Adenaldo dos Santos Cardoso 5 - Poetas e Poesias
INGRATIDÃO
Algumas coisas por aqui
Atingidas quando trovejam
Queimadas dentro de mochilas
Sufocadas dentro de maletas
Debulhadas por mãos assassinas
Crivadas por olhos de peneiras
Leitosos poéticos andares
Acadêmicos potes de altezas
Produtos sem sentimentos
Artificiais mentes burguesas
(Adenaldo)
ETERNA ABAETÉ
Guardei os raios de sol
Em minhas rústicas gavetas
Em envelopes de saudades
Amarelas fotos mófentas
O passado é fugaz
Mas o presente apresenta
Nos dorsos das nuvens brancas
Engancha o tempo vivido
Desmancha minha esperança
Despenca meu sonho atrevido
O céu que parece azul
Também fica encardido
Catando as estrelas
Quase mortas no altar
Semeio a paz esquecida
Esperando o amor brilhar
Na luta que travo na vida
Sou feliz por me achar
No decorrer das tempestades
Correndo sem competir
Abaetetuba, sigo amando
Abaeté do Tocantins!
Em seus braços vou vivendo
Eternamente até o fim
(Adenaldo)
ERVA DANINHA
Tu vens
Invade outro mundo
Pensas que é teu
Não atentas
Que é mais profundo!
Tomas posse
Fincas bandeiras
Arrancas as flores
Das jardineiras
Segues plantando
De grão em grão
Erva daninha
Sem ser teu o chão
Se tu não sabes
Aprendas então
Que todo mundo
Tem coração
(Adenaldo)
INGRATIDÃO
Algumas coisas por aqui
Atingidas quando trovejam
Queimadas dentro de mochilas
Sufocadas dentro de maletas
Debulhadas por mãos assassinas
Crivadas por olhos de peneiras
Leitosos poéticos andares
Acadêmicos potes de altezas
Produtos sem sentimentos
Artificiais mentes burguesas
(Adenaldo)
ETERNA ABAETÉ
Guardei os raios de sol
Em minhas rústicas gavetas
Em envelopes de saudades
Amarelas fotos mófentas
O passado é fugaz
Mas o presente apresenta
Nos dorsos das nuvens brancas
Engancha o tempo vivido
Desmancha minha esperança
Despenca meu sonho atrevido
O céu que parece azul
Também fica encardido
Catando as estrelas
Quase mortas no altar
Semeio a paz esquecida
Esperando o amor brilhar
Na luta que travo na vida
Sou feliz por me achar
No decorrer das tempestades
Correndo sem competir
Abaetetuba, sigo amando
Abaeté do Tocantins!
Em seus braços vou vivendo
Eternamente até o fim
(Adenaldo)
ERVA DANINHA
Tu vens
Invade outro mundo
Pensas que é teu
Não atentas
Que é mais profundo!
Tomas posse
Fincas bandeiras
Arrancas as flores
Das jardineiras
Segues plantando
De grão em grão
Erva daninha
Sem ser teu o chão
Se tu não sabes
Aprendas então
Que todo mundo
Tem coração
(Adenaldo)
Violão Faceiro
Para João Fran.
Viola, violeiro e violão
menestrel ou trovador.
Arma a lírica canção
no castelo do pendor.
E de castelo em castelo,
plangentes prima e bordão
Arrima no doce anelo
da alma no coração.
Na florada da lua cheia
segue à risca a melodia.
A ressonância prateia
na ode da lua alegria.
Viola, violeiro e violão
acorde ao prazer do canto.
Vibrante toca a emoção
e deslumbra mais encanto.
Viola, violeiro e violão
palco de ameno luar.
E vem Beethoven tocar
em nosso faceiro odeão.
Para João Fran.
Viola, violeiro e violão
menestrel ou trovador.
Arma a lírica canção
no castelo do pendor.
E de castelo em castelo,
plangentes prima e bordão
Arrima no doce anelo
da alma no coração.
Na florada da lua cheia
segue à risca a melodia.
A ressonância prateia
na ode da lua alegria.
Viola, violeiro e violão
acorde ao prazer do canto.
Vibrante toca a emoção
e deslumbra mais encanto.
Viola, violeiro e violão
palco de ameno luar.
E vem Beethoven tocar
em nosso faceiro odeão.
Beira!
Do Marataiura
De peixes pescados
Da nossa cuíra
De barcos cansados...
Do Marataiura
De peixes pescados
Da nossa cuíra
De barcos cansados...
Adenaldo Santos
Cardoso
BORBOLETRAS
O poeta cava o poço da utopia
Suga a água límpida do prazer do despertar da vida
O poeta se banha de inspiração
Suga da entranha o prazer de se alimentar de sonhos
O poeta mergulha nu no universo
Absorve as vibrações de ser, engravida de satisfação e pari...
