Ig-Miri 4 - Família Correa de Miranda 2 - Genealogia, Engenhos e Outros Aspectos
Equipamentos e Maquinários
de Engenhos
Bandeiras e Brasões dos municípios do
Baixo Tocantins
IGARAPÉ-MIRI: GENEALOGIAS, ENGENHOS E OUTROS ASPECTOS 4
GENEALOGIAS
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citadas na genealogia de Cláudio Correa de Miranda, abaixo
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A colonização do Pará se iniciou
através das sesmarias concedidas aos colonizadores portugueses e estes, ao se
fixarem às margens dos rios do Grão-Pará, iam determinando o surgimento das
povoações, que posteriormente dariam origem às freguesias e estas às vilas e
cidades.
As regiões do Baixo Tocantins,
Marajó (estas situadas em pleno Delta do Amazonas) e as terras do atual
Nordeste Paraense, não fugiram a essa regra, onde os colonizadores iam
instalando os povoamentos às margens dos
rios do Baixo Tocantins, do Marajó e nos rios Guamá, Acará, Moju, Capim,
Igarapé-Miri e tantos outros que serão citados nestas postagens. Esses
colonizadores, após as instalações desses povoados e de suas atividades
econômicas, não se fixavam apenas em uma localidade, devido seus interesses
econômicos que se espalhavam pelas margens dessas vias aquáticas acima citadas
e que também constituíam o modo de comunicação e de comercialização dos
produtos de suas atividades econômicas, vias que se tornaram importantes no
escoamento e comercialização do açúcar, do período colonial e da cachaça dos
períodos provincial e republicano do Pará.
As atuais cidades do Baixo
Tocantins, devido a presença do Delta Tocantino (região em que a aguá doce se
mistura com a água salgada do Oceano Atlântico), sofreram e sofrem as
influências dos corpos d’água desse estuário e em vários aspectos de sua vida,
especialmente no tocante as atividades econômicas e formação das populações.
Abaetetuba, Igarapé-Miri, Cametá e as atuais cidades do Baixo Tocantins estão
cercadas de água por todos os lados e os limites são feitos a partir de muitos
rios dessa região. No tocante ás populações das cidades, especialmente de
Abaetetuba e Igarapé-Miri, foram praticamente às mesmas famílias dos antigos
colonizadores portugueses que iniciaram a formaçãos dessas povoações, levados
por interesses econômicos, militares, políticos ou religiosos. Se analisarmos
bem a origem das famílias de Abaetetuba e Igarapé-miri, iremos encontrar uma
ancestralidade comum na formação de suas populações, devido interesses citados.
É claro que o colonizador português miscigenou com as populações nativas locais
e com a grande população escrava que existia na região, devido às exigências da
forma de atividade econômica com que iniciaram a colonização, que foi a
agricultura e, em especial, a cultura da cana doce e da indústria canavieira
que exigiam muitos braços para esses pesados serviços.
As Famílias de Igarapé-Miri,
Continuação
GENEALOGIA MIRIENSE
GENEALOGIA MIRIENSE
Genealogia
Paralela dos Amanajás
OUTROS AMANAJÁS
Amanajás de Tocantins:
Família
Genealogia Paralela de Victória Maria da Silva Brabo
OUTROS AMANAJÁS
Amanajás de Tocantins:
. 1ª G/
pais de Leandro Monteiro Amanajás de Tocantins
. 2ª
G/Filhos/F, LEANDRO MONTEIRO AMANAJÁS DE TOCANTINS, dono do antigo Engenho
Santa Cruz em 1712, movido pela força da água, para produção de açúcar, sito no
Igarapé Calha, no atual município de Igarapé-Miri/Pa, que casou com Isabel
Amanajás de Tocantins e com filhos, 3ª G/Netos/N: Tomás Monteiro Cardoso
Amanajás de Tocantins, coronel da Guarda Nacional, comerciante, dono do Engenho
Santa Cruz no final do século 19, que tornou-se rico, adquirindo a lancha à
vapor Rosinha importada da Alemanha, que casou com Rosa de Lyra e tiveram 12
filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn , que por inexperiência nos negócios e residindo em
Belém, vieram a vender os maquinários do engenho e as terras para o Capitão Porfírio
Antonio Lobato.
Genealogia Paralela de Victória Maria da Silva Brabo
. 1ª G/
Pais de Antonio José da Silva Brabo ou avós de Victória Maria
. 2ª
G/Filhos/F: ANTONIO JOSÉ DA SILVA BRABO, dono de engenhos e escravos em Abaeté
e Igarapé-Miry, casou e teve filhos, 3ª G/Netos/N: Victória Maria da Silva
Brabo.
. 3ª
G/Netos/N: VICTÓRIA MARIA DA SILVA BRABO AMANAJÁS, c/c o Coronel Antonio
Cardoso Amanajás, com origem na antiga Freguesia de Santa Anna de Igarapé-Miri
e tiveram filhos, . 4ª G/Nisnetos/Bn: Hygino Amanajás e outros.
. 3ª
G/Netos/N: Victória Maria da Silva Brabo, casou uma 2ª vez com o
Tenente-Coronel Caripuna e tiveram filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn: Victório Antonio,
José Fleury, Antonio Francisco Correa Caripuna (o filho) e outros, inclusive a
que se tornou esposa de Hygino Amanajás.
Victória
Maria da Silva Brabo Amanajás, é citada em 1877, mãe de Hygino Amanajás, citado
em 1877, este genro do Tenente-Coronel Caripuna, por que casado com uma das
filhas desse tenente-coronel, citado falecido em 1877. Victória Maria da Silva
Brabo Amanajás era casada com o Coronel Antonio Cardoso Amanajás (que foi o
introdutor do clã Amanajás na antiga Freguesia de Abaeté), com que teve vários
filhos, entre os quais o Coronel Hygino Amanajás/Hygino Antonio Cardoso Amanajás.
Continuação
da Genealogia dos Correa de Miranda
. 5ª
G/Trinetos/Tn: filhos de Antonio Francisco Correa Caripuna (Tenente-Coronel
Caripuna) e Maria do Carmo de Castilho:
. 5ª G/Tn/
Francisco Correa Caripuna, c/c sua prima Aurélia, filha de Justo José (irmão do
Coronel Caripuna).
. 5ª G/Tn/
Firmino Correa de Miranda, c/c sua prima Elíbia (filha de Justo José, irmão do
Coronel Caripuna).
. 5ª
G/Trinetos/Tn, filhos do Tenente-Coronel Caripuna e Victória Maria da Silva
Brabo, citada em 1877:
. 5ª G/Tn:
Victório Antonio Correa Caripuna, citado em 1877.
. 5ª G;Tn:
José Fleury Correa Caripuna, citado em 1877 e que em 1888 era o 1º suplente de
juiz muncipal do termo de Igarapé-Miry e o 3º suplente era o tenente-coronel
Antonio Manoel Correa de Miranda.
. 5ª G/Tn:
Antonio Francisco Correa Caripuna (o filho), citado em 1877.
. 5ª
G/Trinetos/Tn, outros filhos do Tenente-Coronel Caripuna (estes filhos eram
ainda vivos quando a 2ª esposa do
Tenente-Coronel Caripuna, Victória Maria da Silva Brabo, ficou viúva em 1877:
. 5ª G/Tn;
uma filha c/c Hygino Amanajás, este citado em 1877.
. 5ª G/Tn:
uma filha casou com Antonio José Ferreira de Góes, citado em 1877.
Genealogia
Paralela
Outras
Famílias Amanajás
Theodomiro Amanajás de Carvalho
Família
. 1ª G/ pais de Manoel Antonio
Cardoso Amanajás
. 2ª G/Filhos/F, Manoel Antonio
Cardoso Amanajás, dono do Engenho Palheta, no
distrito de Villa Muaná, na Ilha do Marajó, Pará.
Genealogia Paralela
Outros Góes
Ferreira de Góes
. Antonio José Ferreira de Góes,
casou com uma filha do Coronel Caripunas.
Continuação da Genealogia dos
Correa de Miranda
. 3ª
G/Netos/N , da família Correa de Miranda, Victória Maria da Silva Brabo, casou
uma 2ª vez com o Tenente-Coronel Caripuna e tiveram filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn:
Victório Antonio, José Fleury, Antonio Francisco Correa Caripuna (o filho) e
outros, inclusive a que se tornou esposa de Hygino Amanajás.
Victória
Maria da Silva Brabo Amanajás, é citada em 1877, mãe de Hygino Amanajás, citado
em 1877, este genro do Tenente-Coronel Caripuna, por que casado com uma das
filhas desse tenente-coronel, citado falecido em 1877. Victória Maria da Silva
Brabo Amanajás era casada com o Coronel Antonio Cardoso Amanajás (que foi o
introdutor do clã Amanajás na antiga Freguesia de Abaeté), com que teve vários
filhos, entre os quais o Coronel Hygino Amanajás/Hygino Antonio Cardoso
Amanajás.
