Abaetetuba: Bloco nos Tempos de Carnavais - Alguns Aspectos da História-Memória do Carnaval
Tempos de Carnavais
Já pesquisamos, elaboramos e publicamos várias postagens sobre a Festa do Carnaval de Abaetetuba, incluindo memórias, histórias dos antigos e atuais carnavais e de alguns grupos carnavalescos. Mas sentimos que falta ainda muita coisa sobre essa festa popular brasileira, inclusive dos antigos bailes carnavalescos de salão promovidos pelos nossos clubes de futebol e os dos clubes Bancrévea e Assembléia Abaetetubense, o que faremos na disponibilidade de nosso tempo.
Um fato notável de nosso carnaval é que alguns antigos grupos carnavalescos como o Palhuk e o Kanto do BASA passaram de simples blocos de carnavais para uma espécie de confraria carnavalesca entre amigos de longas datas, onde eles ainda se encontram para promover eventos, passeios, festas e a amizade entre seus membros permanece na memória e nos relacionamentos atuais de muitos membros, assim como na participação dos atuais eventos carnavalescos desses grupos de amigos. É a história e memória desses grupos que se perpetua no tempo.
Do Kanto do Basa ainda estamos recolhendo materiais, uma vez que em meio a tantas pesquisas, algumas se perderam por falhas do nosso sistema elétrico e dos sistemas de Internet.
Desenvolveremos esta postagem a partir das pesquisas já publicadas e isso levará a algumas repetições de assuntos que corrigiremos na medida do possível ou com acréscimos de novas pesquisas. E também damos sugestões para a melhoria e consolidação do carnaval de Abaetetuba.
Carnaval antigo
O Carnaval
Foto do antigo padrão carnavalesco de rua no Brasil, onde já acontecia a
liberalidades demonstrada por algumas alas dos blocos e as riquíssimas
fantasias de carnaval de outras alas
Já pesquisamos, elaboramos e publicamos várias postagens sobre a Festa do Carnaval de Abaetetuba, incluindo memórias, histórias dos antigos e atuais carnavais e de alguns grupos carnavalescos. Mas sentimos que falta ainda muita coisa sobre essa festa popular brasileira, inclusive dos antigos bailes carnavalescos de salão promovidos pelos nossos clubes de futebol e os dos clubes Bancrévea e Assembléia Abaetetubense, o que faremos na disponibilidade de nosso tempo.
Um fato notável de nosso carnaval é que alguns antigos grupos carnavalescos como o Palhuk e o Kanto do BASA passaram de simples blocos de carnavais para uma espécie de confraria carnavalesca entre amigos de longas datas, onde eles ainda se encontram para promover eventos, passeios, festas e a amizade entre seus membros permanece na memória e nos relacionamentos atuais de muitos membros, assim como na participação dos atuais eventos carnavalescos desses grupos de amigos. É a história e memória desses grupos que se perpetua no tempo.
Do Kanto do Basa ainda estamos recolhendo materiais, uma vez que em meio a tantas pesquisas, algumas se perderam por falhas do nosso sistema elétrico e dos sistemas de Internet.
Desenvolveremos esta postagem a partir das pesquisas já publicadas e isso levará a algumas repetições de assuntos que corrigiremos na medida do possível ou com acréscimos de novas pesquisas. E também damos sugestões para a melhoria e consolidação do carnaval de Abaetetuba.
Carnaval antigo
O Carnaval
Foto do antigo padrão carnavalesco de rua no Brasil, onde já acontecia a
liberalidades demonstrada por algumas alas dos blocos e as riquíssimas
fantasias de carnaval de outras alas
O Carnaval não nasceu no Brasil.
Essa festa teve sua origem há séculos atrás e estava associada aos cultos
agrários do mundo antigo, especialmente da Grécia antiga (cerca do século V
a.C.), que com o surgimento da agricultura, os homens passaram a comemorar a
fertilidade do solo e as colheitas, a cada ano que chegava era sempre a mesma
festa, que acabou dando origem aos festejos do carnaval. Ao longo dos séculos
seguintes essa tradição se espalhou da Grécia para Roma e por toda a Europa
medieval. A separação da sociedade em classes contribuiu para dar feições a
essa festa, pela necessidade de válvulas de escape para dar vazão à ânsia de
divertimento do povo e foi na Idade Média que sexo e bebida passaram a fazer
parte das festas de carnaval. Assim, o Carnaval, chegou à cidade de Veneza com
as características atuais das máscaras, fantasias, carros alegóricos, desfiles
e outras motivações como a alegria, o riso, o deboche, a brincadeira, os
instrumentos rudimentais de carnaval e outros aspectos que fizeram o carnaval
no Brasil adquirir características próprias.
No Brasil o carnaval chegou por
volta de 1723, com a chegada dos portugueses da Ilha da Madeira, Açores e Cabo
Verde onde já existia esse tipo de festa.
A programação das antigas rádios
do Brasil, especialmente da Rádio Nacional, que consistia em programas de
música, rádionovela, programas de humor, programas esportivos, todos
realizados ao vivo em seus auditórios e deu oportunidades aos artista da quadra
carnavalesca, na programação musical, onde os cantores se apresentavam
acompanhados de orquestras ou conjuntos musicais, jazzes, com o auditório
lotado e também cantando os sucessos do carnaval da época e, desse modo, o
carnaval foi se popularizando no Brasil. A Rádio Nacional foi realmente
a responsável pelo sucesso de inúmeros artistas, entre cantores e compositores,
entre os quais os de carnaval.
Com o tempo foram surgindo outras
figuras no carnaval como os Entrudos, onde pessoas fantasiadas, especialmente
os escravos e os das camadas mais baixas da sociedade, que passavam correndo
pelas ruas sujando uns aos outros com materiais como farinhas, água, pó-de-arroz e outros
materiais perfumados que, inclusive, passaram a ser produzidos para vendas na
época do carnaval. Quando as brincadeiras do carnaval começaram a ficar mais
violentas essa festa passou um bom tempo proibida, até retornar em 1840, de
modo mais civilizado, na forma dos cordões, ranchos das camadas mais pobres e
dos bailes carnavalescos da elite do Rio de Janeiro. Com o passar do tempo o
carnaval foi sofrendo modificações no Brasil até os dias atuais e cada estado
do Brasil foi instituindo seus carnavais com características próprias.
A Quadra Carnavalesca
em Abaetetuba
A antiga Quadra Carnavalesca de
Abaeté se enchia de muita alegria e festas, sob o som das famosas marchinhas,
frevos e sambas, que eram tocadas nos desfiles de sujos, blocos e cordões
carnavalescos de ruas e nas festas de salão, que vêm dos tempos bem antigos, e
essas músicas já eram cantadas e tocadas pelos antigos conjuntos musicais da
cidade desde os anos de 1920.
O CARNAVAL antigo consistia na
animação dos chamados “foliões”, que saíam pelas estradas, caminhos ou ruas,
durante o período da quadra carnavalesca, em pequenos grupos ou em blocos ou
cordões carnavalescos de rua, embalados pelo batuque de tambores, tamborins,
pandeiros, flautas, afoxés, surdos, chocalhos, reco-reco e, posteriormente, com
o acréscimo dos sons tirados dos clarinetes, saxofones, violas, banjos e
cavaquinhos.
O Cordão dos Pretinhos era
organizado pelas mesmas pessoas que também organizavam os antigos cordões
juninos, como os mestres Abreu, Afonso e Severino e as músicas desses blocos
eram compostas pelos próprios componentes dos grupos, e cantadas e tocadas junto
com as antigas marchas e frevos em sucesso no país, da Era do Rádio.
FAMÍLIA ABREU
Os Lopes de Abreu
. NINA MARY LOPES DE ABREU/Nina Abreu
Os Lopes de Abreu
. RAIMUNDO PIMENTEL DE ABREU/Raimundo Abreu, foi ator e ensaiador teatral, membro do Grupo Scênico de Abaeté nos anos de 1920, citado em 1944, abnegado carnavalesco e folclorista de Abaeté junto com sua esposa, introdutor do Cordão dos Pretinhos no carnaval abaeteense (junto com os mestres Afonso, Severino e outros), c/c Joanna Lopes e tiveram filhos.
. JOANA LOPES DE ABREU
A Era do Rádio e a
Sua Influência em Abaetetuba:
A Era do Rádio foi o período
entre 1940 e 1950 quando a música popular brasileira viveu um momento de
especial riqueza, tendo como principal meio de difusão o Rádio. Inúmeros
artistas (compositores e cantores) tornaram-se famosos com os programas de
auditório levados aos ouvintes pelas ondas do rádio, inclusive as músicas do
carnaval que também eram apresentados nos programas de rádio.
Naquela época, não havendo
televisão, os brasileiros, especialmente os jovens, estavam sintonizados
diariamente às principais emissoras de rádio do país. A primeira rádio
brasileira foi a Rádio Sociedade do Rio de Janeiro (cujo prefixo era PRA-A),
que entrou no ar em 1923.
A partir dos anos 1940 começaram
a aparecer outras emissoras como a Rádio Mayrink Veiga e a Rádio Nacional.
A Rádio Nacional se tornou a mais
popular de todas, principalmente por causa da programação musical, por conta
dos famosos programas de auditório apresentados por Ary Barroso e César de
Alencar, entre outros. Ary Barroso foi também um grande compositor de sambas e
canções inesquecíveis como “Aquarela do Brasil”.
A Rádio Nacional teve em sua
programação vários programas e apresentadores, cuja fama chegava até a
juventude de Abaeté, que era quem organizava os antigos bailes, inclusive os de
carnaval. O Rádio brasileiro lançou inúmeros artistas, entre compositores e
cantores, como Emilinha Borba, Carmen Miranda, Orlando Silva, Sílvio Caldas e
Francisco Alves, que se tornaram famosos também em Abaeté. Esses cantores e
compositores também ficaram conhecidos através das ondas das rádios e que
influenciaram a musicalidade de Abaeté dessas décadas de 1940 e 1950, cujas
músicas também eram tocadas nas antigas quermesses, bailes e festas tocadas
pelos antigos jazzes, conjuntos musicais e bandas de Abaeté. As festas da
Mucura de Abaeté também usavam as músicas desses antigos e famosos artistas.
Algumas
Características dos Antigos Carnavais das Décadas de 1940, 1950 e 1960
. Havia o Bloco dos Mascarados, que
saía pelas ruas usando fantasias e instrumentos como tamborins, pandeiros,
tambores, afoxés e outros.
Não eram desfiles aleatórios, por
que existiam pessoas que se encarregavam de organizar os antigos cordões e
blocos de ruas, assim como as festas de salão eram organizadas pelas moças e
rapazes da sociedade de então ou pelos clubes da época.
. Em 1927 o Grupo Carnavalesco “Namorados”, fazia muito
sucesso sambando e dançando pelas ruas da cidade de Abaeté.
Do costume das batalhas de
farinha branca, água perfumada e tintas corantes nos componentes dos sujos e
nos passantes, ninguém escapava de sair sujo, em brincadeiras que beiravam
excessos.
As batalhas de confetes e
serpentinas também pelos blocos e cordões de rua e nos bailes de salão.
Os cordões, ranchos e sujos de
carnaval de ruas eram manifestações das camadas mais pobres da população que
podiam participar livremente das brincadeiras do carnaval.
. Bloco "Tivira" era um bloco de salão organizado pela antiga UEA-União Estudantil Abaetetubense, tempos de Nonato Loureiro, que fazia suas apresentações nos salões dos Clubes Assembléia Abaetetubense e Bancrévea Clube e, além do Bloco Tivira, existiam blocos de adultos e jovens, como os das fotos abaixo e as festas eram bem concorridas nesses clubes ou nas sedes sociais dos clubes de futebol de Abaetetuba. E ainda existiam os blocos mirins que faziam suas apresentações nos bailes infantis nas tardes de domingo e dos dias finais da Semana de Carnaval, com direito às chuvas de confetes e serpentinas como nas dos bailes carnavalescos noturnos.
Os Antigos Bailes
Carnavalescos de Abaetetuba

Bloco de adultos, em fotos do acervo de Altemar Paes
Bloco de salão de jovens
Blocos das inesquecíveis marchinhas, frevos e sambas de salão

Bloco de adultos, em fotos do acervo de Altemar Paes
Bloco de salão de jovens
Blocos das inesquecíveis marchinhas, frevos e sambas de salão
Nos primeiríssimos tempos da
Quadra Carnavalesca de Abaeté lá pelo início do século 20, nos tempos do
fonógrafo, eram as marchas carnavalescas, os frevos, os maxixes, as polcas, os
lundus, os choros que eram tocados nas festas de carnaval. Os primeiros sambas
começaram a surgir a partir de 1917 compostos pelo músico Donga e seus
companheiros.
Os antigos bailes carnavalescos
de Abaetetuba fazem parte da 1ª e 2ª FASE DAS FESTAS DANÇANTES DE ABAETETUBA. Vide postagens sobre a 'Musicalidade em Abaetetuba'.
. Os bailes da 1ª Fase se reportam aos bailes carnavalescos realizados nas
antigas sedes dos clubes de Abaetetuba dos anos de 1940 e 1950, como: Vera
Cruz, Associação, Abaeté, Itatiaia, Vasco, Brasil e outros clubes dessas
décadas e quando os conjuntos musicais que comandavam essas festas eram do
antigo modelo não eletrônico. As festas carnavalescas da 2ª Fase se reportam às
festas realizadas a partir da década de 1960 e já com a presença dos conjuntos
musicais eletrônicos e nas sedes dos clubes sociais: AABB, Assembléia,
Bancrévea e ainda as festas dos clubes: Abaeté, Venus, Tietê e outros que
restaram do passado e os novos criados a partir da década de 1960, como, Barão,
Palmeiras, Magno e outros.
Os bailes carnavalescos de salão
eram organizados pelas camadas mais abastadas da sociedade e pelos antigos
clubes sociais e esportivos existentes na época.
Nos primeiros bailes de carnaval,
além das marchas, sambas e frevos, dançavam-se ritmos importados como a polca e
o maxixe.
Também eram moda as máscaras e
fantasias nos carnavais de Abaetetuba e as fantasias eram confeccionadas pelas
grandes costureiras locais e as máscaras passaram a ser confeccionadas
artesanalmente pelos próprios brincantes do carnaval.
A partir dos anos de 1950 as
festas carnavalescas de salão de Abaetetuba foram incrementadas pelos desfiles
dos blocos organizados para essas ocasiões.
O Clube Vasco da Gama Esporte
Clube, através do carnavalesco Bandute Sena e Guilherme Cruz, promovia
memoráveis festas de salão, com desfiles de blocos na sede social do Vasco,
sito na antiga Rua Silva Jardim (hoje Trav. Pe. Luiz Varella), com direito aos
jogos de confetes e serpentinas e os participantes dessas festas com direito ao
ponche (que era uma bebida com leve teor alcoólico) e o uso de lança-perfumes.
Posteriormente os clubes como
Abaeté, Vênus, Tietê e Palmeiras, também começaram a promover concorridas
festas carnavalescas em suas sedes sociais, ao som dos conjuntos musicais dos
anos de 1960 e 1970 ou das primeiras aparelhagens de som que estavam surgindo
na cidade e com muitas atrações no decorrer das festas, como desfiles de
blocos, concursos de fantasias e ainda os jogos de confetes e serpentinas e os
lança-perfumes (que ainda não eram proibidos). E as marchinhas, frevos e sambas
eram as músicas tocadas nas festas.
Na década de 1960, foram criados
os elitizados clubes sociais, Bancrévea Clube de Abaetetuba e Assembléia
Abaetetubense, que instituíram rígidos quadros de associados e com o uso de
carteirinhas de associado e o sistema de venda de mesas. Essa foi realmente a
grande época do carnaval de salão de Abaetetuba, enquanto o carnaval de rua era
promovido pela camada mais pobre da população e seus mestres dos cordões e
blocos de ruas.
Eram sempre os melhores conjuntos
musicais de Abaetetuba e de Belém, que cobriam as memoráveis festas de carnaval
de salão dos clubes Bancrévea, Assembléia Abaetetubense e, posteriormente, a
AABB, como os Conjuntos D. M. Show, Muiraquitãs, de Abaetetuba e as orquestras
Orlando Pereira e Sayonara, de Belém ou conjuntos vindos de cidades vizinhas
como Cametá, Igarapé-Miri, Barcarena. As antigas aparelhagens de som de
Abaetetuba tinham participação nessas festas, cobrindo esses eventos e também
as festas de carnaval que continuavam sendo promovidas pelos clubes Vênus,
Abaeté, Tietê e os novos clubes como Palmeiras, Barão. Bons tempos esses, sem
os exageros da bebida alcoólica, sem violência, sem brigas e com músicas
próprias de carnaval, que perduraram até os anos de 1980, quando começaram a
aparecer novos ritmos que as aparelhagens de som, os skemas e os conjuntos
musicais começaram a introduzir nas festas de carnaval.
