Grupo 2 e Figuras Populares de Abaetetuba
GRUPO ABAETETUBA:
CÓPIAS
UMA X POR SEMANA.
UM REFORÇO, UMA AMIZADE.
Nos rumos da educação, a instrução é uma das maneiras mais eficazes de alcançarmos o conhecimento.
Em Abaetetuba, quantos de nós , além das aulas da escola, precisávamos de um reforço que era dado pelos EXTERNATOS ?
Uma boa parte de nós deve o conhecimento aos externatos.
UM REFORÇO, UMA AMIZADE.
Nos rumos da educação, a instrução é uma das maneiras mais eficazes de alcançarmos o conhecimento.
Em Abaetetuba, quantos de nós , além das aulas da escola, precisávamos de um reforço que era dado pelos EXTERNATOS ?
Uma boa parte de nós deve o conhecimento aos externatos.
Os mais antigos falam
do Professor Maxico, do tempo da sabatina e da palmatória.
Professos Onofre Carneiro, outro a dar aulas em seu externato.
Professoras Ilza Ferreira, Clívia Nery, Carlaide Cardoso, PROFESSORA MERCÊS, PROFESSORA OLINDA CONTENTE, Professora LUCINÉZIA PAES, enfim, a memória é fraca e talvez eu tenha esquecido de mencionar outros desses tantos a quem devemos muito.
O externato era no horário diferente daquele do colégio. E lá íamos nós para aquela aula que revisava, mostrava os erros, treinava e incentivava ao aperfeiçoamento.
Hoje soa diferente.
Professores particulares, ajuda da internet ( O tio guga informa o que pedirmos), outro tipo de vida, outro tempo e outras situações.
Mas o que não muda é que o conhecimento é tudo.
Desde a antiga Grécia até a atual Grécia comprimida por problemas econômicos e financeiros que o mundo repete : sem conhecimento o homem sequer consegue caminhar.
Abaetetuba agradece aos seus professores de externatos.
Professos Onofre Carneiro, outro a dar aulas em seu externato.
Professoras Ilza Ferreira, Clívia Nery, Carlaide Cardoso, PROFESSORA MERCÊS, PROFESSORA OLINDA CONTENTE, Professora LUCINÉZIA PAES, enfim, a memória é fraca e talvez eu tenha esquecido de mencionar outros desses tantos a quem devemos muito.
O externato era no horário diferente daquele do colégio. E lá íamos nós para aquela aula que revisava, mostrava os erros, treinava e incentivava ao aperfeiçoamento.
Hoje soa diferente.
Professores particulares, ajuda da internet ( O tio guga informa o que pedirmos), outro tipo de vida, outro tempo e outras situações.
Mas o que não muda é que o conhecimento é tudo.
Desde a antiga Grécia até a atual Grécia comprimida por problemas econômicos e financeiros que o mundo repete : sem conhecimento o homem sequer consegue caminhar.
Abaetetuba agradece aos seus professores de externatos.
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de Outubro às 12:22
Ana Maria
Quaresma e outras
7 pessoas curtiram isso.
No DIA DAS CRIANÇAS,
as minhas homenagens às crianças que fazem parte da minha família e por
conseguinte fazem parte da minha vida: Lucas, Laiz, Helena, Heitor, Adam,
David, Maria Helena, Maria Eduarda, Marcus, Gabriel, Gustavo, Felipe, Théo,
Lauro, Ivan Neto, Ian, Iana, João Pedro, Gustavo, Matheus, Evelyn, Mauricio,
Nayana, Isabela, Beatriz, Laura, Henrique, Helena, Lohana, Anderson, Carlos,
José Wilson e Gyovana
SER CRIANÇA
Ser criança é achar que o mundo é feito de fantasias, sorrisos e brincadeiras. Ser criança é comer guloseimas, tomar açaí e se lambuzar. Ser criança é acreditar num mundo cor de rosa. Cheio de pipocas. Ser criança é olhar e não ver o perigo. Ser criança é sorrir e fazer sorrir. Ser criança é chorar sem saber por que. Ser criança é se esconder para nos preocupar. Ser criança é pedir com os olhos. Ser criança é derramar lágrima para nos sensibilizar. Ser criança é isso e muito mais. É nos ensinar que a vida, apesar de difícil, Pode tornar-se fácil com um simples sorriso. É nos ensinar que criança só quer carinho e afeto. É nos ensinar que, para sermos felizes, Basta apenas olharmos para uma criança
SER CRIANÇA
Ser criança é achar que o mundo é feito de fantasias, sorrisos e brincadeiras. Ser criança é comer guloseimas, tomar açaí e se lambuzar. Ser criança é acreditar num mundo cor de rosa. Cheio de pipocas. Ser criança é olhar e não ver o perigo. Ser criança é sorrir e fazer sorrir. Ser criança é chorar sem saber por que. Ser criança é se esconder para nos preocupar. Ser criança é pedir com os olhos. Ser criança é derramar lágrima para nos sensibilizar. Ser criança é isso e muito mais. É nos ensinar que a vida, apesar de difícil, Pode tornar-se fácil com um simples sorriso. É nos ensinar que criança só quer carinho e afeto. É nos ensinar que, para sermos felizes, Basta apenas olharmos para uma criança
Fonte:
encontropalavradevida.blogspot.com.br
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Externato da profa.
Esmerinda.