. 5ª
G/Trinetos/Tn: filhos de Antonio Francisco Correa Caripuna (Tenente-Coronel
Caripuna) e Maria do Carmo de Castilho:
. 5ª G/Tn/
Francisco Correa Caripuna, c/c sua prima Aurélia, filha de Justo José (irmão do
Coronel Caripuna).
. 5ª G/Tn/
Firmino Correa de Miranda, c/c sua prima Elíbia (filha de Justo José, irmão do
Coronel Caripuna).
. 5ª
G/Trinetos/Tn, filhos do Tenente-Coronel Caripuna e Victória Maria da Silva
Brabo, citada em 1877:
. 5ª G/Tn:
Victório Antonio Correa Caripuna, citado em 1877.
. 5ª G;Tn:
JOSÉ FLEURY CORREA CARIPUNA, citado em 1877 e que em 1888 era o 1º suplente de
juiz muncipal do termo de Igarapé-Miry e o 3º suplente era o tenente-coronel
Antonio Manoel Correa de Miranda, e José Fleury era dono de engenhos.
. Em 1888 foram nomeados como oficiais da Guarda
nacional em 7 de fevereiro, para o batalhão nº 34 de infantaria da Guarda
Nacional de Igarapé-Miry:
1ª companhia: para capitão, o alferes do extinto
batalhão nº 11, Aprígio Apolinário Lobato.
Para tenente, o guarda Leonardo
Antonio Lobato.
Para
alferes, o guarda Manoel Sebastião Lobato.
. Promoções: promovido para capitão da 2ª companhia,
o guarda José Fleury Correa Caripuna. Para tenente, o guarda João Antonio da
Cruz Filho. Para alferes, o guarda Manoel João Pimentel.
3ª
Companhia: promoções em 1888:
Para capitão, o guarda José dos Passos Correa de
Miranda.
Para tenente, o guarda Joaquim de Deus Oliveira.
Para alferes, o
guarda José Valois Chaves.
. 3ª
companhia: promoções em 1888:
Para capitão, o guarda Manoel Raymundo de Oliveira
Júnior.
Para tenente, o alferes do extinto batalhão nº 11, Lourenço Antonio
Lopes de Oliveira.
Para alferes, o guarda Athanásio Bonifácio da Costa.
. 4ª
companhia; promoções em 1888:
Para capitão, o guarda Mariano Antonio Pinheiro.
Para tenente, o guarda Sebastião Simpliciano de Lyra Lobato. Para alferes, o
guarda José Bernardo de Lyra Castro.
. 6ª
companhia; promoções em 1888:
Para capitão, o guarda Gentil Augusto Lobato.
Para
tenente, o guarda Marcellino Antonio da Silva.
Para alferes, o guarda Antonio
Idomeneo Rocha.
. Estado
maior: tenente-ajudante, servindo de secretário, o guarda João Paulo Paraense
Perdigão.
Para tenente-quartel-mestre, o guarda João Antonio
Laudim de Miranda.
. Por portaria de 20/3/1888, foi designado,
novamente, o tenente-coronel Antonio Manoel Correa de Miranda para comandante
superior da Guarda nacional de Igarapé-Miry.
. 5ª G/Tn:
Antonio Francisco Correa Caripuna (o filho), citado em 1877.
. 5ª
G/Trinetos/Tn, outros filhos do Tenente-Coronel Caripuna (estes filhos eram
ainda vivos quando a 2ª esposa do
Tenente-Coronel Caripuna, Victória Maria da Silva Brabo, ficou viúva em 1877:
. 5ª G/Tn;
uma filha casou com Hygino Amanajás, este citado em 1877.
. 5ª G/Tn:
uma filha do tenente-coronel Caripuna casou com Antonio José Ferreira de Góes,
citado em 1877.
Genealogia
Paralela
Família
Silveira
Góes
Capitão
JOÃO FLORÊNCIO DA SILVEIRA GÓES
. Em 1868
eram 2 Comandos Superiores, situados nas Comarcas da Capital e Villa de
Igarapé-Miry.
Na
Comarca da Capital eram 7 comandos superiores:
Comando
Superior da Comarca da Capital (que abrangia: Capital, Vigia e Curuçá),
Bragança (Cintra, Ourém, Bragança e Vizeu), Marajó (Muaná, Cachoeira, Chaves,
Soure e Monsarás), Macapá (Macapá e Mazagão), Cametá (Cametá, Baião,
Curralinho, Portel, Breves e Melgaço), Gurupá (Gurupá e Porto de Moz), Santarém
(Monte Alegre, Santarém, Villa Franca, Alenquer, Óbidos e Faro).
Comando
Superior da Comarca de Igarapé-Miry
. Comandante
superior de Igarapé-Miry, Coronel Pedro Honorato Correa de Miranda.
No 10º
batalhão de infantaria, tenente-coronel Antonio Francisco Correa Caripuna, na
Freguesia de Abaeté.
No 11º
batalhãi de infantaria, tenente-coronel João Maria Gonçalves de Castro, na
Villa de Igarapé-Miry.
Na 2ª
secção de batalhão de infantaria, Major José Roberto da Costa Pimentel, na
Freguesia de Cairary.
Na
companhia de infantaria do serviço de reserva, Capitão José Nonteiro de Lyra
Lobato, na Villa de Igarapé-Miry
Na
companhia de infantaria do serviço de reserva, capitão João Florêncio da
Silveira Góes, na Freguesia de Abaeté.
Maués Góes
Emercinda Maués Góes, participava
da comissão organizadora das antigas festas de Nossa Senhora da Conceição.
Outros Maués
. Rosendo Maués, dono do Engenho Santo Antonio para fabricar
cachaça na localidade Rio Maúba.
Continuação da Genealogia dos Correa de Miranda
. 5ª
G/Trinetos/Tn, filhos do Tenente-Coronel Caripuna e Victória Maria:
. 5ª G/Tn:
uma filha c/c ILDEFONSO SOSINHO, citado em 1877.
. 5ª G/Tn:
ADELAIDE CARIPUNA, que c/c João Olympio Roberto Maués (este deu origem ao clã
dos Roberto Maués, de Abaeté), senhor de engenho e escravos, citado em 1877,
ano de falecimento de seu sogro, o Cel. Caripuna. (Vide Fam. Maués) e tiveram
filhos, 6ª G/Tetranetos/Ttn: Maria, José Honório, Firmo e Manoel Roberto Maués,
que também se tornaram ricos donos de engenhos em Abaeté. Vide famílias Roberto
Maués e Ferreira Nunes.
. JOÃO
OLYMPIO ROBERTO MAUÉS, citado em documentos de 1894.
. 6ª
G/Tetranetos/Ttn, filhos de Adelaide Caripuna e João Olympio Roberto Maués:
. 6ª G/Ttn:
Maria Maués Nunes, c/c José Ferreira Nunes, comerciantes na Rua Justo Chermont
em 1922, ficou viúva e tiveram filhos, 7ª G/Pentanetos/Pn.
. 6ª G/Ttn:
CORONEL JOSÉ HONÓRIO ROBERTO MAUÉS, nasceu na Freguesia de Nossa S. da
Conceição de Abaeté e foi sepultado no 2º Cemitério Público de Abaetetuba, dono
da Fazenda/engenho São José, na margem esquerda da localidade Rio Tucumanduba,
recebeu o título de Comendador da Ordem de Cristo do governo imperial, com
patente de tenente-coronel da Guarda Nacional, foi deputado na Assembléia
Imperial e é citado em 1874 como subdelegado do distrito de Abaeté, junto com o
delegado Francisco José Correa de Miranda, de Igarapé-Miry, subdelegado de Igarapé-Miry, Francisco Lopes
Tourão,subdelegado de Anapu, Manoel Lourenço Correa de Miranda.
Com o
advento da República, a 13 de fevereiro de 1890 o Governo Provisório do Pará
dissolveu a Câmara Municipal, porém, na mesma data, um outro decreto criava o
Conselho de Intendência Municipal, tendo como 1º intendente José Honório
Roberto Maués e, como este não aceitou a nomeação, foi substituído por José
Benedito Ruiz.
Citações sobre José Honório
Roberto Maués:
Em 1905 a
Banda de Música do Arumanduba e a Banda Henrique Gurjão, estiveram tocando no
batizado do filho do Sr. Olinto Rocha, o pequeno Santino, sendo padrinhos o
Major Honório Roberto Maués e sua esposa, Dona Hildebrandina Maués.
José Honório Roberto Maués, citado em documento de 1920.
Tenente-coronel
José Honório Roberto Maués com casa de com engenho para fabricar cachaça e mel
no Rio Piquiarana em 1922.
Fábrica
de cachaça, açúcar e mel, denominada “Conceição”, no Rio Piquiarana, da firma
Maués e Barbosa, tendo como sócios José Honório Roberto Maués e José
Barbosa Ferreira, em 1931.
