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terça-feira, 21 de setembro de 2010

Família Contente Genealogia e Famílias de Abaetetuba

Família Contente - Genealogia e Famílias de Abaetetuba
Joaquim Mendes Contente

Família Contente de Abaetetuba

1ª G/Pais de José Mendes Contente, residentes na Vila de Mocajuba/Pa e tiveram filhos, 2ª G/Filhos/F.
2ª G/Filhos/F: José Mendes Contente, falecido em 17/12/1896, era abolicionista e republicano, tendo concedido liberdade para seus escravos, antes mesmo da abolição da escravatura e doando a cada um de seus escravos libertados 10 braçadas em terreno de sua propriedade e de sua esposa, c/c Anna Rodrigues Contente, que não mediu esforços, amor e dedicação na educação de seus filhos após o falecimento de seu marido. José e Anna tiveram filhos, 3ª G/Netos/N: Joaquim, Raimunda, José, João e Maria Mendes Contente.
3ª G/Netos/N, filhos de José Mendes Contente e Anna Rodrigues Contente.

Joaquim Mendes Contente
3ª G/N: Joaquim Mendes Contente/Quincota (para seus familiares), nasceu em 18/11/1895 no interior da Vila de Mocajuba e faleceu em 1984. Fez seus estudos primários de 6 anos (4 anos do curso primário e 2 de estudos complementares) no Grupo Escolar de Mocajuba, tendo terminado esses estudos em 1911. Nesse mesmo ano foi para Belém para continuar seus estudos no Colégio Nossa S. do Carmo dos irmãos maristas. Em 1916 matriculou-se na Escola de Farmácia do Pará, onde foi obrigado a interromper esses estudos para servir ao Exército. Terminou o Curso de Farmácia em 1919 e no ano seguinte trabalhou em uma famosa farmácia de Beirão em Belém/Pa, onde praticava seus conhecimentos de farmácia. Viajou para Marabá para trabalhar na Farmácia Marabá de seu irmão João Mendes Contente.
Veio para Abaeté em 1923 com um amigo seu, à convite do Dr. Lindolpho Cavalcante de Abreu, quando este era médico em Abaeté, trazendo apenas 500 cruzeiros nos bolsos e a determinação de iniciar uma farmácia em Abaeté. O Sr. Lindolpho Cavalcante de Abreu, que era médico sanitarista, especialista em doenças tropicais, fabricava remédios contra malária e outras doenças, renomado no Estado do Pará, tendo, vindo de Belém e era também muito amigo e benfeitor do povo e convidou Contente para tomar conta de uma farmácia, hospedando-o em sua própria casa. Começaram juntos na farmácia, num estande improvisado, trabalhando em sociedade. Contente, que era muito inteligente e com bons conhecimentos farmacêuticos, começou a fabricar remédios para a população. Aprendeu muito com o Dr. Abreu, e este tendo ajudou o Dr. Evandro Chagas em suas pesquisas médicas em Abaeté. O Dr. Abreu também foi eleito como intendente de Abaeté (1922-1926).
Terminado o seu período de Intendente, após alguns anos, o Dr. Abreu, voltou para Belém, ficando somente o Sr. Contente com a responsabilidade da “Phamárcia Indiana”, localizada na antiga Avenida João Pessoa, hoje Avenida Pedro Rodrigues, farmácia muito famosa e conceituada em Abaeté, com mais de 85 anos e que existe até os dias atuais, sob a responsabilidade de seu filho Pedro Guerreiro Contente/Pedrinho Contente.
Mendes Contente era homem trabalhador e sensível às necessidades humanas, fazendo de seu trabalho de farmacêutico a felicidade e o bem-estar de muitas pessoas carentes de Abaeté e se tornou a o Delegado de Higiene em Abaeté. Somente depois do Contente é que outro farmacêutico se instalou na cidade, o Sr. Fernando, que montou a sua farmácia. Mas este não chegou a ter a fama do Contente, que era quem curava toda a população local. Nenhum médico se firmava por aqui por que todos só procuravam o Contente, um misto de farmacêutico e médico. Anos depois é que chegaram o Dr. Novais e, depois, a Fundação SESP.
Joaquim Mendes Contente iniciou seu trabalho na saúde em favor do povo de Abaeté por volta de 1923 e chegou ao ponto de realizar atendimentos gerais na saúde: clínica médica, exames laboratoriais, fabricação de medicamentos, partos, ambulatório com aplicações de injeções, curativos. Apesar de não ser médico gozava de grande conceito na cidade pelo profissionalismo, seriedade, amor ao seu trabalho e atendimento público e atendimento domiciliar.

