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quarta-feira, 25 de abril de 2012

IGARAPÉ-MIRI 4/FAMÍLIA CORREA DE MIRANDA 2: GENEALOGIAS, ENGENHOS & OUTROS ASPECTOS

Ig-Miri 4 - Família Correa de Miranda 2 - Genealogia, Engenhos e Outros Aspectos




Equipamentos e Maquinários
de Engenhos
Bandeiras e Brasões dos municípios do
Baixo Tocantins
IGARAPÉ-MIRI: GENEALOGIAS, ENGENHOS E OUTROS ASPECTOS 4
GENEALOGIAS
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citadas na genealogia de Cláudio Correa de Miranda, abaixo

A colonização do Pará se iniciou através das sesmarias concedidas aos colonizadores portugueses e estes, ao se fixarem às margens dos rios do Grão-Pará, iam determinando o surgimento das povoações, que posteriormente dariam origem às freguesias e estas às vilas e cidades.
As regiões do Baixo Tocantins, Marajó (estas situadas em pleno Delta do Amazonas) e as terras do atual Nordeste Paraense, não fugiram a essa regra, onde os colonizadores iam instalando os  povoamentos às margens dos rios do Baixo Tocantins, do Marajó e nos rios Guamá, Acará, Moju, Capim, Igarapé-Miri e tantos outros que serão citados nestas postagens. Esses colonizadores, após as instalações desses povoados e de suas atividades econômicas, não se fixavam apenas em uma localidade, devido seus interesses econômicos que se espalhavam pelas margens dessas vias aquáticas acima citadas e que também constituíam o modo de comunicação e de comercialização dos produtos de suas atividades econômicas, vias que se tornaram importantes no escoamento e comercialização do açúcar, do período colonial e da cachaça dos períodos provincial e republicano do Pará.
As atuais cidades do Baixo Tocantins, devido a presença do Delta Tocantino (região em que a aguá doce se mistura com a água salgada do Oceano Atlântico), sofreram e sofrem as influências dos corpos d’água desse estuário e em vários aspectos de sua vida, especialmente no tocante as atividades econômicas e formação das populações. Abaetetuba, Igarapé-Miri, Cametá e as atuais cidades do Baixo Tocantins estão cercadas de água por todos os lados e os limites são feitos a partir de muitos rios dessa região. No tocante ás populações das cidades, especialmente de Abaetetuba e Igarapé-Miri, foram praticamente às mesmas famílias dos antigos colonizadores portugueses que iniciaram a formaçãos dessas povoações, levados por interesses econômicos, militares, políticos ou religiosos. Se analisarmos bem a origem das famílias de Abaetetuba e Igarapé-miri, iremos encontrar uma ancestralidade comum na formação de suas populações, devido interesses citados. É claro que o colonizador português miscigenou com as populações nativas locais e com a grande população escrava que existia na região, devido às exigências da forma de atividade econômica com que iniciaram a colonização, que foi a agricultura e, em especial, a cultura da cana doce e da indústria canavieira que exigiam muitos braços para esses pesados serviços.
As Famílias de Igarapé-Miri, Continuação 

GENEALOGIA MIRIENSE
Genealogia Paralela dos Amanajás
OUTROS AMANAJÁS
Amanajás de Tocantins:
. 1ª G/ pais de Leandro Monteiro Amanajás de Tocantins
. 2ª G/Filhos/F, LEANDRO MONTEIRO AMANAJÁS DE TOCANTINS, dono do antigo Engenho Santa Cruz em 1712, movido pela força da água, para produção de açúcar, sito no Igarapé Calha, no atual município de Igarapé-Miri/Pa, que casou com Isabel Amanajás de Tocantins e com filhos, 3ª G/Netos/N: Tomás Monteiro Cardoso Amanajás de Tocantins, coronel da Guarda Nacional, comerciante, dono do Engenho Santa Cruz no final do século 19, que tornou-se rico, adquirindo a lancha à vapor Rosinha importada da Alemanha, que casou com Rosa de Lyra e tiveram 12 filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn , que por inexperiência nos negócios e residindo em Belém, vieram a vender os maquinários do engenho e as terras para o Capitão Porfírio Antonio Lobato.

Família
Genealogia Paralela de Victória Maria da Silva Brabo
. 1ª G/ Pais de Antonio José da Silva Brabo ou avós de Victória Maria
. 2ª G/Filhos/F: ANTONIO JOSÉ DA SILVA BRABO, dono de engenhos e escravos em Abaeté e Igarapé-Miry, casou e teve filhos, 3ª G/Netos/N: Victória Maria da Silva Brabo.
. 3ª G/Netos/N: VICTÓRIA MARIA DA SILVA BRABO AMANAJÁS, c/c o Coronel Antonio Cardoso Amanajás, com origem na antiga Freguesia de Santa Anna de Igarapé-Miri e tiveram filhos, . 4ª G/Nisnetos/Bn: Hygino Amanajás e outros.
. 3ª G/Netos/N: Victória Maria da Silva Brabo, casou uma 2ª vez com o Tenente-Coronel Caripuna e tiveram filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn: Victório Antonio, José Fleury, Antonio Francisco Correa Caripuna (o filho) e outros, inclusive a que se tornou esposa de Hygino Amanajás.
Victória Maria da Silva Brabo Amanajás, é citada em 1877, mãe de Hygino Amanajás, citado em 1877, este genro do Tenente-Coronel Caripuna, por que casado com uma das filhas desse tenente-coronel, citado falecido em 1877. Victória Maria da Silva Brabo Amanajás era casada com o Coronel Antonio Cardoso Amanajás (que foi o introdutor do clã Amanajás na antiga Freguesia de Abaeté), com que teve vários filhos, entre os quais o Coronel Hygino Amanajás/Hygino Antonio Cardoso Amanajás.

Continuação da Genealogia dos Correa de Miranda
. 5ª G/Trinetos/Tn: filhos de Antonio Francisco Correa Caripuna (Tenente-Coronel Caripuna) e Maria do Carmo de Castilho:
. 5ª G/Tn/ Francisco Correa Caripuna, c/c sua prima Aurélia, filha de Justo José (irmão do Coronel Caripuna).
. 5ª G/Tn/ Firmino Correa de Miranda, c/c sua prima Elíbia (filha de Justo José, irmão do Coronel Caripuna).
. 5ª G/Trinetos/Tn, filhos do Tenente-Coronel Caripuna e Victória Maria da Silva Brabo, citada em 1877:
. 5ª G/Tn: Victório Antonio Correa Caripuna, citado em 1877.
. 5ª G;Tn: José Fleury Correa Caripuna, citado em 1877 e que em 1888 era o 1º suplente de juiz muncipal do termo de Igarapé-Miry e o 3º suplente era o tenente-coronel Antonio Manoel Correa de Miranda.
. 5ª G/Tn: Antonio Francisco Correa Caripuna (o filho), citado em 1877.
. 5ª G/Trinetos/Tn, outros filhos do Tenente-Coronel Caripuna (estes filhos eram ainda  vivos quando a 2ª esposa do Tenente-Coronel Caripuna, Victória Maria da Silva Brabo, ficou viúva em 1877:
. 5ª G/Tn; uma filha c/c Hygino Amanajás, este citado em 1877.
. 5ª G/Tn: uma filha casou com Antonio José Ferreira de Góes, citado em 1877.

Genealogia Paralela
Outras Famílias Amanajás
Theodomiro Amanajás de Carvalho

Família
. 1ª G/ pais de Manoel Antonio Cardoso Amanajás
. 2ª G/Filhos/F, Manoel Antonio Cardoso Amanajás, dono do Engenho Palheta, no  distrito de Villa Muaná, na Ilha do Marajó, Pará.

Genealogia Paralela
Outros Góes
Ferreira de Góes
. Antonio José Ferreira de Góes, casou com uma filha do Coronel Caripunas.

