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terça-feira, 6 de novembro de 2012

NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO 2012 -Festa e Círio

FESTA E CÍRIO 3 DE NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO, EDIÇÃO 2012
O Folheto da Festividade de Nosa Senhora da Conceição
mostrando:
A Imagem de Nossa Senhora da Conceição
O Bispo Diocesano D. Flávio Giovenale
A Berlinda da Imagem
A Igreja de Nossa Senhora da Conceição
Imagem de um Círio de Nossa Senhora da Conceição
O Lema da Festa de Nossa Senhora da Conceição,
Edição 2012: Na caminhada com Maria a Fé se Renova
e a frase: "Bem Aventurada aquela que acreditou na
Palavra do Senhor" (Lc 1,45)

FESTA E CÍRIO 3 DE NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO
QUEM FOI MARIA NO DESÍGNIO DE DEUS PARA A HUMANIDADE E COMO DEVE SER A NOSSA RELAÇÃO COM A MÃE DE JESUS, A VIRGEM DA CONCEIÇÃO:
Para que nossa relação com Maria não seja apenas uma relação de veneração e devoção à Mãe de Jesus, consideremos os seguintes aspectos da vida de Maria:
Como muitos outros mistérios da História de Salvação do Homem por Deus, Maria, como Mãe de Jesus, é um mistério de nossa fé cristã, e que deve se tornar para nós um ato de fé acreditar  que Maria faz parte da Salvação do Homem.
Conforme a História de Salvação do Homem, a figura de Maria começa a se configurar no Antigo Testamento e essa  História de Salvação do Homem é fartamente esmiuçada em diversas passagens dos Evangelhos, do livro dos Atos dos Apóstolos, das Cartas de São Paulo e dos demais Apóstolos e vai culminar no Livro do Apocalipse.
Vejamos a figura de Maria e do mistério que ela representa para nós, através de alguns aspectos retirados dos livros acima mencionados.
Ser a Mãe do Salvador é a culminância do mistério de Maria. Ser Mãe de Jesus, significa ser Mãe de Deus, daí o enorme mistério que esse fato envolve e por causa dessa Maternidade Divina, e em função dela, Maria foi conhecida de antemão por Deus e, portanto, Maria foi predestinada, chamada, justificada, santificada e glorificada conforme os Livros Sagrados acima citados e enfatizada em Rm 8,28 a 30: “Ora, nós sabemos que Deus concorre em tudo para o bem dos que O amam, daqueles que, segundo o seu desígnio, são eleitos” e Rm 29: “Porque os que de antemão conheceu, também os predestinou para serem à imagem de seu Filho, a fim de que Este fosse o Primogênito de muitos irmãos” Rm 30: “E aos que predestinou, a estes também os chamou; e aos que chamou, a esses justificou; e aqueles que justificou também os glorificou”.
Maria, portanto, para ser a Mãe de Jesus, a Mãe de Deus, foi pelo Pai ornada de todos os dons e carismas, conforme os Livros Sagrados citam: Cheia de Graça, Imaculada desde o primeiro instante da sua concepção (Conceição de Maria) e, portanto, Preservada do pecado original e de todo pecado, para ser a Mãe de Deus; Virgem, antes do parto, durante o parto e depois do parto; Elevada ao Céu em corpo e alma, porque Maria não estava sujeita ao pecado. E Maria, por ser a Mãe do Verbo Encarnado e do Filho de Deus feito Homem (Jesus para nós é o ápice da humanização do homem que cada um de nós deve almejar como cristão) e, portanto, Mãe de Deus, como foi proclamada no Concílio de Éfeso, em 431, que é tua Graça e tua Glória primordial nesse mistério do Amor de Deus pelo homem.
Maria deve ser proclamada como Mãe, que nos fala o Evangelho, quando no Calvário, seu Filho Crucificado entrega Maria a João como Mãe e entrega João como como Filho e isto partindo de Jesus agonizante que entregou seu sangue e a vida e tudo, num gesto final de seu Mandamento. Maria foi entregue por Jesus como ato de entrega a todos os seus Díscipulos e seguidores, e até o fim do mundo e da história. Portanto, Maria, se tornou também a Mãe dos homens seguidores de Cristo e, portanto, a Mãe da Igreja de Jesus e Jesus nos entregou como Filhos de Maria.
Maria, pela sua humildade, uma simples mulher, vinda ao mundo por Adão e Eva, mas predestinada a ser, conforme os Evangelhos, a “Bendita entre as mulheres” (Lc 1,42), a “Cheia de Graça”, aquela a “quem todas as gerações chamam Bem-Aventurada”, portanto, a mais perfeita discípula de Jesus e, por isso, modelo e exemplo para todos nós, que devemos ver em ti a nossa Mãe e nós como teus filhos que te veneram, te prestam devoção, mas que, acima de tudo, deve ser vista como nosso modelo de cristão e assim ser imitada como o rosto do novo homem redimido por Jesus Cristo em sua plenitude. Quem ama deve identificar-se com Maria. Só depois é que deve vir a veneração, junto com a reverência, a admiração e o amor de todos os devotos, peregrinos de tua Festa e Círio de Nazaré.
Maria, que disse “Faça-se em mim segundo a Tua Palavra”, e meditava em seu coração os planos misericordiosos de Deus para com os Homens e também meditava e guardava em seu coração os misteriosos desígnios de Deus para si e para a humanidade, conforme  abaixo e também aplicava essas lições no amor e no serviço concreto aos irmãos, conforme “As bodas de Canâ”, quando intercede pelo Bom Vinho dado aos irmãos e os Serviços que foi prestar à sua prima Isabel, conforme Lc 1, 39 a 56, com a visita à Isabel e quando esta disse: “Bendita és tu entre as mulheres e Bendito é o fruto do teu ventre” entre outras coisas e onde Maria cantou o seu Cântico de Amor, o Magnificat, onde, entre outras coisas diz: “A minha alma glorifica ao Senhor, e o meu espírito exulta de alegria em Deus, meu Salvador, porque olhou para a humilde condição de sua serva. De fato, desde agora todas as gerações me hão de chamar ditosa porque me fez grandes coisas o Onipotente. ...Derrubou os poderosos de seus tronos e exaltou os humildes. Encheu de bens os famintos e aos ricos despediu-os com as mãos vazias. ...”Maria ficou com Isabel cerca de três meses. Depois regressou para casa”.
O que se poder deduzir do encontro de Maria com sua prima Isabel? Maria não foi a Isabel para cantar o Magnificat, mas foi à serviço do irmão e encontrou receptividade em Isabel que reconheceu Maria como Mãe de Jesus, portanto Mãe de Deus e, por isso, também cantou esse Canto de Amor, que significa a visão de amor e social de Maria e os três meses com Isabel significa que Maria meditava, glorificava à Deus e amava o irmão.
Nós devemos recorrer sempre a Maria devido as nossas limitações, ocasionadas pelo pecado original e nossas limitações humanas, pedir sempre a intercessão de Maria por nós e nossos irmãos, conforme o que diz o “Rogai por nós pecadores, agora e na hora de nossa morte”, da nossa Ave-Maria.
E quanto a imagem de Nossa Senhora, que muitos criticam, não devemos ver a louça, a madeira, o vidro, o barro ou outro qualquer material inanimado da imagem de Maria, mas o que está por trás, o que simboliza, conforme acima. As imagens de Maria apenas procuram viabilizar o invisível e tornar sensível o espiritual, para melhor crescermos no Amor e na Misericórdia que o Filho de Maria, Jesus Cristo nos ensinou, para também sermos outros Jesus na Terra, portanto, outros filhos de Maria, que nos diz: “Faze o que Ele vos disser”.
Um Pouco da História da Devoção aos Santos:
A DEVOÇÃO A NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO: 
1775: No levantamento mandado proceder pelo governador do Grão-Pará e Maranhão, Francisco Xavier de Mendonça Furtado, sobre quantos índios estavam incorporados nos regimentos militares do estado, foi encontrado este número de índios e oficiais brancos, 2.898 soldados-índios e 122 oficiais, assim destacados em alguns arraiais que tinha Maria como Padroeira:
Nossa Senhora da Conceição de Santarém, 8 oficiais e 139 soldados-índios.
Nossa Senhora da Conceição de Benfica, 3 oficiais e 40 soldados-índios.
Nossa Senhora da Conceição de Santarém Novo, 1 oficial e 55 soldados-índios.
E assim seguia a relação, mostrando que entre os santos da devoção popular da Igreja Católica, Nossa Senhora ocupava destacado lugar nas primitivas povoações do Grão-Pará, nos tempos em que a maior parte dos povoados eram habitados por inúmeras tribos indígenas.
A Devoção à Nossa Senhora da Conceição era a maior entre todos os povoados e vilas do Pará Colonial e  o Povoado de Nossa Senhora da Conceição de Abaeté já era contado nessa devoção.
 DEVOÇÃO À NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO
O título dado à Maria, Mãe de Jesus, de NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO é fruto de um dogma da Igreja, acreditando que Maria foi concebida sem a mancha do pecado, nascendo, portanto, sem o pecado original. Isso ocorreu somente à Maria, para ela vir ao mundo já preparada para ser a futura Mãe do Filho de Deus. Assim se tornaria o Tabernáculo Vivo onde Jesus moraria por 9 meses. Por ter sido pura desde sua concepção no ventre de sua mãe podemos chamá-la também de Imaculada. Daí o título de IMACULADA CONCEIÇÃO. A palavra Conceição é um derivado de concebida, ou seja, Maria foi concebida, veio ao mundo, sem o pecado original e, por isso, é Imaculada. Pode ser chamada de Nossa Senhora da Conceição ou Nossa Senhora da Imaculada Conceição.
O culto a Nossa Senhora da Conceição já existia em Portugal quando em 25/3/1646 o El-Rei, D. João IV, declarou a Virgem N. S. da Conceição padroeira do Reino de Portugal, oficializando um culto que já vinha desde 1589, quando já existiam muitas irmandades de N. S. da Conceição no país lusitano.
 Os portugueses que vieram colonizar o Brasil já trouxeram consigo o culto a N. S. da Conceição, como foi o caso do navegador português Francisco de Azevedo Monteiro que foi o introdutor desse culto no povoado de Abaeté em 1724, quando veio tomar posse da sesmaria a si doada pelo Rei de Portugal.
Francisco de Azevedo Monteiro já trouxe consigo a devoção à N. S. da Conceição, pois o culto a Nossa Senhora da Conceição já existia em Portugal, quando em 25/3/1646 o El-Rei, D. João IV, declarou a Virgem Nossa Senhora da Conceição padroeira do Reino de Portugal, oficializando um culto que já vinha desde 1589, quando já existiam muitas irmandades de Nossa Senhora da Conceição no país lusitano.
Era tão forte a devoção dos portugueses à N. S. da Conceição, no início da Colonização do Brasil e, especificamente do Pará, que dos 74 topônimos religiosos dados às localidades paraenses, antes da expulsão dos jesuítas e outras ordens religiosas do Pará, que 22 eram dedicados à Nossa Senhora da Conceição, seguido de S. João Batista com 14 lugares, enquanto S. Miguel, S. José, Santa Maria e Nossa S. do Rosário acham-se espalhados em 20 outras vilas e cidades. Isso demonstra a força da devoção dos portugueses por Nossa Senhora da Conceição.
Portanto, foi Azevedo Monteiro, o introdutor desse culto no povoado de Abaeté em 1724, quando veio tomar posse da sesmaria a si doada pelo rei de Portugal. O culto a Nossa Senhora da Conceição encontrou terreno fértil entre os nativos do lugar, que se encarregaram de perpetuar essa devoção.
Desde a criação do povoado de Abaeté, até a criação da Vila de Abaeté em 1880, foram 156 anos de devoção dos nativos e habitantes do lugar a Nossa Senhora da Conceição. Isso significa mais de um século e meio de devoção à Virgem da Conceição, com a precária assistência de padres, pois estes tinham um enorme território para dar assistência catequética, como foi o caso dos jesuítas e dos padres seculares de Belém, que além de Abaeté, tinham muitos outros centros de catequese para desenvolver seus trabalhos espirituais.
A partir da condição de vila, constituída em 1880, a devoção a Nossa Senhora da Conceição continua a ter o acompanhamento dos padres enviados pelo Bispado de Belém, agora na condição de vigários e até a elevação de Abaeté à condição de cidade em 1895, são mais 15 anos de devoção à Virgem da Conceição. E até os últimos dias do ano de 2009, já são 285 anos de veneração à Nossa Senhora da Conceição, o que configura um próximo tricentenário de devoção dos abaetetubenses a Nossa Senhora da Conceição.
Essa devoção antiga à Virgem da Conceição finca raízes profundas no seio do povo abaeteense e tudo girava em torno da devoção à Nossa Senhora da Conceição. Eis algumas provas da devoção à Nossa Senhora da Conceição:
• Povoado de Nossa Senhora da Conceição de Abaeté, que foi o 1º nome dado ao povoado como homenagem à Nossa Senhora da Conceição e aos nativos locais. Era costume dos antigos missionários, dos tempos da colonização do Pará, denominar as localidades por eles catequizadas com nomes de santos. Posteriormente, em 1755, o Governador Francisco Xavier de Mendonça Furtado, irmão do poderoso Marquês de Pombal, mudou os nomes das antigas aldeias de índios catequizadas pelos antigos padres missionários. Porém a devoção à Virgem da Conceição continua através dos anos.
• “Sorte de terras denominado Conceição, onde hoje está assentada a cidade de Abaeté, que era de propriedade da igreja”.
• Capelas de Nossa Senhora da Conceição, que foram: a 1ª Capela de Nossa S. da Conceição, construída por Francisco Azevedo Monteiro e a 2ª, construída pelo marajoara Manoel da Silva Raposo.
• Travessa de Nossa Senhora da Conceição, mudada popularmente para Travessa da Conceição, que era o caminho onde foram construídas as duas antigas capelas de Nossa Senhora da Conceição.
• 1º Cemitério de Nossa Senhora da Conceição, que era o antigo municipal com o nome dessa Santa, mandado construir pelo Intendente Emygdio Nery da Costa (1894-1896) e que ficava ao redor da 2ª Capela de Nossa S. da Conceição.
• A Festa de N. S. da Conceição que surgiu, no início do século 20 e ela inicialmente acontecia na antiga Igreja do Divino E. Santo, localizada na antiga Praça do Divino, atual Praça Francisco de Azevedo Monteiro. Na mesma época surgiram as procissões do Círio de Nossa S. da Conceição e as procissões dos demais santos da devoção popular.
• Praça de Nossa Senhora da Conceição. As antigas festas de Nossa Senhora da Conceição eram realizadas na antiga Praça do Divino, também chamada pelo povo de Praça de Nossa S. da Conceição ou Praça da Conceição. Com a mudança dos festejos de Nossa S. da Conceição para a Praça Dr. Augusto Montenegro, essa praça passou a ser chamada de Praça de Nossa Senhora da Conceição, onde era montado o novo Arraial de Nossa S. da Conceição, por ocasião daqueles festejos.
• Theatro de Nossa Senhora da Conceição, que era o teatro onde o Grupo Scênico de Abaeté, nos anos de 1920, encenava peças teatrais na 1ª campanha de arrecadação de fundos para a construção da nova Igreja Matriz de Abaeté, teatro esse que funcionava no alpendre da antiga Igreja do Divino Espírito Santo.
• 2º cemitério de Nossa Senhora da Conceição, que corresponde ao atual Cemitério Público de Abaetetuba e para onde foram removidos os restos mortais de algumas figuras notáveis de Abaeté que estavam enterrados no 1º cemitério.
• Olaria de Nossa Senhora da Conceição, que era uma olaria administrada por Francisco de Assunção dos Santos Rosado, cujas vendas de seus produtos iam constituir o Patrimônio de Nossa S. da Conceição, para a construção da nova Igreja Matriz de Abaeté.
