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segunda-feira, 3 de março de 2014

Abaetetuba -Grupo PALHUK - História e Carnaval

Grupo PALHUK - História e Carnaval
 

Bloco PALHUK e o Carnaval de Abaetetuba
PALHUK tem História
Nestes tempos modernos da Era Digital, da Informática e da Internet, se torna fácil as pesquisas e divulgação da História-Memória do Carnaval de Abaetetuba. Foi a Internet, através dos antigos membros fundadores do Grupo PALHUK, através da página ... que recolhemos alguns dados que aqui são mencionados. Constatamos que o Grupo PALHUK, atualmente Bloco Palhuk, teve uma história e até uma filosofia de ação, através do bom humor e irreverência, que eram próprias desse grupo de jovens que também atingia algumas famílias de Abaetetuba em ações que deixaram marcas indeléveis no consciente e inconsciente das pessoas que fizeram parte das décadas iniciais do grupo. Para que a história do Grupo Palhuk fosse construída, além do que seus membros fundadores dizem, temos que fazer um apanhado dos contextos em que esses jovens estavam inseridos no tempo da formação do grupo.
. Bloco PALHUK

Bloco PALHUK, é um antigo grupo carnavalesco de Abaetetuba, já extinto e que era um bloco de empolgação, nascido na década de 1970 em plena efervescência do regime político da ditadura militar e da onda musical do rock e suas vertentes musicais dos protestos e rompimentos de paradigmas sociais e de costumes, formado por jovens estudantes e sonhadores de uma sociedade alternativa. Para início do bloco esses jovens compraram um fusca velho, de cor preta, onde os jovens escreveram o nome PALHUK, seguido dos nomes de todos os membros da turma, querendo imitar os carros do filme de "Embalos de Sábado à Noite", "Tempos da Brilhantina" e esse carro ficou sendo o maior símbolo representando a irreverência do grupo e cujo grito de guerra ficou sendo "Palhuk, uk, uk; Palhuk, uk, uk" repetido incenssantemente durante as apresentações do grupo na avenida. Como as apresentações do grupo despertaram a atenção de muitas pessoas de pensamentos liberais e avançados e, a partir daí, o grupo participava todos os anos dos desfiles de carnaval levando para a avenida seus enredos irreverentes do cotidiano ou imaginário de Abaetetuba como as histórias de assobrações, brincadeiras dos membros do grupo, personagens da cidade e outros enredos dos fatos e causos de Abaetetuba apresentados por esse grupo de amigos em seus desfiles pela avenida do samba e ruas de Abaetetuba. Não é necessário dizer que ao lado da irreverência a farra estava presente e que avançavam até o amanhecer do outro dia e que os eventos para angariar fundos para os desfiles também eram tremendas brincadeiras desse grupo que, de certa forma, revolucionou os costumes do carnaval de Abaetetuba, pois parcela do povo que assistia os desfiles desse bloco já não se contentava em assistir, mas queria também participar das brincadeiras e gente não só do segmento jovem, como das outras faixas atárias e camadas da sociedade. Com o passar dos anos, com os jovens fundadores tendo que seguir seus estudos ou assumir novos rumos na vida, o Bloco PALHUK está com suas atividades paralisadas e o que ficou foram as lembranças e as amizades construídas por esses jovens que construíram a geração PALHUK do carnaval de Abaetetuba.
O Antigo Carnaval e Demais Períodos Festivos e Musicais de Abaetetuba
Através de uma série de matérias sobre a Musicalidade de Abaetetuba mostramos que nosso município sempre se destacou pela alegria de seu povo, também manifestada através dos diferentes períodos festivos e dançantes no município todo. Assim foi com o Carnaval de Rua de Abaetetuba nos anos de 1960 à década final de 1970 e da década inicial de 1980, quando o Grupo PALHUK foi formado, onde os grupos de “sujos” e blocos de rua saíam pela cidade extravasando a peculiar alegria do povo abaetetubense. Foi a época da explosão dos movimentos musicais da Jovem Guarda, da MPB, do aparecimento da Bossa Nova, das músicas românticas e do movimento musical do Brega e da “Invasão do Rock” no Brasil, com os nomes de autores e artistas internacionais, nacionais e locais do Pará. Era o tempo dos grandes festivais de música do Brasil e das manifestações dos trabalhadores brasileiros que saíam às ruas em passeatas e greves reinvidicátórias das melhorias de trabalho e salariais e pelas liberdades que haviam sido cerceadas pelo “ditadura militar de 1964”, onde os grupos armados se posicionavam contra esse “regime de exceção” que ceifou a vida e a liberdade de milhares de brasileiros que estavam ansiosos pela volta da Democracia no Brasil e os confrontos com a polícia, muita pancadaria, quebra-quebra nas ruas e muitas prisões e mortes. Apesar da “ditadura militar” ter instalado por todo o Brasil a espionagem institucionalizada, através de seus órgãos de informações instaladas em repartições públicas, universidades, autarquias, com a censura política, censura moral, acusações infundadas e prisões em massa de jovens brasileiros que chamavam de subversivos, os jovens não se intimidavam e usavam da criatividade ou mesmo a luta armada para confrontar o regime de exceção, onde no início da década de 1980 a nação já suspirava ares de liberdade. 
Os autores musicais brasileiros aproveitaram esse período para desencadear no Brasil o período musical mais criativo de todos os tempos musicais do Brasil, através dos festivais de canções.
Até mesmo em Abaetetuba se usavam subterfúgios de ações para driblar a censura política e liberdade de expressão, com as reuniões dos jovens estudantes para participar das reuniões e ações organizadas pelos líderes estudantis de Belém e Abaetetuba, via União Estudantil Abaetetubense-UEA e UNE.

Ditadura Militar de 1964
No tempo em que o Grupo PALHUK foi fundado, despontava no Brasil inteiro esse período musical que nada mais era do que uma forma de luta contra a ditadura militar que se instalou no Brasil desde 1964 e que se extendeu por 21 anos, solapando os anseios de liberdade dos brasileiros. Essa ditadura impôs a proibição das liberdades de expressão e liberdade democrática. 
Possivelmente alguns membros fundadores do Grupo PALHUK devem ter sido influenciados por esses movimentos estudantis dessa época, e levado suas aspirações para formar o Grupo PALHUK, que veio para contrariar o censo comum e gritar contra as regras estabelecidas pela censura do regime militar e das próprias regras sociais, haja vista as ações do Grupo PALHUK, que usava o bom humor e a irreverência para quebrar essas regras estabelecidas no seio da sociedade e, em particular, no período carnavalesco de Abaetetuba.
Esse foi o cenário onde o Grupo PALHUK foi fundado.

