Poesias 8 do Adenaldo dos Santos Cardoso - Poetas e Poesias
Adenaldo Santos
Cardoso:
DESTECNOLÓGICOS
(Para Luiz Gonzaga Lobato e Ney Viola)
Nem tudo é o que parece
Continuo amando a filosofia
Nunca juro, desconjuro
Os que juram que eu juro
Pois, é pura fantasia
É do nada que se cria
E do tudo se copia
EXAGERO a gente pensa
- Pesarosa ventania -
Nasci nu, mas não sou índio
Mudo de roupa todo dia
Tomo cachaça no boteco
Sempre em boa companhia
Gonzaga Lobato e Ney Viola
Amigos do Cassio e da Sofia
Raul Seixas e Bob Marley
Camaradas da anarquia
Obrigado meus amigos
Brindemos à democracia
Eu sou filho da Amazônia
Mas meu avô era da Síria
(Adenaldo dos Santos Cardoso)
(Para Luiz Gonzaga Lobato e Ney Viola)
Nem tudo é o que parece
Continuo amando a filosofia
Nunca juro, desconjuro
Os que juram que eu juro
Pois, é pura fantasia
É do nada que se cria
E do tudo se copia
EXAGERO a gente pensa
- Pesarosa ventania -
Nasci nu, mas não sou índio
Mudo de roupa todo dia
Tomo cachaça no boteco
Sempre em boa companhia
Gonzaga Lobato e Ney Viola
Amigos do Cassio e da Sofia
Raul Seixas e Bob Marley
Camaradas da anarquia
Obrigado meus amigos
Brindemos à democracia
Eu sou filho da Amazônia
Mas meu avô era da Síria
(Adenaldo dos Santos Cardoso)
Homenagem à
Abaetetuba, pelo Dia dos Namorados:
DONA DA NOSSA
CABEÇA
Olhar Fotográfico: Angelo Paganelli Da nossa marca registrada Também temos “Seu Miriti” Valha-nos Deus, Nossa Senhora! “Dona Farinha” e “Seu Açai” Mas a “mardita desgraçada” Não sai de nossas cabeças Embriaga-nos de sonho Alambique que veleja Traz o cheiro do ribeirinho Da coroa de sua fama Brilha ouro refinado Parideiro pé-de-cana Dona de nossas cabeças Prostituta de Abaeté Pro mundo ela foi plantada Pra morrer num cabaré Dona do Engenho São José Que paria Vista Alegre Dona do Engenho Nazaré Que paria Nazaré Dona do Engenho Da Paz Que paria Maués Dona do Engenho São Jerônimo Que paria São Jerônimo Dona do Engenho Santa Rosa Que paria Alvorada Dona do Engenho Papagaio Que paria Papagaio Dona do Engenho Feliz Que paria Feliz Dona do Engenho Paraíso Que paria Paraíso Dona do Engenho São Pedro Que paria São Pedro Dona do Engenho São João Que paria São João Dona do Engenho Santa Cruz Que paria Santa Cruz Dona do Engenho Borboleta Que paria Borboleta Engenho do Nazareno Que paria Amazônia Dona do Engenho Pacheco Que paria... Saudosos engenhos de canas Autores de nossa glória Em meio as festas profanas Alegravam nossa história Ao vermos um pé-de-cana Lembranças o vento traz Da Dona de nossas cabeças Famosa Dama que jaz Mas no nosso porto em luto Não esquecemos jamais A Pura de Abaetetuba Mater dos canaviais |
HISTÓRIA MODERNA
Caravelas
Maresias
Terra-à-vista
Temporais
Capitais
Capitanias
Ó Brasil
De Portugal.
(Adenaldo dos Santos Cardoso)
Caravelas
Maresias
Terra-à-vista
Temporais
Capitais
Capitanias
Ó Brasil
De Portugal.
(Adenaldo dos Santos Cardoso)
AMIGAETÉS
(Dedico as minhas sobrinhas Carol Kemil e Kamila Kemil)
Cá vivo sonhando comigo
Morando às margens dos igarapés
Vivendo o socialismo
Na tribo dos Abaetés
No relampejo desse desejo
Troveja em meu peito o amor fraternal
Acordo e vejo Kamila
E Carol na comuna tribal
Minhas amigas não são poesias
Não são fantasias, são mesmo reais
É o encontro do que eu procuro
No claro ou no escuro são sempre leais
Minhas amigas não tem quem maldiga
A nossa mandinga espanta o mal
Premeditando o nosso futuro
Jamais verei muro no nosso quintal
(Adenaldo dos Santos Cardoso)
(Dedico as minhas sobrinhas Carol Kemil e Kamila Kemil)
Cá vivo sonhando comigo
Morando às margens dos igarapés
Vivendo o socialismo
Na tribo dos Abaetés
No relampejo desse desejo
Troveja em meu peito o amor fraternal
Acordo e vejo Kamila
E Carol na comuna tribal
Minhas amigas não são poesias
Não são fantasias, são mesmo reais
É o encontro do que eu procuro
No claro ou no escuro são sempre leais
Minhas amigas não tem quem maldiga
A nossa mandinga espanta o mal
Premeditando o nosso futuro
Jamais verei muro no nosso quintal
(Adenaldo dos Santos Cardoso)
Amigo Cassio Dias
Que a vida me deu de presente
Ao sabor de suas alegrias
Eu sinto o valor de ser gente
Que a vida me deu de presente
Ao sabor de suas alegrias
Eu sinto o valor de ser gente
MAR VERMELHO
Nos cantos do mundo
Plantaram muitas cruzes
Cemitérios ocultos
Não ocultam o odor das flores
Cruz credo, hemisférios!
Antagônicos bastidores
Diante dos olhos dos reis
Juro que não vi nada de novo
Nas teias trançadas das leis
O inseto pequeno é o povo
Na malha do direito burguês
O pinto é sufocado no ovo
Sem terra, sem teto...
No fundo do poço
A justiça afogada outra vez
A janta servida no almoço
A água e o vinho se abraçam
Tingidos não buscam seus leitos
Namoram deixando suas marcas
O rosto da morte num beijo
Unidos não vejo suas caras
Mas sinto o gosto do Tejo
O Rio vermelho desagua
Nas águas do Rio Araguaia
Emergem granadas, fuzis...
As dores de mães desoladas
Lembranças das flores de abril
No fundo do rio sepultadas
O rio que veio e que foi
Não chorou por ser chorado
Cuspiu nos dez mandamentos
Bebeu o cálice de Baco
Lambeu a cruz... depois partiu
Pororocou no céu do fraco
Foi até o Carandiru
Inundou a Candelária
Eldorado dos Carajás
Vigário Geral, Corumbiara
Passou pela Amazônia
Por que será que ele não para?
Fez remanso em Hiroshima
Nagasaki, que banzeiro!
Beirute, Iraque, Malvinas...
Estilhaçou o meu espelho
Já não vejo mais um rio
Mais um grande M A R V E R M E L H O.
(Adenaldo dos Santos Cardoso)
Nos cantos do mundo
Plantaram muitas cruzes
Cemitérios ocultos
Não ocultam o odor das flores
Cruz credo, hemisférios!
Antagônicos bastidores
Diante dos olhos dos reis
Juro que não vi nada de novo
Nas teias trançadas das leis
O inseto pequeno é o povo
Na malha do direito burguês
O pinto é sufocado no ovo
Sem terra, sem teto...
No fundo do poço
A justiça afogada outra vez
A janta servida no almoço
A água e o vinho se abraçam
Tingidos não buscam seus leitos
Namoram deixando suas marcas
O rosto da morte num beijo
Unidos não vejo suas caras
Mas sinto o gosto do Tejo
O Rio vermelho desagua
Nas águas do Rio Araguaia
Emergem granadas, fuzis...
