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domingo, 10 de abril de 2016

Genealogia Cametaense: de A-K

Genealogia Cametaense de A a K
Acima temos o antigo navio "3 de Outubro" que fazia viagens para
Cametá e outras localidades do Baixo Tocantins nas décadas de 1940, 1950,
também parando em Abaetetuba para embarque de passageiros e mercadorias
Postagem em construção

Os Nomes e dados desta postagem foram coletados em livros de autores paraenses e autores cametaenses, especialmente do pesquisador e historiador José Haroldo Oliveira de Barros e das pesquisas pessoais em livros, revistas, jornais e internet pelo autor do Blog do Ademir Rocha.

Município de Cametá
O município de Cametá não é importante somente pelos fatos e vultos históricos, mas também pelas famílias que ali aportaram e se desenvolveram, muitas das vezes em miscigenação com os nativos do lugar e dos negros escravos. Além dos portugueses, ali chegaram muitas outras famílias de nacionalidades hebraica e sírios-libaneses fugidos dos conflitos em seus países de origem. Cametá também foi um grande exportador de tradicionais famílias para a Capital, como para municípios vizinhos e outros estados brasileiros. A finalidade desta postagem é registrar os nomes de algumas famílias antigas ou recentes que concorreram para a história de Cametá e do Baixo Tocantins como um todo.

O município de Cametá fica localizado na Mesorregião do Nordeste Paraense, na Microrregião de Cametá, na margem esquerda do Rio Tocantins, com suas dezenas de ilhas, rios, igarapés e furos, limitando ao Norte com Limoeiro do Ajuru, ao Sul com Mocajuba, à Leste com Ig.-Miri e à Oeste com Oeiras do Pará, e com origem nos antigos índios "Camutás" da Nação dos Tupinambás, surgindo com o nome de Vila de Santa Cruz dos Camutás, fundada em 1617, através dos Padres Capuchos de Santo Antonio, da Ordem dos Franciscanos, pelo Frei Cristóvão de São José, sendo que este e outtos Padres Capuchos vieram da Capital, Belém, do chamado "Convento do Una". Uma ancestral ermida foi erguida com a intenção de catequese dos índios do lugar, especialmente dos ìndios Camutás, no Povoado de Cametá-Tapera. Em 1620 o Frei Cristóvão transfere os índios para junto da ermida, na Vila de Santa Cruz dos Camutás, que constituiu o alicerce para a futura Capitania de Feliciano Coelho de Carvalho com o nome de Vila Viçosa de Santa Cruz de Camutá, em 1635, ano em que foi concedida a Donataria de Cametá à Feliciano Coelho de Carvalho.

De Cametá saíram várias expedições exploratórias, como a de Pedro Teixeira em 1637 e a do Padre Antonio Vieira em 1673.

No começo do século 18 houve a mudança da Vila para onde hoje se encontra a cidade de Cametá, lugar chamado pelos índios de Murajuba, por causa do fenômeno natural da erosão de sua ribanceira.
Cametá participou do Movimento Revolucionário Popular denominado Cabanagem ao lado das tropas legalistas, fato que a levou a ser chamada de "Cidade Invicta", por ter resistido a invasão e ocupação pelos revolucionários Cabanos, através das forças legalistas, em 1835. A partir daí Cametá foi palco de vários episódios e conflitos entre o povo luso e o paraense, por não aceitar a continuidade do domínio português, essa que foi uma explosão cívica de maior repercussão revolucionária na História da Amazônia e do Brasil Regência, que dominava também completamente a Capital, Belém.

Em 1841 a vila foi elevada à condição de Comarca e em 21/10/1848 , Cametá foi elevada à categoria de cidade.
Pela Lei Federal nº 7.537, de 16/9/1986, Cametá foi instituída como Patrimônio Histórico Nacional, pela sua notável tradição histórica, pelos seguintes fatos:
Em 1637, Pedro Teixeira saiu capitaneando as tropas de conquista e exploração da Amazônia, saindo da Praia das Mercês em Cametá-Tapera.
Ali nasceu o grande vulto histórico do Bispo Dom Romualdo Coelho, por cujas mãos o Pará aderiu `Independência do Brasil.
Ali nasceu o grande vulto histórico do Bispo D. Romualdo de Seixas, que foi grande orientador espiritual do povo e grande figura histórica.
Derrota das forças revolucionárias cabanas em 1835 em Cametá, com as forças legalistas, com participação destacada em todo o período da Cabanagem.

tendo também assumido a Presidência da Província durante o conflito contra as forças revolucionárias cabanas, tendo tomado posse do  governo em Cametá, perante a Câmara Municipal, que tinha no governo cabano Antonio Vinagre. Logo, pode-se dizer, que Cametá foi a Capital da Província do Pará durante o levante Cabano.
A República do Brasil foi proclamada em 1889, no Pará, em solo cametaense por Ângelo Custódio Correa..
Cametá também recebeu em seu solo o grande padre jesuíta Antônio Vieira, que ali falou ao povo no pulpito da Catedral já secular e organizou uma expedição exploradora pela Amazônia.
Cametá também é conhecida como "Terra dos Homens Notáveis" devido os grandes de figuras ilustres vultos históricos cametaenses, que fazem parte da História do Pará.
Cametá foi declarada como "patrimônio Histórico Nacional, por Lei específica.

Algumas antigas e atuais localidades Cametaenses:
Cametá-Tapera, localidade que abrigou a antiga Vila Viçosa de Santa Cruz dos Camutás.
Praia de Cametá-Tapera, localizada nas margens do Rio Tocantins  na localidade de Cametá-Tapera
Murajuba, localidade onde hoje se assenta a atual cidade de Cametá
Praia da Mercês, de onde saiu a expedição exploratória de Pedro Teixeira
Vila Viçosa de Santa Cruz dos Camutás, fundada em 1617 pelos Padres Capuchos de Santo Antonio.
Praia da Aldeia, localizada às margens do Rio Tocantins, no atual bairro da Aldeia
Praia de Pacajás, localizada às margens do Rio Tocantins, na Vila de Pacajá.
Vila de Juaba
Que tem a figura de Zenóbio Goncalves Ferreira, de 69 anos, pai de 4 filhos, atualmente morador de Belém, é frequentador assíduo de Juaba e um dos fundadores de um dos cordões de mascarados mais famosos da vila quilombola: o “Cordão da Bicharada” .Por isso os moradores de Juaba o chamam de Zenóbio da Bicharada. Além de ser idealizador do Cordão, Zenóbio também é um dos idealizadores do festival de Cultura de Juaba que tem 20 anos de existência. Por Roberta Brandão #pzzcametá

Ordens Religiosas antigas em Cametá?
. Padres Capuchos de Santo Antonio, seguidores de São Francisco de Assis
. Padres Mercedários, que substituíram os Padres Capuchos de Santo Antonio.
Padres Jesuítas
Padres Capuchos da Piedade, ainda na localidade a Vila dos Camutás, entre 1693 e 1759.
Santos venerados em Cametá:
São João Batista, padroeiro de Cametá, venerado desde 1617 e com a Igreja de São João Batista construída em 1757

FAMÍLIAS A
. NILO FERREIRA A. DE CARVALHO, era marchante em Cametá em 1889, ano da Proclamação da República do Brasil.
FAMÍLIA ABREU
Os Gama Abreu

. Dr. GAMA ABREU/Barão do Marajó, que foi nomeado Intendente em Cametá, após a Proclamação da República, no triênio 1891-1894..

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Os Nomes e dados desta postagem fram coletados em livros de autores paraenses e autores cametaenses, especialmente do pesquisador e historiador José Haroldo Oliveira de Barros e das pesquisas pessoais em livros, revistas, jornais e internet pelo autor do Blog do Ademir Rocha.
Município de Cametá
No início da colonização do Pará e em particular do Marajó e Região Tocantina
existia uma grande quantidade e variedade de vegetação, flora e fauna terrestre
e aquática e povos indígenas que foram desaparecendo pela caça e pesca, extrativismo e outras
formas predatórias que levaram degradação e extinção de nativos e da flora e fauna, vegetação que começaram a ser extintos já a partir do século 17. Cametá, Marajó e o as demais
áreas marajoaras e tocantinas sofreram grave impacto ambiental com esse processo de
colonização com exploração predatória dos imensos recursos naturaus dessas regiões.



As garças se adaptaram às mudanças de seu meio ambiente e subsistem
hoje por outros meios na sua luta pela sobrevivência.




O peixe mapará acima ainda subsiste às mudanças de seu meio ambiente e
Cametá e Igarapé-Miri ainda possuem em seus rios, igarapés e baías
esse peixe que é tradicional na culinária dessas localidades





O peixe pirarucu, o mamífero peixe boi, as tartarugas, as aves e muitos outros
animais começaram a ser caçados desde a invasão dos franceses, holandeses
e ingleses e por todo o período da colonização portuguesa, do Império Brasileiro
e se estenderam pelo período republicano do Brasil

O município de Cametá não é importante somente pelos fatos e vultos históricos, mas também pelas famílias que ali aportaram e se desenvolveram, muitas das vezes em miscegenação com os nativos do lugar e dos negros escravos. Além dos portugueses, ali chegaram muitas outras famílias de nacionalidades hebréia e sírios-libaneses fugidos dos conflitos em seus países de origem. Cametá também foi um grande exportador de tradicionais famílias para a Capital, como para municípios vizinhos e outros estados brasileiros. A finalidade desta postagem é registrar os nomes de algumas famílias antigas ou recentes que concorreram para a história de Cametá e do Baixo Tocantins como um todo.
O município de Cametá fica localizado na Mesorregião do Nordeste Paraense, na Microrregião de Cametá, na margem esquerda do Rio Tocantins, com suas dezenas de ilhas, rios, igarapés e furos, limitando ao Norte com Limoeiro do Ajuru, ao Sul com Mocajuba, à Leste com Ig.-Miri e à Oeste com Oeiras do Pará, e com origem nos antigos índios "Camutás" da Nação dos Tupinambás, surgindo com o nome de Vila de Santa Cruz dos Camutás, fundada em 1617, através dos Padres Capuchos de Santo Antonio, da Ordem dos Franciscanos, pelo Frei Cristóvão de São José, sendo que este e outtos Padres Capuchos vieram da Capital, Belém, do chamado "Convento do Una". Uma ancestral ermida foi erguida com a intenção de catequese dos índios do lugar, especialmente dos ìndios Camutás, no Povoado de Cametá-Tapera. Em 1620 o Frei Cristóvão transfere os índios para junto da ermida, na Vila de santa Cruz dos Camutás, que constituiu o alicerce para a futura Capitania de Feliciano Coelho de Carvalho
Com o nome de Vila Viçosa de Santa Cruz de Camutá, em 1635, ano em que foi concedida a Donataria de Cametá à Feliciano Coelho de Carvalho.
De Cametá saíram várias expedições exploratórias, como a de Pedro Teixeira em 1637 e a do Padre Antonio Vieira em 1673.

No começo do século 18 houve a mudança da Vila para onde hoje se encontra a cidade de Cametá, lugar chamado pelos índios de Murajuba, por causa do fenômeno natural da erosão de sua ribanceira.
Cametá participou do Movimento Revolucionário Popular denominado Cabanagem ao lado das tropas legalistas, fato que a levou a ser chamada de "Cidade Invicta", por ter resistido a invasão e ocupação pelos revolucinários Cabanos, através das forças legalistas, em 1835, a partir daí Cametá foi palco de vários episódios e conflitos entre o povo luso e o paraense, por não aceitar a continuidade do domínio português, essa que foi uma explosão cívica de maior repercussão revolucionária na História da Amazônia e do Brasil Regência, que dominava também completamente a Capital, Belém.
Em 1841 a vila foi elevada à condição de Comarca e em 21/10/1848 , Cametá foi elevada à categoria de cidade.
Pela Lei Federal nº 7.537, de 16/9/1986, Cametá foi instituída como Patrimônio Histórico Nacional, pela sua notável tradição histórica, pelos seguintes fatos:
Em 1637, Pedro Teixeira saiu capitaneando as tropas de conquista e exploração da Amazônia, saindo da Praia das Mercês em Cametá-Tapera.
Ali nasceu o grande vulto histórico do Bispo Dom Romualdo Coelho, por cujas mãos o Pará aderiu `Independência do Brasil.
Ali nasceu o grande vulto histórico do Bispo D. Romualdo de Seixas, que foi grande orientador espiritual do povo e grande figura histórica.
Derrota das forças revolucionárias cabanas em 1835 em Cametá, com as forças legalistas,

este com participação destacada em todo o período da Cabanagem, tendo também assumido a Presidência da Província durante o conflito contra as forças revolucionárias cabanas, tendo tomado posse do  governo em Cametá, perante a Câmara Municipal, que tinha no governo cabano Antonio Vinagre. Logo, pode-se dizer, que Cametá foi a Capital da Província do Pará durante o levante Cabano.
A República do Brasil foi proclamada em 1889, no Pará, em solo cametaense por Ângelo Custódio Correa..
Cametá também recebeu em seu solo o grande padre jesuíta Antônio Vieira, que ali falou ao povo no pulpito da Catedral já secular e organizou uma expedição exploradora pela Amazônia.
Cametá também é conhecida como "Terra dos Homens Notáveis" devido os grandes de figuras ilustres vultos vultos históricos cametaenses, que fazem parte da História do Pará.
Cametá foi declarada como "patrimônio Histórico Nacional, por Lei específica.

