Ig-Miri 6 - Famílias D, E, F, G, H, I, J, K, L - Genelaogias, Engenhos e Outros Aspectos

IGARAPÉ-MIRI: GENEALOGIAS 6, ENGENHOS & OUTROS ASPECTOS 6
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GENEALOGIAS
A colonização do Pará se iniciou
através das sesmarias concedidas aos colonizadores portugueses e estes, ao se
fixarem às margens dos rios do Grão-Pará, iam determinando o surgimento das
povoações, que posteriormente dariam origem às freguesias e estas às vilas e
cidades.
As regiões do Baixo Tocantins,
Marajó (estas situadas em pleno Delta do Amazonas) e as terras do atual
Nordeste Paraense, não fugiram a essa regra, onde os colonizadores iam
instalando os povoamentos às margens dos
rios do Baixo Tocantins, do Marajó e nos rios Guamá, Acará, Moju, Capim,
Igarapé-Miri e tantos outros que serão citados nestas postagens. Esses
colonizadores, após as instalações desses povoados e de suas atividades
econômicas, não se fixavam apenas em uma localidade, devido seus interesses
econômicos que se espalhavam pelas margens dessas vias aquáticas acima citadas
e que também constituíam o modo de comunicação e de comercialização dos
produtos de suas atividades econômicas, vias que se tornaram importantes no
escoamento e comercialização do açúcar, do período colonial e da cachaça dos
períodos provincial e republicano do Pará.
As atuais cidades do Baixo
Tocantins, devido a presença do Delta Tocantino (região em que a aguá doce se
mistura com a água salgada do Oceano Atlântico), sofreram e sofrem as
influências dos corpos d’água desse estuário e em vários aspectos de sua vida,
especialmente no tocante as atividades econômicas e formação das populações.
Abaetetuba, Igarapé-Miri, Cametá e as atuais cidades do Baixo Tocantins estão
cercadas de água por todos os lados e os limites são feitos a partir de muitos
rios dessa região. No tocante ás populações das cidades, especialmente de
Abaetetuba e Igarapé-Miri, foram praticamente às mesmas famílias dos antigos
colonizadores portugueses que iniciaram a formaçãos dessas povoações, levados
por interesses econômicos, militares, políticos ou religiosos. Se analisarmos
bem a origem das famílias de Abaetetuba e Igarapé-miri, iremos encontrar uma
ancestralidade comum na formação de suas populações, devido interesses citados.
É claro que o colonizador português miscigenou com as populações nativas locais
e com a grande população escrava que existia na região, devido às exigências da
forma de atividade econômica com que iniciaram a colonização, que foi a
agricultura e, em especial, a cultura da cana doce e da indústria canavieira
que exigiam muitos braços para esses pesados serviços.
GENEALOGIAS- Famílias D, E, F, G, H, I, J, K, L
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As Famílias de Igarapé-Miri,
Continuação
FAMÍLIAS D
Família Dias
Os Dias
Família Diniz
FAMÍLIAS D
Família Dias
Os Dias
. Edir Augusto Dias, com origem em Igarapé-Miri/PA, professor da UFPA-Campus de Cametá
. José Matias Santana Dias, foi aluno do antigo Grupo Escolar de Ig-Miri e que chegou a se graduar em Bacherel de Direito e chegou ao cargo de Juiz de Direito.
. José Jacinto Borges Diniz, citado em
1889 como juiz de direito de Igarapé-Miry.
Família Doce
. Padre Manoel Rodrigues Valente Doce,
como pároco da Freguesia de Cairary em 1855 e com um padre coadjutor e o padre
Manoel foi professor da instrução primária na escola da Freguesia de Cairary.
Colaboração de Carlos Correa
Família Dória
. Agripino Dória, filho de João Pereira Dória/João Dória e Severina Correa de Miranda
. Carlos Correa, filho de Creuza Pinheiro Correa e Oséas Lobato Correa.
. Cláudio Dória Pinheiro, filho de Rosa Dória e Gustavo Martins Pinheiro
. Creuza Dória Pinheiro/Creuza Pinheiro Correa, filha de Rosa Dória e Gustavo Martins Pinheiro e Creuza casou com Oséas Lobato Correa e com filhos: Carlos Correa.
. Francisco Dória/Chiquinho Dória, filho de João Pereira Dória/João Dória e Severina Correa de Miranda e Francisco com origem na localidade Rio Murutipucu-Comunidade Boa União, tendo estudado com o Prof. Alfredo Silva, nessa localidade.
. João Pereira Dória/João Dória, com origem na localidade Rio Murutipucu-comunidade Boa União, tendo estudado com o Prof. Alfredo Silva nessa localidade, casado com Severina Correa de Miranda e com filhos: Francisco, Ranulfo, Agripino, Maria e Rosa Dória.
. Maria Dória, filha de João Pereira Dória/João Dória e Severina Correa de Miranda
. Natércia Dória Pinheiro, filha de Rosa Dória e Gustavo Martins Pinheiro.
. Oséas Lobato Correa, casou com Creuza Pinheiro Correa e com filhos: Cláudio Correa.
. Ranulfo Dória, filho de João Pereira Dória/João Dória e Severina Correa de Miranda, e Ranulfo com origem na localidade Rio Murutipucu-Comunidade Boa União, tendo estudado com o Prof. Alfredo Silva, nessa localidade.
. Rosa Dória, filha de João Pereira Dória/João Dória e Severina Correa de Miranda, e Rosa casou com Gustavo Martins Pinheiro e com 4 filhos: Creuza, Zuila, Cláudio e Natércia Dória Pinheiro.
. Zuila Dória Pinheiro, filha de Rosa Dória e Gustavo Martins Pinheiro.
Outros Dória:
Família
. Ranulfo Dória, pai de Namor Castro Dória, este pai de Shirley Monteiro Dória.
. Namor Castro Dória, pai de Shirley Monteiro Dória.
. Shirley Monteiro Dória, atualmente reside em São Paulo, filha de Namor Castro Dória, este filho de Ranulfo Dória.
Outros Dória:
Família
. Ranulfo Dória, pai de Namor Castro Dória, este pai de Shirley Monteiro Dória.
. Namor Castro Dória, pai de Shirley Monteiro Dória.
. Shirley Monteiro Dória, atualmente reside em São Paulo, filha de Namor Castro Dória, este filho de Ranulfo Dória.
FAMÍLIAS E
Família Espírito Santo
. Vitorino Procópio Serrão do
Espírito Santo:
De Igarapé-Miri
1ª Câmara de Vereadores da
Villa de Igarapé-Miri, de 1845 a 1849, formada pelos veradores: Domingos Borges Machado
Acatauassu, Francisco José Correa de Miranda, Pedro Honorato Correa de Miranda,
João dos Santos Lopes e Antonio Hygino Cardoso Amanajás, tendo como presidente
Vitorino Procópio Serrão do Espírito Santo, que foi instalada conjuntamente com
o munícipio de igarapé-Miry.
. 1ª G/ pais do padre Victório
Procópio Serrão do Espírito Santo
. 2ª G/Filhos/F, padre Victórino
Procópio Serrão do Espírito Santo, citado como pároco da igreja de Sant’Anna,
município de Igarapé-Miri, em 1847, 1859 e foi professor interino da escola do
sexo masculino do mesmo município citado em 1852, 1855, 1886. Verificar
se o padre Victórino Procópio tem relações de parentesco com Catharina Ignácia
do Espírito Santo, da genealogia abaixo de Marcellino José Correa de Miranda.
Família Paralela
. 3ª
G/Netos/N, da Família Correa de Miranda.
. 3ª G/N,
Marcellino José Correa de Miranda, dono de terras, senhor de engenhos para
fabricar açúcar e cachaça, dono de 25 escravos, dono de casas, professor e
coletor de rendas da Província do Pará, c/c Catharina Ignácia do Espírito Santo
e tiveram cerca de 8 filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn: Antonio Francisco Correa
Caripuna e Justo José Correa de Miranda e outros.
Genealogia
Paralela de Catharina Ignácia do Espirito Santo
Família
Espírito Santo
. Pais de Catharina
Ignácia do Espirito Santo
. Catharina Ignácia do
Espírito Santo, dona de engenhos, terras com plantações, dona de 24 escravos na
localidade Furo-Açu e Muru-Açu, na Freguesia de Sant’Anna de Igarapé-Miri,
citada em 1829.
. 4ª G/Bisnetos/Bn, filhos de
Marcellino José e Catharina Ignácia do Espírito Santo.
Outros Espírito Santo em Pesquisa
. Padre Victório Procópio Serrão do
Espírito Santo, que em 1840 era o padre efetivo de Igarapé-Miry.
FAMÍLIAS F
Família Farias
Os Farias
. Manoel Farias/Manuelzinho Farias, já é
falecido, era poeta e o maior repentista do município de Igarapé-Miri, citado
em 2009.
Família Feio
. Raymundo Virgínio Feio, citado em
6/8/1901, com a reinvidicação dos donos de engenhos de Abaeté e Igarapé-Miri,
junto ao Governador do Pará, Dr. Augusto Montenegro, pela isenção dos impostos
importados de outros estados brasileiros, solicitados pela Associação Comercial
de Belém.
Família Feno
. Alderico Antonio Feno, foi músico da antiga Banda Henrique Gurjão, na década de 1920, que posteriormente foi transformada no Clube Nunes Garcia, que subsistiu até 26/7/1937 em Ig-Miri,
Família Fernandes
. Sebastião Fernandes Carneiro,
citado em 6/8/1901, com a reinvidicação dos donos de engenhos de Abaeté e
Igarapé-Miri, junto ao Governador do Pará, Dr. Augusto Montenegro, pela isenção
dos impostos importados de outros estados brasileiros, solicitados pela
Associação Comercial de Belém.
. 1ª G/
pais de Ricardo Fernandes
. 2ª
G/Filhos/F, Ricado Fernandes, que era casado com uma das filhas do sr. Antonio
José da Costa Cardoso, dono do antigo Engenho São Benedito na 1ª década do
século 20, a qual herdou o dito engenho, que após alguns períodos de aluguéis
foi fechado devido desgaste dos maquinários.
Família
Nunes
Fernandes
. 1ª G/ pais do Mestre Laudelino
Nunes Fernandes e Domício Nunes Fernandes e outros.
. 2ª G/Filhos/F, Laudelino
Nunes Fernandes/Mestre Laudelino, nasceu na localidade Rio Guajará de Beja,
professor escolar, músico e professor de música, mestre, morou com sua família
em Igarapé-Miry onde trabalhava como professor escolar e onde nasceu seu filho,
3ª G/Netos/N, Ceci Fernandes na localidade Rio Santo Antonio/Engenho do Capitão
Deodato e à convite de seu amigo Coronel Aristides dos Reis e Silva veio morar
e trabalhar em Abaeté como professor escolar e de leitura em 1919/1927 e como
músico foi regente do Club Musical Lauro Sodré em 1909 e era um dos regentes do
Club Musical 15 de Novembro de Tomás de Sena, citado em 1919-1931, professor
municipal na localidade Rio Guajará, músico que assume como mestre do Club Musical
Paulino Chaves em 1927 e que ajudou a fundar em 1919 e tendo como sub-regente
Félix Machado e Geraldo Lima como secretário do Clube e Mestre Laudelino tinha
um irmão de nome Domício Nunes Fernandes. Foram seus conteporâneos na Banda
Paulino Chaves: Horácio de Deus e Silva, Estácio de Sena, Félix Machado e seus
irmãos Veriano e Emiliano. Mestre Laudelino e seu filho Ceci Fernanandes também
tocaram na Banda Carlos Gomes
. 3ª G/N, Ceci Fernandes, nasceu em
Igarapé-Miry/Rio Santo Antonio/Engenho do Capitão Deodato em 1918 é era filho
do Mestre Laudelino/Laudelino Nunes Fernandes e quando Ceci tinha 5 anos de
idade ele e sua família se mudam para Abaeté e Ceci aprendeu a tocar com o seu
pai Laudelino e com um mês de aprendizagem musical aprendeu a tocar flauta,
depois, trompa e ele e seu pai tocaram
na Banda Carlos Gomes e junto com Francisco Assunção dos Santos Rosado e
Adalberto Silva formaram uma orquestra no Rio Guajarazinho.
. 2ª G/F, Domício Nunes Fernandes,
músico do Banda Paulino Chaves em 1923-1927 junto com seu irmão Laudelino Nunes
Fernandes
Os Outros Fernandes em Pesquisa
. Manoel João Fernandes Rendeiro,
citado em 6/8/1901, com a reinvidicação dos donos de engenhos de Abaeté e
Igarapé-Miri, junto ao Governador do Pará, Dr. Augusto Montenegro, pela isenção
dos impostos importados de outros estados brasileiros, solicitados pela
Associação Comercial de Belém.
Família Ferreira
Família Ferreira
Os Ferreira
. Gracilene Ferreira, origem na
localidade Rio Maiautá, município de Igarapé-Miri/Pa, diretora da Escola
Municipal Araci Correa Santa Maria, na Vila Maiauatá, citada em 2010.
. Helena Ferreira, professora de Ig-Miri que foi diretora do Grupo Escolar desse município.
Família
. 1ª G/ pais de Antonio da Costa
Ferreira
. 2ª G/Filhos/F, Antonio da Costa
Ferreira, casou com Maria Raimunda Ferreira e com filhos, 3ª G/Netos/N: Antonio
Marcos Quaresma Ferreira.
. 3ª G/N, Antonio Marcos Quarema
Ferreira, nascido a 3/1980 na localidade Rio Mamangalzinho, em frente à Vila Maiauatá, município de
Igarapé-Miri/Pa, é professor e poeta.
Família
. Antonio Silva Ferreira, casou com Gertrudes do Espírito Santo e com filhos: Helena Ferreira.
. Helena Ferreira, nascida a16/12/1922, em Belém, onde fez seus estudos até o Curso Normal em 1941 e em 1942 foi lecionar em barcarena/PA; em 1945, em Ig-Açu/PA; e em 1949 em Ig-Miri/PA, onde assumiu a direção do antigo Grupo Escolar Prof. Manoel Antonio de Castro, escola da 1ª a 5ª séries
Os Outros Ferreira em Pesquisa
. Almendro Pantoja Ferreira, foi aluno do antigo Grupo Escolar de Ig-Miri e que chegou a se graduar em advocacia.
. Clara Ferreira, foi aluna do antigo Grupo Escolar de Ig-Miri e que chegou a se graduar em Bioquímica e Doutorado em Biologia.
. Dhiego Araujo Ferreira, natural de Igarapé-Miri, citado em 2010.
. Ecila Raimunda Gonçalves Ferreira, professora que foi aluna da professora Ana da Trindade Almeida e com ela participava das peças teatrais composta pela dita professora.
. Percilianno de Mattos Ferreira
. Tereza Gonçalves Ferreira/Mulata, irmã de Ecila Raimunda Gonçalves Ferreira, e que foi aluna da professora Ana Trindade de Almeida e participava de suas peças teatrais.
Em 1886
foram nomeados os professores:
. Venâncio
da Fonseca Paes, para a escola elementar da Freguesia de Cairary; Manoel
Joaquim de Souza Lobato, para a escola elementar do Tucumanduba e Percilianno
de Mattos Ferreira, para a escola elementar do Caeté, distrito do Moju.
. Viúva
Ferreira e Filhos, firma citada
em 6/8/1901, com a reinvidicação dos donos de engenhos de Abaeté e
Igarapé-Miri, junto ao Governador do Pará, Dr. Augusto Montenegro, pela isenção
dos impostos importados de outros estados brasileiros, solicitados pela
Associação Comercial de Belém.
. Felippe Nery Ferreira, era em
1889 alferes agregado do 33º batalhão de infantaria de Igarapé-Miry, vindo do
extinto 10º batalhão, da mesma arma.
Família Figueiredo
. Manoel Cardoso de Figueiredo, em
1874 como comerciante de secos e molhados pelo Marajó e Baixo Tocantins.
Família Fino
. Ricardo Antonio Fino, foi membro da antiga banda musical criada e regida pelo maestro João Valente do Couto e da Banda Henrique Gurjão da década de 1920, em Ig-Miri.
Família Fonseca
Os Fonseca
Os Fonseca
. João Fonseca, foi um dos imigrantes chegados em 1920 na antiga Vila Concórdia, hoje Vila Maiuatá vindo do Maranhão.
