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sexta-feira, 4 de março de 2022

Moju - Localidades do Baixo Tocantins

Moju/PA
Localidades do Baixo Tocantins
Localidades do Baixo Tocantins e outras localidades limítrofes
Na foto acima temos a palmeira tucumanzeiro

Fontes: http.wiquipedia.org.M....e outras fontes como antigos livros de hisriadores paraenses.
Clique nas legendas azuis da postagem para ler outros tópicos desta postagem.

O município de Moju/PA foi criado pela Lei nº 1.399 de 5/10/1889 e compreendia as "parochias" de Moju e Cairary. Foi fundadao em 01/6/1754 por D. Miguel de Bulhões, então Bispo Diocesano do Pará, em terreno doado pelo Capitão Antonio Dornellas ao Divino Espírito Santo, Padroeiro da "Parochia". Em 09/9/1837 pela Lei nº 14, a então Freguesia foi elevada à categoria de "Povoação de Moju" e que tomou a condição de "Villa do Moju" pela Lei nº 269, de 27/8/1856, perdendo essa condição para pertencer ao município de Igarapé-Miri, e readquiriu essa condição pela Lei nº 628, de 10/1870, que criou também o município de Moju. Em 1887 perdeu novamente o foro de vila, sendo o município novamente anexado ao de Igarapé-Miri. Pela Lei nº 1.399 de 05/10/1889 foi novamente criado o município de Moju, passando a sede à categoria de villa.

Pelo Decreto nº 38, de 15/2/1890, do Governo Provisório do Estado, foi dissolvida a Câmara Municipal e criado o Conselho Municipal de Intedência pelo Decreto nº 39, da mesma data, e o município de Moju forma as 5ª e 6ª circuncrições de Igarapé-Miri, sendo a 5ª circunncrição formada de 3 distritos policiais, um com sede na Vila de Moju e outra no Baixo Moju.

O município de Moju limitava-se:
Ao Norte, com Belém;
Ao Sul, com o Estado do Maranhão pela linha que vai da nascente do Gurupy à confluência do Rio Tocantins;
À Este, com o município de Acará;
A Oeste, com os municípios de Abaeté, Igarapé-Miri, Cametá, Mocajuba e Baião.
A então "Villa de Moju" comunicava-se com o município de Abaeté por uma estrada de rodagem de 24km e outra estrada de 12km fazia a comunicação de Moju com os habitantes dos rio Ubá e Jambuassú.
O Rio Moju era francamente navegável às navegações de pequeno e grande calado e suas larguras variava entre 150 e 300m e sua profundidade variava de 3 a 10 braças.

Rios do Moju:
Rio Moju, que apresentava muitas cachoeiras formada por granito de pergamitite, calcite, calcário, quartzo, cristal e grês, sendo seus afluntes os rios Ubá, Puaxé, Jambuassu, Cairary, Urubutana, Camorituba, Aguapé e Guarajaúna.
Em 1921 as matas do Moju apresentavam grandes seringais e castanhais e ainda cedreiros, pau-amarelo, acapuzeiros, piquiiazeiros e outras grandes árvores, junto com a vegetação característica dessa grande área de terras que compõe o município de Moju.
Apresentava também os povoados de Cairary, Caeté, Raissama e Itaboca e a Vila de Moju que agora é a sede do município, situada na margem direita do Rio Moju.

Outros Antigos Engenhos do Pará
Devido reclamações de alguns visitantes de nosso blog, dizendo que só publicamos assuntos exclusivamente de Abaetetuba/PA, resolvemos ampliar as nossas postagens falando também dos engenhos de outras partes do Pará, mesmo por que nosso município sofreu decisiva influência no seu desenvolvimento por parte de outras regiões que mercantilizava com Abaetetuba, cujas histórias são bem mais antigas que a nossa.
Vamos iniciar essas publicações com alguns registros de antigos engenhos e donos de engenhos das cidades e localidades do Pará.
Como não existia a divisão do Pará do modo que existe hoje, vamos nos referir às diversas localidades de acordo como elas se espalhavam pelo litoral dos rios:
Guamá,
Moju,
Tocantins,
Acará,
Bujaru,
Arary,
Barcarena,
Igarapé-Miry,
Capim,
Marajó,
Anapu e outros.