Cametá se localiza na Região das Ilhas do Pará e com uma grande quantidade
de baías, rios, igarapés e furos e matas circundantes dessas ilhas. Antigamente
para se chegar à Cametá, Abaetetuba, Igarapé-Miri, Moju, Barcarena, Baião,
Oeiras, Tucuruí, localidades do Marajó e demais localidades, somente através
de embarcações de todos os tipos, entre essas, os barcos veleiros e os movidos
à remos



Acima temos o mapa que mostra a grande quantidade de vias
fluviais e ilhas do Pará

LOCALIDADES CAMETAENSE
Algumas antigas e atuais localidades Cametaenses




LOCALIDADES CAMETAENSE
Citadas até a Implantação da República Velha no Brasil
Cametá-Tapera, localidade que abrigou a antiga Vila Viçosa de Santa Cruz dos Camutás.
Praia de Cametá-Tapera, localizada nas margens do Rio Tocantins  na localidade de Cametá-Tapera
Murajuba, localidade onde hoje se assenta a atual cidade de Cametá
Praia da Mercês, de onde saiu a expedição exploratória de Pedro Teixeira
Vila Viçosa de Santa Cruz dos Camutás, fundada em 1617 pelos Padres Capuchos de Santo Antonio.
Praia da Aldeia, localizada às margens do Rio Tocantins, no atual bairro da Aldeia, nome vindo da aldeia dos índios Parijós
Praia de Pacajás, localizada às margens do Rio Tocantins, na Vila de Pacajá.
. Vila do Carmo do Tocantins
. Vila de Juaba
. Localidade Itanduba
. Localidade Joroca
. Vila de S. Benedito em 1892
. Lugar Cachoeirinha com as ilhas: Portilho, Pacohy e Mará
. Localidade Mendaruçu
. Localidade Santa'Anna
. Localidade Tabatinga
. Localidade Tamanduá
. Localidade Vizeu
Ilhas de Cametá no início da Era republicana:
. Ilha Tamanduá
. Ilha Mendaraçu
. Ilha Furtados
. Ilha Juba
. Ilha Tem-tem
. Ilha de Juaba

Municípios desmembrados de Cametá: Baião, Breves, Mocajuba
Rio Sant'Anna, nos limites com o município de Mocajuba
Pindobal, nos limites com o município de Igarapé-Miri
. Ponta do Flechal (Freichal, Freical), na Baía de Marapatá
. Baía de Marapatá, que fica entre Cametá e o município de São Sebastião da Boa Vista

Freguesias na Comarca de Cametá no início da Era Republicana:
. Freguesia de N.S. do Carmo do Tocantins, na margem direita do Rio Tocantins
. Freguesia de Limoeiro, na margem esquerda do Rio Tocantins e com 7 povoações: Carapajó, Curuçambaba, Pacajá, Cametá-Tapera, Aldeia dos Parijós, Pracuúba e Mussuteua, no Rio Cupijó
Início da Era Republicana Cametá possuía 7 distritos:
3º Distrito: Mendaraçu e Tamanduá
4º Distrito: Joroca
5º distrito: Limoeiro e Turussu
6º Distrito: 'Parochia' do Carmo do Tocantins
7º Distrito: Mahu
Parochias em 1892:
Parochia de S. João Batista
Paroqchia de de Nossa S. do Carmo do Tocantins
Alguns Rios, Igarapés e Furos de Cametá em 1906:
. Rio Tocantins
. Igarapé Asauari
. Rio Limoeiro
. Rio Cupijó
Furo Turrussu
Furo Tabuaca
Furo Japim-Assu
Furo Japim-Miri
Furo Joçara
Foz doRio Pindobal
. Igarapé Carapajó com as ilhas: Ararahim, Petim, Jaraquera, Pitaruçu, Jacaré-Xingu e Cacoal
Povoações de Cametá no início da Era Republicana:
. Povoação de Parijós
. Povoado de Cametá-Tapera
. . Povoado de Carapajó
. Povoação de São Benedito - dos Braga
. Povoado de Curuçambaba
. Povoado de Juaba
. Povoação de Limoeiro

Ordens Religiosas antigas em Cametá?
. Padres Capuchos de Santo Antonio, seguidores de São Francisco de Assis
. Padres Mercedários, que substituíram os Padres Capuchos de Santo Antonio.
Padres Jesuítas
Padres Capuchos da Piedade, ainda na localidade a Vila dos Camutás, entre 1693 e 1759.
Santos venerados em Cametá:
São João Batista, padroeiro de Cametá, venerado desde 1617 e com a Igreja de São João Batista construída em 1757.

Igrejas e Prédios Históricos de Cametá no início da Era Republicana:
. Paço Municipal de Cametá, inaugurado em 1871 na gestão do intendente Cônego Manoel José de Siqueira Mendes no início do ciclo da borracha.
. Igreja Matriz de São João Batista, 

Escolas, Clubes, Instituições, Jornais de Cametá, Partidos Políticos no início da Era Republicana:
. Instituto Cametaense, instalado em 1894, que foi dirigido pelo Dr. Manoel Manços da Silva Villaça em 1894.
. Banda Euterpe Cametaense
. Sociedade Beneficiente e Artística Cametaense
Clube Artístico e Literário Cametaense,
. Banda Carlos Gomes
. Jornal 'A Reacção'
. Jornal 'O Commercial'
. Jornal 'O Industrial'
. 'Jornal de Cametá'
. Partido Republicano
. Partido Republicano Paraense
. Partido Republicano Democrático

Antigas Ruas, Praças e Estradas em Cametá
. . Rua 15 de Novembro, 1890
. Rua 13 de Maio, 1890
Rua 16 de Novembro, 1906
. Rua 23 de Novembro, 1906
. Rua Júlio César Ribeiro, 1906
. Av. 15 de Agosto, 1906
. Travessa Padre Antonio Franco, 1906
. Travessa 27 de Agosto, 1902
. Travessa Padre Prudêncio, 1902
. Travessa D. Romualdo de Seixas, 1902
. . Tavessa Santos Dumont, 1906
.. Travessa Ângelo Custódio Correa, 1906
. Travessa Benjamim Constant, 1906
. Travessa Vigílio de Mendonça, 1906
. Travessa Dr. Paes de Carvalho, 1906
. Travessa Floriano Peixoto, 1906
. Travessa Marquês de Santo Cruz,
Travessa 7 de Setembro
. Travessa João Augusto, 1906
. Travessa Rodrigues Alves, 1906
. Passagem Campos Sales, 1906
. Passagem Prudente de Moraes e Barros, 1906
. Praça da República
. Praça Antonio lemos
. Praça Deodoro da Fonseca, 1900
. Praça Padre Prudêncio, 1906
. Praça Augusto Montenegro, 1906
. Praça Generalíssimo deodoro
. Estrada Ignâcio Moura, 1906
. Estrada Cônego Siqueira mendes, 1906
. . Estrada Lauro Sodré, 1906
. Travessa Jacumã
. Travessa Mondongos
. Travessa de Santana
. . Travessa Cônego Celso
. Travessa Dr. Ângelo Correa
. . Estrada de Parijós
. Estrada do Cupijó
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FAMÍLIAS A
OS A
Os de A. L. Godinho
. AGOSTINHO D'A. L. GODINHO, foi Delegado da Higiene Pública de Cametá no 1889, ano da Proclamação da República.
Os Ferreira A. de Carvlho
. NILO FERREIRA A. DE CARVALHO, era marchante em Cametá em 1889, ano da Proclamação da República do Brasil.

FAMÍLIA ABREU
Os de Abreu
. ANTONIO MARIA DE ABREU, que no início do século 20 foi um dos fundadores do Partido republicano Democrático no Rio Cupijó, em Cametá.

Os Gama Abreu
. Dr. GAMA ABREU/Barão do Marajó, que foi nomeado Intendente em Cametá, após a Proclamação da República, no triênio 1891-1894..
FAMÍLIA ACÁCIO
Os Acácio Correa
. JOSÉ EVANGELISTA ACCACIO CORREAosé, era oposicionista em Cametá, mas que aderiu ao republicanismo em 1891.
FAMÍLIA AFONSO
. DOMINGOS JOSÉ AFFONSO, citado em 1899 no Rio Mutuacá como suplente de mesário de secção eleitoral junto com: Capitão Domingos Ribeiro Guimarães, Francisco Gonçalves da Costa, Francisco Furtado de Vasconcelos, Geraldo Antonio da Cruz, Domingos Ferreira da Costa, e com os suplentes: Manoel Ribeiro Cardoso, Camilo Antonio Caldas, Domingos José Affonso.

FAMÍLIA AGUIAR
CURIAT e AGUIAR, firma existente em Cametá na Proclamação da República Brasileira, 1889.

FAMÍLIA ALBUQUERQUE
Os Albuquerque
. Padre MANUEL ALBUQUERQUE, que fez a letra e Juval Alves de Alencar, que que compôs a música do Hino de Cametá.
Os de Albuquerque Miranda
. ROGÉRIO DE ALBUQUERQUE MIRANDA, citação:'Foram membros efetivos das secções eleitorais em 1892 em Cametá: Benedito Ferreira da Silva, Januário Dias Lopes Coutinho, Theophilo Ramos Coelho, Fulgêncio daq Silva Pinto, João Gomes d'Américo, e os suplentes: Cerbano Lopes de Mendonça, Hilário da Veiga Tenório, Rogério d'Albuquerque Miranda.'

Os Carvalho de Albuquerque
. Capitão-Mór ANTONIO DE CARVALHO ALBUQUERQUE, que em 1713 doou as terras para o Senado da Câmara  (que era o principal órgão político-administrativo das antigas localidades, com seus vereadores-vide nomes nesta postagem), quando aconteceu a transferência da Villa de Cametá, da localidade Cametá-Tapera, para onde hoje se assenta a cidade de Cametá.
Os Wanzeler de Albuquerque
. Major ESTEVAM WANZELLER D'ALBUQUERQUE, foi proprietário de terras, senhor de escravos, citado como vereador em 1888 no mês da Abolição da Escravatura e que estava presidindo a Câmara Municipal em 1889 na Proclamação da República Brasileira e citado em 1891 como da oposição monarquica contra os republicanos em Cametá e foi vereador em Cametá antes da Proclamação da República, era o presidente da Câmara Municipal em 1889 na Proclamação da República Brasileira, última Câmara Municipal do Período Provincial em Cametá, que tinha como vereadores: Manuel Nunes de Mello, Agostinho de Almeida Lopes Godinho, Raimundo M. Bruno de Jesus, Luís Ferreira Alves de Carvalho Filho e João R. Martins. O Major ESTEVAM WANZELER DE ALBUQUERQUE foi proprietário de terras, senhor de escravos, que foi vereador citado em 1888 no mês da Abolição da Escravatura, e citado em 1891 como da oposição monárquica contra os republicanos em Cametá. O Padre ANTONIO FERREIRA DA SILVA FRANCO, foi Vigário da Paróquia de Cametá no 1889, ano da Proclamação da República, que se tornou o 1º intendente nomeado em Cametá, tendo tomado posse na sessão de 1/3/1890 pelas mãos do Major Estevam Wanzeler d'Albuquerque , secretariado por Francisco Alfredo Loureiro e o Padre Antonio Franco ficou no poder até 1891, sendo substituído pelo novo intendente Carlos Antonio Redig, este que era vogal na legislatura anterior à Proclamação da República no Brasil e que governou por dois mandatos trienais (1891-1897). O Padre Antonio Franco foi membro do diretório do Partido Republicano, em Cametá

FAMÍLIA ALCÂNTARA
Os de Alcântara
. AMÉRICO DE ALCÂNTARAcitado como membro, em 1890, do Partido Democrata na Parochia de Nossa Senhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt e outros. Vide lista em José Cardoso da Silva Coimbra.


Os Alcântara Dias
. BENEDITO LIBERATO D'ALCÂNTARA DIAS, era membro efetivo nas seccções eleitorais em Cametá no início da República no Brasil.
. BENÍCIO LIBERATO T. ALCÂNTARA DIAS, citado em 1899 como representante efetivo das secções eleitorais de Cametá, junto com o Dr. Manoel Smothenes Pó, Benício Liberato T. Alcântara Dias, Cap. José Rodrigues Gomes, Pedro José da Costa, Augusto Maurício de Souza e com os suplentes: Sabino José Ribeiro, José Nunes da Silva e Ignacio Apollinario de Sousa.
. EUSTACHIO ARISTÓTELES DE ALCÂNTARA DIAS, em 1899 era efetivo da secção eleitoral, em Cametá junto com: Tenente Coronel e intendente Joaquim Felippe de Siqueira Mendes, Potenciano Monteiro da Costa, Eustachio Aristóteles de Alcântara Dias, Joaquim de Lima Lobo Sobrinho, Manoel da Cruz Sant'Anna e os suplentes: Antonio Patricio de Assumpção, Eleutério do Carmo e Guilherme Lopes da Silva.
. MANOEL PEDRO D'ALCÂNTARA DIAS, e que junto com JOAQUIM PEDRO CORREA DE FREITAS, José Francisco de Siqueira Mendes, Francisco Cardoso Lopes de Mendonça, foram fundadores da banda musical "Euterpe Cametaense", em 1874, foi tabelião em Cameta no 1889, ano da Proclamação da República.
Os de Alcântara Lopes Castanho
. AGOSTINHO D'ALCÂNTARA LOPES CASTANHO, que era suplente nas secções eleitorais em Cametá no início da República no Brasil.

FAMÍLIA ALENCAR
Os Alves de Alencar, citação:
"Padre MANOEL DE ALBUQUERQUE, que fez a letra e Juval Alves de Alencar, que que compôs a música do Hino de Cametá."

FAMÍLIA ALICE
Os Alice de Melo e Silva
. BENEDICTO ALICE DE MELLO E SILVA, era comerciante em Cametá em 1889, na Proclamação da República do Brasil.

