi Português” nos vocábulos aru - costas, lado contrário e cará -
tronco, madeira, cerne. Desta maneira, Arucará significa outro lado do tronco
da madeira, possivelmente alusão à presença desta na localidade. Nosso
propósito é elencar as possibilidades, cabendo ao leitor - conhecedor da
região - aceitar quaisquer das hipóteses.
CURUPERÉ - Localidades existentes nos distritos de Curuçambaba e
Abaetetuba, ilha e rio, respectivamente. O fato de moradores de Cametá
tratarem esta localidade também como Curupeté arremete-me para este vocábulo
tupi (curupeté) cujo significado é tambaqui, uma espécie de peixe amazônico,
segundo o “Dicionário de Tupi Português”. A análise vocabular, entretanto,
remete-me para cururuapé, uma espécie de planta da família das sapindáceas.
Acrescente-se outra hipótese a de que trata-se de metaplasmo de cariparé
(acaripari), por se tratar de pesqueiro de acaris, e nessas localidades é
possível capturar esses peixes da família loricaridae. Segundo o “Glossário
Paraense” curuperé é um pequeno riacho ou afluente de igarapé central, que
seca no verão.Consta ainda no “Dicionário Aurélio” curupetê como um pequeno
riacho ou afluente de igarapé central que seca no verão, no caso destas
localidades estão sujeitas apenas às mares diariamente.Finalmente a hipótese
de que seja palavra resultante do metaplasmo cururu+y+eré, ou seja, é o rio
dos sapos, alusão aos anuros da localidade. Qualquer das hipóteses são
válidas para a localidade, pois nosso propósito é elencar as possibilidades
de significado do topônimo.
CURUPERÉ-MIRI - Rio localizado em Abaetetuba. A partícula diminutiva é
utilizada para distingui-lo do rio Curuperé, pois ele é menor, o sufixo miri
(mirim) significa pequeno. Convém observar as considerações no verbete
Curuperé para se busque o significado adequado para esta localidade.
CURUPITOMBA - Localidade existente no distrito de Joana Coeli no
arquipélago do Joroca. Corruptela de curupytara a designação de um
instrumento de sopro dos índios Tupinambás, segundo o “Dicionário de Tupi
Português”.
CURUPUACÁ - Rio e localidade existente no distrito de Abaetetuba.
Embora o “Glossário Paraense” aponte curupu como pulsação aparente nas
artérias dos aneurismáticos ou dos anêmicos, o sufixo acá não encadeia-se
adequadamente. Por isso, acreditamos ser palavra composta pelos vocábulos
curupu - corruptela de cururu, uma casta de sapos e acá - fedor, mau cheiro.
Desta maneira, Curupuacá é o rio que cheira a sapo, alusão ao odor
característico da água devido à presença de sapos.
FURTADOS - Trata-se de um trecho do rio Tocantins localizado no
arquipélago do distrito de Juaba. O topônimo é devido ao fato de que seus
primeiros moradores terem sido da família Furtado, e por tradição muitos
lugares na região tocantina, são designados pelos nomes das famílias
pioneiras, segundo o trabalho escolar “Descobrindo Cametá” foram
os familiares de Baltazar Furtado de Seixas.
ITAUAÇU - Rio localizado no distrito de Abaetetuba. Trata-se de
palavra formada pelos vocábulos itá - pedra, y - rio e assu - grande. Desse
modo, Itauaçu é o rio das pedras grandes, possivelmente alusão às grandes e
perigosa pedras existentes no fundo do rio, permanente risco à navegação.
JOROCA - Designação de um arquipélago existente no distrito de Joana
Coeli e de uma ilha localizada no distrito de Vila do Carmo do Tocantins.
Existem três hipóteses para a origem deste topônimo. A primeira afirma que
seja metaplasmo de Jaroca, cujo significado no “Dicionário de Tupi
Português” indica: consumir, desgastar, diminuir. A segunda é que
seja palavra composta pelos vocábulos jaó - designação de uma ave (Crypturellus
undulatus) de coloração escura com listras brancas transversais, barriga
amarelada e dorso avermelhado, cujo piado nostálgico é emitido ao
anoitecer e oca - toca, casa. Assim, joroca seria o esconderijo das
aves jaó. A terceira hipótese é de seja metaplasmo de jaóca, cujo significado
no “Dicionário de Tupi Português” é apartar-se, separar-se.