Publicação Sobre o Bloco Palhuk
Já publicamos alguns pontos do memorável artigo do jovem Waltinho Lobato, denominado “O Carnaval de Abaeté e a Geração Palhuk”, publicado no “O Jornal de Abaetetuba”, Edição de 14 de fevereiro de 2003, que trata exatamente da fundação do Grupo PALHUK e algumas ações desse grupo no decorrer dos carnavais já passados desde a época de sua fundação na década de 1970 até o carnaval de 2003, quando ele publica seu escrito, onde, entre outras coisas, diz:
“Mais um carnaval se aproxima em nossas vidas. Embora seja considerada por muitos uma festa profana, o certo é que tem sido principalmente por intermédio desta manifestação folclórica que o nosso povo vem fazendo aflorar suas raízes culturais e toda uma gama de sentimentos contidos e por muitas vezes inexplorados. Desde os blocos de sujos no carnaval de rua, puxado pelo saudoso Rogério, até os grandiosos espetáculos promovidos pelos brincantes que formaram agremiações como: Canto do BASA, Barão, Praça, Francilândia, Sócia, Psinti e os blocos de empolgação, entre eles o PALHUK, o qual ainda hoje desperta a curiosidade de como foi o seu surgimento, que fim levou e que importância este bloco teve para aquela geração de codinome PALHUK.
Pois bem, o começo penso eu se deu lá pelos idos da década de 70, quando éramos jovens estudantes e sonhadores que, num momento de entusiasmo resolvemos criar uma forma própria de chamar a atenção e substanciar a nossa própria identidade cultural diante das questões sociais momentâneas, as quais passavam po uma febre de sociedade alternativa inspirada por Paulo Coelho e Raul Seixas. 
Compramos então, às duras penas, um fusca velho, caindo aos pedaços e que nem fundo tinha. Nele escrevemos em letras garrafais e extravagantes o seu próprio nome – PALHUK – e os os nomes de todos os membros da turma, como em alguns carros de “Embalos de Sábado À Noite”/ “Tempos da Brilhantina”. Depois de tornarmos o referido carro em nosso maior símbolo para nossas pretensões de sermos observados em plena liberdade de ação, entrar no carnaval foi só uma questão de tempo. Nossa primeira experiência foi nos intervalos dos grupos considerados oficiais e o nosso primeiro samba enredo resumia-se em PALHUK, uk, uk; PALHUK, uk, uk...repetidoincessantemente durante nossas inserções pela avenida. Como a receptividade foi melhor do que o esperado, no outro ano já nos demos ao luxo de mostrar o primeiro topless do município. Promovido de forma inusitada por uma jovem de fino trato, mas com idéias avançadíssimas para aquela época, que o diga o carro SP@ que a conduziu naquela oportunidade. A partir daí, não paramos mais, foi uma sequência de apresentações que a cada ano melhor iam ficando, e tudo sob inspiração do nosso cotidiano rico em acontecimentos, como por exemplo, os seguintes:

- Seresta aterrorizante no cemitério de Beja
Participação dos personagens: “Bispo”, o cemitério da Vila, visagens, seresta no cemitério, aborígenes selvagens, Grilo, Vander, Igarapé Maria Coroa, Piza e sua turma.

- Na casa da fome, a vingança da retrete
Participação dos personagens: Espingarda de ar comprimido, Eustáquio, passarinhos, casa de fome em beja, Vander, privada.

- Uma noitada boa com os paletós do Tio P
Personagens: Tio P,  paletós do Tio P, 15 anos da filha do Antonio bala, sede do Palmeiras, damas de honra, economias do Tio P no bolso de um paletó, farra, viração Ponte Grande, Bar do Mário Pé de Muçuca, Tio P e a música “e agora José, a festa acabou, a luz apagou...”.

- O conto do Chopp quase imbucetado
Persoangens: fundos para o carnaval, Festival do Chopp, sede do Bancrévea, cartelas, chopinhos de sacola, Brasília do Bosco, homem raivoso que queria imbucelar o festival, autoridades, brincadeira pra lá de pitoreca.
O Chopp da irreverência do Palhuk, foto de Benício
- Trik, o terrível Cabo Preto de Abaeté
Personagens: Trik, gorós, incorporação do Cabo Preto, crueldade do Cabo Preto, seresta nos pés do Cristo da Praça da Conceição, emendar para a missa das cinco, Cabo Preto e seu cacetete, profanação do templo sagrado.

A assanhada Briela, a nossa musa inspiradora
O Guri contava que a Briela, que era grande amiga da Vicência, era uma velha muito sagica, atentada e foguenta, a tal ponto, que só andava de mini-saia, sem calcinha. Um dia ela resolveu apanhar pupunha pro Carão, e subiu na pupunheira por uma escada, mas quando já estava com o cacho na mão, a escada caiu, fazendo com que a Briela se agarrasse na árvore cheia de espinhos e escorregasse por ela, fazendo um barulho ensurdecedor de metralhadora. Quando todos pensaram no pior, eis que num passe de mágica, ela deu uma freiada clitoriana a um metro do chão e com as partes íntimas totalmente intactas, ainda deu um salto mortal e caiu empezinha, sem deixar estragar uma só pupunha. Então, diante de tamanha proeza, foram chamados os especialistas nestes assuntos da época, os quais atribuíram tal façanha a um fenômeno de alto grau de “calejamento genitálico” e pediram inclusive seu registro nos anais do carnaval abaetetubense por tratar-se de uma prova contundente de real estrepolia. Por esse e outros motivos impublicáveis, briela passou a ser nossa musa inspiradora, adotando a cobra Curá como sua fiel escudeira e enigmática personagem. 
Foram de fatos e causos como esses, atrelados ao nosso cotidiano, que iam saindo as letras dos sambas-enredos que num piscar de olhos todo mundo já sabia cantar. 
Curisoso é que com o passar do tempo a identificação foi tão grande, que a maioria das pessoas não se contentou em apenas assistir e passou a acompanhar o PALHUK na avenida, às vezes chegando a fechar praticamente a quadra carnavalesca. Dentre essas pessoas se via gente de todas as camadas e segmentos sociais, desde padres, médicos, comerciantes, aos mais humildes brincantes, sendo arrastados por um cordão entusiamado, inigualável e inesquecível.
Atualmente (2003) o PALHUK se encontra com suas atividades paralizadas, realizando apenas encontros esporádicos. Seus principais integrantes se viram obrigados a tomar cada um o seu rumo na roda viva da vida dinâmica que hoje levamos. Entretanto, nunca se perdeu o vínculo ou mesmo a lembrança do quanto foi bom ter passado por aqueles momentos de diversão e entretenimento. A tão sonhada Sociedade Alternativa que pleiteávamos teve seus elos quebrados pela sistemática lei da sobrevivência e pela conhecida estratégia oligárquica de dissolução grupal. Mas, nada temos a condenar, somente a agradecer a Deus, por termos vivido aquela época abençoada, quando nem fazíamos nem idéia do quanto éramos felizes. E se ainda hoje aquela geraçãodesperta curiosidade, é um sinal de que marcas ela deixou, de que o sonho ainda não acabou, ele continua vivo em cada um de nós. E quem sabe numa dessas voltas que a vida dá, possamos nos encontrar de novo. Quem sabe embevecidos pela magia do carnaval possamos nos desprender dos resquícios e lavar nossas almas das impurezas do mundo moderno, recanalizando nossas energias para um lazer cultural, com objetivos maiores de paz, fraternidade e muito amor em nossos corações e em particular, desses foliões das novas gerações, que talvez ainda nem saibam o que é isso. 
Como podemos observar, o carnaval esteve para a geração PALHUK assim como o brega, por exemplo, está hoje para o paraense, ou seja, havia uma relação harmoniosa de uma genuína criatividade, fetiche, prazer, alegria e muita irreverência. O PALHUK em si, significou catarse, uma vitrine da nossa própria essência e, acima de tudo, simplicidade, onde as diferenças desapareciam quase por completo naquele momento apoteótico. De onde se deduz que se ainda existe algum interesse em que aquela animação volte a acontecer, reacendendo as chamas do nosso carnaval e chamando o povo para a avenida, basta tão somente reidentificar esta festa com os nossos costumes e tradições, nada mais além disso, quem viver verá.”
Waltinho Lobato. 