Os mais abastados jogavam também perfumes nos foliões e
passantes.
O famoso conjunto musical "Os Muiraqutãs" embalou muitas
festas de salão em Abaetetuba, assim como o D M Show, de Daniel Margalho,
que muito sucesso fizeram nos antigos bailes carnavalescos de Abaetetuba
que muito sucesso fizeram nos antigos bailes carnavalescos de Abaetetuba
As Músicas do
Carnaval Antigo em Abaeté
Nos primeiríssimos tempos da
Quadra Carnavalesca de Abaeté, eram as marchas carnavalescas, os frevos e o
samba que dominavam o cenário musical dessa quadra, tanto pelas ruas como nos
bailes de salão e algumas eram compostas aqui mesmo em Abaetetuba.
A Marcha de Carnaval
MARCHA DE CARNAVAL, é um gênero
de música popular que foi predominante no carnaval brasileiros dos
anos 1920 emdiante, sendo um estilo musical ainda importado de Portugal para o
Brasil e descende diretamente das marchas populares portuguesas,
embora mais acelerado e de melodias mais simples e vivas, e com letras
picantes, cheias de duplo sentido. As antigas marchas começaram a fazer parte
do carnaval, já à partir das primeiras décadas do 1900 e, posteriormente,
esse tipo de música fazia grande sucesso cantadas por grandes nomes da música
brasileira, como Carmém Miranda, Emilinha Borba, Dalva de Oliveira, Almirante,
Mário Réis, e outros grandes interpretes.
Em Abaetetuba as antigas
marchinhas eram cantadas e tocadas pelas antigas bandas e jazzes e era um dos
rítmos mais tocados no antigo carnaval de rua e salão da cidade, junto com
outros gêneros musicais alegres e dançantes. Esse gênero musical, junto com o
samba e o frevo, também foi usado nas décadas de 1960 e 1970, tendo subsistido
nas festas de salão até as últimas grandes festas de carnaval promovidas pelos
clubes Bancrévea e Assembléia Abaetetubense, AABB-Associação Atlética Banco do
Brasil e pelos clubes da cidade, juntamente com as novas marchinhas surgidas,
inclusive a marchinha “Abaetetuba, Terra Morena”, de composição local, que
nunca saiu de cartaz.
Os antigos filmes
brasileiros de chanchadas, com atuação de Oscaristo e Grande Otelo, Ankito
ajudaram muito na consolidação das marchinhas de carnaval nos bailes de
Abaetetuba.
Algumas velhas marchinhas,
marchas-rancho, frevos e sambas de carnaval, de Abaetetuba, Pará e Brasil, que
eram tocadas e dançadas nas ruas e salões de Abaetetuba a partir das décadas
iniciais do século 20 até as décadas seguintes:
· Zé
Pereira, marchinha que puxava o início dos bailes em Abaetetuba
· Abre
Alas, marchinha de Chiquinha Gonzaga, que foi a 1ª música composta para o
carnaval em 1899.
Ó Abre Alas (Chiquinha Gonzaga):
Ó Abre Alas que eu quero passar
Ó Abre Alas que eu quero passar
Eu sou da lira não posso negar
Rosa de Ouro é quem vai ganhar!
· Mamãe
eu quero:
Mamãe eu quero
Mamãe eu quero
Mamãe eu quero mamar
Dá a chupeta
Dá a chupeta
Dá a chupeta pro neném não chorar
Dorme filhinho do meu coração
Pega a mamadeira e entra no cordão
Eu tenho uma irmã que se chama Ana
De tanto piscar o olho
Já ficou sem a pestana
· Sassaricando
· Chiquita
Bacana, marchinha de Noel Rosa
. A Filha da Chiquita Bacana, de Caetano Veloso
· Chuva,
Suor e Cerveja
· Jardineira,
antiga marcha de Benedito Lacerda e Humberto Porto
· Pierrot
Apaixonado, de Noel Rosa
· Noite
dos Mascarados, de Chico Buarque de Holanda
· Twist
no Carnaval
· Aurora
· Cabeleira
do Zezé
· Turma
do Funil
· Mulata
Bossa Nova
· Menina
Vai
· Maria
Sapatão
· Colombina
· Yes,
quero banana
· Aurora,
autoria de Mário Lago e Roberto Roberti:
Se você fosse sincera / Ô ô ô ô, Aurora
Veja só que bom que era / Ô ô ô ô , Aurora
Se você fosse sincera / Ô ô ô ô, Aurora
Veja só que bom que era / Ô ô ô ô , Aurora
Um lindo apartamento / Com porteiro e elevador
E ar refrigerado / Para os dias de calor/ Madame
Antes do nome / Você teria agora/ Ôôôô Aurora
· Abaetetuba,
Terra Morena, do abaetetubense Verediano Goes Teixeira, nunca saiu de cartaz
nas festas de salão do carnaval de Abaetetuba.
Algumas das músicas acima chegaram junto com as músicas inglesas e americanas
do tempo do twist, do rock e outros movimentos musicais que invadiram o cenário musical de Abaetetuba a partir da década de 1960 e perduraram e influênciaram os costumes em Abaetetuba.
Os Rítmos Importados da Década de 1980
Com a chegada de ritmos vindos de
outras localidades como, axé music, músicas eletrônicas, tecnos e outras, as
marchas de carnaval e frevos começaram a perder terreno nas festas e eventos do
carnaval de salão e de rua para esses modernos ritmos dançantes, desfigurando
totalmente o antigo e tradicional carnaval de Abaetetuba. Até as diversificadas
fantasias, cheias de muito colorido e brilho foram substituídas pelas singelas
e opacas camisetas e blusas dos blocos de micareta e sujos. E os grandes bailes
carnavalescos de salão já não mais existem e o que subsistiu foi o carnaval de
rua, com os chamados arrastões de sujos e o desfile de escolas de samba, blocos
e micaretas promovidos pela Prefeitura Municipal e apenas nos dias finais de
carnaval.
O Frevo
FREVO, cuja origem está
ligada às antigas bandas de músicas com seus dobrados e polca, quando os que
iam dançando na frente desses desfiles começaram a defender os músicos das
multidões ao redor, dançando ao ritmo dos dobrados e assim nasceram os
primeiros passos do frevo, que assim foi chamado em 1908, por um jornal. A
palavra frevo nasceu da linguagem simples do povo pernambucano do século 19,
que pronunciava a palavra “frever” (ferver), significando fervura,
efervescência, agitação. Na década de 1930 o frevo foi popularizado no Brasil
pelas primeiras gravações e suas transmissões através dos programas de rádio.
Sua orquestra é composta de instrumentos musicais de madeira e de corda. Um ano
depois os ases da Era de Ouro do rádio, como Almirante, Mário Reis, Carlos
Galhardo, Linda Batista, Nelson Gonçalves, Cyro Monteiro, Dircinha Batista e
outros, ajudaram a incorporar os frevos nos antigos carnavais. Já a partir dos
anos finais do 1950, surgiram pessoas tocando instrumentos eletrificados em
carros, o que foi a inspiração para a criação dos atuais trios elétricos, que
invadiram as festas de carnaval de todo o país.
Os antigos FREVOS, como
Vassourinha, Ô Abre Alas e outros já eram tocados e cantados nas festas em
Abaeté nos anos de 1950, 1960, e a partir daí os frevos começaram a
fazer parte das festas e eventos da Quadra Carnavalesca da cidade. Também eram
tocados nas apresentações musicais das antigas bandas de música. Os antigos
cordões e mascarados praticamente já não mais existem nos seus formatos originais,
assim como as festas e bailes de carnaval que estão escasseando a cada novo
ano.
Grupos Carnavalescos
dos Variados Estilos que participam dos Desfiles Carnavalescos de rua
Bloco PALHUK
Adenaldo dos Santos Cardoso é um dos compositores musicais
A História Memória do Bloco
Palhuk vai ser mostrada em nossas pesquisas e a História-Memória ditas por
antigos Palhukeiros que publicaram na Internet. Convém salientar que as publicações nas redes sociais se tornam fatos públicos e de domínio público e passíveis de
republicações da história dos grupos carnavalescos.
Bloco Palhuk, é um antigo grupo
carnavalesco de Abaetetuba e que era um bloco de empolgação, nascido na década
de 1970 em plena efervescência do regime político da “ditadura militar” e da onda
musical do rock e suas vertentes musicais dos protestos e rompimentos de
paradigmas sociais e de costumes, formado por jovens estudantes e sonhadores de
uma sociedade alternativa. Para início do bloco esses jovens compraram um fusca
velho, de cor preta, onde os jovens escreveram o nome PALHUK, seguido dos nomes
de todos os membros da turma, querendo imitar os carros do filme de
"Embalos de Sábado à Noite", "Tempos da Brilhantina" e esse
carro ficou sendo o maior símbolo representando a irreverência do grupo e cujo
grito de guerra ficou sendo "Palhuk, uk, uk; Palhuk, uk, uk" repetido
incensantemente durante as apresentações do grupo na avenida. Como as
apresentações do grupo despertaram a atenção de muitas pessoas de pensamentos
liberais e avançados e, a partir daí, o grupo participava todos os anos dos
desfiles de carnaval levando para a avenida seus enredos irreverentes do
cotidiano ou imaginário de Abaetetuba como as histórias de assombrações,
brincadeiras dos membros do grupo, personagens da cidade e outros enredos dos
fatos e causos de Abaetetuba apresentados por esse grupo de amigos em seus
desfiles pela avenida do samba e ruas de Abaetetuba. Não é necessário dizer que
ao lado da irreverência a farra estava presente e que avançavam até o amanhecer
do outro dia e que os eventos para angariar fundos para os desfiles também eram
tremendas brincadeiras desse grupo que, de certa forma, revolucionou os
costumes do carnaval de Abaetetuba, pois parcela do povo que assistia os
desfiles desse bloco já não se contentava em assistir, mas queria também
participar das brincadeiras e gente não só do segmento jovem, como das outras
faixas atárias e camadas da sociedade. Com o passar dos anos, com os jovens
fundadores tendo que seguir seus estudos ou assumir novos rumos na vida, o
Bloco PALHUK está com suas atividades paralisadas e o que ficou foram as
lembranças e as amizades construídas por esses jovens que construíram a geração
PALHUK do carnaval de Abaetetuba.
O Bloco Palhuk usava
a irreverência em suas atividades e nas participações nos antigo carnavais.
Esteve parado por alguns anos, mas voltou às suas apresentações pelas ruas de
Abaetetuba. É dirigido pelo mestre Guri e esposa Luiza/Baixinha.
Nestes tempos modernos da Era
Digital, da Informática e da Internet, se torna fácil as pesquisas e divulgação
da História-Memória do Carnaval de Abaetetuba. Foi a Internet, através dos antigos
membros fundadores do Grupo PALHUK, através da página ... que recolhemos alguns
dados que aqui são mencionados. Constatamos que o Grupo PALHUK, atualmente
Bloco Palhuk, teve uma história e até uma filosofia de ação, através do bom
humor e irreverência, que eram próprias desse grupo de jovens que também
atingia algumas famílias de Abaetetuba em ações que deixaram marcas indeléveis
no consciente e inconsciente das pessoas que fizeram parte das décadas iniciais
do grupo. Para que a história do Grupo Palhuk fosse construída, além do que
seus membros fundadores dizem, temos que fazer um apanhado dos contextos em que
esses jovens estavam inseridos no tempo da formação do grupo.
Através de uma série de matérias
sobre a Musicalidade de Abaetetuba mostramos que nosso município sempre se
destacou pela alegria de seu povo, também manifestada através dos diferentes
períodos festivos e dançantes no município todo. Assim foi com o Carnaval de
Rua de Abaetetuba nos anos de 1960 à década final de 1970 e da década inicial
de 1980, quando o Grupo PALHUK foi formado, onde os grupos de “sujos” e blocos
de rua saíam pela cidade extravasando a peculiar alegria do povo abaetetubense.
Foi a época da explosão dos movimentos musicais da Jovem Guarda, da MPB, do
aparecimento da Bossa Nova, das músicas românticas e do movimento musical do
Brega e da “Invasão do Rock” no Brasil, com os nomes de autores e artistas
internacionais, nacionais e locais do Pará. Era o tempo dos grandes festivais
de música do Brasil e das manifestações dos trabalhadores brasileiros que saíam
às ruas em passeatas e greves reividincatórias das melhorias de trabalho e
salários e pelas liberdades que haviam sido cerceadas pelo “ditadura militar
de 1964”, onde os grupos armados populares se posicionavam contra esse “regime de
exceção” que ceifou a vida e a liberdade de milhares de brasileiros que estavam
ansiosos pela volta da Democracia no Brasil e os confrontos com a polícia, com
muita pancadaria, quebra-quebra nas ruas e muitas prisões e mortes. Apesar da
“ditadura militar” ter instalado por todo o Brasil a espionagem
institucionalizada, através de seus órgãos de informações em repartições
públicas, universidades, autarquias, com a censura política, censura moral,
acusações infundadas e prisões em massa de jovens brasileiros que chamavam de
subversivos, os jovens não se intimidavam e usavam da criatividade ou mesmo a
luta armada para confrontar o regime de exceção, onde no início da década de
1980 a nação já suspirava ares de liberdade.
Os autores musicais brasileiros
aproveitaram esse período para desencadear no Brasil o período musical mais
criativo de todos os tempos musicais do Brasil, através dos festivais de
canções.
Até mesmo em Abaetetuba se usavam
subterfúgios de ações para driblar a censura política e liberdade de expressão,
com as reuniões dos jovens estudantes para participar das reuniões e ações
organizadas pelos líderes estudantis de Belém e Abaetetuba, via União
Estudantil Abaetetubense-UEA e UNE.
Ditadura Militar de
1964 e o Palhuk
No tempo em que o Grupo PALHUK
foi fundado, despontava no Brasil inteiro esse período musical que nada mais
era do que uma forma de luta contra a ditadura militar que se instalou no
Brasil desde 1964 e que se estendeu por 21 anos, solapando os anseios de
liberdade dos brasileiros. Essa ditadura impôs a proibição das liberdades de
expressão e liberdade democrática.
Possivelmente alguns membros
fundadores do Grupo PALHUK devem ter sido influenciados por esses movimentos
estudantis dessa época, e levado suas aspirações para formar o Grupo PALHUK,
que veio para contrariar o censo comum e gritar contra as regras estabelecidas
pela censura do regime militar e das próprias regras sociais, haja vista as
ações do Grupo PALHUK, que usava o bom humor e a irreverência para quebrar
essas regras estabelecidas no seio da sociedade e, em particular, no período
carnavalesco de Abaetetuba.
Esse foi o cenário onde o Grupo
PALHUK foi fundado.
Publicação Sobre o
Bloco Palhuk
Palhuk
A irreverência do Bloco Palhuk era sua marca registrada
até nas suas músicas
Já publicamos alguns pontos do
memorável artigo do jovem Waltinho Lobato, denominado “O Carnaval de Abaeté e a
Geração Palhuk”, publicado no “O Jornal de Abaetetuba”, Edição de 14 de
fevereiro de 2003, que trata exatamente da fundação do Grupo PALHUK e algumas
ações desse grupo no decorrer dos carnavais já passados desde a época de sua
fundação na década de 1970 até o carnaval de 2003, quando ele publica seu
escrito, onde, entre outras coisas, diz:
“Mais um carnaval se aproxima em
nossas vidas. Embora seja considerada por muitos uma festa profana, o certo é
que tem sido principalmente por intermédio desta manifestação folclórica que o
nosso povo vem fazendo aflorar suas raízes culturais e toda uma gama de sentimentos
contidos e por muitas vezes inexplorados. Desde os blocos de sujos no carnaval
de rua, puxado pelo saudoso Rogério, até os grandiosos espetáculos promovidos
pelos brincantes que formaram agremiações como: Canto do BASA, Barão, Praça,
Francilândia, Sócia, Psinti e os blocos de empolgação, entre eles o PALHUK, o
qual ainda hoje desperta a curiosidade de como foi o seu surgimento, que fim
levou e que importância este bloco teve para aquela geração de codinome PALHUK.