O poeta cava o poço da utopia
Suga a água límpida do prazer do despertar da vida
O poeta se banha de inspiração
Suga da entranha o prazer de se alimentar de sonhos
O poeta mergulha nu no universo
Absorve as vibrações de ser, engravida de satisfação e pari...
METRICARITMICAMETAMOFORSIOLOGICAMENTE
Suas eternas borboletras...
(Adenaldo dos Santos Cardoso)
Suas eternas borboletras...
(Adenaldo dos Santos Cardoso)
SOL, RISO E MARESIA
Lindo sol, sol, sol!
Salve teus filhos...
Lindo sol mostre os trilhos
Cara a cara
Dar vida viva rara
Lindo sol mostre os brilhos
A tua cara
Dar vida viva áurea
Sol acorde e me levante
Sol transmita harmonia
Sol que faz o meu semblante
Ser de riso e maresia
Sol sozinho invade o mundo
É de todos, todo dia
É amante desta terra
Sol é pai, é companhia
Lindo sol, sol sol!
Salve teus filhos...
AUTORIA: Adenaldo Cardoso / Milton Teixeira.
Olhar Fotográfico: Adenaldo Santoscardoso.
*Nascer do Sol Abaeteuara, hoje (06:30), por
detrás da casa do Paulo Tribi, na Rua Magno
de Araújo, sem efeito espacial*
QUO VADIS?
URUBUTUBA
"Beira"
"Beirada"
"Beiradão"
"Lá Embaixo"
Também
"Calçadão"
Abaetetuba - Pará - Brasil
Lindo sol, sol, sol!
Salve teus filhos...
Lindo sol mostre os trilhos
Cara a cara
Dar vida viva rara
Lindo sol mostre os brilhos
A tua cara
Dar vida viva áurea
Sol acorde e me levante
Sol transmita harmonia
Sol que faz o meu semblante
Ser de riso e maresia
Sol sozinho invade o mundo
É de todos, todo dia
É amante desta terra
Sol é pai, é companhia
Lindo sol, sol sol!
Salve teus filhos...
AUTORIA: Adenaldo Cardoso / Milton Teixeira.
Olhar Fotográfico: Adenaldo Santoscardoso.
*Nascer do Sol Abaeteuara, hoje (06:30), por
detrás da casa do Paulo Tribi, na Rua Magno
de Araújo, sem efeito espacial*
Existem quatro funções -secretas- muito
legais no seu celular que você não sabia! (Algumas delas, podem até salvar sua
vida)
Veja o que ele pode fazer por você:
Emergência I
O número universal de emergência para celular é 112!
Se você estiver fora da área de cobertura de sua operadora e tiver alguma emergência, disque 112 e o celular irá procurar conexão com qualquer operadora possível para enviar o número de emergência para você, e o mais interessante é que o número 112 pode ser digitado mesmo se o teclado estiver travado.
Experimente!
Emergência II
Você já trancou seu carro com a chave dentro? Seu carro abre com controle remoto? Bom motivo para ter um celular. Se você trancar seu carro com a chave dentro e a chave reserva estiver em sua casa, ligue pelo seu celular, para o celular de alguém que esteja lá. Segure seu celular cerca de 30 cm próximo à porta do seu carro e peça que a pessoa acione o controle da chave reserva, segurando o controle perto do celular dela. Isso irá destrancar seu carro, evitando de alguém ter que ir até onde você esteja, ou tendo que chamar socorro. Distância não é impedimento. Você pode estar a milhares de quilômetros de casa, e ainda assim terá seu carro destrancado.
Emergência III *3370#
Vamos imaginar que a bateria do seu celular esteja fraca. Par ativar, pressione as teclas: *3370#
Seu celular irá acionar a reserva e você terá de volta 50% de sua bateria. Essa reserva será recarregada na próxima vez que você carregar a bateria.
Emergência IV *#06#*
Para conhecer o número de série do seu celular, pressione os seguintes dígitos: *#06#* Um código de 15 dígitos aparecerá. Este número é único. Anote e guarde em algum lugar seguro. Se seu celular for roubado, ligue para sua operadora e dê esse código. Assim eles conseguirão bloquear seu celular e* o ladrão não conseguirá usá-lo de forma alguma*. Talvez você fique sem o seu celular, mas pelo menos saberá que ninguém mais poderá usá-lo.
Veja o que ele pode fazer por você:
Emergência I
O número universal de emergência para celular é 112!
Se você estiver fora da área de cobertura de sua operadora e tiver alguma emergência, disque 112 e o celular irá procurar conexão com qualquer operadora possível para enviar o número de emergência para você, e o mais interessante é que o número 112 pode ser digitado mesmo se o teclado estiver travado.
Experimente!