Acreditamos que o verdadeiro significado do topônimo conste apenas no
imaginário dos moradores da localidade.
LIMOEIRO - Na realidade não é um rio, mas sim um furo que permite a
passagem do rio Tocantins ao rio Pará. Trata-se de um rio densamente povoado
existente no município de Limoeiro do Ajuru. Possivelmente provém das
plantações de limoeiros (Citrus limonum) existentes nos quintais
daqueles sítios.
MANDUBÉ - Igarapé localizado no distrito de Abaetetuba. Trata-se de
termo tupi (mãdubé) designação de um peixe da família dos ageneiosídeos (Ageneiosus
brevifilis) que apresenta boca grande e corpo afunilado, por isso é
também chamado de bocudo e vive junto aos cardumes de maparás. Certamente o
nome da localidade é vinculado á presença deste peixe.
MAPIRAÍ - Ilha localizada no distrito de Cametá. Palavra formada pela
junção dos vocábulos mapará - nome do peixe mais apreciado na região
tocantina, o Hipoptalmus marginatus e y - rio. Desse modo, o
Mapiraí é o rio dos maparás. Há porém a afirmação de que o sufixo í, adquiriu
a significação de pequeno, vide “O ananaí gito e o pacuí gitito”
trabalho de conclusão de curso da saudosa Profª. Valda Valente.
Entretanto, Mapiraí não seria metaplasmo de maparaí, cujo significado seria
mapará pequeno, porque os maparás pequenos possuem um marcador gramatical
esclusivo - fifiti, tal como comprova Regina Cruz no trabalho “A fala dos
pescadores de Cametá”(Tese de mestrado).
SAPATEIRO - Ilha localizada no distrito de Juaba. Trata-se de topônimo
que arremete a um profissional que consertava sapatos e que morava na
localidade.
TAMANDUÁ - Rio e localidade existente no distrito de Juaba. Essa
localidade emprestou o nome do conhecido mimercófago de nossa fauna. O
tamanduá tem esse nome pelo seu apetite de devorador de formigas. É palavra
advinda do Guarani, de ta-mondahá e significa ladrão de formigueiros.
Possivelmente esse animal teve ter sido abundate, em outras épocas, naquela
localidade.
TENTÉM - Rio e ilha localizados no distrito de Juaba. Segundo o
trabalho escolar “Descobrindo Cametá” coordenado por
Dmytrius Braga o topônimo deriva de um passarinho canoro, de coloração preta
e peito amarelo, chamado tem-tém, abundandante na localidade, dicionarizado
no Aurélio como tem-tem-verdadeiro (Tanagra violácea) . Entretanto, em“Casa-grande
& Senzala” de Gilberto Freire o verbete é tratado como de origem
africana e que indicaria a abundância de algo na localidade. Ambas são
plausíveis para justificar o topônimo, pois existe tanto o pássaro quanto
moradores de origem afro-brasileira na localidade.
TOCANTINS - Importante rio do estado do Pará e que banha os municípios
da microrregião de Cametá, exceção a Oeiras do Pará e que nasce na bacia do
Paranã em Goiás. Segundo o “Dicionário de Topônimos Brasileiros de
Origem Tupi” é derivado de tucanti, nome de uma variedade de tucano
com penas brancas no peito, daí seu nome tucan-ti (tucano-tinga),
tucano branco; segundo alguns tupinólogos, este vocábulo quer dizer “nariz
de tucano”, apelido dado a uma tribo indígena que habitava a região e
dera seu nome ao rio. Quanto a atualidade sabe-se que no majestoso rio,
assenta-se “a maior escultura do capital internacional na Amazônia -
a usina hidrelética de Tucuruí” que obstaculiza, ainda sem eclusas a
ligação do baixo com o alto rio Tocantins.
