Quaresma, Páscoa e Ressurreição - Espiritualidade
Foto de Rui Santos
O Ciclo da Páscoa
O Ciclo Pascal começa com a
Quarta-feira de Cinzas, que é, ao mesmo tempo, o início da Quaresma (quarenta
dias). Nesse dia a Igreja nos convida a colocar a cinza sobre nossa cabeça e, na oportunidade, lembrar ao Homem seu
verdadeiro destino: “Lembra-te, ó homem, que és pó e ao pó voltarás!”.
Segundo o conhecimento humano,
sobre voltar ao pó: “Somos constituídos por elementos químicos e com a nossa
morte e, consequentemente, com a decomposição do nosso corpo, os elementos
químicos de nosso corpo voltam novamente a fazer parte da Natureza, de onde
saímos”.
Mas para os cristãos, voltar ao
pó, é lembrar que somos feitos de carne, portanto, homens limitados por nossas
fraquezas humanas, e que podemos ser
atraídos pelos apelos do mundo, porque nosso
amor é volúvel e somos afetados pelo
egoísmo.
Porém não fomos criados homens
carnais, pecadores. Deus nos criou à sua
Imagem e Semelhança, isto é, fomos
criados no Amor de Deus e para o Amor, no Ato de Amor da Criação do Mundo. O Amor de Deus é sem limites e Eterno. Ele
nos chamou à Vida, deu-nos o Mundo para que vivêssemos nele. Deu-nos seu Amor,
para que também nós pudéssemos nos amar mutuamente e amar a sua Obra Criada.
“Deus é Amor. E quem permanecer
no Amor, permanece em Deus e Deus nele.” 1 Jo 4,7-16.
Antes da Criação do Homem, Deus
criou o Mundo em que vivemos, criou o Universo e tudo o que nele existe. Deus
criou um Mundo Perfeito e Bom. Na sua Obra Criadora, deu ao Homem a inteligência, a liberdade e a força
de vontade para cultivar o Mundo. Mas infelizmente o homem abusou de seu poder e destruiu a beleza da
Natureza Divinizada pelo Amor. Muitas belas obras foram destruídas pela
imprudência e cobiça do homem, que transformou terras férteis em desertos,
extingiu grande parte das espécies de animais e vegetais, sacrificou povos e
raças pela sua cobiça e ganância, poluiu o Mundo, e fez muitos estragos para a vida e saúde do
próprio homem. Segundo o Evangelho: “A Natureza sofre e geme as dores do parto”,
isto é, a Natureza também foi atingida pelo pecado e ambição do homem carnal.
Mas o mundo em que vivemos não é eterno, pois ele foi criado por Deus dentro de
um processo de evolução, que terminará com a criação de “Novos Ceus e Novas
Terras”, isto é, sairemos deste plano puramente material e carnal, para para um
um Mundo Espiritualizado, vivendo eternamente num Mundo Recriado por Deus.
“Não pertence a vós saber os
tempos, nem os momentos que o Pai reservou a seu poder”. At 1,7; Ts 5,1; Mt
24,36 e 2 Pd 3,13; 3,7.
Ignoramos o tempo em que a Terra
e a Humanidade atingirão a sua Plenitude e também não sabemos que transformção
sofrerá o Universo (L.G 39). Só sabemos humanamente que o Universo material terá
um tempo de evolução, até o ponto em que sua energia se esgotará e, quem sabe,
não resultará nos “Novos Céus e Terras”. Quanto ao homem, ele já completou sua
evolução física e só lhe resta a Evolução Espiritual, onde está implícita uma evolução social, que consiste em crescer
no Amor, amando com o mesmo Amor em que foi criado por Deus. E não é uma
evolução só de avanços, fato que nos levaria a um orgulho pior, pois nós nos
julgaríamos já santos completos, talvez desdenhando de outros irmãos em nossa
caminhada terrena. Essa evolução é feita de avanços e recuos, estes nem sempre
por nós desejados. Enquanto estivermos neste mundo, continuaremos a ser esses seres
limitados a quem é dirigida a frase do pó. Com a Evolução Espiritual faremos
parte do grupo dos Eleitos de Deus.
“Como são maravilhosas as tuas
obras Senhor; fizeste com sabedoria todas as coisas”. Sl 103,24
“ Deus viu a sua obra e tudo era
muito bom.” Gn 1,10.
