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terça-feira, 7 de janeiro de 2020

Família Abreu

FAMÍLIA ABREU

Os A. Costa
a costa
. Elpídio A. Costa, citado em 1939 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Teodomiro Augusto da Costa.
. Firmina A. da Costa, citado na localidade Furo Grande em 1942 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Horácio Maués Cardoso. 
. Francisca A. Costa, citada na localidade Jarumã como contribuinte em 1953 da festa de N. S. da Conceição através de Sisínia Silva.
. Manoel A. Costa, citado na localidade Rio Abaeté e afluentes em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de José Lima.

Os da Costa
Os Augusto da Costa
. Juveniano Augusto da Costa, citado em 1939 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Teodomiro Augusto da Costa. 
. Teodomiro Augusto da Costa, citado em 1939 como contribuinte e auxiliar da diretoria da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba. 







FAMÍLIA ABREU

Os Abreu

As Outras Famílias e os Abreu

. GUILHERME ABREU, citado em 1919 como ensaiador e da 1ª diretoria do Grupo Scênico de Abaeté e em 1927 é citado como ator do Grupo Scênico de Abaeté.




Os de Abreu

. MIGUEL DE ABREU, casado com Antonia de Abreu, esta é médium.

. SALOMÉ ABREU, citada em 1940 como contribuinte da festa de NS. da Conceição em Abaetetuba, através da diretoria.




Família

. RAIMUNDO ABREU, foi ator e ensaiador teatral, membro do Grupo Scênico de Abaeté nos anos de 1920, citado em 1944, abnegado carnavalesco e folclorista de Abaeté junto com sua esposa, introdutor do Cordão dos Pretinhos no carnaval abaeteense (junto com os mestres Afonso, Severino e outros), c/c Joanna Lopes e tiveram filhos.

. JOANA LOPES DE ABREU

. RAIMUNDO ABREU, casado com Nazaré Abreu, citados em 2017.

Família

Raimundo Abreu e Joana Lopes de Abreu

. BEBÉ DO ABREU

. BEBÉ DO ABREU, foi antigo jogador de futebol nos anos de 1940/1950 e mecânico de Abaeté.

. DAVID ABREU

Davi Abreu, antigo jogador de futebol do Vasco da Gama nos anos de 1950.

Família

. NINA MARY DE ABREU/Nina Abreu, criou inúmeros cordões: borboleta, ..., com 74 anos em 2010, foi a principal responsável pela conservação do folclore de cordões de pássaros e outros cordões da quadra junina em Abaeté nos anos de 1940 e 1950 e contando com a ajuda de seus parentes, e ela é tradicional artesã de miriti e outros materiais de Abaetetuba. casada e com filhos.




Família

. GUILHERME ABREU, citação:

"Guilherme Abreu, Raymmundo Valentim Barbosa, José Ferreira, Raymundo Paraense Quaresma, Celestino Maués da Trindade, Raymundo Pereira Muniz, Murilo de Carvalho, Humberto Parente, Jorge Felix dos Santos, Tenente Eugênio Tavares. Todos os consorciados do Vera Cruz pagavam mensalidades. Outra lista de 1920: Argemiro Campelo, Ubaldo Souza (jogador do Vera Cruz), Oscar Martins, Tupy Jorge Herane, Elderico Maria da Silva."




Citação:

GUILHERME ABREU, fazia parte do Grupo Scênico de Abaeté nos anos 1919-1920 e era o ensaiador do grupo. Guilherme Abreu, era consórcio do Vera Cruz Sport Club de Abaeté nos anos 1919-1920. "Os atores de Abaeté em 1919 foram os seguintes:

. Guilherme Abreu, citação:

. Risoleta Lima de Araujo/Sinhá

. Angelina Ribeiro de Araujo/Angelina Araujo

. Antonio Ribeiro de Araujo/Antonico Araujo

. Licinio Ribeiro de Araujo/Licinio Araujo

. Prudente Ribeiro de Araujo/Prudente de Araujo

Pombo da Maroca Lima, Licínio Araujo, Diquinho Soares, Angelina Araujo, Miloca Matos, Bararaty Barroso Franco, João Pontes, Antonico Araujo, Menina Arthemita, Lucília Pinheiro, Abel de Barros, Edgar Borges, Prudente de Araujo, Raimundo Leite, Guilherme Abreu, Osvaldina da Fonseca, Hilda V. da Fonseca, Elpídio Paes, Risoleta Lima de Araujo Araujo, Abel Lobo, Pedro Loureiro, ... Ano de 1919: “A primeira Diretoria do Grupo Scênico Abaeteense era formado por artistas amadores de Abaeté. Presidente, Abel Barros; vice-dito, João Nepomuceno de Pontes; 2º vice-presidente, Abel Lobo; 1º secretário, Prudente de Araujo; 2º dito, Bararaty Franco; tesoureiro, Raimundo Leite e o ensaiador, Guilherme Abreu”.