TRANSCAMETÁ - Designação da rodovia PA-156 que deveria ligar Limoeiro
do Ajuru à Tucuruí, entretanto só o trecho entre Cametá e aquele município é
precariamente transitável em estrada de chão, durante o período seco. O
topônimo foi criado tal qual o da rodovia Transamazônica, ou seja, compondo o
vocábulo trans - de origem latina que significa através de, para demonstrar
que a rodovia atravessa o município de Cametá.
TUREMA - Ilha e rio existente no distrito de Juaba. Existem duas
hipóteses para o topônimo. A primeira de que seja metaplasmo de Jurema - nome
proóprio feminino; neologismo de deusa das matas, nos rituais de pajelança,
segundo Altair Pinto no “Dicionário de Tupi Português”. A
segunda é de que seja palavra formada pelos vocábulos turu - metaplasmo de
tururi-taperu, larva comestível existente em troncos apodrecidos e rema -
cheiro, fedor. Assim, Turema significaria fedor de turu, alusão a abundância
desses vermes na localidade. Tanto a fé na Cabocla Jurema quanto os turus
existem na localidade, tornando as duas hipóteses plausíveis. Acrescente-se
mais uma hipótese fundamentada nas leis fonéticas, segundo o
“Dicionário de Tupi Português”, o topônimo adviria de tyrymembé cujo
significado é terreno alagadiço, pantanoso, tal qual as caractrarísticas do
terreno daquela localidade.
UXI - Localidades existentes nas proximidades da Rodovia Transcametá,
uma fica no município de Oeiras do Pará e a outra no distrito de Cametá.
Palavra de origem tupi uxi que designa uma árvore da família das humiriáceas (Sacoglotis
uchi) dicionarizada no Aurélio como uxipuçu, cujos frutos são drupas
comestíveis. O topônimo é vinculado a abundância destas árvores.
VACARIA - Localidade existente no distrito de Cametá a poucos
quilômetros ao sul da cidade. Se você pensa que o topônimo é vinculado à
quantidade de vacas enganou-se, mesmo porque naquela localidade os moradores
tem por tradição usar bois de carga para puxar as carroças e não vacas.
VAI-QUEM-QUER - Designação de um ramal no distrito de Mocajuba. O
próprio nome do ramal já apresenta suas péssimas qualidades. É uma estrada
tão mal construída que só trafegam por ela os moradores ou quem precisa
chegar lá para tratar algum negócio.
VISEU - Trata-se de uma espécie de sobrenome do distrito de São Pedro,
pequena vila de apenas sete domicílios existente às margens do rio Viseu na
porção ocidental do município de Mocajuba. Tal como muitas localidades nesta
microrregião é puro saudosismo lusitano, oriundo de algum português que por
lá se instalou não querendo esquecer a belíssima Vizeu de Duarte Pereira de
Sousa, o primeiro a aportar em terras brasileiras, antes mesmo de Pedro
Álvares Cabral.
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A origem da cidade,
às margens do Rio Tocantins
A palavra Cametá é de origem Tupi e deriva de
"Cáa" (mato floresta) e "Mutá" ou "Mutã", uma
espécie de degrau instalado
em galhos de árvores feitos pelos índios para esperar a caça ou para
morar. Segundo o historiador Carlos Roque, o significado literal de Cametá é
"degrau no mato".
Atribui-se a Frei Cristóvão de São José, um
frade capuchinho, o episódio da fundação do primeiro povoado, por volta do ano
de 1620, que deu origem ao município de Cametá. A fundação do povoado foi
possível devido ao trabalho realizado pelo frade junto aos integrantes da tribo
dos Camutás, conhecidos como os habitantes originais das terras localizadas à
margem esquerda do rio Tocantins.
Adquiriu o conhecimento legal na categoria de Vila, em 1713. No ano de 1841, em
30 de abril, foi promulgada a Lei que concedeu a Cametá a categoria de Comarca
e sete anos depois, através da resolução nº 145, de 24 de outubro de 1848, lhe
foi outorgado o reconhecimento como cidade.
Após a proclamação da República, o Governo Provisório do
Estado, através do Decreto nº 59, criou o Conselho de Intendência. Somente em 4
de novembro de 1930, foi confirmada a condição de Cametá como município,
passando a existir como tal no quadro de ordenamento político-administrativo do
Estado.