Continuação da Genealogia dos Correa de Miranda
. 3ª G/Netos/N , da família Correa de Miranda, Victória Maria da Silva Brabo, casou uma 2ª vez com o Tenente-Coronel Caripuna e tiveram filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn: Victório Antonio, José Fleury, Antonio Francisco Correa Caripuna (o filho) e outros, inclusive a que se tornou esposa de Hygino Amanajás.
Victória Maria da Silva Brabo Amanajás, é citada em 1877, mãe de Hygino Amanajás, citado em 1877, este genro do Tenente-Coronel Caripuna, por que casado com uma das filhas desse tenente-coronel, citado falecido em 1877. Victória Maria da Silva Brabo Amanajás era casada com o Coronel Antonio Cardoso Amanajás (que foi o introdutor do clã Amanajás na antiga Freguesia de Abaeté), com que teve vários filhos, entre os quais o Coronel Hygino Amanajás/Hygino Antonio Cardoso Amanajás.
. 5ª G/Trinetos/Tn: filhos de Antonio Francisco Correa Caripuna (Tenente-Coronel Caripuna) e Maria do Carmo de Castilho:
. 5ª G/Tn/ Francisco Correa Caripuna, c/c sua prima Aurélia, filha de Justo José (irmão do Coronel Caripuna).
. 5ª G/Tn/ Firmino Correa de Miranda, c/c sua prima Elíbia (filha de Justo José, irmão do Coronel Caripuna).
. 5ª G/Trinetos/Tn, filhos do Tenente-Coronel Caripuna e Victória Maria da Silva Brabo, citada em 1877:
. 5ª G/Tn: Victório Antonio Correa Caripuna, citado em 1877.
. 5ª G;Tn: JOSÉ FLEURY CORREA CARIPUNA, citado em 1877 e que em 1888 era o 1º suplente de juiz muncipal do termo de Igarapé-Miry e o 3º suplente era o tenente-coronel Antonio Manoel Correa de Miranda, e José Fleury era dono de engenhos.
. Em 1888 foram nomeados como oficiais da Guarda nacional em 7 de fevereiro, para o batalhão nº 34 de infantaria da Guarda Nacional de Igarapé-Miry:
1ª companhia: para capitão, o alferes do extinto batalhão nº 11, Aprígio Apolinário Lobato.
Para tenente, o guarda Leonardo Antonio Lobato.
Para alferes, o guarda Manoel Sebastião Lobato.

. Promoções: promovido para capitão da 2ª companhia, o guarda José Fleury Correa Caripuna. Para tenente, o guarda João Antonio da Cruz Filho. Para alferes, o guarda Manoel João Pimentel.
3ª Companhia: promoções em 1888:

Para capitão, o guarda José dos Passos Correa de Miranda.
Para tenente, o guarda Joaquim de Deus Oliveira.
Para alferes, o guarda José Valois Chaves.
. 3ª companhia: promoções em 1888:

Para capitão, o guarda Manoel Raymundo de Oliveira Júnior.
Para tenente, o alferes do extinto batalhão nº 11, Lourenço Antonio Lopes de Oliveira.
Para alferes, o guarda Athanásio Bonifácio da Costa.
. 4ª companhia; promoções em 1888:

Para capitão, o guarda Mariano Antonio Pinheiro. Para tenente, o guarda Sebastião Simpliciano de Lyra Lobato. Para alferes, o guarda José Bernardo de Lyra Castro.
. 6ª companhia; promoções em 1888:

Para capitão, o guarda Gentil Augusto Lobato.
Para tenente, o guarda Marcellino Antonio da Silva.
Para alferes, o guarda Antonio Idomeneo Rocha.
. Estado maior: tenente-ajudante, servindo de secretário, o guarda João Paulo Paraense Perdigão.
Para tenente-quartel-mestre, o guarda João Antonio Laudim de Miranda.
. Por portaria de 20/3/1888, foi designado, novamente, o tenente-coronel Antonio Manoel Correa de Miranda para comandante superior da Guarda nacional de Igarapé-Miry.
. 5ª G/Tn: Antonio Francisco Correa Caripuna (o filho), citado em 1877.
. 5ª G/Trinetos/Tn, outros filhos do Tenente-Coronel Caripuna (estes filhos eram ainda  vivos quando a 2ª esposa do Tenente-Coronel Caripuna, Victória Maria da Silva Brabo, ficou viúva em 1877:
. 5ª G/Tn; uma filha casou com Hygino Amanajás, este citado em 1877.
. 5ª G/Tn: uma filha do tenente-coronel Caripuna casou com Antonio José Ferreira de Góes, citado em 1877.

Genealogia Paralela
Família
Silveira Góes
Capitão JOÃO FLORÊNCIO DA SILVEIRA GÓES
. Em 1868 eram 2 Comandos Superiores, situados nas Comarcas da Capital e Villa de Igarapé-Miry.
Na Comarca da Capital eram 7 comandos superiores:
Comando Superior da Comarca da Capital (que abrangia: Capital, Vigia e Curuçá), Bragança (Cintra, Ourém, Bragança e Vizeu), Marajó (Muaná, Cachoeira, Chaves, Soure e Monsarás), Macapá (Macapá e Mazagão), Cametá (Cametá, Baião, Curralinho, Portel, Breves e Melgaço), Gurupá (Gurupá e Porto de Moz), Santarém (Monte Alegre, Santarém, Villa Franca, Alenquer, Óbidos e Faro).
Comando Superior da Comarca de Igarapé-Miry
. Comandante superior de Igarapé-Miry, Coronel Pedro Honorato Correa de Miranda.
No 10º batalhão de infantaria, tenente-coronel Antonio Francisco Correa Caripuna, na Freguesia de Abaeté.
No 11º batalhãi de infantaria, tenente-coronel João Maria Gonçalves de Castro, na Villa de Igarapé-Miry.
Na 2ª secção de batalhão de infantaria, Major José Roberto da Costa Pimentel, na Freguesia de Cairary.
Na companhia de infantaria do serviço de reserva, Capitão José Nonteiro de Lyra Lobato, na Villa de Igarapé-Miry
Na companhia de infantaria do serviço de reserva, capitão João Florêncio da Silveira Góes, na Freguesia de Abaeté.
Maués Góes
Emercinda Maués Góes, participava da comissão organizadora das antigas festas de Nossa Senhora da Conceição.
Outros Maués 
. Rosendo Maués, dono do Engenho Santo Antonio para fabricar cachaça na localidade Rio Maúba.

Continuação da Genealogia dos Correa de Miranda
. 5ª G/Trinetos/Tn, filhos do Tenente-Coronel Caripuna e Victória Maria:
. 5ª G/Tn: uma filha c/c ILDEFONSO SOSINHO, citado em 1877.
. 5ª G/Tn: ADELAIDE CARIPUNA, que c/c João Olympio Roberto Maués (este deu origem ao clã dos Roberto Maués, de Abaeté), senhor de engenho e escravos, citado em 1877, ano de falecimento de seu sogro, o Cel. Caripuna. (Vide Fam. Maués) e tiveram filhos, 6ª G/Tetranetos/Ttn: Maria, José Honório, Firmo e Manoel Roberto Maués, que também se tornaram ricos donos de engenhos em Abaeté. Vide famílias Roberto Maués e Ferreira Nunes.
. JOÃO OLYMPIO ROBERTO MAUÉS, citado em documentos de 1894.
. 6ª G/Tetranetos/Ttn, filhos de Adelaide Caripuna e João Olympio Roberto Maués:
. 6ª G/Ttn: Maria Maués Nunes, c/c José Ferreira Nunes, comerciantes na Rua Justo Chermont em 1922, ficou viúva e tiveram filhos, 7ª G/Pentanetos/Pn.
. 6ª G/Ttn: CORONEL JOSÉ HONÓRIO ROBERTO MAUÉS, nasceu na Freguesia de Nossa S. da Conceição de Abaeté e foi sepultado no 2º Cemitério Público de Abaetetuba, dono da Fazenda/engenho São José, na margem esquerda da localidade Rio Tucumanduba, recebeu o título de Comendador da Ordem de Cristo do governo imperial, com patente de tenente-coronel da Guarda Nacional, foi deputado na Assembléia Imperial e é citado em 1874 como subdelegado do distrito de Abaeté, junto com o delegado Francisco José Correa de Miranda, de Igarapé-Miry,  subdelegado de Igarapé-Miry, Francisco Lopes Tourão,subdelegado de Anapu, Manoel Lourenço Correa de Miranda.
Com o advento da República, a 13 de fevereiro de 1890 o Governo Provisório do Pará dissolveu a Câmara Municipal, porém, na mesma data, um outro decreto criava o Conselho de Intendência Municipal, tendo como 1º intendente José Honório Roberto Maués e, como este não aceitou a nomeação, foi substituído por José Benedito Ruiz.