. Sebastião Freire da Fonseca, é da
localidade africana chamada Mazagão, proprietário de terras na antiga Freguesia
de Sant’Anna de Igarapé-Miry e foi ele que iniciou a abertura do chamado Canal
de Igarapé-Miri em 1821 e que facilitava a navegação entre os rios dessa
região.
Família:
. J. Clarismundo da Fonseca,
professor da escola elementar do Tucumanduba, no distrito de Abaeté, citado em
1885.
. 1ª G/ pais de Walter Fonseca
. 2ª
G/Filhos/Walter Fonseca, dono de engarrafadora e distribuidora de cachaça
Cocal, situada em porto estratégico no município de São Sebastião da Boa
Vista/Pa, espécie de empório comercial que comprava, engarrafava e revendia
parte da produção de cachaça produzida nos engenhos do Baixo Tocantins para os
comerciantes de regatão dos rios dos arredores de Belém, Salgado, Baixo
Amazonas, especialmente dos engenhos de Igarapé-Miri com quem possuía estreitos
laços comerciais na fase áurea dos engenhos de cana-de-açúcar, até o final da
década de 1970.
Família
. 1ª G/ pais de Merandolina Cipriana da
Fonseca
. 2ª G/Filhos/F,
Merandolina Cipriana da Fonseca, 2ª esposa do Capitão Amadeu Cristino Pinheiro,
este filho da escrava Ana Cristina e do Capitão Manoel João Pinheiro (vide
família Pinheiro acima) e, Merandolina Cipriana e Amadeu Cristino tiveram 6 filhos , 3ª G/Netos/N: Teodó, Ernestina,
Ida, Ana, André Fonseca Pinheiro e outro falecido bebê.
. 3ª G/N, André da Fonseca Pinheiro, que
passou a administrar outro engenho de seu pai Amadeu Cristino na localidade
Cacual, situada em frente ao Engenho do Carmo, Igarapé-Miri.
Os Outros Fonseca em Pesquisa
. Janilson Oliveira da
Fonseca, foi secretário de Educação em 2007 no município de igarapé-Miri/Pa.
. Antonio Rosa da Fonseca, foi
admitido como sócio de Juvêncio Christino Pinheiro, em 1931, no engenho à vapor
para fabricar cachaça, situado à margem direita do Rio Piquiarana, com
documento feito pelo tabelião Miguel Mendes dos Reis.
. Doralice de Oliveira Fonseca, professora que foi diretora do Grupo Escolar de Ig-Miri.
Família
Fortes
1ª G, pais de Carlos Fortes?
1ª G, pais de Carlos Fortes?
. 2ª G/F, Carlos Fortes, era pai do Major João Nicolau Fortes, e o Sr. Carlos Fortes, era um italiano que veio com a comitiva do arquiteto italiano Landi e veio trabalhar como artífice nas obras da Igreja da Sé, em Belém/PA.
. 3ª G/N, Major João Nicolau Fortes, natural de Igarapé-Miri, falecido no
princípio dos anos de 1950 com 94 anos de idade (nascido por volta de 1856),
dono de engenho de cana-de-açúcar no rio Meruú-Açu em 1930 com dezenas de
canaviais para suprir as atividades de produção de açúcar e cachaça, dono do
Engenho São Sebastião (pertencia aos herdeiros do Coronel Maximiano Cardoso,
com o nome de engenho Juarimbu, na década de 1930), dono do Engenho Veneza na década de 1960 em
sociedade com Aladim Lapa Sampaio e que veio à falir na década de 1970 e dono
do Engenho Vera Cruz, sito no Rio Panacuéra-Miri, tendo-o alugado ao sr.
Meneléu Correa Leão. O Major Fortes era casado e com filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn: João
de Oliveira Fortes, Maria Fortes Pantoja (sobrinha criada pelo Sr. João Nicolau Fortes), Flor Fortes e outros. O Major João Nicolau Fortes tinha irmãos, 3ª G/N: Amélia Fortes, que veio a casar com um sr. da família Pantoja. E outros?
. 4ª G/Bisnetos/Bn:
. 4ªGBn/, João de Oliveira Fortes, gerente do Engenho São Sebastião (antigo
Engenho Juarimbu que pertencia aos herdeiros do Coronel Maximiano de Almeida
Cardoso, na década de 1930).
. 4ª GBn/,
João de Moraes Fortes, filho do Major João Nicolau Fortes, que morava na cidade
de Abaeté/Pa e foi chamado para gerenciar o mesmo Engenho São Sebastião nos
anos de 1950.
. 4ª G/Bn, Maria Fortes, que herdou de seu pai o Engenho Santa Cruz, que o alugou
ao Sr. Perciliano Tourão Correa, este ficando no engenho até a crise dos
engenhos no final da década de 1970 e Maria Fortes casou com Julião Simplício
de Oliveira e com filhos, 5ª G/Trinetos/Tn, se considerada como filha, pois era sobrinha (vide abaixo em Amélia Fortes, que segue como sobrinha).
4ª G/Bn, Flor Fortes, casou o português Joaquim de Freitas Castro e com filhos?.
Risoleta
Fortes? Era filha do Major Fortes?
Outros Fortes em Pesquisa
. Roson Fortes
3ª G/N, Amélia Fortes, irma do Major João Nicolau Fortes, que casou com um membro da família Pantoja e com filhos, 4ª G/Bn: Maria Fortes Pantoja/Ribeiro, que veio a casar com o Sr. João Ribeiro Júnior e com filhos, 5ª G/Tn: Maria Astrogilda Fortes Ribeiro (nome de solteira) e outros?
4ª G/Bn, Maria Fortes Pontoja, casou com o Sr. João Ribeiro Júnior e com filhos, 5ª G/Tn: Maria Astrogilda Fortes Ribeiro e outros?
. 5ª G/Tn, Maria Astrogilda Fortes Ribeiro, casada.
3ª G/N, Amélia Fortes, irma do Major João Nicolau Fortes, que casou com um membro da família Pantoja e com filhos, 4ª G/Bn: Maria Fortes Pantoja/Ribeiro, que veio a casar com o Sr. João Ribeiro Júnior e com filhos, 5ª G/Tn: Maria Astrogilda Fortes Ribeiro (nome de solteira) e outros?
4ª G/Bn, Maria Fortes Pontoja, casou com o Sr. João Ribeiro Júnior e com filhos, 5ª G/Tn: Maria Astrogilda Fortes Ribeiro e outros?
. 5ª G/Tn, Maria Astrogilda Fortes Ribeiro, casada.
Família Frade
. Antonio Francisco Lobato Frade, citado
em 1867 (é o mesmo Francisco Lobato Frade casado com Theresa Correa de Miranda,
filha de Manoel Gonçalves Correa de Miranda), citado como eleitor de Pedro
Honorato Correa de Miranda, desde 1835 a 1868, para a Assembléia Provincial.
Antonio Francisco Lobato Frade era cunhado do Tenente-Coronel Arlindo Leopoldo
Correa de Miranda (uma sua irmã era casada com esse tenente-coronel), este que
foi vereador na então Vila de Sant’Anna de Igarapé-Miri (1865-1868), também foi
deputado provincial entre os anos de 1876 a 1878, presidente da 1ª Câmara da
Vila de Abaeté, em 1881 até 1884 e da 2ª, de 1884 a 1887 e o mesmo
tenente-coronel foi membro, como vogal, do Conselho de Intendência de Abaeté,
período de 1890-1891, na intendência de José Benedito Ruiz.
. Francisco Antonio Lobato Frade:
Com o advento da República, o Governo
Provisório do Pará, extinguiu as câmaras a 19/2/1890, pelo Decreto Nº 60,
criando em seu lugar o Conselho de Intendência, e através do Decreto de
20/2/1890, foi nomeado Francisco Antonio Lobato Frade para presidente do
Conselho de Igarapé-Miri.
Família Franco
. Raimundo Moraes Franco, com origem no
município de Igarapé-Miri/Pa, citado em 2009.
. Bernardino da Gama Souza Franco,
bacharel que veio de Bragança, nomeado em 1882 como promotor público de
Igarapé-Miry.
. João Evangelista de Souza Franco, foi
juiz municipal e de órfãos do Termo Judiciário de Igarapé-Miry, citado em 1884.
Família Freitas
. 1ª G/ pais de Joaquim Freitas
. 2ª G/Filhos/F, Joaquim Freitas,
que foi um dos dono do Engenho, Conceiçao, sito no rio Piquiarana, que foi repassado para vários outros donos:
Coronel Cazuza Maués, Zé Joaquim Freitas Castro e Dedé Lobato.
. Sebastião Nunes de Freitas, origem na localidade Rio Pindobal-Miri, município de Igarapé-Miri/Pa, pescador, citado em 6/1992.
FAMÍLIAS G
Família Gama
. João Lima de Castro Gama, tenente,
auxiliado por José Gonçalves Chaves e Ambrósio José da Trindade, organizaram,
na antiga Freguesia de Sant’Anna de Igarapé-Miry, a retomada dessa freguesia
das mãos dos revoltosos da Cabanagem em 1836.
Família
. Alfredo Gama, com origem no município de Cachoeira do Arari, na Ilha do Marajó.
. Alfredo Gama Filho, com origem no município de Cachoeira do Arari, na Ilha do Marajó, casado com Maria Raimunda da Silveira Gama e com filhos: Ionete, Dalcinda da Silveira Gama.
. Dalcinda Gama Machado, com origem no município de Cachoeira do Arari, na Ilha do Marajó, que posteriormente muda para a localidade Rio das Flores, em Ig-Miri, casou com Massilon Machado.
. Ionete da Silveira Gama, nascida a 18/6/1939 em Cachoeira do Arari, na Ilha do Marajó, citada em 2000, filha de Alfredo Gama Júnior e Maria Raimunda da Silveira Gama, estudou o Ensino Primário em Belém nos anos de 1950, foi professora a partir dos 16 anos no Rio das Flores, em Ig-Miri, auxiliando seu tio Massilon na escolinha municipal do local, tendo se mudado para a sede do município aos 19 anos onde continuou seus estudos e na função de professora, onde também foi cantora, compositora, artista, folclorista, autora de peças teatrais e músicas folclóricas, sacras, natalinas e carnavalescas com a criação de cordões carnavalescos e juninos, entre estes o grupo Canarana de muito sucesso em seu tempo e com participação nos conjuntos musicais de sua época de juventude, tendo composto as músicas: A Farinhada, Banho de Cheiro, O Boto Namorador, das Águas do Maiuatá, A lenda do Icatu, a lenda da Boa Esperança, O Balano da Pirarara, A Dança do Tipiti, A dança do Açaí, etc, foi secretária de cultura na gestão do prefeito Manoel da Paixão e Silva, casou com Raimundo Nonato Franco de Castro e com filhos: Renato e Silvana. Atalmente Ionete da Sulveira Gama possui 75 anos (2014), morando em Belém/PA, onde faz e desfruta de muito sucesso nos meios musicais, como cantora e compositora, especificamente com o Carimbó Chamegado e com o nome artístico de D. Ionete, com fama local, nacional e internacional, onde já gravou vários discos e shows e com turnês nacionais e internacionais, com apoios variados para gravações de seus discos com músicas que fazem muito sucesso, inclusive sendo objeto de documentários de mídias internacionais e para 2015 já está com vários shows agendados no Brasil e Exterior com músicas de sua composição que rememoram o passado musical e poético da vida dos escravos que trabalhavam nos engenhos do Baixo Tocantins. A artista Dona Ionete, por conta de seu sucesso musical, está sendo objeto de pesquisas à nível acadêmico que visam desvendar sua vida e passado como folclorista que explorava os cordões de bois, pastorinhas, grupos carnavalescos que até os dias atuais a inspiram em sua música e composições musicais.
. Quitéria Ferreira Gama, mãe de Maria Raimunda da Silveira Gama e que acabou de criar sua neta Ionete da Silveira Gama.
Família Garcia
. 1ª G/ pais do senador estadual Coronel JOSÉ GARCIA DA SILVA
. 2ª
G/Filhos/F, José Garcia da Silva, capitão citado em 1877 como membro da
comissão de imigrantes cearenses para Igarapé-Miri, junto com o Tenente-Coronel
Comendador Domingos Borges Machado Acatauassu e Antonio Lopes Machado e como
Coronel José Garcia da Silva, citado como coletor de Igarapé-Miri em 1884 e que
foi substituído nessa função por Luiz Borges Lobato, foi senador estadual no
Pará até 1900, intendente de Igarapé-Miri/Pa em várias legislaturas de 1900 a
1915 quando construiu o atual Palácio Senador Garcia, na mesma cidade, foi dono
do Engenho Livramento, sito no Rio Anapu, na atual cidade de Igarapé-Miri/Pa no
final do século 19 e dono do Engenho Santa Maria, sito no Rio Maiauatá,
município de Igarapé-Miri na data de 1890, com produção de cachaça para venda
aos comerciantes de regatão da região e o chamado Coronel Garcia tornou-se rico
proprietário de bens, inclusive casas tipo chalé ornamentadas com materiais
vindos da Europa. O antigo Engenho Livramento foi vendido ao Sr. Torquato
Barros.
Em 1900 José Garcia da Silva
fazia a navegação subvencionada pela Província do Pará, em linha para Cametá.
O Coronel
Garcia era casado e com filhos, 3ª G/Netos/N: José Garcia Filho e outros.
. 3ª G/N, José Garcia Filho/Cazuzinha, que assumiu os negócios do pai, enquanto
este desempenhava suas atividades políticas e Cazuzinha, tendo sido acidentado
em uma moenda de engenho, vendeu o Engenho Santa Maria para fazer tratamento em
Belém/Pa.
Outros Garcia em Pesquisa
. Bento Garcia, presente na
instalação da Cidade de Abaeté em 15/8/1895.
. J. M. O. Garcia, escritor, autor do conto "O Roubo do Carimbo"
. Maria Pinheiro Garcia, presente
na instalação da cidade de Abaeté em 15/8/1895.
Os Gonçalves Garcia
. Gonçalves & Garcia , que em 1922 era a firma
proprietária de engenho São Pedro para fabricar cachaça e mel na Costa
Maratauhyra, tendo como sócios, o Coronel Pedro
Eduardo Gonçalve e Raymmundo Pinheiro Gaecia, citados em 1922, na Costa
Maratahuyra, município de Abaetetuba. Raymmundo Pinheiro Garcia era consórcio
do Vera Cruz Sport Club, fundado pelo Padre Luiz Varella, citado nos anos de
1920.
. Lucília Gonçalves Garcia, citada
em 1944, participava da organização das antigas festas de Nossa Senhora da
Conceição.
Família Góes
. Catharina Maria de
Oliveira Góes, que casou com o viúvo (3ª G/N dos Correa de Miranda) Manoel João
Correa de Miranda (homônimo do pai), este filho de Manoel João Correa de
Miranda e Maria Ferreira de Gusmão, e o 2º Manoel João nasceu no distrito de
Anapu, Freguesia de Sant’Anna de Igarapé-Miri, e faleceu em 1850, era dono de
terras com plantações de seringueiras, dono de escravos e com laços de comércio
de borracha em Belém/Pa, dono de engenhos, tenente-coronel das antigas milícias.
Porém Catharina Maria e o 2º Manoel João não tiveram filhos.
. Antonio José Ferreira de Góes,
casou com uma filha do tenente-coronel Caripuna/Antonio Francisco Correa
Caripuna, conforme abaixo:
. 3ª
G/Netos/N , da família Correa de Miranda, Victória Maria da Silva Brabo, casou
uma 2ª vez com o Tenente-Coronel Caripuna e tiveram filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn:
Victório Antonio, José Fleury, Antonio Francisco Correa Caripuna (o filho) e
outros, inclusive a que se tornou esposa de Hygino Amanajás.
. Victória
Maria da Silva Brabo Amanajás, é citada em 1877, mãe de Hygino Amanajás, citado
em 1877, este genro do Tenente-Coronel Caripuna, por que casado com uma das
filhas desse tenente-coronel, citado falecido em 1877. Victória Maria da Silva
Brabo Amanajás era casada com o Coronel Antonio Cardoso Amanajás (que foi o
introdutor do clã Amanajás na antiga Freguesia de Abaeté), com que teve vários
filhos, entre os quais o Coronel Hygino Amanajás/Hygino Antonio Cardoso
Amanajás.
. 5ª
G/Trinetos/Tn: filhos de Antonio Francisco Correa Caripuna (Tenente-Coronel
Caripuna) e Maria do Carmo de Castilho:
. 5ª G/Tn/
Francisco Correa Caripuna, c/c sua prima Aurélia, filha de Justo José (irmão do
Coronel Caripuna).
