INSA – Instituto Nossa Senhora dos Anjos – Escolas de Abaetetuba

Raimundo Baía dos Santos
07 de março de 2018 - 65º aniversário do Instituto Nossa senhora dos Anjos.
65 anos de trabalho dedicados a EDUCAÇÃO em terras de Abaetetuba. Tempo e hora oportuna de lembrar e prestar homenagem a todos os professores, professoras, funcionários e funcionárias que prestaram e prestam serviços nesta instituição, as queridas irmãs missionárias Capuchinhas que dedicaram e dedicam suas vidas na nobre missão de EDUCAR. Enfim um LOUVOR ao Criador por todas as maravilhas que operou em nossas vidas.
Gratidão eterna pela imensurável contribuição na formação dos meus filhos e filhas!
Obrigado Deus!!!
Obrigado INSA !!!
O INSA somo todos NÓS!!!
Longa vida ao INSA!!!
PADRES CAPUCHINHOS EM ABAETÉ E REGIÃO
A história das Irmãs Missionárias Capuchinhas está fortemente
ligada a história dos Padres Capuchinhos, estes vindos da
Arquidiocese de Belém ou Maranhão, que vieram dar assistência na
catequização aos
fiéis católicos de Abaetetuba, após o episódio de espancamento
do Padre Magalhães em 1936.
Algumas Considerações:
A Paróquia de Abaeté, após o triste episódio do espancamento do Padre Magalhães/Padre Ignácio Ramos de Magalhães em 1936, a partir do ano de 1937, começa a ser assistida pelos padres da Arquidiocese de Belém e, posteriormente, e extra oficialmente, pelos Padres Capuchinhos, estes atuando em algumas atividades e paróquias de Belém, Capanema e outros municípios onde atuavam esses religiosos. Os capuchinhos visitavam periodicamente a Paróquia, atuando na cidade e nas “desobrigas” pelas capelas do interior do município. Porém foi somente no ano de 1947 que aconteceu a abertura fixa da “Residência” dos Padres Capuchinhos em Abaeté, confiada a eles “AD NUTUM S. SEDIS”.
Seus objetivos no Norte do Brasil eram: “encarnar o Carisma Franciscano da pobreza, a colaboração ao Clero Diocesano disperso em vastas paróquias”. E fazia também parte da vida e da atuação dos padres capuchinhos as seguintes atividades:
• Criação de escolas primárias,
• Criação escolas de ofícios,
• Criação de colégios,
• Criação de tipografias,
• Criação de círculos operários católicos,
• Construção de igrejas,
• Construção de estradas,
• Plantar cruzeiros (Abaeté teve vários),
• Ensinar catecismo,
• Divulgar orações e cantos corais.
Características peculiares dos Padres Capuchinhos:
• As sandálias de couros,
• As barbas longas,
• A rústica indumentária de cor marrom,
• A coragem missionária sem conforto, daí a expressão, “Os Santos Missionários”.
Muitas dessas ações foram desenvolvidas em Abaeté.
ALGUNS PADRES CAPUCHINHOS QUE ESTIVERAM EM ABAETÉ:
Abaixo temos o padre capuchinho, Frei José Maria de Manaus,
responsável pela vinda das Irmãs Missionárias Capuchinhas para
Abaeté e que selou a paz com a Banda Carlos Gomes para que a banda voltasse
a tocar nas festas religiosas do município, década de 1930, já que estava impedida de tocar nas festas de N. S. da Conceição e demais festas
religiosas do município. As irmãs capuchinhas chegaram para ajudar na catequese da
antiga Paróquia de Abaetetuba e na instalação de uma
escola ginasial na cidade.
• 1938: Frei Gabriel, capuchinho que recebe a Paróquia de Abaeté, depois do Interdito.
• 1939: Frei Anastácio Maria das Porteiras, capuchinho.
• Frei Paulino (Frei Paulino Sellere),
• Frei José Maria de Manaus, que trouxe as Irmãs Terceiras Capuchinhas à Abaeté em 1953.
• Frei Arcádio (Frei Arcádio M. de Cerete Alto).
• Frei Camilo Maia
• Frei Hermes, que veio junto com o frei José Maria de Manaus. O frei Hermes construiu o monument ao Cristo Crucificado na Praça Matriz de Nossa S. da Conceição.
As Irmãs Missionárias Capuchinhas de Abaeté tinham os seus freis assistentes, alguns vindos da Arquidiocese de Belém, que davam assistência espiritual ou formação para as antigas alunas do Educandário e posterior Instituto Nossa Senhora dos Anjos, nomes que serão aqui acrescentados, após nossas pesquisas.
Com a saída inesperada dos padres capuchinhos de Abaeté, a Paróquia passou a receber novamente os padres da Arquidiocese de Belém. Esses padres, que vieram suceder aos capuchinhos foram o Padre Chagas (Padre Francisco Chagas da Costa) e o Padre Leite (Padre José Leite Sampaio).
Abaixo temos o Padre Chagas e alguns meninos de Abaeté.
Esse vigário da Paróquia de Abaetetuba ficou sozinho por
alguns anos, tendo que tomar conta de um povo inteiro de
católicos, da cidade e interior do município e alguns municípios
vizinhos.
