Viagem Ecoturística ao Nordeste Paraense
Fizemos uma interessante viagem à uma parte da Mesorregião do Nordeste Paraense, especificamante a alguns lugares das microrregiões do Salgado e Guamá. Fomos à passeio na empresa turística do nosso amigo Carlinhos Dias, este como comandante guia e grande conhecedor da história de quase tudo, visto que possui uma memória privilegiada e grande contador de muitas histórias. Inicialmente fomos ao Hotel Fazenda Cachoeira, tendo que viajar centenas de quilômetros e passando por inúmeras localidades, até chegarmos ao município de Capitão-Poço, onde está localizado o Hotel Fazenda Cachoeira. Este é um aprazível lugar, porém, como o nome já diz, possuindo uma fazenda de gado e o complexo turístico do mesmo lugar, tendo passado à manhã do dia 8/7/2016, uma sexta feira. Dali saímos no mesmo dia, voltando ao município de Castanhal de onde partimos para o município de Marapanim, especificamente à Vila da aprazível Vila de Marudá, onde ficamos hospedados em um de seus hotéis, de onde saíamos com destino âs várias praias dos seus arredores, praias que recebem o impacto das águas oceânicas, como às do Algodoal e Crispim. conforme mostram as fotos tiradas desses lugares. Abaixo temos as informações, extraídas da Wilkipédia, que faz um apanhado de algumas localidades por onde passamos nos dias de 8 a 10/7/2016, onde desfrutado de belos momentos de lazer e contemplação das belezas naturais desses lugares, por sinal já destituídos de grande parte de seus recursos naturais como a vegetação nativa e rios já assoreados pela intensa extração de areia, seixos, barro e mata ciliar das margens dos rios e praias, além das árvores de madeira de lei que por ali eram abundante.
Fontes
Wilkipédia e outros
Ourém
Fontes
Wilkipédia e outros
Ourém
Ourém é hoje um pequeno município do Estado do Pará, mas já
foi um dos maiores até a virada do século XIX para o XX., fundado em 1727
pelo capitão Luiz de Moura, supostamente navegador de origem
portuguesa. Recebeu este nome em 1753, em alusão a Vila Velha de
Ourém-Portugal, por decreto do Governador-Geral dos Estados do Pará e
Maranhão, Francisco Xavier de Mendonça Furtado, irmão do Marquês de
Pombal. Foi o quarto criado no Estado, ficando atrás apenas de Cametá, a
capital Belém e Vigia. É banhada pelo outrora caudaloso rio Guamá, que
desemboca na Baía de Guajará, na capital paraense, distando cerca de 180 km da mesma. É bastante conhecido pelos belíssimos igarapés de águas
cristalinas, que permeiam por entre as matas e solo de seixo, que filtra
cristalizando esse riquíssimo mineral.
Ourém também é bastante
conhecido por seu festival de música (o mais antigo do norte do país), e
uma cultura enraizada pelo folclore tradicional, permitindo-se ali,
elencar várias manifestações, como a festividade centenária de São
Benedito até os mestres de bois-bumbás. Passaram por aqui grandes nomes
da arte parauara, destacando-se mestre Verequete, aqui conhecido como
"Coroca"; o escultor João Pinto, que começou a fazer suas primeiras
esculturas com a argila da beira do rio Guamá, João Pinto fez a berlinda
de Nossa Senhora de Nazaré, a padroeira dos paraenses, com cedro das
matas de Ourém, sendo um dos maiores símbolos da maior festa religiosa
do Brasil; e Fábio "Fabuloso" Cavalcante, músico e pesquisador cultural,
que também passou por aqui e agora se projeta como um dos maiores
ícones da música alternativa paraense, sendo também sonoplasta de filmes
animados de sucessos. Uma corredeira em frente a cidade, que é chamada
de cachoeira por seus habitantes, foi o motivo principal da estratégia
de fundação de Ourém.
Missões jesuíticas, capuchinhas e barnabitas
passaram por aqui ao longo dos anos e perpetuaram na sua história nomes
de Antonio Vieira, Lourenço de Alcântara, Eliseu Corolli e Angelo
Moretti.
Hoje Ourém padece da exploração indiscriminada da maior jazida
de seixo do mundo, onde suas matas ciliares estão sendo devastadas sem
dó, assoreando com bastante gravidade o rio Guamá e seus afluentes, que
já sofria há 50 anos do desmatamento feito por fazendeiros e
madeireiros. Ainda assim, sua orla fluvial é encantadora, motivo de
orgulho de seu povo miscigenado de índios tembés, portugueses dos Açores
e negros africanos.
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"...Vai Guamarina, flor dos rios, Oureana de
além-mar, perfumando as cachoeiras, as águas do Guamá (Alfredo Reis)"...
"Sou como gado que quando a brasa ferra, fica marcado por muitos anos à
fio (Veloso Neto)"..."Acorda povo de Ourém, Tu tens também que despertar,
para num voo seguro, ir no futuro troféus buscar (João Gualberto)
Clique nas legendas e nomes em azul e leia e veja mais fotos
Conhecida como “A Pérola do Guamá”, o município de Ourém, localizado
no nordeste do Estado, encanta não somente por suas belezas naturais -
matas virgens e igarapés de água cristalina, como também pela simplicidade e acolhimento dos ouremenses. O pequeno povoado, fundado por famílias açorianas no século XVIII, é hoje um município com grande potencial turístico, mas ainda inexplorado.
Logo na chegada, o visitante tem uma prévia do que encontrará: a divisa com Bonito - a ponte sobre o rio Caeté
- é o marco inicial da cidade e também parada obrigatória para que o
visitante se delicie com um bom banho de rio. Aliás, o que não faltam
são opções para banhos, já que a cidade também possui o título de
“paraíso dos igarapés”. Além do rio Guamá,
que fica na parte central, existem mais de 12 igarapés, todos com água
cristalina filtrada pela jazida de seixo existente em Ourém, a maior do
Pará.
No balneário das Pedrinhas está o igarapé Cafiteua, onde é possível fazer trilhas, andar a cavalo e passear de charrete. Outros balneários, como o da Tia Loura e do Carié, são também boas opções de divertimento.
Com pouco mais de 15 mil habitantes, Ourém tem o ar calmo das cidades
do interior: casas simples, ruas estreitas, clima tranquilo e
convidativo para um passeio pela praça Magalhães Barata. Construída há
seis anos, a orla da cidade, à margem do rio Guamá, é um dos
cartões-postais de Ourém.