. 5ª G/Tn/
Firmino Correa de Miranda, c/c sua prima Elíbia (filha de Justo José, irmão do
Coronel Caripuna).
. 5ª
G/Trinetos/Tn, filhos do Tenente-Coronel Caripuna e Victória Maria da Silva
Brabo, citada em 1877:
. 5ª G/Tn:
Victório Antonio Correa Caripuna, citado em 1877.
. 5ª G;Tn:
José Fleury Correa Caripuna, citado em 1877 e que em 1888 era o 1º suplente de
juiz muncipal do termo de Igarapé-Miry e o 3º suplente era o tenente-coronel
Antonio Manoel Correa de Miranda.
. José
Fleury Correa Caripuna, citado em 6/8/1901, com a reinvidicação dos donos de
engenhos de Abaeté e Igarapé-Miri, junto ao Governador do Pará, Dr. Augusto
Montenegro, pela isenção dos impostos importados de outros estados brasileiros,
solicitados pela Associação Comercial de Belém.
. 5ª G/Tn:
Antonio Francisco Correa Caripuna (o filho), citado em 1877.
. 5ª
G/Trinetos/Tn, outros filhos do Tenente-Coronel Caripuna (estes filhos eram
ainda vivos quando a 2ª esposa do Tenente-Coronel Caripuna, Victória Maria da
Silva Brabo, ficou viúva em 1877:
. 5ª G/Tn;
uma filha casou com Hygino Amanajás, este citado em 1877.
. 5ª G/Tn:
uma filha do tenente-coronel Caripuna casou com Antonio José Ferreira de Góes,
citado em 1877.
Os Outros Góes em Pesquisa
. João
Francisco da Silveira Góes
. Antonio
Rodrigues de Barros, em 1852 era o delegado da instrução pública da Freguesia
de Abaeté, tendo como suplente, João Francisco da Silveira Góes.
. Capitão
João Florêncio da Silveira Góes
Em 1854
Felippe Benício de Carvalho era o delegado da instrução pública da Freguesia de
Abaeté, tendo como suplente João Florêncio da Silveira Góes.
Em 1868
eram 2 Comandos Superiores, situados nas Comarcas: Capital e Villa de
Igarapé-Miry.
Na
Comarca da Capital eram 7 comandos superiores:
Comando
Superior da Comarca da Capital (que abrangia: Capital, Vigia e Curuçá),
Bragança (Cintra, Ourém, Bragança e Vizeu), Marajó (Muaná, Cachoeira, Chaves,
Soure e Monsarás), Macapá (Macapá e Mazagão), Cametá (Cametá, Baião,
Curralinho, Portel, Breves e Melgaço), Gurupá (Gurupá e Porto de Moz), Santarém
(Monte Alegre, Santarém, Villa Franca, Alenquer, Óbidos e Faro).
Comando
Superior da Comarca de Igarapé-Miry:
. Capitão
João Florêncio da Silveira Góes
. Comandante
superior de Igarapé-Miry, Coronel Pedro Honorato Correa de Miranda.
. No 10º
batalhão de infantaria, tenente-coronel Antonio Francisco Correa Caripuna, na
Freguesia de Abaeté.
. No 11º
batalhãi de infantaria, tenente-coronel João Maria Gonçalves de Castro, na
Villa de Igarapé-Miry.
. Na 2ª
secção de batalhão de infantaria, Major José Roberto da Costa Pimentel, na
Freguesia de Cairary.
. Na
companhia de infantaria do serviço de reserva, Capitão José Nonteiro de Lyra
Lobato, na Villa de Igarapé-Miry
. Na
companhia de infantaria do serviço de reserva, capitão João Florêncio da Silveira
Góes, na Freguesia de Abaeté.
. Emercinda
Maués Góes. Participava da comissão organizadora das antigas festas de Nossa
Senhora da Conceição.
. Emercinda Maués Góes, que participava da
comissão organizadora das antigas festas de Nossa Senhora da Conceição em
Abaeté.
Família Gomes
Os Gomes
Os Gomes
. Custódio de Nazareth
Gomes, citado
em 6/8/1901, com a reinvidicação dos donos de engenhos de Abaeté e
Igarapé-Miri, junto ao Governador do Pará, Dr. Augusto Montenegro, pela isenção
dos impostos importados de outros estados brasileiros, solicitados pela
Associação Comercial de Belém.
Os Gomes dos Santos
. BENEDITO GOMES DOS SANTOS, nascido em 29/04/1960 e falecido em 21/07/07/2009.
Os Outros Gomes em Pesquisa
. Berenice Prado Gomes, antiga professora na localidade Baixo Rio Anapu, lecionando na Escola Reunida "Menino Deus"
. Dr. Cleonito Prado Gomes, que foi aluno do antigo Grupo Escolar de Ig-Miri e que chegou a se graduar em advocacia.
Família Gonçalves
Os Gonçalves
. Dulcimar Gonçalves, origem na localidade Rio Pindobal-Miri, municípío de Igarapé-Miri/Pa, pescador, citado em citado em 6/1992.
. Manoel Aarão Gonçalves, foi músico na antiga Banda Henrique Gurjão, da década de 1920, posteriormente transformada no Clube Nunes Gacia, subsistindo até 26/7/1937, em Ig-Miri e foi membro de outra banda musical do interior do mesmo município.
. Pedro Gonçalves, foi músico de uma antiga banda musical do interior do município de Ig-Miri.
. Risoleta Gonçalves, participava do coral nos festejos de Sant'Anna, em Ig-Miri, nos tempos da professora Ana da Trindade Almeida.
. Tetê Gonçalves, foi professora na localidade Rio Samaúma
Família
. Aurino Quirino Gonçalves, o famoso Pinduca, nascido a 4/6/1937, filho do famoso músico José Plácido Gonçalves e Dona Luzia Tereza de Oliveira Gonçalves, e Pinduca ingressou na Polícia Militar do Pará como músico da banda dessa corporação, chegando até a patente de tenente e atualmente Pinduca é cantor e autor de músicas do rítmo paraense do Carimbó, com vários discos gravados e com grande sucesso e reconhecimento no Pará e Brasil.
. José Plácido Gonçalves, nascido
no município de Igarapé-Miri/Pa e com o nome de Auditório José Plácido
Gonçalves, da casa de Cultura desse município, foi membro da antiga Banda Henrique Gurjão na década de 1920, posteriormente transformada em Clube Nunes Garcia.
. Luzia tereza de Oliveira Gonçalves, casou com o famoso músico José Plácido Gonçalves e com filhos: Pinduca, Pin e outros.
. Pio Gonçalves, filho do músico José Plácido Gonçalves e Luzia Tereza de Oliveira Gonçalves, irmão do famoso cantor de carimbó, Pinduca.
Os Gonçalves
de Oliveira
. 1ª G/
pais do português Antonio Gonçalves de Oliveira
. 2ª
G/Filhos/F, Antonio Gonçalves de Oliveira, português que fixou residência na
antiga Freguesia de Sant’Anna de igarapé-Miry nas décadas finais do Século 17,
casado e com filhos, 3ª G/Netos/N: Anna Gonçalves de Oliveira e outros.
. 3ª G/N,
Anna Gonçalves de Oliveira, que casou no início do século 18 com o português
Jorge Valério Monteiro, agricultor e comerciante e com filhos, 4ª
G/Bisnetos/Bn. Vide acima em Jorge Valério Monteiro. Jorge Valério Monteiro,
que comprou parte da sesmaria de João de Mello Gusmão, onde hoje se assenta a
cidade de Igarapé-Miri/Pa, casou com Anna Gonçalves de Oliveira, esta filha do
português Antonio Gonçalves de Oliveira e Anna trouxe consigo uma imagem de
Sant’Anna e seu marido mandou erigir em 1714 a capela dedicada á devoção dessa
Santa, em Igarapé-Miri/Pa, e Jorge Valério Monteiro, tendo amealhado riquezas
na antiga Freguesia de Sant’Anna de Igarapé-Miry, voltou com a família para a
Europa, tendo vendido suas propriedades para o agricultor João Paulo de Sarges
Barros.
Os Borges Gonçalves
. 1ª G/
pais de Diogo Borges Gonçalves, foi sócio de Álvaro Varges de Araujo no Engenho
Fortaleza, este comprado da firma Produtos Alimentícios Fortaleza Ltda, dos
sócios Manoel Lourenço Correa Lobato, Eládio Correa Lobato e Raimundo Mito
Ribeiro, no final da década de 1960 e no princípio da década de 1970 os sócios
Diogo e Álvaro dissolveram a sociedade no engenho, ficando o mesmo Diogo Borges
Gonçalves que trabalhou na atividade até 1975, época da crise dos engenhos e Diogo é filho de Raimundo Borges Gonçalves e D. Maria Santana e Silva.
. Jacob Borges Gonçalves, nascido a 28/11/1914, filho de Raimundo Borges Gonçalves e D. Maria Santana e Silva, estes nascidos na localidade Rio Murutipucu, localidade Boa União, onde Jacob, junto com seu irmão João, estudaram com o Prof. Alfredo Silva junto com os demais irmãos e crianças dessa localidade.
. João Borges Gonçalves, nascido a 22/6/1916, filho de Raimundo Borges Gonçalves e D. Maria Santana e Silva, estes nascidos na localidade Rio Murutipucu.
. D. Maria Santana e Silva, casada com Raimundo Borges Gonçalves e com filhos: Jacob e João Borges Gonçalves.
. Raimundo Borges Gonçalves, casado com D. Maria Santana e Silva, nascidos na localidade Rio Murutipucu e com filhos: Diogo, Jaco e João Borges Gonçalves
Os Gonçalves Chaves
. JOSÉ GONÇALVES
CHAVES
Dono de engenhos e
plantações, contemporâneo de Maria Ferreira de Gusmão e Anna Ferreira de
Gusmão, citados em 1830, na Freguesia de Sant1Anna de Igarapé-Miri.
. MARIA DA GLÓRIA CORREA DE
MIRANDA, dona de terras, engenho e terrenos:
1) huma sote de terras com meia légua, pouco
mais ou menos a qual principia das divisões de JOZÉ GONÇALVES CHAVES e confina
com ALEXANDRE ANTONIO DE OLIVEIRA PANTOJA, fundos competentes, denominado
vulgarmente Japaticú com cza de vivenda coberta de telha com 100 palmos de
frente e 70 de fundos, além de um grande quintal com cazas (no município de
Igarapé-Miry, citado em 1857). 2) hum quarto de terras nas cabeceiras do Rio
(....) que principiam dos marcos de ALEXANDRE ANTONIO DE OLIVEIRA PANTOJA e
dahi por diante athe o (....) de braças pertencentes às ditas terras (na
freguesia de Sant’Anna de Igarapé-Miry, citada em 1857). 3) dois terrenos na
Villa de Igarapé-Miry (citados em 1857). 4) hum engenho de moer urucú sem
serventia (citado em 1857), dona de17 escravos.
. João Lima de Castro Gama, tenente,
auxiliado por José Gonçalves Chaves e Ambrósio José da Trindade, organizaram,
na antiga Freguesia de Sant’Anna de Igarapé-Miry, a retomada dessa freguesia
das mãos dos revoltosos da Cabanagem em 1836.
Em 1854,
o governo da Província do Pará criou como membro da Força Pública o Corpo de
Trabalhadores (que foi uma das forças públicas criadas após a revolta da
Cabanagem na Província do Pará). O Corpo de trabalhadores da Capital era
formado pelas forças: da Capital, Ourém e Igarapé-Miry, tendo como major-fiscal
Manoel Fernandes Ribeiro e com as seguintes companhias nas freguesias:
. Barcarena,
capitão-comandante: Manoel Francisco Pimentel
. Moju,
Francisco José Rodrigues
. Acará,
Henrique José de Oliveira Pantoja
. Igarapé-Miry,
José Gonçalves Chaves
. Cairary,
Francisco Antonio de Magalhães
. Abaité:
vaga
. Em 1855 Manoel
Francisco Pimentel era o capitão-comandante do corpo de trabalhadores
da Freguesia de Barcarena, que contava com um capitão e 50 trabalhadores; na
Freguesia de Beja, era o capitão-comandante José Elias de Souza; na Freguesia
do Moju, o capitão-comandante era Francisco José Rodrigues, contando com 1
capitão, 1 sargento, 4 cabos e 36 trabalhadores; na Villa de Igarapé-Miry, como
capitão-comandante José Gonçalves Chaves; na Freguesia de Cairary, o
capitão-comandante Francisco Antonio de Magalhães, contando com 1 capitão, 1
sargento, 1 cabo e 26 trabalhadores e na Freguesia de Abaeté, o
capitão-comandante Justo José Correa de Miranda.
. Fernando José Gonçalves Chaves:
. ANNA
FERREIRA DE GUSMÃO, citada em 1830, 1836, dona de terras em área do Engenho
Nossa Senhora das Mercês, com 4.825 pés de cacau, dona de casas e com 45
escravos e outros bens:
1) Huma
sorte de terras na Ilha onde existe o Engenho de Nossa Senhora das Mercês, com
duzentas braças de frente pelo mais ou menos principiando dos (....) athe o
Igarapé de Thomas Homum (....).
5) Meio
quarto de terras no rio (....) principiando dos marcos de D. Rita Borges
Machado, pelo rio acima athe os marcos de Fernando Jozé Gonçalves Chaves, com
uma légua de fundos.
. Antonio
Manoel Gonçalves Tocantins e Julião Honorato Correa de Miranda, engenheiros,
citado em 1881 na abertura de estradas no Rio Tapajós e Mato Grosso, com demora
de um mês de estudos e com relatórios.
. Maria Gonçalves Chaves, dona de engenho,
escravos e terras, citado em 1857 como vizinha de Maria Rita Correa de Miranda,
esta também dona de engenho, escravos e terras na Villa de Igarapé-Miri, na
mesma data.
. José Gonçalves Chaves, dono de engenho,
escravos e terras na Villa de Igarapé-Miri, citado em 1857, vizinho de Maria da
Glória Correa de Miranda, esta também dona de engenho e terras na mesma data.
Posteriormente José Gonçalves Chaves adere ao movimento de libertação de
escravos em Abaetetuba e no Baixo Tocantins. Tem rua com o seu nome em
Abaetetuba/Pa.
Outros Gonçalves Chaves em Pesquisa
. Manoel José Gonçalves Chaves, foi
verador em Igarapé-Miry por volta de 1886.
. Joaquim Gonçalves Chaves, foi vereador
em Abaeté, nas intendências: do Coronel Manoel João Pinheiro (1891-1894) e
Emídio Nery da Costa (1894-1896).
. João Evangelista Correa Chaves e Manoel
Gonçalves Correa de Miranda eram primos de Pedro . Honorato Correa de Miranda, e
seu eleitor em vários mandatos de deputado provincial, citados nos anos de
1840. João Evangelista Correa Chaves, foi um dos vereadores para a 1ª Câmara de
Vereadores da Villa de Igarapé-Miri (1845-1849), contemporâneo dos também
vereadores dessa mesma câmara: Domingos Borges Machado Acatauassu, Francisco
José Correa de Miranda, Pedro Honorato Correa de Miranda, João dos Santos Lopes
e Antonio Hygino Cardoso Amanajás.
. José Joaquim Gonçalves Chaves, com quem
o governo da Província do Pará contrata a construção da ponte de Abaeté, pela
importância de 8:720$ réis as obras de construção da ponte, quando foi solicitada
pela Câmara Municipal de Abaeté a alteração e para ser modificado o plano
inicial e o governo atendeu as ponderações e com novo orçamento e substituição
do material e autorizada a mofificação, em 1887.
. Victório Gonçalves de Castro:
Em 1878 foram nomeados: delegado de
Igarapé-Miry, João Baptista Machado Janahú e como 1º suplente, o tenente Thomaz
Antonio Cardoso Amanajás de Tocantins; 2º suplente, Victório Gonçalves de
Castro e 3º dito, Manoel Procópio Gonçalves. Para o 1º districto, como
subdelegado, Francisco Lopes Trovão, 2º suplente, capitão lourenço Monteiro de
Alfaia Lobato e 3º dito, João d’Annunciação Correa.
. Cezângela Maria Lobato Gonçalves, filha de Ângelo Correa Lobato e Cesarina Correa Lobato, iniciou aos 4 anos o Jardim de Infância no Instituto Santana, tendo feito seus estudos primários no mesmo instituto, tendo feito os estudos ginasiais em Ig-Miri e o Ensino Básico em Belém e o curso superior de Administração pelo FICOM, tendo sido funcionária do Banco do Brasil, ganhando renome na Capital por seus trabalhos poéticos e literários.