As dores de mães desoladas
Lembranças das flores de abril
No fundo do rio sepultadas
O rio que veio e que foi
Não chorou por ser chorado
Cuspiu nos dez mandamentos
Bebeu o cálice de Baco
Lambeu a cruz... depois partiu
Pororocou no céu do fraco
Foi até o Carandiru
Inundou a Candelária
Eldorado dos Carajás
Vigário Geral, Corumbiara
Passou pela Amazônia
Por que será que ele não para?
Fez remanso em Hiroshima
Nagasaki, que banzeiro!
Beirute, Iraque, Malvinas...
Estilhaçou o meu espelho
Já não vejo mais um rio
Mais um grande M A R V E R M E L H O.
(Adenaldo dos Santos Cardoso)
adicionou uma nova
foto: "ERVA DANINHA
Tu vens Invade outro mundo Pensas que é teu Não atentas Que mais profundo! Tomas posse Fincas bandeiras Arrancas as flores Das jardineiras Segues plantando De grão em grão Erva daninha Sem ser teu chão Se tu não sabes Aprenda então Que todo mundo Tem coração (Adenaldo)" |
O CORNO
Um corno tinha na cabeça dois cornos
E para dormir no maior sossego
Ele usava um instrumento de torno
Para retirar por ora os chamegos.
Para tomar cachaça alambicada.
O corno usava um longo chapéu,
Mas quando dava uma vomitada
Os dois cornos apareciam no céu.
É que ele vomitava no chapelão,
E vinha líquido e vinha gosmento,
Da boca, da orelha e do narigão,
Em meio a gemidos e lamentos.
E o corno jurava nunca mais beber,
Para aliviar a dor de sua cabeça.
Mas sua mulher dava e a saber,
Metia os cornos em que os mereça.
Assim vivia o corno muito bacana
A mulher dando cu boca e buceta
E ele se encharcando de pura cana
E ela rindo e rebolando a lambreta.
Clovis Cardoso
Um corno tinha na cabeça dois cornos
E para dormir no maior sossego
Ele usava um instrumento de torno
Para retirar por ora os chamegos.
Para tomar cachaça alambicada.
O corno usava um longo chapéu,
Mas quando dava uma vomitada
Os dois cornos apareciam no céu.
É que ele vomitava no chapelão,
E vinha líquido e vinha gosmento,
Da boca, da orelha e do narigão,
Em meio a gemidos e lamentos.
E o corno jurava nunca mais beber,
Para aliviar a dor de sua cabeça.
Mas sua mulher dava e a saber,
Metia os cornos em que os mereça.
Assim vivia o corno muito bacana
A mulher dando cu boca e buceta
E ele se encharcando de pura cana
E ela rindo e rebolando a lambreta.
Clovis Cardoso
adicionou uma nova
foto: "ERVA DANINHA
Tu vens
Invade outro mundo
Pensas que é teu
Não atentas
Que mais profundo!
Tomas posse
Fincas bandeiras
Arrancas as flores
Das jardineiras
Segues plantando
De grão em grão
Erva daninha
Sem ser teu chão
Se tu não sabes
Aprenda então
Que todo mundo
Tem coração
(Adenaldo)"
Tu vens
Invade outro mundo
Pensas que é teu
Não atentas
Que mais profundo!
Tomas posse
Fincas bandeiras
Arrancas as flores
Das jardineiras
Segues plantando
De grão em grão
Erva daninha
Sem ser teu chão
Se tu não sabes
Aprenda então
Que todo mundo
Tem coração
(Adenaldo)"
Olhar Fotográfico: Luis Carlos De Brito Nunes Nunes."
Adenaldo
PALHUK, ASSOMBRADO
PELA ASSOMBRAÇÃO!
Xxxxxxxxxxxxxxx
Benício
No carnaval de 1982,
o PALHUKA saiu com o enredo homenageando a VILA de BEJA, desde a vila samauma,
dos motiguares, talvez a unica vez em todos sentidos que o PALHUKA foi serio, e
por isso ganhou o desfile de carnaval daquele ano...a avenida toda cantou o
samba do PALHUKA..."NESTE SONHO PALHUKA NESTA TERRA MOTIGUAR ABRE ALAS
MOCADA QUE O PALHUKA VAI PASSAR.....VIU A ALDEIA SAMAUMA EM BEJA SE
TRANSFORMAR"
Benício
Depois do sucesso do
festival do choop, o PALHUKA, resolveu fazer um bingo para incrementar as
economias para o carnaval de 1980, embalado pelo festival de choop de ki-suco
(kkkkk ate eu gostei), O PALHUKA oferecia como brinde para o vencedor do bingo
uma LINDA PORCA, a "esposa do PORCO"....um lindo SUINO, mas na
verdade, era UMA LINDA PORCA DE PARAFUSO...!!!! nao teve tanto sucesso, pois os
colaboradores ja estavam com a barba de molho no choop de ki-suco......KKKKKKK
Benício
Contando com a
vitória do Brasil sobre a Itália, no fatídico 05 de julho de 1982, O PALHUKA
organizou uma roda de samba em beja para angariar fundos, foram compradas
varias cxs de cerveja, depois da derrota brasileira para a ITALIA, o jeito foi
"salgar" a cerveja e contabilizar o prejuizo, até o PALHUKA, O PAULO
ROSSI ATINGIU COM OS SEUS 3 GOLS...KKKK
Benício
Em 1980, na intencao
de arrecadar dinheiro para o desfile, o PALHUKA promoveu o seu FESTIVAL DO
CHOOP, no bancrevea clube de abaetetuba, foi um marco na historia do PALHUKA,
depois de todos os convidados de posse de sua canecas, e na ansia de
"molhar o bico" em um choop bem gelado, eis que chega no salao do
bancrevea, um carro de mao cheio, de CHOOP, mas CHOOP de KI-SUCO......muitas
historias essa realizacao deixou em Abaetetuba......kkkkk!!!
xxxxxxxxxxxxxx
Cássio Dias
DOMINGO TEM O BLOCO
CARNAVALESCO PALHUK NA PELAS RUAS DA CIDADE,COM O TEMA "PALHUK NA COPA DO
MIRITIZEIRO"CONCENTRAÇÃO A PARTIR DE 12:00 HS NA TRAVESSA FRANCISCO AZEVEDO
DA COSTA,ATRÁS DO INSA.TEREMOS VENDA DE FEIJOADA A 7,00 R$. VENHA PARTICIPAR
TRAGA SUA FANTASIA .E VAMOS BRINCAR O CARNAVAL AO SOM DE BANDA DE FANFARA
TOCANDO AS TRADICIONAIS MACHINHAS.SAIDA AS 15:00 HS.PALHUK COMPLETA 35 ANOS.
Xxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
Benício
Para o Carnaval de
1980, o PALHUKA realizou uma festa no bancrevea para angariar fundos para
cobrir as despesas do carnaval, a turma foi com o saudoso ...ALEIXO BRASIL
FERREIRA ...no seu escritorio, e lhe ofereceu uma mesa, o mesmo pagou a mesa e
ainda ajudou na despesa da bandinha, ...no final ele falou assim, ( com a sua
voz caratcteristica).....PESSOAL! EU QUERIA VER O LUXO DA BARAO COM A ALEGRIA
DO PALHUKA.
Benício
No carnaval de 1979 ,
quando o PALHUKA correu a lista de pessoas que o ajudariam a entrar na avenida
(financeiramente), ... o saudoso ....OSNI....foi a pessoa fisica que mais
contribuiu para que o PALHUKA saisse , perdendo somente para a PMA (gestao do
DR. ronald, que era admirador do PALHUK, tbm), coincidencia triste o carnaval
de 1979 foi o ultimo do saudoso DR. OSNI entre nos.
Xxxxxxxxxxxxxxx
Beníco
Dona ....NINA
ABREU...eterna passista e grande HOTNESS, do PALHUKA, ajudava com os olhos do
coracao e mandava ver na hora da obrigacao, sempre com um sorriso no rosto,
sabe de "palmo em cima" todas as letras dos sambas enredos do
PALHUKA, desde o primeiro desfile em 1978 ate os dias de hoje....SALVE NINA!