Pois bem, o começo penso eu se
deu lá pelos idos da década de 70, quando éramos jovens estudantes e sonhadores
que, num momento de entusiasmo resolvemos criar uma forma própria de chamar a
atenção e substanciar a nossa própria identidade cultural diante das questões
sociais momentâneas, as quais passavam po uma febre de sociedade alternativa
inspirada por Paulo Coelho e Raul Seixas.
Compramos então, às duras penas,
um fusca velho, caindo aos pedaços e que nem fundo tinha. Nele escrevemos em
letras garrafais e extravagantes o seu próprio nome – PALHUK – e os os nomes de
todos os membros da turma, como em alguns carros de “Embalos de Sábado À
Noite”/ “Tempos da Brilhantina”. Depois de tornarmos o referido carro em nosso
maior símbolo para nossas pretensões de sermos observados em plena liberdade de
ação, entrar no carnaval foi só uma questão de tempo. Nossa primeira
experiência foi nos intervalos dos grupos considerados oficiais e o nosso
primeiro samba enredo resumia-se em PALHUK, uk, uk; PALHUK, uk,
uk...repetidoincessantemente durante nossas inserções pela avenida. Como a
receptividade foi melhor do que o esperado, no outro ano já nos demos ao luxo
de mostrar o primeiro topless do município. Promovido de forma inusitada por
uma jovem de fino trato, mas com idéias avançadíssimas para aquela época, que o
diga o carro SP@ que a conduziu naquela oportunidade. A partir daí, não paramos
mais, foi uma sequência de apresentações que a cada ano melhor iam ficando, e
tudo sob inspiração do nosso cotidiano rico em acontecimentos, como por
exemplo, os seguintes:
- Seresta
aterrorizante no cemitério de Beja
Participação dos personagens:
“Bispo”, o cemitério da Vila, visagens, seresta no cemitério, aborígenes
selvagens, Grilo, Vander, Igarapé Maria Coroa, Piza e sua turma.
- Na casa da fome, a
vingança da retrete
Participação dos personagens:
Espingarda de ar comprimido, Eustáquio, passarinhos, casa de fome em beja,
Vander, privada.
- Uma noitada boa com
os paletós do Tio P
Personagens: Tio
P, paletós do Tio P, 15 anos da filha do Antonio bala, sede do Palmeiras,
damas de honra, economias do Tio P no bolso de um paletó, farra, viração Ponte
Grande, Bar do Mário Pé de Muçuca, Tio P e a música “e agora José, a festa
acabou, a luz apagou...”.
- O conto do Chopp
quase imbucetado
Persoangens: fundos para o
carnaval, Festival do Chopp, sede do Bancrévea, cartelas, chopinhos de sacola,
Brasília do Bosco, homem raivoso que queria imbucelar o festival, autoridades,
brincadeira pra lá de pitoreca.
O Chopp da irreverência do
Palhuk, foto de Benício
- Trik, o terrível Cabo
Preto de Abaeté
Personagens: Trik, gorós,
incorporação do Cabo Preto, crueldade do Cabo Preto, seresta nos pés do Cristo
da Praça da Conceição, emendar para a missa das cinco, Cabo Preto e seu
cacetete, profanação do templo sagrado.
A assanhada Briela, a
nossa musa inspiradora
O Guri contava que a Briela, que
era grande amiga da Vicência, era uma velha muito sagica, atentada e foguenta,
a tal ponto, que só andava de mini-saia, sem calcinha. Um dia ela resolveu
apanhar pupunha pro Carão, e subiu na pupunheira por uma escada, mas quando já
estava com o cacho na mão, a escada caiu, fazendo com que a Briela se agarrasse
na árvore cheia de espinhos e escorregasse por ela, fazendo um barulho
ensurdecedor de metralhadora. Quando todos pensaram no pior, eis que num passe
de mágica, ela deu uma freiada clitoriana a um metro do chão e com as partes
íntimas totalmente intactas, ainda deu um salto mortal e caiu empezinha, sem
deixar estragar uma só pupunha. Então, diante de tamanha proeza, foram chamados
os especialistas nestes assuntos da época, os quais atribuíram tal façanha a um
fenômeno de alto grau de “calejamento genitálico” e pediram inclusive seu
registro nos anais do carnaval abaetetubense por tratar-se de uma prova
contundente de real estrepolia. Por esse e outros motivos impublicáveis, briela
passou a ser nossa musa inspiradora, adotando a cobra Curá como sua fiel
escudeira e enigmática personagem.
Foram de fatos e causos como
esses, atrelados ao nosso cotidiano, que iam saindo as letras dos sambas-enredos
que num piscar de olhos todo mundo já sabia cantar.
Curioso é que com o passar do
tempo a identificação foi tão grande, que a maioria das pessoas não se
contentou em apenas assistir e passou a acompanhar o PALHUK na avenida, às
vezes chegando a fechar praticamente a quadra carnavalesca. Dentre essas
pessoas se via gente de todas as camadas e segmentos sociais, desde padres,
médicos, comerciantes, aos mais humildes brincantes, sendo arrastados por um
cordão entusiasmado, inigualável e inesquecível.
Atualmente (2003) o PALHUK se
encontra com suas atividades paralisadas, realizando apenas encontros
esporádicos. Seus principais integrantes se viram obrigados a tomar cada um o
seu rumo na roda viva da vida dinâmica que hoje levamos. Entretanto, nunca se
perdeu o vínculo ou mesmo a lembrança do quanto foi bom ter passado por aqueles
momentos de diversão e entretenimento. A tão sonhada Sociedade Alternativa que
pleiteávamos teve seus elos quebrados pela sistemática lei da sobrevivência e
pela conhecida estratégia oligárquica de dissolução grupal. Mas, nada temos a
condenar, somente a agradecer a Deus, por termos vivido aquela época abençoada,
quando nem fazíamos nem idéia do quanto éramos felizes. E se ainda hoje aquela
geração desperta curiosidade, é um sinal de que marcas ela deixou, de que o
sonho ainda não acabou, ele continua vivo em cada um de nós. E quem sabe numa
dessas voltas que a vida dá, possamos nos encontrar de novo. Quem sabe
embevecidos pela magia do carnaval possamos nos desprender dos resquícios e lavar
nossas almas das impurezas do mundo moderno, recanalisando nossas energias para
um lazer cultural, com objetivos maiores de paz, fraternidade e muito amor em
nossos corações e em particular, desses foliões das novas gerações, que talvez
ainda nem saibam o que é isso.
Como podemos observar, o carnaval
esteve para a geração PALHUK assim como o brega, por exemplo, está hoje para o
paraense, ou seja, havia uma relação harmoniosa de uma genuína criatividade,
fetiche, prazer, alegria e muita irreverência. O PALHUK em si, significou
catarse, uma vitrine da nossa própria essência e, acima de tudo, simplicidade,
onde as diferenças desapareciam quase por completo naquele momento apoteótico.
De onde se deduz que se ainda existe algum interesse em que aquela animação
volte a acontecer, reacendendo as chamas do nosso carnaval e chamando o povo
para a avenida, basta tão somente reidentificar esta festa com os nossos
costumes e tradições, nada mais além disso, quem viver verá.”
Aderildo Araujo
BLOCO PALHUK!
A ORIGEM:
ANARQUISTA E SOCIALISTA!
FORA TEMER
Waltinho Lobato:
A página do semanário de "O Jornal de Abaetetuba", Edição de 14 de fevereiro de 2003, com o artigo de Wlatinho Lobato sobre a filosofia do Grupo PALHUK
Waltinho Lobato:
A página do semanário de "O Jornal de Abaetetuba", Edição de 14 de fevereiro de 2003, com o artigo de Wlatinho Lobato sobre a filosofia do Grupo PALHUK
Além das belas considerações de
Waltinho Lobato sobre o ideário palhukeiro, colocamos abaixo mais algumas
lembranças e fotos dos membros fundadores do Grupo PALHUK, dedicando esta
postagem a eles.
Foto da contracapa mostrando algumas músicas editadas em CD
pelo Grupo Palhuk
Adenaldo dos Santos
Cardoso
PALHUK, ASSOMBRADO
PELA ASSOMBRAÇÃO!
Foto de Adenaldo
Benício
No carnaval de 1982, o PALHUKA
saiu com o enredo homenageando a VILA de BEJA, desde a vila Samauma, dos índios
Mortiguares, talvez a unica vez em todos sentidos que o PALHUKA foi serio, e
por isso ganhou o desfile de carnaval daquele ano...a avenida toda cantou o
samba do PALHUKA..."NESTE SONHO PALHUKA NESTA TERRA MOTIGUAR ABRE ALAS
MOÇADA QUE O PALHUKA VAI PASSAR.....VIU A ALDEIA SAMAUMA EM BEJA SE
TRANSFORMAR"
Benício
Depois do sucesso do festival do
choop, o PALHUKA, resolveu fazer um bingo para incrementar as economias para o
carnaval de 1980, embalado pelo festival de choop de ki-suco (kkkkk ate eu
gostei), O PALHUKA oferecia como brinde para o vencedor do bingo uma LINDA
PORCA, a "esposa do PORCO"....um lindo SUINO, mas na verdade, era UMA
LINDA PORCA DE PARAFUSO...!!!! nao teve tanto sucesso, pois os colaboradores ja
estavam com a barba de molho no choop de ki-suco......KKKKKKK
Benício
Contando com a vitória do Brasil
sobre a Itália, no fatídico 05 de julho de 1982, O PALHUKA organizou uma roda
de samba em beja para angariar fundos, foram compradas varias cxs de cerveja,
depois da derrota brasileira para a ITALIA, o jeito foi "salgar" a
cerveja e contabilizar o prejuizo, até o PALHUKA, O PAULO ROSSI ATINGIU COM OS
SEUS 3 GOLS...KKKK
Benício
Em 1980, na intencao de arrecadar
dinheiro para o desfile, o PALHUKA promoveu o seu FESTIVAL DO CHOOP, no bancrevea
clube de abaetetuba, foi um marco na historia do PALHUKA, depois de todos os
convidados de posse de sua canecas, e na ansia de "molhar o bico" em
um choop bem gelado, eis que chega no salao do bancrevea, um carro de mao
cheio, de CHOOP, mas CHOOP de KI-SUCO......muitas historias essa realizacao
deixou em Abaetetuba......kkkkk!!!
Benício
O eterno rei
momo...VANDOCA...sempre seguia o PALHUKA, como ele mesmo falava..."ei tio!
atras ou na frente eu vou no PALHUKA"......KKKK, certa vez o eduardo dias
, grande compositor palhukeiro, fez uma samba assim para homenagear o
.....ETERNO REI MOMO VANDOCA....: " PALHUKA VAI, PALHUKA VEM.....E FOI
ASSIM QUE O VANDOCA SE DEU BEM...".kkkk, o eterno rei falou assim para o
edu dias, depois de ouvir o samba:..ei tio ! que negocio e esse de eu me dar
bem?....kkk (foto meriam abreu)
Cássio Dias
DOMINGO (03/03/2014) TEM O BLOCO
CARNAVALESCO PALHUK NA PELAS RUAS DA CIDADE,COM O TEMA "PALHUK NA COPA DO
MIRITIZEIRO"CONCENTRAÇÃO A PARTIR DE 12:00 HS NA TRAVESSA FRANCISCO AZEVEDO
DA COSTA,ATRÁS DO INSA.TEREMOS VENDA DE FEIJOADA A 7,00 R$. VENHA PARTICIPAR
TRAGA SUA FANTASIA .E VAMOS BRINCAR O CARNAVAL AO SOM DE BANDA DE FANFARA
TOCANDO AS TRADICIONAIS MACHINHAS.SAIDA AS 15:00 HS.PALHUK COMPLETA 35 ANOS.
Benício
Para o Carnaval de 1980, o
PALHUKA realizou uma festa no bancrevea para angariar fundos para cobrir as
despesas do carnaval, a turma foi com o saudoso ...ALEIXO BRASIL FERREIRA ...no
seu escritorio, e lhe ofereceu uma mesa, o mesmo pagou a mesa e ainda ajudou na
despesa da bandinha, ...no final ele falou assim, ( com a sua voz
caratcteristica).....PESSOAL! EU QUERIA VER O LUXO DA BARAO COM A ALEGRIA DO
PALHUKA.
Benício
No carnaval de 1979 , quando o
PALHUKA correu a lista de pessoas que o ajudariam a entrar na avenida (financeiramente),
... o saudoso ....OSNI....foi a pessoa fisica que mais contribuiu para que o
PALHUKA saísse , perdendo somente para a PMA (gestao do DR. ronald, que era
admirador do PALHUK, tbm), coincidencia triste o carnaval de 1979 foi o ultimo
do saudoso DR. OSNI entre nos.
Benício
Dona ....NINA ABREU...eterna
passista e grande HOTNESS, do PALHUKA, ajudava com os olhos do coracao e
mandava ver na hora da obrigacão, sempre com um sorriso no rosto, sabe de
"palmo em cima" todas as letras dos sambas enredos do PALHUKA, desde
o primeiro desfile em 1978 ate os dias de hoje....SALVE NINA!
Clóvis
PALHUK NA FESTA DO RIO TAUERÁ – 1983
Benício
O ano era 1982, eleições para
prefeito de abaetetuba, o PALHUKA, apoiava o nosso querido amigo...ROBERTO
OSORIO (ZHUKOV), durante a apuração dos votos, depois de 15 urnas conferidas (
naquele tempo era manual), saiu o primeiro voto para o BOB, a turma do PALHUKA
que estava na apuração, soltou pistolas, e gritavam assim:....GRAÇAS A DEUS,
GRAÇAS A DEUS.....MESMO O ZHUKOV SENDO ATEU, GRAÇAS A DEUS MESMO O ZHUKOV SENDO
ATEU....KKKKKK
Benício
O saudoso seu LACERDA, era o único
jurado do desfile de canaval que sempe dava nota 10 ao PALHUKA, em todos os
quesitos, perguntado pq ele sempre fazia isso, ele respondia na sua habitual
calma :_ MEUS AMIGOS! EU SEI O QUE ESSA RAPAZIADA BATALHA PARA COLOCAR O
PALHUKA NA AVENIDA, E SEI TBM O QUE ELES SOFREM PARA CURAR A RESSACA DE TANTA
CACHAÇA QUE ELEM INGEREM NA AVENIDA, ISSO MERECE NOTA 10,SEMPRE....KKKKK.
Adenaldo
AS AVENTURAS DO PALHUK NA CIDADE SEM THOR
Ô, ô, Palhuk
Chame o disco voador
Aquele que um dia
Raul contactou
Ô, ô, seu moço
Me leve pro “Gigi”
Pra “Venuta”
Pro “Escorrega”
Não me deixe mais aqui
Me leve
Me leve ( Bis)
Me leve
Que eu vou!
Adenaldo:
PALHUK
"O ÚLTIMO DOS MOICANAS"
Viva a cana, o alambique
O engenho a resistir
Viva o Bloco do Palhuk
E o Guerreiro Jurandir
Viva Santa Terezina
Pachedo com muita fé
O último dos Moicanas
Da Cidade de Abaeté
Adenaldo
A TURMA DO FUNIL
*Concentração do Palhuk*
Benício
Quando o Lula veio em abaetetuba,
teve um membro PALHUKA, que conseguiu chegar perto do futuro presidente na
época e lhe entregar uma camisa do PALHUKA, ele fez um discurso assim: Lula! aqui
esta para vc a lembrança do Palhuka, VC É O LUIS INÁCIO, AQUI EM ABAETÉ NÓS
TEMOS O LUIS DA CELPA E O INÁCIO DO BEBÉ DO PRETO, o Lula sem entender nada só
fazia o sinal de positivo com o dedo, tal como na foto....kkkkkk (o membro do
palhuka eu não falo nem sobre tortura....kkkk)
Benício
O ano era 1985, o PALHUKA entrou
na avenida com o enredo "ABAETETUBA A A TERRA DO CONTRARIO" o
interprete do samba foi o nosso estimado e querido ...CABINHO LACERDA...., o
sentido normal do desfile era descendo a D.Pedro II, enquanto o povo esperava o
PALHUKA de um lado da avenida, o PALHUKA fazendo jus ao tema veio pelo
outro....ao contrario, enquanto o povo delirava com o samba cantado pelo grande
..CABINHO....: " ABAETETUBA, TERRA DO CONTRARIO, ZE DO PARÁ É CEARENSE, O
GIZ É PRETO, .. ..O PALHUKA FALA NA AVENIDA QUE O LAMBRETA ANDA DE BICICLETA E
O BICICLETA ANDA DE LAMBRETA.....KKKKKK"
Wander Gomes
O Palhuca contrariou a
normalidade ou seja, a rotina dos personagens da cidade que eram figuras
carismáticas, e deixou na história carnavalesca desta cidade, através de um
desfile condizente com o regulamento,( que o bloco tinha que passar de acordo
com o regulamento) , e foi isso que fizemos, passamos ao contrário, e muito bem
conduzido pelo nosso querido Cabinho.
