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domingo, 4 de abril de 2010

Abaetetuba 2 - Localidades, Conceitos, Vultos e Famílias






































LOCALIDADES DO MUNICÍPIO DE ABAETÉ/ABAETETUBA/PA
ILHAS, BAÍAS, PRAIAS, COSTAS E OUTRAS LOCALIDADES DO MUNICÍPIO DE ABAETETUBA/PA

ALGUNS CONCEITOS E DEFINIÇÕES
Rio é uma corrente natural de água que flui com continuidade (curso de água), que desemboca no mar, num lago ou em outro rio e, em tal caso, denomina-se afluente. Por seu curso podem navegar, dependendo do tamanho, navios, barcos, barcaças e outras embarcações menores.

Os afluentes são rios menores que deságuam em rios principais.

Confluência é o termo que define a junção de dois ou mais rios.

Foz é o local onde deságua um rio, podendo dar-se em outro rio, ou em um lago ou no oceano.

Igarapé é um termo amazônico que vem do nheengatu, língua originária do tupi-guarani. Nheengatu=língua boa, língua fácil de ser entendida.

Igarapés são braços estreitos de rios pequenos, médios ou grandes, onde a maioria possui águas escuras e são navegáveis por pequenas embarcações e canoas. São como canais existentes na bacia amazônica, caracterizados por pouca profundidade e por correrem quase no interior das matas que os recobrem como túneis vegetais.

Os igarapés desempenham um importante papel como vias de transporte e comunicação. São como ruas fluviais no meio das matas amazônicas.

Igarapé, palavra tupi=caminho de canoa. Ou significa=pequeno rio, riacho.

Furo é um termo genuinamente amazônico. Furo=pequeno canal estreito de um rio.

Furos são córregos ou riachos que unem rios maiores entre si ou adentram as matas de várzeas e igapós amazônicos.

Igapó, palavra tupi=floresta pantanosa, terreno encharcado. Asemelha-se à várzea.

Os furos da Zona Ribeirinha de Abaetetuba/Pa geralmente são navegáveis por pequenas embarcações que transportam pessoas ou mercadorias, diminuindo as distâncias entre as comunidades das ilhas/comunidade ribeirinha e as cidades. Antigamente as embarcações mais utilizadas pelos rios, igarapés e furos eram as chamadas canoas à vela, que eram de porte pequeno, médio ou grande. A expressão “canoa grande” se popularizou quando ainda não havia transporte rodoviário no município e o único meio para se fazer comércio e transporte de pessoas eram as canoas grandes à vela. Outras embarcações menores eram usadas no transporte de mercadorias e pessoas pelas vias fluviais do município/rede hidrográfica como os reboques, montarias, batelões, canoas à remo e cascos. Com o advento dos motores à óleo diesel as embarcações existentes foram adaptadas ao uso de motores movidos a óleo diesel e outros tipos de embarcações foram surgindo como pequenos, médios e grandes barcos motorizados, iates, lanchas voadeiras e outros tipos.

Os rios e igarapés existem em grande quantidade e que se juntam aos furos e baías que vão constituir uma grande massa de água doce que cerca totalmente a parte continental do município e constituem o caminho natural para os habitantes da Zona Ribeirinha em seus deslocamentos diários à Abaetetuba ou municípios vizinhos com as mais variadas finalidades.

As chamadas ilhas do Baixo Tocantins e especialmente as de Abaetetuba são trechos de terras formadas por matas de várzeas, igapós e floresta de terra firme cercadas por uma densa rede hidrográfica de rios, igarapés e furos.

As ilhas do município de Abaeté somam um total de 45 ilhas espalhadas, desde a frente da cidade, até os limites com os municípios vizinhos.

Dentre os inúmeros rios, igarapés, furos, baías, costas e ilhas de Abaetetuba, alguns são históricos e habitados desde os primórdios da história do município.

ALGUMAS ILHAS DO MUNICÍPIO DE ABAETETUBA/PA
Ilha CURURU
Ilha da PACOCA, cercada por lendas, mitos, crendices, busõe.
Ilha SÃO BENTO
Ilha SÃO FRANCISCO
Ilha SANTO ANTONIO
Ilho do COELHO. Fica próxima à embocadura do Rio Tucumanduba, este afleunte do Rio Pará.

