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terça-feira, 24 de abril de 2012

Igarapé-Miri 8/ Famílias T, U, V, X, Y, Z - Genealogias, Engenhos e Outros Aspectos

Igarapé-Miri 8 - Famílias T U V X Y Z - Engenhos e Outros Aspectos



IGARAPÉ-MIRI: GENEALOGIAS, ENGENHOS & OUTROS ASPECTOS
GENEALOGIA MIRIENSE
A colonização do Pará se iniciou através das sesmarias concedidas aos colonizadores portugueses e estes, ao se fixarem às margens dos rios do Grão-Pará, iam determinando o surgimento das povoações, que posteriormente dariam origem às freguesias e estas às vilas e cidades.
As regiões do Baixo Tocantins, Marajó (estas situadas em pleno Delta do Amazonas) e as terras do atual Nordeste Paraense, não fugiram a essa regra, onde os colonizadores iam instalando os  povoamentos às margens dos rios do Baixo Tocantins, do Marajó e nos rios Guamá, Acará, Moju, Capim, Igarapé-Miri e tantos outros que serão citados nestas postagens. Esses colonizadores, após as instalações desses povoados e de suas atividades econômicas, não se fixavam apenas em uma localidade, devido seus interesses econômicos que se espalhavam pelas margens dessas vias aquáticas acima citadas e que também constituíam o modo de comunicação e de comercialização dos produtos de suas atividades econômicas, vias que se tornaram importantes no escoamento e comercialização do açúcar, do período colonial e da cachaça dos períodos provincial e republicano do Pará.
As atuais cidades do Baixo Tocantins, devido a presença do Delta Tocantino (região em que a aguá doce se mistura com a água salgada do Oceano Atlântico), sofreram e sofrem as influências dos corpos d’água desse estuário e em vários aspectos de sua vida, especialmente no tocante as atividades econômicas e formação das populações. Abaetetuba, Igarapé-Miri, Cametá e as atuais cidades do Baixo Tocantins estão cercadas de água por todos os lados e os limites são feitos a partir de muitos rios dessa região. No tocante ás populações das cidades, especialmente de Abaetetuba e Igarapé-Miri, foram praticamente às mesmas famílias dos antigos colonizadores portugueses que iniciaram a formaçãos dessas povoações, levados por interesses econômicos, militares, políticos ou religiosos. Se analisarmos bem a origem das famílias de Abaetetuba e Igarapé-miri, iremos encontrar uma ancestralidade comum na formação de suas populações, devido interesses citados. É claro que o colonizador português miscigenou com as populações nativas locais e com a grande população escrava que existia na região, devido às exigências da forma de atividade econômica com que iniciaram a colonização, que foi a agricultura e, em especial, a cultura da cana doce e da indústria canavieira que exigiam muitos braços para esses pesados serviços.
As Famílias de Igarapé-Miri, Continuação
Esta postagem se encontra em fase de acréscimos de novas informações e nomes

FAMÍLIAS T
 Família Tavares
Cecílio Tavares, foi prefeito de Ig-Miri, citado em 1933.
Família Teixeira
. George Pantoja Teixeira, presidente do Clube Mangueirinha, da localidade Maúba, citado em 2008.
Família Teles
Silva Teles
. Lourenço da Silva Telles, que era o coletor de rendas da Freguesia de Cairary, junto com o escrivão Joaquim Francisco das Chagas Braga citados em 1868, e o mesmo coletor é citado em 1863 junto com o escrivão Felippe Nery da Trindade.
Família Tocantins
Gonçalves Tocantins
. Antonio Manoel Gonçalves Tocantins e Julião Honorato Correa de Miranda, engenheiros, citado em 1881 na abertura de estradas no Rio Tapajós e Mato Grosso, com demora de um mês de estudos e com relatórios. 
Amanajás de Tocantins
. 1ª G, pais de Leandro Monteiro Amanajás de Tocantins
. 2ª G/Filhos/F, Leandro Monteiro Amanajás de Tocantins, dono do Engenho Santa Cruz em 1712, movido pela força das correntezas das águas, sito no Igarapé Calha, no atual município de Igarapé-Miri, que produzia açúcar moreno, cachaça, rapadura, engenho posteriormente transformado à vapor, casou com Isabel Amanajás de Tocantins e com filhos, 3ª G/Netos/N, Tomás Monteiro Cardoso Amanajás de Tocantins.
. 3ª G/N, Thomaz Monteiro Cardoso Amanajás de Tocantins,  citado em 1863 como aluno pensionista do Colégio Paraense, quando essa escola tinha como reitor o dr. Pedro Honorato Correa de Miranda, e Thomaz é citado como Coronel da Guarda Nacional, comerciante, herdeiro do Engenho Santa Cruz no final do século 19, que prosperou e adquiriu lancha à vapor Rosinha e que casou com Rosa de Lyra e tiveram 12 filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn, que venderam o Engenho Santa Cruz. Citado em 6/8/1901, com a reinvidicação dos donos de engenhos de Abaeté e Igarapé-Miri, junto ao Governador do Pará, Dr. Augusto Montenegro, pela isenção dos impostos importados de outros estados brasileiros, solicitados pela Associação Comercial de Belém.
Em 1878 João Baptista Machado Janahú foi nomeado delegado de Igarapé-Miri e como 1º suplente de delegado foi nomeado o tenente Thomaz Monteiro Cardoso Amanajás de Tocantins, como 2º dito, Victório Gonçalves de Castro e 3º suplente, Manoel Procópio Gonçalves. Para o 1º distrito foi nomeado o subdelegado Francisco Lopes Trovão; 2º dito, o capitão Lourenço Monteiro de Alfaia e 3º dito, João d’Annunciação Correa. Para o 2º distrito de Anapu, foi nomeado o 1º suplente de subdelegado, tenente Manoel Luiz Penna de Moraes; 2º dito, João Victório de Souza Janahú; 3º dito, dito, Felippe Antonio Pinheiro. Foi exonerado à pedido o 2º suplente de delegado de Igarapé-Miri, major João Ribeiro Machado e o 2º suplente de subdelegado do 1º distrito, Clarindo Duarte Souto e nomeado para subdelegado do 2º distrito , o 1º e para 1º suplente do 1] distrito, o último dos referidos cidadões.