As Rodovias da Zona Tocantina:
Foto acima de autoria de Festa de N.S do Perpétuo
Socorro do Baixo Itacuruçá em Abaetetuba/PA, Região
das Ilhas de Abaetetuba, onde ainda se usa os mais
diferentes tipos de barcos.
O mais importante para a Região Norte é melhorar suas estradas, para que façam conexão com outras regiões e países vizinhos. As estradas principais são a BR-364 (Cuiabá-Porto Velho-Rio Branco) e a Belém-Brasília. Com a Região Nordeste, a conexão principal é feita pela Ferrovia de Carajás, ou por parte das rodovias Transamazônica e Belém-Brasília. 
As cidades mais importantes da região têm aeroportos, e os de Manaus e Belém recebem voos internacionais. O transporte por rios é muito importante para Manaus e outras cidades da região, seja pelo volume transportado ou também pela péssima conservação da BR-319 (Manaus-Porto Velho). Para reduzir o custo de transporte da soja produzida em Rondônia e norte de Mato Grosso, foi inaugurada a Hidrovia do rio Madeira, que consistiu na sinalização e demarcações com boias ao longo do rio Madeira, permitindo o trânsito seguro de barcaças até o rio Amazonas. Outras obras de transporte desejadas pelos que vivem na região:
A pavimentação da rodovia Macapá-Caiena (Guiana Francesa);
A extensão da Ferrovia Norte-Sul (unindo Maranhão, Tocantins e Goiás ao Sudeste brasileiro);
e a conexão por rodovia desde Rio Branco/AC até Cuzco (Peru),
Isso permitiria ao Brasil, através da rede rodoviária peruana, uma saída para o Oceano Pacífico. No ano de 2004 foi inaugurada uma ponte unindo o estado do Acre, no Brasil, ao território do Beni, na Bolívia.
No Tocante às questões das hidrovias, das ferrovias e das rodovias acima citadas e que já se encontram anos em projeções, se pelo menos parte desses planos fossem efetivamente realizados, não precisaria que regiões do Pará e também dos outros estados citados, se armassem de ânimos separatistas que animam algumas populações realmente esquecidas pelas ações dos poderes públicos constituídos através de décadas.
Distinguir nos mapas determinadas vias fluviais ou vias urbanas se torna um pouco difícil para alguns iniciantes no estudo das localidades de Abaetetuba/PA e demais municípios vizinhos, tendo em vista suas localizações e limites. Elencamos neste trecho alguns pontos que delimitam algumas localidades de Abaetetuba (Vide as postagens sobre as localidades de Abaetetuba).
Fontes: Clique nas legendas em azul e leia mais informações
Alça Viária do Pará:
O Estuário Amazônico impõe às regiões sob a sua influência a existência de uma infinidade de corpos fluviais e ilhas de tamanhos grande, médio e pequeno, que só permitiam a comunicação e comercialização entre as comunidades através das vias fluviais e por meio de embarcações fluviais de todos os tipos e que demandavam muitas horas de viagens pelas vias fluviais. Os municípios paraenses de Barcarena, Abaetetuba, Igarapé-Miri, Moju, Acará, Tailândia, Tomé-Açu, Bujaru, Concórdia do Pará e tantos outros da Região Tocantina, ficam relativamente perto da Capital do Estado, Belém, porém tinham a comunicação entre si e com a Capital e demais municípios de sua Área Metropolitana, dificultadas pelas longas travessias que eram feitas através das embarcações fluviais por aqui existentes em grande quantidade. Só para se ter uma idéia dessas pequenas distâncias em linha reta com Belém, cita-se o caso de Abaetetuba, quando as viagens fluviais demoravam de 6 a 8h em embarcações fluviais motorizadas, em viagens diretas, e as viagens rodofluviais, demoravam aproximadamente 2h e, por fim, as viagens em táxi aéreo, que só demoravam 12 a 15 minutos até Belém, fato que demonstra a curta distância em viagens aéreas e as dificuldades das viagens fluviais. E era, e ainda é muito dificultosa a comunicação com os demais municípios da Microrregião de Cametá.
Com o advento da malha rodoviária para a Região Tocantina, a partir da década de 1960, já era possível viagens menos prolongadas para Belém através das rotas rodofluviais (metade do tempo em ônibus e metade em navios ou lanchas) através das localidades de Nossa Senhora do tempo, Cafezal e agora pela localidade Arapari. Mesmo assim com a considerável demora de aproximadamente 2,5h de duração a comunicação com os municípios vizinhos também se tornou menos demorada através da malha rodoviária, que começou a surgir na década citada. Pensou-se na construção de uma alça viária que pudesse fazer uma melhor comunicação dos municípios do Baixo Tocantins com a Capital, e assim foi construída a hoje chamada "Alça Viária do Pará".
 A Alça Viária do Pará
Alça Viária do Pará é um complexo de pontes e estradas que totalizam mais de 74Km de rodovias e 4,5 Km de pontes, construida para integrar a Região Metropolitana de Belém com as cidades do Baixo Tocantins e como fator de interligação com o Sul/Sudeste do Pará. A Alça Viária tem início na BR-316, na altura do município de Marituba/PA, na Região Metropolitana de Belém, e termina no município de Barcarena, permitindo acesso à Rodovia PA-150 rumo ao Sul/Sudeste do Pará. Foi inaugurado em Setembro de 2002 pelo então Governador do Pará Almir Gabriel. A Alça Viária tem início na BR 316 na altura do município de Marituba e termina no município de Barcarena permitindo acesso à rodovia PA 150 rumo ao Sul/Sudeste do Pará.
Entre as pontes construídas para viabilizar a Alça Viária do Pará, destacamos:
Ponte sobre o Rio Guamá, localizada no Km 14 da Alça Rodoviária, com uma extensão de 1.976,80m, com estrutura Convencional de 1.394,00 m e vão estaiado de 582,40m (uma das maiores pontes estaiadas do mundo, segundo o Ranking da OIE), largura de 12,40m, asseios laterais de 1,50m e pista de 7,00m (3,5 m por sentido).
Ponte sobre o Rio Acará, localizada no Km 44 da Alça Viária de Belem/Pa, com extensão de 796,00m, com 18 vãos, comprimento de 76,00m, altura de 23,00m (acima do N.A. máximo).
Ponte sobre o Rio Moju, localizada no Km 48 da Alça Rodoviária, com extensão: 868,00m, 23 vãos, Comprimento de 88,00m e altura de 23,00 m (acima do N.A. máximo).
Ponte Moju cidade, localizada na Área urbana de Moju/Pa, com extensão de 868,00m, 20 vãos, comprimento de 88,00m e altura de 23,00m (acima do N.A. máximo).
Mesmo com a construção da Alça Viária do Pará existiam muitas dificuldades de municípios vizinhos de Belém como Acará, Tomé-Açu, Bujaru e Concórdia do Pará, que se ressentiam de uma outra perna na Alça Viária, que pudesse facilitar a comunicação com a Capital e os demais municípios tocantinos. Por isso agradecemos ao atual Governador do Pará, Simão Jatene, que além da revitalização da referida Alça Viária, que se encontrava bastante deteriorada, também tomou a louvável iniciativa de construir a Rodovia Perna Sul, da Alça Viária, que facilitará enormemente os municípios citados acima.
A Alça Viária termina no porto de Vila do Conde, no município de Barcarena. Com sua criação, a expectativa era de liberar a Malha Rodoviária Estadual, pois a produção poderá ser escoada pelos dois portos e não só mais pelo de Belém, como acontece atualmente.
Previa-se também a desativação das viagens para Belém através das Balsas, que fazem o percurso Arapari/Belém, porém tal fato não aconteceu, devido às longas distâncias que as rodovias da Alça Viária impõem nas viagens entre os municípios da Microrregião de Cametá e Belém.
Revitalização da Alça Viária Após Seus 10 Anos de Construção:
A implantação da Alça Viária do Pará abrangeu apenas o que diz respeito à construção da rodovia e das pontes da referida alça. Portanto, foi inaugurada com infraestrutura mínima de uma verdadeira  auto-estrada, pois ficou faltando sinalização adequada, iluminação em todo trajeto, postos das polícias rodoviárias estadual e federal, restaurantes, lojas de conveniência no trajeto, centros de lazer e demais serviços de auto-pista. Depois de construída e inaugurada em estado de semi-acabamento, somente agora na gestão do governador Simão Jatene,  após mais de 10 anos de inaugurada, é que a rede rodoviária está sendo refeita em toda a sua extensão, quando está sendo aplicado um novo pavimento em CBUQ (concreto betuminoso usinado a quente), com 10 centímetros de espessura, que deve garantir a durabilidade da rodovia por mais 10 anos, com previsão de entrega até outubro de 2012. As demais condições de auto-pista devem esperar mais algum tempo, quando da ocupação das margens da rodovia por núcleos populacionais mais próximos dos municípios atingidos pela malha rodoviária tocantina.
No projeto global apresentado consta a pavimentação em toda extensão da rodovia, no início na BR-316, em Marituba, até a rotatória que faz a ligação com a PA-151, no município de Barcarena.
Atualmente, seis obras estão em andamento na região, entre elas a pavimentação da PA- 407 à PA-151, que liga os municípios de Igarapé-Miri e Abaetetuba ao Pólo Industrial de Barcarena, onde é feito o beneficiamento e exportação de caulim, alumina, alumínio e cabos para transmissão de energia elétrica, facilitando o escoamento da produção agrícola, e o avanço do turismo e indústrias instaladas na cidade.
De acordo com a Diretoria de Transportes Terrestres da Secretaria, os serviço abrangem os seguintes trechos: PA-407 (PA-151/Vila Maiuatá), PA-406 (PA-252/Vila de Beja), PA-483 (PA-151/Rotatória da Alça Viária, no trevo do Peteca), PA-481 (PA-403/Porto São Francisco), PA-252, que liga Abaetetuba à Colônia Velha e PA-151, que liga a sede de Barcarena até Cafezal, no mesmo município.
Perna Sul
Quanto a Rodovia Perna Sul, as obras dos 34,6 km da referida já foram executadas e entregue às populações atingidas por essa importante rodovia, que tem pista com 7m de largura e 1,5m de acostamento e pavimentação em CBUQ, com cinco centímetros de espessura, além de uma ponte com estrutura de metal e concreto, com 57 metros de extensão e 10m de largura, construída sobre o rio Itapecuru, com altura para possibilitar a passagem das embarcações dos moradores da região, que utilizam o rio para transportar seus produtos para Belém e outros municípios. A rodovia Perna Sul ligará a Alça Viária à PA-252, facilitando o acesso entre a Região Metropolitana de Belém e os municípios de Acará, Concórdia do Pará, Bujaru e Tomé-Açu. O governo está investindo R$ 42 milhões na construção da nova rodovia, que substituirá a antiga estrada vicinal e reduzirá em cinco quilômetros a viagem até a cidade de Acará. Informações de
Bruna Campos – Secom/Secretaria de Comunicação do Estado do Pará.
A Malha Rodoviária do Pará:
A Alça Viária do Pará, com as suas quatro grandes pontes de 4,5 Km de extensão e 70Km de rodovias (agora são 5 grandes pontes mais a Rodovia Perna Sul, da Alça Viária, com mais 34,6km de extensão),  faz parte do Sistema de Integração do Pará (SIP), que prevê ainda a implantação de quatro hidrovias nos rios Guamá-Capim, Tocantins-Araguaia, Marajó, Tapajós-Teles-Pires-Jurena. Depois de concluída, a obra vai interligar todo o Estado do Pará e facilitar o escoamento da produção brasileira pelo Norte do país. O complexo deve beneficiar 4 milhões de pessoas. A população do Pará é de 6,1 milhões de habitantes atualmente.