Ilha do CAPIM. Fica na frente da praia de Beja. Importância da Ilha do Capim: O rio Meruu nasce no município de Igarapé-Miri/Pa, percorrendo-o em grande parte e comunica-se com o rio Tocantins pelos furos: Anapu, Mitipucu, Panacuéra, Tucumanduba, Maracapucu e Capim. Comunica-se com o rio Moju pelo igarapé-Miri; recebe no seu percurso os rios: Caji, Santo Antonio, Tauerá, Acaraqui, Abaeté, Jarumã e outros pequenos rios e lanças-se no rio Tocantins, formando um grupo de ilhas que vai constituir uma parte importante do município de Abaeté/Pa, em cuja extremidade existe a Ilha do Capim com o seu utilíssimo Farol. Vide Ilha Sirituba.

A Ilha do Capim é uma ilha relativamente grande para os padrões abaeteense, medindo 994,7 ha e ao seu redor fica a Baía do Capim. O Rio Pará é o principal rio de Abaetetuba. Esse rio, junto com o município de Barcarena, faz o limite Norte de Abaetetuba. O Rio Pará é o limite natural, a Noroeste, com os municípios de Muaná e Ponta de Pedras. Nesse rio se destacam dezenas de ilhas: Urubuéua, Sirituba, Capim, Campopema, entre outras.

Nas casas de famílias das Estradas e Ramais de Abaeté, aconteciam festividades de santos nas seguintes comunidades: Ilha do capim. A Ilha do Capim abriga a Escola Pe. Pio.

Ilha BELCHIOR
Ilha URUBUÉUA. Vide Ilha Sirituba.

Ilha CAMPOMPEMA. Vide Ilha Sirituba. Abriga uma Delegacia Sindical do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Abaetetuba. O Rio Abaeté pela sua margem direita possui os seguintes afluentes: Rio Jacaréquara, Igarapé Ipixuna. O Rio Abaeté é um afluente do Rio Maratahyra, com sua embocadura próxima à Ilha Campompema. A partir daí vai formando afluentes, tanto da margem direita, quanto da esquerda. Pela margem esquerda possui os seguintes afluentes: Igarapé Genipahuba, Igarapé Moju-Miry, Rio Curuperê, Igarapé Camotim. Pela sua margem direita possui os seguintes afluentes: Rio Jacaréquara, Ig. Ipixuna.

Ilha do JARUMÃ
Ilha SIRITUBA. O Rio Pará é o principal rio de Abaetetuba. Esse rio, junto com o município de Barcarena, faz o limite Norte de Abaetetuba. O Rio Pará é o limite natural, a Noroeste, com os municípios de Muaná e Ponta de Pedras. Nesse rio se destacam dezenas de ilhas: Urubuéua, Sirituba, Capim, Campopema, entre outras.

Ilha TABATINGA. Localiza-se na frente da cidade. Abriga a Escola Mossa S. do Perpétuo Socorro.

Famílias Originárias da Ilha Tabatinga
Família Araujo: 1ª geração do lado paterno de Zizina Ribeiro de Araujo:
Avós paternos de Zizina: Luiz Joaquim de Araujo, que nasceu na Ilha de Tabatinga, município de Abaeté e ele era Capitão e casou com Feliciana Joaquina de Araujo. Luiz Joaquim faleceu no dia 28/4/1883, às 2h da tarde e foi sepultado no dia seguinte. Luiz Joaquim e Feliciana tiveram 10 filhos: Clarindo do Espírito Santo, Anna, Camilla de Lélis, Antonia das Flores, Felippe Santiago de Araujo, Carolina, Balbina, ..., Clara de Nazaré, Tomaz de Aquino de Araujo, 2ª geração.