- Festival de música
A grande atração da cidade é o Festival da Canção Ouremense, que
acontece no penúltimo final de semana do mês de julho, na concha
acústica do Complexo Cultural e Turístico de Ourém, às margens do rio
Guamá, construída especificamente para esse fim. O festival acontece
desde 1983, e reúne os maiores compositores, músicos e intérpretes da
música paraenses. Começou com a iniciativa de um grupo de jovens do
município, e atrai artistas de todo país. Durante os três dias de
competição, realizada na concha acústica, a cidade recebe cerca de 10
mil visitantes.
A concha foi construída em 2002 e se transforma em palco, durante o ano todo, para as diferentes manifestações regionais, como bois-bumbás e cordões de pássaros.
A economia de Ourém é baseada na exploração de seixo, brita e areia.
A produção de seixo é a maior do Estado, chegando a mais de 700 metros
cúbicos por dia, e é responsável pelo abastecimento da capital paraense.
Além disso, 60% da população ouremense vivem da agricultura familiar e outros sobrevivem com as olarias.
Ourém localiza-se à 182 quilômetros da capital paraense. A rodovia de acesso, a PA-124, encontra a BR-316
na altura do quilômetro 142 e está em perfeitas condições, o que
garante uma viagem de até duas horas e meia em carro próprio. Do
Terminal Rodoviário de Belém saem, diariamente, dois ônibus com destino
ao município.
A cidade de Ourém
fica a 180 km de Belém, no nordeste do Pará. Com pouco mais de 16 mil
habitantes, o local é conhecido pela produção de seixo, mas esta não é a
única riqueza que brota da terra: diversas nascentes cristalinas
propiciam um banho gelado para quem aproveita o verão em um lugar
rústico e tranquilo.
Tranquilidade faz do igarapé atração para pais e
filhos (Foto: Dominik Giusti / G1)
O igarapé "Tia Loura" foi batizado para homenagear uma senhora que
morava em frente ao curso d'água, que era utilizado para lavar roupas e
louças. Além das atividades domésticas, a Loura zelava pelo lugar e
servia galinha caipira para os visitantes, cobrando pouco pelo serviço. A
atividade não tinha regularidade, mas acabou transformando o lugar em
ponto turístico, que até hoje atrai visitantes para o reservatório com
1,5 metro de profundidade, cercado por árvores de grande porte. “Ela
está na história, começou aqui quando o igarapé era apenas um buraco”,
conta Edivan, que comprou a casa da senhora em 2007 desde então assumiu
as atividades no local.
Além de cuidar do igarapé, o casal mantém as mesmas regras
estabelecidas pela Loura: o visitante não pode levar comida, e líquidos
só podem ser levados em garrafas de plástico. Os responsáveis pelo
espaço são categóricos: não pretendem transformar o lugar em um
empreendimento turístico para grandes públicos. “Vem muita gente de fora
conhecer, gente que gosta da natureza. Aqui é um ambiente familiar. Por
isso não deixamos que levem caixa de som nem garrafas de cerveja de
vidro. O restaurante não pode ser na beira do igarapé. Fizemos uma
casinha apenas para que os pertences não fiquem molhados quando chove”,
diz Maria do Carmo.
O local atrai visitantes exatamente por ter intervenção mínima no
ambiente natural; apenas bancos e mesas de cadeira e uma pequena cabana
foram instalados. A tranquilidade e a possibilidade de se poder ouvir
passarinhos cantando, macacos de pequeno porte passeando pelos galhos e
de estar mais próximo da natureza, longe de balneários badalados e com
músicas altas, se constituem o próprio atrativo.
O representante comercial Rogério Oliveira, costuma ir ao igarapé com
frequência. “Venho em Ourém e procuro vir sempre aqui. É como à Itália e
não falar com o Papa! Conheci esse local há uns sete anos e gostei
muito. Esse contato com a natureza e a tranquilidade que esse ambiente
passa é maravilhoso”, opina.
Igarapé Cafeteua é mais perto do centro de Ourém
(Foto: Dominik Giusti / G1)
Outros destinos
Além do igarapé mais conhecido, a cidade também tem outras opções de
passeio. Uma delas é o Igarapé das Pedras, espécie de fazenda urbana que
fica no bairro de Cafeteua, perto do centro da cidade. As águas
avermelhadas do igarapé de mesmo nome, um braço do rio Caeté, sobre
enormes pedras chamam atenção dos visitantes.
No local há maior estrutura, com restaurante e cardápio diversificado,
uma piscina para crianças, passeios de cavalo e potro, contato com
animais como pavão, avestruz, gansos e papagaios. Há ainda três campos
de futebol, dois de grama e um de areia. Quatro chalés estão sendo
construídos para receber visitantes no balneário, que costuma receber
eventos esportivos como corridas de cavalo e campeonatos de motocross e
bicicross.
O balneário Aracu, localizado à margem da PA-121, distante 5 km do
centro da cidade, é outro local de fácil acesso com opções para
veranistas. Às margens do igarapé, cabanas que abrigam cerca de dez
pessoas recebem redes para o conforto de idosos e crianças, tornando o
ambiente familiar. No cardápio tem o peixe frito empanado na farinha,
que dá crocância diferenciada ao prato.
O nome do espaço é um peixe comum na região, e que também é o apelido
de Antônio Ribeiro, 51, que há dez anos administra o espaço. “Quando eu
era criança, tinha o dente miúdo e preto. Diziam que era igual de aracu.
Um vizinho botou o apelido e ficou”, conta o proprietário, alegre pela
comparação e feliz pelo sucesso do empreendimento.
Capitão Poço
Capitão Poço é um município brasileiro do estado do Pará. Sua população estimada em 2014 era de 52.616 habitantes. É mais conhecido por ser um grande produtor de laranja. Possui uma área de 2.899,553 km².
Capitão Poço recebeu status de município pela lei estadual nº 2460 de 29 de dezembro de 1961, com território desmembrado de Ourém.[6]. Sede no atual distrito de Capitão Poço ex-localidade. Constituído do
distrito sede. Instalado em 25-03-1962. Em divisão territorial datada de
31-12-1963, o município é constituído do distrito sede. Assim
permanecendo em divisão territorial datada de 2005.
Sua história está vinculada de maneira direta ao processo do chamado
avanço das frentes pioneiras que resultaram na instalação de migrantes,
originários de outras partes do país em território paraense, sob
influência da Belém-Brasília.