A página do semanário de "O Jornal de Abaetetuba", Edição de 14 de fevereiro de 2003, com o artigo de Wlatinho Lobato sobre a filosofia do Grupo PALHUK
 
Além das belas considerações de Waltinho Lobato sobre o ideário palhukeiro, colocamos abaixo mais algumas lembranças e fotos dos membros fundadores do Grupo PALHUK, dedicando esta postagem a eles.

Adenaldo dos Santos Cardoso
PALHUK, ASSOMBRADO PELA ASSOMBRAÇÃO!
Foto de Adenaldo
Em 1979 corre lista para angariar fundos para o Palhuk sair na avenida, inclusive o saudoso carnavalesco Osni Barros da Silva que contribuiu e foi assassinado à sangue frio em Abaetetuba por um forasteiro que estava em Abaetetuba.
Os membros do Bloco Palhuk eram muito esclarecidos, politicamente falando, e eles formaram uma ala em 1979 para homenagear o famoso cinegrafista Glauber Rocha.

Benício: 
No carnaval de 1982, o PALHUKA saiu com o enredo homenageando a VILA de BEJA, desde a vila samauma, dos motiguares, talvez a unica vez em todos sentidos que o PALHUKA foi serio, e por isso ganhou o desfile de carnaval daquele ano...a avenida toda cantou o samba do PALHUKA..."NESTE SONHO PALHUKA NESTA TERRA MOTIGUAR ABRE ALAS MOCADA QUE O PALHUKA VAI PASSAR.....VIU A ALDEIA SAMAUMA EM BEJA SE TRANSFORMAR"
Benício:
Depois do sucesso do festival do choop, o PALHUKA, resolveu fazer um bingo para incrementar as economias para o carnaval de 1980, embalado pelo festival de choop de ki-suco (kkkkk ate eu gostei), O PALHUKA oferecia como brinde para o vencedor do bingo uma LINDA PORCA, a "esposa do PORCO"....um lindo SUINO, mas na verdade, era UMA LINDA PORCA DE PARAFUSO...!!!! nao teve tanto sucesso, pois os colaboradores ja estavam com a barba de molho no choop de ki-suco......KKKKKKK
Benício:
Contando com a vitória do Brasil sobre a Itália, no fatídico 05 de julho de 1982, O PALHUKA organizou uma roda de samba em beja para angariar fundos, foram compradas varias cxs de cerveja, depois da derrota brasileira para a ITALIA, o jeito foi "salgar" a cerveja e contabilizar o prejuizo, até o PALHUKA, O PAULO ROSSI ATINGIU COM OS SEUS 3 GOLS...KKKK
Benício:
Em 1980, na intencao de arrecadar dinheiro para o desfile, o PALHUKA promoveu o seu FESTIVAL DO CHOOP, no bancrevea clube de abaetetuba, foi um marco na historia do PALHUKA, depois de todos os convidados de posse de sua canecas, e na ansia de "molhar o bico" em um choop bem gelado, eis que chega no salao do bancrevea, um carro de mao cheio, de CHOOP, mas CHOOP de KI-SUCO......muitas historias essa realizacao deixou em Abaetetuba......kkkkk!!!
Benício:
O eterno rei momo...VANDOCA...sempre seguia o PALHUKA, como ele mesmo falava..."ei tio! atras ou na frente eu vou no PALHUKA"......KKKK, certa vez o eduardo dias , grande compositor palhukeiro, fez uma samba assim para homenagear o .....ETERNO REI MOMO VANDOCA....: " PALHUKA VAI, PALHUKA VEM.....E FOI ASSIM QUE O VANDOCA SE DEU BEM...".kkkk, o eterno rei falou assim para o edu dias, depois de ouvir o samba:..ei tio ! que negocio e esse de eu me dar bem?....kkk (foto meriam abreu)
Cássio Dias:
DOMINGO (03/03/2014) TEM O BLOCO CARNAVALESCO PALHUK NA PELAS RUAS DA CIDADE,COM O TEMA "PALHUK NA COPA DO MIRITIZEIRO"CONCENTRAÇÃO A PARTIR DE 12:00 HS NA TRAVESSA FRANCISCO AZEVEDO DA COSTA,ATRÁS DO INSA.TEREMOS VENDA DE FEIJOADA A 7,00 R$. VENHA PARTICIPAR TRAGA SUA FANTASIA .E VAMOS BRINCAR O CARNAVAL AO SOM DE BANDA DE FANFARA TOCANDO AS TRADICIONAIS MACHINHAS.SAIDA AS 15:00 HS.PALHUK COMPLETA 35 ANOS.
Benício:
Para o Carnaval de 1980, o PALHUKA realizou uma festa no bancrevea para angariar fundos para cobrir as despesas do carnaval, a turma foi com o saudoso ...ALEIXO BRASIL FERREIRA ...no seu escritorio, e lhe ofereceu uma mesa, o mesmo pagou a mesa e ainda ajudou na despesa da bandinha, ...no final ele falou assim, ( com a sua voz caratcteristica).....PESSOAL! EU QUERIA VER O LUXO DA BARAO COM A ALEGRIA DO PALHUKA.
Benício:
No carnaval de 1979 , quando o PALHUKA correu a lista de pessoas que o ajudariam a entrar na avenida (financeiramente), ... o saudoso ....OSNI....foi a pessoa fisica que mais contribuiu para que o PALHUKA saisse , perdendo somente para a PMA (gestao do DR. ronald, que era admirador do PALHUK, tbm), coincidencia triste o carnaval de 1979 foi o ultimo do saudoso DR. OSNI entre nos.
Benício:
Dona ....NINA ABREU...eterna passista e grande HOTNESS, do PALHUKA, ajudava com os olhos do coracao e mandava ver na hora da obrigacão, sempre com um sorriso no rosto, sabe de "palmo em cima" todas as letras dos sambas enredos do PALHUKA, desde o primeiro desfile em 1978 ate os dias de hoje....SALVE NINA!

Irreverência do Palhuk
Benício
Com o jogo do Brasil contra a Itália, em 1982, o Palhuk organizou uma roda de samba na Praia de Beja, para angariar fundos. Foram compradas várias caixas de cerveja. Mas depois da derrota brasileira  por 5/7,  o jeito foi 'salgar a cerveja' e contabilizar o prejuízo, quando o Paulo Rossi chegou aos 3 gols...kkk

Para o carnaval de 1980 o Palhuk realizou uma festa para angariar fundos para cobrir as despesas do carnaval.
Depois do sucesso do 'Festival do Choop', o Paluk resolveu fazer um bingo para incrementar as economias para o carnaval de 1980 e como brinde uma linda porca, a 'esposa do porco'..., um lindo suíno, mas na verdade era uma linda porca de parafuso!!!...que não teve tanto sucesso, pois os colaboradores já estavam com a barba de molho pelo pelo 'Festival do Choop', que era simples choop de Ki-suco, kkk.
Em 1981 o Palhuk lançou em Abaetetuba o 'bafo da cachaça'.
No domingo de 2/3/2014, na folia, o Palhuk entrou com o tema 'Paluk na copa do miritizeiro', com saída às 15:00h, quando o Palhuk completava 35 anos em 2014.