FAMÍLIA ALMEIDA
Os Almeida
. JOAQUIM ALMEIDA, foi um dos baluartes da cultura em Cametá, atuando na dança e música do "banguê", em Cametá. Citação:
. VENÂNCIO BARRADAS, folclorista, compositor musical, violonista, pesquisador e escritor da cultura cametaense, fundador do Banguê "Sou do Rio", hoje Banguê do Castelo (fundado com a denominação Sou do Rio por Venâncio em 1939), e Venâncio como violeiro e, acompanhado pelo filho Benedito, de 12 anos (na época) Benedito Garcia Barradas, executava cantorias pelas localidades como Mutuacá, Mandaruçu, Pacuí, Juaba, Carapina e Cametá, onde morava com a família, casou com Maria Garcia e com 7 filhos: Arquimino, Benedito. Seus filhos eram também músicos e particiapam dos grupos de banguê. Tinha também o sobrinho de Venâncio Barradas e outros amigos que participavam desses grupos culturais. Alguns amigos de Venâncio que atuavam nos grupos de Banguê; Raimundo Pedro, Sidico, Frederico (este da localidade Mutuacá) que ajudou Venâncio a fazer bumbos e pandeiros para o grupo. O grupo Banguê do Castelo, fundado por Venâncio, desde os anos de 1990 está sob as mãos dos netos desse baluarte cultural de Cametá e contando com os seguintes nomes: Paulo da Vera Cruz, no bumbo; Jurandir da cruz, na voz; Garcia, no violão; Valdo da Cruz Garcia, bandorra e voz; João Barradas, rufista (rufo); Aguinaldo da Cruz Garcia, no banjo e voz; Benedito da Cruz Garcia, no pandeiro e 2ª voz; Anísio da cruz Garcia, no afoxé e voz e Joaquim Almeida, no banjo..
. Aline Almeida, é cantora em Cametá.
Os de Almeida
. DOMINGOS DE ALMEIDAcitado como membro, em 1890, do Partido Democrata na Parochia de Nossa Senhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt e outros. Vide lista em José Cardoso da Silva Coimbra.
. Alferes MANOEL DE ALMEIDA, citado entre 1893-1894 como um dos Democatas que ajudaram financeiramente os democratas do Rio Grande do Sul na guerra, junto com: o padre intendente Antonio Franco, Cap Adolpho de Souza, Manoel dos Santos Mello, Antonio Joaquim da Cunha, Dr. João Siqueira, Tenente-coronel Manoel Nunes de Mello, Capitão João Rodrigues Vieira, Cap. Carlos Edwvirges, Valeriano de Mello e Silva, Joaquim Bastos, Raymundo José da Trindade, Ângelo Bazílio da Rocha, Joaquim da Costa Netto, Cap. Manoel de Vasconcelos Leão, Antonio Duarte Peres, Antonio Miguel da Veiga, Sebastião Pinto da Veiga, Alferes José W. de Moraes, Potenciano Neves, Feliciano Bensabáth, Alferes Manoel de Almeida, Mariano Juvêncio de Oliveira, Vicente Garcia, Amândio José Alves, Antonio Ferreira Cantão, Cap. Romualdo Cordovil, Avelino Xavier Alves, Raymundo B. de Jesus, Hilário da Veiga Thenório, Marianno de Vasconcelos, Antonio G. de Amorim, Calixto F. de Vasconcelos, Antonio Sepeda da Silva, firma Franco Rodrigues e Cia e firma Pinto e Filho.
Os Almeida Lopes Godinho
. AGOSTINHO DE ALMEIDA LOPES GODINHO, era comerciante em Cametá no 1889, ano da Proclamação da República do Brasil.e era da oposição monárquica política no início da República, pelo Partido Liberal Monárquico e que passara para o Partido Democrata, em Cametá, junto com os citados  a seguir e que ainda fez parte do diretório do PRD: Adolpho Lemos de Sousa, Tenente-Coronel João Emiliano Lopes Correa, Tenente-Coronel Manuel Nunes de Mello e Agostinho Almeida Lopes Godinho. AGOSTINHO DE ALMEIDA LOPES GODINHO foi vereador em Cametá da Câmara Municipal em 1889 na Proclamação da República Brasileira, última Câmara Municipal do Período Provincial em Cametá, que tinha como vereadores: Manuel Nunes de Mello, Agostinho de Almeida Lopes Godinho, Raimundo M. Bruno de Jesus, Luís Ferreira Alves de Carvalho Filho e João R. Martins.
Os de Almeida Mereno
. MARCOLINO D'ALMEIDA MORENO, que em 1889, na Proclamação da República do Brasil, era suplente do subdelegado José do Rego e Silva, em Cametá.
Os de Almeida Pinto
MANOEL PEDRO D'ALMEIDA PINTO,  era Escrivão Judicial em Cametá no 1889, ano da Proclamação da República.
Os Madeira de Almeida
. Domingos Madeira de Almeida, cametaense que em 1713 era vereador do Senado da Câmara de Cametá, quando o Capitão-mor Antonio Carvalho de Albuquerque doou as terras para esse Senado da Câmara  (que era o principal órgão político-administrativo das antigas localidades, com seus vereadores-vide nomes nesta postagem), quando aconteceu a transferência da Villa de Cametá, da localidade Cametá-Tapera, para onde hoje se assenta a cidade de Cametá.

FAMÍLIA ALVES
Os Alves
. AMÃNDIO JOSÉ ALVES, citado entre 1893-1894 como um dos Democatas que ajudaram financeiramente os democratas do Rio Grande do Sul na guerra, junto com: o padre intendente Antonio Franco, Cap Adolpho de Souza, Manoel dos Santos Mello, Antonio Joaquim da Cunha, Dr. João Siqueira, Tenente-coronel Manoel Nunes de Mello, Capitão João Rodrigues Vieira, Cap. Carlos Edwvirges, Valeriano de Mello e Silva, Joaquim Bastos, Raymundo José da Trindade, Ângelo Bazílio da Rocha, Joaquim da Costa Netto, Cap. Manoel de Vasconcelos Leão, Antonio Duarte Peres, Antonio Miguel da Veiga, Sebastião Pinto da Veiga, Alferes José W. de Moraes, Potenciano Neves, Feliciano Bensabáth, Alferes Manoel de Almeida, Mariano Juvêncio de Oliveira, Vicente Garcia, Amândio José Alves, Antonio Ferreira Cantão, Cap. Romualdo Cordovil, Avelino Xavier Alves, Raymundo B. de Jesus, Hilário da Veiga Thenório, Marianno de Vasconcelos, Antonio G. de Amorim, Calixto F. de Vasconcelos, Antonio Sepeda da Silva, firma Franco Rodrigues e Cia e firma Pinto e Filho.
. ELIAS MIGUEL ALVES, foi vereador em Cametá, e Elias Miguel comprou o casarão da Família Gaia, prédio construído no início do século 20 e que o mesmo Elias Miguel vendeu o dito casarão para o Sr. Francisco Naluça.
Os Alves de Alencar, citação:
"Padre MANOEL ALBUQUERQUE, que fez a letra e Juvenal Alves de Alencar, que que compôs a música do Hino de Cametá."
Os Ferreira Lopes Alves de Carvalho
. LUIS FERREIRA LOPES ALVES DE CARVALHO, citado em 1899 como representante efetivo das secções eleitorais, junto com o Capitão José Monteiro dos Santos, José Francisco d'Azevedo, Manoel Lopes da Silva, Luis Ferreira Lopes Alves de Carvalho Filho, Joaquim Santiago de Farias e os suplentes: Benjamim Malcher de Sousa, Firmino Ezequiel de Jesus e Silva, José Domingos de Moura, e com os mesários: Guilherme de Sousa Leão, Alfredo do Carmo dos Prazeres, Manoel França da Silva Pinto, João Pinto Marques, Manoel Rodrigues e Sebastião Pereira de Moraes.
Os Alves Garcia
. Capitão JOSÉ ALVES GARCIA, era dono de terras e vereador citado em 1888, no mês da Abolição da Escravatura e 1889 em Cametá e era da oposição política no início da República em Cametá.
Os Alves da Luz
. VIRGÍLIO ALVES DA LUZ, era oposicionista em Cametá, mas que aderiu ao republicanismo em 1891.
Os Alves dos Santos
. GREGÓRIO ALVES DOS SANTOS, citado em 1899 como como representante efetivo de secção eleitoral, junto com: Joaquim Pedro dos Santos, Antonio Emygdio Pereira, Gregório Alves dos Santos, Raymundo Serrão de Castro, Fortunato Lopes da Veiga com os suplentes: João Jacintho d'Andrade, Victor Antonio Lopes, João Jacintho Gomes.

Os Alves da Silva
. ALVES DA SILVA, firma constituída de Cametá em 1889, na Proclamação da República do Brasil.
Os Ciríaco Alves
. RAYMUNDO CYRIACO ALVES, citado em 1900.
Os Correa Alves
. JOÃO AUGUSTO CORREA ALVES, citado em 31/1/1890 como membro do Partido Republicano Democrático, em Cametá.
Família
Os Félix Alves
. MIGUEL ALVES, este sobrinho de Simeão Félix Alves, que venderam o prédio  histórico dos Alves, em Cametá,  para Agenor Moreira, este tradicional comerciante, marítimo e empresário em Cametá.
. SIMEÃO FÉLIX ALVES, avô de Miguel Alves, e Simão adquiriu a residência da Família Moreira, em Cametá, no início do século 20, e Simão Félix Alves, após a "crise da borracha", mudou-se para a capital Belém, vendendo o prédio para seu sobrinho Miguel Alves, e este reformulou o dito prédio em 1932, que abrigou o comércio de compra e venda de andiroba, ucuúba e outros produtos que industrializava em sua fábrica de sabão que funcionava no casarão. Simão é citado acima em Miguel Alves.
Os Ferreira Alves Carneiro
LUIZ FERREIRA ALVES CARNEIRO FILHO
. LUIZ FERREIRA ALVES CARNEIRO FILHO, funcionário imperial, suplente do Juiz Municipal Dr. Antonio Lopes de Menezes em 1889, em  Cametá, na Proclamação da República Brasileira.
Os Ferreira Alves de Carvalho
. LUIZ FERREIRA ALVES DE CARVALHO
, LUIZ FERREIRA ALVES DE CARVALHO FILHO, era marchante em Cametá em 1889, na Proclamação da República do Brasil. e Juiz de Paz em Cametá no 1889 e vereador da última Cãmara Municipal em 1889.
Os Marques Alves
. EUSTACHIO MARQUES ALVES, citado em 31/1/1890 como membro do Partido Republicano Democrático, em Cametá.
Os Ramos Alves
. Bonifácio Ramos Alves, era oposicionista em Cametá, mas que aderiu ao republicanismo em 1891.
Os Severo de Sousa Alves
. MMANOEL SEVERO DE SOUZA ALVES, foi professor em Cametá no 1889, ano da Proclamação da República, era oposicionista em Cametá, mas que aderiu ao republicanismo em 1891.

Os Ferreira Alves Carneiro
LUIZ FERREIRA ALVES CARNEIRO FILHO
. LUIZ FERREIRA ALVES CARNEIRO FILHO, funcionário imperial, suplente do Juiz Municipal Dr. Antonio Lopes de Menezes em 1889, em  Cametá, na Proclamação da República Brasileira.
Os Ferreira Alves de Carvalho
. LUIZ FERREIRA ALVES DE CARVALHO
, LUIZ FERREIRA ALVES DE CARVALHO FILHO, era marchante em Cametá em 1889, na Proclamação da República do Brasil. e Juiz de Paz em Cametá no 1889 e LUIS FERREIRA LOPES ALVES DE CARVALHO FILHO, citado em 1899 como representante efetivo das secções eleitorais, junto com o Capitão José Monteiro dos Santos, José Francisco d'Azevedo, Manoel Lopes da Silva, Luis Ferreira Lopes Alves de Carvalho Filho, Joaquim Santiago de Farias e os suplentes: Benjamim Malcher de Sousa, Firmino Ezequiel de Jesus e Silva, José Domingos de Moura, e com os mesários: Guilherme de Sousa Leão, Alfredo do Carmo dos Prazeres, Manoel França da Silva Pinto, João Pinto Marques, Manoel Rodrigues e Sebastião Pereira de Moraes.
.
Os Alves Garcia
. Capitão JOSÉ ALVES GARCIA, antigo músico, era dono de terras e vereador citado em 1888, no mês da Abolição da Escravatura e 1889 em Cametá e era da oposição política no início da República em Cametá.

Os Alves dos Santos
. GREGÓRIO ALVES DOS SANTOS, citado em 1899 como como representante efetivo de secção eleitoral em Cametá, junto com: Joaquim Pedro dos Santos, Antonio Emygdio Pereira, Gregório Alves dos Santos, Raymundo Serrão de Castro, Fortunanto Lopes da Veiga,  e com os suplentes: João Jacintho d'Andrade,  Victor Antonio Lopes e João Jacintho Gomes.

Os Ramos Alves
. BONIFÁCIO RAMOS ALVES, era oposicionista em Cametá, mas que aderiu ao republicanismo em 1891.
Família
Os Severo de Sousa Alves
. MMANOEL SEVERO DE SOUZA ALVES, foi professor em Cametá no 1889, ano da Proclamação da República, era oposicionista em Cametá, mas que aderiu ao republicanismo em 1891.
Os Xavier Alves
. AVELINO XAVIER ALVES, citação:'Foram membros efetivos em Cametá na 4ª secção eleitoral em 1892: Antonio Emigdio Pereira, José Demétrio Pereira Tavares, Raymundo paulo de Figueuredo, Avelino Xavier Alves e Leopoldino Estevam Magno e seus suplentes: Maximiano Cândido dos Santos, Francisco Franco Rodrigues e Pedro José Ribeiro. AVELINO XAVIER ALVES, citado entre 1893-1894 como um dos Democatas que ajudaram financeiramente os democratas do Rio Grande do Sul na guerra, junto com: o padre intendente Antonio Franco, Cap Adolpho de Souza, Manoel dos Santos Mello, Antonio Joaquim da Cunha, Dr. João Siqueira, Tenente-coronel Manoel Nunes de Mello, Capitão João Rodrigues Vieira, Cap. Carlos Edwvirges, Valeriano de Mello e Silva, Joaquim Bastos, Raymundo José da Trindade, Ângelo Bazílio da Rocha, Joaquim da Costa Netto, Cap. Manoel de Vasconcelos Leão, Antonio Duarte Peres, Antonio Miguel da Veiga, Sebastião Pinto da Veiga, Alferes José W. de Moraes, Potenciano Neves, Feliciano Bensabáth, Alferes Manoel de Almeida, Mariano Juvêncio de Oliveira, Vicente Garcia, Amândio José Alves, Antonio Ferreira Cantão, Cap. Romualdo Cordovil, Avelino Xavier Alves, Raymundo B. de Jesus, Hilário da Veiga Thenório, Marianno de Vasconcelos, Antonio G. de Amorim, Calixto F. de Vasconcelos, Antonio Sepeda da Silva, firma Franco Rodrigues e Cia e firma Pinto e Filho.