Vida Política
Como político foi membro do Conselho de Intendência de Abaeté, como vogal, do intendente Garibaldi Parente (1926-1930).
Elegeu-se prefeito municipal nas eleições de 1950 pelo Partido Social Progressista. Foi empossado em 8/4/1951 e governou até 31/8/1955. Como prefeito o Sr. Contente deixou diversos marcos de sua administração: iniciou a construção de um cais de encostamento na cidade ribeirinha, que não chegou a ser concluída e de um hospital, posteriormente doado à Prelazia de Abaeté, ainda inacabado.
O seu sonho de caridade foi sempre a construção do “Abrigo de S. Vicente” que chegou a ser iniciado por conta dos congregados vicentinos em 8/12/1941, para alojar o pessoal do interior que viesse a Abaeté para tratamento de saúde, construção que ficou inacabada, tendo sido a dita construção doada pelo Sr. Contente às Irmãs Capuchinhas, para que o prédio fosse terminado para o funcionamento da Escola INSA. Ainda com a ajuda do Sr. Contente e do povo de Abaeté, o prédio foi finalmente terminado e hoje, depois de algumas reformas, abriga o Instituto Nossa S. dos Anjos, das Irmãs Missionárias Capuchinhas.
Foi vereador na gestão do prefeito João Luiz dos Reis (1/2/1959-25/2/1963).

Vida Religiosa

Antiga Igreja Matriz de Nossa S. da Conceição em Abaetetuba
A vida de “Quincota”, assim chamado por seus familiares e amigos mais próximos, sempre irradiou alegria, simplicidade, pobreza e amor. Distinguiu-se por seu amor aos pobres, dedicando todas as suas atividades, tanto às suas atividades religiosas, quanto as profissionais, na ajuda a pobreza, tendo herdado essas características de seus pais e de seu amigo médico, o Dr. Abreu. Muitas vezes os ribeirinhos vinham buscar o Sr. Contente na cidade e os levavam em reboques até o paciente que estava impedido de vir à cidade. Junto com ele levava suas poções que salvaram muitas vidas da morte certa.
Como católico fervoroso que era, desde jovem pertenceu a algumas associações ou grupos religiosos, como a Sociedade São Vicente de Paula e à Ordem Terceira de São Francisco.
Foi um dos baluartes na construção da nova Igreja Matriz de Abaeté, sonho antigo de todo abaeteense.
Participou de uma 2ª comissão formada para a construção da dita igreja, nos tempos do Padre Magalhães/Ignácio Ramos de Magalhães e com o aval do Arcebispo do Pará, D. Antonio Lustosa e com o nome de “fabriqueiro”, isto é, o principal responsável pela construção da igreja na década de 1930.
“Em 1932 foi constituída outra Comissão para a construção da Igreja Matriz, presidida por Joaquim Mendes Contente, que recebeu o aval do Arcebispo do Pará, D. Antonio Lustosa para a referida construção”.
“O 2º movimento para a construção da nova igreja acontece a partir das ações do Padre Magalhães e Joaquim Mendes Contente, anos de 1930 a 1940. Uma nova Comissão foi formada com a participação do Padre Inácio Magalhães, que culmina no início efetivo da construção, até o seu término em 1941. Mas foi o farmacêutico Joaquim Mendes Contente que esteve à frente da 2ª comissão, tendo envolvido seus demais companheiros de comissão e toda a população na construção da sonhada igreja”.
De fato, toda a população de Abaeté se envolveu unida nas campanhas de construção da Igreja Matriz, como também tinha acontecido com a comissão anterior liderada pelo Padre Luiz Varella e o comerciante/industrial Francisco de Assunção dos Santos Rosado, nas primeiras campanhas de arrecadação de fundos na década de 1920.
O requerimento pedindo a autorização do Arcebispo do Para, D. Antonio Lustosa foi preparado no dia 7/5/1933 e assinado pelas seguintes pessoas: Pe. Inácio Magalhães, Vigário; Bernardino Mendes da Costa; Raimundo Nonato Viégas; José Ferreira; Joaquim Mendes Contente; José Pinheiro Bahia; Raimundo Pauxis; Humberto Parente; Emiliano de Lima Pontes; Raimundo Nonato Ferreira e Oscar Solano de Albuquerque”.
Ao lado do Padre Cônego Ignácio de Magalhães, o Sr. Contente congregou o povo para a construção da nova Igreja Matriz de Abaeté, cuja 1ª pedra da construção foi lançada em 28/5/1933. Mas em 1935 aconteceu o triste episódio do espancamento do Padre Magalhães e a cidade ficou sem vigário durante alguns anos, por decisão do Bispo do Pará, D. Antonio Lustosa/D. Antonio de Almeida Lustosa.
Uma citação de 1939: “As obras da Igreja Matriz já vão bastante adiantadas, à Praça Dr. Augusto Montenegro, com custos, até então, de mais de 90 contos de réis (90:949$280).
Mesmo sem a presença de um Vigário, as obras da nova matriz continuaram e o Sr. Contente conseguiu que padres de Belém viessem a cada mês, para visitar os trabalhos de construção da igreja. Muitas vezes o Sr. Contente oferecia-lhes hospedagem em sua própria casa. Continuando na direção das obras da nova igreja, ele também mandou construir uma casa para a residência do vigário, em um grande terreno onde hoje existe a Escola São Francisco Xavier.