IRMÃS CAPUCHINHAS NA PRELAZIA E DIOCESE DE ABAETETUBA
As Irmãs Franciscanas pertencentes a Ordem das Filhas de São Francisco de Assis, cujo fundador das Irmãs Missionárias Capuchinhas foi o Frei João Pedro de Sexto São João, nascido em 1868 e que fez o noviciado em 1884 e a Profissão em 1885 e a Ordenação sacerdotal em em 1891. Esse frei chegou ao Brasil em 1894 e faleceu em 1913. As Irmãs Capuchinhas, fundadas por inspiração desse frei, também vieram participar do desenvolvimento espiritual, educacional, e catequético de tantos abaeteenses, trazidas que foram pelos seus congêneres da Ordem de São Francisco de Assis, os Padres Capuchinhos. Foi uma revolução na educação de Abaeté a presença dessas religiosas franciscanas nesses antigos tempos em que formaram tantas pessoas para a atuação na Igreja (catequistas, nos religiosos) e nos diversos segmentos da da Igreja e sociedade de então (professoras, diretoras, funcionárias, grupos de jovens, religiosas, etc).
Logo ao chegar em Abaeté, em 1953, as Irmãs Capuchinhas
trataram de fundar uma escola ginasial, logo acrescida do
Curso Normal.
Abaixo temos a formatura de uma das primeiras turmas de
professoras normalistas. As primeiras Irmãs Capuchinhas e
suas alunas, muito ajudaram na antiga Catequese na Paróquia
de Abaetetuba, no tempo dos Padres Capuchinhos e muito
ajudaram na formação dessas alunas nos aspectos humanísticos
e cristãos.
Exortações do fundador das Irmãs Missionárias Capuchinhas:
Diletas filhas:
• Reine entre todas a Santa Pobreza, como tanto recomendaram Clara de Assis e Verônica Juliani.
• Pratiquem com zelo e suma perfeição a Caridade Fraterna,
• Seja a Humildade o apanágio das Filhas de São Francisco.
• Quanto à Obediência, sejam simples e ilimitada, segundo a Regra e Constituições.
Sobre a Educação:
• Num clima de amor, compreensão e estímulo, a Educadora descobre a riqueza de cada jovem, favorece o seu desenvolvimento, preparando-a às exigências de sua missão.
• Uma vida interior profunda é o segredo da fecundidade desta sublime tarefa de educar.
• As Filhas de São Francisco de Assis devem ser simples como as pombas, desprendidas como as florinhas do campo, alegre como as cotovias. Com esse trio maravilhoso de virtudes, a missionária capuchinha faz de sua vida um Poema: o Poema da Seráfica Alegria.
As irmãs capuchinhas chegaram à Abaeté com o intuito de instalar uma escola e trabalhar na ajuda de catequização do povo, ajudando os seus confrades padres franciscanos. Elas realmente assim fizeram e levaram as primeiras alunas da escola a trabalhar intensamente na ajuda catequética aos padres capuchinhos e na ajuda ao Padre Chagas e Padre Leite, e com esse trabalho fizeram despontar inúmeras vocações à vida religiosa em Abaeté.
Joaquim Mendes Contente e as Irmãs Missionárias Franciscanas Capuchinhas
Na foto acima, Joaquim Mendes Contente e esposa
Celina Contente, foram grandes beneméritos da Escola
INSA, em Abaetetuba
Como político Joaquim Mendes Contente foi membro do Conselho de Intendência de Abaeté, como vogal, do intendente Garibaldi Parente (1926-1930).
Elegeu-se prefeito municipal nas eleições de 1950 pelo Partido Social Progressista. Foi empossado em 8/4/1951 e governou até 31/8/1955. Como prefeito o Sr. Contente deixou diversos marcos de sua administração: iniciou a construção de um cais de encostamento na cidade ribeirinha, que não chegou a ser concluída e de um hospital, posteriormente doado à Prelazia de Abaeté, ainda inacabado.
O Sr. Contente também foi um dos grandes responsáveis pela vinda das então chamadas Irmãs Terceiras Capuchinhas do Brasil (hoje irmãs Missionárias Capuchinhas) para Abaeté, no tempo do Frei José Maria de Manaus, então vigário de Abaeté na década de 1950.
“Algumas senhoras católicas, como Dona Aureliana/Aureliana da Silva Miranda, Dona Celina Guerreiro Contente, Professora Zaíde Cardoso e outras, foram até o Frei José Maria de Manaus para o efeito da vinda das irmãs capuchinhas para Abaeté. Esse frei, em 2/8/1952, convocou uma reunião com as lideranças da igreja, das comunidades e autoridades e o Prefeito Joaquim Mendes Contente, a fim de tratar do assunto da vinda das irmãs capuchinhas para Abaeté. Nessa reunião foram feitos todos os acertos com essa finalidade. Em 1953 foi declarada aberta uma “casa colégio” para as então chamadas Irmãs Terceiras Capuchinhas do Brasil, para um trabalho educativo na cidade, em um casarão que existia onde hoje funciona a Farmácia “Big-Bem”.