Esses quarenta dias que constitui
o Período da Quaresma, na sua última semana, teremos a Semana Santa,
rememorando os acontecimentos da Paixão e Morte de Cristo, culminando na sua
Ressurreição, que é o fato central de todo o Ano Eclesiástico. A Ressurreição
do Nosso Senhor Jesus Cristo é celebrada no primeiro domingo, depois da
primeira Lua Cheia da Primavera. Essa data já foi determinada por Deus, no
Antigo Testamento, para a celebração da Páscoa Judaica.
Quarenta dias após as Celebrações
Pascais, a Igreja comemora a Ascensão do Senhor Jesus, a sua entrada, como Primícias de Deus, na Glória do
Pai. Para nós a Ascensão de Jesus aos Céus, deve significar sempre em nossa mente e vida, o Amor de Deus por nós, pois fomos criados no
Amor e para o Amor, isto é, o homem vive, porque é conservado constantemente
por Amor e só será feliz, quando se entrega totalmente ao Amor Supremo, que é
Deus. Isso para nós significa a nossa dialética espiritual, a eterna luta do
bem contra o mal, enquanto formos peregrinos neste mundo. E é o Amor de Deus
que nos leva à nossa Evolução Espiritual, pois esse Amor é o caminho que nos leva a um maior conhecimento de Deus. “Quem
me ama, a ele Me Revelarei”, disse Jesus. Com efeito, Deus chama o homem a
unir-se a Ele, com todo o seu ser, numa perpétua Comunhão, para participar de
sua Vida Divina, pois o homem, foi criado “à Imagem e Semelhança de Deus” e,
por isso, ele é capaz de conhecer e Amar o seu Criador.
Não esqueçamos que só em Cristo
se revela a verdadeira grandeza do homem, só Nele se descobre o valor, a
dignidade humana em toda sua Plenitude, pois Deus Pai enviou o seu Filho Jesus
Cristo ao mundo para que participasse das alegrias, dos sofrimentos, dos
trabalhos da vida humana, constituindo-O em nosso Cristo Redentor e Salvador.
Fonte de parte do escrito abaixo: barataeduca.blogspot.com.br
Apresentamos o interessante texto extraído da fonte acima e enriquecido por
alguns acréscimos do Blog do Prof. Ademir Rocha
OBJETIVO DESTE BLOG: DIVULGAR OS
TRABALHOS REALIZADOS NA ESCOLA MAGALHÃES BARATA,COMPARTILHAR IDEIAS,...
Sexta-feira, 30 de março de 2012
Objetivando
mostrar para a comunidade escolar e principalmente para os alunos da EMEF Gov.
Mag. Barata o significado da Quaresma e dos Símbolos da Páscoa. Realizei uma
pesquisa sobre a Quaresma e significado dos símbolos da Páscoa nas religiões;
não foi possível fazer isto com todas as religiões, entrevistei representantes
de apenas três delas. Eis o resultado:
Para a igreja católica
Quaresma é o período de 40 dias que tem início na 4ª feira de cinzas e perdura
a té o domingo de Ramos. Período em que, os católicos renunciam algumas coisas
ou hábitos, refletem sobre suas fraquezas etc. Foram 40 dias e noites que Jesus
passou no deserto jejuando, orando e sendo perseguido pelo demônio. Quanto aos símbolos,
eles existem e cada um tem seu significado.
Para os evangélicos
(Assembleia de Deus) Quaresma não significa nada. Os símbolos são usados porque
é tradição mas também não significam nada, não existem.
Para os espíritas A Quaresma existe mas não
tem nenhum tipo de ritual, assim como os símbolos, mas se fala nas reuniões,
nos encontros.
Objetivo
desta atividade: Conhecimento, análise reflexiva sobre os produtos (símbolos)
da Páscoa e o consumismo; Análise acerca do significado da Páscoa que é a
ressurreição do Pai, e outros.
Entrevistados:
Hélia Maria Quaresma prof. de Matemática, aposentada, com formação em Ens.
Religioso pela Arquidiocese de Belém/Pa, e pesquisadora;
Esposa
do Pastor da Assembleia de Deus (não permitiu citar seu nome);
Túlio
Augusto Chaves, espírita, mestre em História Social da Amazônia- UFPa;
Aline
B. dos Santos Pedagoga especialista em Psicopedagogia Institucional e
coordenadora do Ministério Jovem da igreja católica de Abaetetuba.
Obrigada a vocês que
concederam-me a entrevista!
Feliz Páscoa a todos os leitores
(as) deste blog!
