PARABÉNS ESCOLA BERNARDINO!
Escola Bernardino - Escolas de Abaetetuba
ESCOLA ESTADUAL "PROF. BERNARDINO PEREIRA DE BARROS"
Diretores
DR. ALMIR DE LIMA PEREIRA, 2º DIRETOR DA ESCOLA BERNARDINO
Desembargador
do Tribunal de Justiça do Estado desde o dia 12/10/1978, Bacharel em
Direito formado pela Faculdade de Direito do Pará, turma de 1951. Foi
Pretor do Termo Único da Comarca de Alenquer, de 1/1952 a 4/1954,
exercendo interinamente, nessa época, durante 9 meses, o cargo de Juiz
de Direito. De abril a setembro de 1954, por remoção ocupou a Pretoria
do Termo Único da Comarca de Soure. Em seguida foi nomeado Promotor
Público da Comarca de Abaetetuba, onde permaneceu até 7/1966, quando,
por Ato Governamental de 20/6 do mesmo ano, foi nomeado Assistente
Judiciário Auxiliar Substituto, lotado na Assistência Judiciária do
Cível; através de Portaria do Procurador Geral do Estado, foi designado
para a Chefia da Assistência Judiciária do Cível, em 8/1967, durante as
férias do titular. Foi designado também, pelo Procurador Geral do
Estado, para responder pelo cargo de Curador Geral de Órfão Interditos e
Ausentes, Massas Falidas e Fundações, durante o impedimento do titular
efetivo.
Em
3/1968 foi promovido por antiguidade do cargo de Promotor Público do
Interior, lotado na Comarca de Abaetetuba, ao cargo de Assistente
Judiciário Auxiliar, vago com a aposentadoria de Raul Nery Baraúna. No
município de Abaetetuba, como promotor Público, foi candidato a Prefeito
Municipal nas eleições de 3/10 de 1958; Presidente da Liga Esportiva
Abaetetubense por 3 períodos; era Venerável Mestre da Loja Maçônica
"Saldanha Marinho", nº 25; Diretor do Ginásio Estadual "Prof. Bernardino
Pereira de Barros", de 11/1964 a 7/1966, e Prof. de História do Brasil e
História Geral desse Ginásio; sócio fundador da Sociedade Recreativa
"Assembléia Abaetetubense", Presidente da Sociedade esportiva "Venus
Atlético Club", por vários períodos eletivos. Possui o título de
cidadão, conferido pela Câmara Municipal, através da Lei nº 007
de15/4/1963.
Na
Capital do Estado, foi Assistente Judiciário Cível, 5º Promotor
Público, 1º Subprocurador Geral do Estado (1/4/1968 1 8/7/1971),
Procurador Geral do Estado, de 8/7/1971 a 12/10/1978, quando foi nomeado
Desembargador, na vaga destinada aos membros do Ministério Público do
Egrégio Tribunal de Justiça do Estado. Corregedor Geral da Justiça no
biênio 83/84. Eleito em 19/12/1984, Vice-Presidente do Tribunal de
Justiça do Estado para o biênio 85/86. Tendo exercido por vários
períodos a Presidência. Diretor da Escola Superior da Magistratura do
Pará e Professor de Direito Processual Penal e Deontologia Forense da
referida Escola. Foi membro do Conselho de Justiça da Federação de
Desportos (1967) e Presidente nesse Tribunal na Federação Paraense de
Futebol (1971). Título de Honra ao Mérito expedido pela Assembléia
Legislativa do Estado, por Decreto Legislativo nº 62/78, de 11/10/1978.
Sócio Honorário da Sociedade Brasileira de Direito Criminal, séde em São
Paulo, expedido em 5/11/1980. Fundador da Associação do Ministério
Público do Estado do Pará, com diploma expedido em 17/12/1981
Participante
do Curso Intensivo de Direito Processual Penal, em regime de extensão,
ministrado pelo Professor Doutor Rogério Lauria Tucci. Participante do
curso de extensão em Direito Econômico, ministrado pelo Professor Doutor
José Frederico Marques. Participante do curso de atualização em Direito
Processual Penal, ministrado pelos Professores Ada Pelegrini Grinover e
Antonio Carlos de Araujo Cintra. Prática Penal (Parte Geral), em 1986.
Prática Penal (Parte Especial) em 1978. Paticipante do I Seminário de
Direito Tributário, proferido pelo Professor Doutor Benjamim Moraes.
Participante do 1º Seminário Paraense de Medicina Legal. Admitido na
Ordem do Mérito Grão Pará, no gráu de "Comendador", conferido pelo
Decreto nº 10.850 de 28/9/1978. Medalha de Ouro, por conta dos bons
serviços de mais de 20 anos prestados à cusa pública, através do Ato
Governamental de 15/8/1973, com base no artigo 10 do decreto nº 4.169,
de 7/5/1963. Medalha Cultural D. Pedro I, concedida pelo Conselho
Estadual de Cultura em 27/12/1972. Medalha Mérito Legislativo Newton
Miranda, Medalha Comemorativa "Promulgação da Constituição do Estado do
Pará"; Diploma de Personalidade Jurídica do Ano, conferido pela
Associação dos Advogados Criminalistas do Estado do Pará. Certificado de
Honra ao Mérito pelos relevantes serviços prestados ao Conselhor
regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do Pará e Amapá. Medalha
do Mérito "Francisco Caldeira Castelo Branco", conferido pela
Prefeitura Municipal de Belém, Estado do Pará. membro da Banca
Examinadora dos Concursos para Professor Assistente de Direito
Administrativo e Direito Pprocessual Penal realizados no período de 1 a
13 e 23 a 26/5/1977. no Centro Sócio-Econômico realizado nos dias 16 a
20/5/1977 na Univerdidade Federal do Pará. Professor Assistente da
disciplina de Direito Processual Penal do Centro de Estudos Superiores
do Estado do Pará (CESEP). Membro da Banca Examinadora do Concurso para
Juiz de Direito relaizado pelo tribunal de Justiça em 1982.
Autor
da vários trabalhos jurídicos publicados em revistas especializadas e,
colaborador do Jornal "O Liberal" em matéria de Direito. Autor das
obras: Sinopse Jurídica, editada em 1980; Atos e Termos dos
Procedimentos Penais, em 1981; Recursos Criminais, em 1983; O Cotidiano
legal, em 1985; Prática Penal (I e II), 1986; A Prova no Processo Civil;
Achados na Lei.
Membro do Instituto dos Advogados do Pará.
Ciclo
de estudo na formação: Fez o curso primário no colégio "Curso Misto
Tenda da Infância", sob a direção da Professora Joana Feio de lemos
Maneschy. Curso Ginalsial no Colégio "Moderno". Curso Científico no
Colégio Estadual "Paes de Carvalho".
Nascido
em 20/3/1927, na cidade de Belém, filho de João Maria Pereira, já
falecido. Casado com a dona Maria de Nazaré Rodrigues Pereira, havendo
desse consércio: Thaís Helena e Thales Eduardo Rodrigues Pereira, Thamar
Denise (falecida e Thania Yeda.
Alguns dados do Ginásio Bernardino Pereira de Barros:
O
Prof. Ademir Rocha foi aluno do erudito e idealista Prof. Almir de Lima
Pereira, 2º diretor do ginásio e que lecionava História do Brasil e
Geral no então Ginásio "Prof. Bernardino Pereira de Barros", que
funcionava só no turno da noite no prédio do então Grupo Escolar "Prof.
Basílio de Carvalho" e só com duas turmas mistas e com luz elétrica
fornecida por um pequeno gerador de eletrecidade, devido as constantes
faltas de energia na cidade e luz só até às 9:00 horas da noite.
Dessa
turma, que foi a 1ª a concluir gráu em "Humanistas" saíram médicos (Dr.
Everaldo da Silva Araujo, Dr. Benedito Costa Maués, Dr. José Latino
Miranda, Dr. Zilocy Ferreira Santos); engenheiros (Raimundo de Jesus
GomesLima, Hilton José Araujo Carvalho); professores (Ademir Rocha,
Raimundo Maués Sena, Silvaney do Carmo Teixeira Dias), políticos
(Francisco Tiago Machado (comerciante e político, que foi o orador de
formatura), advogados, comerciantes e outras profissões.
O
1º diretor da Escola Bernardino foi o Juiz de Direito de Abaetetuba,
Dr. Antonio Lemos Maia Viana e professor de Francês (1962-1964) também
de inigualável sabedoria.
Outros primeiros diretores e professores da Escola Bernardino:
Dr. Raimundo Rodrigues da Costa
Dr. José Maria de Souza, médico diretor e pesquisar do Instituto Evandro Chagas em Belém;
Dra. Heralda Dalcinda de Souza Blanco, pretora no município de Abaetetuba;
Creuzo Moreira dos Santos, engenheiro agrônomo e funcionário do BASA, em Abaetetuba, professor de Matemática;
Maria da Conceição Nobre Coutinho, professora de Geografia;
Doralice Maria Pastana, professora de Artes;
Marilda Maués Loureiro, professora de Português;
Maria José Bahia Lobato, professora de Ciências;
George Ayres Borges. professor de Inglês e Matemática;
Vicente Francisco Braga Eloy, bacharel em direito, advogado em Abaetetuba, que foi o paraninfo de formatura da 1ª turma;
Francisco Leite Lopes, odontólogo e professor;
Demais alunos da 1ª turma formada "Humanistas" no Ginásio Bernardino:
Antonina Coutinho Lobato
Antonio Ferreira Cardoso, dono de farmácia em Abaetetuba;
Antenor Neves dos Santos, técnico em eletrônica;
Arlete Oliveira da Silva
Doralice Oliveira da Silva
Elzira Oliveira da Silva, funcionária do BASA e bacharel em Direito;
João Ferreira da Silva
José Raimundo Nery, empresário;
Maria Deolinda Machado, funcionária do TRT e advogada;
Maria Izabel da Silva Solano, empresária;
Manoel Bitencourt da Silva, funcionário do BASA;
Manoel Cardoso de Casto/Mestre Dé, vereador em Abaeté;
Miguel Rodrigues da Silva
Orlando Lopes Sereni
Pedro Décio Guerreiro Contente, empresário do ramo de farmácia;
Alguns dos primeiros funcionários do Ginásio Bernardino:
Francisco de Lima Baptista/Pombo
Cachimbinho
Maria José Carneiro, professora de Língua Portiguesa, Latim e secretária da escola;
Leonil Coutinho Lobato, secretária.
Aldalice Maués Chagas
Somente em 1966 é que o Ginásio Bernardino mudou para prédio próprio no atual endereço da Rua Magno de Araujo em Abaetetuba/Pa.
Outros diretores do já Colégio Bernardino Pereira de Barros:
Dr. Nilton Montes, engenheiro do DER, 4 meses de gestão em 1966;
Profa. Nilzete Silva Lobato, Licenciada Plena em História, diretora de 1966 a 1984;
Prof. Leonardo Negrão de Sousa, Licenciado Pleno em História, de 1984 a 1986;
Profa. Joserlina Maués, Pedagoga e Licenciada em Pedagia, diretora de 1987 a 1992;
Prof. Graça Maria da Silva Lopes, Licenciada Plena em Pedagogia, de 1993 a 1994;
Prof. Daniel Sena Lopes, Licenciado Pleno e Bacharel em Geografia, de 1995 a 1998;
Profa. Cleide de Nazaré Silva Santos, licenciada em Pedagogia, de 1999 a 2010;
Profa. Maria de Jesus André Rocha, licenciada e bacharela em História, assumiu em 2010.
Estão faltando alguns nomes que serão acrescentados numa futura postagem revisada.
Prof. Ademir Rocha, de Abaetetuba/Pa, em 15/11/2010.
ESCOLAS DE ABAETETUBA: ESCOLA BERNARDINO PEREIRA DE BARROS
JUBILEU DE OURO DE FUNDAÇAO DA ESCOLA BERNARDINO PEREIRA DE BARROS-18/3/1962 A 18/3/2012
Grupo Basílio de Carvalho, onde o então Ginásio Bernardino
iniciou suas atividades em 1962, com duas
turmas e somente no período noturno
Fonte: bernardinopereiradebarros.blogspot.com.br e Blog do Prof. Ademir Rocha
Organização Atual da Escola:
ADMINISTRAÇÃO DA ESCOLA:
DIRETORIA:
1diretor e 3 vice-diretores, por ser escola com quantidade de alunos
acima da cota de direção estabelecida pelo sistema de ensino da SEDUC/PA
COORDENAÇÃO, ainda carente de técnicos, pela dimensão atual do ensino da escola
SECRETARIA, que atende ao ensino regular e ao sistema SOME e carente de pessoal no atendimento externo e interno
LABORATÓRIOS,
todos dotados de boa infraestrutura, aparelhos e demais utensílios e
funcionando, com aproveitamento máximo e professores compententes
ocupando esses espaços
Câmeras de segurança da Escola Bernardino em ação
DISCIPLINAS
DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO, hoje ocupado por professores devidamente
licenciados plenos em suas especialidades e alguns com cursos de
mestrado e doutorados, muito diferente dos primeiros tempos da escola.