Outras publicações e informações:
Clóvis:
PALHUK NA FESTA DO RIO TAUERÁ – 1983
Benício:
O ano era 1982, eleições para prefeito de abaetetuba, o PALHUKA, apoiava o nosso querido amigo...ROBERTO OSORIO (ZHUKOV), durante a apuração dos votos, depois de 15 urnas conferidas ( naquele tempo era manual), saiu o primeiro voto para o BOB, a turma do PALHUKA que estava na apuração, soltou pistolas, e gritavam assim:....GRAÇAS A DEUS, GRAÇAS A DEUS.....MESMO O ZHUKOV SENDO ATEU, GRAÇAS A DEUS MESMO O ZHUKOV SENDO ATEU....KKKKKK
Benício:
O saudoso seu LACERDA, era o unico jurado do desfile de canaval que sempe dava nota 10 ao PALHUKA, em todos os quesitos, perguntado pq ele sempre fazia isso, ele respondia na sua habitual calma :_ MEUS AMIGOS! EU SEI O QUE ESSA RAPAZIADA BATALHA PARA COLOCAR O PALHUKA NA AVENIDA, E SEI TBM O QUE ELES SOFREM PARA CURAR A RESSACA DE TANTA CACHAÇA QUE ELEM INGEREM NA AVENIDA,, ISSO MERECE NOTA 10,SEMPRE....KKKKK.
Adenaldo
AS AVENTURAS DO PALHUK NA CIDADE SEM THOR

Ô, ô, Palhuk
Chame o disco voador
Aquele que um dia
Raul contactou

Ô, ô, seu moço
Me leve pro “Gigi”
Pra “Venuta”
Pro “Escorrega”
Não me deixe mais aqui

Me leve
Me leve ( Bis)
Me leve
Que eu vou!

Adenaldo:
PALHUK
"O ÚLTIMO DOS MOICANAS"

Viva a cana, o alambique
O engenho a resistir
Viva o Bloco do Palhuk
E o Guerreiro Jurandir
Viva Santa Terezina
Pachedo com muita fé
O último dos Moicanas
Da Cidade de Abaeté

