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quinta-feira, 6 de julho de 2017

Animais 96 - Galeria dos Peixes e Outros Animais de Abaetetuba, Região e Pará

Animais 96 - Galeria dos Peixes e Outros Animais de Abaetetuba, Região e Pará
Postagem em construção

Abaixo temos um dos portos de Abaetetuba e seus coloridos barcos que
trazem produtos para vendas nas feiras da cidade, inclusive as variedades
de pescados.



PEIXES DA REGIÃO DE ABAETÉ:
Alguns desses peixes não são propriamente da região de Abaeté, mas eram trazidos para comercialização em Abaeté e, na maioria, já estão extintos ou em vias de extinção na região, devido pesca predatória e indiscriminada e poluição e contaminação dos rios:

Acarás

Acaris:
São várias espécies.
Acary, palavra de origem tupi que designa peixe da família loricaridae, com mais de 12 espécies:
Peixe acari no meio de pescadinhas brancas, sardas
e outros peixes



Acari
Acari-bodó
Acari cheiroso
Acari-pucu,
Acari preto
Acari-da-pedra
Acari-da-praia
Acari-ximbó.
É ainda desta família o peixe chamado chicote ou cascudo, abundantes na região de Abaeté/Pa.

Amurés

Anujás (cachorrinho-de-padre)

Apaiaris

Aracus
Aruanãs, que chegam a saltar da água e pegar presas como morcegos em vôos rasantes sob a água;

Aramaçá, peixe em forma de lua.

Arraias, com várias espécies, peixe de águas rasas, com ferrão venenoso e perigoso e não importa a idade da arraia que o seu ferrão já é venenoso;

Aruiris

Bacus, com duas espécies: amarelo, dá em toda a região, existindo em grande quantidade nas águas de Conde, etc.

Bacuís.

Baiacu ou maiacu, é peixe venenoso;

Bagres, com várias espécies: bagre de água-doce.

Cachorro de padre, maior que o cachorrinho de padre, este vindo de fora.

Candirus, com duas espécies: candiru-açu e candiru pequeno, que são perigosos por que penetram nos orifícios de pessoas em mergulho nos rios e igarapés.

Carataís, são peixes agressivos e que ferroam as pessoas e ficam presos em suas peles, através de seus ferrões existentes em suas barbatanas e são de duas espécies:

Carataí-açu, há a ocorrência deste peixe nas águas do Igarapé Jacaréquara, que fica próximo ao Matadouro Municipal, que estão lá presentes para se alimentar de restos de gado abatido jogados nas águas daquele igarapé.

Carataí pequeno

Caratingas

Carás-tipioca

Chicote ou cascudo, da família dos acaris outrora abundantes na região de Abaeté/Pa.

Chinela ou peixe-lenha, um peixe de forma chata e bicudo.

Curimatãs

Douradas de água doce

Filhote, que é o peixe piraíba, ainda pequeno.

Ituís, peixe comprido e achatado e com várias espécies: Ituí-terçado etc;

Jacundás, peixes vistosos e com várias espécies.

Jaíras, peixes de poços;

Jandiás

Jatuaranas

Jejus, peixes das águas calmas dos igarapés;

Lambaris

Maiuíra, muito usado como isca para a pesca do filhote.

Mandiis, pequeno peixe das vendido nas sarandagens (uma mistura de peixes miúdos);

Mandubé, que é uma palavra de origem tupi que designa um peixe da família dos ageneiosídeos que apresentam boca e corpo afunilado, por isso também é chamado bocudo e vive junto aos cardumes de maparás, abundantes na Micro-Região.

Maparás, várias espécies:

Mapará branco, que é muito comum na região de Cametá, a “Terra do Mapará”, mas que dá também em Abaeté.

Mapará preto

Matrinxãs

Matupy

Muçun, peixe roliço e comprido, com duas espécies muçun-liso e muçun-de-guelra.

Matupiris

Pacus

Peixe-agulha, peixes bem finos e compridos.

