Famílias dos Troncos Nunes Ferreira e Cardoso Ferreira - Genealogias
Conforme pesquisas dos professores Horácio Ferreira Cardoso e Ademir Heleno Araujo Rocha, com alguns históricos de alguns nomes:
Postagem em construção
Observação:
O professor Horácio Ferreira Cardoso e outros membros dessas famílias podem fazer acréscimos ou correções no rodapé desta postagem.
Nota:
Genealogias Paralelas são das famílias agregadas às famílias Nunes Ferreira e Cardoso Ferreira, acima citadas:
Os Nunes Ferreira
Os Nunes Ferreira
Os Cardoso Ferreira
Profa. CARMEM CARDOSO FERREIRA, familiares e amigos, histórico:
A Professora Carmem era muito religiosa, militante dos antigos movimentos da Igreja Católica, como a Ação Católica, as Filhas de Maria e nutria profunda fé em Deus e nos santos, especialmente Nossa Senhora e era ativa participante das organizações a nível de Paróquia, Catequese e festas religiosas, como festa de Nossa S. da Conceição, Círios, Catequese, 1ª Comunhão e outras atividades católicas dos tempos dos Padres Capuchinhos e dos Padres Seculares vindos de Belém para atuar na Paróquia de Abaetetuba, onde a devoção aos Santos Católicos era o modo de participar dos eventos e das ações dos católicos de Abaetetuba.
Igrejas
Igrejas
Por conta de seu ativismo católico baseada
na devoção aos santos, que batia de frente com
a nova postura da Igreja Católica, quando esta
iniciou uma série de reformas, incluindo as
reformas das liturgias católicas, a professora
Carmem bateu de frente com os padres progressistas
e Irmãos Lassalistas.
Por seu engajamento católico tradicional, manteve sérios atritos com os religiosos Xaverianos e Lassalistas, devido as reformas que a Igreja Católica de Abaetetuba passava nos anos de 1970 e 1980. Suas convicções tradicionais católicas batiam de frente com a mensagem de uma religião baseada nas questões sociais e políticas da nova pregação da Igreja, trazida pelos religiosos progressistas da Igreja católica em Abaetetuba que, entre as várias mudanças à nível de Igreja, reformou a antiga Igreja Catedral, tirou as imagens dos Santos dos altares, extinguiu as antigas confrarias e outros movimentos leigos e introduziu a Liturgia baseada nos novos tempos de ser Igreja, ou seja, o "novo homem cristão" que devia ir às lutas pelos direitos dos menos favorecidos, com a introdução de novos grupos, cantos, teatros e com uma nova maneira de se fazer Catequese.
Isso tudo e mais outras mudanças a nível de comunidades gerou um clima de revolta, não só nas convicções da Profa. Carmem Cardoso Ferreira, como em mais da metade da população dos católicos da linha tradicional de Abaetetuba, com parcela dos descontentes praticando ações de protestos até mesmo dentro da Catedral de Abaetetuba, como foi o caso da profanação da Igreja com o respectivo “Roubo da Imagem de Nossa S. da Conceição”, que serviu de borburinho por muito tempo no seio da sociedade.
Genealogia do Prof. Horácio Ferreira Cardoso, conforme ele mesmo em suas pesquisas.
Vamos tentar decifrar os nomes da árvore genealógica por estarem quase inelegíveis: vide nomes abaixo Observação:
O professor Horácio Ferreira Cardoso e outros membros dessas famílias podem fazer acréscimos no rodapé desta postagem.

Vide acima a Genealogia do Prof. Horácio Ferreira Cardoso, conforme ele mesmo em suas pesquisas.
Vamos tentar decifrar os nomes da árvore genealógica acima cujos nomes estão quase inelegíveis: nomes por gerações:
Observação:
O professor Horácio Ferreira Cardoso e outros membros dessas famílias podem fazer acréscimos ou correções no rodapé desta postagem.
Vide abaixo Genealogia do Prof. Horácio Ferreira Cardoso, conforme ele mesmo em suas pesquisas.
Vamos tentar decifrar os nomes da árvore genealógica abaixo cujos nome estão quase inelegíveis: vide nomes por gerações:
. ANTONIO CORREA DE MIRANDA ou ANTONIO CORREA CARIPUNA (Caripuna é nome de origem indígena usado em Abaeté). Vide Família Correa de Miranda em "Genealogia da Família Correa de Miranda, de Ig-Miri/PA.
. ESMERINA NUNES FERREIRA/Esmerina Nunes Ferreira Bou-Habib, este nome de casada.
. ARTHUR NUNES FERREIRA
Arthur Nunes Ferreira, casado em 1ª núpcias c/ Mimita Floresta Ferreira e, em 2ª núpcias com Antonia Felícula Cardoso, e tiveram filhos: Maria de Nazaré, Joana da Conceição, Artúnia, João Batista, Artuzinho e Carmem Cardoso Ferreira. Arthur Nunes Ferreira tinha um irmão, Carlos Nunes Ferreira, que c/c Dadá Cardoso e uma irmã, Mimi Nunes Ferreira, que c/c Horácio Cardoso.
Portanto, são 3 irmãos da fam. Nunes Ferreira (dois homens: Arthur e Carlos Nunes Ferreira, e uma mulher, casados com 3 irmãos da fam. Cardoso, duas mulheres (Dadá e Mimi Cardoso) e um homem, Horácio Cardoso e, com isso, seus filhos são duas vezes primos entre si. Em outras palavras: dois irmãos e uma irmã da fam. Nunes Ferreira, casados com duas irmãs e um irmão da fam. Cardoso, que dão origem às famílias Ferreira Cardoso e Cardoso Ferreira.
MIMITA FLORESTA FERREIRA, c/c Arthur Nunes Ferreira, em 1ª núpcias.
. ANTÔNIA FELÍCULA CARDOSO, c/c Arthur Nunes Ferreira, este casado em 2ª núpcias
MIMITA FLORESTA FERREIRA, c/c Arthur Nunes Ferreira, em 1ª núpcias.
. MARIA DE NAZARE
. JOANA DA CONCEIÇÃO CARDOSO FERREIRA, filha de Arthur Nunes Ferreira e Antonia Felícula Cardoso.
• João Batista Cardoso Ferreira, filho de Arthur Nunes Ferreira e Antonia Felícula Cardoso.
• ARTÚNIA CARDOSO FERREIRA, filha de Arthur Nunes Ferreira e Antonia Felícula Cardoso, citada em 1961 como juíza da festa de N. S. da Conceição, c/c Clodoaldo de L. Baia/Coló e tiveram filhos: Maria de Lourdes Ferreira Baia e outros?
. Maria de Lourdes Ferreira Baía?
• ARTHUR CARDOSO FERREIRA/Artuzinho, filho de Arthur Nunes Ferreira e Antonia Felícula Cardoso.
. JOÃO BAPTISTA
. ARTUZINHO
. CARMEM CARDOSO FERREIRA
• Carlaide Cardoso Ferreira, professora no Grupo Escolar Basílio de Carvalho, casada e com filho: Raimundinho, citada em 1944. Carlaide Ferreira, citada em 1939 como contribuinte e na comissão da 1ª noite de leilão da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
• CLODOALDO CARDOSO FERREIRA, filho de irmã de Antonia Felícula Cardoso, citado em 1944, em 1961 como representante da classe dos marítimos na festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
. CARLOS NUNES FERREIRA, irmão de Arthur Nunes Ferreira, c/c Dadá Cardoso, esta irmã de Antonia Felícula Cardoso.
. Mimi Nunes Ferreira, c/c Horácio Cardoso e com filhos
. ANTONIA FELÍCULA CARDOSO FERREIRA
• ARTÚNIA CARDOSO FERREIRA, filha de Arthur Nunes Ferreira e Antonia Felícula Cardoso, citada em 1961 como juíza da festa de N. S. da Conceição, c/c Clodoaldo de L. Baia/Coló e tiveram filhos: Maria de Lourdes Ferreira Baia e outros?
• ARTHUR CARDOSO FERREIRA/Artuzinho, filho de Arthur Nunes Ferreira e Antonia Felícula Cardoso.
. MARIA MAUÉS NUNES FERREIRA
. JOÃO BAPTISTA CARNEIRO, c/c ADELAIDE MAUÉS FERREIRA CANEIRO
. ADELAIDE FERREIRA CARNEIRO, ADELAIDE MAUÉS NUNES FERREIRA, filha de José Nunes Ferreira e Maria Maués Ferreira, e Adelaide era casada com João Baptista Carneiro, este capataz do Porto de Abaeté e com filhos, netos.
. JOÃO BAPTISTA CARNEIRO, casado com Adelaide.
• CLODOALDO CARDOSO FERREIRA, filho de irmã de Antonia Felícula Cardoso, citado em 1944, em 1961 como representante da classe dos marítimos na festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
. CARMEM CARDOSO FERREIRA
Carmem Cardoso Ferreira, nasceu em 15 de março, é filha de Arthur Nunes Ferreira e Antonia Felícia Cardoso Ferreira, tendo como avós paternos Maria Maués Nunes Ferreira e José Nunes Ferreira e residia na Rua Siqueira Mendes, nº 1.286 e foi aluna da Escola INSA e professora e diretora por longos anos de algumas escolas de Abaetetuba, entre as quais as escolas Reunidas, Vicente Maués, Pedro Teixeira, agindo com pulso firme e rígido no tocante ao comportamento de alunos e professores. Foi Secretária Municipal de Educação de Abaetetuba, conforme documento de 08.03.1980, na gestão do então prefeito Ronald Reis Ferreira. Mas o lado carinhoso, terno, amigável e generoso se escondia por trás de seu enorme acervo de cartas, fotos, livros, papéis com suas anotações, cuja maior parte foi corroída pela ação do tempo e dos cupins, sendo salvo ainda muitas anotações que serão publicadas no decorrer das nossas pesquisas de parte desse acervo em nossas mãos, vindas pelo seu sobrinho Francisco de Assis Cardoso Lima, nosso particular amigo de longas datas.
. MARIA MAUÉS NUNES FERREIRA:
Maués, família agregada ou paralela (Vide em Família Maués, que é outro grande clã familiar de Abaetetuba).
Algumas Citações Sobre MARIA MAUÉS NUNES FERREIRA e Outros Parentes de Carmem Cardoso Ferreira:
A professora Carmem Cardoso Ferreira amava e considerava muito os seus parentes, amigos e colegas de profissão e era muito solidária nas suas dores. Nos falecimentos escrevia bilhetes de pesar e oferecia orações e os confortava espiritualmente. No dia de seus aniversários ela mesma preparava as mensagens para serem veiculadas no sistema sonoro da cidade, o antigo “Sonoros Copacabana".
Maria Maués Nunes Ferreira era filha do Coronel Antonio Correa Caripuna, cujo nome original era Antonio Correa de Miranda, mudando o sobrenome para Caripuna, tendo em vista que a antiga Abaeté possuía, nesses tempos, muitos indígenas e seus descendentes que respeitavam pessoas em vista de seus nomes, dados pelos antigos indígenas, com seus respectivos significados (Vide família Correa de Miranda, com origem no vizinho município de Ig-Miri/PA), e o Coronel Caripuna foi antigo chefe político em Abaeté, vindo daí o fato da antiga Abaeté de ser chamada também de "Cidade dos Caripunas", existindo dois membros da Família Correa de Miranda por aqui e, Maria Maués Nunes Ferreira, ficando viúva, com seus filhos, assumiu o comércio do marido em Abaeté, na Rua Justo Chermont, em 1922.
Citações de 1922:
. CARLOS NUNES FERREIRA, citações:
A firma "Carlos Nunes Ferreira e Carneiro" (firma de Carlos Nunes Ferreira com outro sócio de sobrenome Carneiro) com casa de commércio no Furo Tucumanduba”. “A firma Ferreira e Carneiro com depósito de lenha no Rio Abaeté”. A Família Carneiro é paralela às duas famílias em foco.