Em área pertencente ao Município de Ourém, foi instalada uma frente
pioneira que passou a ser chamada de Capitão Poço, no transcurso dos
anos 1950. O nome desta frente representou uma homenagem ao explorador
conhecido pelo nome de Capitão Possolo, o mesmo que integrou parte da
primeira caravana de pioneiros que no mês de junho de 1955 chegou até o
local onde hoje se localiza a sede do Município, que foi batizado como
Capitão Poço.
Sabe-se que as terras de Capitão Poço são propícias para o cultivo da
malva, arroz, laranja e pimenta-do-reino, e o povoamento das mesmas foi
feita por descendentes de nordestinos.
Elevado à categoria de município e distrito com a denominação de
Capitão Poço, pela lei estadual nº 2460, de 29-12-1961, desmembrado de
Ourém. Sede no atual distrito de Capitão Poço ex-localidade. Constituído
do distrito sede. Instalado em 25-03-1962. Em divisão territorial
datada de 31-XII-1963, o município é constituído do distrito sede.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2005.
A economia de Capitão Poço baseia-se fortemente na agricultura, mais
focada na colheita e exportação da laranja que é uma das frutas
predominantes em sua área. A agricultura familiar é também bastante
desenvolvida, produzindo pimenta-do-reino, feijão, mandioca, entre
outras frutas e legumes.
Na cidade é muito forte a influência do comércio para a geração de emprego e renda no município.
Pontos turísticos:
A cidade é conhecida por seus inúmeros igarapés, bem também pelo rio
Guamá, que passa com suas águas limpas na divisa do município com
Garrafão do Norte e, por fim, pela Cachoeira "Recanto das Lendas", um
local turístico bastante visitado e com uma ótima estrutura.
Destacam-se:
Santuários Santo Antonio Maria Zaccaria e Nossa Senhora do Perpétuo Socorro
Hotel Fazenda Cachoeira Recanto das Lendas
Balneário Águas Cristalinas. (Balneário Bonito)
Balneário Geladeira (balneário com águas cristalinas e geladas)
Prainha (localizado na vila de Boca Nova)
Balneário Pensamento
Balneário Cacurí
Localidade de Igarapé-Açú (Banhada por igarapés)
Hotel Fazenda Cachoeira
Balneário Recanto das Lendas, oferece uma estrutura adequada para que possa aproveitar de maneira especial o seu dia, com ...
Para chegar ao Hotel Fazenda de Cachoeira, basta pegar a BR-316 ... entrar na PA-124 e seguir em direção ao município de Capitão Poço.
O Hotel Fazenda Cachoeira localiza-se à 200 quilômetros da capital paraense. O acesso é feito pela rodovia BR 316 até o quilômetro 142 onde se encontra com a PA-124, a direita. Daí seguindo até a cidade de Ourém. Há uns 14km dessa cidade fica (a direita) a estrada de acesso ao Hotel com 6 km
O Hotel Fazenda Cachoeira é um belo lugar, bem
aparelhado e enfeitado para receber milhares de
banhista nos fins de semana
Como o nome diz, tem fazenda da gado bovino, mas
precisa que os bares e restaurantes sejam devidamente
protegidos com telas de furos finos para espantar os
insetos
Bois no pasto
Em direção ao Hotel Fazanda Cachoeira encontramos
marcas de pobreza, destruição de recursos naturais e exploração
intensa de minas nas chamadas seixeiras. Alguns municípios
vivem da exploração de seixos, outros do cultivo de laranja
Marapanim
Marapanim é um município brasileiro do estado do Pará. Sua população
estimada em 2004 era de 27 171 habitantes. Possui uma área de
799,2,99 km². O município é famoso por possuir praias
paradisíacas. As mais famosas são Marudá, Camará, Crispim e Sacaiteua.
Existem resquícios de povos indígenas na região anteriores a ocupação de
religiosos. A história oficial tem início no século XVII , quando os
padres jesuítas ali chegaram e fundaram uma fazenda, que chamaram de
"Bom Intento". A fazenda, na época da Lei Pombalina, em 1775, foi
confiscada dos jesuítas e entregue à particulares. O domínio das terras
chegou as mãos do padre José Maria do Valle, que dela separou uma parte,
doando-a para criação de uma freguesia. Em 1833, durante a
Independência, a então freguesia do Bom Intento ficou sob a jurisdição
da vila de Cintra, hoje município de Maracanã. Dezessete anos mais
tarde, em 1850, já era povoado. Em 1869 foi elevado à categoria de
freguesia, sob a proteção de Nossa Senhora da Vitória, continuando porém
a pertencer a Cintra. A autonomia veio em 1874, porém sua instalação só
ocorreu quatro anos mais tarde, em 1878, com a eleição dos vereadores e
juiz de paz. A emancipação municipal durou até dezembro de 1930, quando
o município de Marapanim foi extinto, através de um decreto, e entregue
a Curuçá. Entretanto, menos de um mês depois, o decreto nº 111, de 21
de janeiro de 1931, tornou-se sem efeito a extinção.
Marapanim é uma palavra da língua nheengatu, derivada do tupi-guarani, significa "borboletinha do mar" ou "borboletinha d'água", nome dado pelos índios da região a um rio que por ali corria, em cujas margens podia-se ver um grande número de borboletas pequenas.
Marapanim é uma palavra da língua nheengatu, derivada do tupi-guarani, significa "borboletinha do mar" ou "borboletinha d'água", nome dado pelos índios da região a um rio que por ali corria, em cujas margens podia-se ver um grande número de borboletas pequenas.
Marapanim é conhecida como "Terra do Carimbó", rítmo musical cujo
principal compositor foi o mestre Lucindo Rabelo da Costa. Hoje existem
vários conjuntos de carimbó que encantam dentro e fora de Marapanim. O Carimbó
reúne música e dança. Os instrumentos são: carimbó (um tronco oco
revestido em uma das pontas por couro de animal - veado, catitu,
sucuri), maraca, milheiro, banjo, pandeiro e flauta. Enquanto os
instrumentistas tocam e cantam músicas cujas letras falam da natureza,
do amor, do mar, do céu, enfim, os dançarinos, geralmente em pares,
usando roupas coloridas, dançam maravilhosamente, em coreografias que
encantam turistas e nativos.
Além do destaque mundial de "terra do carimbó", Marapanim também já
levou ao Pará, ao Brasil e ao mundo filhos ilustres no que diz respeito
às letras. Destaque para os poetas Joaquim Amoras Castro (in memoriam).