Citações sobre José Honório Roberto Maués:

Em 1905 a Banda de Música do Arumanduba e a Banda Henrique Gurjão, estiveram tocando no batizado do filho do Sr. Olinto Rocha, o pequeno Santino, sendo padrinhos o Major Honório Roberto Maués e sua esposa, Dona Hildebrandina Maués.
José Honório Roberto Maués, citado em documento de 1920.

Tenente-coronel José Honório Roberto Maués com casa de com engenho para fabricar cachaça e mel no Rio Piquiarana em 1922.
Fábrica de cachaça, açúcar e mel, denominada “Conceição”, no Rio Piquiarana, da firma Maués e Barbosa, tendo como sócios José Honório Roberto Maués e José Barbosa Ferreira, em 1931.
Filhos, 7ª G/Pentanetos/Pn, do Coronel José Honório e Emiliana M. da Conceição:
. 7ª G/Pentanetos/Pn, filhos de José Honório Roberto Maués:
. 7ª G/Pn: Dr. Vicente Antonio Maués nasceu em 22/1/1879, no Engenho São José, às margens do Rio Tucumanduba, em Abaeté, fez seus estudos primários no Colégio Cônego Gerônimo Oliveira, em Belém, mudou para o Liceu Paraense, concluindo o curso secundário e transferiu-se para a Escola de Engenharia de Pernambuco, colando grau como engenheiro civil no dia 27/3/1909. Foi nomeado, anteriormente, em 1903, engenheiro da Secretaria de Estado de Obras Públicas, Terras e Viação, interinamente, sendo efetivado nessa função em 27/7/1907. Tornou-se engenheiro-Chefe em 3/3/1923. Faleceu em Belém no ano de 1939.
. 6ª G/Tetranetos/Ttn: Firmo Roberto Maués, capitão da Guarda Nacional, foi membro do Conselho de Intendência de Abaeté, como vogal, dos seguintes intendentes:

2ª intendência de Domingos de Carvalho, de 1915 a 1918.
Manoel Pinto da Rocha, 1918-1919.
Coronel Aristides dos Reis e Silva, 1919-1922.
Dr. Lindolpho Cavalcante de Abreu, 1922-1926.
Garibaldi Parente, 1926-1930.

Citações Sobre Firmo Roberto Maués

Firmo Roberto Maués com casa de commércio e engenho para fabricar mel de cana (melaço) no Rio Piquiarana, em 1922.
Firmo Roberto Maués casou e teve filhos, 7ª G/Pentanetos/Pn: Carmosina Maués, esta casada e c/filhos, 8ª G/Hexanetos/Hn.

6ª G/Ttn: Manoel Joaquim Roberto Maués, nasceu em 1870 e faleceu em 16/11/1947.
Oficiais da Brigada de Infantaria da Comarca de Igarapé-Miry em 1906
. Tenente-comandante, major José Honório Roberto Maués
. Capitão Firmo Roberto Maués
. Tenente Bernardo Antonio Maués 
A comarca de Igarapé-Miry em 12/4/1906 abrigava a 72ª brigada de infantaria que tem como coronel comandante, o tenente-coronel Marcollino Augusto Ferreira Vaz e ainda
Estado Maior
Capitão-assistente, João Pereira da Costa Júnior e o capitão Miguel Mendes dos Reis; capitaõ-ajudante de ordem, Messias de Sigmaringa Lobato e capitão-ajudante de ordem, Leopoldo Anísio de Lima; major-cirurgião, Dr. João Evangelista Correa de Miranda.
214º batalhão de infantaria
Estado maior: tenente-coronel comandante, major José Honório Roberto Maués, major-fiscal, o capitão Alexandre Antonio Cardoso, capitão-ajudante, João Roberto dos Reis; tenente-secretário, José da Costa Ferreira Ribeiro; tenente-quartel-mestre, Augusto Pereira da Cruz; capitão-cirurgião, João Nonnato de Souza.
1ª companhia de infantaria, capitão Rodolpho Pereira de Araujo; tenente Olyntho Rocha, alferes, Príncipe da Silva Villaça e João Joaquim de Almeida Pinto.
2ª companhia de infantaria, capitão Firmo Roberto Maués, tenente Thomaz Rodrigues Pereira, alferes Jerônimo Freitas Guedes e Manoel José da Costa.
3ª companhia de infantaria, capitão João Nepomuceno Viégas, tenente Bernardo Antonio Maués e alferes Leopoldo Ceciliano Paes e Jacintho José dos Santos.
4ª companhia de infantaria, capitão Manoel Fernandes Paes, tenente Fortunato Pereira Ramos e alferes  Manoel Athanasio Fernandes e Romualdo José do Carmo.

Genealogia Paralela
Outros Roberto Maués
. Dr. Antonio Roberto Maués, abaeteense de espírito lúcido, caráter brilhante e luminoso, com predicados digno de estima e consideração, Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, de notável cultura jurídica, tendo exercido importante função no Museu Nacional, transferindo-se, depois, à São Paulo, entrando para a Polícia Civil como Delegado de Polícia em várias localidades como Santa Rita, Santa Branca, Ituverava, Tabapuan e São Luiz do Pahytinga. Deixou as atividades policiais devido ter sido nomeado promotor público, exonerando-se desse cargo para dedicar-se à advocacia na capital de São Paulo. Foi nomeado novamente promotor público em São Paulo, capital, exercendo essa função nas 2ª e 3ª promotoria, sendo então chamado a chefiar uma das secções da Delegacia de Ordem Política e Social-DOPS, onde demonstrou extremado zelo dessa função. Depois, passou a exercer a função de Oficial de gabinete, função de confiança imediata do Chefe de Polícia do Estado de São Paulo

Família
. Joaquim Emílio Roberto Maués, que em 1889, foi nomeado para o 6º batalhão de infantaria da Guarda Nacional, junto com o capitão-tenente Hygino Antonio Cardoso Amanajás. 
Esta biografia de 1940 foi encontrada nos arquivos do Coronel Aristides dos Reis e Silva

