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quinta-feira, 21 de abril de 2011

CULTURA: CELSO DE ALENCAR










CULTURA: CELSO DE ALENCAR, A REVOLUÇÃO NA POESIA



Celso de Alencar é poeta, declamador e tradutor dos mais afamados do Brasil e nós, particularmente, não temos a capacidade de fazer uma análise de sua poesia que também sentimos profunda e revolucionária no sentido de sua expressão e construção. Nos deteremos em publicar as impressões retiradas dos livros TESTAMENTO (livro de poemas de Celso de Alencar) e CENAPOÉTICA (livro de antologia de poetas franceses que fazem parte do programa CENA-Cena de Encontro das Artes) que ele nos remeteu de São Paulo e no que dizem alguns críticos na análise de suas obras e trechos de sua biografia.


Celso de Alencar nasceu em Belém, Pará, a 3/8/1949 e publicou, entre outros livros: Tentação, Borghi Editora, 1979; Arco Vermelho, 1983 (1ª edição), 1985 (2ª edição), 1991 (3ª edição); Salve Salve, 1982; Os Reis de Abaeté, João Scortecci Editor, São Paulo, 1991; O Primeiro Inferno e outros poemas, Editora Maltese, 1994, e O Pastor, Cejup, Belém, 1996. Participou das antologias Papel Arroz, Ensaio IV, Água 1, Folhetim, Ensaio V. Sete (2002), A Outra Metade do Coração (CD- antologia poética), Testamentos (2003).

É tradutor da poesia do nicaragüense Rubén Darío e intérprete da poesia de Mao Tse Tung, radicado em São Paulo desde 1972. Sobre Celso de Alencar, o poeta e crítico Cláudio Willer, afirma que se trata do mais enfático poeta contemporâneo brasileiro, enquanto o compositor e poeta, Jorge Mautner, o considera um poeta da 4ª dimensão, escandalizador e libertador de almas. É reconhecido entre os grandes talentos da geração de 70. A convite apresentou-se na Inglaterra, França e Portugal.

Participou de diversas antologias entre as quais Poesia Contemporânea Brasileira (2001, ed. Alma Azul, de Coimbra), Poesia do Grão-Pará (2001), Scène Poétique (2003, dez poetas brasileiros e dez franceses, edição Cena e Consulado da França em São Paulo), Quando Freud Não Explica Tente a Poesia (2007), além de publicações em revistas e periódicos. Palestrante e integrante de diversos júris de concursos de poesia. Ex-diretor da União Brasileira dos Escritores (gestão 1990/92 e 1992/94).


Celso de Alencar tem a ver com Abaetetuba e ele mudou para São Paulo e deixou familiares no Pará e o pai dele foi vereador na cidade, conforme diz uma sua sobrinha.

Como conhecemos Celso de Alencar e sua poesia: temos no nosso computador “alertas” para tudo o que fale de Abaeté e Abaetetuba. E caiu em nossas mãos a capa do livro “Os Réis de Abaeté”, de Celso de Alencar e fizemos a publicação dessa capa em uma de nossas postagens. Essa postagem caiu no computador de Celso de Alencar e este se comunicou com o autor do Blog e telefonou de São Paulo e nos remeteu 3 livros, um de poesias, outro de traduções poéticas e outro de um seu amigo poeta.

No prefácio do livro Testamentos encontramos os seguintes textos:
É fundamental que os escritores encontrem o seu código e Celso de Alencar há vinte anos já manifestava em suas obras a descoberta do seu código.
O poeta Cláudio Willer afirma que Celso de Alencar é o mais enfático dos poetas contemporâneos brasileiros.
Jorge Mauttner, poeta e filósofo, anuncia que se trata de um poeta da quarta dimensão, escandalizador e libertador de almas.


Para nós, que publicamos um Blog simples, até provincial, destituído de quaisquer artifícios de computação, pois não dominamos a computação gráfica e nosso público é restrito, ficamos até surpresos com o encontro com Celso de Alencar cuja poesia é transversal e enfático na lavra e, acreditamos também, na declamação de seus versos. E o que mais sentimos no encontro com Celso de Alencar é a ausência de egoísmo, pois ele não se fecha em seu mundo poético e procura promover outros autores, conforme se deduz do prefácio do livro traduzido “cenapoética”, onde diz que procura promover através do programa Cena Poética, poetas de diversas gerações em encontros informais com o objetivo mesmo de promover a poesia e seu autor. A maior prova desse seu desprendimento foi o envio do livro “Breves Cartas de Amor, de Edmir Carvalho Bezerra, que é o autor do Blog Veropoema.


Um grande abraço de Ademir Rocha em Celso de Alencar e os demais poetas e poetisas do CENA-Cena de Encontro das Artes.

Prof. Ademir Rocha, de Abaetetuba/Pa, em 21/4/2011.

2 comentários:

  1. Surpreso com meu livro por aqui. Celso é meu amigo grande.
    Abraços,
    Edmir

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  2. Caro Edmir,
    O Celso de Alencar é uma pessoa incrível, pois, além de ele divulgar o seu trabalho poético, divulga também a literatura de outras pessoas, logo, Celso, é uma pessoa altruísta e ele também me enviou um livro de sua lavra (de Edmir). Parabéns, siga em frente e conte com meu apoio. Abraços de Ademir Rocha e um Amo Novo cheio de muita literatura.

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