No segundo domingo de Agosto é realizado a procissão de Nossa Senhora
das Vitórias e no mesmo mês é promovida a regata à vela no rio
Marapanim, atraindo grande público local e turistas.
A culinária marapaniense é uma das melhores do Estado do Pará. Peixes, camarões, mexilhões,
frutas típicas, tudo isso e muito mais é condensado em uma mistura de
inúmeros sabores. Os destaques são a caranguejada, fritada e assado de
peixe (pescadinha gó, tainha, bodó, gurijuba, dourada entre outros),
além do exótico turu, espécie de molusco retirado do troco de árvores
apodrecidas do mangue. As frutas encontradas na região também são
extremamente deliciosas, podendo ser consumidas naturalmente ou então
transformadas em deliciosos sucos e doces. Ao longo do ano o visitante
pode deliciar-se com bacurí, cupuaçu, açai, pupunha, ajirú, araçá,
muruci, tucumã, taperebá, manga e muitas outras frutas com sabores
exóticos e intensamente deliciosos.
Na própria cidade o visitante pode conhecer o Trapiche, construído
sobre as águas do Rio Marapanim, a orla e a praça Matriz. As praias já
citadas, e muitas outras, também são imperdíveis. Quem se interessa por
religiosidade ou arquitetura também não pode deixar de fazer uma visita
às igrejas de Nossa Senhora das Vitórias e de São Raimundo. O Paço
Municipal e o Prédio da Câmara Municipal de Vereadores também é um dos
mais antigos da cidade.
Texto sobre Marapanim
No nordeste paraense, 120 Km Belém, encontra-se uma cidade hospitaleira que fascina por sua cultura, história e belezas naturais. O oceano Atlântico banha e guarda a cidade de Marapanim, nome que, em nheegatu (linguagem índigena), significa “borboletinha do mar” ou “borboletinha d’água”. A escolha foi feita pelos índios da região a um rio que por ali corria, em cujas margens podia-se ver um grande número de borboletas pequenas.
A História de Marapanim teve inicio no século XVII, quando os padres jesuítas chegaram e fundaram uma fazenda, que chamaram de “Bom Intento”. A fazenda, na época da Lei Pombalina, em 1775, foi confiscada dos jesuítas e entregue à particulares. O domínio das terras chegou às mãos do padre José Maria do Valle, que separou uma parte, doando-a para criação de uma freguesia.
Em 1833, durante a Independência, a freguesia do Bom Intento ficou sob a jurisdição da vila de Cintra, hoje município de Maracanã. Em 1850, já era povoado. Em 1869 foi elevado à categoria de freguesia, sob a proteção de Nossa Senhora da Vitória, continuando, porém, a pertencer a Cintra. A autonomia veio em 1874, mas sua instalação só ocorreu quatro anos mais tarde, em 1878, com a eleição dos vereadores e juiz de paz.
A emancipação municipal durou até dezembro de 1930, quando o município de Marapanim foi extinto, por meio de um decreto, e entregue a Curuçá. Entretanto, menos de um mês depois, o decreto nº 111, de 21 de janeiro de 1931, tornou-se sem efeito a extinção.
Hoje, depois de sua fundação e com uma população com cerca de 24 mil habitantes que vivem basicamente da avicultura, pecuária, comércio e agricultura, o município é um dos mais promissores pólos turísticos do Estado.
fonte: http://www.famep.com.br/
MARAPANIM
De Belém, são 152 quilômetros
percorridos em cerca de duas horas de carro, até o município de
Marapanim, no nordeste paraense, é famoso por possuir praias
paradisíacas, também se pode apreciar e curtir a beleza da natureza,
exuberante por sua fauna e flora. No local, vilas de pescadores atraem
pessoas em busca de tranquilidade, paz e momentos de alegria.
Igarapés de águas claras, calmas e geladas, além de braços de rios de
água salgada, vindos do Oceano Atlântico, atraem cada vez mais pessoas
para conhecer as belezas naturais de Marapanim. As suas praias mais
famosas como Marudá e Crispim são as que atraem mais visitantes,
tornando-se o point do verão na cidade.
Há também outros lugares menos populares frequentados cada vez mais
por quem vai conhecer a cidade, como a vila de Araticumirim, Porto
Alegre, Vista Alegre, entre outros, e, ainda em Marudá, pode se
encontrar uma praia pequena, ainda desconhecida, chamada de Paraíso,
ideal para se passar as férias com familiares e tranquilidade.
MARUDÁ
Distrito de Marapanim, a Vila de
Marudanópolis fica na Praia de Marudá, e é bastante frequentada por
turistas – na ida ou na volta de Algodoal. A praia possui orla com
melhores condições para abrigar os bares e restaurantes que funcionam na
área.Como Marapanim é o berço do carimbó, os visitantes de Marudá
também podem aproveitar a noite na cidade para curtir shows deste ritmo
paraense, trilha sonora ideal para um verão inesquecível na orla do
estado do Pará.
Marudá ainda é a praia mais frequentada, tanto pela infraestrutura
disponível quanto pela proximidade com a Ilha de Algodoal, destino que
também tem atraído um número crescente de visitantes. Mas ainda é
possível fugir do óbvio e se aventurar em refúgios naturais, como a
praia de pescadores Camará, a praia Santa Maria e as Ilhas de Cajutuba e
Dom Pedro.
Abaixo temos fotos da praia e orla de Marudá ao redor da qual se
concentram os hotéis, bares, quiosques e vendedores diversos
Abaixo temos fotos da praia e orla de Marudá ao redor da qual se
concentram os hotéis, bares, quiosques e vendedores diversos
da praia de Algodoal
O movimento da praia de Marudá se intensifica nos
fins de semana, onde encontramos barracas e vendas
diversas
Outra casinha pitoresca
CRISPIM
Situada na rodovia que liga Marapanim a Marudá, a praia do Crispim é
fonte renda de parte da população que aguarda os milhares de visitantes
no verão. Erguidos em palafitas e com mesas dispostas em baixo de
guarda-sóis de palha, os restaurantes mesclam praticidade e cultura,
oferecendo pratos típicos da região. Um cenário bem amazônico para
curtir um dia de sol.