Peixe-lenha,

Peixe-serra

Pescadas, com várias variedades:

Pescada branca, ainda existe no Rio Capim

Pescada botoque (pequena);

Piabas

Piabinhas

Piracatinga

Piramutabas 

Piraíba, peixe de grande porte e peso, que é a denominação da fêmea do macho desse peixe, que era chamado de capitari pelos pescadores antigos. A ocorrência de cardumes dos grandes peixes piraíbas é maior no mês de agosto a outubro, daí sua maior pescaria ocorrer nesses meses, na Baia do Capim. 

Piranderás

Piranhas, peixes vorazes, com dentes afiados e carnívoras;

Piranambu ou peixe galinha

Piranambuí

Pirapitinga 

Pirararas, uma espécie de bagre gigante, dentes pontiagudos, muito voraz e carnívoro. Em Abaetetuba, devido se jogar restos do gado abatido nas águas do Igarapé Jacaréquara, que fica próximo ao Matadouro Municipal, há muita ocorrência de pirararas, que é um animal carnívoro.

Pirarucu, peixe grande, que chega a alcançar até 3m de comprimento, que prefere águas calmas dos rios e igarapés e que foi extinto da região pela pesca indiscriminada, desapareceu de nossas águas, existindo só no Baixo Amazonas. 

Poraquês:
São de várias espécies e são peixes perigosos pelos choques que causam em suas presas e inimigos, até mesmo no homem. Uma descarga elétrica de poraquê joga uma pessoa longe e ainda fica dando rimpadas no peito das pessoas atacadas, chegando a matar. Não importa o tamanho do poraquê por que a descarga elétrica é a mesma. Existem algumas espécies de poraquê:

Poraquê preto, é grande e se alimenta de frutos, como miriti, açaí e outros peixes menores. Quando quer comer miriti, o poraquê dá descargas elétricas no tronco dos miritizeiros e açaizeiros para o fruto cair e ele comê-los.
Poraquê-pretinho
Poraquê de barriga amarela

Sapopema, peixe bem pequenino.

Sarapó, um peixe comprido.

Sardas, com várias espécies:
Sarda-de-gato,
Sarda arueri, etc.

Surubim 

Tainhas, várias espécies: pequena, média, grande. Nas águas da Baía do Capim, ainda há ocorrências de tainhas, arraias, pescadas, etc.

Tamoatás, caracterizado por escamas duras e carne amarelada;

Tambaquis

Traíras, são peixes bravos e existem em todo lugar de água doce;

Trairões

Tralhotos, animais de olhos salientes e que nadam rapidamente sob a superfície da água;

Tucunarés, com várias espécies: tucunaré-açu, etc.

Uerás

CRUSTÁCEOS DA REGIÃO DE ABAETÉ:
Camarões: com várias espécies na região e largamente utilizados na alimentação dos habitantes da região: 

Camarão-de-água-doce

Camarão aviú, que é bem pequeno, que dá na região de Cametá.

Lagosta, na verdade é uma variedade gigante de camarão, o camarão pitu.

Araru ou araruta, com variedades:

Araru pintado

Araruqueira

Araru vermelho, vive nos mangues e mora em tocas.

Sararás, pequenos crustáceos, arredios à presença humana, abundantes nas margens dos rios e igarpés e com várias espécies:

Sarará comum

Sarará péua, que tem uma das garras bem grandes

Sarará-baú.

Siri, que vem nas marés cheias de água salgada do oceano que chegam até os rios e igarapés da região.

SOBRE AS ATIVIDADES PESQUEIRA DOS RIBEIRINHOS:
Pescagem com linha e anzol, onde o ribeirinho, na sua montaria, no meio dos rios, ficava fisgando os peixes que tentassem abocanhar as iscas dos anzóis.

