IGARAPÉ-MIRI: GENEALOGIA 5, ENGENHOS E OUTROS ASPECTOS 5
GENEALOGIAS, ENGENHOS
A colonização do Pará se iniciou
através das sesmarias concedidas aos colonizadores portugueses e estes, ao se
fixarem às margens dos rios do Grão-Pará, iam determinando o surgimento das
povoações, que posteriormente dariam origem às freguesias e estas às vilas e
cidades.
As regiões do Baixo Tocantins,
Marajó (estas situadas em pleno Delta do Amazonas) e as terras do atual
Nordeste Paraense, não fugiram a essa regra, onde os colonizadores iam
instalando os povoamentos às margens dos
rios do Baixo Tocantins, do Marajó e nos rios Guamá, Acará, Moju, Capim,
Igarapé-Miri e tantos outros que serão citados nestas postagens. Esses
colonizadores, após as instalações desses povoados e de suas atividades
econômicas, não se fixavam apenas em uma localidade, devido seus interesses
econômicos que se espalhavam pelas margens dessas vias aquáticas acima citadas
e que também constituíam o modo de comunicação e de comercialização dos
produtos de suas atividades econômicas, vias que se tornaram importantes no
escoamento e comercialização do açúcar, do período colonial e da cachaça dos
períodos provincial e republicano do Pará.
As atuais cidades do Baixo
Tocantins, devido a presença do Delta Tocantino (região em que a aguá doce se
mistura com a água salgada do Oceano Atlântico), sofreram e sofrem as
influências dos corpos d’água desse estuário e em vários aspectos de sua vida,
especialmente no tocante as atividades econômicas e formação das populações.
Abaetetuba, Igarapé-Miri, Cametá e as atuais cidades do Baixo Tocantins estão
cercadas de água por todos os lados e os limites são feitos a partir de muitos
rios dessa região. No tocante ás populações das cidades, especialmente de
Abaetetuba e Igarapé-Miri, foram praticamente às mesmas famílias dos antigos
colonizadores portugueses que iniciaram a formaçãos dessas povoações, levados
por interesses econômicos, militares, políticos ou religiosos. Se analisarmos
bem a origem das famílias de Abaetetuba e Igarapé-miri, iremos encontrar uma
ancestralidade comum na formação de suas populações, devido interesses citados.
É claro que o colonizador português miscigenou com as populações nativas locais
e com a grande população escrava que existia na região, devido às exigências da
forma de atividade econômica com que iniciaram a colonização, que foi a
agricultura e, em especial, a cultura da cana doce e da indústria canavieira
que exigiam muitos braços para esses pesados serviços.
As Famílias de Igarapé-Miri - Continuação
GENEALOGIA MIRIENSE
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OUTRAS FAMÍLIAS DE IGARAPÉ-MIRI E
ABAETETUBA
Período Colonial
. Dos
Capitães-Mores: 1615 a 1753
. Dos
Governadores: 1753 a 1820.
Foi no tempo dos capitães-mores e dos governadores
do então Grão-Pará que os primeiros engenhos de cana de açúcar surgiram nas
terras do Baixo Tocantins e outras regiões do antigo Pará.
. Período Provincial ou da Província do Grão-Pará,
com os Presidentes da Província: 1821 a 1889 (na Proclamação da República).
Foi a partir do período do início do período
provincial que a indústria canavieira tomou novo impulso que resultou na
instalação de dezenas de engenhos em Abaetetuba e Igarapé-Miri, agora não mais
para a produção de açúcar e sim da produção da aguardente de cana ou cachaça.
. Período Republicano: 16/11/1889 a 2007
· A Era Republicana, pelo Movimento Republicano
decreta o fim do império em 1889.
. República Velha ou República das Oligarquias:
1889 a 1930, com a Revolução de 1930, de Getúlio Vargas.
No início do período republicano
a indústria da aguardente estava em pleno auge.
Independência do Brasil da Coroa
Portuguesa: 1822, através de D. Pedro I.
No período colonial do Pará, os
engenhos eram obrigados a produzir açúcar para abastecer os mercados da
Capital, Belém e com grande parte da produção sendo exportada para Portugal.
Nesse período, pela obrigatoriedade da produção de açúcar, os engenhos foram
proibidos de produzir cachaça por vários motivos, sendo o principal a produção
de açúcar para suprir as necessidades da Coroa Portuguesa.
Fim da
escravidão negra no Brasil: 13/5/1888, instituída pela Lei Áurea, decretada
pela princesa Isabel.
Antes do fim
definitivo da escravidão negra no Brasil e em consequência no Pará, os engenhos
de cana-de-açúcar que utilizavam uma grande quantidade de braços nas pesadas
tarefas da indústria canavieira e em outros roçados, os donos de engenhos sentiram
o forte impacto que o fim da escravidão negra já vinha ocasionado pela falta de
braços nos roçados de cana e das outras culturas. Os donos de engenho do Baixo
Tocantins conseguiram adaptar o sistema patriarcal da tutela em relação aos
trabalhadores dos engenhos e de suas famílias.
Diocese do Pará
. Diocese do Pará: 4/3/1719, criada com o
desmembramento da então Diocese do Maranhão. Abaetetuba e Igarapé-Miri fizeram
parte, por muitos anos, dessa diocese.
Igreja e Estado constituíam um só ente
político-social e a Catequese e Civilização dos indígenas e o Culto Divino ou
Culto Público faziam parte da política de colonização do Grão-Pará, sistema que
avançou além das primeiras décadas do regime republicano.
. Arquidiocese do Pará ou Sé Metropolitana: 1/5/1906.
Abaetetuba e Igarapé-Miri ficaram atreladas
à Arquidiocese de Belém até 25/11/1961, no caso de Abaetetuba e a
Paróquia de Igarapé-Miri passou a fazer parte da Prelazia da vizinha cidade de
Cametá.
. Período de Povoado, Freguesia, Vila e Cidade
Esses períodos são importantes marcos da história
das localidades do Pará, nos aspectos econômicos, financeiros, políticos,
sociais, geográficos e demográficos.
· .
Igarapé-Miri:
A partir de 1710, Povoação de Sant’Anna de Igarapé-Miri até a condição de
Freguesia de Sant’Anna de Igarapé-Miri em 29/12/1754, dada pelo D. Frei Miguel
de Bulhões e pela Lei Nº 113, de 16/10/1843 torna-se Vila de Igarapé-Miri, que
compreende a freguesia de mesmo nome e as freguesias de Abaeté e Cairary, tendo
a sua instalação e 1ª Câmara Municipal somente em 26/7/1845 (1845 a 1849) e a
Comarca de Igarapé-Miry foi criada pelo Decreto nº 6.992 de 14/8/1878, composta
de 3 municípios: Igarapé-Miry, Abaeté e Moju e 5 freguesias: Sant’Anna de
Igarapé-Miry, Nossa Senhora da Conceição de Abaeté, São Miguel de Beja, Divino
Espírito Santo do Moju e Nossa Senhora da Soledade de Cairary. E, pela Lei Nº
438, de 23/5/1896, a Villa de Igarapé-Miry é elevada à condição de Cidade de
Igarapé-Miri.
· . Abaetetuba.
Povoação de Nossa Senhora da Conceição de Abaeté: 8/12/1724 até 1750 quando se
torna Freguesia de Nossa Senhora da Conceição de Abaeté e em se torna Villa de
Abaeté pela Lei nº 973 de 23/3/1880, que
também criava a Câmara de Vereadores e
Cidade de Abaeté em 1895, até os dias atuais.
. 1ª Câmara de Vereadores:
Eram as Câmaras de Vereadores,
antes da adoção do Conselho de Intendência, que faziam a administração das
vilas ou cidades da Província do Pará. Todas as demandas e questões políticas
eram tarefas das antigas Câmaras de Vereadores dos municípios até o surgimento
dos Conselhos de Intendência, que substituíram o sistema anterior das Câmaras
de Vereadores. Abaeté só chegou a ter Câmara de Vereadores a partir de sua
elevação à condição de vila em 1880 até o ano 1889, com a Proclamação da
República. Igarapé-Miri já era município desde 1845.
De Igarapé-Miri
1 . 1ªCâmara criada em 1845 a
1849.
·
De Abaetetuba
. 1ª Câmara criada em 7/1/1881 até
1884; 2ª Câmara até 1884 1887; 3ª Câmara: 1887 a 1889.
GENEALGIAS DE IGARAPÉ-MIRI
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FAMÍLIAS A
Família Acatauassu
. Mestre Adelino, era músico de uma antiga banda do interior do município de Ig-Miri que tocava nas festas ribeirinhas
. Domingos Borges Machado Acatauassu,
(inimigo político de Pedro Honorato Correa de Miranda), foi um dos vereadores
da 1ª Câmara de Vereadores da Villa de Igarapé-Miri (1845-1849), contemporâneo
dos também vereadores dessa mesma câmara: Domingos Borges Machado Acatauassu,
João Evangelista Correa Chaves, Francisco José Correa de Miranda, Pedro
Honorato Correa de Miranda, João dos Santos Lopes e Antonio Hygino Cardoso
Amanajás. Domingos Borges Machado Acatauassu, era do Partido Liberal, citado
nos documentos dos períodos provinciais e nas primeiras décadas dos governadores
do Pará, do Partido Conservador, que também era deputado na Assembléia dos
Deputadosa, entre 1835 e 1867. O jornal O Diário do Grão-Pará, atacava Domingos
Acatauassu nos anos de 1850, quando este era Juiz de Órfãos de Igarapé-Miri,
porém Pedro Honorato perdeu influência sobre seus eleitores, inclusive de seus
parentes, em 1867 e com isso perdeu a vaga de deputado provincial para Domingos
Acatauassu e citado em 1877 como Tenente-Coronel Comendador, membro da comissão
dos imigrantes cearenses para Igarapé-Miri.
Família Afonso
Os Afonso
. Benedita Afonso, foi citada em 1970 como professora nomeada em Igarapé-Miri/PA
. José Afonso, foi um dos antigos mirienses que lutaram pela melhoria da educação em Ig-Miri.
. Maria da Graça Afonso, citada em 1968 como professora nomeada em Igarapé-Miri/PA.
. Florêncio Farias Afonso, chegou na antiga Vila Concórdia, hoje Maiuatá, em 1920e muito ajudou no desenvolvimento da localidade.
Família
. Florêncio Farias Afonso
. José Moraes Afonso/Zeca Afonso, nascido a 4/11/1910, filho de Florêncio Farias Afonso e Zeca Afonso é citado com 89 anos em 1999, é um dos depositários da memória de Ig-Mir, especialmente da antiga Vila Concórdia, hoje Vila Maiuatá, que fala da fartura e beleza dessa localidade que por isso atraiu muitos imigrantes que ajudaram no desenvolvimento da vila, que eram devoto de Santo Antonio e de N. S. de Nazaré, da então Vila Cóncórdia, que muito ajudaram nos festejos desses santos, especialmente a concorrida festa de N. S. de Nazaré a partir de 1900.
Família
. José Maria Afonso/Tio Zeca, com origem na Vila de Maiuatá, município de Igarapé-Miri, casado com Araci Santa Maria Afonso e com filhos: Miguel Benedito Quaresma Afonso/Mestre Boboca, Socorro Afonso e outros em pesquisa
. Miguel Benedito Quaresma Afonso/Miguel/Mestre Boboca, nascido a
23/7/1956,com origem na Vila Maiuatá, município de Igarapé-Miri,
falecido, filho de José Maria Afonso/Tio Zeca e Araci Santa Maria
Afonso, era dono do Sítio Iara, grande mestre musical tocando guitarra nos conjuntos de
Igarapé-Miri e Abaetetuba, casado e com 5 filhos.
Outros Afonso em Pesquisa
Família Albuquerque
. Nadir Albuquerque
Família Alfaia
Monteiro de Alfaia Lobato:
Lourenço Monteiro de Alfaia Lobato:
Em 1878 foram nomeados: delegado de
Igarapé-Miry, João Baptista Machado Janahú e como 1º suplente, o tenente Thomaz
Antonio Cardoso Amanajás de Tocantins; 2º suplente, Victório Gonçalves de
Castro e 3º dito, Manoel Procópio Gonçalves. Para o 1º districto, como
subdelegado, Francisco Lopes Trovão, 2º suplente, capitão Lourenço Monteiro de
Alfaia Lobato e 3º dito, João d’Annunciação Correa.
Família Almeida
Os Almeida
. Antonio Almeida, antigo morador de Ig-Miri em cujo sobrado funcionou o antigo Grupo Escolar de dessa cidade.
. Firmo Almeida, participou em 1920 da antiga banda Henrique Gurjão, posteriormente transformada no Clube Nunes Garcia em Ig-Miri.
. Francisca Almeida, citada em 1968 como professora nomeada para a Vila Maiuatá, em Igarapé-Miri/PA.
. Otávio Almeida, era morador na localidade Vila Concórdia, hoje Vila Maiuatá, que cedia sala de sua casa para funcionamento da escola da localidade, casado com D. Lili e com filhos: Lucilinda Ferreira Belúcio, esta professora, Odrado e Almendro.
. Raimunda Almeida/Mundinha, com origem no
município de Ifarapé-Miri, citada em 2007.
Graciliano Almeida, foi deputado estadual no Pará.
Os de Almeida
. Maria de Nazaré de Almeida, foi professora e diretora no antigo Grupo Escolar de Ig-Miri.
Família
. Celeciana de Almeida/Cecé, com origem na localidade Rio Maiuíra, que já possuía 98 anos de idade em 2001 e ultrapassou a casa dos 100 anos de vida, tendo trabalhado como tecelã de redes com fios de algodão, extratora de seringa, apanhadora e amassadeira de açaí, agricultora de arroz, milho, depositária de grande parte da memória ribeirinha, casou com João Cardoso e com um filho: Itamar, e com o marido a
deixando por outra e, posteriormente, Celé teve mais 2 filhos em 2ª
núpcias: João e Maximiano, ambos já falecidos, sendo que Cecé era boa
frequentadora dos antigos bailes do tempo dos jazzs: Jacaré, 15 de
Agosto, Bela União, Paulo Chaves, Coforotes, Carlos Gomes, Palha Seca,
Palha Verde e outros conjuntos da época.
. Itamar Almeida Cardoso, filho de Celeciana de Almeida e João Cardoso.
. João Almeida, já é falecido, filho em 2ª núpcias de Celeciana Almeida
. João Cardoso, foi o 1º marido de Celeciana Almeida e com o filho Itamar Almeida Cardoso.
. Maximiano Almeida, já é falecido, filho em 2ª núpcias de Celeciana de Almeida.
Família
. Abília Sacramento
. Alberto da Trindade Almeida, filho de Tomaz de Aquino Almeida e Maria do Carmo Trindade de Almeida, irmão de Ana da Trindade Almeida, foi advogado e prefeito de Ig-Miri em 1935-1938 pelo antigo Partido Social Democrático, foi prefeito nomeado pelo Interventor Federal Joaquim de Magalhães Cardoso Barata no chamado Estado Novo e que fundou em 1941 o famoso Sport Club Sant'Ana, este clube de muitas glórias nessa época.
. Ana da Trindade de Almeida, foi aluna até as primeiras letras da professora Eulina da Purificação Cardoso na Escola Municipal feminina em Igarapé-Miri, foi professora por longos anos em Ig-Miri, nascida em 1/1/1900 e falecida em Belém no dia 2/6/1978 filha de Tomaz Aquino de Almeida e Maria do Carmo Trindade de Almeida, estudou na Escola de Externato da Professora Eulina da Purificação Cardoso e outras escolas de Ig-Miri, foi professora na antiga Casa Vale, do Sr. Avelino Vale e em outros locais por longos anos, e foi dona de Escola de Externato em sua casa para crianças, e em 1930 foi designada como professora para a localidade Panacuera, no Engenho do Sr. Avelino Vale e, posteriormente, foi professora na Escola Isolada Mixta, em Ig-Miri, contenporaneamente ao seu Externato, e nas suas escolas desenvolvia apresentações cívicas, culturais e trabalhos manuais variados, foi autora de peças teatrais, foi catequista e uma das organizadoras das noites da festa de Santa'Ana, foi cantora do coral nessas festas, compositora.
. Antonio da Trindade Almeida, filho de Tomaz Aquino de Almeida e Maria do Carmo Trindade Almeida, irmão de Ana da Trindade Almeida
. Arminda Correa de Almeida, esta nascida em 1905, costureira, citada em 1912 como aluna da professora Eulina da Purificação Cardoso
. Áurea Almeida, filha da professora Ana de Almeida.
. Celeciana de Almeida/Cecé
. Creuza Almeida, sobrinha de Ana de Almeida
. Graciano da Trindade Almeida, filho de Tomaz Aquino de Almeida e Maria do Carmo Trindade de Almeida, irmão de Ana da Trindade Almeida, que em sua época advogou em Ig-Miri e como político foi deputado estadual pelo partido da União Democrática Nacional entre o período de 1946-1950 e que faleceu em pleno exercício do mandato em 1/8/1950 deixando viúva a Sra. Ana Gouveia Lobato de Almeida/D. Noca.
. Lucilinda Ferreira Belúcio
. Marcionila da Trindade Sacramento, filha de Tomaz de Aquino de Almeida e Maria do Carmo Trindade de Almeida, irmã de Ana da Trindade Almeida.
. Maria Creuza Almeida Costa
. Maria da Trindade Almeida, filha de Tomaz Aquino de Almeida e Maria do Carmo Trindade de Almeida, irmã de Ana da Trindade Almeida.
. Raimunda Marlene Almeida, sobrinha da professora Ana de Almeida.
. Raimunda Marlene Miranda do Carmo.
. Raimundo Benedito de Brito Almeida/Mundiquinho, foi o autor do Hino do Esporte Clube Santana, de Ig-Miri.
. Tomaz Aquino de Almeida, casou com Maria do Carmo Trindade de Almeida e com filhos: Ana da Trindade Almeida e seus irmãos: Alberto, Graciano, Marcionila da Trindade Sacramento, Maria, Tomaz de Valois da Trindade Almeida.
. Tomaz de Valois Trindade Almeida, filho de Tomaz Aquino de Almeida e Maria do Carmo Trindade de Almeida, irmão de Ana da Trindade Almeida
Os Outros Almeida
. Alfredo Danglares de Almeida, que foi intendente municipal em Ig-Miri em 1931 e sub-prefeito no mesmo município.
. Januária Constância da Costa Almeida.
. José Maria Correa de Almeida, foi aluno no antigo Grupo Escolar de Ig-Miri, formado no curso superior de Bacharel em Direito.
Família Alves
Os Alves
Os Alves
. Regina Alves, foi professora no início do Instituto Sant'Ana, em Ig-Miri e no antigo Grupo Escolar da mesma cidade.
. Gil Braz
Alves, Feliciano Martins e José Valois descendentes de europeus, que na penúltima década do século 19 chegaram
no Rio Maiauatá e estabeleceram-se na antiga Ilha Concórdia (antigo nome da
Vila Maiauatá), vindos do estado do Maranhão e que iniciaram a ocupação e a
devoção à Santo Antonio na Vila Maiauatá e no ano de 1900 deram origem à
devoção à Virgem de Nazaré na mesma vila e que hoje é a Padroeira dessa localidade.
Família Amaral
Antonio Maria do Amaral, chegou na antiga Vila Concórdia, hoje Maiuatá, em 1920.
FAMÍLIA AMANAJÁS
Cardoso Amanajás:
. Antonio Hygino
Cardoso Amanajás, foi um dos vereadores para a 1ª Câmara de Vereadores da Villa
de Igarapé-Miri (1845-1849), contemporâneo dos também vereadores dessa mesma
câmara: Domingos Borges Machado Acatauassu, João Evangelista Correa Chaves,
Francisco José Correa de Miranda, Pedro Honorato Correa de Miranda, João dos
Santos Lopes e Antonio Hygino Cardoso Amanajás.
Família
. 1ª G,
pais de Leandro Monteiro Amanajás de Tocantins
. 2ª
G/Filhos/F, Leandro Monteiro Amanajás de Tocantins, dono do Engenho Santa Cruz
em 1712, movido pela força das correntezas das águas, sito no Igarapé Calha, no
atual município de Igarapé-Miri, que produzia açúcar moreno, cachaça, rapadura,
engenho posteriormente transformado à vapor, casou com Isabel Amanajás de
Tocantins e com filhos, 3ª G/Netos/N, Tomás Monteiro Cardoso Amanajás de
Tocantins.
. Isabel Amanajás de Tocantins, casou com Leandro Monteiro Amanajás de Tocantins (Vide acima).
Família
. Thomaz Antonio Cardoso Amanajás de
Tocantins: Em 1878 foram nomeados: delegado de
Igarapé-Miry, João Baptista Machado Janahú e como 1º suplente, o tenente Thomaz
Antonio Cardoso Amanajás de Tocantins; 2º suplente, Victório Gonçalves de
Castro e 3º dito, Manoel Procópio Gonçalves. Para o 1º districto, como subdelegado,
Francisco Lopes Trovão, 2º suplente, capitão lourenço Monteiro de Alfaia Lobato
e 3º dito, João d’Annunciação Correa.
Família
. Thomaz
Monteiro Cardoso Amanajás de Tocantins, citado em 6/8/1901, no grupo de donos
de engenhos de Abaeté e Igarapé-miri contra a reinvidicação dos comerciantes de
Belém, através da Associação Comercial de Belém, que queriam a isenção de
impostos da cachaça vinda de outros estados do Brasil, junto ao Governador do
Pará, Dr. Augusto Montenegro, fato que acarretaria a falência dos engenhos do
Baixo Tocantins.
. Thomaz Monteiro Cardoso Amanajás
de Tocantins, este Coronel da Guarda Nacional, comerciante, herdeiro do Engenho
Santa Cruz no final do século 19, que prosperou e adquiriu lancha à vapor
Rosinha e que casou com Rosa de Lyra e tiveram 12 filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn, que
venderam o Engenho Santa Cruz.
Documento de 1878 cita Leandro Cardoso Amanajás de Tocantins, como responsável dos imigrantes cearenses para Muaná.
Família
Documento de 1878 cita Leandro Cardoso Amanajás de Tocantins, como responsável dos imigrantes cearenses para Muaná.
Cardoso Amanajás
. Antonio Hygino Cardoso Amanajás, foi um dos vereadores para a 1ª Câmara de Vereadores da Villa de Igarapé-Miri (1845-1849), contemporâneo dos também vereadores dessa mesma câmara: Domingos Borges Machado Acatauassu, João Evangelista Correa Chaves, Francisco José Correa de Miranda, Pedro Honorato Correa de Miranda, João dos Santos Lopes e Antonio Hygino Cardoso Amanajás.