Carlos Nunes Ferreira, citado no Furo Tucumanduba, foi dono do memorável B/M Caliandares, que fazia o percurso Abaetetuba-Belém-Abaetetuba nos anos de 1960 e 1970.
Arthur Nunes Ferreira, comerciante e industrial, anos de 1940.
. ESMERINA NUNES FERREIRA/Esmerina Nunes Ferreira Bou-Habib:
Professora Esmerina Bou-Habib
Esmerina Nunes Ferreira Bou-Habib, sendo o Bou-Habib uma família paralela, vindo de sírios-libaneses que por aqui chegaram nos antigos tempos de Abaeté. Era tia de Carmem Cardoso Ferreira, nasceu no dia 13.03.1891 no lugar chamado Cachoeira, município de Abaeté. É filha de José Nunes Ferreira e Maria Maués Ferreira. Iniciou seus estudos primários em Abaeté, prosseguindo na Escola Normal, em Belém, hoje Instituto de Educação do Pará, onde se formou professora normalista em 1911. Deixou como lembrança um quadro com o diploma de formatura.
Retornando para Abaeté foi nomeada professora no Grupo Escolar de Abaeté, no ano de 1912, função que exerceu até o ano de 1945 com amor, abnegação e dedicação, cativando a todos os seus alunos pelo carinho a eles dedicados.
No dia 02.04.1945 foi nomeada para o cargo de diretora do referido Grupo Escolar de Abaeté. Por perseguição política foi dispensada desse cargo, voltando a ocupá-lo em 1952.
No dia 30.03.1955 foi nomeada Diretora efetiva nesse cargo através do decreto nº 887-55 DP, pelo então Governador do Estado Gal. Alexandre Zacarias de Assunção. No dia 06.06.1956 foi assinado o Decreto de sua aposentadoria, no qual a mesma contava com 44 anos de bons serviços prestados às crianças e jovens de sua terra, sendo um exemplo vivo de dedicação e doação ao setor da educação abaetetubense, fazendo parte, também, por muitos anos, do Conselho Municipal de Educação.
Em 1942 era diretora do Grupo Escolar de Abaeté a professora Esmerina Ferreira Bou-Habib. O porteiro era Rogério de Carvalho, pai do Raul Carvalho, que eram da família de Murilo de Carvalho.
Os professores desse antigo grupo escolar eram: Maria da Conceição Barros Lobo, Maria do Carmo Araújo Santos, Maria Leão (esposa do Sr. Leão, que trabalhava na Mesa de Rendas do Estado,e Elza de Jesus Silva Paes.
No período de 1912 a 1945, paralelamente às suas atividades no setor público da educação, manteve uma escola particular gratuita com o nome de "Externato de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro", na qual a mesma ensinava não só a ler e escrever como também ensinava a arte dos bordados de todos os tipos: flores, tricô, crochê, incluindo também música de piano. Recebia várias crianças vindas do interior do município, algumas hospedando-as em sua residência, com a finalidade de estudos. Nesse seu externato praticamente não existiam mensalidades, pois a maioria de seus alunos eram seus afilhados e pobres.
Diariamente, também, atendia pessoas da cidade e do interior que a procuravam em busca de doses de remédios homeopáticos e caseiros, para crianças e adultos doentes, as quais ela atendia a qualquer hora do dia ou da noite, sem aceitar pagamento a dinheiro, só dizendo: “Fico aguardando notícias suas o mais breve possível”. As que vinham do interior a presenteavam com camarões, peixes, frutas, galinhas, patos, ovos e outros produtos ribeirinhos.
A família da professora Esmerina não era tão rica e ela mesma não ostentava vaidades e riquezas terrenas e somente procurava ajudar às muitas pessoas que a procuravam. Eram os seus compadres, comadres e afilhados.
Quando a Igreja Matriz de Abaeté foi concluída no final dos anos de 1930, o 1º véu do Sacrário da Igreja foi feita por ela, assim como o seu casamento com Jorge Antonio Bou-Habib, que foi o 1º a ser realizado na nova Igreja Matriz. Eles não tiveram filhos.
A profa. Esmerina veio a falecer no dia 08.06.1978, saindo seu corpo para sepultamento no dia 9 de junho, às 8:00 horas, da Escola Estadual de 1º Grau “Prof. Basílio de Carvalho”, onde ela foi professora e diretora por longos anos, acompanhado pelos alunos e professores, não só do Basílio, como de todas as escolas da cidade, autoridades, o povo, onde se incluíam inúmeras famílias de Abaetetuba, tornando-se uma manhã de profunda emoção no município de Abaetetuba.
Esta biografia foi feita por autor desconhecido em 26.11.1979, provavelmente pela professora Carmem Cardoso Ferreira, sua sobrinha.
Existe uma escola dedicada à memória da professora Esmerina, a Escola Esmerina Bou-Habib:
Uma carta da Professora Carmem Cardoso Ferreira, por ocasião da inauguração da Escola Professora “Esmerina Bou-Habib”:
“Esmerina, continuas viva no coração deste povo, a quem ofereceste a tua vida, os teus talentos, as tuas virtudes de Mestra carinhosa e boa. Tu viverás na imortalidade da nossa história, porque a tua vida foi um marco de doação, de abnegação e amor, constituindo-te e conferindo-te o troféu de “Astro da Educação”, pelos teus 44 anos de Magistério. O povo do interior e da cidade ainda guarda bem viva na memória a lembrança de todo o bem que lhes fizestes, socorrendo-lhe na hora da doença e da dor, quando Abaeté se ressentia muito pela falta de médicos. Tu eras a sua médica, com tuas homeopatias e tuas palavras de conforto, a qualquer hora do dia ou da noite, sempre com a mesma expressão de bondade, que te era peculiar, com a mesma frase: “Meu filho” ou “Minha Filha”.
Teu enterro, mais do que uma cerimônia fúnebre, triste, teve a gala das grandes festas. Foi a festa do Amor, da Gratidão, da Saudade e do Reconhecimento, que tornará a tua imagem imperecível entre nós. Vivestes na pobreza, por escolha, pois sempre soubestes dividir o que tinhas. E não ficava nada sem dividir.
Partistes, mas continuas no coração de teus alunos, que já adultos, sentem a saudade do tempo em que privaram do teu convívio e do teu carinho de Mãe e Mestra e, por esse motivo, é que hoje estás sendo homenageada com a inauguração de uma escola que recebeu o teu nome, “Escola Professora “Esmerina Bou-Habib”, a pedido de um de teus alunos, o dr. Mariuadir José Miranda Santos. Esta homenagem nos sensibilizou profundamente, pois, através dela, o nome da querida tia Esmerina, ao invés de ficar esquecida, será sempre lembrado e passará a fazer parte dos grandes nomes que passaram por nossa cidade, na sublime e árdua missão do Magistério.
Carmem Cardoso Ferreira:
. FRANCISCO DE ASSIS CARDOSO DE LIMA, (Lima, família agregada)
Social Aniversário! Atenção Abaetetuba!
Atenção Benjamim Constant, nº 1286! Aniversaria na feliz data de hoje, 20 de novembro de 1966, o inteligente e simpático jovem, Francisco de Assis Cardoso de Lima.
Mano querido:
Sou tão pequena para te expor tudo que sinto neste dia tão feliz! Nada sei para poder te homenagear pela passagem dos teus 15 anos. Já és rapazinho agora; em ti já posso confiar os teus bons exemplos de amigo e irmão; de ti já posso esperar uma palavra de carinho e conforto. É o que peço à nossa Mãezinha do Perpétuo Socorro, que te dê sempre a serenidade das almas puras, para que possamos um dia na Pátria Celeste, juntinho dizer-nos: É bom ser bom.
Abaixo temos alguns de seus parentes do lado paterno e materno, com alguns patriarcas vindos de famílias judias holandeses e outra parte vinda de sírios-libaneses:
Geração Paterna de Carmem Cardoso Ferreira
. JOSÉ NUNES FERREIRA, casou com MARIA MAUÉS FERREIRA e tiveram filhos:
. ADELAIDE MAUÉS FERREIRA CARNEIRO, filha de José Nunes Ferreira e Maria Maués Ferreira, e Adelaide/Dadá? era casada com João Baptista Carneiro/João Capataz, este capataz do Porto de Abaeté e com filhos, netos.
. JOÃO BATISTA CARNEIRO (Vide acima)
Filhos
Netos
. ARTHUR NUNES FERREIRA
. ANTÔNIA FELÍCULA CARDOSO
• ARTÚNIA CARDOSO FERREIRA, filha de Arthur Nunes Ferreira e Antonia Felícula Cardoso, citada em 1961 como juíza da festa de N. S. da Conceição, c/c Clodoaldo de L. Baia/Coló e tiveram filhos: Maria de Lourdes Ferreira Baia e outros?
• Artur Cardoso Ferreira/Artuzinho, filho de Arthur Nunes Ferreira e Antonia Felícula Cardoso.
. JOSÉ NUNES FERREIRA, c/c Maria Maués Ferreira e com filhos:
• ARTHUR NUNES FERREIRA, filho de José Nunes Ferreira e Maria Maués Ferreira, citado em 1900, era comerciante, dono do engenho de cachaça Santo Antonio, na Costa Maratauíra, em 1931, depois repassado para Raimundo Neves , e dono de outro engenho o Santa Rosa, na mesma Costa Maratauhyra, citado em 1939 como contribuinte e da comissão da 3ª noite de leilão da festa de N.S. da Conceição em Abaetetuba.
Arthur Nunes Ferreira, c/c Mimita Floresta Ferreira e, em 2ª núpcias com Antonia Felícula Cardoso, e tiveram filhos: Maria de Nazaré, Joana da Conceição, Artúnia, João Batista, Artuzinho e Carmem Cardoso Ferreira.
Arthur tinha um irmão, Carlos Nunes Ferreira, que c/c Dadá Cardoso e uma irmã, Mimi Nunes Ferreira, que c/c Horácio Cardoso, portanto são 3 irmãos da fam. Nunes Ferreira casados com 3 irmãos da fam. Cardoso e com isso seus filhos são duas vezes primos entre si. Em outras palavras: dois irmãos e uma irmã da fam. Nunes Ferreira, casados com duas irmãs e um irmão da fam. Cardoso, que dão origem às famílias Ferreira Cardoso e Cardoso Ferreira.
• Carlaide Cardoso Ferreira, professora no Grupo Escolar Basílio de Carvalho, casada e com filho: Raimundinho, citada em 1944. Carlaide Ferreira, citada em 1939 como contribuinte e na comissão da 1ª noite de leilão da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
• Carlos Nunes Ferreira, filho de José Nunes Ferreira e Maria Maués Ferreira, citado em 1900, em 1953 como auxiliar na zona do Guajarázinho na festa de N.S. da Conceição em Abaetetuba, c/c Adelaide Cardoso Ferreira e com Bodas de Ouro de casamento festejado em 24/12/1968. Carlos Nunes Ferreira/Carlos Nunes, firma Ferreira e Carvalho com comércio no Furo Tucumanduba, em 1922, vereador no governo de João Francisco Ferreira (12/2/1936-31/12/1937), comerciante anos de 1930, 1940, sócio da firma Carlos Nunes Ferreira e Carneiro, firma na localidade Tucumanduba, c/c Dadá Cardoso e tiveram filhos.
• CARMEM CARDOSO FERREIRA, filha de Arthur Nunes Ferreira e Antonia Felícula Cardoso, estudou na escola INSA e formou-se professora Normalista, foi professora, diretora de escolas públicas: Escolas Reunidas em 1963, Vicente Maués e Pedro Teixeira, secretária de educação na gestão do Prefeito Ronald Reis Ferreira (1977-1982), católica fervorosa e engajada como Filha de Maria e com nome de escola e rua em Abaetetuba, citada em 1946, em 1961 como juiz da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
• Clodoaldo Cardoso Ferreira, filho de irmã de Antonia Felícula Cardoso, citado em 1944, em 1961 como representante da classe dos marítimos na festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
• Clodoaldo Ferreira, é filho de Carlos Cardoso Ferreira e Alba Matos Ferreira.