Praia do Crispim
Crispim está sob a ameaça da força das águas, daí
a erosão na praia e ruas
Belas casas
Chegando à praia do Crispim
Silhuetas, água, ondas e céu
Praias exuberantes que ainda preservam paisagens quase intocadas (Foto: Viviane Pinheiro/Arquivo)
ALGODOAL
São 180km que separam Belém do distrito
de Marudá, que é uma das quatro vilas que formam a Ilha de Maiandeua,
localizada no município de Maracanã, na região do Salgado – nordeste do
Pará, onde os rios da Amazônia se encontram com o Atlântico. Depois, a
viagem segue de barco, por cerca de 40 minutos.
Como Algodoal é a vila mais conhecida do local, e também a maior da
ilha, o nome acabou se sobressaindo ao original, Maiandeua, e por ser
muito próximo de Algodoal, o porto de Marudá, distrito de Marapanim, é
utilizado como referência de acesso à ilha.
Banhada pela Baía de Marapanim, pelo Oceano Atlântico, e pelo Canal
da Mocooca, a ilha abriga algumas das praias mais bonitas do país, como a Praia da Princesa, que
já foi eleita por uma publicação norte-americana como uma das 10 praias
mais interessantes do Brasil. A atração principal são os botos, porém,
os manguezais também atraem visitantes quando a maré está cheia. Outra
opção é um passeio de veleiro, que leva o turista à costa de Algodoal.
Algodoal é a queridinha dos visitantes de Marapanim. Foto: Everaldo Nascimento
Quem visita Ilha de Algodoal na época do verão amazônico, que vai de
junho até novembro, encontra mais agitação e movimento. Quem vem em
outro período, aproveita o sossego absoluto e a tranquilidade.
Praia da Pedra Chorona – Faz parte do folclore
local. Possui um olho d’agua na qual a água brota da pedra. O passeio
até a Pedra Chorona pode ser feito de barco a motor ou de carroça. De
barco, os visitantes levam 40 minutos para chegar. De carroça, a viagem
de ida dura uma hora.
Praia da Marieta – Os surfistas também encontram
ondas Algodoal, especialmente na praia da Marieta, que tem cerca de 26
km de extensão. A viagem de ida até a praia leva cerca de duas horas,
atravessando o furo da Mocooca.
Praia da Romana – Fica a três horas de Algodoal e possui paisagens bem rústicas com igarapés de água salgada e territórios quase desertos.
Rumo à praia do Algodoal
A ilha do Algodoal ainda é um local isolado da especulação
imobiliária, mas o dia em que for construída uma ponte, adeus
aos atrativos da praia. Como está, tá muito bom.
Rumo à praia do Algodoal
A ilha do Algodoal ainda é um local isolado da especulação
imobiliária, mas o dia em que for construída uma ponte, adeus
aos atrativos da praia. Como está, tá muito bom.
dos banhistas
já dentro da charrete
Para atravessar para a praia do Algodoal a altenativa são
os barquinhos. Os de Abaeté já estão acostumados a essas
pequenas embarcações
Pose no Algodoal
Água de coco no Algodoal
Devido a subida da água da maré, casas com assoalhos altos
Banho na praia
Arbustos secos na praia. O que aconteceu?
Barco para o algodoal, enfrentando mar agitado pelas
ondas
No barco, ida
Essa paisagem é conhecida pelos abaeteenses, a pesca pelo cacuri
Barcos
Chegando ao Algodoal, que não tem algodeiro, mas
o nome vem de uma lenda
Barcos diversos
Indo para o Algodoal, que é uma ilha com praia de mesmo
nome
Praia do Algodoal à vista
Charretes para a travessia para o Algodoal, na ida/vinda
A vegetação na praia é rala
Poses
Bom mesmo é ir a pé às barracas, mas muitos reclamam
Ossadas de peixes e peixes mortos na praia. A explicação
dada é que pescadores jogam veneno químico nos cardumes
avistados. É um crime, pois mata muitas espécies de peixes
e isso vai levar à extinção de muitas espécies, além da
poluição da praia
Retrete pitoresca
Existe uma pequena área com pedras na bela praia
Casinhas em madeira, de assoalho alto
Barquinho à vela, e motor
Solidão no mar
Praia e civilização à vista!
Tem barcos de empresa de turismo, também
Devido a subida da água da maré, casas com assoalhos altos
Banho na praia
Arbustos secos na praia. O que aconteceu?
ondas
No barco, ida
Essa paisagem é conhecida pelos abaeteenses, a pesca pelo cacuri
Barcos
Chegando ao Algodoal, que não tem algodeiro, mas
o nome vem de uma lenda
Barcos diversos
Indo para o Algodoal, que é uma ilha com praia de mesmo
nome
Praia do Algodoal à vista
A vegetação na praia é rala
Poses
Bom mesmo é ir a pé às barracas, mas muitos reclamam
Ossadas de peixes e peixes mortos na praia. A explicação
dada é que pescadores jogam veneno químico nos cardumes
avistados. É um crime, pois mata muitas espécies de peixes
e isso vai levar à extinção de muitas espécies, além da
poluição da praia
Retrete pitoresca
Existe uma pequena área com pedras na bela praia
Casinhas em madeira, de assoalho alto
Solidão no mar
Tem barcos de empresa de turismo, também
Fonte do Texto e fotos abaixo:
http://titogarcez.com
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"Mesmo
no litoral, alguns locais só podem ser acessados fazendo uso do que o
paraense mais está acostumado: a navegação. Para chegar à ilha de
Maiandeua - que pertence ao município de Maracanã - e, consequentemente,
à vila de Algodoal, é necessário embarcar em pequenos barcos, que no
Pará geralmente são chamados de "Pô-pô-pôs", no porto de Marudá, que é
um distrito - com cara de cidade - que está localizado no município de
Marapinim. Para chegar até lá, a partir de Belém, não é muito complicado..." Para continuar lendo, acesse a publicação completa clicando aqui.
"Todas
as ruas da vila do Algodoal são de terra, o que ajuda a dar ao lugar a
ideia de um local rústico. E nelas, a única preocupação que tem que ter é
com as charretes, já que veículos motorizados são proibidos. A
infraestrutura no geral também é simples. Além das casas de moradores
que vivem da pesca, do turismo ou de serviços, podem ser encontradas
algumas casas de veraneio e várias pousadas, sendo a maioria delas
rústicas, ideais para quem busca simplicidade..." Para continuar lendo, acesse a publicação completa clicando aqui.