. JOAQUIM PEDRO XAVIER ALVESCitado como membro, em 1890, do Partido Democrata na Parochia de Nossa SEnhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt, Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt, Capitão Agnello José de Oliveira, Leoncio José d'Oliveira, Félix Ferreira Ribeiro, Horácio Estácio Wanzeller, José Antonio Pinheiro, José Cardoso da Silva Coimbra, Ivo Manoel Vicente. Luiz Antonio do Carmo, Venâncio Erico de Moraes, João de Deus e Silva, Porphirio da Conceição, Plácido Antonio do Nascimento, João Roberto dos Santos, Manoel Romão dos Santos, Manoel Carlos Machado, Pedro José de Moraes, Euzébio Emílio Marcêncio, Manoel Francisco Ribeiro, Gregório Ferreira Ribeiro, Manoel Joaquim dos Santos, Joaquim Pedro Xavier Alves, Clemente Xavier da Cruz, Martiniano Martins da Cruz, Francisco Antonio Machado, Raymundo José Gomes, Fernando José de Moraes, João delgado Estumano, Antero José do Nascimento, Raymundo Antonio da Cruz, Manoel Gonçalves Pinto, Romualdo Ferreira Ribeiro, João Lima Beckman, Joaquim de Mello, Elias henrique de Lima, Isaac Benassuly, Manoel dos Passos Lobo, Manoel Wanzeller de Moraes, Lourenço Lopes Mendes, Estevão Gomes, Raymundo Cyriaco Mendes, Manoel leão Mendes, José Pedro Mendes, Silvino Ponciano Martins, Antonio Rosa da Costa, Joaquim Castro Valente, Antonio Castro Valente, João Gonçalves Pinto Sobrinho, Feliciano Luiz Barbosa, Matheus Martins Estumano, Jacob Obadri, Jaime Obadri, Manoel Felippe Nery, Marcelino de Souza Paes, Clarindo da Cruz, Jorge Coelho, Firmo Antonio Bahia, Antonio José Gomes, Miguel Estuamano, Manoel Alfredo Rodrigues, Thomé Pedro Beckman, José Rodrigues de Nazareth, que em 1890 era membro do Partido Democrata, da Parochia N.S. do Carmo, : Raymundo Furtado de Moraes, Raymundo Pinheiro de Barros, Francisco Ignacio Machado, Manoel Gonçalves Pinto, João da Cruz Villa-Real, Juvenal Augusto da Costa Moraes, Manoel José Rodrigues Villa-Real, Pedro Manoel Valente, Manoel José Ferreira, Manoel do Nascimento do Carmo, Antonio Felippe Nery, Cordolino de Moraes, Manoel José Pinheiro, Raymundo do Carmo Machado, Eduardo Augusto de Barros, Raymundo Estumano Francisco Xavier Gomes, Benedicto Américo de Carvalho, Manoel Antonio Fiel, Raymundo Procópio Rodrigues das Mercês, Manoel Cypriano Rodrigues, Manoel Antonio maia, Américo de Alcântara, Thomaz Gomes, Joaquim Garcia Bahia, Elias José Bahia, Domingos de Almeida,  José Raymundo de Freitas, Raymundo da Trindade, Narcizo Martiniano, Belmiro Antonio da Cruz, Feliciano d'Oliveira Costa, Francisco da Trindade, Martinho José dos Reis, Domingos José Portilho, João Martins Bahia, Manoel da Cruz Sobrinho, Marcos bahia dos Reis, Bazílio dos Reis, Benedicto Antonio da Cruz, Raymundo de Souza Bahia, Benedicto Rosa de Jesus Gaia, Manoel Francisco da Gaia, Abel de Oliveira da Costa, Domingos Martins Bahia, Manoel da Cruz da Gaia, Raymundo Cotta da Gaia, Mariano Antonio da Cruz, Florêncio Bittencourt, Alexandre Pompeu, Manoel Gonçalves de Moraes, Manoel Pedro dos Santos, João Raimundo Rodrigues, Manoel Francisco da Cruz, João Luiz da Cruz, Manoel Cândido da Cruz, José Vicente da Cruz, José Pinheiro Gomes, Honório M. de Moraes, José Felício Ramos, Gracindo Rodrigues, João Ferreira Ribeiro, Antonio Silva Lobo, Manoel da Silva Pinheiro, João Américo Cardoso, José Antonio Fonseca, Silvestre Pedro Beckman, Sebastião Rodrigues de Nazareth, João Felippe Nery, Avelino Machado de Barros, Francisco Ribeiro, sendo que muitos desses eram estrangeiros. 


FAMÍLIA AMÉRICO
. JOÃO GOMES D'AMÉRICO, citação:'Foram membros efetivos das secções eleitorais em 1892 em Cametá: Benedito Ferreira da Silva, Januário Dias Lopes Coutinho, Theophilo Ramos Coelho, Fulgêncio daq Silva Pinto, João Gomes d'Américo, e os suplentes: Cerbano Lopes de Mendonça, Hilário da Veiga Tenório, Rogério d'Albuquerque Miranda.'
FAMÍLIA AMORAS
. WALMIR AMORAS, é auxiliar técnico de artes visuais em Cametá.

FAMÍLIA AMORIM
Os de Amorim
. Mestre ÁLVARO DE AMORIMl, que foi o mestre pedreiro responsável pela construção do antigo Grupo Escolar Dom. Romualdo de Seixas, em Cametá, no final do século 20, que foi concluído e inaugurado em 12/10/1905, na gestão do Governador Dr. Augusto Montenegro.
Os G. de Amorim
. ANTONIO G. DE AMORIM, citado entre 1893-1894 como um dos Democatas que ajudaram financeiramente os democratas do Rio Grande do Sul na guerra, junto com: o padre intendente Antonio Franco, Cap Adolpho de Souza, Manoel dos Santos Mello, Antonio Joaquim da Cunha, Dr. João Siqueira, Tenente-coronel Manoel Nunes de Mello, Capitão João Rodrigues Vieira, Cap. Carlos Edwvirges, Valeriano de Mello e Silva, Joaquim Bastos, Raymundo José da Trindade, Ângelo Bazílio da Rocha, Joaquim da Costa Netto, Cap. Manoel de Vasconcelos Leão, Antonio Duarte Peres, Antonio Miguel da Veiga, Sebastião Pinto da Veiga, Alferes José W. de Moraes, Potenciano Neves, Feliciano Bensabáth, Alferes Manoel de Almeida, Mariano Juvêncio de Oliveira, Vicente Garcia, Amândio José Alves, Antonio Ferreira Cantão, Cap. Romualdo Cordovil, Avelino Xavier Alves, Raymundo B. de Jesus, Hilário da Veiga Thenório, Marianno de Vasconcelos, Antonio G. de Amorim, Calixto F. de Vasconcelos, Antonio Sepeda da Silva, firma Franco Rodrigues e Cia e firma Pinto e Filho.
Os Gomes de Amorim
. ANTONIO GOMES DE AMORIM, citado em 31/1/1890 como membro do Partido Republicano Democrático, em Cametá.

FAMÍLIA ANDRADE
Os Andrade
. LISOMAR ANDRADE, é operador de áudio em Cametá.
Os Andrade Freitas
. ANA CARDOSO ANDRADE FREITAS, casada com o Dr. Joaquim Pedro Correa de Freitas/Dr. Freitas, com uma filha Teresa Freitas Caldas casada com o proprietário do “Paris n’America", tradicional estabelecimento comercial de Belém na Época
Os de Andrade
. JOÃO JACINTHO D'ANDRADE, citado em 1899 como como representante efetivo de secção eleitoral, junto com: Joaquim Pedro dos Santos, Antonio Emygdio Pereira, Gregório Alves dos Santos, Raymundo Serrão de Castro, Fortunato Lopes da Veiga com os suplentes: João Jacintho d'Andrade, Victor Antonio Lopes, João Jacintho Gomes.

FAMÍLIA ANGELIM
Os Nogueira Angelim
. ARISTIDES FRANCISCO NOGUEIRA ANGELIM, citação: "O 2º intendente em Cametá, após a intendência do Pe. Antonio Franco, foi Carlos Antonio Redig, que foi eleito em 1892 junto com os seguintes vogais: José Antonio Ferreira de Souza, Firmino Ribeiro Guimarães, Aristides Francisco Nogueira Angelim, Lourenço da Costa Caldas e Cisinando Dias Ferreira."
FAMÍLIA ANTONIO
. JOÃO MARCELINO ANTONIO DA COSTA, citado em 1899 como efetivo de secção eleitoral em Cametá, junto com Samuel Amâncio de Sousa, Carlos Lopes da Silva, Procópio Rodrigues da Costa, Manoel Honório Lopes de mendonça, João Marcelino Antonio da Costa e com os suplentes: Joaquim de Campos Malcher, José Lopes de Sousa Paes e belmiro Félix da Silva.
FAMÍLIA ANTUNES
Os Antunes Lopes do Sacramento
JOÃO ANTUNES LOPES DO SACRAMENTO, Juiz de Paz do 3º Distrito em Cametá no 1889, ano da Proclamação da República.
FAMÍLIA ARAÚJO
Os Araujo Baía
. Dr. ALEXANDRINO D'ARAUJO BAHIA, citado em Cametá.
Os de Araújo Coelho
. MAXIMINO JOSÉ DE ARAUJO COELHO, que no início do século 20 foi um dos fundadores do Partido Republicano Democrático no Rio Cupijó, em Cametá.
Os B de Araújo Mindelo
. BENEDITO B D'ARAUJO MINDELLO, foi escricvão em Cameta no 1889, ano da Proclamação da República.
Os Magno de Araújo
. BASÍLIO MAGNO DE ARAUJO, cametaense que foi nomeado vogal em Belém, após a Proclamação da República.

FAMÍLIA ARNAUD
Os Arnaud da Conceição
. JOÃO ARNAUD DA CONCEIÇÃO, que no início do século 20 foi um dos fundadores do Partido Republicano Democrático no Rio Cupijó, em Cametá.

FAMÍLIA ASSUNÇÃO
Os Assunção
. FRANCISCO MILHITÃO ASSUNPÇÃO, citado em 1899 com as escolas pública do sexo masculino e feminino funcionando em sua casa do Lugar Tabatinga, em Cametá.
Os de Assunção
, ANTONIO PATRÍCIO D'ASSUNPÇÃO, em 1899 era efetivo da secção eleitoral, em Cametá junto com: Tenente Coronel e intendente Joaquim Felippe de Siqueira Mendes, Potenciano Monteiro da Costa, Eustachio Aristóteles de Alcântara Dias, Joaquim de Lima Lobo Sobrinho, Manoel da Cruz Sant'Anna e os suplentes: Antonio Patricio de Assunpção, Eleutério do Carmo e Guilherme Lopes da Silva.

Os Castro de Assunção
IZIDORO CASTRO DE ASSUNPÇÃO, era alfaiate em Cametá em 1889, ano da Proclamação da República.
Os P. de Assunção
. MARTINHO P. DE ASSUNÇÃO, era sapateiro em Cametá em 1889, ano da Proclamação da República do Brasil.
Os T. Assunção
. ANTONIO PATRÍCIO T. ASSUNPÇÃO, citado em 1899 como representante efetivo das secções eleitorais de Cametá na localidade Sítio Paraíso, junto com o Capitão José Monteiro dos Santos, Marcolino Antonio da Silva e Sousa, Antonio Patrícia T. Assunpção, Manoel Lopes da Silva, José Francisco Azevedo e os suplentes: Luís Benício, Theonilo da Silva, Francisco Sales Correa, Henrique Redig.
ARQUIMINO
. Arquimino, um dos baluarte da cultura em Cametá.
FAMÍLIA AZEVEDO
Os de Azevedo
. FRANCISCO JOSÉ D'AZEVEDO, citado em 1899 como representante efetivo das secções eleitorais de Cametá, junto com o Capitão José Monteiro dos Santos, José Francisco d'Azevedo, Manoel Lopes da Silva, Luís Ferreira Lopes Alves de Carvalho Filho, Joaquim Santiago de Farias, e com os suplentes: Benjamim Malcher de Sousa, Firmino Ezequiel de Jesus e Silva, José Domingos de Moura e os mesários: Guilherme de Sousa leão, Alfredo do Carmo dos Prazeres, Manoel França da Silva Pinto, João Pinto Marques, Manoel Rodrigues, Sebastião Pereira de Moraes, 
. JOSÉ FRANCISCO D'AZEVEDO, citado em 1899 como representante efetivo das secções eleitorais de Cametá na localidade Sítio Paraíso, junto com o Capitão José Monteiro dos Santos, Marcolino Antonio da Silva e Sousa, Antonio Patrícia T. Assumpção, Manoel Lopes da Silva, José Francisco Azevedo e os suplentes: Luís Benício, Theonilo da Silva, Francisco Sales Correa, Henrique Redig e novamente citado nessa função junto com: Cap. José Monteiro dos Santos, José Francisco d'Azevedo, Manoel Lopes da Silva, Luís Ferreira Lopes Alves de Carvalho Filho, Joaquim Santiago de Farias,  e com os suplentes: Benjamim Malcher de Sousa, Firmino Ezequiel de Jesus e Silva, José Domingos de Moura e os mesários: Guilherme de Sousa leão, Alfredo do Carmo dos Prazeres, Manoel França da Silva Pinto, João Pinto Marques, Manoel Rodrigues, Sebastião Pereira de Moraes, 

. MARIANO DE AZEVEDO, era  ourives em Cametá no 1889, ano da Proclamação da República do Brasil..
Os Barreiros de Azevedo
. JOSÉ BARREIROS DE AZEVEDO
. JOSÉ BARREIROS D'AZEVEDO FILHO, era proprietário de terras em Cametá em 1889, vereador e secretário da Câmara na Proclamação da República do Brasil.
Os Barros de Azevedo
. Capitão ALBERTO JOSÉ BARROS DE AZEVEDO, funcionário imperial, suplente do Juiz Municipal Dr. Antonio Lopes de Menezes em 1889, em  Cametá, na Proclamação da República Brasileira.