O sonho de caridade do Sr. Contente foi sempre a construção do “Abrigo de S. Vicente” que chegou a ser iniciado por conta dos congregados vicentinos em 8/12/1941, para alojar o pessoal do interior que viesse a Abaeté para tratamento de saúde, construção que ficou inacabada, tendo sido a dita construção doada pelo Sr. Contente às Irmãs Capuchinhas, para que o prédio fosse terminado para o funcionamento do Educandário Nossa S. dos Anjos. Ainda com a ajuda do Sr. Contente e do povo de Abaeté, o prédio foi finalmente terminado e hoje, depois de algumas reformas, abriga o Instituto Nossa S. dos Anjos, das Irmãs Missionárias Capuchinhas.
Posteriormente, pelos esforços do Sr. Contente, foi doada a essas irmãs, um prédio inacabado, pertencente a Conferência Vicentina, que hoje abriga a escola INSA, abaixo, já devidamente reformado.
Abaixo temos a Capela do Divino Espírito Santo, onde
todas as antigas festas religiosas eram realizadas e da
qual a Praça da Bandeira, mais abaixo, fazia parte desses festejos.
pois eram próximos e a praça possuía um coreto, bancos e
área para a instalação do 'Arraial' das antigas festas. Essa
capela subsistiu até o ano de 1941, quando foi derrubada,
pois a nova 'Igreja Matriz de Abaeté' ou Igreja Matriz de
Nossa Senhora da Conceição, que já estava finalizada
no início da década de 1940. Foi nessa praça que as primeiras
Irmãs Missionárias Capuchinhas se estabeleceram em uma
casa particular e, depois, na mesma praça, se fixaram no
antigo hospital dos vicentinos, que ficou inacabado nessa
antiga Praça da Bandeira.
Antes da chegada dos Padres Xaverianos, os 'santos' da
'Devoção Popular', em Abaetetuba, ocupavam os espaços
internos e laterais da então Igreja Matriz de Abaeté. Recorde-se o
fato de que, por falta de mais sacerdotes na cidade e pelo
interior do município, eram os fiéis, com suas 'Festas de Santos"
quem sustentavam o catolicismo através da chamada
'Devoção Popular'. Tudo isso, incluindo a retirada das imagens
dos santos e a reforma da antiga Igreja Matriz, fizeram parte
das reformas de que os Padres Xaverianos vieram imbuídos
para Abaetetuba em 1961.

O prédio ao fundo da foto da Praça da Bandeira é o
da escola INSA, esta com início de funcionamento em
1953 numa casa alugada, e depois, nesse prédio da praça.
Na foto a praça já estava devidamente reformada
com passarelas, árvores, monumento arquitetônico e bancos
Abaixo, a antiga Igreja Matriz de Abaeté, após sua construção,
sofreu várias reformas com a chegada em 1961 dos Padres Xaverianos
ALGUNS PADRES CAPUCHINHOS QUE ESTIVERAM EM ABAETÉ:
• 1938: Frei Gabriel, capuchinho que recebe a Paróquia de Abaeté, depois do Interdito, isto é, fechamento da Paróquia para eventos religiosos devido o espancapamento do Padre Magalhães em 1936.
• 1939: Frei Anastácio Maria das Porteiras, capuchinho.
• Frei Paulino (Frei Paulino Sellere),
O Frei José Maria de Manaus, abaixo, era muito ativo, que
era uma característica dos antigos 'Padres Capuchinhos', que
continuaram a construção da Igreja Matriz de Abaeté, fundaram
associações, círculos, catequese, incluindo as 'desobrigas' e
trouxeram as Irmãs Capuchinhas para ajudá-los na Catequese,
inclusive pelo interior do município e a fundação de uma
escola 'feminina' para as jovens de Abaetetuba e já cogitavam
a construção de uma escola ginasial para os jovens, que receberiam o
nome de 'Ginásio São Francisco de Assis' e que foram os religiosos
escolhidos para ficar na direção de uma futura 'Prelazia' paraAbaetetuba.
• Frei José Maria de Manaus, que trouxe as Irmãs Terceiras Capuchinhas à Abaeté em 1953.
• Frei Arcádio (Frei Arcádio M. de Cerete Alto).
• Frei Camilo Maia
• Frei Hermes, que veio junto com o frei José Maria de Manaus. O frei Hermes construiu o monument ao Cristo Crucificado na Praça Matriz de Nossa S. da Conceição.
Com a saída inesperada dos padres capuchinhos de Abaeté, a Paróquia passou a receber novamente os padres da Arquidiocese de Belém. Esses padres que vieram suceder aos capuchinhos foram o Padre Chagas (Padre Francisco Chagas da Costa) e o Padre Leite (Padre José Leite Sampaio).
Abaixo temos a foto do 'Padre Chagas' cercado de meninos,
que ficou por três anos como Vigário da Paróquia de Abaetetuba.
Vê-se também na foto, parte do primeiríssimo 'coreto em pedra pome',
que foi derrubado e, em seu lugar, foram construídos dois
coretos em cimento armado, um dos quais também já foi derrubado,
com prejuízos culturais enormes para a história da cidade.