Filhos,
7ª G/Pentanetos/Pn, do Coronel José Honório e Emiliana M. da Conceição:
. 7ª
G/Pentanetos/Pn, filhos de José Honório Roberto Maués:
. 7ª G/Pn:
Dr. Vicente Antonio Maués nasceu em 22/1/1879, no Engenho São José, às margens
do Rio Tucumanduba, em Abaeté, fez seus estudos primários no Colégio Cônego
Gerônimo Oliveira, em Belém, mudou para o Liceu Paraense, concluindo o curso
secundário e transferiu-se para a Escola de Engenharia de Pernambuco, colando
grau como engenheiro civil no dia 27/3/1909. Foi nomeado, anteriormente, em
1903, engenheiro da Secretaria de Estado de Obras Públicas, Terras e Viação,
interinamente, sendo efetivado nessa função em 27/7/1907. Tornou-se
engenheiro-Chefe em 3/3/1923. Faleceu em Belém no ano de 1939.
. 6ª G/Tetranetos/Ttn: Firmo
Roberto Maués, capitão da Guarda Nacional, foi membro do Conselho de Intendência
de Abaeté, como vogal, dos seguintes intendentes:
2ª intendência de Domingos de
Carvalho, de 1915 a 1918.
Manoel Pinto da Rocha, 1918-1919.
Coronel Aristides dos Reis e Silva, 1919-1922.
Dr. Lindolpho Cavalcante de Abreu, 1922-1926.
Garibaldi Parente, 1926-1930.
Citações Sobre Firmo Roberto Maués
Firmo Roberto Maués com casa de commércio e engenho para fabricar mel de cana
(melaço) no Rio Piquiarana, em 1922.
Firmo Roberto Maués casou e teve filhos, 7ª G/Pentanetos/Pn: Carmosina Maués,
esta casada e c/filhos, 8ª G/Hexanetos/Hn.
6ª G/Ttn: Manoel Joaquim Roberto
Maués, nasceu em 1870 e faleceu em 16/11/1947.
Oficiais da Brigada de Infantaria
da Comarca de Igarapé-Miry em 1906
Estado Maior
214º batalhão de infantaria
Genealogia Paralela
Outros Roberto Maués
Família
Família
O Coronel
Hygino Maués com engenho para fabricar cachaça e mel no Rio Tucumanduba, em
1922.
Continuação da Genealogia dos
Correa de Miranda
. Tenente-comandante, major José
Honório Roberto Maués
. Capitão Firmo Roberto Maués
. Tenente Bernardo Antonio Maués
A comarca de Igarapé-Miry em 12/4/1906 abrigava
a 72ª brigada de infantaria que tem como coronel comandante, o tenente-coronel
Marcollino Augusto Ferreira Vaz e ainda
Capitão-assistente, João Pereira
da Costa Júnior e o capitão Miguel Mendes dos Reis; capitaõ-ajudante de ordem,
Messias de Sigmaringa Lobato e capitão-ajudante de ordem, Leopoldo Anísio de
Lima; major-cirurgião, Dr. João Evangelista Correa de Miranda.
Estado maior: tenente-coronel
comandante, major José Honório Roberto Maués, major-fiscal, o capitão Alexandre
Antonio Cardoso, capitão-ajudante, João Roberto dos Reis; tenente-secretário,
José da Costa Ferreira Ribeiro; tenente-quartel-mestre, Augusto Pereira da Cruz;
capitão-cirurgião, João Nonnato de Souza.
1ª companhia de infantaria,
capitão Rodolpho Pereira de Araujo; tenente Olyntho Rocha, alferes, Príncipe da
Silva Villaça e João Joaquim de Almeida Pinto.
2ª companhia de infantaria,
capitão Firmo Roberto Maués, tenente Thomaz Rodrigues Pereira, alferes Jerônimo
Freitas Guedes e Manoel José da Costa.
3ª companhia de infantaria,
capitão João Nepomuceno Viégas, tenente Bernardo Antonio Maués e alferes
Leopoldo Ceciliano Paes e Jacintho José dos Santos.
4ª companhia de infantaria,
capitão Manoel Fernandes Paes, tenente Fortunato Pereira Ramos e alferes Manoel Athanasio Fernandes e Romualdo José do
Carmo.
Outros Roberto Maués
. Dr.
Antonio Roberto Maués, abaeteense de espírito lúcido, caráter brilhante e
luminoso, com predicados digno de estima e consideração, Bacharel em Ciências
Jurídicas e Sociais, de notável cultura jurídica, tendo exercido importante
função no Museu Nacional, transferindo-se, depois, à São Paulo, entrando para a
Polícia Civil como Delegado de Polícia em várias localidades como Santa Rita,
Santa Branca, Ituverava, Tabapuan e São Luiz do Pahytinga. Deixou as atividades
policiais devido ter sido nomeado promotor público, exonerando-se desse cargo
para dedicar-se à advocacia na capital de São Paulo. Foi nomeado novamente
promotor público em São Paulo, capital, exercendo essa função nas 2ª e 3ª
promotoria, sendo então chamado a chefiar uma das secções da Delegacia de Ordem
Política e Social-DOPS, onde demonstrou extremado zelo dessa função. Depois,
passou a exercer a função de Oficial de gabinete, função de confiança imediata
do Chefe de Polícia do Estado de São Paulo
. Joaquim
Emílio Roberto Maués, que em 1889, foi
nomeado para o 6º batalhão de infantaria da Guarda Nacional, junto com o
capitão-tenente Hygino Antonio Cardoso Amanajás.
Esta biografia de 1940 foi encontrada nos arquivos do Coronel Aristides dos
Reis e Silva
. Hygino
Maués e Irmão, firma citada em 6/8/1901, com a reinvidicação dos donos de
engenhos de Abaeté e Igarapé-Miri, junto ao Governador do Pará, Dr. Augusto
Montenegro, pela isenção dos impostos importados de outros estados brasileiros,
solicitados pela Associação Comercial de Belém.
Hygino
Antonio Maués, foi membro do Conselho de Intendência de Abaeté, como vogal, dos
seguintes intendentes:
2ª
intendência do Coronel Hygino Maués, de 1908 a 1911.
Major
José Félix de Souza, de 1911 a 1913.
Domingos
de Carvalho, de 1913 a 1915.
4ª
G/Bisnetos/Bn, filhos de MARCELLINO JOSÉ CORREA DE MIRANDA e Catharina Ignácia
do Espírito Santo
4ª G/Bisnetos/Bn, filhos de MARCELLINO JOSÉ CORREA DE MIRANDA e Catharina Ignácia do Espírito Santo:
. 4ª G/Bn:
JUSTO JOSÉ CORREA DE MIRANDA, Oficial da Guarda Nacional em Abaeté, coletor de rendas de Abaeté, citado em 1818/1819,
Oficial da Guarda Nacional de Abaeté citado em 1869, falecido quando seus
filhos Rogério e Reinaldo (do 2º casamento) estavam com 12 e 3 anos,
respectivamente, detentor de casas, inclusive 8 residências em Belém/Pa (uma
casa de sobrado na Travessa do Passinho em Belém) e de muitas terras com
plantações de cacau e engenhos movidos à vapor de lenha nos distritos de
Igarapé-Miri e Abaeté, senhor de 32 escravos e dono de um grande patrimônio
(147.840$040 réis), citado em 1878, e Justo José ocupou vários cargos públicos
na era provincial de Abaeté, como professor vitalício da escola do 1º grau do
sexo masculino citado em 1847 até1855 quando foi aposentado, coletor de rendas
de Abaeté e outras funções e ele era dono dos seguintes bens, citados em 1878
em Igarapé-Miri e Abaetetuba e dono dos seguintes engenhos:
1) Engenho Santo Antonio no Furo do
Coelho, Rio Tucumanduba, districto de Abaité, movido à vapor de lenha, e a machinaria
deste em uso e trabalhando, com cazas de vivenda, e engenho coberto de telhas,
situado em uma sorte de terras, que do igarapé Furo, que faz divisa com o
Engenho São Francisco dos herdeiros do finado Coronel Caripuna, este falecido em 1877, entrando pelo
Igarapé Acapu, onde faz divisa com o Engenho São Jozé do Major Jozé Honório
Roberto Maués, tendo o mesmo engenho cinco coxos de madeira, três pipas, três
táboas para açúcar, cinco taxos de ferro sendo que três assentes e uma
quebrada, dois alambiques, sendo um em bom estado e outro inutilizado, e mais
acessórios pertencentes ao fabrico de açúcar e aguardente (....) tendo um
alambique de motor contínuo e duas bombas que não pertencem ao Engenho (.....)
tendo ainda o mesmo engenho uma sala com porta para a parte do rio com altar,
castiçaes e santo, que é a capela do mesmo engenho para fabricar açúcar e cachaça e
com uma capela..
2) Engenho Cariá, movido à vapor de lenha com
caza grande de vivenda na caza do mesmo Engenho, cobertos de telha, para produçáo de açúcar e cachaça, situado em
uma sorte de terras no Rio Moruhuapú, segundo districto de Igarapé-Miry, tendo
o engenho todos os acessórios e pertences para o fabrico do açúcar e
aguardente, inclusive um turbina, dois alambiques, sendo um do motor contínuo,
tanques, coxos (.....).