FAMÍLIAS B
OS B
Os B de Araújo Mindelo
. BENEDITO B D'ARAUJO MINDELLO, foi escrivão em Cameta no 1889, ano da Proclamação da República.
Os B. de Jesus
. RAYMUNDO B. DE JESUS, citado entre 1893-1894 como um dos DemocRatas que ajudaram financeiramente os democratas do Rio Grande do Sul na guerra, junto com: o padre intendente Antonio Franco, Cap Adolpho de Souza, Manoel dos Santos Mello, Antonio Joaquim da Cunha, Dr. João Siqueira, Tenente-coronel Manoel Nunes de Mello, Capitão João Rodrigues Vieira, Cap. Carlos Edwvirges, Valeriano de Mello e Silva, Joaquim Bastos, Raymundo José da Trindade, Ângelo Bazílio da Rocha, Joaquim da Costa Netto, Cap. Manoel de Vasconcelos Leão, Antonio Duarte Peres, Antonio Miguel da Veiga, Sebastião Pinto da Veiga, Alferes José W. de Moraes, Potenciano Neves, Feliciano Bensabáth, Alferes Manoel de Almeida, Mariano Juvêncio de Oliveira, Vicente Garcia, Amândio José Alves, Antonio Ferreira Cantão, Cap. Romualdo Cordovil, Avelino Xavier Alves, Raymundo B. de Jesus, Hilário da Veiga Thenório, Marianno de Vasconcelos, Antonio G. de Amorim, Calixto F. de Vasconcelos, Antonio Sepeda da Silva, firma Franco Rodrigues e Cia e firma Pinto e Filho.
Os M. B. de Jesus
. RAYMUNDO M. B. DE JESUS, era  ourives em Cametá no 1889, ano da Proclamação da República do Brasil.
Os B. de Miranda
SISÍNIO JOSÉ B. DE MIRANDA, era alfaiate em Cametá em 1889, ano da Proclamação da República.

FAMÍLIA BACHA
Os Bacha Lopes
. Raimundo Nonato Bacha Lopes, pesquisador que junto com Josenilton Garcia, produziram o livro "Aspectos Gerais do Município de Cametá".

FAMÍLIA BAÍA
Os Baía
. ELIAS JOSÉ BAHIAcitado como membro, em 1890, do Partido Democrata na Parochia de Nossa Senhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt e outros. Vide lista em José Cardoso da Silva Coimbra.
. FIRMO ANTONIO BAHIAcitado como membro, em 1890, do Partido Democrata na Parochia de Nossa Senhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt e outros. Vide lista em José Cardoso da Silva Coimbra.
Os Baía dos Reis
. MARCOS BAHIA DOS REIScitado como membro, em 1890, do Partido Democrata na Parochia de Nossa Senhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt e outros. Vide lista em José Cardoso da Silva Coimbra.
Os Araujo Baia
. Dr. ALEXANDRINO D'ARAUJO BAHIA, citado em Cametá.
Os Garcia Baía
. JOAQUIM GARCIA BAHIAcitado como membro, em 1890, do Partido Democrata na Parochia de Nossa Senhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt e outros. Vide lista em José Cardoso da Silva Coimbra.
Os Martins Baía
. DOMINGOS MARTINS BAHIAcitado como membro, em 1890, do Partido Democrata na Parochia de Nossa Senhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt e outros. Vide lista em José Cardoso da Silva Coimbra.
. JOÃO MARTINS BAHIAcitado como membro, em 1890, do Partido Democrata na Parochia de Nossa Senhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt e outros. Vide lista em José Cardoso da Silva Coimbra.
Os de Sousa Baía
. RAYMUNDO DE SOUZA BAHIAcitado como membro, em 1890, do Partido Democrata na Parochia de Nossa Senhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt e outros. Vide lista em José Cardoso da Silva Coimbra.


FAMÍLIA BARBOSA
. FELICIANO LUIZ BARBOSAcitado como membro, em 1890, do Partido Democrata na Parochia de Nossa Senhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt e outros. Vide lista em José Cardoso da Silva Coimbra.


FAMÍLIA BARRADAS
Os Barradas Monteiro
. JOSÉ BARRADAS MONTEIRO, citado em 1891 como da oposicão monárquica, contra os republicanos, em Cametá.
Família
. ARQUIMIMO GARCIA BARRADAS, filho de Venâncio Barradas e Maria Garcia, bandorrista nos grupos de banguê de seu pai.
. JOÃO BARRADASoão Barradas, com origem na localidade Inacha, rufista, sobrinho de Venâncio Barradas, que atuava nos grupos de banguê de seu tio Venâncio e que foram baluartes da cultura em Cametá. Vide em Venâncio Barradas.
. MANOEL BARRADAS, um dos baluartes da cultura cametaense.
. VENÂNCIO BARRADAS, folclorista, compositor musical, violonista, pesquisador e escritor da cultura cametaense, fundador do Banguê "Sou do Rio", hoje Banguê do Castelo (fundado com a denominação Sou do Rio por Venâncio em 1939), e Venâncio como violeiro e, acompanhado pelo filho Benedito, de 12 anos (na época) Benedito Garcia Barradas, executava cantorias pelas localidades como Mutuacá, Mandaruçu, Pacuí, Juaba, Carapina e Cametá, onde morava com a família, casou com Maria Garcia e com 7 filhos: Arquimino, Benedito. Seus filhos eram também músicos e particiapam dos grupos de banguê. Tinha também o sobrinho de Venâncio Barradas e outros amigos que participavam desses grupos culturais. Alguns amigos de Venâncio que atuavam nos grupos de Banguê; Raimundo Pedro, Sidico, Frederico (este da localidade Mutuacá) que ajudou Venâncio a fazer bumbos e pandeiros para o grupo. O grupo Banguê do Castelo, fundado por Venâncio, desde os anos de 1990 está sob as mãos dos netos desse baluarte cultural de Cametá e contando com os seguintes nomes: Paulo da Vera Cruz, no bumbo; Jurandir da cruz, na voz; Garcia, no violão; Valdo da Cruz Garcia, bandorra e voz; João Barradas, rufista (rufo); Aguinaldo da Cruz Garcia, no banjo e voz; Benedito da Cruz Garcia, no pandeiro e 2ª voz; Anísio da cruz Garcia, no afoxé e voz e Joaquim Almeida, no banjo..
. BENEDITO GARCIA BARRADAS, filho de Venâncio Barradas e Maria Garcia,  e Benedito aos 12 anos já atuava nos grupos de banguê de seu pai, que herdou as tradições culturais de seu pai.
. MARIA GARCIA BARRADAS, casou com Venâncio Barradas e com 7 filhos.

FAMÍLIA BARREIROS
Os Barreiros
. JOAQUIM JOSÉ BARREIROS, Juiz de Paz do 1º Distrito em Cametá no 1889, ano da Proclamação da República,
Dr. LUIS BARREIROS
Nasceu em Cameta na Aldeia de Parijós do dia 17 de julho de 1872, onde viveu sua meninice; Formou-se em Direito pela faculdade do Rio de Janeiro em 1902, vindo logo após para Belem, amigo de Lauro Sodré sofreu por isso muita pressão da política dominante do Senador Antonio Lemos, vendo-se obrigado a se transferir par Manaus no Amazonas onde permaneceu na capital Bare por cerca de oito anos; consorciando-se com dona Semíramis da Silva Barreiros;
Em Manaus ocupou o cargo de Procurador Fiscal da Delegacia Nacional do Tesouro e exerceu a direção da ‘Imprensa Oficial do Estado’ alem de outras funções culturais na Sociedade Amazonense.
Logo que o Lemismo caiu na política paraense o Dr. Luis Barreiro apresou-se a retornar ao Pará, em 1912. Em Belem assumiu por duas vezes a presidência da Academia Paraense de Letras, presidiu também o Instituto Histórico do Pará, foi ainda Secretário e Redator do Jornal O Estado do Pará, venerável da Loja Maçônica do Grande Oriente, diretor da Imprensa Oficial do Pará alem de outros cargos.
Como político exerceu por duas legislaturas o cargo de deputado estadual em nosso estado.
Do seu consorcio com dona Semíramis nasceram oito filhos quatro em Manaus e quatro em Belém; Ele faleceu em Belem do Para no dia 5 de fevereiro de 1933.
Dona SEMIRAMIS DA SILVA BARREIROS, casada com o Dr. Lu[is Barreiro.
Fonte-luisperescameta.blogspot.com.br

Os Barreiros de Azevedo
. ALBERTO JOSÉ BARREIROS D'AZEVEDO
. . ALBERTO JOSÉ BARREIROS D'AZEVEDO FILHO, vereador e secretário da Câmara Municipal em 1888, no mês da Abolição da Escravatura no Brasil. e na Proclamação da República em 1889..
Os Valente Barreiros
. LEVINDO VALENTE BARREIROS, era padeiro em Cametá em 1889, ano da Proclamação da República do Brasil.

FAMÍLIA BARRETO
Os Barreto
. Alessandra Barreto, produtora comercial em Cametá.
Os Nunes Barreto
. AGOSTINHO NUNES BARRETO, era comerciante em Cametá no 1889, ano da Proclamação da República do Brasil..
Os Nunes Barreto
. MARCOS NUNES BARRETO, era comerciante em Cametá no 1889, ano da Proclamação da República do Brasil..
Os Nunes de Sousa Barreto
. MANOEL NUNES DE SOUZA BARRETO, que no início do século 20 foi um dos fundadores do Partido republicano Democrático no Rio Cupijó, em Cametá.

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FAMÍLIA BARROS
Os de Barros
. BRÁS DE BARROS, cametaense que em 1713 era vereador do Senado da Câmara de Cametá, quando o Capitão-mor Antonio Carvalho de Albuquerque doou as terras para esse Senado da Câmara  (que era o principal órgão político-administrativo das antigas localidades, com seus vereadores-vide nomes nesta postagem), quando aconteceu a transferência da Villa de Cametá, da localidade Cametá-Tapera, para onde hoje se assenta a cidade de Cametá.
. EDUARDO AUGUSTO DE BARROScitado como membro, em 1890, do Partido Democrata na Parochia de Nossa Senhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt e outros. Vide lista em José Cardoso da Silva Coimbra.