• PADRE CHAGAS/Padre Francisco das Chagas da Costa que, praticamente sozinho, assume as atividades paroquiais na cidade e no interior do município. Devido o enorme desgaste que essas atividades proporcionavam, o Pe. Chagas recebe a ajuda de outro padre, o Padre Leite/José Leite Sampaio, para ajudar nas inúmeras tarefas da Igreja e que passa pouco tempo na Paróquia.
• PADRE LEITE/Pe. José Leite Sampaio, que Recebeu Homenagens Especiais da Turma de Humanistas do Ginásio N. S. dos Anos, ano de 1960, junto com: Madre Josefa Maria de Aquiraz, Madre Ângela Maria de Mulungu, Prof. Francisco Leite Lopes, Sr. Joaquim Mendes Contente, Sr. Dionísio Edmilson Lobato, Sr. Hildo Tavares Carvalho e Sr. Edir Cardoso Paes.
IRMÃS CAPUCHINHAS NA PRELAZIA E DIOCESE DE ABAETETUBA
Abaixo temos fotos da antiga Praça da Bandeira, onde
na Rua Barão do Rio Branco existia um antigo prédio que
serviria como "Hospital dos Vicentinos', da Ordem
da Congregação Vicentina', no caso, a parte leiga que
chegou a existir em Abaetetuba. Esse prédio inacabado
foi entregue pelo então prefeito Joaquim Mendes Contente.
às recém-chegadas 'Irmas Terceiras Franciscanas', isto
na década de 1950.
Abaixo, temos a foto da antiga Praça da Bandeira e no fundo,
à esquerda, aparece a casa onde foram iniciadas as atividades
educacionais e de auxílio na catequização com os antigos
Padres Capuchinhos, na década de 1950.
A 1ª Turma de Humanistas do INSA em 1957:
Conforme a ex-antiga aluna Lidéa Bittencourt Rodrigues
1ª Turma de Ginasianas:
. Lidea Bittecourt Rodrigues
Essas alunas, exceto a Maria José Lobato, filha do Sr. Edmilson Lobato,
fazem parte da 1ª turma do Colégio N.Sra. dos Anjos, da qual tive a honra de ser uma delas.
As alunas que estão nessa foto são:
Acima da esquerda para a direita:
. Deusarina Castro,
. Sônia Parente, a Porta Bandeira, já falecida
. Gigita Costa
. Terezinha Paes Loureiro.
Abaixo na mesma disposição:
. Coaracy Rodrigues
. Conceição Coutinho, já é falecida.
. Benedita Rodrigues
A Maria José Lobato não é da nossa turma.
Concluintes do Ginásio no ano de 1957.
Muitas alunas seguiram estudando no Colégio e outras foram estudar em Belém, inclusive, eu Lidéa no Colégio Santa Rosa e Sônia Parente no Colégio Gentil Bittencourt.
Abaixo temos umas das primeiras turmas do ainda chamado
Educandário Nossa Senhora dos Anjos, que, depois, se tornaram professorandas, que
serviram de grande valia nas escolas primárias, ginasiais e
do ensino médio de Abaetetuba.
Humanistas de 1962
Patrona da Turma: N. S. do Carmo
Homenageada de Honra: Madre Carmosina Maria de Maranguape
Paraninfo: Sebastião Pinheiro Góes
Oradora: Ana Maria Paes Figueiredo
Humanistas de 1962
Rosita Odília Rocha
Eneida Conceição Costa Rodrigues
Mariulza Dias da Costa
Odete Rodrigues Figueiró
Júlia Rosa Matos de Castro
Eurica Sena Rodrigues
Maria Inês Lobato Ribeiro
Maria Nicéia Ferreira
Maria José Dias Sobrinho
Maria Tereza Lobato Ribeiro
Maria Raquel Maués Ribera
Aldenoura Pessoa do Rego
Maria Margarida da Costa
Jeanne José Farias
Flaviana Néri Ribeiro
Maria da Trindade Fernandes Pena
Nazaré Barbosa Cardoso
Dorotéia Maués Paes
Maria Helena Paes Figueiredo
Maria Auda Araujo Maués
Ana Maués da Costa
Maria do Carmo Pinheiro Soares
Maria da Conceição Góes Pinheiro
Georgina Rodrigues Negrão
Maria da Conceição Solano da Costa
Maria do Carmo Paes Figueiredo
Dulcinda de Jesus e Silva
Raimunda Pantoja de Oliveira
Margarida Maria Maués Paes
Maria Francisca Ferreira Maués
Ronilde Sena Farias.