Clóvis
PALHUK NA FESTA DO
RIO TAUERÁ – 1983
Xxxxxxxxxxx
Benício
O ano era 1982,
eleições para prefeito de abaetetuba, o PALHUKA, apoiava o nosso querido
amigo...ROBERTO OSORIO (ZHUKOV), durante a apuração dos votos, depois de 15
urnas conferidas ( naquele tempo era manual), saiu o primeiro voto para o BOB,
a turma do PALHUKA que estava na apuração, soltou pistolas, e gritavam
assim:....GRAÇAS A DEUS, GRAÇAS A DEUS.....MESMO O ZHUKOV SENDO ATEU, GRAÇAS A
DEUS MESMO O ZHUKOV SENDO ATEU....KKKKKK
Xxxxxxxxx
Benício
O saudoso seu
LACERDA, era o unico jurado do desfile de canaval que sempe dava nota 10 ao
PALHUKA, em todos os quesitos, perguntado pq ele sempre fazia isso, ele
respondia na sua habitual calma :_ MEUS AMIGOS! EU SEI O QUE ESSA RAPAZIADA
BATALHA PARA COLOCAR O PALHUKA NA AVENIDA, E SEI TBM O QUE ELES SOFREM PARA
CURAR A RESSACA DE TANTA CACHAÇA QUE ELEM INGEREM NA AVENIDA,, ISSO MERECE NOTA
10,SEMPRE....KKKKK.
Xxxxxxxxxxxxxx
Adenaldo
AS AVENTURAS DO
PALHUK NA CIDADE SEM THOR
Ô, ô, Palhuk
Chame o disco voador
Aquele que um dia
Raul contactou
Ô, ô, seu moço
Me leve pro “Gigi”
Pra “Venuta”
Pro “Escorrega”
Não me deixe mais aqui
Me leve
Me leve ( Bis)
Me leve
Que eu vou!
Ô, ô, Palhuk
Chame o disco voador
Aquele que um dia
Raul contactou
Ô, ô, seu moço
Me leve pro “Gigi”
Pra “Venuta”
Pro “Escorrega”
Não me deixe mais aqui
Me leve
Me leve ( Bis)
Me leve
Que eu vou!
Xxxxxxxxxxxxxx
Asdenaldo
A TURMA DO FUNIL
*Concentração do Palhuk*
*Concentração do Palhuk*
Xxxxxxxxxxxxxx
De:
mrandmrsdavis@hotmail.co.uk
Para:
ademir-heleno@bol.com.br
Cópia:
Cópia oculta:
Assunto:
Blog
Data:
12/01/2014 18:52
Em 1980, na intencao
de arrecadar dinheiro para o desfile, o PALHUKA promoveu o seu FESTIVAL DO
CHOOP, no bancrevea clube de abaetetuba, foi um marco na historia do PALHUKA,
depois de todos os convidados de posse de sua canecas, e na ansia de
"molhar o bico" em um choop bem gelado, eis que chega no salao do
bancrevea, um carro de mao cheio, de CHOOP, mas CHOOP de KI-SUCO......muitas
historias essa realizacao deixou em Abaetetuba......kkkkk!!!
DOMINGO TEM O BLOCO
CARNAVALESCO PALHUK NA PELAS RUAS DA CIDADE,COM O TEMA "PALHUK NA COPA DO
MIRITIZEIRO"CONCENTRAÇÃO A PARTIR DE 12:00 HS NA TRAVESSA FRANCISCO
AZEVEDO DA COSTA,ATRÁS DO INSA.TEREMOS VENDA DE FEIJOADA A 7,00 R$. VENHA
PARTICIPAR TRAGA SUA FANTASIA .E VAMOS BRINCAR O CARNAVAL AO SOM DE BANDA DE
FANFARA TOCANDO AS TRADICIONAIS MACHINHAS.SAIDA AS 15:00 HS.PALHUK COMPLETA 35
ANOS.
Para o Carnaval de
1980, o PALHUKA realizou uma festa no bancrevea para angariar fundos para
cobrir as despesas do carnaval, a turma foi com o saudoso ...ALEIXO BRASIL
FERREIRA ...no seu escritorio, e lhe ofereceu uma mesa, o mesmo pagou a mesa e
ainda ajudou na despesa da bandinha, ...no final ele falou assim, ( com a sua
voz caratcteristica).....PESSOAL! EU QUERIA VER O LUXO DA BARAO COM A ALEGRIA
DO PALHUKA.
No carnaval de 1979 ,
quando o PALHUKA correu a lista de pessoas que o ajudariam a entrar na avenida
(financeiramente), ... o saudoso ....OSNI....foi a pessoa fisica que mais
contribuiu para que o PALHUKA saisse , perdendo somente para a PMA (gestao do
DR. ronald, que era admirador do PALHUK, tbm), coincidencia triste o carnaval
de 1979 foi o ultimo do saudoso DR. OSNI entre nos.
Dona ....NINA
ABREU...eterna passista e grande HOTNESS, do PALHUKA, ajudava com os olhos do
coracao e mandava ver na hora da obrigacao, sempre com um sorriso no rosto,
sabe de "palmo em cima" todas as letras dos sambas enredos do
PALHUKA, desde o primeiro desfile em 1978 ate os dias de hoje....SALVE NINA!
PALHUK NA FESTA DO
RIO TAUERÁ – 1983
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Proteja tablets e
smartphones contra vírus e outras fragilidades de segurança
“360 Mobile Security”
Oferece Uma Boa Dose De Proteção Contra Ataques Cada Vez Mais Explorados Em
Smartphones E Tablets
Por Daniel
Paixão Fontes | Yahoo Contributor Network – qui, 23 de jan de
2014 16:28 BRST
Nas últimas semanas
um aplicativo vem ganhando destaque em quantidade de downloads e avaliações
positivas no Google Play e no iTunes. Trata-se do 360 Mobile Security ,
aplicativo da desenvolvedora chinesa Qihoo360 que se propõe a proteger seu
dispositivo mobile (iOS e Android) contra os mais novos vírus e malware,
verificando outros possíveis riscos contra a privacidade dos usuários,
atualizando-se automaticamente com as mais novas vacinas e assinaturas de segurança
e trazendo ainda como brinde um acelerador de performance que verifica quais
aplicativos estão sendo executados em segundo plano, desativando-os.
O aplicativo peca por não possui algumas funções avançadas de segurança, tais como navegação segura, criptografia dos dados do dispositivo onde está instalado, backup, bloqueio de chamadas e controle dos pais. Tão pouco implementa uma das funções de segurança mais necessárias e desejadas pelos usuários avançados na atualidade: o anti-roubo, que é a possibilidade de bloquear, rastrear e inutilizar o dispositivo mobile remotamente caso ele seja roubado ou perdido.
Tais faltas fazem
sentido em um aplicativo gratuito (que é o caso do 360 Mobile Security ), mas
seriam fatores extremamente negativos em uma possível versão paga.
O aplicativo porém é excelente naquilo para o qual foi projetado. A AV-TEST (http://www.av-test.org), organização independente de segurança em TI, fez no ano de 2013 testes com mais de 30 soluções de segurança mobile, e o 360 Mobile Security ficou entre os mais bem avaliados, com forte destaque para a detecção de vírus e malware, ou seja, de aplicativos maliciosos que o usuário venha a instalar em seu dispositivo muitas vezes sem se dar conta. Ele ainda fez todas as análises de segurança sem reportar nenhum falso-positivo, ou seja, sem emitir alertas para aplicativos e operações legítimas como se fossem elas próprias vírus e malware.
Sua usabilidade também mereceu destaque, possuindo ainda uma boa performance com baixo consumo de energia, processamento e dados.