Lista de consórcios do Vera Cruz em 1919-1920

Menina Arthemita, citação: . Angelina Ribeiro de Araujo/Angelina Araujo, citação: GUILHERME ABREU, fazia parte do Grupo Scênico de Abaeté nos anos 1919-1920 e era o ensaiador do grupo. Guilherme Abreu, era consórcio do Vera Cruz Sport Club de Abaeté nos anos 1919-1920. "Os atores de Abaeté em 1919 foram os seguintes:




Lista de consórcios do Vera Cruz em 1919-1920.

Os Wanzeller de Abreu

. GUILHERME ABREU, ator e ensaiador teatral, baluarte do Grupo Scênico de Abaeté nos anos de 1920, grupo teatral que encenava peças no alpendre da Igreja do Divino para angariar fundos para a construção da nova Igreja Matriz de Abaeté, casou e teve filhos.

. HELENA WANZELLER DE ABREU, filha de Guilherme Abreu.

. OSCARINA WANZELLER DE ABREU, filha de Guilherme Abreu.




Os Abreu e as Outras Famílias

Os de Abreu Mascarenhas

Família

. XISTO DE ABREU MASCARENHAS, este é ribeirinho com origem na localidade Rio Maúba, casado Enedina Ferreira Mascarenhas, esta com origem na localidade Rio Panacuéra e com filhos: Abigail/Tia Biga e outros?

. ENEDINA FERREIRA MASCARENHAS (Vide acima Xisto de Abreu Mascarenhas).




. ABIGAIL FERREIRA MASCARENHAS/Tia Biga, com 61 anos de idade em 2014, formada em Pedagogia e Teologia, foi professora municipal, e se aposentou após 31 anos na Educação em 6/2013, filha dos ribeirinhos Xisto de Abreu Mascarenhas e Enedina Ferreira Mascarenhas, uma família de evangélicos pioneiros da Assembléia de Deus, e Abigail estudou no antigo Projeto Gavião entre 1991 e 1992, fez o curso de Pedagogia e Teologia, foi diretora na Escola Municipal do S. Sebastião por 10 anos, onde fez um trabalho revolucionário em termos de educação, conscientização, conselhos, diálogos com a comunidade e incentivando e participação de todos na própria formação, com participação de missas, cultos e muita conversa com alunos e pais, e dali saiu no tempo do prefeito Luís Lopes, por ato do então Secretário de Educação Adelino Ferranti, e Tia Biga, que por seu bom trabalho nessa escola e sua saída forçada da escola, a comunidade do bairro de São Sebastião fez abaixo assinado pela sua permanência, e Tia Biga em 1974 casou com Dilson Rodrigues Cardoso, este filho do popular Chico Padeiro, e com 39 anos de casados em 2014, e com duas filhas: Renata e Patrícia e com netos: Patrick.




As Outras Famílias e os Abreu

Os Braga de Abreu

. JOANA BRAGA DE ABREU (vide abaixo)




Família

Dr. LINDOLPHO CAVALCANTE DE ABREU/Dr. Abreu, citação:

Médico sanitarista baiano da cidade de Remanso, humanitário em sua função de médico, inspetor sanitário, pesquisador de doenças tropicais, sífilis e doenças de mulheres e crianças, citado em 1904, fabricante de seus próprios remédios e poções e que trabalhou incansavelmente nos surtos e epidemias de febre amarela, cólera malária, varíola e gripe espanhola (esta em 1918) em Abaeté, visitando e tratando os doentes pobres em suas próprias casas, ajudou o Dr. Evandro Chagas em suas pesquisas da leishimaniose e doenças tropicais em Abaeté, como político escreve o Manifesto Político em favor do Partido Republicano Federal em 1918, foi Intendente Municipal de Abaeté (1922-1926) disputando contra tradicionais nomes de Abaeté e nessa função abriu escolas, conservou jardins, comprou antigo prédio da prefeitura que até então era alugado, lutou pela ampliação dos limites de Abaeté, residente à Rua Siqueira Mendes em 1925, c/c Carlota Braga e tiveram filhos.