2ª geração, filhos de Luiz Joaquim e Feliciana:
Clarindo do Espírito Santo de Araújo, nasceu em 20/3/1862, na Ilha de Tabatinga. C/c Ângela Ferreira Ribeiro, no dia 26/5/1888, sábado. Clarindo era professor e exerceu, ainda, os seguintes cargos: Escrivão de Juiz Substituto da Comarca de Faro, interinamente; Oficial de Registro Geral de Hipoteca de Faro em 23/4/1894 e em 1/12/1894; Secretário da Intendência de Faro; de 9/1/1888 a 27/11/1899, exerceu o cargo de Escrivão Interino do 1º e 2º Cartório da Comarca de Ponta de Pedras, quando pediu demissão. Em Abaeté foi, também, Oficial de registro Civil e Professor. Clarindo e Ângela tiveram 11 filhos: Idalina/Idália, Valdomira/Mira, Zizina/Zizi, Prudente, Raimundo/Raimundinho, Antônio/Antonico/Titá, Anna/Anica/Nicota), Lauro, Angelina, Pedro e Licynio Ribeiro de Araujo, 3ª geração. Clarindo faleceu em 14/9/1923, em s/residência, às 20h, à Rua Siqueira Mendes, em Abaeté, com 61 anos, 5 meses e 24 dias e seu casamento durou 35 anos, 3 meses e 19 dias.

2ª geração, filhos de Luiz Joaquim e Feliciana:
Ana de Araujo; Camilla de Lélis de Araujo; Antonia das Flores de Araujo; Felippe Santiago de Araujo: tio paterno de Zizina Ribeiro de Araujo; Carolina de Araujo; Balbina de Araujo; Sinézio de Araujo; Clara de Nazaré de Araujo; Tomáz de Aquino de Araujo:
Aldenise Carvalho Bararatim. 3ª geração, filhos de Clarindo do Espírito Santo de Araújo e Ângela Ferreira Ribeiro:

3ª geração, Idália/Idalina Ribeiro de Araujo c/Príncipe da Silva Villaça/Pichota:
Idalina Ribeiro de Araújo/Idália nasceu em 9/12/1889, na Ilha de Tabatinga, Distrito de Abaeté e c/c Príncipe da Silva Villaça/Pichota e tiveram 5 filhos: João Natalino/Joca, Antonio, José/falecido criança, Sebastião/Sabarico e Clarindo de Araujo Vilaça/Caíto, 4ª geração. Idália faleceu em 8/7/1962, na residência dos herdeiros de seus pais, à Rua Siqueira Mendes, 1531, com 72 anos, 5 meses e 1 dia.

4ª geração, Clarindo de Araujo Vilaça/Caíto, c/c Iracema de Oliveira Santos Vilaça e tiveram 6 filhos, 5ª G: José Adilson, Paulo Sérgio, Maria de Lourdes, Idália Maria, Carlos Humberto e Kátia Maristela dos Santos Vilaça/Vilaça de Carvalho.
Araujo Vilaça:

Antônio de Araújo Vilaça, c/c Aldenise Carvalho Bararatim. Sebastião de Araujo Vilaça/Sabarico, nasceu em 19/12/1921 e c/c Pedrina. Tiveram 1 casal de filhos: Maria da Conceição e José Roberto. Clarindo de Araújo Vilaça/Caíto, nasceu em 26/5/1924 e c/c Iracema e tiveram vários filhos: José Adílson, Paulo Sérgio, Maria de Lourdes, Idália e ...
Anna Ribeiro de Araújo/Anica/Nicota, nasceu em 4/4/1900, na Ilha de Tabatinga, Distrito de Abaeté e c/c seu primo Bernardino Pereira de Barros/Beré, que foi o 1º diretor do Grupo Escolar de Abaeté em 1902 e tiveram 7 filhos: Pérola Perolina, Nelita Solange, Altair Guamarino da Paz/Amor, Irene/falecida criança, Orlando Triamegildo, Miguel Aureolindo/Lindo, Irene Lacy de Araújo Barros, 4ª geração.

4ª geração, filhos de Anna e Beré:
Altair Guamarino da Paz de Araújo Barros/Amor, nasceu em 24/1/192... e c/c Janice Medeiros e tiveram 2 filhas: Pérola e Altair Medeiros Barros (5ª geração).

5ª geração, filhos de Altair Guamarino/Amor e Janice:
Pérola Maria Medeiros Barros, c/c Sérgio Furtado e tiveram 2 filhos: Lucas e Jonas Barros Furtado (6ª geração).