Pelos cálculos do governo estadual, o trajeto de Belém a Marabá, por exemplo, que levava até 8h, será reduzido, pois as travessias de balsas poderão ser substituídas.
Além das rodovias da Alça Viária do Pará, existem outras importantes rodovias federais e estaduais no Estado, que fazem a interligação dentro de Belém e com os municípios de sua Região Metropolitana e com as demais mesos e microrregiões do Estado:
Clique nas legendas em azul abaixo
PA-151, Rodovia Moura Carvalho. Foi o governador Moura Carvalho que mandou construir a Rodovia PA-151 em 1960. Esta importante rodovia, que compõe a malha rodoviária do Tocantins, há tempos construída, já estava necessitando de uma revitalização e ampliação. O governador Simão Jatene e secretários, assinaram em Igarapé Miri, a Ordem de Serviço para o início da pavimentação do lote 1 da rodovia PA-151.
A obra inclui o trecho que vai do entroncamento com a PA-252, passando pelo rio Igarapé-Miri/PA, até o rio Meruu, ao longo de cincoenta quilômetros. O lote 2 da rodovia, com 65 Km, abrange o trecho rio Meruu/Entroncamento com a PA-471, na altura de Vila do Carmo, em Mocajuba/PA, e o lote 3, dessa localidade até Baião, com 59 Km, estão em processo licitatório.
A rodovia ganhará pistas de rolamento com sete metros de largura, mais oitenta centímetros de acostamentos laterais. Além do asfaltamento, a PA-151 receberá serviços de terraplenagem, drenagem superficial, obras de arte correntes, sinalização gráfica horizontal e vertical, inclusive com tachas reflexivas.
Com um total de 152 km de extensão, a PA-151 liga o porto do Arapari, em Barcarena, ao município de Baião, passando por Igarapé Miri e atendendo, ainda, Mocajuba e Baião, além das localidades de Vila do Carmo, Carapajó, Meruú, Curuçambaba, Colônia Velha e Vila Maiauatá.
Essas obras contemplam antigo sonho.
A rodovia estadual PA-151 está sendo preparada para tornar-se um das mais modernas e seguras rodovias estaduais do Pará. A previsão é de que todo o trabalho esteja concluído no prazo de um ano, quando os motoristas e demais usuários receberão uma rodovia com asfalto de cinco centímetros de espessura em AAUQ (Areia Asfáltica Usinada a Quente).
A pavimentação da PA-151 está incluída no programa "Caminhos do Desenvolvimento", da Agenda Mínima do Governo, o documento anunciado pelo governador Simão Jatene, em sua 1ª gestão, em março deste ano e que detalha as ações e investimentos para o período de 2003 a 2006.
Quase R$ 311 milhões estão assegurados no orçamento do Estado para pavimentar 816 quilômetros de estradas do Pará e fazer a regularização do revestimento primário de 730 quilômetros de 8 importantes rodovias estaduais, nas diversas regiões do Estado.
Outros Aspectos da PA-151:
Liga Abaetetuba ao município de Igarapé-Miri.
Forma um trevo com a PA-252, próximo ao Rio Abaeté, este no município de Abaetetuba/PA.
Forma um 2º trevo com a PA-252.
A PA-151 corta os seguintes rios e igarapés, em Abaetetuba/PA:
Rio Abaeté, próximo à PA-252, em Abaetetuba/PA;
Igarapé Camotim, idem;
Igarapé Pontilhão e o Rio Itacuruçá, idem.
Esta importante rodovia abriga em seu percurso muitos ramais e núcleos populacionais:
Vila da Paz, na Colônia Nova, no município de Abaetetuba/PA.
Ramal do Camotim e Vila Camotim, km 59, idem.
Ipixuna, km 7, idem.
Ramal Itacupé, idem
Ramal do Piratuba, que chega até o rio  e comunidade Piratuba, idem.
Ramal Sucurijuquara, km 4, idem.
Ramal Aguapé, na Pa-151, que chega ao Rio Aguapé, idem.
Ramal Pau da Isca, na Colonia Nova, esta no município de Abaetetuba/PA também.
Rancho Ouro Verde, ídem.
Ramal Murutinga, Vila da Paz, idem.
Ramal do Bacuri, idem.
Clique nas legendas em azul e leia mais informações:
PA-252, rodovia que liga Abaetetuba ao município de Moju. Corta o Ig. Ipixuna, o Rio Abaeté. Nela existe o Trevo Moju-Barcarena, Km 12.
PA-403/409 ou Estrada de Beja, PA-403, liga a Vila de Beja, que um distrito de Abaetetuba/PA, à PA-409 (Estrada de Beja). Possui importantes ramais e núcleos populacionais, todos situados em Abaetetuba/PA:
Ramal do Maranhão
Ramal Velho de Beja
Ramal do Arienga
Ramal de Guajará de Beja
Ramal Jarumã
Ramal do Tauerá de Beja
Ramal do Itacupé
Lago Azul
Ramal do Conceição,
localidade Sucupira
Localidade Maúba
Rodovia  Dr. João Miranda, que possui vários ramais e comunidades.
Vila Palhal, na Colônia Velha, Rod. João Miranda.
Microrregião de Tomé-Açu/PA
Microrregiões limítrofes:
Belém, Cametá, Castanhal, Guamá e Tucuruí.
A Microrregião de Tomé-Açu é uma das microrregiões do Estado do Pará pertencente à mesorregião Nordeste Paraense. Sua população foi estimada em 2006 pelo IBGE em 255.936 habitantes e está dividida em 5 municípios. Possui uma área total de 23.704,079 km².
Municípios:
Clique nas legendas em azul e veja as fontes de pesquisas:
Concórdia do Pará é um município brasileiro do estado do Pará. Que faz parte da microrregião de Tomé-Açu. Localiza-se a uma latitude 02º00'06" sul e a uma longitude 47º56'59" oeste, estando a uma altitude de 440 metros. Sua população é de 28.221 habitantes.
Possui uma área de 690,942 km².
 Moju/PA
Moju é um município brasileiro do estado do Pará. Localiza-se a uma latitude 01º53'02" sul e a uma longitude 48º46'08" oeste, estando a uma altitude de 16 metros.

