Figuras Populares 4 - Famílias e Textos
Trechos dos contos de José Alexandre Machado:
ABAETETUBA/PA
. MAFINA ou IMPEX, antiga empresa para beneficiar madeira situada no Rio Jarumã, no município de Abaetetuba/PA, madeira que era exportada para os "EUA", Inglaterra.
Rio Jarumã, rio urbano de Abaetetuba/PA
Empresa 'IMPEX', antiga empresa para beneficiar madeira, anterior a empresa 'Mafina' situada no Rio Jarumã, no município de Abaetetuba/PA.
Empresa 'IMPEX', antiga empresa para beneficiar madeira, anterior a empresa 'Mafina' situada no Rio Jarumã, no município de Abaetetuba/PA.
Casas de tolerância ou Rendez-vous:
. Madame Venuta, dona da antiga Boate "Lá Bamba".
. 'Raparigas', mulheres da noite.
. Osmar, rapariga em Abaetetuba nos anos de 1960.
Cabo Velho, policial nos anos de 1960.
. ERA JULHO DE 1966
, CHEGARAM OS POLICIAIS,
CABO VELHO E DELEGADO ANTONIO RIBEIRO,
José AlJosé Alexandre Machado
João Pedro Maués e Benício Lobato Cruz, na época o Roberto Osório procurou um
médico para resolver o seu problema (uma fazenda herdada). O médico, ao ver o estado da fazenda, mandou que ele subisse na cadeira e pulasse. O paciente obedeceu prontamente e ficou sem todo o terreno da fazenda. O médico disse: Problema resolvido.
Lista Genealógica:
A
LEIDE ALMEIDA
LYARA ALMEIDA
MAGDA AQUINO
WILMA ARRUDA SANTOS
B
C
FAMÍLIA CARDOSO
ADELMA CARDOSO
ANGELA CARDOSO
MARIA CARDOSO
VANESSA CARVALHO
VALNEIDE M. CARVALHO LIMA
MARIA INÁ COSTA
GRAÇA CRISTINO
VYVIAN CRISTINO
D
LEILA DUARTE
E
F
FAMÍLIA FELGUEIRAS:
ANA LÚCIA FELGUEIRAS
REGINA COELI FELGUEIRAS SANTOS
DORANEI FELGUEIRAS STEERS,
ELIANA FONSECA
ADRIANA FONTELLES
ADRIANA FONTELLES
IVONETH FRAZÃO
G
H
I
J
K
L
VALDEREZ LACERDA
FAMÍLIA LIMA
CRISTIANE LIMA
ROSANE LIMA
ROSELY LIMA
Os Carvalho Lima
VALNEIDE M. CARVALHO LIMA
TEREZINHA LISIEUX
MARIA NAZARÉ LOPES RIBEIRO
TATIENNE LOPES
FAMÍLIAS M:
MÁRCIA MAIELLI
FAMÍLIA MARTINS
MARIA LUIZA MARTINS
FAMÍLIA MEDEIROS
IGNEZ MEDEIROS
FAMÍLIAS N
FAMÍLIAS O
FAMÍLIAS OLIVEIRA
ALCIENE OLIVEIRA,
ALCIENE OLIVEIRA,
ELAINE OLIVEIRA
FAMÍLIAS P
FAMÍLIA PAIVA
MARIANA PAIVA
FAMÍLIA PANTOJA
LENE PANTOJA
ELVIRA PANTOJA
FAMÍLIA PARENTE
ELIZABETH PARENTE
IOLANDA PARENTE
MARCELA JOSEFINA PARENTE
FAMÍLIA RIBEIRO
ROSANA RIBEIRO
FAMÍLIA PERETO
IVONE PERETO
FAMÍLIA Q
ANA MARIA QUARESMA
FAMÍLIAS R
Edemir Antunes Filho e Luiz Carlos Ramos
FAMÍLIA RIBEIRO
. ANTONIO RIBEIRO, foi delegado de polícia nos anos de 1960 em Abaetetuba/PA.