"O
melhor da praia do Farol só pode ser visto se a pessoa tiver sorte
(como felizmente eu tive). Logo após o Furo Velho, próximo ao que seria a
sua "foz", centenas de aves se aglomeravam descansando ou voando, em
revoada, através da praia, proporcionando assistir a um dos mais belos
espetáculos da natureza. Foi possível observar a presença de algumas
espécies, como Talha-mar e Maçarico-de-bico-torto, que aparentemente
conviviam pacificamente, inclusive enquanto voavam. Além de
registrá-las, a melhor experiência é a de estar cercado pelos belos
pássaros enquanto voam. Momento para jamais esquecer..." Para continuar lendo, acesse a publicação completa clicando aqui.
Todas as ruas da vila do Algodoal são de terra, o que ajuda a dar ao
lugar a ideia de um local rústico. E nelas, a única preocupação que tem
que ter é com as charretes, já que veículos motorizados são proibidos. A
infraestrutura no geral também é simples. Além das casas de moradores
que vivem da pesca, do turismo ou de serviços, podem ser encontradas
algumas casas de veraneio e várias pousadas, sendo a maioria delas
rústicas, ideais para quem busca simplicidade. A Pousada ABC
possui alguns quartos simples e no seu terreno funcionam também um
camping e um redário. As diárias nos quartos têm tarifas a partir de
R$50,00. No camping, o valor é de R$10,00 por pessoa e no redário,
R$20,00. Para mais informações, é possível entrar em contato via e-mail:
edilzadavila@hotmail.com ou por telefone: +55 (91) 9968-3501 /
8190-3226.
Para quem busca um local tranquilo, a baixa temporada é uma ótima
pedida, pois a ilha está mais vazia, sem muito agito e sem a azaração
que fez com que ela fosse apelidada, pelos paraenses, com o título de
"ilha da perdição". Quando fui, mesmo sendo um final de semana, estava
longe de parecer um local voltado à azaração. A tranquilidade imperava,
tanto de dia quanto à noite. Era possível, por exemplo, caminhar tarde
da noite mesmo com as ruas vazias e mal iluminadas, e a sensação de
segurança era notável. Talvez pelo fato de casos de violência só serem
observados em épocas de maior movimento (e descontrole) como no
Carnaval, a delegacia permanece fechada na maior parte do ano.
As ruas tranquilas da vila são um convite a uma despretensiosa
caminhada. É possível conhecer todas as ruas em questão de minutos e de
cruzar com a mesma pessoas diversas vezes. Há, inclusive, quem não tenha
aparelho celular por usar a justificativa de que é fácil encontrar
alguém realizando uma pequena caminhada e perguntando a quem esteja no
caminho. E quem o diz tem razão. Aliado a isso, está o fato de que na
ilha existe uma deficiência na comunicação via telefonia móvel. Dentre
as quatros principais operadoras nacionais, a Vivo é a que melhor
funciona, mesmo assim, o sinal é instável. Portanto, é melhor não contar
muito com isso.
Um dos principais pontos de encontro dos moradores e dos turistas é a
praça da vila, essa sim urbanizada, com algumas lanchonetes, bancos e
floridos Flamboyants que não parecem ser comuns àquela região, mas que
deixam o local ainda mais belo. E esse é um dos locais mais bem
iluminados da vila. Por falar em iluminação, a energia elétrica é um
tanto nova na localidade. Ela foi implementada há não mais que seis
anos. Antes, tudo funcionava graças a geradores. Os locais disponíveis
para alimentação são limitados, sobretudo na baixa temporada - tirando
os feriados, a alta temporada ocorre principalmente no mês de julho, no
chamado verão amazônico.
Para não dizer que o visitante não será atacado por nada, no período que
mais chove, no chamado inverno amazônico, que vai de dezembro a abril,
os chamados Carapanãs - ou muriçocas - fazem a festa. Portanto,
repelentes são itens de necessidade básica, principalmente a partir do
final de tarde. E, por precaução, é melhor tê-los à disposição em
qualquer época do ano.
Caso a pessoa deseje ter comodidade tanto no transporte até a ilha como na hospedagem nela, é aconselhável entrar em contato com a Algodoal Turismo, empresa que realiza traslados a partir de Belém e faz reservas em meios de hospedagem da ilha. Além do site, é possível entrar em contato através do e-mail atendimento@algodoalturismo.com.br e dos números +55 (91) 3352-0841 / 8201-3653.
Esta postagem teve como objetivo mostrar um pouco do local que serve como base para aqueles que visitam os principais atrativos. Sendo assim, nas próximas publicações serão mostradas algumas das atrações da ilha, portanto, não deixe de conferir os relatos sobre as situações e paisagens impressionantes que puderam ser vivenciadas e conhecidas. ;)
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"Mesmo
no litoral, alguns locais só podem ser acessados fazendo uso do que o
paraense mais está acostumado: a navegação. Para chegar à ilha de
Maiandeua - que pertence ao município de Maracanã - e, consequentemente,
à vila de Algodoal, é necessário embarcar em pequenos barcos, que no
Pará geralmente são chamados de "Pô-pô-pôs", no porto de Marudá, que é
um distrito - com cara de cidade - que está localizado no município de
Marapinim. Para chegar até lá, a partir de Belém, não é muito complicado..." Para continuar lendo, acesse a publicação completa clicando aqui.
"Todas
as ruas da vila do Algodoal são de terra, o que ajuda a dar ao lugar a
ideia de um local rústico. E nelas, a única preocupação que tem que ter é
com as charretes, já que veículos motorizados são proibidos. A
infraestrutura no geral também é simples. Além das casas de moradores
que vivem da pesca, do turismo ou de serviços, podem ser encontradas
algumas casas de veraneio e várias pousadas, sendo a maioria delas
rústicas, ideais para quem busca simplicidade..." Para continuar lendo, acesse a publicação completa clicando aqui.
"O
melhor da praia do Farol só pode ser visto se a pessoa tiver sorte
(como felizmente eu tive). Logo após o Furo Velho, próximo ao que seria a
sua "foz", centenas de aves se aglomeravam descansando ou voando, em
revoada, através da praia, proporcionando assistir a um dos mais belos
espetáculos da natureza. Foi possível observar a presença de algumas
espécies, como Talha-mar e Maçarico-de-bico-torto, que aparentemente
conviviam pacificamente, inclusive enquanto voavam. Além de
registrá-las, a melhor experiência é a de estar cercado pelos belos
pássaros enquanto voam. Momento para jamais esquecer..." Para continuar lendo, acesse a publicação completa clicando aqui. domingo, 23 de março de 2014
Litoral Paraense: travessia entre Marudá e Algodoal, na ilha de Maiandeua, através da Baía de Marapanim
O
estado do Pará tem um dos maiores litorais do Brasil, mas, apesar
disso, suas praias oceânicas ainda são um tanto desconhecidas, inclusive
pelos próprios paraenses que desde sempre estão acostumados a conviver
principalmente com os rios, que, parafraseando um amigo, são
considerados uma preciosidade logística, já que as áreas mais povoadas
estão no interior do estado, incluindo a própria capital.