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Histórico de
comentário
Caro José
Heiná Maués Maués, por pesquisas nos deparamos com os antigos externatos
do Prof Maxico (muita palmatória) e antes o Externato do Pe. Luiz Varela, ali
onde hoje se engue o prédio do BASA e outros prédios e o padrão era o mesmo:
mesas compridas e pesadas e bancos também compridos e pesados em
madeira-de-lei. Eu estudei nos externatos das Filhas do Jucá Costa e o da
Profa Carlaide, só meninas lindas! Abçs, Ademir
Heleno Araujo Rocha
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Publicação original
UMA X POR SEMANA.
UM REFORÇO, UMA AMIZADE. Nos rumos da educação, a instrução é uma das maneiras mais eficazes de alcançarmos o conhecimento. Em Abaetetuba, quantos de nós , além das aulas da escola, precisávamos de um reforço que era dado pelos EXTERNATOS ? Uma boa parte de nós deve o conhecimento aos externatos. Os mais antigos falam do Professor Maxico, do tempo da sabatina e da palmatória. Professos Onofre Carneiro, outro a dar aulas em seu externato. Professoras Ilza Ferreira, Clívia Nery, Carlaide Cardoso, PROFESSORA MERCÊS, PROFESSORA OLINDA CONTENTE, Professora LUCINÉZIA PAES, enfim, a memória é fraca e talvez eu tenha esquecido de mencionar outros desses tantos a quem devemos muito. O externato era no horário diferente daquele do colégio. E lá íamos nós para aquela aula que revisava, mostrava os erros, treinava e incentivava ao aperfeiçoamento. Hoje soa diferente. Professores particulares, ajuda da internet ( O tio guga informa o que pedirmos), outro tipo de vida, outro tempo e outras situações. Mas o que não muda é que o conhecimento é tudo. Desde a antiga Grécia até a atual Grécia comprimida por problemas econômicos e financeiros que o mundo repete : sem conhecimento o homem sequer consegue caminhar. Abaetetuba agradece aos seus professores de externatos. |
xxxxxx
Caro Antonio Junior
Braga, não há de que! E continue sempre a promover a cultura, em especial a
musicalidade, abçs, Ademir Heleno Araujo Rocha
Esmerino Roque Neto TI TI
Abre Caminho que Eu quero passar
Humberto Costa O
Professor Frank Mendes, aqui mencionado é um dos fundadores do conjunto “Os
neófitos”, e é uma pessoa singular, possuidor de um caráter inigualável. Como
pessoa é um ser humano de uma sensibilidade única, como músico é um dos
precursores da musica eletrônica (guitarras elétricas), é um dos primeiros
organistas de Abaetetuba, atualmente mantém-se a frente do grupo “Os Neófitos”,
com o mesmo esmero dos anos 70!
Para o professor Frank Mendes, que é pai do Fábio e da Fabiane Edgare, eu tiro o meu chapéu!
Para o professor Frank Mendes, que é pai do Fábio e da Fabiane Edgare, eu tiro o meu chapéu!
Humberto Costa Há!
comecei a tocar, vendo e ouvindo o Prof. Frank Mendes tocando nos Neófitos,
junto com o meu irmão Paulo Bastos (Paulo Braga), nos idos da década de 70!
Fabiane Edgar Ôoo meu querido
obrigada pelas palavras...eu tenho muito orgulho do meu pai e fico feliz que
ele tenha cooperado um pouquinho que seja com essa geração. Hoje sigo minha
vida na música graças a ele pois herdei o DOM de cantar. E feliz também por que
fiz parte dos "Néofitos" assim como meu irmão Fábio Figueiredo e
minha mãe Orlandina. Foi onde tudo começou! Um abraço e obrigada pela grande
amizade que tens pela nossa família
ESTE PERSONAGEM
QUERIDO DOS ABAETETUBENSES, FAZ PARTE DA HISTÓRIA DE NOSSA CIDADE, POIS SUA
ATIVIDADE DE "SEDEX" TEM SIDO DE GRANDE IMPORTÂNCIA PARA TODOS OS QUE
DELA PRTECISARAM. INCLUSIVE DURANTE ANOS, SÓ HOUVE PROJEÇÃO DE FILMES, DEVIDO
AO SEU EXCELENTE TRABALHO DE ESPERAR OS ROLOS NO LARGO DO CARMO.
Benedito Costa kkkkkkk!!
muito bom, esse Alexandre!! temos que tirar o chapéu.
Benedito Costa Esse cara já
fez muita presença, um grande Abaetetubense, não tenha dúvidas.
Joelma Paes Quando estudava
em Belém, sempre ficava feliz quando via o Aranha batendo na porta da casa do
meu avô, onde eu morava, pois sabia que o mesmo trazia suprimentos para mim de
Abaetetuba (comida e dinheiro) que meus pais mandavam. Obrigada Aranha.
Mari C. Cardo
Homem trabalhador....um exemplo!!
UMA X POR SEMANA.
UM REFORÇO, UMA AMIZADE.
Nos rumos da educação, a instrução é uma das maneiras mais eficazes de alcançarmos o conhecimento.
Em Abaetetuba, quantos de nós , além das aulas da escola, precisávamos de um reforço que era dado pelos EXTERNATOS ?
Uma boa parte de nós deve o conhecimento aos externatos.
UM REFORÇO, UMA AMIZADE.
Nos rumos da educação, a instrução é uma das maneiras mais eficazes de alcançarmos o conhecimento.
Em Abaetetuba, quantos de nós , além das aulas da escola, precisávamos de um reforço que era dado pelos EXTERNATOS ?
Uma boa parte de nós deve o conhecimento aos externatos.
Os mais antigos falam
do Professor Maxico, do tempo da sabatina e da palmatória.
Professos Onofre Carneiro, outro a dar aulas em seu externato.