. Tenente-coronel João
Maria Gonçalves de Castro. Em 1868 eram 2 Comandos Superiores, situados nas Comarcas da Capital e
Villa de Igarapé-Miry.
Na
Comarca da Capital eram 7 comandos superiores:
. Comando
Superior da Comarca da Capital (que abrangia: Capital, Vigia e Curuçá),
Bragança (Cintra, Ourém, Bragança e Vizeu), Marajó (Muaná, Cachoeira, Chaves,
Soure e Monsarás), Macapá (Macapá e Mazagão), Cametá (Cametá, Baião,
Curralinho, Portel, Breves e Melgaço), Gurupá (Gurupá e Porto de Moz), Santarém
(Monte Alegre, Santarém, Villa Franca, Alenquer, Óbidos e Faro).
Comando
Superior da Comarca de Igarapé-Miry:
. Comandante
superior de Igarapé-Miry, Coronel Pedro Honorato Correa de Miranda.
. No 10º
batalhão de infantaria, tenente-coronel Antonio Francisco Correa Caripuna, na
Freguesia de Abaeté.
. No 11º
batalhãi de infantaria, tenente-coronel João Maria Gonçalves de Castro, na
Villa de Igarapé-Miry.
. Na 2ª
secção de batalhão de infantaria, Major José Roberto da Costa Pimentel, na
Freguesia de Cairary.
. Na
companhia de infantaria do serviço de reserva, Capitão José Nonteiro de Lyra
Lobato, na Villa de Igarapé-Miry
. Na companhia
de infantaria do serviço de reserva, capitão João Florêncio da Silveira Góes,
na Freguesia de Abaeté.
. Pedro
Honorato Correa de Miranda, era o comandante superior da Guarda Nacional de
Igarapé-Miri, que abrangia os batalhões da Guarda Nacional de Abaeté e ambos
atrelados ao 1º Distrito da Comarca da Capital, junto com as “paróchias”da Sé, SS. Trindade, Acará,
Moju, Barcarena, Beja, Conde e Cairary, e Pedro Honorato, por motivo de doença,
passou o cargo em 1868 para o tenente-coronel comandante do batalhão de
infantaria nº 11, João Maria Gonçalves de Castro e este em 30/7/1868, por se
achar fora do município e também doente, assumiu o cargo o comandante do10º
batalhão de infantaria de Abaeté, Antonio Francisco Correa Caripuna, por ser o
mais velho no comando de Igarapé-Miry . Quase todos pertenciam ao mesmo clã
familiar dos Correa de Miranda de Igarapé-Miri/Pa.
. Germano de Barbosa Gonçalves, origem na localidade Pindobal-Miri, município de Igarapé-Miri/Pa, pescador, citado em 6/1992.
. Roberto Castor Gonçalves, origem na localidade Rio Pindobal-Miri, município de Igarapé-Miri/Pa, pescador, citado em 6/1992.
. Waldecir dos Santos Gonçalves, origem na localidade Rio Pindobal-Miri, município de Igarap-e-Miri/Pa, pescador, citado em 6/1992.
Os Outros Gonçalves em Pesquisa
. Agostinho
Monteiro Gonçalves de Oliveira, cronista, que escreveu “Crônicas de
Igarapé-Miry”.
. Alcebíades Pio Gonçalves, que foi aluno da professora Ana da Trindade Alemeida.
. José Plácido Gonçalves, era músico que tocava no coral das antigas festas de Sant'Anna, em Ig-Miri, nos tempos da professora Ana Trindade de Almeida.
. Napoleão
Manoel Gonçalves, citado em 6/8/1901, com a reinvidicação dos donos de engenhos
de Abaeté e Igarapé-Miri, junto ao Governador do Pará, Dr. Augusto Montenegro,
pela isenção dos impostos importados de outros estados brasileiros, solicitados
pela Associação Comercial de Belém.
. Manoel Procópio Gonçalves: Em 1878 foram nomeados: delegado de
Igarapé-Miry, João Baptista Machado Janahú e como 1º suplente, o tenente Thomaz
Antonio Cardoso Amanajás de Tocantins; 2º suplente, Victório Gonçalves de Castro
e 3º dito, Manoel Procópio Gonçalves. Para o 1º districto, como subdelegado,
Francisco Lopes Trovão, 2º suplente, capitão Lourenço Monteiro de Alfaia Lobato
e 3º dito, João d’Annunciação Correa.
. Clotilde da Silva Gonçalves, com origem na localidade Rio Murutipucu-Comunidade Boa União, tendo estudado com o Prof. Alfredo Silva.
. Mariavaldo de Jesus Gonçalves, origem na localidade Pindobal-Miri, município de Igarapé-Miri/Pa, pescador, citado em 6/1992.
. Electa Pixuna Gonçalves, origem na localidade Rio Pindobal-Miri, município de Igarapé-Miri/Pa, pescadora, citada em 6/1992.
. José Maria Pixuna Gonçalves, origem na localidade Rio Pindobal-Miri, município de Igarapé-Miri/Pa, citado em 6/1992.
.
Cristovam Santana Gonçalves, origem na localidade Rio Pindobal-Miri,
município de Igarapé-Miri/Pa, pescador, citado em 6/1992.
. Ida Sílvia Correa Gonçalves, aluna do Instituto Sant'Ana, de Ig-Miri, que se graduou no curso superior de Economia.
. Pantaleão Araujo Gonçalves, com origem em Ig-Miri, casou com a poetisa e literata Cazângela Maria Lobato Gonçalves, esta filha de Ângelo Correa Lobato e Cesarina Correa Lobato e com filhos: Thiago e Sofia.
Família Gouveia
. João Gouveia:
José
Antonio Pereira de Castro, que era juiz de paz na antiga freguesia de Sant’Anna
de Igarapé-Miry e que durante a revolta
da Cabanagem, no Pará, organizou as defesas dessa Freguesia contra os
revoltosos cabanos em 1835, estes chefiados por Manoel Domingos, Alexandre
Carlos, Manoel de Souza e João Gouveia, que cercaram e tomaram a freguesia.
Família Guerreiro
. Manoel Guerreiro, era membro da antiga banda de música, criada e regida pelo Maestro João Valente do Couto, em Ig-Miri.
Família Guilhon
. Ilza de Nazaré Guilhon, professora que foi diretora do Grupo Escolar de Ig-Miri
Família Guimarães
Os Guimarães
Os Guimarães
. Miguelina Guimarães, antiga professora na Vila Maiuatá na casa do Sr. Vivi, anos de 1950.
. Raimundo Guimarães/Velho Guimarães, antigo cartorário na antiga Vila Concórdia, hoje Vila Maiuatá, e que também dava aulas nessa Vila em virtude da falta de professor no local.
Os Outros Guimarães em Pesquisa
. Joana Guimarães/da Silva, cujo marido e filhos vieram residir em Abaetetuba, Pará e tiveram 9
filhos: Maria José, Manoel Galileu, Manoel João, Maria Raimunda, Manoel Maria,
Maria da Conceição, Manoel do Carmo, Maria Luiza e Manoel Carlos Guimarães da
Silva.
. Luiza Guimarães
Rodrigues, casou com Miguel Procópio Rodrigues e com 6 filhos, 3ª G/Netos/N:
Noé, Indalécio, Abel e outros tradicionais membros da família Guimarães
Rodrigues, com componentes em Abaetetuba e Igarapé-Miri/Pa. Vide Família
Rodrigues acima.
Família Gusmão
. João de Mello Gusmão, português que em 10/10/1710,
ainda no Reinado de D. João V, conseguiu junto ao Governo do Grão-Pará uma
sesmaria de duas léguas, que começava à direita do Igarapé Cataiandeua até o Rio Santo Antonio, cessão que foi confirmada em 1714 pelo El-Rei D. João V em 20/1/1714, local onde foi assentada a atual cidade de Igarapé-Miri/Pa.
Família
. ANNA
FERREIRA DE GUSMÃO, citada em 1830, 1836, dona de terras em área do Engenho
Nossa Senhora das Mercês, com 4.825 pés de cacau, dona de casas e com 45
escravos e outros bens:
1) Huma
sorte de terras na Ilha onde existe o Engenho de Nossa Senhora das Mercês, com
duzentas braças de frente pelo mais ou menos principiando dos (....) athe o
Igarapé de Thomas Homum (....).
2) 2.025
pés de cacau frutíferos.
3) Huma
sorte de terras principiando das terras de thomas Homum athe o Igarapé de
Serillo, que terá 120 braças de frente com meia légua de fundos pouco mais ou
menos na Ilha onde existe o Engenho de Nossa senhora das Mercês.
4) Hum
cacoal com 2.780 pés de cacau frutíferos.
5) Meio
quarto de terras no rio (....) principiando dos marcos de D. Rita Borges
Machado, pelo rio acima athe os marcos de Fernando Jozé Gonçalves Chaves, com
uma légua de fundos.
6) Huma
fazenda com cazas de vivenda e com Engenho e Olaria e huma Ilha de terras onde
existe a dita fazenda que terá pouco mais ou menos huma légua.
. JOANNA MARIA
FERREIRA DE GUSMÃO (possivelmente irmã ou filha de Maria Ferreira de Gusmão e
Anna Ferreira de Gusmão), casou com JOZÉ CARLOS CORREA DE MIRANDA (neto do 1º
Manoel João Correa de Miranda e Maria Ferreira de Gusmão), donos de terras com
plantações de mais de 2.800 pés de cacau e cana-de-açúcar, donos de casas,
engenhos e 13 escravos no Igarapé Domingos Guará, Freguesia de Sant’Anna de
Igarapé-Miri. Joanna Ferreira de Gusmão e José Carlos Correa de Miranda, neto
do 1º Manoel João Correa de Miranda, donos de fazendas/engenhos com plantação
de mais de 2.800 pés de cacau e café, casas, donos de 13 escravos, citados em
1938 e José Carlos que herda de sua mãe vários bens, inclusive casas em
Belém/Pa (na antiga Travessa de Santo Antonio).
. MARIA FERREIRA DE
GUSMÃO, esposa de MANOEL JOÃO CORREA DE MIRANDA (o 1º Manoel João), era
detentora de engenhos, entre os quais o Engenho Nossa Senhora das Mercês, no
Rio Anapu, na Freguesia de Sant’Anna de Igarapé-Miri, dona de escravos e outros
patrimônios, citada em 1825, possivelmente irmã de Anna Ferreira de Gusmão,
esta dona de engenho/fazenda, dona de mais de 40 escravos, dona de terras na
ilha onde existia o Engenho Nossa Senhora da Mercês com plantações de cacau
citada em 1830. São
citados como donos de engenhos/fazendas, contemporâneos de Maria Ferreira de
Gusmão e sua irmã Anna: Thomas Homum, dona Rita Borges Machado, José Gonçalves
Chaves, estes citados em 1830.
FAMÍLIAS H
Família Henriques
Família Henriques
. Miranda Henriques, professor e maestro formado em Coimbra, Portugal.
Família Homum
Thomas Homum, dono
de engenhos e plantações, contemporâneo de Maria Ferreira de Gusmão e Anna
Ferreira de Gusmão, citados em 1830, na Freguesia de Sant1Anna de Igarapé-Miri.
FAMÍLIAS J
Família Jesus
. Raymundo Martins
Bruno de Jesus, foi professor em Cametá/Pa, citado em 1885.
Família Janahú
. João Capistrano Janahú, em 1889 era
tenente-ajudante do 7º batalhão de infantaria da Guarda Nacional de
Igarapé-Miri, junto com o tenente-quartel-mestre Francisco Antonio d’Oliveira
Pantoja e o capitão Hypólito Rabello Moreira Sampaio, capitão-tenente Raimundo
Pinheiro Lopes, tenente-alferes Cordolino Afonso de Lyra, tenente Agostinho
Augusto pinheiro, tenente Manoel Domingos d’Oliveira, Alferes Manoel Raymundo
dos Santos Quaresma, alferes José Ildefonso Sosinho, e o alferes Marciano
Rodrigues de Castilho.
. João Baptista Machado Janahú:
Em 1878 foram nomeados: delegado de
Igarapé-Miry, João Baptista Machado Janahú e como 1º suplente, o tenente Thomaz
Antonio Cardoso Amanajás de Tocantins; 2º suplente, Victório Gonçalves de
Castro e 3º dito, Manoel Procópio Gonçalves. Para o 1º districto, como
subdelegado, Francisco Lopes Trovão, 2º suplente, capitão lourenço Monteiro de
Alfaia Lobato e 3º dito, João d’Annunciação Correa.
. João Victorino de
Souza Janahú:
Nomeados
em 1878 para o 2º distrito de Anapu, o1º suplente de subdelegado, tenente
Manoel Luiz Penna de Moraes, 2º suplente, João Victorino de Souza Janahú e 3º
dito, Felippe Antonio Pinheiro. Exonerados: 2º suplente de delegado de
Igarapé-Miry, Major João Ribeiro Machado e o 2º suplente do subdelegado do 1º
districto, Clarindo Duarte Souto e nomeado para subdelegado do 2º districto, o
último dos referidos cidadões.
FAMÍLIAS L
Família Leão
Os Leão
. Acácio Leão, que ajudou na construção do Instituto Santana, em ig-Miri em 1958.
. Caetano Leão, natural de Igarapé-Miri/Pa, citado em em 1958 e 2010.
. Cap. Deodato Procópio Leão, foi intendente de Ig-Miri no período de 1920-1921, trabalhou pela construção de casas e calçamentos em frente à Igreja de N. S. de Nazaré, na Vila Maiuatá.
. Meneleu Leão, que ajudou na construção do Instituto Santana em 1958, em Ig-Miri.
. DIELSON LEÃO
Tenho 23 anos.Tudo começou quando eu participava do grupo de jovens de minha comunidade, quando comecei a cantar em encontros que tínhamos. Mas eu era muito tímido, tinha vergonha de cantar, depois meus amigos começaram a me incentivar e um amigo até chegou a me perguntar se eu ainda não tinha pensado em compor músicas, disse que não, mas depois disso comecei a pensar e compus uma música.
Minha primeira música foi “JOVENS COM CRISTO” que foi muito cantada. Eu e um amigo resolvemos montar um esquema que se chama “VENDAVAL”, somente com musicas religiosas, daí fui cantando, até cantar outras musicas.
Os jovens curtem muito as musicas que faço, pois a faço falando sobre a nossa realidade, agora no meu segundo CD fiz uma música falando de nossas ilhas.
Para gravar os meus CD’s, tive a ajuda da Paróquia das ilhas, do Padre Jaime, Hélio Maciel, vereador Sabiá, Nailson e outros amigos. Gravei meu segundo CD com 13 músicas, depois, gravei meu segundo CD com 12 músicas, mas já fiz muitas outras musicas, não lembro exatamente quantas, mas calculo que já fiz umas 70 musicas.
A música que mais gosto é “Amor nos Une” do segundo CD, e já vendi vários CD’s e pretendo ir em frente, seguindo essa carreira, porque tenho uma comunidade e amigos que amo e que me incentivam cada vez mais.
Minha primeira música:
Jovens Com Cristo
Olhando a vida que ficou pra trás, os maus momentos eu não quero jamais, mas vi a paz, lutando pelo amor, quando um jovem a cristo se ligou.
Atuando sempre em comunidade, revendo seus passos, construindo de verdade, uma história onde todos são iguais, a força jovem constrói a paz.
Construa ao Cristo no rosto seu, a vida que ele viveu, não só por mim, nem só por ti, por todos ele morreu.
Ser jovem com Cristo tu vais merecer, em comunidade é bom de viver, revendo seus passos num mundo de verdade para construir a história da comunidade.
Sou jovem da PJ sou jovem, somos jovens da PJ, somos jovens.
Música: Mapa Das Ilhas
Venha, vamos passear nas ilhas, passear pra ver como é que é, veja como navegar é lindo conhecer as ilhas de Abaeté.
Eu vou descendo pelo rio Maúba, Parurú e Ajuaí, Tucumanduba e Maracapucú, Anequara e Iruquirí, Sapucajuba, Praínha e Rio Doce, no Rio da Prata remando eu vou, Urubuéua e Açacú,
Meu amor
ô ô, ô ô, vou remar com meu amor.
Nossa subida é a ilha do Capim, São José, Xingú e Caripetuba, Paramajó e Arumanduba, Sarapuquara e Guajarázinho, Guajará-de-Beja e Pirocaba, no Jarumã remando eu vou, Furo do Boto, Tabatinga e Sirituba, no rio Abaeté remei meu amor.
