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segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

AMBIENTALISMO: RECICLAGEM, EDUCAÇÃO E CONSCIENTIZAÇÃO AMBIENTAL








































AMBIENTALISMO: RECICLAGEM, EDUCAÇÃO E CONSCIENTIZAÇÃO ECOLÓGICA





Temos como um dos objetivos do Blog o ambientalismo, assunto que se faz necessário pela atuação que temos na questão da qualidade de um bom meio ambiente em seus variados aspectos, como: casa, escola, trabalho, ruas, feiras, comércio, indústria, cidades, rios, matas, país, natureza, mundo e universo. Estamos deveras preocupados com essa questão, a começar por Abaetetuba, pelo alto grau de poluição e contaminação que assola o município como um todo e sua região. E a mesma situação é constatada em todos os tipos de meios ambientes acima citados. Das nossas casas até o espaço cósmico, nada escapa da poluição e contaminação desses espaços. Vide poluição do espaço pelo homem através de máquinas, naves, satélites, equipamentos e peças descartadas, que vagam pelo espaço cósmico em que o planeta Terra está inserido. Nas nossas viagens, quando adentramos alguns espaços do município de Abaetetuba e da sua região, encontramos um estado crítico de poluição e contaminação, que muito nos preocupa. As contaminações são evidentes, pelas conversas com moradores das diversas localidades que nos relatam a situação das doenças, causadas por variados tipos de contaminações, que afetam animais, plantas e pessoas. As poluições são evidentes pelo que vemos e ouvimos de pessoas conscientes, que também sentem o problema. Numa simples maré de vazante, a quantidade de óleos e outras substâncias advindas das embarcações e navios de nossa cidade e das localidades vizinhas, como as vindas do Porto de Vila do Conde e a quantidade de garrafas PET, garrafas de vidro, latas, sacos plásticos, papel, papelão e outros, que ficam retidos às margens dos igarapés, rios e baías da cidade e região. Um amigo residente em uma das ilhas da frente da cidade de Abaetetuba, diz que recolhe, a cada maré vazante, uma enorme quantidade de garrafas que vai ensacando a cada nova maré, para depois doá-las às entidades de coleta seletiva do município.



Mas sabemos que existem soluções para amenizar esses graves problemas que afetam o nosso meio ambiente.



Vide as importantes iniciativas que são colocadas em prática por alunos da UFPA e outras localidades do Brasil.



Fonte: http://diariodoparadiarioonline.com.br e ASCOM UFPA

Pará
Segunda-feira, 16/01/2012, 01h38
Reciclagem torna as aulas mais divertidas

Imagine uma simples garrafa PET dando origem a bonecos, jogos e outros brinquedos que a criatividade permitir. Se o destino desse material era o lixo, isso começa a mudar nas Escolas de Ensino Básico e Fundamental dos municípios de Abaetetuba e Barcarena e na Escola de Aplicação, em Belém. A iniciativa é do Grupo de Estudo e Pesquisa em Educação, Infância e Filosofia (GEPEIF), do Campus da Universidade Federal do Pará em Abaetetuba. Tudo começa a partir de atividades lúdicas que envolvem professores e alunos. Eles utilizam papelão, palito de churrasco, cuba de ovos, latas, vidros, rolhas de cortiça, entre outros materiais que seriam descartados nas lixeiras ou no meio ambiente. Para auxiliar na confecção dos brinquedos, tesoura, cola, tintas guache e para tecido não podem faltar. Com o material em mãos, basta a garotada soltar a imaginação. Alguns brinquedos se transformam em personagens, entre eles, estão: Cavalo Marinho (feito com garrafa PET), Garota Vareta (palito de churrasco e rolha de cortiça), Senhor PET (palhaço feito de garrafa PET), Palhaço Maluco (garrafa de iogurte e tampinhas de PET), Cobra Maluca (cuba de ovos), Jogo de Pega (feito com PET e bola de papel), Jogo de Vai e Vem (PET e barbante). Mostrar que a reciclagem pode contribuir para a preservação do meio ambiente é a proposta desenvolvida pelo GEPEIF, por meio do Projeto de Extensão “Reciclando para preservar e educar: transformando sucatas em brinquedos para educação das crianças das Escolas de Educação Infantil e Ensino Fundamental”. “O objetivo é continuar implementando práticas metodológicas inovadoras, utilizando o brinquedo para educação e inclusão social. Ao mesmo tempo, contribuir para a construção de uma consciência ecológica sustentável e ambientalmente responsável entre os alunos da Escola de Educação Básica”, ressaltou o coordenador do Projeto, o professor Waldir Ferreira de Abreu.



MULTIPLICADORES

O projeto, atualmente na terceira etapa, tem o apoio da Pró-Reitoria de Extensão da UFPA (Proex) e da Coordenação de Pesquisa e Extensão (Copex) da Escola de Aplicação. A primeira etapa foi a preparação de doze estudantes do curso de Graduação em Pedagogia para atuarem como multiplicadores. As atividades tiveram início em junho de 2011.



A segunda etapa envolveu professores da rede pública de ensino e alunos dos cursos de Licenciatura do Campus de Abaetetuba. Eles são capacitados por meio de oficinas ministradas pelo Grupo de Pesquisa para uso do brinquedo reciclado como recurso didático em sala de aula. A terceira e última fase do Projeto corresponde à capacitação das crianças, sendo, desta vez, os professores os responsáveis pelas oficinas, sob a orientação do Grupo de Pesquisa. Em Belém, as três etapas já ocorreram na Escola de Aplicação. Em Barcarena, 80 professores e 30 alunos participaram das oficinas no mês de dezembro, na Casa do Professor. A próxima atividade no município deve ocorrer em fevereiro deste ano, com a participação de crianças de 30 escolas. “Nossa meta era atingir 100 professores, 150 alunos dos cursos de Pedagogia, Letras e Matemática e 300 crianças. Acredito que, até o final do projeto, vamos ultrapassar a meta”, comemora o professor Waldir Ferreira de Abreu. As atividades envolvem oficinas de novas metodologias de ensino com o uso do brinquedo na sala de aula; curso de reciclagem de sucatas e construção de brinquedos e brincadeiras para os alunos dos cursos de Pedagogia, Matemática e Letras nos campi de Abaetetuba e Barcarena; palestras sobre reciclagem e preservação ambiental; e minicursos, oficinas e vivências pedagógicas para professores. De acordo com o professor Waldir Ferreira de Abreu, a experiência de transformar sucata em brinquedo e utilizá-lo como recurso pedagógico já existe em escolas do Rio de Janeiro e de Porto Alegre. Um dos projetos foi desenvolvido pela Universidade do Estado do Rio (UERJ). “O retorno desse trabalho é uma maior consciência ecológica e ambiental por parte daqueles que estão envolvidos. Eles desenvolvem uma relação diferente com aquele material que se tornaria lixo. Além disso, o professor percebe o potencial do brinquedo como recurso metodológico para as crianças”, avalia.

(ASCOM UFPA)

Reproduzido pelo Blog do Prof. Ademir Rocha, de Abaetetuba/Pa

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