Emergência II
Você já trancou seu carro com a chave dentro? Seu carro abre com controle remoto? Bom motivo para ter um celular. Se você trancar seu carro com a chave dentro e a chave reserva estiver em sua casa, ligue pelo seu celular, para o celular de alguém que esteja lá. Segure seu celular cerca de 30 cm próximo à porta do seu carro e peça que a pessoa acione o controle da chave reserva, segurando o controle perto do celular dela. Isso irá destrancar seu carro, evitando de alguém ter que ir até onde você esteja, ou tendo que chamar socorro. Distância não é impedimento. Você pode estar a milhares de quilômetros de casa, e ainda assim terá seu carro destrancado.
Emergência III *3370#
Vamos imaginar que a bateria do seu celular esteja fraca. Par ativar, pressione as teclas: *3370#
Seu celular irá acionar a reserva e você terá de volta 50% de sua bateria. Essa reserva será recarregada na próxima vez que você carregar a bateria.
Emergência IV *#06#*
Para conhecer o número de série do seu celular, pressione os seguintes dígitos: *#06#* Um código de 15 dígitos aparecerá. Este número é único. Anote e guarde em algum lugar seguro. Se seu celular for roubado, ligue para sua operadora e dê esse código. Assim eles conseguirão bloquear seu celular e* o ladrão não conseguirá usá-lo de forma alguma*. Talvez você fique sem o seu celular, mas pelo menos saberá que ninguém mais poderá usá-lo.
O SONHO EXISTE
O sonho existe,
Para quem não desiste.
Quem não sonha,
Fica debaixo da fronha.
Morre triste e agoniado.
Por não ter sonhado.
Recebi a primeira boneca do meu livro, O Verde que Arde, A poesia que vem da Amazônia, brevemente vou receber a segunda boneca, provavelmente já com a capa, a qual está sendo confeccionada com muito carinho por um designe e ilustrador. O livro está dividido em duas partes e contem cento e setenta poemas. Nós conseguimos alguns colaboradores até o momento aqui em Belém, mas estamos aguardando o sinal verde dos amigos de Abaetetuba para alavancarmos o nosso projeto. Entretanto você amigo do facebook que joga limpo e defende o meio ambiente, pode colaborar também com a gente. E-mail miltonteixeira31@gmail.com.br Telefones 88420603 – 81633268.
O sonho existe,
Para quem não desiste.
Quem não sonha,
Fica debaixo da fronha.
Morre triste e agoniado.
Por não ter sonhado.
Por todos os santos,
amém!
Meus amigos se foram...
Dizem que para o além
Somos todos passageiros
Dessa vida que é um trem
Vamos todos a qualquer hora
Nosso mundo é de ninguém
(Adenaldo dos Santos Cardoso)
Meus amigos se foram...
Dizem que para o além
Somos todos passageiros
Dessa vida que é um trem
Vamos todos a qualquer hora
Nosso mundo é de ninguém
(Adenaldo dos Santos Cardoso)
Recebi a primeira boneca do meu livro, O Verde que Arde, A poesia que vem da Amazônia, brevemente vou receber a segunda boneca, provavelmente já com a capa, a qual está sendo confeccionada com muito carinho por um designe e ilustrador. O livro está dividido em duas partes e contem cento e setenta poemas. Nós conseguimos alguns colaboradores até o momento aqui em Belém, mas estamos aguardando o sinal verde dos amigos de Abaetetuba para alavancarmos o nosso projeto. Entretanto você amigo do facebook que joga limpo e defende o meio ambiente, pode colaborar também com a gente. E-mail miltonteixeira31@gmail.com.br Telefones 88420603 – 81633268.
Adenaldo
Santoscardoso
Fala mais do que diz
Quando diz...
Julga com sua fala
Coitada da infeliz
Melhor seria...
Se vivesse calada
Quando diz...
Julga com sua fala
Coitada da infeliz
Melhor seria...
Se vivesse calada
PISCINA DO BANCRÉVEA
(SOLEDADE)
Mergulhei quando oceano
Nas águas claras do passado
Pulei do teu trampolim
Menino alegre e levado
Agora vejo só capim
Tua vida um teatro
As cortinas da alegria
Se fecharam sem aplausos
Lembranças nunca chegam ao fim
Saudades dói um bom bocado
O que espero eu de ti
Vendo teu palco sem espetáculo?
Mergulhei quando oceano
Nas águas claras do passado
Pulei do teu trampolim
Menino alegre e levado
Agora vejo só capim
Tua vida um teatro
As cortinas da alegria
Se fecharam sem aplausos
Lembranças nunca chegam ao fim
Saudades dói um bom bocado
O que espero eu de ti
Vendo teu palco sem espetáculo?
Clovis Cardoso
Quando a vida se
deitar / A morte plastificar / A vida que vivi / Alguma coisa vai sobrar / Vai
se eternizar / Pra dizer que eu parti
(Adenaldo)
Vai sobrar muito osso,
e um monte de ossada...
Pra fazer caldo grosso,
Ou fino, pra mulherada...
Quem sabe caldo de mocotó,
Ou sabe-se lá uma rabada
E se sobrar algum pó,
Um maluco dá uma cheirada...