. 1ª G/ pais de Manoel Antonio Cardoso Amanajás
. 2ª G/Filhos/F, Manoel Antonio Cardoso Amanajás, dono do antigo Engenho Palheta, este sito no distrito de Villa Muaná,Ilha do Marajó, que se originou do lendário plantador de cana-de-açúcar e café, Francisco de Melo Palheta.
Colaboração de Iolanda, que escreve:
Minha origem é São Sebastião da Boa Vista.Meu interesse em
particular é a Familia Maués Tocantins da epoca da Ilha do Palheta.
Minha mãe chegou a ensinar nessa ilha.
Será que sabes algo desse tempo?
. CLAUDOMIRO MAUÉS TOCANTINS
. Coronel EMÍLIO MAUÉS, este que era o encarregado do Engenho Palheta, este um antigo engenho localizado na Ilha Palheta, no município de Muaná - Ilha do Marajó, Pará. que em 1949 foi vendido para João Figueiredo, e o Coronel Emílio Maués era o paddrasto do Coronel Van-Dick Amanajás Tocantins.
. ESMERINO AMANAJÁS TOCANTINS, casado e com filhos: Semíramis Maués Tocantins e outros?
. SEMÍRAMIS MAUÉS TOCANTINS, filha de Esmerino Amanajás Tocantins.
Bom dia, Ademir
Compartilharei com você o resultado de minhas pesquisas.
-
Claudomiro Maués Tocantins : Onde pesquisei , aparece como Clodomiro ou
Claudemiro. O meu interesse seria nesse nome em particular:
- A Fazenda Palheta foi vendida em 1949 para o Figueiredo.
-
Onde pesquisei, aparece um nome de Emilio Maués como chefe da Fazenda
Palheta. Pesquisei esse nome e apareceu o seguinte: Coronel Emilio Maués
, padrasto do Coronel Van- Dick Amanajá Tocantins.
- Semiramis Maués Tocantins filha de Esmerino Amanajás Tocantins. – Ele teria parentesco com o Claudomiro?
Atualmente, moro em São Paulo e faço as pesquisas pela internet.
Agradeço sua prazerosa ajuda
Iolanda.
Família Paralela dos Maués
. JOAQUIM EMÍLIO ROBERTO MAUÉS, bisavô de Adriano Maués de Albuquerque, que teve engenho e escravos na antiga Abaeté, na localidade Maracapucu, casou e teve 5 filhos: Geminiano Roberto Maués e seus irmãos. Joaquim Emílio Roberto Maués era judeu e que, inclusive, uma daquelas 3 lápides do Cemitério Judeu de Abaetetuba era da Família Maués.
. GEMINIANO ROBERTO MAUÉS, avô de Adriano Maués de Albuquerque, que mudou para o Marajó, levando consigo 3 irmãos. Casado com Gorgonha Maués? Na realidade, Geminiano Roberto Maués casou uma 1ª vez com Gorgonha Maués, com quem teve 9 filhos. Depois que sua 1ª esposa Gorgolha faleceu, Geminiano, já com 60 anos de idade, casa uma 2ª vez com uma mulher muito mais jovem, perto de 20 anos, que é a avó de Adriano Maués de Albuquerque, com quem Geminiano teve 3 filhos, entre os quais o 2º filho é a avó de Adriano, de nome Sebastiana Duarte Maués, que era católica. Geminiano foi dono de 3 fazendas na Ilha do Marajó e de comércio em Belém/PA.
. GORGONHA MAUÉS, casou com Geminiano Roberto Maués e com 9 filhos.
. SEBASTIANA DUARTE MAUÉS, avó de Adriano Maués de Albuquerque, casada e com filhos, sendo que um desses filhos é a mãe de Adriano, de nome Solange.
. ADRIANO MAUÉS DE ALBUQUERQUE, filho de Solange Maués, fone 91981484150, bisneto de Joaquim Emílio Roberto Maués, que é primo de Omilton Maués, este com Engenho de cachaça na Estrada de Beja e Adriano diz que sua família é de ascedência judaica, cujos túmulos judaicos em Abaetetuba e Belém têm membros sepultados da Família Maués.
Genealogia Paralela dos Roberto Maués
Os Roberto Maués
Família
Descendentes e Demais Parentes de JOÃO OLYMPIO ROBERTO MAUÉS
Descendentes e Demais Parentes de JOÃO OLYMPIO ROBERTO MAUÉS
•
JOÃO OLYMPIO ROBERTO MAUÉS, foi coronel, falecido e sepultado no
Cemitério Público de Abaeté, citado em 1894, capitalista, dono de
engenhos e escravos, c/c Adelaide Caripuna, esta filha do Cel. Antonio
Correa Caripuna, antigo chefe político local. São seus filhos: Maria
Maués Ferreira, Coronel José Honório Roberto Maués, Capitão Firmo
Roberto Maués, Manoel Roberto Maués.
• Joaquim Emílio Roberto Maués, vogal da 2ª Câmara de Abaeté (1884-1887 e 1887-1889).
. Joaquim H. Maués, citada em 1942 como contribuinte e juiz da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através da diretoria.
•
Joaquim Honório Maués, nascido em 15/6/1886 e falecido em 3/1/1963,
citado em 1962 na localidade Rio Tucumanduba como contribuinte da festa
de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Ernestina Ferreira
Cardoso. .
•
JOSÉ HONÓRIO ROBERTO MAUÉS, falecido e sepultado de N. S. da Conceição,
filho do Cel. José Olympio Roberto Maués e Adelaide Caripuna, foi
nomeado em 13/2/1890 o 1º Intendente de Abaeté, tendo recusado esse
cargo em 1891, dono de fazenda/engenho de açúcar São José no século 19
situada à margem direita da localidade Rio Tucumanduba, Comendador da
Ordem de Cristo, citado em 1905, citado como dono de engenho de cachaça e
mel denominado Conceição em 1922 em sociedade com José Barbosa Ferreira
na localidade Rio Piquiarana, major da Guarda Nacional em 1905 e que
serve de padrinho junto com Dona Hildebrandina Maúes ao pequeno Santino
Rocha em 1905, tenente-coronel da mesma guarda, deputado, sepultado no
Cemitério de Nossa. S. da Conceição/Abaeté/Pa, tenente-coronel
comandante do Estado-maior da 214º Batalão de Infantaria da Guarda
Nacional em 12/4/1906, casado e com filhos.
. Alexandre Roberto Maués
•
ALMERINDO MAUÉS, origen na localidade Rio Abaeté, dono de engenho
comprado de Manduquinha Costa no Rio Arapapu, citado como comerciante em
1944, citado em 1939, 1940, 1941 como contribuinte, em 1942, 1943,
1944, 1945, 1946, 1962 como contribuinte, juiz e um dos responsáveis do
leilão de donativos dos marítimos da festividade de N. S. da Conceição
em Abaetetuba. c/c Mariana Lobato Paes e tiveram filhos: Édna, Édson,
Adenaldo/Gordo, Eliana, Almerindo/Merendinho, Evaldo, Firmo, Heraldo
Paes Maués.
•
Dr. Antonio Roberto Maués, bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais,
ocupou função no Museu Nacional, Delegado de Polícia em várias
localidades do Estado de São Paulo, promotor público em São Paulo,
citado em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em
Abaetetuba.
• Carmosina Maués, filha de Firmo Roberto Maués, casada e com filhos.
•
Catarina Maués, filha do Dr. Vicente Maués, que esteve presente na
inauguração do Grupo Escolar Dr. Vicente Maués em 28/8/1968, casada.
.
Elton Edinézio Maués, político com vários mandatos de vereador em
Abaetetuba, citado nesse cargo em 2013, neto de Firmo Roberto Maués,
casado com Benedita Silva e com filhos.
.
Emercindo Maués, foi ativo participante das antigas festas de N.S. da
Conceição em Abaetetuba atuando como auxiliar da diretoria na
distribuição de cartas e programas e na arrecadação de óbulos,
donativos, promessas e contribuições dos fiéis, citado em 1950 como
contribuinte e auxiliar da diretoria da festa de N. S. da Conceição em
Abaetetuba, casou com Eunice e com filhos: Maria da Conceição, Maria
Celeste, Roberto, Renato, Maria Margarida, Pedro Paulo (gêmeo com Maria
Antonieta), Maria Antonieta, Maria das Graças, Maria do Socorro.
•
EMERCINDO MAUÉS, foi consórcio do Vera Cruz Sport Club nos anos de
1920, eleito vereador na gestão prefeito Pedro Pinheiro Paes
(15/2/1948-3/3/1951), citado em 1944, 1953 como contribuinte e auxiliar
da diretoria das antigas festas de N.S. da Conceição em Abaetetuba nas
localidades rios Xingu, Caripetuba e Paramajó trabalhando na entrega de
convites, cartas programas e na arrecadação de óbulos, donativos,
promessas e contribuiões, citado em 1961 como contribuinte da festa de
N. S. da Conceição em Abaetetuba.
• Esmeralda da Silva Maués, nascida em 5/9/1900 e falecida em 2/10/1940.
•
FIRMO ROBERTO MAUÉS, nascido em 1/6/1881 e falecido em 30/7/1957, filho
do Cel. José Olympio Roberto Maués e Adelaide Caripuna, origem na
localidade Casa Branca/Costa Maratauíra, comerciante e com engenho para
mel no rio Piquiarana em 1922, Capitão da 2ª Companhia da Guarda
Nacional em 12/4/1906, vogal na Intendência de: Capitão Manoel João
Pinheiro em 1893; Domingos de Carvalho (1915-1918), Manoel Pinto da
Rocha (1918-1919), Cel. Aristides dos Reis e Silva (1919-1922),
Lindolpho Cavalcante de Abreu (1922-1926), Garibaldi Parente
(1926-1930), comerciante na localidade Rio Piquiarana citado em 1922,
dono de engenho para fabricar mel de cana na localidade Rio Piquiarana,
citado em 1944, foi ativo participante das antigas festas de N. S. da
Conceição em Abaetetuba atuando como contribuinte, juiz, membro da
diretoria, auxiliar da diretoria para distribuição de cartas e programas
da festa e coletor de óbulos, donativos e contribuições dos fiéis,
citado em 1940, 1941, 1950, 1952 e 1953 como contribuinte e
auxiliar-arrecadador nas localidades rios Piquiarana-Açu,
Piquiarana-Miri, Acarajó e Furo do Limão e juiz da festa de N. S. da
Conceição em Abaetetuba. casou com Rosa Batista e com filhos: Almerindo,
Emercindo Batista Maués.
• Hidebrandina Maués, citado como padrinhos junto com o Major José Honório Roberto Maués do pequeno Santino Rocha em 1905.
• Hygino Antonio Maués, membro da intendência de Abaeté de 1908-1915.
•
HYGINO MAUÉS, foi coronel, professor escolar, comerciante e dono de
engenho na localidade rio Tucumanduba, citado em 1922, intendente de
1908-1911.
• Hildebrandina Maués, citada em 1905, esposa do Cel José Honório Roberto Maués.
• José Roberto Maués, tenente-coronel citado em 1922.
• José Roberto Maués/Cazuza Maués, casou e teve filhos: Pelica Maués, casou com o cametaense Góes.
. Lícia Maués, citada em 1942 como contribuinte e juiz da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através da diretoria.
• Manoel Roberto Maués.
• Manoel Joaquim Roberto Maués, nasceu em 1870 e faleceu em 16/11/1947.
• Manoel Roberto Maués, filho do Cel. José Olympio Maués e Adelaide Caripuna.
. Maria Antonieta Maués, filha de Emercindo Maués e Eunice, gêmea com Pedro Paulo.
•
Maria Caripuna Maués, filha do Cel. José Olympio Roberto Maués e
Adelaide Caripuna, casou com José Nunes Ferreira e tiveram filhos,
citada em 1922 como viúva e comerciante à Rua Justo Chermont.
. Maria Celeste Maués, filha de Emercindo Maués e Eunice.
. Maria da Conceição Maués, filha de Emercindo Maués e Eunice, já é falecida.
. Maria das Graças Maués, filha de Emercindo Maués e Eunice.
. Maria do Socorro Maués, filha de Emercindo Maués e Eunice.
. Maria Margarida Maués, filha de Emercindo Maués e Eunice.
. Renato Maués, filho de Emercindo Maués e Eunice, é promotor aposentado em Belém/PA.
. Pedro Paulo Maués, filho de Emercindo Maués e Eunice, gêmeo com Maria Antonieta, é médico em Belém/PA.
. Roberto Maués, filho de Emercindo Maués e Eunice, é médico em Belém/PA.
• Rosa Maués, casou com Murilo Parente de Carvalho e tiveram filhos: Ernani, Edvaldo, Francisco e outros.
.
ROSENDO MAUÉS, citado em 1941 como contribuinte e auxiliar da diretoria
da festa de N.S. da Conceição em Abaetetuba na distribuição de cartas,
convites, programas e arrecadação de óbulos, donativos, promessas e
contribuições dos fiéis da mesma festa, foi comerciante, dono de
engenhos e barcos.
•
Dr. VICENTE ANTONIO MAUÉS, nasceu em 22/1/1879, filho do Cel. José
Honório Roberto Maués, no Engenho São José, às margens do Rio
Tucumanduba, em Abaeté, engenheiro civil em 27/3/1909, Secretário de
Obras em Pernambuco em 1903, citado em Pernanbuco em 1923, falecido em
1939, com nome de escola em Abaetetuba.
Genealogia Paralela
de Hygino Amanajás
. 1ª G/ pais do
Coronel Antonio Cardoso Amanajás.
. 2ª G/Filhos/F:
Coronel Antonio Cardoso Amanajás, com origem na antiga Freguesia de Sant’Anna
de Igarapé-Miry (que foi o introdutor do clã dos Amanajás), foi membro da 1ª
Cãmara da Villa de Igarapé-Miry (1845-1849,. c/c Victória Maria da Silva Brabo
Amanajás, filha de um senhor de engenho e escravos em Abaeté de nome Antonio
José da Silva Brabo, e tiveram filhos, 3ª G/Netos/N: Hygino Antonio Cardoso
Amanajás e outros.
. 3ª G/Netos/N, filhos
do Coronel Antonio Cardoso Amanajás:
.3ª G/N: Hygino
Antonio Cardoso Amanajás/HYGINO AMANAJÁS, em 1889, o capitão-tenente foi
nomeado para o 6º Batalhão da Guarda Nacional de Vigia, junto com Joaquim
Emílio Roberto Maués, casou por 3 vezes e teve perto de 20 filhos, 4ª
G/Bisnetos/Bn.
O Coronel Hygino
Amanajás, nasceu em 15/5/1852 na antiga Freguesia de Nossa Senhora da Conceição
de Abaeté, na localidade Rio Maracapucu, era jornalista (um dos fundadores do
jornal O Abaeteense e seu diretor por 10 anos e jornalista em Belém/Pa),
advogado, escritor (escreveu diversas obras), vogal em Abaeté (1887),
procurador de Abaeté, deputado da Assembléia Legislativa por 3 mandatos
sucessivos, sendo o 1º secretário dessa casa em 1886, iniciando no 1º mandato
do Governador Lauro Sodré até a proclamação da República, no governo do Dr.
João Coelho e o 1º diretor da Imprensa Oficial do Estado por 26 anos
(11/6/1891-26/11/1917).
Se Hygino
Amanajás/Antonio Hygino Cardoso Amanajás nasceu em 15/6/1852 e a 1ª Câmara da
Vila de Sant’Anna de igarapé-Miri foi instalada em 1845, isso quer dizer que se
trata do Hygino Amanajás, o pai, vereador da 1ª Câmara Municipal dessa vila e
que deve ter nascido por volta de 1812, portanto, contemporâneo dos primeiros
Correa de Miranda de Igarapé-Miri dos anos iniciais do 1800.
Outros Amanajás
. Theodomiro Amanajás de Carvalho
Cardoso Amanajás
. 1ª G/ pais de Manoel Antonio Cardoso
Amanajás
. 2ª G/Filhos/F,
Manoel Antonio Cardoso Amanajás, dono do antigo Engenho Palheta, este sito no
distrito de Villa Muaná,Ilha do Marajó, que se originou do lendário plantador
de cana-de-açúcar e café, Francisco de Melo Palheta.
Família
. 1ª G/ pais de Wilson Amanajás
. 2ª G/Filhos/F, Wilson Amanajás, dentista
que exercia suas atividades profissionais e foi eleito deputado estadual pelo
município de Abaetetuba na década de 1950.
Amanajás Cardoso
. Antonio Amanajás Cardoso, irmão
do Velho Cardoso, com origem no Rio Maracapucu. Vide avós maternos de Maria de
Nazaré Cardoso Ferreira e Carmem Cardoso Ferreira: Benedita Maria da Conceição
Teixeira e Antonio Alexandre Cardoso. Antonio Amanajás Cardoso, era irmão de Tibúrcio Teixeira e Alexandre
Antonio Cardoso.
Família Amaro
. João Amaro, era músico de uma antiga banda do interior do município de Ig-Miri que tocava nas festas ribeirinhas.
. Pedro Amaro, antigo morador de Ig-Miri que foi vitimado pela antiga época das epidemias de febre amarela que grassava pelo Baixo Tocantins.
Família Andrade
. Almerinda Andrade, foi professora auxiliar da professora Estefânia C. B. de Carvalho na antiga escola masculina de Ig-Miri em 1912.
Família Antunes
. Graciete Pantoja Antunes, inscrita como imortal para a Academir Igarapemiriense de Letras (AIL).
Família Antunes
. Graciete Pantoja Antunes, inscrita como imortal para a Academir Igarapemiriense de Letras (AIL).
Família Araujo
Os Araujo
. Américo Araujo, com origem na localidade Rio Murutipucu, citado em 1924.
. Manoel Araujo/Duquinha Araujo, comerciante no município de
Igarapé-Miri/Pa, nos anos de 1950 em diante.
. Rogério Araujo, com origem na localidade Rio Murutipucu, citado em 1924.
Família
. 1ª G/ pais de Álvaro Varges de
Araujo
. 2ª
G/Filhos/F, Álvaro Varges de Araujo, foi dono do Engenho Santa Helena, sito no
Rio Meruú-Açu, município de Igarapé-Miri, comprado de João Tourão de Miranda e
Álvaro Varges de Araujo fez sociedade com Miguel de Oliveira Belo, este como
sócio-gerente do engenho, e o sr. Miguel, com o falecimento de Álvaro, ficou
com o engenho até o início da década de 1970. Álvaro também foi dono do Engenho
Santa Ana, sito na margem direita da Costa Maratauíra, comprado do Sr.Lindolfo
Azevedo e que antes pertencera a Que antes pertencera a Pedro Maciel
Família
. 1ª G/ pais de José Roberto de
Araujo
. 2ª G/Filhos/F, José Roberto de
Araujo, dono do Engenho São Paulo, sito no Rio Meruú-Açu, município de
Igarapé-Miri/Pa, que prosperou e adquiriu outros bens como lanchas, outras
propriedades e casas em Belém/Pa destinadas à aluguéis e o sr. José Roberto de
Araujo era casado e com filhos, 3ª G/Netos/N: Agenor Araujo e outros.
. 3ª G/N, Agenor Araujo, que ainda
jovem passou a administrar o Engenho São Paulo, em trabalho desgastante no
referido engenho, motivo que o levou a mudar de negócio, passando ao comércio
de produtos plásticos em Belém/Pa e o engenho foi alugado para o sr. Praxedes
Vicente de Souza e seu irmão Zinho Souza, cujo pagamento era feito com parte da
produção de cachaça.
Os Outros Araujo em Pesquisa
. Dinair Calil de Araujo, foi professora e diretora no antigo Grupo Escolar de Ig-Miri e foi professora na tradicional escola Instituto Sant'Ana.
. Israel Fonseca Araujo, com origem
em Igarapé-Miri, é professor, músico e poeta, citado em 2009.. Massilon Ramos de Araujo, chegou na antiga Vila Concórdia, hoje Maiuatá, em 1920.
. José dos Santos Araujo, antigo proprietário do Engenho São Paulo, localizado na localidade Rio Meruú, município de Ig-Miri.
. Manoel dos Santos Araujo, foi prefeito em Ig-Miri em 1955.
Família Arcanjo
. Raimundo Arcanjo, foi músico no antigo coral das festas de Sant'Ana em Ig-Miri.
Família Assunção
. Luiz Assunção, com mercearia em Ig-Miri
Família Azevedo
Os Lira de Azevedo
Os Lira de Azevedo
. Raimundo Lira de Azevedo, que foi prefeito em Ig-Miri em 1945.
. Rodrigo Lira de Azevedo, foi prefeito em Ig-Miri em 1946.
FAMÍLIAS
B
Os Bahia
. Francelino Bahia, antigo imigrante de 1920 chegado na antiga Vila Concórdia, hoje Vila Maiuatá, em Ig-Miri.
. João Bahia, antigo imigrante de 1920 chegado na então Vila Concórdia, hoje Vila Maiuatá, em Ig-Miri.. Miguel Bahia, antigo imigrante de 1920 chegado na então Vila Concórdia, hoje Vila Maiuatá, em Ig-Miri
Família
. Eusébio Roberto Bahia (vide abaixo)
. Eusébio Roberto Bahia casado com Inês Pinheiro Portugal, que vieram de Portugal e se radicaram em Igarapé-Miri/PA, que são tetravós de Shirley Araujo Moraes (vide abaixo).
. Inês Pinheiro Portugal (vide acima)
. Lourenço Antonio Bahia, que veio de Portugal casado com Maria Miranda/Salomé, esta judia portuguesa, que são bisavós de Shirley Araujo Moraes, esta com origem em Igarapé-Miri/PA. Devem ser criptos judeus e Lourenço e Maria Miranda/Salomé com filhos: João, Raimunda, Santana e Maria da Conceição.
. Maria Miranda/Salomé (vide acima)
. Maria Miranda/Salomé, casada com Lourenço Antonio Bahia e com filhos: João, Raimunda, Santana e Maria da Conceição, que são descendentes dos acima citados: Eusébio Roberto Bahia e Inês Pinheiro Portugal, estes tetravós de Shirley Araujo Moraes.
. João Miranda Bahia, filho de Lourenço Antonio Bahia e Maria Miranda/Salomé.
. Raimunda Miranda Bahia, filho de Lourenço Antonio Bahia e Maria Miranda/Salomé.
. Santana Miranda Bahia, filho de Lourenço Antonio Bahia e Maria Miranda/Salomé.