Benício
No sabado de carnaval de 1982,
avioes da FAB, interceptaram um caça inglês, por ter penetrado e violado o
espaco aéreo do Brasil, ate o "xuru" de missil (início da Guerra das
Malvinas), o ...PALHUKA...nesse dia fazia o último ensaio em frente a casa do
eterno...SEU MIMIM DIAS(pai do PALHUKA e da Luiza), ao saber da noticia o seu
MIMIM DIAS (saudoso), peguntou maliciosamente ao Sabá do Peri que ensaiava com
o bloco:
- Sabá o missil do ingles
penetrou e violou o espaço do Brasil, e agora Sabá, o que vc vai fazer?
o Sabá respondeu:
- Nao te preocupa MIMIM...deixa o
inglês vir com o missil dele penetrar e violar, que estarei pronta a defender a
naçao brasileira...!!!!.....KKKKKK
Benício
Sempre, sempre , fazia sol ou
fazia chuva......sempre acompanharam o ..PALHUKA ....na avenida......era uma
atração constante....SABÁ DO PERI E ZÉ.....quando perguntavam a elas (ou eles)
se eles (ou elas) um dia iriam para de desfilar pelo PALHUKA, eles (ou elas)
respondiam:...VAMOS DESFILAR ETERNAMENTE, POIS O PALHUKA NUNCA VAI
MORRER...UIUIUIU!!!...KKK
Benício
Seu ...ZÉ DO PARÁ...., um grande
colaborador do...PALHUKA..., ja fez parte das letras e foi inspiracão para muitas
alas que o ..PALHUKA...pôs na avenida, muitos não sabem, mas ele ja ajudou de
diversas formas o nosso bloco.....ZÉ DO PARÁ É CEARENSE....a avenida cantava o
samba do PALHUKA.....!
Adenaldo
Santoscardoso
É verdade minha querida Eliana
Fonseca Fonseca, acho que você teve o prazer de viver esse momento
inesquecível, que é o desfile irreverente do Palhuk e seus palhukeiros. Acho de
suma importância que a gente não desista de nosso ideal. Devemos contribuir de
todas as formas para que o Palhuk permaneça de fato para sempre. O Palhuk ainda
é o orgasmo do nosso carnaval abaeteuara, sem o Palhuk retiro-me do Carnaval.
Viva o mestre Guri e a sua esposa Luíza, sem eles, com certeza o Palhuk já
teria falecido e nosso Carnaval se resumiria numa grande porcaria. VIVA O
PALHUK, VIVA O GURY E VIVA A LUÍZA PARA SEMPRE! VAMOS TODOS OS ABAETETUBENSES
LUTAR PARA QUE NÃO PERCAMOS A NOSSA IDENTIDADE CULTURAL.
João Pedro Maués
Concordo,...Fora o Palhuk esse carnaval de rua de Abt ja
morreu...
Clóvis Cardoso
Bloco Palhuk em desfile de rua, em foto de Adenaldo Cardoso
Clóvis Cardoso:
CERTO DIA ACORDEI OUVINDO UM
ANÚNCIO DO "SONOROS COPACABANA" DE QUE ESTAVAM ABERTAS AS INSCRIÇÕES
PARA OS BLOCOS QUE QUISESSEM DESFILAR NO CARNAVAL DE RUA DE ABAETETUBA.
MEIO RESSAQUEADO, FUI AO ESTÚDIO
DO COPACABANA E INSCREVI O PALHUK.
À NOITE, CABRERO POR ACHAR QUE
TINHA FEITO MERDA, FUI NO CRISTO DA PRAÇA DA CONCEIÇÃO, QUE ERA NOSSO PONTO DE
REUNIÃO, VIOLÃO, CACHAÇADA E OUTRAS COISAS E COM MUITO RECEIO CHAMEI O BROGUE
DE LADO E LHE DEI A NOTÍCIA. O BROGUE RIU E FALOU PRA TODOS OS PRESENTES EM TOM
DE SACANAGEM. NINGUÉM ACREDITOU NO FATO DA INSCRIÇÃO DO PALHUK PARA UM DESFILE
DE CARNAVAL DE RUA.
NO DIA SEGUINTE, FUI ATRÁS DO
BROGUE E O LEVEI NO COPACABANA E NA PREFEITURA PARA MOSTRAR QUE A CAGADA TAVA
FEITA.
OS DIAS PASSAVAM E NENHUM
PALHUKEIRO SE MOVIMENTAVA PARA QUE SAÍSSEMOS NA AVENIDA.
NO DIA DO DESFILE, COMEÇAMOS O
PREPARO ETÍLICO LOGO PELA MANHÃ, MAS SEM PERSPECTIVA QUE DESFILARÍAMOS...
POUCO TEMPO ANTES, TODO MUNDO PRA
LÁ DE MARRAKESH, RESOLVEMOS ENTRAR NA AVENIDA DOM PEDRO COM O QUE TÍNHAMOS.
E ASSIM ACONTECEU. ENTRAMOS COM O
SP-2 DO JOÃO BOSCO TOCANDO NOSSO PRIMEIRO SAMBA ENREDO: "EU NASCI HÁ DEZ
MIL ANOS ATRÁS" DE RAUL SEIXAS. NO CAPÔ DO CARRO, A FILHA DO "PERNA GROSSA"
LINDAMENTE FANTASIADA. NA COMISSÃO DE FRENTE NOSSO ETERNO REI MOMO VANDOCA. EU
ESTAVA VESTIDO DE PALETÓ COM UMA MÁSCARA DE MACACO. VANDER, BROGUE, TRIK, PAULO
BAIÃO, E NÃO LEMBRO MAIS QUEM POIS EU ESTAVA DOIDÃO.
O JOTA TIROU UMA FOTO DESSE
DESFILE E ME DEU. EU A PRESENTEEI AO PAULO BAIÃO. SE ALGUÉM TIVER CONTATO COM
ELE, PEÇA PRA ELE POSTA ESSA FOTO HISTÓRICA.
Benício
EXTRA! EXTRA....NÃO TAVA
INSCRITO, O PALHUKA NÃO TAVA INSCRITO...KKKK, como sempre, ao saber que o
PALHUKA não estava inscrito para desfilar....os seus componentes fizeram a
maior...IMBUANÇA NO TRIÂNGULO....e conseguiram desfilar no carnaval de 2014,
esse é o verdadeiro PALHUKA.....NÃO TAVA INSCRITO....!!!
Benício
...35 ANOS DE PALHUKA, VAMO QUE VAMO
COM A BRIELA E A COBRA CURÁ.....AVANTE PALHUKA NA AVENIDA, ALEGRA
ABAETETUBA...!!!!
Wander Gomes
São 35 anos de conquistas, muita
alegria,amizades permanentes, e muito coração, solta o GRITO GENTE que o PALHUK
está passando. 02 de MARÇO de 2014.
Olha o Palhuk,( vivinho), ele
sempre vai despertar curiosidades, é o encanto de várias gerações e sempre será
eterno conhecedor das necessidades humana.O papel do Palhuk foi sempre através
da irreverência trazer nas oportunidade que lhe são concedido, mensagens de
consciência para o despertar da juventude, esta sempre terá importância
fundamental nas conquistas ética e moral deste país.
Benício
No desfile do PALHUKA de 1981,
alem de produzir alegria e simpatia, o ..PALHUKA.. produziu um eterno casal, de
muitos casais que se formaram durante a longa historia do ...PALHUKA....esse
lindo casal da foto ...meus cumpadres ...GILMARIO DIAS (GURI) e LUIZA DIAS E
DIAS, foi o que "vingou" e se eternizou.....eles hoje representam o
PALHUKA vivo...nunca deixaram o PALHUKA morrer, pois com o PALHUKA...eles
nasceram para o amor e para vida...SALVE GURY E LUIZA!!!
Nildo Freitas
TÁ CONFIRMADO SEXTA ARRASTÃO CULTURA DA SÓCIA 19 hs DOMINGO SÓCIA E PALHUK 15 hs.
Antigos Membros
Fundadores do Bloco PALHUK e Outros Membros
. Vandoca. Clóvis Cardoso. Wander Gomes. Brogue. Trik. Paulo Baião. João Bosco. Goiaba. Vicente Celestino. Grilo. Motora, irmão do Grilo. Cícero. Nildo Freitas. Guri e Luiza. Benício. Walter Lobato. Eustáquio. Haroldo. Davi. Adenaldo. Miguel Lima. Gilberto de Sousa. Iran Lima
. Vandoca. Clóvis Cardoso. Wander Gomes. Brogue. Trik. Paulo Baião. João Bosco. Goiaba. Vicente Celestino. Grilo. Motora, irmão do Grilo. Cícero. Nildo Freitas. Guri e Luiza. Benício. Walter Lobato. Eustáquio. Haroldo. Davi. Adenaldo. Miguel Lima. Gilberto de Sousa. Iran Lima
E muitos outros palhukeiros em pesquisa
Outros Blocos Antigos
Bloco Filhos de Osni
Marcelo Checha, diretor do Bloco Filhos de Osni em 2013 e Marcelo Checha e sua família são os que sustentam a memória do conhecido Osni através de Blocos Carnavalescos.
Bloco Filhos de Osni, criado pela família do saudoso Osni Barros da Silva
para lembrar a memória carnavalesca desse abaetetubense em foto do acervo
de Marcelo Checha
Osni Barros da Silva foi um dos maiores carnavalescos de
Abaetetuba e fundador de vários blocos de
rua na cidade
Kanto do BASA
Prédio do Colégio SFX já ampliado na Av 15 de Agosto, de onde saíram
as idéias para a participação carnavalesca e criação de blocos. Essa
mangueira ficava em frente do famoso Botequim do saudoso Sr. Gidonda,
no meio da Av. 15 de Agosto
Bloco Unidos do Kanto do Basa
O atual emblema do Kanto do Basa, na gestão de Rui dos Prazeres, já com
alguns de seus objetivos mencionados no próprio emblema. Sugestão do nome
veio de um dos antigos componentes do grupo, Pedro Feio.
veio de um dos antigos componentes do grupo, Pedro Feio.
Desse antigo prédio do Colégio SFX saíriam os alunos que
em roda de conversas criaram o já antigo Bloco "Kanto do Basa",
hoje com a denominaçao oficial de Unidos do Kanto do Basa
O grupo carnavalesco "Kanto do Basa" começou a nascer no final da década de 1970
espontaneamente através dos encontros dos antigos alunos do Colégio SFX (acima) aos pés
espontaneamente através dos encontros dos antigos alunos do Colégio SFX (acima) aos pés
do monumento ao Cristo Crucificadoem frente da Igreja de
Nossa S. da Conceição em Abaetetuba, e com os primeiros sujos organizados pelo Fernandão em 1976, na casa dos jovens Emiliano e Chakanhanga/Chaca, com umas 12 pessoas e esse grupo foi consolidado em maio de 1985 como bloco carnavalesco tipo "sujo", isto é, pintados e nos carnavais atuais puxa uma multidão de mais 30 mil foliões aproximadamente, conforme Clóvis Cardoso.
Sujos do Kanto do Basa, em foto de Aderildo Araujo
Sujos do Kanto do Basa, em foto de Aderildo Araujo
O Bloco Kanto do BASA é outra
agremiação carnavalesca emblemática de Abaetetuba, cuja história remonta aos
tempos da antiga Escola Paroquial e criação do Colégio São Francisco Xavier, pelos Padres Xaverianos,
anos de 1970 e que foi oficializado como bloco carnavalesco de tendência irreverente em 4/5/1985, com os objetivos de brincar o carnaval e a prática de futebol, com as cores de amarelo e preto, cujas reuniões eram realizadas na Praça da Conceição. Mas a história do Kanto do Basa começara anos antes, na década de 1970, quando alguns jovens começaram a se encontrar aos pés do monumento ao
Cristo Crucificado em frente à Igreja de Nossa Senhora da Conceição e ali eles
começaram a estabelecer e firmar as amizades através das conversas e goles de
pinga. Como era o tempo das proibições de praticamente quase tudo que levasse à
organização de grupos e ajuntamentos de pessoas, esses jovens aproveitaram esse
tempo tenebroso da “ditadura militar” para sair como bloco de carnaval, mas do
tipo “sujo”, isto é, pintados de maisena, xadrez e outros produtos para dar visibilidade
á grande quantidade de jovens que começaram a sair pelas ruas da cidade cantando
e bebendo muito. O nome Kanto do BASA faz referência ao local onde esses jovens
se encotravam para as conversas e brincadeiras do grupo. Hoje o Unidos do Kanto do Basa também faz excursões, passeios, festas, concursos de miss verão e outras atividades
Algumas pessoas
componentes do Bloco Kanto do Basa são de grande importância para a criação e
sustentação do grupo do Kanto do BASA, entre as quais destacamos:
. O denominado Chacanhanga ou Chaca, que foi um elemento muito importante na fundação do Bloco do Kanto do BASA, conforme impressões abaixo vindas de vários jovens desses primeiros tempos do Kanto do Basa:
Benício Lobato Cruz: Membro da
turma e do Bloco Carnavalesco Kanto do BASA, em cuja casa se faziam as reuniões
dos componentes do Bloco, de onde saiam para curtir o carnaval.
Benicio Lobato Cruz: ....GENTE
MUITO BOA, TALVEZ O ALUNO MAIS FAMOSO DO CSFX....ESTOU CERTO PROFESOR LUIZ
LOBATO?
Joao Bosco Figueiredo Cardoso:
Tocava corneta na banda marcial do CSFX, eramos uma boa dupla!
Bitencourt: Eu tive a grande
satisfação de conviver com ele no kanto quando reuníamos na casa dele, ao lado do
Banco da Amazonia, para dali sai para curtir o carnaval, valeu Chaca ter ti
conhecido.
Eu o conheci, tinha a alegria
de viver da D. Benzita (Benvinda), sua mãe que era colega de trabalho e amiga
da minha mãe, gostava muito dele.
Luiz Lobato: Tive o prazer de
conviver com ele desde o tempo de S. Francisco. Sofria demais por tá longe de
suas raízes. Era brincalhão, moleque, palhaço
mas muito homem em seus negócios e decisões. Algumas de suas façanhas já foram
mencionadas por Davi Figueiredo e Benicio Lobato Cruz, nas quais confirmo.
Benicio Lobato Cruz uma vez o Chaka,
matou uma jibóia e ofereceu como tira gosto para a rapaziada do
kanto.....falava que era charque..kkk, lembra dessa meu primo clovis cardoso e
professor luiz lobato..?
E o Bloco Kanto do BASA nasceu e cresceu no tempo do Mingau do Maxico, que nos anos de 1980 fazia o seu Carnaval com o som das aparelhagens no dito canto
do BASA, onde a multidão se aglomerava e se divertia muito, em festa com muito sujo
e irreverência. Houve um tempo em que as festas do Kanto do Basa passaram a ser
realizadas na frente da casa do Dr. Lopes,
na Travessa Padre Luiz Varela, onde a massa brincante se aglomerava com
as mesmas brincadeiras dos primeiros tempo.
E a partir desses primeiros
tempos e até os dias atuais o grupo carnavalesco Kanto do Basa continua a sair
nos carnavais de ‘sujos” com irreverência e muita alegria e goles de pinga, batidas e cervejas em antigos e conhecidos bares como o do Antonio do Gidonda, Toca do Osni, Bar Relíquia, Bar do Chico Torete com suas famosas batidas de limãozinho, boates do Gigi, da Venuta e clubes como Vênus, Palmeiras.
O Kanto do BASA se reorganizou
através de antigos membros como Linomar Ferreira e Rui Prazeres e regularmente
promove eventos como festas, passeios e outros eventos como meio de
confraternização dos antigos e novos membros do grupo.