(Adenaldo)
Vai sobrar muito osso,
e um monte de ossada...
Pra fazer caldo grosso,
Ou fino, pra mulherada...
Quem sabe caldo de mocotó,
Ou sabe-se lá uma rabada
E se sobrar algum pó,
Um maluco dá uma cheirada...
Clovis Cardoso
A vida de droga é uma
merda!
Pra que viver ou não viver,
Se a roda do tempo é lerda
E nada me resta perder?
Quero ter o tempo elástico,
Pra colocar meu chapéu,
Usar a barba como véu,
E me enrolar todo no plástico!
Pra que viver ou não viver,
Se a roda do tempo é lerda
E nada me resta perder?
Quero ter o tempo elástico,
Pra colocar meu chapéu,
Usar a barba como véu,
E me enrolar todo no plástico!
OBRA DOS SENTIDOS
Lá vem você...
Inevitavelmente
É só ouvir aquela música
Você aparece em minha mente
Lá vem você...
Misteriosamente
É só sentir aquele perfume
Você aparece de repente
Lá vem você...
Indiscutivelmente
É só estar naquele lugar
Você aparece em minha frente
Lá vem você...
Sem querer estar presente
Mas por obra dos sentidos
Você se torna insistente
(Adenaldo dos Santos Cardoso)
Lá vem você...
Inevitavelmente
É só ouvir aquela música
Você aparece em minha mente
Lá vem você...
Misteriosamente
É só sentir aquele perfume
Você aparece de repente
Lá vem você...
Indiscutivelmente
É só estar naquele lugar
Você aparece em minha frente
Lá vem você...
Sem querer estar presente
Mas por obra dos sentidos
Você se torna insistente
(Adenaldo dos Santos Cardoso)
REFLEXO
O sangue acende à lenha
O que é isso Maria?
O que é isso José?
Cuidado com o fogo!
Ele fere, ele emprenha...
E a vida passa ser
O que ela não é
José Maria ou Maria José
(Adenaldo dos Santos Cardoso)
O sangue acende à lenha
O que é isso Maria?
O que é isso José?
Cuidado com o fogo!
Ele fere, ele emprenha...
E a vida passa ser
O que ela não é
José Maria ou Maria José
(Adenaldo dos Santos Cardoso)
MAL ME QUER, BEM ME
QUER...
Uns sentem raiva
Outros sentem dó
Uns alegria
Outros a dor
Eu na verdade
Sinto meu mundo
Despetalado
Como uma flor
(Adenaldo dos Santos Cardoso)
Uns sentem raiva
Outros sentem dó
Uns alegria
Outros a dor
Eu na verdade
Sinto meu mundo
Despetalado
Como uma flor
(Adenaldo dos Santos Cardoso)
A MORTE É CERTA
O meu lado santo
Perturba o diabo
Minha maluques
Serve de retalho
Pra viver entre tantos
Babados e bordados
Cinjo o meu manto
Meu mundo transviado
Estendo a minha roupa
Sob o céu nublado
Sigo como ateu
Pra não ter pecado
Mas a morte é certa
Serei desnudado
(Adenaldo dos Santos Cardoso)
O meu lado santo
Perturba o diabo
Minha maluques
Serve de retalho
Pra viver entre tantos
Babados e bordados
Cinjo o meu manto
Meu mundo transviado
Estendo a minha roupa
Sob o céu nublado
Sigo como ateu
Pra não ter pecado
Mas a morte é certa
Serei desnudado
(Adenaldo dos Santos Cardoso)
Adenaldo Santoscardoso
Prosseguindo com a bela homenagem: Alcimar canta / Feliz pra nos alegrar / No
ventre de Abaetetuba / O verbo se fez Alcimar
PASSAGEIRA FLOR
Comi à fruta
Que um dia foi flor
Senti na alma
O seu sabor
Oh! Meu amor!
Que dura pena...
Mas não tem jeito
Tudo na vida
Que alimenta
Com o tempo
Tem seu rebento
Vira urina
Vira cocô
Mas se resgatado
E bem tratado...
Vira estrume
Se for amor
(Adenaldo dos Santos Cardoso)
Comi à fruta
Que um dia foi flor
Senti na alma
O seu sabor
Oh! Meu amor!
Que dura pena...
Mas não tem jeito
Tudo na vida
Que alimenta
Com o tempo
Tem seu rebento
Vira urina
Vira cocô
Mas se resgatado
E bem tratado...
Vira estrume
Se for amor
(Adenaldo dos Santos Cardoso)
Eu ando indignado / Com a falta de visão / O o urubu não é o
errado / Porra, onde está a educação!?!?... Eles fazem as suas ceias / Da forma
que o homem quer / O urubu da Beira / É um anjo de Abaeté...
Não matem os urubus / Nem a tua educação / Não matem as
baratas e ratos / Viva a nossa salvação!