Família
. Leandro Cardoso Amanajás de Tocantins, tenente nomeado como delegado de Muaná, citado em 1978.
Documento de 1877, cita Leandro Cardoso Amanajás de Tocantins, como responsável dos imigrantes cearenses para Muaná. 

Família
Documento de 1878 cita Leandro Cardoso Amanajás de Tocantins, como responsável dos imigrantes cearenses para Muaná.

Cardoso Amanajás
. Antonio Hygino Cardoso Amanajás, foi um dos vereadores para a 1ª Câmara de Vereadores da Villa de Igarapé-Miri (1845-1849), contemporâneo dos também vereadores dessa mesma câmara: Domingos Borges Machado Acatauassu, João Evangelista Correa Chaves, Francisco José Correa de Miranda, Pedro Honorato Correa de Miranda, João dos Santos Lopes e Antonio Hygino Cardoso Amanajás.
. 1ª G/ pais de Manoel Antonio Cardoso Amanajás
. 2ª G/Filhos/F, Manoel Antonio Cardoso Amanajás, dono do antigo Engenho Palheta, este sito no distrito de Villa Muaná,Ilha do Marajó, que se originou do lendário plantador de cana-de-açúcar e café, Francisco de Melo Palheta.
Colaboração de Iolanda, que escreve:
Minha origem é São Sebastião da Boa Vista.Meu interesse em particular é a Familia Maués Tocantins da epoca da Ilha do Palheta. Minha mãe chegou a ensinar nessa ilha.
Será que sabes algo desse tempo?
. CLAUDOMIRO MAUÉS TOCANTINS
. Coronel EMÍLIO MAUÉS, este que era o encarregado do Engenho Palheta, este um antigo engenho localizado na Ilha Palheta, no município de Muaná - Ilha do Marajó, Pará. que em 1949 foi vendido para João Figueiredo, e o Coronel Emílio Maués era o paddrasto do Coronel Van-Dick Amanajás Tocantins.
. ESMERINO AMANAJÁS TOCANTINS, casado e com filhos: Semíramis Maués Tocantins e outros?
. SEMÍRAMIS MAUÉS TOCANTINS, filha de Esmerino Amanajás Tocantins.
Bom dia, Ademir
Compartilharei com você o resultado de minhas pesquisas.
- Claudomiro Maués Tocantins : Onde pesquisei , aparece como Clodomiro ou Claudemiro. O meu interesse seria nesse nome em particular:
- A Fazenda Palheta foi vendida em 1949 para o Figueiredo.
- Onde pesquisei, aparece um nome de Emilio Maués como chefe da Fazenda Palheta. Pesquisei esse nome e apareceu o seguinte: Coronel Emilio Maués , padrasto do Coronel Van- Dick Amanajá Tocantins.
- Semiramis Maués Tocantins filha de Esmerino Amanajás Tocantins. – Ele teria parentesco com o Claudomiro?
Atualmente, moro em São Paulo  e faço as pesquisas pela internet.
Agradeço sua prazerosa ajuda
Iolanda.