Esses professores atendem ás seguintes disciplinas, cujos conteúdos
ainda não foram devidamente adaptados para a realidade amazônica, tendo
que importar livros do Sul e Sudeste do país em conteúdo totalmente fora
dos contextos esperados para o processo ensino/aprendizado das
realidades regionais do Pará e na exclusão de autores paraenses
gabaritados na educação.
ENSINO FUNDAMENTAL:
Língua Portuguesa
Matemática
CFB
História
Geografia
Inglês
Educação Artística
Ensino Religioso
Estudos Amazônicos
ENSINO MÉDIO:
Matemática
Física
Química
Biologia
História
Geografia
Língua Portuguesa e Literatura
Língua Portuguesa II
Língua Estrangeira: Inglês e Espanhol
Sociologia
Filosofia
EDUCAÇÃO FÍSICA:
Que
graças à construção da nova Quadra de Esportes coberta e após quase 50
anos de vida da escola, hoje pode atender aos esportes, encontros
culturais, atividades festivas e outros grandes eventos da escola e da
comunidade abaetetubense.
Esportes Mais Praticados
Basquete
Futebol
Futsal
Handebol
Voleibol
ALUNADO DA ESCOLA BERNARDINO:
Placa comemorativa da reforma da Escola Bernardino
Que
atualmente são 4.225 alunos, que atinge os do Ensino Regular, num total
de de 1.120 alunos que estudam no próprio prédio da escola e 3.105
alunos das escolas anexas do Sistema Modular de Ensino/SOME, que são
escolas da rede estadual e municipal espalhadas pelas localidades
ribeirinhas e das estradas e ramais do Município, com o Ensino
Fundamental e Médio e com mais de 200 professores também licenciados
plenos em sua disciplinas e com regime escolar diferenciado do Ensino
Regular, onde as disciplinas envolvem o sistema de módulos mensais por
disciplinas, com revezamento dos professores em cada escola do sistema.
Esse sistema deveria obedecer a uma parceria /convênio entre as
prefeituras e a SEDUC/PA-Secretaria Executiva de Educação do Pará, que é
uma modalidade de ensino praticado em todo o Estado, devido dimensão
continental do mesmo e pela grande quantidade de comunidades rurais,
ribeirinhas, indígenas e quilombolas espalhadas por todo o Estado, cujas
populações infantil, juvenil e mesmo adulta, não tem condições de
frequentar as escolas do Ensino Regular situadas nas cidades-sedes dos
municípios. Por sinal que esse modelo de ensino já vem sendo copiado em
outras regiões do país, pelo sucesso como se processa no Estado do Pará,
com os senões típicos da educação em geral do país, devido às injunções
político-partidárias e má administração dos recursos públicos
destinados à educação no país.
ELEIÇÃO DE DIRETORIA:
Interior da escola
A eleição de direção para as escolas é a melhor forma para a escolhas de gestores para uma escola e também a forma mais democrática. Se a comunidade escolar fizer uma má escolha, o fato se refletirá em má gestão. Se for indicação por questões político-partidárias, pior ainda para as escolas, pois esses gestores não tem compromisso com a educação e sim com seus partidos políticos e correntes partidárias.
A Escola Bernardino sempre foi feliz nas eleições de direção ali realizadas a partir de um determinado tempo em que se instituiu o regime de eleições de direção nas escolas do Estado e do Município. A última eleição foi um primor no uso da democracia na eleição da última Diretoria, com a mobilização da comunidade escolar e do uso dos meios eletrônicos, monitorados pelo importante órgão NTE-Núcleo Tecnológico de Educação, que atende os municípios da 3ª Unidade Regional de educação ou 3ª URE, usando os mesmo meios eletrônicos da justiça eleitoral do país e à prova das comuns fraudes eleitorais do país. A eleição para escolha da nova diretoria ocorreu tranquilamente tanto nas instalações da escola como nos anexos localizados nas regiões das ilhas. O sistema de votação todo informatizado garantiu o voto eletrônico que acelerou o processo e a apuração do resultado. A chapa 01 da candidata Jesus Rocha foi a grande vencedora com 2.276 votos. Agradecemos o apoio dos professores Jô Helder e Ângelo Góes representantes do NTE e pela ajuda da justiça eleitoral do Município, com o empréstimo das urnas eletrônicas e orientações de processos eleitorais.
Mensagem da Escola Bernardino em Seu Blog, Pelo Jubileu de Ouro de Fundação da Escola:
Segunda-feira, 26 de março de 2012
18/3/1962 a 18/3/2012
50 ANOS DA ESCOLA BERNARDINO
Uma das turmas formadas no CBPB
Em março do ano de 1962, aconteceu o concurso de "admissão" ao ginásio e nesse mesmo ano, iniciaram os estudos da primeira turma do então Ginásio Estadual "Prof° Bernardino Pereira de Barros" , que começou a funcionar precariamente no prédio do Grupo Escolar "Prof° Basílio de Carvalho" , no turno da noite, apesar da precariedade do sistema de iluminação elétrica da cidade, que obrigou as autoridades a improvisar um pequeno gerador de eletricidade que possibilitava aos alunos estudarem à noite. Atualmente a escola foi reconstruída e ganhou novos espaços físicos como laboratórios de leitura, informática e multi-disciplinar , bloco administrativo, bloco superior com salas de aula, auditório, rádio escolar, salão de recreação e quadra coberta. Acreditamos que todos são responsáveis pela construção dessa escola, não só como espaço físico, mas também como espaço de educação cidadã que contribui para o desenvolvimento da sociedade em que vivemos.
Postado por E.E.E.F.M PROFº BERNARDINO PEREIRA DE BARROS
Contribuição do Blog do Prof. Ademir Rocha no Jubileu de Ouro de Fundação da Escola Bernardino
A história da Escola Bernardino Pereira de Barros foi vivenciada pelo autor do Blog do Prof. Ademir Rocha, desde o seu início e de várias formas.
Em 1962 Ademir Rocha entrou como aluno da 1ª turma do então “Ginásio Bernardino Pereira de Barros”, quando a escola iniciou funcionando no turno da noite no então Grupo Escolar “Professor Basílio de Carvalho” e o 1º diretor da escola era o Juiz de Direito da comarca do município de Abaetetuba, Dr. Antonio Lemos Maia Viana e a escola tinha uma secretária e dois funcionários de apoio, os professores eram funcionários das repartições públicas e privadas, profissionais liberais, professores leigos e duas professoras normalistas (nesse tempo não existiam professores licenciados plenos no município), o então prefeito era o Sr. João Luiz dos Reis (1959-1963) e a luz elétrica na cidade era precária como o texto cita. Porém o ensino/aprendizagem era de alto nível com as disciplinas do chamado conhecimentos das humanidades, daí as turmas formadas nos primeiros tempos serem chamadas de “turmas de humanistas”.
Ademir Rocha deu continuidade aos seus estudos na capital, Belém/Pa, tendo se formado à nível de 2º Grau no Curso Técnico de Contabilidade e quando veio dar um passeio na sua cidade natal, foi convidado pela 4ª diretora da escola, professora Nilzete Silva Lobato (que passou 18 anos no cargo) para substituir o professor Araram, da disciplina Ciências, que tinha sido transferido pelo banco em que trabalhava. Assim o Prof. Ademir iniciou o 2º aspecto de sua vivência com a Escola Bernardino, agora como professor e tendo que abandonar sua recente atividade de contador em escritórios de contabilidade da Capital.
Nesse tempo, década de 1970, Abaetetuba ainda era muito carente de professores licenciados plenos e, nos períodos de férias, junto com outros professores de Abaetetuba, o já Prof. Ademir foi realizar os seus estudos superiores no chamado Curso Polivalente em Ciências, que a UFPA mantinha no Polo Universitário de Bragança/P, em várias áreas do ensino. Desse modo, o Prof. Ademir lecionou várias disciplinas na Escola Bernardino e demais escolas da cidade, como Ciências, Técnicas Bancárias, Matemática, Química, Biologia, mesmo porque, até os anos de 1980, os professores licenciados plenos eram ainda raros no município. Com a necessidade de formação específica na licenciatura plena já exigida com as reformas da educação, Ademir Rocha se transferiu novamente para a Capital, para dar prosseguimento nos estudos no curso superior de Licenciatura em Biologia e, como professor dos quadros dos então órgãos FEP-Fundação Educacional do Pará e SEDUC-Secretaria Estadual de Educação, foi também transferido como professor para lecionar nas escolas da Capital. Como consequência dos Estudos na Licenciatura em Biologia, o Prof. Ademir teve que fazer as disciplinas de Matemática, Física, Química, estudando junto com os alunos desses cursos e, com isso, obteve um 3º diploma de Professor Licenciado Curto em Ciências, que correspondia ao antigo Curso de Licenciatura Polivalente. Nos anos finais da década de 1970, o Prof. Ademir Rocha voltou para lecionar Biologia na Escola Bernardino e acabou também assumindo as disciplinas Matemática e Química nessa escola e outras, ainda carentes de professores licenciados nessas disciplinas e também se envolveu no recém instalado Conselho Escolar da Escolar Bernardino, dando sua contribuição de Contador nessa difícil função de membro-diretor (Presidente e também Tesoureiro) que não é nem um pouquinho valorizada pelas autoridades competentes da Educação, função que exige dos mesmos muito tempo de trabalhos, empenhos nas compras dos materiais, fiscalização dos serviços, zêlo pelas coisas públicas e boa gestão dos parcos recursos da Educação. Por sinal que os membros dos conselhos escolares da Escola Bernardino, especialmente do último Conselho Escolar, na pessoa de seu competente presidente Manoel Raimundo de Araújo Bitencourt, tesoureiro Elias de Araújo Aracati, demais membros do Conselho, junto com a Direção Escolar, que vem fazendo uso exemplar, justo e competente dos recursos do Conselho, Verba Rotatória e verbas de projetos como, Projeto PDDE-Dinheiro Direto nas Escolas, Projeto Mais Educação e Projeto Escola Acessível e verbas de projetos da própria escola, verbas de premiações em Feiras Escolares, que atendem a todos os segmentos escolares e, principalmente, o segmento do alunado e professorado, que são verbas federais ou estaduais, que estão sendo empregadas com muita propriedade na aquisição de equipamentos, materiais, reformas e melhorias de espaços da Escola e repartindo exemplarmente os recursos com as escolas anexas do Sistema Modular de Ensino, em emprego de verbas sem nenhum resquício de desvios ou má aplicação dessas necessárias e preciosas verbas para a educação.
Outro aspecto a considerar da história-memória da Escola Bernardino é o do seu prédio próprio, que só se tornou realidade em 1966 quando o então Governador Alacid da Silva Nunes (31/1/1966 a 15/3/1971) entregou o prédio da escola, naquele estilo básico das escolas desse tempo, que consistia de 9 salas de aulas, o acanhado espaço do setor administrativo que abrigava também a sala da secretaria e o espaço do salão onde ficava a sala de cozinha da merenda escolar, bem perto dos sanitários dos alunos, porém em amplo salão desprovido de paredes e climatização e por quase 50 anos e o espaço em que os próprios professores e alunos construíram, com muitos sacrifícios, uma precária quadra de esportes e sem cobertura, que funcionou por mais de 45 anos, servindo às várias gerações de alunos. A escola, desde sua fundação em 1966 e até os anos de 1990, não sofreu nenhuma reforma significativa e os espaços se tornaram acanhados para as exigências dos padrões de modernidade que as leis do ensino preconizavam e que a informatização da educação exigia e a escola, até esses anos de 1990, se encontrava em verdadeiro estado de sucateamento predial, de equipamentos, maquinários, móveis, quadros-negros, carteiras, cadeiras e demais utensílios, sem contar o martírio das infiltrações de água pelas paredes do prédio, das goteiras no teto da Escola e do calor infernal das salas de aulas e demais setores, servidos por ventiladores de tetos de mais de 15 anos de uso, que começaram a cair dos tetos, só não fazendo vítimas fatais devido à Proteção Divina e dos espíritos dos bons diretores, professores e alunos já falecidos e que deviam proteger a comunidade escolar dos casos fatais que nunca aconteceram, pelo sucateamento da Escola.