Família
. Hygino Maués & Irmão, firma citada em 6/8/1901, com a reinvidicação dos donos de engenhos de Abaeté e Igarapé-Miri, junto ao Governador do Pará, Dr. Augusto Montenegro, pela isenção dos impostos importados de outros estados brasileiros, solicitados pela Associação Comercial de Belém.
O Coronel Hygino Maués com engenho para fabricar cachaça e mel no Rio Tucumanduba, em 1922.
Hygino Antonio Maués, foi membro do Conselho de Intendência de Abaeté, como vogal, dos seguintes intendentes:
2ª intendência do Coronel Hygino Maués, de 1908 a 1911.
Major José Félix de Souza, de 1911 a 1913.
Domingos de Carvalho, de 1913 a 1915.
Continuação da Genealogia dos Correa de Miranda
4ª G/Bisnetos/Bn, filhos de MARCELLINO JOSÉ CORREA DE MIRANDA e Catharina Ignácia do Espírito Santo
4ª G/Bisnetos/Bn, filhos de MARCELLINO JOSÉ CORREA DE MIRANDA e Catharina Ignácia do Espírito Santo:
. 4ª G/Bn: JUSTO JOSÉ CORREA DE MIRANDA, Oficial da Guarda Nacional em Abaeté, coletor de rendas de Abaeté, citado em 1818/1819, Oficial da Guarda Nacional de Abaeté citado em 1869, falecido quando seus filhos Rogério e Reinaldo (do 2º casamento) estavam com 12 e 3 anos, respectivamente, detentor de casas, inclusive 8 residências em Belém/Pa (uma casa de sobrado na Travessa do Passinho em Belém) e de muitas terras com plantações de cacau e engenhos movidos à vapor de lenha nos distritos de Igarapé-Miri e Abaeté, senhor de 32 escravos e dono de um grande patrimônio (147.840$040 réis), citado em 1878, e Justo José ocupou vários cargos públicos na era provincial de Abaeté, como professor vitalício da escola do 1º grau do sexo masculino citado em 1847 até1855 quando foi aposentado, coletor de rendas de Abaeté e outras funções e ele era dono dos seguintes bens, citados em 1878 em Igarapé-Miri e Abaetetuba e dono dos seguintes engenhos:
1)     Engenho Santo Antonio no Furo do Coelho, Rio Tucumanduba, districto de Abaité, movido à vapor de lenha, e a machinaria deste em uso e trabalhando, com cazas de vivenda, e engenho coberto de telhas, situado em uma sorte de terras, que do igarapé Furo, que faz divisa com o Engenho São Francisco dos herdeiros do finado Coronel Caripuna, este falecido em 1877, entrando pelo Igarapé Acapu, onde faz divisa com o Engenho São Jozé do Major Jozé Honório Roberto Maués, tendo o mesmo engenho cinco coxos de madeira, três pipas, três táboas para açúcar, cinco taxos de ferro sendo que três assentes e uma quebrada, dois alambiques, sendo um em bom estado e outro inutilizado, e mais acessórios pertencentes ao fabrico de açúcar e aguardente (....) tendo um alambique de motor contínuo e duas bombas que não pertencem ao Engenho (.....) tendo ainda o mesmo engenho uma sala com porta para a parte do rio com altar, castiçaes e santo, que é a capela do mesmo engenho para fabricar açúcar e cachaça e com uma capela..
2)     Engenho Cariá, movido à vapor de lenha com caza grande de vivenda na caza do mesmo Engenho, cobertos de telha, para produçáo de açúcar e cachaça, situado em uma sorte de terras no Rio Moruhuapú, segundo districto de Igarapé-Miry, tendo o engenho todos os acessórios e pertences para o fabrico do açúcar e aguardente, inclusive um turbina, dois alambiques, sendo um do motor contínuo, tanques, coxos (.....).
Justo José Correa de Miranda em 1885
Manoel Francisco Pimentel, em 1855 era o capitão-comandante do corpo de trabalhadores da Freguesia de Barcarena, que contava com um capitão e 50 trabalhadores; na Freguesia de Beja, era o capitão-comandante José Elias de Souza; na Freguesia do Moju, o capitão-comandante era Francisco José Rodrigues, contando com 1 capitão, 1 sargento, 4 cabos e 36 trabalhadores; na Villa de Igarapé-Miry, como capitão-comandante José Gonçalves Chaves; na Freguesia de Cairary, o capitão-comandante Francisco Antonio de Magalhães, contando com 1 capitão, 1 sargento, 1 cabo e 26 trabalhadores e na Freguesia de Abaeté, o capitão-comandante Justo José Correa de Miranda.
. Justo José casou uma 1ª vez com Isabel Maria de Castilho (possivelmente irmã da 1ª esposa do Coronel Caripuna, acima) e tiveram filhos, 5ª G/Trinetos/Tn: Aurélia Aureliana e Elíbia Eufrosina Correa de Miranda. Justo José casou uma 2ª vez com Alexandria Maria Pinheiro e tiveram filhos, 5ª G/Trinetos/Tn: Rogério, Raquel e Reinaldo Correa de Miranda.
5ª G/Trinetos/Tn, filhos de Justo José Correa de Miranda e Isabel Maria de Castilho:
5ª G/Tn: Aurélia Aureliana Correa de Miranda, c/c seu primo Francisco Correa de Miranda, este filho do Tenente-Coronel Caripuna.
5ª G/Tn: Elíbia Eufrosina Correa de Miranda, c/c seu primo Firmino Correa de Miranda, filho do Tenente-Coronel Caripuna.
5ª G/Trinetos/Tn, filhos de Justo José Correa de Miranda e Alexandria Maria Pinheiro:
5ª G/Tn: Rogério Correa de Miranda, dono de muitos bens, casas em Belém, escravos, rebanhos de gado vacum, fez medicina no Rio de Janeiro, com firma de comércio de carnes em sociedade com seu irmão Reinaldo, na Vila de Soure/Pa, c/c Maria Luísa Bezzera (esta filha do rico detentor de terras e pecuarista na Ilha do Marajó na Vila de Soure, Sr. Cel. Francisco Bezerra de Moraes Rocha, falecido por volta de 1912, irmão do chefe democrata em Belém, Dr. Demétrio Bezerra e de Antonio Bezerra Rocha de Moraes, detentor de cargos políticos e patentes militares, citado em 9/2/1898, intendente da Vila de Soure, dono de marchantaria, falecido por vilta de 1912 e com filhos: Tenente-Coronel Raimundo Bezerra). Rogério e Maria Luísa tiveram filhos, 6ª G/Tetranetos/Ttn.
5ª G/Tn: Raquel Correa de Miranda
Fonte das fotos abaixo: Adriana Miranda Bezerra Costa, bisneta de Reinaldo Correa de Miranda, moradora no Rio de Janeiro
5ª G/Tn: Reinaldo Correa de Miranda, donos de muitos bens, casas em Belém, escravos, dono de firma mercantil de comércio de carnes, em sociedade com seu irmão Rogério, c/c Malvina Bezerra (esta filha do rico detentor de terras e pecuarista dono de grandes rebanhos de gado vacum, na Ilha do Marajó, na Vila de Soure, Sr. Antonio Bezerra Rocha de Moraes, detentor de cargos políticos como vogal e prefeito de segurança na Vila de Soure/Pa e com patentes militares, sendo este irmão de Francisco Bezerra de Moraes Rocha, acima, Chefe de Segurança em Belém/Pa) e Reinaldo e Malvina tiveram filhos: 6ªG/Ttn, netos: 7ª G/Pn, bisnetos: 8ª G/Hn, trinetos: 9ª G/Ocn, etc.
6ª G/Ttn:
8ª G/Hn: Adriana Miranda Bezerra Costa
Fonte das fotos acima: Adriana Miranda Bezerra Costa,
trineta de Reinaldo Correa de Miranda

Genealogia Paralela dos Bezerra:
1ª G/ Coronel Antonio da Rocha Bezerra, capitão-mor dos índios do Rio Grande do Norte (RGN) e com carta de sesmaria concedida em 3/7/1736, com terras no Assu, na Lagoa do Piato, RGN, foi feito coronel em 22/12/1715 e teve filhos, 2ª G/Filhos/F: Francisco Bezerra da Rocha Moraes (1819-1874).
2ª G/F/ Francisco Bezerra da Rocha Moraes, que migrou para o Pará em 1845, Ilha do Marajó, para administrar a Fazenda Nacional São Lourenço e tornando-se ele mesmo pecuarista no Marajó, professor na Villa de Soure. C/c Leonarda Maria da Conceição Figueiredo, filha do juiz Joaquim Ângelo Gonçalves e tiveram filhos, 3ª G/Netos/N.
3ª G/N/ Demétrio Bezerra da Rocha Moraes (1850-1909) e c/c Rita Acatauassu Nunes, filha do Barão de Igarapé-Mirim. Demétrio Formou-se advogado em 1874 em Olinda, professor da Faculdade de Direito do Pará, jornalista, fazendeiro, pecuarista fundador das Fazendas reunidas São Luiz da Ritilândia, na Ilha do Marajó, deputado em 2 mandatos (1882 a 1889 e líder do Partido Liberal), delegado da capital em 1878, promotor de Bragança em 12/4/1874 e em òbidos em 1880-1881.
3ª G/N/ Francisco Bezerra Moraes da Rocha (1845-1915), grande fazendeiro, o mais velho dos irmãos, professor em Soure/Pa, capitão da Guarda Nacional aos 26 anos, posteriormente tenente, Delegado em Soure (1878), foi reformado aos 44 anos em 1889 como major-comandante de Cachoeira.

3ª G/N/ Philleto Bezerra da Rocha Moraes, o mais novo dos irmãos, foi um dos fundadores do Clube republicano do Pará em 11/4/1886 e foi um de seus secretários em 1888, senador em 1891 escolhido junto com o Barão de Igarapé-Mirim, deputado no Pará (entre 1893-1894, 1895-1896 e 1899), tendo assinado a 1ª Constituição do Estado em 22/6 desse ano e foi para o Rio de janeiro onde viveu seus últimos anos.
3ª G/N/ Antonio Bezerra da Rocha Moraes (1846-1908), se formou advogado em 1871 em Olinda, promotor público da Capital em 1872, Juiz da Vara de Órphãos em Soure em 1874, chefe de Polícia no mesmo ano e removido em 1875 como Juiz de Órphãos da Capital. Foi Chefe de Polícia na Pará (188-1889), deputado Geral (1885), deputado Provincial em 1889 e em 19/6/1891 tornou-se desembargador e membro do Tribunal Superior de Justiça.