Tocantins Lobato
. 1ª G/ pais de Alcídia Tocantins/Lobato
. 2ª G/Filhos/F, Alcídia Tocantins/Lobato, que casou com Francisco Lobato/Chiquinho Lobato, rico empreendedor desde o início do século 20 na região do Baixo Tocantins, dono do Engenho Primavera, sito no Rio Panacuéra, em sociedade com Noé Guimarães Rodrigues e dono de outros negócios, e com filhos: 3ª G/Netos/N: Raimundo Lobato/Diquinho Lobato, Lourdes Lobato e outros, que foram para a Capital do Estado, Belém/Pa, para os devidos estudos. Após muitos anos de atividades nos engenhos e outras atividades comerciais, Chiquinho Lobato se mudou com toda família definitivamente para a Capital. 
. 3ª G/N, Diquinho Lobato, foi o único filho de Chiquinho Lobato que ficou  em Abaetetuba para assumir a direção do Engenho Primavera, quando os seus demais irmãos foram para a Capital para os devidos estudos.
. 3ª G/N, Lourdes Lobato, que veio a casar com João Rodrigues, este filho de Noé Guimarães Rodrigues, que era sócio de Chiquinho Lobato.

Tocantins Viana
. 1ª G/ pais da mãe de Claudionor e Deoclécio Tocantins Viana
. 2ª G/Filhos/F, mãe de Claudionor e Deoclécio Tocantins Viana, que casada, teve esses e possivelmente outros filhos,3ª G/Netos/N.
. 3ª G/N, Claudionor Tocantins Viana, dono do Engenho São João.
. Claudionor Tocantins Viana, irmão de Deoclécio Tocantins Viana, comerciante,  dono de engenho São Raimundo na localidade rio Urubuéua e um dos fundadores do Centro Comunitário dessa localidade. C. T. Viana, dono de engenho no rio Guajarázinho, que pertencia ao Velho Artur, que produzia a cachaça Papagaio. Engenho S. João Batista, sito no Rio Guajarázinho, que poposteriormente foi vendido para o Sr. Manoel Costa/Duca Costa, que por ocasião da crise dos engenhos nos anos finais da década de 1970 foi entregue aos trabalhadores na pessoa do Sr. Josué até ser abandonado e o Sr. Caudionor também foi dono do Engenho São José, situado no Rio Maracapucu. Claudionor Tocantins Viana era casado e com filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn e netos, 5ª G/Trinetos/Tn. 
. 3ª G/N, Deoclécio Tocantins Viana/Deca Viana, comerciante, dono de engenho Borboleta no rio Urubuéua-Fátima, fabricante da cachaça Borboleta, um dos antigos moradores dessa localidade, um dos fundadores do Centro Comunitário, casado e com filhos. Deoclécio era casado e com filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn e netos, 5ª G/Trinetos/Tn.

Família Tourão
Lopes Tourão
. Francisco Lopes Tourão, citado em 1874, como subdelegado de Igarapé-Miry, junto com o delegado Francisco José Correa de Miranda, o subdelegado de Anapu, Manuel Lourenço Correa de Miranda (este é o 1º Manoel Lourenço), o subdelegado de Abaeté, José Honório Roberto Maués, como da comarca da Capital.
Lopes Trovão
. Francisco Lopes Trovão
Em 1878 foram nomeados: delegado de Igarapé-Miry, João Baptista Machado Janahú e como 1º suplente, o tenente Thomaz Antonio Cardoso Amanajás de Tocantins; 2º suplente, Victório Gonçalves de Castro e 3º dito, Manoel Procópio Gonçalves. Para o 1º districto, como subdelegado, Francisco Lopes Trovão, 2º suplente, capitão lourenço Monteiro de Alfaia Lobato e 3º dito, João d’Annunciação Correa. 
Pereira Tourão
. Brazília de Nazareth Pereira Tourão, professora de escola elementar da Vila Maiauatá, distrito de Igarapé-Miri, citada em 1885. 
Tourão Pantoja
. 1ª G/ pais de Miguel e Venino Tourão Pantoja
. 2ª G/Filhos/F, Miguel Tourão Pantoja, que com o irmão Venino compram os negócios comerciais de João Tourão Correa de Miranda, em Igarapé-Miri/Pa.
. 2ª G/Filhos/F, Venino Tourão Pantoja.
Tourão Correa
. Tourão Correa & Irmão
. Lobato e Cia, firma dona do Engenho Vera Cruz, no Rio Panacuéra-Miry, que passou para a firma Tourão Correa & irmão.
Família Trindade
Os Trindade
. Ambrósio José da Trindade: João Lima de Castro Gama, tenente, auxiliado por José Gonçalves Chaves e Ambrósio José da Trindade, organizaram, na antiga Freguesia de Sant’Anna de Igarapé-Miry, a retomada dessa freguesia das mãos dos revoltosos da Cabanagem em 1836. 

 . Eneas Trindade,música que na década de 1920 era componente da Banda Henrique Gurjão e que depois se transformou no Clube Nunes Garcia, em Ig-Miri.
 Família
. João Baptista da Trindade, citado em 1876, que falece ao derrubar uma árvore, quando um galho lhe atinge fatalmente a cabeça.
Família
. Felippe Nery da Trindade: Lourenço da Silva Telles, que era o coletor da mesa de rendas em da coletoria de Cairary, junto com o escrivão Felippe Nery da Trindade em 1863. 