Família
Os Lopes de Barros
. 3ª G, ALFREDO LOPES DE BARROS, filho de Antonio Joaquim de Barros e Raimunda Lopes de Barros
. 3ª G, ANTONIO CARLOS LOPES DE BARROS, filho de Antonio Joaquim de Barros e Raimunda Lopes de Barros
. 2ª G, ANTONIO JOAQUIM DE BARROS, português, comerciante, que foi dono do casarão histórico em Cametá, este datado do século 19 e que foi palco de muitos eventos políticos, bailes e outras festas nas décadas de 1940/1950. Antonio Joaquim era casado com a portuguesa Catharina Mendes Cantão de Barros e tiveram filhos. Antonio Joaquim era comerciante de borracha e compra e venda de outros gêneros em Cametá e como político era da corrente monarquista e que foi abolicionista se tornou republicano em 1889. Sua esposa Catharina faleceu em 02/11/1902, aos 33 anos de idade e Antonio Joaquim de Barros casou uma 2ª vez com Raimunda Lopes de Barros. Antonio Joaquim falece em 16/8/1930, com 73 anos de idade e seus bens fica dividido entre seus herdeiros, ficando o casarão histórico com Antonio Joaquim de Barros Júnior, este que casou com Albertina Contente de Barros, esta que faleceu e Antonio Joaquim Júnior casa uma 2ª vez com Clélia Contente de Barros. No início da década da década de 1950 o casarão foi vendido ao Sr. Raimundo Nonato de Brito Filho/Dico Brito e lá ficou residindo com sua esposa Lúcia Bastos de Brito, esta prima de Antenor Bastos, usado como residência e casa comercial.
. 3ª G, ANTONIO JOAQUIM BARROS JÚNIOR, filho do português Antonio Joaquim de Barros e Antonio Joaquim Júnior,  foi ideário  republicano no final do século 19 e primeiras décadas do século 20, e Antonio Joaquim casa com Albertina Contente de Barros, tendo esta falecido, Antonio Joaquim Júnior casa-se uma 2ª vez com Clélia Contente de Barros. Antonio Joaquim de Barros Júnior e sua 2ª esposa Clélia Contente de Barros, moravam na andar superior do casarão histórico e alugavam o térreo para Antenor Bastos e Celina Brito Bastos/Dona Bembém. Antonio Joaquim de Barros Júnior atuou ativamente na vida política municipal, após a Revolução de 1930, fazendo parte do Conselho Consultivo de Cametá, ao lado de Joaquim Fonseca e Waldemar Coelho, e Antonio Jr. foi prefeito municipal nomeado por Magalhães barata e foi ainda eleito vereador em 1948, sendo presidente da Câmara Municipal e vice-prefeito eleito, e ainda disputou o cargo de prefeito em 1954, perdendo a eleição para Ruy Nelson Parijós.
5ª G, BENEDITO OLIVEIRA DE BARROS, filho de José Otávio Lopes de Barros e Eunizia Oliveira de Barros
. CATHARINA MENDES CANTÃO DE BARROS, portuguesa, esta falecida em 02/11/1902, com 33  anos de idade, 1ª esposa de Antonio Joaquim  de Barros, português.e com filhos. Vide acima em Antonio Joaquim de Barros.
. 3ª G, ALFREDO LOPES DE BARROS, filho de Antonio Joaquim de Barros e Raimunda Lopes de Barros
. 3ª G, CÉLIA LOPES DE BARROS, filha de Antonio Joaquim de Barros e Raimunda Lopes de Barros
. 3ª G, DAIZE LOPES DE BARROS, filha de Antonio Joaquim de Barros e Raimunda Lopes de Barros
. 3ª G, ELZA LOPES DE BARROS, filha de Antonio Joaquim de Barros e Raimunda Lopes de Barros
. EUNÍZIA OLIVEIRA DE BARROS c/c José Otávio Lopes de Barros, que na década de 1970 moraram no prédio histórico, em Cametá, onde residiu o Intendente Henrique Coutinho, e que foram donos de hotéis Esplanada e Centro Oeste no mesmo local.
. 3ª G, JOÃO LOPES DE BARROS, já é falecido, filho de Antonio Joaquim de Barros e Raimunda Lopes de Barros
. RAIMUNDA LOPES DE BARROS, 2ª esposa do português Antonio Joaquim de Barros.
. ALBERTINA CONTENTE DE BARROS, 1ª esposa de Antonio Joaquim Barros Júnior. Vide acima.
. CLÉLIA CONTENTE DE BARROS, 2ª esposa de Antonio Joaquim Barros Júnior. Vide acima.
5ª G, GUILHERME HENRIQUE OLIVEIRA DE BARROS, filho de José Otávio Lopes de Barros e Eunizia Oliveira de Barros.
. GUILHERME JOSÉ LOPES DE BARROS, Visconde de Gerez, monarquista que aderiu ao republicanismo
. 3ª G, GUILHERME JOSÉ LOPES DE BARROS, filho de Antonio Joaquim de Barros e Raimunda Lopes de Barros
. GUILHERME JOSÉ DE BARROS/Visconde de Gerez, que era grande proprietário de terras e detentor de título de nobreza  em 1889 em Cametá e foi o Visconde de Gerez, monarquista, citado  na Proclamação da República, em Cametá.
. 3ª G, GUILHERME LOPES DE BARROS, já é falecido, casado com Maria Neuza Lopes de Barros e Guilherme era avô paterno de José Haroldo Oliveira de Barros e irmãos, e que moraram no Solar dos Braga, quando Guilherme já era falecido, na década de 1970.
. HENRIQUE LOPES DE BARROS, foi Promotor Público em Cametá, no início da República Brasileira e era membro do Clube Artístico e Literário Cametaense no início do século 20.
5ª G, JOSÉ HAROLDO OLIVEIRA DE BARROS, filho de José Otávio Lopes de Barros e Eunizia Oliveira de Barros, nascido em 12/1/1970, com estudos na Escola Júlia Passarinho e Grupo Escolar D. Romualdo de Seixas, com 10 anos foi para Belém junto com seus familiares e estudou nas Escolas Rui Barbosa, General Gurjão, Colégio Salesiano N.S.; do Carmo, Deodoro de mendonça e Cearense e no superior concluiu História, em 1991, pela UFPA, é escritor cametaense, artista plástico, pintor à óleo, historiado, autor de vários livros históricos como: "Terra dos Homens Notáveis", "O Imaginário da República em Cametá" e outros livros.
5ª G, JOSÉ OSVALDO OLIVEIRA DE BARROS, filho de José Otávio Lopes de Barros e Eunizia Oliveira de Barros
. 4ª G, JOSÉ OTÁVIO LOPES DE BARROS, casado com Eunízia Oliveira de Barros, que foram donos do Hotel Centro Oeste, em Cametá, hotel situado na 3ª residência histórica, onde morou o Intendente Henrique Coutinho e tiveram 8 filhos: José Haroldo, Benedito, Maria Jonizia, Maria Dionízia, Guilherme Henrique, José Osvaldo, Raimundo das Mercês,  e Wirley Otávio Oliveira de Barros.
. Lucas Barros, engenheiro que fez o projeto do prédio do antigo Grupo Escolar "Dom Romualdo de Seixas", em Cametá.
. 3ª G, LUÍS LOPES DE BARROS, filho de Antonio Joaquim de Barros e Raimunda Lopes de Barros
. Luís Carlos de Barros, trabalha na empresa Novo Tempo Comunicação, em Cametá.
. 3ª G, MARIA DE LOURDES LOPES DE BARROS, filha de Antonio Joaquim de Barros e Raimunda Lopes de Barros
. 3ª G, MARIZE NEUZA LOPES DE BARROS, filha de Antonio Joaquim de Barros e Raimunda Lopes de Barros
5ª G, MARIA DIONÍZIA OLIVEIRA DE BARROS, filho de José Otávio Lopes de Barros e Eunizia Oliveira de Barros
5ª G, MARIA JONÍZIA OLIVEIRA DE BARROS, filho de José Otávio Lopes de Barros e Eunizia Oliveira de Barros
. 3ª G, MARIA NEUZA LOPES DE BARROS, c/c Guilherme Lopes de Barros, este já falecido, e Guilherme era avô paterno de José Haroldo Oliveira de Barros e irmãos, e que moraram no Solar dos Braga, quando Guilherme já era falecido, na década de 1970.
. MARIZE BARROS, com o nome na "Biblioteca Marize Barros", em Cametá.
. 3ª G, OSVALDO LOPES DE BARROS/Vavá, filho de Antonio Joaquim de Barros e Raimunda Lopes de Barros
. Comendador SEBASTIÃO JOSÉ DE BARROS, foi membro do antigo Senado da Câmara em Cametá e que foi integrante da resistência monárquica em Cametá.
Genealogia Paralela de Feliciana Oliveira
Família
. NEGA RAIMUNDA, mãe de Feliciana Oliveira/Mãe Chiana, esta  era integrante da comunidade negra do Rio Furtados, Vila do Carmo.
. RAIMUNDO NONATO DE BRITOS, foi vogal do Conselho de Intendência em Cametá, durante a República Velha, c/c Feliciana Oliveira/Mãe Chiana (bisavó materna de José Haroldo Oliveira de Barros.
Os Barros de Azevedo
. Capitão ALBERTO JOSÉ BARROS DE AZEVEDO, funcionário imperial, suplente do Juiz Municipal Dr. Antonio Lopes de Menezes em 1889, em  Cametá, na Proclamação da República Brasileira.

Os Machado de Barros
. AVELINO MACHADO DE BARROScitado como membro, em 1890, do Partido Democrata na Parochia de Nossa Senhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt e outros. Vide lista em José Cardoso da Silva Coimbra.
Os Pinheiro de Barros
. RAYMUNDO PINHEIRO DE BARROScitado como membro, em 1890, do Partido Democrata na Parochia de Nossa Senhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt e outros. Vide lista em José Cardoso da Silva Coimbra
Os Rodrigues de Barros
. HONORATO RODRIGUES DE BARROS, citado em 1899 na Ilha Grande de Juaba como mesário de secção eleitoral junto com: José Pereira de Sousa Barros, Antonio da Motta reimão, Raymundo Rodrigues de Sousa, Raimundo José da Paixão, Serafim Nunes da Silva,  e com os suplentes: Narciso Nunes de Paula, Honorato Rodrigues de Barros, Jerônimo Ribeiro Guimarães Sobrinho..
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FAMÍLIA BARROSO
Os Barroso de Novaes

. RAIMUNDO BARROSO DE NOVAES, citado em 1899 com as escolas pública do sexo masculino e feminino funcionando em sua casa da Vila do Limoeiro, em Cametá.
Os Pereira de Sousa Barroso
. Sr. JOSÉ PEREIRA DE SOUSA BARROSO, citado em 1899 com secção eleitoral fe as escolas pública do sexo masculino e feminino funcionando em sua casa do Rio Mutuacá, em Cametá e citado em 1899 na Ilha Grande de Juaba como mesário de secção eleitoral junto com: José Pereira de Sousa Barros, Antonio da Motta reimão, Raymundo Rodrigues de Sousa, Raimundo José da Paixão, Serafim Nunes da Silva,  e com os suplentes: Narciso Nunes de Paula, Honorato Rodrigues de Barros, Jerônimo Ribeiro Guimarães Sobrinho..

FAMÍLIA BASTOS~
Os Bastos
. ANTENOR BASTOS
. MANOEL ANTONIO BASTOS, citado em 1891 como da oposicão monárquica, contra os republicanos, em Cametá.
JOAQUIM BASTOS, citado entre 1893-1894 como um dos Democatas que ajudaram financeiramente os democratas do Rio Grande do Sul na guerra, junto com: o padre intendente Antonio Franco, Cap Adolpho de Souza, Manoel dos Santos Mello, Antonio Joaquim da Cunha, Dr. João Siqueira, Tenente-coronel Manoel Nunes de Mello, Capitão João Rodrigues Vieira, Cap. Carlos Edwvirges, Valeriano de Mello e Silva, Joaquim Bastos, Raymundo José da Trindade, Ângelo Bazílio da Rocha, Joaquim da Costa Netto, Cap. Manoel de Vasconcelos Leão, Antonio Duarte Peres, Antonio Miguel da Veiga, Sebastião Pinto da Veiga, Alferes José W. de Moraes, Potenciano Neves, Feliciano Bensabáth, Alferes Manoel de Almeida, Mariano Juvêncio de Oliveira, Vicente Garcia, Amândio José Alves, Antonio Ferreira Cantão, Cap. Romualdo Cordovil, Avelino Xavier Alves, Raymundo B. de Jesus, Hilário da Veiga Thenório, Marianno de Vasconcelos, Antonio G. de Amorim, Calixto F. de Vasconcelos, Antonio Sepeda da Silva, firma Franco Rodrigues e Cia e firma Pinto e Filho.

Família
. LÚCIA BASTOS DE BRITO, citação Lúcia Bastos de Brito, casada com Raimundo Nonato de Brito Filho/Dico Brito. Vide citação sobre Dico Brito, abaixo em Raimundo Nonato de Brito Filho.
5ª G, RAIMUNDO DAS MERCÊS OLIVEIRA DE BARROS, filho de José Otávio Lopes de Barros e Eunizia Oliveira de Barros
. Raimundo Nonato de Brito Filho/Dico Brito, citação:
"Antonio Joaquim de Barros, português, comerciante, que foi dono do casarão histórico em Cametá, este datado do século 19 e que palco de de muitos eventos políticos, bailes e outras festas nas décadas de 1940/1950. Antonio Joaquim era casado com a portuguesa Catharina Mendes Cantão de Barros e tiveram filhos. Antonio Joaquim era comerciante de borracha e compra e venda de outros gêneros em Cametá e como político era da corrente monarquista e republicana em 1889. Sua esposa Catharina faleceu em 02/11/1902, aos 33 anos de idade e Antonio Joaquim de Barros casou uma 2ª vez com Raimunda Lopes de Barros. Antonio Joaquim falece em 16/8/1930, com 73 anos de idade e seus bens fica dividido entre seus herdeiros, ficando o casarão histórico com Antonio Joaquim de Barros Júnior, este que casou com Albertina Contente de Barros, esta que faleceu e Antonio Joaquim Júnior casa uma 2ª vez com Clélia Contente de Barros. No início da década da década de 1950 o casarão foi vendido ao Sr. Raimundo Nonato de Brito Filho/Dico Brito e lá ficou residindo com sua esposa LÚCIA BASTOS DE BRITO, esta prima de Antenor Bastos, usado como residência e casa comercial".
. Comendador Sebastião José Lopes de Barros, que foi integrante da resistência monárquica em Cametá, .
5ª G, Wirley Otávio Oliveira de Barros, filho de José Otávio Lopes de Barros e Eunizia Oliveira de Barros
Os Ferreira Bastos
. PEDRO FERREIRA BASTOS, monarquista que, posteriormente, aderiu ao Partido Republicano Democrático, em Cametá em 1900.

Os Prestes de Oliveira Bastos
JOAQUIM PRESTES DE OLIVEIRA BASTOS, foi Agente dos Correios de Cametá no 1889, ano da Proclamação da República.

FAMÍLIA BATISTA
Os Batista
. DOMINGOS ANTONIO BAPTISTA, citado em 1899 como suplente de mesário de secção eleitoral na localidade Itanduba, junto com Benjamim Clarião de Carvalho Camarão, Candir C. Ludgero Garcia Mendes, Joaquim Santos T. Oliveira Prestes, Henrique Antonio Baptista, Basílio Manoel de Vasconcelos e os suplentes: Belarmino da Silva Pinto, Rosenildo de Sousa Ramos e Domingos Antonio Baptista.
. HENRIQUE ANTONIO BAPTISTA, citado em 1899 como mesário de secção eleitoral na localidade Itanduba, junto com Benjamim Clarião de Carvalho Camarão, Candir C. Ludgero Garcia Mendes, Joaquim Santos T. Oliveira Prestes, Henrique Antonio Baptista, Basílio Manoel de Vasconcelos e os suplentes: Belarmino da Silva Pinto, Rosenildo de Sousa Ramos e Domingos Antonio Baptista.
Os Batista Braga
. Cap. FORTUNATO JOÃO BAPTISTA BRAGA, citação: 'JOSÉ ANTONIO DE SOUSA BRAGA, foi nomeado professor interino da Escola Elementar da localidade Tamanduá em substituição ao Cap. Fortunato João Babtista Braga, este demitido da escola pelo intendente desafeto Pe. Antonio Ferreira da Silva Franco.'