Irmãs Missionárias Capuchinhas
O Sr. Contente também foi um dos grandes responsáveis pela vinda das então chamadas Irmãs Terceiras Capuchinhas do Brasil (hoje irmãs Missionárias Capuchinhas) para Abaeté, no tempo do Frei José Maria de Manaus, então vigário de Abaeté na década de 1950.
“Algumas senhoras católicas, como Dona Aureliana/Aureliana da Silva Miranda, Dona Celina Guerreiro Contente, Professora Zaíde Cardoso e outras, foram até o Frei José Maria de Manaus para o efeito da vinda das irmãs capuchinhas para Abaeté. Esse frei, em 2/8/1952, convocou uma reunião com as lideranças da igreja, das comunidades e autoridades e o Prefeito Joaquim Mendes Contente, a fim de tratar do assunto da vinda das irmãs capuchinhas para Abaeté. Nessa reunião foram feitos todos os acertos com essa finalidade. Em 1953 foi declarada aberta uma “casa colégio” para as então chamadas Irmãs Terceiras Capuchinhas do Brasil, para um trabalho educativo na cidade, em um casarão que existia onde hoje funciona a Farmácia “Big-Bem”.
Posteriormente, pelos esforços do Sr. Contente, foi doada a essas irmãs, um prédio inacabado, pertencente a Conferência Vicentina, que hoje abriga a escola INSA.

Mendes Contente também participava da Diretoria da Festa de Nossa S. da Conceição: Presidente: Vigário Paroquial Frei Camilo Maia; 1º Secretário: João Luiz dos Reis; 2º secretário: José Ferreira Ribeiro; Tesoureiro e Diretor geral, Joaquim Mendes Contente.
Outras citações sobre Mendes Contente e a Phamácia Indiana
Joaquim Mendes Contente, com terreno à Rua Siqueira Campos, nº 41, medindo 9 x 49m, divisa com Raymundo Lício Baia e do outro lado o requerente, em 1931.
Phamárcia Indiana à Avenida João Pessoa, em 1931.
Mendes Contente foi um dos Homenageados Especiais da Turma de Humanista, ano de 1960, do Ginásio Nossa S. dos Anjos. E foi, também, um dos Homenageados Especiais, das Professorandas de 1960, do Instituto Nossa S. dos Anjos.

Continuação da Genealogia da família Contente
Joaquim Mendes Contente teve filhos com Clarinda Mendes, 4ª G/Bisnetos/Bn: Olinda Vieira Contente e Joaquim Medeiros Contente.
4ª G/Bisnetos/Bn, filhos de Joaquim Mendes Contente e Clarinda Mendes:
4ª G/Bn: Olinda Vieira Contente, nasceu em 28/10/1915, c/c Egydio Miranda Gonçalves em 27/5/1933, ainda na antiga Igreja do Divino Espírito Santo e não tiveram filhos. Olinda em 12/2/1994 estava com 79 anos de idade quando prestou estas informações.
Egydio nasceu no dia 4/2/1908, na cidade de Mocajuba-Pa e veio para Abaetetuba no ano de 1928, a convite de Joaquim Mendes Contente, para trabalhar na Farmácia Indiana, de propriedade de Contente, cuja função era preparar os remédios da farmácia. Nesse período trabalhou também na Pharmácia Indiana o Sr. Guilherme Abreu e uma empregada chamada carinhosamente de Maria Preta.
4ª G/Bn: Joaquim Medeiros Contente, morava em Belém e seus filhos são todos formados.