FAMÍLIAS V
Família Vale
. 1ª G/pais de Avelino Joaquim do Vale
. 2ª G/Filhos/F, Avelino Joaquim do Vale, lendário português sócio da Engarrafadora e Empório Comercial Vale, dono de engenho Santa Cruz, no Rio Panacuéra, em 1930, que quando faleceu passou para a firma Viúva Vale & Cia, que também produzia álcool e açúcar branco, no atual município de Abaetetuba, com a produção de açúcar e que, posteriormente, comprou do Capitão Porfírio Antonio Lobato as terras do antigo engenho Santa Cruz e que associou-se ao jovem João Vasconcelos Alves, este de nacionalidade portuguesa, que em 1925 transferiram e construíram o engenho em outro lugar em 1930, com maquinário de marca inglesa, que produzia 1000 sacas de açúcar de 60 quilos por mês, que abastecia toda a região e vendia o excedente para a Capital, Belém. Foi a partir da década de 1930 que a fiscalização do Instituto do Açúcar e do Álcool começou a notificar a firma e pedir a redução da produção de açúcar para 150 quilos mensais e mesmo em 1942 com a falta de açúcar no Pará durante a 2ª Guerra Mundial a firma de Avelino e sócio não puderam fabricar o açúcar acima da cota estipulada. Mesmo com essas dificuldades os sócios prosperaram na atividade de comércio-indústria-navegação e só encerraram atividade com a crise da cachaça nos anos finais da década de 1970, com as demandas trabalhistas da época e até os anos de 1980 a lendária indústria ficou aberta à visitação. Avelino Joaquim do Vale era casado e com filhos, 3ª G/Netos/N.
Família
. Padre Manoel Rodrigues Valente, citado como pároco da Freguesia de Nossa Senhora Soledade de Cairary em 1859.

Família Valois
. José Valois: Gil Braz Alves, Feliciano Martins e José Valois, descendentes de europeus, que na penúltima década do século 19 chegaram no Rio Maiauatá e estabeleceram-se na antiga Ilha Concórdia (antigo nome da Vila Maiauatá), vindos do estado do Maranhão e que iniciaram a ocupação e a devoção à Santo Antonio na Vila Maiauatá e no ano de 1900 deram origem à devoção à Virgem de Nazaré na mesma vila e que hoje é a Padroeira da mesma Vila.
Valois Chaves
José Valois Chaves: Em 1888 foram nomeados como oficiais da Guarda nacional em 7 de fevereiro, para o batalhão nº 34 de infantaria da Guarda Nacional de Igarapé-Miry:
. 1ª companhia: para capitão, o alferes do extinto batalhão nº 11, Aprígio Apolinário Lobato.
. Para tenente, o guarda Leonardo Antonio Lobato.
. Para alferes, o guarda Manoel Sebastião Lobato.
Promoções:
. Promovido para capitão da 2ª companhia, o guarda José Fleury Correa Caripuna. Para tenente, o guarda João Antonio da Cruz Filho.
. Para alferes, o guarda Manoel João Pimentel.
. 3ª Companhia: promoções em 1888:
. Para capitão, o guarda José dos Passos Correa de Miranda.
. Para tenente, o guarda Joaquim de Deus Oliveira.
. Para alferes, o guarda José Valois Chaves.
Família Vasconcelos
. Helena Correa de Vasconcelos, professora, foi aluna do antigo Grupo Escolar de Ig-Miri e é formada no curso superior de Pedagogia e doutora em Educação.
. Engenho da família Vasconcelos no Furo Grande e antigos donos do Sítio Santa Cruz, na localidade Maúba, onde existia comércio, engenho e que deixaram o Maúba em 1920.