. Ernestina Ferreira Cardoso, filha de José Nunes Ferreira e Maria Maués Ferreira, casada com Horácio Maués Cardoso e com filhos.
• Esmerina Nunes Ferreira, nascida em 13/3/1894 e falecida em 8/6/1978, filha de José Nunes Ferreira e Maria Maués Ferreira, foi professora nas escolas de Abaeté, dona de escola de externato, em seu comércio atendia a população carente, principalmente ribeirinhos, com seus remédios caseiros, citada em 1939 como professora contribuinte e da comissão da 2ª noite de leilão da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba, citada em 1946, com nome de escola, c/c o sírio-libanês Jorge Antonio Bou-Habib, este nascido em 13/6/1884 e falecido em 8/6/1971.
. Ernestina Nunes Ferreira/Nini, filha de José Nunes Ferreira e Maria Maués Ferreira, citada em 1900, foi professora em Abaeté, mãe de Horácio Sisino Cardoso e avó do professor Horácio Ferreira Cardoso.
. Eulália Nunes Ferreira, filha de José Nunes Ferreira e Maria Maués Ferreira, citada em 1900.
• Flodoaldo Nunes Ferreira, citado em 1953 como cadete do Exército e membro da diretoria da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba, chegou a major do Exército.
• Hilza Cardoso Ferreira, professora e diretora nos anos de 1960 do Grupo Escolar Prof. Basílio de Carvalho, citada em 1961 como juíza da festa de N.S. da Conceição em Abaetetuba. Profa. Ilza Cardoso Ferreira, citada em 1961, chegou a ser diretora do Grupo Escolar “Prof. Basílio de Carvalho”. Casou e mudou o nome para Ilza Ferreira Borges.
• Joana da Conceição Cardoso Ferreira, filha de Arthur Nunes Ferreira e Antonia Felícula Cardoso.
• João Batista Cardoso Ferreira, filho de Arthur Nunes Ferreira e Antonia Felícula Cardoso.
• José Nunes Ferreira, citado em 1900, foi um dos patriarcas da familía Nunes Ferreira, vogal na Intendência: do Coronel Hygino Maués (1906-1908 e 1908-1911), vogal na intendência do major José Félix de Sousa (1911-1913), citado em 1920, comerciante à Rua Justo Chermont, c/c Maria Maués Ferreira, esta falecida em 14/1/1913, casado e com filhos: Raymundo Nunes Ferreira, Adelaide Ferreira Carneiro, Carlos Nunes Ferreira, Ernestina Ferreira Cardoso/Nini, Esmerina Nunes Ferreira, Eulália, Artur Nunes Ferreira e outros. São avós paternos de Maria de Nazaré Cardoso Ferreira e Carmem Cardoso Ferreira.
• Maria de Nazaré Cardoso Ferreira, nasceu em 1935, filha de Arthur Nunes Ferreira e Antonia Felícula Cardoso, estudou no Grupo Escolar de Abaeté e residia c/sua família em casa na antiga Rua Benjamim Constant, atrás do antigo Cine Imperador, entrevistada em 20/04/1995, neta de Alexandre Antonio Cardoso e Benedita Maria da Conceição Teixeira. São seus avós paternos:
. José Nunes Ferreira e Maria Maués Ferreira.
. Maria Maués Ferreira
• Mimi Nunes Ferreira, c/c Horácio Cardoso e tiveram filhos.
• Raymundo Nunes Ferreira, filho de José Nunes Ferreira e Maria Maués Ferreira, citado em 1900 e 1920, c/c Virgínia da Silva Ferreira.
• Sindebaldo Nunes Ferreira, filho de Arthur Nunes Ferreira e Antonia Felícula Cardoso, piloto marítimo, citado em 1953 como membro da diretoria da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba, c/c Maria de Lourdes Dutra Pontes/Lurdinha, esta nascida em 23/9/1930, moraram no Rio Grande do Sul e tiveram os seguintes filhos: Miguel/casado e com 3 filhos; Artur, Ângelo, Ernesto e Aluízio Pontes Ferreira.
Maria de Lourdes Dutra Pontes (Lurdinha): nascida em 23.09.1930, c/c Sindebaldo Nunes Ferreira, que morou no Rio Grande do Sul, filho de Artur Nunes Ferreira e que tiveram os seguintes filhos: Miguel, Ângelo, Ernesto e Aluízio Pontes Ferreira. Miguel Pontes Ferreira: que é casado e teve 3 filhos, entre os quais, Artur (5ª geração-vide fam. Pontes).
Esmerina Nunes Ferreira Bou-Habib, nasceu no dia 13.03.1891 no lugar chamado Cachoeira, município de Abaeté. É tia da Professora Carmem Cardoso Ferreira e filha de José Nunes Ferreira e Maria Maués Ferreira.
Hilza Cardoso Ferreira, foi professora do Grupo Escolar “Prof. Basílio de Carvalho”, em Abaetetuba, onde tornou-se diretora nos fins do ano de 1961.
Jorge Antonio Bou-Habib, que era o esposo da professora Esmerina Bou-Habib e com as informações:
Citação de 1922.
“Jorge Antonio com casa de commércio à Rua Justo Chermont, em Abaeté”.
Casa Nossa Senhora de Nazaré, de Jorge Antonio.
Os Outros Nunes Ferreira
. Oraci Nunes Ferreira, citado na localidade Rio Maracapucu em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
Geração Materna de Carmem Cardoso Ferreira
Adelaide Ferreira Carneiro, filha de Maria Maués Ferreira e José Nunes Ferreira, c/c João Baptista Ferreira, este antigo capataz do porto de Abaeté, com filhos e netos.
• Alexandre Antonio Cardoso, morador à Praça da República, vogal na Intendência: do Tenente-Coronel Torquato Pereira de Barros em 1900-1902, vogal da intendência do Dr. João Evangelista Correa de Miranda em 1902-1906, vogal na Intendência do Coronel Hygino Maués em 1906-1908, comerciante citado em 1922, Major-fiscal do Estado-Maior do 214º Batalhão de Infantaria da Guarda Nacional em 12/04/1906, c/c Benedita Maria da Conceição Teixeira e tiveram filhos: Esmeralda Cardoso, Antonia Felícula Cardoso. Antonia Felícula tinha outros irmãos: Dadá e Horácio Cardoso.
• Antonia Felícula Cardoso, filha de Antonio Alexandre Cardoso e Benedita Maria da Conceição Teixeira, c/c Arthur Nunes Ferreira, este possuía duas irmãs e esses três irmãos casaram com outros 3 irmãos da fam. Cardoso, portanto duas vezes primos entre si. Filhos de Antonia Felícula com Arthur Nunes Ferreira: Maria de Nazaré, Joana da Conceição, Artúnia, João Batista, Carmem Cardoso Ferreira. Antonia Felícula, faleceu com 99 anos, no dia de Santo Antonio. Inicialmente a família de Antonia Felícula residiu num chalé atrás do prédio da Escola Basílio de Carvalho, casa onde antes morou Zezé Paes. Irmãos de Arthur, casadas com Cardoso: Carlos Nunes Ferreira, que c/c Dadá Cardoso e tiveram filhos e Mimi Nunes Ferreira, que c/c Horácio Cardoso e tiveram filhos.
• Antonio Alexandre Cardoso, irmão do Velho Cardoso, com origem no Maracapucu, c/c Benedita Maria da Conceição Teixeira e tiveram filhos.
• Antonio Amanajás Cardoso, irmão do Velho Cardoso, com origem no Rio Maracapucu. Vide avós maternos de Maria de Nazaré Cardoso Ferreira e Carmem Cardoso Ferreira: Benedita Maria da Conceição Teixeira e Antonio Alexandre Cardoso. Antonio Amanajás Cardoso, irmão de Tibúrcio Teixeira e Alexandre Antonio Cardoso.
• Antonio Cardoso Amanajás, coronel, com origem na antiga Freguesia de Santa Anna de Igarapé-Miry (que foi o introdutor do clã dos Amanajás), foi membro da 1ª Câmara da Villa de Igarapé-Miry (1845-1849, c/c Victória Maria da Silva Brabo Amanajás, filha de um senhor de engenho e de escravos em Abaeté de nome Antonio José da Silva Brabo, e tiveram filhos: Hygino Antonio Cardoso Amanajás e outros.
.Arthur Nunes Ferreira, antigo comerciante e industrial em Abaeté, filho de Maria Maués Ferreira e José Nunes Ferreira, c/c Mimita Floresta Ferreira.
. Artúnia Cardoso, faleceu a 06/01/2012, é irmã de João Batista Cardoso/João Pata Gorda, ambos padrinhos do Dr. Assis, dentista em Abaetetuba.
.Carlos Nunes Ferreira, antigo comerciante e industrial em Abaeté, filho de Maria Maués Ferreira e José Nunes Ferreira, c/c Adelaide Cardoso Ferreira e com filhos e netos.
• Adelaide Cardoso Ferreira/Dadá Cardoso, c/c Carlos Nunes Ferreira, que, por sua vez, é irmão de: Arthur e Mimi Nunes Ferreira, que por sua vez casaram com membros da família Cardoso e Adelaide com filhos e netos.
. Alexandre Cardoso/Francisquinho, com irmãos: Diquinho, Corumbá, Virgulina, primos de Horácio Sizino Cardoso, este pai do prof. Horácio Ferreira Cardoso.
.Ernestina Ferreira Cardoso, antiga professora municipal em Abaeté, filha de Maria Maués Ferreira e José Nunes Ferreira, c/c Horácio Maués Cardoso.
. Esmeralda Cardoso, professora, nasceu em 19/06/1904 na localidade Maracapucu/Abaeté/Pa e faleceu em 05/05/1968, aos 63 anos de idade, em Belém do Pará. Com a idade de cinco anos veio de Maracapucu para Abaeté e depois seguiu para Belém em companhia da família de Hygino Antonio Cardoso Amanajás, que chegou a ser editor de jornal em Abaeté e deputado pelo Estado do Pará. Junto com Esmeralda seguiram para Belém suas tias Maria Pinho e Quitéria. Esmeralda Cardoso dá nome a uma escola municipal em Abaeté, a Escola “Professora Esmeralda Cardoso”, mandada construir no governo do prefeito Municipal Ronald Reis Ferreira, em 1980, nas comemorações dos 85 anos de Abaetetuba elevada à categoria de cidade. Ela foi sem dúvida um exemplo de dedicação e amor sem limites à sua família e à educação. A ligação com a fam. Amanajás deve-se ao fato de Esmeralda Cardoso ter sido adotada pela família de Hygino Amanajás.
• Esmerina Nunes Ferreira, filha de José Nunes Ferreira e Maria Maués Ferreira, antiga professora de Abaeté, era solteira em 1935 quando do falecimento de sua mãe, c/c o imigrante sírio-libanês Jorge Antonio Bou-Habib, citados nos anos de 1940/1950.
. Ernestina Ferreira Cardoso, citada em 1961 como auxiliar na festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
• Hilza Cardoso Ferreira. Professora do Grupo Escolar “Prof. Basílio de Carvalho”, em Abaetetuba, onde tornou-se diretora nos fins do ano de 1961.
. Horácio Cardoso, citado em 1939 representante da comissão da Indústria e Agrícola na 3ª noite da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba e em 1953 como arrecadador e contribuinte da mesma festa.
• Horácio Maués Cardoso, citado em 1939 como auxiliar da festa de N. S. da Conceição na zona do Furo Grande, Tucumanduba, Bacuri, Biribatuba e Costa Maratauíra, citado em 1953 como o maior arrecadador da festa de 1952 e em 1953 como auxiliar da diretoria da festa de N. S. da Conceição na arrecadação de fundos nas localidades rios Furo grande do Tucumanduba, Bacuri, Birituba, Pai Pedro e Costa Maratauíra, c/c Ernestina Ferreira Cardoso/Mimi Nunes Ferreira e tiveram filhos.