Justo José Correa de Miranda em
1885
Manoel
Francisco Pimentel, em 1855 era o capitão-comandante do corpo de trabalhadores
da Freguesia de Barcarena, que contava com um capitão e 50 trabalhadores; na
Freguesia de Beja, era o capitão-comandante José Elias de Souza; na Freguesia
do Moju, o capitão-comandante era Francisco José Rodrigues, contando com 1 capitão,
1 sargento, 4 cabos e 36 trabalhadores; na Villa de Igarapé-Miry, como
capitão-comandante José Gonçalves Chaves; na Freguesia de Cairary, o
capitão-comandante Francisco Antonio de Magalhães, contando com 1 capitão, 1
sargento, 1 cabo e 26 trabalhadores e na Freguesia de Abaeté, o
capitão-comandante Justo José Correa de Miranda.
. Justo
José casou uma 1ª vez com Isabel Maria de Castilho (possivelmente irmã
da 1ª esposa do Coronel Caripuna, acima) e tiveram filhos, 5ª
G/Trinetos/Tn: Aurélia Aureliana e Elíbia Eufrosina Correa de Miranda.
Justo José casou uma 2ª vez com Alexandria Maria Pinheiro e tiveram
filhos, 5ª G/Trinetos/Tn: Rogério, Raquel e Reinaldo Correa de Miranda.
5ª G/Trinetos/Tn, filhos de Justo José Correa de Miranda e Isabel Maria de Castilho:
5ª G/Tn: Aurélia Aureliana Correa de Miranda, c/c seu primo Francisco Correa de Miranda, este filho do Tenente-Coronel Caripuna.
5ª G/Tn: Elíbia Eufrosina Correa de Miranda, c/c seu primo Firmino Correa de Miranda, filho do Tenente-Coronel Caripuna.
5ª G/Trinetos/Tn, filhos de Justo José Correa de Miranda e Alexandria Maria Pinheiro:
5ª
G/Tn: Rogério Correa de Miranda, dono de muitos bens, casas em Belém,
escravos, rebanhos de gado vacum, fez medicina no Rio de Janeiro, com
firma de comércio de carnes em sociedade com seu irmão Reinaldo, na Vila
de Soure/Pa, c/c Maria Luísa Bezzera (esta filha do rico detentor de
terras e pecuarista na Ilha do Marajó na Vila de Soure, Sr. Cel.
Francisco Bezerra de Moraes Rocha, falecido por volta de 1912, irmão do
chefe democrata em Belém, Dr. Demétrio Bezerra e de Antonio Bezerra
Rocha de Moraes, detentor de cargos políticos e patentes militares,
citado em 9/2/1898, intendente da Vila de Soure, dono de marchantaria,
falecido por vilta de 1912 e com filhos: Tenente-Coronel Raimundo
Bezerra). Rogério e Maria Luísa tiveram filhos, 6ª G/Tetranetos/Ttn.
5ª G/Tn: Raquel Correa de Miranda
Fonte das fotos abaixo: Adriana Miranda Bezerra Costa, bisneta de Reinaldo Correa de Miranda, moradora no Rio de Janeiro
5ª
G/Tn: Reinaldo Correa de Miranda, donos de muitos bens, casas em Belém,
escravos, dono de firma mercantil de comércio de carnes, em sociedade
com seu irmão Rogério, c/c Malvina Bezerra (esta filha do rico detentor
de terras e pecuarista dono de grandes rebanhos de gado vacum, na Ilha
do Marajó, na Vila de Soure, Sr. Antonio Bezerra Rocha de Moraes,
detentor de cargos políticos como vogal e prefeito de segurança na Vila
de Soure/Pa e com patentes militares, sendo este irmão de Francisco
Bezerra de Moraes Rocha, acima, Chefe de Segurança em Belém/Pa) e
Reinaldo e Malvina tiveram filhos: 6ªG/Ttn, netos: 7ª G/Pn, bisnetos: 8ª
G/Hn, trinetos: 9ª G/Ocn, etc.
6ª G/Ttn:
8ª G/Hn: Adriana Miranda Bezerra Costa
Fonte das fotos acima: Adriana Miranda Bezerra Costa,
trineta de Reinaldo Correa de Miranda
Genealogia
Paralela dos Bezerra:
1ª G/
Coronel Antonio da Rocha Bezerra, capitão-mor dos índios do Rio Grande do Norte
(RGN) e com carta de sesmaria concedida em 3/7/1736, com terras no Assu, na
Lagoa do Piato, RGN, foi feito coronel em 22/12/1715 e teve filhos, 2ª
G/Filhos/F: Francisco Bezerra da Rocha Moraes (1819-1874).
2ª G/F/
Francisco Bezerra da Rocha Moraes, que migrou para o Pará em 1845, Ilha do
Marajó, para administrar a Fazenda Nacional São Lourenço e tornando-se ele
mesmo pecuarista no Marajó, professor na Villa de Soure. C/c Leonarda Maria da
Conceição Figueiredo, filha do juiz Joaquim Ângelo Gonçalves e tiveram filhos,
3ª G/Netos/N.
3ª G/N/
Demétrio Bezerra da Rocha Moraes (1850-1909) e c/c Rita Acatauassu Nunes, filha
do Barão de Igarapé-Mirim. Demétrio Formou-se advogado em 1874 em Olinda,
professor da Faculdade de Direito do Pará, jornalista, fazendeiro, pecuarista
fundador das Fazendas reunidas São Luiz da Ritilândia, na Ilha do Marajó,
deputado em 2 mandatos (1882 a 1889 e líder do Partido Liberal), delegado da
capital em 1878, promotor de Bragança em 12/4/1874 e em òbidos em 1880-1881.
3ª G/N/
Francisco Bezerra Moraes da Rocha (1845-1915), grande fazendeiro, o mais velho
dos irmãos, professor em Soure/Pa, capitão da Guarda Nacional aos 26 anos,
posteriormente tenente, Delegado em Soure (1878), foi reformado aos 44 anos em
1889 como major-comandante de Cachoeira.
3ª G/N/
Philleto Bezerra da Rocha Moraes, o mais novo dos irmãos, foi um dos fundadores
do Clube republicano do Pará em 11/4/1886 e foi um de seus secretários em 1888,
senador em 1891 escolhido junto com o Barão de Igarapé-Mirim, deputado no Pará
(entre 1893-1894, 1895-1896 e 1899), tendo assinado a 1ª Constituição do Estado
em 22/6 desse ano e foi para o Rio de janeiro onde viveu seus últimos anos.
3ª G/N/ Antonio Bezerra da Rocha Moraes (1846-1908), se formou advogado em 1871
em Olinda, promotor público da Capital em 1872, Juiz da Vara de Órphãos em
Soure em 1874, chefe de Polícia no mesmo ano e removido em 1875 como Juiz de
Órphãos da Capital. Foi Chefe de Polícia na Pará (188-1889), deputado Geral (1885),
deputado Provincial em 1889 e em 19/6/1891 tornou-se desembargador e membro do
Tribunal Superior de Justiça.
3ª G/N/
Víctor Bezerra da Rocha Moraes (1855-1899), formou-se engenheiro-agrimensor em
Coimbra, Portugal, dono de construtora e construiu o farol, o atracadouro e o
novo cemitério de Soure/Pa em 1882, delegado em Soure no mesmo ano e foi
nomeado promotor público em 1883. Em 1889 trabalhava como jornalista em 1889 e
viaja para Santarém/Pa, junto com seu filho, 4ª G/Bisnetos/Bn, Alcides Bezerra que
juntos viajam para o Acre com uma grande partida de mercadorias (valor de 300
contos de réis) e nessa viagem foi atacado por Galvez e 80 homens. Adoeceu no
Acre de febre e faleceu e foi sepultado em Anadia Novo/AC.
Vide
www.guppybr.com/família Bezerra.
Genealogia desenvolvida por
Carlos Bezerra, um dos bisnetos de Demétrio Bezerra da Rocha Moraes.
Essa família tem origem no Rio
Grande do Norte/RGN pelo casamento de Francisco Bezerra da Rocha Júnior, que
c/c Maria Egiciaca de Moraes.
Outros Bezerra de Moraes
Francisco
de Assis Bezerra de Moraes, citado em 1875 desembargador do Tribunal de
Relação, transferido para o estado do Ceará.
Maria
Egiciaca tem como bisavô Jose de Moraes Navarro, irmão de Manoel Álvares de
Moraes Navarro e são paulistas que chefiaram o terço paulista no Nordeste entre
1689 e 1700.