Continuação da genealogia da Família Contente
3ª G/Netos/N: Joaquim Mendes Contente casou em 19/3/1924 e ficou viúvo de Maria Magdalena de Sousa, filha de Moysés Alvino de Sousa, que era sócio da firma Garibaldi Parente e Cia, junto com Garibaldi Parente e tiveram filhos, 4ª G;Bisnetos/Bn: Mariana, José Joaquim e Vinícius de Sousa Contente.

4ª G/Bisnetos/Bn, filhos de Joaquim Mendes Contente e Maria Magdalena de Sousa:
4ª G/Bn: Mariana, que faleceu com 1 ano de idade.
4ª G/Bn: José Joaquim de Sousa Contente.
4ª G/Bn: Venícius de Sousa Contente, proprietário do antigo Hotel Lapa, sito na atual Avenida Pedro Rodrigues, próximo da Phamarcia Indiana de seu pai.
Genealogia paralela Moisés Alvino de Sousa
1ª G/Pais de Moysés Alvino, que teve filho, 2ª G/F: Moysés Alvino de Sousa.
2ª G/Filhos/F: Moysés Alvino de Sousa, que teve filha, 3ª G/Netos/N: Maria Magdalena de Sousa Contente.
3ª G/Netos/Maria Magdalena de Sousa Contente, que c/c Joaquim Mendes Contente e tiveram filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn: Mariana/falecida com 1 ano, José Joaquim e Vinicius Sousa Contente.

Continuação da genealogia da Família Contente
3ª G/Netos/N: Joaquim Mendes Contente casou novamente em 1930 com Celina de Nazaré Neves Guerreiro, filha do Dr. Germano Bentes Guerreiro, este Juiz do distrito de Abaeté e Leopoldina Neves Guerreiro, esta professora do Grupo Escolar Prof. Basílio de Carvalho e tiveram filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn: Maria de Belém/Belemita, Terezinha de Jesus, Benedito Germano, Joacéli, Ana Leopoldina/Analéo e Pedro Décio Guerreiro Contente/Pedrinho Contente.
4ª G/Bisnetos/Bn, filhos de Joaquim Mendes Contente e Celina de Nazaré Guerreiro Contente:
4ª G/Bn, Belemita Contente, que aparece nos livros de autores de Abaetetuba como atriz de teatro amador, junto com Pombo da Maroca Lima, Jerusa, Bandute Sena, e outros artistas locais, anos de 1930.
4ª G/Bn: Ana Leopoldina Guerreiro Contente/Analéo, que foi oradora da turma de professorandas e catequistas, ano de 1962, do Instituto Nossa S. dos Anjos.
4ª G/Bn: Terezinha de Jesus Contente Dias, c/c Ailton Ferreira Dias e tiveram 1 filho, 5ª G/Trinetos/Tn.
4ª G/Bn: Pedro Décio Guerreiro Contente/Pedrinho Contente, comerciante do ramo de farmácia, formado em 1965 na 1ª turma de humanista do Ginásio Bernardino Pereira de Barros, c/c Maria do Carmos Araujo Loureiro e tiveram filhos, 5ª G/Trinetos/Tn.