• Horácio Ferreira Cardoso, professor em Abaetetuba, foi vice-diretor na Escola Estadual Irmã Stella Maria, atualmente (2013) ocupando o cargo de diretor da 3ª Unidade Regional de Educação-3ª URE, é casado com Ana Cristina e com filhos.
Observação 1:
O professor Horácio Ferreira Cardoso e outros membros dessas famílias podem fazer acréscimos ou correções no rodapé desta postagem.
Observação 2:
Aliás o mesmo professor é quem cita as informações abaixo:
"Minha avó materna era Teodora Valéria Pinheiro, esta descendente de Ana Cristina Pinheiro, esta que era escrava" e, agora, é Santa Popular em Abaetetuba, cujo túmulo é o mais visitado no cemitério público de Abaetetuba:
Vide parte da história de Ana Cristina na "Família Pinheiro" dos Pinheiro de Ig-Miri e Abaetetuba.
. Horácio Sizino Cardoso, nascido em 1933, que nos anos de 1970 e 1980 trabalhava como comerciante de peixes em Abaeté com a casa comercial "Já te Dei", casado e com filhos: Horácio Ferreira Cardoso e outros.
• Hilza Cardoso Ferreira, antiga professora e diretora (nos anos de 1960) do Grupo Escolar “Prof. Basílio de Carvalho”.
. João Batista Cardoso/João Pata Gorda, é aposentado da Receita Estadual-SEFA.
• José Nunes Ferreira, antigo comerciante em Abaeté, c/c Maria Maués Ferreira e com filhos: Raymundo Nunes Ferreira (este casado com Virgínia Silva Ferreira), senhorinha Esmerina Nunes Ferreira, Arthur Nunes Ferreira (c/c Mimita Floresta Ferreira), Adelaide Ferreira Carneiro (c/c João Baptista Ferreira), Carlos Nunes Ferreira (c/c Adelaide Cardoso Ferreira), Ernestina Ferreira Cardoso (professora municipal, c/c o comerciante Horácio Maués Cardoso) e outros.
• Laurindo Cardoso, proveniente de Pernambuco e era, provavelmente, descendente de judeus convertidos que se espalharam de Pernambuco pelo Brasil, era comerciante, dono de terras, plantador de cana-de-açúcar em Abaeté, c/c Joanna, esta descendente de judeus holandeses (Laurindo e Joanna eram bisavós de Maria Anna Cardoso Amanajás, chegados ao Pará no final do século 19).
• Lauro Maués Cardoso, c/c Maria de Lourdes de Araújo e tiveram duas filhas: Terezinha e Celeste Araujo Cardoso.
• Maria Anna Cardoso Amanajás, falecida em Belém em 12/2010, com origem em Abaetetuba e com filhos: Cláudio, Denise e Monalisa e com netos.
.Maria Maués Ferreira, nascida em 1867, falecida em 1935, filha do capitalista e industrial Cel. João Olympio Roberto Maués, c/c José Nunes Ferreira (falecido anteriormente), este antigo comerciante em Abaeté e Maria Maués Ferreira ainda era neta materna do Cel. Antonio Correa Caripuna, este antigo chefe político de Abaeté, dono de engenhos e escravos e muito rico.
.Raymundo Nunes Ferreira, filho de José Nunes Ferreira e Maria Maués Ferreira, c/c Virgínia Silva Ferreira.
• Tibúrcio Teixeira, irmão de Velho Cardoso, com origem na localidade Maracapucu. Vide avós maternos de Maria de Nazaré Cardoso e Carmem Cardoso Ferreira.
Pela Genealogia de Carmem Cardoso Ferreira, logo se percebe que ela veio de uma família onde grande parte dos homens eram comerciantes, industriais e muitas mulheres da família optaram pela atividade educacional, que é o caso da própria Carmem Cardoso Ferreira, que deu sua vida em favor da educação em sua terra.
Professora e Diretora Carmem Cardoso Ferreira
A professora Carmem Cardoso Ferreira esteve envolvida na história das antigas Escolas Reunidas, do Grupo Escolar Dr. Vicente Maués, Grupo Basílio de Carvalho e Escola Pedro Teixeira, além de ter sido Secretária de Educação na gestão do prefeito Ronald Reis Ferreira, conforme citações:
A professora Carmem Cardoso Ferreira foi nomeada no dia 0703/1952, no governo do General Alexandre Zacarias de Assunção, para exercer o cargo como professora no Grupo Escolar “Prof. Basílio de Carvalho”, aí permanecendo até março de 1960, quando assumiu uma turma nas Escolas Reunidas “Dr. Vicente Maués.
Em 1959 as "Escolas Reunidas" funcionaram na Rua Siqueira Mendes, em 1960 na casa de Dona Ambrosina Costa Moraes, à Rua Pedro Rodrigues, em 1962 na Rua Padre Pimentel, em uma casa de propriedade de Juveniana Farias Pinheiro. Em 1962, assume a direção da escola a professora Carmem Cardoso Ferreira, agora com 304 alunos, com turmas até o 3º ano primário. Em 1963, forma-se a 1ª turma do Curso Primário da escola. Em 1964 as Escolas Reunidas funcionaram na casa de Dona Carmem Parente de Carvalho, sito à Rua Getúlio Vargas.
Pode-se dizer que a chamada “Escolas Reunidas” era uma escola itinerante, pois não possuía prédio próprio, dado a quantidade de casas onde funcionaram, situação que continuou com o Grupo Escolar “Dr. Vicente Maués, conforme citações:
A professora Carmem Cardoso Ferreira foi professora e diretora do Grupo Escolar “Dr. Vicente Maués”, citada em 20 de julho de 1966.
Então deduz-se que a professora Carmem Cardoso Ferreira já era diretora do nascente Grupo Escolar Dr. Vicente Maués, que surgiu para substituir as chamadas Escolas Reunidas (possivelmente nome dado pela junção de escolas do município de Abaeté/PA), criada sem prédio próprio, tendo como diretora a Professora Carmem Cardoso Ferreira, conforme citação abaixo:
Em 28.08.1968, foi inaugurado o prédio do Grupo Escolar “Dr. Vicente Maués”, que se originou das chamadas Escolas Isoladas, que vem desde 1936 e, posteriormente, Escolas Reunidas, que marcou a figura respeitável da Professora Maria Zaíde Cardoso que, com seu espírito benevolente, abnegado e colaborador, deu formação necessária, lançando os primeiros índices de uma cultura digna de louvor, em nossa terra. Desempenhou muito bem a sua árdua e sublime missão de mestra, deixando cidadãos gabaritados, exercendo altos postos sociais, em diversas partes. É um exemplo de trabalho e abnegação. Cumpriu perfeitamente sua tarefa de instruir, educar e preparar crianças para a vida prática. Magistério exercido por vocação, pois todo o seu ministério foi baseado no amor, na abnegação, no desinteresse, na virtude em sua humilde banca de professora.
Professora Carmem Cardoso Ferreira, diretora do Grupo Escolar “Dr. Vicente Maués”, em 15.10.1968.
A professora Carmem Cardoso Ferreira é citada como diretora da Escola Estadual de 1º Grau Pedro Teixeira:
Escola Estadual de 1º Grau “Pedro Teixeira”, que tinha como diretora em 1975 a Professora Carmem Cardoso Ferreira. Essa escola atualmente se chama Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio “Pedro Teixeira”, mas nasceu como Escola Estadual de 1º Grau.
Ela procurava levar às escolas em que atuava o seu idealismo de mestra absorvida de seu ideário católico, conforme alguns de seus escritos:
Ao tempo da Professora Donita, como diretora da 3ª Unidade de Educação/3ª URE, numa festa de fim de ano, entre outras coisas, a profa. Carmem diz:
Como mestras e estudantes, ...em que ponto estão nossas responsabilidades perante Deus e a sociedade? Reflexão espiritual necessário para a continuação de tão nobre e difícil missão. Em nossas mãos estão confiados pessoas que temos que modelar, aprimorar, para enfrentar a vida terrena, a vida eterna. Foi Deus, em sua infinita misericórdia, que nos escolheu como mestres, missão em que ele é o modelo. Nobre missão, de grande responsabilidade, que a Deus temos que prestar contas. Educar crianças é arte muito difícil, porém, o mais difícil ainda é o exame de nós mesmos, porque sempre encontramos desculpas para as nossas falhas e fraquezas e aí é que se impõe a força de vontade, para a formação do caráter de outras pessoas, onde o mestre pode influenciar muito. Porisso, devemos nos aprofundar em nossa formação espiritual e nos conhecimentos das disciplinas, para a formação integral do nosso caráter e de nossos alunos. Devemos expulsar de nós tudo aquilo que nos impede de alcançar nossos objetivos de mestres. Também como mestras, somos espelhos onde se miram nossos alunos. Só na religião é que encontramos a força regeneradora de nossas consciências. Ao aluno também deve seguir os ensinamentos de seu mestre, quanto à formação de seu caráter.
Alguns professores do Grupo Escolar “Dr. Vicente Maués”, tendo a professora Carmem como Diretora
Ana Maués da Costa, citada em junho de 1966.
Maria da Conceição Góes Pinheiro, citada em junho de 1966.
Como diretora ela se preocupava com as datas cívicas e outras datas comemorativas, como o dia do professor. Ela dizia que a profissão de professor era a mais digna das profissões.
Festa dos professores quando Carmem era Diretora
Como diretora de várias escolas em Abaetetuba ela mantinha o estilo rígido na questão disciplinar, mas isso não impedia que nutrisse por seus alunos e mestres uma devotada amizade e carinho, conforme cartas e documentos por ela deixados em seu grande acervo de cartas que chegaram em nossas mãos através de seu sobrinho Francisco de Assis Cardoso Lima:
Queridos Professores,
Hoje a humanidade lembra o teu nome e dedica-te este belo dia de 15 de outubro. E hoje também vimos mui respeitosamente curvar-nos ante a tua capacidade para dizer-te que a mais digna profissão do Universo é a tua, Caros Mestres!
Por isso estamos aqui reunidos alunos e mestres para comemorarmos este belo dia e oferecendo-lhe esta humilde festinha.
Carmem Cardoso Ferreira e Os Seus Famosos Bilhetinhos e Cartas
Ela, ao longo de sua vida, construiu um largo círculo de amizades na vida escolar, religiosa e particular, além do carinho que nutria por seus parentes. Como pessoa ela era muito solidária na dor e alegrias de seus parentes, amigos, amigas e colegas de profissão, para quem sempre tinha uma palavra de conforto nas dificuldades e doenças e nas datas festivas. Um dos meios que empregava para manter suas amizades e carinhos pelas pessoas de seu meio eram as cartas e bilhetinhos. Ela escrevia muitos bilhetes de pesar, pêsames e oferecia orações e confortava seus amigos espiritualmente. Ela se preocupava com os aniversários, com as datas cívicas, aniversários e outras datas comemorativas, como o dia do professor e dizia que a profissão de professor era a mais digna das profissões e com ela na direção das escolas sempre aconteciam as festinhas no dia do professor, onde ela convidava também os alunos da escola para participarem da festa. Também amava e considerava muito os seus parentes e, no dia de seus aniversários, ela mesma, preparava as mensagens a serem lidas no sistema sonoro da cidade e oferecendo além dos votos de felicitações, as músicas apreciadas por seus amigos e parentes.
Assim como escrevia, também recebia muitas cartas e bilhetes.