3ª G/N/ Víctor Bezerra da Rocha Moraes (1855-1899), formou-se engenheiro-agrimensor em Coimbra, Portugal, dono de construtora e construiu o farol, o atracadouro e o novo cemitério de Soure/Pa em 1882, delegado em Soure no mesmo ano e foi nomeado promotor público em 1883. Em 1889 trabalhava como jornalista em 1889 e viaja para Santarém/Pa, junto com seu filho, 4ª G/Bisnetos/Bn, Alcides Bezerra que juntos viajam para o Acre com uma grande partida de mercadorias (valor de 300 contos de réis) e nessa viagem foi atacado por Galvez e 80 homens. Adoeceu no Acre de febre e faleceu e foi sepultado em Anadia Novo/AC.
Vide www.guppybr.com/família Bezerra.
Genealogia desenvolvida por Carlos Bezerra, um dos bisnetos de Demétrio Bezerra da Rocha Moraes.
Essa família tem origem no Rio Grande do Norte/RGN pelo casamento de Francisco Bezerra da Rocha Júnior, que c/c Maria Egiciaca de Moraes.
Outros Bezerra de Moraes
Francisco de Assis Bezerra de Moraes, citado em 1875 desembargador do Tribunal de Relação, transferido para o estado do Ceará.
Maria Egiciaca tem como bisavô Jose de Moraes Navarro, irmão de Manoel Álvares de Moraes Navarro e são paulistas que chefiaram o terço paulista no Nordeste entre 1689 e 1700.

Continuação da Genealogia dos Correa de Miranda
3ª G/Netos/N, filhos de Manoel João Correa de Miranda e Maria Ferreira de Gusmão:
3ª G/N: JOSÉ CARLOS CORREA DE MIRANDA, c/c Joana Maria Ferreira de Gusmão (possivelmente irmã de Maria Ferreira de Gusmão e Anna Ferreira de Gusmão), donos fazendas/engenhos com plantação de mais de 2.800 pés de cacau e café, casas, donos de 13 escravos, citados em 1938 e José Carlos que herda de sua mãe vários bens, inclusive casas em Belém/Pa (na antiga Travessa de Santo Antonio).

3ª G/N: Manoel Gonçalves Correa de Miranda, citado em 1852, primo de Pedro Honorato Correa de Miranda e seu eleitor para a assembléia provincial em meados do século 19, citado em 1857, c/c Thereza de Jesus Maia, (viúva de Francisco José Ferreira Sandim? Cuja mão pretendia o Sr. Acatauassu para seu filho mais velho?), falecida em 1876, residentes no distrito de Anapu, Freguesia de Igarapé-Miri/Pa, donos de engenhos e muitos escravos e tiveram filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn: João Antonio Sandim de Miranda, Anna, Theresa (filha) e Joana Correa de Miranda. Thereza (mãe) ficou viúva e herdeira dos bens do marido, tendo falecida em 1876, quando sua filha Joanna era menor.
Primos por parte de pai?

4ª G/Bisnetos/Bn, filhos de Manoel Gonçalves Correa de Miranda e Thereza de Jesus Maia:
4ª G/Bn: João Antonio Sandim de Miranda
4ª G/Bn: Anna Correa de Miranda. Presente à Instalação da cidade de Abaeté em 15/8/1895 e uma das assinantes da Ata de Cerimônia de Instalação 4ª G/Bn: Theresa Correa de Miranda, c/c Francisco Lobato Frade. É o mesmo Antonio Francisco Lobato Frade, que ajudava a eleger Pedro Honorato Correa de Miranda para a Assembléia provincial, citado desde 1835 a 1867.
4ª G/Bn: Joanna Correa de Miranda
4ª G/Bn: Major João Baptista Correa de Miranda, filho de um irmão de Manoel Gonçalves Correa de Miranda, acima, Capitão da Guarda Nacional citado em 1866, foi vereador na Vila de Sant’Anna de Igarapé-Miri (1861-1865), citado em 1876.
1ª G/ pais, de Manoel João Correa de Miranda (1º Manoel João) e seu irmão Julião Antonio Correa de Miranda (1º Julião), que tiveram filhos, 2ª G/Filhos/F.
2ª G/Filhos/F: JULIÃO ANTONIO CORREA DE MIRANDA, citado em 1800 como tenente da 8ª Companhia do Regimento de Milícia da cidade de Belém, dono de engenho movido à água no rio Anapu, Freguesia de Santa Anna de Igarapé-Miri, dono de terras com plantações de cacau e café, dono de 47 escravos em 1810, irmão de Manoel João Correa de Miranda, este e sua esposa Maria Ferreira de Gusmão, citados em 1925.
Bens de Julião Antonio Correa de Miranda, citados em 1810
 1) Hum Engenho de cana d’água muito arruinado com seus aguilhões de ferro, com cazas cobertas de palha, com seus quartos por acabar, com ranchos de palha, situado em terras de Manoel João Correa de Miranda, irmão do falecido, no Rio Anapu (....). 
 2)  5.950 pés de cacau.


Genealogias Paralelas
OUTROS COMPONENTES DA FAMÍLIA CORREA E CORREA DE MIRANDA:
PEDRO HONORATO CORREA DE MIRANDA, faleceu no Ceará em 3/4/1882, citado em 1852, primo de Manoel Gonçalves Correa de Miranda, Coronel Superior Comandante da Guarda Nacional citado em 1864, 1867 e 1868, conforme abaixo, vereador eleito para a antiga Câmara da Vila Santa Anna de Igarapé-Miri/Pa (1845-1849), junto com os seguintes vereadores:
João dos Santos Lopes, Domingos Borges Machado Acatauassu (inimigo político de Pedro Honorato), João Evangelista Correa Chaves, Francisco José Correa de Miranda, Antonio Hygino Cardoso Amanajás.
Pedro Honorato Correa de Miranda:
Em 1868 eram 2 Comandos Superiores, situados nas Comarcas da Capital e Villa de Igarapé-Miry.
Na Comarca da Capital eram 7 comandos superiores:
Comando Superior da Comarca da Capital (que abrangia: Capital, Vigia e Curuçá), Bragança (Cintra, Ourém, Bragança e Vizeu), Marajó (Muaná, Cachoeira, Chaves, Soure e Monsarás), Macapá (Macapá e Mazagão), Cametá (Cametá, Baião, Curralinho, Portel, Breves e Melgaço), Gurupá (Gurupá e Porto de Moz), Santarém (Monte Alegre, Santarém, Villa Franca, Alenquer, Óbidos e Faro).
Comando Superior da Comarca de Igarapé-Miry
Pedro Honorato Correa de Miranda
Antonio Francisco Correa Caripuna
Comandante superior de Igarapé-Miry, Coronel Pedro Honorato Correa de Miranda.
No 10º batalhão de infantaria, tenente-coronel Antonio Francisco Correa Caripuna, na Freguesia de Abaeté.
No 11º batalhãi de infantaria, tenente-coronel João Maria Gonçalves de Castro, na Villa de Igarapé-Miry.
Na 2ª secção de batalhão de infantaria, Major José Roberto da Costa Pimentel, na Freguesia de Cairary.
Na companhia de infantaria do serviço de reserva, Capitão José Nonteiro de Lyra Lobato, na Villa de Igarapé-Miry
Na companhia de infantaria do serviço de reserva, capitão João Florêncio da Silveira Góes, na Freguesia de Abaeté.
. Pedro Honorato Correa de Miranda, era o comandante superior da Guarda Nacional de Igarapé-Miri, que abrangia os batalhões da Guarda Nacional de Abaeté e ambos atrelados ao 1º Distrito da Comarca da Capital, junto com  as “paróchias”da Sé, SS. Trindade, Acará, Moju, Barcarena, Beja, Conde e Cairary, e Pedro Honorato, por motivo de doença, passou o cargo em 30/7/1868 para o tenente-coronel comandante do batalhão de infantaria nº 11, João Maria Gonçalves de Castro e este, por se achar fora do município e também doente, assumiu o cargo o comandante do 10º  batalhão de infantaria de Abaeté, Antonio Francisco Correa Caripuna,por ser o mais velho no comando de Igarapé-Miry . Quase todos pertenciam ao mesmo clã familiar dos Correa de Miranda de Igarapé-Miri/Pa.
Pedro Honorato Correa de Miranda, em1852 era o delegado da instrução pública da Villa de Igarapé-Miry, tendo como suplente José Antonio de Lyra Sosinho e em 1854 continuava como delegado, tendo como suplente José Antonio de Lira e Pedro Honorato ocupou o cargo de Secretário do Tribunal de Relações e Contabilidade e Escrituração Mercantil do Liceu, era jornalista no Jornal O Liberal, de Belém do Pará, citado em 9/4/1882, reitor do Colegio Paraense, citado em 1863.
Obs.: Se Hygino Amanajás/Antonio Hygino Cardoso Amanajás nasceu em 15/6/1852 e a 1ª Câmara da Vila de Sant’Anna de Igarapé-Miri foi instalada em 1845, isso quer dizer que se trata do Hygino Amanajás, o pai, vereador da 1ª Câmara Municipal dessa vila e que deve ter nascido por volta de 1812.
. Pedro Honorato, do Partido Conservador, também foi deputado provincial entre os anos de 1835 e 1867 e se tornou adversário político do comendador Domingos Borges Machado Acatauassu, do Partido Liberal, a nível local e provincial. O jornal O Diário do Grão-Pará, atacava Domingos Acatauassu nos anos de 1850, quando este era Juiz de Órfãos de Igarapé-Miri, porém Pedro Honorato perdeu influência sobre seus eleitores, inclusive de seus parentes, em 1867 e com isso perdeu a vaga de deputado provincial para Domingos Acatauassu. Primo de Evangelista Correa Chaves e Manoel Gonçalves Correa de Miranda. Lutou na revolta da Cabanagem (1840) no lado da legalidade em Cametá, Abaeté e Igarapé-Miri.
. João Evangelista Correa Chaves, foi vereador da 1ª Câmara da Vila de Sant’Anna de Igarapé-Miri (1845-1849) e deputado provincial entre os anos de 1844 e 1875, primo de Pedro Honorato Correa de Miranda e seu eleitor para a Assembléia Provincial em vários mandatos.
. Francisco José Correa de Miranda vereador da 1ª Câmara da Vila de Santa Anna de Igarapé-Miri (1844-1849), Major da Guarda Nacional de Igarapé Miri citado em 1866 e delegado de Igarapé-Miry, tendo como subdelegado Francisco Lopes Tourão e mais os subdelegados de Anapu, Manoel Lourenço Correa de Miranda e de Abaeté, José Honório Roberto Maués, como da comarca da Capital, citados em 1874.
. Izidoro Antonio Correa de Miranda, foi vereador na Câmara de Sant’Anna de Igarapé-Miri (1857-1860).
. Crescêncio Correa de Miranda, foi verador na Vila de Sant’Anna de Igarapé-Miri (1865-1868).
. José Procópio Correa de Miranda, citado em 1867, tenente.
. João José Correa de Miranda, citado em 1867 e Antonio Francisco Lobato Frade (é o mesmo Francisco Lobato Frade c/c Theresa Correa de Miranda, filha de Manoel Gonçalves Correa de Miranda e Thereza de Jesus Maia?), citado como eleitor de Pedro Honorato Correa de Miranda, desde 1835 a 1868, para a Assembléia Provincial e Manoel Lourenço, influentes em Igarapé-Miri .
. Manoel Procópio Correa de Miranda, foi vereador na Vila de Santa Ana de Igarapé-Miri (1873-1877, quando foi presidente da Câmara e 1881-1884)
. Antonia Maria Correa de Miranda, dona de terras com plantações, dona de 5 escravos no rio Coji, distrito de Anapu e Abaeté, citada em 1862.
. Antonia Euphrosina Correa de Miranda