Adenaldo
A TURMA DO FUNIL
*Concentração do Palhuk*

Benício:
Quando o Lula veio em abaetetuba, teve um membro PALHUK, que conseguiu chegar perto do futuro presidente na época e lhe entregar uma camisa do PALHUKA, ele fez um discurso assim: lula! aqui esta para vc a lembrança do palhuka, VC É O LUIS INÁCIO, AQUI EM ABAETÉ NÓS TEMOS O LUIS DA CELPA E O INÁCIO DO BEBÉ DO PRETO, o lula sem entender nada só fazia o sinal de positivo com o dedo, tal como na foto....kkkkkk (o membro do palhuka eu não falo nem sobre tortura....kkkk)
Benício:
O ano era 1985, o PALHUKA entrou na avenida com o enredo "ABAETETUBA A A TERRA DO CONTRARIO" o interprete do samba foi o nosso estimado e querido ...CABINHO LACERDA...., o sentido normal do desfile era descendo a D.Pedro II, enquanto o povo esperava o PALHUKA de um lado da avenida, o PALHUKA fazendo jus ao tema veio pelo outro....ao contrario, enquanto o povo delirava com o samba cantado pelo grande ..CABINHO....: " ABAETETUBA, TERRA DO CONTRARIO, ZE DO PARA E CEARENSE, O GIZ E PRETO, .. ..O PALHUKA FALA NA AVENIDA QUE O LAMBRETA ANDA DE BICICLETA E O BICICLETA ANDA DE LAMBRETA.....KKKKKK"
Wander Gomes:
O Palhuca contrariou a normalidade ou seja, a rotina dos personagens da cidade que eram figuras carismáticas, e deixou na história carnavalesca desta cidade, através de um desfile condizente com o regulamento,( que o bloco tinha que passar de acordo com o regulamento) , e foi isso que fizemos, passamos ao contrário, e muito bem conduzido pelo nosso querido Cabinho.
Wander Gomes
Essa imagem (do Guri e Luiza) é a cultura viva, que faz brilhar o nosso passado e reluz o nosso presente e Guri, presença constante na nossa história, e essa família (do Guri) é a nossa alma viva.
Benício:
No sabado de carnaval de 1982, avioes da FAB, interceptaram um caça ingles, por ter penetrado e violado o espaco aereo do Brasil, ate o "xuru" de missil (inicio da guerra das malvinas), o ...PALHUKA...nesse dia fazia o ultimo ensaio em frente a casa do eterno...SEU MIMIM DIAS(pai do PALHUKA e da luiza), ao saber da noticia o seu MIMIM DIAS (saudoso), peguntou maliciosamente ao saba do peri que ensaiava com o bloco:
- Saba o missil do ingles penetrou e violou o espaço do Brasil. e agora saba, o que vc vai fazer?
o saba respondeu:
- Nao te preocupa MIMIM...deixa o ingles vir com o missil dele penetrar e violar, que estarei pronta a defender a naçao brasileira...!!!!.....KKKKKK
Benício:
Sempre, sempre , fazia sol ou fazia chuva......sempre acompanharam o ..PALHUKA ....na avenida......era uma atracao constante....SABA DO PERI E ZE.....quando perguntavam a elas (ou eles) se eles (ou elas) um dia iriam para de desfilar pelo PALHUKA, eles (ou elas) respondiam:...VAMOS DESFILAR ETERNAMENTE, POIS O PALUKA NUNCA VAI MORRER...UIUIUIU!!!...KKK
Benício:
Seu ...ZE DO PARA...., um grande colaborador do...PALHUKA..., ja fez parte das letras e foi inspiracao para muitas alas que o ..PALHUKA...pos na avenida, muitos nao sabem, mas ele ja ajudou de diversas formas o nosso bloco.....ZE DO PARA E CEARENSE....a avenida cantava o samba do PALHUKA.....!
Clóvis Cardoso:
A HISTÓRIA DO PRIMEIRO DESFILE DO PALHUKA
CERTO DIA ACORDEI OUVINDO UM ANUNCIO DOS "SONOROS COPACABANA" DE QUE ESTAVAM ABERTAS AS INSCRIÇÕES PARA OS BLOCOS QUE QUISESSEM DESFILAR NO CARNAVAL DE RUA DE ABAETETUBA.
MEIO RESSAQUEADO, FUI AO ESTÚDIO DO COPACABANA E INSCREVI O PALHUK.
À NOITE, CABRERO POR ACHAR QUE TINHA FEITO MERDA, FUI NO CRISTO DA PRAÇA DA CONCEIÇÃO, QUE ERA NOSSO PONTO DE REUNIÃO, VIOLÃO, CACHAÇADA E OUTRAS COISAS E COM MUITO RECEIO CHAMEI O BROGUE DE LADO E LHE DEI A NOTÍCIA. O BROGUE RIU E FALOU PRA TODOS OS PRESENTES EM TOM DE SACANAGEM. NINGUÉM ACREDITOU NO FATO DA INSCRIÇÃO DO PALHUK PARA UM DESFILE DE CARNAVAL DE RUA.
NO DIA SEGUINTE, FUI ATRÁS DO BROGUE E O LEVEI NO COPACABANA E NA PREFEITURA PARA MOSTRAR QUE A CAGADA TAVA FEITA.
OS DIAS PASSAVAM E NENHUM PALHUKEIRO SE MOVIMENTAVA PARA QUE SAÍSSEMOS NA AVENIDA.
NO DIA DO DESFILE, COMEÇAMOS O PREPARO ETÍLICO LOGO PELA MANHÃ, MAS SEM PERSPECTIVA QUE DESFILARÍAMOS...
POUCO TEMPO ANTES, TODO MUNDO PRA LÁ DE MARRAKESH, RESOLVEMOS ENTRAR NA AVENIDA DOM PEDRO COM O QUE TÍNHAMOS.
E ASSIM ACONTECEU. ENTRAMOS COM O SP-2 DO JOÃO BOSCO TOCANDO NOSSO PRIMEIRO SAMBA ENREDO: "EU NASCI HÁ DEZ MIL ANOS ATRÁS" DE RAUL SEIXAS. NO CAPÔ DO CARRO, A FILHA DO "PERNA GROSSA" LINDAMENTE FANTASIADA. nA COMISSÃO DE FRENTE NOSSO ETERNO REI MOMO VANDOCA. EU ESTAVA VESTIDO DE PALETÓ COM UMA MÁSCARA DE MACACO. VANDER, BROGUE, TRIK, PAULO BAIÃO, E NÃO LEMBRO MAIS QUEM POIS EU ESTAVA DOIDÃO.
O JOTA TIROU UMA FOTO DESSE DESFILE E ME DEU. EU A PRESENTEEI AO PAULO BAIÃO. SE ALGUÉM TIVER CONTATO COM ELE, PEÇA PRA ELE POSTA ESSA FOTO HISTÓRICA.
Benício:
EXTRA! EXTRA....NÃO TAVA INSCRITO, O PALHUKA NÃO TAVA INSCRITO...KKKK, como sempre, ao saber que o PALHUKA não estava inscrito para desfilar....os seus componentes fizeram a maior...IMBUANÇA NO TRIANGULO....e conseguiram desfilar no carnaval de 2014, esse é o verdadeiro PALHUKA.....NÃO TAVA INSCRITO....!!!
Benício: 
...35 ANOS DE PALHUKA, VAMO QUE VAMO COM A BRIELA E A COBRA CURA.....AVANTE PALHUKA NA AVENIDA, ALEGRA ABAETETUBA...!!!!
A alegoria da 'Cobra Curá' foi conduzida por 3 garotos, dentro dessa alegoria, sendo um na cabeça, um no meito e outro na rabo da Cobra Curá. Mas as pessoas mais empolgados, iam entrado embaixo da cobra, que ela, com tantos pés, virou uma 'centopéia'.
Wander Gomes:
São 35 anos de conquistas, muita alegria,amizades permanentes, e muito coração, solta o GRITO GENTE que o PALHUK está passando. 02 de MARÇO de 2014.
Olha o Palhuk,( vivinho), ele sempre vai despertar curiosidades, é o encanto de várias gerações e sempre será eterno conhecedor das necessidades humana.O papel do Palhuk foi sempre através da irreverência trazer nas oportunidade que lhe são concedido, mensagens de consciência para o despertar da juventude, esta sempre terá importância fundamental nas conquistas ética e moral deste país.
Wander Gomes
Estamos juntos, não temos que deixar em branco momentos especiais de nossas vidas, que foram com músicas, poesias, cultura, caminhadas, passeios, debates, carnaval, protestos, 'briela se a arraia me pegar eu num du camarão pra ela', humor com piadas irreverentes e, principalmente, o companheirismo saudável (Por influência de tudo isso e familiar, é que somos bem sucedidos profissionalmente).
Benício:
No desfile do PALHUKA de 1981, alem de produzir alegria e simpatia, o ..PALHUKA.. produziu um eterno casal, de muitos casais que se formaram durante a longa historia do ...PALHUKA....esse lindo casal da foto ...meus cumpadres ...GILMARIO DIAS (GURI) e LUIZA DIAS E DIAS, foi o que "vingou" e se eternizou.....eles hoje representam o PALHUKA vivo...nunca deixaram o PALHUKA morrer, pois com o PALHUKA...eles nasceram para o amor e para vida...SALVE GURY E LUIZA!!!
Benício
Jamais esqueceremos essa grande fase de nossa vida, como eternos palhukeiros.
Nildo Freitas:
TA CONFIRMADO SEXTA ARRASTÃO CULTURA DA SOCIA 19hs
DOMINGO SOCIA E PALHUK 15hs.
Nas  reuniões e rodas dos membros do Palhuk sempre tinha cachaça e violão, unclusive eles penduravam muitas garrafas nos desfiles do Bloco.
Era no "Satélite', casa de diversão de Rui Olavo Matos
Vicente Nogueira
Amizade, paz e amor sempre foram lemas do Palhuk. Nosso defeito sempre foi a 'mardita' branquinha (cachaça).
Vicente Nogueira
Tudo surgiu a partir de amigos forjados nos ideais escoteiros e, que depois,ganhem uma dimensão que não seríamos capaz de presumir o seu futuro glorioso.
Miguel Lima
Palhuk, um grupo de jovens idealistas, depois surgiu o fusca do Palhuk, depois a bandeira do Palhuk (bandeira vermelha com um fusca desenhado no meio), depois surgiu o 'Movimento Palhuk', depois surgiu o 'Bloco do Palhuk'....palhukeiros iniciantes: Borró, Brogue, Benício, Raniel, Leonilson, Waltinho, Roberto, Cara Errada, Guri, Motora, Paulinho, Trica, João Bosco, Clóvis Cardoso, Dagberto, Goiaba, Wander,Tio Pedra e esposa, Alfredo, João Cardoso, Gilberto, Silvio Romero, Miguel Lima.

Antigos Membros Fundadores do Bloco PALHUK e Outros Membros

Palhukeiros iniciantes, conforme Miguel Lima:
Borró
Brogue, este o criador da palavra Palhuk
 Benício
 Raniel
Leonilson
 Waltinho
 Roberto
 Cara Errada
 Guri e esposa
 Motora
Paulinho
Trica
João Bosco
Clóvis Cardoso
Dagberto
Goiaba
Wander
Tio Pedra e esposa
Alfredo
João Cardoso
Gilberto
Silvio Romero
Miguel Lima.
Sérgio Maués
Edimor
Sabrecado
Chico Sena
Tio Mimim
Silvio
Sidney Júnior
Cássio Dias
Paulo Ferreira Vasconcelos
Grilo
Luizão
Vicente
Masrli Rodrigues
Miguel/Chumbada
Guri e Luiza Dias, Cássio Dias, este filho do casal, que são há muito tempo os baluartes na organização e desfiles do Bloco Palhuk, junto com outros abnegados 'palhukeiros' como eles se denominam. E Luiza Dias é a eterna mãezona dos palukeiros.
Benício Lobato Cruz
Walter Lobato
Eustáquio
Haroldo
Davi
Adenaldo dos Santos Cardoso, um dos vários letristas dos sambas do Palhuk
Wander Gomes
Miguel Lima
Gilberto de Sousa
João Bosco
Clóvis de Figueiredo Cardoso e seus irmãos, João Bosco, Antonio Rioberto/Trik
Iran Lima
Roberto Osório da Costa Lima/Zhukov, que quando foi candidato a prefeito de Abaetetuba nas eleições de 1982 recebeu o apoio do Bloco.
Alfredo do SESP
Miguel Lima
João Cardoso
Dulce
Vicente Nogueira
. Grilo, que era um dos mais presepeiros membros do Palhuk e estava sempre aprontando nas reuniões e desfiles.
D. Nina Abreu., chamada de 'Eterna passista do Palhuk' que sabe de cor todas as letras dos sambas do bloco, desde 1978, no 1º desfile
Seu Mimim, o 'abre-alas', que já se foi, mas sempre será lembrado como o nosso 'abre-alas'.
E muitos outros palhukeiros.
. Sílvio e João Cardoso, foram colocados para cantar.
. Beni Carvalho