O Rei Momo Vandoca reinou por décadas no carnaval de Abaetetuba,
chegando até a criação do Kanto do Basa e além disso,
em foto do acervo de Emiliano Ferreira, irmão do conhecido
Chacanhanga
chegando até a criação do Kanto do Basa e além disso,
em foto do acervo de Emiliano Ferreira, irmão do conhecido
Chacanhanga
Antigos membros do grupo carnavalesco Kanto do Basa
O grupo Kanto do Basa também disputava campeonatos
de futebol amador, sendo campeão dos veteranos em 2002, conforme a
foto com: Amujaci, Tio Pré, Chapa, Batata, Rafa, Méia, Caru,
Sapuca, Zé Leitão, Nivaldo (técnico) e Peixe Agulha
Agachados: Gaguinho, Vieirinha, Baíco, Bacu, Piroca,
Fran Lopes, Cura, Haroldo, Valdo, Pundé e o pequeno
Felipe
Na foto acima aparecem outros antigos membros do Bloco Kanto do Basa
. Chacanhanga/Chaca. Bittencourt. Fernandão. Aderildo. Adenaldo. Paulo Braga. Clóvis Cardoso. Trik. Tio Pré. Chapa. Batata. Rafa. Méia. Caru. Sapuca. Zé Leitão. Nivaldo. Peixe Agulha. Gaguinho. Vieirinha. Baíco. Bacuzinho. Piroca. Fran Lopes. Cura. Haroldo. Valdo. Pundé. Guta
. Linomar Ferreira/Lino. Rui dos Prazeres, atual Presidente do Kanto do Basa. Emiliano. Passarinho. Pedro Feio. Dinélio. Juarez Gago. Rosa do Crisanto. Nazaré Diniz. Neide. Osni. Batfino. Luluca. Dinho irmão do Piroca. Cabá. Caxiado. César do Olavo. Rui, irmão da Regina. Piroca. Marupá
. Maninho. Matinho, primo do Rui. José Bittencourt/Teréia. Grudelho. Thepa. Ziza. Zeguidegue. Biscate. Jacó, irmão do Grudelho. Fran Lopes. Muja. Odilene. Gil. Nazaré da Lotérica. Clecius. Jorge Luís Araujo, um dos pioneiros do bloco
. Lourival Pereira Lobato
. Lourival Pereira Lobato
E outros em pesquisa
O grupo Kanto do Basa também disputava campeonatos
de futebol amador, sendo campeão dos veteranos em 2002, conforme a
foto com: Amujaci, Tio Pré, Chapa, Batata, Rafa, Méia, Caru,
Sapuca, Zé Leitão, Nivaldo (técnico) e Peixe Agulha
Agachados: Gaguinho, Vieirinha, Baíco, Bacu, Piroca,
Fran Lopes, Cura, Haroldo, Valdo, Pundé e o pequeno
Felipe
Na foto acima aparecem outros antigos membros do Bloco Kanto do Basa
Outros Grupos Carnavalescos
de Abaetetuba através dos tempos:
Letra de música do Bloco "Mocidade Independente da Barão", criado pelo
alegre contabilista e carnavalesco Aleixo Brasil e companheiros
. Bloco "Mocidade Independente da Barão, que foi criado nos anos de 1980 pelo saudoso carnavalesco Aleixo Brasil e companheiros da Rua Barão do Rio Branco. Esse bloco pela sua organização e fantasias foi sensação do carnaval de Abaetetuba.
alegre contabilista e carnavalesco Aleixo Brasil e companheiros
. Bloco Manhoso, ou Movimento
Cultural do Manhoso, que era um dos antigos blocos de Abaetetuba, fundado por
volta de 1982 e em 8/2/2002 era dirigido pelo saudoso carnavalesco Cabá
Felgueiras. Uma antiga letra para o desfile desse bloco em 2/2002, composto
pelo poeta Nonato Loureiro:
. Bloco Carnavalesco S.A. Kanas, antigo bloco fundado pelo
carnavalesco Osni Barros da Silva, Já extinto, este que foi pioneiro no
carnaval de rua em Abaetetuba.
Bloco dos S A Kanas, criado por Osni Barros
. Bloco Pigmeus, que era um bloco de enredo
. Bloco Brejo, que era um bloco de enredo
. Bloco Amigos da Sócia, que era um bloco de escola de samba, que foi criado por um grupo de amigos da Rua Magno de Araújo e adjacências, que também criou ligames de amizade que se perpetuaram por toda a vida de seus membros criadores, em lembranças que fazem parte da memória individual de seus membros e da memória coletiva de Abaetetuba.
. Bloco Pisinti, que era um bloco de escola de samba
. Bloco Varela, que era um bloco de escola de samba
. Bloco Amigos da Francilândia, que era um bloco de escola
de samba
. Bloco EQ do Seu Dodô, que era
uma bloco de micareta, organizado pelo Carnavalesco Paulo Paiva.
. Bloco Barão, organizado pelos
moradores da Rua Barão do Rio Branco, do clube de Futebol de mesmo nome, trecho
da Av. 15 de Agosto até o antigo bairro Cafezal. Teve como seu fundador o
inesquecível Aleixo Brasil Ferreira.
. BLOCO UNIDOS DA PRAÇA, que era um bloco
de carnaval formado pelos pelos jovens e componentes do clube de futebol Praça.
Delcilis Barbosa
Na foto antiga acima, os jovens da foto. provavelmente são os fundadores do Bloco Unidos da Praça.
Delcilis Barbosa
O primeiro título da Unidos da Praça campeã do carnaval de Abaetetuba.
Quantas saudades. Tudo que é bom dura pouco.
. Bloco Tracuá
. Bloco Dente-de-Leite
. Bloco Urubu na Avenida, bloco de micareta criado pelo publicitário Luís Azevedo e coordenado pelo mesmo e ainda: Diego Azevedo, Cinaldo dos Mares, Ediene Ellen Azevedo, Juliana Lima, Valdinéi Maués e Andrenilson Silva, e que foi a sensação do Carnaval de 2011 na cidade de Abaetetuba e que reuniu mais de 1000 rubro-negros no carnaval desse ano. Tudo começou com a idéia de confeccionar 50 abadás do Flamengo para sua família e amigos, porém esse número foi insuficiente para tantos rubro-negros da cidade de Abaetetuba querendo desfilar. Com poucos recursos foram produzidos 300 abadás, que se esgotaram facilmente. Então a coordenação do Bloco permitiu a participação de todos os flamenguistas vestindo a camisa ou com a bandeira do clube rubro-negro. Sendo assim, às 20 horas da segunda-feira de carnaval, o Bloco Urubu na Avenida mostrou toda sua alegria, descontração e o motivo do Flamengo ser o mais querido do Brasil. A coordenação do Bloco garante que no ano de 2011 realizará vários eventos no âmbito social, como campanhas para doação de sangue e campanhas solidárias em prol da sociedade abaetetubense. No próximo carnaval serão confeccionados 2.000 abadás para que todos os Rubro-Negros de Abaetetuba possam participar devidamente uniformizados e façam a festa ficar ainda mais vermelha e preta. "Vai começar a festa...". Coordenação do Bloco Urubu na Avenida: Luís Azevedo / Diego Azevedo / Cinaldo dos Mares / Ediene Ellen Azevedo / Juliana Lima / Valdinéia Maués / Andrenilson Silva. Contatos: 91 8132-0573, 91 9227-7573. Twitter: @jluislima Fonte da pesquisa: Bruno Nin paixao@magiarubronegra.com.br Twitter: @brunonin
. Bloco do Dragão
. Bloco Atracajá
. Bloco Pânico na Folia, bloco de
micareta, já tradicional na cidade e que já chegou a apresentar mais de 3 mil
pessoas no corredor da folia de Abaetetuba
. Bloco Kmak, bloco de
micareta, tradicional na cidade e com mais de 1000 brincantes atrás do trio
elétrico
Bloco Kmak, bloco de micareta, é antigo, em foto de Adriano C
. Bloco EQ do Seu Dodô, esse
bloco de micareta foi fundado pelo promotor de eventos Paulo Paiva
. Bloco Hyabadabadu, bloco de
micareta, que já é tradicional na cidade e com milhares de componentes
. Bloco Pimenta, bloco de micareta, citado em 2010
. Bloco Cachorrão
. Bloco Os Abateuaras, o Bloco, grupo fundado no final de
2011 por Hiran Sereni.
. Bloco Companhia do Abadá
. Bloco Carabranca, Kleuson Redig, diretor do Bloco
Carabranca em 2013
. Bloco Harém dos Abaeteuaras:
Hiran Sereni, BLOCO HARÉM + BLOCO ABAETEUARAS = HARÉM DOS ABAETEURAS. O Caçula
do carnaval de Abetetuba, mas que já nasce grande com 3 mil abadás
confeccionados, 3 dias de festas e 3 bandas, no maior carnaval do Estado do
Pará. Vamos pra cima galera! iNF: 8029-7949. — em Abaetetuba.
Bloco de micareta "Bloco Harém dos Abaeteuaras"
. Bloco Godzila
. Bloco O Cordão do Ye, YE, YÊ, fundado pelos diretores da
AFAA-Associação dos Filhos e Amigos de Abaetetuba, Delciraldo Araujo e seu
filho Pedro Henrique Ribeiro Araujo.
ATENÇÃO BRINCANTES DE CARNAVAL
A Tesouraria da AFAA informa:
Acaba de completar 420 camisas do
" CORDÃO DO YE,YE,YÊ " vendidas para amanhã aqui em Belém.Vai ser uma
explosãode alegria, reserve logo a sua,não deixe para última hora.
Pedro Henrique Ribeiro Araújo
Domingo passado foi excelente em
Abaeté, neste domingo em Belém:
O Carnarock do Cordão Year, Year,
Year "Cordão do Yeah-yeah-yeah", que representa a junção de duas
distintas artes, o carnaval e o Rock and Roll, misturando através de
pout-porri, os clássicos de bandas como Beatles, Rolling Stones, Credeence aos
Tradicionais Frevos e Marchinhas que enaltecem e dão um brilho especial a Folia
de Momo .
O evento será acompanhado de trio
elétrico e banda, fazendo um percurso pelas ruas próximas da concentração que
será ao lado do Polo Joalheiro, a partir das 14h, contando com apoio de bar,
segurança e muita gente bonita e divertida.
As pessoas interessadas, estamos
vendendo camisas na sede da *AFAA (Av. Roberto Camelier, 81, altos, Jurunas,
entre Conselheiro Furtado e Tamoios), contatos: 3223-6026 / 8185-2655.
Delciraldo Araujo
Sucesso total foi o lançamento do
" CORDÃO DO YEAH,YEAH,YEAH " neste domingo passado em Abaetetuba, a
galera vibrou e brincou a vontade com as músicas de Rock e Marchinhas Carnavalescas,
fato inédito no Pará. A juventude juntou-se a velha guarda, tornando uma
colossal massa de alegria e descontração nas avenidas da cidade.
No próximo domingo o encontro se
realizará em BELÉM, a concentração será no entorno do Polo Joalheiro na Praça Amazonas,
atéo momento mais de 300 participações já confirmadas. Será sucesso total,
participem.
Vendas de Camisas do Cordão: AFAA
3230-0534 8232-3000
VAI COMEÇAR A FESTA... Já
encontra-se disponíveis as casmisas do (CORDÃO YEAH, YEAH, YEAH)....... Abaetetuba
27/01/2013 - concentração e venda de camisas na Companhia do Abadá.
Belém 03/02/2013 - Venda antecipada de camisas - secretaria AFAA, Roberto
Camelier, 81 - Concentração Polo Joalheiro com o Lobo BAR...
Delciraldo Araujo
Pedro Henrique Ribeiro Araújo Obrigado
!!! É o que tenho a dizer a todas as pessoas que estiveram no Cordão do Yeah,
Yeah, Yeah! todos que acreditaram na nossa ideia inovadora do CarnaRock,
obrigado a vcs que contribuiram comprando as camisas, aos parceiros, a todos os
presentes na linda festa de ontem! Valeu! AFAA, CARABRANCA E FILHOS DE OSNI
Pedro Henrique Ribeiro Araújo:
Agradeço também aos parceiros Kleuson Redig - BLOCO CARABRANCA, Marcelo Checha
- BLOCO FILHOS DE OSNI e a Delciraldo Araújo, Raimundo Bittencourt, Sinval Dias
da diretoria da AFAA. Além da minha amada família Renata Nogueira Araújo,
Elzelena Ribeiro, Núbia Rafaela, Rhuan Carlo Araujo, Del Filho Araújo, Augusto
Lobato, Cintia Pantoja, Ricardo - Josy Pantoja e muitos outros que estiveram
conosco na organização do Cordão! Valeu mesmo!
Delciraldo Araujo
Cordão do Year, Year, Yeah!
Bloco carnavalesco com motivações
do carnaval e do rock/carnarock, fundado pela Associação dos Filhos e Amigos de
Abaetetuba, na pessoa do seu presidente Pedro Henrique Ribeiro Araujo e
Decilvaldo da Silva Araujo, Raimundo Bitencourt, Sinval Dias da diretoria da
AFAAA e também de Renata nogueira Araujo, Elzelena Ribeiro, Núbia Rafaela,
Rhuan Carlo Araujo, Del Filho Araujo, Augusto Lobato, Cíntia Pantoja, Ricardo – Josy Pantoja e muitos
outros que ajudaram na organização do cordão, para participar do Carnaval de
Belém e Abaetetuba em 2013, tendo ajuda de Kleuson Redig do Blocos Carabranca e
de Marcela Checha do bloco Filhos de Osni. O Cordão do Year, Year, Year! Teve
jogo de fantasia com camisa na forma de abadá.
Pedro Henrique Ribeiro de Araujo,
presidente da Associação dos Filhos e Amigos de Abaetetuba-AFAAA em 2013.
Decivaldo da Silva Araujo
O Bloco CORDÃO DO YE, YE, YÊ
promovido pela AFAA, apesar da chuva ocorrida em Belém, foi sucesso total,, presença
marcante dos abaetetubenses de verdade,Alguns que moram em Belém e prestigiam o
nome de nossa terra, outros morando em Abaetetuba, não mediram esforços e se
fizeram presentes, apesar das dificuldades de se locomoverem de Abaetetuba para
Belém.
O que nos entristece, é a hipocrisia de muitos abaetetubenses que cobram falta
de representatividade ,se dizem amar nossa terra, estão sempre cobrando
realização de eventos e acontecimentos para nos enobrecer no cenário paraense,
prometem apoio, comparecimento, nos iludem com suas colaborações suas
presenças, fazendo com que se crie uma falsa expectativa,o que nos leva a arcar
com prejuízos.
O Atual Carnaval de Abaetetuba
A atual quadra carnavalesca de Abaetetuba mudou quase que completamente do seu antigo enfoque de tradição/cultura e no visual de seus entrudos, sujos, mascarados, cordões e blocos de ruas, ricamente vestidos com os variados motivos da antiga quadra carnavalesca, para dar lugar a um carnaval que possui um pouco de tudo, na forma de arrastões carnavalescos, arrastões culturais, grupos de sujos, blocos de ruas, escolas de samba, sons automotivos, que saem às ruas nos domingos da quadra carnavalesca e, no final da quadra, a programação carnavalesca promovida pela Prefeitura Municipal, com o já tradicional desfile de carnaval na Avenida D. Pedro II (que transformou-se-se no Corredor da Folia de Abaetetuba na época do carnaval), que atrai uma multidão de mais de 50 mil pessoas para assistir, nos dias programados, aos desfiles e concursos de escolas de samba, blocos carnavalescos e blocos de micaretas, cada qual formados por milhares de brincantes e ao som de bandas, trios elétricos, sons automotivos e batuques, que fazem a festa das pessoas que se espalham ao redor do Corredor da Folia, com destaque para as micaretas.
Como música, os sambas ainda são utilizados nos desfiles de escolas de samba e alguns blocos de ruas. Nas micaretas, as músicas utilizadas são o axé music, tecnobregas, tecnomelody, trios elétricos e outros ritmos de bandas ou mixados pelos nossos DJs, e estes já com participação ativa na musicalidade de alguns blocos e micaretas. Nesses desfiles há o consumo exagerado de bebidas alcoólicas por parcela significativa dos brincantes dos grupos carnavalescos e por parcela do público que assiste aos desfiles, fato que resulta em algumas violências e também a prática de assaltos e furtos por parte de pessoas de má fé que adentram nos grupos e multidão para a prática desses crimes comuns em grandes aglomerações, porém nada que possa tirar o brilho dos desfiles.
Ressalte-se, atualmente, a ausência dos bailes carnavalescos de salão, mesmo porque o Clube Bancrévea foi extinto e a clubes como Assembléia Abaetetubense, AABB e os clubes futebolísticos já estão ausentes dessas programações já faz bastante tempo, devido as violências ocasionadas pelo consumo em excesso de álcool por parte de parcela dos brincantes.
Não vamos ser intolerantes e preconceituosos e dizer que as micaretas são modelo de musicalidade importado de outras regiões e que não deveriam fazer parte do carnaval de Abaetetuba. Elas, agora, são parte integrante e importante do nosso carnaval e, mesmo porque, as festas de micaretas ocupam pequena parcela do tempo da quadra carnavalesca e esse tipo de carnaval pode muito bem conviver com as outras formas de grupos carnavalescos como os blocos e escolas de samba.