Estrutura Física do Prédio e Funcionários:
Atualmente essa escola é constituída de 18 salas de aula, uma secretaria, uma sala de informática, um laboratório de Ciências, duas salas de vídeo, uma sala de balé, uma tesouraria, 3 salas de coordenação, uma área coberta, uma quadra coberta, um parque infantil, um auditório, uma cantina, banheiros masculino e feminino, uma sala de professores e uma biblioteca. Os recursos humanos são constituídos por 79 funcionários, assim distribuídos: 8 professores de educação infantil, maternal à alfabetização; 11 professores de 1ª a 4ª séries; 16 professores de 5ª a 8ª séries; 16 professores de ensino médio; 14 serventes, um porteiro, um diretor, um secretário, 3 coordenadores, 2 mecanógrafos, um tesoureiro, dois bibliotecários, um auxiliar de pré-escola, um auxiliar de secretaria. O INSA, em 2008, contava com 643 alunos do nível médio e fundamental e 75 crianças da educação infantil.
Professorandas e Humanistas de 1962
Capa do Convite: Os dizeres: Professorandas e Humanistas – 1962 – Abaeté do Tocantins-Pará.
Data da Colação de Gráu Conjunta e Entrega de Diplomas de Catequistas e Certificados: 16 de dezembro de 1962.
Programa:
Às 18:00 horas, Santa Missa em Ação de Grças e Bênção dos Anéis.
Às 20:00 horas, Cerimônia Solene de Colação de Grau e entrega de Certificados, no Auditório da escola.
Turma de Professorandas e Catequistas de 1962:
Patrona da Turma: N. S. dos Anjos
Homenageado de Honra: Santo Padre, Papa João XXIII
Paraninfo: Dr. Aurélio Correa do Carmo
Oradora: Ana Leopoldina Guerreiro Contente
Professorandas e Catequistas:
Lucimar Cordeiro Brito
Maria Amélia Bezerra de Souza
Domingas Rufina de Almeida
Ana Leopoldina Guerreiro Contente
Maria de Loudes Araujo
Doralice Maria Pastana
Marilda Loureiro Maués
Maria Heloísa Ferreira Vilhena.
Homenagens Oiciais:
Santo Padre Papa João XXIII, Dr. João Marques Goulart-Pres. da República, Dr. Aurélio Correa do Carmo-Governador do estado, D. Alberto Gaudêncio Ramos-Arcebispo Metropolitano, Prof. Joséda Silva Chuva-Inspetor Federal, Dr. Benedito Pádua da Costa-Sec. De educação, Sr. João Luís dos Reis-Prefeito da Cidade, Dr. Francisco Leite Lopes-Neo-Prefeito eleito, Pe. Mário Lanciotti-Vigário da Paróquia de Abaeté.
Homenagens Especiais:
Padres Xaverianos, Madre Josefa Maria de Aquiraz, Madre Carmosina Maria de Maranguape, Madre Ângela Maria de Mulungu, Ir. Teresinha Maria de Beneditinos, Ir. Pedrina Maria de Itapebussu, Ir. Matilde Maria de Macapá, Profa. Benvinda de Araujo Pontes, Profa. Coaracy Rodrigues Maués.
Homenagem Póstuma: Ir. Eulália Maria de S. Felipe.
Frei João Pedro de Sexto São João
O fundador das Irmãs Missionárias Capuchinhas e suas exortações:
As Irmãs Franciscanas pertencentes a Ordem das Filhas de São Francisco de Assis, cujo fundador das Irmãs Missionárias Capuchinhas foi o Frei João Pedro de Sexto São João, nascido em 1868 e que fez o noviciado em 1884 e a Profissão em 1885 e a Ordenação sacerdotal em em 1891. Esse frei chegou ao Brasil em 1894 e faleceu em 1913. As Irmãs Capuchinhas, fundadas por inspiração desse frei, também vieram participar do desenvolvimento espiritual, educacional, e catequético de tantos abaeteenses, trazidas que foram pelos seus congêneres da Ordem de São Francisco de Assis, os Padres Capuchinhos. Foi uma revolução na educação de Abaeté a presença dessas religiosas franciscanas nesses antigos tempos em que formaram tantas pessoas para a atuação na Igreja (catequistas, nos religiosos) e nos diversos segmentos da da Igreja e sociedade de então (professoras, diretoras, funcionárias, grupos de jovens, religiosas, etc).
Exortações do fundador das Irmãs Missionárias Capuchinhas:
Diletas filhas:
• Reine entre todas a Santa Pobreza, como tanto recomendaram Clara de Assis e Verônica Juliani.
• Pratiquem com zelo e suma perfeição a Caridade Fraterna,
• Seja a Humildade o apanágio das Filhas de São Francisco.
• Quanto à Obediência, sejam simples e ilimitada, segundo a Regra e Constituições.
Sobre a educação:
• Num clima de amor, compreensão e estímulo, a Educadora descobre a riqueza de cada jovem, favorece o seu desenvolvimento, preparando-a às exigências de sua missão.
• Uma vida interior profunda é o segredo da fecundidade desta sublime tarefa de educar.
• As Filhas de São Francisco devem ser simples como as pombas, desprendidas como as florinhas do campo, alegre como as cotovias. Com esse trio maravilhoso de virtudes, a missionária capuchinha faz de sua vida um Poema: o Poema da Seráfica Alegria.
As irmãs capuchinhas chegaram à Abaeté com o intuito de instalar uma escola e trabalhar na catequização do povo, ajudando os seus confrades padres franciscanos. Elas realmente assim fizeram e levaram as primeiras alunas da escola a trabalhar intensamente na ajuda catequética aos padres capuchinhos e na ajuda ao Padre Chagas e Padre Leite, e com esse trabalho fizeram despontar inúmeras vocações à vida religiosa em Abaeté.