. Maria da Conceição Miranda Bahia, filho de Lourenço Antonio Bahia e Maria Miranda/Salomé.
. Shirley Araujo Moraes, esta descendente da família Bahia e Miranda, de Igarapé-Miri, citados acima.
Os Outros Bahia em Pesquisa
. João G. Bahia, firma citada em
6/8/1901, com a reinvidicação dos donos de engenhos de Abaeté e Igarapé-Miri,
junto ao Governador do Pará, Dr. Augusto Montenegro, pela isenção dos impostos
importados de outros estados brasileiros, solicitados pela Associação Comercial
de Belém.
. João Gonçalves Bahia, que foi intendente de Ig-Miri no período 1918/1920.
. Maria Helena Lobato Bahia, foi professora na localidade Vila Mauiuatá, em Ig-Miri, tendo sido noemada em 16/2/1953.
Família
Sales
Bahia
. Francisco
de Salles Bahia, em 1889 era capitão agregado do 33º batalhão de infantaria da
Guarda nacional de Igarapé-Miry, vindo do extinto 10º batalhão da mesma arma.
Família Barbosa
Os Barbosa
. Edgar Barbosa, natural de Igarapé-Miri/Pa, pescador, citado em 2006.
Família Barros
. Antonio Rodrigues de Barros, em
1852 era o delegado da instrução pública da Freguesia de Abaeté, tendo como
suplente, João Francisco da Silveira Góes.
Pereira de Barros
. Camillo de Léllis Pereira de
Barros, professor da escola do sexo masculino da Freguesia de Abaeté em 1863.
. Capitolino Pereira de Barros, em
1886 foi removido da escola elementar do Tucumanduba para a escola do
Arapiranga.
Sarges Barros
. 1ª G/ pais de João Paulo de
Sarges Barros
. 2ª G/Filhos/F, João Paulo de
Sarges Barros, que em 1730 comprou a propriedade da família Gonçalves de
Oliveira, na Freguesia de Sant’Anna de
Igarapé-Miri e que deu continuidade à festa de Sant’Anna, em
Igarapé-Miri, em 1730, que deu continuidade
à devoção à Santa’Anna na Freguesia de Igarapé-Miri na década de 1790 e
era casado e com filhos, 3ª G/Netos/N: João Sarges de Barros e outros.
. 3ª G/N, João Sarges de Barros,
citado em 1730, falecido por volta de 1777, formou-se padre em Belém/Pa e foi
nomeado o 1º pároco da antiga Freguesia de Sant’Anna de Igarapé-Miri.
Silva Barros
. Manoel da Silva Barros, origem na localidade Pindobal-Miri, município de Igarapé-Miri/Pa, citado em 6/1992.
Família Bastos
. 1ª G/Pais de Joaquim Vieira Bastos
2ª G/Filhos/F, Joaquim Vieira Bastos, dono do Engenho Ariramba, sito no Rio
Itanimbuca, no município de igarapé-Miri/Pa montado na década de 1960, que
produzia a cachaça Ariramba.
Família Belo
Os Belo
Os Belo
. José Maria Belo, com origem na localidade Rio Murutipucu, em Ig-Miri, citado em 1924.
. Josias Belo, músico em Igarapé-Miri/PA
. Miguel Belo, com origem na localidade Rio Murutipucu, em Ig-Miri, citado em 1924 como aluno do professor Alfredo Correa da Silva.
. Oliveira Belo, com origem na localidade Rio Murutipucu, em Ig-Miri, citado em 1924 como aluno do professor Alfredo Correa da Silva.
Os Outros Belo em Pesquisa
. João Clarindo Bello dos Reis,
citado em 6/8/1901, com a reinvidicação dos donos de engenhos de Abaeté e
Igarapé-Miri, junto ao Governador do Pará, Dr. Augusto Montenegro, pela isenção
dos impostos importados de outros estados brasileiros, solicitados pela
Associação Comercial de Belém.Família
. Miguel de Oliveira Belo, foi sócio-gerente do Engenho Santa Helena,
sito no Rio Meruú-Açu, município de Igarapé-Miri/Pa, junto com Álvaro Varges de
Araujo que comprou referido engenho do antigo dono João Tourão de Miranda e Miguel
de Oliveira Belo, por falecimento de Álvaro,
torna-se o único dono do engenho até o início da década de 1970.
Família Belúcio
. Lucilinda Ferreira Belúcio, professora, filha de Otávio Almeida e D. Lili, e Lucilinda era sobrinha da professora Ana da Trindade Almeida.
Família Benassuli
. Mírian Benassuli, foi professora no antigo Grupo Escolar de Ig-Miri.
Família Bentes
Os Bentes
. Dalva Bentes, professora que foi a 1ª diretora do 1º Grupo Escolar de Ig-Miri.
Os Outros Bentes em Pesquisa
. Sancha Ferreira Bentes, foi professora normalista do 1º Grupo Escolar de Ig-Miri/Grupo Velho.
Família Bitencourt
. Henrique Bitencourt, dono do Engenho Nazaré, no Rio
Domingos, que com o falecimento do proprietário passou para Viúva Henrique
Bitencourt & Cia.
Os Outros Bitencourt em Pesquisa
. Pedro
Miguel de Moraes Bitencourt. Diretores dos Índios e Encarregados de Missões,
citados em 1867: Pedro Miguel de Moraes Bitencourt, no Rio Tocantins; Eugênio
Caetano Ribeiro, Rio Moju; José Maria Maciel Parente, Rio Acará.
Família Borges
. Jacob Borges, antigo morador da localidade Rio Murutipucu, em Ig-Miri.
. João Borges, irmão de Jacob Borges, antigo morador da localidade Rio Murutipucu, em Ig-Miri.
Família Brabo
. Antonio José da Silva Brabo, era dono do
Engenho.
Silva Brabo:
. José Antonio da Silva Brabo, com terras
em Barcarena, citado em 1883.
Família
. 1ª G/ Pais de
Antonio José da Silva Brabo
. 2ª G/Filhos/F:
Antonio José da Silva Brabo, dono de engenhos e escravos no Baixo Tocantins,
casou e teve filhos, 3ª G/Netos/N.
. 3ª G/Netos/N:
Victória Maria da Silva Brabo Amanajás, casou com o Coronel Antonio Cardoso
Amanajás, com origem na antiga Freguesia de Sant’Anna de Igarapé-Miri e tiveram
filhos, 4ª G/Nisnetos/Bn: Hygino Antonio Cardoso Amanajás/Hygino Amanajás e
outros.
. 3ª G/Netos/N:
Victória Maria da Silva Brabo, casou uma 2ª vez com o Tenente-Coronel Caripuna
e tiveram filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn: Victório Antonio, José Fleury, Antonio
Francisco Correa Caripuna (o filho) e outros, inclusive a que se tornou esposa
de Hygino Antonio Cardoso Amanajás/Hygino Amanajás.
. Victória Maria da
Silva Brabo Amanajás, é citada em 1877 no inventário co Coronel Caripuna como
mãe de Hygino Antonio Cardoso Amanajás/Hygino Amanajás, este também
citado em 1877, e ele era genro do Tenente-Coronel Caripuna, por que
casado com uma das filhas desse tenente-coronel falecido em 1877. Victória
Maria da Silva Brabo Amanajás era casada anteriormente com o Coronel Antonio
Cardoso Amanajás (que ajudou a dissiminar as famílias do clã Amanajás nas
antigas freguesia de Igarapé-Miri e Abaeté e outras localidades do Baixo
Tocantins, Marajó e, posteriormente, na Capital), com que teve vários filhos,
entre os quais o Coronel Hygino Antonio Cardoso Amanajás/Hygino Amanajás, este
foi editor do jornal periódico “O Abaetetubense” por 10 anos e foi diretor da
imprensa Oficial do Estado do Pará por 26 anos e foi deputado estadual nos anos
de 1890, na Capital.
O Coronel Antonio
Cardoso Amanajás, foi membro da 1ª Câmara da Vila de Sant’Anna de Igarapé-Miri
(1845-1849) que foi instalada em 1845.
. 5ª G/Trinetos/Tn,
filhos do Tenente-Coronel Caripuna e Victória Maria da Silva Brabo, citada em
1877:
. 5ª G/Tn: Victório
Antonio Correa Caripuna, citado em 1877.
. 5ª G;Tn: José Fleury
Correa Caripuna, citado em 1877 no inventário de seu falecido pai e em 1888
como 1º suplente de juiz municipal do termo de Igarapé-Miry, sendo o 3º
suplente o tenente-coronel Antonio Manoel Correa de Miranda, tendo este
solicitado sua exoneração desse cargo em 1889, quando era juiz de direito de
Igarapé-Miry o bacharel José Jacito Borges Diniz.
. 5ª G/Tn: Antonio
Francisco Correa Caripuna (o filho), citado em 1877.
. 5ª G/Trinetos/Tn,
outros filhos do Tenente-Coronel Caripuna (estes filhos eram vivos quando a 2ª
esposa do Tenente-Coronel Caripuna, Victória Maria da Silva Brabo, ficou viúva
em 1877:
. 5ª G/Tn; uma das
filhas do Coronel Caripuna casou com Hygino Amanajás, este citado em 1877.
. 5ª G/Tn: outra filha
do mesmo coronel casou com Antonio José Ferreira de Góes, citado em 1877.
Família Braga
Longuinhos Braga
. 1ª G/ pais do Major João Pinto
Longuinhos Braga
. 2ª
G/Filhos/F, Major João Pinto Longuinhos Braga, que foi dono do Engenho Cariá,
sito no rio Meruú-Açu, no atual município de Igarapé-Miri/Pa, comprado do
Capitão Amadeu Cristino Pinheiro na 1ª década do século 20 e no qual permaneceu
até o ano de 1940-e o Major João Pinto Longuinhos Braga, foi intendente
municipal nomeado em 1/8/1925 de Igarapé-Miri/Pa (1926-1930), casou com Joanna
Longuinhos, que tiveram filhos, 3ª G/Netos/N: Arcelino, Artimidório, Orlando e
João, falecidos novos, na faixa de 25 a 35 anos e a sra. Joanna, após o
falecimento de seu marido, vendeu o dito engenho para o sr. Silvestre Correa de
Miranda, tendo este casado com Paulina Longuinhos de Miranda (provavelmente
filha do Major João Longuinguinhos Braga.
Braga Rodrigues
. 1ª G/ pais da mãe de Pedro Braga
Rodrigues.
. 2ª G/Filhos/F, mãe de Pedro Braga
Rodrigues, que era a esposa de Indalécio Guimarães Rodrigues e com filhos, 3ª
Netos/N: o dito Pedro Braga Rodrigues e muitos outros irmãos. Vide genealogia
de Indalécio Guimarães Rodrigues, acima.
Os Outros Braga em Pesquisa
. Joaquim
Francisco das Chagas Braga, que era tesoureiro e Lourenço da Silva Telles, que
era o coletor de rendas do distrito de Cairary, citados em 1868.
Família Castelo Branco
. Wortingerne Castelo Branco, foi prefeito de Ig-Miri no período de de 1944.
Família Brandão
Os Brandão
. Ana Brandão, foi citada em 1968 como professora nomeada na Vila Maiuatá em Igarapé-Miri/PA.
Família Brito
. Manoel Brito, foi aluno do antigo Grupo Escolar de Ig-Miri, formado no curso superior de Medicina.
FAMÍLIAS C
Família Campos
Os Campos
Os Campos
. Laudelino Campos, antigo professor de Ig-Miri, trabalhando nas localidades Riozinho e Espera, na Casa do Sr. Ticiano Miranda, na Casa Santo Antonio, onde casou com Ernestina Pinheiro Campos, esta filha do velho Amadeu Pinheiro.
Família
. 1ª G/ pais de
Leopoldina Campos
. 2ª G/Filhos/F,
Leopoldina Campos, casou com Antonio Manoel Correa de Miranda, o Barão de
Cairary, este filho do 2º Manoel João
Correa de Miranda e Alexandrina Souza de Miranda, (da 4ª G/Bn, dos Correa de
Miranda) e Antonio Manoel Correa de Miranda, que nasceu em 18/9/1831, na
Freguesia de Sant'Anna de Igarapé-Miri e faleceu na Fazenda do Carmo, no Rio
Anapu, Vila de Igarapé-Miri em 20/8/1903, era comerciante e proprietário de
terras, Juiz de Paz, oficial major-comandante da Guarda Nacional de Cairary, qualificado em 10/7/1851 e citado
nessa função em 1868, vereador da Câmara Municipal na Villa de Moju/Pa, que
exerceu vários mandatos políticos de deputado na Assembléia Provincial na
segunda metade do século 19 entre os anos de 1875 a 1877, Oficial da Guarda
Nacional em Belém, citado em 10/7/1851 e 25/7/1851 como tenente em
Igarapé-Miri, capitão-comandante em 24/5/1858, major-comandante em 20/10/1869 e
coronel-comandante em 20/10/1869 e 31/12/1870 a 22/1872, e foi agraciado por D.
Pedro II com o título de Barão de Cairary por carta imperial em 8/8/1888, era
comerciante, dono de muitas terras em Anapu, Freguesia de Sant’Anna de
Igarapé-Miri e Freguesia de Moju, com seringais e outras culturas, dono do
Engenho do Carmo, no Rio Anapu em 1870, atual Igarapé-Miri/Pa, e dono de
engenho-fazenda no distrito de Cairary, citado em 1879, dono de escravos.
Leopoldina Campos e Antonio Manoel Correa de Miranda com filhos, 3ª G/Netos/N:
Eufrosina Correa de Miranda, José Correa de Miranda, Antonio Miranda Filho e
outros.
. 3ª G/N, filhos de
Leopoldina Campos e Antonio Manoel Correa de Miranda (Barão de Cairary):
. 3ª G/N/ Eufrosina
Miranda Ribeiro, casada com o influente jornalista, advogado e político
paraense, Raimundo Nina Ribeiro, com nome na história do Pará, radicados em
Belém, ficou viúva e com filhos 4ª G/Bisnetos/Bn.
. 3ª G/N/ José Correa
de Miranda, este casado e com filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn: Vitorina Correa de
Miranda, João Tourão Correa de Miranda, Claudomiro Correa de Miranda e outros.
. 4ª G/Bn, João Tourão
Correa de Miranda, dono de engenho de cana-de-açúcar no rio Maiauatá em 1930,
no atual município de Igarapé-Miri/Pa e de outro engenho na localidade Santo
Antonio do Botelho, no mesmo município, dotado de usina de açúcar com
maquinário adquirido no final da década de 1930 em Pernambuco e ainda torna-se
arrendatário do Engenho Nova Olinda, este no município de Abaetetuba/Pa e,
posteriormente, nos anos de 1960, João Tourão Correa de Miranda muda para a
capital e segue na modalidade de comércio de estivas no bairro da Cidade Velha
em Belém e torna-se presidente da Comissão de Abastecimento e Preço e acumulava
essa função com a de Diretor da Exatoria de Rendas do Estado do Pará.
. 4ª G/Bn, Claudomiro Correa de Miranda,
irmão de João Tourão Correa de Miranda.
. 4ª G/Bn, Vitorina
Correa de Miranda, esta casada com Eládio Correa Lobato e com filhos, 5ª
G/Trinetos/Tn: Graça e outros, cujas gerações se estendem para a 6ª e gerações
mais recentes.
. 3ª G/N, Antonio
Miranda Filho.
Há descendentes do
Barão de Cairary também no município de Moju/Pa, conforme nos assevera o autor
do Blog mojuriodascobras.blogspot.com, Vandison Ferreira.
Família
. Benígna Pinheiro Campos/Bela
. Nicanor e esposa Nilda, com 13 filhos, e Nicanor e Nilda são tios de Benígna Pinheiro Campos/Bela
Família Capinussu
. Francisco Gonçalves Capinussu, foi antigo Intendente de Ig-Miri.
Família
Cardoso
Os Cardoso
Os Cardoso
. Manoel Cardoso, foi aluno no antigo Grupo Escolar de Ig-Miri, formado no curso superior de Medicina.
. Roberto Cardoso, antigo aluno da Escola Elementar Masculina de Ig-Miri, que foi aluno da professora Estefânia C. B. de Carvalho, citado em 1912.
Família
. 1ª G/
pais de Antonio José da Costa Cardoso
. 2ª
G/Filhos/F, Antonio José da Costa Cardoso, que era dono, na 1ª década do século
20, do antigo engenho São Benedito, sito
nas margens do Rio Meruú-Açu, que após algum tempo, comprou novas terras onde
plantava cacau cuja produção vendia juntamente com a cachaça produzida no
engenho, que com o falecimento do sr. Antonio José, foi herdado por uma de suas
filhas, 3ª G/Netos/N, que era casada com o sr. Ricardo Fernandes, que após
alguns anos de aluguéis do referido engenho, o mesmo foi fechado devido desgaste
de maquinário.
Família
. 1ª G/ pais de Antonio da Costa
Cardoso
. 2ª
G/Filhos/F, Antonio da Costa Cardoso, dono do Engenho São Sebastião, em
sociedade com seu filho, 3ª G/Netos/N, Anilo Martins Cardoso, engenho situado
no Rio Japuretê, afluente do Rio Meruú-Açu e a cachaça produzida era vendida no
sistema de regatão nas localidades dos rios Guamá, Acará e na região do Salgado
Paraense e Antonio da Costa Cardoso era um dos que apoiavam na organização dos antigos festejos de N. S. de Nazaré na antiga Vila Concórdia, hoje Vila Maiuatá.
. 3ª G/N,
Anilo Martins Cardoso, empreendedor que chegou na antiga Vila Concórdia, hoje Vila Maiuatá com propostas de atividades comerciais e fabris que também se tornou dono de engenho, que junto com os negócios do Engenho São Sebastião,
construiu uma fábrica de refrigerantes, sorveteria, que vendia juntamente com a
cachaça e também possuía, na Vila Maiauatá, esta às margens do rio de mesmo
nome, um concorrido estabelecimento comercial denominado “Bar Alegria”, este
com um grande salão social e que procurava valorizar as manifestações
religiosas, com destaque para a festa de São Sebastião, patrocinava festas
folclóricas locais e promovia bailes dançantes, concursos de misses,
apresentações de cordões juninos e promovia leilões e outras atividades
culturais. Além do mais, Anilo patrocinava dois clubes de futebol da Vila
Maiauatá que disputavam o campeonato municipal, um dos quais era o Alegria, era
dono de embarcações, entre as quais a lancha à vapor denominada Cardosinha, de 1938 em diante participou da diretoria da concorrida festa de N. S. de Nazaré da Vila Maiuatá e foi um dos que ajudaram na construção da Ig. de N. S. de Nazaré na vila, foi
vereador em Igarapé-Miri entre 1947 e 1951, cedia espaços de sua residência para o funcionamento de escolas na Vila Maiuatá. Anilo era casado e com filhos, 4ª
G;Bisnetos/Bn: Nazareno Cardoso e outros, que após o falecimento de Anilo,
herdaram os negócios do pai e permaneceram nos negócios até a década de 1980.
Os Outros Costa Cardoso em Pesquisa
Antonio José da Costa Cardoso, foi um dos imigrantes chegados em 1920 na antiga Vila Concórdia, hoje Vila Maiuatá e que ajudaram no desenvolvimento dessa localidade e nos antigos festejos de N. S. de Nazaré, inclusive com a urbanização da vila e a construção da Igreja de N. S. de Nazaré.
. José da Costa Cardoso, foi um dos imigrantes chegados em 1920 na antiga Vila Concórdia, hoje Vila Maiuatá e que ajudaram no desenvolvimento dessa localidade e nos antigos festejos de N. S. de Nazaré.
Família
Genealogia do Coronel Maximiano
Guimarães Cardoso
Existe
algumas inconsistências na genealogia abaixo por conta de dados, que esperamos
sejam corretos, e que foram retirados do livro “Memórias de uma vida”,
publicado em 1994, autoria de Lauro Cardoso da Silva, e Lauro é bisneto do
Coronel Maximiano Guimarães Cardoso e filho de Esmerina Cardoso da Silva
(porque casada com Latino Lídio da Silva), onde ele se reporta exatamente aos
fatos de sua família, onde também cita os demais irmãos de sua mãe: Maximiano
de Almeida Cardoso, Joventina Cardoso Pinheiro/de Almeida Cardoso-nome de
solteira, Manoel da Paixão Almeida Cardoso, Eládio de Almeida Cardoso, Cecílio
de Almeida Cardoso, Nércia Cardoso Paes/de Almeida Cardoso-nome de solteira,
Ana Cardoso da Silva/de Almeida Cardoso-nome de solteira, Elesbão de Almeida
Cardoso, portanto eram 9 irmãos. As inconsistências se devem a dados colhidos
de outras importantes fontes de informações que também tratam da mesma família.
Como já dissemos em alguns trechos das genealogias aqui elencadas, muitas
antigas famílias de Abaetetuba e Igarapé-Miri vieram dos mesmos troncos
ancestrais de famílias que iniciaram o povoamento, não só desses municípios,
como de muitas localidades do Baixo Tocantins, por conta de atividades
econômicas, postos militares , funções e atividades que exigiam deslocamentos
constantes de membros dessas antigas famílias.
Família
. 1ª G/ pais de João Lourenço
Cardoso
. 2ª G/Filhos/F, João Lourenço
Cardoso, que casou com Gertrudes Guimarães Cardoso e com filhos, 3ª G/Netos/N:
Coronel Maximiano Guimarães Cardoso, a mãe de Maximiano Cardoso Pinheiro e
outros filhos.
. 3ª G/N, Coronel Maximiano
Guimarães Cardoso, falecido a 11/9/1936, era muito rico, dono de engenhos,
grandes propriedades com plantações de cacau, cana-de-açúcar, seringais,
embarcações, casas no interior e na cidade, dono de muitos escravos e outros
empregados, entre os quais muitas famílias de escravos alforriados. Um dos
engenhos do Coronel Maximiano Guimarães Cardoso, com fazenda anexa, ficava às
margens do Rio Tucumanduba. Nesse lugar tinha de tudo: luz elétrica, com
gerador acoplado a rodas de ferro, com pás de madeira, movimentadas pela força
da correnteza do Rio Tucumanduba. Na fazenda anexa ao engenho criava gado:
bois, carneiros, cabras, porcos, patos, cavalos. Havia grande variedade de
caças, pescados, mariscos e muitos produtos do extrativismo das matas e águas.
As máquinas para a
fazenda/engenho foram compradas direto da Inglaterra, inclusive as duas lanchas
à vapor de lenha, todas em ferro e aço: a Lancha Tucumanduba, que era muito
veloz e com potente sirene e a Lancha Cardosinha, igualmente potente.