Os Batista de Moura
Dr. INÁCIO BATISTA DE MOURA
Era engenheiro, professor escritor, poeta, jornalista e orador, nascido em Cametá no dia 31 de julho de 1857 e faleceu em Belém do Pará no dia 25 de fevereiro de 1929.
Formado pela escola Politécnica do Rio de Janeiro tornou-se Engenheiro Civil em 1882, aos 25 anos de idade. Planejou e iniciou a construção da Estrada de Ferro de Bragança. Professor Emérito, muito querido e estimado pelo seus alunos, poeta de fina inspiração, autor do celebre soneto ‘O Trabalho’. Também publicou os seguintes livros: ‘De Belem a São João do Araguaia – Vale do Tocantins – Sur Le Progres de I’Amazonia e sur ses Insiens, A Exposição Artística e Industrial de Liceu Benjamim Constant, Anuário de Belém e outros mais.
Membro fundador da Academia Paraense de Letra e do Instituto Histórico e Geográfico do Pará Cuja cadeira numera 21 perpetua a sua memória e que também foi Ocupada por outro cametaense e ilustre, o Dr. Wictor Tamer.
Deputado estadual por varias legislaturas o Dr. Inácio Moura, em Cametá em 1913 foi o orador principal quando foi cravada a primeira estaca da construção da ferrovia Cameta x Alcobaça, hoje Tucurui que infelizmente não prosseguir.
De seu conhecido Soneto “O Trabalho”, tem força profética esses versos ‘E das mãos calorosas do operário / que a estatua do progresso ha de surgir’. Inácio Moura fez para o luar de Cameta a parodia ‘O luar de Paquetá’ ele era de uma inteligência fulgurante e faleceu aos 72 anos de idade.
SUA MEMÓRIA ESTA PERPETUADA
Em Cametá:
Avenida Inácio Moura que liga o centro ao balneário da Aldeia
Um Medalhão com seu busto na Praça dos notáveis
Em Belem:
Na Academia Paraense de Letra a Cadeira de Numero 21
Fonte-luisperescameta.blogspot.com.br

. IGNÁCIO BAPTISTA DE MOURA, escritor que era um dos responsáveis pela difusão dos ideais republicanos  em Cametá em 1889, na Proclamação da República do Brasil.
Os Batista de Novaes
. JOÃO BATISTA DE NOVAES, antigo músico cametaense, citado em 1889, ano da proclamação da República no Brasil.
Os Batista Rodrigues
. Pedro Batista Rodrigues, da localidade Mutuacá, que junto com Archimides Vital Batista, este cantor popular e compositor e chamado Engole Cobra, da localidade Tem-Tem e tocando violão de 4 cordas e mais: Joviniano Rodrigues, no tambor, de Mutuacá; Laudelino Ramalho, no reco-reco, da localidade Maranhão; Eduardo Siqueira, na cuíca, da localidade Jarumanha; que foram os fundadores do grupo  folclórico "Engole Cobra", em 31/12/1990, na Vila de Juaba, em Cametá, e para defender a Natureza e a sociedade cantando, com sátiras, críticas, o passado e o presente.
Os Batista Santos
. JOÃO BAPTISTA SANTOS, era proprietário de terras em Cametá em 1889, na Proclamação da República do Brasi.
Os Vital Batista
. Archimides Vital Batista, citado abaixo:
. Pedro Batista Rodrigues, da localidade Mutuacá, que junto com Archimides Vital Batista, este cantor popular e compositor e chamado Engole Cobra, da localidade Tem-Tem e tocando violão de 4 cordas e mais: Joviniano Rodrigues, no tambor, de Mutuacá; Laudelino Ramalho, no reco-reco, da localidade Maranhão; Eduardo Siqueira, na cuíca, da localidade Jarumanha; que foram os fundadores do grupo  folclórico "Engole Cobra", em 31/12/1990, na Vila de Juaba, em Cametá, e para defender a Natureza e a sociedade cantando, com sátiras, críticas, o passado e o presente.

FAMÍLIA BECKMAN
Os Beckman
. THOMÉ PEDRO BECKMANcitado como membro, em 1890, do Partido Democrata na Parochia de Nossa Snhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt, Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt, Capitão Agnello José de Oliveira, Leoncio José d'Oliveira, Félix Ferreira Ribeiro, Horácio Estácio Wanzeller, José Antonio Pinheiro, José Cardoso da Silva Coimbra, Ivo Manoel Vicente. Luiz Antonio do Carmo, Venâncio Erico de Moraes, João de Deus e Silva, Porphirio da Conceição, Plácido Antonio do Nascimento, João Roberto dos Santos, Manoel Romão dos Santos, Manoel Carlos Machado, Pedro José de Moraes, Euzébio Emílio Marcêncio, Manoel Francisco Ribeiro, Gregório Ferreira Ribeiro, Manoel Joaquim dos Santos, Joaquim Pedro Xavier Alves, Clemente Xavier da Cruz, Martiniano Martins da Cruz, Francisco Antonio Machado, Raymundo José Gomes, Fernando José de Moraes, João delgado Estumano, Antero José do Nascimento, Raymundo Antonio da Cruz, Manoel Gonçalves Pinto, Romualdo Ferreira Ribeiro, João Lima Beckman, Joaquim de Mello, Elias henrique de Lima, Isaac Benassuly, Manoel dos Passos Lobo, Manoel Wanzeller de Moraes, Lourenço Lopes Mendes, Estevão Gomes, Raymundo Cyriaco Mendes, Manoel leão Mendes, José Pedro Mendes, Silvino Ponciano Martins, Antonio Rosa da Costa, Joaquim Castro Valente, Antonio Castro Valente, João Gonçalves Pinto Sobrinho, Feliciano Luiz Barbosa, Matheus Martins Estumano, Jacob Obadri, Jaime Obadri, Manoel Felippe Nery, Marcelino de Souza Paes, Clarindo da Cruz, Jorge Coelho, Firmo Antonio Bahia, Antonio José Gomes, Miguel Estuamano, Manoel Alfredo Rodrigues, Thomé Pedro Beckman, José Rodrigues de Nazareth, que em 1890 era membro do Partido Democrata, da Parochia N.S. do Carmo, : Raymundo Furtado de Moraes, Raymundo Pinheiro de Barros, Francisco Ignacio Machado, Manoel Gonçalves Pinto, João da Cruz Villa-Real, Juvenal Augusto da Costa Moraes, Manoel José Rodrigues Villa-Real, Pedro Manoel Valente, Manoel José Ferreira, Manoel do Nascimento do Carmo, Antonio Felippe Nery, Cordolino de Moraes, Manoel José Pinheiro, Raymundo do Carmo Machado, Eduardo Augusto de Barros, Raymundo Estumano Francisco Xavier Gomes, Benedicto Américo de Carvalho, Manoel Antonio Fiel, Raymundo Procópio Rodrigues das Mercês, Manoel Cypriano Rodrigues, Manoel Antonio maia, Américo de Alcântara, Thomaz Gomes, Joaquim Garcia Bahia, Elias José Bahia, Domingos de Almeida,  José Raymundo de Freitas, Raymundo da Trindade, Narcizo Martiniano, Belmiro Antonio da Cruz, Feliciano d'Oliveira Costa, Francisco da Trindade, Martinho José dos Reis, Domingos José Portilho, João Martins Bahia, Manoel da Cruz Sobrinho, Marcos bahia dos Reis, Bazílio dos Reis, Benedicto Antonio da Cruz, Raymundo de Souza Bahia, Benedicto Rosa de Jesus Gaia, Manoel Francisco da Gaia, Abel de Oliveira da Costa, Domingos Martins Bahia, Manoel da Cruz da Gaia, Raymundo Cotta da Gaia, Mariano Antonio da Cruz, Florêncio Bittencourt, Alexandre Pompeu, Manoel Gonçalves de Moraes, Manoel Pedro dos Santos, João Raimundo Rodrigues, Manoel Francisco da Cruz, João Luiz da Cruz, Manoel Cândido da Cruz, José Vicente da Cruz, José Pinheiro Gomes, Honório M. de Moraes, José Felício Ramos, Gracindo Rodrigues, João Ferreira Ribeiro, Antonio Silva Lobo, Manoel da Silva Pinheiro, João Américo Cardoso, José Antonio Fonseca, Silvestre Pedro Beckman, Sebastião Rodrigues de Nazareth, João Felippe Nery, Avelino Machado de Barros, Francisco Ribeiro, sendo que muitos desses eram estrangeiros.

. SILVESTRE PEDRO BECKMANcitado como membro, em 1890, do Partido Democrata na Parochia de Nossa Senhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt e outros. Vide lista em José Cardoso da Silva Coimbra.

Os Lima Beckman
. JOÃO LIMA BECKMAN, citado como membro, em 1890, do Partido Democrata na Parochia de Nossa Senhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt e outros. Vide lista em Félix Ferreira Ribeiro.

FAMÍLIA BELFORT
Os Belfort Lisboa
Família
. JOSÉ MIGUEL BELFORT LISBOA, casado e com filhos, família que morava em um prédio histórico em Cametá, e José Miguel Belfort  foi grande industrial e proprietário de terras na Era Colonial do Pará, e o dito prédio histórico ficou deteriorado pela ação do tempo e foi demolido. José Miguel também teve grande participação da vida política em Cametá, durante o período da Monarquia Brasileira, tendo, por sua ação, recebido em 31/8/1870, do Imperador Doim Pedro II, título de nobreza e duas cartas-patentes. O prédio da Família Lisboa durou até 19/4/1983, já nas mãos de herdeiros dessa tradicional família. Citação: O Padre ANTONIO FERREIRA DA SILVA FRANCO, foi Vigário da Paróquia de Cametá no 1889, ano da Proclamação da República, que se tornou o 1º intendente nomeado em Cametá, tendo tomado posse na sessão de 1/3/1890 pelas mãos do Major Estevam Wanzeler d'Albuquerque , secretariado por Francisco Alfredo Loureiro e o Padre Antonio Franco ficou no poder até 1891, sendo substituído pelo novo intendente Carlos Antonio Redig, este que era vogal na legislatura anterior à Proclamação da República no Brasil e que governou por dois mandatos trienais (1891-1897). O Padre Antonio Franco foi membro do diretório do Partido Republicano, em Cametá. Padre ANTONIO FERREIRA DA SILVA FRANCO, que foi pároco de antiga matriz de S. João Batista e que detinha o comando do Partido Republicano e que ficou na direção do Poder Executivo de Cametá na Proclamação da República do Brasil, que tinha como presidente da Câmara Municipal o Vereador Estevam Wanzeler d'Albuquerque e o dito padre ficou no poder até o ano de 1891, sendo substituído pelo intendente Carlos Antonio Redig, este vogal da legislatura anterior à Proclamação da República e que governou por dois mandatos de 1891 a 1897. Foram vogais na Intendência do Padre Antonio Franco: Tenente-Coronel Joaquim Felippe de Siqueira Mendes, Tenente-Coronel José Antonio Ferreira de Souza, Alferes Lourenço da Costa Caldas, Alferes Raymundo Cordeiro de Castro, Alferes JOSÉ MIGUEL BELFORT LISBOA, Alferes Porfírio Rodrigues d'Oliveira.

FAMÍLIA BENASSULY
. ISAAC BENASSULY, citado como membro, em 1890, do Partido Democrata na Parochia de Nossa Senhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt e outros. Vide lista em Félix Ferreira Ribeiro.

FAMÍLIA BENÍCIO
. LUÍS BENÍCIO, citado em 1899 como representante efetivo das secções eleitorais de Cametá, junto com o Capitão José Monteiro dos Santos, Marcolino Antonio da Silva e Sousa, Antonio Patrícia T. Assumpção, Manoel Lopes da Silva, José Francisco Azevedo e os suplentes: Luís Benício, Theonilo da Silva, Francisco Sales Correa, Henrique Redig.


FAMÍLIA BENMUYAL
. ELIAS BENMUYAL, de origem judia, mas adepto dos preceitos do Espiritismo, preceitos surgidos em Cametá em 1906, com o jornal espírita "Verdade e Fé" como órgão divulgador e com o Grêmio Espírita e Beneficente Dom Romualdo Coelho, que congregava os adeptos do Espiritismo, entre os quais Elias Benmuyal; Joaquim Malcher como tesoureiro do Grêmio Espírita; Félix Pedro Pantoja, como presidente; Nelson Silva, Euclides dos Santos Pantoja e Elias Benmuyal como membros. Elias no final do século, após os eventos republicanos, alugou o Solar dos Bragas, em Cametá, dos herdeiros de Antonio Braga, para servir de comércio no final do século 19.
. ISAAC E. BENMUYAL, de origem judia, citado em 1900
FAMÍLIA BENSABATH
. FELICIANO BENSABATH, citado entre 1893-1894 como um dos Democatas que ajudaram financeiramente os democratas do Rio Grande do Sul na guerra, junto com: o padre intendente Antonio Franco, Cap Adolpho de Souza, Manoel dos Santos Mello, Antonio Joaquim da Cunha, Dr. João Siqueira, Tenente-coronel Manoel Nunes de Mello, Capitão João Rodrigues Vieira, Cap. Carlos Edwvirges, Valeriano de Mello e Silva, Joaquim Bastos, Raymundo José da Trindade, Ângelo Bazílio da Rocha, Joaquim da Costa Netto, Cap. Manoel de Vasconcelos Leão, Antonio Duarte Peres, Antonio Miguel da Veiga, Sebastião Pinto da Veiga, Alferes José W. de Moraes, Potenciano Neves, Feliciano Bensabáth, Alferes Manoel de Almeida, Mariano Juvêncio de Oliveira, Vicente Garcia, Amândio José Alves, Antonio Ferreira Cantão, Cap. Romualdo Cordovil, Avelino Xavier Alves, Raymundo B. de Jesus, Hilário da Veiga Thenório, Marianno de Vasconcelos, Antonio G. de Amorim, Calixto F. de Vasconcelos, Antonio Sepeda da Silva, firma Franco Rodrigues e Cia e firma Pinto e Filho.

FAMÍLIA BENSIMON
. BENSIMON e CIA, comerciante com firma constituída de Cametá em 1889, na Proclamação da República do Brasil.