ALGUMAS MADRES:
. MADRE ÂNGELA MARIA DE MULUNGU,
• IRMÃ ÂNGELA MARIA, que foi por muitos anos diretora da escola INSA.
Que recebeu Homenagens Especiais da Turma de Humanistas do Ginásio N. S. dos Anos, ano de 1960, junto com o Pe. José Leite Sampaio, Madre Josefa Maria de Aquiraz, Madre Ângela Maria de Mulungu, Prof. Francisco Leite Lopes, Sr. Joaquim Mendes Contente, Sr. Dionísio Edmilson Lobato, Sr. Hildo Tavares Carvalho e Sr. Edir Cardoso Paes.
Irmãs no INSA-Abaetetuba nas décadas de 1950, 1960, 1970:
AS PRIMEIRAS IRMÃS CAPUCHINHAS A CHEGAR A ABAETÉ
• IRMÃ OTÁVIA MARIA
• IRMÃ ANTONIA MARIA
• IRMÃ ZITA MARIA
• IRMÃ IEDA MARIA
• IRMÃ STELLA MARIA
• IRMÃ NAZARÉ MARIA
Acima a Irma Stella Maria e Irmã Liberta, em foto de Benício
Lobato Cruz.
· Irmã Stella Maria, irmã religiosa da Ordem das Irmãs Capuchinhas, que apesar de suas inúmeras tarefas na escola INSA, onde também era diretora, deu sua contribuição à nova escola de Abaetetuba nos idos anos do início da Prelazia de Abaeté do Tocantins.
ALGUMAS IRMÃS CAPUCHINHAS QUE CHEGARAM APÓS ÀS IRMÃS PIONEIRAS:
• IRMÃ DANIELA/Irmã Daniela Maria, que chegou a exercer a direção da escola INSA, anos de 1989, 1990, 1991.
Abaixo temos a foto da saudosa "Irmã Eufrásia', que ficou
até seu falecimento em Abaetetuba, e seus restos mortais
se encontram no Cemitério Público de Nossa S. da Conceição.
As Irmãs Capuchinhas foram essenciais na formação de
muitos jovens na década de 1950 e décadas posteriores, tendo
algumas dessas irmãs atuado a vida religiosa inteira, como foi
o caso da saudosa Irmã Eufrásia, que foi porteira da Escola
INSA e que também exerceu outras funções nos campos educacionais
e catequéticos.
• IRMÃ EUFRÁSIA/Irmã Eufrásia Maria, que se tornou um patrimônio do povo católico de Abaetetuba. Desde que veio para Abaeté, aqui ficou, trabalhou incansavelmente na sua Escola INSA, e junto ao povo católico, especialmente dos pobres, a quem dava assistência. Aqui envelheceu e morreu em avançada idade. Sua assistência aos pobres era contínua, mesma em avançada idade. Sempre ocupou a função de porteira da Escola INSA.
Algumas Estórias da Irmã Eufrásia:
O boi que fugiu do curro
A Ir. Eufrasia saia da missa quando o boi passou em desabalada carreira fugindo de seus perseguidores e a pegou pelos chifres. A pobre ficou pendurada pelas saias um bom tempo, até matarem o animal e a resgatarem. Conforme Marcela Parente
• IRMÃ HERÁCLIA
• IRMÃ PAZ
• IRMÃ SERAPHIA
• IRMÃ ÂNGELA MARIA/Irmã Ângela Maria de Mulungu, que foi por muitos anos diretora da escola INSA.
• IRMÃ EULÁLIA/Irmã Eulália Maria de São Felipe, que foi Homenageada Postumamente das Professorandas e Catequistas, ano de 1962, do Instituto Nossa S. dos Anjos, em Abaeté do Tocantins.
• IRMÃ LIBERATA, em 1982.
• IRMÃ NEVES/Irmã Maria da Neves França, que era coordenadora do Curso Pré-Escolar do Instituto Nossa S. dos Anjos, conforme documento datado de 1/12/1996, tendo como diretora a Irmã Eurica Sena Rodrigues.
• IRMÃ CARMOSINA/Irmã Carmosina Maria de Maranguape, que chegou a Abaeté em 1960, tendo angariado a simpatia de todo o povo de Abaetetuba, e que foi Homenageada de Honra da Turma de Humanistas, ano de 1960, do antigo Ginásio Nossa S. dos Anjos. Foi, também, uma das Homenageadas Especiais da Turma de Professorandas, ano de 1960, do Instituto Nossa S. dos Anjos e trabalhava ativamente com a juventude em geral de Abaeté. Era muito querida pelos seus alunos e catequizandos de Abaeté.
• IRMÃ JANICE/Irmã Terezinha Janice Messias Araujo, citada no ano de 1972.
• IIRMÃ TELMA
• IRMÃ UTÍLIA/Irmã Utília Maria Castilho, que foi diretora do INSA por vários anos, citado em 1988.