Citações sobre o Coronel Maximiano Guimarães Cardoso
Pagamento do imposto de valor
locativo de 9$000 por um imóvel do Coronel Maximiano Guimarães Cardoso, sito à
Praça da República, em Abaeté em 1922.
O Coronel Maximiano Guimarães
Cardoso, foi vogal no Conselho de Intendência de Abaeté, Juiz Substituto,
industrial, dono de engenho de cana, comerciante e proprietário da Lancha
Tucumanduba, movida à vapor de lenha e importada da França, anos de 1940.
Faleceu em Abaetetuba em 11/9/1936.
O Coronel Maximixiano Guimarães
Cardoso, casou com Ana Judith de Almeida Cardoso e tiveram 9 filhos, 4ª
G/Bisnetos/Bn: Maximiano, Joventina, Esmerina, Manoel da Paixão, Eládio,
Cecílio, Nércia, Ana e Elesbão de Almeida Cardoso. Como já dissemos a respeito
dos poderosos que dominavam a indústria, comércio, navegação e extrativismo dos
períodos colonial, provincial e as primeiras décadas do período republicano do
Pará, e que também faziam parte das forças policiais e políticas desses tempos,
a maioria, além de seus filhos naturais, tiveram também muitos filhos
extraconjugais e o Coronel Maximiano Guimarães Cardoso, que foi um dos mais
poderosos donos de engenhos e outras atividades na antiga Abaeté, teve filhos,
4ª G/Bn, com suas escravas, moças e
mulheres das famílias agregadas e dependentes desse poderoso senhor de
engenhos.
Os Almeida Cardoso
. 4ª G/Bn, Cecílio de Almeida
Cardoso, citado em 5/6/1950 em Abaetetuba/Pa, casou com Maria Maués Cardoso e
tiveram os seguintes filhos: José Antonio de Pádua, Ana Nazaré, Cristina, Maria
da Ressurreição, Ely de Sabatini, Esmaelino de Jesus, Maria Dalcy e Raimunda
Nonata.
. 4ª G/Bn, Nércia Cardoso Paes,
casou com Pedro Pinheiro Paes (Nércia Cardoso Paes, nome de casada) e tiveram
numerosos filhos: Péricles, Ariosto, Edir, Neida, Alta, Necy, Raimundo, Maria
da Glória e Antonio Paes (Neto?), 4ª geração. Nércia faleceu em 13.9.1974
. 4ª G/Bn, Eládio de Almeida
Cardoso, casou com Antonia de Castro Cardoso e tiveram os seguintes filhos:
Maria da Conceição, Antonio, Lourenço, Deladiel, José, Nazaré Maximiano, Eládio
Filho, Maria Antonia, Ana Judith e Manoel
de Castro Cardoso, 4ª geração.
. 4ª G/Bn, Manoel da Paixão Almeida
Cardoso, nasceu em 21.4.1902 e faleceu em 11.10.1971, casou com Esmeralda
Bastos Cardoso e não tiveram filhos e já eram falecidos em 1994.
. 4ª G/Bisnetos/Bn, filhos do
Coronel Maximiiano Guimarães Cardoso e Ana Judith de Almeida Cardoso:
. 4ª G/Bn,
Maximiano de Almeida Cardoso, nascido a 12/5/1889 e falecido em 29/6/1982.
. 3ª G/N/ irmã do Coronel Maximiano
Guimarães Cardoso, que teve filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn: Joventina
Cardoso/Pinheiro e outros
. 4ª G/Bn, Joventina
Cardoso/Pinheiro, que casou com seu primo Maximiano Cardoso Pinheiro e tiveram
os seguintes filhos, 5ª G/Trinetos/Tn: Osmarina Pinheiro Marques (Pinheirinha),
Gersomina (era viva em 1994), Miguel, Felisberto Bordalo, Maria e Cardosinha
Cardoso Pinheiro. Miguel, Felisberto, Maria e Cardosinha, faleceram solteiros.
. 5ª G/Trinetos/Tn, filhos de
Joventina e Maximiano Cardoso Pinheiro:
. 5ª G/Tn, Osmarina Pinheiro
Marques (Pinheirinha), falecida a 30/10/1988 e foi sepultada no Cemitério de
Santa Izabel, em Belém, casou com Joaquim de Moraes Marques e tiveram os
seguintes filhos, 6ª G/Tetranetos/Ttn: Eldenor, Eduardo, Elza (já falecida em
1994), Elizabeth, Evandro, Joaquim, João Bosco, Eunice Nazaré, Sebastião e
Sérgio Maximiano Pinheiro Marques.
. 5ª G/Ttn, Gersomina Pinheiro
Carmona, casou com Damião Pereira Carmona (já era falecido em 1994) e tiveram 3
filhos, 6ª G/Tetranetos/Ttn: Cláudio (era solteiro em 1994), Cléa e Miguel
Pinheiro Carmona (já era falecido em 1994).
. 6ª G/Tetranetos/Ttn, filhos de
Gersomina e Damião:
. 6ª G/Ttn, Cléa Pinheiro Cardoso,
casou com José Antonio Maués.
. 4ª G/Bisnetos/Bn, filhos do
Coronel Maximiano Guimarães Cardoso e Ana Judith:
. 4ª G/Bn, Esmerina Cardoso da
Silva, era a 2ª entre os 9 filhos do Capitão Maximiano, nasceu em Abaeté a
12/2/1900 e falaeceu a 23/3/1974, casou com Latino Lídio da Silva e tiveram
filhos, 5ª G/Trinetos/Tn: Lauro Cardoso da Silva e outros, que tiveram 8
filhos, 6ª G/Tetranetos/Ttn. Era Esmerina quem tomava conta da grande fortuna
de seu pai e dos trabalhos da casa da fazenda, c/seus escravos, alforriados e
famílias. Era tanto dinheiro em casa, guardado em baús, que as notas “pegavam
bolor” (fungos) e era necessário, de vez em quando, que se estendessem as notas
de dinheiro em cima de esteiras feitas de palha e talas de jupati (espécie de
palmeira), colocadas sobre a grande
ponte do trapiche da casa e, muitas vezes, com os ventos fortes, muitas notas voavam
e caíam no rio e eram levadas pelas águas.
. 5ª G/Tetranetos/Ttn: Lauro
Cardoso da Silva e irmãos.
. 6ª G/Tetranetos/Ttn: filhos de
Lauro
Genealogia Paralela de Gertrudes
Guimarães/Cardoso
. 1ª G/ pais de Gertrudes Guimarães
Cardoso
. 2ª G/Filhos/F, Gertrudes
Guimarães Cardoso, casou com João Lourenço Cardoso e com filhos, 3ª G/Netos/N:
Coronel Maximiano Guimarães Cardoso e outros.
. 3ª G/N, Coronel Maximiano
Guimarães Cardoso, casou com Ana Judith de Almeida Cardoso, falecida em
Abaetetuba a 23/9/1933 e tiveram nove filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn: Maximiano de
Almeida Cardoso (faleceu solteiro e com 93 anos de idade), Joventina Cardoso
Pinheiro, Esmerina Cardoso da Silva, Manoel da Paixão, Eládio, Cecílio, Nércia
Cardoso Paes, Ana Cardoso Silva, Elesbão de Almeida Cardoso. De todos, apenas
Elesbão ainda era vivo em 1994.
Maximiano Guimarães Cardoso,
citado em 6/8/1901, com a reinvidicação dos donos de engenhos de Abaeté e
Igarapé-Miri, junto ao Governador do Pará, Dr. Augusto Montenegro, pela isenção
dos impostos importados de outros estados brasileiros, solicitados pela
Associação Comercial de Belém.
. 4ª G/Bn, Esmerina de Almeida
Cardoso, que casou com Latino Lídio da Silva, este nascido 24/3/1890 e tiveram
8 filhos, 5ª G/Trinetos/Tn: Catarina (falecida), Anita, Esmeralda, Aureliana,
Adelaide, Lauro, Maria Bartira e Manoel Arapajó Cardoso da Silva, José Delimiro
Cardoso da Siva e outros filhos extraconjugais. Vide descendência de Latino
Lídio da Silva.
. 5ª G/Tn, Lauro Cardoso da Silva.
Vide genealogia em Latino Lídio da Silva, seu pai.
. 4ª G/Bn, Maximiano de Almeida
Cardoso, nascido a 12/5/1889 e falecido solteiro em 29/6/1982.
. 3ª G/Netos/N, filhos de João
Lourenço Cardoso e Gertrudes Guimarães/Cardoso.
. 3ª G/Netos/N: mãe de Maximiano
Cardoso Pinheiro, que casou e com filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn: Joventina
Cardoso/Pinheiro, que casou com seu primo Maximiano Cardoso Pinheiro e tiveram
os seguintes filhos, 5ª G/Trinetos/Tn: Osmarina Pinheiro Marques (Pinheirinha),
Gersomina (era viva em 1994), Miguel, Felisberto Bordalo, Maria e Cardosinha
Cardoso Pinheiro. Miguel, Felisberto, Maria e Cardosinha, faleceram solteiros.
. 5ª G/Trinetos/Tn, filhos de
Joventina e Maximiano Cardoso Pinheiro:
. 5ª G/Tn, Osmarina Pinheiro
Marques (Pinheirinha), falecida a 30/10/1988 e foi sepultada no Cemitério de
Santa Izabel, em Belém, casou com Joaquim de Moraes Marques e tiveram os
seguintes filhos, 6ª G/Tetranetos/Ttn: Eldenor, Eduardo, Elza (já falecida em
1994), Elizabeth, Evandro, Joaquim, João Bosco, Eunice Nazaré, Sebastião e
Sérgio Maximiano Pinheiro Marques.
. 5ª G/Ttn, Gersomina Pinheiro
Carmona, casou com Damião Pereira Carmona (já era falecido em 1994) e tiveram 3
filhos, 6ª G/Tetranetos/Ttn: Cláudio (era solteiro em 1994), Cléa e Miguel
Pinheiro Carmona (já era falecido em 1994).
. 6ª G/Tetranetos/Ttn, filhos de
Gersomina e Damião:
. 6ª G/Ttn, Cléa Pinheiro Cardoso,
casou com José Antonio Maués.
Família
Genealogia Paralela de Ana Judith
de Almeida Cardoso
Pereira de Barros
. 1ª G/ pais de Torquato Pereira de
Barros
. 2ª G/Filhos/F, Torquato Pereira
de Barros, que em 1878 era subdelegado o subdelegado do distrito de Abaeté,
tendo como suplentes de subdelegado; 1º, João Pereira de Barros, 2º, José
Augusto Fortunato e Torquato foi proprietário do antigo Engenho Livramento,
situado no Rio Anapu, município de Igarapé-Miri, que foi adquirido do coronel
José Garcia da Silva/Coronel Garcia, no final do século 19, e Torquato Barros
casou com Ana Lobato (Ana Lobato Barros, nome de casada) e tiveram filhos, 3ª
G/Netos/N: Ana Judith de Almeida Cardoso e outros filhos, 3ª G/N: Catarina
Pereira de Barros.
Referências históricas sobre
Torquato Pereira de Barros
. Documentos de 1920 se referem a
uma “Rua Tenente Coronel Torquato Barros”. A Rua Torquato Barros se localizava
no antigo Bairro de Cafezal e esse trecho se estendia da atual Praça de Nossa
Senhora da Conceição até o Igarapé Cafezal. O Igarapé Cafezal foi aterrado para
o prolongamento da Rua Barão do Rio Branco e o Bairro agora é chamado de São
José.
. Alferes Torquarto Pereira de Barro, compôs a Câmara de Abaeté
(7/1/1881-1884), juntamente com o Tenente
Coronel Arlindo Leopoldo Correa de Miranda (presidente da Câmara), José
Benedito Rodrigues, José Augusto Fortunato, Camilo José de Freitas e Felippe Santiago e Leornado Antonio
Furtado, e Torquato foi intendente de Abaeté (1900-1902) ocupou a Intendência
Municipal de Abaeté, no período de 1900 a 1902.
. 3ª G/N, Catarina Pereira de
Barros, é irmã de Ana Judith de Almeida Cardoso. 3ª G/N, Catarina Pereira de
Barros, é irmã de Ana Judith de Almeida Cardoso.
Almeida Cardoso
. 3ª G/N, Ana Judith de Almeida
Cardoso, falecida em Abaeté a 23/9/1933, casou com o rico Coronel Maximiano
Guimarães Cardoso e tiveram filhos, 4ª G/Bisnetos: Maximiano de Almeida Cardoso
(faleceu solteiro e com 93 anos de idade), Joventina Cardoso Pinheiro, Esmerina
Cardoso da Silva, Manoel da Paixão, Eládio, Cecílio, Nércia Cardoso Paes, Ana
Cardoso Silva, Elesbão de Almeida Cardoso. De todos, apenas Elesbão ainda era
vivo em 1994.
. 4ª G/Bn, Esmerina Cardoso da
Silva, casou com Latino Lídio da Silva, este nascido 24/3/1890 e tiveram 8
filhos, 5ª G/Trinetos/Tn: Catarina (falecida), Anita, Esmeralda, Aureliana,
Adelaide, Lauro, Maria Bartira e Manoel Arapajó Cardoso da Silva, José Delimiro
Cardoso da Siva e outros filhos extraconjugais. Vide descendência de Latino
Lídio da Silva.
. 5ª G/Tn, Lauro Cardoso da Silva.
Vide genealogia de Latino Lídio da Silva.
Família
Genealogia de Maximiano de
Almeida Cardoso
. 1ª G/ pais de Maximiano de
Almeida Cardoso, segundo Lauro Cardoso da Silva, foi o Coronel Maximiano
Guimarães Cardoso. Vide genealogia acima.
. 2ª G/Filhos/F,
Maximiano de Almeida Cardoso, nascido a 12/5/1889 e falecido em 29/6/1982
(segundo Lauro Cardoso da Silva em seu livro de memórias), e o Coronel
Maximiano de Almeida Cardoso foi dono do Engenho Juarimbu, sito no rio de mesmo
nome e que foi montado no final do século 19. Além da fazenda o Coronel
Maximiano se dedicava à pecuária, agricultura e criação de suínos. Como o
Coronel Maximiano era muito rico, mandou vir da Alemanha uma lancha à vapor. Os
bens do Coronel Maximiano ficaram com os seus filhos, 3ª G/Netos/N, que não
sabendo administrador esses bens, venderam o Engenho Juarimbu ao Major João
Nicolau Fortes, que entregou a gerência do mesmo ao seu filho, João de Oliveira
Fortes e que trocaram o nome do engenho para Engenho São Sebastião na década de
1940 e o mesmo é citado até o ano de 1968.
Família:
. Manoel Laurindo Cardoso, nomeado em 1886
professor da escola elementar do Tucumanduba.
Família
. 1ª G/ pais de Alexandre Antonio
Cardoso
. 2ª G/Filhos/F, Alexandre Antonio
Cardoso, morador à Praça da República, vogal na Intendência: do Tenente-Coronel
Torquato Pereira de Barros em 1900-1902, da intendência do Dr. João Evangelista
Correa de Miranda em 1902-1906, na Intendência do Coronel Hygino Maués em
1906-1908, comerciante citado em 1922, Major-fiscal do Estado-maior do 214º
Batalhão de infantaria da Guarda Nacional em 12/4/1906, c/c Benedita Maria da
Conceição Teixeira e tiveram filhos, 3ª G/Netos/N: Esmeralda Cardoso, Antonia
Felícula Cardoso. Antonia Felícula tinha outros irmãos: Dadá e Horácio Cardoso.
Família
. Antonia Felícula Cardoso, filha
de Antonio Alexandre Cardoso e Benedita Maria da Conceição Teixeira, casou com
Arthur Nunes Ferreira, e este possuía duas irmãs e esses três irmãos casaram com
outros 3 irmãos da família Cardoso, portanto duas vezes primos entre si. Filhos
de Antonia Felícula com Arthur Nunes Ferreira: Maria de Nazaré, Joana da
Conceição, Artúnia, João Batista, Carmem Cardoso Ferreira. Antonia Felícula,
faleceu com 99 anos, no dia de Santo Antonio. Inicialmente a família de Antonia
Felícula residiu num chalé atrás do prédio da Escola Basílio de Carvalho, casa
onde antes morou Zezé Paes. Irmãos de Arthur, casadas com Cardoso: Carlos Nunes
Ferreira, que casou com Dadá Cardoso e tiveram filhos e Mimi Nunes Ferreira,
que casou com Horácio Cardoso e tiveram filhos.
. Dadá Cardoso, c/c Carlos Nunes
Ferreira, que, por sua vez, é irmão de: Arthur e Mimi Nunes Ferreira, que por
sua vez casaram com membros da fam. Cardoso.
. Horácio Cardoso, casou com Mimi
Nunes Ferreira e tiveram filhos.
. Manoel Laurindo Cardoso, nomeado
professor para a escola elementar do Tucumanduba.
Família
. Antonio Alexandre Cardoso, irmão
do Velho Cardoso, com origem no Maracapucu, c/c Benedita Maria da Conceição
Teixeira e tiveram filhos.
Cardoso de Figueiredo
. Manoel Cardoso de Figueiredo, em
1874 como comerciante de secos e molhados pelo Marajó e Baixo Tocantins.
Família
Cardoso Amanajás
. 1ª G/ pais de Manoel Antonio Cardoso Amanajás
. 2ª G/Filhos/F, Manoel Antonio Cardoso
Amanajás, dono do antigo Engenho Palheta, este sito no distrito de Villa
Muaná,Ilha do Marajó, que se originou do lendário plantador de cana-de-açúcar,
Francisco de Melo Palheta.
Família
Cardoso Amanajás de Tocantins
. Thomaz Antonio Cardoso Amanajás de
Tocantins. Em 1878 foram nomeados: delegado de Igarapé-Miry, João Baptista
Machado Janahú e como 1º suplente, o tenente Thomaz Antonio Cardoso Amanajás de
Tocantins; 2º suplente, Victório Gonçalves de Castro e 3º dito, Manoel Procópio
Gonçalves. Para o 1º districto, como subdelegado, Francisco Lopes Trovão, 2º
suplente, capitão lourenço Monteiro de Alfaia Lobato e 3º dito, João
d’Annunciação Correa.
. Tomás
Monteiro Cardoso Amanajás de Tocantins, este Coronel da Guarda Nacional,
comerciante, herdeiro do Engenho Santa Cruz no final do século 19, que
prosperou e adquiriu lancha à vapor Rosinha e que casou com Rosa de Lyra e
tiveram 12 filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn, que venderam o Engenho Santa Cruz.
Documento
de 1878 cita Leandro Cardoso Amanajás de Tocantins, como responsável dos
imigrantes cearenses para Muaná.
Outros Cardoso em Pesquisa
. Abília Sacramento Almeida, antiga professora em Igarapé-Miri, contemporânea da professora Ana Paraense Correa (Ana Correa de Miranda) na chamada Escola Isolada Mixta de Igarapé-Miri na década de 1930.
. Eldevira do Carmo Cardoso, foi professora normalista no antigo Grupo Escolar de Ig-Miri.
. Eulina da Purificação Cardoso, de origem cearense, formada professora normalista em Fortaleza/CE, foi dona de Externato em Igarapé-Miri/PA citado em 1912.
. Maués & Cardoso, firma citada
em 6/8/1901, com a reinvidicação dos donos de engenhos de Abaeté e Igarapé-Miri,
junto ao Governador do Pará, Dr. Augusto Montenegro, pela isenção dos impostos
importados de outros estados brasileiros, solicitados pela Associação Comercial
de Belém.
Família Carneiro
. J. Garcia
da Silva, firma citada em 6/8/1901, com a reinvidicação dos donos de engenhos
de Abaeté e Igarapé-Miri, junto ao Governador do Pará, Dr. Augusto Montenegro,
pela isenção dos impostos importados de outros estados brasileiros, solicitados
pela Associação Comercial de Belém.
. Sebastião
Fernandes Carneiro, citado em 6/8/1901, com a reinvnidicação dos donos de
engenhos de Abaeté e Igarapé-Miri, junto ao Governador do Pará, Dr. Augusto
Montenegro, pela isenção dos impostos importados de outros estados brasileiros,
solicitados pela Associação Comercial de Belém.
Família Carvalho
Os Carvalho
Os Carvalho
. Consuelo Carvalho, foi professora na tradicional escola Instituto Sant'Ana de Igarapé-Miri/PA
. Violeta Carvalho, foi antiga aluna na escola da professora Eulina da Purificação Cardoso, em Ig-Miri, citada em 1912.
Os de Carvalho
Família
. 1ª G/ pais de Pai Mião
. 2ª G/Filhos/F, Pai Mião, casou
com Mãe Tinina e com filhos, 3ª G/Netos/N: Raimundo Damião de Carvalho/Mestre
Damião.
. 3ª G/N, Raimundo Damião de
Carvalho/Mestre Damião, nasceu no município de Igarapé-Miri/Pa, que em 1925
fazia parte da Confraria de São Raimundo Nonnato e em 1942, serviu às forças
armadas e foi comissário de Polícia na antiga Vila Concórdia, hoje Vila
Maiauatá, município de Igarapé-Miri/Pa, tendo sido delegado de polícia em
várias localidades do Pará e até seu falecimento e que, durante a 2ª Guerra
Mundial, foi indicado por Eládio Correa
Lobato como representante da Comissão Estadual de Abaetecimento e Preço, na
região do Baixo Tocantins, que nessa década fazia as apreensões das cargas de
açúcar que eram transportadas para vendas nas embarcações do Baixo Tocantins,
devido falta de regularização junto a Comissão de Abastecimento e Preço. Mestre
Damião foi ourives, citado em 1922 e foi músico, professor de música,
compositor musical, tendo tocado e composto peças musicais para a centenária
Banda Musical Carlos Gomes, de Abaetetuba/Pa e Mestre Damião com 18 anos já era
pai de 3 filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn e casou com Maria da Mercês dos Santos e, por
uma segunda vez, casou com Julieta dos Santos Carvalho (Dona Giloca) e o Mestre Damião teve um total de 28 filhos, 4ª
G/Bn, com as duas esposas e fora do casamento: Enildes (Cutéia), Maria do Monte
Serrat, Maria das Graças, Maria de Nazaré e outros.
Citações sobre Raimundo Damião de
Carvalho/Mestre Damião:
Citação de 1922: “Officina de
ourives, de Raymmundo Damião de Carvalho, na Rua Justo Chermont, em Abaeté”.
