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terça-feira, 3 de maio de 2011

AMBIENTALISMO: CISTERNAS PARA ABAETETUBA







































 

AMBIENTALISMO: CISTERNAS TAMBÉM PARA OS RIBEIRINHOS DE ABAETETUBA
Temos o blog SOS RIOS DO BRASIL como um dos nossos preferidos e o indicamos para consultas para os que se interessam pela preservação do meio ambiente.
No caso do SOS RIOS DO BRASIL o nosso interesse também está de acordo com a nossa luta e anseios para que o meio ambiente de Abaetetuba/Pa seja levado em consideração pelas autoridades e populações do nosso município e dos municípios vizinhos da MICRORREGIÃO DO BAIXO TOCANTINS que estão na mesma situação nossa, isto é, somos populações cercadas de água por todos os lados na forma de igarapés, rios, praias e baías que banham a microrregião. Infelizmente essas águas já estão fortemente poluídas e contaminadas por uma quantidade imensa de lixo de todos os tipos, especialmente o lixo orgânico e lixo tóxico que fazem das águas dos rios, igarapés, baías e praias o maior fator de incidência de doenças de todos os tipos, especialmente as parasitárias e dermatoses que se possa imaginar, sem contar as outras doenças que oferecem grande perigo de contaminação química para a flora e fauna aquática e para os seres humanos. Quando ultimamente estivemos em visitas por algumas comunidades ribeirinhas de Abaetetuba contemplamos a olho nu a poluição de nossas águas e num ato de solidariedade aos nossos irmãos ribeirinhos tivemos que usar dessas águas que os mesmos usam para preparar os alimentos, tomar banho e matar a sede e outros afazeres domésticos.
No caso específico do assunto que o blog SOS RIOS DO BRASIL trata abaixo, sobre o programa ÁGUA PARA TODOS, em que o Governo Federal pretende construir 800 mil cisternas de placas, voltado para o semiárido nordestino e como uma das âncoras para o plano de erradicação da miséria do País, anunciado pela presidente da República a dirigentes sindicais, lembramos de um projeto que ainda chegamos fazer o esboço de um plano de construção de cisternas adaptado para as áreas ribeirinhas de Abaetetuba e que teriam alguns objetivos, como água de melhor qualidade para o povo ribeirinho; considerável baixa da incidência das doenças transmitidas através das águas poluídas e contaminadas, baixa do valor das despesas médicas do governo com a população ribeirinha, organização de uma campanha de preservação das águas dos igarapés, rios, praias e baías de Abaetetuba e região, entre outros objetivos.
No caso do objetivo de se baixar as despesas de saúde no município, dizemos e garantimos, sairia mais barato se usar a água das chuvas captadas pelas cisternas adaptadas ao povo ribeirinho, do que atender a população doente que acorre em busca de sua saúde nos hospitais públicos da cidade e que são milhares de pessoas a cada mês. Mas qual prefeito gostaria de ver baixar a verba da saúde de seus municípios e que são contados em milhões de reais? Essa solução seria boa até para grande parte da população da cidade e da zona das estradas.
Fazemos questão de publicar, com licença do blog SOS RIOS DO BRASIL, além do assunto das cisternas, o nome do Prof, Jarmuth, responsável do blog, os número dos milhares de visitantes do referido blog, os blogs e pessoas colaboradoras, a lista dos assuntos já publicados e o nomes dos muitos ambientalistas que visitam ou colaboram com o blog.

Blog endereçado aos defensores dos rios, praias e oceano, no Brasil. Divulga as ações pró-ativas nas bacias hidrográficas e reúne um amplo informativo para pesquisas escolares em recursos hídricos, nos diversos níveis!