Família Vaz
Ferreira Vaz
. Marcelino Augusto Ferreira Vaz, presente na instalação da Cidade de Abaeté em 15/8/1895 e vogal na Intendência do Padre Francisco Manoel Pimentel em 1896-1900.
. Marcolino Augusto Ferreira Vaz: citado em 6/8/1901, com a reinvidicação dos donos de engenhos de Abaeté e Igarapé-Miri, junto ao Governador do Pará, Dr. Augusto Montenegro, pela isenção dos impostos importados de outros estados brasileiros, solicitados pela Associação Comercial de Belém. 
A comarca de Igarapé-Miry em 12/4/1906 abrigava a 72ª brigada de infantaria que tem como coronel comandante, o tenente-coronel Marcollino Augusto Ferreira Vaz e ainda:
Estado Maior:
. Capitão-assistente, João Pereira da Costa Júnior e o capitão Miguel Mendes dos Reis; capitaõ-ajudante de ordem, Messias de Sigmaringa Lobato e capitão-ajudante de ordem, Leopoldo Anísio de Lima; major-cirurgião, Dr. João Evangelista Correa de Miranda.
214º batalhão de infantaria:
. Estado Maior: tenente-coronel comandante, major José Honório Roberto Maués, major-fiscal, o capitão Alexandre Antonio Cardoso, capitão-ajudante, João Roberto dos Reis; tenente-secretário, José da costa Ferreira Ribeiro; tenente-quartel-mestre, Augusto Pereira da Cruz; capitão-cirurgião, João Nonnato de Souza.
. 1ª companhia de infantaria: capitão Rodolpho Pereira de Araujo; tenente Olyntho Rocha, alferes, Príncipe da Silva Villaça e João Joaquim de Almeida Pinto.
. 2ª companhia de infantaria: capitão Firmo Roberto Maués, tenente Thomaz Rodrigues Pereira, alferes Jerônimo Freitas Guedes e Manoel José da Costa.
. 3ª companhia de infantaria, capitão João Nepomuceno Viégas, tenente Bernardo Antonio Maués e alferes Leopoldo Ceciliano Paes e Jacintho José dos Santos.
. 4ª companhia de infantaria, capitão Manoel Fernandes Paes, tenente Fortunato Pereira Ramos e alferes Manoel Athanasio Fernandes e Romualdo José do Carmo.
. Raymmundo Ferreira Vaz, dono de engenho no rio Quianduba em 1922 e no Furo Grande em 1931. O do Furo Grande fechou em 1932.

Família
Família Vaz
Os Vaz
Alves Vaz
. Antiga família, dona do Sítio Santa Cruz na localidade Maúba, que subsistiu até a década de 1920, onde hoje (2008) fica a Escola Graziela, um posto de saúde e casas que formam pequenas vilas.
. Marcelino Augusto Ferreira Vaz, presente na instalação da Cidade de Abaeté em 15/8/1895 e vogal na Intendência do Padre Francisco Manoel Pimentel em 1896-1900.
. Marcolino Augusto Ferreira Vaz, coronel comandante-tenente-coronel da 72ª birgada de infantaria da Guarda Nacional em 12/4/1906.
Raymmundo Ferreira Vaz, dono de engenho para fabricar açúcar no rio Quianduba em 1922 e no Furo Grande em 1931. O do Furo Grande fechou em 1932.
Família Vera Cruz
. Manoel Joaquim da Vera Cruz, músico na década de 1920 da Banda Henrique Gurjão, que depois mudou para Clube Nunes Garcia, em ig-Miri. 

Família Viana 
Tocantins Viana
1ª G/ pais da mãe de Claudionor e Deoclécio Tocantins Viana
. 2ª G/Filhos/F, mãe de Claudionor e Deoclécio Tocantins Viana, que casada, teve esses e possivelmente outros filhos,3ª G/Netos/N.
. 3ª G/N, Claudionor Tocantins Viana, dono do Engenho São João.
. Claudionor Tocantins Viana, irmão de Deoclécio Tocantins Viana, comerciante, dono dos engenhos, São Raimundo na localidade rio Urubuéua, São João Batista, na localidade Rio Guajarázinho, da firma C. T. Viana, engenho que pertencia ao Velho Arthur e que produzia a cachaça “Papagaio” e que, posteriormente, foi vendido ao Sr. Manoel Costa/Duca Costa, que por ocasião da crise dos engenhos no final da década de 1970 foi entregue aos trabalhadores como pagamento de dívidas na Justiça do Trabalho, na pessoa do Sr. Josué, até ser definitivamente abandonado e o Sr. Claudionor, também foi dono do Engenho São José, situado no Rio Maracapucu e o Sr. Claudionor foi um dos fundadores do Centro Comunitário dessa localidade. C. T. Viana, dono de engenho no rio Guajarázinho, que pertencia ao Velho Artur, que produzia a cachaça Papagaio. Engenho S. João Batista, sito no Rio Guajarázinho, que poposteriormente foi vendido para o Sr. Manoel Costa/Duca Costa, que por ocasião da crise dos engenhos nos anos finais da década de 1970, quando foi entregue aos trabalhadores na pessoa do Sr. Josué até ser abandonado e o Sr. Caudionor também foi dono do Engenho São José, situado no Rio Maracapucu. Claudionor Tocantins Viana era casado e com filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn e netos, 5ª G/Trinetos/Tn. 
. 3ª G/N, Deoclécio Tocantins Viana/Deca Viana, comerciante, dono de engenho Borboleta no rio Urubuéua-Fátima, fabricante da cachaça “ Borboleta”, um dos antigos moradores dessa localidade, um dos fundadores do Centro Comunitário. Deoclécio era casado e com filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn e netos, 5ª G/Trinetos/Tn.
Citações: Tocantins e Filhos, firma dona do engenho de cachaça Primavera, Rio Panacuéra, início do século 20.