. 4ª G/Bn, Enildes Casemiro dos
Santos Carvalho/Cutéia, nascido a 4/3/1936, foi um dos bons jogadores de
futebol nos clubes de Abaetetuba.
. 4ª G/Bn, Maria do Monte Serrat Carvalho Quaresma, casada com Benedito Quaresma, foi professora e,
posteriormente, funcionária e diretora Posto do INSS de Abaetetuba/Pa, é
destacada poetisa, escritoracom inúmeros livros já publicados, membro da
Academia Paraense de Letras do Interior do Estado do Pará e é memorialista da
cultura de Abaetetuba, casada com Benedito Quaresma e com filhos e netos, 5ª
G/Trinetos/Tn e 6ª G/Tetranetos/Ttn.
. 4ª G/Bn, Maria de Nazaré Carvalho Lobato, foi professora estadual e
já aposentada, é destacada poetisa, folclorista, escritora e com inúmeros
livros já publicados e é difusora da cultura em geral de Abaetetuba, é membro
da Academia Paraense de Letras do Interior do Estado do Pará, casada com
Marinho Lobato, este já falecido e com filhos, 5ª G/Trinetos/Tn e com 6ª
G/Tetranetos/Ttn.com
. 4ª G/Bn, Maria das Graças,
professora, casada e com filhos, 5ª G/Trinetos: Jane Márcia Carvalho Vilhena e
outros e com 6ª G/Tetranetos/Ttn.
Família
. Pedro Ribeiro de Carvalho e Dona
Guilhermina Francisca Ribeiro de Carvalho, como professores da instrução
pública da Freguesia do Moju em 1863.
Família
Felippe Benício de
Carvalho, em 1855 como delegado de polícia da Freguesia de Abaeté.
Os Outros Carvalho em Pesquisa
. Consuelo Almeida Carvalho, foi antiga aluna do Instituto Sant'Ana em Igarapé-Miri
. Estefânia da Costa Borges Carvalho, foi professora da antiga Escola Masculina Elementar de Ig-Miri e professora normalista do início no início do 1º Grupo Escolar de Ig-Miri, citada em 1912.
. Maria Orlete Margalho Carvalho, foi professora e diretora no antigo grupo Escolar de Ig-Miri.
Genealogia Paralela
dos Castilhos
Família Castilho
Família
. 1ª G/ pais de Maria
do Carmo de Castilho
. 2ª G/Filhos/F, Maria
do Carmo de Castilho, dona de engenho de cana movido à água, casas e dona de 32
escravos em terras de Abaeté, citada em 1853 e 1ª esposa do Cel. Caripuna,
falecida em 1851. Filhos, 3ª G/Netos/N, de Maria do Carmo de Castilho c/Antonio
Francico Correa Caripuna (Tenente-Coronel Caripuna): Francisco e Firmino Correa
Caripuna.
. 3ª G/N, Francisco
Correa Caripuna, casou com sua prima Aurélia, filha de Justo José (irmão do
Coronel Caripuna) e tiveram filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn.
. 3ª G/N, Firmino
Correa de Miranda, casou com sua prima Elíbia (filha de Justo José, irmão do
Coronel Caripuna) e tiveram filhos, 4ª G/Bn.
Família
. Isabel Maria de
Castilho (possivelmente irmã de Maria do Carmo de Castilho), casou com Justo
José Correa de Miranda (este da 4ª G/Bisnetos/Bn, abaixo), sendo o 1º casamento
deste e tiveram filhos: Aurélia Aureliana e Elíbia Eufrosina Correa de Miranda.
Justo José casou uma 2ª vez com Alexandria Maria Pinheiro e tiveram filhos: Rogério, Raquel e
Reinaldo Correa de Miranda.
Filhos de Isabel Maria de Castilho e Justo José Correa de Miranda
Aurélia Aureliana Correa de Miranda, c/c seu primo Francisco Correa de Miranda,
este filho do Tenente-Coronel Caripuna.
Elíbia Eufrosina Correa de Miranda, c/c seu primo Firmino Correa de Miranda,
filho do Tenente-Coronel Caripuna.
Rodrigues de
Castilho
Marciano Rodrigues de Castilho, que em
1889 era alferes do 7º batalhão de infantaria da Guarda Nacional de
Igarapé-Miri, junto com Francisco Antonio d’Oliveira Pantoja, como
tenente-quartel-mestre, o
tenente-ajudante-alferes João Capistrano Janhahu e o capitão Hypólito Rabello
Moreira Sampaio, capitão-tenente Raimundo Pinheiro Lopes, tenente-alferes
Cordolino Afonso de Lyra, tenente Agostinho Augusto pinheiro, tenente Manoel
Domingos d’Oliveira, Alferes Manoel Raymundo dos Santos Quaresma, e o alferes
José Ildefonso Sosinho.
Família
Borges de Castilho
Padre Sebastião Borges de Castilho, em
1840 era o padre efetivo da Freguesia do Moju em em 1852 era professor da
instrução pública da mesma freguesia.
Família Castro
. Elvira Castro, natural de Igarapé-Miri/Pa, citada em 2010.
Os Castro
. Roldão Castro, acadêmico de medicina, que casou com uma das filhas de Julião Simplício de Oliveira.
Os de Castro
. Aristóteles Emiliano de Castro, com origem no município de Igarapé-Miri e que dá seu nome à Escola Aristóteles Emiliano de Castro, no mesmo município.
. Aristóteles Emiliano de Castro, com origem no município de Igarapé-Miri e que dá seu nome à Escola Aristóteles Emiliano de Castro, no mesmo município.
. Manoel Antonio de Castro, com origem no município de Igarapé-Miri, foi antigo professor do antigo Grupo Escolar desse município, e foi homenageado com o nome da Escola Estadual Manoel Antonio de Castro.
. Pedro Paulo de Castro, foi um dos imigrantes chegados em 1910 na antiga Vila Concórdia, hoje Vila Maiuatá e que ajudaram no desenvolvimento dessa localidade e nos antigos festejos de N. S. de Nazaré.
Os Castro Dória
Família
Namor Castro Dória. Vide família abaixo:
. Ranulfo Dória, pai de Namor Castro Dória, este pai de Shirley Monteiro Dória.
. Namor Castro Dória, pai de Shirley Monteiro Dória.
. Shirley Monteiro Dória, atualmente reside em São Paulo, filha de Namor Castro Dória, este filho de Ranulfo Dória.
Os de Castro Pantoja
. Izabela Cristiani de Castro Pantoja, foi inscrita como imortal na Academia Igarapemiriense de Letras (AIL).
Os Gomes de Castro
. Pedro Paulo de Castro, foi um dos imigrantes chegados em 1910 na antiga Vila Concórdia, hoje Vila Maiuatá e que ajudaram no desenvolvimento dessa localidade e nos antigos festejos de N. S. de Nazaré.
Os Castro Dória
Família
Namor Castro Dória. Vide família abaixo:
. Ranulfo Dória, pai de Namor Castro Dória, este pai de Shirley Monteiro Dória.
. Namor Castro Dória, pai de Shirley Monteiro Dória.
. Shirley Monteiro Dória, atualmente reside em São Paulo, filha de Namor Castro Dória, este filho de Ranulfo Dória.
. Izabela Cristiani de Castro Pantoja, foi inscrita como imortal na Academia Igarapemiriense de Letras (AIL).
Os Gomes de Castro
. Tenente-coronel Joaquim Francisco Gomes de Castro/Tenente Castro e família, citado como professor em 1864.
Os Oliveira Castro
. Maria Cristina Oliveira Castro, foi aluna no antigo Grupo Escolar de Ig-Miri, formada no curso superior de Medicina.
Os Gonçalves de Castro
. Victório Gonçalves de Castro.
Os de Castro Gama
Os de Castro Gama
. João Lima de Castro Gama, tenente,
auxiliado por José Gonçalves Chaves e Ambrósio José da Trindade, organizaram,
na antiga Freguesia de Sant’Anna de Igarapé-Miry, a retomada dessa freguesia
das mãos dos revoltosos da Cabanagem em 1836.
Os Gomes de Castro
Os Gomes de Castro
. Emília Gomes de Castro, professora
adjunta da escola de Cametá em 1886.
Os Lopes de Castro
Os Lopes de Castro
. Firmino Lopes de Castro, citado em 1882,
citado como chefe de polícia da comarca de Igarapé-Miri, com diligência em
Beja.
Os de Freitas Castro
. 2ª G/Filhos/F, José Joaquim de Freitas
Castro, português, químico industrial, trabalhou nos engenhos do Major João
Nicolau Fortes em Igarapé-Miri/Pa nos anos de 1930 que, posteriormente,
adquiriu seu próprio engenho no Rio Piquiarana, no atual município de
Abaetetuba/Pa, o Engenho Conceição, este posteriormente repassado para outros
donos: como Dedé Lobato. Zé Joaquim Freitas Castro casou com Flor Fortes, esta
filha do Major João Nicolau Fortes para quem Zé Joaquim trabalhava.
. 2ª G/Filhos/F, Raimundo Castro, que era afilhado e trabalhava como gerente dos
negócios de João Tourão Correa de Miranda até 1960.
2ª G/Filhos/F, deputado Victório Gonçaves de Castro, foi deputado na gestão do
Governador Lauro Sodré ( anos de 1902 a 1914). Em 1878 foram nomeados: delegado de Igarapé-Miry,
João Baptista Machado Janahú e como 1º suplente, o tenente Thomaz Antonio
Cardoso Amanajás de Tocantins; 2º suplente, Victório Gonçalves de Castro e 3º
dito, Manoel Procópio Gonçalves. Para o 1º districto, como subdelegado,
Francisco Lopes Trovão, 2º suplente, capitão Lourenço Monteiro de Alfaia Lobato
e 3º dito, João d’Annunciação Correa.
Os Castro como militares, junto com outros nomes:
. Tenente-coronel João
Maria Gonçalves de Castro.
Em 1868
eram 2 Comandos Superiores, situados nas Comarcas da Capital e Villa de
Igarapé-Miry.
Na
Comarca da Capital eram 7 comandos superiores:
Comando
Superior da Comarca da Capital (que abrangia: Capital, Vigia e Curuçá),
Bragança (Cintra, Ourém, Bragança e Vizeu), Marajó (Muaná, Cachoeira, Chaves,
Soure e Monsarás), Macapá (Macapá e Mazagão), Cametá (Cametá, Baião,
Curralinho, Portel, Breves e Melgaço), Gurupá (Gurupá e Porto de Moz), Santarém
(Monte Alegre, Santarém, Villa Franca, Alenquer, Óbidos e Faro).
Comando
Superior da Comarca de Igarapé-Miry:
. Tenente
Coronel João Maria Gonçalves de Castro
Comandante
superior de Igarapé-Miry, Coronel Pedro Honorato Correa de Miranda.
No 10º
batalhão de infantaria, tenente-coronel Antonio Francisco Correa Caripuna, na
Freguesia de Abaeté.
No 11º
batalhãi de infantaria, tenente-coronel João Maria Gonçalves de Castro, na
Villa de Igarapé-Miry.
Na 2ª
secção de batalhão de infantaria, Major José Roberto da Costa Pimentel, na
Freguesia de Cairary.
Na
companhia de infantaria do serviço de reserva, Capitão José Monteiro de Lyra
Lobato, na Villa de Igarapé-Miry
Na
companhia de infantaria do serviço de reserva, capitão João Florêncio da
Silveira Góes, na Freguesia de Abaeté.
. Pedro
Honorato Correa de Miranda, era o comandante superior da Guarda Nacional de
Igarapé-Miri, que abrangia os batalhões da Guarda Nacional de Abaeté e ambos
atrelados ao 1º Distrito da Comarca da Capital, junto com as “paróchias”da Sé, SS. Trindade, Acará,
Moju, Barcarena, Beja, Conde e Cairary, e Pedro Honorato, por motivo de doença,
passou o cargo em 1868 para o tenente-coronel comandante do batalhão de
infantaria nº 11, João Maria Gonçalves de Castro e este em 30/7/1868, por se
achar fora do município e também doente, assumiu o cargo o comandante do10º
batalhão de infantaria de Abaeté, Antonio Francisco Correa Caripuna, por ser o
mais velho no comando de Igarapé-Miry . Quase todos pertenciam ao mesmo clã
familiar dos Correa de Miranda de Igarapé-Miri/Pa.
Continuação dos Outros Castro em pesquisa
. José
Antonio Pereira de Castro, que era juiz de paz na antiga freguesia de Sant’Anna
de Igarapé-Miry e que durante a revolta da Cabanagem, no Pará, organizou as
defesas dessa Freguesia contra os revoltosos cabanos em 1835, estes chefiados
por Manoel Domingos, Alexandre Carlos, Manoel de Souza e João Gouveia, que
cercaram e tomaram a freguesia. José Antonio Pereira de Castro era o professor
interino da instrução pública primária em Igarapé-Miry.
Família
. 1ª G/
pais de José Pereira de Castro
. 2ª
G/Filhos/F, José Pereira de Castro, que era casado e com filhos, 3ª G/Netos/B:
José Pereira de Castro Júnior e outros.
. 3ª G/N,
José Pereira de Castro Júnior, citado como coletor de rendas de Igarapé-Miri,
tendo na tesouraria, Caetano José Pereira, citados de 1863 a1868.
Continuação dos Outros Castro em Pesquisa
. Caetano
José Pereira, tesoureiro da coletoria de Igarapé-Miry, tendo como coletor José
Pereira de Castro Júnior, citados de 1863 a1868.
Lyra
Lobato
. Sebastião Simpliciano de Lyra
Lobato, como militar junto com outros nomes:
·
Em 1888
foram nomeados como oficiais da Guarda nacional em 7 de fevereiro, para o
batalhão nº 34 de infantaria da Guarda Nacional de Igarapé-Miry:
1ª companhia: para capitão, o
alferes do extinto batalhão nº 11, Aprígio Apolinário Lobato.
. Para tenente, o
guarda Leonardo Antonio Lobato.
. Para alferes, o guarda Manoel
Sebastião Lobato.
Promoções:
promovido para capitão da 2ª companhia, o guarda José Fleury Correa Caripuna.
. Para tenente, o guarda João Antonio da Cruz Filho.
. Para alferes, o guarda
Manoel João Pimentel.
3ª Companhia: promoções em 1888:
. Para
capitão, o guarda José dos Passos Correa de Miranda
. Para tenente, o guarda
Joaquim de Deus Oliveira.
. Para alferes, o guarda José Valois Chaves.
3ª companhia: promoções em 1888:
. Para
capitão, o guarda Manoel Raymundo de Oliveira Júnior.
. Para tenente, o alferes
do extinto batalhão nº 11, Lourenço Antonio Lopes de Oliveira.
. Para alferes, o
guarda Athanásio Bonifácio da Costa.
4ª companhia; promoções em 1888:
. Para
capitão, o guarda Mariano Antonio Pinheiro.
. Para tenente, o guarda Sebastião
Simpliciano de Lyra Lobato.
. Para alferes, o guarda José Bernardo de Lyra
Castro.
6ª companhia; promoções em 1888:
Para
capitão, o guarda Gentil Augusto Lobato. Para tenente, o guarda Marcellino
Antonio da Silva.
. Para alferes, o guarda Antonio Idomeneo Rocha.
Estado
maior: tenente-ajudante, servindo de secretário, o guarda João Paulo Paraense
Perdigão.
. Para tenente-quartel-mestre, o
guarda João Antonio Laudim de Miranda.
Por
portaria de 20/3/1888, foi designado, novamente, o tenente-coronel Antonio
Manoel Correa de
. Miranda para comandante superior da Guarda nacional de
Igarapé-Miry.
Continuação dos Outros Castro em pesquisa
. Caetano
José Pereira, citado em 1868.
Família Cavalcante
. Cecília de Oliveira Cavalcante, citada em 1949 como professora no Grupo Escolar Prof. Manoel Antonio de Castro, em Igarapé-Miri/PA.
Família Chaves
Família Cavalcante
. Cecília de Oliveira Cavalcante, foi professora no antigo Grupo Escolar de Ig-Miri, ano de 1949.
. Antonio da Silva Chaves
. Cafuz José, escravo do negociante
Joaquim Antonio da Silva Villaça, que em 1848 matou à tiro de espingarda, por
engano, o português Antonio da Silva Chaves.
Junto com as tropas da antiga Guarda Nacional:
. José Valois Chaves, em citação de 1888:
Em 1888
foram nomeados como oficiais da Guarda nacional em 7 de fevereiro, para o
batalhão nº 34 de infantaria da Guarda Nacional de Igarapé-Miry:
1ª
companhia: para capitão, o alferes do extinto batalhão nº 11, Aprígio
Apolinário Lobato.
. Para tenente, o guarda Leonardo Antonio Lobato.
. Para alferes, o guarda Manoel
Sebastião Lobato.
Promoções:
promovido para capitão da 2ª companhia, o guarda José Fleury Correa Caripuna.
. Para tenente, o guarda João Antonio da Cruz Filho.
. Para alferes, o guarda
Manoel João Pimentel.
3ª Companhia: promoções em 1888:
. Para
capitão, o guarda José dos Passos Correa de Miranda. Para tenente, o guarda
Joaquim de Deus Oliveira. Para alferes, o guarda José Valois Chaves.
3ª companhia: promoções em 1888:
. Para
capitão, o guarda Manoel Raymundo de Oliveira Júnior.
. Para tenente, o alferes
do extinto batalhão nº 11, Lourenço Antonio Lopes de Oliveira.
. Para alferes, o
guarda Athanásio Bonifácio da Costa.
4ª companhia; promoções em 1888:
. Para
capitão, o guarda Mariano Antonio Pinheiro.
. Para tenente, o guarda Sebastião
Simpliciano de Lyra Lobato.
. Para alferes, o guarda José Bernardo de Lyra
Castro.
6ª companhia; promoções em 1888:
. Para
capitão, o guarda Gentil Augusto Lobato. Para tenente, o guarda Marcellino
Antonio da Silva.
. Para alferes, o guarda Antonio Idomeneo Rocha.
Estado
maior: tenente-ajudante, servindo de secretário, o guarda João Paulo Paraense
Perdigão.
. Para tenente-quartel-mestre, o
guarda João Antonio Laudim de Miranda.
. Por
portaria de 20/3/1888, foi designado, novamente, o tenente-coronel Antonio
Manoel Correa de Miranda para comandante superior da Guarda nacional de
Igarapé-Miry.
Família
Gonçalves Chaves
. Fernando José Gonçalves Chaves:
ANNA
FERREIRA DE GUSMÃO, citada em 1830, 1836, dona de terras em área do Engenho
Nossa Senhora das Mercês, com 4.825 pés de cacau, dona de casas e com 45
escravos e outros bens:
1) Huma
sorte de terras na Ilha onde existe o Engenho de Nossa Senhora das Mercês, com
duzentas braças de frente pelo mais ou menos principiando dos (....) athe o
Igarapé de Thomas Homum (....)
5) Meio
quarto de terras no rio (....) principiando dos marcos de D. Rita Borges
Machado, pelo rio acima athe os marcos de Fernando Jozé Gonçalves Chaves, com
uma légua de fundos.
. Maria Gonçalves Chaves, dona de engenho,
escravos e terras, citado em 1857 como vizinha de Maria Rita Correa de Miranda,
esta também dona de engenho, escravos e terras na Villa de Igarapé-Miri, na
mesma data.
Família
. JOSÉ GONÇALVES CHAVES:
Maria Ferreira de
Gusmão, esposa de Manoel João Correa de Miranda (o 1º Manoel João), era
detentora de engenhos, entre os quais o Engenho Nossa Senhora das Mercês, no
Rio Anapu, na Freguesia de Sant’Anna de Igarapé-Miri, dona de escravos e outros
patrimônios, citada em 1825, possivelmente irmã de Anna Ferreira de Gusmão,
esta dona de engenho/fazenda, dona de mais de 40 escravos, dona de terras na
ilha onde existia o Engenho Nossa Senhora das Mercês com plantações de cacau
citada em 1830. São
citados como donos de engenhos/fazendas, contemporâneos de Maria Ferreira de
Gusmão e sua irmã Anna: Thomas Homum, dona Rita Borges Machado, José Gonçalves
Chaves, estes citados em 1830.
. José Gonçalves Chaves, dono de engenho,
escravos e terras na Villa de Igarapé-Miri, citado em 1857, vizinho de Maria da
Glória Correa de Miranda, esta também dona de engenho e terras na mesma data.
Posteriormente José Gonçalves Chaves adere ao movimento de libertação de
escravos em Abaetetuba e no Baixo Tocantins. Tem rua com o seu nome em
Abaetetuba/Pa.
. João Lima de Castro Gama, tenente,
auxiliado por José Gonçalves Chaves e Ambrósio José da Trindade, organizaram,
na antiga Freguesia de Sant’Anna de Igarapé-Miry, a retomada dessa freguesia
das mãos dos revoltosos da Cabanagem em 1836.
Citação
de 1854: O governo da Província do Pará criou em 4/4/1837, como uma das Forças
Públicas, o Corpo de Trabalhadores (que foi uma das forças públicas criadas
após a revolta da Cabanagem na Província do Pará). O Corpo de trabalhadores da
Capital era formado pelas forças: da Capital, Ourém e Igarapé-Miry, tendo como
major-fiscal Manoel Fernandes Ribeiro e com as seguintes companhias nas freguesias:
. Barcarena,
capitão-comandante: Manoel Francisco Pimentel
. Moju,
Francisco José Rodrigues
. Acará,
Henrique José de Oliveira Pantoja
. Igarapé-Miry,
José Gonçalves Chaves
. Cairary,
Francisco Antonio de Magalhães
. Abaité:
vaga.
. Em 1855 Manoel
Francisco Pimentel era o capitão-comandante do corpo de trabalhadores
da Freguesia de Barcarena, que contava com um capitão e 50 trabalhadores; na
Freguesia de Beja, era o capitão-comandante José Elias de Souza; na Freguesia
do Moju, o capitão-comandante era Francisco José Rodrigues, contando com 1
capitão, 1 sargento, 4 cabos e 36 trabalhadores; na Villa de Igarapé-Miry, como
capitão-comandante José Gonçalves Chaves; na Freguesia de Cairary, o
capitão-comandante Francisco Antonio de Magalhães, contando com 1 capitão, 1
sargento, 1 cabo e 26 trabalhadores e na Freguesia de Abaeté, o
capitão-comandante Justo José Correa de Miranda.