No ano de 1956, houve a tentativa de provocar o
desmembramento de parte de sua área territorial para dar lugar ao nascimento do
município de Limoeiro do Ajuru. Entretanto, a ação não prosperou porque o
Supremo Tribunal Federal declarou a ação como um ato inconstitucional. Em 1961,
o desmembramento foi efetivado, mediante a promulgação da Lei nº 2.460, e
Cametá perdeu as terras pertencentes ao distrito de Joanna Coeli.
Atualmente, Cametá conta com sete distritos: o
distrito-sede, com o mesmo nome do município, Carapajó, Curuçambá, Joaba,
Moiraba e Vila do Carmo do Tocantins.
O peixe mapará, consumido como iguaria em Cametá e
também em Abaetetuba e Igarapé-Miri
O Mapará foi o peixe existente em maior abundância na região e por
isso tornou-se no decorrer da História de Cametá, um símbolo econômico
cultural e alimentar para a população.
Com a construção da Usina Hidroelétrica de Tucuruí, o desenvolvimento
de técnicas pesqueiras mais eficientes, a exportação do peixe, a pesca
predatória, etc, tem gerado um declínio considerável na sua produção, com seu
encarecimento e conseguinte falta do alimento para abastecer a população
local.
O assoreamento do Rio Tocantins e sua poluição por cerca de uma década
após a construção da UHT, refletiu negativamente não só na reprodução do
mapará como também na reprodução de outros peixes que entraram em processo de
extinção.
O desenvolvimento de técnicas de pescar “mais avançadas” ,como a
malhadeira, o puçá, tem proporcionado maior facilidade para capturar o peixe.
Juntamente com a intensificação e diversificação da pesca, deparamos com os
problemas educacionais, ou seja, a falta de uma consciência ecológica de
preservação.
Destacamos, no entanto a feliz iniciativa de localidades como Paruru
de Joana Coeli e Joroca, que partiram para a prática de um programa de
preservação com resultados positivos, que aos poucos podem ser tomados como
referência para as demais localidades da Bacia Tocantina produtora deste tão
gostoso mapará.
Valores Nutricionais do Mapará em 100g
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Flodoaldo Moreira *
Dediquei minha monografia, durante a conclusão de minha formação
acadêmica, ao debate sobre o processo de extinção das áreas públicas no Porto
Cametaense e procuro mostrar O Porto de Cametá no espaço de circulação.
As mudanças nas idéias são os principais
requisitos para a mudança no espaço. A construção de um novo espaço de circulação
onde se insere o Porto Cametaense requer basicamente um passeio pela História
de Cametá, ressaltando os diversos contextos em que o porto aparece. Se a
construção do espaço é um processo que envolve a sociedade, a única forma de
viabilizar a constituição de um novo espaço é envolver a sociedade na análise
crítica desse espaço que ele mesma vem construindo historicamente através de
seus ancestrais envolvidos em crenças, costumes, tradições e idéias que moveram
seus sentimentos e suas ações sem um trabalho educativo despertador de seu
senso crítico.
Nossas principais propostas para a constituição
desse novo espaço de circulação é o desenvolvimento de todas as perspectivas de
resgate das áreas necessárias às atividades de circulação social. Jamais se
resgatará os espaços sociais sem o desenvolvimento da consciência de ser
cidadão em cada indivíduo.
O Espaço Portuário Cametaense foi e é
socialmente produzido e está cada vez mais sendo apropriado individualmente
pelo homem, através das atividades comerciais e pela natureza, através dos
processos erosivos. Os espaços públicos em área não erodida não passam de 12m
na feira correspondentes a 6% do porto. É esse espaço que sobrou no porto para
a classe mais pobre que representa a maioria da População Cametaense
Trabalhadora.
Cametá precisa de maior área portuária pública
para o desenvolvimento de diversas atividades mais populares como:
- Feira livre, realmente livre, com maior
janela para o rio. Nossa cidade recebe na feira diariamente centenas de
pequenos barcos e milhares de pessoas que compram e vendem na feira e porisso
merecem um espaço maior, mais confortável e mais bonito.