História
Fundação da Vila
Em tupi Moju significa rio das cobras. Não obstante o nome amedrontador desde os primeiros tempos coloniais esse rio foi percorrido por exploradores, que iam atrás das “drogas do sertão”. E muitos deles se radicaram a suas margens. Em julho de 1754 o bispo do Pará, D. Frei Miguel de Bulhões andou em visitas pastoral em várias regiões do Pará. Dessas suas andanças deixou, para a posteridade, um valioso documentário, com valiosas informações e muitas críticas também, sobre aquele distante período de nossa história.
A sede do município de Moju está situada na margem direita do rio do mesmo nome, abaixo da saída do canal de Igarapé-Miri, em terrenos doados por Antonio Dornelas de Souza à Irmandade do Divino Espírito Santo, em julho de 1754. Quando o Bispo D. Frei de Bulhões, em visita a pastoral hospedou-se no sítio desse cidadão, correspondendo aos desejos do povo, criou a freguesia sob a invocação do orago da Irmandade existente.
Acontece que, após ter-se erigido em freguesia, o povoado decaiu consideravelmente. E essa decadência fez com que, além de esquecimento quase que completo dos poderes públicos, houve também o esquecimento das autoridades religiosas.
Decaiu o núcleo de povoado, após a sua primeira criação em freguesia, a ponto de ser completamente abandonado pelos poderes públicos, desaparecendo inteiramente a categoria eclesiástica que lhe fora concedido, entrando esquecido para o período da independência. Em 1839, com a lei nº. 14, de 9 de setembro, obteve a atual sede municipal a categoria de freguesia novamente, com toda a jurisdição dos rios Acará e Moju.
Emancipação:
A lei nº. 279, de 28 de agosto de 1856 criou o município de Moju elevando a vila à Freguesia do Divino Espírito Santo, constituindo com as freguesias do mesmo Divino Espírito Santo, de São José do Rio Acará e de Nossa Senhora da Soledade do rio Cairari a nova comuna.
Entusiasmado com a criação do município, Agostinho José Durão ofereceu espontânea e gratuitamente uma casa de sobrado para os funcionários da Câmara. Utilizado esse oferecimento, o presidente da Província o Tenente Coronel Henrique Rohan, no mesmo ano de 1856, determinou à Câmara municipal de Belém que providenciasse sobre a instalação do novo município. Imediatamente foram dadas as precisas instruções para a solenidade, que não se verificou por haver Agostinho Durão fugido a sua oferta, dizendo que não tinha sido bem explicito, por quanto só podia ceder à casa prometida por uma ano, excluídos os baixos; nesse sentido oficiou à Câmara de Belém ao presidente da Província em 18 de maio de 1856.
  Instalação efetiva
Em vista da falta de cumprimento da palavra dada e da recusa de entrega da casa por parte de Durão, e, por não haver outro prédio que se prestasse para o funcionamento da Câmara, ficou adiada a instalação do município, havendo em 1864 a Assembleia Legislativa Provincial, julgado necessária uma nova lei, para manter a de 1856; assim foi que voltou a de nº. 441, de vinte de agosto daquele ano, mandando conservar a categoria de vila à freguesia de Moju, tirando ao município criado em 1856 a freguesia do Acará, que incorporou ao município da capital.
Não conseguiu os habitantes da nova vila criada, ainda com Lei nº 441, de 1864, a instalação do município, não obstante já existir essa lei, a Assembleia Provincial criou em 1870 uma nova, com nº. 628, em 6 de outubro, elevando novamente a freguesia de Moju à categoria de vila, com a mesma denominação. Desta vez foram os mojuenses mais felizes, porquanto, foram dadas as providências para a definitiva instalação municipal, ato que teve lugar no dia 5 de agosto de 1871. Presidiu-se, recebendo juramento dos vereadores eleitos e dando-lhes posse o padre Felix Vicente de Leão, secretariado pelo Cônego Ismael de Sena Ribeiro Neri, comissionados pela câmara da capital, que devia empossar a primeira câmara de Moju. Constituíram essa primeira câmara: Custódia Pedro de Melo Freire Barata, presidente, e vereadores, Miguel Arcanjo Alves, João José Lameira, Agostinho José Durão, Marcírio Roiz da Costa, presentes ao ato da instalação, que esteve solene e concorrido.
A Lei 628, de 6 de outubro de 1870, modificou em parte a de nº441, de 1864, reconstituindo o município de Moju com as freguesias do Divino Espírito Santo do Moju, de São José do Acará e de N. S. da Soledade de Cairari. Em consequências das lutas no município, formada então com as três freguesias de São José do Acará, Divino Espírito Santo do Moju e N. S. da Soledade do Cairari, deixou de haver eleição de vereadores para o período de 1873-1876, na freguesia de São José do Acará.
No ato da apuração os políticos do Acará protestaram contra os diplomas expedidos somente com as autênticas das duas outras freguesias, alegando nulidade para o pleito, visto não existiram votos de uma terça - parte do município.
Levada a questão ao presidente da providência, este em decisão de 9 de novembro de 1872, considerou como legitimamente diplomado os vereadores reconhecidos, por haverem concorrido à eleição duas terças – partes do município. Desta Câmara fizeram parte Agostinho José Durão, Manual Crispim Martins, Salvador Antonio dos Santos, Manoel Antonio Corrêa e Narciso Antonio Martins.
As divergências políticas neste município eram profundas e desta época em diante acentuaram-se cada vez mais, a ponto de trazerem como consequência a extinção da comuna em 1887, com a Lei Provincial nº. 1.307, de 28 de novembro, que também atingiu o município de Ourém.
Em 1889, entretanto, a Lei nº. 1.399, de 5 de outubro o restaurou novamente, conjuntamente com o de Irituia e o de Ourém, seu companheiro de extinção. Não obstante não haver sido reinstalada a câmara do Moju o governo provisório do Estado a extinguiu com o Decreto nº39, o Conselho de Intendência Municipal, para o qual, em ato do mesmo dia, nomeou presidente Raimundo Heliodoro Martins, e, vogais, Elesbão José de Brício, Marcílio Rodrigues da Costa, João Raimundo dos Reis e Graciano Antonio do Nascimento, que reinstalaram o município. Do primeiro conselho municipal eleito fizeram parte Diogo Henderson, intendente municipal, e, vogais, Pedro José Serapião Ribeiro, Manuel Carlos de Lima e Manuel de Castilho e Souza.