. Tenente-Coronel Arlindo Leopoldo Correa de Miranda. Foi presidente da 1ª Câmara da Vila de Abaeté, em 1881 até 1884 e da 2ª, de 1884 a 1887.
Foi membro, como vogal, do Conselho de Intendência de Abaeté, período de 1890-1891, na intendência de José Benedito Ruiz.

. Dr. JOÃO EVANGELISTA CORREA DE MIRANDA, cunhado de João Evangelista Correa Chaves, foi vereador na Vila de Santa Anna de Igarapé-Miri (1865-1868), deputado provincial entre os anos de 1876 a 1878, e c/c uma irmã de João Evangelista Correa Chaves. Juiz Substo. do 2º Distrito Judiciário da Comarca, em 1895. Foi um dos assinantes da Ata de Instalação da Cidade de Abaeté em 15/8/1895.
Dr. João Evangelista Correa de Miranda, como major-ciriurgião:
A comarca de Igarapé-Miry em 12/4/1906 abrigava a 72ª brigada de infantaria que tem como coronel comandante, o tenente-coronel Marcollino Augusto Ferreira Vaz e ainda:
Estado maior: Capitão-assistente, João Pereira da Costa Júnior e o capitão Miguel Mendes dos Reis; capitaõ-ajudante de ordem, Messias de Sigmaringa Lobato e capitão-ajudante de ordem, Leopoldo Anísio de Lima; major-cirurgião, Dr. João Evangelista Correa de Miranda.
João Evangelista Correa de Miranda, na Guarda Nacional:
214º batalhão de infantaria: 
Estado maior: tenente-coronel comandante, major José Honório Roberto Maués, major-fiscal, o capitão Alexandre Antonio Cardoso, capitão-ajudante, João Roberto dos Reis; tenente-secretário, José da Costa Ferreira Ribeiro; tenente-quartel-mestre, Augusto Pereira da Cruz; capitão-cirurgião, João Nonnato de Souza.
1ª companhia de infantaria, capitão Rodolpho Pereira de Araujo; tenente Olyntho Rocha, alferes, Príncipe da Silva Villaça e João Joaquim de Almeida Pinto.
2ª companhia de infantaria, capitão Firmo Roberto Maués, tenente Thomaz Rodrigues Pereira, alferes Jerônimo Freitas Guedes e Manoel José da Costa.
3ª companhia de infantaria, capitão João Nepomuceno Viégas, tenente Bernardo Antonio Maués e alferes Leopoldo Ceciliano Paes e Jacintho José dos Santos.
4ª companhia de infantaria, capitão Manoel Fernandes Paes, tenente Fortunato Pereira Ramos e alferes  Manoel Athanasio Fernandes e Romualdo José do Carmo.
Foi Intendente Municipal de Abaeté no período de 1902 a 1906. Na sua intendência foi inaugurada a estrada Dr. João Miranda, em 1904 e a Colônia agrícola do mesmo nome. Foi deputado na Assembléia Legislativa em 1906.
Dr. João Evangelista Correa de Miranda, em Abaetetuba
A estrada Dr. João Miranda era apenas uma clareira aberta no meio do mato, que ligava a sede do município à sua Colônia Agrícola, que levava aos sertões de Abaeté, daí o nome que recebeu no seu início, Rua do Sertão. Essa estrada veio a melhorar o sacrifício dos agricultores locais, no transporte de seus produtos, antes trazidos em reboques e montarias através dos rios e igarapés que desaguavam no rio Abaeté. Foi construída com a ajuda dos próprios colonos, à base de enxadas e terçados.
A Estrada Dr. João Miranda foi reinaugurada por Aristides dos Reis e Silva, em 1919, quando era Intendente de Abaeté.
Uma citação de 1903: A Banda de Música Bela Harmonia abrilhantou a inauguração em 02.04.1903 do Grupo Escolar de Abaeté, na administração do Intendente Municipal Tenente Coronel Torquarto Pereira de Barros, com a presença do Dr. João Evangelista Correa de Miranda, Juiz do Distrito judiciário, do Coronel Hygino Maués, do professor Bernardino Pereira de Barros, Diretor do grupo escolar inaugurado, do Padre Francisco Manoel Pimentel, de Cornélio Pereira de Barros, lente da Escola Normal do Estado e dos professores presentes: Basílio Chrispim de Carvalho, Fidélis Magno de Araújo, Maria de Nazaré de Moraes e Francisca Romana de Almeida Pimentel, todos normalistas.
Correa de Miranda
Tenente José Procópio Correa de Miranda
João José Correa de Miranda
MARIA DA GLÓRIA CORREA DE MIRANDA, dona de terras, engenho e terrenos:1) Huma sote de terras com meia légua, pouco mais ou menos a qual principia das divisões de JOZÉ GONÇALVES CHAVES e confina com ALEXANDRE ANTONIO DE OLIVEIRA PANTOJA, fundos competentes, denominado vulgarmente Japaticú com caza de vivenda coberta de telha com 100 palmos de frente e 70 de fundos, além de um grande quintal com cazas (no município de Igarapé-Miry, citado em 1857).
2) Hum quarto de terras nas cabeceiras do Rio (....) que principiam dos marcos de ALEXANDRE ANTONIO DE OLIVEIRA PANTOJA e dahi por diante athe o (....) de braças pertencentes às ditas terras (na freguesia de Sant’Anna de Igarapé-Miry, citada em 1857).
3) dois terrenos na Villa de Igarapé-Miry (citados em 1857).
4) hum engenho de moer urucú sem serventia (citado em 1857), dona de17 escravos.
MARIA RITA CORREA DE MIRANDA, dona de terras com plantações de cacau na Vila de Igarapé-Miri, dona 16 escravos, contemporânea do seu vizinho, também dono de fazendas/engenhos: Maria Gonçalves Chaves, citados em 1857.
JOSÉ CARLOS CORREA DE MIRANDA, c/c Joanna Maria Ferreira de Gusmão, donos de terras com plantações de mais de 2.800 pés de cacau e cana-de-açúcar, donos de casas, engenhos e 13 escravos na igarapé Domingos Guará, Freguesia de Santa Anna de Igarapé-Miri.
Maria da Glória Miranda Nery, citada em1895.
Antonia Euphrosina Correa de Miranda.
MANOEL LOURENÇO CORREA DE MIRANDA (o 1º Manoel Lourenço), citado em 1874 como subdelegado de Anapu, junto com o delegado de Igarapé-Miry, Francisco José Correa de Miranda, de Igarapé-Miry, do  subdelegado Francisco Lopes Tourão e dos subdelegados,  tendo como subdelegado Francisco Lopes Tourão e mais o do subdelegado de Abaeté, José Honório Roberto Maués, como da comarca da Capital.