- Embarque e desembarque de passageiros,
hoje feita 100% em área privada, onde o desembarque de passageiros mistura-se
com mercadorias de toda ordem, colocando em risco a segurança e comprometendo o
conforto dos passageiros que está pagando por ele mas não tem.
- Porto apropriado para o desenvolvimento do
turismo fluvial, pois, nosso município possui mais de 500 localidades, a
maioria ribeirinha, sendo mais de 100 ilhas. O turismo para essas localidades,
vem aumentando a cada ano. É praticado não só pelos filhos da terra que voltam
para revê-la, como também por novos visitantes, normalmente nossos amigos de
outros lugares, que se encantam com a nossa vida na beira do rio.
É a esperança no respeito dos homens entre si
pelas suas diferenças inerentes ao lugar que ocupa no espaço que nos levará a
crer na construção de um novo espaço de circulação no Porto Cametaense.
*Geógrafo
cametaense
ÁREAS E EVENTOS
TURÍSTICOS EM CAMETÁ
CALENDÁRIO DE
EVENTOS CULTURAIS E RELIGIOSOS
Janeiro
Dia 06 - Folia de
Reis em todo o Município.
Realiza-se também as domingueiras de carnaval com trios elétricos todos
os domingos do mês na Praça da Cultura.
Fevereiro
Carnaval - O carnaval Cametaense é famoso em todo o Estado do Pará, seja
pela grande animação reinante, seja pela beleza das manifestações. Pode-se
destacar 7 Escolas de Samba, com ricas e originais alegorias: Favela, Não posso
me amofiná, Chaleira, Verde Rosa, Amor e Samba, 13 de Maio e Unidos de
Brasília. Destacam-se também inúmeros Blocos e Fofós que desfilam na avenida
com abadás e músicas próprias, tais como o Boto cor-de-rosa, Fofó das Virgens,
Bicho Folharal, Fofó da Mala, Sadam Russein, Bil Clinton e muitos outros. São
mais de 40 Blocos e Fofós.
Março
Semana Santa - A sociedade Cametaense ainda mantém a tradição de guardar
a Semana Santa e realizar apenas Romarias e Rezas.
Maio
Festejo do Mês Mariano em todo o Município - Dezenas de romarias
percorrem cada uma em sua data, os bairros, ao som da banda de música local.
Junho
Festividade de São
João Batista, padroeiro de Cametá. - Período de 14 a 24 de junho.
Primeiro Arraial popular, no período de 16 a 30 de junho, onde haverá a
apresentação de diversos grupos folclóricos da região, como: Siriá, Bangüê,
Samba de Cacete, etc.
Feira Ecocultural
de Cametá
Julho
Jogos Estudantis da
UNEDEC, no período de 01 a 30 de julho.
Festival de Verão
Festividade de Nossa Senhora do Pilar realizada na localidade de Vila do
Curuçambaba, no período de 20 a 30 de julho.
Festividade de Nossa Senhora do Carmo, realizada na localidade de Vila
do Carmo, no período de 06 a 16 de julho
Festividade de São Benedito, realizada no Bairro de São Benedito em
nossa Cidade, no período de 16 a 26 de agosto.
Setembro
Festividade de Nossa Senhora das Mercês, realizada na Praça das Mercês,
localizada no centro da cidade, no período de 19 a 29 de setembro.
Outubro
Festividade de São José e Nossa Senhora do Rosário, realizada na
localidade de Vila de Juaba, no período de 16 a 26 de outubro.
Novembro
Festividade de São Benedito, realizada na localidade de Vila de São
Benedito, no 3º sábado de novembro.
Dezembro
Festejo do
aniversário de Cametá, comemorado no dia 24 de dezembro.
Pastorinhas, promovidas pelo Pastoril do Grupo Comunitário da
Aldeia de Parijós, Pastoril das Filhas de Jeová e pelo Grupo escoteiro Vitória
Régia.