Outros Viana em Pesquisa
. Roberto Mesquita Viana, antigo morador da localidade Rio Urubuéua-Fátima. 
. Viana & Irmão, dona do engenho Santa Olinda, Rio Jarumã, início do século 20. 
. Raimundo Nobre Viana, dono de engenho na margem direita do rio Maracapucu.
Família Vilaça
Vilaça da Silva
. 1ª G/ pais de Raymmunda Villaça da Silva
. 2ª G/Filhos/F, Raymmunda Villaça da Silva, que casou com Antonio Guimarães Rodrigues, casou com Raymmunda Villaça da Silva e com filhos: Didico, Abel e Noé Guimarães Rodrigues, donos de comércio e engenhos em Abaeté.
Família
. Joaquim Antonio da Silva Villaça: O cafuz José, escravo do negociante Joaquim Antonio da Silva Villaça, que em 1848 matou à tiro de espingarda, por engano, o português Antonio da Silva Chaves.
Família
. Idália Vilaça, citada em 2012
. Iracema Vilaça, citada em 2012 

Família Vieira
. 1ª G/ pais de José Pinto Vieira
2ª G/Filhos/F, José Pinto Vieira, que ficou administrando o antigo Engenho do Carmo, que no ano de 1870 pertencia a Antonio Correa de Miranda, o  Barão de Cairary, e demais propriedades que ficaram  como herança aos seus filhos em 1897 quando falecera e que José Pinto Vieira acabou comprando essas propriedades, inclusive o Engenho do Carmo, sito no Rio Anapu. José Pinto Vieira, anos depois, alienou o maquinário do dito engenho para uma empresa de Abaetetuba e ficou apenas com as atividades de plantio e comercialização de cacau e outras culturas.
Família Vilhena
. Padre José Marianno de Vilhena, pároco coadjutor da Villa de Igarapé-Miry em 1855.
Família
. Padre Felippe Santiago de Vilhena, professor vitalício da instrução pública da Villa de Igarapé-Miry, citado nessa função de 1859 a 1863.
Famílias X
. Manoel Xavier, foi aluno no antigo Grupo Escolar de Ig-Miri, formado no curso superior de Bacharel em Direito, advogado e Defensor Público em Ig-Miri.
Famílias W
. Madalena Werneck, foi professora em Ig-Miri
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Prováveis Descendentes das Antigas Famílias de Igarapé-Miri. Residentes no Rio Maúba, que faz Divisa de Abaetetuba e Igarapé-Miri:
Foram inicialmente perto de 20 famílias que em idos tempos começaram a povoar as margens do rio Maúba e adjacências e ainda com alguns descendentes residindo no Maúba, tendo muitos ido morar em Igarapé-Miri, Abaetetuba, Barcarena e Belém. Alguns desses descendentes podem estar elencados abaixo.
Os Almeida
. Raimundo de Almeida, que é um dos dirigentes do Clube Mangueirinha, da localidade Rio Maúba, citado em 2008.
Os Alves
. Rodrigues Alves: são os atuais donos do antigo Sítio Santa Cruz situado na localidade Rio Maúba  e donos do barco Rodrigues Alves, que faz linha para Breves, Belém, Cametá, Mocajuba e outras localidades. O sítio era composto de engenho de cana-de-açúcar, de olaria, de comércio, regatão e de estaleiro, complexo que chegou a empregar cerca de 300 pessoas nessas atividades.

Os Barros
Sarges Barros
. 1ª G/ pais de João Sarges Barros
. 2ª G/Filhos/F, João Sarges Barros, que em 1730 comprou a propriedade da família Gonçalves de Oliveira, em Igarapé-Miri e que deu continuidade à festa de Sant’Anna, em Igarapé-Miri, em 1730, que iniciou a construção da Igreja Matriz de Igarapé-Miri na década de 1790 e era casado e com filhos, 3ª G/Netos/N: João Paulo de Sarges Barros e outros.
. 3ª G/N, João Paulo de Sarges Barros, falecido por volta de 1777, formou-se padre em Belém/Pa e foi o 1º pároco de Igarapé-Miri

Os Cardoso
Alfaia Cardoso
. Maria das Graças Alfaia Cardoso, nascida por volta de 1958, moradora do Rio Maúba, citada em 2008.
Gomes Cardoso
. Zacarias Gomes Cardoso,nascido por volta de 1949, morador da localidade Rio Maúba e é um dos despositários da memória dos engenhos dessa localidade, citado em 2008.
Pinheiro Cardoso
. Raimundo Benedito Pinheiro Cardoso, morador da localidade Rio Maúba, nascido por volta de 1979, citado em 2003.