Prof. Ana Baía Brasil/Pará/Abaetetuba
email:aguiabaia@yahoo.com.br
http://lattes.cnpq.br/3856341017754077
QUEM SOU EU
Sou
Ana Maria F. Baía, abaetetubense, professora da Esc. Magalhães Barata, solteira
com formação em Letras pela UFPA, Formação específica e experiência em Educ.
Especial, especializada em Mídias na Educação pelo MEC/UFPA/UNDIME. Ex-
secretária no CMDM (conselho municipal dos direitos da mulher) e no
SINTEPP/Sub-sede-Abaetetuba. Sou mãe de quatro joias raras e amo a natureza.
ESCOLA MAGALHÃES BARATA
A
Escola Gov. Magalhães Barata fica situada à rua Lauro Sodré, bairro São
Lourenço na cidade de Abaetetuba-Pa. Funciona em dois turnos (manhã e tarde).
Possui 280 alunos de 1º ao 5º ano/9. Tem como gestora a senhora Urbanita Araújo
de Oliveira, secretária Maria Regina e coordenadora pedagógica Joana Ferreira.
Possui um quadro profissional com formação em várias áreas do conhecimento
como: Pedagogia, Letras, História, Ciências Sociais, Sociologia...A referida
escola existe há 54 anos provavelmente, pois ainda não encontramos dados
concreto sobre sua inauguração. Pesquisas apontam que (01) de junho é o
aniversário e o ano é 1957, possivelmente. A busca continua... Prof. Ana
Baía.
Colaboração
do Blog do Prof. Ademir Rocha à interessante pesquisa da Escola Magalhães
Barata sobre o Significado da Quaresma e Os Símbolos da Páscoa, em entrevistas
com representantes de religiões presentes em Abaetetuba.
Os
assunto Quaresma e Páscoa, são profundos, ricos em significados espirituais,
densos teologicamente falando e controvertidos se analisados no rol de outras
religiões que não seguem esses antigos preceitos advindos da religião dos
antigos judeus e, posteriormente, da religião cristã do Catolicismo, conforme
os ensinamentos das fontes da Revelação Divina, vindas das Sagradas Escrituras
e da Tradição Oral do Cristianismo, como a própria Bíblia confirma, que além
das revelações nela contidas, existem outras fontes de revelação que os
sagrados escritores não conseguiram fazer constar nesse Livro Sagrado, que
porém seguiam pela tradição oral dos antigos judeus e, após Jesus, pelos
seus Apóstolos e discípulos iluminados pelo Espírito Santo de Deus. Portanto, a
Tradição Oral da Igreja Católica também é fonte de Revelação Divina. Então, não
será tarefa fácil e respostas convincentes e mesmo não respostas, que pessoas
de outras religiões poderão dar sobre as questões levantadas nas pesquisas da
tradicional Escola Magalhães Barata. Somente os fiéis das igrejas do Judaísmo e
do Catolicismo, esta através de seus teólogos e do Magistério da Igreja
Católica, através de seus documentos oficiais é que têm as respostas para essas
questões.
Quanto
aos símbolos da Páscoa, aqueles que são explorados comercialmente durante o
Período Pascal da Igreja Católica, eles são apenas uma boa forma comercial de
vender e vender muito seus produtos, como os ovos de Páscoa, coelhinhos, doces,
iguarias, bebidas, presentes e tantos outros que até servem para lembrar aos
menos avisados da sociedade que existe um período chamado Páscoa e que até
redunda em momentos de fraternidade e confraternizações, familiares ou não, que
são boas coisas no sentido humano das coisas, mas não representam as
verdadeiras realidades espirituais do significado de Quaresma e Páscoa.
Vejamos
o que está escrito sobre os assuntos em alguns livros católicos oficiais sobre
Quaresma e Páscoa, que no fim são assuntos estreitamente ligados e que levam a
uma coisa: a salvação do homem através dos episódios da vida, sofrimento e
morte de Jesus, o Filho de Deus feito homem, o Redentor e Salvador do homem e
de toda a Obra de Criação de Deus, que inclui, além do Homem, a Natureza (que
“chora e geme as dores do parto”, isto é, do pecado do homem velho, do Mundo e
do Universo inteiro, que saíram do Seio da Trindade de Deus e que para a mesma
Trindade Divina devem retornar, devidamente purificados dos pecados do mundo e
por ação de Jesus, aquele que passou os 40 dias e 40 noites em oração, sendo
Ele mesmo um dos que sofreram as tentações do Príncipe do Mal, através dos 3
elementos que são a causa de perdição de muitas pessoas: riquezas materiais,
poderes e prazeres).