Professoras Ilza Ferreira, Clívia Nery, Carlaide Cardoso, PROFESSORA MERCÊS, PROFESSORA OLINDA CONTENTE, Professora LUCINÉZIA PAES, enfim, a memória é fraca e talvez eu tenha esquecido de mencionar outros desses tantos a quem devemos muito.
O externato era no horário diferente daquele do colégio. E lá íamos nós para aquela aula que revisava, mostrava os erros, treinava e incentivava ao aperfeiçoamento.
Hoje soa diferente.
Professores particulares, ajuda da internet ( O tio guga informa o que pedirmos), outro tipo de vida, outro tempo e outras situações.
Mas o que não muda é que o conhecimento é tudo.
Desde a antiga Grécia até a atual Grécia comprimida por problemas econômicos e financeiros que o mundo repete : sem conhecimento o homem sequer consegue caminhar.
Abaetetuba agradece aos seus professores de externatos.
Professos Onofre Carneiro, outro a dar aulas em seu externato.
Professoras Ilza Ferreira, Clívia Nery, Carlaide Cardoso, PROFESSORA MERCÊS, PROFESSORA OLINDA CONTENTE, Professora LUCINÉZIA PAES, enfim, a memória é fraca e talvez eu tenha esquecido de mencionar outros desses tantos a quem devemos muito.
O externato era no horário diferente daquele do colégio. E lá íamos nós para aquela aula que revisava, mostrava os erros, treinava e incentivava ao aperfeiçoamento.
Hoje soa diferente.
Professores particulares, ajuda da internet ( O tio guga informa o que pedirmos), outro tipo de vida, outro tempo e outras situações.
Mas o que não muda é que o conhecimento é tudo.
Desde a antiga Grécia até a atual Grécia comprimida por problemas econômicos e financeiros que o mundo repete : sem conhecimento o homem sequer consegue caminhar.
Abaetetuba agradece aos seus professores de externatos.
Francisco Girard
Rodrigues
UMA X POR SEMANA.
UM REFORÇO, UMA AMIZADE.
Nos rumos da educação, a instrução é uma das maneiras mais eficazes de alcançarmos o conhecimento.
Em Abaetetuba, quantos de nós , além das aulas da escola, precisávamos de um reforço que era dado pelos EXTERNATOS ?
Uma boa parte de nós deve o conhecimento aos externatos.
UM REFORÇO, UMA AMIZADE.
Nos rumos da educação, a instrução é uma das maneiras mais eficazes de alcançarmos o conhecimento.
Em Abaetetuba, quantos de nós , além das aulas da escola, precisávamos de um reforço que era dado pelos EXTERNATOS ?
Uma boa parte de nós deve o conhecimento aos externatos.
Os mais antigos falam
do Professor Maxico, do tempo da sabatina e da palmatória.
Professos Onofre Carneiro, outro a dar aulas em seu externato.
Professoras Ilza Ferreira, Clívia Nery, Carlaide Cardoso, PROFESSORA MERCÊS, PROFESSORA OLINDA CONTENTE, Professora LUCINÉZIA PAES, enfim, a memória é fraca e talvez eu tenha esquecido de mencionar outros desses tantos a quem devemos muito.
O externato era no horário diferente daquele do colégio. E lá íamos nós para aquela aula que revisava, mostrava os erros, treinava e incentivava ao aperfeiçoamento.
Hoje soa diferente.
Professores particulares, ajuda da internet ( O tio guga informa o que pedirmos), outro tipo de vida, outro tempo e outras situações.
Mas o que não muda é que o conhecimento é tudo.
Desde a antiga Grécia até a atual Grécia comprimida por problemas econômicos e financeiros que o mundo repete : sem conhecimento o homem sequer consegue caminhar.
Abaetetuba agradece aos seus professores de externatos
Professos Onofre Carneiro, outro a dar aulas em seu externato.
Professoras Ilza Ferreira, Clívia Nery, Carlaide Cardoso, PROFESSORA MERCÊS, PROFESSORA OLINDA CONTENTE, Professora LUCINÉZIA PAES, enfim, a memória é fraca e talvez eu tenha esquecido de mencionar outros desses tantos a quem devemos muito.
O externato era no horário diferente daquele do colégio. E lá íamos nós para aquela aula que revisava, mostrava os erros, treinava e incentivava ao aperfeiçoamento.
Hoje soa diferente.
Professores particulares, ajuda da internet ( O tio guga informa o que pedirmos), outro tipo de vida, outro tempo e outras situações.
Mas o que não muda é que o conhecimento é tudo.
Desde a antiga Grécia até a atual Grécia comprimida por problemas econômicos e financeiros que o mundo repete : sem conhecimento o homem sequer consegue caminhar.
Abaetetuba agradece aos seus professores de externatos
Abraçao Del pra vc e
a Elza e um Abençoado Cirio pra vcs e seus familiares! Super beijo!
Humberto Costa Ilmo José Heiná
Maués Maués, corroboro com sua preocupação e me solidarizo com sua ideia,
pois sentimos, já, desde muito tempo as consequencias dessas inações daqueles
que poderiam ordenar/mandar/determinar atos mais efetivos para combater essa
barbárie que assola, a maioria dos municípios brasileiros, mais
especificamente, a “nossa” Abaetetuba.