O município de Moju com o Decreto nº296, de 9 de abril de 1904, passou a constituir o 1º Distrito Judiciário da Comarca de Igarapé-Miri, sendo, depois, pela Lei nº1.1136, de 27 de outubro de 1910, incorporado ao distrito judiciário da capital, lei essa cumprida com Decreto nº 1.796, de 17 de maio de 1911. Ao Decreto Estadual nº6 de a de novembro de 1930, deve-se a extinção do Municipal de Moju incorporando-se seu território ao de Belém. O Decreto Estadual nº931, de 22 de março de 1933, ceclara, em seu texto, ter restabelecido Moju na qualidade de Sub-Prefeitura.
A Lei Estadual nº8, de 31 de outubro de 1935, ao relacionar os municípios do Pará, inclui entre o de Moju, restaurando-o, pois.
Nos quadros de divisão territorial datados de 31 de dezembro de 1936 a 31 de dezembro de 1937, o município aparece integrado por 3 distritos: Moju, Cairari e Baixo Moju. De acordo com o quadro anexo ao Decreto-Lei Estadual nº3. 131, de 31 de outubro de 1938, que fixou a divisão territorial do estado, a vigorar no qüinqüênio 1939-1943, o município de Moju adquiriu para seu distrito sede, o território da zona de Caeté, do distrito de Barcarena, do município de Baião. Na citada divisão territorial, permanece com dois distritos: Moju e Cairari. Por força do Decreto-Lei Estadual nº 4.505 de 30 de dezembro de 1943, o Distrito de Moju adquiriu do de Cairari o território da zona do Baixo Moju. O município, segundo a divisão territorial do Estado, vigorante no qüinqüênio 1944-1948, e estabelecida por esse decreto-Lei, continua a constituir-se de 2 distritos: Moju e Cairari, situação que perdura até hoje.
Desmembramento
O município de Moju teve parte do seu território desmembrado para constituir o município de São Manoel de Jambuaçú, conforme Lei nº 1.127, de 11 de março de 1955, a qual foi considerada inconstitucional pelo Supremo tribunal Federal, em acórdão de 4 de outubro de 1955. O governo do Estado do Pará em Decreto nº 1.946, de janeiro de 1956 tornou insubsistente o desmembramento.
Importância dos Rios Moju e Acará no Estuário Tocantino:
O rio Moju permite o tráfego de embarcações de 3m de calado até Vila Soledade/PA (km 160) e de 2m até Santa Maria/PA (km 247).
O rio Acará é do mesmo porte do rio Moju e permite navegação até a cidade de Acará, no km 90, onde há travessia de balsa.
Em ambos os rios há influência da maré, que aumenta as profundidades disponíveis.
As cidades de Moju (46.000 hab.) e Acará (51.000 hab.) são as mais importantes da planície desses rios.
Municípios da Microrregião de Cametá e Outras Microrregiões Limítrofes:
Justificativa: com municípios que também pertencem ao grande Estuário Tocantino e que desfrutam dos seus recursos naturais e também sofrem os impactos naturais da massa de águas dos corpos fluviais e dos grandes projetos industriais em suas terras. Os principais rios da região são o Tocantins e o Pará de crucial importância para as microrregiões ao seu redor.
Abaetetuba
Baião
Cametá
Igarapé-Miri
Limoeiro do Ajuru
Mocajuba
Oeiras do Pará
Microrregiões da Mesorregião do Nordeste Paraense:
Bragantina
Cametá
Guamá
Salgado
Tomé-Açu
O território da Microrregião de Cametá corresponde a uma área de 36.024,20km2 e a população foi estimada em 739.881 habitantes, dos quais 390.579 habitantes (52,79%) ainda vivem na zona rural e, atualmente, está dividida em 11 municípios: Baião, ABAETETUBA, Cametá; Igarapé Miri, Limoeiro do Ajuru, Mocajuba, Oeiras do Pará. ? verificar
Microrregião de Cametá ou Microrregião do Baixo Tocantins:
A Microrregião de Cametá é uma das 5 microrregiões do Estado do Pará pertencente à Mesorregião  Nordeste Paraense, junto com as microrregiões: Bragantina, Guamá, Salgado e Tomé-Açú. Estas microrregiões fazem parte destas postagens devido os aspectos econômicos, geográficos e sócio-político-culturais que as unem desde o fim do século XIX até a decadência da indústria canavieira na década de 1970, dái as muitas citações de aspectos dos corpos fluviais de alguns dos municípios dessas microrregiões por onde navegaram as embarcações daqui saídas em comércio de regatão.
Via Fluviais nos Limites dos Municípios Limítrofes com Abaetetuba:
Com o município de Barcarena(PA):
Limita-se desde a foz do Rio Arienga ou Uiarenga na Baía do Marajó, subindo este rio até suas nascentes e desta, por uma linha reta imaginária até a nascente do Igarapé Cabreto, no Moju (PA).
Com o município de Igarapé-Miri(PA):
O limite inicia-se no início do Rio Mocajutuba, daí seguindo em reta imaginária até encontrar as nascentes do Rio Itamimbuca pelo qual segue até sair no Rio Meruú e atravessa-o rio acima para a boca do Furo Camarãoquara por quem continua até sair no Rio Tucumanduba e por este, rio acima até encontrar o Furo do Pinheiro, seguindo-o até encontrar o Furo do Itaboca, pelo qual continua até sair no Rio Panacuéra, seguindo por este até o Furo do Maúba pelo qual alcança o Rio Tocantins ou Costa Maratauhyra.
Com os municípios de Muaná e Ponta de Pedras, na Ilha do Marajó:
Limita-se pela Baía de Marajo.
Com o município de Moju(PA):
Limita-se pelo Rio Moju.
Rio Panacuéra, que fica nos limites com o município de Igarapé-Miri: começa nas cabeceiras do Rio Mocajatuba, destas, alcança, por uma reta,  as cabeceiras do rio Itanimbuca; desce por este até o furo do Inferno, pelo qual segue até sair no rio Meruú, o qual atravessa para a boca do furo Camarãoquara, pelo qual também segue até a sua foz, no furo Tucumanduba e segue por esse furo até encontrar o furo do Pinheiro e por este até a sua boca, no furo Itaboca, pelo qual continua até sair no furo Panacuéra e por este último até sair no rio Mahuba, pelo qual desce até a sua foz no rio Tocantins.
Rio Tucumanduba, é um rio de média profundidade e fica nos limites com o município de Igarapé-Miri: começa nas cabeceiras do Rio Mocajatuba, destas, alcança, por uma reta,  as cabeceiras do Rio Itanimbuca; desce por este até o furo do Inferno, pelo qual segue até sair no rio Meruú, o qual atravessa para a boca do furo Camarãoquara, pelo qual também segue até a sua foz, no furo Tucumanduba e segue por esse furo até encontrar o furo do Pinheiro e por este até a sua boca, no furo Itaboca, pelo qual continua até sair no furo Panacuéra e por este último até sair no rio Mahuba, pelo qual desce até a sua foz no rio Tocantins.
PARÓQUIAS E MUNICÍPIOS DA DIOCESE DE ABAETETUBA EM 1982:
A Diocese abrangia 11 paróquias distribuídas em 8 municipios em 1982:
Abaetetuba
Barcarena
Moju
Tailândia
Concórdia do Pará
Bujaru
Tomé-Açu
Acará e as paróquias eram 11
Fontes em azul
Clique nas legendas em azul abaixo:
As populações de Abaetetuba e Igarapé-Miri e de alguns municípios de outras mesorregiões assim se apresentavam nas estimativas do IBGE para o ano de 2009:
 