Cada diretor da Escola deu a sua grande parcela de colaboração no engrandecimento da mesma, ajudando a formar grandes nomes que se envolveram nas questões sociais, políticas e nas atividades escolhidas para desempenho de suas atividades profissionais, o mesmo se pode dizer de abnegados professores e funcionários que passaram pela Escola, desde a sua fundação em 1962 (Como sugestão do Memorialista, Prof. Ademir Rocha, bem que a Escola poderia fazer um alentado resgate da contribuição dessas pessoas na história-memória dessa instituição de ensino, atualmente completando seus 50 anos de atividades). Foi a partir das ações da já saudosa e muito amada diretora Cleide de Nazaré Silva Santos, nos anos de 1990, junto com o atuante Conselho Escolar de sua época, que a Escola Bernardino começou a tomar novos rumos de administração, no que diz respeito a conscientização dos alunos, funcionários, professores e demais segmentos da comunidade escolar a respeito dos direitos da Escola Bernardino de possuir condições dignas de uma Escola já tradicional no município de Abaetetuba, com instalações que fizesse justiça à boa fama que a Escola gozava à nível Municipal e até regional, e com suas firmes atuações frente às autoridades educacionais e partindo para uma reforma completa da Escola e não os tradicionais “consertos”, onde se buscou os meios para a dita reforma, que veio com vultosa verba específica do então Projeto Alvorada, fato que não se concretizou devido as comuns injunções político-partidárias. Nem por isso a direção, o conselho escolar e comunidade escolar se acomodaram e partiram em busca da tão sonhada reforma, que finalmente aconteceu com a assunção da competente professora abaetetubense, Ana Lúcia dos Santos Lima, que buscou junto às verbas da educação do Pará e verbas resgatadas do então Projeto Alvorada, quando aconteceu, na gestão da última direção da Professora Jesus Rocha, com ajuda marcante do último Conselho Escolar e de toda a comunidade escolar, a reforma que transformou totalmente e para melhor o acanhado prédio construído em 1966.
A ajuda decisiva da professora Ana Lúcia dos Santos Lima, já trabalhando como admirável técnica na SEDUC, em Belém/Pa, que por sua competência profissional, foi galgando cargos mais elevados na Secretaria de Educação, culminando com sua chegada ao posto de Secretária de Ensino e Secretária de Educação, quando finalmente foram iniciadas as esperadas obras de reforma, com ampliações de espaços, construções de outros (como a sonhada Quadra de Esportes coberta, o Auditório para 200 pessoas, as salas Multifuncionais e de Laboratórios, o Salão de recreio e merenda escolar, o estacionamento para motos e bicicletas, a moderna Biblioteca), e a informatização e climatização geral da escola, inclusive com o sistema de vigilância informatizada com câmeras e sistema computadorizado de vigilância. Foram centenas de viagens de idas-vindas no trajeto Abaetetuba-Belém-Abaetetuba, onde a Professora Jesus ou o Professor Manoel Bitencourt, usavam seus carros de famílias e pagando carretos e gasolina com dinheiro dos próprios bolsos e que nós todos temos somente é que agradecer por admiráveis esforços e atos altruísticos em favor da educação em Abaetetuba.
No quesito relacionamento entre os segmentos escolares, a luta foi e continua também intensa, tentando implantar o sistema de “tratar todos como nós próprios gostaríamos de ser tratados”, com dignidade, urbanidade, amor e serviços, não olhando sequer as orientações políticas contrárias, inclusive com a conscientização do segmento dos pais, professores e comunidade escolar e vizinha, e em seguidos encontros de formação e interação com esses segmentos escolares e que atualmente já vem rendendo ótimos resultados à nível de relacionamentos sociáveis e sem as constantes atitudes agressivas e vândalas do passado.
Todo esse esforço em busca de uma educação de qualidade dos alunos já vem também rendendo significativos avanços na questão das aprendizagens e das avaliações à nível federal em questões de ensino. Galgando a escola alguns degraus nesses índices de avaliações e também com o ingresso de uma maior parcela dos alunos em cursos universitários das instituições públicas, particulares e cursos técnicos tão necessários para os novos tempos de industrialização do Estado do Pará e Brasil.
E a construção dos verdadeiros valores do homem que vêm sendo incutidos nos alunos e nos demais segmentos escolares, onde alunos, professores, funcionários vem recebendo reforço pela valorização e responsabilidade de todos frente às suas responsabilidades na Escola, em meio à sociedade e nas diversas funções que ocupam nas questões sociais, políticas e construção de uma sociedade mais justa e fraterna.
Professor em ação com alunos na Sala de Informática
O SOME-Sistema Modular de Ensino em Abaetetuba, chegou na Escola Bernardino em situação precária de desorganização, por falta de um bom gerenciamento e planejamento de suas atividades e pela falta de apoios das autoridades municipais e estaduais. Seus alunos e professores não eram valorizados e nem sequer eram olhados como verdadeiros alunos ou verdadeiros professores, e que talvez fizessem parte, na cabeça de muitas pessoas, como “quebra-galhos” de um sistema de ensino falido e sem esperanças. De fato, a documentação dos alunos e professores que chegaram à Escola Bernardino estava totalmente fora das realidades de um verdadeiro sistema de ensino e a Escola Bernardino, através de suas duas últimas direções, estabeleceram um plano de regularização desse sistema, que levou meses para que toda a papelada pudesse ser devidamente organizada e a situação regularizada e se iniciou também um plano de valorização dos professores do sistema. No início, os professores do SOME se sentiam como se não fizessem parte da comunidade da Escola Bernardino e assim, foi criado um posto de vice-direção, para atender aos pleitos e necessidades do pessoal do SOME e tudo começou a funcionar dentro da normalidade e dos parâmetros da qualidade de ensino aplicada aos alunos e professores da Escola-Sede. Isso, agora, com as inevitáveis injunções político-partidárias, vem sendo colocado em 2º plano e os próprios alunos atendidos nas suas escolas anexas das Ilhas e Estradas de Abaetetuba, pela desorganização que essas interferências vêm causando nessas escolas, estão acorrendo em massa para matrícula na Escola-Sede, ocasionando a não formação de turmas nessas localidades e, em consequência, deixando os professores desse sistema sem carga-horária suficiente para atender suas necessidades de ordem financeira.
Vide algumas imagens que retratam situações passadas e presentes da Memória-História dos 50 anos da Escola Bernardino Pereira de Barros, completados no dia 18/3/2012.
Frente da Escola Bernardino
O atual prédio da Escola Bernardino que conta com salas climastizadas, quadra de esportes, sistema de internet, câmeras de segurança, auditório para mais de 200 pessoas e outras adequações que foram conquistas da atual equipe gestora, equipe de coordenação e um atuante Conselho Escoilar que tornaram a escola uma das melhores da cidade.
Blog do Prof. Ademir Rocha, de Abaetetuba/Pa
Escola Bernardino - Escolas de Abaetetuba
ESCOLA ESTADUAL "PROF. BERNARDINO PEREIRA DE BARROS"
Diretores
DR. ALMIR DE LIMA PEREIRA, 2º DIRETOR DA ESCOLA BERNARDINO
Desembargador
do Tribunal de Justiça do Estado desde o dia 12/10/1978, Bacharel em
Direito formado pela Faculdade de Direito do Pará, turma de 1951. Foi
Pretor do Termo Único da Comarca de Alenquer, de 1/1952 a 4/1954,
exercendo interinamente, nessa época, durante 9 meses, o cargo de Juiz
de Direito. De abril a setembro de 1954, por remoção ocupou a Pretoria
do Termo Único da Comarca de Soure. Em seguida foi nomeado Promotor
Público da Comarca de Abaetetuba, onde permaneceu até 7/1966, quando,
por Ato Governamental de 20/6 do mesmo ano, foi nomeado Assistente
Judiciário Auxiliar Substituto, lotado na Assistência Judiciária do
Cível; através de Portaria do Procurador Geral do Estado, foi designado
para a Chefia da Assistência Judiciária do Cível, em 8/1967, durante as
férias do titular. Foi designado também, pelo Procurador Geral do
Estado, para responder pelo cargo de Curador Geral de Órfão Interditos e
Ausentes, Massas Falidas e Fundações, durante o impedimento do titular
efetivo.
Em
3/1968 foi promovido por antiguidade do cargo de Promotor Público do
Interior, lotado na Comarca de Abaetetuba, ao cargo de Assistente
Judiciário Auxiliar, vago com a aposentadoria de Raul Nery Baraúna. No
município de Abaetetuba, como promotor Público, foi candidato a Prefeito
Municipal nas eleições de 3/10 de 1958; Presidente da Liga Esportiva
Abaetetubense por 3 períodos; era Venerável Mestre da Loja Maçônica
"Saldanha Marinho", nº 25; Diretor do Ginásio Estadual "Prof. Bernardino
Pereira de Barros", de 11/1964 a 7/1966, e Prof. de História do Brasil e
História Geral desse Ginásio; sócio fundador da Sociedade Recreativa
"Assembléia Abaetetubense", Presidente da Sociedade esportiva "Venus
Atlético Club", por vários períodos eletivos. Possui o título de
cidadão, conferido pela Câmara Municipal, através da Lei nº 007
de15/4/1963.
Na
Capital do Estado, foi Assistente Judiciário Cível, 5º Promotor
Público, 1º Subprocurador Geral do Estado (1/4/1968 1 8/7/1971),
Procurador Geral do Estado, de 8/7/1971 a 12/10/1978, quando foi nomeado
Desembargador, na vaga destinada aos membros do Ministério Público do
Egrégio Tribunal de Justiça do Estado. Corregedor Geral da Justiça no
biênio 83/84. Eleito em 19/12/1984, Vice-Presidente do Tribunal de
Justiça do Estado para o biênio 85/86. Tendo exercido por vários
períodos a Presidência. Diretor da Escola Superior da Magistratura do
Pará e Professor de Direito Processual Penal e Deontologia Forense da
referida Escola. Foi membro do Conselho de Justiça da Federação de
Desportos (1967) e Presidente nesse Tribunal na Federação Paraense de
Futebol (1971). Título de Honra ao Mérito expedido pela Assembléia
Legislativa do Estado, por Decreto Legislativo nº 62/78, de 11/10/1978.
Sócio Honorário da Sociedade Brasileira de Direito Criminal, séde em São
Paulo, expedido em 5/11/1980. Fundador da Associação do Ministério
Público do Estado do Pará, com diploma expedido em 17/12/1981
Participante
do Curso Intensivo de Direito Processual Penal, em regime de extensão,
ministrado pelo Professor Doutor Rogério Lauria Tucci. Participante do
curso de extensão em Direito Econômico, ministrado pelo Professor Doutor
José Frederico Marques. Participante do curso de atualização em Direito
Processual Penal, ministrado pelos Professores Ada Pelegrini Grinover e
Antonio Carlos de Araujo Cintra. Prática Penal (Parte Geral), em 1986.
Prática Penal (Parte Especial) em 1978. Paticipante do I Seminário de
Direito Tributário, proferido pelo Professor Doutor Benjamim Moraes.
Participante do 1º Seminário Paraense de Medicina Legal. Admitido na
Ordem do Mérito Grão Pará, no gráu de "Comendador", conferido pelo
Decreto nº 10.850 de 28/9/1978. Medalha de Ouro, por conta dos bons
serviços de mais de 20 anos prestados à cusa pública, através do Ato
Governamental de 15/8/1973, com base no artigo 10 do decreto nº 4.169,
de 7/5/1963. Medalha Cultural D. Pedro I, concedida pelo Conselho
Estadual de Cultura em 27/12/1972. Medalha Mérito Legislativo Newton
Miranda, Medalha Comemorativa "Promulgação da Constituição do Estado do
Pará"; Diploma de Personalidade Jurídica do Ano, conferido pela
Associação dos Advogados Criminalistas do Estado do Pará. Certificado de
Honra ao Mérito pelos relevantes serviços prestados ao Conselhor
regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do Pará e Amapá. Medalha
do Mérito "Francisco Caldeira Castelo Branco", conferido pela
Prefeitura Municipal de Belém, Estado do Pará. membro da Banca
Examinadora dos Concursos para Professor Assistente de Direito
Administrativo e Direito Pprocessual Penal realizados no período de 1 a
13 e 23 a 26/5/1977. no Centro Sócio-Econômico realizado nos dias 16 a
20/5/1977 na Univerdidade Federal do Pará. Professor Assistente da
disciplina de Direito Processual Penal do Centro de Estudos Superiores
do Estado do Pará (CESEP). Membro da Banca Examinadora do Concurso para
Juiz de Direito relaizado pelo tribunal de Justiça em 1982.