CHRISTIANE RIBEIRO
FERNANDA RIBEIRO
Os Lopes Ribeiro
MARIA NAZARÉ LOPES RIBEIRO
Os Ribeiro Rutter
ANA CARLA RIBEIRO RUTTER
EDMEIRE RUTTER
TÁTA RUTTER
FAMÍLIA ROCHA
LEIDILENE ROCHA
FAMÍLIA RODRIGUES
FÁBIA RODRIGUES
FAMÍLIAS S
FAMÍLIA STEERS
DORANEI FELGUEIRAS STEERS,
FAMÍLIA SANTOS
REGINA COELI FELGUEIRAS SANTOS
WILMA ARRUDA SANTOS
FAMÍLIA SACERDA
ANICE SARCEDA
FAMÍLIA SENA
LEDY SENA
TATIANA SOUZA
FAMÍLIA SILVESTRE
IVANI SILVESTRE
FAMÍLIAS T
FAMÍLIAS U
FAMÍLIAS V
PAULA VILA NOVA
FAMÍLIAS Y
FAMÍLIAS Z
Rita Quaresma Avellar
Dia Internacional da Mulher
Um pouco de História,
enviada por uma amiga querida, Ivana Calheiros,
para não esquecermos os motivos que transformaram o dia 08 de março no Dia
Internacional da Mulher.
Fio da História
Lá estavam elas, ao som dos teares, tecendo com fios lilás os tecidos que deveriam vestir e aquecer outros corpos – roupas que elas mesmas jamais vestiriam.
Já próximas ao limite de suas forças, exaustas pelas 16 horas de lida diária, as operárias ainda encontravam ânimo para socorrer companheiras que se esvaiam tuberculosas; para saudar crianças recém-nascidas que saltavam pra dentro da vida ali mesmo, sob os teares, e para chorar as envelhecidas jovens que aos 30 anos agonizavam em seus postos e se despediam de sua breve vida. Entretanto, embaladas pelo ritmo das máquinas, e com o colo molhado pelas lágrimas, gestavam sonhos de esperança, salários dignos, melhores condições de saúde, jornada de trabalho que lhes permitisse abraçar mais longamente suas crianças, beijar mais ternamente seus maridos e saborear um pouco mais a comunhão à mesa na simplicidade dos seus lares. Contagiadas por esse sonho, foram compartilhá-lo com o patrão. Mas o patrão, indignado com tamanho absurdo, julgou ser este um caso de polícia e resolveu transformar aquele sonho divino em um pesadelo infernal.
No dia 08 de março de 1857, as portas da fábrica Cotton de Nova York foram trancadas e o edifício transformado em um grande crematório, onde 129 mulheres foram sacrificadas.
Mas a fumaça daquele holocausto espalhou-se por todo lugar, levando consigo o sonho daquelas mulheres, contagiando e sensibilizando pessoas em todo o mundo, que se encarregaram de tornar realidade aquele ideal. Mártires cremadas, fios lilases, gestantes de um mundo melhor inspiraram Clara Zetkin a propor, durante o Congresso Internacional de Mulheres, realizado na Noruega em 1910, à instituição do Dia Internacional da Mulher. Desde então, a cada 8 de março, mulheres e homens reafirmam sua tarefa como tecelãs e tecelões de uma nova História.
Lá estavam elas, ao som dos teares, tecendo com fios lilás os tecidos que deveriam vestir e aquecer outros corpos – roupas que elas mesmas jamais vestiriam.
Já próximas ao limite de suas forças, exaustas pelas 16 horas de lida diária, as operárias ainda encontravam ânimo para socorrer companheiras que se esvaiam tuberculosas; para saudar crianças recém-nascidas que saltavam pra dentro da vida ali mesmo, sob os teares, e para chorar as envelhecidas jovens que aos 30 anos agonizavam em seus postos e se despediam de sua breve vida. Entretanto, embaladas pelo ritmo das máquinas, e com o colo molhado pelas lágrimas, gestavam sonhos de esperança, salários dignos, melhores condições de saúde, jornada de trabalho que lhes permitisse abraçar mais longamente suas crianças, beijar mais ternamente seus maridos e saborear um pouco mais a comunhão à mesa na simplicidade dos seus lares. Contagiadas por esse sonho, foram compartilhá-lo com o patrão. Mas o patrão, indignado com tamanho absurdo, julgou ser este um caso de polícia e resolveu transformar aquele sonho divino em um pesadelo infernal.
No dia 08 de março de 1857, as portas da fábrica Cotton de Nova York foram trancadas e o edifício transformado em um grande crematório, onde 129 mulheres foram sacrificadas.
Mas a fumaça daquele holocausto espalhou-se por todo lugar, levando consigo o sonho daquelas mulheres, contagiando e sensibilizando pessoas em todo o mundo, que se encarregaram de tornar realidade aquele ideal. Mártires cremadas, fios lilases, gestantes de um mundo melhor inspiraram Clara Zetkin a propor, durante o Congresso Internacional de Mulheres, realizado na Noruega em 1910, à instituição do Dia Internacional da Mulher. Desde então, a cada 8 de março, mulheres e homens reafirmam sua tarefa como tecelãs e tecelões de uma nova História.
Blog do Ademir Rocha, em 22/06/2023.
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