Uma citação de 1925 dos tempos do Intendente Municipal Dr. Lindolpho Cavalcante de Abreu:

“Praça Dr. Augusto Montenegro, esquina com a Rua Floriano Peixoto”

. JOANA BRAGA DE ABREU, filha do médico Lindolpho Cavalcante de Abreu (que foi intendente de Abaeté de 1922-1926), casou com o abaeteense Theodomiro Amanajás de Carvalho, este membro da 1ª Comissão para arrecadação de fundos para a construção da nova Igreja de N. S. da Conceição e parente do Professor Basílio de Carvalho.

. JOÃO BRAGA DE ABREU, filho do médico sanitarista Lindolpho Cavalcante de Abreu, nasceu em Remanso/Ba em 12/2/1886 e veio para o Pará em 1896, ficou morando com seus pais em Belém e veio com a família para Abaeté em 1911, orador do Clube Lauro Sodré em 1914 e que tinha como presidente Domingos de Carvalho, foi um dos fundadores do jornal “A Evolução” e também o seu redator.

Citações, em maio de 1914:

O Clube Lauro Sodré, tinha como orador João Braga de Abreu, filho de Lindolpho Abreu, foi um dos fundadores do jornal “A Evolução” e também o seu redator. O presidente do Clube Lauro Sodré era Domingos de Carvalho”.

Dr. Lindolpho Cavalcante de Abreu/Dr. Abreu

Uma citação de 1925 dos tempos do Intendente Municipal Dr. Lindolpho Cavalcante de Abreu:

“Praça Dr. Augusto Montenegro, esquina com a Rua Floriano Peixoto”




Família

Os Lopes de Abreu

Raimundo Abreu e Joana Lopes de Abreu

. BEBÉ DO ABREU

. BEBÉ DO ABREU, foi antigo jogador de futebol nos anos de 1940/1950 e mecânico de Abaeté.

. DAVI ABREU

Davi Abreu, antigo jogador de futebol do Vasco da Gama nos anos de 1950.

Família

. NINA MARY DE ABREU/Nina Abreu, criou inúmeros cordões: borboleta, ..., com 74 anos em 2010, foi a principal responsável pela conservação do folclore de cordões de pássaros e outros cordões da quadra junina em Abaeté nos anos de 1940 e 1950 e contando com a ajuda de seus parentes, e ela é tradicional artesã de miriti e outros materiais de Abaetetuba. casada e com filhos.

Essa tradicional família Abreu tem uma rica história em Abaetetuba, não só pelos seus ilustres membros, como pelas funções por eles desempenhadas na sociedade local desde imemoriais tempos, como pela dedicação à cultura e esporte local pelos seus descendentes. E também pelo aspecto genealógico, pois esses antigos Abreu também são descendentes de famílias turca e portuguesa, conforme Merian Abreu cita em seus escritos históricos.

Nina Abreu, descendentes desses Abreu ancestrais e sua filha Merian Abreu, têm também uma rica história dedicadas à cultura e educação em Abaetetuba.

Abaixo temos alguns aspectos dessa história que envolve a escola desses Abreu e as artes e artesanatos em que se envolveram de corpo e alma, a ponto de serem consideradas lendas da cultura local. Como historiador, promotor e divulgador da cultura local, tivemos que copiar os escritos de Merian Abreu, para que esses dados históricos não sejam perdidos no tempo e esquecidos pelo povo atual de Abaetetuba, e fizemos essas cópias, também para dizer quem foram esses Abreu, no aspecto genealógico e cultural de Abaetetuba.

Vide abaixo trecho dos escritos de Merian Abreu:

Merian Abreu Silva, em 24/01/1988

. Nina Mary Lopes de Abreu/Nina Abreu, em 24/01/1988

Centro Cultural e Artesanal Nina Abreu-CCANA, comidas típicas, brinquedos

Clube do Pedrinho

Curumins e Cuiantâs

Cordões de pássaros

Arraial Junino

Artesanato, grupos folclóricos, cordões de pássaros, arraial junino

Escritos de Merian Abreu:

No dia 24 de janeiro de 1988 fundei, junto com minha mãe Nina Abreu e mais doze crianças, no Centro Cultural e Artesanal Nina Abreu, uma brinquedoteca denominada "Clube do Pedrinho", que tinha por objetivo proporcionar um espaço físico para que as crianças de Abaetetuba pudessem brincar nos dias de domingo. Esse trabalho chegou a atender mais de 200 sócios, que eram chamados "curumins", os meninos e "cuiantãs" as meninas. No Clube do Pedrinho, além das brincadeiras dos domingos, desenvolvíamos com eles "oficinas de artesanato", grupos folclóricos, cordões de pássaros, comemoração dos aniversários do mascote do clube, o Irê Pedrinho de minha mãe Nina Abreu. Para manter esse trabalho, que era gratuito para as crianças que eram sócias, promovíamos eventos culturais como arraial junino do C.C.A.N.A., que era um espaço para os grupos de dança de Abaetetuba terem onde se apresentar, e fazíamos vendas de comidas típicas, e com o dinheiro arrecadado comprávamos brinquedos para o clube. Por uma época conseguimos convênio com o CENTUR, que nos ajudou com materiais dos artesanatos, pagamento dos instrutores e mão de obra e materiais de construção para estruturação do trabalho. Após o encerramento do convênio esse trabalho teve que parar.