Família
Passos Correa de Miranda:

José dos Passos Correa de Miranda:
Em 1888 foram nomeados como oficiais da Guarda nacional em 7 de fevereiro, para o batalhão nº 34 de infantaria da Guarda Nacional de Igarapé-Miry:

1ª companhia: para capitão, o alferes do extinto batalhão nº 11, Aprígio Apolinário Lobato.
Para tenente, o guarda Leonardo Antonio Lobato.
Para alferes, o guarda Manoel Sebastião Lobato.

Promoções: promovido para capitão da 2ª companhia, o guarda José Fleury Correa Caripuna.
Para tenente, o guarda João Antonio da Cruz Filho.
Para alferes, o guarda Manoel João Pimentel.
3ª Companhia: promoções em 1888:


Para capitão, o guarda José dos Passos Correa de Miranda. Para tenente, o guarda Joaquim de Deus Oliveira. Para alferes, o guarda José Valois Chaves.
3ª companhia: promoções em 1888:

Para capitão, o guarda Manoel Raymundo de Oliveira Júnior.
Para tenente, o alferes do extinto batalhão nº 11, Lourenço Antonio Lopes de Oliveira.
Para alferes, o guarda Athanásio Bonifácio da Costa.
4ª companhia; promoções em 1888:

Para capitão, o guarda Mariano Antonio Pinheiro.
Para tenente, o guarda Sebastião Simpliciano de Lyra Lobato.
Para alferes, o guarda José Bernardo de Lyra Castro.
6ª companhia; promoções em 1888:

Para capitão, o guarda Gentil Augusto Lobato.
Para tenente, o guarda Marcellino Antonio da Silva.
Para alferes, o guarda Antonio Idomeneo Rocha.
Estado maior: tenente-ajudante, servindo de secretário, o guarda João Paulo Paraense Perdigão.
Para tenente-quartel-mestre, o guarda João Antonio Laudim de Miranda.
Por portaria de 20/3/1888, foi designado, novamente, o tenente-coronel Antonio Manoel Correa de Miranda para comandante superior da Guarda nacional de Igarapé-Miry.
Família
1ª G/ pais de Silvestre Correa de Miranda
2ª G/Filhos/F, SILVESTRE CORREA DE MIRANDA, que comprou o antigo Engenho Cariá, sito no Rio Meruú-Açu, no atual município de Igarapé-Miri, que inicialmente, no final do século 19, pertencia ao Capitão Amadeu Cristino Pinheiro (este filho da escrava Ana Cristina) e que, na primeira década do século 20, foi vendido ao Major João Pinto Longuinhos Braga, cuja viúva vendeu o Engenho ao Sr. Silvestre Correa de Miranda, que casou com Joanna Longuinhos e com filhos, 3ª G/Netos/N: Olavo (este morava em Belém), Oduval (este trabalhava com o pai), que chegaram a trabalhar mais alguns anos no engenho.
Família
Família residente no Estado de Pernambuco, Brasil e que se comunicar com os seus parentes do Norte do Brasil. Escrever para o Blog

A família abaixo residente em Pernambuco quer conhecer e se corresponder com seus parentes do Pará:
1ª G/ pais de CLÁUDIO CORREA DE MIRANDA
2ª G/Filhos/F, Claúdio Correa de Miranda, casado com Hermelinda Correa de Miranda, ambos domiciliados e residentes em Belém/Pa e com filhos, 3ª G/Netos/N: Oswaldo Correa de Miranda e outros.
3ª G/N: OSWALDO CORREA DE MIRANDA, nascido a 21/1/1916 no Estado do Pará, que por questões familiares foi embora do Pará (sua mãe ficou viúva e casou uma 2ª vez) e nunca mais se teve notícias suas, fixando residência nos bairros da Várzea e da Boa Vista, em Recife-PE. Desde seu falecimento, posterior ao de sua esposa, sua única filha de Recife/Pe, junto a seus dois filhos, manifesta desejo de conhecer os seus parentes do Pará e até o momento não lograram êxito. Oswaldo Correa de Miranda casou civilmente em Recife com Maria Haydée Alves Miranda em 22/2/1941 e ambos já são falecidos desde a década de 1940 e Oswaldo e Haydée tiveram uma única filha, 4ª G/Bisnetos/Bn: Antonia Maria Alves Miranda, que completou 70 anos em 04/2012 (nascida em  1942) e seu maior sonho em vida é conhecer seus parentes do Norte do Brasil.
4ª G/Bn: Antonia Maria Alves Miranda, pernambucana, casou e com filhos, 5ª G/Trinetos/Tn: Simone Miranda/Simica, e Antonia tem uma neta, um neto, 6ª G/Tetranetos/Ttn e uma bisneta, 7ª G/Pentanetos/Pn, em Recife, que estão à procura de seus parentes da Família Correa de Miranda, do Norte do Brasil, especialmente os de Belém /Pa. Vide foto de Oswaldo e Maria Haydée.
Colaboração de Simone e Antonia Miranda, direto de Recife-PE.
Obs: Os dados sobre os parentes dessa família acima podem ser informados aqui mesmo nesta postagem no espaço de comentários abaixo ou ser enviados para o e-mail ademir-heleno@bol.com.br ou o e-mail de Simone acima citada. 

Família
1ª G, pais de Raimundo Correa de Miranda
2ª G/Filhos/F, Raimundo Correa de Miranda e outros?, nasceu em Igarapé-Miri entre os anos de 1897 a 1899 e jovem viajou para a Ilha do Marajó, interior da cidade de Breves/Pa e casou com Rogéria Bahia/Correa de Miranda e tiveram 5 filhos, 3ª G/Netos/N que têm descendência também em Belém/Pa e netos, 4ª G/Bisnetos/Bn, entre os quais Carlos Alberto Correa de Miranda, este residindo atualmente no Rio de Janeiro/RJ e que está interessado em obter mais dados sobre a origem de sua família e a certidão de nascimento de seu avô Raimundo Correa de Miranda, citado acima.
3ª G/Netos/N, filhos de Raimundo Correa de Miranda e Rogéria Bahia Correa de Miranda.
4ª G/Bisnetos/Bn, netos de Raimundo Correa de Miranda e Rogéria Bahia Correa de Miranda, nascidos de seus 5 filhos.
4ª G/Bn, Carlos Alberto Correa de  Miranda, reside no Rio de Janeiro, citado acima.
Colaboração de Carlos Alberto Correa de Miranda. 

Família
 João Marcellino Correa de Miranda, 6º suplente em exercício da subdelegacia do 2º distrito de Acará, citado em 1869, com casa  atacada à noite por 8 indivíduos armados.