Uma poesia de autor não conhecido localizada por Flodoaldo Moreira na
comunidade Orkut, que demonstra o amor inconteste de seu autor à terra natal:
VILA DO CARMO
Vila do Carmo,
infância em contato com a natureza,
beleza de esplendor e grandeza,
amor que irradia a tristeza,
Quando fecho os olhos e sinto a brisa tocar meu rosto,
infância em contato com a natureza,
beleza de esplendor e grandeza,
amor que irradia a tristeza,
Quando fecho os olhos e sinto a brisa tocar meu rosto,
me vem a boca o gosto,
da infância de alegrias e travessuras
da adolescência cheia de duvidas e loucuras.
da infância de alegrias e travessuras
da adolescência cheia de duvidas e loucuras.
E agora, tão distante,
a saudade bate a todo instante,
em meu coração delirante
que sente a saudade sufocante...
a saudade bate a todo instante,
em meu coração delirante
que sente a saudade sufocante...
Se sentes a saudade sufocante
É porque transbordas de emoção,
Eu também sinto falta neste instante,
Daquele nosso querido torrão.
Abraços Diva...
É porque transbordas de emoção,
Eu também sinto falta neste instante,
Daquele nosso querido torrão.
Abraços Diva...
Daquele nosso querido torrão!
A lembrança de uma infância querida
Faz pulsar forte meu coração
Oh! vila do Carmo! és razão da minha vida
A lembrança de uma infância querida
Faz pulsar forte meu coração
Oh! vila do Carmo! és razão da minha vida
Sinto grande emoção,
ao falar de Vila de Carmo
e emana em meu coração
um amor sincero e calmo.Este lugar lindo e abençoado
é como uma mãe que afaga seus filhos
se entristece ao vê-los partindo
mas sempre espera o retorno ao ninho.
ao falar de Vila de Carmo
e emana em meu coração
um amor sincero e calmo.Este lugar lindo e abençoado
é como uma mãe que afaga seus filhos
se entristece ao vê-los partindo
mas sempre espera o retorno ao ninho.
Mas sempre espera o retorno ao ninho,
De onde nunca deveria ter saído,
Agora tão longe do lindo caminho,
Espero a carona de algum distraído.
De onde nunca deveria ter saído,
Agora tão longe do lindo caminho,
Espero a carona de algum distraído.
Não sei se a carona irá
demorar
Mas sei que esse dia há de chegar
E meu coração irá disparar
Como o coração dos amantes ao luar
Mas sei que esse dia há de chegar
E meu coração irá disparar
Como o coração dos amantes ao luar
Eu vejo o céu tão lindo que alucina,
Ainda bem que tem você para rimar,
Parabéns pelos versos viu, menina.
Os versos são de amor,
Amor a natureza,
Que traz no peito um ardor,
Da mais singela beleza,
Amor a natureza,
Que traz no peito um ardor,
Da mais singela beleza,
Sou menina, sou criança,
Ao falar de Vila do Carmo,
Que me traz eterna lembrança,
Da nossa festa do Carmo.
Ao falar de Vila do Carmo,
Que me traz eterna lembrança,
Da nossa festa do Carmo.
Da nossa festa do Carmo,
Me dá uma certa esperança,
De sonhar tranquilo e calmo,
Com meus tempos de criança.
Me dá uma certa esperança,
De sonhar tranquilo e calmo,
Com meus tempos de criança.
Saudade que me faz sonhar,
E me traz tristeza e alegria,
Sei que um dia vou te encontrar,
Vila do Carmo, meu sonho e magia.
E me traz tristeza e alegria,
Sei que um dia vou te encontrar,
Vila do Carmo, meu sonho e magia.
PRAIA DA ALDEIA
A praia da Aldeia, o balneário mais freguentado do município de Cametá,
tanto pelo seu povo como pelo contingente de turistas que visita a cidade, além
de cantada, versada e proseada pelos nossos artistas, hoje é também alvo dos
pinceis milagrosos de nossos pintores Cametaoaras. Parabéns, Jairo Pantoja. É
para nós um prazer imenso divulgá-lo e homenageá-lo.
Provavelmente, o mesmo pincel mágico que estampou aos nossos olhos, as
belezas da aldeia, dedicou sua inspiração na Vila de Carapajó, Vila de
Curuçambaba e Vila de Juaba, proporcionando a seus filhos e todos aqueles
de alma sensível deliciarem-se em saudáveis recordações.