. MARIA DA
GLÓRIA CORREA DE MIRANDA, dona de terras, engenho e terrenos: 1) huma sote de
terras com meia légua, pouco mais ou menos a qual principia das divisões de
JOZÉ GONÇALVES CHAVES e confina com ALEXANDRE ANTONIO DE OLIVEIRA PANTOJA,
fundos competentes, denominado vulgarmente Japaticú com cza de vivenda coberta
de telha com 100 palmos de frente e 70 de fundos, além de um grande quintal com
cazas (no município de Igarapé-Miry, citado em 1857). 2) hum quarto de terras
nas cabeceiras do Rio (....) que principiam dos marcos de ALEXANDRE ANTONIO DE
OLIVEIRA PANTOJA e dahi por diante athe o (....) de braças pertencentes às
ditas terras (na freguesia de Sant’Anna de Igarapé-Miry, citada em 1857). 3)
dois terrenos na Villa de Igarapé-Miry (citados em 1857). 4) hum engenho de
moer urucú sem serventia (citado em 1857), dona de17 escravos.
Outros Gonçaves Chaves.
. Manoel José Gonçalves Chaves, foi
verador em Igarapé-Miry por volta de 1886.
J . Joaquim Gonçalves Chaves, foi vereador
em Abaeté, nas intendências: do Coronel Manoel João Pinheiro (1891-1894) e
Emídio Nery da Costa (1894-1896).
Correa Chaves e Correa de Miranda
. João Evangelista Correa Chaves e Manoel
Gonçalves Correa de Miranda eram primos de:
Pedro Honorato Correa de Miranda, e
seu eleitor em vários mandatos de deputado provincial, citados nos anos de
1840. João Evangelista Correa Chaves, foi um dos vereadores para a 1ª Câmara de
Vereadores da Villa de Igarapé-Miri (1845-1849), contemporâneo dos também
vereadores dessa mesma câmara: Domingos Borges Machado Acatauassu, Francisco
José Correa de Miranda, Pedro Honorato Correa de Miranda, João dos Santos Lopes
e Antonio Hygino Cardoso Amanajás.
. José Joaquim Gonçalves Chaves, com quem
o governo da Província do Pará contrata a construção da ponte de Abaeté, pela
importância de 8:720$000 réis as obras de construção da ponte, quando foi
solicitada pela Câmara Municipal de Abaeté a alteração e para ser modificado o
plano inicial e o governo atendeu as ponderações e com novo orçamento e
substituição do material e autorizada a mofificação, em 1887, obra terminada em
1889 e com o custo de 9:000$000 réis e mais outros acréscimos de 2521$480 réis.
. Manoel José Gonçalves Chaves, falecido
por volta de 1886.
Família Coelho
Os Coelho
Os Coelho
. João Coelho
. João Coelho Neto, era mestre escultor e de entalhes de obras sacras de Ig-Miri em casas de eiras e beiras, dos lustres e era pintor de cenários das peças teatrais.
Os Outros Coelho em pesquisa
. Estelita Gonçalves Coelho, foi professora normalista do 1º Grupo Escolar de Ig-Miri/Grupo Velho
Família Coimbra
Os Coimbra
Os Coimbra
Gomes Coimbra
José Gomes Coimbra, bacharel, que em
1882 foi nomeado juiz de direito em Igarapé-Miry.
Família Conceição
. José Natividade da Conceição, músico citado como membro de banda musical no início do Século 20.
. Maria Sabina da Conceição/Tia Sabina, que era ajudante de limpeza na escola da Professora Eulina da Purificação Cardoso, em Ig-Miri, citada em 1912 e no antigo Grupo Escolar de Ig-Miri e no Grupo Escolar Manoel Antonio de Castro na década de 1940..
Família Correa
mudar para Miranda
Antonia Amélia Figueiredo
Miranda, esteve presente na instalação da cidade de Abaeté em 15/8/1895.
FAMÍLIA CORREA
Os Correa
. Bertino Olegário Correa, foi
um dos imigrantes chegados em 1910 na antiga Vila Concórdia, hoje Vila
Maiuatá e que ajudaram no desenvolvimento dessa localidade e nos antigos
festejos de N. S. de Nazaré.
. Braulino Correa, citado em 1958
. Ermilo Correa, foi um dos imigrantes chegados em 1910 na antiga Vila Concórdia, hoje Vila Maiuatá e que ajudaram no desenvolvimento dessa localidade e nos antigos festejos de N. S. de Nazaré.
. João de Deus Correa, músico contemporâneo do mestre musical João Valente do Couto, de Ig-Miri.
. Lourenço Correa, natural de Igarapé-Miri/Pa, origem na localidade Rio
Pindobal-Miri, município de Igarapé-Miri, pescador, citado em
6/1992.Albino da Costa
Correa, dono do Engenho Menino Deus, no Rio Panacuéra.
. Maria
José Correa, origem no município de Igarapé-Miri, citada em 2010.
. Orlando Correa, foi aluno do antigo Grupo Escolar de Ig-Miri, formado no curso superior de Medicina.
. Raymundo Arcanjo Correa, músico de Ig-Miri, contemporâeneo do mestre musical João Valente do Couto.
. Raimundo Correa, antigo professor na localidade Alto Meruú, em Igarapé-Miri, contemporâneo do prof. Lucídio Pena na mesma localidade
. Rogério Correa, foi um dos imigrantes chegados em 1910 na antiga Vila Concórdia, hoje Vila Maiuatá e que ajudaram no desenvolvimento dessa localidade e nos antigos festejos de N. S. de Nazaré.
Família
. 1ª G/ pais de Américo Correa
. 2ª
G/Filhos/F, Américo Correa, era de origem italiana, que na última década do
século 19 montou o Engenho Vera Cruz no rio Panacuéra-Miri e prosperou
economicamente. Casou e teve os filhos, 3ª G/Netos/N: Júlio e Américo Correa (o
filho).
. 3ª G/N, Américo Correa Filho, que com o falecimento do pai, assume os negócios
do engenho de cana, que na 2ª década do século 20, devido dificuldades
financeiras, hipoteca o engenho ao Capitão Porfírio Antonio Lobato, que acaba
ficando com o referido engenho Vera Cruz.
. 3ªG/N,
Júlio Correa, que após o falecimento de seu pai, herda a propriedade denominada
Espera, localizada nas margens do Rio Igarapé-Miri, onde havia uma grande
plantação de cacau.
Observação:
Bom dia professor Ademir,
A minha família materna é da região de Igarapé-Miri, Vila Maiuata, Mauba e ainda temos parentes morando em Abaetetuba, minha avó materna já está chegando aos 85 anos (lúcida Graças a Deus) e tem andado saudosista falando sobre o pai que ela pouco conheceu pois quando ela tinha 06 meses de nascido ele tinha separado da mãe dela e deixado 4 filhas. Do pai ela só sabe que o chamavam de português o nome dele JOÃO SAMPAIO CORREA (falecido quando ela tinha 09 anos) e no avô paterno AMÉRICO CORREA (quem ela não chegou a conhecer).
Eu comecei a pesquisar informações sobre a ascendência a minha avó Emília e dessa região para mostrar a ela e até exercitar a memória afetiva dela pois depois que ficou viúva foi ficando mais solitária... posto que, felizmente, encontrei seu blog que é um maravilho registro histórico da região com dados que eu nunca tinha tomado conhecimento e desde já lhe parabenizo pena que a educação local nos mantém alheios a nossa história regional.
Ao longo dos anos sempre escutei minha avó citar esse pai, supostamente português que era muito bonito, alto e loiro(inclusive o nome de um dos filhos dela é João em homenagem ao pai que ela tinha); segundo relatos dela existia algum grau de parentesco via paterna entre o pai dela e os Correa do Grupo Nazaré; como ela e as irmãs foram criadas só pela mãe e a família paterna nunca lhes deu atenção o convívio foi nulo.
O senhor não imagina meu espanto em encontrar o sobrenome CORREA em suas pesquisas e artigo postado, quando fui ler pra minha avó ela reconheceu muitos dados citados e inclusive o nome de AMÉRICO CORREA (de origem italiana) como o mesmo nome do avô paterno dela, ao seguir lendo observados certas coincidências e estou inclinada a acreditar que ele é mesmo nosso ascendente porém, para sanar qualquer dúvida, gostaria de pedir ao senhor que disponibilize mais dados, se claro, o senhor tiver acesso para que ela possa saber mais sobre a própria origem.
Caso o senhor não tenha mais dados, peço sua orientação sobre como posso proceder para encontrar essas informações, como e onde descobrir ? pois minhas buscar online estão sendo infrutíferas.
Agradeço seu tempo e disposição de ter criado o Blog e a sua atenção;
Até deixei um cometário no blog também.
. Américo Correa pai de João Sampaio Correa (casado com Maria Liberalina de Abreu Correa )
Att. Caroline Sharon Lopes de Lima.
Família
.
Rogério Correa, este morador da antiga Vila Concórdia, atual Vila
Maiuatá, era casado e com filhos: Auriel Correa e outros em pesquisa.
.
Auriel Correa/Aurita, que casou com Oscar P. Castelo Branco de Lima,
este vindo de Belém e começou a trabalhar no ramo da saúde, e tiveram
filhos: Odalea, Irene, Manoel
Luís, Osmar, Osvaldo, Oscar, Orivaldo, Odivaldo, Ocimar, Auriel, Maria
de Nazaré.
Família
. Anna de Miranda Correa, nascida em 24/3/1948 e falecida em 25/4/1976, c/c Virgílio da Costa Correa Pinheiro e com filhos: Oséas Lobato Correa, este c/c Creuza Dória Correa e com filhos: .
. Carlos Pinheiro Correa
. Catharina Correa Lobato, c/c Cordulino Affonso de Lyra Lobato e com filhos: Anna de Miranda Correa, esta c/c Virgílio da C. Correa Pinheiro e com filhos: Oséas Lobato Correa, este c/c Creuza Dória Correa e com filhos.
. Cordulino Affonso de Lyra Lobato, c/c Catharina Correa Lobato e com filhos: Anna de Miranda Correa.
. Creuza Dória Correa, esta nascida em 11/8/1936 e falecida em 26/11/2009, foi comerciante em Ig-Miri, c/c Oseas Lobato Correa e com filhos.
. Francelino Abel Correa, c/c Maria de Jesus Correa e com filhos:Virgílio de C. C.P. e este c/c Anna de Miranda Correa e com filhos: Oséas Lobato Correa, e este c/c Creuza Dória Correa e com filhos.
. Jerônimo de Lyra Lobato, c/cQuitéria Lobato e com filhos: Cordulino A. de L. L., este c/c Catharina Correa Lobato e com filhos: Anna de Miranda Correa, esta casou com Virgílio de C. . C. P. este casado e com filhos: Creusa Dória Correa, esta c/c Oséas Lobato Correa e com filhos.
. Maria de Jesus Correa, c/c Francelino Abel Correa e com filhos: Virgílio de C. C. P.
. Oséas Lobato Correa, este nascido em 15/9/1930, c/c Creuza Dória Correa e com filhos.
. Quitéria Lobato, c/c Jerônimo de Lyra Lobato e com filhos: Cordulino A. de L. L.
. Raymundo, c/c Antonia e com filhos: Jerônimo de Lyra Lobato, este c/c Quitéria Lobato e com filhos: Cordulino A. de Lyra Lobato
Virgílio da Costa Correa Pinheiro, c/c Anna de Miranda Correa e com filhos: Oséas Lobato Correa.
Observação:
Bom dia professor Ademir,
A minha família materna é da região de Igarapé-Miri, Vila Maiuata, Mauba e ainda temos parentes morando em Abaetetuba, minha avó materna já está chegando aos 85 anos (lúcida Graças a Deus) e tem andado saudosista falando sobre o pai que ela pouco conheceu pois quando ela tinha 06 meses de nascido ele tinha separado da mãe dela e deixado 4 filhas. Do pai ela só sabe que o chamavam de português o nome dele JOÃO SAMPAIO CORREA (falecido quando ela tinha 09 anos) e no avô paterno AMÉRICO CORREA (quem ela não chegou a conhecer).
Eu comecei a pesquisar informações sobre a ascendência a minha avó Emília e dessa região para mostrar a ela e até exercitar a memória afetiva dela pois depois que ficou viúva foi ficando mais solitária... posto que, felizmente, encontrei seu blog que é um maravilho registro histórico da região com dados que eu nunca tinha tomado conhecimento e desde já lhe parabenizo pena que a educação local nos mantém alheios a nossa história regional.
Ao longo dos anos sempre escutei minha avó citar esse pai, supostamente português que era muito bonito, alto e loiro(inclusive o nome de um dos filhos dela é João em homenagem ao pai que ela tinha); segundo relatos dela existia algum grau de parentesco via paterna entre o pai dela e os Correa do Grupo Nazaré; como ela e as irmãs foram criadas só pela mãe e a família paterna nunca lhes deu atenção o convívio foi nulo.
O senhor não imagina meu espanto em encontrar o sobrenome CORREA em suas pesquisas e artigo postado, quando fui ler pra minha avó ela reconheceu muitos dados citados e inclusive o nome de AMÉRICO CORREA (de origem italiana) como o mesmo nome do avô paterno dela, ao seguir lendo observados certas coincidências e estou inclinada a acreditar que ele é mesmo nosso ascendente porém, para sanar qualquer dúvida, gostaria de pedir ao senhor que disponibilize mais dados, se claro, o senhor tiver acesso para que ela possa saber mais sobre a própria origem.
Caso o senhor não tenha mais dados, peço sua orientação sobre como posso proceder para encontrar essas informações, como e onde descobrir ? pois minhas buscar online estão sendo infrutíferas.
Agradeço seu tempo e disposição de ter criado o Blog e a sua atenção;
Até deixei um cometário no blog também.
. Américo Correa pai de João Sampaio Correa (casado com Maria Liberalina de Abreu Correa )
Att. Caroline Sharon Lopes de Lima.
Família
. 2ª
G/Filhos/F, Arcelino Correa, que começou a trabalhar desde os 14 anos, como
empregado de casa comercial, tendo posteriormente casado com Alice Pinheiro e foram
para o interior do município de Igarapé-Miri/Pa para desenvolver o comércio de
regatão em canoas à vela para o Baixo Amazonas, onde levava os produtos locais,
especialmente cachaça, que trocava com os produtos desta região, como pirarucu,
couros de jacarés e outros animais silvestres e outras mercadorias e assim foi
crescendo nos negócios. Arcelino Pimentel Correa e Alice Pinheiro tiveram 3
filhos, 3ª G/Netos/N: Alaci, Arthur e Artêmio Pinheiro Correa e com estes criou
a firma Arcelino Correa & Cia. e montaram o Engenho São Judas Tadeu no Rio
Murutipucu, no atual município de Igarapé-Miri/Pa, com um maquinário adquirido
do sr. Manoel Lobato/Duquinha Lobato, quando passaram a produzir cachaça de
nominada Com Jeito Vai, que comercializava no sistema de regatão pelas
localidades da região tocantina e rio Amazonas. Tendo prosperado nos negócios,
Arcelino Pimentel Lobato e filhos, em 1970, foram para Belém e no chamado Porto
do Sal instalaram um armazém de estivas chamado Armazém Correa e no final do
ano de 1970 encerraram as atividades da indústria canavieira e do comércio de
regatão. O sr. Arcelino Pimentel Correa já é falecido e os filhos, 3ª
G/Netos/N, prosseguiram nos negócios e são os netos do Sr. Arcelino, 4ª
G/Bisnetos/Bn, que estão à frente de uma grande rede de supermercados em
Belém/Pa.
Família
. 2ª
G/Filhos/F, Olinda Correa Pantoja, casada e com filhos, 3ª G/Netos/N: Deusdeth
Antonio, Dário José, Dilson de Jesus (já é falecido), Dinair, Dilma Maria,
Dilza Maria, Dilberto Nazareno (já é falecido), Djalma Tadeu, Darcízio Eloy,
Darlene Maria, Denize Maria e Déa Cristina Correa Pantoja e alguns destes com
filhos e netos, 4ª G/Bisnetos/Bn e 5ª G/Trinetos/Tn.
Família
. 1ª G/pais de João Tourão Correa de Miranda, Claudomiro Correa de Miranda e
outros irmãos.
. 2ª
G/Filhos/F, João Tourão Correa de Miranda, dono de engenho no Rio Maiuatá em
1930 e dono do Engenho Santo Antonio de Botelho, sito no Rio Maiautá, município
de Igarapé-Miri/Pa e em 1950 instalou outro engenho, denominado Engenho Santa
Helena, sito no Rio Meruú-Açu, no mesmo município, tendo convidado o amigo
Braulino Pinheiro Martins, para tornar-se sócio-gerente deste segundo engenho
cana-de-açúcar e Braulino conseguiu significativos avanços no comércio da
cachaça. Porém Braulino foi chamado para trabalhar na Coletoria de rendas do
município, motivo que levou o Sr. João Tourão a vender o engenho para o Sr.
Álvaro Varges de Araujo e seu respectivo sócio, Miguel de Oliveira Belo, com
este ficando na gerência dos negócios. Com o falecimento do Sr. Álvaro o dito
engenho ficou com o Sr. Miguel Belo até o início da década de 1970. João Tourão
ainda era arrendatário do Engenho Nova Olinda, este no município de
Abaetetuba/Pa e, posteriormente, nos anos de 1960, João Tourão Correa de
Miranda muda para a capital e segue na modalidade de comércio de estivas no
bairro da Cidade Velha em Belém.
. 2ª G/F,
Claudomiro Correa de Miranda, irmão de João Tourão Correa de Miranda.
Família
mudar
mudar
. 2ª
G/Filhos/F, Arcelino Brasiliano de
Miranda Lobato, capitão da Guarda Nacional, dono, na década de 1940, do Engenho Livramento, sito no Rio
Itanimbuca, município de Igarapé-Miri, e mais 4 outros engenhos na mesma
década, cuja produção de cachaça, em sua maior parte, comercializava com os
regateiros dos rios Guamá e Baixo Amazona desses tempos e a outra parte vendia
para as engarradoras da região. O Capitão Arcelino era casado e com filhos, 3ª
G/Netos/N: Júlio, Manoel Lourenço e Eládio Correa Lobato, comerciante e sócio
no Engenho Livramento, que na década de 1960 admitiu também como sócio o Sr.
Raimundo Mito Ribeiro, que dissolveram a sociedade, vendendo o engenho para o
Sr. Diogo Borges Gonçalves, que trabalhou no engenho até o ano de 1975.
Os Correa Lobato
Família
. 3ª G/N, Júlio Correa Lobato, falecido em 1968, era natural de Igarapé-Miri/Pa,
comerciante de regatão, dono de embarcações, inclusive o navio Pinheiro, dono
do Engenho Independência, que foi montado na década de 1940 às margens do Rio
Maiauatá, município de Igarapé-Miri/Pa, que produzia a cachaça “Mamãe eu quero”
de muita aceitação na época e Júlio, sentindo que a atividade da indústria
canavieira era muito desgastante, tomou a iniciativa de não mais fabricar e sim
comprar cachaça dos produtores da região, tendo vendido o maquinário do engenho
para o Sr. Didi Machado que o instalou em outra localidade. Além de dono de
engenho e comerciante, Júlio Correa lobato foi também dono de indústria cerâmica,
produzindo os tradicionais potes, bilhas, moringas e outros utensílios de barro
que eram negociados juntamente com a cachaça aos comerciantes de regatão que
viajavam para o baixo Amazonas. Júlio casou com Antonia Sampaio Lobato, esta
provavelmente filha do Coronel Sampaio, e tiveram filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn:
Nazaré e Júlio Sampaio Lobato, que juntos com a mãe herdaram os negócios de
Júlio Correa Lobato em 1968.
. 3ª G/N,
Manoel Lourenço Correa Lobato/Duquinha Lobato, que junto com o Sr. Mito
Ribeiro, alugaram o Engenho Vera Cruz, sito no Rio Panacuéra-Miri, do Major
João Nicolau Fortes. Manoel Lourenço e Mito Ribeiro, após alguns anos na
indústria canavieira, devolveram o mesmo engenho à Sra. Maria Fortes, que havia
herdado o engenho de seu pai, o Major Fortes. E Manoel Lourenço Correa Lobato,
junto com o seu cunhado Raimundo Mito Ribeiro e irmão Eládio Correa Lobato,
eram donos do Engenho Fortaleza através da firma Produtos Alimentícios
Fortaleza Ltda. A maior parte da cachaça era trocada por pirarucu e outros
peixes secos vindos do Baixo Amazonas e esses produtos eram negociados com
outros comerciantes de regatão que faziam viagens nos rios Tocantins, Guamá,
Acará e Moju e a outra parte da cachaça produzida no Engenho Fortaleza era
vendida para a Engarrafadora Santo Antonio/Siqueirinha, esta situada no
município de São Sebastião da Boa Vista/Pa. Na década de 1960 os sócios optaram
por outros negócios em Abaetetuba e venderam o engenho para os Srs. Álvaro
Varges de Araujo e Diogo Borges Gonçalves, que deram continuidade aos negócios
do engenho com bons resultados.
. 3ª G/N,
Eládio Correa Lobato/Eládio Lobato, nascido a 29/10/1921 e falecido a
22/6/2010, que possuía negócios com o irmão
Duquinha Lobato e em sociedade com o cunhado Raimundo Mito Ribeiro/Mito
Ribeiro, e sócio da firma Lobato & Silva, junto com Eduardo Carlos da Siva,
no Engenho menini Deus que foi instalado na década de 1960 no Rio Meruú-Açu, na
foz do Igarapé João Ribeiro, município de Igarapé-Miri, que posteriormente foi
vendido ao Sr, Oscar Nestor Paraguassu que permaneceu na atividade até 1972.
Eládio Lobato também dedicou-se à vida política, tendo sido vereador e prefeito
de Igarapé-Miri e deputado estadual do Pará. Eládio Lobato também foi
memorialista dos engenhos de Igarapé-Miri e região, autor do livro “Caminho de
canoa pequena”, que é o significado do nome de sua cidade natal, Igarapé-Miri e
foi autor de outros trabalhos literários.