De Adenaldo
Adenaldo Santoscardoso
|
URUBUTUBA
"Beira"
"Beirada"
"Beiradão"
"Lá Embaixo"
Também
"Calçadão"
Abaetetuba - Pará - Brasil
Como disse o poeta
"Amar é necessário"
Mas debulhando o meu rosário
Meus versos loucos ordinários
As contas que me deu o vigário
Despetalei a vida assim
"Mal me quer", "Bem me quer"
"Mal me quer", "Bem me quer..."
(Adenaldo dos Santos Cardoso)
"Amar é necessário"
Mas debulhando o meu rosário
Meus versos loucos ordinários
As contas que me deu o vigário
Despetalei a vida assim
"Mal me quer", "Bem me quer"
"Mal me quer", "Bem me quer..."
(Adenaldo dos Santos Cardoso)
Adenaldo
Santoscardoso
Fala mais do que diz
Quando diz...
Julga com sua fala
Coitada da infeliz
Melhor seria...
Se vivesse calada
Quando diz...
Julga com sua fala
Coitada da infeliz
Melhor seria...
Se vivesse calada
PISCINA DO BANCRÉVEA (SOLEDADE)
Mergulhei quando oceano
Nas águas claras do passado
Pulei do teu trampolim
Menino alegre e levado
Agora vejo só capim
Tua vida um teatro
As cortinas da alegria
Se fecharam sem aplausos
Lembranças nunca chegam ao fim
Saudades dói um bom bocado
O que espero eu de ti
Vendo teu palco sem espetáculo?
Mergulhei quando oceano
Nas águas claras do passado
Pulei do teu trampolim
Menino alegre e levado
Agora vejo só capim
Tua vida um teatro
As cortinas da alegria
Se fecharam sem aplausos
Lembranças nunca chegam ao fim
Saudades dói um bom bocado
O que espero eu de ti
Vendo teu palco sem espetáculo?
Clovis
Cardoso
Quando a vida se deitar / A morte plastificar / A vida que
vivi / Alguma coisa vai sobrar / Vai se eternizar / Pra dizer que eu parti
(Adenaldo)
Vai sobrar muito osso,
e um monte de ossada...
Pra fazer caldo grosso,
Ou fino, pra mulherada...
Quem sabe caldo de mocotó,
Ou sabe-se lá uma rabada
E se sobrar algum pó,
Um maluco dá uma cheirada...
(Adenaldo)
Vai sobrar muito osso,
e um monte de ossada...
Pra fazer caldo grosso,
Ou fino, pra mulherada...
Quem sabe caldo de mocotó,
Ou sabe-se lá uma rabada
E se sobrar algum pó,
Um maluco dá uma cheirada...
CABOCLO DE ABAETÉ
O poeta se foi
Nas linhas mágicas da partida
Pendurou seu coração
Durante sua despedida
No pescoço de sua Pátria
Abaetetuba, toda vida!
(Adenaldo dos Santos Cardoso
O poeta se foi
Nas linhas mágicas da partida
Pendurou seu coração
Durante sua despedida
No pescoço de sua Pátria
Abaetetuba, toda vida!
(Adenaldo dos Santos Cardoso
OBRA DOS SENTIDOS
Lá vem você...
Inevitavelmente
É só ouvir aquela música
Você aparece em minha mente
Lá vem você...
Misteriosamente
É só sentir aquele perfume
Você aparece de repente
Lá vem você...
Indiscutivelmente
É só estar naquele lugar
Você aparece em minha frente
Lá vem você...
Sem querer estar presente
Mas por obra dos sentidos
Você se torna insistente
(Adenaldo dos Santos Cardoso)
Lá vem você...
Inevitavelmente
É só ouvir aquela música
Você aparece em minha mente
Lá vem você...
Misteriosamente
É só sentir aquele perfume
Você aparece de repente
Lá vem você...
Indiscutivelmente
É só estar naquele lugar
Você aparece em minha frente
Lá vem você...