O que não deveria ter acontecido era o desaparecimento do tradicional carnaval de rua e de salão da cidade, com os cordões, blocos de rua, entrudos, mascarados e outras formas que existiam e com a massiva participação de grande parcela do povo que, atualmente, só participa como expectador, membro da multidão que apenas “vai assistir” aos desfiles promovidos pela Prefeitura Municipal.
Portanto, as micaretas, agora fazem parte do brilho dos desfiles da quadra carnavalesca de Abaetetuba, que devem se levadas em conta, daí nosso esforço em colher alguns dados sobre essa festa e dos grupos de micareta de Abaetetuba para melhor conhecermos sua história.
Quem quiser fornecer os dados históricos, objetivos dos blocos de micaretas e dos outros tipos de blocos, não citados e os citados abaixo, nós agradecemos antecipadamente e com o nosso compromisso de incluir esses dados nesta mesma postagem.
A Micareta
Micareta é um tipo de carnaval
fora de época que desde os anos de 1990 é marcado principalmente pelo estilo
baiano do Axé Music, dos trios elétricos e dos abadás. O nome micareta
deriva-se de uma festa francesa, Mi-carême, e desde os anos de 1990 vem se espalhando
por várias capitais e cidades brasileiras e existe também em outros países como
Canadá, Portugal e Espanha que realizam anualmente sua micareta de acordo com
cada cultura local.
O abadá é um tipo de bata ou
camisolão branco usado pelos muçulmanos que aportaram no Brasil como escravos e
a palavra abadá é de origem africana, do yorubá, trazida pelos negros malês
para a Bahia. A vestimenta abadá é, até hoje, a indumentária dos lutadores da
capoeira. A palavra abadá foi parar nas micarestas do Carnaval de 1993, quando
o designer Pedrinho da Rocha, o músico Durval Lelys, da Banda Asa de Águia, e o
Bloco Carnavalesco Eva lançaram um novo tipo de fantasia para substituir as
antigas mortalhas dos capoeiristas e foi em homenagem ao Mestre Sena, antigo
capoeirista e amigo, que o designer batizou a nova fantasia de “abadá” que logo
virou sucesso na Bahia e em todo o Brasil e terminou por popularizar essa
palavra.
O abadá das micaretas consiste em
simples e opacas blusas e camisetas, que dão a essas festas, a visão de um
amontoado de pessoas vestindo a mesma fantasia e correndo atrás de trios
elétricos tocando axés-music, totalmente diferente dos espontâneos e antigos
carnavais das diferentes e multi-coloridas fantasias, que saíam da imaginação
dos criativos foliões do passado, em musicalidade dos diferentes rítmos dos
antigos carnavais.
Festas de Micaretas em Abaetetuba
Em Abaetetuba existem vários
blocos de micareta que surgiram a partir da década de 2000, que se apresentam
nos seus chamados “arrastões elétricos” e nos concursos de carnaval da
Prefeitura Municipal da quadra carnavalesca. Esses blocos seguem o figurino dos
da Bahia e, como tais, são sustentados pelas vendas dos chamados abadás (vide
história acima) e outras contribuições e apoios. Essas micaretas seguem também
o esquema das “levadas eléticas”, em desfiles de carnaval fora da época do
carnaval e comandadas pelos insubstituíveis “trios elétricos”, e presença de
cantores, bandas, DJs que vem de outros estados, Belém ou locais, para dar
maior brilho a essas festas, onde centenas de pessoas se aglomeram nesses
blocos para se divertir ao som do axé-music, funk, tecno e, e agora, também
contando com o vibrante som do tecnobrega do Pará. As as micaretas de
Abaetetuba são, também, o grande destaque dos desfiles e concursos de carnaval
promovidos pela Prefeitura Municipal, atraindo foliões de várias partes do Pará
e de outros estados para participar desses grupos ou de participar como membro
da multidão que acorre para assistir aos desfiles do carnaval. Por sinal que o
carnaval de Abaetetuba já está atraindo dezenas de milhares de pessoas e isso
se torna preocupante devido ausência de infra-estrutura turística e segurança
para tantos turistas.
Carnaval
Velhos Carnavais que não voltam mais. Da esq. P dir. Roberto do Contente, de Pierrot, Yvone Luna, Alice Paes, Roseana Rocha, Celina Baptista, Walkíria Ferreira, Conceição Góes, Cleonice Silva e Analeo Contente. Havia carnaval mais gostoso que nesse tempo?
Velhos Carnavais que não voltam mais. Da esq. P dir. Roberto do Contente, de Pierrot, Yvone Luna, Alice Paes, Roseana Rocha, Celina Baptista, Walkíria Ferreira, Conceição Góes, Cleonice Silva e Analeo Contente. Havia carnaval mais gostoso que nesse tempo?
Sugestões Para a
Melhoria do Carnaval de Abaetetuba
O carnaval de rua ainda existe em
Abaetetuba, e com pessoas, sujos, blocos e arrastões que dispersadamente saem pelas
ruas da cidade nos domingo de carnaval, usando de pouca criatividade e com a
falta de bons apoios musicais como bandas, sons automotivos ou mesmo trios
elétricos locais.
O carnaval de salão praticamente
não mais existe em Abaetetuba.
Ainda existe o carnaval promovido
pela Prefeitura Municipal e em concursos de blocos das várias categorias e que
atrai um bom público (mais de 50 mil pessoas que vem de muitos lugares do Pará
e Brasil para participar nos blocos ou como expectador dos desfiles dos grupos
carnavalesco) para esses dias de desfile, que são os dias finais da quadra
carnavalesca.
Porém, faltam algumas melhorias e
criatividade no carnaval de Abaetetuba, tanto nos chamados grupos de ruas, ou “sujos”
ou mesmo desfile dos blocos durante os domingos de carnaval e no próprio
desfile de carnaval promovido pela Prefeitura Municipal nos dias finais da
quadra carnavalesca de Abaetetuba.
Para isso temos algumas sugestões que ajudariam a melhorar o
carnaval como um todo e atrair mais turistas para a quadra carnavalesca da
cidade.
Uma Identidade Para o Carnaval de Abaetetuba
O carnaval de Abaetetuba poderia
ter uma identidade própria, onde não se descartaria as atuais micaretas, blocos
e escolas de samba, mas apenas se incrementariam motivações que realmente
chamassem a atenção do povo de Abaetetuba e de nossos visitantes. É o que já se
faz em algumas cidades amazônicas, que já usam de sua rica cultura e folclore
para apresentar um bonito e concorrido carnaval que atraem milhares de
turistas. As motivações para o nosso carnaval se buscariam na rica cultura e
folclore, nos nossos antigos costumes e hábitos, no nosso rico artesanato,
lendas e mitos, usando materiais descartáveis ou reciclados ou os tecidos e
plásticos vendidos em nosso comércio, sem precisar usar os materiais da nossa
já degradada flora e fauna (na forma de cordas, fibras, talas, cipós, folhas
vegetais e penas e couros animais, o que ajuda a extinguir mais rapidamente a
já rara quantidade de espécimes da flora e fauna). Temos os materiais da coleta
seletiva do lixo e produtos comerciais baratos e acessíveis para a confecção
dos figurinos dos componentes dos blocos e dos personagens do carnaval.
Alguns Exemplos dos
Motivos Carnavalescos Para o Carnaval de Abaetetuba
De Nossos Mitos e
Lendas
As figuras mitológicas e
lendárias do Saci-Pererê, Matinta-Pereira, Mãe-d’Água, Mãe-do-Mato, Anhangá,
Cobra-Grande, que já fazem parte de nossa identidade cultural, mas que não
figuram nos eventos da quadra carnavalesca. Em cidades do Amazonas e Pará
(Parintins, Juruti, Peixe-Boi, Santarém, Belém, etc. já existem carnavais nesse
sentido cultural e ecológico).
Se fariam grandes bonecos ressaltando a importância cultural
dessas figuras.
Figuras da Flora e Fauna
As figuras de nossa Fauna e Flora
poderiam ser apresentadas com fantasias ou bonecos gigantes (tipo os bois ocos
e cabeçudos de outros lugares), que se apresentados de modo pedagógico,
poderiam educar para conter a grande extinção de nossas espécies de peixes
(acarás, pirararas, poraquês, maparás, acaris, bacus, maiacus, candiru, mandi,
carataís e outros), mamíferos (botos, peixes-bois, lontras), quelônios
(tartarugas, jabotis, muçuãs, tracajás), lagartos (jacurarus, jacuruxis,
lagarto verde, papa-vento, etc), jacarés, insetos, crustáceos (camarão,
sararás, araruta, etc), aves (araras, papagaios, tucanos, garças, socós,
saracuras, pica-paus, sururinas, marrecos, patos-do-mato, ciganas, gaviões,
urubus, corujas, garças, anus, gaivotas, andorinhas, etc que já estão extintos
ou em vias de extinção na região), animais de caça (pacas, tatus, veados,
mucuras, macacos, preguiças, antas, etc) e também figuras com as motivações
vegetais, como: flores, frutos, folhas, arbustos, etc e bois, cobras (jibóia,
sucuri, surucucu, jararacas) que povoam a imaginação de nossos caboclos na
forma de lendas e mitos diversos. Seriam também representados por grandes
bonecos ou fantasias.
Personagens da História da Formação do Povo
As figuras de nossos
antepassados, índios, negros e brancos, em figuras populares, devidamente
paramentados de indígenas, negros e brancos de nossa história.
As Antigas Figuras
Carnavalescas
As figuras carnavalescas antigas
e já esquecidas como os Pretinhos, Macacos, Arlequim, Pierrot, Entrudos, etc.
Assim teríamos um carnaval cheio
de pessoas fantasiadas com essas motivações mitológicas, lendárias,
folclóricas, índios, negros, colonizadores, seringueiros, lenhadores,
apanhadores e amassadeiras de açaí, canavieiros/canavieiras, pescadores e
figuras de nossa flora, fauna, animais domésticos, tudo devidamente apresentado
em fantasias e bonecos gigantes ocos, etc.
Figuras do Artesanato
de Miriti e Outras Manifestações Culturais Tradicionais
O artesanato de miriti de
Abaetetuba tem as suas figuras clássicas dos Brinquedos de Miriti, como:
. Barcos e Barquinhos. Cobras. Tucanos. Araras. Papagaios. Dançarinos. Soca-soca. Bica–bica
. Etc.
Como fazer as
fantasias e figurinos dos Brinquedos de Miriti?
Naturalmente que não se deve usar
o próprio miriti, pois ele já corre o risco de extinção pela grande demanda por
essa matéria-prima, que não possui projetos de plantios, nem replantios no
município.
Fazer-se-íam bonecos gigantes das
figuras do artesanato de miriti (ocas ou suspensas em varas), usando isopor, tinta,
cola e tecidos, papel e papelão em figuras coloridas como os próprios
brinquedos, material que se encontra em abundância na praça comercial local e
dos materiais recolhidos da reciclagem do lixo em bom estado, como papelão,
garrafas plásticas, caixas de madeiras, peças em metais leves e os próprios
artesãos de miriti ou outros artesãos e pessoas se encarregariam de
confeccionar os bonecos gigantes para apresentação nos desfiles do carnaval de
rua. Isso chamaria muita a atenção de todas as pessoas e turistas vendo a
cultura do brinquedo de miriti sendo apresentada em desfiles carnavalescos
pelas ruas da cidade, como acontece em Pernanbuco, no Arraial do Pavulagem e em
São Caetano de Odivelas, que já são desfiles tradicionais desses carnavais.
E tudo feito em um colorido e criatividade que realmente
chamasse a atenção de todos.
Convênios do Órgão da Cultura de Abaetetuba
E o órgão responsável pela
cultura do município, a Fundação Cultural de Abaetetuba e a própria Prefeitura
Municipal, deveriam firmar convênios e parcerias com os interessados para que
se possam acrescentar essas melhorias ao nosso carnaval, com regras e
motivações para que as pessoas pudessem se interessar nesse carnaval de
Abaetetuba com motivações culturais e ecológicas.
Carnaval com Motivos
da Quadra Junina?
Não vamos nos tornar puristas ou
intransigentes defensores da Cultura, dizendo que carnaval e quadra junina não
se misturam. Vamos olhar a questão com visão turística. Se quisermos, podemos
acrescentar ao carnaval, os motivos da quadra-junina (como já se faz em Belém e
outras cidades, com a mistura do carnaval com a quadra junina), como os cordões
juninos de bois e pássaros, índios, etc. Fazendo parte do Carnaval e que pode
gerar emprego e renda para nossas famílias, em atividades de mercado e
turísticas. Aí a festa se transformaria num Carnaval Amazônico (alguns puristas
vão criticar esta idéia), mas aqui também se trata da afirmação do turismo em
nosso município, para beneficiar milhares de famílias, comerciantes,
empresários, promotores de eventos, etc.
A prefeitura se encarregaria de
preparar a infraestrutura e a premiação dos melhores e a segurança, em
convênios junto com os órgãos e entidades competentes e proibindo o uso de
bebida alcoólica, tendo em vista a violência e degradação física e moral que
esta gera.
Esse projeto seria acrescentado
ao do atual figurino do carnaval das micaretas, escolas de samba e blocos, que
a prefeitura já patrocina, porém como eventos separados, sendo os desfiles que
sugerimos realizados nos domingos de carnavais e pelas ruas e como arrastões
culturais, e à noite com o já tradicional concurso da Prefeitura Municipal da
Quadra Carnavalesca, no Ginásio Hildo Carvalho (antigo Bancrévea).
Parcerias, Convênios
e Contratos
Os convênios, parcerias e contratos
seriam firmados pela Prefeitura Municipal com pessoas, firmas, empresas,
entidades e associações culturais que pudessem colaborar nesse novo modo de
fazer um carnaval mais atraente, sadio, ecológico e pedagógico em
Abaetetuba.
Para isso precisa que se prepare
com antecedência um projeto que detalhe minuciosamente as ações e atividades e
regras a serem desenvolvidas nesse tipo de carnaval, como os dias de desfile
para grupo de brincantes, as parcerias, inscrições, tempo de duração de cada
grupo, premiações, estrutura física, iluminação elétrica, construção das
arquibancadas, etc.
Sem esquecer as parcerias e
convênios com órgãos e entidades essenciais nessas programações, como CELPA,
Segurança, Polícia, Bombeiros, Justiça, CDL, ACA, Saúde, Saneamento e outras
entidades, conselhos, hotéis, limpeza pública, comerciantes, empresários e os
grupos carnavalescos, para que não aconteçam as falhas e excessos muito comuns
nesses tipos de eventos.
Para chamar mais atenção e dá
mais motivação a um carnaval desse tipo, se promoveriam concursos da fantasia
individual mais bonita e original, o bloco ou cordão mais animado, bonito e
original, o boneco mais bonito, etc.
Turismo e Carnaval
UM SONHO: FOMENTO DO
TURISMO E DESENVOLMENTO EM ABAETETUBA E REGIÃO
Já falamos nas potencialidades
que Abaetetuba e região têm para a implantação da indústria do turismo na
região, inclusive dando algumas sugestões de obras para a infra-estrutura dessa
indústria, tendo em vista a bela característica geográfica da região e a sua
cultura sui-generis.
Já falamos de Abaetetuba como
pólo comercial e educacional na região, inclusive dando sugestões para a
consolidação dessa condição.
Já falamos da produção agrícola,
pesqueira e madeireira, inclusive sendo cético em relação a esses segmentos da
economia, especialmente em Abaetetuba, onde o meio ambiente e a bacia
hidrográfica estão em processo progressivo de poluição, contaminação e
destruição e com a extinção ou quase extinção de muitas espécimes importantes
do grupo dos animais e vegetais da região.
Iríamos reproduzir muito em breve
uma experiência para a obtenção de água potável para as regiões das Estradas e
Ilhas de Abaetetuba, cujo projeto foi desenvolvido em uma Feira de Cências de
Abaetetuba e outro projeto similar que alunos da Escola Técnica Federal de
Abaetetuba desenvolveram e, também, a obtenção de energia elétrica por meios
alternativos à eletricidade gerada pelas usinas hidrelétricas.
E, como não somos egoístas, o
mesmo progresso e desenvolvimento que queremos para Abaetetuba, queremos também
para os municípios da Região Tocantina, especialmente o Baixo Tocantins.