• Irmandade de Nossa S. da Conceição, que foi a Irmandade criada nos tempos da 1ª Comissão para arrecadação de fundos, anos de 1920, para a construção da nova Igreja Matriz de Abaeté Igreja Matriz de Nossa S. da Conceição, chefiada também pelo devoto Francisco de Assunção dos Santos Rosado e seus companheiros de diretoria.
• Largo ou Arraial de Nossa Senhora da Conceição, denominação que a antiga Praça do Divino recebia quando dos antigos festejos de Nossa S. da Conceição. Quando a nova igreja Matriz de Nossa S. da Conceição ficou pronta na antiga Praça Dr. Augusto Montenegro, o Largo ou Arraial de Nossa S. da Conceição passou a ser esse espaço em torno da nova Igreja Matriz.
A atual Praça de Nossa s. da Conceição se
transforma no Arraial de Nossa S. da Conceição
por ocasião da Festa de Nossa S. da Conceição 
• Banda Virgem da Conceição, que foi a banda musical fundada por Chiquinho Margalho, com a interferência dos padres capuchinhos, para se contrapor à Banda Carlos Gomes que estava em litígio com padres da Igreja Católica. Vide Club Musical Carlos Gomes.
• Imagem de Nossa Senhora da Conceição, que é a antiga imagem dessa santa e que traz alguns traços do estilo barroco e que é carregada nos círios e é exposta nos períodos da Festa de Nossa S. da Conceição (28/11-8/12), em Abaetetuba.
• Círio de Nossa Senhora da Conceição, que se tornou a grande procissão que antes, tradicionalmente, era realizada no dia 28/11, dando início aos 15 dias de festejos dessa Santa, em Abaeté. A 1ª procissão Oficial de Nossa Senhora da Conceição aconteceu no dia 8/12/1912, ainda na Igreja do Divino, situada na então Travessa Nova, em frente à Praça do Divino ou Praça da Conceição.
• O 1º Círio na Nova Igreja Matriz de Nossa S. da Conceição:
Há um registro do 1º Círio de Nossa Senhora da Conceição na nova Igreja Matriz de Abaeté: “As duas bandas de música, a Carlos Gomes, chefiada por Raymmundo Pauxis, tendo como Mestre de Banda o Sr. Chiquinho Margalho e a Banda Paulino Chaves, esta chefiada pelo mestre de banda Gerônimo Guedes e com 21 músicos, que participaram do 1º Círio de Nossa Senhora da Conceição em 1937”
• A Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição que era uma aspiração antiga do povo abaeteense e as ações para as arrecadações de fundos para a sua construção se iniciaram com o incentivo do Padre Luiz Varella nas primeiras décadas do século 20 e com a 2ª Comissão, chefiada pelo farmacêutico Joaquim Mendes Contente, e em 1936 essa igreja já estava quase concluída por força do idealismo de muitos católicos que mergulharam de corpo e alma nesse propósito de fé. Vide a postagem Construção da Nova Igreja Matriz de Abaeté.
• Barraca de Nossa S. da Conceição, que era o prédio anexo à antiga Igreja Matriz de Nossa S. da Conceição (Barraca da Santa) e que foi reformada no tempo dos primeiros padres xaverianos e onde aconteciam os Leilões de Donativos das Festas de Nossa S. da Conceição. Atualmente a Barraca de Nossa Senhora da Conceição está recebendo nova reforma para se tornar o moderno Centro Cultural e Catequético Nossa Senhora da Conceição.
A Barraca de Nossa Senhora da Conceição, 
em reforma para se transformar no Centro
Cultural e Catequético Nosa Senhora da
Conceição
• Escola Paroquial de Nossa Senhora da Conceição, que foi a escola que funcionou na antiga Barraca de Nossa Senhora da Conceição, no tempo da chegada dos primeiros padres xaverianos à Abaeté, nos anos de 1960. Essa Escola foi o embrião do atual Colégio São Francisco Xavier.
• Centro Médico de Nossa Senhora da Conceição, nome dado atualmente ao antigo centro de saúde criado pelos primeiros padres xaverianos chegados à Abaeté, nos anos de 1960.
Como a Diocese de Abaetetuba possui sua entidadedenominada Obras Sociais da Diocese de Abaetetuba,
esta trabalha em vários campos da assistência social
dos municípios da Diocese nos campos da educação,
saúde, escolas profissionalizantes.
O antigo Centro Médico que faz parte das Obras
Sociais da Diocese de Abaetetuba e está sofrendo
reforma para melhor atender aos necessitados de
atendimentos dos variados atendimentos médicos e
laboraratoriais em Abaetetuba
• Grupo de Escoteiros de Nossa Senhora da Conceição, nome dado a um antigo grupo de escoteiros de Abaeté.
• Ruas e travessas de Nossa Senhora da Conceição ou ruas e travessas da Conceição, que são várias ruas de Abaetetuba.
• Grupo de Alcóolicos Anônimos de Nossa S. da Conceição, nome dado a um grupo de recuperandos de bebidas alcoólicas que funcionava em uma das salas da Barraca de Nossa. S. da Conceição.
Enfim, a devoção à Nossa Senhora da Conceição era tão forte que praticamente tudo no povoado, freguesia e vila de Abaeté girava em torno da devoção à Virgem da Conceição. Nestes novos tempos, apesar do secularismo, consumismo e sectarismo que tomaram os corações de muitos abaetetubense, a devoção à Nossa S. da Conceição vai seguindo a antiga tradição de nossos antepassados.
ORGANIZAÇÃO DAS ANTIGAS FESTAS DE NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO:
A devoção a Nossa S. da Conceição e aos santos populares seguia firme em Abaeté e as antigas festas de santos eram organizadas pelo povo católico, em inúmeras festas que aconteciam pela cidade e pelo interior do município. O modelo antigo de se organizar e realizar os festejos de santos eram através de iniciativas particulares. Num determinado tempo da história, acredita-se que antes dos anos de 1920, através do Padre Luiz Varela e, posteriormente, dos padres capuchinhos, as festas de santos começaram a ser organizadas por diretorias formadas entre os membros da sociedade para tal fim. Exemplo da organização de uma antiga festa de Nossa Senhora da Conceição:
Data do início da festa: 28 de novembro; Término da festa: 8 de dezembro.
Juiz Protetor: Raimundo Pauxis.
Juiz de Honra: Tenente Humberto Parente.
Juízes: Excelentíssimos Senhores: Aristides dos Reis e Silva, José de Carvalho Figueiredo, Abílio Souza, Davi Meira, José Pinheiro Baía, Miguel Silveira Ferreira, Aires Baia Matos, Elpídio Figueiredo, Deoclécio Viana, Zinho Cruz, Benjamir Nahum, Hilder Barros, Caboclo Ferreira, Felix Santos, Alaci Pinheiro Sampaio.
Diretoria: Presidente: Vigário Paroquial Frei Camilo Maia; 1º Secretário: João Luiz dos Reis; 2º secretário: José ferreira Ribeiro; Tesoureiro e Diretor geral: Joaquim Mendes Contente.
Membros: Hildefrides dos Reis e Silva, Emiliano de Lima Pontes, Raimundo Nonato ferreira, Oscar Solano, Raimundo Pauxis, Horácio Maués Cardoso, Bernardino Costa (como representante em Belém).
Juízas: Etelvina Villaça da Silva, Orlandina Lima de Sousa, Rosalina Carvalho Costa, Maria da Conceição Matos, Maria da Conceição N. Cardoso, Emercinda Maués Góes, Dalca Leite Cunha, Auta Correa Cardoso, Lucília Gonçalves Garcia, Mageli Felipe Ribeiro.
Juízes da Trasladação e Procissão: Pedro Ribeiro de Araujo, Fortunato Lobato, Crispim Ferreira, Licínio Ribeiro de Araujo, Raimundo Cardoso da Silva, Manuel V. Pinheiro de Sena, Horácio Lobato e Ildemar Correa Lima.
Juízas da Trasladação e Procissão: Catarina Pimentel Coutinho, Cezarina Lobato, Antonieta Paes Loureiro, Valdomira Cardoso, Olívia Chaves, Alice Vieira, Emercinda Maués Góes, Climéria Vencelar Cardoso, Ceci Lopes.
Diretor técnico da Iluminação: João Batista dos Reis e Silva. Juízes do Mastro: João Arlindo Frederico de Lima, Manuel Barbosa, Sebastião Lobato.
Juízes da Bandeira: Nirvana Silva de Souza.
Os demais antigos festejos de santos da Igreja Católica seguia o esquema acima e alguns chegavam a extrapolar e misturavam os motivos religiosos com os profanos, como os arraiais e até mesmo com festas festas dançantes.