Aproveite e acompanhe outras postagens sobre a Amazônia, conferindo relatos e muitas fotos de lindos lugares localizados nos estados do Pará e do Amapá (clique nos nomes para acessar).
Pela
enorme quantidade de rios, furos e baías, a água doce é o principal
meio de integração, não só do estado como de toda a região amazônica
(Aproveite e veja as publicações sobre a navegação por entre ilhas da Baía do Guajará e sobre a ilha de Cotijuba e a praia do Vai-Quem-Quer).
É por isso que alguns recantos no litoral permanecem um tanto
preservados, e este é o caso de Algodoal, uma vila localizada na ilha de
Maiandeua, paraíso que acabou ficando mais conhecido pelo nome de sua
principal vila. Pouco a pouco, o local está despertando a atenção
principalmente do turismo nacional e internacional. Felizmente não
existem pontes, o que faz com que a tranquilidade do lugar seja
preservada.
Aproveite e acompanhe outras postagens sobre a Amazônia, conferindo relatos e muitas fotos de lindos lugares localizados nos estados do Pará e do Amapá (clique nos nomes para acessar).
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| Barco de pesca na baía de Marapanim, entre Marudá e Algodoal, no Pará - Por Tito Garcez em fevereiro de 2014 (CLIQUE NAS IMAGENS PARA AMPLIÁ-LAS / CLICK ON IMAGES TO ENLARGE THEM) |
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| Aves descansam em "currais" na baía de Marapanim |
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| Trapiche antigo do porto de Marudá, em Marapanim |
Mesmo
no litoral, alguns locais só podem ser acessados fazendo uso do que o
paraense mais está acostumado: a navegação. Para chegar à ilha de
Maiandeua - que pertence ao município de Maracanã - e, consequentemente,
à vila de Algodoal, é necessário embarcar em pequenos barcos, que no
Pará geralmente são chamados de "Pô-pô-pôs", no porto de Marudá, que é
um distrito - com cara de cidade - que está localizado no município de
Marapinim. Para chegar até lá, a partir de Belém, não é muito
complicado. Da rodoviária da capital é possível embarcar em um ônibus da
empresa Rápido Excelsior e viajar em média 4h pagando pouco mais de
R$20,00. De carro, os 160 Km que separam Belém de Marudá podem ser
percorridos, primeiramente, através da rodovia BR-316 até a cidade de
Castanhal. De lá, é necessário acessar a PA-116 e, por fim, entrar na
PA-318 no entrocamento que sinaliza o acesso a Marapanim.
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| Pô-pô-pô navega através da baía de Marapanim, entre Marudá e Algodoal |
Caso o visitante deseje ter comodidade tanto no transporte como na hospedagem, é aconselhável entrar em contato com a Algodoal Turismo,
empresa que realiza traslados a partir de Belém e faz reservas em meios
de hospedagem da ilha. Além do site, é possível entrar em contato
através do e-mail atendimento@algodoalturismo.com.br e dos números (091)
3352-0841 / 8201-3653.
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| Tabela de horários da travessia Marudá-Algodoal e do retorno |
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| Garça e barco no distrito de Marudá, em Marapanim |
Já
em Marudá, pouco antes de chegar à praia, podem ser vistos alguns
restaurantes que podem servir como ponto de apoio caso ainda não seja o
horário de atravessar. Almoçar em um deles pode ser recomendável. Caso o
objetivo seja chegar logo ao porto, na chegada ao distrito, após passar
pela rodoviária e pelos restaurantes, chegando à avenida que beira o
mar, é necessário dobrar à direita e seguir poucos quilômetros até o seu
final, já em frente ao porto. No entorno da pequena pracinha podem ser
encontradas diversas placas que sinalizam estacionamentos.
A
quantidade de estacionamentos é explicada pelo fato de que, na ilha,
não se utilizam meios de transportes motorizados que não sejam os
utilizados para a navegação. Portanto, carros têm que ser deixados em
Marudá, em estacionamentos simples que cobram em média R$10,00 pela
diária. É importante pesquisar e pechinchar, pois, no caso de um final
de semana, mesmo que geralmente o veículo só ocupe o local por metade da
sexta, por todo o sábado e por metade do domingo, muitos interpretam
como sendo três diárias, quando na prática são apenas duas. Enfim, tem
que negociar!
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| Catadora de mariscos trabalhando próximo ao porto de Marudá |
Já
no pequeno porto, a passagem de ida pode ser comprada por R$7,00 e,
apesar de os horários estarem disponibilizados no cartaz, é bom
confirmar com as pessoas se a embarcação sairá mesmo no horário
previsto, pois a depender da tábua das marés ou das condições
climáticas, o horário pode ser adiantado, postergado ou até cancelado,
restando assim embarcar em algum outro.
Em
frente ao porto, na maré baixa, é possível notar o aparecimento de
diversos bancos de areia que dão a impressão de que se demoraria horas
até que fossem cobertos quando a maré começasse a subir. Contudo,
curiosamente a entrada de água vinda do mar é assustadoramente rápida,
fazendo com que em poucos minutos todos os bancos já estejam submersos. E
é por conta dessa rapidez que os catadores de mariscos também tentam
fazer o seu trabalho o mais rápido possível. É interessante caminhar
através da rampa e observar a busca pelo alimento ou pela renda, seja
vendo pessoas catando mariscos ou pescando em pequenos barcos, como
também ao ver aves, como por exemplo as garças, em busca de pequenos
peixes e crustáceos.
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| Casas de madeira localizadas no distrito de Marudá, em Marapanim |
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| Rabeta navega através da baía de Marapanim, entre Marudá e Algodoal |
Após
a embarcação chegar e todos os passageiros e suas bagagens serem
embarcados, a travessia entre Marudá e a ilha é iniciada. Ela dura em
torno de 45 minutos e tem a fama de ser “agitada”, por ir de encontro a
muitas ondas e consequentemente por balançar bastante, mas,
curiosamente, nesse caso, tanto na ida como na volta, o trajeto foi
feito com uma certa tranquilidade. Foi até motivo para conversa entre
aqueles que frequentemente navegam pela região. Sorte nossa!