• IRMÃ CARMELITA
• MADRE ODÍLIA
• IRMÃ LUIZA
IRMÃS CAPUCHINHAS EM 2004 (Anuário Diocessano de 2004):
• Ir. Eurica Sena Rodrigues, nascida a 3/10/1946, 1ª profissão em 2/2/1978
• Ir. Luisa Cristina Galvão Araujo, 1ª profissão em 2/21995
• Ir. Cireny da Silva Batista, nascida a 26/8/1972, 1ª profissão em 12/2/2000.
• Ir. Maria Gilci-Mara Oliveira de Carvalho, nascida em 25/1/1981, 1ª profissão em 23/1/2004.
. Irmã Gabriela.
. Irma Ninfa, que ensinava Língua portuguesa no INSA.
. Irmã Eutimia
. Irmã Consolata,
. Irmã Anunciacão.
. Irmã Bom Conselho
. Irma Eustácia,
. Irmã Rosa
. Irmã Pedrina
. Irmã Vitrícia.
. Irmã Bom Conselho,
. Irmã Rosa,
. Irmã Stella Maria
. Irmã Visitação, que foi professora no Jardim de Infância do INSA, no ano de 1972.
• IIRMÃ TELMA
• IRMÃ UTÍLIA/Irmã Utília Maria Castilho, que foi diretora do INSA por vários anos, citado em 1988.
• IRMÃ CARMELITA
• MADRE ODÍLIA
• IRMÃ LUIZA
• IRMÃ LIBERATA, citada em 1982, que ensinava música e canto no INSA, que pela severidade nas aulas, parecia sempre querer puxar as orelhas dos alunos, era muito exigente e andava sempre com uma palmatória de madeira.
. Irma Ângela,
. Irmã Simone,
. Irmã Matilde
. Irmã Assunta, que era professora de música e canto e que possuía um velho acordeão como ajuda nas aulas de música no INSA e que foi a responsável pelos ensaios do hino do Jubileu de 25 anos do INSA.
. Irma Ninfa, que foi professora de Língua Portuguesa.
. Irmã Gema
. Irmã Carmem
. Irmã Utilia
. Irmã Zélia, que foi professora de Educação Artística.
. Irmã Heráclita, que impunha ordem entre seus alunos.
. Irmã Cristovina, filha do Sr Jucá Costa e Dolores, estes de Abaetetuba.
Irmã Eufrásia, professora de música e canto no INSA e alunas.
IRMÃS CAPUCHINHAS EM 2004 (Anuário Diocessano de 2004):
Irmãs Presentes:
• Ir. Eurica Sena Rodrigues, nascida a 3/10/1946, 1ª profissão em 2/2/1978
• Ir. Luisa Cristina Galvão Araujo, 1ª profissão em 2/21995
• Ir. Cireny da Silva Batista, nascida a 26/8/1972, 1ª profissão em 12/2/2000.
• Ir. Maria Gilci-Mara Oliveira de Carvalho, nascida em 25/1/1981, 1ª profissão em 23/1/2004.
MISSIONÁRIAS CAPUCHINHAS (Anuário Diocesano em 2004):
Rua Barão do Rio Branco, 1376 – CEP: 68440-000 – Abaetetuba/Pa.
IRMÃS CAPUCHINHAS EM 2010:
• Ir. Vanda Freitas Monteiro,
• Ir. Eurica Sena Rodrigues,
• Ir. Maria Gilce-Mara Carvalho
• Ir. Naudirene dos Santos Rocha.
IRMÃS CAPUCHINHAS NATURAIS DE ABAETETUBA:
Pelo exemplo de desprendimento das primeiras Irmãs Missionárias Capuchinhas, algumas jovens de Abaetetuba optaram pela vida religiosa, escolhendo a Ordem das Capuchinhas, ou outras ordens religiosas, para o seu noviciado:
• Luiza Guimarães.
• Guimarina Rodrigues.
Luiza e Guimarina embarcaram juntas para o noviciado de irmãs capuchinhas. Aconteceu uma homenagem de despedida e uma das oradoras foi a Profa. Carmem Cardoso Ferreira, todas atuantes na JEC-Juventude Estudantil Católica. Vide Professora Carmem Cardoso Ferreira em Biografias.
• Dulce Guimarães
• Verônica Ferreira
• Margarida Costa, filha de Jucá e Dolores Costa.
• Ana Letícia
• Raquel Ribera, filha de Nestor Ribera.
• Margarida Maués
• Maria das Graças Santos
• Eurica Sena Rodrigues, que atualmente é diretora da escola INSA.
• Irmã Maria Raimunda Ferreira Santos.
• Irmã Dulcinda.
As irmãs mestras do INSA:
Acreditamos que quase todas as Irmãs Capuchinhas que vieram para Abaetetuba também atuaram no aspecto educacional, ao lado do aspecto espiritual. Abaixo temos uma relação de irmãs-professoras, extraídas no Facebook:
Irmãs no INSA-Abaetetuba nas décadas de 1950, 1960, 1970.
. Irma Ninfa, que ensinava Língua portuguesa no INSA.