Falamos isso em vista do “Plano
de Desenvolvimento da Região do Tocantins”, extraído da Agência Pará,
reproduzido abaixo:
Os Eventos
Abaetetuba, como já foi dito, é
uma cidade que está situada bem pertinho da Capital do Estado, Belém, cidade
grande, de dois milhões de habitantes e onde mora outra população de
abaetetubenses, muitos dos quais que não sentem mais a atração de visitar sua
cidade natal. Antes as dificuldades eram as desconfortáveis e demoradas viagens
rodo-fluvial, que não ofereciam condições de uma boa viagem e por barcos e
estradas mal cuidadas. Agora existem as estradas da Alça Viária do Estado, que
estão em razoáveis condições de uso e em distâncias curtas, de hora e meia de
viagem de Belém. Falta apenas o policiamento, a sinalização e a construção de
pousadas com restaurantes e lojas que possam atender às exigências mínimas de
roteiros turísticos razoáveis.
E Abaetetuba já oferece alguns
atrativos turísticos, especialmente na forma de eventos, que só precisam de
melhor organização e o incremento de motivações amazônicas para atrair mais
turistas para a cidade. É sobre esses assuntos que trataremos a seguir:
O Carnaval Como
Atração Turística
Este evento existe e deixa muito
a desejar em termos de organização e motivação e onde muitas pessoas vêm de
outros lugares para se divertir em brincadeiras carnavalescas muito diferente
dos antigos carnavais de Abaetetuba, onde predominam a cultura carnavalescas de
outros estados brasileiros.
As motivações atuais do carnaval
abaetetubense são os insossos e importados blocos de micaretas, as escolas de
samba e blocos carnavalescos em desfiles mal organizados em termos de tempo,
fantasias e adereços e estrutura física precária dos desfiles.
Na estrutura física não existem
arquibancadas e sim rústicos cercado em madeira e em ruas mal iluminadas e sem
os devidos enfeites que a brincadeira requer e sem contar com um bom corpo de
policiais para garantir uma brincadeira sadia que pode resultar em brigas e
violências outras. O povo que comparece a essa brincadeira fica na sua maioria
em pé e amontoado em alguns pontos do desfile, sem poder divisar melhor os
grupos brincantes que passam pela avenida e em horários não pré-determinados e
em consideráveis intervalos e atrasos das apresentações.
O carnaval de Abaetetuba poderia
ter uma identidade própria, onde não se descartaria as atuais micaretas, blocos
e escolas de samba, mas apenas se incrementariam motivações que realmente
chamassem a atenção do povo de Abaetetuba e de nossos visitantes. É o que já se
faz em algumas cidades amazônicas que já usam de sua rica cultura e folclore
para apresentar um bonito e concorrido carnaval.
As motivações se buscariam na
rica cultura e folclore, nos nossos antigos costumes e hábitos, no nosso rico
artesanato, lendas e mitos, usando materiais descartáveis ou os tecidos e
plásticos vendidos em nosso comércio, sem precisar usar os materiais da nossa
já degradada flora e fauna, na forma de cordas, fibras, talas, cipós, folhas,
penas e couros animais.
Exemplos de Alegorias
Para O Nosso Carnaval
Alguns exemplos dessas motivações
poderiam ser: as figuras mitológicas e lendárias, como: saci-pererê,
matinta-pereira, mãe-d’água, mãe-do-mato, anhangá, fantasmas, assombraçõesetc;
figuras de nossa fauna e flora como o conhecido e maltratado boto, com
fantasias ou bonecos gigantes; figuras de nossos antepassados, índios, negros e
brancos; figuras populares, devidamente paramentados e figuras carnavalescas
antigas e já esquecidas como os pretinhos, macacos, etc.
Assim teríamos um carnaval cheio
de pessoas fantasiadas com essas motivações mitológicas, lendárias,
folclóricas, índios, negros, colonizadores, seringueiros, lenhadores,
apanhadores e amassadeiras de açaí, canavieiros/canavieiras, pescadores e
figuras de nossa flora, fauna, animais domésticos, etc.
Entre os animais se fariam
grandes bonecos de bois, cobras (jibóia, sucuri, surucucu, jararacas) que
povoam a imaginação de nossos caboclos de lendas e mitos diversos; jacarés,
camarão, botos, lontras, sararás, quelônios, jacurarus, jacuruxis, muitos dos
quais fazem parte da culinária abaetetubense e já praticamente extintos e
nossas belíssimas aves como tucanos, garças, socós, saracuras, picas-paus,
sururinas, ciganas, gaviões, corujas, anus, gaivotas, andorinhas e muitos
outras aves que já estão desaparecendo inexoravelmente de nossas matas.
Fantasias e bonecos gigantes desses animais chamariam muita atenção para o fato
de preservação dessas nossas riquezas naturais.
Presença do
Artesanato, Quadra Junina no Carnaval
Sem esquecer nosso artesanato,
especialmente o artesanato de miriti com figuras gigantes representando esses
brinquedos, não feitos de miriti, pois este já está em vias de extinção, mas de
materiais recolhidos das reciclagens do lixo como papelão, garrafas plásticas,
etc. E tudo feito em um colorido que realmente chamasse a atenção de todos.
E o órgão responsável, a Fundação
Cultural de Abaetetuba e a própria Prefeitura deveriam firmar convênios e
parcerias com os interessados para que se possam acrescentar essas melhorias ao
nosso carnaval, com regras e motivações para que as pessoas pudessem se
interessar nessas modificações no carnaval de Abaetetuba/Pa.
Se quiser pode acrescentar
motivos da quadra-junina (como já se faz em Manaus), como os bois-bumbás,
índios, etc. Aí seria um carna-boi amazônico. A prefeitura se encarregaria de
preparar a infra-estrutura, a premiação dos melhores e a segurança. Esse
projeto ou plano seria acrescentado ao do atual carnaval de micaretas, escolas
de samba que a prefeitura já patrocina, mas que não têm nada a ver com nossa
realidade amazônica.
A Prefeitura Municipal, que
promove nossos eventos carnavalescos, poderia estabelecer convênios, parcerias
e contratos com firmas, empresas, entidades e associações culturais que
pudessem colaborar nesse novo modo de fazer um carnaval bonito e sadio em
Abaetetuba.
Para chamar mais atenção e dá
mais motivação a um carnaval desse tipo, se promoveriam concursos da fantasia
individual mais bonita e original, o bloco ou cordão mais animado, bonito e
original, o boneco mais bonito, etc.
Para isso precisa que se prepare
com antecedência um projeto que detalhe minuciosamente as ações e atividades e
regras a serem desenvolvidas nesse tipo de carnaval, como os dias de desfile
para grupo de brincantes, as parcerias, inscrições, tempo de duração de cada
grupo, premiações, estrutura física, iluminação elétrica, construção das
arquibancadas, etc.
Sem esquecer as parcerias e convênios com órgãos e entidades essenciais nessas programações, como CELPA, Polícia, Bombeiros, Justiça, CDL, ACA, saúde e outras entidades, conselhos, hotéis, limpeza pública, comerciantes, empresários e os grupos carnavalescos, para que não aconteçam as falhas muito comuns nesses tipos de eventos.
CARNAVAL DE ABAETETUBA
Leia o texto sobre o Carnaval de Abaetetuba
Fonte: autor de fora de Abaetetuba
O Carnaval no Pará é assim, existem as cidades tradicionais de sempre pra ir, que a mídia todos os anos divulgam muito e ajudam a lotar sempre, os mais conhecidos são das cidades de Vigia, Cametá, Curucá, Mosqueiro e Bragança. e cara, realmente se vocês estiverem procurando um lugar legal, com a cara do Pará, vão, vocês vão adorar.
Agora se você estiver procurando um carnaval que você esteja no Pará, mas se sinta nessas grandes cidades de grandes Carnavais pelo Brasil, você precisa conhecer o Carnaval de Abaetetuba. Tem como apelidar essa cidade de SALVADOR DO PARÁ?
Porque a maioria das atrações são da Bahia, os trios são enooormes, com grandes estruturas, sabe aqueles camarotes com boas bebidas, praça de alimentação, música ao vivo nível Salvador? Pois é, tem em Abaeté. Aaah, mas eu gosto da bagaceira, dos blocos 0800, cara, é o que não falta, os maiores são o do Sujo, que a galera se suja de tudo, até com tinta preta, e o bloco das virgens pra não perder o gosto de se fantasiar, homem se vestir de mulher e mulher se vestir de homem, é hilário.
O Carnaval de Abaetetuba começa na sexta, tem com a abertura um concurso de travestis que as roupas são nível Rainha das Rainhas (não tô exagerando, elas se preparam o ano todo, com fantasias incríveis, é impressionante), este concurso se chama Gala gay (consegui uma foto de uma candidata, olhem lá depois) e termina só na terça, com o desfile do bloco das virgens e anoite com desfile dos
blocos do abadás, claro.
Sabe o que é o mais incrível de tudo, A CIDADE LOTA E COM NENHUMA AJUDA DA MÍDIA, é como se o carnaval daqui não existisse, mas isso não abala em nada essa festa nem um pouco, o sucesso só cresce, todos os anos são milhares de pessoas a mais, são mais hotéis abrindo as portas porque a demanda todos os anos cresce de uma forma descontrola, porque sim o maior Carnaval do Pará é o de Abaetetuba, sério.
Infelizmente muitas pessoas não tem esse conhecimento. Aaah você deve tá achando que é exagero, eu sei (porque também achei quando ouvir falar, e Ainda estou assustando com tudo isso aqui até agora), se programa pra vir no ano que vem, mas só te digo uma coisa, toma cuidado, vim esse ano e tá difícil de eu deixar de passar os outros Carnavais em outras cidades, isso aqui é maravilhoso.
Blocos:
Melhores blocos de abadás:
. Me namora (atrações da Bahia).. Kamaka (atrações da Bahia).. Hyaba (Melhores atrações da região).. Rock das equipes (Todas as aparelhagem).. Sou de Equipe (Atrações da região).
Depois de conhecer esse Carnaval finalizo essa postagem me perguntando, PRA QUÊ SALVADOR??
O Pará e o Brasil precisam conhecer essa festa, essa cidade, esse Carnaval. Se a mídia não divulga, bora divulgar, compartilhem.
Leia o texto sobre o Carnaval de Abaetetuba
Fonte: autor de fora de Abaetetuba
O Carnaval no Pará é assim, existem as cidades tradicionais de sempre pra ir, que a mídia todos os anos divulgam muito e ajudam a lotar sempre, os mais conhecidos são das cidades de Vigia, Cametá, Curucá, Mosqueiro e Bragança. e cara, realmente se vocês estiverem procurando um lugar legal, com a cara do Pará, vão, vocês vão adorar.
Agora se você estiver procurando um carnaval que você esteja no Pará, mas se sinta nessas grandes cidades de grandes Carnavais pelo Brasil, você precisa conhecer o Carnaval de Abaetetuba. Tem como apelidar essa cidade de SALVADOR DO PARÁ?
Porque a maioria das atrações são da Bahia, os trios são enooormes, com grandes estruturas, sabe aqueles camarotes com boas bebidas, praça de alimentação, música ao vivo nível Salvador? Pois é, tem em Abaeté. Aaah, mas eu gosto da bagaceira, dos blocos 0800, cara, é o que não falta, os maiores são o do Sujo, que a galera se suja de tudo, até com tinta preta, e o bloco das virgens pra não perder o gosto de se fantasiar, homem se vestir de mulher e mulher se vestir de homem, é hilário.
O Carnaval de Abaetetuba começa na sexta, tem com a abertura um concurso de travestis que as roupas são nível Rainha das Rainhas (não tô exagerando, elas se preparam o ano todo, com fantasias incríveis, é impressionante), este concurso se chama Gala gay (consegui uma foto de uma candidata, olhem lá depois) e termina só na terça, com o desfile do bloco das virgens e anoite com desfile dos
blocos do abadás, claro.
Sabe o que é o mais incrível de tudo, A CIDADE LOTA E COM NENHUMA AJUDA DA MÍDIA, é como se o carnaval daqui não existisse, mas isso não abala em nada essa festa nem um pouco, o sucesso só cresce, todos os anos são milhares de pessoas a mais, são mais hotéis abrindo as portas porque a demanda todos os anos cresce de uma forma descontrola, porque sim o maior Carnaval do Pará é o de Abaetetuba, sério.
Infelizmente muitas pessoas não tem esse conhecimento. Aaah você deve tá achando que é exagero, eu sei (porque também achei quando ouvir falar, e Ainda estou assustando com tudo isso aqui até agora), se programa pra vir no ano que vem, mas só te digo uma coisa, toma cuidado, vim esse ano e tá difícil de eu deixar de passar os outros Carnavais em outras cidades, isso aqui é maravilhoso.
Blocos:
Melhores blocos de abadás:
. Me namora (atrações da Bahia).. Kamaka (atrações da Bahia).. Hyaba (Melhores atrações da região).. Rock das equipes (Todas as aparelhagem).. Sou de Equipe (Atrações da região).
Depois de conhecer esse Carnaval finalizo essa postagem me perguntando, PRA QUÊ SALVADOR??
O Pará e o Brasil precisam conhecer essa festa, essa cidade, esse Carnaval. Se a mídia não divulga, bora divulgar, compartilhem.
Bloco que se vai
Sustentar um bloco por anos a fio não é fácil. Precisa de pessoas idealistas, tenazes na organização do bloco para os
desfiles anuais. Ou são outras motivações para que um determinado bloco encerre sua caminhada de sucesso. Só temos a agradecer aos organizadores do BLOCO SOU DE EQUIPE pelos anos que abrilhantou o carnaval de Abaetetuba.
Dudu Batidão
Sustentar um bloco por anos a fio não é fácil. Precisa de pessoas idealistas, tenazes na organização do bloco para os
desfiles anuais. Ou são outras motivações para que um determinado bloco encerre sua caminhada de sucesso. Só temos a agradecer aos organizadores do BLOCO SOU DE EQUIPE pelos anos que abrilhantou o carnaval de Abaetetuba.
Dudu Batidão
Conforme Dudu Batidão, com novas fotos e com Antonilson Nilson e outras pessoas.
8 de janeiro de 2018:
Bom dia a todos !
Quero agradecer de montão o carinho de todas as pessoas que desde semana passada estão vindo em casa atrás de carnê do BLOCO SOU DE EQUIPE e o mais gratificante são os comentários de cada um.
Fizemos sim a diferença e como todos dizem vocês FORAM OS ORIGINAIS DISSO TUDO !!!!
conseguimos inovar em vários seguimentos e foram 4 anos de muita alegria que hoje todos nós sentimos orgulho disso tudo!
BLOCO SOU DE EQUIPE foiiiii O BLOCO!
Comentários:
Pessoas envolvidas em outros blocos até mesmo outras cidades comentaram conosco essa perda no carnaval de Abaetetuba!
1 trecho - "Vocês faziam o bloco de vocês com humildade e não copiavam ninguém por isso que era um grande sucesso"
2 trecho - "ficava admirado de ser um bloco de aparelhagem e ser tão bem falado pelo fato de vocês serem tão organizados"
Pois é entre outros comentários VALEU GALERA AGUARDEM !!!!!!!
Ariana Costa ... minha coleção...sempre com os melhores... 4 anos..de muita diversão e .. alegrias... com a galera rsrs...Israel Lima Vai fazer falta esse bloco esse ano todos anos foi pressão
BLOCOS AINDA EM AÇÃO E NOVOS BLOCOS
Ademir Azevedo
#Sujo2018
#AbaeteoMelhoreMaiorCarnavaldoPara
#NosRiosNasRuasemTodasasLutas
[30/1 19:46] Carlos Renato:
🦁
🦁
🎉BLOCO LEÕES NA FOLIA 2018
🦁
🎉
🍺
Ademir Azevedo
Bloco do Sujo 2018.
Kanto do BASA
O maior, mais popular e democrático bloco do carnaval paraense saiu mais uma vez levando alegria e irreverência nas ruas de Abaetetuba. Fico muito feliz em participar dessa festa e por ter sido escolhido pra apresentar o Projeto de Lei que torna o Sujo um Patrimônio Cultural e Imaterial de nosso município. Esse é um importante passo para que essa tradição não se acabe por falta de apoio do poder público. Haja visto que seus ideaizadores (Unidos do Kanto), não tem fim lucrativo apenas a vontade de mater essa prática que ha quase 50 anos é realizada em nosso município.