Então, de forma particular e determinante, estamos trabalhando de forma preventiva, a qual busca evitar o ingresso de nossos jovens nessa mazelas, as quais já foram citadas por você. Assim, fui chamado pelo “Seu Batista”, proprietário da “churrascaria O goiano”, para trabalhar com jovens, adolescentes e adultos, estes, residentes na localidade do “Ipixuna/Alambique”, sendo que o “Sr. Batista” disponibilizou (comprou de seu próprio dinheiro), para as atividades sensitivas e práticas da “Arte Música”, instrumentos musicais como: violões (04), teclados (02), bateria (01), instrumentos de fanfarra. Após as primeiras intervenções junto aos nossos “novos companheiro de ensino”, pude perceber que “eles” precisam de oportunidade, e, como você disse “são fatos sociais ocorrentes, ações ocorrentes que funcionam e nós passamos ao lado, fazemos que não é conosco, continuamos nossa caminhada sem nos importarmos com isso : não é comigo ! não é da minha conta !” Assim, SE NÓS NÃO OFERECERMOS AS OPORTUNIDADES, NAS QUAIS ACREDITAMOS SER DIFERENCIADAS PARA MAIS, OUTROS QUE TRABALHAM PARA AUMENTAR OS ÍNDICES DE BARBÁRIE AS OFERECEM. Concluindo, nós que estamos nessa jornada, a qual propõe ações efetivas, somos alguns pequenos grãos de areia na praia da vida, mas, para diferenciarmos nossos atos, já começamos a praticá-los, em prol de resgatar a dignidade e provocar o equilíbrio entre essas forças, que dependendo do momento histórico predominas em nossa sociedade. Por enquanto, estamos em desvantagem, mas, o grupo o qual me engajei já está fazendo sua parte!!! Parabéns ilmo José Heiná Maués Maués, pela iniciativa, poucos no Face se preocupariam em divulgar tal ideia!!Vamos lá, quem aceita o desafio??? Vou colocar a vara de pescar na beira do barco: Elckson Paulo, Angelo Paganelli, Adenaldo Santoscardoso, Ademir Heleno Araujo Rocha,Amelia Pinheiro..
Então, de forma particular e determinante, estamos trabalhando de forma preventiva, a qual busca evitar o ingresso de nossos jovens nessa mazelas, as quais já foram citadas por você. Assim, fui chamado pelo “Seu Batista”, proprietário da “churrascaria O goiano”, para trabalhar com jovens, adolescentes e adultos, estes, residentes na localidade do “Ipixuna/Alambique”, sendo que o “Sr. Batista” disponibilizou (comprou de seu próprio dinheiro), para as atividades sensitivas e práticas da “Arte Música”, instrumentos musicais como: violões (04), teclados (02), bateria (01), instrumentos de fanfarra. Após as primeiras intervenções junto aos nossos “novos companheiro de ensino”, pude perceber que “eles” precisam de oportunidade, e, como você disse “são fatos sociais ocorrentes, ações ocorrentes que funcionam e nós passamos ao lado, fazemos que não é conosco, continuamos nossa caminhada sem nos importarmos com isso : não é comigo ! não é da minha conta !” Assim, SE NÓS NÃO OFERECERMOS AS OPORTUNIDADES, NAS QUAIS ACREDITAMOS SER DIFERENCIADAS PARA MAIS, OUTROS QUE TRABALHAM PARA AUMENTAR OS ÍNDICES DE BARBÁRIE AS OFERECEM. Concluindo, nós que estamos nessa jornada, a qual propõe ações efetivas, somos alguns pequenos grãos de areia na praia da vida, mas, para diferenciarmos nossos atos, já começamos a praticá-los, em prol de resgatar a dignidade e provocar o equilíbrio entre essas forças, que dependendo do momento histórico predominas em nossa sociedade. Por enquanto, estamos em desvantagem, mas, o grupo o qual me engajei já está fazendo sua parte!!! Parabéns ilmo José Heiná Maués Maués, pela iniciativa, poucos no Face se preocupariam em divulgar tal ideia!!Vamos lá, quem aceita o desafio??? Vou colocar a vara de pescar na beira do barco: Elckson Paulo, Angelo Paganelli, Adenaldo Santoscardoso, Ademir Heleno Araujo Rocha,Amelia Pinheiro..
Pessoas, vultos:
Jorge Machado, grande
personalidade que dita a nossa história com fidelidade, fazendo sua análise de
maneira inteligência e sábia, nos proporcionando conhecimentos importantes,
assim como faz muito bem o nosso querido amigo Ademir Heleno Araujo
Rocha. Esse livro é uma das muitas publicações do autor. Sentindo na pele a
indiferença da maioria das pessoas pelo que é nosso, transcrevo as suas
recomenções impressas em todos seus livros: VALORIZE A NOSSA CULTURA. LEIA OS
LIVROS DOS NOSSOS ESCRITORES. Esse Jorge faz e faz muito aqui para Abaeté. Sou
seu grande leitor e admirador. Abraços!!!
Anette Dias Brabo Lembrei que
quando falavam lá na frente de casa " lá vem a Perema", a mamãe
dizia: "entrem e fechem a porta".
Marcela Josefina Parente
LÁ EM CASA MOROU UMA FILHA DE DONA BUGICA, LÁ DE BEJA. NA BOCA DA NOITE
SENTÁVAMOS NAS CAMAS E REDES PARA OUVIR SUAS HISTÓRIAS, GERALMENTE ENVOLVENDO
VISAGENS E BICHOS DO MATO. CERTA VEZ, DE REPENTE, APAGOU A LUZ E QUANDO
OLHAMOS, DOIS ENORMES HOLOFOTES VINHAM DA PORTA, ENORMES E BRILHANTES. FOI UMA
GRITARIA, UM CORRE-CORRE, UMA ZOEIRA DE METER MEDO. PAPAI CORREU LÁ DO BAR COM
UMA LANTERNA...ERA NOSSO GATO, IMPASSIVEL, OLHANDO O ESTARDALHAÇO... PAPAI
ACHOU FILHO EM TODOS OS CANTOS DA CASA, PELO QUINTAL, NOS GALHOS DA GOIABEIRA.