Sem querer estar presente
Mas por obra dos sentidos
Você se torna insistente
(Adenaldo dos Santos Cardoso)
TRAÍRA
O meu sonho é um rio
De ondas vivas, serenas
Meu porto é solidão
Plantado no pé da beira
Consulto meu coração
Na terra firme da feira
O meu amor é um anzol
Em busca de uma sereia
Mas pra minha decepção
Traíra eu pesco na areia
(Adenaldo dos Santos Cardoso)
O meu sonho é um rio
De ondas vivas, serenas
Meu porto é solidão
Plantado no pé da beira
Consulto meu coração
Na terra firme da feira
O meu amor é um anzol
Em busca de uma sereia
Mas pra minha decepção
Traíra eu pesco na areia
(Adenaldo dos Santos Cardoso)
TECELÕES DA NOSSA
HISTÓRIA
Quando penso em Abaeté
Sinto tuba de saudade
O encanto que me encanta
Quando penso em Abaeté
Sinto tuba de saudade
O encanto que me encanta
Quem me conta é
GARIBALDI
ROFESSORA NAZARÉ
Não se cansa de remar
Na maré da nossa História
Junto com MONTE SERRAT
Abro livro e me agarro
Na palavra e seu bordado
Escuto a prosa de LUIZ REIS
Em alto tom JORGE MACHADO
Nas rendas da preamar
Navegando na poesia
NONATO lembra JESUS
Em Abaeté quando vivia
O imaginário religioso
Na musicalidade do artista
PADRE JUNIOR me leva a crer
Como é bom ser altruísta
A arte de escrever, de cantar
De viver com orgulho de verdade
É paixão em retratar
Um grande amor pela cidade
ROFESSORA NAZARÉ
Não se cansa de remar
Na maré da nossa História
Junto com MONTE SERRAT
Abro livro e me agarro
Na palavra e seu bordado
Escuto a prosa de LUIZ REIS
Em alto tom JORGE MACHADO
Nas rendas da preamar
Navegando na poesia
NONATO lembra JESUS
Em Abaeté quando vivia
O imaginário religioso
Na musicalidade do artista
PADRE JUNIOR me leva a crer
Como é bom ser altruísta
A arte de escrever, de cantar
De viver com orgulho de verdade
É paixão em retratar
Um grande amor pela cidade
Adenado:
Abaetetuba eu te amo
/ A paz que eu tanto clamo / Está aqui dentro de mim / É preciso consciência /
Educar com sapiência / Pra que o amor não chegue ao fim / É preciso consciência
/ Pra acabar com a violência / Abaeté do Tocantins!
FELIZ DIA DOS
NAMORADOS!
CONJUNÇÃO
Eu me junto
Tu te juntas
Nós juntinhos
Nos juntamos
Nessa junta de amor
Outros verbos conjugamos
(Adenaldo dos Santos Cardoso)
CONJUNÇÃO
Eu me junto
Tu te juntas
Nós juntinhos
Nos juntamos
Nessa junta de amor
Outros verbos conjugamos
(Adenaldo dos Santos Cardoso)
NÓS OUTROS
Bandeira
Hino
Carimbó
Chorinho
Bossa Nova
Samba Canção...
Invenção
De ser povo
Folclórico
Branco
Negro
Índio
Mulato
Cafuzo
Mestiço
Caboclo
Sumano
Brasil
(Adenaldo dos Santos Cardoso)
Bandeira
Hino
Carimbó
Chorinho
Bossa Nova
Samba Canção...
Invenção
De ser povo
Folclórico
Branco
Negro
Índio
Mulato
Cafuzo
Mestiço
Caboclo
Sumano
Brasil
(Adenaldo dos Santos Cardoso)
Gabriel Paes "O
Médico dos Pobres", Osni, Manoel Raposo, Oscar Santos... é tanta gente que
não sei como coube no Cemitério de Abaetetuba. Sumanos verdadeiramente
abaeteuaras, gente que merece ser eternizados pela nossa memória, antes que
façamos parte do mundo deles, e, quem me diz, que não seremos lembrados pelo
foco cego do esquecimento, no labirinto obscuro de nossa claríssima história.
Por isso, VIVA O PROFESSOR Ademir Heleno Araujo Rocha, ESTE SIM, MERECE NOSSOS
APLAUSOS, E M V I D A, ESTE SIM PERPETUA HUMILDEMENTE A VIDA DE NOSSOS
COMPATRIOTAS COM EMOÇÃO SEM PERDER A RAZÃO. APLAUDIR OS MORTOS É FELICITAR À
FAMILIA, PORQUE, CONVENHAMOS: OS MORTOS NÃO OUVEM E NEM FALAM. PORÉM, MUITOBÉNS
PELAS BOAS INTENÇÕES! ABRAÇOS!!!
Adenaldo
Santoscardoso
ADEMIR HELENO ARAÚJO
ROCHA
*Enciclopédia Viva da Nossa História Abaeteuara*
Na terra de homens valentes
Que lembra guerreiros de troia
A armadura de Heleno
Protege a nossa memória
Navega nos mares de dantes
Vasculha o fundo do rio
Gapuia junto com Netuno
A nossa história com brio
Visita as cavernas escuras
Com sua espada a luzir
Coeso a raiz da existência
Não deixa a vida partir
Edifica sua fortaleza
No plano espiritual
Vivendo num mundo de letras
Navega o mundo virtual
Carimba com tintas eternas
Às páginas do nosso existir
Professor Heleno Araújo
Rocha de ouro Ademir
Adenaldo dos Santos Cardoso
Abaetetuba - Pará - Brasil
*Enciclopédia Viva da Nossa História Abaeteuara*
Na terra de homens valentes
Que lembra guerreiros de troia
A armadura de Heleno
Protege a nossa memória
Navega nos mares de dantes
Vasculha o fundo do rio
Gapuia junto com Netuno
A nossa história com brio
Visita as cavernas escuras
Com sua espada a luzir
Coeso a raiz da existência
Não deixa a vida partir
Edifica sua fortaleza
No plano espiritual
Vivendo num mundo de letras
Navega o mundo virtual
Carimba com tintas eternas
Às páginas do nosso existir
Professor Heleno Araújo
Rocha de ouro Ademir
Adenaldo dos Santos Cardoso
Abaetetuba - Pará - Brasil
NÃO ESQUEÇO O MEU UMBIGO
O céu está na boca
Mas se existe outra coisa boa
É o paraíso!