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| Catadores de mariscos e pequenos pescadores em frente ao porto de Marudá |
No
trajeto, é possível observar os muitos currais que são montados para a
captura de peixes e de camarões que entram na maré alta e permanecem
ilhados quando ela baixa, ficando assim vulneráveis à captura. Nessas
estruturas de madeira, principalmente ao final da tarde, é comum
observar muitas garças, mergulhões, entre outras aves, descansarem antes
de seguir para a passagem da noite no manguezal.
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| Embarcação navega através da baía de Marapanim |
Navegando
através da baía de Marapanim, pode-se observar, também, o vai e vem de
embarcações que transitam por ali, sendo muitas delas pequenas e que são
utilizadas principalmente para a pesca. Simplesmente para embelezar
seus barcos, ou até mesmo para chamar a atenção, alguns os pintam com
cores fortes, bem coloridas.
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| Barco em Algodoal |
Por
fim, após uma travessia tranquila, chegamos à famosa ilha de Maiandeua,
mais conhecida como Algodoal, pois é por esse nome que inclusive grande
parte dos paraenses se refere ao lugar. Nomenclatura à parte, ele é
lindo e será conhecido a partir da próximo publicação. Não perca! ;)
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| Bandeiras do Pará e do Brasil em Pô-pô-pô |
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| Homem olha para o porto de Algodoal na chegada da travessia através da baía de Marapanim |
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| Catadora de mariscos trabalhando em Marudá |
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| Barco Aryella no distrito de Marudá |
terça-feira, 1 de abril de 2014
Litoral Paraense: explorando a Vila do Algodoal, na ilha de Maiandeua
Após partir do porto de Marudá e navegar pela baía de Marapanim (clique aqui para conferir a publicação anterior),
desembarcamos no porto do Algodoal, que fica na vila de mesmo nome, na
ilha de Maiandeua. Ao final da rampa de acesso, podem ser vistas muitas
charretes - que lá são carroças com algumas modificações, as quais são o
principal meio de locomoção do lugar. Caso o visitante resolva
pernoitar, e tenha uma grande quantidade de bagagens, é aconselhável
utilizá-las no trajeto até o meio de hospedagem, que geralmente gira em
torno de 10 a 20 minutos de caminhada, sendo o trecho inicial percorrido
na praia da Caixa d'Água, que fica em frente à vila. Em frente ao porto
podem ser vistas, também, placas onde constam informações sobre a APA -
Aérea de Proteção Ambiental na qual a ilha se encontra e, também,
placas artesanais que contém, inclusive, uma tabela de preços para uso
das charretes.
A Vila do Algodoal é a principal da ilha, tanto por seu tamanho como por
ser praticamente a única que possui meios de hospedagem. As outras,
chamadas de Camboinha e Fortalezinha, abrigam principalmente pescadores.
Da principal vila é possível chegar à Praia da Princesa - a mais famosa
- e à Lagoa da Princesa, que são os atrativos mais visitados do lugar.
Mas isso será conhecido na próxima publicação...
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| Rua florida na vila do Algodoal, na ilha de Maiandeua, no Pará - Por Tito Garcez em 2014 (CLIQUE NAS IMAGENS PARA AMPLIÁ-LAS / CLICK ON IMAGES TO ENLARGE THEM) Aproveite e acompanhe outras postagens sobre a Amazônia, conferindo relatos e muitas fotos de lindos lugares localizados nos estados do Pará e do Amapá (clique nos nomes para acessar). |
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| Porto do Algodoal, na vila do Algodoal, na ilha de Maiandeua |
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| Placa e mapa da APA - Área de Preservação Ambiental Algodoal-Maiandeua |
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| Charrete Expresso Stonne, na vila do Algodoal |
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| Placa da Pousada ABC, na vila do Algodoal |
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| Casa de madeira em frente à praia da Caixa d'água, na vila do Algodoal |
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| Paisagem na vila do Algodoal |
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| Jaqueira em uma rua da vila do Algodoal, na ilha de Maiandeua |
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| Final de tarde visto a partir da vila do Algodoal |
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| Praça da vila do Algodoal, na ilha de Maiandeua |
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| Praia da Caixa d'água, em frente à vila do Algodoal, na ilha de Maiandeua |
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| Sapinho deseja bom dia na vila do Algodoal |
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| Mapa da ilha do Algodoal ou ilha de Maiandeua, no Pará |
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| Placa de sinalização na vila do Algodoal |
Caso a pessoa deseje ter comodidade tanto no transporte até a ilha como na hospedagem nela, é aconselhável entrar em contato com a Algodoal Turismo, empresa que realiza traslados a partir de Belém e faz reservas em meios de hospedagem da ilha. Além do site, é possível entrar em contato através do e-mail atendimento@algodoalturismo.com.br e dos números +55 (91) 3352-0841 / 8201-3653.
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| Casa de madeira envolta de árvores na vila do Algodoal, na ilha de Maiandeua |
Esta postagem teve como objetivo mostrar um pouco do local que serve como base para aqueles que visitam os principais atrativos. Sendo assim, nas próximas publicações serão mostradas algumas das atrações da ilha, portanto, não deixe de conferir os relatos sobre as situações e paisagens impressionantes que puderam ser vivenciadas e conhecidas. ;)
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| Charrete na praia da Caixa d'água, na vila do Algodoal, na ilha de Maiandeua |
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| Pintura que representa o Carimbó, na vila do Algodoal |
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| Barco Netuno na praia da Caixa d'água, na vila do Algodoal |
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| Placa com preços para uso das charretes na ilha do Algodoal-Maiandeua |
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| Casa de madeira na vila do Algodoal, na ilha de Maiandeua Aproveite e acompanhe outras postagens sobre a Amazônia, conferindo relatos e muitas fotos de lindos lugares localizados nos estados do Pará e do Amapá (clique nos nomes para acessar). |
Aproveite e acompanhe outras postagens sobre a Amazônia, conferindo relatos e
muitas fotos de lindos lugares localizados nos estados do Pará e
do Amapá (clique
nos nomes para acessar).
Poderá também gostar de:
Blog do Ademir Rocha, de Abaetetuba/PA






































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