NUNCA ESQUECI....
João Pedro Maués Marcela a
Tia Bugica de Beja era craque pra fazer beijo de moça...
João Pedro Maués E parece
que era o Bispo(aquele narigudo q vendia camarão assado pro Benicio Cruz
vomitar no Venus)que caia nela...Passava a estrovenga com vontade lá no Igarapé
da maria coroa...
Parte inferior do
formulário
Roberto Osorio
Cara dra Iolanda Parente, vc tem uma
grande quantidade de fotos que são raríssimas e têm valor histórico muito
grande. Chegou até nós uma equipe de SECULT-Secretaria de Cultura do Pa, nos
solicitando dados para um trabalho que se chama "Miriti das Águas"
onde eles querem mostrar Abt numa visão do passado q se dirige para a nova
visão do presente e também a visão do futuro. Eu forneci o que tinha e tenho
ainda muitas coisas a ajudar essa equipe de pesquisas etnográficas de Abt,
especialmente a questão dos nossos brinquedos de Miriti em relação com o Círio
e Festa de Nazaré em Belém. As fotos antigas que eles queriam para fazer parte
desse trabalho eu forneci algumas e me lembre de vc com seu incrível acervo
fotográfico do nosso passado histórico. Se quiser ajudar e os demais membros do
grupo, um dos interessados é o Prof e pesquisador Marcelo. Abçs de Ademir Heleno Araujo
Rocha
Essa Vitaminosa era
da nossa amiga Teté, sobrinha do Jornaleiro Dente que morava no inicio da Ponte
do Cafezal amigo Pedro.
Luiz Lobato Inclusive na
ilharga,tinha uma oficina de ferragens,q tinha como funcionário o Cinésio q
morava alí por perto do Churamba e outro era um comptidão q jogava no Tietê q ñ
melembro o nome1
Adenaldo Santoscardoso
Acho muito bacana e interessante conviver com museus: matam as nossas
saudades... agora, estamos bem servidos com a entrada no grupo do nosso grande
e querido amigo Cabeça... muito bom mesmo!!! Pra quem não sabe
"Cabeça" ou "Lata Rachada", são as alcunhas do
excelentíssimo senhor professor Luiz
Lobato. Abraços!!!
João Pedro Maués Luiz Lobato
esse compridão q jogava no Tietê era o Fernando Camutamba irmão do Zé Buraco...
Luiz Lobato Ñ meu caro Pedro.Era
um tal de Pitiú!
Rai Lima Os Beatles devem ter
passado com um som revolucionário. Mas, eu e meus irmãos Iran Lima e Jose Alves Lima Neto fazíamos
cotidianamente esse caminho, da Barão até a escola Dr. Vicente Maués. rsrs
Benedito Costa Isso mesmo
Luiz! era o Pitiú e o Luiz do Legário.
Benedito Costa Fernando
Camutamba, Trovoada, Zé Buraco, Caboré, Ciquitrique, Buçuráua, Luiz do Legário,
Canindé, Tracuá, Pitiú, Zabê, Tiago e demais atletas.
João Pedro Maués Benedito Costa o fernando
Camutamba foi o primeiro jogador de futebol a usar uma caneleira em Abaeté...Só
que a caneleira dele era uma ripa de virola que ele mandou fazer lá na
MASFINA...O nosso inesquecível amigo Roque Dias fez uma entrevista uma noite
com o Fernando durante uma partida de futebol que nós transmitimos pela
Guarany...Aí eu pedi pro Bruxo perguntar pra ele sobre a caneleira e ele
respondeu, todo envergonhado, que era uma ripa de virola...Tu já pensaste pro
atacante adversário encarar a canela dele???rsrs
Benedito Costa Verdade Pedro,
ele aprendeu com o Saúde.
Luiz Lobato O Canindé parece q
éh medico e mora no Rio.Era o camisa 1 do Tietê.E a sede do clube ficava onde
éha arena do Zé Miguel.Suas quermerses eram embaladas ao som do Guajará e a voz
da boemia uma aparelhagem de um tal de Gricélio.
Linomar Ferreira Eu sabia que
os Beatles, eram quatro. O quinto(ou quinta?) deve ser operadora de alguma
coisa.Alias nosso grande Adenaldo, como conhecedor de nossa Abaetetuba, comanda
o desfile.hehehehehe..
Rai Lima O Luiz Cabeça foi meu
professor no Pedro Teixeira. Não lembro se ele trabalhou no Vicente Maués.
Luiz Lobato Ñ Rai Lima,pras banda daí,eu ia
muito No Gigi,Venuta e na casa do pé de Bicho.
Rai Lima kkkkkkkkk. O velho Oton,
meu pai tbm.
Adenaldo Santoscardoso
Eu também andei por essas estivas Linomar Ferreira, saia lá do
algodoal, eu e minha irmã Adelma, para ir estudar no Vicente Maués, que na
época era administrada pela Diretora Carmem Cardoso, prima de meu pai Alexandre
Ferreira Cardoso, tenho muitas recordações desse trajeto.
Luiz Lobato Linomar Ferreira,essa 5ª
pessoa éh a mãe do Zé mª Melo,q foi deixá-los na porta após uma visita cordial.