A   DEVOÇÃO À NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO NOS DIAS ATUAIS:
Hoje os moradores do município de Abaetetuba já começam a respirar o clima da Festa de Nossa
Senhora da Conceição, que é a mais antiga devoção do povo católico de Abaetetuba, pois referida
 devoção se iniciou a partir do ano de 1724, com a chegada do português Francisco de Azevedo
 Monteiro, que como pagamento de promessa, caso se salvasse de um naufrágio, mandaria construir uma capela dedicada à Virgem da Conceição. A referida promessa foi paga com a construção de uma primeira capela no povoado que passou a ser chamado de Povoado de Nossa Senhora da Conceição de Abaeté, termo que era empregado nos antigos escritos dos tempos coloniais do Pará. Portanto, a devoção atravessou os períodos de povoação, freguesia (condição política que vem desde o ano de 1750), vila e cidade de Abaeté, posteriormente Abaetetuba. Então a devoção à Virgem da Conceição já vai avançando para os seus trezentos anos. Quanto ao Círio de Nossa Senhora da Conceição, sabemos que é uma procissão bem antiga, que alguns historiadores de Abaetetuba dizem ser o Círio de nº 100 da antiga devoção à Nossa Senhora da Conceição. Porém falta um fato relevante e comprovado de que seria o Cirio de nº 100. Sabemos que nas devoções dos antigos santos, o que não faltava era a presença da musicalidade, haja vista que o Clube Carlos Gomes surgiu em 1880, e tomou como seu Patrono, o Santo São Raimundo Nonato e este Santo também era festejado em Abaeté pelos antigos membros da família Pauxis, que eram os dirigentes da Banda Carlos Gomes.