Em um cenário onde os dispositivos mobile são cada vez mais o foco de explorações de segurança por práticas maliciosas, possuir um aplicativo como este é cada vez mais obrigatório.
DOWNLOAD, PREÇO E DEMAIS INFORMAÇÕES
Website: http://corp.360.cn
iTunes: https://itunes.apple.com/br/app/360-mobile-security/id653387969?mt=8
(grátis)
xxxxx
ABAETÉ, TUBA SAUDADE!
Nasci em Abaeté
Brinquei no igarapé
Ah! Meu tempo de criança...
João Veleiro descobri
Como eu era feliz
No gingar de minha infância
A bem da verdade
Vivi minha mocidade
Entre cuias de açaí
Abaeté se encantava
O encanto a transformava
Em Abaeté do Tocantins
Senti o peso do progresso
A tal “prosperidade”
Vereador a ter salário
- Zé do Pará... ai, que saudade! –
Diante dos meus olhos
Muita coisa vi sumir
Engenhos, olarias...
Meu amor, eu quis partir
Mas o amor foi bem maior
Que minhas vontades
Por cima do alambrado
Atirei minhas verdades
Me fixei em Abaetetuba
Abaeté, com outra face
Me fixei em Abaetetuba
Abaeté, outra cidade
Me fixei em Abaetetuba
Abaeté, tuba saudade!
(Adenaldo)
*Inspirado na obra de Alcimar Araújo “Por Cima Do Alambrado”.
Nasci em Abaeté
Brinquei no igarapé
Ah! Meu tempo de criança...
João Veleiro descobri
Como eu era feliz
No gingar de minha infância
A bem da verdade
Vivi minha mocidade
Entre cuias de açaí
Abaeté se encantava
O encanto a transformava
Em Abaeté do Tocantins
Senti o peso do progresso
A tal “prosperidade”
Vereador a ter salário
- Zé do Pará... ai, que saudade! –
Diante dos meus olhos
Muita coisa vi sumir
Engenhos, olarias...
Meu amor, eu quis partir
Mas o amor foi bem maior
Que minhas vontades
Por cima do alambrado
Atirei minhas verdades
Me fixei em Abaetetuba
Abaeté, com outra face
Me fixei em Abaetetuba
Abaeté, outra cidade
Me fixei em Abaetetuba
Abaeté, tuba saudade!
(Adenaldo)
*Inspirado na obra de Alcimar Araújo “Por Cima Do Alambrado”.
FELIZ ANO NOVO,
SUMANOS!
URUBUSERVANDO ABAETÉ
NÃO VOU NUNCA ME CALAR
NEM BRINCAR DE PATA-CEGA
JÁ CANSEI DE MATUTAR
MINHA GENTE URUBUSERVA
URUBUSERVA PESSOAL
A VIDA É PRECIOSA
O AMOR É O PRINCIPAL
A PAZ ESTEJA CONOSCO
DIGA NÃO A VIOLÊNCIA!
QUEM AMA ABAETETUBA
NÃO QUER A SUA FALÊNCIA
URUBU VIVE CALADO
FAZENDO A SUA FESTA
E A GENTE INJUSTIÇADA
COMENDO O QUE NÃO PRESTA
MUDEMOS NOSSA CONDUTA
CUIDEMOS DE NOSSA CIDADE
AGORA E POR TODO SEMPRE
VAMOS A LUTA DE VERDADE
(Adenaldo)
URUBUSERVANDO ABAETÉ
NÃO VOU NUNCA ME CALAR
NEM BRINCAR DE PATA-CEGA
JÁ CANSEI DE MATUTAR
MINHA GENTE URUBUSERVA
URUBUSERVA PESSOAL
A VIDA É PRECIOSA
O AMOR É O PRINCIPAL
A PAZ ESTEJA CONOSCO
DIGA NÃO A VIOLÊNCIA!
QUEM AMA ABAETETUBA
NÃO QUER A SUA FALÊNCIA
URUBU VIVE CALADO
FAZENDO A SUA FESTA
E A GENTE INJUSTIÇADA
COMENDO O QUE NÃO PRESTA
MUDEMOS NOSSA CONDUTA
CUIDEMOS DE NOSSA CIDADE
AGORA E POR TODO SEMPRE
VAMOS A LUTA DE VERDADE
(Adenaldo)
ABAETETUBA VIVE,
ATRAVÉS DOS FILHOS SEUS...
Abaetetuba canta
Abaetetuba chora
Abaetetuba grita
Abaetetuba ora
Abaetetuba sonha
Será que você percebeu?
Abaetetuba vive
Através dos filhos seus...
Tire as vedas dos olhos
Vista-se de educação
Defenda os seus direitos
Faça valer do seu irmão
Olhe para todos os lados
Pro céu, pra terra, com atenção
À natureza é um bordado
Deus teceu com perfeição
Há crianças nas calçadas
Motos e carros abrem alas
Tapumes e barricadas
Que impedem o ir e vir
Muita gente vai montada
Pela Beira desvairada
Prende o amor numa gaiola
E a paz num matapi
Alto lá!... Não me assalte
Não torture, não me mate
Não polua, não destrate
Deixe à vida existir
Cada um faça sua parte
Não destrua, não maltrate
Cuide bem de sua Cidade
Ame à Flor do Tocantins!
(Adenaldo dos Santos Cardoso)
Abaetetuba canta
Abaetetuba chora
Abaetetuba grita
Abaetetuba ora
Abaetetuba sonha
Será que você percebeu?
Abaetetuba vive
Através dos filhos seus...
Tire as vedas dos olhos
Vista-se de educação
Defenda os seus direitos
Faça valer do seu irmão
Olhe para todos os lados
Pro céu, pra terra, com atenção
À natureza é um bordado
Deus teceu com perfeição
Há crianças nas calçadas
Motos e carros abrem alas
Tapumes e barricadas
Que impedem o ir e vir
Muita gente vai montada
Pela Beira desvairada
Prende o amor numa gaiola
E a paz num matapi
Alto lá!... Não me assalte
Não torture, não me mate
Não polua, não destrate
Deixe à vida existir
Cada um faça sua parte
Não destrua, não maltrate
Cuide bem de sua Cidade
Ame à Flor do Tocantins!
(Adenaldo dos Santos Cardoso)
GARINPAR
(Ao meu amigo Garibaldi Nicola Parente)
Gari crava seus olhos
Na saia da maresia
Navega no pé do vento
Brincando com a ventania
Provoca risos nas águas
Remadas de utopia
Gari recolhe do rio
Balde de poesia
(Adenaldo)
(Ao meu amigo Garibaldi Nicola Parente)
Gari crava seus olhos
Na saia da maresia
Navega no pé do vento
Brincando com a ventania
Provoca risos nas águas
Remadas de utopia
Gari recolhe do rio
Balde de poesia
(Adenaldo)
NEM TODO DIA TEM
FEIRA
Amanheço
Varrendo sujeira
Do dia de ontem
Hoje segunda
É dia de feira...
Faço faxina
Retiro as teias
A vida é uma casa
Tem chão, parede
Janelas, portas
Também cumeeira
Anoiteço
Com um pé no outro dia
A semana é a mesma
Nada de novo
Sob o céu se anuncia
Sábado e domingo
Uma piscina, um igarapé
Um jogo de bola
Missa, praia, lazer...
Um pouco de paz!
Enquanto as aranhas
Constroem suas casas
Esperam visitas
Que alimentem suas almas
O sábado se vai
O domingo chega ao fim
Eu fico pensando
Que amanhã é segunda
Feira pra mim
(Adenaldo)
Amanheço
Varrendo sujeira
Do dia de ontem
Hoje segunda
É dia de feira...
Faço faxina
Retiro as teias
A vida é uma casa
Tem chão, parede
Janelas, portas
Também cumeeira
Anoiteço
Com um pé no outro dia
A semana é a mesma
Nada de novo
Sob o céu se anuncia
Sábado e domingo
Uma piscina, um igarapé
Um jogo de bola
Missa, praia, lazer...