Autor
da vários trabalhos jurídicos publicados em revistas especializadas e,
colaborador do Jornal "O Liberal" em matéria de Direito. Autor das
obras: Sinopse Jurídica, editada em 1980; Atos e Termos dos
Procedimentos Penais, em 1981; Recursos Criminais, em 1983; O Cotidiano
legal, em 1985; Prática Penal (I e II), 1986; A Prova no Processo Civil;
Achados na Lei.
Membro do Instituto dos Advogados do Pará.
Ciclo
de estudo na formação: Fez o curso primário no colégio "Curso Misto
Tenda da Infância", sob a direção da Professora Joana Feio de lemos
Maneschy. Curso Ginalsial no Colégio "Moderno". Curso Científico no
Colégio Estadual "Paes de Carvalho".
Nascido
em 20/3/1927, na cidade de Belém, filho de João Maria Pereira, já
falecido. Casado com a dona Maria de Nazaré Rodrigues Pereira, havendo
desse consércio: Thaís Helena e Thales Eduardo Rodrigues Pereira, Thamar
Denise (falecida e Thania Yeda.
Alguns dados do Ginásio Bernardino Pereira de Barros:
O
Prof. Ademir Rocha foi aluno do erudito e idealista Prof. Almir de Lima
Pereira, 2º diretor do ginásio e que lecionava História do Brasil e
Geral no então Ginásio "Prof. Bernardino Pereira de Barros", que
funcionava só no turno da noite no prédio do então Grupo Escolar "Prof.
Basílio de Carvalho" e só com duas turmas mistas e com luz elétrica
fornecida por um pequeno gerador de eletrecidade, devido as constantes
faltas de energia na cidade e luz só até às 9:00 horas da noite.
Dessa
turma, que foi a 1ª a concluir gráu em "Humanistas" saíram médicos (Dr.
Everaldo da Silva Araujo, Dr. Benedito Costa Maués, Dr. José Latino
Miranda, Dr. Zilocy Ferreira Santos); engenheiros (Raimundo de Jesus
GomesLima, Hilton José Araujo Carvalho); professores (Ademir Rocha,
Raimundo Maués Sena, Silvaney do Carmo Teixeira Dias), políticos
(Francisco Tiago Machado (comerciante e político, que foi o orador de
formatura), advogados, comerciantes e outras profissões.
O
1º diretor da Escola Bernardino foi o Juiz de Direito de Abaetetuba,
Dr. Antonio Lemos Maia Viana e professor de Francês (1962-1964) também
de inigualável sabedoria.
Outros primeiros diretores e professores da Escola Bernardino:
Dr. Raimundo Rodrigues da Costa
Dr. José Maria de Souza, médico diretor e pesquisar do Instituto Evandro Chagas em Belém;
Dra. Heralda Dalcinda de Souza Blanco, pretora no município de Abaetetuba;
Creuzo Moreira dos Santos, engenheiro agrônomo e funcionário do BASA, em Abaetetuba, professor de Matemática;
Maria da Conceição Nobre Coutinho, professora de Geografia;
Doralice Maria Pastana, professora de Artes;
Marilda Maués Loureiro, professora de Português;
Maria José Bahia Lobato, professora de Ciências;
George Ayres Borges. professor de Inglês e Matemática;
Vicente Francisco Braga Eloy, bacharel em direito, advogado em Abaetetuba, que foi o paraninfo de formatura da 1ª turma;
Francisco Leite Lopes, odontólogo e professor;
Demais alunos da 1ª turma formada "Humanistas" no Ginásio Bernardino:
Antonina Coutinho Lobato
Antonio Ferreira Cardoso, dono de farmácia em Abaetetuba;
Antenor Neves dos Santos, técnico em eletrônica;
Arlete Oliveira da Silva
Doralice Oliveira da Silva
Elzira Oliveira da Silva, funcionária do BASA e bacharel em Direito;
João Ferreira da Silva
José Raimundo Nery, empresário;
Maria Deolinda Machado, funcionária do TRT e advogada;
Maria Izabel da Silva Solano, empresária;
Manoel Bitencourt da Silva, funcionário do BASA;
Manoel Cardoso de Casto/Mestre Dé, vereador em Abaeté;
Miguel Rodrigues da Silva
Orlando Lopes Sereni
Pedro Décio Guerreiro Contente, empresário do ramo de farmácia;
Alguns dos primeiros funcionários do Ginásio Bernardino:
Francisco de Lima Baptista/Pombo
Cachimbinho
Maria José Carneiro, professora de Língua Portiguesa, Latim e secretária da escola;
Leonil Coutinho Lobato, secretária.
Aldalice Maués Chagas
Somente em 1966 é que o Ginásio Bernardino mudou para prédio próprio no atual endereço da Rua Magno de Araujo em Abaetetuba/Pa.
Outros diretores do já Colégio Bernardino Pereira de Barros:
Dr. Nilton Montes, engenheiro do DER, 4 meses de gestão em 1966;
Profa. Nilzete Silva Lobato, Licenciada Plena em História, diretora de 1966 a 1984;
Prof. Leonardo Negrão de Sousa, Licenciado Pleno em História, de 1984 a 1986;
Profa. Joserlina Maués, Pedagoga e Licenciada em Pedagia, diretora de 1987 a 1992;
Prof. Graça Maria da Silva Lopes, Licenciada Plena em Pedagogia, de 1993 a 1994;
Prof. Daniel Sena Lopes, Licenciado Pleno e Bacharel em Geografia, de 1995 a 1998;
Profa. Cleide de Nazaré Silva Santos, licenciada em Pedagogia, de 1999 a 2010;
Profa. Maria de Jesus André Rocha, licenciada e bacharela em História, assumiu em 2010.
Estão faltando alguns nomes que serão acrescentados numa futura postagem revisada.
Prof. Ademir Rocha, de Abaetetuba/Pa, em 15/11/2010.
ESCOLAS DE ABAETETUBA: ESCOLA BERNARDINO PEREIRA DE BARROS
JUBILEU DE OURO DE FUNDAÇAO DA ESCOLA BERNARDINO PEREIRA DE BARROS-18/3/1962 A 18/3/2012

Grupo Basílio de Carvalho, onde o então Ginásio Bernardino
iniciou suas atividades em 1962, com duas
turmas e somente no período noturno
Fonte: bernardinopereiradebarros.blogspot.com.br e Blog do Prof. Ademir Rocha
Organização Atual da Escola:
ADMINISTRAÇÃO DA ESCOLA:
DIRETORIA:
1diretor e 3 vice-diretores, por ser escola com quantidade de alunos
acima da cota de direção estabelecida pelo sistema de ensino da SEDUC/PA
COORDENAÇÃO, ainda carente de técnicos, pela dimensão atual do ensino da escola
SECRETARIA, que atende ao ensino regular e ao sistema SOME e carente de pessoal no atendimento externo e interno
LABORATÓRIOS,
todos dotados de boa infraestrutura, aparelhos e demais utensílios e
funcionando, com aproveitamento máximo e professores compententes
ocupando esses espaços
Câmeras de segurança da Escola Bernardino em ação
DISCIPLINAS
DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO, hoje ocupado por professores devidamente
licenciados plenos em suas especialidades e alguns com cursos de
mestrado e doutorados, muito diferente dos primeiros tempos da escola.
Esses professores atendem ás seguintes disciplinas, cujos conteúdos
ainda não foram devidamente adaptados para a realidade amazônica, tendo
que importar livros do Sul e Sudeste do país em conteúdo totalmente fora
dos contextos esperados para o processo ensino/aprendizado das
realidades regionais do Pará e na exclusão de autores paraenses
gabaritados na educação.
ENSINO FUNDAMENTAL:
Língua Portuguesa
Matemática
CFB
História
Geografia
Inglês
Educação Artística
Ensino Religioso
Estudos Amazônicos
ENSINO MÉDIO:
Matemática
Física
Química
Biologia
História
Geografia
Língua Portuguesa e Literatura
Língua Portuguesa II
Língua Estrangeira: Inglês e Espanhol
Sociologia
Filosofia
EDUCAÇÃO FÍSICA:
Que
graças à construção da nova Quadra de Esportes coberta e após quase 50
anos de vida da escola, hoje pode atender aos esportes, encontros
culturais, atividades festivas e outros grandes eventos da escola e da
comunidade abaetetubense.
Esportes Mais Praticados
Basquete
Futebol
Futsal
Handebol
Voleibol
ALUNADO DA ESCOLA BERNARDINO:
Placa comemorativa da reforma da Escola Bernardino
Que
atualmente são 4.225 alunos, que atinge os do Ensino Regular, num total
de de 1.120 alunos que estudam no próprio prédio da escola e 3.105
alunos das escolas anexas do Sistema Modular de Ensino/SOME, que são
escolas da rede estadual e municipal espalhadas pelas localidades
ribeirinhas e das estradas e ramais do Município, com o Ensino
Fundamental e Médio e com mais de 200 professores também licenciados
plenos em sua disciplinas e com regime escolar diferenciado do Ensino
Regular, onde as disciplinas envolvem o sistema de módulos mensais por
disciplinas, com revezamento dos professores em cada escola do sistema.
Esse sistema deveria obedecer a uma parceria /convênio entre as
prefeituras e a SEDUC/PA-Secretaria Executiva de Educação do Pará, que é
uma modalidade de ensino praticado em todo o Estado, devido dimensão
continental do mesmo e pela grande quantidade de comunidades rurais,
ribeirinhas, indígenas e quilombolas espalhadas por todo o Estado, cujas
populações infantil, juvenil e mesmo adulta, não tem condições de
frequentar as escolas do Ensino Regular situadas nas cidades-sedes dos
municípios. Por sinal que esse modelo de ensino já vem sendo copiado em
outras regiões do país, pelo sucesso como se processa no Estado do Pará,
com os senões típicos da educação em geral do país, devido às injunções
político-partidárias e má administração dos recursos públicos
destinados à educação no país.
ELEIÇÃO DE DIRETORIA:
Interior da escola
A eleição de direção para as escolas é a melhor forma para a escolhas de gestores para uma escola e também a forma mais democrática. Se a comunidade escolar fizer uma má escolha, o fato se refletirá em má gestão. Se for indicação por questões político-partidárias, pior ainda para as escolas, pois esses gestores não tem compromisso com a educação e sim com seus partidos políticos e correntes partidárias.
A Escola Bernardino sempre foi feliz nas eleições de direção ali realizadas a partir de um determinado tempo em que se instituiu o regime de eleições de direção nas escolas do Estado e do Município. A última eleição foi um primor no uso da democracia na eleição da última Diretoria, com a mobilização da comunidade escolar e do uso dos meios eletrônicos, monitorados pelo importante órgão NTE-Núcleo Tecnológico de Educação, que atende os municípios da 3ª Unidade Regional de educação ou 3ª URE, usando os mesmo meios eletrônicos da justiça eleitoral do país e à prova das comuns fraudes eleitorais do país. A eleição para escolha da nova diretoria ocorreu tranquilamente tanto nas instalações da escola como nos anexos localizados nas regiões das ilhas. O sistema de votação todo informatizado garantiu o voto eletrônico que acelerou o processo e a apuração do resultado. A chapa 01 da candidata Jesus Rocha foi a grande vencedora com 2.276 votos. Agradecemos o apoio dos professores Jô Helder e Ângelo Góes representantes do NTE e pela ajuda da justiça eleitoral do Município, com o empréstimo das urnas eletrônicas e orientações de processos eleitorais.
Mensagem da Escola Bernardino em Seu Blog, Pelo Jubileu de Ouro de Fundação da Escola:
Segunda-feira, 26 de março de 2012
18/3/1962 a 18/3/2012
50 ANOS DA ESCOLA BERNARDINO
Contribuição do Blog do Prof. Ademir Rocha no Jubileu de Ouro de Fundação da Escola Bernardino
A história da Escola Bernardino Pereira de Barros foi vivenciada pelo autor do Blog do Prof. Ademir Rocha, desde o seu início e de várias formas.