Continuação
da Genealogia dos Correa de Miranda
3ª
G/Netos/N, filhos de Manoel João Correa de Miranda e Maria Ferreira de Gusmão:
3ª G/N:
JOSÉ CARLOS CORREA DE MIRANDA, c/c Joana Maria Ferreira de Gusmão
(possivelmente irmã de Maria Ferreira de Gusmão e Anna Ferreira de Gusmão),
donos fazendas/engenhos com plantação de mais de 2.800 pés de cacau e café,
casas, donos de 13 escravos, citados em 1938 e José Carlos que herda de sua mãe
vários bens, inclusive casas em Belém/Pa (na antiga Travessa de Santo Antonio).
3ª G/N:
Manoel Gonçalves Correa de Miranda, citado em 1852, primo de Pedro Honorato
Correa de Miranda e seu eleitor para a assembléia provincial em meados do
século 19, citado em 1857, c/c Thereza de Jesus Maia, (viúva de Francisco José
Ferreira Sandim? Cuja mão pretendia o Sr. Acatauassu para seu filho mais
velho?), falecida em 1876, residentes no distrito de Anapu, Freguesia de
Igarapé-Miri/Pa, donos de engenhos e muitos escravos e tiveram filhos, 4ª
G/Bisnetos/Bn: João Antonio Sandim de Miranda, Anna, Theresa (filha) e Joana
Correa de Miranda. Thereza (mãe) ficou viúva e herdeira dos bens do marido,
tendo falecida em 1876, quando sua filha Joanna era menor.
Primos por parte de pai?
4ª
G/Bisnetos/Bn, filhos de Manoel Gonçalves Correa de Miranda e Thereza de Jesus
Maia:
4ª G/Bn:
João Antonio Sandim de Miranda
4ª G/Bn:
Anna Correa de Miranda. Presente à Instalação da cidade de Abaeté em 15/8/1895
e uma das assinantes da Ata de Cerimônia de Instalação
4ª G/Bn: Theresa Correa de Miranda, c/c Francisco Lobato Frade. É o mesmo
Antonio Francisco Lobato Frade, que ajudava a eleger Pedro Honorato Correa de
Miranda para a Assembléia provincial, citado desde 1835 a 1867.
4ª G/Bn:
Joanna Correa de Miranda
4ª G/Bn:
Major João Baptista Correa de Miranda, filho de um irmão de Manoel Gonçalves
Correa de Miranda, acima, Capitão da Guarda Nacional citado em 1866, foi
vereador na Vila de Sant’Anna de Igarapé-Miri (1861-1865), citado em 1876.
1ª G/ pais, de Manoel João Correa de Miranda (1º
Manoel João) e seu irmão Julião Antonio Correa de Miranda (1º Julião), que
tiveram filhos, 2ª G/Filhos/F.
2ª G/Filhos/F: JULIÃO ANTONIO CORREA DE MIRANDA,
citado em 1800 como tenente da 8ª Companhia do Regimento de Milícia da cidade de
Belém, dono de engenho movido à água no rio Anapu, Freguesia de Santa Anna de
Igarapé-Miri, dono de terras com plantações de cacau e café, dono de 47
escravos em 1810, irmão de Manoel João Correa de Miranda, este e sua esposa
Maria Ferreira de Gusmão, citados em 1925.
Bens de Julião Antonio Correa de Miranda, citados
em 1810
1) Hum Engenho de cana d’água muito
arruinado com seus aguilhões de ferro, com cazas cobertas de palha, com seus
quartos por acabar, com ranchos de palha, situado em terras de Manoel João
Correa de Miranda, irmão do falecido, no Rio Anapu (....).
2) 5.950 pés de cacau.
Genealogias Paralelas
OUTROS COMPONENTES DA FAMÍLIA CORREA E CORREA DE MIRANDA:
PEDRO HONORATO CORREA DE
MIRANDA, faleceu no Ceará em 3/4/1882, citado em 1852, primo de Manoel
Gonçalves Correa de Miranda, Coronel Superior Comandante da Guarda Nacional
citado em 1864, 1867 e 1868, conforme abaixo, vereador eleito para a antiga
Câmara da Vila Santa Anna de Igarapé-Miri/Pa (1845-1849), junto com os
seguintes vereadores:
João dos Santos Lopes,
Domingos Borges Machado Acatauassu (inimigo político de Pedro Honorato), João
Evangelista Correa Chaves, Francisco José Correa de Miranda, Antonio Hygino
Cardoso Amanajás.
Pedro
Honorato Correa de Miranda:
Em 1868
eram 2 Comandos Superiores, situados nas Comarcas da Capital e Villa de
Igarapé-Miry.
Na Comarca
da Capital eram 7 comandos superiores:
Comando
Superior da Comarca da Capital (que abrangia: Capital, Vigia e Curuçá),
Bragança (Cintra, Ourém, Bragança e Vizeu), Marajó (Muaná, Cachoeira, Chaves,
Soure e Monsarás), Macapá (Macapá e Mazagão), Cametá (Cametá, Baião,
Curralinho, Portel, Breves e Melgaço), Gurupá (Gurupá e Porto de Moz), Santarém
(Monte Alegre, Santarém, Villa Franca, Alenquer, Óbidos e Faro).
Comando
Superior da Comarca de Igarapé-Miry
Pedro
Honorato Correa de Miranda
Antonio
Francisco Correa Caripuna
Comandante
superior de Igarapé-Miry, Coronel Pedro Honorato Correa de Miranda.
No 10º
batalhão de infantaria, tenente-coronel Antonio Francisco Correa Caripuna, na
Freguesia de Abaeté.
No 11º
batalhãi de infantaria, tenente-coronel João Maria Gonçalves de Castro, na
Villa de Igarapé-Miry.
Na 2ª
secção de batalhão de infantaria, Major José Roberto da Costa Pimentel, na
Freguesia de Cairary.
Na
companhia de infantaria do serviço de reserva, Capitão José Nonteiro de Lyra
Lobato, na Villa de Igarapé-Miry
Na
companhia de infantaria do serviço de reserva, capitão João Florêncio da
Silveira Góes, na Freguesia de Abaeté.
. Pedro
Honorato Correa de Miranda, era o comandante superior da Guarda Nacional de
Igarapé-Miri, que abrangia os batalhões da Guarda Nacional de Abaeté e ambos
atrelados ao 1º Distrito da Comarca da Capital, junto com as “paróchias”da Sé, SS. Trindade, Acará,
Moju, Barcarena, Beja, Conde e Cairary, e Pedro Honorato, por motivo de doença,
passou o cargo em 30/7/1868 para o tenente-coronel comandante do batalhão de
infantaria nº 11, João Maria Gonçalves de Castro e este, por se achar fora do
município e também doente, assumiu o cargo o comandante do 10º batalhão de infantaria de Abaeté, Antonio
Francisco Correa Caripuna,por ser o mais velho no comando de Igarapé-Miry .
Quase todos pertenciam ao mesmo clã familiar dos Correa de Miranda de
Igarapé-Miri/Pa.
Pedro
Honorato Correa de Miranda, em1852 era o delegado da instrução pública da Villa
de Igarapé-Miry, tendo como suplente José Antonio de Lyra Sosinho e em 1854
continuava como delegado, tendo como suplente José Antonio de Lira e Pedro
Honorato ocupou o cargo de Secretário do Tribunal de Relações e Contabilidade e
Escrituração Mercantil do Liceu, era jornalista no Jornal O Liberal, de Belém
do Pará, citado em 9/4/1882, reitor do Colegio Paraense, citado em 1863.
Obs.: Se Hygino
Amanajás/Antonio Hygino Cardoso Amanajás nasceu em 15/6/1852 e a 1ª Câmara da
Vila de Sant’Anna de Igarapé-Miri foi instalada em 1845, isso quer dizer que se
trata do Hygino Amanajás, o pai, vereador da 1ª Câmara Municipal dessa vila e
que deve ter nascido por volta de 1812.
. Pedro
Honorato, do Partido Conservador, também foi deputado provincial entre os anos
de 1835 e 1867 e se tornou adversário político do comendador Domingos Borges
Machado Acatauassu, do Partido Liberal, a nível local e provincial. O jornal O
Diário do Grão-Pará, atacava Domingos Acatauassu nos anos de 1850, quando este
era Juiz de Órfãos de Igarapé-Miri, porém Pedro Honorato perdeu influência
sobre seus eleitores, inclusive de seus parentes, em 1867 e com isso perdeu a
vaga de deputado provincial para Domingos Acatauassu. Primo de Evangelista
Correa Chaves e Manoel Gonçalves Correa de Miranda. Lutou na
revolta da Cabanagem (1840) no lado da legalidade em Cametá, Abaeté e
Igarapé-Miri.
. João
Evangelista Correa Chaves, foi vereador da 1ª Câmara da Vila de Sant’Anna de
Igarapé-Miri (1845-1849) e deputado provincial entre os anos de 1844 e 1875,
primo de Pedro Honorato Correa de Miranda e seu eleitor para a Assembléia
Provincial em vários mandatos.
. Francisco
José Correa de Miranda vereador da 1ª Câmara da Vila de Santa Anna de
Igarapé-Miri (1844-1849), Major da Guarda Nacional de Igarapé Miri citado em
1866 e delegado de Igarapé-Miry, tendo como subdelegado Francisco Lopes Tourão
e mais os subdelegados de Anapu, Manoel Lourenço Correa de Miranda e de Abaeté,
José Honório Roberto Maués, como da comarca da Capital, citados em 1874.