Genealogia paralela de Germano Bentes Guerreiro
1ª G/ Pais de Germano, que teve filho, 2ª G/Filhos/F.
2ª G/Filhos/F: Germano Bentes Guerreiro, que era Juiz substituto do distrito de Abaeté em 1927.
Algumas citações sobre o Juiz Germano Bentes Guerreiro
O Juiz Germano Bentes Guereiro, tendo como testemunhas Eugênio Tavares Ferreira, Francisco Freire de Andrade e Carmelita Parente de Andrade realizou o casamento de Ademar Lobato Rocha e Risoleta Lima de Araujo, casamento realizado na residência do Sr. João Cunha de Oliveira.
Eis alguns consórcios do Vera Cruz em 1920: Raimundo Pinheiro Garcia, José Joaquim Nunes, Tupy Jorge, Anísio Rodrigues, Joaquim Loureiro Silva, Plínio Andrade, José Ferreira, João Paranhos, Raymundo B. de Araujo Pereira, Maximiano Rodrigues, Pedro Ribeiro de Araujo, Germano Bentes Guerreiro (Juiz Substituto de Abaeté).
Germano Bentes Guerreiro, c/c Leopoldina Neves Guerreiro e tiveram filha, 3ª G/Netos: Celina de Nazaré Neves Guerreiro.
3ª G/Netos/N, filha de Germano Bentes Guerreiro e Leopoldina Neves Guerreiro:
3ª G/N: Celina de Nazaré Guerreiro, que em 1927 organizou o Mês de Maria junto com Laura dos Santos Ribeiro, Celina H. de Moraes e Antonia Ribeiro.
C/c Joaquim Mendes Contente e tiveram filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn: Maria de Belém/Belemita, Terezinha de Jesus, Benedito Germano, Joacéli, Ana Leopoldina/Analéo e Pedro Décio Guerreiro Contente/Pedrinho Contente.
4ª G/Bisnetos/Bn, filhos de Celina de Nazaré Guerreiro Contente e Joaquim Mendes Contente:
4ª G/Bn: Terezinha de Jesus Contente Dias, c/c Airton Dias e tiveram 1 filho, 5ª G/Trinetos/Tn.
4ª G/Bn: Maria de Belém Guerreiro Contente/Belemita Contente, segundo Lauro Cardoso da Silva em seu livro de memórias, era atriz de teatro amador, junto com Pombo da Maroca Lima, Jerusa, Bandute Sena, e outros artistas locais, anos de 1930.
4ª G/Pedro Décio Guerreiro Contente, comerciante do ramo de farmácia, formado na 1ª turma de humanista do Ginásio Prof. Bernardino Pereira de Barros, c/c Maria do Carmo Araujo Loureiro e tiveram filhos, 5ª G/Trinetos/Tn.
2ª G/Filhos/F: José Mendes Contente, falecido em 17/12/1896, c/c Anna Rodrigues Contente, que não mediu esforços, amor e dedicação na educação de seus filhos após o falecimento de seu marido. José e Anna tiveram filhos, 3ª G/Netos/N: Joaquim, Raimunda, José, João e Maria Mendes Contente.
Continuação da genealogia da família Contente
Irmãos de Joaquim Mendes Contente
3ª G/Netos/N, filhos de José Mendes Contente e Anna Rodrigues Contente:
3ª G/N: Raimunda Mendes Contente
3ª G/N: José Mendes Contente (o filho)
3ª G/N: João Mendes Contente, citado em 1920 como dono da Farmácia Marabá, na cidade de Marabá, onde trabalhou seu irmão Joaquim Mendes Contente em 1920.
3ª G/N: Maria Mendes Contente/D. Cotinha, que foi uma das primeiras e dedicadas catequistas de Abaeté.

Outros Mendes Contente em Pesquisa
Padre Clementino José Mendes Contente, citado em 18/6/1895, presente nas homenagens ao seu parente Cônego Manoel José de Siqueira Mendes, este líder político paraense chefe do Partido Conservador, nascido em Cametá/Pa 6/9/1825 e falecido em 6/3/1892, deputado por vários mandatos, vice-presidente e presidente de Assembléia Legislativa, senador, filho do major Francisco José de Siqueira Mendes e de dona Maria do Carmo Brito Mendes.
Outras Famílias Contente em pesquisa
. Antonio de Barros Contente, casado e com filhos: Pedro Rodrigues Contente e outros?
. José Rodrigues Contente, nascido em 1905 na Ilha de Jararaca, em frente ao municipio de Barcarena/PA, pertencente ao município de Muaná/PA, que herdou o nome Contente de seu padrinho que pode ser da linhagem dos Contente do Baixo Tocantins ou  de Abaetetuba citados acima no final do Século 19 ou início do Século 20, e José com filhos: Raimundo de Barros Contente, Antonio de Barros Contente e outros?
. Pedro Rodrigues Contente, filho de Antonio de Barros Contente, e pedro nasceu em Belém/PA e atualmente mora em Manaus, que herdou o sobrenome Contente de seus avô José Rodrigues Contente.