Um pouco de paz!
Enquanto as aranhas
Constroem suas casas
Esperam visitas
Que alimentem suas almas
O sábado se vai
O domingo chega ao fim
Eu fico pensando
Que amanhã é segunda
Feira pra mim
(Adenaldo)
Eu me pego a Jesus
Pra ajudar com a minha cruz
Rezo pra Nossa Senhora
Pra não me vê morrer agora
Quero um santo Lampião
Que me dê sua proteção
Livrai-me meu padrinho Cícero!
Do espírito lucífero
A Deus eu peço compaixão
Entrego a alma em sua mão
(Adenaldo)"
Pra ajudar com a minha cruz
Rezo pra Nossa Senhora
Pra não me vê morrer agora
Quero um santo Lampião
Que me dê sua proteção
Livrai-me meu padrinho Cícero!
Do espírito lucífero
A Deus eu peço compaixão
Entrego a alma em sua mão
(Adenaldo)"
Beira!
Onde mora o poente
Feira!
Democraticamente
Lugar de homem valente!!!
Onde mora o poente
Feira!
Democraticamente
Lugar de homem valente!!!
ABAETÉ, TUBA SAUDADE!
Nasci em Abaeté
Brinquei no igarapé
Ah! Meu tempo de criança...
João Veleiro descobri
Como eu era feliz
No gingar de minha infância
A bem da verdade
Vivi minha mocidade
Entre cuias de açaí
Abaeté se encantava
O encanto a transformava
Em Abaeté do Tocantins
Senti o peso do progresso
A tal “prosperidade”
Vereador a ter salário
- Zé do Pará... ai, que saudade! –
Diante dos meus olhos
Muita coisa vi sumir
Engenhos, olarias...
Meu amor, eu quis partir
Mas o amor foi bem maior
Que minhas vontades
Por cima do alambrado
Atirei minhas verdades
Me fixei em Abaetetuba
Abaeté, com outra face
Me fixei em Abaetetuba
Abaeté, outra cidade
Me fixei em Abaetetuba
Abaeté, tuba saudade!
(Adenaldo)
*Inspirado na obra de Alcimar Araújo “Por Cima Do Alambrado”.
Nasci em Abaeté
Brinquei no igarapé
Ah! Meu tempo de criança...
João Veleiro descobri
Como eu era feliz
No gingar de minha infância
A bem da verdade
Vivi minha mocidade
Entre cuias de açaí
Abaeté se encantava
O encanto a transformava
Em Abaeté do Tocantins
Senti o peso do progresso
A tal “prosperidade”
Vereador a ter salário
- Zé do Pará... ai, que saudade! –
Diante dos meus olhos
Muita coisa vi sumir
Engenhos, olarias...
Meu amor, eu quis partir
Mas o amor foi bem maior
Que minhas vontades
Por cima do alambrado
Atirei minhas verdades
Me fixei em Abaetetuba
Abaeté, com outra face
Me fixei em Abaetetuba
Abaeté, outra cidade
Me fixei em Abaetetuba
Abaeté, tuba saudade!
(Adenaldo)
*Inspirado na obra de Alcimar Araújo “Por Cima Do Alambrado”.
CHEGOU A HORA!
VAMOS PALHUKAR!!!
QUEM NÃO PUDER
NA SAUDADE VAI FICAR
QUEM SABE NO OUTRO ANO
VAI PODER SE ALEGRAR
ISTO É; SE A ARRAIA NÃO FERRAR...
VAMOS PALHUKAR!!!
QUEM NÃO PUDER
NA SAUDADE VAI FICAR
QUEM SABE NO OUTRO ANO
VAI PODER SE ALEGRAR
ISTO É; SE A ARRAIA NÃO FERRAR...
COISAS DE VÁRZEA
Na tabatinga da ilusão
Lambuzei meu coração
Viajei feito aninga
No remanso do teu rio
Fui chutado pelo vento
Eu quase não aguento
A tempestade foi tão grande
Que encalhei na ribanceira
Vi cobra grande, curupira
Boto, matinta perera
Ao teu lado vivo só
Atolado na lameira
(Adenaldo)
Na tabatinga da ilusão
Lambuzei meu coração
Viajei feito aninga
No remanso do teu rio
Fui chutado pelo vento
Eu quase não aguento
A tempestade foi tão grande
Que encalhei na ribanceira
Vi cobra grande, curupira
Boto, matinta perera
Ao teu lado vivo só
Atolado na lameira
(Adenaldo)
DÚVIDA
Adoro as flores
Amo os animais
Não entendi
Por que nasci homem?
(Adenaldo)
Adoro as flores
Amo os animais
Não entendi
Por que nasci homem?
(Adenaldo)
FRUTO MILAGROSO DA
TERRA DE OSNI
Fui na "Beira"
Atrás de ti
Encontrei com teu primo
Sumano açaí
Semana Santa
Meu Deus eu senti
Muitas saudades
Porque não te vi
Ninguém explicava
A tua ausência
Teu primo reinava
Por excelência
Encontrei um brinquedo
Teu braço sem fim
Era um barquinho
Tupiiniquim
Sonhos me levaram
A outro país
Ao jardim da infância
Tempo feliz
Disseram que em maio
Vão te coroar
Miritifest
Será o teu altar
Fruto do ventre
Da terra de Osni
Bendito tu sejas
Santo miriti!
(Adenaldo)
Fui na "Beira"
Atrás de ti
Encontrei com teu primo
Sumano açaí
Semana Santa
Meu Deus eu senti
Muitas saudades
Porque não te vi
Ninguém explicava
A tua ausência
Teu primo reinava
Por excelência
Encontrei um brinquedo
Teu braço sem fim
Era um barquinho
Tupiiniquim
Sonhos me levaram
A outro país
Ao jardim da infância
Tempo feliz
Disseram que em maio
Vão te coroar
Miritifest
Será o teu altar
Fruto do ventre
Da terra de Osni
Bendito tu sejas
Santo miriti!
(Adenaldo)
Tô do tamanho
Da saudade de ti!
E, tão grande assim,
Me veio também
A tua imensidão
Em minha vida;
Em meu ego;
Em meu queixo,
Que igualzinho ao teu
Me remonta!
Até me desmonta,
Em lágrimas,
Quando o olho
E te vejo.
Nesse exato momento,
Percebo que teu olhar
Também é meu!
Teu riso,
Tua boca,
Teus traços,
Teu rosto em mim está!
Porque o universo conspirou
E me favoreceu.
Sua benção, minha mãe!
Dá fé.
Dá força.
Me faz seguir
Mais tranquilo,
Mais criança.
E, enquanto estás aqui,
Não te surpreendas
Quando chego querendo colo.
O teu colo!
O meu lugar,
Onde tudo fica bem!
És pra mim.
És pra onze.
És nossa herança
Que entregamos aos nossos.
Que te repartem conosco,
No mesmo amor,
No mesmo querer-te o bem!
Tô assim!
Do tamanho que contas,
Que me construíste;
Na força de tua batalha,
Forjado na tua esperança
De me ver feliz.
De me ver grande
E, ainda caber
Nos teus conselhos,
No teu amor.
Tão generosa!
Aceitaste o desafio
De me fazer teu filho
No meio dos outros,
Também tão teus.
Tô assim!
Rodeando pra dizer
Que sou grato a Deus!
Pelo teu viver
Em meu viver.
Da saudade de ti!
E, tão grande assim,
Me veio também
A tua imensidão
Em minha vida;
Em meu ego;
Em meu queixo,
Que igualzinho ao teu
Me remonta!
Até me desmonta,
Em lágrimas,
Quando o olho
E te vejo.
Nesse exato momento,
Percebo que teu olhar
Também é meu!
Teu riso,
Tua boca,
Teus traços,
Teu rosto em mim está!
Porque o universo conspirou
E me favoreceu.