. Izidoro
Antonio Correa de Miranda, foi vereador na Câmara de Sant’Anna de Igarapé-Miri
(1857-1860).
. Crescêncio
Correa de Miranda, foi verador na Vila de Sant’Anna de Igarapé-Miri
(1865-1868).
. José
Procópio Correa de Miranda, citado em 1867, tenente.
. João José
Correa de Miranda, citado em 1867 e Antonio Francisco Lobato Frade (é o mesmo
Francisco Lobato Frade c/c Theresa Correa de Miranda, filha de Manoel Gonçalves
Correa de Miranda e Thereza de Jesus Maia?), citado como eleitor de Pedro
Honorato Correa de Miranda, desde 1835 a 1868, para a Assembléia Provincial e
Manoel Lourenço, influentes em Igarapé-Miri .
. Manoel
Procópio Correa de Miranda, foi vereador na Vila de Santa Ana de Igarapé-Miri
(1873-1877, quando foi presidente da Câmara e 1881-1884)
. Antonia
Maria Correa de Miranda, dona de terras com plantações, dona de 5 escravos no
rio Coji, distrito de Anapu e Abaeté, citada em 1862.
. Antonia
Euphrosina Correa de Miranda
. Tenente-Coronel
Arlindo Leopoldo Correa de Miranda. Foi presidente da 1ª Câmara da Vila de
Abaeté, em 1881 até 1884 e da 2ª, de 1884 a 1887.
Foi membro, como vogal, do Conselho de Intendência de Abaeté, período de
1890-1891, na intendência de José Benedito Ruiz.
. Dr. JOÃO
EVANGELISTA CORREA DE MIRANDA, cunhado de João Evangelista Correa Chaves, foi
vereador na Vila de Santa Anna de Igarapé-Miri (1865-1868), deputado provincial
entre os anos de 1876 a 1878, e c/c uma irmã de João Evangelista Correa Chaves. Juiz Substo.
do 2º Distrito Judiciário da Comarca, em 1895. Foi um dos assinantes da Ata de
Instalação da Cidade de Abaeté em 15/8/1895.
Dr. João
Evangelista Correa de Miranda, como major-ciriurgião:
A comarca
de Igarapé-Miry em 12/4/1906 abrigava a 72ª brigada de infantaria que tem como
coronel comandante, o tenente-coronel Marcollino Augusto Ferreira Vaz e ainda:
Estado
maior: Capitão-assistente, João Pereira da Costa Júnior e o capitão Miguel
Mendes dos Reis; capitaõ-ajudante de ordem, Messias de Sigmaringa Lobato e
capitão-ajudante de ordem, Leopoldo Anísio de Lima; major-cirurgião, Dr. João
Evangelista Correa de Miranda.
João Evangelista Correa de Miranda, na Guarda Nacional:
214º
batalhão de infantaria:
Estado
maior: tenente-coronel comandante, major José Honório Roberto Maués,
major-fiscal, o capitão Alexandre Antonio Cardoso, capitão-ajudante, João
Roberto dos Reis; tenente-secretário, José da Costa Ferreira Ribeiro;
tenente-quartel-mestre, Augusto Pereira da Cruz; capitão-cirurgião, João
Nonnato de Souza.
1ª
companhia de infantaria, capitão Rodolpho Pereira de Araujo; tenente Olyntho
Rocha, alferes, Príncipe da Silva Villaça e João Joaquim de Almeida Pinto.
2ª
companhia de infantaria, capitão Firmo Roberto Maués, tenente Thomaz Rodrigues
Pereira, alferes Jerônimo Freitas Guedes e Manoel José da Costa.
3ª
companhia de infantaria, capitão João Nepomuceno Viégas, tenente Bernardo
Antonio Maués e alferes Leopoldo Ceciliano Paes e Jacintho José dos Santos.
4ª
companhia de infantaria, capitão Manoel Fernandes Paes, tenente Fortunato
Pereira Ramos e alferes Manoel Athanasio
Fernandes e Romualdo José do Carmo.
Foi Intendente Municipal de
Abaeté no período de 1902 a 1906. Na sua intendência foi inaugurada a estrada
Dr. João Miranda, em 1904 e a Colônia agrícola do mesmo nome. Foi deputado na
Assembléia Legislativa em 1906.
Dr. João Evangelista Correa de Miranda, em Abaetetuba
A estrada
Dr. João Miranda era apenas uma clareira aberta no meio do mato, que ligava a
sede do município à sua Colônia Agrícola, que levava aos sertões de Abaeté, daí
o nome que recebeu no seu início, Rua do Sertão. Essa estrada veio a melhorar o
sacrifício dos agricultores locais, no transporte de seus produtos, antes
trazidos em reboques e montarias através dos rios e igarapés que desaguavam no
rio Abaeté. Foi construída com a ajuda dos próprios colonos, à base de enxadas
e terçados.
A Estrada Dr. João Miranda foi reinaugurada por Aristides dos Reis e Silva, em
1919, quando era Intendente de Abaeté.
Uma
citação de 1903: A Banda de
Música Bela Harmonia abrilhantou a inauguração em 02.04.1903 do Grupo Escolar
de Abaeté, na administração do Intendente Municipal Tenente Coronel Torquarto
Pereira de Barros, com a presença do Dr. João Evangelista Correa de Miranda,
Juiz do Distrito judiciário, do Coronel Hygino Maués, do professor Bernardino
Pereira de Barros, Diretor do grupo escolar inaugurado, do Padre Francisco
Manoel Pimentel, de Cornélio Pereira de Barros, lente da Escola Normal do
Estado e dos professores presentes: Basílio Chrispim de Carvalho, Fidélis Magno
de Araújo, Maria de Nazaré de Moraes e Francisca Romana de Almeida Pimentel,
todos normalistas.
Correa de Miranda
Tenente
José Procópio Correa de Miranda
João José
Correa de Miranda
MARIA DA
GLÓRIA CORREA DE MIRANDA, dona de terras, engenho e terrenos:1) Huma sote de terras com meia légua, pouco
mais ou menos a qual principia das divisões de JOZÉ GONÇALVES CHAVES e confina
com ALEXANDRE ANTONIO DE OLIVEIRA PANTOJA, fundos competentes, denominado
vulgarmente Japaticú com caza de vivenda coberta de telha com 100 palmos de
frente e 70 de fundos, além de um grande quintal com cazas (no município de
Igarapé-Miry, citado em 1857).
2) Hum
quarto de terras nas cabeceiras do Rio (....) que principiam dos marcos de
ALEXANDRE ANTONIO DE OLIVEIRA PANTOJA e dahi por diante athe o (....) de braças
pertencentes às ditas terras (na freguesia de Sant’Anna de Igarapé-Miry, citada
em 1857).
3) dois
terrenos na Villa de Igarapé-Miry (citados em 1857).
4) hum
engenho de moer urucú sem serventia (citado em 1857), dona de17 escravos.
MARIA RITA CORREA DE MIRANDA, dona de terras com plantações de cacau na Vila de
Igarapé-Miri, dona 16 escravos, contemporânea do seu vizinho, também dono de
fazendas/engenhos: Maria Gonçalves Chaves, citados em 1857.
JOSÉ CARLOS CORREA DE MIRANDA, c/c Joanna Maria Ferreira de Gusmão, donos de terras
com plantações de mais de 2.800 pés de cacau e cana-de-açúcar, donos de casas,
engenhos e 13 escravos na igarapé Domingos Guará, Freguesia de Santa Anna de
Igarapé-Miri.
Maria da Glória Miranda Nery,
citada em1895.
Antonia Euphrosina Correa de
Miranda.
MANOEL LOURENÇO CORREA DE MIRANDA (o 1º Manoel Lourenço), citado em 1874 como subdelegado de Anapu, junto com
o delegado de Igarapé-Miry, Francisco José Correa de Miranda, de
Igarapé-Miry, do subdelegado Francisco
Lopes Tourão e dos subdelegados, tendo
como subdelegado Francisco Lopes Tourão e mais o do subdelegado de Abaeté, José
Honório Roberto Maués, como da comarca da Capital.
Família
Passos Correa de Miranda:
José dos Passos Correa de Miranda:
Em 1888 foram nomeados como oficiais da Guarda nacional em 7 de fevereiro, para o batalhão nº 34 de infantaria da Guarda Nacional de Igarapé-Miry:
1ª companhia: para capitão, o alferes do extinto batalhão nº 11, Aprígio Apolinário Lobato.
Para tenente, o guarda Leonardo Antonio Lobato.
Para alferes, o guarda Manoel Sebastião Lobato.
Promoções: promovido para capitão da 2ª companhia, o guarda José Fleury Correa Caripuna.
Para tenente, o guarda João Antonio da Cruz Filho.
Para alferes, o guarda Manoel João Pimentel.