Prof. Ademir Rocha, de Abaetetuba/Pa, em 21/9/2010.

8 comentários:

  1. Professor, essa vila Mocajuba refere-se ao município de Mocajuba?

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  2. Cara Carmen Américo, obrigado pela visita ao Blog. Se a sua pergunta se refere à Família Contente, a resposta é sim, porque os Mendes Contente vieram dessa região, existindo membros também na antiga Vila e hoje cidade de Mocajuba/Pa. Em tempo: Se vc tiver informações, fotos dessa cidade do Baixo Tocantins, pode mandar por nossos e-emails que publicaremos. Abraços de Ademir Rocha.

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  3. Boa noite.
    Estou montando minha genealogia, a família de meu pai são de Abaetetuba ( Mendes, Brandão, Neri ( Nery ) e Ramos. Agradeço desde já. Atenciosamente Alessandra.

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  4. Cara Alessandra Mendes, obgdo pela visita a n/Blog e sobre as famílias citadas já publicamos algumas informações sobre os Mendes, Mendes Contente, Brandão, Neri (nery) e Ramos, sendo que essas informações podem ser encontradas nesta postagem e em famílias M, B, N e R e também nas genealogias publicadas em Família Nery da Costa, família Nery. Quanto às famílias Brandão e Ramos não temos informações genealógicas mais consistentes mas muitos nomes dessas fsmílias aparecem em famílias B e R. De qualquer modo estamos buscando mais informações sobre as tradicionais e atuais famílias de Abt. Abços de Ademir Rocha.

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    1. Obrigada pelas informações. Fico aguardando novas informações. Atenciosamente Alessandra.

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  5. Caro Prof. Ademir Rocha;
    Primeiramente parabenizo pelo blog. Muito obrigado pelas informações da família contente.
    Me chamo Pedro Rodrigues Contente, sou filho de Antonio de Barros Contente. Nasci em Belém e moro atualmente em Manaus. Herdei o sobrenome Contente do meu avô José Rodrigues Contente. O meu avo nasceu em 1905 na ilha da Jararaca, em frente ao município de Barcarena. Meu tio Raimundo de Barros Contente, seu filho mais velho informa que na época do nascimento do meu avô, os pais deles não eram casados. Diante desta situação ele não recebeu o sobrenome do Pai e sim do padrinho que no caso foi algum membro da família Contente de Abaetetuba. É possível que este padrinho do meu avô seja o José Mendes Contente, pai de Joaquim Mendes Contente (citado no seu blog), já que a diferença de idade dele para o Joaquim Mendes Contente é de 10 anos? Ou poderá ser de um irmão de Jose Mendes Contente? Naquela época esta situação de receber o sobrenome do padrinho era possível devido a situação do casal (solteiros)? Diante destes questionamentos solicito orientações onde posso conseguir mais informações em Abaetetuba. Grato desde já.

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  6. Caro Pedro Contente, obgdo pela visita ao n/Blog e sobre suas perguntas temos algumas respostas: Padrinhos de batizado podiam realmente repassar seus nomes de famílias para s/afilhados, estes ficando com o nome de família do padrinho ou com o acréscimo de Afilhado; A Ilha de Jararaca é uma ilha no Marajó, com grande engenhos para produção de açúcar, cachaça e outros produtos da cana-de-açúcar e essa ilha pertence ao município de Muaná?PA. Os Mendes, os Mendes Contente têm origem no Baixo Tocantins, especificamente Mocajuba, Cametá e o ramo Mendes Contente veio para Abaeté nos anos de 1920 e a idade se s/avô José Rodrigues Contente e a de Joaquim Mendes Contente, realmente estão em fase genealógica próximas, fato que leva a uma indicação de afilhado com o sobrenome Contente, e também tem a hipótese de vir dele vir de algum membro dessa antiga família, inclusive José Mendes Contente, pai de Joaquim Mendes Contente, era casado com Anna Rodrigues Contente, fato que pode levar seu avô a ser membro sanguíneo dos Mendes Conte. Abgco pelas informações e abçs. de Ademir Rocha

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  7. Contente - origem sobrenome Itália Veneza 1646 - comerciante Lido Veneza. Povavelmente emigrantes para Portugal e Açores onde há Contentes e também para o Brasil

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