Eu rezo pra Alá, pra ir pra lá
Depois de cá
Sem esquecer o meu umbigo:
- Olha a pupunha, olha a pupunha, olha a pupunha...
- É o doce gelado!
Não venha me prender
Por eu vender um bom CD pirateado
Eu vendo pra sobreviver
Se a policia quer saber
São os políticos os errados
O Papa vive nas estrelas
Papai Noel no Polo Norte
E eu no mundo da lua
Feito Cavalo de São Jorge
Quando o trem vier me buscar
Que me deixe num lugar
Onde eu possa escutar:
- Olha a pupunha, olha a pupunha, olha a pupunha...
- É o doce gelado!
Adenaldo dos Santos Cardoso
Abaetetuba - Pará – Brasil
O céu está na boca
Mas se existe outra coisa boa
É o paraíso!
Eu rezo pra Alá, pra ir pra lá
Depois de cá
Sem esquecer o meu umbigo:
- Olha a pupunha, olha a pupunha, olha a pupunha...
- É o doce gelado!
Não venha me prender
Por eu vender um bom CD pirateado
Eu vendo pra sobreviver
Se a policia quer saber
São os políticos os errados
O Papa vive nas estrelas
Papai Noel no Polo Norte
E eu no mundo da lua
Feito Cavalo de São Jorge
Quando o trem vier me buscar
Que me deixe num lugar
Onde eu possa escutar:
- Olha a pupunha, olha a pupunha, olha a pupunha...
- É o doce gelado!
Adenaldo dos Santos Cardoso
Abaetetuba - Pará – Brasil
GASTRONOMIA
Como posso arrotar carne
Se o quê comi foi peixe?
Tem gente que não entente
Ou pensa que eu sou otário
É sempre a mesma história
Quer minha cabeça em seu prato
Porra! Cada um cuide de si...
O certo pode estar errado
Eu serei o que bom de sê-lo
Desodorizo o meu suvaco
Pare de ser meu pentelho
E não encha o meu saco
(Adenaldo dos Santos Cardoso)
Como posso arrotar carne
Se o quê comi foi peixe?
Tem gente que não entente
Ou pensa que eu sou otário
É sempre a mesma história
Quer minha cabeça em seu prato
Porra! Cada um cuide de si...
O certo pode estar errado
Eu serei o que bom de sê-lo
Desodorizo o meu suvaco
Pare de ser meu pentelho
E não encha o meu saco
(Adenaldo dos Santos Cardoso)
Adenaldo
Beira
Do Maratauira
De peixes pescados
Da nossa cuíra
De barcos cansados....
Beira
Do Maratauira
De peixes pescados
Da nossa cuíra
De barcos cansados....
Adenaldo
Por todos os santos, amém!
Meus amigos se foram...
Dizem que para o além
Somos todos passageiros
Dessa vida que é um trem
Vamos todos a qualquer hora
Nosso mundo é de ninguém
(Adenaldo dos Santos Cardoso)
Meus amigos se foram...
Dizem que para o além
Somos todos passageiros
Dessa vida que é um trem
Vamos todos a qualquer hora
Nosso mundo é de ninguém
(Adenaldo dos Santos Cardoso)
ADEMIR HELENO ARAÚJO ROCHA
*Enciclopédia Viva da Nossa História Abaeteuara*
Na Terra de Homens Valentes
Que lembra Guerreiros de Tróia
*Enciclopédia Viva da Nossa História Abaeteuara*
Na Terra de Homens Valentes
Que lembra Guerreiros de Tróia
A armadura de Heleno
Protege a nossa memória
Navega nos mares de dantes
Vasculha o fundo do rio
Gapuia junto com Netuno
A nossa história com brio
Visita as cavernas escuras
Com sua espada a luzir
Coeso a raiz da existência
Não deixa a vida partir
Edifica sua fortaleza
No plano espiritual
Vivendo num mundo de letras
Arquiteta no mundo virtual
Carimba com tintas eternas
Às páginas do nosso existir
Professor Heleno Araújo
Rocha de ouro Ademir
Adenaldo dos Santos Cardoso
Abaetetuba - Pará – Brasil
Protege a nossa memória
Navega nos mares de dantes
Vasculha o fundo do rio
Gapuia junto com Netuno
A nossa história com brio
Visita as cavernas escuras
Com sua espada a luzir
Coeso a raiz da existência
Não deixa a vida partir
Edifica sua fortaleza
No plano espiritual
Vivendo num mundo de letras
Arquiteta no mundo virtual
Carimba com tintas eternas
Às páginas do nosso existir
Professor Heleno Araújo
Rocha de ouro Ademir
Adenaldo dos Santos Cardoso
Abaetetuba - Pará – Brasil
Adenaldo Santoscardoso
ESSE CARA NÃO É O CARA
Vou dizer na tua cara
Que esse cara não é o cara
Vou provar na tua cara
Que essa cara é de pau
Minha cara ela escarra
Na tua cuia de mingau
Olha o peixe na vazante
Pitiú, alto falante!