#AbaeteoMelhoreMaiorCarnavaldoPara
[30/1 19:46] Carlos Renato:
LIA E BANDA
GRUPO NOSSA RAIZ
DJ : Neno
ATENÇÃO, quem já tiver adquirido seu vale abada terá entrada gratuita e já recebe o abada para os dois dias na avenida : 11 e 13 de fevereiro adquira seu abada do bloco LEÕES NA FOLIA e ainda participe do esquenta do bloco LEÕES NA FOLIA .
[30/1 19:46] Carlos Renato: Domingo também tem LEÕES : LEÕES NA FOLIA na casa de shows Cata Vento é pra invadir e quem quiser já vai poder adquirir seu abada para os dois dias na avenida
Cássio Dias
PALHUK 39 ANOS,O MAIS ANTIGO BLOCO TRADICIONAL DO CARNAVAL DE ABAETETUBA. DOMINGO SAÍDA ÀS 18 HS, DA TV.FRANCISCO ANTONIO DA COSTA ATRAS DO INSA,VISTA SUA FANTASIA E VENHA BRINCAR O CARNAVAL ! ENTRADA NO CORREDOR DA FOLIA 18:30!
Textos, História e Fotos do Carnaval Atual de Abaetetuba em 2018
Walter Araújo, reproduzido de autor desconhecido
Aderildo Araujo
BLOCO PALHUK!
A ORIGEM:
ANARQUISTA E SOCIALISTA!
FORA TEMER!
Poesia e Carnaval
O poema de José Jaime Brasil Xavier está de acordo com a temática do carnaval atual de Abaetetuba, mas o bloco por ele anunciado mais abaixo da poesia pode ser uma tirada irreverente desse músico, poeta e escritor.
O som do tambor
Lá vem, de novo, os foliões na avenida,
inebriados pelo tambor.
Blocos dos amados,
blocos sem amor,
o dos amigos,
os solitários,
blocos coloridos,
outros sem cor...
Dançam, cantam, bebem, caem, e fogem.
Fogem dos enredos de vida,
dos cordões das filas de emprego,
das ruas violentas,
da multa, da taxa,
das parada do ônibus, tão cedo,
das contas atrasadas,
do sistema corrupto,
do dinheiro que nunca dá,
do mal no telejornal.
Pra o que faz mal...carnaval,
pra dor...tambor.
(Jaime)
José Jaime Brasil Xavier: em pauta, o bloco "Baiacu do Celso" que vai sair pela 1a vez...
Apoio aos Blocos de Abaetetuba
Os blocos de Abaetetuba precisam de apoiadores, patrocinadores e financiadores, para que o bloco possa desfilar na Avenida D. Pedro II, nos dias de Carnaval e conforme a programação carnavalesca de rua, organizada pela Prefeitura Municipal.
Conforme Romano Macedo:
O BLOCO HYABA não seria o mesmo sem os nossos patrocinadores oficias. Por isso contamos com o incentivo de vocês que sempre acreditam no nosso sucesso. *ZÉ MARIA JR. CONECT PLAY e MS CEL que acreditaram no sucesso do Bloco, o nosso muito obrigado, e a história de amor vai começar.
Alguns blocos e seus patrocinadores, apoiadores e financiadores:
Bloco Hyaba
O bloco que contagia a cidade, e trás muita diversão não seria o mesmo sem os nossos patrocinadores oficias. Por isso o BLOCO HYABA conta com o incentivo de vocês que sempre contribuem com nosso sucesso. GRUPO SÃO JORGE, TOPÁZIO e MÔNACO DIESEL que acreditaram no nosso sucesso, o nosso muito obrigado, e a história de amor vai começar.

Lá vem, de novo, os foliões na avenida,
inebriados pelo tambor.
Blocos dos amados,
blocos sem amor,
o dos amigos,
os solitários,
blocos coloridos,
outros sem cor...
Dançam, cantam, bebem, caem, e fogem.
Fogem dos enredos de vida,
dos cordões das filas de emprego,
das ruas violentas,
da multa, da taxa,
das parada do ônibus, tão cedo,
das contas atrasadas,
do sistema corrupto,
do dinheiro que nunca dá,
do mal no telejornal.
Pra o que faz mal...carnaval,
pra dor...tambor.
(Jaime)
José Jaime Brasil Xavier: em pauta, o bloco "Baiacu do Celso" que vai sair pela 1a vez...
Apoio aos Blocos de Abaetetuba
Os blocos de Abaetetuba precisam de apoiadores, patrocinadores e financiadores, para que o bloco possa desfilar na Avenida D. Pedro II, nos dias de Carnaval e conforme a programação carnavalesca de rua, organizada pela Prefeitura Municipal.
Conforme Romano Macedo:
O BLOCO HYABA não seria o mesmo sem os nossos patrocinadores oficias. Por isso contamos com o incentivo de vocês que sempre acreditam no nosso sucesso. *ZÉ MARIA JR. CONECT PLAY e MS CEL que acreditaram no sucesso do Bloco, o nosso muito obrigado, e a história de amor vai começar.
Alguns blocos e seus patrocinadores, apoiadores e financiadores:
Bloco Hyaba
O bloco que contagia a cidade, e trás muita diversão não seria o mesmo sem os nossos patrocinadores oficias. Por isso o BLOCO HYABA conta com o incentivo de vocês que sempre contribuem com nosso sucesso. GRUPO SÃO JORGE, TOPÁZIO e MÔNACO DIESEL que acreditaram no nosso sucesso, o nosso muito obrigado, e a história de amor vai começar.
Bloco ROCK DAS EKIPS
Jackson Carvalho com fotos e com Ely Farias:
_*Corra é Adiquira Logo o Seu*
_*Bloco Rock Das Ekips*
# _*VEMPROROCK*_
# _*OMAIORDOPARÁ*
# _*ROCKDASEKIPS*
Obs: Apenas até hoje Abadá 40 Reais
Central do bloco estará funcionando das 08:00 às 12:00 h manhã e das 15:30 às 20:00 h tarde
Jackson Carvalho com fotos e com Ely Farias:
_*Corra é Adiquira Logo o Seu*
_*Bloco Rock Das Ekips*
# _*VEMPROROCK*_
# _*OMAIORDOPARÁ*
# _*ROCKDASEKIPS*
Obs: Apenas até hoje Abadá 40 Reais
Central do bloco estará funcionando das 08:00 às 12:00 h manhã e das 15:30 às 20:00 h tarde
Jackson Carvalho
ONTEM ACONTECEU A 5° EDIÇÃO DO BLOCRÔ DA MAIZENA.
UMA FESTA QUE É O 2° ANO QUE REALIZO, ESSE ANO TIVEMOS A PARCERIA DO BLOCO #KAMAKA NA PESSOA DO AMIGO BOLA.
E A PARCERIA DO #BLOCO_ROCK_DAS_EQUIPES NA PASSOA DO Ely Farias
QUERIA AQUI AGRADECER AO Adriano Crocroká IDEALIZADOR DO EVENTO, POR CONFIA EM MEU TRABALHO.
E DIZER QUE:
AGUARDEM!!! ANO QUE VEM TEM MUITAS NOVIDADES.
OBG A TODOS PELA PRESENÇA
#E_CARNAVAL
#ISSO_E_ABAETETUBA
#ACEITA
Adriano Crocoká
Oi meus amores aí do Pará...!!!
Vamos começar a falar um pouquinho de cada vez do BLOCO KAMAKA que está bombando em 2018.
Dia de Gravação no PANORAMA💙
#Kamaka #25Anos #UmPresentePraVoce #VemDeKamaka #Naiara #Cheiro#HS #05Dias
#OticaDiniz
O Bloco Kamaka vem através de parceria com Adriano Crocroká
e vai sortear 04 ABADÁS VIP meu amor para você curtir com Naiara
Azevedo, Cheiro de Amor e Hugo Santos na Avenida e mais 05 dias na Arena
Prime com aquele monte de atrações...
SIGAM AS REGRAS:
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Marcar 03 Amigos!
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O resultado é ao Vivo dia 28 de Janeiro direto do DAGATICADAGA 2018 e o
vencedor leva seus amigos marcados para Avenida e isso é lei.
Uma promoção dessas bicho só o KAMAKA!
#VemDeKamaka
#25Anos
#MaisTradicionalDoPará
Quando faço promoção eu gosto é disso!
Boa sorte a todos!
Uma promoção dessas bicho só o KAMAKA!
#VemDeKamaka
#25Anos
#MaisTradicionalDoPará
Quando faço promoção eu gosto é disso!
Boa sorte a todos!
A G O R A É C A R N A V A L
*O MAIOR BLOCO DO PARÁ*
BLOCO ME NAMORA/ABAETETUBA
*3 ATRAÇÕES NACIONAIS*
+ 6 ATRAÇÕES
*LUCAS LUCCO (ELÉTRICO)*
*GABRIEL DINIZ (ELÉTRICO)*
*DJ JESUS LUZ*
*BANDA MIZERÊ*
*WILLIAN CÉSAR E CRISTIANO*
*BRENO TILLMANN*
*BANDA MISTURA VIP*
+ DJ LUISINHO COSTA
+ DJ DANIEL BONEY
*ABADA AVENIDA R$ 110,00*
*ABADA CAMAROTE (ESGOTADO)*
A G O R A É C A R N A V A L
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+ 6 ATRAÇÕES
*LUCAS LUCCO (ELÉTRICO)*
*GABRIEL DINIZ (ELÉTRICO)*
*DJ JESUS LUZ*
*BANDA MIZERÊ*
*WILLIAN CÉSAR E CRISTIANO*
*BRENO TILLMANN*
*BANDA MISTURA VIP*
+ DJ LUISINHO COSTA
+ DJ DANIEL BONEY
*ABADA AVENIDA R$ 110,00*
*ABADA CAMAROTE (ESGOTADO)*
A G O R A É C A R N A V A L
Conforme Iacilda Freitas:
Agradecendo Os Curupiras pela presença e apoio é bom acreditar que a Cultura Abaetetubense deve sempre está em evidência. Já sabem sábado de carnaval 19h CURUPIRA e domingo as 18h nosso eterno PALHUK.
Abaixo: Iacilda Freitas e Nildo Freitas, baluartes de cultura em Abaetetuba
Agradecendo Os Curupiras pela presença e apoio é bom acreditar que a Cultura Abaetetubense deve sempre está em evidência. Já sabem sábado de carnaval 19h CURUPIRA e domingo as 18h nosso eterno PALHUK.
Abaixo: Iacilda Freitas e Nildo Freitas, baluartes de cultura em Abaetetuba
Local av são Paulo próximo a madri no QUINTAL DO SABRECA
Informações 981970366,988871120 ,981555322zap
Iacilda Freitas está com Adenaldo Santoscardoso e outras 46 pessoas.
Amigos apresento para voces um alternativa de carnaval com samba, marchinha, carimbó, frevo, boi... Sairemos sábado às 19h concentração às 12h. Estamos agregando pessoas que tenham interesse em sair conosco. Vamos!
Galo da Madrugada - Abaetetuba
Curtir Págin
Clelia Silva compartilhou a foto de Galo da Madrugada - Abaetetuba — com BellaBout Ique.
Compre logo seu abadá na #BellaBoutique
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Galo da Madrugada - Abaetetuba
Evento: Galo da Madrugada - Abaetetub
6 de janeiro às 08:39
ATENÇÃO ABAETETUBA! Estamos trazendo novidade para o carnaval 2018. Bloco Galo da madrugada vem com uma proposta diferenciada para os foliões do carnaval abaetetubense. É uma super festa que inicia na noite da segunda-feira e só acaba na manhã da terça! Garanta logo o seu abadá na *central de vendas
Concentração: Cata Vento
Valor 1°Lote: 30$
*Central de vendas:Rua ubiratan dias, 1770.(Gráfica Wgw)
Observação:
As novidades do Bloco Galo da Madrugada, não se sabe porque, foram proibidas de se apresentarem no Carnaval de Abaetetuba. Esperemos o próximo carnaval de 2019.
BAILES CARNAVALESCOS ATUAIS
Sítio Amazônia
Conforme Rose Solano
Garanta já seu ingresso na loja Dica's de Moda para curtir o melhor baile a fantasia da cidade. Faltam 3 dias
💖 —
sentindo-se festiva em Dicas De Moda.
💖 —
sentindo-se festiva em Dicas De Moda.
Dois textos sobre o carnaval de Abaetetuba
Diogo Bastos Quaresma
MINHA OPINIÃO SOBRE O
CARNAVAL ABAETETUBA 2017
1º - A SEGURANÇA: Perfeito! Muito seguro, os blocos investiram pesado, a prefeitura e a polícia. O carnaval mais seguro de todos. Parabéns!
2º - OS BLOCOS DE MICARETA: Uma estrutura sem igual, parabéns a todos os envolvidos pelo trabalho duro de um ano todo, vcs fizeram um carnaval muito bom. Parabéns ao #Kamaka, ao #MeNamora, ao #Hyaba, ao #RockDasEquipes, ao #SouDeEquipe, ao #DenteDeLeite e aos demais (são muitos).
3º - OS BLOCOS DE RUA: O que foi o #Sujo e as #Virgens? SEM COMENTÁRIOS!
4º - AS BANDAS: Styllus Show mais uma vez mostrou q Abaetetuba tem banda e banda MUITO BOA, colocou todo mundo pra enlouquecer na avenida, as bandas de fora tbm deram show, teve pra todos os gostos, uns gostaram outros ñ, mas no final todo mundo se divertiu de uma forma ou de outra. Eu que o diga
5º - ECONOMIA: (Muito importante) hotéis lotados, bares e restaurantes, vendedores ambulantes, supermercados, mercearias, salões de cabeleireiros, postos de gasolina, muita gnt, e isso injeta um grana muito boa na cidade.
6º - A ORGANIZAÇÃO: Falando em um conjunto, tava bem organizado, os horários sendo respeitados, todos, blocos e prefeitura estavam bem alinhados.
7º - O POVO: Cara o povo foi SHOW, o carnaval é do povo e para o povo. O povo se divertiu, brincou, cantou, sorriu, dançou (chão! chão! chã! ) alguns poucos brigaram, mas sempre tem os presepeiros, enfim...
POR FIM, AS SUGESTÕES:
- Os blocos poderiam deixar de lado essa rivalidade ridícula e se unir mais pq no fundo o carnaval é feito pelos blocos tbm e no fundo todos ganham. Parcerias sempre são bem vindas.
- Seria muito interessante que os grandes blocos apoiassem com os trios o #Sujo e as #Virgens é MUUUUITA GENTE só um trio ñ da mais. É isso é um marketing muito grande pra cidade e atrai mais gnt.
- Ao povo desordeiro q vai no #Sujo: quem tem q está sujo somos nós e NÃO as casas, prédios, carros...
- Intercalar os blocos de micareta é muito importante visto q muitas saem em dois ou mais. Organizar.
- Façamos sempre um balanço, identificando os erros para corrigir no próximo carnaval. É que o Carnaval 2018 seja mais uma vez um SUCESSO!
E pra quem Ainda ñ conhece, vem pra ABAETETUBA VC Ñ VAI SE ARREPENDER!!
Um grande abraço!
Diogo
José Jaime Brasil
"...Vai passar nessa avenida um samba popular...
Que aqui passaram sambas imortais,
Que aqui sangraram pelos nossos pés,
Que aqui sambaram nossos ancestrais.."-Chico Buarque-
É óbvio que a dança e a música está entranhada no DNA humano. Sempre é bom. Qualquer tipo de dança ou canto. E hoje Abaeté tem um apêndice do carnaval baiano. Micareta. Que seja. Mas que Abaeté já teve melhores Carnavais, já. Eu vi, quando aqui cheguei na década de 80. Um carnaval de alegorias. De plástica. De arte. De sátira. De fantasias. Onde compositores se esmeravam em samba enredos. As baterias e puxadores de sambas ensaiavam à exaustão. O carnaval do Kanto do Basa, da Sócia, do Palhuk, da Barão, dos salões da AABB, Assembléia, Bancrevea, do Osni, do Clemir, do Nonato Loureiro, do Aleixo, do Fernandão, do Linomar, do do Luca Felgueiras Luluca, do Chico Sena e do Palhuk, etc. e tal. Era melhor que o de hoje? Penso que sim. Havia mais poesia e criatividade, do que pular atras do Trio Elétrico. Poesia e criatividade são duas palavras fundamentais pra arte e pra vida. Sem elas a vida não tem graça. Ilustro esse texto com foto e a letra de uma marchinha composta por Eduardo Dias, pro bloco da Barão. 1982. Roubei do blog do professor Ademir Heleno Araujo Rocha. O velho carnaval de Abaeté.
Blog do Ademir Rocha, de Abaetetuba/PA






























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