ô ô, ô ô, vou remar com meu amor.
Eu vou às margens do Maratauira, Jenipaúba, Campopema e Acaraqui, Tauerá, Itacuruçá, Arapapu e Pequiarana, Japariquara, Quianduba e Bacurí, no Furo Grande remando eu vou, Furo Gentil e Panacuéra, no Cutininga remei meu amor.
ô ô, ô ô, vou remar com meu amor.
. DIELSON LEÃO
Tenho 23 anos.Tudo começou quando eu participava do grupo de jovens de minha comunidade, quando comecei a cantar em encontros que tínhamos. Mas eu era muito tímido, tinha vergonha de cantar, depois meus amigos começaram a me incentivar e um amigo até chegou a me perguntar se eu ainda não tinha pensado em compor músicas, disse que não, mas depois disso comecei a pensar e compus uma música.
Minha primeira música foi “JOVENS COM CRISTO” que foi muito cantada. Eu e um amigo resolvemos montar um esquema que se chama “VENDAVAL”, somente com musicas religiosas, daí fui cantando, até cantar outras musicas.
Os jovens curtem muito as musicas que faço, pois a faço falando sobre a nossa realidade, agora no meu segundo CD fiz uma música falando de nossas ilhas.
Para gravar os meus CD’s, tive a ajuda da Paróquia das ilhas, do Padre Jaime, Hélio Maciel, vereador Sabiá, Nailson e outros amigos. Gravei meu segundo CD com 13 músicas, depois, gravei meu segundo CD com 12 músicas, mas já fiz muitas outras musicas, não lembro exatamente quantas, mas calculo que já fiz umas 70 musicas.
A música que mais gosto é “Amor nos Une” do segundo CD, e já vendi vários CD’s e pretendo ir em frente, seguindo essa carreira, porque tenho uma comunidade e amigos que amo e que me incentivam cada vez mais.
Minha primeira música:
Jovens Com Cristo
Olhando a vida que ficou pra trás, os maus momentos eu não quero jamais, mas vi a paz, lutando pelo amor, quando um jovem a cristo se ligou.
Atuando sempre em comunidade, revendo seus passos, construindo de verdade, uma história onde todos são iguais, a força jovem constrói a paz.
Construa ao Cristo no rosto seu, a vida que ele viveu, não só por mim, nem só por ti, por todos ele morreu.
Ser jovem com Cristo tu vais merecer, em comunidade é bom de viver, revendo seus passos num mundo de verdade para construir a história da comunidade.
Sou jovem da PJ sou jovem, somos jovens da PJ, somos jovens.
Música: Mapa Das Ilhas
Venha, vamos passear nas ilhas, passear pra ver como é que é, veja como navegar é lindo conhecer as ilhas de Abaeté.
Eu vou descendo pelo rio Maúba, Parurú e Ajuaí, Tucumanduba e Maracapucú, Anequara e Iruquirí, Sapucajuba, Praínha e Rio Doce, no Rio da Prata remando eu vou, Urubuéua e Açacú,
Meu amor
ô ô, ô ô, vou remar com meu amor.
Nossa subida é a ilha do Capim, São José, Xingú e Caripetuba, Paramajó e Arumanduba, Sarapuquara e Guajarázinho, Guajará-de-Beja e Pirocaba, no Jarumã remando eu vou, Furo do Boto, Tabatinga e Sirituba, no rio Abaeté remei meu amor.
ô ô, ô ô, vou remar com meu amor.
Eu vou às margens do Maratauira, Jenipaúba, Campopema e Acaraqui, Tauerá, Itacuruçá, Arapapu e Pequiarana, Japariquara, Quianduba e Bacurí, no Furo Grande remando eu vou, Furo Gentil e Panacuéra, no Cutininga remei meu amor.
ô ô, ô ô, vou remar com meu amor.
. Maria da Conceição Leão, era atriz em Ig-Miri.
. Rufino Leão, origem no município
de igarapé-Miri/Pa, que ajudou na construção do Instituto Santana em 1958, em Ig-Miri, citado em 2010.
Família
. Luisa do Pilar Leão, foi professora do Grupo Escolar de Ig-Miri sob a direção da profa. Helena Ferreira.
. Terezinha do Pilar Leão, foi professora do Grupo Escolar de Ig-Miri sob a direção da profa. Helena Ferreira.
Os Outros Leão em Pesquisa
. Acácio Correa Leão, que em 1938 fez parte da diretoria da Festa de N. S. de Nazaré na Vila Maiuatá, município de Ig-Miri, foi prefeito interino desse município em 1959.
. Francisco Delgado Leão, professor e antigo diretor do ensino de 1º gráu no Grupo Escolar de Ig-Miri.
. Joana Maria Aquino Leão, foi aluno do antigo Grupo Escolar de Ig-Miri e que chegou a se graduar em Medicina.
. Maria de Oliveira Leão, foi aluno do antigo Grupo Escolar de Ig-Miri e que chegou a se graduar em Pedagogia.
. Mário da Costa Leão, origem no
município de Igarapé-Miri e foi prefeito nesse município em 2000, citado em 2010.
Família La-Rocque
La-Rocque Irmão & Cia
J. L de La-Rocque
Firmas
citadas em 6/8/1901, com a reinvidicação dos donos de engenhos de Abaeté e
Igarapé-Miri, junto ao Governador do Pará, Dr. Augusto Montenegro, pela isenção
dos impostos da cachaça importada de outros estados brasileiros, solicitados
pela Associação Comercial de Belém.
Família Leitão
. Ignácio José Leitão, citado em
1884, no episódio do conflito da Fazenda São Domingos.
Família Lemos
. Altair Lemos, natural de Igarapé-Miri/Pa, citada em 2010.
Família Levy
. Moisés Levy, foi vice-prefeito e que chegou ao cargo de prefeito municipal de
Igarapé-Miri/Pa, citado em 1931, tendo conseguido a instalação de luz elétrica através de uma usina geradora de eletrecidade e lampiões.
FAMÍLIA LIMA
Os Lima
. Maria Raimunda Lima, origem na localidade Rio Pindobal-Miri, município de Igarapé-Miri/Pa, pescadora, citada em 6/1992.
. Raymundo José de Lima, citado em
1868 como professor em Cametá.
Os Outros Lima em Pesquisa
. Antonio
Pedro Ferreira Lima, bacharel, e juiz de direito de Igarapé-Miry, citado em
1884.
. Dagoberto Sinimbu de Lima, foi aluno do antigo Grupo Escolar de Ig-Miri e que chegou a se graduar em Odontologia.
. Norberto da Conceição Lima, origem na localidade Rio Pindobal-Miri, município de Igarapé-Miri/Pa, pescador, citado em 6/1992.
. Joaquim
Rodrigues Lima, citado em 6/8/1901, com a reinvidicação dos donos de engenhos
de Abaeté e Igarapé-Miri, junto ao Governador do Pará, Dr. Augusto Montenegro,
pela isenção dos impostos importados de outros estados brasileiros, solicitados
pela Associação Comercial de Belém.
. Leônidas Seripoca de Lima, foi professor na localidade Rio Pindobal Grande no tempo do Governador Magalhães Barata em diante.
. Manoel da Silva Lima, que no
início da década de 1960 montou o pequeno Engenho Santa Luzia, no município de
Igarapé-Miri/Pa, cuja produção de cachaça vendia para as distribuidoras Cocal
em São Sebastião da Boa Vista e Casa Vale, no Rio Maiuatá, município de Igarapé-Miri
e Manoel da Silva Lima casou com Cacila Sinimbu de Lima, esta residente em
Belém/Pa e que ajudava o marido a vender o o produto nesta cidade e tiveram 10
filhos 3ª G/Netos/N, onde todos concluíram os estudos em cursos superiores na
mesma cidade e a sra. Cacila estava com mais de 90 anos em 2011 (provavelmente
nasceu no ano de 1921 em Igarapé-Miri).
Frei
Sigmaringa Lobato Pereira Lima, professor
Igarapé-Miri, citado em 1818/1819.
Os Martins Lima
. Raimundo Martins Lima, natural de Igarapé-Miri/Pa, foi prefeito de Ig-Miri em 1955, que ajudou na construção do Instituto Santana em 1958, em Ig-Miri, citado em 2010.
. Teodorico Martins Lima, natural de Igarapé-Miri/Pa, que ajudou na construção do Instituto Santana em 1958, em Ig-Miri, citado em 2010.
Família
. 1ª G/ pais de Raimundo Martins de
Lima
. 2ª
G/Filhos/F, Raimundo Martins de Lima/Tito Martins, dono do Engenho São José,
sito no Furo do Seco, município de Igarapé-Miri/Pa, instalado na década de
1950, em sociedade com seus filhos, 3ª G/Netos/N, através da firma R. M. de
Lima e Filhos e dono do Engenho São Jorge, sito no Rio Meruú-Açu, município
de Igarapé-Miri/Pa, em sociedade com seu filho, 3ª G/Netos/N, Agenor da Silva Lima, que herdou o referido
engenho após o falecimento do pai. A família construiu um considerável poder econômico
na fase áurea da cachaça. O Engenho São José foi vendido na época da crise da
cachaça para o sr. João de Souza Paiva/João Boi. Raimundo Martins de Lima/Tito
Martins foi também prefeito de Igarapé-Miri/Pa na década de 1951-1955.
. 3ª
G/Netos/N, Agenor da Silva Lima, com os ganhos do engenho conseguiu adquirir
uma embarcação de grande capacidade que usava no comércio de regatão e pelo
sistema de trocas com os ribeirinhos do Rio Amazonas. Os peixes secos
adquiridos no Rio Amazonas e outros produtos, Agenor os negociava no Baixo
Tocantins. Porém, da mesma forma que outros proprietários de engenhos, Agenor
sucumbiu na crise da cachaça.
Os Outros Lima em Pesquisa
. Ivone Almeida de Barros Lima, irmã da Congregação Filhas da Caridade que foi do grupo das primeiras chegadas a Ig-Miri em 8/12/1958.
. Maria Mônica da Silva Pinheiro Lima, professora que foi diretora no Grupo Escolar de Ig-Miri.
. Oscar P. Castelo Branco de Lima, trabahava em farmácia em Belém, foi para a antiga Vila Concórdia, hoje Vila Maiuatá,, e começou a trabalhar no ramo da saúde, fez parte da diretoria da festa de N. S. de Nazaré em Maiuatá, chegando ao cargo de presidente dessa diretoria em 1938, casou com Auriel Correa/Aurita, esta filha de Rogério Correa, e tiveram filhos: Odalea, Irene, Manoel Luís, Osmar, Osvaldo, Oscar, Orivaldo, Odivaldo, Ocimar, Auriel, Maria de Nazaré. Com o falecimento de sua esposa Aurita, Oscar P. Castelo Branco de Lima, com 43 anos, casou uma 2ª vez com Percília Dória de Lima e com outros filhos nesse casamento
Família Lira
. José Antonio de Lyra
. Pedro
Honorato Correa de Miranda, em 1854 era o delegado da instrução pública em Igarapé-Miry,
tendo como suplente José Antonio de Lyra.
. Rosa de Lyra, casou com o Coronel Tomás Monteiro Cardoso Amanajás
de Tocantins, este filho de Leandro Monteiro Amanajás de Tocantins e Isabel
Amanajás de Tocantins, que foram donos de engenhos, da lancha de ferro “Rosinha” e outros bens e tiveram 12 filhos,
3ª G/Netos/N, que foram para a Capital Belém ou estudar na Europa, e estes
filhos, sem experiência na indústria canavieira, tiveram que vender maquinário
para comerciante de Cametá e propriedades para o Capitão Porfírio Antonio
Lobato, que anos depois vendeu a propriedade Santa Cruz ao português Avelino
Joaquim do Vale, este dono de engenho no Rio Panacuéra.
. Cordolino Affonso de Lyra, que em
1889 era tenente-alferes do 7º batalhão de infantaria da Guarda Nacional de
Igarapé-Miri, junto com tenente-quartel-mestre Francisco Antonio d’Oliveira Pantoja, o
tenente-ajudante-alferes João Capistrano Janhahu e o capitão Hypólito Rabello
Moreira Sampaio, capitão-tenente Raimundo Pinheiro Lopes, tenente Agostinho
Augusto Pinheiro, tenente Manoel Domingos d’Oliveira, Alferes Manoel Raymundo
dos Santos Quaresma, alferes José Ildefonso Sosinho, e o alferes Marciano
Rodrigues de Castilho.
FAMÍLIA LOBATO
Os Lobato
. Alberone Lobato, natural de Igarapé-Miri/Pa, foi deputado estadual no Pará.
. Pe. Alexandre Lobato, que era criança na Revolta da Cabanagem no período de 1835-1840.
. Antonio Lobato/Antonico Lobato, era proprietário de uma rádio difusora em Ig-Miri
. Braz Afonso Lobato, nascido a 3/2/1955, foi aluno do antigo Grupo Escolar de Ig-Miri e que chegou a se graduar em Contador.
. Cesarina Lobato, que foi aluna da professora Ana da Trindade Almeida.
. João Afonso Lobato, natural de Igarapé-Miri/Pa.
. João Lobato/Comprido, músico que tocava nas antigas festas de Sant'Anna, em Ig-Miri, tempos da professoa Ana Trindade de Almeida.
. Júlio Lobato, trabalhou no setor de apoio administrativo do antigo Grupo Escolar de Ig-Miri.
. Aprígio Apolinário Lobato
. Leonardo Antonio Lobato
. Manoel Sebastião Lobato
. Patrício Firmo Lobato/Zito Lobato, que era gerente de uma das
propriedades do Capitão Arcelino Brasiliano de Miranda Lobato e filhos, na
década de 1940, no município de Igarapé-Miri/Pa.
Família Lobato de Quitéria Lobato
.
Anna de Miranda Correa, nascida em 24/3/1948 e falecida em 25/4/1976,
c/c Virgílio da Costa Correa Pinheiro e com filhos: Oséas Lobato Correa,
este c/c Creuza Dória Correa e com filhos: .
. Carlos Pinheiro Correa
.
Catharina Correa Lobato, c/c Cordulino Affonso de Lyra Lobato e com
filhos: Anna de Miranda Correa, esta c/c Virgílio da C. Correa Pinheiro
e com filhos: Oséas Lobato Correa, este c/c Creuza Dória Correa e com
filhos.
. Cordulino Affonso de Lyra Lobato, c/c Catharina Correa Lobato e com filhos: Anna de Miranda Correa.
.
Creuza Dória Correa, esta nascida em 11/8/1936 e falecida em
26/11/2009, foi comerciante em Ig-Miri, c/c Oseas Lobato Correa e com
filhos.
.
Francelino Abel Correa, c/c Maria de Jesus Correa e com filhos:Virgílio
da Costa Correa Pinheiro e este c/c Anna de Miranda Correa e com filhos: Oséas Lobato
Correa, e este c/c Creuza Dória Correa e com filhos.
.
Jerônimo de Lyra Lobato, c/c Quitéria Lobato e com filhos: Cordulino Affonso
de Lyra Lobato, este c/c Catharina Correa Lobato e com filhos: Anna de Miranda
Correa, esta casou com Virgílio da Costa Correa Pinheiro este casado e com
filhos: Creusa Dória Correa, esta c/c Oséas Lobato Correa e com filhos.
. Maria de Jesus Correa, c/c Francelino Abel Correa e com filhos: Virgílio da Costa Correa Pinheiro
. Oséas Lobato Correa, este nascido em 15/9/1930, c/c Creuza Dória Correa e com filhos.
. Quitéria Lobato, c/c Jerônimo de Lyra Lobato e com filhos: Cordulino Affonso de Lyra Lobato
.
Raymundo, c/c Antonia e com filhos: Jerônimo de Lyra Lobato, este c/c
Quitéria Lobato e com filhos: Cordulino Affonso de Lyra Lobato
Virgílio da Costa Correa Pinheiro, c/c Anna de Miranda Correa e com filhos: Oséas Lobato Correa.
Família Lobato Correa de Oséas Lobato Correa
.
Anna de Miranda Correa, nascida em 24/3/1948 e falecida em 25/4/1976,
c/c Virgílio da Costa Correa Pinheiro e com filhos: Oséas Lobato Correa,
este c/c Creuza Dória Correa e com filhos: .
. Carlos Pinheiro Correa
.