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Outras considerações e informções sobre o carnaval de Abaetetuba:
O Atual Carnaval de Abaetetuba
A atual quadra carnavalesca de Abaetetuba mudou quase que completamente do seu antigo enfoque de tradição/cultura e no visual de seus entrudos, sujos, mascarados, cordões e blocos de ruas, ricamente vestidos com os variados motivos da antiga quadra carnavalesca, para dar lugar a um carnaval que possui um pouco de tudo, na forma de arrastões carnavalescos, arrastões culturais, grupos de sujos, blocos de ruas, escolas de samba, sons automotivos, que saem às ruas nos domingos da quadra carnavalesca e, no final da quadra, a programação carnavalesca promovida pela Prefeitura Municipal, com o já tradicional desfile de carnaval na Avenida D. Pedro II (que transformou-se-se no Corredor da Folia de Abaetetuba na época do carnaval), que atrai uma multidão de mais de 50 mil pessoas para assistir, nos dias programados, aos desfiles e concursos de escolas de samba, blocos carnavalescos e blocos de micarestas, cada qual formados por milhares de brincantes e ao som de bandas, trios elétricos, sons automotivos e batuques, que fazem a festa das pessoas que se espalham ao redor do Corredor da Folia, com destaque para as micaretas. 
Como música, os sambas ainda são utilizados nos desfiles de escolas de samba e alguns blocos de ruas. Nas micaretas, as músicas utilizadas são o axé music, tecnobregas, tecnomelody, trios elétricos e outros ritmos de bandas ou mixados pelos nossos DJs, e estes já com participação ativa na musicalidade de alguns blocos e micaretas. Nesses desfiles há o consumo exagerado de bebidas alcoólicas por parcela significativa dos brincantes dos grupos carnavalescos e por parcela do público que assiste aos desfiles, fato que resulta em algumas violências e também a prática de assaltos e furtos por parte de pessoas de má fé que adentram nos grupos e multidão para a prática desses crimes comuns em grandes aglomerações, porém nada que possa tirar o brilho dos desfiles.
Ressalte-se, atualmente, a ausência dos bailes carnavalescos de salão, mesmo porque o Clube Bancrévea foi extinto e a clubes como Assembléia Abaetetubense, AABB e os clubes futebolísticos já estão ausentes dessas programações já faz bastante tempo, devido as violências ocasionadas pelo consumo em excesso de álcool por parte de parcela dos brincantes. 
Não vamos ser intolerantes e preconceituosos e dizer que as micaretas são modelo de musicalidade importado de outras regiões e que não deveriam fazer parte do carnaval de Abaetetuba. Elas, agora, são parte integrante e importante do nosso carnaval e, mesmo porque, as festas de micaretas ocupam pequena parcela do tempo da quadra carnavalesca e esse tipo de carnaval pode muito bem conviver com as outras formas de grupos carnavalescos como os blocos e escolas de samba.
O que não deveria ter acontecido era o desaparecimento do tradicional carnaval de rua e de salão da cidade, com os cordões, blocos de rua, entrudos, mascarados e outras formas que existiam e com a massiva participação de grande parcela do povo que, atualmente, só participa como expectador, membro da multidão que apenas “vai assistir” aos desfiles promovidos pela Prefeitura Municipal.
Portanto, as micaretas, agora fazem parte do brilho dos desfiles da quadra carnavalesca de Abaetetuba, que devem se levadas em conta, daí nosso esforço em colher alguns dados sobre essa festa e dos grupos de micareta de Abaetetuba para melhor conhecermos sua história. 
Quem quiser fornecer os dados históricos, objetivos dos blocos de micaretas e dos outros tipos de blocos, não citados e os citados abaixo, nós agradecemos antecipadamente e com o nosso compromisso de incluir esses dados nesta mesma postagem.

A MICARETA
Micareta é um tipo de carnaval fora de época que desde os anos de 1990 é marcado principalmente pelo estilo baiano do Axé Music, dos trios elétricos e dos abadás. O nome micareta deriva-se de uma festa francesa, Mi-carême, e desde os anos de 1990 vem se espalhando por várias capitais e cidades brasileiras e existe também em outros países como Canadá, Portugal e Espanha que realizam anualmente sua micareta de acordo com cada cultura local.
O abadá é um tipo de bata ou camisolão branco usado pelos muçulmanos que aportaram no Brasil como escravos e a palavra abadá é de origem africana, do yorubá, trazida pelos negros malês para a Bahia. A vestimenta abadá é, até hoje, a indumentária dos lutadores da capoeira. A palavra abadá foi parar nas micarestas do Carnaval de 1993, quando o designer Pedrinho da Rocha, o músico Durval Lelys, da Banda Asa de Águia, e o Bloco Carnavalesco Eva lançaram um novo tipo de fantasia para substituir as antigas mortalhas dos capoeiristas e foi em homenagem ao Mestre Sena, antigo capoeirista e amigo, que o designer batizou a nova fantasia de “abadá” que logo virou sucesso na Bahia e em todo o Brasil e terminou por popularizar essa palavra.
O abadá das micaretas consiste em simples e opacas blusas e camisetas, que dão a essas festas, a visão de um amontoado de pessoas vestindo a mesma fantasia e correndo atrás de trios elétricos tocando axés-music, totalmente diferente dos espontâneos e antigos carnavais das diferentes e multi-coloridas fantasias, que saíam da imaginação dos criativos foliões do passado, em musicalidade dos diferentes rítmos dos antigos carnavais.

Festas de Micaretas em Abaetetuba
Em Abaetetuba existem vários blocos de micareta que surgiram a partir da década de 2000, que se apresentam nos seus chamados “arrastões elétricos” e nos concursos de carnaval da Prefeitura Municipal da quadra carnavalesca. Esses blocos seguem o figurino dos da Bahia e, como tais, são sustentados pelas vendas dos chamados abadás (vide história acima) e outras contribuições e apoios. Essas micaretas seguem também o esquema das “levadas eléticas”, em desfiles de carnaval fora da época do carnaval e comandadas pelos insubstituíveis “trios elétricos”, e presença de cantores, bandas, DJs que vem de outros estados, Belém ou locais, para dar maior brilho a essas festas, onde centenas de pessoas se aglomeram nesses blocos para se divertir ao som do axé-music, funk, tecno e, e agora, também contando com o vibrante som do tecnobrega do Pará. As as micaretas de Abaetetuba são, também, o grande destaque dos desfiles e concursos de carnaval promovidos pela Prefeitura Municipal, atraindo foliões de várias partes do Pará e de outros estados para participar desses grupos ou de participar como membro da multidão que acorre para assistir aos desfiles do carnaval. Por sinal que o carnaval de Abaetetuba já está atraindo dezenas de milhares de pessoas e isso se torna preocupante devido ausência de infra-estrutura turística e segurança para tantos turistas.