Vila de Carapajó
abriga a estrada terminal de veículos vindos da capital de nosso estado.
É detentora também dos portos de Barcos e Balças que conduzem os passageiros e
viaturas com destino a Cametá.
VILA CURUÇAMBABA
Curuçambaba, é a Vila onde veneramos a Nª Sª do Pilar.
VILA DE JUABA
A Vila de Juaba, ao lado, é vila mais antiga do município. Juaba é
o atual berço do cordão da Bicharada, criação do mestre Zenóbio, um de nossos
artistas ilustres.
Localidades, Igrejas, Prédios Históricos e Praias do Município de Cametá
. CUJARIÓ
; PACAJÁ
. CAMETÁ-TAPERA
. PRAIA DA ALDEIA
. VILA DE JUABA, com muitos descendentes afrodescendentes.
. VILA VIÇOSA DE SANTA CRUZ DOS CAMUTÁS, histórica e antiga localidade fundada em 1617 pelos Padres Capuchos de Santo Antonio, que se tornou a Donaria de Cametá, esta doada a Feliciano Coelho de Carvalho..
. CATEDRAL DE SÃO JOÃO BATISTA
. IGREJA DE SÃO JOÃO BATISTA
. IGREJA DE SÃO BENEDITO
. IGREJA DE NOSSA SENHORA DAS MERCÊS
. CAPELA DE BOM JESUS DOS AFLITOS
. IGREJA DE NOSSA SENHORA DO PERPÉTUO SOCORRO
. INSTITUTO NOSSA SENHOORA AUXILIADORA
. GRUPO ESCOLAR DOM ROMUALDO DE SEIXAS
; PACAJÁ
. CAMETÁ-TAPERA
. PRAIA DA ALDEIA
. VILA DE JUABA, com muitos descendentes afrodescendentes.
. VILA VIÇOSA DE SANTA CRUZ DOS CAMUTÁS, histórica e antiga localidade fundada em 1617 pelos Padres Capuchos de Santo Antonio, que se tornou a Donaria de Cametá, esta doada a Feliciano Coelho de Carvalho..
. CATEDRAL DE SÃO JOÃO BATISTA
. IGREJA DE SÃO JOÃO BATISTA
. IGREJA DE SÃO BENEDITO
. IGREJA DE NOSSA SENHORA DAS MERCÊS
. CAPELA DE BOM JESUS DOS AFLITOS
. IGREJA DE NOSSA SENHORA DO PERPÉTUO SOCORRO
. INSTITUTO NOSSA SENHOORA AUXILIADORA
. GRUPO ESCOLAR DOM ROMUALDO DE SEIXAS
Aspectos da Economia, Educação e Cultura de Cametá
Cultura
. ARTESANATO
. SAMBA DO CACETE
. SIRIÁ
. O MAÇARICO
. BOIS-BUMBÁS
. GRUPOS DE BANGUÊ: Banguê do Castelo
. MARIERRÊ
. BAMBAÊ
. BANDA MUSICAL EUTERPE CAMETAENSE
. LINGUARUDOS
. BICHARADA
. ENGOLE-COBRA
Economia
. Economia de 1860 a 1870, onde Cametá era importante produtor de cacau, na Era Provincial do Pará.
Educação
. Instituto Nossa Senhora Auxiliadora, construído na década de 1940, a partir do antigo Educandário instalado pelas Irmãs da Caridade da Ordem Religiosa de São Vicente de Paula, ligada aos Padres Lazaristas, da Missão de Cametá.




Ademir,
ResponderExcluirEspero que o bem social chegue efetivamente à população de Cametá através dos convênios com o Governo Federal. Não deixem de acompanhar pelo Portal da Transparência: http://www.portaltransparencia.gov.br/convenios/consultam.asp?fcod=441&fnome=CAMETA&fuf=pa&festado=para&forgao=00&fnomeorgao=&fconsulta=0
Caro amigo Luiz Carlos, obrigado pela visita ao nosso Blog e nós aqui também estamos torcendo por Cametá e demais municípios esquecidos do Baixo Tocantins, Marajó e outros do Estuário Amazônico!
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