Sua benção, minha mãe!
Dá fé.
Dá força.
Me faz seguir
Mais tranquilo,
Mais criança.
E, enquanto estás aqui,
Não te surpreendas
Quando chego querendo colo.
O teu colo!
O meu lugar,
Onde tudo fica bem!
És pra mim.
És pra onze.
És nossa herança
Que entregamos aos nossos.
Que te repartem conosco,
No mesmo amor,
No mesmo querer-te o bem!
Tô assim!
Do tamanho que contas,
Que me construíste;
Na força de tua batalha,
Forjado na tua esperança
De me ver feliz.
De me ver grande
E, ainda caber
Nos teus conselhos,
No teu amor.
Tão generosa!
Aceitaste o desafio
De me fazer teu filho
No meio dos outros,
Também tão teus.
Tô assim!
Rodeando pra dizer
Que sou grato a Deus!
Pelo teu viver
Em meu viver.
TAMBÉM ÉS FLOR DO
GRÃO PARÁ
O sorriso do teu rio
O gargalhar da tua Pacoca
Qualquer canto do Brasil
Sente o hálito da tua boca
Chora e ri, Abaetetuba!
Como disse Nazaré
“Mesmo se vives a toa
Nunca percas a tua fé”
Ó encanto da Amazônia!
Perfuma em qualquer lugar
Como Belém pra Chico Sena
Também és flor do Grão Pará
(Adenaldo)
O sorriso do teu rio
O gargalhar da tua Pacoca
Qualquer canto do Brasil
Sente o hálito da tua boca
Chora e ri, Abaetetuba!
Como disse Nazaré
“Mesmo se vives a toa
Nunca percas a tua fé”
Ó encanto da Amazônia!
Perfuma em qualquer lugar
Como Belém pra Chico Sena
Também és flor do Grão Pará
(Adenaldo)
DEVOÇÃO
Eu me pego a Jesus
Pra ajudar com a minha cruz
Rezo pra Nossa Senhora
Pra não me vê morrer agora
Quero um santo Lampião
Que me dê sua proteção
Livrai-me meu padrinho Cícero!
Do espírito lucífero
A Deus eu peço compaixão
Entrego a alma em sua mão
(Adenaldo)
Eu me pego a Jesus
Pra ajudar com a minha cruz
Rezo pra Nossa Senhora
Pra não me vê morrer agora
Quero um santo Lampião
Que me dê sua proteção
Livrai-me meu padrinho Cícero!
Do espírito lucífero
A Deus eu peço compaixão
Entrego a alma em sua mão
(Adenaldo)
MINHA TERRA QUERIDA
Autoria: Adenaldo
Interpretação: Adenaldo / Ray John
Músicos: Edil, Graci, Luiz e Nonatinho (Banda Grasom)
Autoria: Adenaldo
Interpretação: Adenaldo / Ray John
Músicos: Edil, Graci, Luiz e Nonatinho (Banda Grasom)
Viajei de porto em
porto
Descobri que era gosto
Gostar muito de você
Senti muita saudade
Morando em outra cidade
Não consigo lhe esquecer
Descobri que era gosto
Gostar muito de você
Senti muita saudade
Morando em outra cidade
Não consigo lhe esquecer
Sou doente paraense
Morrerei abaeteense
Quem quiser vai entender
Morrerei abaeteense
Quem quiser vai entender
Minha terra distraída
É minha mãe fértil e querida
Que me acolhe com prazer
É minha mãe fértil e querida
Que me acolhe com prazer
Mãe, oh, mãe!
O barco parte de teimoso
Mãe, oh, mãe!
A gente vai a contragosto
Mãe, oh, mãe!
Estrelas vão junto conosco
Mãe, oh, mãe!
E nas estrelas vão seus rostos
O barco parte de teimoso
Mãe, oh, mãe!
A gente vai a contragosto
Mãe, oh, mãe!
Estrelas vão junto conosco
Mãe, oh, mãe!
E nas estrelas vão seus rostos
Veja se você entende
Eu canto MPB
Quando estou contente
Não quero lhe convencer
Mas se você gosta de brega
Eu danço com você
Eu canto a nossa mãe
Pra advogar por nós
Junto ao nosso pai
Eu canto ao filho
Que foi crucificado
Porque era nosso irmão
Eu canto ao espírito
Santo, eu canto
Pra viver em paz
(Adenaldo)"
Eu canto MPB
Quando estou contente
Não quero lhe convencer
Mas se você gosta de brega
Eu danço com você
Eu canto a nossa mãe
Pra advogar por nós
Junto ao nosso pai
Eu canto ao filho
Que foi crucificado
Porque era nosso irmão
Eu canto ao espírito
Santo, eu canto
Pra viver em paz
(Adenaldo)"
Até quando vou
suportar minhas feridas?
Até quando os anjos vão me proteger?
Até quando vou me amar sem insulina?
Até quando vou parar de adoecer?
Até quando vou fazer versos sem medidas?
Até quando vou esconder o meu sofrer?
Até quando vou a casa da titia?
Até quando vou me achar pra me perder?
Até quando vou aturar a hipocrisia?
Até quando vou rezar pra não tremer?
Até quando vou ser meu mestre por engano?
Até quando vou me apaixonar pelo poder?
Até quando vou ser agente do pecado?
Até quando vou viver junto de você?
Até quando vou precisar em ter dinheiro?
Até quando vou calar pra não sofrer?
Até quando viverei sem ter respostas?
Enfim! Será a morte que terá de me dizer?
(Adenaldo)"
Até quando os anjos vão me proteger?
Até quando vou me amar sem insulina?
Até quando vou parar de adoecer?
Até quando vou fazer versos sem medidas?
Até quando vou esconder o meu sofrer?
Até quando vou a casa da titia?
Até quando vou me achar pra me perder?
Até quando vou aturar a hipocrisia?
Até quando vou rezar pra não tremer?
Até quando vou ser meu mestre por engano?
Até quando vou me apaixonar pelo poder?
Até quando vou ser agente do pecado?
Até quando vou viver junto de você?
Até quando vou precisar em ter dinheiro?
Até quando vou calar pra não sofrer?
Até quando viverei sem ter respostas?
Enfim! Será a morte que terá de me dizer?
(Adenaldo)"
FLOR DO MAR
Dei de topo em teu olhar
No toco do teu piscar
Me senti um passarinho
Muito louco pra voar
Em teus braços me aninhar
E chocar com teus carinhos
No prazer de te amar
Procurei flores no mar
Vi teu barco em flor se abrindo
Teu perfume a exalar
Como o vento em alto-mar
Adentrei em teu caminho
(Adenaldo)
Dei de topo em teu olhar
No toco do teu piscar
Me senti um passarinho
Muito louco pra voar
Em teus braços me aninhar
E chocar com teus carinhos
No prazer de te amar
Procurei flores no mar
Vi teu barco em flor se abrindo
Teu perfume a exalar
Como o vento em alto-mar
Adentrei em teu caminho
(Adenaldo)
CORES DA CARNE
Tens uns que são amarelos
Outros que são vermelhos
Tem uns verdes, azuis...
Outros que são mal vistos
Tem uns que servem pra nada
Num nada de tudo isso
A porta do inferno se abre
Quando fecha a do paraíso
O amor verdadeiro agasalha
As flores doadas por Cristo
A noiva se veste de branco
Buscando momentos felizes
O bandido se esconde no preto
Na sombra de quem tem juízo
As crianças pintam o sete
Com as cores do arco-íris
Na aquarela da vida mundana
Rolam cabeças no momento de eclipse
Nas tetas da Vaca Profana
Mama a Besta do Apocalipse
(Adenaldo)
Tens uns que são amarelos
Outros que são vermelhos
Tem uns verdes, azuis...