"DIA DO MEIO AMBIENTE 2011" (05 JUNHO) OU "SEMANA DO MEIO AMBIENTE - 05 A 11 JUNHO" É MUITO IMPORTANTE QUE VOCÊS ORGANIZEM AS COMEMORAÇÕES DA IMPORTANTE DATA NA SUA COMUNIDADE. DESPERTE O INTERESSE DE TODOS NA PRESERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE...NÓS TODOS SOMOS RESPONSÁVEIS! PARTICIPEM - clique no banner e saiba mais

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29 de abril de 2011
PROGRAMA ÁGUA PARA TODOS PLANEJA CONSTRUIR 800 MIL CISTERNAS DE PLACAS
Nas cisternas de placas, um avanço importante
29 de abril de 2011

Washington Novaes - O Estado de S.Paulo

É uma boa notícia a de que o governo federal está lançando, como uma das âncoras para seu plano de erradicação da miséria, o Programa Água para Todos, voltado para o semiárido nordestino (Estado, 2/4). E que o programa, segundo informação da própria presidente da República a dirigentes sindicais, inclui a construção de 800 mil cisternas de placas.
Deve-se acrescentar que esse é o caminho para milhões de famílias que vivem isoladas ou em comunidades muito pequenas, no semiárido - não a transposição de águas do Rio São Francisco, como foi tão alardeado no governo anterior, para justificar essa polêmica megaobra, que não chegará àquela gente.
As cisternas de placas são parte de um programa coordenado pela Articulação do Semiárido, que reúne mais de 700 instituições e já construiu algumas centenas de milhares de cisternas desse tipo. Elas são um achado: um encanamento simples recolhe no telhado das casas a água de chuva e a encaminha para cisternas no subsolo ao lado, revestidas com placas para não permitir a infiltração; cada uma permite, com 16 mil litros acumulados, abastecer com cerca de 20 litros diários cada pessoa de uma família durante a estiagem - desobrigando-as de caminhar quilômetros a pé para colher em latas a água de barreiros sujos usados pelo gado. "É uma bênção", respondeu ao autor destas linhas, levantando as mãos para o céu, uma senhora de mais de 70 anos, quando perguntada sobre o que a cisterna significara em sua vida.
É um programa decisivo para enfrentar a pobreza no semiárido e seus mais de 800 mil quilômetros quadrados; 58% da pobreza nordestina está nessa região, diz o Ministério da Integração Nacional. São regiões onde a média anual de chuvas é de 750 milímetros, menos de metade da média do Recife, por exemplo. E em grande parte da região as chuvas concentram-se num período de 20 dias.
Mas as cisternas não são uma estratégia que faça parte do projeto da transposição. Este, que tinha previsão de gastos de R$ 5 bilhões até 2010, mais R$ 1 bilhão para revitalização do Rio São Francisco, já gastou R$ 2,24 bilhões e está com 80% das obras do Eixo Leste realizadas e 52% do Eixo Norte (quando cada cisterna custa pouco mais de R$ 1 mil). O que se prevê agora é que a água chegue ao Eixo Leste no ano que vem e ao Eixo Norte em 2013 (Rema Atlântico, 17/4). Só que continuam sem resposta dezenas de questões levantadas pelo próprio Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) ao ser pedido o licenciamento. Por exemplo: mais de metade das águas transportas seria destinada a grandes projetos de irrigação (e exportação), quando grande parte destes se situava em terras