AS MUDANÇAS NO MODO DE SE ORGANIZAR E REALIZAR AS FESTAS DE SANTOS EM ABAETETUBA:
As festas religiosas sofreram grandes mudanças, onde não mais eram as diretorias com os seus políticos, governantes e pessoas da sociedade que organizavam esses festejos, e sim, os grupos das comunidades dos setores é que passaram a organizar as festas dos padroeiros do bairro. Agora, segundo os xaverianos, as festas de santos eram atividades que só dizem respeito aos fiéis das comunidades e estes, em assembléias, é que deveriam decidir como seriam realizados os festejos. Essa maneira de decidir os festejos de santos visava tornar as festas mais religiosas e menos profanas.
Muitos padres e freiras xaverianos que chegaram à Abaeté a partir do ano de 1961 já chegaram imbuídos das reformas que o Concílio Vaticano II e dos documentos dos sínodos dos bispos em Medellin/Colômbia e de Puebla/México que anunciavam a NOVA FORMA DE EVANGELIZAÇÃO DOS POVOS E DAS CELEBRAÇÕES LITÚRGICAS.

O novo perfil do cristão que tais documentos traçavam era a exigência do HOMEM NOVO, diante dos problemas sociais que se faziam presentes na vida das comunidades. Assim, os recém chegados padres e irmãs iniciaram a busca e a construção de uma sociedade mais justa, digna e fraterna e, devido a essas exigências, era necessária uma evangelização baseado nessas premissas e as tarefas dos novos cristãos iam se configurando nesse perfil. Assim, as velhas tradições que compunham a religiosidade popular do povo católico de Abaeté, vivenciadas pelas pessoas mais velhas, como as festas dos mastros dos santos, as ladainhas cantadas e tocadas, as comilanças, os teatros, as novenas, as devoções aos santos, assim como os antigos grupos católicos que deveriam ser gradativamente alteradas, dando lugar ao novo jeito de ser cristão na comunidade e nas práticas religiosas da igreja. Esse novo modo de ser Igreja abriu os olhos de muitas pessoas, da cidade, das ilhas e das estradas, com o despertar da consciência dessas pessoas para os direitos humanos, para a justiça social e para o empenho social e político nas várias esferas da sociedade e do poder. Muitos líderes surgiram a partir da chegada dos padres xaverianos à Abaeté, com a adesão à evangelização libertadora, que teve os seus méritos na formação de cidadãos, líderes e um povo mais esclarecido, lutando pelos seus direitos e pela justiça social. Mudaram as pastorais, especialmente a dos jovens e das comunidades, que acabaram se tornando mais críticas, ao analisar as realidades sociais ao seu redor. Enfim, a devoção popular não se encaixava nos parâmetros da Igreja Católica, como instituição, por que essas devoções estão altamente desvirtuadas das normas católicas, pelos excessos profanos que contém.