Altair Medeiros Barros, casou dia 7/11/1990, com Geraldo e tiveram um filho: Gabriel (6ª geração).

Ilha PACOQUINHA (na frente da cidade).
Ilha do PALMAR: Fica na embocadura do Ri Maracapucu.
Ilha ANINGAL. Fica próxima à embocadura do Rio Tucumanduba, este afluente do Rio Pará.
Ilha do TUCUMANDUBA. Festa de N. S. de Lourdes, na capela da comunidade.

E outras ilhas. Essas ilhas estão situadas em frente à cidade de Abaetetuba, como a protegê-la das intempéries do mar.

ALGUMAS BAÍAS QUE BANHAM O MUNICÍPIO DE ABAETETUBA/PA

Baía do MARAJÓ. Abaetetuba limita-se ao Norte com a Baía do Marajó, Barcarena e Rio Pará. Importante como limite para Abaeté: Abaeté limita com o rio Pará (Baía do Marajó): começa na foz do Tocantins, no rio Pará, segue pela costa meridional da Baía do Marajó, na sua margem direita, até a foz do rio Uiarenga.

O Rio Pará é o principal rio de Abaetetuba. Esse rio, junto com o município de Barcarena, faz o limite Norte de Abaetetuba. O Rio Pará é o limite natural, a Noroeste, com os municípios de Muaná e Ponta de Pedras. Nesse rio se destacam dezenas de ilhas: Urubuéua, Sirituba, Capim, Campompema, entre outras.

Grande massa de água doce que separa Abaeté da grande Ilha do Marajó onde existiam muitos índios no fim do século 19, onde muitos deles atravessaram a grande Bahia para se fixar em terras de Vila do conde, Vila de Beja e que foram catequizados pelos antigos padres capuchos e, depois, os padres jesuítas, dando origem aos dois povoados.

Abaetetuba limita com o município de Barcarena: começa na Baía do Marajó (Rio Pará), pela margem direita, confronte à foz do rio Uiarenga e sobe pelo álveo deste até as suas cabeceiras, e destas, às nascentes do Igarapé Cabresto.

Limita com o município de Moju: começa nas nascentes do igarapé Cabresto e destas alcança, por uma reta, as cabeceiras do Rio Mocajatuba.

Limita com o município de Igarapé-Miri: começa nas cabeceiras do Rio Mocajatuba, destas, alcança, por uma reta, as cabeceiras do rio Itanimbuca; desce por este até o furo do Inferno, pelo qual segue até sair no rio Meruú, o qual atravessa para a boca do furo Camarãoquara, pelo qual também segue até a sua foz, no furo Tucumanduba e segue por esse furo até encontrar o furo do Pinheiro e por este até a sua boca, no furo Itaboca, pelo qual continua até sair no furo Panacuéra e por este último até sair no rio Mahuba, pelo qual desce até a sua foz no rio Tocantins.

Baía de MARAPATÁ. Faz limite com o Oeste de Abaetetuba, junto com Limoeiro do Ajuru, Cametá e a Foz do Rio Amazonas.

Descrição das divisas de Abaetetuba com essas baías: Com a Baía de Marapatá, os limites se fazem através da foz, pela sua margem direita, chegando até a foz do Furo Mahúba, na mesma margem direita até o Rio Pará: Com o Rio Pará e a Baía do Marajó, os limites começam na foz do Rio, seguindo pela margem direita desse rio até a Costa do rio Uiarenga; com o município de Belém, os limites se fazem pela foz do Rio Uiarenga, na baía do Marajó, seguindo por esse rio até as nascentes do Rio Uraenga, nas margens nascentes do igarapé Cabresto, afluente esquerdo do Rio Moju.

A Baía de Marapatá é formada pela foz do rio Tocantins, que banha a cidade de Abaetetuba.
Importante como limite de Abaeté:

Abaeté foi erigida defronte da Baía de Marapatá, margem direita do Rio Tocantins.

Limita com os municípios de Cametá, Limoeiro do Ajurú e Baía de Marapatá, na foz do Rio Tocantins: começa da foz do Rio Maúba, no Tocantins, segue pela costa da margem deste rio e pela Baía de Marapatá, até a foz do Tocantins, no Rio Pará.