Catharina Correa Lobato, c/c Cordulino Affonso de Lyra Lobato e com
filhos: Anna de Miranda Correa, esta c/c Virgílio da C. Correa Pinheiro
e com filhos: Oséas Lobato Correa, este c/c Creuza Dória Correa e com
filhos.
. Cordulino Affonso de Lyra Lobato, c/c Catharina Correa Lobato e com filhos: Anna de Miranda Correa.
.
Creuza Dória Correa, esta nascida em 11/8/1936 e falecida em
26/11/2009, foi comerciante em Ig-Miri, c/c Oseas Lobato Correa e com
filhos.
.
Francelino Abel Correa, c/c Maria de Jesus Correa e com filhos:Virgílio
da Costa Correa Pinheiro e este c/c Anna de Miranda Correa e com filhos: Oséas Lobato
Correa, e este c/c Creuza Dória Correa e com filhos.
.
Jerônimo de Lyra Lobato, c/c Quitéria Lobato e com filhos: Cordulino Affonso
de Lyra Lobato, este c/c Catharina Correa Lobato e com filhos: Anna de Miranda
Correa, esta casou com Virgílio da Costa Correa Pinheiro este casado e com
filhos: Creusa Dória Correa, esta c/c Oséas Lobato Correa e com filhos.
. Maria de Jesus Correa, c/c Francelino Abel Correa e com filhos: Virgílio da Costa Correa Pinheiro
. Oséas Lobato Correa, este nascido em 15/9/1930, c/c Creuza Dória Correa e com filhos.
. Quitéria Lobato, c/c Jerônimo de Lyra Lobato e com filhos: Cordulino Affonso de Lyra Lobato
.
Raymundo, c/c Antonia e com filhos: Jerônimo de Lyra Lobato, este c/c
Quitéria Lobato e com filhos: Cordulino Affonso de Lyra Lobato
Virgílio da Costa Correa Pinheiro, c/c Anna de Miranda Correa e com filhos: Oséas Lobato Correa.
Os Lobato Frade
. Antonio Francisco Lobato Frade, citado
em 1867 (é o mesmo Francisco Lobato Frade casado com Theresa Correa de Miranda,
filha de Manoel Gonçalves Correa de Miranda), citado como eleitor de Pedro
Honorato Correa de Miranda, desde 1835 a 1868, para a Assembléia Provincial. Antonio
Francisco Lobato Frade era cunhado do Tenente-Coronel Arlindo Leopoldo Correa
de Miranda (uma sua irmã era casada com esse tenente-coronel), este que foi
vereador na então Vila de Sant’Anna de Igarapé-Miri (1865-1868), também foi
deputado provincial entre os anos de 1876 a 1878, presidente da 1ª Câmara da
Vila de Abaeté, em 1881 até 1884 e da 2ª, de 1884 a 1887 e o mesmo
tenente-coronel foi membro, como vogal, do Conselho de Intendência de Abaeté,
período de 1890-1891, na intendência de José Benedito Ruiz.
. Francisco Antonio Lobato Frade:
. Com o advento da República, o Governo
Provisório do Pará, extinguiu as câmaras a 19/2/1890, pelo Decreto Nº 60,
criando em seu lugar o Conselho de Intendência, e através do Decreto de
20/2/1890, foi nomeado Francisco Antonio Lobato Frade para presidente do
Conselho de Igarapé-Miri.
Os Rosa Lobato
. Josephinno Cyriano Rosa Lobato,
citado em 1879 e 1886, como professor da
escola elementar do sexo masculino de Igarapé-Miry.
Família Paralela
. 1ª G/ pais do Major João Pinto
Longuinhos Braga
. 2ª
G/Filhos/F, Major João Pinto Longuinhos Braga, que foi dono do Engenho Cariá,
sito no rio Meruú-Açu, no atual município de Igarapé-Miri/Pa, comprado do
Capitão Amadeu Cristino Pinheiro na 1ª década do século 20 e no qual permaneceu
até o ano de 1940, citado em 6/8/1901, com a reinvidicação dos donos de
engenhos de Abaeté e Igarapé-Miri, junto ao Governador do Pará, Dr. Augusto
Montenegro, pela isenção dos impostos importados de outros estados brasileiros,
solicitados pela Associação Comercial de Belém. E o Major João Pinto Longuinhos
Braga casou com Joanna Longuinhos, que tiveram filhos, 3ª G/Netos/N: Arcelino,
Artimidório, Orlando e João, falecidos novos, na faixa de 25 a 35 anos e a sra.
Joanna, após o falecimento de seu marido, vendeu o dito engenho para o sr.
Silvestre Correa de Miranda, tendo este casado com Paulina Longuinhos de
Miranda (provavelmente filha do Major João Longuinhos).
. 1ª G/ pais de Joanna Longuinhos
. 2ª G/Joanna Longuinhos, casou com
o Major João Pinto Longuinhos Braga, este dono do Engenho Cariá, sito no Rio
Meruú-Açu, município de Igarapé-Miri/Pa e com filhos, 3ª G/Netos/N: Arcelino,
Artimidório, Orlando e João Longuinhos Braga.
. Paulina Longuinhos de Miranda?,
esta casada com Silvestre Correa de Miranda.
Os Tocantins Lobato
. 1ª G/ pais de Alcídia
Tocantins/Lobato
. 2ª G/Filhos/F, Alcídia
Tocantins/Lobato, que casou com Francisco Lobato/Chiquinho Lobato, rico
empreendedor desde o início do século 20 na região do Baixo Tocantins, dono do
Engenho Primavera, sito no Rio Panacuéra, em sociedade com Noé Guimarães
Rodrigues e dono de outros negócios, e com filhos: 3ª G/Netos/N: Raimundo
Lobato/Diquinho Lobato, Lourdes Lobato e outros, que foram para a Capital do
Estado, Belém/Pa, para os devidos estudos. Após muitos anos de atividades nos
engenhos e outras atividades comerciais, Chiquinho Lobato se mudou com toda
família definitivamente para a Capital.
. 3ª G/N, Diquinho Lobato, foi o
único filho de Chiquinho Lobato que ficou
em Abaetetuba para assumir a direção do Engenho Primavera, quando os
seus demais irmãos foram para a Capital para os devidos estudos.
. 3ª G/N, Lourdes Lobato, que veio
a casar com João Rodrigues, este filho de Noé Guimarães Rodrigues, que era
sócio de Chiquinho Lobato.
. 1ª G/ pais do Capitão Porfírio Antonio Lobato
. 2ª
G/Filhos/F, Capitão Porfírio Antonio Lobato, que comprou as terras do antigo
Engenho Santa Cruz e, posteriormente, as vendeu ao português Avelino Joaquim do
Vale e também ficou por motivo de hipoteca com Américo Correa Filho, na 2ª
década do século 20, com o Engenho Vera Cruz, sito no Rio Panacuéra-Miri e
tendo repassado este engenho no princípio da década de 1930 ao Major João
Nicolau Fortes.
Os Outros Tocantins Lobato em Pesquisa
. Raimunda Tocantins Lobato, professora, foi diretora no antigo Grupo Escolar de Igarapé-Miri.
Os Lira Lobato
. Padre Alexandre de Lira Lobato, antigo padre de Ig-Miri, que era criança na Revolta da Cabanagem.
. Antonio Joaquim de Lira Lobato, irmão de João de Lira Lobato, que morreram nas batalhas da Revolta da Cabanagem em Ig-Miri.
. Eurides Tocantins Lobato, foi aluno do antigo Grupo Escolar de Ig-Miri e que chegou a se graduar em Medicina.
. Francisco Tocantins Lobato, foi aluno do antigo Grupo Escolar de Ig-Miri e que chegou a se graduar em Engenharia Civil.
. João de Lira Lobato, irmão de Antonio Joaquim de Lira Lobato, que morreram nas batalhas da Revolta da Cabanagem em Ig-Miri.
. João Augusto de Lira Lobato/Velho Lobato, foi intendente municipal de Ig-Miri no período 1922-1925.
. João Miranda de Lira Lobato, antigo músico de banda de Ig-Miri, anos de 1920.
. Manoel Tocantins Lobato, foi aluno do antigo Grupo Escolar de Ig-Miri e que chegou a se graduar em advocacia.
Os Lyra Lobato
. João
Augusto de Lyra Lobato, foi intendente nomeado de Igarapé-Miry, citado em 1925.
. Francisco Monteiro de Lyra
Lobato, nomeado em 1878 como coletor de rendas da Villa de Igarapé-Miry
e Hygino Nery da Costa como coletor de Anajás.
. 1ª G/ pais de Francisco Monteiro
de Lyra Lobato
. 2ª
G/Filhos/F, Francisco de Lyra Monteiro Lobato, nomeado em 1878 coletor de
Igarapé-Miri e citado nessa função ainda em 1884.
. Lourenço Monteiro de Alfaia Lobato. Em
1878 foram nomeados: delegado de Igarapé-Miry, João Baptista Machado Janahú e
como 1º suplente, o tenente Thomaz Antonio Cardoso Amanajás de Tocantins; 2º
suplente, Victório Gonçalves de Castro e 3º dito, Manoel Procópio Gonçalves.
Para o 1º districto, como subdelegado, Francisco Lopes Trovão, 2º suplente,
capitão Lourenço Monteiro de Alfaia Lobato e 3º dito, João d’Annunciação
Correa.
. José Monteiro de Lyra Lobato
Em 1868
eram 2 Comandos Superiores, situados nas Comarcas da Capital e Villa de
Igarapé-Miry.
Na
Comarca da Capital eram 7 comandos superiores:
. Comando
Superior da Comarca da Capital (que abrangia: Capital, Vigia e Curuçá),
Bragança (Cintra, Ourém, Bragança e Vizeu), Marajó (Muaná, Cachoeira, Chaves,
Soure e Monsarás), Macapá (Macapá e Mazagão), Cametá (Cametá, Baião,
Curralinho, Portel, Breves e Melgaço), Gurupá (Gurupá e Porto de Moz), Santarém
(Monte Alegre, Santarém, Villa Franca, Alenquer, Óbidos e Faro).
Comando
Superior da Comarca de Igarapé-Miry:
. Capitão
José Monteiro de Lyra Lobato:
. Comandante
superior de Igarapé-Miry, Coronel Pedro Honorato Correa de Miranda.
. No 10º
batalhão de infantaria, tenente-coronel Antonio Francisco Correa Caripuna, na
Freguesia de Abaeté.
. No 11º
batalhão de infantaria, tenente-coronel João Maria Gonçalves de Castro, na
Villa de Igarapé-Miry.
. Na 2ª
secção de batalhão de infantaria, Major José Roberto da Costa Pimentel, na
Freguesia de Cairary.
. Na
companhia de infantaria do serviço de reserva, Capitão José Monteiro de Lyra
Lobato, na Villa de Igarapé-Miry
. Na
companhia de infantaria do serviço de reserva, capitão João Florêncio da
Silveira Góes, na Freguesia de Abaeté.
. 1ª G/ pais de Francisco Monteiro
de Lyra Lobato
. 2ª
G;Filhos/F, Francisco de Lyra Monteiro Lobato, falecido por volta de 1888,
nomeado em 1878 coletor de Igarapé-Miri e citado nessa função ainda em 1884.
Eleições em Igarapé-Miry em 29/9/1888, em substituição ao vereador Francisco
Monteiro Lyra Lobato, falecido.
Família de Cordulino Affonso de Lyra Lobato e Jerônimo de Lyra Lobato
.
Anna de Miranda Correa, nascida em 24/3/1948 e falecida em 25/4/1976,
c/c Virgílio da Costa Correa Pinheiro e com filhos: Oséas Lobato Correa,
este c/c Creuza Dória Correa e com filhos: .
. Carlos Pinheiro Correa
.
Catharina Correa Lobato, c/c Cordulino Affonso de Lyra Lobato e com
filhos: Anna de Miranda Correa, esta c/c Virgílio da C. Correa Pinheiro
e com filhos: Oséas Lobato Correa, este c/c Creuza Dória Correa e com
filhos.
. Cordulino Affonso de Lyra Lobato, c/c Catharina Correa Lobato e com filhos: Anna de Miranda Correa.
.
Creuza Dória Correa, esta nascida em 11/8/1936 e falecida em
26/11/2009, foi comerciante em Ig-Miri, c/c Oseas Lobato Correa e com
filhos.
.
Francelino Abel Correa, c/c Maria de Jesus Correa e com filhos:Virgílio
da Costa Correa Pinheiro e este c/c Anna de Miranda Correa e com filhos: Oséas Lobato
Correa, e este c/c Creuza Dória Correa e com filhos.
.
Jerônimo de Lyra Lobato, c/c Quitéria Lobato e com filhos: Cordulino Affonso
de Lyra Lobato, este c/c Catharina Correa Lobato e com filhos: Anna de Miranda
Correa, esta casou com Virgílio da Costa Correa Pinheiro este casado e com
filhos: Creusa Dória Correa, esta c/c Oséas Lobato Correa e com filhos.
. Maria de Jesus Correa, c/c Francelino Abel Correa e com filhos: Virgílio da Costa Correa Pinheiro
. Oséas Lobato Correa, este nascido em 15/9/1930, c/c Creuza Dória Correa e com filhos.
. Quitéria Lobato, c/c Jerônimo de Lyra Lobato e com filhos: Cordulino Affonso de Lyra Lobato
.
Raymundo, c/c Antonia e com filhos: Jerônimo de Lyra Lobato, este c/c
Quitéria Lobato e com filhos: Cordulino Affonso de Lyra Lobato
Virgílio da Costa Correa Pinheiro, c/c Anna de Miranda Correa e com filhos: Oséas Lobato Correa.
Os Miranda Lobato
. Capitão Arcelino Brasiliano de
Miranda Lobato, capitão da Guarda Nacional, dono, na década de 1940, do Engenho Livramento, sito no Rio Itanimbuca,
município de Igarapé-Miri, e mais 4 outros engenhos na mesma década, cuja
produção de cachaça, em sua maior parte, comercializava com os regateiros dos
rios Guamá e Baixo Amazona desses tempos e a outra parte vendia para as
engarradoras da região, fez parte de uma comissão para de um trapiche público na Vila Maiuatá junto ao intendente municipal dessa época, o sr. João Pinto Longuinhos Braga. O Capitão Arcelino era casado e com filhos, 3ª
G/Netos/N: Júlio, Manoel Lourenço e Eládio Correa Lobato, comerciante e sócio
no Engenho Livramento, que na década de 1960 admitiu também como sócio o Sr.
Raimundo Mito Ribeiro, que dissolveram a sociedade, vendendo o engenho para o
Sr. Diogo Borges Gonçalves, que trabalhou no engenho até o ano de 1975.
. João Lira de Miranda Lobato, foi músico de uma antiga banda de música criada e regida pelo maestro João Valente do Couto e da banda da Henrique Gurjão, da década de 1920, posteriormente essa banda foi transformada no Clube Nunes Garcia e subsistiu até 26/7/1937, em Ig-Miri.
. José de Miranda Lobato/Cazuza, antigo músico de banda em Ig-Miri.
. Vitorina de Miranda Lobato, 1ª dama do município de Ig-Miri, citada em 1958.
Os Correa
Lobato
. 3ª G/N,
Júlio Correa Lobato, falecido em 1968, era natural de Igarapé-Miri/Pa,
comerciante de regatão, dono de embarcações, inclusive o navio Pinheiro, dono
do Engenho Independência, que foi montado na década de 1940 às margens do Rio
Maiauatá, município de Igarapé-Miri/Pa, que produzia a cachaça “Mamãe eu quero”
de muita aceitação na época e Júlio, sentindo que a atividade da indústria
canavieira era muito desgastante, tomou a iniciativa de não mais fabricar e sim
comprar cachaça dos produtores da região, tendo vendido o maquinário do engenho
para o Sr. Didi Machado que o instalou em outra localidade. Além de dono de
engenho e comerciante, Júlio Correa lobato foi também dono de indústria
cerâmica, produzindo os tradicionais potes, bilhas, moringas e outros
utensílios de barro que eram negociados juntamente com a cachaça aos
comerciantes de regatão que viajavam para o baixo Amazonas. Júlio casou com Antonia
Sampaio Lobato, esta provavelmente filha do Coronel Sampaio, e tiveram filhos,
4ª G/Bisnetos/Bn: Nazaré e Júlio Sampaio Lobato, que juntos com a mãe herdaram
os negócios de Júlio Correa Lobato em 1968.