A caça, a pesca, a atividade rural e a extração dos produtos dos rios e florestas ainda obedece aos antigos costumes dos nativos, primeiros habitantes do lugar, com o uso dos mesmos objetos e seguindo os mesmos procedimentos. A caça e pesca e os seus apetrechos como matapi, cacori, mundé, espingardas, redes de pescas, tapagens, etc. Em um turismo de pesca recomenda-se a prática de atividades de pescade espécies que ainda são abanduntantes na região, como maparás, pescadinhas brancas e outras.

São as seguintes as antigas modalidades de pesca do povo ribeirinho:
Pesca de camarão por matapi, que é um instrumento artesanal, feito de talas e cipós e de forma cilíndrica, dentro dos quais se colocam iscas para chamar os camarões. A isca mais comum era de farelo de arroz e babaçu.

Através das camboas, que é um tipo de pescagem feita com pari, que é uma esteira de talas, com suportes de varas e amarradas com cipós e o pari é colocado à beira-mar, na diagonal, fazendo a tapagem para os peixes e camarões não saírem dos igarapés com a maré vazante.

Pescagem de tapagem com os cacoris, que é uma pescagem feita com o pari, acima descrito, porém colocado em forma oval e na boca de igarapés e feita a colheita dos peixes na vazante da maré.

Pescagem com lanço, onde os pescadores em suas canoas/montarias e com suas de redes de lancear, tecidas pelos próprios ribeirinhos, presa a instrumentos chamadas bóias e chumbo, aquele para emergir e este para submergir a rede na água, que lançadas várias vezes e arrastadas pelos rios, faz a colheitas sucessivas de peixes. As pessoas circulam a rede através dos igarapés e rios, até a rede se encher de peixes e camarões.

Através de gapuias, que podem ser feitas com paneiros/aricás (feitos de talas) e feitas em igarapés com tapagens, onde se colhe peixes miúdos (sarandagem) e mariscos.

Gapuia é uma pescagem de camarões e peixes de poços ou lagos de igarapés remanescentes de vazantes das marés. Antigamente a gapuia se utilizava de instrumentos como paneiros/aricás. Se faziam regos para esvaziamentos dos lagos e colhia-se camarões e pequenos peixes.

Sarandagem, é o produto da pescaria de peixes pequenos através de gapuias e os peixes mais comuns desse tipo de pescaria, são: carás, mandubés, piranambus, sardinhas, sardas, jacundás, amurés, jandiás, carataís, mandiís, aruiris, tucunarés, arraias, curimatãs, ituís, matupiris, acaris, maparás, pescadinhas brancas, pescadas botoques, sarapós, carimximbos, etc.

Pesca com timbós, que são plantas com veneno, que quando espremidos ou batidos, lançam esses venenos nas águas dos e poços de igarapés, fazendo com que os peixes morram envenenados. Depois é só colher esses peixes. Ésse é um tipo de pesca predatória, matando indiscriminadamente vários tipos de peixes e outros pequenos animais aquáticos.

As atividades de pesca foram fortemente influenciadas pela cultura indígena na região. O modo de pescar e os materiais usados nas pescarias vieram, na sua maioria, da cultura indígena. Até mesmo o modo de conservação dos peixes, a salga, veio dessa antiga cultura. Alguns materiais usados para confeccionar os utensílios de pesca e caças são feitos com varas, talas, canoas, matapis, paris, cacuris. 

Foi a pesca predatória e indiscriminada que secou nossas águas desses peixes e outros animais aquáticos? O que importa agora é que não podemos ficar com uma imensa massa de água doce despovoada de animais, especialmente dos peixes que são excelentes fontes de proteínas para o povo.