Baía do Capim. Outros rios que deságuam na baía do Capim: Guajará de Beja, Arapiranga de Beja e Arienga (Uiarenga). Este último faz limite com o município de Barcarena, a Nordeste.

ALGUMAS COSTAS DO MUNICÍPIO DE ABAETETUBA/PA

Costa MARATAUHYRA.Famílias originárias na costa Maratauhyra:

Nilamon Xavier de Sena, que nasceu na Costa Maratauhyra, nas Ilhas de Abaeté, foi agricultor, plantando cana-de-açúcar, mandioca, feijão, era católico, músico, viajante marítimo, viajando com os irmãos para o Marajó, Baixo Amazonas, vendendo mercadorias variadas, especialmente cachaça, que era vendida em todos os lugares, em viagens de 45 dias ou 3 meses no inverno em barco trivela. Com 10 anos de idade veio com sua família para morar na cidade. Casou com Lucila Barros Senna. Em 2003 era viúvo. Aposentado. As casas eram cheias de imagens dos santos, oratórios, quadros de santos. Nilamon tocava nas festas de santos, folias, ladainhas que compunham a religiosidade popular dos povos das ilhas e na cidade. Tocava nas festas dançantes na cidades e ilhas, nas peças teatrais, cordões juninos, cordões de pássaros (tucano, andorinha), bois-bumbás. Era o Nilamon que liderava a parte musical dos cordões juninos. Tocava choros, valsas, hinos, maxixe, xote, mazurca, quadrilha.

A avó Benedita, de Nilamon, enquanto estava viva, com até oitenta e poucos anos de vida, era devota de Nossa S. do Carmo, da qual possuía uma imagem e ela e toda a sua família festejavam essa santa, festa essa que tinha a participação da Orquestra “15 de Novembro”, fundada pelo pai de Nilamon, Tomás de Senna, grupo musical formado por seus parentes, cunhados, primos e outros parentes, no total de 12 músicos, que acompanhava as ladainhas e as festas dançantes nas noites dos festejos de Nossa Senhora do Carmo. Como ainda não existia energia elétrica, essas festas eram realizadas à luz de lampião de carbureto.

A Costa Maratauíra abriga a Escola Nova União e a localidade Nazaré-Costa Martatauíra abriga uma secretaria da Colônia de Pescadores Z-14 e a Comunidade Nossa S. de Nazaré. Festas de santos que aconteciam na chegada dos Padres Xaverianos nas Ilhas, estradas e ramais de Abaeté, em 1961: Costa Maratauíra (Cafar), Festa de Nossa S. do Carmo, na capela da comunidade, Festa de Santo Antonio, na capela da comunidade.

Comerciantes na COSTA MARATAUHYRA
Na Costa Maratauhyra existiam algumas importantes casas de comércio, conforme atestam documentos de 1922 e seus proprietários eram; Raymmundo Oliveira; Antônio de Figueiredo Dias; Delmiro de Almeida Nobre; Pedro Eduardo Gonçalves.

Raymmundo Oliveira;
Pedro Eduardo
Antonio Figueiredo Dias;
Delmiro de Almeida Nobre;
Gonçalves;
Freteiro: Delmiro de Almeida Nobre, na Costa Maratahuyra.

Antonio de Figueiredo Dias possuía uma fábrica de beneficiamento de sebo de ucuhuba, na Costa Maratauíra, em 1930.
Manoel Eugênio Gomes, na Costa Maratauhyra.
1931: José Joaquim Nunes com comércio na Costa Maratauhyra.

ANTIGOS ENGENHOS NA COSTA MARATAUHYRA
A Costa Maratauhyra era um pólo comercial/industrial de Abaeté e possuía inúmeros engenhos na fase áurea da indústria canavieira de Abaeté/Pa. Vide Antigos Engenhos de Abaeté.

Costa MARAPATÁ
Costa PACOVAL
Costa DO MARAJÓ
Costa SYRITUBA. Comunidade S. Miguel Arcanjo, na Costa Sirituba.
Costa do ASSACU. abriga a Escola São Lucas.

Prof. Ademir Rocha, de Abaetetuba/Pa, em 4/4/2010

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