Uma determinada ocasião, quando sua irmã Maria esteve adoentada recebeu muitas cartas de solidariedade e orações em favor de sua irmã, e entre essas uma de sua amiga Maria de Nazaré Oliveira, que além dos pleitos de pronta recuperação, também continha algumas orações como objeto de promessas:
“Minha boa amiga Diretora Carmem, espero que ao receber esta, a senhora já esteja completa de saúde e felicidade, ao lado de sua santa mãe e a todos dessa casa. Diretora Carmem, como é grande a nossa satisfação e a nossa alegria em saber que a nossa querida Maria está bem, graças à Deus, quanto aos nossos pedidos, oferecemos à Deus, em homenagem a ela, agradecendo à Virgem Mãe estas orações extraídas dos nossos pensamentos ao Tribunal Celeste”.
Maria de Nazaré Oliveira.
Carmem Cardoso Ferreira e a Igreja Católica:
Quando era estudante da Escola INSA, Carmem Cardoso Ferreira, militava na Juventude Estudantil Católica-JEC, entidade da qual foi presidente e onde muitas ações foram desenvolvidas por ela, suas colegas e professoras em favor da moralização da vida pública, com ações de queimas de livros e revistas de cunho pornográfico, que no entender das militantes do grupo, eram prejudiciais na formação da juventude. Por esse grupo juvenil católico, participou de muitos encontros de formação em Abaetetuba e Belém, junto com suas colegas, sempre com o apoio das Irmãs Capuchinhas. Esse grupo tinha um diretor espiritual, um frei capuchinho, que vinha de Belém para orientar a JEC de Abaetetuba. A JEC era a secção juvenil da Ação Católica, movimento de nível mundial.
Portanto, desde muito jovem, Carmem Cardoso Ferreira era muito religiosa, militante desde muito jovem dos movimentos de igreja e tinha profunda fé em Deus e nos Santos, especialmente Nossa Senhora.
Devido suas inúmeras amizades e por força de sua condição de católica fervorosa e de professora e diretora de escola, recebia e enviava muitas cartas a seus amigos e colegas.
Carmem Cardoso Ferreira e a Escola INSA- Instituto Nossa Senhora dos Anjos
Como Estudante na Escola INSA

A então menina Carmem Cardoso Ferreira amava profundamente sua escola, o Instituto Nossa Senhora dos Anjos-INSA e as irmãs capuchinhas, especialmente as diretoras dessa escola, com as quais mantinha profundos laços de amizade e onde era muito ativa na participação dos movimentos católicos juvenis, na catequese do meio estudantil e no grêmio estudantil quando chegou a ser presidente.
Quando foi eleita uma nova diretoria para o grêmio estudantil do qual era presidente, escreveu um curto discurso de transmissão de cargo:
Minhas caras colegas,
Eis chegado o momento em que uma nova diretoria tomará posse para reger o nosso Grêmio. E eu, na qualidade de presidente, venho transmitir o meu cargo e dos demais membros para essa nova Diretoria. Quero agradecer a colaboração amiga de todas as colegas, rogando a Nosso Senhor que abençoe o nosso Grêmio e à sua nova Diretoria, continuadora dos nossos empreendimentos.
Professorandas de 1960 no INSA:
Foi uma das primeiras turma de professorandas da Escola Normal Nossa Senhora dos Anjos.
Capa do Convite: os dizeres: Professorandas de 1960, a logomarca da Escola e Instituto Nossa Senhora dos Anjos, Abaetetuba – Pará.
Dia da Colação de grau e entrega de Diplomas de Catequistas: 15 de dezembro de 1960.
Programa:
Ás 7:00 horas, Santa Missa em Ação de Graças, com Bênção dos Anéis e o Auto: “A Missão que começa”.
Ás 12;30 horas, Almoço de Confraternização.
Ás 20 horas, Sessão Solene de Colação de grau, no auditório do Instituto.
Patrona da Turma: Santa Ângela de Mérici.
Paraninfo: Dr. José Maria de Souza.
Oradora: Maria Ellen Lobato.
Homenagens Oficiais: Santo Padre-Papa João XXIII, Dr. Juscelino Kubitschek de Oliveira-Presidente da República, General Luís Geolás de Moura Carvalho-Governador do Estado, D. Alberto Gaudêncio Ramos-Arcebispo Metropolitano, Sr. João Luís dos Reis-Prefeito e Pe. Francisco Chagas da Costa-Vigário de Abaetetuba.
Homenageada de Honra: Madre Ângela Maria de Mulungu.
Homenagens Especiais: Padre Frei José Maria de Manaus, Madre Josefa Maria de Aquiraz, Madre Hermenegilda Maria de C. do Sul, Madre Carmosina Maria de Maranguape, Veneranda Irmã Eulália Maria de São Felipe, Prof. Dr. Francisco Leite Lopes e Sr. Joaquim Mendes Contente.
Homenagem Póstuma: Sr. Pedro Pinheiro Paes.
Professorandas e Catequistas:
Benedita Negrão Figueired, Carmem Cardoso Ferreira, Raimunda Teixeira Costa, Inês Barros da Silva, Raimunda, Teodora da Costa, Maria Ellen Lobato, Gessy Margalho Lobato
. Maria Lindanor Borges Bittencourt, Clarita Negrão Pinheiro, Coaracy Souza Rodrigues, Izete Parente da Costa, Terezinha de Maria Paes Loureiro, Guiomar da Silva Araujo, Maria Eunice Maués Carvalho e Benedita da Costa Rodrigues.
Alguns Dados da Escola:
Surgiu como Educandário Nossa Senhora dos Anjos em1953, e, posteriormente, com o Curso Ginasial e o Curso Normal, este em 28/02/1958.

Acima, foto do Frei Capuchinho, José Maria de Manaus,
que se empenhou para a vinda das Irmãs Terceiras Capuchinhas,
para montar uma escola dessa ordem religiosa em Abaetetuba.

Acima, foto do Frei Capuchinho, José Maria de Manaus,
que se empenhou para a vinda das Irmãs Terceiras Capuchinhas,
para montar uma escola dessa ordem religiosa em Abaetetuba.
Foi através do padre capuchinho, Frei José Maria de Manaus, que o atual Instituto Nossa Senhora dos Anjos(INSA) foi instalado em Abaetetuba. Algumas senhoras católicas, como D. Aureliana da Silva Miranda, D. Celina Guerreiro Contente, Profa. Zaíde Cardoso e outras, foram até o frei José Maria de Manaus para que intermediasse a vinda das irmãs capuchinhas para Abaetetuba, pois os padres franciscanos já atuavam em Abaetetuba desde o ano de 1936. Esse frei, em 02/08/1952, convocou uma reunião com as lideranças da igreja, das comunidades e autoridades e o Prefeito Joaquim Mendes Contente, a fim de tratar do assunto da vinda das irmãs para Abaetetuba. Nessa reunião foram feitos todos os acertos com essa finalidade. O Frei José Maria de Manaus se empenhou junto à Superiora Geral das Irmãs Capuchinhas para a vinda dessas irmãs para Abaeté. Em 1953 foi declarada aberta uma “Casa Colégio” para as então chamadas Irmãs Terceiras Capuchinhas do Brasil, para um trabalho educativo na cidade. Essas irmãs pertenciam a “Ordem das Filhas de São Francisco de Assis”. No dia 6 de março de 1953 chegaram, em Belém, as Irmãs Missionárias Capuchinhas:
Otávia Maria, Antonia Maria, Yeda Maria, Stella Maria e Nazaré Maria,
que foram as primeiras a chegar, para trabalhar na nova escola a ser fundada.
Em Belém, no Porto do Sal, embarcaram à bordo do motor “Clodóvio”, de Chiquinho Ferreira, para fundar a escola em Abaetetuba.
Na manhã do dia 07 de março, já em Abaetetuba, depois de assistirem à missa na Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição, tomaram o café da manhã na Casa Paroquial junto com o Arcebispo de Belém, D. Mário de Miranda Villas-Boas e da madre Josefa Maria de Aguiraz, que era a Superiora Geral da Congregação das Irmãs Missionárias Capuchinhas. Estiveram presentes nesse café os padres, estudantes do Seminário Arquidiocesano. Após o café essa comitiva seguiu até o local onde seria instalada e nova escola e às 10,00h da manhã do dia 07 de março de 1953, participaram da fundação do Educandário Nossa Senhora dos Anjos, que foi o 1º nome da nova escola e que funcionaria a nível ginasial.
Em 1954 a entidade passou a se chamar Ginásio Nossa Senhora dos Anjos e em 1961, passou a se chamar Escola Normal Nossa Senhora dos Anjos. Foi no Governo de Magalhães Barata (governo de 1956 a 1959) que o Secretário de Educação Dr. Cunha Coimbra concedeu a licença para o funcionamento do Curso Normal Pedagógico.
INSA

INSA

Acima temos o antigo prédio que seria um hospital,
da Confraria dos Vicentinos, em Abaetetuba, e que,
por conta de seu abandono por parte de seus construtores,
acabou sendo doado pelo então prefeito Joaquim Mendes Contente,
para servir como escola para as então Irmãs Terceiras Capuchinhas.
Mas a entrega oficial do prédio do que seria um antigo hospital, de propriedade da Sociedade São Vicente de Paula, de Abaetetuba, para funcionar o educandário das irmãs capuchinhas deu-se somente no dia 17 de junho de 1958, quando a escola já se chamava Ginásio Nossa senhora dos Anjos, com a realização de um ato solene e com a participação da Madre Superiora e autoridades da cidade, entre outras, Joaquim Mendes contente e Dionísio Edmilson Lobato, que foram grandes colaboradores na fundação da escola.
Hoje o chamado Instituto Nossa Senhora dos Anjos-INSA, é dirigido pela irmã Eurica Sena Rodrigues, filha de Abaetetuba, e é um dos melhores estabelecimentos de ensino do Pará.
Alguns Registros:
“A escola deveria ser criada para resolver os problemas de formação moral e cultural da juventude feminina e para preparação de professoras normalistas que deveriam ser eficientes no preparo religioso nas terras de Abaetetuba”. Essa era uma das expectativas dos padres capuchinhos com a vinda das irmãs e essa expectativa foi atendida plenamente com as primeiras turmas formadas pela escola.
O local onde se iniciou a escola INSA foi num casarão existente na atual Avenida Pedro Rodrigues, onde hoje se localiza o prédio da “Farmácia Big-Bem”, em Abaetetuba. Nesse antigo casarão, posteriormente, morou a família de Jucá Costa e, mais tarde, onde funcionou a Agência de Venda de Passagens dos ônibus da antiga Empresa de Transportes Rodomar.
O Prédio:
Existia um prédio abandonado na antiga Praça da Bandeira, que seria o “Hospital dos Vicentinos”, pois já existia a Ordem Vicentina na cidade. Esse prédio foi reformado e adaptado para constituir o então “Ginásio Nossa Senhora dos Anjos”, o que seria a 1ª escola de nível ginasial a ser instalado na cidade. Para a reforma desse prédio, muitas pessoas ajudaram, em trabalho de mutirão a construir a escola.

Inicialmente a Escola INSA atendia apenas o setor feminino, ficando o setor masculino sem escola para dar continuidade aos seus estudos, após a conclusão dos estudos primários
em Abaetetuba.

Inicialmente a Escola INSA atendia apenas o setor feminino, ficando o setor masculino sem escola para dar continuidade aos seus estudos, após a conclusão dos estudos primários
em Abaetetuba.
O INSA-Instituto Nossa Senhora dos Anjo se localiza à Rua Barão do Rio Branco, nº 1376, na cidade de Abaetetuba.
Além da Escola, as irmãs capuchinhas e suas primeiras alunas foram muito atuantes no âmbito paroquial, ajudando a criar a ordem Terceira de São Francisco, as Filhas de Maria, formando as jovens para dedicar-se à vida consagrada, formando catequistas, grupos de jovens, catequese na cidade e no interior do município, enfim, as irmãs e suas alunas, eram dedicadas colaboradoras dos frades capuchinhos no apoio ao serviço pastoral, catequese e formação espiritual e nos serviços e funções da Igreja, e através dos antigos movimentos da Ação Católica e das Filhas de Maria, da qual a professora Carmem fazia parte ativa.