Os Conceição
Gomes da Conceição
.; João Gomes da Conceição, que exerce a função de queimador desde 1953 nas olarias da localidade Rio Maúba, citado em 2008.

Os Correa
Ferreira Correa
. Marciane do Socorro Ferreira Correa, nascida por volta de 1977, moradora da localidade Rio  Maúba, citado em 2008.
Gonçalves Correa
. Marcelino do Espírito Santo Gonçalves Correa, era capataz da Colônia de Pescadores da localidade Rio Maúba, citado em 2008.

Pinheiro Correa
. 1ª G/ pais de Miguel Pinheiro Correa
. 2ª G/Filhos/F, Miguel Pinheiro Correa, origem na localidade Rio Maúba, já falecido, era casado e com filhos, 3ª G/Netos/N: Marcelino do espírito Santo Gonçalves Correa.
Os Costa
. Bera da Costa, moradora da localidade Rio Maúba, citada em 2008.
Os Cruz
. Raimundo Cruz,  que cedeu um grande terreno para a edificação da capela católica da localidade Rio Maúba, citado em 2008.
Os Diniz
. Antonio Diniz, natural da localidade Rio Maúba, era músico e já idoso nos anos de 1950.
Os Ferreira
. Caboclo Ferreira, era proprietário de casa de festas, comércio e engenho no Sítio Miguelão, localidade Rio Maúba, citado em 2008.
Ferreira e Ferreira
. Deusa Ferreira e Ferreira, nascida por volta de 1954, professora na localidade Rio Maúba citada em 2008
Rodrigues Ferreira
. Samuel Rodrigues Ferreira, dono do Engenho Santa Terezinha para fabricar açúcar moreno na localidade Rio Maúba.

Família
. 1ª G/ pais de Pedro Rodrigues Ferreira/Pedrozinho
. 2ª G/Filhos/F, Pedro Rodrigues Ferreira/Pedrozinho, era o dono de uma casa grande onde se festejava São Pedro no dia 29 de junho e de onde surgiram as comunidades católicas da localidade Rio Maúba, e pedrozinho é casado e com filhos, 3ª G/Netos/N, onde uma das suas noras é chamada Dona Gegé.

Os Fonseca
. 1ª G/ pais de Vicente Cornélio Fonseca
. 2ª G/Filhos/F, Vicente Cornélio Fonseca, nascido na localidade Rio Maúba, casou com Vicência Maria Fonseca e com filhos, 3ª G/Netos/N: Apolinário dos Passos Fonseca e outros.
. 3ª G/N, Apolinário dos Passos Fonseca, morador da localidade Rio Maúba, que exerceu a atividade de seringueiro, casou com Palmira Ramos Fonseca e com filhos, 4ª g/Bisnetos/Bn: Enedina Ramos da Fonseca/Giloca e outros.
. 4ª G/Bn, Enedina Ramos da Fonseca/Giloca, nascida a 15/6/1916, moradora da localidade Rio Maúba, trabalha nas lavouras de cará e açaí e com vários filhos adotivos, 5ª G/Trinetos/Tn.
Genealogia Materna de Enedina Ramos da Fonseca do Rio Maúba
. 1ª G/ pais de Levindo Manoel Ramos
. 2ª G/Filhos/F, Levindo Manoel Ramos, origem na localidade Rio Maúba, casou com Josefa Ramos Fonseca e com filhos, 3ª g/Netos/N:
. 1ª G/ pais de Josefa Ramos Fonseca
. 2ª G/ Josefa Ramos Fonseca, casou com levindo Manoel Ramos e com filhos, 3ª G/Netos/N: Vicência Maria Fonseca e outros.
. 3ª G/N, Vicência Maria Fonseca, casou com Vicente Cornélio Fonseca, este nascido na localidade Maúba e com filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn: Enedina Ramos da Fonseca e outros.
. 4ª G/Bn, Enedina Ramos da Fonseca, nascida a 15/6/1916, moradora da localidade Maúba, trabalha nas lavouras de cará e açaí e com vários filhos adotivos, 5ª G/Trinetos/Tn.
Os Glória
Macedo Glória
. Manuel Macedo Glória, morador da localidade Rio Maúba, citado em 2008. 

Os Gomes
Pinheiro Gomes
. Francimário Pinheiro Gomes, jovem presidente do Clube Manival Esporte Clube, da localidade Rio Maúba, citado em 2008.
Oliveira Gomes
. Raimundo de Oliveira Gomes, que era o presidente do Clube Barcelona,  da localidade Rio Maúba, citado em 2008.
Silva Gomes
. Francisco da Silva Gomes, é um dos coordenadores da comunidade de Nossa Senhora de Fátima, da localidade Rio Maúba, citado em 2008.
Os Leão
. Dielson Leão, nascido por volta de 1985, morador da localidade Rio Maúba, citado em 2008.