Quando conclui o Curso de Arquitetura na Universidade Federal do Pará o meu trabalho de conclusão de curs,T.C.C, teve como tema:"Centro Cultural e Artesanal Nina Abreu uma história de luta pela Arte e Cultura Popular Abaetetubense - Proposta Arquitetônica", e tive como orientador o professor e arquiteto Jaime Bibas, E uma grande ajuda de Dina Oliveira, na época diretora do "Curro Velho", onde passei um ano pesquisando a cultura popular abaetetubense. Em uma das entrevista com o senhor Manoel Antonio de Souza, este nascido em 13/04/1910, hoje já falecido, os cordões que iniciaram em Abaetetuba, foram organizados por um grupo de cearenses que fugiam da seca no Nordeste, que vieram residir em Abaetetuba no antigo bairro do Algodoal, junto com alguns abaetetubense que criaram o "Boi Canário", e que posteriormente criaram o cordão "Pingo de Ouro", e posteriormente, depois o "Touro Russo" e isso tudo por volta de 1915,m 1916, 1917, etc. Posteriormente, alguns abaetetubenses começaram a organizar cordões como:

Antonio Pena - Cordão do Beia-Flor

Horácio de Deus e Silva - Cordão do Gavião

João Silva, conhecido como João Dorme - Cordão do Tucano

Horácio de Deus e Silva - Cordão da Borboleta

João Batista (João Dorme) - Cordão do Camarão

Deoclécio Santos - Cordão do Boi Flor do Norte

Senhor Rodão - Cordão do Boi Pai do Campo

Senhor Risó-Cordão do Boi Estrela Dalva

Zelinda Araujo Castro - Cordão da Borboleta

Bandute Sena - Cordão do Periquito

Acontecia em Abaetetuba a disputa dos bois na Praça da Bandeira entre os tradicionais cordões Pai do Campo e Estrela Dalva. Quando aconteceu em um dos anos uma briga entre os integrantes dos grupos que a polícia teve que interferir.

Os cordões continuaram a ser organizados pela família Abreu, com Dona Joana Abreu, sua filha Zica Abre e sua penúltima filha Nina Abreu, que organizou ao todo 18 cordões, e eu Merian Abreu organizei o meu primeiro cordão com alunos de nossa escola por volta de 2002, que foi o "Cordão da Arara Encantada, que foi uma experiência muito interessante, onde os alunos demonstraram bastante talento e na apresentação da festa junina a tia Édina Maria deu um show de interpretação com o papel do cômico do cordão, o Paçoca e a professora Antonia como mãe de santo, foi muito divertido. Pena que eu não tenha nenhuma foto desse cordão, ele foi filmado, mas a fita de vídeo se destruiu.

Membros dos parentes de Merian Abreu, segundo suas fotos:

Aniversário do Mestre Abreu e família.




Observação:

Falta identificar se alguns desses parentes de Merian Abreu são do lado materno ou paterno. Mas, segundo nossa dedução, os citados abaixo são da Família Abreu, parentes de Nina Mary Lopes de Abreu. Vide abaixo:

Meus queridos primos reunidos em uma surpresa no aniversário de Vovô Abreu.

Família de minha prima Maria Helena.

Filhos de meu primo José Maria.

Família de meu primo José Maria.

Filhas de meu primo Dinho.

Meu primo José Roberto e suas filhas.

Karen Helena, filha de minha prima Fátima.

Clailson e Mônica, filhos de minha prima Mundinha, e seu sobrinho Lucas.

Minha prima Joana e seus filhos.

Minha prima Mary e suas filhas.

Família de meu primo Mário.

Família de minha prima Carmosina.

Família de meu primo Davizinho.

Wanessa, filha de minha prima Luizete.

Débora, filha de minha prima Nete.

Diego, filho de minha prima Nete.

Daniele, filha de minha prima Nete.

Família de minha prima Lizete.

. Luís Lopes de Abreu

Meus primos: Elizabeth, Luizinho e Nete, filhos de Tio Luís.