Inesperadamente os padres capuchinhos foram embora de Abaetetuba a partir do ano de 1957, e em 1960 entregaram à paróquia de Abaeté para o Arcebispo de Belém, D. Mário de Miranda Vilas-Boas. Mas as irmãs capuchinhas permaneceram em Abaetetuba, até os dias de hoje.
Foi a Escola INSA um dos grandes amores da aluna e depois professora Carmem Cardoso Ferreira, incluindo as amizades muito profundas com as antigas diretoras e irmãs desse então Educandário.
No encerramento de um Ano Letivo no INSA em 1972:
Queridas Irmãs Capuchinhas
Prezadas mestras
Caros Colegas.
Neste momento quando aqui nos encontramos reunidos para comemorarmos intimamente o encerramento de mais um ano letivo, vejo grandioso esse dia.
E como deixar de ser belo vendo-se mais um ano vencido de muitas lutas e sacrifícios.
Portanto, prezados alunos que estudaram com prazer e mereceram aprovação, ide gozar felizes vossas férias e continuar vossos estudos.
Agradeço as prezadas mestras por tudo o que fizeram por nós. E como recompensa do desempenho dessa espinhosa, porém sublime missão, que diante de Deus é digna de louvor e glória, peço ao Pai do Céu que guarde uma coroa para cada uma na eternidade como recompensa sincera da Justiça Divina.
Aproveitando a oportunidade, tenho a alegria de expressar os sinceros votos de um risonho e Santo Natal a todos aqui presentes. Que ele seja o penhor de um 1972 repleto de alegrias.
Como a Escola INSA era uma escola católica, dirigida pelas Irmãs Capuchinhas, essa escola seguia os preceitos e ações católicos em suas atividades. O antigo movimento da Ação Católica foi uma das maneiras que a escola possuía para manter e fazer Catequese no meio escolar, não só da Escola INSA, como no meio juvenil e católico da cidade e até pelo interior do município de Abaetetuba. Na Escola INSA foi criada o movimento JEC-Movimento Escolar Católico, que se encarregava da Catequese no seu meio escolar, com a sigla JECF, onde o F se referia à Ordem dos Franciscanos. Como Carmem Cardoso Ferreira organizava suas ações através de anotações, cartas e bilhetinhos, encontramos uma grande quantidade de anotações, cartas e bilhetes em seu acervo particular em que uma grande quantidade desses se referia à Ação Católica, JEC. Vejamos alguns desses escritos:
Turmas
A profa. Carmem Cardoso Ferreira, foi incansável aluna, ocupando funções no Grêmio Estudantil, na Juventude Estudantil Católica, na Ação Católica, junto com suas 14 demais colegas da 1ª turma de ginasianas e, posteriormente, normalistas, no tempo da Diretora: Madre Ângela Maria de Mulungu, que veio de Carolina/MA, para participar da colação de grau da 1ª turma de normalistas do INSA pelos esforços da então aluna Carmem Cardoso Ferreira.
Demais Irmãs Capuchinhas a Trabalhar no Instituto Nossa Senhora dos Anjos, no:
Irmã Carmosina.
Irmã Stella Maria, citada como diretora do INSA em 1972.
Irmã Eufrásia, irmã que veio para Abaetetuba e aqui ficou até o fim de sua vida. Se tornou um patrimônio do povo católico de Abaetetuba, pelo amor aos irmãos, pelas suas atividades, pelo seu carinho e doçura como tratava a todos, com mansidão. Trabalhava muito na promoção e ajuda aos pobres do lugar, numa assistência contínua. Falece em idade avançada.
Quando foi escolhida presidente da Ação Católica-JEC na Escola INSA
Reverendíssimo Frei Alfredo, nosso Assistente Eclesiático.
Reverenda Irmã Carmosina, Adjunta da Ação Católica.
Ir. Danieli
Prezadas companheiras da JEC.
Neste momento quero agradecer a escolha de meu nome para Presidente, escolha essa que aliás não foi acertada, pois, dentre as minhas prezadas colegas, qualquer uma poderia exercer esta função e afirmo que a faria melhor que eu.
Porém, como tendes o direito de decidir livremente e, quisestes que recaísse sobre mim a responsabilidade de vos orientar de algum modo, aceito, somente, para fazer a vontade de Deus.
Desejo trabalhar com todo o ardor de minha juventude, esperando contar com a colaboração de todas as nossas jecistas para maior progresso de nossa “Ação Católica”.
Congratulo-me com as demais colegas recém-eleitas e convido a todas a trabalharmos unidas para a maior Glória de Deus.
Outros escritos sobre a Ação Católica-JEC:
A Ação Católica é o apostolado leigo sobre a presidência e hierarquia da Igreja.
Métodos da Ação Católica:
Conquistar o meio pelo meio, mediante a formação de uma elite daquele mesmo meio.
Lema Geral: Restaurar tudo em nome de Cristo.
Campanha lançada: “Entronização de quadros com a efígie do Coração de Jesus nos lares de Abaetetuba.
A Ação Católica foi fundada pelo Papa Pio XI em um momento em que o Secularismo adentrava os lares, escolas, Igreja e sociedade e era preciso criar um movimento de purificação nos meios estudantis, sociais e na Igreja.
A partir do Movimento da Ação Católica foi criado o grupo JEC-Juventude Escolar Católica, que possuía como método de formação espiritual o Círculo de Estudo.
Círculo de Estudo:
A Frase Evangélica da Ação Católica:
Depois que Jesus ressuscitou, um dia, os apóstolos estavam pescando e nada pegaram. Então os apóstolos já desanimados recorreram ao mestre. Este manda que lançassem a rede e logo esta se encheu de peixes.
Então Jesus chegou à beira da praia, fez o fogo, e começou a assar o peixe para ele e para os apóstolos. A seguir Jesus fez a ceia com eles.
Ser apóstolo é dar-se aos seus irmãos, fazendo o bem.
Sobre o Apóstolado em 1957, segundo as normas da Ação Católica:
Só deve ser chamado Apóstolo aquele que trabalha por uma causa sublime e significa enviado.
Que é o Apostolado? R. É a missão espiritual para a salvação do próximo.
Que é um Apóstólo? R. É um centro de irradiação de atividade benéfica.
Discursos em 1957:
Quando duas de suas companheiras partem para o noviciado de freiras capuchinhas:
Caríssimas companheiras Luiza e Guimarina,
É com o coração cheio de tristeza que eu venho dizer-vos algumas palavras em nome de todas as nossas companheiras da JECF.
Nobilíssimo é o ideal que vos leva para longe de nós e de vossas famílias. Entretanto, não podemos deixar de sentir uma grande tristeza por essa separação que nos deixará mergulhadas numa grande saudade.
Saudade, “doce e amargo sentimento”...quem já não sentiu, mais do que a doçura, o amargor deste intraduzível vocábulo?
Ide! É Nossa Senhora quem vos chama. Mas ficai certas que guardaremos de vós, nos refolhos de nossos corações, uma lembrança imorredoura. E que deus vos conceda uma felicidade imensa.
Cartas de Carmem Cardoso Ferreira:
Pedindo a ajuda de passagens para a vinda da Irmã Ângela Maria de Mulungu, ex-professora e diretora do INSA, para a colação das professorandas dessa Escola:
Ilustríssimo Senhor Sílvio A. Ribeiro
Paz e Bem!
A finalidade desta e, mui respeitosamente, em nome das minhas colegas de turma, fazer-lhe um pedido, na esperança de sermos atendidas.
Somos uma turma de 15 professorandas da Escola Normal Pedagógica de Nossa Senhora dos Anjos, de Abaetetuba-Pará.
Vamos receber os nossos diplomas em dezembro deste ano em curso.
Vinha dirigindo a nossa turma a Reverendíssima Madre Ângela Maria de Mulungu. Essa nossa professora e diretora foi, no começo do ano, transferida para Carolina, no Maranhão.
Devido à grande estima que dispensamos à essa nossa ex-mestra e ex-diretora, desejamos a sua presença em nossa formatura. Ela, como religiosa, não pode arcar com as despesas do transporte e nós, também, somos pobres e nossos pais já estão gastando muito com as despesas relativas à nossa colação.
Então, apelando para a sua grandeza d’alma, para o seu coração nobre e generoso, mui confiadamente, pedimos a grande dádiva de nos conceder uma passagem, nessa empresa, na qual sois o DD. Diretor, no percurso Carolina-Belém e Belém-Carolina, para a nossa querida Madre Ângela Maria de Mulungu.
Certas de sermos atendidas, pedimos ao bom Deus que o recompense prodigamente e lhe conceda farta messe de felicidades extensivas à sua nobre família.
Atenciosos cumprimentos das professorandas da Escola Normal de Nossa Senhora dos Anjos, de Abaetetuba.
Saudações de Carmem Cardoso Ferreira.
Sobre a Juventude Estudantil Católica-JEC
A JEC tinha a sua juventude militante e sobre isso escrevia:
Militante é todo aquele que tem um ideal a transmitir a alguém. O militante de A.C. deve ter um ideal sobrenatural a transmitir o Cristo. É portanto um ser que deve ter um ideal diferente dos outros. Deve transmitir aos outros o seu único Cristo. Não se deve colocar na A.C. jovens á formar, pois ela não é uma escola de formação.
A JEC surge para que haja um movimento organizado no meio, por que sozinhas não poderíamos transmitir esse ideal tão nobre. Toda militante deve ter um ideal firme de santidade. Deve nos transmitir quem é aquilo que sentimos. Portanto, um militante, deve ter um firme ideal para poder transmiti-lo aos outros.
Todos, entre A.C. devem ser considerados iguais.
Há pessoas que dão maior atenção à presidente, enquanto que ela, por vezes, não chega a ser militante.
Os meios que a Santa Igreja nos oferece são os elementos por excelência de um jecista. Na formação de um militante devemos fazê-lo viver o ideal de A.C. Os sacramentos oferecem-nos meios por excelência para fortalecer a nossa fé. A vida de oração é outro meio.
Num acampamento primeiramente devemos propor uma vida unitária, isto é, resolver as questões unitariamente, de acordo com todos.
Quem é que não pode dar um pouco do que tem? A cada um Cristo reserva uma missão.
Equipe:
Tem um um sentido sobrenatural porque Cristo em uma de suas passagens fala que onde estivermos 3 ou mais reunidas Ele estaria com eles
A manhã de formação é um momento em que se descansa do trabalho para fazer um exame sobre os movimentos empreendidos. Os movimentos empreendidos com poucos elementos devem ser sempre dirigidos pela mesma pessoa.
A conselheira faz a meditação de acordo com as necessidades. Melhor, porém, é fazer a manhã de formação sobre uma parte espiritual.
Quando as militantes acham...a manhã de formação deve-se adotar um movimento alegre, principalmente para aquelas que estão em formação.
A manhã de formação não é para formar o ...mas sim para fortalecê-lo.
A dirigente deve estudar os problemas que têm a resolver, que alimente realmente “a turma”.
Círculos de Estudos na JEC - Ver, Julgar e Agir
Encontro de aprofundamento espiritual, reflexão, organização de atividades, etc.
São pontos de apoio de um Círculo: ver, julgar e agir. Ver é esclarecer o assunto. Julgar é examinar a vida baseado no assunto e agir é corrigir-se ou procurar emendar-se.
O ver envolve 3 virtudes: sobriedade, caridade e piedade.
Sobriedade: são as obrigações conosco mesmos (prudência): no namoro, na alimentação e nas conversas.
Caridade: para com o próximo.
Piedade: para com Deus.
Ver: esclarecer o assunto; julgar: examinar a vida baseado no assunto; agir: corrigir ou procurar emendar-se. O Ver. É necessário para não ser egoísta.