com processos de erosão já instalados; que se faria? As águas transpostas deveriam, ao longo de centenas de quilômetros, subir centenas de metros até regiões mais altas, consumindo energia elétrica; isso poderia custar até cinco vezes mais que a tarifa vigente; quem pagaria? Boa parte das águas transpostas teria de passar por açudes onde os níveis de evaporação e perda podem ser superiores a 50%. Grande parte da água se destinaria a cidades onde a média da perda nos sistemas urbanos de distribuição era (e continua sendo) de 45%; não seria adequado investir antes na restauração dessas redes? - perguntava.
Mas condicionantes do Ibama em licenciamentos são quase ficção científica. Quem se preocupou com o cumprimento da condicionante de exigir um depósito "definitivo" antes de começar a implantar a usina nuclear Angra 3? Quem se preocupou com o das condicionantes para as megausinas amazônicas, inclusive Jirau e Belo Monte, fora Tucuruí, há mais de 20 anos? E no caso da transposição ainda pesa em sua história o fato de a então ministra do Meio Ambiente haver levado para o Conselho Nacional de Recursos Hídricos a decisão final, quando o comitê de gestão da Bacia do São Francisco, por 44 votos a 2, vetara a transposição. Mas no conselho o governo federal, sozinho, tem maioria e aprovou o projeto.
Claro que o descaso às condicionantes não deveria ocorrer, principalmente nas questões relacionadas com a água, que precisam estar no centro das estratégias do Brasil, um país privilegiado em área que é centro das preocupações no mundo - onde a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação prevê (FAO, 21/3) que em 20 anos quase 2 bilhões de pessoas viverão em regiões com grave escassez de água, que, em alguma medida, atingirá dois terços da população mundial (e quem quiser ter uma visão emocionada do que são a bacia do rio e os povos ribeirinhos pode ler o recém-publicado livro O Rio São Francisco e as Águas no Sertão, com textos de vários autores e fotos extraordinárias do ex-metalúrgico João Zinclar - Silvamontes Gráfica e Editora).
Não é só. Recente relatório da Agência Nacional de Águas - Atlas Brasil - Abastecimento Urbano de Água - diz que 3.027 (55%) dos 5.565 municípios brasileiros terão problemas com recursos hídricos até 2025, se não se investirem R$ 70 bilhões. Nessa data, nas condições atuais, só 18% da população nordestina estará atendida "satisfatoriamente", embora hoje a média de perda nas redes continue superior a 40% do que sai das estações de tratamento.
Não bastasse, a Agência Espacial Norte-Americana (Nasa) está mostrando (Amazônia.org, 18/4) que a seca recorde de 2010 atingiu 2,5 milhões de quilômetros quadrados na Amazônia. E que isso pode significar menos água e menos captação de carbono pela vegetação e maior emissão para a atmosfera.
Neste momento, em que devemos homenagear a memória do professor Aldo Rebouças, há poucos dias falecido, precisamos lembrar-nos de suas sábias palavras no livro Águas Doces no Brasil (Escrituras Editora, 1999), por ele coordenado: "O que mais falta não é água, mas determinado padrão cultural que agregue ética e melhore a eficiência do desempenho dos governos, da sociedade em geral, das empresas públicas e privadas".