Porém, com os novíssimos tempos da Igreja Católica, a devoção aos Santos Católicos voltou com força e o Círio que está às nossas portas representa o modo novo de ser igreja e celebrar os Santos. 

AS MUDANÇAS: 
A partir dessa organização estrutural na paróquia, as festas de santos começaram a mudar, como:/A substituição da diretoria pelas comunidades: 
A introdução dos noitários, formada por entidades, escolas, comunidades, órgãos públicos, etc; 
Introdução do bar e cozinha; 
A introdução de equipes das missas, novenas, nos serviços na barraca e a equipe do círio;
A equipe para a organização do arraial; 
Até mesmo o tradicional dia do círio em 28/11 foi mudado; 
A música de bandas no arraial foi substituída pela música de aparelhagens musicais. 
Para as celebrações religiosas eram convidados padres pregadores de outras paróquias do Pará. 
O fim das bebidas alcóolicas na barraca, praça e arredores.

MUDANÇAS NA PROCISSÃO DO CÍRIO:
O Círio de N. S. da Conceição sofreu muitas mudanças, também, como:
O uso de equipamento c/rodas para levar a berlinda da santa (antes era levada nos ombros dos fiéis)
A introdução dos guardas-da-santa, para disciplinar a presença dos fiéis ao redor da berlinda.
O carro de som para executar os cantos da procissão do círio. Posteriormente aconteceu a sonorização da procissão, através da Rádio Conceição.
O uso da TV para gerar as imagens e comentários da procissão do círio
As mudanças dos percursos da procissão do círio. O círio passou a sair de um determinado setor da paróquia, posteriormente ficou fixo durante alguns anos, devido a sonorização.
A introdução de outras procissões: círio fluvial, moto-romaria, círio mirim, auto da padroeira, etc.

OUTROS ASPECTOS HISTÓRICOS DA FESTA DE NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO:
Quando a nova Igreja Matriz de Nossa S. da Conceição ficou pronta no início dos anos de 1940 muitas imagens de santos da devoção popular foram colocadas nessa igreja. Vide fotos.
Como o Padre Luiz Varella foi transferido em 1932 para a cidade de Mocajuba/Pa é formada pelo Padre Magalhães uma 2ª comissão para dar continuidade às campanhas de arrecadação de fundos e de materiais.
• Requerimento de 1933: O requerimento pedindo a autorização do Arcebispo do Pará para a construção da Igreja Matrizx, D. Antonio Lustosa, foi preparado no dia 7/5/1933 e foi assinado pelas seguintes pessoas: Pe. Inácio Magalhães, Vigário; Bernardino Mendes da Costa; Raimundo Nonato Viégas; José Ferreira; Joaquim Mendes Contente; José Pinheiro Bahia; Raimundo Pauxis; Humberto Parente; Emiliano de Lima Pontes; Raimundo Nonato Ferreira e Oscar Solano de Albuquerque.

• Convite de 1933. A Comissão abaixo assinada, tem a grata satisfação de convidar todas as Autoridades, Federais, Estaduais e Municipais, bem como as Associações Religiosas e de Classes, o Corpo Comercial, Excelentíssimas Famílias e ao generoso Povo Abaeteense, para a ‘Bênção do Cruzeiro’ que realizar-se-á no dia 27/5 às 17:00 horas e no dia 28/5 realizar-se-á a “Bênção da Primeira Pedra” para a Construção da Igreja Matriz, durante a Missa Campal que se realizará no local da construção. Rogo a todos, de com sua presença, realçarem esse ato de fé cristã, bem como pedir uma contribuição material para a construção de tão importante Templo de Deus. Penhorados agradecem. Abaeté, 10 de maio de 1933. Pela Comissão: Padre Ignácio de Magalhães, Bernardino Mendes, Raymundo Nonato Viégas, José Pinheiro Baía, José Ferreira, Joaquim Mendes Contente, Humberto Parente, Raymundo Pauxis, Oscar Solano, Raymundo Nonato Ferreira e Emiliano Pontes.