. 3ª G/N,
Manoel Lourenço Correa Lobato/Duquinha Lobato 2, que junto com o Sr. Mito
Ribeiro, alugaram o Engenho Vera Cruz, sito no Rio Panacuéra-Miri, do Major
João Nicolau Fortes. Manoel Lourenço e Mito Ribeiro, após alguns anos na
indústria canavieira, devolveram o mesmo engenho à Sra. Maria Fortes, que havia
herdado o engenho de seu pai, o Major Fortes. E Manoel Lourenço Correa Lobato,
junto com o seu cunhado Raimundo Mito Ribeiro e irmão Eládio Correa Lobato,
eram donos do Engenho Fortaleza através da firma Produtos Alimentícios
Fortaleza Ltda. A maior parte da cachaça era trocada por pirarucu e outros
peixes secos vindos do Baixo Amazonas e esses produtos eram negociados com
outros comerciantes de regatão que faziam viagens nos rios Tocantins, Guamá,
Acará e Moju e a outra parte da cachaça produzida no Engenho Fortaleza era
vendida para a Engarrafadora Santo Antonio/Siqueirinha, esta situada no
município de São Sebastião da Boa Vista/Pa. Na década de 1960 os sócios optaram
por outros negócios em Abaetetuba e venderam o engenho para os Srs. Álvaro
Varges de Araujo e Diogo Borges Gonçalves, que deram continuidade aos negócios
do engenho com bons resultados.
. 3ª G/N,
Eládio Correa Lobato/Eládio Lobato, nascido a 29/10/1921 e falecido a
22/6/2010, que possuía negócios com o irmão
Duquinha Lobato e em sociedade com o cunhado Raimundo Mito Ribeiro/Mito
Ribeiro, e sócio da firma Lobato & Silva, junto com Eduardo Carlos da Siva,
no Engenho menini Deus que foi instalado na década de 1960 no Rio Meruú-Açu, na
foz do Igarapé João Ribeiro, município de Igarapé-Miri, que posteriormente foi
vendido ao Sr, Oscar Nestor Paraguassu que permaneceu na atividade até 1972.
Eládio Lobato também dedicou-se à vida política, tendo sido vereador e prefeito
de Igarapé-Miri em em 1959 e 1972 e deputado estadual do Pará. Eládio Lobato também foi memorialista
dos engenhos de Igarapé-Miri e região, autor do livro “Caminho de canoa
pequena”, que é o significado do nome de sua cidade natal, Igarapé-Miri e foi
autor de outros trabalhos literários.
Eládio
Lobato casou com Vitorina Correa de Miranda (vide Família Correa de Miranda), e
com filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn: Graça e outros, cujas gerações se estendem para
as 5ª e 6ª gerações mais recentes. Além de Igarapé-Miri, Aládio Lobato e seu
irmão Duquinha Lobato deixaram seu nome na história de Abaetetuba, pois eles, associados
ao mecânico automotivo Manoel dos Reis Cunha/Cunha, constituíram na década de
1960 a 1ª empresa de transportes rodo-fluvial de Abaetetuba e região, empresa
que inaugurou o uso da recém-construída “Rodovia Moura Carvalho”, inaugurada no
início da década de 1960, pelo então governador do Estado, Major Luís Geolás de
Moura Carvalho. Os meios de transportes usados pela empresa foram os chamados
“paus-de-arara” (apelido que vem dos famosos caminhões paus-de-arara relatados
nas canções de Luiz Gonzaga), que eram caminhões cobertos de lona e com bancos
improvisados em madeira, nos quais os passageiros viajavam para a localidade de
Nossa Senhora do Tempo, no vizinho município de Barcarena, de onde apanhavam
uma embarcação que os levavam para Belém e vice-versa, em viagens penosas de 2
horas. Essas viagens de pau-de-arara, porém , eram muito melhores que as
simplesmente viagens fluviais através da Baía do Marajó e outras menores, além
dos incontáveis furos e rios que levavam
os passageiros de Abaetetuba-Belém-Abaetetuba nas também penosas e perigosas
viagens de barcos motorizados (Peri, Caliandares, São Benedito, Carisma, etc)
de mais de 5 horas de viagens (á noite
todos viajavam dormindo em suas redes, quando o humor do tempo permitia),
enfrentando temporais, fortes ondas, muitas pedras, que nos faziam recordar os contos de nossos
pais dos incontáveis naufrágios de navios e embarcações menores por esses
trajetos fluviais da baías Marapatá, Capim, do Marajó e furos Arrozal e Carnapijó. Canoas à vela
levavam umas 12 horas de viagens no mesmo percurso. Só após a empresa dos
Lobato de Igarapé-Miri e Cunha, de Abaetetuba, é que veio uma empresa de
ônibus, a Empresa Rodo-Fluvial São Jorge, de Vândi Paes.
O encargo
de memorialista dos engenhos, Eládio Lobato deixou para sua filha, Graça Lobato
Garcia, que fez um importante trabalho de resgate da história dos engenhos de
Abaetetuba e Igarapé-Miri e com todo o histórico da cana-de-açúcar, do ciclo
açucareiro, produção de aguardente, comércio de regatão e nomeou praticamente
todos os engenhos e donos de engenhos do Baixo Tocantins. É um trabalho de
fôlego e muito importante para a história-memória dos engenhos do Baixo
Tocantins. Nós aproveitamos muito dessa memorável pesquisa para juntar as
famílias nomeadas às nossas pesquisas genealógicas sobre as antigas famílias
que inicialmente povoaram os municípios
de Abaetetuba e Igarapé-Miri, que justiça de faça, tanto os antigos negócios,
como as famílias que povoam Abaetetuba vieram de Igarapé-Miri. Não esquecer que
as antigas freguesias e posteriores vilas de Abaetetuba e Igarapé-Miri
estiveram geográfica, politica e
judicialmente ligadas através dos termos judiciais da Capital Belém/Pa e da
divisão eclesiástica da Igreja Católica (não esquecer que Estado e Igreja constituíam
um ente político só e até as primeiras décadas do regime republicano), sendo
que Igarapé foi a 1ª a se desfazer da ligação umbilical com Belém e Abaeté, um
pouco depois. Porém restou a ancestralidade familiar comum entre Abaeté e
Igarapé-Miri. Se alguém tem alguma dúvida sobre esse assunto, pode pesquisar e
encontrará essa mesma resposta.
. 3ª G/N, Alberone Benedito Correa Lobato, político que foi prefeito de Ig-Miri em 1963 e 1973
. 3ª G/N,
Vitorina Correa Lobato/Lobato Ribeiro, casou com Raimundo Mito Ribeiro/Mito
Ribeiro e com filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn e netos, 5ª G/Trinetos/Tn: Maria Inês,
Raimundo/Diquinho, Arcelino, Antonio, Maria Tereza, Alice Lobato Ribeiro.
. 4ª G/Bn, Arcelino Lobato
Ribeiro, comerciante.
. 4ª G/Bn, Maria Inês Lobato
Ribeiro, humanista de 1962 pela escola INSA, professora aposentada.
. 4ª G/Bn, Maria Tereza Lobato
Ribeiro, humanista de 1962 pela Escola INSA.
Os Outros Correa Lobato em Pesquisa
. Dr. Raimundo Correa Lobato, foi aluno do antigo Grupo Escolar de Ig-Miri e que chegou a se graduar em Medicina.
. Francisco de Paula Correa Lobato: Em 1854 João Gomes Franco era o
delegado da instrução pública da Freguesia do Moju, tendo como suplente,
Francisco de Paula Correa Lobato e este era subdelegado de Polícia na mesma
freguesia, citado em 1855.
. Ângelo Correa Lobato, era casado com Cesarina Correa Lobato e com filhos: Cezângela Correa Lobato.
. Cesarina Correa Lobato, pedagoga, professora, citada em 1979, viúva de Ângelo Correa Lobato.
.
Cezângela Maria Lobato Gonçalves, filha de Ângelo Correa Lobato e
Cesarina Correa Lobato, iniciou aos 4 anos o Jardim de Infância no
Instituto Santana, tendo feito seus estudos primários no mesmo instituto, tendo feito os estudos ginasiais em Ig-Miri e o Ensino Básico em Belém e o curso superior de Administração pelo FICOM, tendo sido funcionária do Banco do Brasil, ganhando renome na Capital por seus trabalhos poéticos e literários, citada com 98 anos em 2001, casou com o igarapemiriense Pantaleão Araujo Gonçalves e com 2 filhos: Thiago e Sofia.
. Maria da Conceição Correa Lobato, que foi professora do Grupo Escolar de Ig-Miri, sob a direção da profa. Helena Ferreira.
. Mercedes Correa Lobato, que foi professora no Grupo Escolar de Ig-Miri, tendo na direção a professora Helena Ferreira.
. Braz Afonso Lobato, nascido a 3/2/1955, era contador em Ig-Miri
. Olga Correa Lobato, citada em 2000 com 80 anos, era antiga atriz de peças teatrais em Ig-Miri
. Simon Afonso Correa Lobato
Família
. 1ª G/ pais de Francisco
Lobato/Chiquinho Lobato:
. 2ª
G/Filhos/F, Francisco Lobato/Chiquinho Lobato, rico dono de engenhos,
embarcações, comércio e outros empreendimentos em Abaetetuba e Igarapé-Miri/Pa,
que no início do século 20 era dono do Engenho Primavera, em sociedade com Noé
Guimarães Rodrigues, sito no Rio Panacuéra, município de Abaetetuba/Pa, cuja
cachaça produzida era vendida aos comerciantes de regatão da região e Chiquinho
Lobato, além dos engenhos, possuía vários outros negócios que o tornaram um
homem muito rico, casado com Alcídia Tocantins/Lobato e com filhos: 3ª
G/Netos/N: Raimundo Lobato/Diquinho Lobato, Lourdes Lobato e outros, que foram
para a Capital do Estado, Belém/Pa, para os devidos estudos. Após muitos anos
de atividades nos engenhos e outras atividades comerciais, Chiquinho
Lobato se mudou definitivamente para a
Capital.
. 3ª G/N,
Diquinho Lobato, foi o único filho de Chiquinho Lobato que ficou em Abaetetuba para assumir a direção do
Engenho Primavera.
. 3ª G/N,
Lourdes Lobato, que veio a casar com João Rodrigues, este filho de Noé
Guimarães Rodrigues, que era sócio de Chiquinho Lobato.
Os Lyra Lobato e respectivos batalhões na Guarda Nacional e companheiros nessa Guarda
. Francisco Monteiro
de Lyra Lobato, nomeado em 1878 como coletor de rendas da Villa de Igarapé-Miry
e Hygino Nery da Costa como coletor de Anajás.
. Capitão
José Monteiro de Lyra Lobato
Em 1868
eram 2 Comandos Superiores, situados nas Comarcas da Capital e Villa de
Igarapé-Miry.
Na
Comarca da Capital eram 7 comandos superiores:
Comando
Superior da Comarca da Capital (que abrangia: Capital, Vigia e Curuçá),
Bragança (Cintra, Ourém, Bragança e Vizeu), Marajó (Muaná, Cachoeira, Chaves,
Soure e Monsarás), Macapá (Macapá e Mazagão), Cametá (Cametá, Baião,
Curralinho, Portel, Breves e Melgaço), Gurupá (Gurupá e Porto de Moz), Santarém
(Monte Alegre, Santarém, Villa Franca, Alenquer, Óbidos e Faro).
Comando
Superior da Comarca de Igarapé-Miry:
. Comandante
superior de Igarapé-Miry, Coronel Pedro Honorato Correa de Miranda.
. No 10º
batalhão de infantaria, tenente-coronel Antonio Francisco Correa Caripuna, na
Freguesia de Abaeté.
. No 11º
batalhão de infantaria, tenente-coronel João Maria Gonçalves de Castro, na
Villa de Igarapé-Miry.
. Na 2ª
secção de batalhão de infantaria, Major José Roberto da Costa Pimentel, na
Freguesia de Cairary.
. Na
companhia de infantaria do serviço de reserva, Capitão José Monteiro de Lyra
Lobato, na Villa de Igarapé-Miry
. Na
companhia de infantaria do serviço de reserva, capitão João Florêncio da
Silveira Góes, na Freguesia de Abaeté.
. Sebastião
Simpliciano de Lyra Lobato
. José
Bernardo de Lyra Castro:
Em 1888 foram nomeados como
oficiais da Guarda nacional em 7 de fevereiro, para o batalhão nº 34 de
infantaria da Guarda Nacional de Igarapé-Miry:
1ª companhia: para capitão, o
alferes do extinto batalhão nº 11, Aprígio Apolinário Lobato.
. Para tenente, o
guarda Leonardo Antonio Lobato.
. Para alferes, o guarda Manoel
Sebastião Lobato.
Promoções: promovido para capitão
da 2ª companhia, o guarda José Fleury Correa Caripuna.
. Para tenente, o guarda
João Antonio da Cruz Filho.
. Para alferes, o guarda Manoel João Pimentel.
3ª Companhia: promoções em 1888:
. Para capitão, o guarda José dos
Passos Correa de Miranda.
. Para tenente, o guarda Joaquim de Deus Oliveira.
. Para
alferes, o guarda José Valois Chaves.
3ª companhia: promoções em 1888:
. Para
capitão, o guarda Manoel Raymundo de Oliveira Júnior.
. Para tenente, o alferes
do extinto batalhão nº 11, Lourenço Antonio Lopes de Oliveira.
. Para alferes, o
guarda Athanásio Bonifácio da Costa.
4ª companhia; promoções em 1888:
. Para
capitão, o guarda Mariano Antonio Pinheiro.
. Para tenente, o guarda Sebastião
Simpliciano de Lyra Lobato.
. Para alferes, o guarda José Bernardo de Lyra
Castro.
6ª companhia; promoções em 1888:
. Para
capitão, o guarda Gentil Augusto Lobato.
. Para tenente, o guarda Marcellino
Antonio da Silva.
. Para alferes, o guarda Antonio Idomeneo Rocha.Estado
maior: tenente-ajudante, servindo de secretário, o guarda João Paulo Paraense
Perdigão.
. Para tenente-quartel-mestre, o
guarda João Antonio Laudim de Miranda.
Por portaria de 20/3/1888, foi
designado, novamente, o tenente-coronel Antonio Manoel Correa de Miranda para
comandante superior da Guarda nacional de Igarapé-Miry.
. Francisco de Lyra Monteiro Lobato, falecido por volta de 1888,
nomeado em 1878 coletor de Igarapé-Miri e citado nessa função ainda em 1884.
Eleições em Igarapé-Miry em 29/9/1888, em substituição ao vereador Francisco
Monteiro Lyra Lobato, falecido.
Colaboração de Carlos Correa
Os Lobato Correa
Família Paralela de Oséas Lobato Correa
. Agripino Dória, filho de João Pereira Dória/João Dória e Severina Correa de Miranda
. Carlos Correa, filho de Creuza Pinheiro Correa e Oséas Lobato Correa.
. Cláudio Dória Pinheiro, filho de Rosa Dória e Gustavo Martins Pinheiro
. Creuza Dória
Pinheiro/Creuza Pinheiro Correa, filha de Rosa Dória e Gustavo Martins
Pinheiro e Creuza casou com Oséas Lobato Correa e com filhos: Carlos
Correa.
. Francisco Dória/Chiquinho Dória, filho de João Pereira Dória/João Dória e Severina Correa de Miranda e Francisco com origem na localidade Rio Murutipucu-Comunidade Boa União, tendo estudado com o Prof. Alfredo Silva, nessa localidade.
.
João Pereira Dória/João Dória, com origem na localidade Rio
Murutipucu-comunidade Boa União, tendo estudado com o Prof. Alfredo
Silva nessa localidade, casado com Severina Correa de Miranda e com
filhos: Francisco, Ranulfo, Agripino, Maria e Rosa Dória.
. Maria Dória, filha de João Pereira Dória/João Dória e Severina Correa de Miranda
. Natércia Dória Pinheiro, filha de Rosa Dória e Gustavo Martins Pinheiro.
. OSÉAS LOBATO CORREA, casou com Creuza Pinheiro Correa e com filhos: Cláudio Correa.
. Ranulfo Dória, filho de João Pereira Dória/João Dória e Severina Correa de Miranda, e Ranulfo com origem na localidade Rio Murutipucu-Comunidade Boa União, tendo estudado com o Prof. Alfredo Silva, nessa localidade.
. Rosa Dória, filha de João Pereira Dória/João Dória e Severina Correa de Miranda, e Rosa casou com Gustavo Martins Pinheiro e com 4 filhos: Creuza, Zuila, Cláudio e Natércia Dória Pinheiro.