Meus primos Lizete e Luizinho foram criados por minha mãe Nina Abreu.

Casamento de meu primo Luizinho.

. Rafael Abreu Silva

Fafinha, Victor Hugo e Douglas, filhos de meu irmão Rafael.

. Maria Lopes de Abreu/Maria Esperança

Tia Maria e seus netos.

Tia Maria e suas filhas.

Meus queridos primos reunidos em uma surpresa no aniversário de Vovô Abreu.

Minha prima Teca e sua nora seus três filhos.

Filhos de minha prima Maria Helena.

Família de meu primo Raimundo.

Família Abreu, segue:

Dênis, filho de minha prima Nete.

Minha prima Mary e suas filhas.

Wilyane e Wilker, filhos de minha prima Wilma.

Família da filha de meu primo Chico.

Minhas primas Fátima, Edvane e Édna, filhas de minha prima Gracinhas, meu sobrinho Yuri, Karen Helena, filha de minha prima Fátima, minha tia Dulce, mãe de minha tia Dulce, mãe de minha prima Fátima e Gracinha.

Minha prima Gracinha e seus filhos.

Família Abreu, segue:

. David Lopes de Abreu/Davi Abreu

. . Umbelino Lopes de Abreu/Bebé do Abreu

Descendentes do tio Davi e do tio Bebé, irmãos de minha mãe Nina Abreu:

História dos Cordões Juninos, por Merian Abreu Silva:

. Umbelino Lopes de Abreu/Bebé do Abreu

. Benedito Sena dos Passos/Bandute Sena

Cordão da Lâmpida Queimada

. Nina Mary Lopes de Abreu

A história da família Abreu com os cordões juninos começou com uma brincadeira de crianças, onde o falecido Bandute Sena e meu tio Bebé Abreu, irmão de minha mãe Nina Abreu, que quando crianças criaram o "Cordão da Lâmpida Queimada", e eles e outras crianças, pegavam as embalagens das lâmpadas e as amarravam nas cabeças, e colocavam carretéis de linhas nas sandálias e saíam se apresentando, e eles cantavam a seguinte música:

"Lâmpida queimada não tem chamada, lâmpida queimada não tem chamada...."

. Nini Sena dos Passos, irmã do Bandute Sena

. Joana Lopes de Abreu/Joana Abreu

. Cordão do Boi Mimoso

. Raimundo Castilho/Mestre Castilho

. Miguel Maués Loureiro/Miguel Loureiro

. Raimundo de Miranda Margalho/Chiquinho Margalho

As pessoas achavam engraçada a brincadeira das crianças e pagavam as aprentações com doces e bombons. Minha avó Joana Abreu, vendo o interesse de seu filho e coleguinhas por esse folguedo popular, junto com sua amiga Nini, irmã de Bandute Sena, criaram com as crianças do "Cordão da Lâmpida Queimada" o Cordão do Boi Mimoso", e o texto do cordão foi de autoria do Mestre Castilho, e os músicos Miguel Loureiro e Chiquinho Margalho criaram as músicas nas letras do Mestre Castilho. Esse cordão se apresentava nas casas que requisitavam as apresentações e saíam nas ruas tocando e cantando com as lamparinas para iluminar os caminhos para chegarem nos locais das apresentações.

. Francisca Lopes de Abreu/Zica, em 1947.

. Miguel Maués Loureiro/Miguel Loureiro, em 1947

. Ilca Barros, em 1947.

Criaram o Cordão do Canário, em 1947

Nina Abreu, ainda criança e seus irmãos no Cordão do Canário em 1947.

Cine Natan, em 1947, que recebia o Cordão do Canário, criado por Zica, Miguel Loureiro e Ilca Barros

. Nina Mary Lopes de Abreu, em 1947

. Joana Lopes de Abreu/Joana Abreu, em 1948 criou o Cordão do Beija-Flor.

Joana Abreu em 1948 criou o Cordão do Beija-Flor.

. Cordão do Beia-Flor, em 1948

Joana Lopes de Abreu, em 1949 criou o Cordão do Pavão, que foi o último por ela criado.

Nina Mary Lopes de Abreu/Nina Abreu, ainda solteira, em 1958 começou a organizar os Cordões

Cordão da Patativa, organizado por Nina Abreu em 1958.

Cordão da Borboleta, organizado por Nina Abreu em 1959.

Cordão do Piriquito, organizado por Nina Abreu em 1960.

Cordão da Arara, organizado por Nina Abreu em 1966.

arara 1970

arara 1971

borboleta, 1973,

com Merian Abreu no papel da borboleta encantada.