Outros que são mal vistos
Tem uns que servem pra nada
Num nada de tudo isso
A porta do inferno se abre
Quando fecha a do paraíso
O amor verdadeiro agasalha
As flores doadas por Cristo
A noiva se veste de branco
Buscando momentos felizes
O bandido se esconde no preto
Na sombra de quem tem juízo
As crianças pintam o sete
Com as cores do arco-íris
Na aquarela da vida mundana
Rolam cabeças no momento de eclipse
Nas tetas da Vaca Profana
Mama a Besta do Apocalipse
(Adenaldo)
xxxxx
ABAETÉ, TUBA SAUDADE!
Nasci em Abaeté
Brinquei no igarapé
Ah! Meu tempo de criança...
João Veleiro descobri
Como eu era feliz
No gingar de minha infância
A bem da verdade
Vivi minha mocidade
Entre cuias de açaí
Abaeté se encantava
O encanto a transformava
Em Abaeté do Tocantins
Senti o peso do progresso
A tal “prosperidade”
Vereador a ter salário
- Zé do Pará... ai, que saudade! –
Diante dos meus olhos
Muita coisa vi sumir
Engenhos, olarias...
Meu amor, eu quis partir
Mas o amor foi bem maior
Que minhas vontades
Por cima do alambrado
Atirei minhas verdades
Me fixei em Abaetetuba
Abaeté, com outra face
Me fixei em Abaetetuba
Abaeté, outra cidade
Me fixei em Abaetetuba
Abaeté, tuba saudade!
(Adenaldo)
*Inspirado na obra de Alcimar Araújo “Por Cima Do Alambrado”.
Nasci em Abaeté
Brinquei no igarapé
Ah! Meu tempo de criança...
João Veleiro descobri
Como eu era feliz
No gingar de minha infância
A bem da verdade
Vivi minha mocidade
Entre cuias de açaí
Abaeté se encantava
O encanto a transformava
Em Abaeté do Tocantins
Senti o peso do progresso
A tal “prosperidade”
Vereador a ter salário
- Zé do Pará... ai, que saudade! –
Diante dos meus olhos
Muita coisa vi sumir
Engenhos, olarias...
Meu amor, eu quis partir
Mas o amor foi bem maior
Que minhas vontades
Por cima do alambrado
Atirei minhas verdades
Me fixei em Abaetetuba
Abaeté, com outra face
Me fixei em Abaetetuba
Abaeté, outra cidade
Me fixei em Abaetetuba
Abaeté, tuba saudade!
(Adenaldo)
*Inspirado na obra de Alcimar Araújo “Por Cima Do Alambrado”.
O RIO
O rio é só riso
Enchente, vazante
Num riso incessante
Só quer navegar
O rio, só é sério
Na preamar
Maré de lançante
Agita o semblante
Num coito com o mar
Risonho ele segue
Depois de amar
Vazando, sentindo
Os beijos do vento
A pele eriçar
Vazante, enchente
Enchente, vazante
Pra lá e pra cá
(Adenaldo)
O rio é só riso
Enchente, vazante
Num riso incessante
Só quer navegar
O rio, só é sério
Na preamar
Maré de lançante
Agita o semblante
Num coito com o mar
Risonho ele segue
Depois de amar
Vazando, sentindo
Os beijos do vento
A pele eriçar
Vazante, enchente
Enchente, vazante
Pra lá e pra cá
(Adenaldo)
URUBUSERVAR É
PRECISO!
Se tu amas Abaetetuba
Cuide dela, por favor!
Ela é tua morada
Que te acolhe com amor
Não precisas ser puxa-saco
Mesmo sendo um servidor
Somos nós que te pagamos
Para ser trabalhador
Nós aqui urubuservamos
Acendemos o refletor
Mas se tu vives no escuro
O teu problema é o disjuntor
Te liga na claridade
Abaetetuba, sente dor!
Urubuservar Abaetetuba
É preciso, sim senhor!!!
(Adenaldo)
Se tu amas Abaetetuba
Cuide dela, por favor!
Ela é tua morada
Que te acolhe com amor
Não precisas ser puxa-saco
Mesmo sendo um servidor
Somos nós que te pagamos
Para ser trabalhador
Nós aqui urubuservamos
Acendemos o refletor
Mas se tu vives no escuro
O teu problema é o disjuntor
Te liga na claridade
Abaetetuba, sente dor!
Urubuservar Abaetetuba
É preciso, sim senhor!!!
(Adenaldo)
14 de janeiro de 2014 14:30
Absurdo, Abaetetuba!
O povo grita que te ama
Mas não quer te ver brilhar!
DOMINGO SEM PROSA
Hoje Abaetetuba
Amanheceu silenciosa
Domingo sem prosa
Sem hora de levantar
A chuva caia teimosa...
A rede preguiçosa
Parecia meu bar
Minha filha Sofia
Dormia, dormia...
E eu disfarçando
Dormir me pedia
Fechava os olhos
Queria sonhar
Mas como toda história
Tem fim a qualquer hora
A minha, foi-se embora
Foi minha senhora
Que me trouxe mingau
De açaí pra tomar
(Adenaldo)
Hoje Abaetetuba
Amanheceu silenciosa
Domingo sem prosa
Sem hora de levantar
A chuva caia teimosa...
A rede preguiçosa
Parecia meu bar
Minha filha Sofia
Dormia, dormia...
E eu disfarçando
Dormir me pedia
Fechava os olhos
Queria sonhar
Mas como toda história
Tem fim a qualquer hora
A minha, foi-se embora
Foi minha senhora
Que me trouxe mingau
De açaí pra tomar
(Adenaldo)
Adenaldo
SantoscardosoURUBUSERVANDO ABAETÉ
Urubu não é bicicleta
Mas anda na contramão
Diante da podridão
Urubu prefere o chão
Mas anda na contramão
Diante da podridão
Urubu prefere o chão
ESPERA
A espera faz que eu pense
Que o tempo anda devagar
Passa o sol
Passam as horas
Chega à noite
Que traz estrelas
Que traz saudade
Que traz o sono
Que traz o sonho...
É melhor eu me deitar
(Adenaldo)
A espera faz que eu pense
Que o tempo anda devagar
Passa o sol
Passam as horas
Chega à noite
Que traz estrelas
Que traz saudade
Que traz o sono
Que traz o sonho...
É melhor eu me deitar
(Adenaldo)
Lua e Sol
O sol é testemunha
Da vida de todo dia
A lua é o olho do sol
Saudoso que nos espia
(Adenaldo)
O sol é testemunha
Da vida de todo dia
A lua é o olho do sol
Saudoso que nos espia
(Adenaldo)
ÁGUA DOCE
A última reserva de água doce,
Não pode morrer tão precoce.
Eis a maré regando uma vida!
A maresia resfriando a avenida.
Eis a praia de rio que faz onda!
Que bate na pedra e estronda.
Eis nosso ouro, tesouro e riqueza!
Visão rara e de inigualável beleza.
A última reserva de água doce,
Não pode morrer tão precoce.
Eis a maré regando uma vida!
A maresia resfriando a avenida.
Eis a praia de rio que faz onda!
Que bate na pedra e estronda.
Eis nosso ouro, tesouro e riqueza!
Visão rara e de inigualável beleza.
Adenaldo
10 de janeiro de 2014 12:30
Essa gente acha que pode
Tudo que lhe dar prazer
Não se importa com o sujo
Apedreja Abaeté!
O mal passou
Não quero nem ouvir falar
Se já passou
Não vale a pena recordar
(Adenaldo)
Não quero nem ouvir falar
Se já passou
Não vale a pena recordar
(Adenaldo)
PARADOXO
Eu vi o bicho preguiça
Abraçado à embaubeira
E o bicho homem
Bicho apressado
Caçando cágado
Pela areia
(Adenaldo)
Eu vi o bicho preguiça
Abraçado à embaubeira
E o bicho homem
Bicho apressado
Caçando cágado
Pela areia
(Adenaldo)
CO2
A dor
É como um espinho
Pontiagudo
Furando o ventre
Descuidado
De uma flor
Odor!