Eládio
Lobato casou com Vitorina Correa de Miranda (vide Família Correa de Miranda), e
com filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn: Graça e outros, cujas gerações se estendem para
as 5ª e 6ª gerações mais recentes. Além de Igarapé-Miri, Aládio Lobato e seu
irmão Duquinha Lobato deixaram seu nome na história de Abaetetuba, pois eles,
associados ao mecânico automotivo Manoel dos Reis Cunha/Cunha, constituíram na
década de 1960 a 1ª empresa de transportes rodo-fluvial de Abaetetuba e região,
empresa que inaugurou o uso da recém-construída “Rodovia Moura Carvalho”,
inaugurada no início da década de 1960, pelo então governador do Estado, Major
Luís Geolás de Moura Carvalho. Os meios de transportes usados pela empresa
foram os chamados “paus-de-arara” (apelido que vem dos famosos caminhões
paus-de-arara relatados nas canções de Luiz Gonzaga), que eram caminhões
cobertos de lona e com bancos improvisados em madeira, nos quais os passageiros
viajavam para a localidade de Nossa Senhora do Tempo, no vizinho município de
Barcarena, de onde apanhavam uma embarcação que os levavam para Belém e
vice-versa, em viagens penosas de 2 horas. Essas viagens de pau-de-arara, porém
, eram muito melhores que as simplesmente viagens fluviais através da Baía do
Marajó e outras menores, além dos incontáveis furos e rios que levavam os passageiros de
Abaetetuba-Belém-Abaetetuba nas também penosas e perigosas viagens de barcos
motorizados (Peri, Caliandares, São Benedito, Carisma, etc) de mais de 5
horas de viagens (á noite todos viajavam
dormindo em suas redes, quando o humor do tempo permitia), enfrentando temporais,
fortes ondas, muitas pedras, que nos
faziam recordar os contos de nossos pais dos incontáveis naufrágios de navios e
embarcações menores por esses trajetos fluviais da baías Marapatá, Capim, do
Marajó e furos Arrozal e Carnapijó.
Canoas à vela levavam umas 12 horas de viagens no mesmo percurso. Só após a
empresa dos Lobato de Igarapé-Miri e Cunha, de Abaetetuba, é que veio uma
empresa de ônibus, a Empresa Rodo-Fluvial São Jorge, de Vândi Paes.
O encargo
de memorialista dos engenhos, Eládio Lobato deixou para sua filha, Graça Lobato
Garcia, que fez um importante trabalho de resgate da história dos engenhos de
Abaetetuba e Igarapé-Miri e com todo o histórico da cana-de-açúcar, do ciclo
açucareiro, produção de aguardente, comércio de regatão e nomeou praticamente
todos os engenhos e donos de engenhos do Baixo Tocantins. É um trabalho de
fôlego e muito importante para a história-memória dos engenhos do Baixo
Tocantins. Nós aproveitamos muito dessa memorável pesquisa para juntar as
famílias nomeadas às nossas pesquisas genealógicas sobre as antigas famílias
que inicialmente povoaram os municípios
de Abaetetuba e Igarapé-Miri, que justiça de faça, tanto os antigos negócios,
como as famílias que povoam Abaetetuba vieram de Igarapé-Miri. Não esquecer que
as antigas freguesias e posteriores vilas de Abaetetuba e Igarapé-Miri
estiveram geográfica, politica e
judicialmente ligadas através dos termos judiciais da Capital Belém/Pa e da
divisão eclesiástica da Igreja Católica (não esquecer que Estado e Igreja constituíam
um ente político só e até as primeiras décadas do regime republicano), sendo
que Igarapé foi a 1ª a se desfazer da ligação umbilical com Belém e Abaeté, um
pouco depois. Porém restou a ancestralidade familiar comum entre Abaeté e
Igarapé-Miri. Se alguém tem alguma dúvida sobre esse assunto, pode pesquisar e
encontrará essa mesma resposta.
. 3ª G/N,
Vitorina Correa Lobato/Lobato Ribeiro, casou com Raimundo Mito Ribeiro/Mito
Ribeiro e com filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn e netos, 5ª G/Trinetos/Tn: Maria Inês,
Raimundo/Diquinho, Arcelino, Antonio, Maria Tereza, Alice Lobato Ribeiro.
. 4ª G/Bn, Arcelino Lobato
Ribeiro, comerciante.
. 4ª G/Bn, Maria Inês Lobato
Ribeiro, humanista de 1962 pela escola INSA, professora aposentada.
. 4ª G/Bn, Maria Tereza Lobato
Ribeiro, humanista de 1962 pela Escola INSA.
Os Outros Correa Lobato
. Francisco de Paula Correa Lobato: Em 1854 João Gomes Franco era o
delegado da instrução pública da Freguesia do Moju, tendo como suplente,
Francisco de Paula Correa Lobato e este era subdelegado de Polícia na mesma
freguesia, citado em 1852, 1855.
Família de Catharina Correa Lobato
.
Anna de Miranda Correa, nascida em 24/3/1948 e falecida em 25/4/1976,
c/c Virgílio da Costa Correa Pinheiro e com filhos: Oséas Lobato Correa,
este c/c Creuza Dória Correa e com filhos: .
. Carlos Pinheiro Correa
.
Catharina Correa Lobato, c/c Cordulino Affonso de Lyra Lobato e com
filhos: Anna de Miranda Correa, esta c/c Virgílio da C. Correa Pinheiro
e com filhos: Oséas Lobato Correa, este c/c Creuza Dória Correa e com
filhos.
. Cordulino Affonso de Lyra Lobato, c/c Catharina Correa Lobato e com filhos: Anna de Miranda Correa.
.
Creuza Dória Correa, esta nascida em 11/8/1936 e falecida em
26/11/2009, foi comerciante em Ig-Miri, c/c Oseas Lobato Correa e com
filhos.
.
Francelino Abel Correa, c/c Maria de Jesus Correa e com filhos:Virgílio
da Costa Correa Pinheiro e este c/c Anna de Miranda Correa e com filhos: Oséas Lobato
Correa, e este c/c Creuza Dória Correa e com filhos.
.
Jerônimo de Lyra Lobato, c/c Quitéria Lobato e com filhos: Cordulino Affonso
de Lyra Lobato, este c/c Catharina Correa Lobato e com filhos: Anna de Miranda
Correa, esta casou com Virgílio da Costa Correa Pinheiro este casado e com
filhos: Creusa Dória Correa, esta c/c Oséas Lobato Correa e com filhos.
. Maria de Jesus Correa, c/c Francelino Abel Correa e com filhos: Virgílio da Costa Correa Pinheiro
. Oséas Lobato Correa, este nascido em 15/9/1930, c/c Creuza Dória Correa e com filhos.
. Quitéria Lobato, c/c Jerônimo de Lyra Lobato e com filhos: Cordulino Affonso de Lyra Lobato
.
Raymundo, c/c Antonia e com filhos: Jerônimo de Lyra Lobato, este c/c
Quitéria Lobato e com filhos: Cordulino Affonso de Lyra Lobato
Virgílio da Costa Correa Pinheiro, c/c Anna de Miranda Correa e com filhos: Oséas Lobato Correa.
Família
. 1ª G/ pais de Meneléu, Acácio e
Caetano Correa Leão:
. 2ª G/Filhos/F, Meneléu Correa
Leão, que em 1956 foi admitido como sócio Engenho São Sebastião (antigo Engenho
Juarimbu, que pertenceu ao Coronel Maximiano de Almeida Cardoso na década de
1930), agora de propriedade do Major
João Nicolau Fortes e filhos e que com recursos e capacidade administrativa deu
impulso a esses negócios, especialmente do comércio de cachaça, e Meneléu,
também alugou o Engenho Vera Cruz, de ropriedade do Major Fortes na década de
1950 e permanecendo na sociedade até 1968. Na década de 1960 adquiriu o Engenho Nazaré, sito na Vila de
Maiauatá, no rio de mesmo nome e cuja parte da produção de cachaça era vendida
para a engarrafadora Casa Vale, esta localizada no mesmo rio e o restante da
cachaça vendia no comércio de regatão pelas regiões ribeirinhas do baixo
Tocantins. Meneléu também era dono do Engenho Recreio, este localizado no Rio
Santo Antonio e também alugou o Engenho São Sebastião, sito no Rio Juarimbu.
Com a ida do Sr. Meneléu para gerenciar o grande Engenho Juarimbua, de
propriedade do rico Sr. João Nicolau Fortes, Meneléu fez sociedade com seus
irmãos Caetano e Acácio Correa Leão, que ficaram trabalhando no Engenho Recreio
até o ano de 1960, quando adquiriram suas partes nos negócios com o irmão. Como
avanço nos negócios Meneléu montou um aglomerado industrial, com serraria,
porto e comércio de estivas e também enveredou pela política, tornando-se
vereador em Igarapé-Miri por várias legislaturas.
. 2ª G/F,
Caetano Correa Leão e Acário Correa Leão, após a dissolução da sociedade com
seu irmão Meneléu Correa Leão em 1960, que envolvia os negócios do Engenho
Recreio, ficaram trabalhando somente no Engenho Pará, no Rio Santo Antonio,
montado na década de 1950. Caetano e Acácio dissolveram os negócios no Engenho
Pará, ficando este somente com Caetano Correa Leão e Acácio ficou com o Engenho
Recreio.
Caetano
Correa de Leão avançou nos negócios e como era casado e com 9 filhos, 3ª
G/Netos/N, tendo mandado esses filhos, juntamente com sua esposa, para Belém,
com o objetivo dos estudos na Capital e eles concluíram cursos universitários,
passando a trabalhar em órgãos federais e estaduais em Belém. Caetano também seguiu a vida política, quando foi
eleito vereador em Igarapé-Miri em várias legislaturas e em 1962 foi eleito
vice-prefeito dessa cidade e, nessa qualidade, assumiu como prefeito em várias
oportunidades.
. 2ª G/F,
Acácio Correa Leão, com o avanço nos negócios, adquiriu bens imóveis,
embarcações e também se envolveu na política. Trabalhou no Engenho Recreio até
a década de 1970.
Família
.
Domícia Paraense Correa/Nhariata, era irmã de Ana Correa Miranda e
Nharita era professora nomeada em sala multiseriada, exercendo a função
na Casa Santo Antonio, às margens do Rio Espera, em Ig-Miri, em casa que
pertencia a seu pai Júlio César Correa.
. Joana D'Arc Pinheiro Correa, professora citada em 1958.
. Maria Merandolina Pinheiro Correa, filha de Nicanor Paraense Correa e D. Ida, foi professora no Instituto Sant'Ana, em Ig-Miri, citada em 1958, casou com Mozar Neri Correa e com 3 filhas.
. Nicanor Paraense Correa, era dono de engenho em Igarapé-Miri, citado em 1958, casado e com filhos: Maria Merandolina e outros em pesquisa.
Família
. Amadeu Pinheiro Correa
. Amadeu Pinheiro Correa Filho, origem em Ig-Miri, formado no curso superior de Bacharel em Direito, advogado.
Família
. Aurora da Silva Pureza, nascida a 5/12/1932, filha de Alfredo Correa da Silva e Pautila Rodrigues Correa
.
Pautila Rodrigues Correa, casou com Alfredo Correa da Silva e com
filhos: Aurora da Silva Pureza, esta nascida a 5/12/1932 e outros em
pesquisa.
Os Correa de Miranda
. Alexandrina Souza de
Miranda, esta já era falecida em 1850), casou com (3ª G/N dos Correa de
Miranda) Manoel João Correa de Miranda (homônimo do pai), este filho de Manoel
João Correa de Miranda e Maria Ferreira de Gusmão, e o 2º Manoel João nasceu no
distrito de Anapu, Freguesia de Sant’Anna de Igarapé-Miri, e faleceu em 1850,
era dono de terras com plantações de seringueiras, dono de escravos e com laços
de comércio de borracha em Belém/Pa, dono de engenhos, tenente-coronel das
antigas milícias e Alexandrina e o 2º Manoel João tiveram um filho, 4ª
G/Bisnetos/Bn, de nome Antonio Manoel Correa de Miranda. Manoel João Correa de
Miranda faleceu quando seu filho Antonio Manoel tinha 20 anos de idade em 1850
e teve cerca de outros nove irmãos.
. José dos Passos
Correa de Miranda
. Tenente-coronel
Antonio Manoel Correa de Miranda: citado junto com os companheiros de tropas da antiga Guarda Nacional: Em 1888
foram nomeados como oficiais da Guarda nacional em 7 de fevereiro, para o
batalhão nº 34 de infantaria da Guarda Nacional de Igarapé-Miry:
1ª
companhia: para capitão, o alferes do extinto batalhão nº 11, Aprígio
Apolinário Lobato.
. Para tenente, o guarda Leonardo Antonio Lobato.
. Para alferes, o guarda Manoel
Sebastião Lobato.
Promoções:
promovido para capitão da 2ª companhia, o guarda José Fleury Correa Caripuna.
. Para tenente, o guarda João Antonio da Cruz Filho.
. Para alferes, o guarda
Manoel João Pimentel.
3ª Companhia: promoções em 1888:
. Para
capitão, o guarda José dos Passos Correa de Miranda.
. Para tenente, o guarda
Joaquim de Deus Oliveira.
. Para alferes, o guarda José Valois Chaves.
3ª companhia: promoções em 1888:
. Para
capitão, o guarda Manoel Raymundo de Oliveira Júnior.
. Para tenente, o alferes
do extinto batalhão nº 11, Lourenço Antonio Lopes de Oliveira.
. Para alferes, o
guarda Athanásio Bonifácio da Costa.
4ª companhia; promoções em 1888:
. Para
capitão, o guarda Mariano Antonio Pinheiro. Para tenente, o guarda Sebastião
Simpliciano de Lyra Lobato. Para alferes, o guarda José Bernardo de Lyra
Castro.
6ª companhia; promoções em 1888:
. Para
capitão, o guarda Gentil Augusto Lobato. Para tenente, o guarda Marcellino
Antonio da Silva.
. Para alferes, o guarda Antonio Idomeneo Rocha.
Estado
maior: tenente-ajudante, servindo de secretário, o guarda João Paulo Paraense
Perdigão.
. Para tenente-quartel-mestre, o
guarda João Antonio Laudim de Miranda.
. Por
portaria de 20/3/1888, foi designado, novamente, o tenente-coronel Antonio
Manoel Correa de Miranda para comandante superior da Guarda nacional de
Igarapé-Miry.
Continuação dos Correa de Miranda
. PEDRO HONORATO
CORREA DE MIRANDA, faleceu no Ceará em 3/4/1882, citado em 1852, primo de
Manoel Gonçalves Correa de Miranda, delegado da instrução pública na Villa de
Igarapé-Miry, citado em 1852 e 1854, Coronel Comandante Superior do Comando
Guarda Nacional com sede em Igarapé-Miry, citado em 1864 e 1868, vereador
eleito para a antiga Câmara da Vila Santa Anna de Igarapé-Miri/Pa (1845-1849),
junto com os seguintes vereadores:
. Dr. João
Evangelista Correa de Miranda, cunhado de João Evangelista Correa Chaves, foi
vereador na Vila de Santa Anna de Igarapé-Miri (1865-1868), deputado provincial
entre os anos de 1876 a 1878 e casado com uma irmã de João Evangelista Correa
Chaves. O Dr. João Evangelista Correa de Miranda, foi Juiz Substituto do
2º Distrito Judiciário da Comarca, em 1895 e como tal esteve presente na
Instalação da Cidade de Abaeté em 15/8/1895 e acompanhado de seus familiares e
outras famílias de Igarapé-Miri. Foi Intendente Municipal de Abaeté no período
de 1902 a 1906 e na sua intendência foi inaugurada a estrada Dr. João Miranda,
em 1904 e a Colônia agrícola do mesmo nome e, ainda, foi deputado na Assembléia
Legislativa em 1906. Em sua homenagem existe em Abaetetuba a Rodovia Dr. João
Miranda, que agora pertence à área urbana do município.
Citação de
1902: A Banda de Música
Bela Harmonia abrilhantou a inauguração em 2/4/1902 do Grupo Escolar de Abaeté,
na administração do Intendente Municipal Tenente Coronel Torquarto Pereira de
Barros, com a presença do Dr. João Evangelista Correa de Miranda, Juiz do
Distrito judiciário, do Coronel Hygino Maués, do professor Bernardino Pereira
de Barros, Diretor do grupo escolar inaugurado, do Padre Francisco Manoel
Pimentel, de Cornélio Pereira de Barros, lente da Escola Normal do Estado e dos
professores presentes: Basílio Chrispim de Carvalho, Fidélis Magno de Araújo,
Maria de Nazaré de Moraes e Francisca Romana de Almeida Pimentel, todos normalistas.
. Francisco José
Correa de Miranda, foi um dos vereadores para a 1ª Câmara de Vereadores da
Villa de Igarapé-Miri (1845-1849), contemporâneo dos também vereadores dessa
mesma câmara: Domingos Borges Machado Acatauassu, João Evangelista Correa
Chaves, João dos Santos Lopes, Pedro Honorato Correa de Miranda e Antonio
Hygino Cardoso Amanajás.
. Tenente-Coronel Arlindo Leopoldo Correa
de Miranda. Foi presidente da 1ª Câmara da Vila de Abaeté, em 1881 até 1884 e
da 2ª, de 1884 a 1887.
Foi membro, como vogal, do Conselho de
Intendência de Abaeté, período de 1890-1891, na intendência de José Benedito
Ruiz.
Juiz Substo. do 2º Distrito Judiciário
da Comarca, em 1895. Foi um dos assinantes da Ata de Instalação da Cidade de
Abaeté em 15/8/1895.
Foi Intendente Municipal de Abaeté no
período de 1902 a 1906. Na sua intendência foi inaugurada a estrada Dr. João
Miranda, em 1904 e a Colônia agrícola do mesmo nome. Foi deputado na Assembléia
Legislativa em 1906.
Os Correa de Miranda
. Silvestre Correa de Miranda, dono do Engenho Cariá,
no Rio Meruú.
. Anna Correa de Miranda, que
esteve presente na Instalação da cidade de Abaeté em 15/8/1895.
Os Costa Correa Pinheiro
Família de Virgílio da Costa Correa Pinheiro
.
Anna de Miranda Correa, nascida em 24/3/1948 e falecida em 25/4/1976,
c/c Virgílio da Costa Correa Pinheiro e com filhos: Oséas Lobato Correa,
este c/c Creuza Dória Correa e com filhos: .
. Carlos Pinheiro Correa
.
Catharina Correa Lobato, c/c Cordulino Affonso de Lyra Lobato e com
filhos: Anna de Miranda Correa, esta c/c Virgílio da C. Correa Pinheiro
e com filhos: Oséas Lobato Correa, este c/c Creuza Dória Correa e com
filhos.
. Cordulino Affonso de Lyra Lobato, c/c Catharina Correa Lobato e com filhos: Anna de Miranda Correa.
.
Creuza Dória Correa, esta nascida em 11/8/1936 e falecida em
26/11/2009, foi comerciante em Ig-Miri, c/c Oseas Lobato Correa e com
filhos.
.
Francelino Abel Correa, c/c Maria de Jesus Correa e com filhos:Virgílio
da Costa Correa Pinheiro e este c/c Anna de Miranda Correa e com filhos: Oséas Lobato
Correa, e este c/c Creuza Dória Correa e com filhos.
.
Jerônimo de Lyra Lobato, c/c Quitéria Lobato e com filhos: Cordulino Affonso
de Lyra Lobato, este c/c Catharina Correa Lobato e com filhos: Anna de Miranda
Correa, esta casou com Virgílio da Costa Correa Pinheiro este casado e com
filhos: Creusa Dória Correa, esta c/c Oséas Lobato Correa e com filhos.
. Maria de Jesus Correa, c/c Francelino Abel Correa e com filhos: Virgílio da Costa Correa Pinheiro
. Oséas Lobato Correa, este nascido em 15/9/1930, c/c Creuza Dória Correa e com filhos.
. Quitéria Lobato, c/c Jerônimo de Lyra Lobato e com filhos: Cordulino Affonso de Lyra Lobato
.
Raymundo, c/c Antonia e com filhos: Jerônimo de Lyra Lobato, este c/c
Quitéria Lobato e com filhos: Cordulino Affonso de Lyra Lobato
Virgílio da Costa Correa Pinheiro, c/c Anna de Miranda Correa e com filhos: Oséas Lobato Correa.
Laudim de
Miranda
levar para Miranda
levar para Miranda
Citação junto com os membros das tropas da antiga Guarda Nacional:
. João
Antonio Laudim de Miranda: Em 1888
foram nomeados como oficiais da Guarda nacional em 7 de fevereiro, para o
batalhão nº 34 de infantaria da Guarda Nacional de Igarapé-Miry:
1ª companhia: para capitão, o
alferes do extinto batalhão nº 11, Aprígio Apolinário Lobato.
Para tenente, o
guarda Leonardo Antonio Lobato.
Para alferes, o guarda Manoel
Sebastião Lobato.
Promoções:
promovido para capitão da 2ª companhia, o guarda José Fleury Correa Caripuna.
Para tenente, o guarda João Antonio da Cruz Filho.
Para alferes, o guarda
Manoel João Pimentel.
3ª Companhia: promoções em 1888:
Para
capitão, o guarda José dos Passos Correa de Miranda.
Para tenente, o guarda
Joaquim de Deus Oliveira.
Para alferes, o guarda José Valois Chaves.
3ª companhia: promoções em 1888:
Para
capitão, o guarda Manoel Raymundo de Oliveira Júnior. Para tenente, o alferes
do extinto batalhão nº 11, Lourenço Antonio Lopes de Oliveira. Para alferes, o
guarda Athanásio Bonifácio da Costa.
4ª companhia; promoções em 1888:
Para
capitão, o guarda Mariano Antonio Pinheiro.
Para tenente, o guarda Sebastião
Simpliciano de Lyra Lobato.
Para alferes, o guarda José Bernardo de Lyra
Castro.
6ª companhia; promoções em 1888:
Para
capitão, o guarda Gentil Augusto Lobato.
Para tenente, o guarda Marcellino
Antonio da Silva.
Para alferes, o guarda Antonio Idomeneo Rocha.
Estado
maior: tenente-ajudante, servindo de secretário, o guarda João Paulo Paraense
Perdigão.
Para tenente-quartel-mestre, o
guarda João Antonio Laudim de Miranda.
Por
portaria de 20/3/1888, foi designado, novamente, o tenente-coronel Antonio
Manoel Correa de Miranda para comandante superior da Guarda nacional de
Igarapé-Miry.
Continuação dos Correa
. João d’Annunciação Correa: Em 1878 foram nomeados:
Delegado de Igarapé-Miry, João Baptista
Machado Janahú e como 1º suplente, o tenente Thomaz Antonio Cardoso Amanajás de
Tocantins; 2º suplente, Victório Gonçalves de Castro e 3º dito, Manoel Procópio
Gonçalves. Para o 1º districto, como subdelegado, Francisco Lopes Trovão, 2º
suplente, capitão Lourenço Monteiro de Alfaia Lobato e 3º dito, João
d’Annunciação Correa.