. Madre Carmosina
. Irmã Eutimia
. Irmã Consolata,
. Irmã Anunciacão.
. Irmã Bom Conselho
. Irma Eustácia,
. Irmã Rosa
. Irmã Pedrina
. Irmã Vitrícia.
. Irmã Bom Conselho,
. Irmã Rosa,
. Irmã Stella Maria
. Irmã Visitação, que foi professora no Jardim de Infância do INSA, no ano de 1972.
Elza Dias Nobushige: Mas tenho dúvidas quanto ao ano, pois completei 8 em 73 ano em que saímos de Abaeté . Mas lembro que na época dessa foto morávamos ao lado do Bancrévea...portanto em '72.
Irmã Visitação, no INSA.
. Irmã Janice, citada no ano de 1972.
. Irmã Paz,
. Irmã Serápia,
. Irmã Gabriela.
. Irma Liberata, que ensinava música e canto no INSA, que pela severidade nas aulas, parecia sempre querer puxar as orelhas dos alunos, era muito exigente e andava sempre com uma palmatória de madeira.
. Irma Ângela,
. Irmã Simone,
. Irmã Matilde
. Irmã Assunta, que era professora de música e canto e que possuía um velho acordeão como ajuda nas aulas de música no INSA e que foi a responsável pelos ensaios do hino do Jubileu de 25 anos do INSA.
. Irma Ninfa, que foi professora de Língua Portuguesa.
. Irmã Gema
. Irmã Carmem
. Irmã Utilia
. Irmã Zélia, que foi professora de Educação Artística.
. Irmã Heráclita, que impunha ordem entre seus alunos.
. Irmã Cristovina, filha do Sr. Jucá Costa e Dolores, estes de Abaetetuba.
. Irmã Eufrásia, paraibana de João Pessoa, uma pessoal admirável, foi professora de música e canto no INSA e, depois que deixou de ensinar, se tornou a responsável pelas compras, jardim e portão da Escola, onde vendia seus santinhos e terços, e estava sempre com suas chaves penduradas no cinto de seu hábito e todo dia estava na feira de Abaetetuba fazendo as compras do colégio. Como porteira do colégio media o comprimento da saia das meninas e não deixava passar alunas sem mangas nos vestidos. Cuidava muito bem do jardim da escola, a ponto de proibir a entrada de alunos nesse jardim. Depois das aulas a Irmã Eufrásia, com uma vassoura na mão, expulsava os alunos que teimavam em jogar ping pong.
Pelo seu rigor em suas funções nas tarefas que desempenhava, as Humanistas de 1962 fizeram estes versos em sua homenagem:
A bondosa Irmã Eufrásia,
paciente e muito calma,
gosta de passar pifão,
a quem merece sentido, e
não passa pela porta
quem não tem mangas no vestido!
Após os Padres Capuchinhos. que ficaram à frente da Paróquia de
Abaeté até a década de 1950, vieram os Padres Xaverianos, abaixo,
que fizeram um enorme serviço de catequese e ações sociais que
incluíram hospital, escolas, centros comunitários, centros sociais,
construção de igrejas e CEBs e fizeram uma verdadeira reforma
no seio da Igreja Católica, em Abaetetuba e demais municípios
da então "Prelazia de Abaeté do Tocantins', hoje Diocese de Abaetetuba.
Acima temos o dinâmico Padre Vicente e demais padres
da nova Prelazia e abaixo temos o Padre Augusto e alguns
meninos, entre os quais devia existir alguns com vocação
religiosa. O Padre Vicente trabalhou como professor no
INSA e no CSFX.
• PADRE VICENTE/Padre Vicente Mitidieri:
Padre Vicente, nasceu em 12/5/1932 e chegou à Prelazia de Abaeté do Tocantins em 14/1/1964, ficando até o dia 14/2/1969 como Vigário da Paróquia de Nossa. S. da Conceição, onde trabalhou incansavelmente no tempo do Bispo D. João Gazza, era muito dinâmico. No seu período de pároco ele fundou, a Escola Paroquial Nossa S. da Conceição em 10/4/1966, que foi o embrião do Colégio São Francisco Xavier, quando foi seu 1º diretor e o Centro Médico Nossa S. da Conceição, fundou outras escolas técnicas, maternidade e desenvolveu uma série de outras atividades. Foi ele quem deu início a uma Escola de Catequistas em Abaetetuba.
Pelos seus relevantes serviços em Abaetetuba tornou-se cidadão de Abaetetuba, título outorgado pela Câmara Municipal de Abaetetuba.
Recebeu Homenagens Especiais da Turma de Humanistas do Ginásio N. S. dos Anos, ano de 1960, junto com o Pe. José Leite Sampaio, Madre Josefa Maria de Aquiraz, Madre Ângela Maria de Mulungu, Prof. Francisco Leite Lopes, Sr. Joaquim Mendes Contente, Sr. Dionísio Edmilson Lobato, Sr. Hildo Tavares Carvalho e Sr. Edir Cardoso Paes.
O Blog se coloca à disposição para possíveis incorreções e acréscimos dos visitantes.
Blog do Ademir Rocha

















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