CO2
(Adenaldo)
A dor
É como um espinho
Pontiagudo
Furando o ventre
Descuidado
De uma flor
Odor!
CO2
(Adenaldo)
FELIZ ANO NOVO,
SUMANOS!
URUBUSERVANDO ABAETÉ
NÃO VOU NUNCA ME CALAR
NEM BRINCAR DE PATA-CEGA
JÁ CANSEI DE MATUTAR
MINHA GENTE URUBUSERVA
URUBUSERVA PESSOAL
A VIDA É PRECIOSA
O AMOR É O PRINCIPAL
A PAZ ESTEJA CONOSCO
DIGA NÃO A VIOLÊNCIA!
QUEM AMA ABAETETUBA
NÃO QUER A SUA FALÊNCIA
URUBU VIVE CALADO
FAZENDO A SUA FESTA
E A GENTE INJUSTIÇADA
COMENDO O QUE NÃO PRESTA
MUDEMOS NOSSA CONDUTA
CUIDEMOS DE NOSSA CIDADE
AGORA E POR TODO SEMPRE
VAMOS A LUTA DE VERDADE
(Adenaldo)
URUBUSERVANDO ABAETÉ
NÃO VOU NUNCA ME CALAR
NEM BRINCAR DE PATA-CEGA
JÁ CANSEI DE MATUTAR
MINHA GENTE URUBUSERVA
URUBUSERVA PESSOAL
A VIDA É PRECIOSA
O AMOR É O PRINCIPAL
A PAZ ESTEJA CONOSCO
DIGA NÃO A VIOLÊNCIA!
QUEM AMA ABAETETUBA
NÃO QUER A SUA FALÊNCIA
URUBU VIVE CALADO
FAZENDO A SUA FESTA
E A GENTE INJUSTIÇADA
COMENDO O QUE NÃO PRESTA
MUDEMOS NOSSA CONDUTA
CUIDEMOS DE NOSSA CIDADE
AGORA E POR TODO SEMPRE
VAMOS A LUTA DE VERDADE
(Adenaldo)
ABAETETUBA VIVE,
ATRAVÉS DOS FILHOS SEUS...
Abaetetuba canta
Abaetetuba chora
Abaetetuba grita
Abaetetuba ora
Abaetetuba sonha
Será que você percebeu?
Abaetetuba vive
Através dos filhos seus...
Tire as vedas dos olhos
Vista-se de educação
Defenda os seus direitos
Faça valer do seu irmão
Olhe para todos os lados
Pro céu, pra terra, com atenção
À natureza é um bordado
Deus teceu com perfeição
Há crianças nas calçadas
Motos e carros abrem alas
Tapumes e barricadas
Que impedem o ir e vir
Muita gente vai montada
Pela Beira desvairada
Prende o amor numa gaiola
E a paz num matapi
Alto lá!... Não me assalte
Não torture, não me mate
Não polua, não destrate
Deixe à vida existir
Cada um faça sua parte
Não destrua, não maltrate
Cuide bem de sua Cidade
Ame à Flor do Tocantins!
(Adenaldo dos Santos Cardoso)
Abaetetuba canta
Abaetetuba chora
Abaetetuba grita
Abaetetuba ora
Abaetetuba sonha
Será que você percebeu?
Abaetetuba vive
Através dos filhos seus...
Tire as vedas dos olhos
Vista-se de educação
Defenda os seus direitos
Faça valer do seu irmão
Olhe para todos os lados
Pro céu, pra terra, com atenção
À natureza é um bordado
Deus teceu com perfeição
Há crianças nas calçadas
Motos e carros abrem alas
Tapumes e barricadas
Que impedem o ir e vir
Muita gente vai montada
Pela Beira desvairada
Prende o amor numa gaiola
E a paz num matapi
Alto lá!... Não me assalte
Não torture, não me mate
Não polua, não destrate
Deixe à vida existir
Cada um faça sua parte
Não destrua, não maltrate
Cuide bem de sua Cidade
Ame à Flor do Tocantins!
(Adenaldo dos Santos Cardoso)
VIAGEM ESTELAR
Sentei-me a sombra de meus pensamentos
- Viajei num tapete estelar-
Dei um abraço apertado no Vovô Kemil
Vovó Maroca, Vovó Maxica, Tio Corumbá
Nos Tios Diquinhos: Cardoso e Pinheiro
No Tio Alfredo, Tio Totó ( sempre a tocar)
Tia Ângela, Tia Anice e Tio Velho
Tia Irosa, Tia Santinha, Tio Aladim, até chegar
No Vovô Mundico, que ficou muito orgulhoso
Ao sentir seu filho Alexandre lhe abraçar...
Eu não queria me apartar desse momento
Eu não queria me afastar desse lugar
Mas veio um anjo e puxou o meu tapete
Dizendo ser o manto santo de Alá
Deu-me um sopro robustecido de saudade
Voltei pra terra com vontade de chorar
(Adenaldo dos Santos Cardoso)
*Homenagem aos meus saudosos parentes que viajaram para outra dimensão.
(Escrito em 07 de março de 2006)
Sentei-me a sombra de meus pensamentos
- Viajei num tapete estelar-
Dei um abraço apertado no Vovô Kemil
Vovó Maroca, Vovó Maxica, Tio Corumbá
Nos Tios Diquinhos: Cardoso e Pinheiro
No Tio Alfredo, Tio Totó ( sempre a tocar)
Tia Ângela, Tia Anice e Tio Velho
Tia Irosa, Tia Santinha, Tio Aladim, até chegar
No Vovô Mundico, que ficou muito orgulhoso
Ao sentir seu filho Alexandre lhe abraçar...
Eu não queria me apartar desse momento
Eu não queria me afastar desse lugar
Mas veio um anjo e puxou o meu tapete
Dizendo ser o manto santo de Alá
Deu-me um sopro robustecido de saudade
Voltei pra terra com vontade de chorar
(Adenaldo dos Santos Cardoso)
*Homenagem aos meus saudosos parentes que viajaram para outra dimensão.
(Escrito em 07 de março de 2006)
FOGÕES
Autoria: Adenaldo/Ritacínio
Interprete: Rai Beja.
Músicos: Miguel Afonso, João Fran e Leno Silva.
1ª Lugar - XV SEMANA DE ARTE E FOLCLORE DE ABAETETUBA (SEAFA) - Agosto/1995.
Tema livre - Grupo B - Gravação ao vivo
Letra:
No retiro dos Deuses
Da mãe Joana Fagundes
Nos espaços de lenhas
Das helenas das flores
Panelas pretas, rumores
Queimadas, fogões tropicais
Caminhos estreitos, rancores
Sexos, orgãos genitais
O fogo lacrimejando
A tarde, verão tropical
O sol sorrindo emprenha
A lua, peconha astral
Retorno, canção do retiro
A noite se põe no varais
Mario e Marias bem ficam
Queimando desejos carnais
Autoria: Adenaldo/Ritacínio
Interprete: Rai Beja.
Músicos: Miguel Afonso, João Fran e Leno Silva.
1ª Lugar - XV SEMANA DE ARTE E FOLCLORE DE ABAETETUBA (SEAFA) - Agosto/1995.
Tema livre - Grupo B - Gravação ao vivo
Letra:
No retiro dos Deuses
Da mãe Joana Fagundes
Nos espaços de lenhas
Das helenas das flores
Panelas pretas, rumores
Queimadas, fogões tropicais
Caminhos estreitos, rancores
Sexos, orgãos genitais
O fogo lacrimejando
A tarde, verão tropical
O sol sorrindo emprenha
A lua, peconha astral
Retorno, canção do retiro
A noite se põe no varais
Mario e Marias bem ficam
Queimando desejos carnais
aDENALDO
Você diz que me ama.Exige que ande na linha.
Veja bem, eu não sou trem,
Bandeira ou pipa que se empina!
(Adenaldo)
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