Luiz Lobato Conta a historia
direita Adenaldo
Santoscardoso.Ñ era só p ir à escola q fazias esse trajeto?Tomavas esse
mesmo caminho qdo fazias visitas ao Sabá do Perí.Lá no campo do Tietê debaixo
da castanheira próximo a casa do seuElpídio.
Luiz Lobato Rai Lima,nesta visita q fizeste c
teu pai lá no Bataclã,ele te apresentou uma morena chamada cú-de-balsa?
Marcela Josefina Parente
EM UM CARNAVAL, GARI, CLEMIR E MAIS DOIS VESTIRAM-SE DE BEATLES. FICARAM
IDÊNTICOS...EXISTEM FOTOS. VOU TENTAR CONSEGUIR.
João Pedro Maués O Sabá do
Peri atualmente é conhecido como "Pelé do Cu"...O Pelé fez mais de
1000 gols e o Sabá deu o seu cu mais de 1000 vezes...
Parte inferior do
formulário
O "seu" Pompeu era nosso vizinho e
pai de numerosa prole, todos nossos amigos. Nossa casa, na beira do igarapé, tinha
um assoalho externo aonde mamãe plantava algumas hortaliças. Dividindo o
tabuado da ponte, uma graciosa cerca também de madeira. A ponte começava no
inicio da D. Pedro, e estendia-se pela beira do igarapé em direção à frente da
cidade.
O "seu" Pompeu tinha um visual ímpar. Alto, magro, usava óculos de aros redondos, e um indefectível e chamativo lenço vermelho. Quando caminhava pela ponte em direção à sua loja, que também ficava próxima à nossa, podíamos ouvir de longe o barulho dos seus passos, firmes e compassados, sempre nos mesmos horários.
Ele era tão alto que sua cabeça passava a altura da cerca e podiamos observar enquanto passava a cadência de seus passos e o lenço que, de quando em vez tirava do bolso para enxugar o suor da testa. Confesso que, criança, sentia receio dele.
Mas "seu" Pompeu não fazia mal a ninguém, era apenas uma pessoa singular. Eu e minhas irmãs adoravamos visitar sua loja. Lá ficavamos de conversê com o Expedito, filho dele, e, dentro da loja havia um tesouro inestimável, as revistas. Expedito era uma pessoa maravilhosa e sempre nos doava as revistas que não tinham sido vendidas, sem as capas, claro. E era assim que tinhamos acesso às fotonovelas, e revistas como Sétimo Céu, Capricho, Manchete e O Cruzeiro. Meu muito obrigada a ele, aonde estiver.
"Seu" Pompeu era um tipo inesquecível.
O "seu" Pompeu tinha um visual ímpar. Alto, magro, usava óculos de aros redondos, e um indefectível e chamativo lenço vermelho. Quando caminhava pela ponte em direção à sua loja, que também ficava próxima à nossa, podíamos ouvir de longe o barulho dos seus passos, firmes e compassados, sempre nos mesmos horários.
Ele era tão alto que sua cabeça passava a altura da cerca e podiamos observar enquanto passava a cadência de seus passos e o lenço que, de quando em vez tirava do bolso para enxugar o suor da testa. Confesso que, criança, sentia receio dele.
Mas "seu" Pompeu não fazia mal a ninguém, era apenas uma pessoa singular. Eu e minhas irmãs adoravamos visitar sua loja. Lá ficavamos de conversê com o Expedito, filho dele, e, dentro da loja havia um tesouro inestimável, as revistas. Expedito era uma pessoa maravilhosa e sempre nos doava as revistas que não tinham sido vendidas, sem as capas, claro. E era assim que tinhamos acesso às fotonovelas, e revistas como Sétimo Céu, Capricho, Manchete e O Cruzeiro. Meu muito obrigada a ele, aonde estiver.
"Seu" Pompeu era um tipo inesquecível.
Parte superior do
formulário
João Pedro Maués Meu avô
materno..Pompeu dos Santos Reis Machado...
Ademir Heleno Araujo
Rocha Cara dra Iolanda Parente, o meu grande amigo José Maria Machado,
irmão da profa Massani Solano e Orminda Machado se referia ao Jair Nery e seus
irmãos como tios.Até hoje não entendi esse parentesco.
Iolanda Parente Ademir, a d.
Ormina, mulher de seu Pompeu, era filha do Philo Néry, pai do seu Jair Nery,
entendido?
Iolanda Parente A d. Ormina era
genitora do José Maria.
É mesmo, é o canto do
Basa, agora que eu reconheci a porta do Antigo Convés e que já foi
Marangone....
João Pedro Maués Paulo Vasconcelos Dos
Santos nessa foto ainda era o Marangoni...
Benedito Costa Verdade Pedro!
O Argentino Marangoni era gente finissima, muito querido na cidade e fez
questão de pintar a faixada da sua Pizzaria, com as cores da Argentina.
Paulo Vasconcelos Dos
Santos Ei, o Marangoni fazia um sanduba do balacubaco!! Alguém sabe por
onde ele anda??
Lial Bentes Eu e Adenaldo Santoscardoso
tomamos muita batida de maracujá no bar do DIDI onde fica hoje o Bradesco,o
motivo era pra tomar coragem pra encarar as festas sem pagar ingressos.Minha
cara Eunice Nunes,o
Caetano Nunes era o nosso loucutor de aparelhagem preferido,depois veio o Benedito Costa,o nosso
BENEZINHO.Que saudade!
Eunice Nunes Clovis Cardoso, respondendo
sua pergunta, a Anna, minha irmã, casou, tem dois filhos lindos e mora em
Tailândia, prestes a se aposentar pelo Banco do Brasil e a ser avó pela 1ª
vez!! Bom Dia meu querido!!!