Os 20 Municípios com as maiores populações no Estado do Pará:
BELÉM, da Mesorregião Metropolitana de Belém: 1.437.600 habitantes
Ananindeua, da mesma mesorregião: 505.512 habitantes
Santarém, da Mesorregião do Baixo Amazonas:  276.665 habitantes
Marabá, na Mesorregião do Sudeste Paraense: 203.049 habitantes
Castanhal, na Mesorregião Metropolitana de Belém: 161.497 habitantes
Parauapebas, na Mesorregião do Sudeste Paraense: 152.777 habitantes
ABAETETUBA, na Mesorregião Nordeste do Pará: 139.819 habitantes
Itaituba, na Mesorregião Sudoeste do Pará: 127.848 habitantes
CAMETÁ, da Mesorregião Nordeste Paraense: 117.099 habitantes
Bragança, da mesma mesorregião: 107.060 habitantes
Marituba, na Mesorregião Metropolitana de Belém: 101.158 habitantes
Breves, na Mesorregião do Marajó: 101.094 habitantes
Altamira, na Mesorregião do Sudoeste Paraense: 98.750 habitantes
Paragominas, na Mesorregião Sudeste do Pará: 97.350 habitantes
Tucuruí, na mesma região: 96.010 habitantes
BARCARENA, na Mesorregião Metropolitana de Belém: 92.567 habitante
Redenção, na Mesorregião do Sudeste Paraense: 75.583 habitantes
TAILÂNDIA, da Mesorregião Nordeste do Pará: 72.720 habitantes
MOJU, da mesma mesorregião: 68.600 habitantes
São Félix do Xingu, da Mesorregião Nordeste Paraense: 67.208 habitantes
Abaetetuba, Barcarena, Tailândia e Moju, da relação acima, juntamente com Acará, Tomé-Açu, Concórdia do Pará e Bujaru, da relação abaixo, fazem parte da área eclesiástica da Diocese de Abaetetuba.
Importância dos Rios Moju e Acará no Estuário Tocantino:
O rio Moju permite o tráfego de embarcações de 3m de calado até Vila Soledade/PA (km 160) e de 2m até Santa Maria/PA (km 247).
O rio Acará é do mesmo porte do rio Moju e permite navegação até a cidade de Acará, no km 90, onde há travessia de balsa.
Em ambos os rios há influência da maré, que aumenta as profundidades disponíveis.
As cidades de Moju (46.000 hab.) e Acará (51.000 hab.) são as mais importantes da planície desses rios.
PA-252, rodovia que liga Abaetetuba ao município de Moju. Corta o Ig. Ipixuna, o Rio Abaeté. Nela existe o Trevo Moju-Barcarena, Km 12.
MOJU, área de 9.093,850 km2, sito na Microrregião de Tomé-Açu, distante 55 km da Capital.
Alguns Pontos de Importância do Município de Acará, que Delimitam Algumas Vias (Vide nos Mapas):
Rodovia PA-252 (ou Acará-Moju), avança para o Acará
Rodovia PA-252 na altura do km 37 como Divisor de Águas entre os rios Moju e Acará, como limite intermunicipal.
Limite Intermunicipal com o município de Moju/PA (Divisor de Águas) com a Rodovia PA-252, na altura do km 37.
Rodovia PA-252 ou Acará-Moju a 150 km do campo de futebol
Rio Acará com a Rodovia PA-252
Importância dos Rios Moju e Acará no Estuário Tocantino:
O rio Moju permite o tráfego de embarcações de 3m de calado até Vila Soledade/PA (km 160) e de 2m até Santa Maria/PA (km 247).
O rio Acará é do mesmo porte do rio Moju e permite navegação até a cidade de Acará, no km 90, onde há travessia de balsa.
Em ambos os rios há influência da maré, que aumenta as profundidades disponíveis.
As cidades de Moju (46.000 hab.) e Acará (51.000 hab.) são as mais importantes da planície desses rios.
Acará apesar de situada na Microrregião de ..., é também importante porque faz parte da Diocese de Abaetetuba, conforme abaixo:
PARÓQUIAS E MUNICÍPIOS DA DIOCESE DE ABAETETUBA EM 1982:
A Diocese abrangia 11 paróquias distribuídas em 8 municipios em 1982:
Abaetetuba
Barcarena
Moju
Tailândia
Concórdia do Pará
Bujaru
Tomé-Açu
Acará e as paróquias eram 11
Moju é um município brasileiro do estado do Pará. Localiza-se a uma latitude 01º53'02" sul e a uma longitude 48º46'08" oeste, estando a uma altitude de 16 metros.