. Zuila Dória Pinheiro, filha de Rosa Dória e Gustavo Martins Pinheiro
Os Outros Lobato em Pesquisa
. Augusto Cezar Pinheiro Lobato,
citado, junto com a quilombola Virgínia Agostinha, no conflito da fazenda São
Domingos em 1884.
. Antonio
Joaquim Pinheiro Lobato, em 1853 era professor na escola pública do sexo
masculino da Villa de Igarapé-Miry.
. Inês de Moraes Lobato, que foi professora no Grupo Escolar de Ig-Miri, sob a direção da professora Helena Ferreira.
. Manoel Fontes Lobato, que em 1938 fez parte da diretoria da festa de N. S. de Nazaré na Vila Maiuatá, Ig-Miri.
. Manoel
Joaquim da Silva Lobato, nomeado professor da escola elementar do Tucumanduba
em 1886.
. Dedé Lobato, foi o último dono do Engenho Conceição, este situado
às margens do Rio Piquiarana, município de Abaetetuba, que antes pertencera aos
seguintes donos: Joaquim de Freitas, Coronel Cazuza Maués, José Joaquim de
Freitas Castro/Zé Joaquim.
. Luiz Borges Lobato, que em 1884 substitui o Coronel José Garcia da
Silva como coletor de Igarapé-Miri.
. Paulina Longuinhos de Miranda?,
esta casada com Silvestre Correa de Miranda.
. Joaquim Afonso Lobato, antigo artista cênico, poeta de Ig-Miri
. D. Paulina Gouveia Lobato, já é falecida, contadora de histórias em Ig-Miri, inclusive da Revalota da Cabanagem.
. Paulo de Moraes Lobato, que foi da equipe de apoio administrativo como porteiro no Grupo Escolar de Ig-Miri, sob a direção da Professora Helena Ferreira.
Família Lobo
. Dedé Lobo, pedreiro que ajudou na construção do Instituto Santana em 1958, em Ig-Miri.
Família Longuinhos
. Joanna Longuinhos, casou com o Major João Pinto Longuinhos Braga, este dono
do Engenho Cariá, sito no Rio Meruú-Açu, município de Igarapé-Miri/Pa e com
filhos, 3ª G/Netos/N: Arcelino, Artimidório, Orlando e João Longuinhos Braga.
. João Pinto Longuinhos, foi intendente de Ig-Miri no período de 1925-1928
Família Lopes
Os Lopes
. Antonio Lopes, natural de Igarapé-Miri/Pa.
Os Costa Lopes
. Bisavô paterno de Coeli Lopes? que repassou estas informações.
. Avô paterno de Coeli Lopes de nome Manoel Lopes Pinheiro, foi dono de um engenho de cachaça no município de Igarapé-Miri/PA, casado com uma filha de Branco Velho e com filhos.
. Manoel Lopes Pinheiro, c/c Antonia Fortes da Costa e tiveram 5 filhos: Manoel, Antonio, Milton, Ari da Costa Lopes e uma menina que faleceu criança.
. Manoel da Costa Lopes
. Antonio da Costa Lopes
. Milton da Costa Lopes
. Ari da Costa Lopes
. Milton da Costa Lopes, filho de Manoel Lopes Pinheiro e Antonia Fortes da Costa, casado e com filhos: Coeli Lopes e outros?
Oi, Eu estava procurando informações sobre a minha família, e achei o seu blog. Infelizmente os meus não estavam mencionados. Meu avo tinha um engenho de cachaça em Igarapé-Miri. Manoel Lopes Pinheiro, casado com Antonia Fortes da Costa Lopes tiveram cinco filhos, Manoel, Antonio, Milton (meu pai) - Milton da Costa Lopes (2-27-29), Ari e uma menina que morreu criança. Não entendo porque os filhos são Lopes, quando ele é Lopes Pinheiro.
Você teria alguma informação sobre eles? Eu acho que meu bisavô paterno era Português, mas sei pouco. Também sei que minha avó era filha de um sujeito chamado ‘Branco Velho’, aparentemente uma pessoa com muitos filhos na região. Adoraria ter qualquer informação.
Muito obrigada
Coeli Lopes
. Obs:
Antigamente era comum se dar nome de um filho baseado nas relações de compadrio ou do padrinho. Para seguir sua genealogia vc tem que analisar os da Costa Lopes e os da Costa Pinheiro. Vide os registros de nascimento de seu pai, avô e bisavô, se os tiver, ou no Cartório de Registro Civil de Ig-Miri/PA.
Os Ferreira Lopes
. 1ª G/ pais de Jorge Victor
Ferreira Lopes
. 2ª G/Filhos/F, Jorge Victor
Ferreira Lopes, casado e com filhos, 3ª g/Netos/N: pai de Jorge Victor Ferreira
Lopes Netto e outros.3ª G/N, pai de Jorge Victor
Ferreira Lopes Neto, casado e com filho, 4ª G/Bisnetos: Jorge Victor Ferreira
Neto Lopes neto e outros. Jorge Victor Ferreira Lopes Neto, bacharel, foi
promotor público em Cametá/Pa, citado em 1889 e juiz de direito em
Igarapé-Miri, citado em 1891, 1895.
. João dos Santos
Lopes, foi um dos vereadores para a 1ª Câmara de Vereadores da Villa de
Igarapé-Miri (1845-1849), contemporâneo dos também vereadores dessa mesma
câmara: Domingos Borges Machado Acatauassu, João Evangelista Correa Chaves,
Francisco José Correa de Miranda, Pedro Honorato Correa de Miranda e Antonio
Hygino Cardoso Amanajás.
Os Pinheiro Lopes
. 1ª G/ pais de Raimundo Pinheiro
Lopes,
. 2ª
G/Filhos/F, Raymundo Pinheiro Lopes, em 1889 como capitão-tenente do 7º
batalhão de infantaria da Guarda Nacional de Igarapé-Miri, junto com Francisco Antonio d’Oliveira Pantoja,
como tenente-quartel-mestre, o tenente-ajudante-alferes João Capistrano Janhahu
e o capitão Hypólito Rabello Moreira Sampaio, tenente-alferes Cordolino Afonso
de Lyra, tenente Agostinho Augusto Pinheiro, tenente Manoel Domingos
d’Oliveira, Alferes Manoel Raymundo dos Santos Quaresma, alferes José Ildefonso
Sosinho, e o alferes Marciano Rodrigues de Castilho.
. 2ª G/F, Raimundo Pinheiro Lopes, que chegou a trabalhar nos engenhos de
cana-de-açúcar do Major João Nicolau Fortes nos anos de 1940.
. Antonio Lopes
Machado, citado em 1877, como membro da comissão dos imigrantes cearenses de
Igarapé-Miry, junto com o Tenente-Coronel comendador Domingos Borges Machado
Acatauassu e o Capitão José Garcia da Silva.
. Lourenço Antonio
Lopes d’Oliveira:
Em 1888
foram nomeados como oficiais da Guarda nacional em 7 de fevereiro, para o
batalhão nº 34 de infantaria da Guarda Nacional de Igarapé-Miry:
. 1ª
companhia: para capitão, o alferes do extinto batalhão nº 11, Aprígio
Apolinário Lobato.
. Para tenente, o guarda Leonardo Antonio Lobato.
. Para alferes, o guarda Manoel
Sebastião Lobato.
. Promoções:
promovido para capitão da 2ª companhia, o guarda José Fleury Correa Caripuna.
. Para tenente, o guarda João Antonio da Cruz Filho. Para alferes, o guarda
Manoel João Pimentel.
3ª Companhia: promoções em 1888:
. Para
capitão, o guarda José dos Passos Correa de Miranda.
. Para tenente, o guarda
Joaquim de Deus Oliveira.
. Para alferes, o guarda José Valois Chaves.
3ª companhia: promoções em 1888:
. Para
capitão, o guarda Manoel Raymundo de Oliveira Júnior. Para tenente, o alferes
do extinto batalhão nº 11, Lourenço Antonio Lopes de Oliveira. Para alferes, o
guarda Athanásio Bonifácio da Costa.
4ª companhia; promoções em 1888:
. Para
capitão, o guarda Mariano Antonio Pinheiro.
. Para tenente, o guarda Sebastião
Simpliciano de Lyra Lobato.
. Para alferes, o guarda José Bernardo de Lyra
Castro.
6ª companhia; promoções em 1888:
. Para
capitão, o guarda Gentil Augusto Lobato.
. Para tenente, o guarda Marcellino Antonio
da Silva.
. Para alferes, o guarda Antonio Idomeneo Rocha.
. Estado
maior: tenente-ajudante, servindo de secretário, o guarda João Paulo Paraense
Perdigão.
. Para tenente-quartel-mestre, o
guarda João Antonio Laudim de Miranda.
. Por
portaria de 20/3/1888, foi designado, novamente, o tenente-coronel Antonio
Manoel Correa de Miranda para comandante superior da Guarda nacional de
Igarapé-Miry.
. Francisco Lopes Tovão:
Em 1878 João Baptista
Machado Janahú foi nomeado delegado de Igarapé-Miri e como 1º suplente de
delegado foi nomeado o tenente Thomaz Monteiro Cardoso Amanajás de Tocantins,
como 2º dito, Victório Gonçalves de Castro e 3º suplente, Manoel Procópio
Gonçalves. Para o 1º distrito foi nomeado o subdelegado Francisco Lopes Trovão;
2º dito, o capitão Lourenço Monteiro de Alfaia e 3º dito, João d’Annunciação
Correa. Para o 2º distrito de Anapu, foi nomeado o 1º suplente de subdelegado,
tenente Manoel Luiz Penna de Moraes; 2º dito, João Victório de Souza Janahú; 3º
dito, dito, Felippe Antonio Pinheiro. Foi exonerado à pedido o 2º suplente de
delegado de Igarapé-Miri, major João Ribeiro Machado e o 2º suplente de
subdelegado do 1º distrito, Clarindo Duarte Souto e nomeado para subdelegado do
2º distrito , o 1º e para 1º suplente do 1º distrito, o último dos referidos
cidadões.
Os Outros Lopes em Pesquisa
. Ana Maria Lima Lopes
. João
Augusto de Lyra Lobato, foi intendente nomeado de Igarapé-Miry, citado em 1878.
. Augusto
Cezar Pinheiro Lobato, cuja escrava Virgínia Agostinha é citada em 1884,
no conflito da Fazenda São Domingos.
. Francisco Lopes Tourão, citado em
1874, como subdelegado de Igarapé-Miry, junto com o delegado Francisco José
Correa de Miranda, o subdelegado de Anapu, Manuel Lourenço Correa de Miranda (este é o 1º
Manoel Lourenço), o subdelegado de Abaeté, José Honório Roberto Maués, como da
comarca da Capital.
. Francisco Lopes Tourão:
Em 1878 foram
nomeados: delegado de Igarapé-Miry, João Baptista Machado Janahú e como 1º
suplente, o tenente Thomaz Antonio Cardoso Amanajás de Tocantins; 2º suplente,
Victório Gonçalves de Castro e 3º dito, Manoel Procópio Gonçalves. Para o 1º
districto, como subdelegado, Francisco Lopes Trovão, 2º suplente, capitão
lourenço Monteiro de Alfaia Lobato e 3º dito, João d’Annunciação Correa.
. Lourival Pinheiro Lopes, que ajudou na construção do Instituto Santana em 1958, em Ig-Miri.
. Manoel Joaquim de Souza Lobato
. Predicanda Carneiro de Amorim Lopes, professora, foi diretora no antigo Grupo Escolar de Igarapé-Miri.
. Raimundo Monteiro Lopes, foi vice-prefeito e chegou ao cargo de prefeito de Ig-Miri em 1943, no período de 1943-1944 e 1945.
Em 1886
foram nomeados os professores:
. Venâncio
da Fonseca Paes, para a escola elementar da Freguesia de Cairary; Manoel
Joaquim de Souza Lobato, para a escola elementar do Tucumanduba e Percilianno
de Mattos Ferreira, para a escola elementar do Caeté, distrito do Moju.
. Manoel Martins Lopes, origem na localidade Rio Pindobal-Açu, município de Igarapé-Miri/Pa, pescador, citado em 2/1991.
Família Lucena
. Maria José Galvão de Lucena, professora que foi diretora no Grupo Escolar de Ig-Miri.
Blog do Prof. Ademir Rocha, de Abaetetuba/Pa

Olá, sou Bisneta de Noé Guimarães Rodrigues, neta de João Negrão Rodrigues e Maria de Lourdes Lobato Rodrigues, filha de Nice Neide Lobato Rodrigues Cruz. Pelo visto, o Senhor está montando a Genealogia de algumas famílias de Abaetetuba. Descobri que meu bisavô tem até rua com seu nome em Abaetetuba. Que legal. Quem sabe posso ajudar com a genealogia. Abraços
ResponderExcluirCara Thais, obrigado pela visita ao blog e pelas informações. Vamos dizer que nós estamos resgatando a história das tradicionais famílias oriundas de Abaetetuba, Igarapé-Miri e outros municípios do Baixo Tocantins eentre essas famílias se encontra a Guimarães Rodrigues, de seu bisavô e seus irmãos, sendo que Noé e Abel Guimarães Rodrigues, pela importância histórica, têm seus nomes em ruas de Abaetetuba. Quaisquer informações que vc fornecer, será de grande importância para nós. Abraços: Ademir Rocha
ResponderExcluirCaro prof. Ademir.Já estou com a idade avançada (76), fase de revirar as origens. Tenho muito vaga recordação de Igarapé-Miri,deveria ter 7 ou 8 anos quando fui a casa do meu avô João Lobato (ele tinha um café no "trapiche) , ele dizia que quando tocava os peixes pulavam para dentro do peneiro.Pelo nome João Lira de Miranda Lobato, tocador da Banda, suponho que é realmente ele," o cumprido "! Que legal... obrigado professor.
ResponderExcluirSr.ademir
ResponderExcluirSou filho da Sr Creuza Pinheiro Corrêa(casada com Sr Oseas Lobato Coorêa)e achei muito interessante seu Blog
Gostaria de adicionar algumas informações sobre os "DORIA"
o Sr:João Dória(João Pereira Dória)era pai de:
. Francisco Dória
. Ranulfo Dória
. Agripino Dória
. Maria Doria
. Rosa Doria,Casou-se com Gustavo Martins Pinheiro(Tiveram 04 filhos;Creuza,Zuila,Claudio e Natercia.
Se o sr tiver interesse tenho uma arvore genealógica(pinheiros de igarape miri).
Abraços
Carlos Corrêa.
Sr.Ademir
ResponderExcluirSou filho de Creuza "Doria" Pinheiro Correa casada com o Sr.Oseas Lobato Correa.
Gostaria de adicionar mais informações sobre os "Doria".
João Dória, com origem na localidade Rio Murutipucu-comunidade Boa União, tendo estudado com o Prof. Alfredo Silva nessa localidade era casado com Severina Correa de Miranda;tiveram como filhos:
. Francisco Dória(chiquinho doria)
. Ranulfo Dória
. Agripino Doria
. Maria Doria
. Rosa Doria,casada com Gustavo Martins Pinheiro;Tiveram 04 Filhos:Creusa;Zuila;Claudio e Natercia.
Sendo eu descendente desta linha.
Se o Sr.Tiver interesse em mais alguma informação,visite a arvore genealógica publicada em Pinhneiros de igarape miri.
Abraços Carlos Correa.
Joao Nicolau Fortes, um de seus filhos era o João da Costa Fortes, irmã da Flor, de fato, mas a informaç~eos que tive era que ele tinha varios filhos. Com várias mulheres!
ResponderExcluirMeu Avó, João da Costa fortes, morreu aos 96 anos de idade em Belem - em 2014, filho de João Nicolau Fortes, e teve por filhos aqui em Belem, João Antônio Nunes Fortes e Mário Sérgio Nunes Fortes.
ResponderExcluirBom dia ,gostaria de saber se existia cristãos novos na colonização da vila maiuata com sobrenomes: Lobato,correia,de Miranda,paixão,
ResponderExcluirOlá Ademir, sou genealogista e curadora do site Geni. Estou a procura de membros da familia Lobato de Lira. Por informações sairam do Ceará e foram para Alagoas fixando residencia em Feira Grande. O casal tronco que procuro são Antonio Joaquim de Lira e Tereza Maria. Têm filhos com sobrenomes Leandro de Lira, Apóstolo de Lira, Ferreira de Lira, nascidos por volta de 1840. Você, como pesquisador já passou por esses nomes? Caso tenha alguma dica, me ajudaria muito. Meu muito obrigada. Ana Maria Toledo Rodrigues
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