. Peixe Xaréu, é um peixe comprido
. Peixe Ituí, é um peixe comprido semelhante a um facão.
. Peixe Anujá
. Peixe Acará

 Peixe Bacu
O peixe bacu é um grande peixe e antigamente era descartado na alimentação dos
ribeirinhos devido mitos sobre esse animal. Com a pesca intensa e predatória nos
rios da região, esse peixe agora faz parte da alimentação do povo de Abaetetuba.
Apesar de não ser um peixe perigoso para as pessoas, eles possuem um rígido
esqueleto e ferrões que podem se tornar perigosos nas mãos dos pescadores, pois
com os movimentos do peixe eles podem ser ferroados pelos ferrões espalhados
por suas nadadeiras. Observe que as nadadeiras do peixe abaixo já foram cortadas
exatamente por causa de ferroadas aos menos avisados que lidam com esse peixe.
É um dos peixes que sobrevivem fora d'água por um longo período. É encontrado
para venda nas feiras de Abaetetuba.







Peixe baiacu
Como brinquedo de miriti de Abaetetuba


Peixe cachorrinho de padre
no meio do camarão
O peixe cachorrinho de padre existe em abundância nos rios e
igarapés de Abaetetuba e região. São várias espécies desse
peixe e são usados no alimentação.







Peixe mandií
O peixe mandií é um peixe pequeno, com enormes barbatanas
e comestíveis e muito abundantes nos rios e igarapés de Abaetetuba
e região.


Peixe mandií
no meio do camarão







peixe mandií
no meio do camarão











Peixe Mapará
O peixe mapará ainda existe em relativa quantidade nas regiões do Rio
Tocantins e outros rios amazônicos e que também eram peixes descartados
na alimentação ribeirinha, devido existência de outros peixes mais nobres
na alimentação ribeirinha e das cidades. São várias espécies de maparás que
antigamente existiam em abundância na região, contando os antigos
pescadores que eles eram pescados às toneladas e que abasteciam os
barcos peixeiros e ainda sobravam peixes que eram distribuídos gratuitamente
às famílias dos arredores das regiões de pescas. Atualmente o mapará precisa do período de defeso na sua pesca, devido a escassez e o perigo da extinção.
O peixe mapará branco, das fotos abaixo, eram preparados de vários modos para na
 alimentação das populações, existindo o mapará moqueado e vendido nos espetos,
o mapará aberto e salgado, o mapará lanhado e salgado, o mapará frito, o mapará cosido,
o mapará assado na folha de bananeira, o mapará assado na brasa e muitas outras
modalidades de maparás para venda e preparos.
O mapará branco recém pescado é uma delícia nas mesas dos paraenses, inexistindo
o forte pitiú desses peixes quando são estocados por vários dias e colocados
para as vendas nas feiras das cidades.
 Além do mapará branco, existem o mapará mais escuro vindo de outros pontos de
pescas da Amazônia e outro de cor intermediária entre o branco e o preto.

Peixe mapará branco


 Acima temos os cestos com o mapará branco.

Peixe mapará branco com tons pretos




Peixe mapará fresco e lanhado
Como brinquedo de miriti de Abaetetuba




 Peixe mussum, preto e brilhante
O peixe mussum vem no meio do camarão de água doce do
Marajó e Baixo Tocantins. Geralmente são descartados, mas
pode existir quem o use como alimento. Parece uma cobra
preta.












Pescadinhas
Abaixo temos cestos onde aparecem as chamadas pescadinhas, que podem
ser das variedades brancas e escuras, sendo ambas as variedades uma delícia
de peixes com vários tipos de preparos como os cosidos, e as fritadas de pescadinhas
brancas. Inclusive as pescadinhas são peixes indicados para as pessoas adoentadas,
devido inexistência de efeitos nocivos para as pessoas, conformes os antigos mitos
de animais 'remosos' na alimentação.
Nos cestos abaixo, além das pescadinhas brancas e escuras, temos outros peixes
como as sardas, de cor mais brilhantes e maparás, citados mais acima.








Peixe pescadinha branca


Peixe pescadinha branca


Pescadinhas brancas


Existe a pescadinha preta

Peixe pirarucu, esse peixe é largamente usado em Abaetetuba, Belém e muitas outras cidades paraenses. Mas ele não existe no Baixo Tocantins. Chega em Abaetetuba já devidamente curtido e pronto para preparos diversos como frito, desfiado e outros preparos. É um grande peixe que vem das áreas do Baixo Amazonas.