Julgar. A militante que acha em tudo uma importância tão grande é aquela que vê e procura julgar. O inquérito não é apenas indagar a vida da colega, mas, procurar conversar amigavelmente com a mesma. Devemos julgar baseadas principalmente na caridade.
Agir. Devemos agir de acordo com aquilo que julgamos. Muitas vezes julgamos, mas não agimos. Nunca deveremos lançar, por exemplo, um inquérito sem que possamos dar as respostas adequadas. A formação pela ação.
Uma coisa muito importante em A.C. é a criação de equipes.
A revisão deve ser feita de acordo com o meio em que vivemos. A reunião não deve ser forçada.
Existia a pré-JEC
Colegas, amigos, amigas, militantes da JEC e irmãs do tempo de Carmem Cardoso Ferreira
Irmã Carmosina, adjunta, conforme bilhete de Carmem em 05.08.1958.
Madre Ângela Maria. “Cada Páscoa é um anúncio de vida”, em 02.04.1961
Margarete, Guiomar, Ruth em10.06.1958
Marlene.
Lúcia. Propósitos: missa, comunhão e terço. Margareth. Propósito: melhorar as notas e missa, comunhão terços, jaculatórias, sacrifícios.
Terezinha.
23.09.1958:
Maria José Lobato.
1958:
João Reis, Dr. Costa, Flor, Luma, Deca.
1958:
Altair, Ronald, Madre Carmosina, Carlaide, Bandute, Dr. Almir, Edmilson Lobato. Conceição Lobo,Teca, Emiliano, Carlos Nunes, Lindoca e Tadeu.
...
Luiza e Guimarina. Que escolheram a vida religiosa de irmãs capuchinhas.
Solidariedade a uma amiga:
Lielza Carvalho, irmã de Dirceu Carvalho, a quem Carmem enviou carta de pêsames, falecido nos anos de 1960:
Prezada Lielza. Paz e bem.
Contristados e pesarosos, tomamos conhecimento do falecimento de teu querido irmão na noite do dia 7 e com a alma em humilde e fervorosa prece pelo eterno descanso de sua alma é que venho com muito pesar dar-te, por meio desta, o meu sentido abraço e pêsames, extensivos a teus pais, irmãos e demais membros de tua família.
Mamãe e Maria, por meu intermédio, também enviam sentidas condolências.
Lielza, não tenho expressões que possam nessa ocasião amenizar este estado de dor, causado por tão rude golpe e que faço votos a Deus pedindo conformação e coragem para bem suportarem e enfrentarem o futuro, pois já fomos vítimas deste golpe o qual não há remédio que cure, a não ser a conformação de Deus que na sua suprema sabedoria acha por bem levar um dos nossos, para a região onde todos nós iremos ter, mais dia, menos dia.
Recebe abraços e crê que aqui encontras amigos que sofrem e sentem contigo a dura perda, os quais já marcaram uma Missa que será celebrada no dia 13, às 7 horas, na Igreja Catedral, em sufrágio da alma de Dirceu Carvalho.
Pela família, a amiga de sempre. Carmem.
Madrinhas e Padrinhos Contribuintes de Catequese em 1960:
Eunice Carvalho, Olinda Gonçalves, Joana Lima, Hilza Cardoso, Leocádia Cardoso, Carmem Ferreira, Lili Sena, Sônia Parente, Antonia Cardoso. Maria da Conceição, Didi Solano.
Maria de Nazaré Oliveira. Cartas de solidariedade à professora Carmem.
Mensagens de Natal:
. Para João Reis: Que as alegrias do Natal preceda a entrada do Novo Ano e seja este precussor e continuador de graças inefáveis.
Para Dr. Costa, Flor e Luma: Desejamos-lhe neste Natal e no Ano Novo as mais escolhidas bênçãos de Jesus Menino e de sua Mãe Santíssima.
Para Deca e Flor: Que as graças do Menino Deus desçam sobre você e sua família, tornando um Santo Natal e um seguro de bênçãos para um Novo Ano
Lúcia. Propósitos: missa, comunhão e terço.
Margareth. Propósito: melhorar as notas e missa, comunhão terços, jaculatórias, sacrifícios.
Terezinha.
Um canto de 1ª Comunhão:
Senhor Jesus, nós meninos vos amamos
Com todo o nosso pequeno coração
A recompensa que nós esperamos
Seja a nossa eterna salvação
Seja a nossa eterna salvação!
II
Chegou o dia da querida festa
Chegou a hora em que vamos comungar
A inocência brilha em nossa testa
Queremos sempre a Jesus amar.
III
Senhor Jesus nós cremos firmemente
E confessamos sem medo e sem temor
Que estais na Santa Hóstia presente
Sois nosso Deus e Salvador.
IV
Abençoai-nos oh’ Jesus querido
Cercamos vosso presente de amor
Enquanto sois por muitos esquecidos
Vos adoramos como bom pastor.
Uma Peça de Natal no INSA
Luma, João Reis:
Que as alegrias do Natal preceda a entrada do Novo Ano e seja este precussor e continuador de graças inefáveis!
Tadeu, Dr. Costa, Flor, Luma e as duas madres:
As mais escolhidas bênçãos de Jesus Menino e de sua Mãe Santíssima, desejamos-lhes neste Natal e Ano Novo!
Deca e Flor:
Altair:
Bandute:
Madre Carmosina, Carlaide, Bandute, Dr, Almir, Ronald e Edmilson:
Conceição Lobo e Luma:
Teca:
Emiliano, Carlos Nunes e Lindoca:
Dirigente Jecista
Carmem Cardoso participava dos encontros de dirigentes, junto com pessoas vindas de toda a Arquidiocese, que envolvia leigas e irmãs, madres, madres assistentes, madres adjuntas. As irmãs de Abaeté participavam desse encontro: Irmã Carmosina, adjunta de Abaeté.
Dirigente é ser militante duas vezes, uma pessoa especializada, que já tenha capacidade de realizar serviços, dirigir as coisas. Tenha uma formação técnica da JEC, tenha certas noções, que leia muito e uma intensa vida espiritual.
Carmem Cardoso Ferreira e os Colégios
O ideal seria que em cada colégio houvesse uma conselheira. Uma moça que já estivesse bem preparada e que já tivesse terminado o curso. O papel da conselheira seria a de formar dirigentes. É indispensável uma conselheira num colégio leigo. Preparar militantes para quando chegar no 2º ou 3º ano, poder contar com uma conselheira, que deveria também continuar militante. A escolha da conselheira deveria levar em conta: ser uma estudante jovem; ter uma orientação segura da JEC; entender de psicologia do adolescente, para ajudar a dirigente a ter entrosamento com a diretoria, com o capelão da escola; a conselheira local deveria manter contato com a conselheira arquidiocsana; que possa ter acesso ao colégio e agir a ajudar, no que fosse necessário. É preciso descobrir novas conselheiras.
Quaresma
1957:
Grêmio Estudantil:
Minhas caras colegas:
Eis chegado o momento em que uma nova Diretoria tomará posse para reger o nosso Grêmio. E eu, na qualidade de Presidente, venho transmitir o meu cargo e dos demais membros para essa nova Diretoria eleita.
Quero agradecer a colaboração amiga de todas as colegas, rogando a Nossa Senhora que abençoe o nosso Grêmio e a sua nova Diretoria, continuadora dos nossos empreendimentos.
Como homenagem à memória da professora Carmem Cardoso Ferreira ruas e escolas em Abaetetuba a ela são dedicados:
A Escola Carmem Cardoso Ferreira
A professora e diretora Carmem Cardoso Ferreira, depois de seu falecimento, recebeu várias homenagens devido a sua importância para História da Educação em Abaetetuba.
A atual Escola de Ensino Fundamental “Professora Carmem Cardoso Ferreira fica localizada na 3ª Rua da Aviação, nº 1928, bairro da Aviação, em Abaetetuba. A escola possui um amplo espaço físico e um prédio com 6 salas de aulas, uma sala de biblioteca, uma sala de direção, uma sala dos professores, uma sala de vídeos, uma sala de secretaria, uma quadra de esportes, uma copa, um depósito para merenda, um almoxarifado com salão e banheiros. Possui, atualmente, em 2007, uma diretora, duas supervisoras, uma secretária e agentes administrativos. Possui 678 alunos, distribuídos nos três turnos. Sua atual diretora é a Sra. Benelita Vasconcelos.
Existe ainda a Rua Carmem Cardoso Ferreira
Famílias por geraçôes:
Observação:
Vamos considerar, nestas pesquisas, apenas as gerações conhecidas. Mas se aparecererem gerações antecedentes a estas conhecidas, mudamos as numerações das genealogias conhecidas. Consequentemente mudarão as numerações de todas as gerações dos descendentes das famílias conhecidas.
Gerações maternas e paternas
Observação:
Nas gerações maternas e paternas poderão acontecer mudanças nas numerações das gerações, dependendo estas dos antecedentes mais antigos das famílias aqui apresentadas.
1ª G, pais dos avós maternos e paternos.
2ª G, F, filhos dos avós maternos e paternos.
1ª Geração, pais de ANTONIO CORREA DE MIRANDA
. 2ª G/F, ANTONIO CORREA DE MIRANDA ou ANTONIO CORREA CARIPUNA (Caripuna é nome de origem indígena usado em Abaeté). Vide Família Correa de Miranda em "Genealogia da Família Correa de Miranda, de Ig-Miri/PA.
. ESMERINA NUNES FERREIRA/Esmerina Nunes Ferreira Bou-Habib, este nome de casada.
. ARTHUR NUNES FERREIRA
Arthur Nunes Ferreira, casado em 1ª núpcias c/ Mimita Floresta Ferreira e, em 2ª núpcias com Antonia Felícula Cardoso, e tiveram filhos: Maria de Nazaré, Joana da Conceição, Artúnia, João Batista, Artuzinho e Carmem Cardoso Ferreira. Arthur Nunes Ferreira tinha um irmão, Carlos Nunes Ferreira, que c/c Dadá Cardoso e uma irmã, Mimi Nunes Ferreira, que c/c Horácio Cardoso.
Portanto, são 3 irmãos da fam. Nunes Ferreira (dois homens: Arthur e Carlos Nunes Ferreira, e uma mulher, casados com 3 irmãos da fam. Cardoso, duas mulheres (Dadá e Mimi Cardoso) e um homem, Horácio Cardoso e, com isso, seus filhos são duas vezes primos entre si. Em outras palavras: dois irmãos e uma irmã da fam. Nunes Ferreira, casados com duas irmãs e um irmão da fam. Cardoso, que dão origem às famílias Ferreira Cardoso e Cardoso Ferreira.
MIMITA FLORESTA FERREIRA, c/c Arthur Nunes Ferreira, em 1ª núpcias.
. ANTÔNIA FELÍCULA CARDOSO, c/c Arthur Nunes Ferreira, este casado em 2ª núpcias
MIMITA FLORESTA FERREIRA, c/c Arthur Nunes Ferreira, em 1ª núpcias.
. MARIA DE NAZARE
. JOANA DA CONCEIÇÃO CARDOSO FERREIRA, filha de Arthur Nunes Ferreira e Antonia Felícula Cardoso.
• João Batista Cardoso Ferreira, filho de Arthur Nunes Ferreira e Antonia Felícula Cardoso.
• ARTÚNIA CARDOSO FERREIRA, filha de Arthur Nunes Ferreira e Antonia Felícula Cardoso, citada em 1961 como juíza da festa de N. S. da Conceição, c/c Clodoaldo de L. Baia/Coló e tiveram filhos: Maria de Lourdes Ferreira Baia e outros?
. Maria de Lourdes Ferreira Baía?
• ARTHUR CARDOSO FERREIRA/Artuzinho, filho de Arthur Nunes Ferreira e Antonia Felícula Cardoso.