1976, Cordão do Boi Mimoso, em homenagem a sua mãe Joana Abreu, que havia falecido em 27/07/1974,

1977, o "Cordão do Papagaio, onde nesse cordão Merian Abreu fez o papel de Arlete, a dona do pássaro.

Em 1978, o "Cordão da Borboleta,

Em 1981, o "Cordão do Boi Mimoso,

Em 1982, foi criado o "Cordão da Borboleta, quase junto com a criação do "Centro Cultural e Artesanal Nina Abreu em 1983, que passou a fazer os cordões com os alunos dos cursos de artesanato.




Textos de Merian Abreu, continuação:

Minha tia Zica junto com Miguel Loureiro e Ilca Barros, organizaram o "Cordão do Canário", que se apresentava em 1947 no Cine Natan, e minha mãe, ainda criança, participou desse cordão com seus irmãos.

Em 1948 minha avó Joana Abreu organizou o "Cordão do Beia-Flor,

Em 1949 minha avó Joana Abreu organizou o "Cordão do Pavão", que foi o último que organizou.

Minha mãe, ainda solteira, passou a organizar os cordões em 1958, quando organizou seu primeiro cordão, o "Cordão da Patativa",

Em 1959 organizou o "Cordão da Borboleta",

Em 1960 organizou o "Cordão do Piriquito",

Em 1966 organizou o "Cordão da Arara",

Em 1970 organizou novamente o "Cordão da Arara",

Em 1971 novamente o "Cordão da Arara",

em 1973 organizou o "Cordão da Borboleta", tendo eu Merian Abreu, no papel da "borboleta encantada",

Em 1976 organizou o "Cordão do Boi Mimoso", em homenagem à sua mãe Joana Abreu que havia falecido em 27/07/74,

Em 1977 organizou o "Cordão do Papagaio" onde eu Merian Abreu no papel de Arlete, a dona do pássaro,

Em 1978 o "Cordão da Borboleta",

Em 1981 o "Cordão do Boi Mimoso",

Em 1982 o "Cordão da Borboleta",

Com a criação do Centro Cultural e Artesanal Nina Abreu em 1983 passou a fazer os cordões com os alunos dos cursos de artesanato.

Minha irmã Rita Abreu quando assumiu a Secretaria de Assistência Social, foi participar do Festival de Carimbó de Marapanim, e teve a idéia, junto com seu esposo Sotério Fagundes, de criar o Festival de Cordões Juninos, e contou com o apoio da prefeita Francinete Carvalho para por essa idéia em prática e, por incrível que pareça, minha avó se chamava Joana Lopes de Abreu e sua neta, que era o seu xodó, também se chama Joana, pois o nome de minha irmã é Joana Rita de Abreu da Silva, e hoje seu nome de casada é Joana Rita Abreu Fagundes, e ela está organizando com sua competente equipe da SEMAS o VI Festival de Cordões Juninos. Obridado Rita Abreu por esse lindo resgate de nossa cultura popular.

Genealogia

A primeira foto é dos três filhos de Nina Abreu, participando de seus cordões.

. Nilza Abreu, casada há 26 anos com Marechal/Eugênio?, cuja família é de Belém/PA, e ele é sobrinho de Zolima, e esta com a filha Elizabeth Pereira.




Os Pauxis de Abreu

. QUINTINO PAUXIS DE ABREU, em 1908 fazia parte da Irmandade de São Sebastião em Abaeté.