• A campanha dos tijolos aconteceu no ano de 1934 e em 1935 a Igreja Matriz já podia receber os fiéis para as celebrações e a 1ª Missa na nova Igreja aconteceu no dia 4/12/1937, mesmo sem estar concluída, feita por um padre vindo de Belém/Pa, pois Abaeté estava sem vigário devido o espancamento em que foi vítima o Padre Magalhães, ficando a nova igreja fechada para as celebrações religiosas e missas. 

• No dia 28/11/1939 a Igreja Matriz de Abaeté foi reinaugurada e no dia 27 de novembro de 1940 foi feita a Trasladação da Imagem de Nossa Senhora da Conceição para a nova Igreja Matriz. Nessa época os padres capuchinhos davam início ao seu trabalho na Paróquia de Abaeté.

• Em 28/11/1941 o padre capuchinho, Frei Paulino de Sellere, fez a sagração oficial do novo templo, logo após a chegada do Círio de Nossa Senhora da Conceição, daquele ano. Terminado a procissão do Círio, o padre, acompanhado de Joaquim Mendes Contente e Dionísio Edmilson Lobato, subiu até o alto da Torre da Matriz (ainda não terminada) e de lá ele lança a Benção de Sagração sobre a nova Igreja Matriz e o povo católico presente. A Torre da Matriz só foi terminada em 1942 e já com os relógios e sinos importados. 

• Quando a Igreja Matriz de Abaeté foi concluída, o 1º véu do Sacrário da igreja foi feito pela professora Esmerina Nunes Ferreira, assim como o seu casamento com Jorge Antonio Bou-Habib, que foi o 1º a ser realizado na nova Igreja Matriz.

A IMAGEM DE NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO:
Diz a lenda que todo católico português levava consigo as imagens dos santos de sua devoção. E acredita-se que foi isso o que aconteceu com o navegador português, Francisco de Azevedo Monteiro, que além da construção da Capela de sua promessa, também deixou a imagem de Nossa Senhora da Conceição. Sendo assim, presume-se que a imagem é bem mais antiga que a própria devoção dos abaetetubenses por Nossa Senhora da Conceição. E é essa imagem que é carregada em uma berlinda durante o Círio de Nossa Senhora da Conceição e que fica exposta à visitação pública dos fiéis durante os quinze dias de festejos da Virgem da Conceição.

O Círio de Nossa Senhora da Conceição, como o de Nossa Senhora de Nazaré, em Belém, possuía várias versões: 

CÍRIO FLUVIAL:
Composto de centenas de embarcações de todos os tipos e tamanhos que percorrem os rios da frente da cidade de Abaetetuba.

O CÍRIO MIRIM

O AUTO DO CÍRIO:
O Auto do Círio, é uma manifestação de fé misturada a motivos folclóricos-profanos, evento organizado pelos artistas de Abaetetuba, com encenações teatrais, musicais e outros motivos.

O HINO E CANTO A NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO:

O Hino de N. S. da Conceição, que é um belo e melodioso hino dedicado à Virgem da Conceição, especialmente composto pelo maestro abaeteense Oscar Santos, sempre entoado de modo inflamado ao final das celebrações religiosas e que leva muitas pessoas às lagrimas. Barraca de N. S. da Conceição, que é um prédio anexo à Igreja Matriz, onde, seguindo a tradição das festas religiosas na antiga Igreja Matriz do Divino Espírito Santo, deveriam acontecer os famosos leilões com fundo musical e outros folguedos e vendas de bebidas e comidas típicas. Nos tempos antigos eram bem concorridos os leilões, cujos produtos leiloados, na forma de bolos, animais vivos ou abatidos, miniaturas de embarcações e muitos outros tipos de produtos que eram ofertados pelos devotos de N. S. da Conceição. Um dos famosos leiloeiros era o Sr. Orêncio Pimentel Coutinho que levou anos nessa atividade. Na barraca existia um bar, responsável pela venda de bebidas e tira-gostos e uma cozinha, responsável pelo preparo e venda das comidas na barraca. 


Acima, a programação religiosa dos 16 dias de festejos

Acima, informações sobre a Peregrinação da Imagem
de Nossa Senhora da Conceição pelas diversas comunidades
das Paróquias de Abaetetuba e os percursos das diversas
procissões da Festa de Nossa Senhora da Conceição
Acima, a Programação Social da Festa de Nossa
Senhora da Conceição, que é um momento de
confraternização das várias Comunidades, Órgãos,
Entidades que promovem o leilão de donativos,
apresentações culturais, degustação da culinária
de Abaetetuba e comes e bebes na forma de
pasteis, docinhos e refrigerantes
 Acima. o calendário das diversas peregrinações
com a Imagem de Nossa Senhora da Conceição às
diversas comunidades e outras localidades e mais
abaixo a imagem de um dos Círios de Nossa
Senhora da Conceição
 Acima o mapa do percurso com as ruas do Círio de
Nossa Senhora da Conceição (marcado em amarelo)
e mais abaixo a imagem da maquete de como ficará a
nova Barracade Conceição, agora na forma de
Centro Catequético e cultural, que está sendo reformada
para esses fins
Este será o último Círio de Nossa Senhora da
Conceição no qual o Bispo D. Flávio Giovenale
atuará como Bispo da Diocese de Abaetetuba,
pois o mesmo seguirá para assumir como o
novo Bispo Diocesano de Santarém.
Aqui o Blog do Ademir Rocha agradece ao grande
e dinâmico bispo pela sua marcante atuação frente à
Diocese de Abaetetuba e ao mesmo tempo deseja que
ele desempenhe suas novas funções com o mesmo
ardor e fé nas comunidades da referida Diocese e os
nossos eternos agradecimentos por tudo o que ele
fez nas comunidades da nossa Diocese de Abaetetuba