“Céus e terras passarão, mas
minhas Palavras não passarão” Mt 24,35
A
figura deste mundo deformado pelo pecado passará certamente. Mas Jesus nos
ensina que se prepara uma nova habitação, uma nova Terra. E nesta terra reinará
a paz e será satisfeito todo o desejo do coração do homem pela felicidade eterna
(LG 39).
São
Paulo escreve: toda criação irracional, violentada pelo pecado, suspira pela
redenção final. Rm 8,18-21. Ignoramos o tempo em que a terra e a humanidade
atingirão a sua plenitude e também não sabemos que transformação sofrerá o
universo (LG 39), portanto ninguém deve dar crédito às profecias a respeito do
tempo do fim do mundo. A nós não compete conhecer o tempo, diz Jesus e sim que
“Nós devemos nos amar como Ele nos amou, conforme o seu Mandamento Novo do
Amor, que não veio dar fim aos Mandamentos de Deus e sim nos trazer o seu
modelo de cristão, que é amar, como Ele nos amou, ao ponto de dar a própria
vida pela redenção do homem e do cosmos. É o demônio, ou demônios, são aqueles
que sempre se opõem ao bem que existe dentro de cada homem, inclusive em Jesus,
que apesar de ser o Bem em Plenitude, também sofreu as tentações dos demônios
(anjos decaídos, maus que se rebelaram contra Deus e têm ódio de Deus e sua
obra de criação).
O
homem, como ser carnal, tem suas limitações, conforme nos alerta Rm 7,1419: “Eu
todavia, sou carnal, vendido à escravidão do pecado. Porque não faço o bem que
eu prefiro, mas o mal que não quero, esse eu faço”. Portanto, cada um é tentado
pela própria cobiça quando esta o atrai e seduz, daí o exemplo de Jesus em passar
em oração e adoração ao Deus Pai, nos 40 dias que no deserto. Para o católico o
exemplo de Jesus é para nos alertar que se Ele foi tentado, nós também seremos
sempre tentado nas questões das riquezas, prazeres e poder e precisamos estar
sempre vigilantes no Amor de Jesus e nas orações inspiradas no seu Espírito
Santo. A verdadeira liberdade do homem só vem pelo Amor: “Ora, o Senhor é
Espírito e onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade. 2 Cor 3,17. “Foi
para que fôssemos livres que que cristo nos libertou. “Permanecei, pois,
firmes, e não vos sujeiteis novamente ao jugo da escravidão” Gl 5,1; Ecl 15,
14,17; 1 Cor 7,22-23; Rm 8,2; 1 cor 6,12 e Rm 8,15. Páscoa, portanto, além de
significar a libertação da escravidão do pecado, se reporta á escravidão do
povo judeu no Egito e os 40 dias de Jesus em oração, também se reporta aos 40
anos de caminhada do povo hebreu em busca de sua libertação da condição de
escravos e esses 40 anos, se reporta á nossa vida inteira que devemos colocá-la
à serviço do Amor que saiu de Deus, encarnou em Jesus, o Amor por Excelência e
que significa colocar esse amor em nossos serviços em direção aos nossos
próximos. Isso é Quaresma, isso é Páscoa.
Semana
Santa também é o momento privilegiado que Deus nos concede para repensarmos
nossa vida e tudo o que a envolve, nossas atitudes, nossas ações, nossas
situações. Se Deus quisesse, com o poder que tem, poderia ter aplicado outro
plano para a salvação do homem e do Universo do poder do mal, simplesmente
mandando seus exércitos de anjos para nos socorrer e sem submeter Jesus, seu
Amado Filho, aos sofrimentos e morte de Cruz. Mas Ele quis que assim fosse,
para nos mostrar que, como Cristo passou por essas situações, nós devemos
passar também pelas mesmas situações e valorizarmos toda essa caminhada de
sofrimento e morte, porque também a Semana Santa relembra todos esses episódios
e é rica em significados espirituais. Vejamos: Cristo passou por todas essas
situações de medo, sofrimentos, suplícios, humilhações, castigos, e, por fim,
foi pregado para morrer crucificado em uma Cruz, foi realmente o Servo Sofredor
em favor da cada homem e de toda a obra de Criação de Deus. E Jesus passou por
todos esses sofrimentos e que nem foram os maiores de sua vida de Salvador do
Homem, mas o seu maior sofrimento foi quando lançou uma frase emblemática, que
poucos entendem: “Deus meu, Deus meu, porque me abandonaste?”, frase em
que Jesus como que se sentiu apartado do Amor do Pai, já que Pai e Filho são
realidades indissolúveis, mas Jesus gritou para nos mostrar que o nosso caminho
de redenção e salvação é feito de sofrimentos e dores. Ele no fim, disse: “Pai,
em tuas mãos entrego o meu Espírito” e antes disse: “Quem quiser ser meu
discípulo, pegue a sua cruz de cada dia, e me siga”. Alguns não aceitam as
dores, os sofrimentos, as cruzes e muitos até maldizem Deus por mandar tantos
sofrimentos e dores para si ou seus familiares e até desacreditam da fé cristã.