Grupos Carnavalescos dos Variados Estilos que participam dos Desfiles Carnavalescos promovido pela Prefeitura Municipal

. Bloco MANHOSO, ou Movimento Cultural do Manhoso:
. Bloco MANHOSO ou Movimento Cultural do Manhoso, que era um dos antigos blocos de Abaetetuba, fundado por volta de 1982 e em 8/2/2002 era dirigido pelo saudoso carnavalesco Cabá Felgueiras. Uma antiga letra para o desfile desse bloco em 2/2002, composto pelo poeta Nonato Loureiro:
. Bloco Carnavalesco S. A. KANAS:
Bloco Carnavalesco S.A. KANAS, era um antigo bloco fundado pelo carnavalesco Osni Barros da Silva, Já etá extinto, este que foi pioneiro no carnaval de rua em Abaetetub.
. Bloco PIGMEUS, que era um bloco de enredo
. Bloco BREJO, que era um bloco de enredo
. Bloco AMIGOS DA SÓCIA, que era um bloco de escola de samba
. Bloco PISSINTIi, que era um bloco de escola de samba
. Bloco VARELA, que era um bloco de escola de samba
. Bloco AAMIGOS DA FRANCILÂNDIAmigos, que era um bloco de escola de samba
. Bloco EQ DO SEU DODÔ, que era uma bloco de micareta, organizado pelo Carnavalesco Paulo Paiva.
. Bloco KANTO DO BASA
. Bloco BARÃO, organizado pelos moradores da Rua Barão do Rio Branco, tendo à frente o contablista Aleixo Brasil Ferreira e com clube de Futebol de mesmo nome, trecho da Av. 15 de Agosto até o antigo bairro Cafezal.
. Bloco PRAÇA, que era um bloco de carnaval formado pelos componentes do clube de futebol Praça.
. BLOCO TRACUÁ
. Bloco DENTE DE LEITE, que é um bloco para crianças

. Bloco URUBU NA AVENIDA, bloco de micareta criado pelo publicitário Luís Azevedo e coordenado pelo mesmo e ainda: Diego Azevedo, Cinaldo dos Mares, Ediene Ellen Azevedo, Juliana Lima, Valdinéi Maués e Andrenilson Silva, e que foi a sensação do Carnaval de 2011 na cidade de Abaetetuba e que reuniu mais de 1000 rubro-negros no carnaval desse ano. Tudo começou com a idéia de confeccionar 50 abadás do Flamengo para sua família e amigos, porém esse número foi insuficiente para tantos rubro-negros da cidade de Abaetetuba querendo desfilar. Com poucos recursos foram produzidos 300 abadás, que se esgotaram facilmente. Então a coordenação do Bloco permitiu a participação de todos os flamenguistas vestindo a camisa ou com a bandeira do clube rubro-negro. Sendo assim, às 20 horas da segunda-feira de carnaval, o Bloco Urubu na Avenida mostrou toda sua alegria, descontração e o motivo do Flamengo ser o mais querido do Brasil. A coordenação do Bloco garante que no ano de 2011 realizará vários eventos no âmbito social, como campanhas para doação de sangue e campanhas solidárias em prol da sociedade abaetetubense. No próximo carnaval serão confeccionados 2.000 abadás para que todos os Rubro-Negros de Abaetetuba possam participar devidamente uniformizados e façam a festa ficar ainda mais vermelha e preta. "Vai começar a festa...". Coordenação do Bloco Urubu na Avenida: Luís Azevedo / Diego Azevedo / Cinaldo dos Mares / Ediene Ellen Azevedo / Juliana Lima / Valdinéia Maués / Andrenilson Silva. Contatos: 91 8132-0573, 91 9227-7573. Twitter: @jluislima Fonte da pesquisa: Bruno Nin paixao@magiarubronegra.com.br Twitter: @brunonin

. Bloco do DRAGÃO
Bloco ATRACAJÁ
Bloco PÂNICO NA FOLIA, bloco de micareta, já tradicional na cidade e que já chegou a apresentar mais de 3 mil pessoas no corredor da folia de Abaetetuba
Bloco KAMAKA, bloco de micareta, tradicional na cidade e com mais de 1000 brincantes atrás do trio elétrico
Bloco EQ DO SEU DODÔ, esse bloco de micareta foi fundado pelo promotor de eventos Paulo Paiva
Bloco HYABADABADU, bloco de micareta, que já é tradicional na cidade e com milhares de componentes
Bloco PIMENTA, bloco de micareta, citado em 2010
Bloco KANTO DO BASA
Bloco CACHORRÃO
Bloco OS ABATEUARAS, o Bloco, grupo fundado no final de 2011
Bloco COMPANHIA DO ABADÁ

Sugestões Para a Melhoria do Carnaval de Abaetetuba
O carnaval de rua ainda existe em Abaetetuba, e com pessoas, sujos, blocos e arrastões que dispersadamente saem pelas ruas da cidade nos domingos de carnaval, usando de pouca criatividade e com a falta de bons apoios musicais como bandas, sons automotivos ou mesmo trios elétricos locais. 
O carnaval de salão praticamente não mais existe em Abaetetuba. 
Ainda existe o carnaval promovido pela Prefeitura Municipal e em concursos de blocos das várias categorias e que atrai um bom público (mais de 50 mil pessoas que vem de muitos lugares do Pará e Brasil para participar nos blocos ou como expectador dos desfiles dos grupos carnavalesco) para esses dias de desfile, que são os dias finais da quadra carnavalesca. 
Porém, faltam algumas melhorias e criatividade no carnaval de Abaetetuba, tanto nos chamados grupos de ruas, ou “sujos” ou mesmo desfile dos blocos durante os domingos de carnaval e no próprio desfile de carnaval promovido pela Prefeitura Municipal nos dias finais da quadra carnavalesca de Abaetetuba. 
Para isso temos algumas sugestões que ajudariam a melhorar o carnaval como um todo e atrair mais turistas para a quadra carnavalesca da cidade.

Uma Identidade Para o Carnaval de Abaetetuba
O carnaval de Abaetetuba poderia ter uma identidade própria, onde não se descartaria as atuais micaretas, blocos e escolas de samba, mas apenas se incrementariam motivações que realmente chamassem a atenção do povo de Abaetetuba e de nossos visitantes. É o que já se faz em algumas cidades amazônicas, que já usam de sua rica cultura e folclore para apresentar um bonito e concorrido carnaval que atraem milhares de turistas. As motivações para o nosso carnaval se buscariam na rica cultura e folclore, nos nossos antigos costumes e hábitos, no nosso rico artesanato, lendas e mitos, usando materiais descartáveis ou reciclados ou os tecidos e plásticos vendidos em nosso comércio, sem precisar usar os materiais da nossa já degradada flora e fauna (na forma de cordas, fibras, talas, cipós, folhas vegetais e penas e couros animais, o que ajuda a extinguir mais rapidamente a já rara quantidade de espécimes da flora e fauna). Temos os materiais da coleta seletiva do lixo e produtos comerciais baratos e acessíveis para a confecção dos figurinos dos componentes dos blocos e dos personagens do carnaval. http://carronaweb.files.wordpress.com/2012/09/banner.gif

Alguns Exemplos dos Motivos Carnavalescos Para o Carnaval de Abaetetuba
De Nossos Mitos e Lendas
As figuras mitológicas e lendárias do Saci-Pererê, Matinta-Pereira, Mãe-d’Água, Mãe-do-Mato, Anhangá, Cobra-Grande, que já fazem parte de nossa identidade cultural, mas que não figuram nos eventos da quadra carnavalesca. Em cidades do Amazonas e Pará (Parintins, Juruti, Peixe-Boi, Santarém, Belém, etc. já existem carnavais nesse sentido cultural e ecológico).
Se fariam grandes bonecos ressaltando a importância cultural dessas figuras.