As Outras Famílias e os Amanajás


Os Cardoso Amanajás
Família
1ª G/Pais do Coronel Antonio Cardoso Amanajás.
Victória Maria da Silva Brabo
2ª G/Filhos/F: Cel. ANTONIO CARDOSO AMANAJÁS, com origem na antiga Freguesia de Santa Anna de Igarapé-Miry (que foi o introdutor do clã dos Amanajás), foi membro da 1ª Cãmara da Villa de Igarapé-Miry (1845-1849,. c/c Victória Maria da Silva Brabo Amanajás, filha de um senhor de engenho e escravos em Abaeté de nome Antonio José da Silva Brabo, e tiveram filhos, 3ª G/Netos/N: Hygino Antonio Cardoso Amanajás e outros.
. VICTÓRIA MARIA DA SILVA BRABO, vide acima em Cel. Antonio cardoso Amanajás.
. ANTONIO JOSÉ DA SILVA BRABO, vide acima em Cel. Antonio cardoso Amanajás.
3ª G/Netos/N, filhos do Coronel Antonio Cardoso Amanajás
3ª G/N: HYGINO ANTONIO CARDOSO AMANAJÁS/Hygino Amanajás, casou por 3 vezes e teve perto de 20 filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn.
O Coronel Hygino Amanajás, nasceu em 15/5/1852 na antiga Freguesia de Nossa Senhora da Conceição de Abaeté, na localidade Rio Maracapucu, era jornalista (um dos fundadores do jornal O Abaeteense e seu diretor por 10 anos e jornalista em Belém/Pa), advogado, escritor (escreveu diversas obras), foi vogal em Abaeté (espécie de vereador em 1887), procurador de Abaeté, deputado da Assembléia Legislativa por 3 mandatos sucessivos, iniciando no 1º mandato do Governador Lauro Sodré até a proclamação da República, no governo do Dr. João Coelho e o foi o 1º diretor da Imprensa Oficial do Estado por 26 anos (11/6/1891-26/11/1917).
Se Hygino Amanajás/Antonio Hygino Cardoso Amanajás nasceu em 15/6/1852 e a 1ª Câmara da Vila de Santa Anna de igarapé-Miri foi instalada em 1845, isso quer dizer que se trata do Hygino Amanajás, o pai, vereador da 1ª Câmara Municipal dessa Vila e que deve ter nascido por volta de 1812, portanto, contemporâneo dos primeiros Correa de Miranda de Igarapé-Miri dos anos iniciais do 1800.
. VICTÓRIA MARIA DA SILVA BRABO, vide acima em Cel. Antonio cardoso Amanajás.
. ANTONIO JOSÉ DA SILVA BRABO, vide acima em Cel. Antonio cardoso Amanajás.
Genealogia paralela de Victória Maria da Silva Brabo:
1ª G/ Pais de Antonio José da Silva Brabo ou avós de Victória Maria
2ª G/Filhos/F: Antonio José da Silva Brabo, dono de engenhos e escravos, casou e teve filhos, 3ª G/Netos/N: Victória Maria da Silva Brabo e outros.
3ª G/Netos/N: Victória Maria da Silva Brabo Amanajás, c/c o Cel. Antonio Cardoso Amanajás, com origem na antiga Freguesia de Santa Anna de Igarapé-Miri e tiveram filhos, 4ª G/Nisnetos/Bn: Hygino Amanajás e outros.
. ANTONIO FRANCISCO CORREA DE MIRANDA, trocado para Correa Caripuna.
3ª G/Netos/N: Victória Maria da Silva Brabo, casou uma 2ª vez com o Tenente-Coronel Caripuna e tiveram filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn: Victório Antonio, José Fleury, Antonio Francisco Correa Caripuna (o filho) e outros, inclusive a que se tornou esposa de Hygino Amanajás.
Victória Maria da Silva Brabo Amanajás, é citada em 1877, mãe de Hygino Amanajás, citado em 1877, este genro do Tenente-Coronel Caripuna, por que casado com uma das filhas do Tenente-Coronel Caripuna, citado acima, falecido em 1877. Victória Maria da Silva Brabo Amanajás era casada com o Coronel Antonio Cardoso Amanajás (que foi o introdutor do clã Amanajás na antiga Freguesia de Abaeté), com que teve vários filhos, entre os quais o Coronel Hygino Amanajás/Hygino Antonio Cardoso Amanajás.
. MARIA DO CARMO DE CASTILHO, vide abaixo:
5ª G/Trinetos/Tn: filhos de Antonio Francico Correa Caripuna (Tenente-Coronel Caripuna) e Maria do Carmo de Castilho
5ª G/Tn/ Francisco Correa Caripuna, c/c sua prima Aurélia, filha de Justo José (irmão do Coronel Caripuna).
5ª G/Tn/ Firmino Correa de Miranda, c/c sua prima Elíbia (filha de Justo José, irmão do Coronel Caripuna).
5ª G/Trinetos/Tn, filhos do Tenente-Coronel Caripuna e Victória Maria da Silva Brabo, citada em 1877:
5ª G/Tn: Victório Antonio Correa Caripuna, citado em 1877.
5ª G;Tn: José Fleury Correa Caripuna, citado em 1877.
5ª G/Tn: Antonio Francico Correa Caripuna (o filho), citado em 1877.
5ª G/Trinetos/Tn, outros filhos do Tenente-Coronel Caripuna (estes filhos eram vivos quando a 2ª esposa do Tenente-Coronel Caripuna, Victória Maria da Silva Brabo, ficou viúva em 1877:
5ª G/Tn; uma filha c/c Hygino Amanajás, este citado em 1877.