Porém, como Cristo nos mostrou, são as dores que nos levam à plenitude do Amor
de Deus. Amar o próximo, como Jesus nos ensinou, exige de nós dores,
sacrifícios e cruzes. As dores, sacrifícios, sofrimentos e cruzes são portas
que nos abrem ao próximo, à paz, à justiça, à fraternidade, à comunhão, à
unidade entre nós e com os de opiniões e crenças diferentes. Um ato de amor nos
custa abrir mão de nossas opiniões próprias, de nossas comodidades, de nossos
confortos, de nossos bens e até de nossas próprias vidas, como foram os exemplos
de Jesus (que disse que “O Filho do Homem não tem nem onde reclinar a
cabeça”-desprendimento das coisas terrenas-nota do autor do Blog) e de muitos
santos que deram até mesmo a própria vida física em favor do amor ao próximo.
Então, as dores, os sofrimentos, a morte de Cruz de Jesus, que relembramos na
Semana Santa, que vem completar o período da Quaresma, são ricos e plenos de
significados evangélicos e espirituais, assim como o desfecho maior da vida de
Jesus, que foi a sua Ressurreição Gloriosa, que para nós significa também a
nossa ressurreição da morte e escravidão do pecado e a nossa vida eterna
naqueles Novos Céus e Novas Terras, que serão a continuidade desta breve
vida terrena, onde devemos fazer por merecer a felicidade eterna que nos espera,
se fizermos também como as Sagradas Escrituras dizem: “Fostes comprados por um
preço elevado” 1 Cor, 6,20 “Jesus foi entregue à morte por causa de nossos
pecados e ressuscitado para a nossa justificação” 1 Pd 3,18. “Aquele que zomba
do pobre insulta seu criador (zombar é maltratar, manipular, incentivar ao uso
das drogas e violências-nota do autor do Blog) e não ficará impune. Pr 17,5.
“Não despojes o pobre, porque é pobre; não oprimas o fraco à porta da cidade,
porque o Senhor pleiteará sua causa e tirará a vida aos que os despojaram”
(questão de justiça-nota do autor do Blog). Pr 22,22-23. Porém também “Deus
quer que todos se salvem e cheguem ao conhecimento da Verdade” 1 Tm, 2,4. Deus
não quer a morte do pecador, mas que ele viva (viver de verdade-nota do autor
do Blog) e se converta” Mt 28, 18-20.
Conclusão
A
Páscoa é a maior festa do Ano Eclesiástico Católico, pois a Ressurreição de
Cristo é o Acontecimento mais Glorioso na História da Igreja. Mas celebrar a
Páscoa não é apenas para nós uma solene comemoração da Ressurreição de
Cristo. Cada momento da Festa Pascal é para nós um apelo de Deus, que nos
admoesta a morrermos com Cristo, a nos separarmos do homem velho, do homem do
pecado a fim de nos revestirmos do Homem Novo e ressurgir para uma vida nova na
Graça de Deus e na Santidade. Esse é o verdadeiro sentido da Páscoa para o
Cristão Católico e que devia ser para todo aquele que adota a Bíblia como guia
de sua vida, nem precisando ser católico.
As
festas, os ovos de Páscoa, os coelhinhos, as luzes e coloridos desse tempo, os
presentes, comida e bebida são invenções humanas e só têm valor, se dentro das
perspectivas acima enumeradas. Fora disso são apenas simples festas, tradições.
Nas perspectivas acima é que o
Blog do Prof. Ademir Rocha, deseja a todos os seus seguidores, visitantes e a
todos os habitantes desta terra uma
FELIZ E SANTA PÁSCOA!
Blog do Prof. Ademir Rocha, de
Abaetetuba/Pa

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