Figuras da Flora e Fauna
As figuras de nossa Fauna e Flora poderiam ser apresentadas com fantasias ou bonecos gigantes (tipo os bois ocos e cabeçudos de outros lugares), que se apresentados de modo pedagógico, poderiam educar para conter a grande extinção de nossas espécies de peixes (acarás, pirararas, poraquês, maparás, acaris, bacus, maiacus, candiru, mandi, carataís e outros), mamíferos (botos, peixes-bois, lontras), quelônios (tartarugas, jabotis, muçuãs, tracajás), lagartos (jacurarus, jacuruxis, lagarto verde, papa-vento, etc), jacarés, insetos, crustáceos (camarão, sararás, araruta, etc), aves (araras, papagaios, tucanos, garças, socós, saracuras, pica-paus, sururinas, marrecos, patos-do-mato, ciganas, gaviões, urubus, corujas, garças, anus, gaivotas, andorinhas, etc que já estão extintos ou em vias de extinção na região), animais de caça (pacas, tatus, veados, mucuras, macacos, preguiças, antas, etc) e também figuras com as motivações vegetais, como: flores, frutos, folhas, arbustos, etc e bois, cobras (jibóia, sucuri, surucucu, jararacas) que povoam a imaginação de nossos caboclos na forma de lendas e mitos diversos. Seriam também representados por grandes bonecos ou fantasias.

Personagens da História da Formação do Povo
As figuras de nossos antepassados, índios, negros e brancos, em figuras populares, devidamente paramentados de indígenas, negros e brancos de nossa história.

As Antigas Figuras Carnavalescas
As figuras carnavalescas antigas e já esquecidas como os Pretinhos, Macacos, Arlequim, Pierrot, Entrudos, etc.
Assim teríamos um carnaval cheio de pessoas fantasiadas com essas motivações mitológicas, lendárias, folclóricas, índios, negros, colonizadores, seringueiros, lenhadores, apanhadores e amassadeiras de açaí, canavieiros/canavieiras, pescadores e figuras de nossa flora, fauna, animais domésticos, tudo devidamente apresentado em fantasias e bonecos gigantes ocos, etc.

Figuras do Artesanato de Miriti e Outras Manifestações Culturais Tradicionais
O artesanato de miriti de Abaetetuba tem as suas figuras clássicas dos Brinquedos de Miriti, como:
Barcos e Barquinhos
Cobras
Tucanos
Araras
Papagaios
Dançarinos
Soca-soca
Bica-bica
Como fazer as fantasias e figurinos dos Brinquedos de Miriti?
Naturalmente que não se deve usar o próprio miriti, pois ele já corre o risco de extinção pela grande demanda por essa matéria-prima, que não possui projetos de plantios, nem replantios no município.
Fazer-se-íam bonecos gigantes das figuras do artesanato de miriti (ocas ou suspensas em varas), usando isopor, tinta, cola e tecidos, papel e papelão em figuras coloridas como os próprios brinquedos, material que se encontra em abundância na praça comercial local e dos materiais recolhidos da reciclagem do lixo em bom estado, como papelão, garrafas plásticas, caixas de madeiras, peças em metais leves e os próprios artesãos de miriti ou outros artesãos e pessoas se encarregariam de confeccionar os bonecos gigantes para apresentação nos desfiles do carnaval de rua. Isso chamaria muita a atenção de todas as pessoas e turistas vendo a cultura do brinquedo de miriti sendo apresentada em desfiles carnavalescos pelas ruas da cidade, como acontece em Pernanbuco, no Arraial do Pavulagem e em São Caetano de Odivelas, que já são desfiles tradicionais desses carnavais.
E tudo feito em um colorido e criatividade que realmente chamasse a atenção de todos.

Convênios do Órgão da Cultura de Abaetetuba
E o órgão responsável pela cultura do município, a Fundação Cultural de Abaetetuba e a própria Prefeitura Municipal, deveriam firmar convênios e parcerias com os interessados para que se possam acrescentar essas melhorias ao nosso carnaval, com regras e motivações para que as pessoas pudessem se interessar nesse carnaval de Abaetetuba com motivações culturais e ecológicas.

Carnaval com Motivos da Quadra Junina?
Não vamos nos tornar puristas ou intransigentes defensores da Cultura, dizendo que carnaval e quadra junina não se misturam. Vamos olhar a questão com visão turística. Se quisermos, podemos acrescentar ao carnaval, os motivos da quadra-junina (como já se faz em Belém e outras cidades, com a mistura do carnaval com a quadra junina), como os cordões juninos de bois e pássaros, índios, etc. Fazendo parte do Carnaval e que pode gerar emprego e renda para nossas famílias, em atividades de mercado e turísticas. Aí a festa se transformaria num Carnaval Amazônico (alguns puristas vão criticar esta idéia), mas aqui também se trata da afirmação do turismo em nosso município, para beneficiar milhares de famílias, comerciantes, empresários, promotores de eventos, etc.
A prefeitura se encarregaria de preparar a infraestrutura e a premiação dos melhores e a segurança, em convênios junto com os órgãos e entidades competentes e proibindo o uso de bebida alcoólica, tendo em vista a violência e degradação física e moral que esta gera. 
Esse projeto seria acrescentado ao do atual figurino do carnaval das micaretas, escolas de samba e blocos, que a prefeitura já patrocina, porém como eventos separados, sendo os desfiles que sugerimos realizados nos domingos de carnavais e pelas ruas e como arrastões culturais, e à noite com o já tradicional concurso da Prefeitura Municipal da Quadra Carnavalesca, no Ginásio Hildo Carvalho (antigo Bancrévea).

Parcerias, Convênios e Contratos
Os convênios, parcerias e contratos seriam firmados pela Prefeitura Municipal com pessoas, firmas, empresas, entidades e associações culturais que pudessem colaborar nesse novo modo de fazer um carnaval mais atraente, sadio, ecológico e pedagógico em Abaetetuba. 
Para isso precisa que se prepare com antecedência um projeto que detalhe minuciosamente as ações e atividades e regras a serem desenvolvidas nesse tipo de carnaval, como os dias de desfile para grupo de brincantes, as parcerias, inscrições, tempo de duração de cada grupo, premiações, estrutura física, iluminação elétrica, construção das arquibancadas, etc.
Sem esquecer as parcerias e convênios com órgãos e entidades essenciais nessas programações, como CELPA, Segurança, Polícia, Bombeiros, Justiça, CDL, ACA, Saúde, Saneamento e outras entidades, conselhos, hotéis, limpeza pública, comerciantes, empresários e os grupos carnavalescos, para que não aconteçam as falhas e excessos muito comuns nesses tipos de eventos.
Para chamar mais atenção e dá mais motivação a um carnaval desse tipo, se promoveriam concursos da fantasia individual mais bonita e original, o bloco ou cordão mais animado, bonito e original, o boneco mais bonito, etc.

Blog do Ademir Rocha, de Abaetetuba/Pahttp://carronaweb.files.wordpress.com/2012/09/banner.gif

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