Família:
JOÃO AUGUSTO CORREA, dono da Companhia de Navegação Fluvial Paraense, citado em 1868 fazendo as linhas dos vapores para as localidades de Moju, Guamá e com pontos de escalas na Boca do Jambuaçu, Freguesia de Moju, Boca do Canal, Fazenda do Coronel Miranda e Cairary e através dos vapores “Moju” e Guamá” em viagens de 20 horas á 12 milhas por hora e a favor da maré e em 1869 citado fazendo a navegação à vapor entre a Capital e os portos de Cairary, Acará e Tupinambá, no rio Guamá, com escala em Bujaru, São Domingos, São Miguel, Irituia com 2 vapores por mês, com subvenção de hum ano, por contrato de 30/11/1868, em duas linhas, uma da Capital a Igarapé-Mirim, tocando os vapores em Abaeté e a 2ª linha da Capital a Baião, tocando os vapores em Cametá, Tocantins e Mocajuba e em 1870 a mesma companhia de navegação é citada com 7 linhas de navegação e em franca prosperidade, sendo uma dessas linhas a linha inferior do Baixo Tocantins.

Família
Bacharel Manoel Gomes Correa de Miranda, juiz de órfãos  citado em 1844 e professor no Lyceu Paraense citado em 1844, em Belém/Pa,  juiz de direito citado em 1850,1851.
Família
Julião Honorato Correa de Miranda, falecido em 1874, engenheiro, citado em 1869, 1873 servindo nas obras da extinta Repartição de Terras Públicas, engenheiro e fiscal das obras públicas da província do Pará, citado nessa função em 1873 e em 1874 era o engenheiro-fiscal da construção da Igreja de Nazareth.
Julião Honorato Correa de Miranda (homônimo) citado em 1881 na abertura de estradas no Rio Tapajós e Mato Grosso, com demora de um mês de estudos e com relatórios, junto com o engenheiro Antonio Manoel Gonçalves Tocantins.
Família
João Pedro Correa de Miranda, citado em 1863 como aluno pensionista do Colégio Paraense, em 1879 comobacharel secretário interno da Relação do distrito.
João Pedro Honorato Correa de Miranda, bacharel citado em 1879 como secretário nomeado para o Tribunal de Relação do distrito da Capital e no mesmo ano citado como lente e professor de Contabilidade e Escrituração Mercantil, no Lyceu Paraense, recebendo menção honrosa.
As citações sobre João Pedro e João Pedro Honorato indicam, pelas datas, que se trata da mesma pessoa.
Família
Manoel Correa de Miranda, tenente-coronel, com contrato de 3:000$000 réis anuais, por 10 anos, com o governo da Província  em 1888, na navegação para Igarapé-Miry.
Adelino Octávio Correa de Miranda, bacharel, citado em 1886 como professor substituto de Latim do Lyceu Paraense, na capital.

Família
JOSÉ ANTONIO DE MIRANDA, com embarcação à vapor que fazia linha para a capital e para a sua fazenda no Rio Capim de 1859 a1862.
Mendes Correa & Cia, que possuía em 1900 contrato com o Estado do Pará para a navegação da Linha do Alto Acará.
João Baptista Correa de Miranda, citado em 1876 como como oficial da Guarda Nacional.
Manoel Martins Correa de Miranda, citado como professor da instrução pública de Moura em 1842.

Colaboração de Thyran Miranda
Família Correa de Miranda do Baixo Amazonas, Prainha/PA
Um membro desta família, devido a austeridade e rigidez familiar, mudou-se para o Peru e, posteriormente para o Baixo Amazonas, Prainha/Pa, ainda quando esta localidade pertencia ao município paraense de Santarem, e lá constituiu  uma grande geração com 3 esposas sucessiva, dos Correia de Miranda, esta de Igarapé-Miri/PA
ANITA MIRANDA
. Professora BERENICE DE SOUSA MIRANDA, com nome na Tv. Professora Berenice de Sousa Miranda, em Painha/PA, bairro Açaizal.
,.DOMINGAS MIRANDA
. EMANOEL CORREA DE MIRANDA, nascido em 03/8/1873, 
FROYLAN CORREA DE MIRANDA, patriarca dos Correa de Miranda em Prainha e que é avô de Thayran Matheus Miranda..
RAYMUNDO CORREA DE MIRANDA, com nome da Travessa Raimundo Correa de Miranda, no bairro Açaizal
. ROLDÃO CORREA DE MIRANDA, filho de Emanoel Nazareth Correa de Miranda, que casou com 3 esposas sucessivas: Gregória, Dalila da Silva Miranda e Raimunda Pires e com os filhos: Domingas Miranda, Anita Miranda, Corinto da Silva Miranda, Benedita Pires Miranda, Ney Pires Miranda, Benedito Pires Miranda, Léia Pires Miranda, Cleia Pires Miranda, Arlindo Pires Miranda, Varlindo Pires Miranda, Carlos Pires Miranda, Manoel Pires Miranda, Neir Pires Miranda, Roldão Correa de Miranda Filho, Delfina da Silva Miranda, Altair da Silva Miranda, Lindóia da Silva Miranda, Raimundo da Silva Miranda, Deuslírio da Silva Miranda, Antonio da Silva Miranda, Maria José da Silva Miranda e Rômula da Silva Miranda, este nascido em 04/41938 e se for o mais criança significa que os demais são anteriores ao ano de 1938. Rodão Correia de Miranda teve outros irmãos: Philadelfo Correa de Miranda, Ernesto Correa de Miranda, Maria de Lourdes Correa de Miranda, Otaviano Correa de Miranda, Priscila Correa de Miranda, Natalina Correa de Miranda, Isolina Correa de Miranda Bernardete Correa de Miranda, esta nascida em 27/8/1906, e se esta for a mais criança da família, os demais são de nascimento anteriores ao 1906.
. ROLDÃO CORREA DE MIRANDA FILHO, este filho de Roldão Correa de Miranda, e Raimunda Pires e Roldão Filho casou com Oneide de Santa Maria do Uruará.

Colaboração de Carlos Correa
Família Paralela de Severina Correa de Miranda
 . Agripino Dória, filho de João Pereira Dória/João Dória e Severina Correa de Miranda
. Carlos Correa,  filho de Creuza Pinheiro Correa e Oséas Lobato Correa.
. Cláudio Dória Pinheiro, filho de Rosa Dória e Gustavo Martins Pinheiro  
. Creuza Dória Pinheiro/Creuza Pinheiro Correa, filha de Rosa Dória e Gustavo Martins Pinheiro e Creuza casou com Oséas Lobato Correa e com filhos: Carlos Correa.
.  Francisco Dória/Chiquinho Dória, filho de João Pereira Dória/João Dória e Severina Correa de Miranda e Francisco com origem na localidade Rio Murutipucu-Comunidade Boa União, tendo estudado com o Prof. Alfredo Silva, nessa localidade.
.  João Pereira Dória/João Dória, com origem na localidade Rio Murutipucu-comunidade Boa União, tendo estudado com o Prof. Alfredo Silva nessa localidade, casado com Severina Correa de Miranda e com filhos: Francisco, Ranulfo, Agripino, Maria e Rosa Dória. 
. Maria Dória, filha de João Pereira Dória/João Dória e Severina Correa de Miranda
. Natércia Dória Pinheiro, filha de Rosa Dória e Gustavo Martins Pinheiro.
. Oséas Lobato Correa, casou com Creuza Pinheiro Correa e com filhos: Cláudio Correa.   
.  Ranulfo Dória, filho de João Pereira Dória/João Dória e Severina Correa de Miranda, e Ranulfo com origem na localidade Rio Murutipucu-Comunidade Boa União, tendo estudado com o Prof. Alfredo Silva, nessa localidade.
. Rosa Dória, filha de João Pereira Dória/João Dória e Severina Correa de Miranda, e Rosa casou com Gustavo Martins Pinheiro e com 4 filhos: Creuza, Zuila, Cláudio e Natércia Dória Pinheiro.
. Zuila Dória Pinheiro, filha de Rosa Dória e Gustavo Martins Pinheiro   
 
Acima:
Foto dos pais de Antonia Maria Alves Miranda,
que procura os parentes de seu pai e avô, citados acima.  

Blog do Prof. Ademir Rocha, de Abaetetuba/Pa

Um comentário:

  1. Caras Simone e Antonia Miranda, de Recife/PE, obrigado pelas informações, correções e acréscimos à sua família dos Correa de Miranda. O Blog de Ademir Rocha já conseguiu localizar vários membros de famílias originadas em Abaeté e Igarapé-Miri/Pa no Brasil e em vários locais do mundo e tenho certeza que vamos encontrar também os seus parentes, sonhos de Antonia Miranda. Abraços de Ademir Rocha, de Abaetetuba/Pa.

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