Clovis Cardoso Legal Nini!
Mando um abraço carinhoso pra ela e pra vc.
ANTONIO MACEDO
*Nosso Poeta Popular*
Aniversário dia 22 de agosto (Dia do Floclore) - 69 anos.
Transcrevo um dos seus poemas, recitado na
XXXI Semana de Arte e Floclore de Abaetetuba
*Nosso Poeta Popular*
Aniversário dia 22 de agosto (Dia do Floclore) - 69 anos.
Transcrevo um dos seus poemas, recitado na
XXXI Semana de Arte e Floclore de Abaetetuba
Poetas e poesias:
Meu avô
materno..Pompeu dos Santos Reis Machado...
O "seu"
Pompeu era nosso vizinho e pai de numerosa prole, todos nossos amigos. Nossa
casa, na beira do igarapé, tinha um assoalho externo aonde mamãe plantava
algumas hortaliças. Dividindo o tabuado da ponte, uma graciosa cerca também de
madeira. A ponte começava no inicio da D. Pedro, e estendia-se pela beira do
igarapé em direção à frente da cidade.
O "seu" Pompeu tinha um visual ímpar. Alto, magro, usava óculos de aros redondos, e um indefectível e chamativo lenço vermelho. Quando caminhava pela ponte em direção à sua loja, que também ficava próxima à nossa, podíamos ouvir de longe o barulho dos seus passos, firmes e compassados, sempre nos mesmos horários.
Ele era tão alto que sua cabeça passava a altura da cerca e podiamos observar enquanto passava a cadência de seus passos e o lenç...Ver mais
O "seu" Pompeu tinha um visual ímpar. Alto, magro, usava óculos de aros redondos, e um indefectível e chamativo lenço vermelho. Quando caminhava pela ponte em direção à sua loja, que também ficava próxima à nossa, podíamos ouvir de longe o barulho dos seus passos, firmes e compassados, sempre nos mesmos horários.
Ele era tão alto que sua cabeça passava a altura da cerca e podiamos observar enquanto passava a cadência de seus passos e o lenç...Ver mais
Caro João Pedro Maués e demais, o
prédio do CBPB foi construído em 1966 e levou 46 anos só recebendo consertos e
teve verba para uma reforma que não foi efetivada. Somente agora, após passados
esses 46 anos e o prédio e demais estruturas totalmente sucateados, calor
insuportável e somente agora o prédio foi devidamente reformado, ampliado, com
salas de informática, auditório, setor administrativo totalmente informatizado
e climatizado e o auditório da escola é o mais requisitado da cidade por
possuir todos os requisitos para qquer tipo de encontros e os professores são
todos formados e muitos alunos querendo estudar no CBPB e garanto, não mais dou
aula nessa escola, mas agora ela se apresenta como uma escola modelo e
democrática onde todos podem se manifestar não importando tendências
religiosas, ou outras questões. Os índices da Escola estão subindo e se quiser
verificar o q dizemos, faça uma visita, abçs, Ademir Heleno Araujo
Rocha
Jorge Machado, grande
personalidade que dita a nossa história com fidelidade, fazendo sua análise de
maneira inteligência e sábia, nos proporcionando conhecimentos importantes,
assim como faz muito bem o nosso querido amigo Ademir Heleno Araujo
Rocha. Esse livro é uma das muitas publicações do autor. Sentindo na pele a
indiferença da maioria das pessoas pelo que é nosso, transcrevo as suas
recomenções impressas em todos seus livros: VALORIZE A NOSSA CULTURA. LEIA OS
LIVROS DOS NOSSOS ESCRITORES. Esse Jorge faz e faz muito aqui para Abaeté. Sou
seu grande leitor e admirador. Abraços!!! LÁ EM CASA MOROU UMA FILHA DE DONA
BUGICA, LÁ DE BEJA. NA BOCA DA NOITE SENTÁVAMOS NAS CAMAS E REDES PARA OUVIR
SUAS HISTÓRIAS, GERALMENTE ENVOLVENDO VISAGENS E BICHOS DO MATO. CERTA VEZ, DE
REPENTE, APAGOU A LUZ E QUANDO OLHAMOS, DOIS ENORMES HOLOFOTES VINHAM DA PORTA,
ENORMES E BRILHANTES. FOI UMA GRITARIA, UM CORRE-CORRE, UMA ZOEIRA DE METER
MEDO. PAPAI CORREU LÁ DO BAR COM UMA LANTERNA...ERA NOSSO GATO, IMPASSIVEL,
OLHANDO O ESTARDALHAÇO... PAPAI ACHOU FILHO EM TODOS OS CANTOS DA CASA, PELO
QUINTAL, NOS GALHOS DA GOIABEIRA. NUNCA ESQUECI.... a perema era mulher do sete
orelha,um cidadão muito violento q morava lá pros lado do eng.do Chiquinho
Ferreira.Seu apelido era devido ter tirado as orelhas de seus algozes a dentada
durante as brigas.Uns dizem q além de tirar as orelhas,as leva no bolso da
calça,e na 1ª quitanda q encontrava,pedia uma cachaça e tirava o gosto c a
mesma.
a perema era mulher
do sete orelha,um cidadão muito violento q morava lá pros lado do eng.do
Chiquinho Ferreira.Seu apelido era devido ter tirado as orelhas de seus algozes
a dentada durante as brigas.Uns dizem q além de tirar as orelhas,as leva no
bolso da calça,e na 1ª quitanda q encontrava,pedia uma cachaça e tirava o gosto
c a mesma.