Índice

[editar] História
[editar] Fundação da Vila
Em tupi Moju significa rio das cobras. Não obstante o nome amedrontador desde os primeiros tempos coloniais esse rio foi percorrido por exploradores, que iam atrás das “drogas do sertão”. E muitos deles se radicaram a suas margens. Em julho de 1754 o bispo do Pará, D. Frei Miguel de Bulhões andou em visitas pastoral em várias regiões do Pará. Dessas suas andanças deixou, para a posteridade, um valioso documentário, com valiosas informações e muitas críticas também, sobre aquele distante período de nossa história.
A sede do município de Moju está situada na margem direita do rio do mesmo nome, abaixo da saída do canal de Igarapé-Miri, em terrenos doados por Antonio Dornelas de Souza à Irmandade do Divino Espírito Santo, em julho de 1754. Quando o Bispo D. Frei de Bulhões, em visita a pastoral hospedou-se no sítio desse cidadão, correspondendo aos desejos do povo, criou a freguesia sob a invocação do orago da Irmandade existente.
Acontece que, após ter-se erigido em freguesia, o povoado decaiu consideravelmente. E essa decadência fez com que, além de esquecimento quase que completo dos poderes públicos, houve também o esquecimento das autoridades religiosas.
Decaiu o núcleo de povoado, após a sua primeira criação em freguesia, a ponto de ser completamente abandonado pelos poderes públicos, desaparecendo inteiramente a categoria eclesiástica que lhe fora concedido, entrando esquecido para o período da independência. Em 1839, com a lei nº. 14, de 9 de setembro, obteve a atual sede municipal a categoria de freguesia novamente, com toda a jurisdição dos rios Acará e Moju.
[editar] Emancipação
A lei nº. 279, de 28 de agosto de 1856 criou o município de Moju elevando a vila à freguesia do Divino Espírito Santo, constituindo com as freguesias do mesmo Divino Espírito Santo, de São José do Rio Acará e de Nossa Senhora da Soledade do Cairari a nova comuna.
Entusiasmado com a criação do município, Agostinho José Durão ofereceu espontânea e gratuitamente uma casa de sobrado para o funcionário da Câmara. Utilizado esse oferecimento, o presidente da Província o Tenente Coronel Henrique Rohan, no mesmo ano de 1856, determinou à Câmara municipal de Belém que providenciasse sobre a instalação do novo município. Imediatamente foram dadas as precisas instruções para a solenidade, que não se verificou por haver Agostinho Durão fugido a sua oferta, dizendo que não tinha sido bem explicito, por quanto só podia ceder à casa prometida por uma ano, excluídos os baixos; nesse sentido oficiou à Câmara de Belém ao presidente da Província em 18 de maio de 1856.
[editar] Instalação efetiva
Em vista da falta de cumprimento da palavra dada e da recusa de entrega da casa por parte de Durão, e, por não haver outro prédio que se prestasse para o funcionamento da Câmara, ficou adiada a instalação do município, havendo em 1864 a Assembleia Legislativa Provincial, julgado necessária uma nova lei, para manter a de 1856; assim foi que voltou a de nº. 441, de vinte de agosto daquele ano, mandando conservar a categoria de vila à freguesia de Moju, tirando ao município criado em 1856 a freguesia do Acará, que incorporou ao município da capital.
Não conseguiu os habitantes da nova vila criada, ainda com Lei nº 441, de 1864, a instalação do município, não obstante já existir essa lei, a Assembleia Provincial criou em 1870 uma nova, com nº. 628, em 6 de outubro, elevando novamente a freguesia de Moju à categoria de vila, com a mesma denominação. Desta vez foram os mojuenses mais felizes, porquanto, foram dadas as providências para a definitiva instalação municipal, ato que teve lugar no dia 5 de agosto de 1871. Presidiu-se, recebendo juramento dos vereadores eleitos e dando-lhes posse o padre Felix Vicente de Leão, secretariado pelo Cônego Ismael de Sena Ribeiro Neri, comissionados pela câmara da capital, que devia empossar a primeira câmara de Moju. Constituíram essa primeira câmara: Custódia Pedro de Melo Freire Barata, presidente, e vereadores, Miguel Arcanjo Alves, João José Lameira, Agostinho José Durão, Marcírio Roiz da Costa, presentes ao ato da instalação, que esteve solene e concorrido.
A Lei 628, de 6 de outubro de 1870, modificou em parte a de nº441, de 1864, reconstituindo o município de Moju com as freguesias do Divino Espírito Santo do Moju, de São José do Acará e de N. S. da Soledade de Cairari. Em consequências das lutas no município, formada então com as três freguesias de São José do Acará, Divino Espírito Santo do Moju e N. S. da Soledade do Cairari, deixou de haver eleição de vereadores para o período de 1873-1876, na freguesia de São José do Acará.
No ato da apuração os políticos do Acará protestaram contra os diplomas expedidos somente com as autênticas das duas outras freguesias, alegando nulidade para o pleito, visto não existiram votos de uma terça - parte do município.
Levada a questão ao presidente da providência, este em decisão de 9 de novembro de 1872, considerou como legitimamente diplomado os vereadores reconhecidos, por haverem concorrido à eleição duas terças – partes do município. Desta Câmara fizeram parte Agostinho José Durão, Manual Crispim Martins, Salvador Antonio dos Santos, Manoel Antonio Corrêa e Narciso Antonio Martins.
As divergências políticas neste município eram profundas e desta época em diante acentuaram-se cada vez mais, a ponto de trazerem como consequência a extinção da comuna em 1887, com a Lei Provincial nº. 1.307, de 28 de novembro, que também atingiu o município de Ourém.
Em 1889, entretanto, a Lei nº. 1.399, de 5 de outubro o restaurou novamente, conjuntamente com o de Irituia e o de Ourém, seu companheiro de extinção. Não obstante não haver sido reinstalada a câmara do Moju o governo provisório do Estado a extinguiu com o Decreto nº39, o Conselho de Intendência Municipal, para o qual, em ato do mesmo dia, nomeou presidente Raimundo Heliodoro Martins, e, vogais, Elesbão José de Brício, Marcílio Rodrigues da Costa, João Raimundo dos Reis e Graciano Antonio do Nascimento, que reinstalaram o município. Do primeiro conselho municipal eleito fizeram parte Diogo Henderson, intendente municipal, e, vogais, Pedro José Serapião Ribeiro, Manuel Carlos de Lima e Manuel de Castilho e Souza.
O município de Moju com o Decreto nº296, de 9 de abril de 1904, passou a constituir o 1º Distrito Judiciário da Comarca de Igarapé-Miri, sendo, depois, pela Lei nº1.1136, de 27 de outubro de 1910, incorporado ao distrito judiciário da capital, lei essa cumprida com Decreto nº 1.796, de 17 de maio de 1911. Ao Decreto Estadual nº6 de a de novembro de 1930, deve-se a extinção do Municipal de Moju incorporando-se seu território ao de Belém. O Decreto Estadual nº931, de 22 de março de 1933, ceclara, em seu texto, ter restabelecido Moju na qualidade de Sub-Prefeitura.
A Lei Estadual nº8, de 31 de outubro de 1935, ao relacionar os municípios do Pará, inclui entre o de Moju, restaurando-o, pois.
Nos quadros de divisão territorial datados de 31 de dezembro de 1936 a 31 de dezembro de 1937, o município aparece integrado por 3 distritos: Moju, Cairari e Baixo Moju. De acordo com o quadro anexo ao Decreto-Lei Estadual nº3. 131, de 31 de outubro de 1938, que fixou a divisão territorial do estado, a vigorar no qüinqüênio 1939-1943, o município de Moju adquiriu para seu distrito sede, o território da zona de Caeté, do distrito de Barcarena, do município de Baião. Na citada divisão territorial, permanece com dois distritos: Moju e Cairari. Por força do Decreto-Lei Estadual nº 4.505 de 30 de dezembro de 1943, o Distrito de Moju adquiriu do de Cairari o território da zona do Baixo Moju. O município, segundo a divisão territorial do Estado, vigorante no qüinqüênio 1944-1948, e estabelecida por esse decreto-Lei, continua a constituir-se de 2 distritos: Moju e Cairari, situação que perdura até hoje.
[editar) Desmembramento
O município de Moju teve parte do seu território desmembrado para constituir o município de São Manoel de Jambuaçú, conforme Lei nº 1.127, de 11 de março de 1955, a qual foi considerada inconstitucional pelo Supremo tribunal Federal, em acórdão de 4 de outubro de 1955. O governo do Estado do Pará em Decreto nº 1.946, de janeiro de 1956 tornou insubsistente o desmembramento.
Referências
a b Divisão Territorial do Brasil. Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (1 de julho de 2008). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
Moju, apesar de situada na Microrregião de Tomé-Açu, é também importante para Abaetetuba porque tem a Universidade UEPA e faz parte da Diocese de Abaetetuba.
Foto acima da Aapan, entidade que congrega os artesões
de miriti de Abaetetuba/PA.
Blog do Ademir Rocha em 16/04/2019

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Ademir Heleno A. Rocha, nascido em Abaetetuba-PA, Brasil, casado com Maria de Jesus A. Rocha, cinco filhos, professor, pesquisador de famílias, religião, genealogia e memória biográfica, ambientalista, católico e amigo.

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