Em 1962 Ademir Rocha entrou como aluno da 1ª turma do então “Ginásio Bernardino Pereira de Barros”, quando a escola iniciou funcionando no turno da noite no então Grupo Escolar “Professor Basílio de Carvalho” e o 1º diretor da escola era o Juiz de Direito da comarca do município de Abaetetuba, Dr. Antonio Lemos Maia Viana e a escola tinha uma secretária e dois funcionários de apoio, os professores eram funcionários das repartições públicas e privadas, profissionais liberais, professores leigos e duas professoras normalistas (nesse tempo não existiam professores licenciados plenos no município), o então prefeito era o Sr. João Luiz dos Reis (1959-1963) e a luz elétrica na cidade era precária como o texto cita. Porém o ensino/aprendizagem era de alto nível com as disciplinas do chamado conhecimentos das humanidades, daí as turmas formadas nos primeiros tempos serem chamadas de “turmas de humanistas”.
Ademir Rocha deu continuidade aos seus estudos na capital, Belém/Pa, tendo se formado à nível de 2º Grau no Curso Técnico de Contabilidade e quando veio dar um passeio na sua cidade natal, foi convidado pela 4ª diretora da escola, professora Nilzete Silva Lobato (que passou 18 anos no cargo) para substituir o professor Araram, da disciplina Ciências, que tinha sido transferido pelo banco em que trabalhava. Assim o Prof. Ademir iniciou o 2º aspecto de sua vivência com a Escola Bernardino, agora como professor e tendo que abandonar sua recente atividade de contador em escritórios de contabilidade da Capital.
Nesse tempo, década de 1970, Abaetetuba ainda era muito carente de professores licenciados plenos e, nos períodos de férias, junto com outros professores de Abaetetuba, o já Prof. Ademir foi realizar os seus estudos superiores no chamado Curso Polivalente em Ciências, que a UFPA mantinha no Polo Universitário de Bragança/P, em várias áreas do ensino. Desse modo, o Prof. Ademir lecionou várias disciplinas na Escola Bernardino e demais escolas da cidade, como Ciências, Técnicas Bancárias, Matemática, Química, Biologia, mesmo porque, até os anos de 1980, os professores licenciados plenos eram ainda raros no município. Com a necessidade de formação específica na licenciatura plena já exigida com as reformas da educação, Ademir Rocha se transferiu novamente para a Capital, para dar prosseguimento nos estudos no curso superior de Licenciatura em Biologia e, como professor dos quadros dos então órgãos FEP-Fundação Educacional do Pará e SEDUC-Secretaria Estadual de Educação, foi também transferido como professor para lecionar nas escolas da Capital. Como consequência dos Estudos na Licenciatura em Biologia, o Prof. Ademir teve que fazer as disciplinas de Matemática, Física, Química, estudando junto com os alunos desses cursos e, com isso, obteve um 3º diploma de Professor Licenciado Curto em Ciências, que correspondia ao antigo Curso de Licenciatura Polivalente. Nos anos finais da década de 1970, o Prof. Ademir Rocha voltou para lecionar Biologia na Escola Bernardino e acabou também assumindo as disciplinas Matemática e Química nessa escola e outras, ainda carentes de professores licenciados nessas disciplinas e também se envolveu no recém instalado Conselho Escolar da Escolar Bernardino, dando sua contribuição de Contador nessa difícil função de membro-diretor (Presidente e também Tesoureiro) que não é nem um pouquinho valorizada pelas autoridades competentes da Educação, função que exige dos mesmos muito tempo de trabalhos, empenhos nas compras dos materiais, fiscalização dos serviços, zêlo pelas coisas públicas e boa gestão dos parcos recursos da Educação. Por sinal que os membros dos conselhos escolares da Escola Bernardino, especialmente do último Conselho Escolar, na pessoa de seu competente presidente Manoel Raimundo de Araújo Bitencourt, tesoureiro Elias de Araújo Aracati, demais membros do Conselho, junto com a Direção Escolar, que vem fazendo uso exemplar, justo e competente dos recursos do Conselho, Verba Rotatória e verbas de projetos como, Projeto PDDE-Dinheiro Direto nas Escolas, Projeto Mais Educação e Projeto Escola Acessível e verbas de projetos da própria escola, verbas de premiações em Feiras Escolares, que atendem a todos os segmentos escolares e, principalmente, o segmento do alunado e professorado, que são verbas federais ou estaduais, que estão sendo empregadas com muita propriedade na aquisição de equipamentos, materiais, reformas e melhorias de espaços da Escola e repartindo exemplarmente os recursos com as escolas anexas do Sistema Modular de Ensino, em emprego de verbas sem nenhum resquício de desvios ou má aplicação dessas necessárias e preciosas verbas para a educação.
Outro aspecto a considerar da história-memória da Escola Bernardino é o do seu prédio próprio, que só se tornou realidade em 1966 quando o então Governador Alacid da Silva Nunes (31/1/1966 a 15/3/1971) entregou o prédio da escola, naquele estilo básico das escolas desse tempo, que consistia de 9 salas de aulas, o acanhado espaço do setor administrativo que abrigava também a sala da secretaria e o espaço do salão onde ficava a sala de cozinha da merenda escolar, bem perto dos sanitários dos alunos, porém em amplo salão desprovido de paredes e climatização e por quase 50 anos e o espaço em que os próprios professores e alunos construíram, com muitos sacrifícios, uma precária quadra de esportes e sem cobertura, que funcionou por mais de 45 anos, servindo às várias gerações de alunos. A escola, desde sua fundação em 1966 e até os anos de 1990, não sofreu nenhuma reforma significativa e os espaços se tornaram acanhados para as exigências dos padrões de modernidade que as leis do ensino preconizavam e que a informatização da educação exigia e a escola, até esses anos de 1990, se encontrava em verdadeiro estado de sucateamento predial, de equipamentos, maquinários, móveis, quadros-negros, carteiras, cadeiras e demais utensílios, sem contar o martírio das infiltrações de água pelas paredes do prédio, das goteiras no teto da Escola e do calor infernal das salas de aulas e demais setores, servidos por ventiladores de tetos de mais de 15 anos de uso, que começaram a cair dos tetos, só não fazendo vítimas fatais devido à Proteção Divina e dos espíritos dos bons diretores, professores e alunos já falecidos e que deviam proteger a comunidade escolar dos casos fatais que nunca aconteceram, pelo sucateamento da Escola.
Cada diretor da Escola deu a sua grande parcela de colaboração no engrandecimento da mesma, ajudando a formar grandes nomes que se envolveram nas questões sociais, políticas e nas atividades escolhidas para desempenho de suas atividades profissionais, o mesmo se pode dizer de abnegados professores e funcionários que passaram pela Escola, desde a sua fundação em 1962 (Como sugestão do Memorialista, Prof. Ademir Rocha, bem que a Escola poderia fazer um alentado resgate da contribuição dessas pessoas na história-memória dessa instituição de ensino, atualmente completando seus 50 anos de atividades). Foi a partir das ações da já saudosa e muito amada diretora Cleide de Nazaré Silva Santos, nos anos de 1990, junto com o atuante Conselho Escolar de sua época, que a Escola Bernardino começou a tomar novos rumos de administração, no que diz respeito a conscientização dos alunos, funcionários, professores e demais segmentos da comunidade escolar a respeito dos direitos da Escola Bernardino de possuir condições dignas de uma Escola já tradicional no município de Abaetetuba, com instalações que fizesse justiça à boa fama que a Escola gozava à nível Municipal e até regional, e com suas firmes atuações frente às autoridades educacionais e partindo para uma reforma completa da Escola e não os tradicionais “consertos”, onde se buscou os meios para a dita reforma, que veio com vultosa verba específica do então Projeto Alvorada, fato que não se concretizou devido as comuns injunções político-partidárias. Nem por isso a direção, o conselho escolar e comunidade escolar se acomodaram e partiram em busca da tão sonhada reforma, que finalmente aconteceu com a assunção da competente professora abaetetubense, Ana Lúcia dos Santos Lima, que buscou junto às verbas da educação do Pará e verbas resgatadas do então Projeto Alvorada, quando aconteceu, na gestão da última direção da Professora Jesus Rocha, com ajuda marcante do último Conselho Escolar e de toda a comunidade escolar, a reforma que transformou totalmente e para melhor o acanhado prédio construído em 1966.
A ajuda decisiva da professora Ana Lúcia dos Santos Lima, já trabalhando como admirável técnica na SEDUC, em Belém/Pa, que por sua competência profissional, foi galgando cargos mais elevados na Secretaria de Educação, culminando com sua chegada ao posto de Secretária de Ensino e Secretária de Educação, quando finalmente foram iniciadas as esperadas obras de reforma, com ampliações de espaços, construções de outros (como a sonhada Quadra de Esportes coberta, o Auditório para 200 pessoas, as salas Multifuncionais e de Laboratórios, o Salão de recreio e merenda escolar, o estacionamento para motos e bicicletas, a moderna Biblioteca), e a informatização e climatização geral da escola, inclusive com o sistema de vigilância informatizada com câmeras e sistema computadorizado de vigilância. Foram centenas de viagens de idas-vindas no trajeto Abaetetuba-Belém-Abaetetuba, onde a Professora Jesus ou o Professor Manoel Bitencourt, usavam seus carros de famílias e pagando carretos e gasolina com dinheiro dos próprios bolsos e que nós todos temos somente é que agradecer por admiráveis esforços e atos altruísticos em favor da educação em Abaetetuba.
No quesito relacionamento entre os segmentos escolares, a luta foi e continua também intensa, tentando implantar o sistema de “tratar todos como nós próprios gostaríamos de ser tratados”, com dignidade, urbanidade, amor e serviços, não olhando sequer as orientações políticas contrárias, inclusive com a conscientização do segmento dos pais, professores e comunidade escolar e vizinha, e em seguidos encontros de formação e interação com esses segmentos escolares e que atualmente já vem rendendo ótimos resultados à nível de relacionamentos sociáveis e sem as constantes atitudes agressivas e vândalas do passado.
Todo esse esforço em busca de uma educação de qualidade dos alunos já vem também rendendo significativos avanços na questão das aprendizagens e das avaliações à nível federal em questões de ensino. Galgando a escola alguns degraus nesses índices de avaliações e também com o ingresso de uma maior parcela dos alunos em cursos universitários das instituições públicas, particulares e cursos técnicos tão necessários para os novos tempos de industrialização do Estado do Pará e Brasil.
E a construção dos verdadeiros valores do homem que vêm sendo incutidos nos alunos e nos demais segmentos escolares, onde alunos, professores, funcionários vem recebendo reforço pela valorização e responsabilidade de todos frente às suas responsabilidades na Escola, em meio à sociedade e nas diversas funções que ocupam nas questões sociais, políticas e construção de uma sociedade mais justa e fraterna.
Professor em ação com alunos na Sala de Informática
O SOME-Sistema Modular de Ensino em Abaetetuba, chegou na Escola Bernardino em situação precária de desorganização, por falta de um bom gerenciamento e planejamento de suas atividades e pela falta de apoios das autoridades municipais e estaduais. Seus alunos e professores não eram valorizados e nem sequer eram olhados como verdadeiros alunos ou verdadeiros professores, e que talvez fizessem parte, na cabeça de muitas pessoas, como “quebra-galhos” de um sistema de ensino falido e sem esperanças. De fato, a documentação dos alunos e professores que chegaram à Escola Bernardino estava totalmente fora das realidades de um verdadeiro sistema de ensino e a Escola Bernardino, através de suas duas últimas direções, estabeleceram um plano de regularização desse sistema, que levou meses para que toda a papelada pudesse ser devidamente organizada e a situação regularizada e se iniciou também um plano de valorização dos professores do sistema. No início, os professores do SOME se sentiam como se não fizessem parte da comunidade da Escola Bernardino e assim, foi criado um posto de vice-direção, para atender aos pleitos e necessidades do pessoal do SOME e tudo começou a funcionar dentro da normalidade e dos parâmetros da qualidade de ensino aplicada aos alunos e professores da Escola-Sede. Isso, agora, com as inevitáveis injunções político-partidárias, vem sendo colocado em 2º plano e os próprios alunos atendidos nas suas escolas anexas das Ilhas e Estradas de Abaetetuba, pela desorganização que essas interferências vêm causando nessas escolas, estão acorrendo em massa para matrícula na Escola-Sede, ocasionando a não formação de turmas nessas localidades e, em consequência, deixando os professores desse sistema sem carga-horária suficiente para atender suas necessidades de ordem financeira.