3ª Companhia: promoções em
1888:
Para capitão, o guarda José
dos Passos Correa de Miranda. Para tenente, o guarda Joaquim de Deus Oliveira.
Para alferes, o guarda José Valois Chaves.
3ª companhia: promoções em
1888:
Para capitão, o guarda Manoel
Raymundo de Oliveira Júnior.
Para tenente, o alferes do extinto batalhão nº 11,
Lourenço Antonio Lopes de Oliveira.
Para alferes, o guarda Athanásio Bonifácio
da Costa.
4ª companhia; promoções em
1888:
Para capitão, o guarda Mariano
Antonio Pinheiro.
Para tenente, o guarda Sebastião Simpliciano de Lyra Lobato.
Para alferes, o guarda José Bernardo de Lyra Castro.
6ª companhia; promoções em
1888:
Para capitão, o guarda Gentil
Augusto Lobato.
Para tenente, o guarda Marcellino Antonio da Silva.
Para
alferes, o guarda Antonio Idomeneo Rocha.
Estado maior: tenente-ajudante,
servindo de secretário, o guarda João Paulo Paraense Perdigão.
Para tenente-quartel-mestre, o
guarda João Antonio Laudim de Miranda.
Por portaria de 20/3/1888, foi
designado, novamente, o tenente-coronel Antonio Manoel Correa de Miranda para
comandante superior da Guarda nacional de Igarapé-Miry.
Família
A família abaixo residente em Pernambuco quer conhecer e se corresponder com seus parentes do Pará:
Colaboração de Simone e Antonia Miranda, direto de Recife-PE.
1ª G/ pais de Silvestre Correa
de Miranda
2ª
G/Filhos/F, SILVESTRE CORREA DE MIRANDA, que comprou o antigo Engenho Cariá,
sito no Rio Meruú-Açu, no atual município de Igarapé-Miri, que inicialmente, no
final do século 19, pertencia ao Capitão Amadeu Cristino Pinheiro (este filho
da escrava Ana Cristina) e que, na primeira década do século 20, foi vendido ao
Major João Pinto Longuinhos Braga, cuja viúva vendeu o Engenho ao Sr. Silvestre
Correa de Miranda, que casou com Joanna Longuinhos e com filhos, 3ª G/Netos/N:
Olavo (este morava em Belém), Oduval (este trabalhava com o pai), que chegaram
a trabalhar mais alguns anos no engenho.
Família
Família residente no Estado de
Pernambuco, Brasil e que se comunicar com os seus parentes do Norte do Brasil. Escrever para o Blog
1ª G/ pais de CLÁUDIO CORREA
DE MIRANDA
2ª
G/Filhos/F, Claúdio Correa de Miranda, casado com Hermelinda Correa de Miranda,
ambos domiciliados e residentes em Belém/Pa e com filhos, 3ª G/Netos/N: Oswaldo
Correa de Miranda e outros.
3ª G/N:
OSWALDO CORREA DE MIRANDA, nascido a 21/1/1916 no Estado do Pará, que por questões
familiares foi embora do Pará (sua mãe ficou viúva e casou uma 2ª vez) e nunca
mais se teve notícias suas, fixando residência nos bairros da Várzea e da Boa Vista, em Recife-PE. Desde seu falecimento, posterior ao de sua esposa, sua única filha de Recife/Pe, junto a seus dois filhos, manifesta desejo de conhecer os seus parentes do
Pará e até o momento não lograram êxito. Oswaldo Correa de Miranda casou
civilmente em Recife com Maria Haydée Alves Miranda em 22/2/1941 e ambos já são
falecidos desde a década de 1940 e Oswaldo e Haydée tiveram uma única filha, 4ª
G/Bisnetos/Bn: Antonia Maria Alves Miranda, que completou 70 anos em 04/2012 (nascida em 1942) e seu maior sonho em vida é conhecer seus parentes do Norte do Brasil.
4ª G/Bn:
Antonia Maria Alves Miranda, pernambucana, casou e com filhos, 5ª
G/Trinetos/Tn: Simone Miranda/Simica, e Antonia tem uma neta, um neto, 6ª G/Tetranetos/Ttn e uma bisneta, 7ª G/Pentanetos/Pn, em Recife, que estão à procura de seus parentes da
Família Correa de Miranda, do Norte do Brasil, especialmente os de Belém /Pa.
Vide foto de Oswaldo e Maria Haydée.
Obs: Os dados sobre os parentes dessa família acima podem ser informados aqui mesmo nesta postagem no espaço de comentários abaixo ou ser enviados para o e-mail ademir-heleno@bol.com.br ou o e-mail de Simone acima citada.
Família
1ª G, pais de Raimundo Correa de Miranda
2ª G/Filhos/F, Raimundo Correa de Miranda e outros?,
nasceu em Igarapé-Miri entre os anos de 1897 a 1899 e jovem viajou para a Ilha
do Marajó, interior da cidade de Breves/Pa e casou com Rogéria Bahia/Correa de
Miranda e tiveram 5 filhos, 3ª G/Netos/N que têm descendência também em
Belém/Pa e netos, 4ª G/Bisnetos/Bn, entre os quais Carlos Alberto Correa de
Miranda, este residindo atualmente no Rio de Janeiro/RJ e que está interessado
em obter mais dados sobre a origem de sua família e a certidão de nascimento de
seu avô Raimundo Correa de Miranda, citado acima.
3ª G/Netos/N, filhos de Raimundo Correa de
Miranda e Rogéria Bahia Correa de Miranda.
4ª G/Bisnetos/Bn, netos de Raimundo Correa de
Miranda e Rogéria Bahia Correa de Miranda, nascidos de seus 5 filhos.
4ª G/Bn, Carlos Alberto Correa de Miranda,
reside no Rio de Janeiro, citado acima.
Colaboração de Carlos Alberto Correa de Miranda.
Família
João
Marcellino Correa de Miranda, 6º suplente em exercício da subdelegacia do 2º
distrito de Acará, citado em 1869, com casa
atacada à noite por 8 indivíduos armados.
Família:
JOÃO
AUGUSTO CORREA, dono da Companhia de Navegação Fluvial Paraense, citado em 1868
fazendo as linhas dos vapores para as localidades de Moju, Guamá e com pontos
de escalas na Boca do Jambuaçu, Freguesia de Moju, Boca do Canal, Fazenda do
Coronel Miranda e Cairary e através dos vapores “Moju” e Guamá” em viagens de
20 horas á 12 milhas por hora e a favor da maré e em 1869 citado fazendo a
navegação à vapor entre a Capital e os portos de Cairary, Acará e Tupinambá, no
rio Guamá, com escala em Bujaru, São Domingos, São Miguel, Irituia com 2
vapores por mês, com subvenção de hum ano, por contrato de 30/11/1868, em duas
linhas, uma da Capital a Igarapé-Mirim, tocando os vapores em Abaeté e a 2ª
linha da Capital a Baião, tocando os vapores em Cametá, Tocantins e Mocajuba e
em 1870 a mesma companhia de navegação é citada com 7 linhas de navegação e em franca
prosperidade, sendo uma dessas linhas a linha inferior do Baixo Tocantins.
Família
Bacharel Manoel Gomes Correa
de Miranda, juiz de órfãos citado em
1844 e professor no Lyceu Paraense citado em 1844, em Belém/Pa, juiz de direito citado em 1850,1851.
Família
Julião
Honorato Correa de Miranda, falecido em 1874, engenheiro, citado em 1869, 1873
servindo nas obras da extinta Repartição de Terras Públicas, engenheiro e
fiscal das obras públicas da província do Pará, citado nessa função em 1873 e
em 1874 era o engenheiro-fiscal da construção da Igreja de Nazareth.
Julião
Honorato Correa de Miranda (homônimo) citado em 1881 na abertura de estradas no
Rio Tapajós e Mato Grosso, com demora de um mês de estudos e com relatórios,
junto com o engenheiro Antonio Manoel Gonçalves Tocantins.
Família
João Pedro
Correa de Miranda, citado em 1863 como aluno pensionista do Colégio Paraense,
em 1879 comobacharel secretário interno da Relação do distrito.
João Pedro
Honorato Correa de Miranda, bacharel citado em 1879 como secretário nomeado
para o Tribunal de Relação do distrito da Capital e no mesmo ano citado como
lente e professor de Contabilidade e Escrituração Mercantil, no Lyceu Paraense,
recebendo menção honrosa.
As
citações sobre João Pedro e João Pedro Honorato indicam, pelas datas, que se
trata da mesma pessoa.
Família
Manoel
Correa de Miranda, tenente-coronel, com contrato de 3:000$000 réis anuais, por
10 anos, com o governo da Província em
1888, na navegação para Igarapé-Miry.
Adelino Octávio Correa de Miranda,
bacharel, citado em 1886 como professor substituto de Latim do Lyceu Paraense,
na capital.
Família
JOSÉ
ANTONIO DE MIRANDA, com embarcação à vapor que fazia linha para a capital e
para a sua fazenda no Rio Capim de 1859 a1862.