O AUTO DA PADROEIRA:
O Auto da Padroeira, na Festa e Círio de Nossa Senhora da Conceição, aconteceu no dia 23/11/2012 e, como todos os anos, é uma homenagem prestada pelo segmento cultural de Abaetetuba á Nossa Senhora da Conceição, em sua Festa e Círio, Edição 2012, 100º Círio que acontece em terras de Abaetetuba, tendo como base a Procissão com a presença do elemento musical, isto é, as bandas de música de Abaetetuba. Há referências ao 1º Círio desse tipo acontecido no ano de 1912. Várias apresentações e números artísticos foram apresentados no Auto da Padroeira, do Círio nº 100.

CÍRIO FLUVIAL:
O Círio Fluvial de Nossa Senhora da Conceição aconteceu na manhã do dia 24/11/2012 com a presença de centenas de embarcações de todos os tipos e tamanhos acompanhando a Imagem de Nossa Senhora da Conceição que ía em uma das embarcações devidamente enfeitada para receber a Imagem da Virgem da Conceição. Milhares de pessoas acompanharam o Círio Fluvial de Nossa Senhora da Conceição embarcados nas centenas de embarcações ou pelas margens dos rios da frente da cidade. Centenas de pessoas se posicionaram no Cais do Porto da frente da cidade para ver a chegada das embarcações, especialmente da que carregava a Imagem de Nossa Senhora da Conceição, e com o espoucar de muitos fogos na chegada. Após o desembarque da Imagem, a procissão seguiu por algumas ruas da cidade para terminar em frente à Igreja-Catedral, onde o Bispo D. Flávio Giovenale fez as benções das motos e com alguns aconselhamentos do bispo sobre os cuidados que as pessoas devem ter na condução desse tipo de veículo pelo conturbado trânsito da cidade. Vide algumas imagens do Círio Fluvial de Nossa Senhora da Conceição e a homenagens dos fiéis à Virgem da Conceição.










Acima, alguns barcos que estavam acompanhando
o Círio Fluvial de Nossa Senhora da Conceição nos
rios da frente da cidade de Abaetetuba
Vista panorâmica dos rios e ilhas da frente da cidade
de Abaetetuba por onde aconteceu o Círio Fluvial 2012
de Nossa Senhora da Conceição
 O Cristo Crucificado e a Igreja Catedral de Nossa
Senhora da Conceição devidamente pintados para
receber a Procissão Fluvial de Nossa Senhora da
Conceição
A Imagem de Nossa Senhora da Conceição presente
no Círio Fluvial da Virgem da Conceição
 D. Flávio Giovenale, Bispo de Abaetetuba, se preparando
para fazer as recomendações aos proprietários condutores
de motos sobre suas responsabilidades e cuidados na condução
desses veículos e as benções às motos que compareceram
na Praça Catedral
Centenas de donos de motos presentes às celebrações
finais do Círio Fluvial
 O povo contrito ouvindo o Bispo e recebendo as benções
de Nossa Senhora da Conceição
O povo na expectativa da chegada da Imagem de
Nossa Senhora da Conceição

IMAGENS DO CÍRIO DE NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO:

 Berlinda com a Imagem de Nossa S. da Conceição

Uma das ventarolas distribuídas no decorrer do
percurso do Círio de n. S. da Conceição
Vista panorâmica da procissão do Círio na Av.
Pedro Rodrigues
O Círio no canto da Av. Pedro Rodrigues com
a Rua Barão do Rio Branco
Berlinda com a Imagem de N. S. da Conceição e o
povo ao redor
O povo no Círio de N. S. da Conceição

IMAGENS DO LARGO DA CONCEIÇÃO NOS TEMPOS MODERNOS:

Brinquedo para as crianças

O carrossel de aviõeszinhos para as crianças
O Cristo Crucificado em reforma, as barraquinhas

IMAGENS DO DIA DA FESTA DE N S DA CONCEIÇÃO, DIA 8/12/2012:

Pela Manhã
Povo lotando a Praça de Conceição pela manhã do dia da festa
Povo na frente da Catedral de N S da Conceição
Vendedores, barraqueiros e brinquedos aproveitando o
último dia da Festa de N S da Conceição
Rua D. Pedro II, ao lado da Praça de Conceição e o grande
movimento de pessoas
Celebração da Missa pela manhã por D. Flávio Giovenale e 
demais padres da Paróquia e o povo presente na Santa Missa
O colorido dos vendedores, barraquinhas e o povo aproveitando
o último dia da Festa de N S da Conceição, ano 2012
Povo na frente da Igreja Catedral
 
Blog do Ademir Rocha, de Abaetetuba/Pa

Um comentário:

  1. Ademir,
    Admiro muito o seu blog. Espero que haja continuidade eterna!

    Saúde para você!

    André Camarão Ramos

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