Vide algumas imagens que retratam situações passadas e presentes da Memória-História dos 50 anos da Escola Bernardino Pereira de Barros, completados no dia 18/3/2012.
Frente da Escola Bernardino
O atual prédio da Escola Bernardino que conta com salas climastizadas, quadra de esportes, sistema de internet, câmeras de segurança, auditório para mais de 200 pessoas e outras adequações que foram conquistas da atual equipe gestora, equipe de coordenação e um atuante Conselho Escoilar que tornaram a escola uma das melhores da cidade.
Blog do Prof. Ademir Rocha, de Abaetetuba/Pa
EBPB-ESCOLA BERNARDINO PEREIRA DE BARROS
Escola Bernardino, atuando como uma
verdadeira fonte de conhecimentos e
formação
PARABÉNS À ESCOLA ESTADUAL BENERDINO PEREIRA DE BARROS QUE NA 2ª FEIRA, DIA 18/03/2013, COMPLETARÁ OS SEUS 51 ANOS DE ATIVIDADES EM ABAETETUBA!
verdadeira fonte de conhecimentos e
formação
PARABÉNS À ESCOLA ESTADUAL BENERDINO PEREIRA DE BARROS QUE NA 2ª FEIRA, DIA 18/03/2013, COMPLETARÁ OS SEUS 51 ANOS DE ATIVIDADES EM ABAETETUBA!
Segundo uma rápida entrevista que tivemos com a atual diretora da Escola
Bernardino Pereira de Barros, Professora Maria de Jesus André Rocha, que
apresentou os seguintes dados atuais da Escola Bernardino: quanto ao prédio,
infraestrutura escolar, convênios, corpo funcional, corpo docente e discente.
A Escola Bernardino funciona com o ensino básico do Fundamental e Médio e modalidades de
ensino com aproximadamente 4.800 alunos, na seguinte disposição:
·
Ensino
Fundamental, do 6º ao 9º ano
·
Ensino
Médio, do 1º ao 3º ano
·
O
Ensino Para Jovens e Adultos (EJA), que é uma modalidade de ensino com duração
de tempo menor que o ensino regular.
·
O
Sistema Organizacional Modular de Ensino (SOME), que abrange o Ensino
Fundamental e o Ensino Médio, realizados em 21 localidades das chamadas Zona
das Estradas e Zona das Ilhas, em estudos feitos através dos chamados “módulos”
que são aplicados nessas regiões do interior do município de Abaetetuba,
obedecendo determinadas particularidades dessas regiões. As escolas em que esse
tipo de ensino existe são chamadas de “Escolas Anexas” à Escola Bernardino
Pereira de Barros, situada na sede do município de Abaetetuba, sendo entendida
como “Escola-Séde” do Sistema Modular de Ensino.
O SOME atua nas escolas das zonas Ribeirinha
e das Estradas de Abaetetuba
A professora Jesus Rocha, como é chamada no âmbito da Escola-Sede e das
demais escolas anexas, elencou a atual situação da Escola Bernardino, que já
atravessou situações críticas de funcionamento e falta de infraestrutura
escolar, devido à precariedade do prédio e falta dos mínimos materiais e
recursos de ensino, conforme alguns dados mais abaixo deste elenco de
melhoramentos abaixo obtidos pela árdua luta da atual gestão, Conselho Escolar
e demais segmentos da Comunidade Escolar.
MELHORAMENTOS
A Escola Bernardino
está devidamente aparelhada com as seguintes estruturas e parcerias:
Laboratórios:
Sala de Informática da
Escola Bernardino
·
Laboratório
Multidisciplinar
·
Projeto
Sala Multifuncional- Escola Acessível, para
atendimento da chamada Educação Especial de adolescentes, jovens e adultos ditos “especiais”, isto é,
portadores de algumas necessidades especiais.
·
Laboratório
de Informática devidamente equipado
·
Biblioteca
com acervo atualizado e catalogado e dotado dos equipamentos necessários
·
Sala
para o Projeto “Mais Educação”, do Governo Federal em convênio com o Governo
Estadual (SEDUC-PA).
·
10
salas de aulas
·
Auditório
para 200 pessoas, devidamente climatizado equipado com mesas e cadeiras para
encontros, reuniões, estudos e outros eventos da Escola, da Comunidade Escolar
e do Município de Abaetetuba.
Prédio da Escola Bernardino devidamente
reformado e ampliado em suas dependências
com espaços diversos á disposição dos alunos
e demais segmentos escolares
·
Bloco
Administrativo
1.
Secretaria
2.
Sala de
Reuniões
3.
Sala
dos professores
4.
Sala de
Coordenação Escolar (4 coordenadores)
5.
Sala de
Direção , devidamente equipada
6.
Sala de
Vice-direção, para as duas vice-diretoras dos turnos e para a Coordenação do
Projeto SOME.
7.
Espaço
de arquivos escolares
A antiga e descoberta quadra de esportes
deu lugar a outra, onde os alunos e demais
segmentos da Escola praticam várias modalidades
de esportes e que serve para grandes eventos
escolares
·
Salão
de recreio dos alunos e refeitório .
·
Cantina
e deposito de merenda
·
Quadra
de esportes devidamente coberta e
acessível para uso dos grandes eventos da Escola, dos alunos, professores e
comunidade.
·
Bicicletário,
para estacionamento das centenas de bicicletas motos de alunos, professores e
funcionários da escola.
·
Câmera
de vigilância e segurança nos 3 turnos de aulas
Escola totalmente informatizada em todos os seus ambientes, com vários
recursos de multimídia. Internet, acessível em vários ambientes,
auditório, direção, vice-direção, secretaria escolar, coordenação
escolar, sala dos professores, Biblioteca, laboratórios com uso do projeto “Navega Pará” do governo
estadual.
Colegiado:
Conselho Escolar atuante na gestão e resolução dos problemas escolares,
com eleição dos membros do Conselho. Atual coordenador do Conselho,Professor Luiz
Nazareno Nery Félix
Recursos Humanos:
·
Professores
devidamente licenciados:
1.
46 do
ensino regular e EJA
2.
127 do
Projeto SOME, que se deslocam para as localidades em veículos apropriados
·
14
Assistentes administrativos, sob a
coordenação da Secretária Maria do Carmo Carvalho Dias.
·
12 funcionários
de apoio
·
1
diretor
·
2
vices-diretores
·
4
coodenadores pedagógicos
·
2
funcionários terceirizados (porteiros)
Projetos e
Parcerias:
·
PDE: Projeto
PDE-Plano do Desenvolvimento da Educação, do Governo Federal, “O Rio Não Está
Para Peixe”, este para a Zona das Ilhas de Abaetetuba, Projeto SOME, Banda
Fanfarra, para uso nos eventos escolares e uso nas aulas de Artes
·
Com a
UFPA, no Projeto PIBID, á qual fornece 11 alunos-bolsistas para práticas de
apoio pedagógico e apoio a docência ministrando oficinas nos espaços da Escola.
Parceria entre a Escola Bernardino e o SEBRAE
já rendeu premiação à nivel nacional para os
alunos participantes
·
Com o
SEBRAE/PA-Abaetetuba, projeto Micro-empreendedorismo
·
Projeto
“Mais Educação”, do Governo Federal em convênio com o Governo Estadual
(SEDUC/PA).
·
Projeto
“Jovens do Fururo”, do Governo Federal em convênio com o Governo Estadual
(SEDUC-PA).
Gestão Democrática e Participativa, com a realização de eleição feita
pela Comunidade Escolar para a direção Escolar e do Conselho Escolar, pelo voto
direto dos segmentos escolares e com a participação desses segmentos,
especialmente o Conselho Escolar, equipe gestora e coordenadora, professores,
pais e alunos nos assuntos que dizem respeito à Escola.
Ingresso em Cursos Superiores, saindo do estado sofrível para
“satisfatório” nos últimos anos, em escolas como UFPA, UEPA UNAMA, IFPA entre
outros, tanto para os alunos do curso
regular como para os do Projeto SOME.
A situação atual, segundo a diretora Maria de Jesus André Rocha, foi
conseguida após longa e combativa luta dos segmentos escolares, especialmente
da equipe gestora e do Conselho Escolar da Escola Bernardino e, se não atende
100º as necessidades atuais da comunidade escolar, especialmente do alunado,
tanto da escola-sede quanto das escolas anexas do Projeto SOME, outros embates
virão para se dotar a Escola Bernardino, em seu conjunto, com mais avanços,
contando para isso com todos os segmentos escolares e no caso das escolas
anexas das Ilhas e Estradas, com a participação da Comunidade de cada
localidade.
Com os sensíveis melhoramentos na Escola Bernardino algumas situações estão acontecendo que chamam a atenção da equipe gestora e demais segmentos da Escola, que estão analisando a grande procura de estudantes da sede do município, como das zonas das Ilhas e Estradas, pelas seguintes situações: a sensível diminuição da violência no âmbito da Escola e seus arredores; suporte que a Escola dispensa aos alunos com encontros de formação de alunos, pais, professores; parcerias com o Conselho Tutelar nos casos de indisciplina e com a efetiva atuação na recuperação do aluno e com a participação dos pais na vida de seus filhos; participação da equipe gestora e coordenadora nos 3 turnos de aulas; atuação da comunidade escolar nas ações de preservação do prédio e dos demais recursos educacionais, e como exemplo dessa atuação a pintura das salas em forma de mutirão entre pais, professores, conselho escolar, alunos e com avisos dessas ações junto ao Conselho Tutelar, incentivando a todos, especialmente o alunado, na preservação do bem público.
A equipe gestora da Escola Bernardino atua
democraticamente com os demais segmentos
escolares
UM POUCO DA HISTÓRIA DA ESCOLA BERNARDINO:
COMO SURGIU A ESCOLA
Na decáda de 50 já existia o Instituto Nossa Senhora dos Anjos, INSA, escola católica das irmãs capuchinhas, mas que atendia apenas jovens do sexo feminino que concluíram o antigo Curso Primário. Para jovens do sexo masculino que quisessem dar continuidade aos seus estudos no Curso Ginasial a alternativa era o deslocamento para a capital do Estado, Bélem. Mas, nem todos os jovens tinham condições de arcar com os custos do estudo em Belém, a não ser alguns jovens de famílias "remediadas", como se dizia à época. Muitos jovens não puderam dar continuidade a seus estudos e ficaram por aqui mesmo. A cada ano que passava, o Grupo Escolar Prof° Basílio de Carvalho formava mais jovens que ficavam apenas no curso primário, por falta de escolas no município com o curso ginasial. Até mesmo as jovens ficavam sem a continuidade de seus estudos, porque as vagas do INSA eram limitadas e ainda não existia uma cultura forte de incentivo aos estudos em Abaetetuba.
Nesse contexto é que começou a surgir a idéia de se implantar na cidade uma escola que viesse atender aos anseios dos jovens que quisessem dar continuidade aos estudos. Algumas pessoas começaram a se movimentar nesse sentido, incluindo algumas autoridades e alguns jovens mais esclarecidos. Entre as autoridades destacamos: Juiz de direito e Promotor de Justiça. Entre os jovens destacamos: Francisco de Lima Batista, Adevaldo da Paixão Rocha, Anastácio Coutinho e outros, que foram importantes nas lutas em favor da implantação de uma escola ginasial em Abaetetuba. Vale lembrar que o município era muito pobre em recursos e também o Estado, e as dificuldades eram enormes, até mesmo para se implantar escola primárias, que eram raras à época.
Mas a pressão continuou e num auspicioso dia do mês de março do ano de 1962, aconteceu o concurso de "admissão" ao ginásio e nesse mesmo ano, iniciaram os estudos da primeira turma do então Ginásio Estadual "Prof° bernardino Pereira de Barros" , que começou a funcionar precariamente no prédio do Grupo Escolar "Prof° Basílio de Carvalho" , no turno da noite, apesar da precariedade do sistema de iluminação elétrica da cidade, que obrigou as autoridades a improvisar um pequeno gerador de eletricidade que possibilitava aos alunos estudarem à noite.