Os Lima
Ferreira Lima
. Adamor Ferreira Lima, é originário da localidade Rio Maúba, formado padre pela Diocese de Abaetetuba.
Pinheiro de Lima
. 1ª G/ pais de Pedro Pereira Pinheiro de Lima
. 2ª G/Filhos/F, Pedro Pereira de Lima, natural da localidade Rio Maúba, viajava como músico pelas localidades do Marajó,  casou com  Tralvina Ayres de Lima e com filhos, 3ª G/Netos/N: Adamor Ayres de Lima e outros.
. 3ª G/N, Adamor Ayres de Lima, nascido em 1931 na localidade Rio Maúba e também morou na localidade Rio Panacuéra, trabalhava como mecânico e caldeiro de cobre nos engenhos do Rio Maiauatá nos anos de 1950, município de Igarapé-Miri/Pa, mudou para Abaetetuba em 1974, músico que tocou na Banda Carlos Gomes,  de Abaetetuba, citado em 2003, era casado e com 10 filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn.

Os Lobato
. Cesário Lobato, dono de engenho para fabricar mel em 1922 na localidade Rio Maúba.
Gonçalves Lobato
. Saúl de Nazareno Gonçalves Lobato, nascido por volta de 1989, morador da localidade Rio Maúba, citado em 2008.
Os Macedo
Sousa Macedo
. Josivane de Souza Macedo, nascida por volta de 1983, moradora da localidade Rio Maúba, citada em 2008.

Os Monteiro
Rodrigues Monteiro
. Pedro Rodrigues Monteiro, morador da localidade Rio Maúba, citado em 2008.
Os Nunes
Quaresma Nunes
. Benedito Quaresma Nunes, morador da localidade Rio Maúba, citado em 2008.

Os Oliveira
. 1ª G/ pais de Antonio Gonçalves de Oliveira
. 2ª G/Filho/F, Antonio Gonçalves de Oliveira, português, que introduziu a devoção à Sant’Anna, em Igarapé-Miri em 1704, casado e com filhos, 3ª G/Netos/N: Ana Gonçalves de Oliveira e outros.
. 3ª G/N, Ana Gonçalves de Oliveira, nascida por volta de 1696, que era a proprietária da imagem de Sant’Anna que tem 87cm de altura, que veio de Portugal, casou com com o comerciante Jorge Monteiro em 1714 em Portugal e com filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn e em 1730 voltaram para Portugal.

Os Pantoja
. Eraldo Glória Pantoja, que é um dos dirigentes do Clube Barcelona, na localidade Rio Maúba, citado em 2008.
Família
. 1ª G/ pais de Rosa de Almeida/Pantoja
. 2ª G/Filhos/F, Rosa de Almeida/Pantoja, origem na localidade Rio Maúba, casou com Cândido de Almeida Pantoja e com filhos, 3ª G/Netos/N: Martinha Pantoja Ferreira e outros, esta nascida em 1917.
Almeida Pantoja
. 1ª G/ pais de Cândido de Almeida Pantoja
. 2ª G/Filhos/F, Cândido de Almeida Pantoja, origem na localidade Rio Maúba, casou com Rosa de Almeida Pantoja e com filhos, 3ª G/Netos/N: Martinha Pantoja Ferreira.
Ferreira Pantoja
Benedito Ferreira Pantoja, dono de engenho para fabricar açúcar e mel de cana na localidade Rio Maúba. 
Ramos Pantoja
. Antonio Ramos Pantoja, freteiro na localidade Rio  Maúba.
Silva Pantoja
. Fernando da Silva Pantoja, que é um dos coordenadores da Comunidade de Nossa Senhora de Fátima, da localidade Rio Maúba, citado em 2008.

Os Sousa
Pantoja de Sousa
. Nazaré Pantoja de Souza, nascida por volta de 1974, moradora da localidade Rio Maúba, citada em 2008.
. Domingos de Assis Pantoja de Souza, freteiro na localidade Rio Maúba.
. Joana Gonçalves de Souza, nascida por volta de 1958, moradora da localidade Rio Maúba, citada em 2008.
Teixeira Pantoja
. Francisco Teixeira Pantoja, dirigente da Assembléia de Deus, morador da localidade Rio Maúba, citado em 2008.

Os Rodrigues
.Társio Alexandre Rodrigues, nascido por volta de 1981, morador da localidade Rio Maúba, citado em 2008.

Os Silva
. Firmino Silva, morador da localidade Rio Maúba, citado em 2008.
. Maria de Lourdes da Silva, nascido por volta de 1973, morador do Maúba, citado em 2008.
Machado da Silva
. Maria de Lourdes Machado da Silva, nascida por volta de 1960, moradora do Maúba, citado em 2008.
. Natanael Machado da Silva, presidente do Clube Real Madri, da localidade Maúba, citado em 2008.
 
 Blog do Prof. Ademir Rocha, de Abaetetuba/Pa

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