Pupunha a todo instante
O Carão apareceu
Encara outra pessoa
Pode ser a que vende broa
Ao teu pai que te perdeu
Adenaldo dos Santos Cardoso
Abaetetuba - Pará - Brasil
Vou dizer na tua cara
Que esse cara não é o cara
Vou provar na tua cara
Que essa cara é de pau
Minha cara ela escarra
Na tua cuia de mingau
Olha o peixe na vazante
Pitiú, alto falante!
Pupunha a todo instante
O Carão apareceu
Encara outra pessoa
Pode ser a que vende broa
Ao teu pai que te perdeu
Adenaldo dos Santos Cardoso
Abaetetuba - Pará - Brasil
Adenaldo Santoscardoso
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DONA DA NOSSA CABEÇA
Olhar Fotográfico: Angelo Paganelli
Da nossa marca registrada
Também temos “Seu Miriti”
Valha-nos Deus, Nossa Senhora!
“Dona Farinha” e “Seu Açai”
Mas a “mardita desgraçada”
Não sai de nossas cabeças
Embriaga-nos de sonho
Alambique que veleja
Traz o cheiro do ribeirinho
Da coroa de sua fama
Brilha ouro refinado
Parideiro pé-de-cana
Dona de nossas cabeças
Prostituta de Abaeté
Pro mundo ela foi plantada
Pra morrer num cabaré
Dona do Engenho São José
Que paria Vista Alegre
Dona do Engenho Nazaré
Que paria Nazaré
Dona do Engenho Da Paz
Que paria Maués
Dona do Engenho São Jerônimo
Que paria São Jerônimo
Dona do Engenho Santa Rosa
Que paria Alvorada
Dona do Engenho Papagaio
Que paria Papagaio
Dona do Engenho Feliz
Que paria Feliz
Dona do Engenho Paraíso
Que paria Paraíso
Dona do Engenho São Pedro
Que paria São Pedro
Dona do Engenho São João
Que paria São João
Dona do Engenho Santa Cruz
Que paria Santa Cruz
Dona do Engenho Borboleta
Que paria Borboleta
Engenho do Nazareno
Que paria Amazônia
Dona do Engenho Pacheco
Que paria...
Saudosos engenhos de canas
Autores de nossa glória
Em meio as festas profanas
Alegravam nossa história
Ao vermos um pé-de-cana
Lembranças o vento traz
Da Dona de nossas cabeças
Famosa Dama que jaz
Mas no nosso porto em luto
Não esquecemos jamais
A Pura de Abaetetuba
Mater dos canaviais
Olhar Fotográfico: Angelo Paganelli
Da nossa marca registrada
Também temos “Seu Miriti”
Valha-nos Deus, Nossa Senhora!
“Dona Farinha” e “Seu Açai”
Mas a “mardita desgraçada”
Não sai de nossas cabeças
Embriaga-nos de sonho
Alambique que veleja
Traz o cheiro do ribeirinho
Da coroa de sua fama
Brilha ouro refinado
Parideiro pé-de-cana
Dona de nossas cabeças
Prostituta de Abaeté
Pro mundo ela foi plantada
Pra morrer num cabaré
Dona do Engenho São José
Que paria Vista Alegre
Dona do Engenho Nazaré
Que paria Nazaré
Dona do Engenho Da Paz
Que paria Maués
Dona do Engenho São Jerônimo
Que paria São Jerônimo
Dona do Engenho Santa Rosa
Que paria Alvorada
Dona do Engenho Papagaio
Que paria Papagaio
Dona do Engenho Feliz
Que paria Feliz
Dona do Engenho Paraíso
Que paria Paraíso
Dona do Engenho São Pedro
Que paria São Pedro
Dona do Engenho São João
Que paria São João
Dona do Engenho Santa Cruz
Que paria Santa Cruz
Dona do Engenho Borboleta
Que paria Borboleta
Engenho do Nazareno
Que paria Amazônia
Dona do Engenho Pacheco
Que paria...
Saudosos engenhos de canas
Autores de nossa glória
Em meio as festas profanas
Alegravam nossa história
Ao vermos um pé-de-cana
Lembranças o vento traz
Da Dona de nossas cabeças
Famosa Dama que jaz
Mas no nosso porto em luto
Não esquecemos jamais
A Pura de Abaetetuba
Mater dos canaviais
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