Peixes vários








 Sardas
As sardas são peixes de várias espécies e tamanhos, que fazem parte da alimentação
tradicional de Abaetetuba e região. As sardas são peixes peculiares pela grande
quantidade de espinhas de seu esqueleto, que dificultam a alimentação das pessoas
menos desavisadas, que engolem essas espinhas que causam grande desconforto
a quem as engolem, precisando da intervenção dos mais antigos na retiradas
dessas espinhas da garganta dessas pessoas ou de internações hospitalares. Por isso esses peixes não são
recomendados na alimentação das crianças.
Nas fotos abaixo temos algumas sardas, cujo brilho ao redor dos dos seus olhos
a identificam junto aos peixes maparás e pescadinhas.
Os ribeirinhos e consumidores de sardas recomendam que esses peixes sejam
preparados por meio de frituras, ao ponto de tornar seus espinhos quebradiços e
que na mastigação esses espinhos sejam triturados e consumidos junto com sua pele,
devidamente tostados na fritura.
Sardas





Sardas no meio de pescadinhas



Peixe sarda no meio de pescadinhas e maparás





Peixe tainha
As tainhas já foram superabundantes nos tempos Colonial, Pronvincial
e no Período Republicano. Além do peixe em si, por sinal muito saboroso,
eram vendidas inapropriadamente as ovas de sardinha curtidas, fato
que também ajudou no desaparecimento desse peixe de Abaetetuba e
região. Só aparece no tempo da safra desse peixe vindo do Baixo Amazonas.
 




Peixe tambaqui

OUTROS ANIMAIS AQUÁTICOS DA REGIÃO DE ABAETÉ:
Peixe-boi, mamífero extinto na região, devido caça indiscriminada a partir do Período Colonial, de carne muito apreciada pelos índios, colonizadores e antigos ribeirinhos. Existiam peixes bois de quase 6m de comprimento

Botos, mamíferos com três espécies, quase extintos na região, devido a contaminação dos rios e escassez de alimentos (peixes):

Boto tucuxi, de cor preta, menor que os demais e cuja presença ainda é detectada no Rio Moju, perto de Abaetetuba e no Rio Ajuhahy.

Boto Cor-de-rosa

Boto malhado.

Lontras, quase extintas na região.

Ariranhas, parente da lontra e quase extintas na região.

Já não mais se vêem esses animais em nossos rios e baias, pela pesca indiscriminada e poluição das águas dos rios e igarapés e pela falta de peixes e mariscos da dieta alimentar desses animais.

RÉPTEIS DO GRUPO DOS JACARÉS DA REGIÃO DE ABAETÉ:
Também já foram quase todos extintos da região de Abaeté, devido a caça indiscriminado por sua saborosa carne e couro muito usado na confecção de bolsas, sapatos, cintos. Alguns jacarés remanescentes e nativos de Abaeté ainda existem na Ilha do Capim.

Jacaré-curuá, extinto na região;

Jacaretinga, extinto na região.

Jacareúna (é de cor preta), quase extinto.

Jacaré-coroa, o menor, alcançando até 1,5 m, extinto na região.

Jacuxi, extinto.

jacaré-do-papo-amarelo, extinto na região,

Jacarérana, extinto na região.

ANIMAIS DA REGIÃO DE ABAETÉ:

Continuação:

Ariranhas

Cachorro-do-mato/Iraras

Lebres

Lobos

Lontras

Quatipurus

Quatis

Preás

Raposas

Tamaquarés

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Ademir Heleno A. Rocha, nascido em Abaetetuba-PA, Brasil, casado com Maria de Jesus A. Rocha, cinco filhos, professor, pesquisador de famílias, religião, genealogia e memória biográfica, ambientalista, católico e amigo.

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