LÁ EM CASA MOROU UMA
FILHA DE DONA BUGICA, LÁ DE BEJA. NA BOCA DA NOITE SENTÁVAMOS NAS CAMAS E REDES
PARA OUVIR SUAS HISTÓRIAS, GERALMENTE ENVOLVENDO VISAGENS E BICHOS DO MATO.
CERTA VEZ, DE REPENTE, APAGOU A LUZ E QUANDO OLHAMOS, DOIS ENORMES HOLOFOTES
VINHAM DA PORTA, ENORMES E BRILHANTES. FOI UMA GRITARIA, UM CORRE-CORRE, UMA
ZOEIRA DE METER MEDO. PAPAI CORREU LÁ DO BAR COM UMA LANTERNA...ERA NOSSO GATO,
IMPASSIVEL, OLHANDO O ESTARDALHAÇO... PAPAI ACHOU FILHO EM TODOS OS CANTOS DA
CASA, PELO QUINTAL, NOS GALHOS DA GOIABEIRA. NUNCA ESQUECI....
Realmente Pedro, das pombas rabudas, só
identifico sua irmã.Mas tem um cuirão,acocorado,o 2º da direita pra esquerda,q
se ñ fosse p idade de sua irmã,diria q era o irmão do prof.Ademir Rocha,pois já
éh falecido.
Julia Antonia Maues
Correa Essa primeira da direita pra esquerda é a Carol, filha do Seu
Manolo...A quarta me parece ser a Odilene do Seu Cornélio...A penúltima é a
Beth do Seu Eliezer...
Eliana Fonseca Fonseca
Manoel Paulo filho da Dra Dulce dentista ,Edckson Paes, Domingos, Nina,
Conceição Margalho (do coque no cabelo no lado Odilene), Eliezeu (filho do seu
Misico) um dos Carvalhos,Marilea do seu Basileu
"(Abaeté) hoje
possue apenas as ruas do coronel Caripuna e Siqueira Mendes, travessas do
Tenente-Coronel Costa, da Conceição e mais três travessas com poucas casas, a
praça 25 de março e o largo do Espírito Santo, sendo a mais bela rua a de
Siqueira Mendes, edificada recentemente e que possue bons prédios e que é
espaçosa e direita". (mantida grafia da época)
Dessa forma, o jornal O Abaeteense definia, na sua edição de 15 de agosto de 1884, o centro da então Vila de Abaeté. Exatos onze anos depois, o lugarejo alcançaria a condição de cidade. Nesses 117 anos de emancipação política, passamos do Império para a República, vivemos o apogeu e a decadência da produção da cachaça, mantivemos o comércio como nossa principal atividade econômica, assistimos à chegada dos grandes projetos à região, com os bônus dos empregos turbinando a economia local e o ônus das tragédias ambientais. Bem distante daquele 15 de agosto de 1895, hoje torna-se quase surrea
Dessa forma, o jornal O Abaeteense definia, na sua edição de 15 de agosto de 1884, o centro da então Vila de Abaeté. Exatos onze anos depois, o lugarejo alcançaria a condição de cidade. Nesses 117 anos de emancipação política, passamos do Império para a República, vivemos o apogeu e a decadência da produção da cachaça, mantivemos o comércio como nossa principal atividade econômica, assistimos à chegada dos grandes projetos à região, com os bônus dos empregos turbinando a economia local e o ônus das tragédias ambientais. Bem distante daquele 15 de agosto de 1895, hoje torna-se quase surrea
l imaginar que, um
dia, fomos um vilarejo pacato com três vias públicas principais “e mais três
travessas com poucas casas”.
Crescemos. E como crescemos! E a que preço? Sofremos com o crescimento desordenado, legando-nos a incrível marca de quase uma dezena de bairros surgidos em pouco mais de vinte anos. E, em sua maior parte, sem infraestrutura urbana que se possa chamar de decente. O que fazer nos próximos 117 anos é a pergunta que nós, abaetetubenses natos ou adotivos, devemos nos fazer todos os dias. Em busca de resposta, voltemos mais uma vez no tempo. Ao congratular-se com o surgimento do primeiro jornal da história da imprensa abaetetubense, o Diário de Notícias, de Belém, escreve o que ainda hoje pode-se tomar como um alerta: “Saudando-o, é nosso desejo que O Abaeteense viva e muito, para curar do desenvolvimento da localidade onde nasceu, e trabalhar ainda mais para congregar o povo abaeteense, que a maldita ‘politicagem’ parece ter dividido”. O puxão de orelhas foi escrito em agosto de 1884, mas nos parece bem atual, não?
Feliz aniversário, Abaetetuba!
Crescemos. E como crescemos! E a que preço? Sofremos com o crescimento desordenado, legando-nos a incrível marca de quase uma dezena de bairros surgidos em pouco mais de vinte anos. E, em sua maior parte, sem infraestrutura urbana que se possa chamar de decente. O que fazer nos próximos 117 anos é a pergunta que nós, abaetetubenses natos ou adotivos, devemos nos fazer todos os dias. Em busca de resposta, voltemos mais uma vez no tempo. Ao congratular-se com o surgimento do primeiro jornal da história da imprensa abaetetubense, o Diário de Notícias, de Belém, escreve o que ainda hoje pode-se tomar como um alerta: “Saudando-o, é nosso desejo que O Abaeteense viva e muito, para curar do desenvolvimento da localidade onde nasceu, e trabalhar ainda mais para congregar o povo abaeteense, que a maldita ‘politicagem’ parece ter dividido”. O puxão de orelhas foi escrito em agosto de 1884, mas nos parece bem atual, não?
Feliz aniversário, Abaetetuba!
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