Mendes
Correa e Cia, que possuía em 1900 contrato com o Estado do Pará para a
navegação da Linha do Alto Acará.
João
Baptista Correa de Miranda, citado em 1876 como como oficial da Guarda
Nacional.
Manoel
Martins Correa de Miranda, citado como professor da instrução pública de Moura
em 1842.
Colaboração de Thyran Miranda
Família Correa de Miranda do Baixo Amazonas, Prainha/PA
Um membro desta família, devido a austeridade e rigidez familiar, mudou-se para o Peru e, posteriormente para o Baixo Amazonas, Prainha/Pa, ainda quando esta localidade pertencia ao município paraense de Santarem, e lá constituiu uma grande geração com 3 esposas sucessiva, dos Correia de Miranda, esta de Igarapé-Miri/PA
ANITA MIRANDA
. Professora BERENICE DE SOUSA MIRANDA, com nome na Tv. Professora Berenice de Sousa Miranda, em Painha/PA, bairro Açaizal.
,.DOMINGAS MIRANDA
. EMANOEL CORREA DE MIRANDA, nascido em 03/8/1873,
FROYLAN CORREA DE MIRANDA, patriarca dos Correa de Miranda em Prainha e que é avô de Thayran Matheus Miranda..
RAYMUNDO CORREA DE MIRANDA, com nome da Travessa Raimundo Correa de Miranda, no bairro Açaizal
. ROLDÃO CORREA DE MIRANDA, filho de Emanoel Nazareth Correa de Miranda, que casou com 3 esposas sucessivas: Gregória, Dalila da Silva Miranda e Raimunda Pires e com os filhos: Domingas Miranda, Anita Miranda, Corinto da Silva Miranda, Benedita Pires Miranda, Ney Pires Miranda, Benedito Pires Miranda, Léia Pires Miranda, Cleia Pires Miranda, Arlindo Pires Miranda, Varlindo Pires Miranda, Carlos Pires Miranda, Manoel Pires Miranda, Neir Pires Miranda, Roldão Correa de Miranda Filho, Delfina da Silva Miranda, Altair da Silva Miranda, Lindóia da Silva Miranda, Raimundo da Silva Miranda, Deuslírio da Silva Miranda, Antonio da Silva Miranda, Maria José da Silva Miranda e Rômula da Silva Miranda, este nascido em 04/41938 e se for o mais criança significa que os demais são anteriores ao ano de 1938. Rodão Correia de Miranda teve outros irmãos: Philadelfo Correa de Miranda, Ernesto Correa de Miranda, Maria de Lourdes Correa de Miranda, Otaviano Correa de Miranda, Priscila Correa de Miranda, Natalina Correa de Miranda, Isolina Correa de Miranda Bernardete Correa de Miranda, esta nascida em 27/8/1906, e se esta for a mais criança da família, os demais são de nascimento anteriores ao 1906.
. ROLDÃO CORREA DE MIRANDA FILHO, este filho de Roldão Correa de Miranda, e Raimunda Pires e Roldão Filho casou com Oneide de Santa Maria do Uruará.
Colaboração de Carlos Correa
Família Paralela de Severina Correa de Miranda
. Agripino Dória, filho de João Pereira Dória/João Dória e Severina Correa de Miranda
. Carlos Correa, filho de Creuza Pinheiro Correa e Oséas Lobato Correa.
. Cláudio Dória Pinheiro, filho de Rosa Dória e Gustavo Martins Pinheiro
. Creuza Dória
Pinheiro/Creuza Pinheiro Correa, filha de Rosa Dória e Gustavo Martins
Pinheiro e Creuza casou com Oséas Lobato Correa e com filhos: Carlos
Correa.
. Francisco Dória/Chiquinho Dória, filho de João Pereira Dória/João Dória e Severina Correa de Miranda e Francisco com origem na localidade Rio Murutipucu-Comunidade Boa União, tendo estudado com o Prof. Alfredo Silva, nessa localidade.
.
João Pereira Dória/João Dória, com origem na localidade Rio
Murutipucu-comunidade Boa União, tendo estudado com o Prof. Alfredo
Silva nessa localidade, casado com Severina Correa de Miranda e com
filhos: Francisco, Ranulfo, Agripino, Maria e Rosa Dória.
. Maria Dória, filha de João Pereira Dória/João Dória e Severina Correa de Miranda
. Natércia Dória Pinheiro, filha de Rosa Dória e Gustavo Martins Pinheiro.
. Oséas Lobato Correa, casou com Creuza Pinheiro Correa e com filhos: Cláudio Correa.
. Ranulfo Dória, filho de João Pereira Dória/João Dória e Severina Correa de Miranda, e Ranulfo com origem na localidade Rio Murutipucu-Comunidade Boa União, tendo estudado com o Prof. Alfredo Silva, nessa localidade.
. Rosa Dória, filha de João Pereira Dória/João Dória e Severina Correa de Miranda, e Rosa casou com Gustavo Martins Pinheiro e com 4 filhos: Creuza, Zuila, Cláudio e Natércia Dória Pinheiro.
. Zuila Dória Pinheiro, filha de Rosa Dória e Gustavo Martins Pinheiro.
Acima:
Foto dos pais de Antonia Maria Alves Miranda,
que procura os parentes de seu pai e avô, citados acima.
Foto dos pais de Antonia Maria Alves Miranda,
que procura os parentes de seu pai e avô, citados acima.
Observação:
Bom dia professor Ademir,
A minha família materna é da região de Igarapé-Miri, Vila Maiuata, Mauba e ainda temos parentes morando em Abaetetuba, minha avó materna já está chegando aos 85 anos (lúcida Graças a Deus) e tem andado saudosista falando sobre o pai que ela pouco conheceu pois quando ela tinha 06 meses de nascido ele tinha separado da mãe dela e deixado 4 filhas. Do pai ela só sabe que o chamavam de português o nome dele JOÃO SAMPAIO CORREA (falecido quando ela tinha 09 anos) e no avô paterno AMÉRICO CORREA (quem ela não chegou a conhecer).
Eu comecei a pesquisar informações sobre a ascendência a minha avó Emília e dessa região para mostrar a ela e até exercitar a memória afetiva dela pois depois que ficou viúva foi ficando mais solitária... posto que, felizmente, encontrei seu blog que é um maravilho registro histórico da região com dados que eu nunca tinha tomado conhecimento e desde já lhe parabenizo pena que a educação local nos mantém alheios a nossa história regional.
Ao longo dos anos sempre escutei minha avó citar esse pai, supostamente português que era muito bonito, alto e loiro(inclusive o nome de um dos filhos dela é João em homenagem ao pai que ela tinha); segundo relatos dela existia algum grau de parentesco via paterna entre o pai dela e os Correa do Grupo Nazaré; como ela e as irmãs foram criadas só pela mãe e a família paterna nunca lhes deu atenção o convívio foi nulo.
O senhor não imagina meu espanto em encontrar o sobrenome CORREA em suas pesquisas e artigo postado, quando fui ler pra minha avó ela reconheceu muitos dados citados e inclusive o nome de AMÉRICO CORREA (de origem italiana) como o mesmo nome do avô paterno dela, ao seguir lendo observados certas coincidências e estou inclinada a acreditar que ele é mesmo nosso ascendente porém, para sanar qualquer dúvida, gostaria de pedir ao senhor que disponibilize mais dados, se claro, o senhor tiver acesso para que ela possa saber mais sobre a própria origem.
Caso o senhor não tenha mais dados, peço sua orientação sobre como posso proceder para encontrar essas informações, como e onde descobrir ? pois minhas buscar online estão sendo infrutíferas.
Agradeço seu tempo e disposição de ter criado o Blog e a sua atenção;
Até deixei um cometário no blog também.
. Américo Correa pai de João Sampaio Correa (casado com Maria Liberalina de Abreu Correa )
Att. Caroline Sharon Lopes de Lima.
Blog do Prof. Ademir Rocha, de Abaetetuba/Pa




Caras Simone e Antonia Miranda, de Recife/PE, obrigado pelas informações, correções e acréscimos à sua família dos Correa de Miranda. O Blog de Ademir Rocha já conseguiu localizar vários membros de famílias originadas em Abaeté e Igarapé-Miri/Pa no Brasil e em vários locais do mundo e tenho certeza que vamos encontrar também os seus parentes, sonhos de Antonia Miranda. Abraços de Ademir Rocha, de Abaetetuba/Pa.
ResponderExcluirSenhor Ademir Rocha, Preciso muito realizar a genealogia de Lourenço António Bahia esposo de Maria Corrêa Miranda (conhecida como Salomé ), filho de Euzébio Roberto Miranda e Inês Pinheiro Portugal falecido 2r de maio de 1974. Teve filhos Raimunda de Nazaré, João (conhecido como João alemão ), Santana e Maria da Conceição . Por favor, preciso muito dessas informações. Favor responder pelo e-mail scamoraes @yahoo.com.br
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