Para o 2º distrito de Anapu, foram
nomeados: 1º suplente de subdelegado, Tenente Manoel Luiz Penna de Moraes; 2º
dito, João Victório de Souza Janahú; 3º dito, dito, Felippe Antonio Pinheiro.
Foi exonerado à pedido o o 2º suplente
de delegado de Igarapé-Miry, Major João Ribeiro Machado e o 2º suplente de
subdelegado do 1º distrito, Clarindo Duarte Souto e nomeado para subdelegado do
2º distrito, o 1º e para 1º suplente do 1º distrito, o último dos referidos
cidadões.
Continuação dos Correa
Os Gonçalves Correa
. Benedita Gonçalves Correa, citada em 1968 como professora nomeada na Vila Maiuatá em Igarapé-Miri/PA.
. Lucilinda Gonçalves Correa, professora citada como aluna do antigo Grupo Escolar de Ig-Miri e que foi professora no mesmo grupo.
. Dr. Orlando Gonçalves Correa, citado como aluno do antigo Grupo Escolar de Ig-Miri.
Família
Os Nery Correa
. Dulce Neri Correa, foi professora do Instituto Sant'Ana, em Ig-Miri, citada em 1958.
. Júlio César Correa, proprietário da Casa Santo Antonio, às margens do Rio Espera, era casado e com filhos: Domícia Paraense Correa/Nhariata, Ana Correa Miranda
. Domícia Paraense Correa/Nharita, era professora nomeada em sala multiseriada, exercendo a função
na Casa Santo Antonio, às margens do Rio Espera, em Ig-Miri, em casa que pertencia a seu pai Júlio César Correa.
Os Lobato Correa em Pesquisa
. Deusarina Lobato Correa, foi antiga aluna do Instituto Sant'An, formada posteriormente no curso superior de Administração.
Os Nery Correa
. Dulce Neri Correa, foi professora do Instituto Sant'Ana, em Ig-Miri, citada em 1958.
. Dr. Eneas Nery Correa, estudou no antigo Grupo Escolar de Ig-Miri.
. Enéas Nery Correa, foi aluno no antigo Grupo Escolar de Ig-Miri, formado no curso superior de Medicina.
. Maria Amália Nery Correa, professora citada como aluna do antigo Grupo Escolar de Ig-Miri, formada no curso superior de Pedagogia.
. Mozar Neri Correa, casou com Maria Merandolina
Pinheiro Correa, esta filha de Nicanor Paraense Correa e D. Ida, que foi
professora no Instituto Sant'Ana, em Ig-Miri, citada em 1958, e com 3 filhas.
Os Pantoja Correa
. Márcio José Pantoja Correa, natural de Igarapé-Miri/Pa, citado em 2010.
. Márcio José Pantoja Correa, natural de Igarapé-Miri/Pa, citado em 2010.
. Sílvio
Antonio Pantoja Correa, com origem no município de Igarapé-Miri/Pa, citado em
2010.
Os Pinheiro Correa
.
Esmeralda Antonia Pinheiro Correa, foi aluna do antigo Grupo Escolar de
Ig-Miri, formada no curso superior de Educação Religiosa.
. Irlene Pinheiro Correa, foi antiga aluna do Instituto Sant'Ana, formada posteriormente no curso superior de Bacharel em Direito/Advogada, citada em 2009.
. Maria Merandolina Pinheiro Correa, professora do Instituto Sant'Ana, em Ig-Miri, citada em 1958.
Os Outros Correa em Pesquisa
. Angelina Gilda Pereira Correa, citada em 2009 como professora
. Araci Correa Santa
Maria, com origem no município de Igarapé-Miri/Pa e com nome da Escola
Municipal Araci Correa Santa Maria, na Vila Maiauatá, no mesmo município,
cotada em 2010 e tendo como diretora Gracile Ferreira e vice-diretora Dilza
Machado.
. José
Evangelista Accacio Correa, professor adjunto da escola elementar masculina de
Cametá.
. Alferes Felippe Correa de Sá, dono do Engenho
Anapu, antigo engenho, que vem da era colonial do Pará.
. Felismina de Castro Correa, foi professora no antigo Grupo Escolar de Ig-Miri e em 1949 é citada como professora do Grupo Escolar Prof. Manoel Antonio de Castro..
. Filonila de Castro Correa, trabalhou como servente no antigo Grupo Escolar de Ig-Miri.
. Maria das Graças Costa Correa, citada em 2009 como professora.
. Paulo Sérgio de Almeida Correa, citado em 2009 como doutor em Educação em Igarapé-Miri/PA.
. Perciliano Tourão Correa, que comprou o Engenho Vera Cruz, de D.
Maria Fortes, sito nas margens do Rio Panacuéra-Miri, que tinha herdado esse
antigo engenho de seu pai, Major João Nicolau Fortes, após a década de 1950 e
Perciliano ficou nos negócios da indústria canavieira até a década de 1970,
quando adveio a crise dos engenhos do Baixo Tocantins e ele empresta seu nome à Escola Perciliano Tourão Correa, em Ig-Miri.
Família Costa
Os Costa
. Antonia Costa, formada em Engenharia
. Braselina Costa, que
casou com Raimundo Nonato da Silva, este natural do Rio Cuitininga e com
filhos, 3ª G/Netos/N: Manoel Nonato da Silva e outros.
. Esmelina Costa, foi citada na década de 1960
. Ezequiel Costa, foi antigo funcionário do Instituto Sant'Ana
. Maroca Costa, antiga contadora de hístórias e lendas de Ig-Miri
Os da Costa
. Antonio Nito da Costa/Nito, que foi gerente numa das propriedades do Capitão
Arcelino Brasiliano de Miranda Lobato, na década de 1940, município de
Igarapé-Miri/Pa.
. Francisco da Costa, foi aluno do antigo Grupo Escolar de Ig-Miri, formado no curso superior de Bacharel em Direito, é advogado.
. Miranda da Costa, foi aluno no antigo Grupo Escolar de Ig-Miri, formado no curso superior de Bacharel em Direito, é advogado.
. Ricardo José da Costa, foi
um dos imigrantes chegados em 1910 na antiga Vila Concórdia, hoje Vila
Maiuatá e que ajudaram no desenvolvimento dessa localidade e nos antigos
festejos de N. S. de Nazaré.
Família
. 1ª G/ pais de João
Roberto da Costa/Zé Roque
. 2ª G/Filhos/F, João
Roberto da Costa/Zé Roque, já falecido, com origem na localidade rio Mamangalzinho, município de Igarapé-Miri, que iniciaram nessa localidade a
festa de Nossa Senhora de Nazaré, devido promessa feita a essa Santa pela cura
de sua filha Odete e João Roberto/Zé Roque casou com Antonia Farias da Costa/D.Sinhá, esta já falecida e com filhos, 3ª G/Netos/N: Odete Farias da Costa e
outros.
. 3ª G/F, Maria Odete
da Costa Maués, que nasceu por volta de 1941, professora aposentada, é uma das
baluartes da festa de Nossa Senhora de Nazaré da comunidade de Nossa S. de
Nazaré, da Comunidade Mamangalzinho a partir de 1953, é casada e com 8 filhos,
4ª G/Bisnetos/Bn e 19 netos, 5ª G/Trinetos/Tn.
. Luiz Farias da Costa, origem na localidade Rio Mamangalzinho, onde parcitipava da coordenação da Comunidade de N. S. de Nazaré nos anos de 1950.
. Manoel José Farias da Costa, com origem na localidade Rio Mamangalzinho, irmão de Luiz Farias da Costa, que participava da organização da Comunidade de N. S. de Nazaré nos anos de 1950.
Guarda Nacional:
. Athanasio Bonifácio
da Costa: citado junto com os outros membros da antiga Guarda Nacional: Em 1888
foram nomeados como oficiais da Guarda nacional em 7 de fevereiro, para o
batalhão nº 34 de infantaria da Guarda Nacional de Igarapé-Miry:
1ª
companhia: para capitão, o alferes do extinto batalhão nº 11, Aprígio
Apolinário Lobato.
Para tenente, o guarda Leonardo Antonio Lobato.
Para alferes, o guarda Manoel
Sebastião Lobato.
Promoções:
Promovido para capitão da 2ª
companhia, o guarda José Fleury Correa Caripuna.
Para tenente, o guarda João
Antonio da Cruz Filho.
Para alferes, o guarda Manoel
João Pimentel.
3ª Companhia: promoções em 1888:
Para capitão, o guarda José dos
Passos Correa de Miranda.
Para tenente, o guarda Joaquim de
Deus Oliveira.
Para alferes, o guarda José
Valois Chaves.
3ª companhia: promoções em 1888:
Para capitão, o guarda Manoel
Raymundo de Oliveira Júnior.
Para tenente, o alferes do extinto
batalhão nº 11, Lourenço Antonio Lopes de Oliveira.
Para alferes, o guarda Athanásio
Bonifácio da Costa.
4ª companhia; promoções em 1888:
Para capitão, o guarda Mariano
Antonio Pinheiro.
Para tenente, o guarda Sebastião
Simpliciano de Lyra Lobato.
Para alferes, o guarda José
Bernardo de Lyra Castro.
6ª companhia; promoções em 1888:
Para capitão, o guarda Gentil
Augusto Lobato.
Para tenente, o guarda Marcellino
Antonio da Silva.
Para alferes, o guarda Antonio
Idomeneo Rocha.
Estado maior: tenente-ajudante,
servindo de secretário, o guarda João Paulo Paraense Perdigão.
Para tenente-quartel-mestre, o
guarda João Antonio Laudim de Miranda.
Por portaria de 20/3/1888, foi
designado, novamente, o tenente-coronel Antonio Manoel Correa de Miranda para
comandante superior da Guarda nacional de Igarapé-Miry.
Família
1ª G/ pais do
Coronel José Timóteo da Costa
2ª g/Filhos/F,
Coronel José Timóteo da Costa que no início do século 20 instalou o Engenho São
João, sito no Rio Meruú-Açu, através da
firma José Timóteo & Cia. cuja produção de cachaça vendia para as
engarrafadoras da regiãoe o Cel José Timóteo era casado e com filhos, 3ª
G/Netos/N: Ranulfo da Costa e outros.
3ª G/N, Ranulfo da
Costa, que na década de 1930 trabalhava com o pai no Engenho São João e que
assumiu a direção do mesmo engenho na década de 1950, tendo Ranulfo, com os
ganhos do engenho, encaminhado os irmãos para os estudos na Capital, Belém/Pa e
os manteve até os anos de 1970 quando já estavam estabilizados economicamente e
tendo encerrado as atividades do referido engenho na mesma década de 1970.
Os da Costa Lopes
Os da Costa Lopes
Os Costa Lopes
Os Fortes da Costa Lopes
. Bisavô paterno de Coeli Lopes? que repassou estas informações.
. Avô paterno de Coeli Lopes de nome Manoel Lopes Pinheiro, foi dono de um engenho de cachaça no município de Igarapé-Miri/PA, casado com uma filha de Branco Velho e com filhos.
. Manoel Lopes Pinheiro, c/c Antonia Fortes da Costa e tiveram 5 filhos: Manoel, Antonio, Milton, Ari da Costa Lopes e uma menina que faleceu criança.
. Manoel da Costa Lopes
. Antonio da Costa Lopes
. Milton da Costa Lopes
. Ari da Costa Lopes
. Milton da Costa Lopes, filho de Manoel Lopes Pinheiro e Antonia Fortes da Costa, casado e com filhos: Coeli Lopes e outros?
Oi, Eu estava procurando informações sobre a minha família, e achei o seu blog. Infelizmente os meus não estavam mencionados. Meu avo tinha um engenho de cachaça em Igarapé-Miri. Manoel Lopes Pinheiro, casado com Antonia Fortes da Costa Lopes tiveram cinco filhos, Manoel, Antonio, Milton (meu pai) - Milton da Costa Lopes (2-27-29), Ari e uma menina que morreu criança. Não entendo porque os filhos são Lopes, quando ele é Lopes Pinheiro.
Você teria alguma informação sobre eles? Eu acho que meu bisavô paterno era Português, mas sei pouco. Também sei que minha avó era filha de um sujeito chamado ‘Branco Velho’, aparentemente uma pessoa com muitos filhos na região. Adoraria ter qualquer informação.
Muito obrigada
Coeli Lopes
. Obs:
Antigamente era comum se dar nome de um filho baseado nas relações de compadrio ou do padrinho. Para seguir sua genealogia vc tem que analisar os da Costa Lopes e os da Costa Pinheiro. Vide os registros de nascimento de seu pai, avô e bisavô, se os tiver, ou no Cartório de Registro Civil de Ig-Miri/PA.
Família
. Francisco Ferreira da Costa/Seu Chico, começou como empregado
braçal e chegou a gerente de um engenho nas margens do Rio Quianduba em Abaetetuba
e, poupando suas economias, conseguiu arrendar um pequeno engenho, em sociedade
com dois amigos. Algum tempo depois comprou a engenhoca Santa Rosa, sito às
margens do Rio Meruú-Açu, em Igarapé-Miri/Pa, com pequena produção de cachaça
e, devido as dificuldades, passou a produzir menor quantidade de frasqueiras de
cachaça em 1991, fato que fez com que Seu Chico, após 50 anos de atividades no
ramo, viesse a fechar seu pequeno engenho e passou a viver como pequeno
comerciante ribeirinho de Igarapé-Miri.
. José Pacheco Serrão da Costa, dono do Engenho
Serrão, na povoação de Moju.
Os Outros Costa em Pesquisa
. Albino da Costa
Correa, dono do Engenho Menino Deus, no Rio Panacuéra.
. Antonio José da Costa Cardoso, dono do Engenho São
Benedito.
. Antonio
Lopes da Costa, com origem em Igarapé-Miri,foi industrial nesse município e com
nome da escola Antonio Lopes da Costa, na localidade Maiauatá, no mesmo
município.
. Antonio Lopes da Costa, citado na década de 1960 com o nome em escola de 1º grau em Igarapé-Miri/PA.
. Antonio Primo da Costa, que em 1930
comprou o Engenho Santa Maria, situado no Rio maiuatá, que era de propriedade
de José Garcia Filho/Cazuzinha e seu pai Coronel José Garcia da Silva/Coronel
Garcia. Antonio Primo da Costa desenvolveu atividades no engenho de
cana-de-açúcar até o ano de 1950, quando alienou os bens para a firma A.
Sampaio & Cia, através do deputado Alaci Pinheiro Sampaio.
. Augusto Nery da Costa, foi
um dos imigrantes chegados em 1920 na antiga Vila Concórdia, hoje Vila
Maiuatá e que ajudaram no desenvolvimento dessa localidade e nos antigos
festejos de N. S. de Nazaré e em 1938 foi membro da festa de N. S. de Nazaré na antiga Vila Concórdia.
. Januária Constãncia Almeida Costa, foi aluna da destacada professora Ana da Trindade Almeida.
. João Miranda da Costa, foi aluno no antigo Grupo Escolar de Ig-Miri, formado no curso superior de Administração.
. João Valente do Couto, foi músico e mestre musical em Ig-Miri
.José Ribeiro da Costa, citado em 1884 no conflito
da Fazenda
São Domingos, localizada na localidade Itapoaí, do termo judiciário de
Igarapé-Miry, nas mediações da cidade de Cametá, que é atacada por um grupo de
quilombolas: Gaspar, Raymundo, Roberto, Isidoro, Victório, Gonçalo, Manoel
Pedro e Laurindo.
. Jovita Pinheiro da Costa, foi antiga funcionária do Instituto Sant'Ana
. Luiz Farias da Costa e Manoel José Farias
da Costa, que são os irmãos coordenadores da comunidade de Nossa S. de Nazaré
da localidade Mamangalzinho.
. Manoel José Farias
da Costa e Luiz Farias da Costa, que são os irmãos coordenadores da comunidade de Nossa S. de Nazaré
da localidade Mamangalzinho.
. Maria Creuza de Almeida Costa, foi destacada professora no município de Ig-Miri.
. Mário da Costa Leão,
foi prefeito no município de Igarapé-Miri/Pa, citado em 2010.
. Orlando Rodrigues da Costa, foi prefeito de Ig-Miri em 1938
. Orlando Rodrigues da Costa, foi prefeito em Ig-Miri.
. Raimundo Danda Lima da Costa, foi prefeito de Ig-Miri em 1978.
Família Couto
. Maria de Fátima Ferreira da Ciosta, foi antiga aluna do Instituto Sant'Anae posteriormente formada no curso superior de Economia.
. Pazé de Menezes Couto, foi músico contemporâneo de João Valente do Couto
. Raul de Menezes Couto, foi músico contemporâneo de João Valente do Couto
. Valdomiro de Menezes Couto, foi músico contemporâneo de João Valente do Couto
Família Cravo
Padre Francisco da Silva Cravo, citado
em 1840, 1855 como pároco da Freguesia de
Barcarena.
Família Cruz
Os Cruz
. Estelita Gomes da Cruz, natural de Igarapé-Miri/Pa, citada em 2010.
. Estelita Gomes da Cruz, natural de Igarapé-Miri/Pa, citada em 2010.
Família
. 1ª G/ pais de João Antonio da Cruz
. 2ª G/ João Antonio da Cruz, casado e com
filhos, 3ª g/Netos/N: João Antonio da Cruz Filho.
. 3ª G/F, João Antonio da Cruz Filho:
·
Em 1888
foram nomeados como oficiais da Guarda nacional em 7 de fevereiro, para o
batalhão nº 34 de infantaria da Guarda Nacional de Igarapé-Miry:
1ª companhia: para capitão, o
alferes do extinto batalhão nº 11, Aprígio Apolinário Lobato.
Para tenente, o guarda
Leonardo Antonio Lobato.
Para alferes, o guarda Manoel
Sebastião Lobato.
Promoções: promovido para capitão
da 2ª companhia, o guarda José Fleury Correa Caripuna.
Para tenente, o guarda
João Antonio da Cruz Filho.
Para alferes, o guarda Manoel João Pimentel.
3ª Companhia: promoções em 1888:
Para capitão, o guarda José dos
Passos Correa de Miranda.
Para tenente, o guarda Joaquim de Deus Oliveira.
Para
alferes, o guarda José Valois Chaves.
3ª companhia: promoções em 1888:
Para capitão, o guarda Manoel Raymundo
de Oliveira Júnior. Para tenente, o alferes do extinto batalhão nº 11, Lourenço
Antonio Lopes de Oliveira. Para alferes, o guarda Athanásio Bonifácio da Costa.
4ª companhia; promoções em 1888:
Para capitão, o guarda Mariano
Antonio Pinheiro. Para tenente, o guarda Sebastião Simpliciano de Lyra Lobato.
Para alferes, o guarda José Bernardo de Lyra Castro.
6ª companhia; promoções em 1888:
Para capitão, o guarda Gentil
Augusto Lobato. Para tenente, o guarda Marcellino Antonio da Silva. Para
alferes, o guarda Antonio Idomeneo Rocha.
Estado maior: tenente-ajudante,
servindo de secretário, o guarda João Paulo Paraense Perdigão.
Para tenente-quartel-mestre, o
guarda João Antonio Laudim de Miranda.
Por portaria de 20/3/1888, foi
designado, novamente, o tenente-coronel Antonio Manoel Correa de Miranda para
comandante superior da Guarda nacional de Igarapé-Miry.
Os Outros Cruz em Pesquisa
. Manoel Luiz Marques Cruz, era integrante da Banda Henrique Gurjão, de 1920, e do Clube Musical Nunes Garcia, de Ig-Miri.
Família Vera Cruz
. Manoel da Vera Cruz, estudou na antiga Escola Masculina de Ig-Miri em 1912 dirigida pela Profa. Estefância C. B. de Carvalho, tendo como professora auxiliar Almerinda Trindade.
Família Cunha
Os Cunha
. Dalila Afonso Cunha, com origem no
município de Igarapé-Miri/Pa, foi antiga professora na Escola Antonio Lopes da Costa na década de 1950, com nome de escola nesse município.
Os da Cunha
. Adolfo Sérgio da Cunha, foi
um dos imigrantes chegados em 1920 na antiga Vila Concórdia, hoje Vila
Maiuatá e que ajudaram no desenvolvimento dessa localidade e nos antigos
festejos de N. S. de Nazaré e em 1938 era membro da diretoria da festa de N. S. de Nazaré, na Vila Maiuatá, em Ig-Miri.
. Januário Prudêncio da Cunha, professor
da instrução pública da Freguesia de Cairary em 1863.
Os Outros Cunha em Pesquisa
. Liduína Pantoja Cunha, citada em 1968 como professora nemeada em Igarapé-Miri/PA.
Blog do Prof. Ademir Rocha, de Abaetetuba/Pa
Blog do Ademir Rocha, de Abaetetuba/PA

Muito interessante... riquissimo. Parabéns!
ResponderExcluirprofessor boa noite, onde o senhor encontrou essas fontes?
ResponderExcluirCara amiga Clara Monteiro, obgdo pela visita ao Blog,e as fontes são documentos da Era Provincial do PA(governandores antigos),livros de autores paraenses (Ernesto Cruz e outros), lvos de igarapemirienses (Eládio Lobato e filha Inez, outros autores mirienses), e assim vai. Abçs de Ademir Rocha.
ResponderExcluirE também, TCCs sérios sobre famílias, Clara Monteiro. Abçs.
ResponderExcluirGoste Muito dessas fostes de conhecimento, pois pude saber um pouco mais do meu avô Alberto da Trindade Almeida e dos meus bisavos e tios avos. Meu nome é Alberto Queiroz de almeida.
ResponderExcluirMuito importante para a confirmação de contexto histórico da cidade parabéns pela iniciativa, entretanto gostaria de uma confirmação o dono do supermercado líder era dono de engenho de cana de açúcar ou assim como o dono do supermercado Nazaré feito fortuna com o processo de resgatao e posteriormente comprou o engenho aguando resposta obrigada
ResponderExcluirMuito importante para a confirmação de contexto histórico da cidade parabéns pela iniciativa, entretanto gostaria de uma confirmação o dono do supermercado líder era dono de engenho de cana de açúcar ou assim como o dono do supermercado Nazaré feito fortuna com o processo de resgatao e posteriormente comprou o engenho aguando resposta obrigada
ResponderExcluirGostaria de saber mas sobre a familia castro prinpalmente sobre filhos, netos ,bisnetos etc de manoel antonio de castro
ResponderExcluirGostaria de saber mas sobre a familia castro prinpalmente sobre filhos, netos ,bisnetos etc de manoel antonio de castro
ResponderExcluirGostaria de saber mas sobre a familia castro prinpalmente sobre filhos, netos ,bisnetos etc de manoel antonio de castro
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