Os Cavalcante de Abreu
Família
Dr. LINDOLPHO CAVALCANTE DE ABREU/Dr. Abreu, citação:
Médico sanitarista baiano da cidade de Remanso, humanitário em sua função de médico, inspetor sanitário, pesquisador de doenças tropicais, sífilis e doenças de mulheres e crianças, citado em 1904, fabricante de seus próprios remédios e poções e que trabalhou incansavelmente nos surtos e epidemias de febre amarela, cólera malária, varíola e gripe espanhola (esta em 1918) em Abaeté, visitando e tratando os doentes pobres em suas próprias casas, ajudou o Dr. Evandro Chagas em suas pesquisas da leishimaniose e doenças tropicais em Abaeté, como político escreve o Manifesto Político em favor do Partido Republicano Federal em 1918, foi Intendente Municipal de Abaeté (1922-1926) disputando contra tradicionais nomes de Abaeté e nessa função abriu escolas, conservou jardins, comprou antigo prédio da prefeitura que até então era alugado, lutou pela ampliação dos limites de Abaeté, residente à Rua Siqueira Mendes em 1925, c/c Carlota Braga e tiveram filhos.
Uma citação de 1925 dos tempos do Intendente Municipal Dr. Lindolpho Cavalcante de Abreu:
“Praça Dr. Augusto Montenegro, esquina com a Rua Floriano Peixoto”
. JOANA BRAGA DE ABREU, filha do médico Lindolpho Cavalcante de Abreu (que foi intendente de Abaeté de 1922-1926), casou com o abaeteense Theodomiro Amanajás de Carvalho, este membro da 1ª Comissão para arrecadação de fundos para a construção da nova Igreja de N. S. da Conceição e parente do Professor Basílio de Carvalho.
. JOÃO BRAGA DE ABREU, filho do médico sanitarista Lindolpho Cavalcante de Abreu, nasceu em Remanso/Ba em 12/2/1886 e veio para o Pará em 1896, ficou morando com seus pais em Belém e veio com a família para Abaeté em 1911, orador do Clube Lauro Sodré em 1914 e que tinha como presidente Domingos de Carvalho, foi um dos fundadores do jornal “A Evolução” e também o seu redator.
Citações, em maio de 1914:
O Clube Lauro Sodré, tinha como orador João Braga de Abreu, filho de Lindolpho Abreu, foi um dos fundadores do jornal “A Evolução” e também o seu redator. O presidente do Clube Lauro Sodré era Domingos de Carvalho”.
Dr. Lindolpho Cavalcante de Abreu/Dr. Abreu
Uma citação de 1925 dos tempos do Intendente Municipal Dr. Lindolpho Cavalcante de Abreu:
“Praça Dr. Augusto Montenegro, esquina com a Rua Floriano Peixoto”.
. Carlota Braga
Uma citação de 1925 dos tempos do Intendente Municipal Dr. Lindolpho Cavalcante de Abreu:
“Praça Dr. Augusto Montenegro, esquina com a Rua Floriano Peixoto”
Citações, em maio de 1914:
LIndolpho Cavalcante de Abreu foi um médico baiano, que veio para Abaeté, e que se tornou um dos colaboradores da Comissão de Estudos de Leishmaniose Visceral Americana, sob a coordenação do Dr. Evandro Chagas. Evandro Chagas chega com sua equipe ao Pará em 1936 e instala-se na localidade Piratuba, município de Abaeté, ficando embrenhado nas matas dessa localidade até 1938, fazendo suas pesquisas médicas.
O Dr. Abreu, como era conhecido, tornou-se Intendente Municipal de Abaeté no período de 1922 a 1926.

Os Pauxis de Abreu
. QUINTINO PAUXIS DE ABREU, era membro da Irmandade de São Sebastião em 1908, em Abaeté. Vide os nomes da Irmandade.
Os Sousa de Abreu
. Major JOAQUIM SOUSA DE ABREU, citação:
. IRÓ RIBEIRO, foi sogra do major Joaquim Sousa de Abreu.

Blog do Ademir Rocha


Um comentário:

  1. Bom dia Prof. Ademir, lendo o seu blog fiquei curioso, gostaria de saber quando que a Sra. ORMINA NERY MACHADO esposa do Sr. Pompeu Machado, FALECEU, e se ELA faleceu em Abaetetuba-PA ou em algum distrito próximo, o Sr. poderia me ajudar nessa informação por gentileza?
    Fico no aguardo!
    Obrigado!

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Ademir Heleno A. Rocha, nascido em Abaetetuba-PA, Brasil, casado com Maria de Jesus A. Rocha, cinco filhos, professor, pesquisador de famílias, religião, genealogia e memória biográfica, ambientalista, católico e amigo.

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