JORNALISTA
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Postado por Prof. Jarmuth às 4/29/2011 10:15:00 PM

Postado por Prof. Jarmuth Andrade às 30 Abril, 2011 13:22

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Vide mensagem do Blog do Prof. Ademir Rocha abaixo das figuras que ilustram esta postagem.

12 de novembro de 2013

"PROGRAMA TOCANTINS SEM SEDE" IMPLANTARÁ 11.350 CISTERNAS EM 27 MUNICÍPIOS DO ESTADO


  Cisternas do Programa Tocantins sem Sede


Governo dá início á instalação das cisternas; programa beneficiará 57 mil pessoas no Sudeste

Foto: Luciano Ribeiro
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O governador Siqueira Campos assinou em Paranã, no Sudeste do Estado, ordem de serviço para início da implantação das 11.350 cisternas do Programa Tocantins sem Sede, nos 27 municípios da região. 
Quatro empresas venceram o processo licitatório para a construção das casas-abrigo e instalação dos reservatórios de água e já iniciarão a distribuição dos equipamentos. 
A ação beneficia diretamente 57 mil pessoas que moram no sudeste tocantinense e sofrem todos os anos com a forte seca que assola a região no período de estiagem. 
De acordo com o governador, no Brasil cerca de 40% das famílias passam por dificuldades no abastecimento de água. Para Siqueira, a garantia da água para a população mais pobre é sinônimo de melhor qualidade de vida e mais saúde. "O governo se uniu e essa é a nossa obrigação. A água é uma necessidade básica. Sem água, não podemos pensar em outras grandes necessidades mais fundamentais. Água é saúde, é vida", disse.
Em um discurso acalorado, o governador lembrou de ações que permitiram ao Tocantins se desenvolver nos 25 anos de criação. Segundo Siqueira Campos, em seus mandatos anteriores, foram implantados os sistemas de tratamento de água em Araguaína e sistemas de irrigação que potencializaram a produção agrícola em regiões críticas, como a do rio Manoel Alves. "Isso que estamos fazendo aqui, é um esforço enorme para suprir as pessoas mais pobres, da necessidade mais básica que é a água. Temos que dar saúde às pessoas e condições para elas se desenvolverem", completou.
Para o prefeito de Paranã, Edson Lustosa, o combate às mazelas da seca na região sudeste é uma luta antiga da população junto ao poder público. "A maioria não sabe o sofrimento que é um pai de família ter que cavar o leito seco de um rio com as mãos para ter água para os filhos. Desde 2007 nós tentávamos uma solução junto ao Ministério da Integração Nacional e não conseguíamos. Nós éramos conhecidos como o 'corredor da miséria', não tínhamos asfalto e nem pontes. Hoje nós reconhecemos o trabalho do governo para minimizar o sofrimento do povo", comentou.
Já o presidente da Agência Tocantinense de Saneamento (ATS) Edmundo Galdino, destacou que o início da instalação das cisternas nas casas das famílias da região sudeste é fruto de uma luta de quase dois anos junto ao governo federal. "Foi um ano e meio de muita luta para que o Tocantins fosse aceito no programa e depois, mais um período porque o Ministério da Saúde proibia a captação de água em telhados de palha. Nossas cisternas custaram R$ 2 mil a mais que as do Nordeste, mas foi pela determinação do governador em construir as casas-abrigo para os reservatórios", explicou.
Outras obras
Presente no evento, o senador Vicentinho Alves lembrou de outras ações desenvolvidas pelo governo do Estado que vem movimentando diversos setores da administração pública. Em sua fala, ele citou as obras de infraestrutura viárias e a implantação de novos hospitais no Tocantins. "O Tocantins hoje é um canteiro de obras. Nas estradas, o asfalto já está chegando em diversos municípios. Além disso, hospitais estão sendo construídos e reformados. Em Porto Nacional teremos o nosso hospital e a maternidade que necessitamos", frisou.
Inauguração da primeira cisterna
Ao acionar a bomba de distribuição da água da primeira cisterna instalada na casa de D. Severiana Batista Soares, no município de Paranã, o governador Siqueira Campos destacou a importância da água para a sobrevivência humana. Se dirigindo a família de beneficiados, O governador destacou que 40% das famílias do país ainda sofrem com a falta de água para consumo humano e para os animais, “água é vital para vida, sem água não tem  como fazer outra coisa e graças ao empenho de Edmundo Galdino e a bancada federal hoje a realidade dessa família está sendo mudada”, frisou.
Destacando que o problema de alta de água no Tocantins é a má gestão dos administradores, Siqueira Campos lembrou que o Rio Colorado, nos Estados Unidos tem a metade do volume do Rio Tocantins e abastece cidades dos Estados Unidos e no México. “Somos o número um em água no mundo e não tem porque enfrentarmos grandes problemas por causa da falta de água”, observou.
Ao destacar a atuação de Edmundo Galdino à frente da ATS, Siqueira Campos enfatizou que o presidente é um dos gestores mais corajosos que o Tocantins possui, “razão de hoje estarmos executando um programa que vai mudar definitivamente a vida das pessoas, esse é um gigante”, disse. Na oportunidade Siqueira também destacou a importância do senador Vicentinho Alves e de toda a bancada federal no empreendimento.
Presenças
Além do governador Siqueira Campos, participaram da solenidade o senador Vicentinho Alves, os deputados estaduais Carlão da Saneatins e Ricardo Ayres, o presidente da Associação Tocantinense dos Municípios, Leonardo Cintra, o prefeito de Paranã, Edson Lustosa, além de prefeitos e representantes dos 27 municípios da região Sudeste.
Especificações
Cisternas – 11.350 – sudeste -  57 mil pessoas
Barragens -135 – sudeste - 13. 500 mil
Poços artesianos – 99 – centro, norte e extremo norte – 20 mil pessoas
Prazo de execução:  outubro de 2013 a dezembro 2014
Empregos gerados:
Fábrica da Acqualimp – 40 empregos diretos
Transporte cisternas – 40 empregos diretos
Instalação das cisternas: 2 mil diretos ( com informações da ATN)
Reproduzido pelo Blog do ADEMIR ROCHA

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