. JOÃO BAPTISTA
. ARTUZINHO
. CARMEM CARDOSO FERREIRA
• Carlaide Cardoso Ferreira, professora no Grupo Escolar Basílio de Carvalho, casada e com filho: Raimundinho, citada em 1944. Carlaide Ferreira, citada em 1939 como contribuinte e na comissão da 1ª noite de leilão da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
• CLODOALDO CARDOSO FERREIRA, filho de irmã de Antonia Felícula Cardoso, citado em 1944, em 1961 como representante da classe dos marítimos na festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
. CARLOS NUNES FERREIRA, irmão de Arthur Nunes Ferreira, c/c Dadá Cardoso, esta irmã de Antonia Felícula Cardoso.
. Mimi Nunes Ferreira, c/c Horácio Cardoso e com filhos
. ANTONIA FELÍCULA CARDOSO FERREIRA
• ARTÚNIA CARDOSO FERREIRA, filha de Arthur Nunes Ferreira e Antonia Felícula Cardoso, citada em 1961 como juíza da festa de N. S. da Conceição, c/c Clodoaldo de L. Baia/Coló e tiveram filhos: Maria de Lourdes Ferreira Baia e outros?
• ARTHUR CARDOSO FERREIRA/Artuzinho, filho de Arthur Nunes Ferreira e Antonia Felícula Cardoso.
. MARIA MAUÉS NUNES FERREIRA
. JOÃO BAPTISTA CARNEIRO, c/c ADELAIDE MAUÉS FERREIRA CANEIRO
. ADELAIDE FERREIRA CARNEIRO, ADELAIDE MAUÉS NUNES FERREIRA, filha de José Nunes Ferreira e Maria Maués Ferreira, e Adelaide era casada com João Baptista Carneiro, este capataz do Porto de Abaeté e com filhos, netos.
. JOÃO BAPTISTA CARNEIRO, casado com Adelaide.
• CLODOALDO CARDOSO FERREIRA, filho de irmã de Antonia Felícula Cardoso, citado em 1944, em 1961 como representante da classe dos marítimos na festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
. CARMEM CARDOSO FERREIRA
Carmem Cardoso Ferreira, nasceu em 15 de março, é filha de Arthur Nunes Ferreira e Antonia Felícia Cardoso Ferreira, tendo como avós paternos Maria Maués Nunes Ferreira e José Nunes Ferreira e residia na Rua Siqueira Mendes, nº 1.286 e foi aluna da Escola INSA e professora e diretora por longos anos de algumas escolas de Abaetetuba, entre as quais as escolas Reunidas, Vicente Maués, Pedro Teixeira, agindo com pulso firme e rígido no tocante ao comportamento de alunos e professores. Foi Secretária Municipal de Educação de Abaetetuba, conforme documento de 08.03.1980, na gestão do então prefeito Ronald Reis Ferreira. Mas o lado carinhoso, terno, amigável e generoso se escondia por trás de seu enorme acervo de cartas, fotos, livros, papéis com suas anotações, cuja maior parte foi corroída pela ação do tempo e dos cupins, sendo salvo ainda muitas anotações que serão publicadas no decorrer das nossas pesquisas de parte desse acervo em nossas mãos, vindas pelo seu sobrinho Francisco de Assis Cardoso Lima, nosso particular amigo de longas datas.
. MARIA MAUÉS NUNES FERREIRA:
Maués, família agregada ou paralela (Vide em Família Maués, que é outro grande clã familiar de Abaetetuba).
Algumas Citações Sobre MARIA MAUÉS NUNES FERREIRA e Outros Parentes de Carmem Cardoso Ferreira:
A professora Carmem Cardoso Ferreira amava e considerava muito os seus parentes, amigos e colegas de profissão e era muito solidária nas suas dores. Nos falecimentos escrevia bilhetes de pesar e oferecia orações e os confortava espiritualmente. No dia de seus aniversários ela mesma preparava as mensagens para serem veiculadas no sistema sonoro da cidade, o antigo “Sonoros Copacabana".
Maria Maués Nunes Ferreira era filha do Coronel Antonio Correa Caripuna, cujo nome original era Antonio Correa de Miranda, mudando o sobrenome para Caripuna, tendo em vista que a antiga Abaeté possuía, nesses tempos, muitos indígenas e seus descendentes que respeitavam pessoas em vista de seus nomes, dados pelos antigos indígenas, com seus respectivos significados (Vide família Correa de Miranda, com origem no vizinho município de Ig-Miri/PA), e o Coronel Caripuna foi antigo chefe político em Abaeté, vindo daí o fato da antiga Abaeté de ser chamada também de "Cidade dos Caripunas", existindo dois membros da Família Correa de Miranda por aqui e, Maria Maués Nunes Ferreira, ficando viúva, com seus filhos, assumiu o comércio do marido em Abaeté, na Rua Justo Chermont, em 1922.
Citações de 1922:
. CARLOS NUNES FERREIRA, citações:
A firma "Carlos Nunes Ferreira e Carneiro" (firma de Carlos Nunes Ferreira com outro sócio de sobrenome Carneiro) com casa de commércio no Furo Tucumanduba”. “A firma Ferreira e Carneiro com depósito de lenha no Rio Abaeté”. A Família Carneiro é paralela às duas famílias em foco.
Carlos Nunes Ferreira, citado no Furo Tucumanduba, foi dono do memorável B/M Caliandares, que fazia o percurso Abaetetuba-Belém-Abaetetuba nos anos de 1960 e 1970.
Arthur Nunes Ferreira, comerciante e industrial, anos de 1940.
. ESMERINA NUNES FERREIRA/Esmerina Nunes Ferreira Bou-Habib:
Professora Esmerina Bou-Habib
Esmerina Nunes Ferreira Bou-Habib, sendo o Bou-Habib uma família paralela, vindo de sírios-libaneses que por aqui chegaram nos antigos tempos de Abaeté. Era tia de Carmem Cardoso Ferreira, nasceu no dia 13.03.1891 no lugar chamado Cachoeira, município de Abaeté. É filha de José Nunes Ferreira e Maria Maués Ferreira. Iniciou seus estudos primários em Abaeté, prosseguindo na Escola Normal, em Belém, hoje Instituto de Educação do Pará, onde se formou professora normalista em 1911. Deixou como lembrança um quadro com o diploma de formatura.
Retornando para Abaeté foi nomeada professora no Grupo Escolar de Abaeté, no ano de 1912, função que exerceu até o ano de 1945 com amor, abnegação e dedicação, cativando a todos os seus alunos pelo carinho a eles dedicados.
No dia 02.04.1945 foi nomeada para o cargo de diretora do referido Grupo Escolar de Abaeté. Por perseguição política foi dispensada desse cargo, voltando a ocupá-lo em 1952.
No dia 30.03.1955 foi nomeada Diretora efetiva nesse cargo através do decreto nº 887-55 DP, pelo então Governador do Estado Gal. Alexandre Zacarias de Assunção. No dia 06.06.1956 foi assinado o Decreto de sua aposentadoria, no qual a mesma contava com 44 anos de bons serviços prestados às crianças e jovens de sua terra, sendo um exemplo vivo de dedicação e doação ao setor da educação abaetetubense, fazendo parte, também, por muitos anos, do Conselho Municipal de Educação.
Em 1942 era diretora do Grupo Escolar de Abaeté a professora Esmerina Ferreira Bou-Habib. O porteiro era Rogério de Carvalho, pai do Raul Carvalho, que eram da família de Murilo de Carvalho.
Os professores desse antigo grupo escolar eram: Maria da Conceição Barros Lobo, Maria do Carmo Araújo Santos, Maria Leão (esposa do Sr. Leão, que trabalhava na Mesa de Rendas do Estado,e Elza de Jesus Silva Paes.
No período de 1912 a 1945, paralelamente às suas atividades no setor público da educação, manteve uma escola particular gratuita com o nome de "Externato de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro", na qual a mesma ensinava não só a ler e escrever como também ensinava a arte dos bordados de todos os tipos: flores, tricô, crochê, incluindo também música de piano. Recebia várias crianças vindas do interior do município, algumas hospedando-as em sua residência, com a finalidade de estudos. Nesse seu externato praticamente não existiam mensalidades, pois a maioria de seus alunos eram seus afilhados e pobres.
Diariamente, também, atendia pessoas da cidade e do interior que a procuravam em busca de doses de remédios homeopáticos e caseiros, para crianças e adultos doentes, as quais ela atendia a qualquer hora do dia ou da noite, sem aceitar pagamento a dinheiro, só dizendo: “Fico aguardando notícias suas o mais breve possível”. As que vinham do interior a presenteavam com camarões, peixes, frutas, galinhas, patos, ovos e outros produtos ribeirinhos.
A família da professora Esmerina não era tão rica e ela mesma não ostentava vaidades e riquezas terrenas e somente procurava ajudar às muitas pessoas que a procuravam. Eram os seus compadres, comadres e afilhados.
Quando a Igreja Matriz de Abaeté foi concluída no final dos anos de 1930, o 1º véu do Sacrário da Igreja foi feita por ela, assim como o seu casamento com Jorge Antonio Bou-Habib, que foi o 1º a ser realizado na nova Igreja Matriz. Eles não tiveram filhos.
A profa. Esmerina veio a falecer no dia 08.06.1978, saindo seu corpo para sepultamento no dia 9 de junho, às 8:00 horas, da Escola Estadual de 1º Grau “Prof. Basílio de Carvalho”, onde ela foi professora e diretora por longos anos, acompanhado pelos alunos e professores, não só do Basílio, como de todas as escolas da cidade, autoridades, o povo, onde se incluíam inúmeras famílias de Abaetetuba, tornando-se uma manhã de profunda emoção no município de Abaetetuba.
Esta biografia foi feita por autor desconhecido em 26.11.1979, provavelmente pela professora Carmem Cardoso Ferreira, sua sobrinha.
Existe uma escola dedicada à memória da professora Esmerina, a Escola Esmerina Bou-Habib:
Uma carta da Professora Carmem Cardoso Ferreira, por ocasião da inauguração da Escola Professora “Esmerina Bou-Habib”:
“Esmerina, continuas viva no coração deste povo, a quem ofereceste a tua vida, os teus talentos, as tuas virtudes de Mestra carinhosa e boa. Tu viverás na imortalidade da nossa história, porque a tua vida foi um marco de doação, de abnegação e amor, constituindo-te e conferindo-te o troféu de “Astro da Educação”, pelos teus 44 anos de Magistério. O povo do interior e da cidade ainda guarda bem viva na memória a lembrança de todo o bem que lhes fizestes, socorrendo-lhe na hora da doença e da dor, quando Abaeté se ressentia muito pela falta de médicos. Tu eras a sua médica, com tuas homeopatias e tuas palavras de conforto, a qualquer hora do dia ou da noite, sempre com a mesma expressão de bondade, que te era peculiar, com a mesma frase: “Meu filho” ou “Minha Filha”.
Os Nunes Ferreira
Os Cardoso Ferreira
Os Ferreira Cardoso
Gerações maternas e paternas
1ª G, pais dos avós maternos e paternos.
2ª G, F, filhos dos avós maternos e paternos.
Gerações maternas e paternas de ALEXANDRE FERREIRA CARDOSO e sua esposa ÂNGELA JOANA DOS SANTOS
. ALEXANDRE FERREIRA CARDOSO, vamos colocá-lo como neto (m ou p )
ÂNGELA JOANA DOS SANTOS e seus irmãos.
3ª G/N, netos, ALEXANDRE FERREIRA CARDOSO
2ª G, avós paternos de ALEXANDRE FERREIRA CARDOSO, e seus irmãos.
2ª G, avós maternos de ALEXANDRE FERREIRA CARDOSO, e seus irmãos.
Ídem para ÂNGELA JOANA DOS SANTOS
3ª G/, ALEXANDRE FERREIRA CARDOSO e seus irmãos.
3ª G/N, ALEXANDRE FERREIRA CARDOSO, c/c ÂNGELA JOANA DOS SANTOS
3ª G/N, ÂNGELA JOANA DOS SANTOS
Blog do Ademir Rocha







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