O NOME BERNARDINO
COMO SURGIU A ESCOLA
Na decáda de 50 já existia o Instituto Nossa Senhora dos Anjos, INSA, escola católica das irmãs capuchinhas, mas que atendia apenas jovens do sexo feminino que concluíram o antigo Curso Primário. Para jovens do sexo masculino que quisessem dar continuidade aos seus estudos no Curso Ginasial a alternativa era o deslocamento para a capital do Estado, Bélem. Mas, nem todos os jovens tinham condições de arcar com os custos do estudo em Belém, a não ser alguns jovens de famílias "remediadas", como se dizia à época. Muitos jovens não puderam dar continuidade a seus estudos e ficaram por aqui mesmo. A cada ano que passava, o Grupo Escolar Prof° Basílio de Carvalho formava mais jovens que ficavam apenas no curso primário, por falta de escolas no município com o curso ginasial. Até mesmo as jovens ficavam sem a continuidade de seus estudos, porque as vagas do INSA eram limitadas e ainda não existia uma cultura forte de incentivo aos estudos em Abaetetuba.
Nesse contexto é que começou a surgir a idéia de se implantar na cidade uma escola que viesse atender aos anseios dos jovens que quisessem dar continuidade aos estudos. Algumas pessoas começaram a se movimentar nesse sentido, incluindo algumas autoridades e alguns jovens mais esclarecidos. Entre as autoridades destacamos: Juiz de direito e Promotor de Justiça. Entre os jovens destacamos: Francisco de Lima Batista, Adevaldo da Paixão Rocha, Anastácio Coutinho e outros, que foram importantes nas lutas em favor da implantação de uma escola ginasial em Abaetetuba. Vale lembrar que o município era muito pobre em recursos e também o Estado, e as dificuldades eram enormes, até mesmo para se implantar escola primárias, que eram raras à época.
Mas a pressão continuou e num auspicioso dia do mês de março do ano de 1962, aconteceu o concurso de "admissão" ao ginásio e nesse mesmo ano, iniciaram os estudos da primeira turma do então Ginásio Estadual "Prof° bernardino Pereira de Barros" , que começou a funcionar precariamente no prédio do Grupo Escolar "Prof° Basílio de Carvalho" , no turno da noite, apesar da precariedade do sistema de iluminação elétrica da cidade, que obrigou as autoridades a improvisar um pequeno gerador de eletricidade que possibilitava aos alunos estudarem à noite.
O NOME BERNARDINO
Prof° Bernardino
Pereira de Barros, que
dá nome à Escola
Como existia escola com o nome do famoso Professor Basílio de Carvalho, recorreu-se a um outro seu contemporâneo para dar nome à nova escola que surgiu, despontando o nome de outro educador para denominar a nova escola: Ginásio Estadual Prof° Bernardino Pereira de Barros. Basílio de Carvalho era um educador famoso, não só pela sua profissão, como também por outras qualidades, como a de poeta, exímio recitador de poesias nos eventos cívicos e sociais da pequena cidade. O Professor Bernardino era menos famoso, mas igualmente 'normalista', forma de como esses professores eram conhecidos pelo Curso Normal que possuiam. O Professor Bernardino, como era comum à época, possuía outras funções, atividades e títulos, dentro da sociedade. Em muitos escritos antigos era chamado de Capitão Bernardino Pereira de Barros, ou por pentencer ou por ter comprado o título de capitão da famosa Guarda Nacional. Também era músico e tocava na antiga banda musical "Henrique Gurjão". O dia de seu aniversário, aliás, muito festejado pela sociedade, como o do professor Basílio de Carvalho, era 20 de maio. A família Pereira de Barros possuía muitos membros e estavam presentes na nata da sociedade abaetetubense.
OS EX-DIRETORES E ALGUNS ANTIGOS PROFESSORES DA ATUAL ESCOLA BERNARDINO PEREIRA DE BARROS E ALGUNS ANTIGOS PROFESSORES:
Ex-Diretores da Escola Bernardino Pereira de Barros:
· 1º Diretor: Juiz de Direito Antonio Lemos Maia Viana (1962-1964)
· 2º Diretor: Dr. Almir de Lima Pereira
Outros diretores do já Colégio Bernardino Pereira de Barros (CBPB)
· Dr. Nilton Montes, engenheiro do DER, 4 meses de gestão em 1966
· Profa. Nilzete Silva Lobato, Licenciada Plena em História, diretora de 1966 a 1984
· Prof. Leonardo Negrão de Sousa, Licenciado Pleno em História, de 1984 a 1986
· Profa. Joserlina Maués, Licenciada em Pedagogia, diretora de 1987 a 1992;
· Prof. Graça Maria da Silva Lopes, Licenciada em Pedagogia, de 1993 a 1994
· Prof. Daniel Sena Lopes, Licenciado Pleno e Bacharel em Geografia, de 1995 a 1998
· Profa. Cleide de Nazaré Silva Santos, Licenciada em Pedagogia, de 1999 a 2010
· Profa. Maria de Jesus André Rocha, licenciada e bacharela em História, assumiu em 2010.
Alguns Antigos Professores da Escola Bernardino:
· Dr. Raimundo Rodrigues da Costa
· Dr. José Maria de Souza, médico, diretor e pesquisador do Instituto Evandro Chagas em Belém
· Dra. Heralda Dalcinda de Souza Blanco, pretora no município de Abaetetuba;
. Creuzo Moreira dos Santos, engenheiro agrônomo e funcionário do BASA, em Abaetetuba, professor de Matemática
· Maria da Conceição Nobre Coutinho, professora de Geografia
· Doralice Maria Pastana, professora de Artes
· Marilda Maués Loureiro, professora de Português
· Maria José Bahia Lobato, professora de Ciências
· George Ayres Borges. professor de Inglês e Matemática
· Vicente Francisco Braga Eloy, bacharel em direito, advogado em Abaetetuba, que foi o paraninfo de formatura da 1ª turma
· Francisco Leite Lopes, odontólogo e professor

Dr. Almir de Lima Pereira, 2º diretor da Escola Bernardino, acima
Foi Desembargador do Tribunal de Justiça do Estado desde o dia 12/10/1978, Bacharel em Direito formado pela Faculdade de Direito do Pará, turma de 1951. Foi Pretor do Termo Único da Comarca de Alenquer, de 1/1952 a 4/1954, exercendo interinamente, nessa época, durante 9 meses, o cargo de Juiz de Direito. De abril a setembro de 1954, por remoção ocupou a Pretoria do Termo Único da Comarca de Soure. Em seguida foi nomeado Promotor Público da Comarca de Abaetetuba, onde permaneceu até 7/1966, quando, por Ato Governamental de 20/6 do mesmo ano, foi nomeado Assistente Judiciário Auxiliar Substituto, lotado na Assistência Judiciária do Cível; através de Portaria do Procurador Geral do Estado, foi designado para a Chefia da Assistência Judiciária do Cível, em 8/1967, durante as férias do titular. Foi designado também, pelo Procurador Geral do Estado, para responder pelo cargo de Curador Geral de Órfão Interditos e Ausentes, Massas Falidas e Fundações, durante o impedimento do titular efetivo.
Como já foi dito acima, o então Ginásio Bernardino Pereira de Barros iniciou suas atividades, no turno da noite, no prédio do antigo Grupo Escolar Basílio de Carvalho e somente em 1966 é que o Ginásio Bernardino mudou para prédio próprio no atual endereço da Rua Magno de Araujo, em Abaetetuba, já com o ensino do 2º grau. Após mais de 4 décadas do prédio próprio da Escola Bernardino é que alguns espaços improvisados foram acrescentados à Escola e somente no ano de 2011 é que essa 2ª e histórica escola pública de Abaetetuba veio ter a conclusão de uma verdadeira reforma que, ao lado de uma equipe gestora atuante, já oferece à crianças, jovens e adultos, uma educação de qualidade para todos os seus alunos da escola-sede, faltando mais avanços nas 21 escolas anexas, objetivo que já consta da pauta de luta da atual equipe gestora.
Um agradecimento especial ao Conselho Escolar, aos professores, aos alunos, pais e demais segmentos da Comunidade Escolar que sempre estiveram ao lado das gestões para dotar a Escola Bernardino como escola de qualidade em Abaetetuba.
Outros Dados e Índices da Escola Bernardino
O Ideb é um índice resumido que deve ser detalhado para um perfeito entendimento sobre seu valor.
Posição Anterior da Escola no IDEB, no início da Gestão da Diretora MARIA DE JESUS ANDRÉ ROCHA:
· Dr. Raimundo Rodrigues da Costa
· Dr. José Maria de Souza, médico, diretor e pesquisador do Instituto Evandro Chagas em Belém
· Dra. Heralda Dalcinda de Souza Blanco, pretora no município de Abaetetuba;
. Creuzo Moreira dos Santos, engenheiro agrônomo e funcionário do BASA, em Abaetetuba, professor de Matemática
· Maria da Conceição Nobre Coutinho, professora de Geografia
· Doralice Maria Pastana, professora de Artes
· Marilda Maués Loureiro, professora de Português
· Maria José Bahia Lobato, professora de Ciências
· George Ayres Borges. professor de Inglês e Matemática
· Vicente Francisco Braga Eloy, bacharel em direito, advogado em Abaetetuba, que foi o paraninfo de formatura da 1ª turma
· Francisco Leite Lopes, odontólogo e professor

Dr. Almir de Lima Pereira, 2º diretor da Escola Bernardino, acima
Foi Desembargador do Tribunal de Justiça do Estado desde o dia 12/10/1978, Bacharel em Direito formado pela Faculdade de Direito do Pará, turma de 1951. Foi Pretor do Termo Único da Comarca de Alenquer, de 1/1952 a 4/1954, exercendo interinamente, nessa época, durante 9 meses, o cargo de Juiz de Direito. De abril a setembro de 1954, por remoção ocupou a Pretoria do Termo Único da Comarca de Soure. Em seguida foi nomeado Promotor Público da Comarca de Abaetetuba, onde permaneceu até 7/1966, quando, por Ato Governamental de 20/6 do mesmo ano, foi nomeado Assistente Judiciário Auxiliar Substituto, lotado na Assistência Judiciária do Cível; através de Portaria do Procurador Geral do Estado, foi designado para a Chefia da Assistência Judiciária do Cível, em 8/1967, durante as férias do titular. Foi designado também, pelo Procurador Geral do Estado, para responder pelo cargo de Curador Geral de Órfão Interditos e Ausentes, Massas Falidas e Fundações, durante o impedimento do titular efetivo.
Como já foi dito acima, o então Ginásio Bernardino Pereira de Barros iniciou suas atividades, no turno da noite, no prédio do antigo Grupo Escolar Basílio de Carvalho e somente em 1966 é que o Ginásio Bernardino mudou para prédio próprio no atual endereço da Rua Magno de Araujo, em Abaetetuba, já com o ensino do 2º grau. Após mais de 4 décadas do prédio próprio da Escola Bernardino é que alguns espaços improvisados foram acrescentados à Escola e somente no ano de 2011 é que essa 2ª e histórica escola pública de Abaetetuba veio ter a conclusão de uma verdadeira reforma que, ao lado de uma equipe gestora atuante, já oferece à crianças, jovens e adultos, uma educação de qualidade para todos os seus alunos da escola-sede, faltando mais avanços nas 21 escolas anexas, objetivo que já consta da pauta de luta da atual equipe gestora.
Um agradecimento especial ao Conselho Escolar, aos professores, aos alunos, pais e demais segmentos da Comunidade Escolar que sempre estiveram ao lado das gestões para dotar a Escola Bernardino como escola de qualidade em Abaetetuba.
Outros Dados e Índices da Escola Bernardino
O Ideb é um índice resumido que deve ser detalhado para um perfeito entendimento sobre seu valor.
Posição Anterior da Escola no IDEB, no início da Gestão da Diretora MARIA DE JESUS ANDRÉ ROCHA:
Infra-estrutura (dependências)
Existe sanitário dentro do prédio da escola?
Sim
Existe sanitário fora do prédio da escola?
Não
A escola possui biblioteca?
Não
A escola possui cozinha?
Não
A escola possui laboratório de informática?
Sim
A escola possui laboratório de ciências?
Não
A escola possui sala de leitura?
Sim
A escola possui quadra de esportes?
Sim
A escola possui sala para a diretoria?
Sim
A escola possui sala para os professores?
Sim
A escola possui sala de atendimento especial?
Não
Fonte: Censo Escolar/INEP 2011. QEdu.org.br
Computadores e Internet
Internet
Sim
Banda larga
Não
Computadores para uso dos alunos
30
Computadores para uso administrativo
10
Fonte: Censo Escolar/INEP 2011. QEdu.org.br
Equipamentos da Escola
Aparelho de DVD
Não
Impressora
Sim
Copiadora
Não
Retroprojetor
Sim
Televisão
Sim
Fonte: Censo Escolar/INEP 2011. QEdu.org.br
Equipamentos da Escola
Aparelho de DVD
Não
Impressora
Sim
Copiadora
Não
Retroprojetor
Sim
Televisão
Sim
Projeto PIBID
Após esses índices apresentados acima, atualmente, a Escola, já melhorou em praticamente todos os quesitos apresentados no IDEB acima.
PREMIAÇÕES:
Prêmio Nacional da Parceria com o SEBRAE/PA-Abaetetuba, em concurso Nacional
10/12/2012 – Na sexta-feira, 07 de dezembro de 2012, a Escola Bernardino sagrou-se campeã nacional do prêmio miniempresa Sebrae.
Lotações Anteriores dos Espaços Escolares:
LABORATÓRIO MULTIDISCIPLINAR
Ângela Olga Silva dos Santos
Clemerson
Ângelo Kemil
LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA
Luiz Nazareno Nery Félix
Milton Braz de Sousa Lobato
Raildo F. Lima
LABORATÓRIO DE LEITURA
Ângela Maria Silva dos Santos
José Maria Dias Lima
EDUCAÇÃO ESPECIAL(SALA DE RECURSOS)
Bernadete do Socorro F. da Silva
José Trindade Rodrigues André
Manoel Raimundo Bitencourt
Maria Celeste Silva
Rutilene
SITUAÇÃO INSTITUCIONAL ATUAL DA ESCOLA:
Situação Institucional Atual da Escola Bernardino (vide no Blog do ADEMIR ROCHA e no Blog da Escola Bernardino e na página do Faceboock da referida Escola), com dados sobre:
História
Diretrizes Básicas
Anexos (SOME)
ADMINISTRAÇÃO
Diretoria
Coordenação
Secretaria
Laboratórios
EDUCAÇÃO FÍSICA
Basquete
Futebol
Futsal
Handebol
Voleibol
Equipe Gestora Anterior:
Maria de Jesus André Rocha
(Diretora)
Elis Costa Farias
(Vice-diretora)
Lucilene Vaz Lopes
(Vice-diretora)
Maria José Nonato Pinheiro
(Vice-diretora)
EQUIPE GESTORA ATUAL:
· Maria de Jesus André Rocha (Diretora reeleita)
· Ana Nice Lima Rodrigues (Vice-diretora)
· Raimunda do Livramento dos Santos (Vice-diretora)
Equipe de Coordenação:
· Maria José Nonato Pinheiro
· Lucilene Vaz Lopes
· Marilena Gonçalves Lobato
· Elaine de Nazaré Ferreira
Coordenadora do SOME:
· Maria Jandira
Coordenador do Conselho Escolar:
· Luiz Nazareno Nery Félix
NOTÍCIAS DA ESCOLA BERNARDINO:
ABAETETUBA RECEBE A ESCOLA BERNARDINO PEREIRA DE BARROS REFORMADA

Escola Bernardino devidamente
reformada e ampliada
PREMIAÇÕES:
Prêmio Nacional da Parceria com o SEBRAE/PA-Abaetetuba, em concurso Nacional
10/12/2012 – Na sexta-feira, 07 de dezembro de 2012, a Escola Bernardino sagrou-se campeã nacional do prêmio miniempresa Sebrae.
Lotações Anteriores dos Espaços Escolares:
LABORATÓRIO MULTIDISCIPLINAR
Ângela Olga Silva dos Santos
Clemerson
Ângelo Kemil
LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA
Luiz Nazareno Nery Félix
Milton Braz de Sousa Lobato
Raildo F. Lima
LABORATÓRIO DE LEITURA
Ângela Maria Silva dos Santos
José Maria Dias Lima
EDUCAÇÃO ESPECIAL(SALA DE RECURSOS)
Bernadete do Socorro F. da Silva
José Trindade Rodrigues André
Manoel Raimundo Bitencourt
Maria Celeste Silva
Rutilene
SITUAÇÃO INSTITUCIONAL ATUAL DA ESCOLA:
Situação Institucional Atual da Escola Bernardino (vide no Blog do ADEMIR ROCHA e no Blog da Escola Bernardino e na página do Faceboock da referida Escola), com dados sobre:
História
Diretrizes Básicas
Anexos (SOME)
ADMINISTRAÇÃO
Diretoria
Coordenação
Secretaria
Laboratórios
EDUCAÇÃO FÍSICA
Basquete
Futebol
Futsal
Handebol
Voleibol
Equipe Gestora Anterior:
Maria de Jesus André Rocha
(Diretora)
Elis Costa Farias
(Vice-diretora)
Lucilene Vaz Lopes
(Vice-diretora)
Maria José Nonato Pinheiro
(Vice-diretora)
EQUIPE GESTORA ATUAL:
· Maria de Jesus André Rocha (Diretora reeleita)
· Ana Nice Lima Rodrigues (Vice-diretora)
· Raimunda do Livramento dos Santos (Vice-diretora)
Equipe de Coordenação:
· Maria José Nonato Pinheiro
· Lucilene Vaz Lopes
· Marilena Gonçalves Lobato
· Elaine de Nazaré Ferreira
Coordenadora do SOME:
· Maria Jandira
Coordenador do Conselho Escolar:
· Luiz Nazareno Nery Félix
NOTÍCIAS DA ESCOLA BERNARDINO:
ABAETETUBA RECEBE A ESCOLA BERNARDINO PEREIRA DE BARROS REFORMADA

Escola Bernardino devidamente
reformada e ampliada
O município de Abaetetuba
comemorou, na última quinta-feira (30/12/2011), a reinauguração da Escola
Estadual Professor Bernardino Pereira de Barros. A entrega foi feita pelo
Secretário Adjunto de Logística Escolar da Secretaria de Estado de Educação,
Luís Lopes.
A escola aguardou a chegada de
uma reforma por quase 35 anos. Atualmente com mais de 4 mil alunos, nos três
turnos, com a reforma, a escola possui mais de 13 salas de aulas totalmente
climatizadas, carteiras e lousas novas, além do incentivo de programas federais
como o Mais Educação, Portas Abertas e PDE.
De acordo com o Secretário Luis
Lopes, a obra foi de um investimento no valor de R$ 2 milhões. Para ele, que
foi professor de biologia por quase 20 anos foi “uma satisfação ter trabalhado
à frente da Seduc e podendo ajudar o Estado do Pará e o município de
Abaetetuba”. Ascom/Seduc
A eleição eletrônica com o auxílio do NTE-Abaetetuba
é novidade absoluta em Abaetetuba e exemplo de gestão
democrática
NTE-Abaetetuba auxilia na Eleição para Gestor(a) da E.E.E.F.M. Prof.
Bernardino Pereira de Barros
29 dezembro 2009
O NTE-Abaetetuba teve a imensa satisfação de ser
convidado a auxiliar o processo de escolha democrática da futura gestora da
E.E.E.F.M Prof. Bernardino Pereira de Barros em Abaetetuba.
O NTE-Abaetetuba viabilizou um sistema de votação
eletrônica na Escola sede.
Explicaremos: A escola Bernardino Pereira de
Barros é escola sede do SOME ( Sistema Modular de Ensino). Este sistema
funciona em pólos localizados nas zonas das Ilhas e Estradas de Abaetetuba. Nas
Ilhas e Estradas a votação aconteceu de maneira tradicional, com urnas de lona
ou confeccionadas localmente. Já na escola-sede, o NTE-Abaetetuba pôde
disponibilizar do laboratório de informática, através do qual viabilizou a
votação eletrônica. A novidade deixou os alunos em expectativa e com até certo
nervosismo, uma vez que muitos estavam votando pela primeira vez através deste
sistema.
Vale ressaltar que não se tratou de urnas
eletrônicas emprestadas do Tribunal Regional Eleitoral e, sim, computadores do
Laboratório de informática que tiveram programas instalados e monitorados pelos
professores que compõem o NTE-Abaetetuba (Grande Mestre Jó Elder Vasconcelos,
Professor Ângelo Góes e Professora Edna Carvalho).
O sistema foi o sucesso e a eleição ocorreu acima
de qualquer suspeita. A apuração contou ainda com um programa preparado pelo
professor Jó Elder que garantiu a imediata somatória dos votos, assim como a
apresentação dos resultados em gráficos que esclareceram as dúvidas presentes.
Merece destaque o fato de a experiência não ter
sido a primeira nas escolas de Abaetetuba. . A escola E.E.E.F.M. Profª Benvinda
de Arauúo Pontos já havia utilizado recurso semelhante com o auxilio do
professor Jó Elder. Mas com certeza, a eleição na Escola Bernardino Pereira de
Barros foi de extrema dinamicidade, uma vez que contou com a participação de
mais de 20 pólos do projeto SOME e com aproximadamente 3.500 votos válidos.
A professora Conceição Andrade, segunda colocada
na eleição, parabenizou o NTE-Abaetetuba pela significativa contribuição e
desejou sucesso à Professora Jesus Rocha (candidata vencedora) demonstrando com
isso uma grande sensibilidade democrática. Parabéns a Escola Bernardino Pereira
de Barros e, por que não dizer também, parabéns ao NTE-Abaetetuba que mais uma
vez demonstrou ser uma ferramenta à disposição da contrução da cidadania. Viva
a Democracia. Viva a disposição de errar, e acertar, em busca de uma educação
pública de qualidade.
O professor Ademir Rocha, autor deste Blog, foi
aluno da 1ª turma de Humanistas do então Ginásio Bernardino Pereira de Barros e
foi professor por mais de 20 anos dessa Escola, como também Coordenador ativo
do seu Conselho Escolar e “caixa” das diversas festas e eventos para arrecadar
os fundos necessários para os melhoramentos da
Escola Bernardino.
OS FESTEJOS DE ANIVERSÁRIO:
Os festejos dos 51 anos de existência da Escola
Bernardino serão realizados no decorrer da semana de aniversário envolvendo
alunos, funcionários e professores e com uma Programação Cultural de
encerramento no dia 21/03/2013 envolvendo toda a comunidade escolar.
Na foto acima os alunos distribuídos pelas
várias dependências da Escola Bernardino
O autor do Blog do ADEMIR ROCHA
foi aluno da 1ª turma da Escola Bernardino
e fez toda a sua formação acadêmica em
função dessa escola, no seu tempo de professor
Parabéns de Ademir Rocha à Escola Bernardino
pelos seus 51 anos de existência, preparando alunos para a vida e devidamente formados em verdadeiros cidadões e com conhecimentos que os levarão a maiores aspirações no tocante aos cursos superiores ou nos inúmeros cursos de formação profissional existentes em escolas de Abaetetuba, Belém ou outras localidades do Brasil.
HINO DA ESCOLA BERNARDINO:
Hoje
está no berço,completando 51 anos, a
ESCOLA BERNADINO PEREIRA DE BARROS - FONTE LÍMPIDA DE SABER E LUZ - Música - Autoria: Adenaldo Cardoso / Angela Santos. Escola, símbolo de luta Garra e esperança Presente eternamente Em nossa lembrança. Plantada com fervor No jardim de Abaetetuba Pelas mãos de um povo bravo Que preserva sua cultura. Fonte de luz! Resplandecente estrela guia Clareia a vida Transmite sabedoria Escola Bernadino (REFRÃO) É nossa paixão Com muito orgulho Muito amor e educação Escola, desperta o corpo Ao dar e receber Seus galhos tão frondosos Nos ajudam a crescer. No esporte e no lazer Temos muito que festejar Troféus de nossa glória O jeito bom de superar . (REFRÃO) Sacrifício e boa vontade Aos mestres com gratidão Nós somos os tijolos E a escola é a construção. Neste lar de aprendizagem Exemplos de motivação Só nos realizamos Se aprendermos a lição (REFRÃO) Aqueles que aqui passaram Aqueles que aqui estão Bernadino Pereira de Barros Nunca mais esquecerão. Nossa escola nos ilumina Com seu foco orientador Nos mostrando o caminho Para sermos vencedor. Fonte de luz! Resplandecente estrela guia Clareia a vida Transmite sabedoria Escola Bernadino É nossa paixão Com muito orgulho Muito amor e educação. |
Blog do ADEMIR ROCHA, de Abaetetuba/Pa













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