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FAMÍLIA BITENCOURT
Os Bitencourt
. FLORÊNCIO BITTENCOURTcitado como membro, em 1890, do Partido Democrata na Parochia de Nossa Senhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt e outros. Vide lista em José Cardoso da Silva Coimbra.
Os Moraes Bitencourt
. GENTIL AUGUSTO DE MORAES BITTENCOURT, grande figura histórica com origem em Cametá, defensor dos ideais republicanos no Movimento Republicano nas décadas de 1870/1880, junto com outros idealistas, que culmina com o Manifesto Republicano no Pará.
Nascido em Carapajó, município de Cametá no dia 22 de setembro de 1847, filho do Major Jose Justiniano de Moraes Bittencourt e doma Maria do Carmo Moraes Bittencourt.
Formado em Direito pela pela Faculdade de Olinda Pernambuco em 1873 e não pela faculdade da Bahia consoante foi publicado por ocasião de sua morte no dia 29 de março de 1924.
Na sua volta ao estado do Pará exerceu vários cargos públicos importantes, destacando-se já no Regime Republicano, por três vezes de intendente de Belém e também por três vezes o de Juiz Seccional, desembargador e presidente do Tribunal de Justiça e em seguida foi governador do Pará por pouco tempo. Ele era casado com dona Francisca Almeida Bittencourt.
Como terceiro vice-governador nomeado pelo Generalisso Deodoro, assumiu a chefia do estado no período de 07.02. a 25.03.1891, em virtude da renuncia do titular Juste Leite Chermont. Nomeado Ministro das Relações Exteriores, foi eleito vice- governador pelo Congresso Legislativo do Estado em 23.06.1891, função que exerceu ate 01.02.1897, tendo inúmeras vezes substituído o Titular Lauro Sodré.
Republicano histórico e quase esquecido nas paginas da historia do Pará o Dr. Gentil Bittencourt teve o privilegio de ser o primeiro candidato do Club Republicano do Pará, conforme Circular de 22.05.1886 assinado pelo diretório constituído pelos doutores Jose Paes de Carvalho, Justo Leite Chermont, Barjona de Miranda e do Comerciante Jose Rodrigues Duarte Bentes, onde se lê: apresentando o seu candidato a vereador na próxima eleição de primeiro de julho” O nosso candidato e o Dr. Gentil Augusto Moraes Bittencourt”.
Gentil Bittencourt não foi eleito a Câmara Municipal de Belem mais deixou a mossa de sua fibra e sua luta pela implantação do Regime Republicano.
Gentil Bittencourt foi um grande estimulador da educação no estado do Para e teve a grande influencia para a construção de um colégio particular que foi construído em Belém do Pará e leva o seu nome.
SUA MEMÓRIA ESTA PERPETUADA
Em Cametá:
Sue busto esta entre os notáveis cametaenses na Praça dos Notáveis.
Av. Gentil Bittencourt, no Bairro Central.
Em Belem:
Colégio Gentil Bittencourt, onde fica a imagem peregrina de Nossa Senhora de Nazaré.
Uma das mais bonitas e frondosas ruas nossa capital Av. Gentil Bittencourt, no bairro dede Nazaré.
. Major JOS[E JUSTINIANO DE MORAES BITTENCOURT, casado com Maria do Carmo Moraes Bittencourt, pais de Gentil Augusto de Moraes Bittencourt.
. FRANCISCA ALMEIDA BITTENCOURT, esposa de Gential Augusto de Moraes Bittencourt.
Fonte-luisperescameta.blogspot.com.br

. ANTONIO CARLOS DE MORAES BITTENCOURT, citação:'Foram membros efetivos das secções eleitorais em 1892 em Cametá: João Antonio Pinto Cotta, João Marcelino Antonio da Costa Filho, Antonio Carlos de Morais Bittencourt e como suplntes: Manoel Antonio Pereira Fiel, Canuto Antonio da Costa Masson, Clarindo da Cruz Braga e Coelho
. DOMINGOS DE MORAES BITTENCOURT, era oposicionista monárquico em Cametá, mas que aderiu ao republicanismo em 1891.

FAMÍLIA BORGES
. MIGUEL ANTONIO BORGES, que no início do século 20 foi um dos fundadores do Partido republicano Democrático no Rio Cupijó, em Cametá.

FAMÍLIA BRAGA
Os Braga
. FORTUNATO BRAGA, que em 1900  foi  membro do Partido Republicano Democrático, em Cametá.
. FORTUNATO JOÃO BRAGA, foi professor em Cametá em 1890 na localidade Tamanduá. foi dono do jornal 'O Democrata' , citado em 31/1/1890 e  membro do Partido Republicano Democrático, em Cametá.
Os Batista Braga
. Cap. FORTUNATO JOÃO BAPTISTA BRAGA, citação: 'JOSÉ ANTONIO DE SOUSA BRAGA, foi nomeado professor interino da Escola Elementar da localidade Tamanduá em substituição ao Cap. Fortunato João Babtista Braga, este demitido da escola pelo intendente desafeto Pe. Antonio Ferreira da Silva Franco.'

Os Dias Correa Braga
. ANTONIO DIAS CORREA BRAGA, que era da oposição política monárquica no início da República em Cametá.
Os Costa Braga
, JOSÉ FRANCISCO DA COSTA BRAGA, era marchante em Cametá em 1889, na Proclamação da República do Brasil. e Juiz de Paz em Cametá no 1889.
Os Lima da Costa Braga
. Thomaz Lima da Costa Braga, era oposicionista em Cametá, mas que aderiu ao republicanismo em 1891.
Os Dias Braga
JOÃO DIAS BRAGA, Juiz de Paz do 3º Distrito em Cametá no 1889, ano da Proclamação da República.
Os S. Braga
. Antonio de S. Braga, que na década de 1870 morou no histórico prédio Solar dos Braga, em Cametá, prédio que foi construído, na década de 1870, prédio que foi palco de grandes eventos, bailes e saraus no tempo do Ciclo da Borracha, em Cametá.
Os Silva Braga
. ANTONIO DA SILVA BRAGA, era sapateiro em Cametá em 1889, ano da Proclamação da República do Brasil.
Os Sousa Braga
. Firma ANTONIO JOSÉ DE SOUZA BRAGA e CIA, comerciante com firma constituída de Cametá em 1889, na Proclamação da República do Brasil.
. JOSÉ ANTONIO DE SOUSA BRAGA, foi nomeado professor interino da Escola Elementar da localidade Tamanduá em substituição ao Cap. Fortunato João Babtista Braga, este demitido da escola pelo intendente desafeto Pe. Antonio Ferreira da Silva Franco.
.
FAMÍLIA BRAZÃO
. DIONÍZIO BRAZÃO, era sapateiro em Cametá em 1889, ano da Proclamação da República do Brasil.
FAMÍLIA BRITO
. . Raimundo Nonato de Brito
. Lúcia Bastos de Brito, casada com Raimundo Nonato de Brito Filho/Dico Brito. Vide citação sobre Dico Brito, abaixo em Antonio Joaquim de Barros:
. Raimundo Nonato de Brito
. Raimundo Nonato de Brito Filho/Dico Brito, citação:
"Antonio Joaquim de Barros, português, comerciante, que foi dono do casarão histórico em Cametá, este datado do século 19 e que palco de de muitos eventos políticos, bailes e outras festas nas décadas de 1940/1950. Antonio Joaquim era casado com a portuguesa Catharina Mendes Cantão de Barros e tiveram filhos. Antonio Joaquim era comerciante de borracha e compra e venda de outros gêneros em Cametá e como político era da corrente monarquista e republicana em 1889. Sua esposa Catharina faleceu em 02/11/1902, aos 33 anos de idade e Antonio Joaquim de Barros casou uma 2ª vez com Raimunda Lopes de Barros. Antonio Joaquim falece em 16/8/1930, com 73 anos de idade e seus bens fica dividido entre seus herdeiros, ficando o casarão histórico com Antonio Joaquim de Barros Júnior, este que casou com Albertina Contente de Barros, esta que faleceu e Antonio Joaquim Júnior casa uma 2ª vez com Clélia Contente de Barros. No início da década da década de 1950 o casarão foi vendido ao Sr. Raimundo Nonato de Brito Filho/Dico Brito e lá ficou residindo com sua esposa Lúcia Bastos de Brito, esta prima de Antenor Bastos, usado como residência e casa comercial"

FAMÍLIA BRUNO
Os Martins Bruno de Jesus
. RAYMUNDO MARTINS BRUNO DE JESUS, era  ourives e da última Camara em Cametá no 1889, ano da Proclamação da República do Brasil, monarquista que, posteriormente, aderiu ao Partido Republicano Democrático, em Cametá em 1902.

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FAMÍLIAS C
Os C
Os C
Os C. Carneiro Ribeiro
. Alferes SABINO C. CARNEIRO RIBEIRO, era  ourives em Cametá no 1889, ano da Proclamação da República do Brasil..
Os C. Moraes
. Aristides C. Moraes, citado em 1891 da oposicão monárquica, contra os republicanos, em Cametá.
Os C. Ludgero Garcia
. CANDIR C. LUDGERO GARCIA MENDES, citado em 1899 como mesário de secção eleitoral na localidade Itanduba, junto com Benjamim Clarião de Carvalho Camarão, Candir C. Ludgero Garcia Mendes, Joaquim Santos T. Oliveira Prestes, Henrique Antonio Baptista, Basílio Manoel de Vasconcelos e os suplentes: Belarmino da Silva Pinto, Rosenildo de Sousa Ramos e Domingos Antonio Baptista.
Os C. Nunes Lisboa
. Major ANTONIO C. NUNES LISBOA, que foi vereador em 1889 em Cametá.
Os C. de Oliveira
JOSÉ C. DE OLIVEIRA, era carpinteiro em Cametá em 1889, ano da Proclamação da República.
Os C. Espírito Santo
. RAYMUNDO C. ESPÍRITO SANTO, era ferreiro em Cametá no 1889, ano da Proclamação da República do Brasil..
FAMÍLIA CABRAL
. A Sr. JUZICO CABRAL e sua esposa AMÉRICA DOS SANTOS/Tia Mirica, que foram os continuadores e Zeladores daquele do saudoso oratório na antiga Igreja de Nossa S. das Graças, na localidade Rio Furtados, no município de Cametá, por longos anos.
. Engenheiros ZEZINHO CABRAL e Marcelo Valente, que com seus valiosos trabalhos, desenhando a planta deste novo Santuário de Nossa S. das Graças, na localidade Rio Furtados, município de Cametá/PA, que também supervisionaram e orientaram na construção desta nova casa de oração.

FAMÍLIA CALDAS
Os Caldas
. CAMILO ANTONIO CALDAS, citado em 1899 no Rio Mutuacá como suplente de mesário de secção eleitoral junto com: Capitão Domingos Ribeiro Guimarães, Francisco Gonçalves da Costa, Francisco Furtado de Vasconcelos, Geraldo Antonio da Cruz, Domingos Ferreira da Costa, e com os suplentes: Manoel Ribeiro Cardoso, Camilo Antonio Caldas, Domingos José Affonso.

Os Costa Caldas
, LOURENÇO DA COSTA CALDAS, era marchante em Cametá em 1889, na Proclamação da República do Brasil. e Juiz de Paz em Cametá no 1889, foi vogal do Conselho de Intendência em Cametá em 1893 Padre ANTONIO FERREIRA DA SILVA FRANCO, foi Vigário da Paróquia de Cametá no 1889, ano da Proclamação da República, que se tornou o 1º intendente nomeado em Cametá, tendo tomado posse na sessão de 1/3/1890 pelas mãos do Major Estevam Wanzeler d'Albuquerque , secretariado por Francisco Alfredo Loureiro e o Padre Antonio Franco ficou no poder até 1891, sendo substituído pelo novo intendente Carlos Antonio Redig, este que era vogal na legislatura anterior à Proclamação da República no Brasil e que governou por dois mandatos trienais (1891-1897). O Padre Antonio Franco foi membro do diretório do Partido Republicano, em Cametá. Padre ANTONIO FERREIRA DA SILVA FRANCO, que foi pároco de antiga matriz de S. João Batista e que detinha o comando do Partido Republicano e que ficou na direção do Poder Executivo de Cametá na Proclamação da República do Brasil, que tinha como presidente da Câmara Municipal o Vereador Estevam Wanzeler d'Albuquerque e o dito padre ficou no poder até o ano de 1891, sendo substituído pelo intendente Carlos Antonio Redig, este vogal da legislatura anterior à Proclamação da República e que governou por dois mandatos de 1891 a 1897. Foram vogais na Intendência do Padre Antonio Franco: Tenente-Coronel Joaquim Felippe de Siqueira Mendes, Tenente-Coronel José Antonio Ferreira de Souza, Alferes Lourenço da Costa Caldas, Alferes Raymundo Cordeiro de Castro, Alferes José Miguel Belfort Lisboa, Alferes Porfírio Rodrigues d'Oliveira.

FAMÍLIA CAMARÃO
. BENJAMIM CLARIÃO DE CARVALHO CAMARÃO. citado em 1899 como mesário de secção eleitoral na localidade Itanduba, junto com Benjamim Clarião de Carvalho Camarão, Candir C. Ludgero Garcia Mendes, Joaquim Santos T. Oliveira Prestes, Henrique Antonio Baptista, Basílio Manoel de Vasconcelos e os suplentes: Belarmino da Silva Pinto, Rosenildo de Sousa Ramos e Domingos Antonio Baptista.
FAMÍLIA CAMPELO
Os de Sousa Campelo
. Sr. FRANCISCO JOAQUIM DE SOUZA CAMPELLO, era advogado em Cametá no 1889, ano da Proclamação da República,
FAMÍLIA CAMPOS
. ALFREDO CAMPOS, é coordenador-técnico da empresa "Novo tempo Comunicação", em Cametá.
Campos e Lobo
. CAMPOS E LOBO, firma fabricante de malas e outros em Cametá em 1889, na Proclamação da República do Brasil.
Os Campos Malcher
. JOAQUIM DE CAMPOS MALCHER, citado em 1899 como efetivo de secção eleitoral em Cametá, junto com Samuel Amâncio de Sousa, Carlos Lopes da Silva, Procópio Rodrigues da Costa, Manoel Honório Lopes de mendonça, João Marcelino Antonio da Costa e com os suplentes: Joaquim de Campos Malcher, José Lopes de Sousa Paes e belmiro Félix da Silva.

FAMÍLIA CANTÃO
Os Ferreira Cantão
. ANTONIO FERREIRA CANTÃO, citado entre 1893-1894 como um dos Democatas que ajudaram financeiramente os democratas do Rio Grande do Sul na guerra, junto com: o padre intendente Antonio Franco, Cap Adolpho de Souza, Manoel dos Santos Mello, Antonio Joaquim da Cunha, Dr. João Siqueira, Tenente-coronel Manoel Nunes de Mello, Capitão João Rodrigues Vieira, Cap. Carlos Edwvirges, Valeriano de Mello e Silva, Joaquim Bastos, Raymundo José da Trindade, Ângelo Bazílio da Rocha, Joaquim da Costa Netto, Cap. Manoel de Vasconcelos Leão, Antonio Duarte Peres, Antonio Miguel da Veiga, Sebastião Pinto da Veiga, Alferes José W. de Moraes, Potenciano Neves, Feliciano Bensabáth, Alferes Manoel de Almeida, Mariano Juvêncio de Oliveira, Vicente Garcia, Amândio José Alves, Antonio Ferreira Cantão, Cap. Romualdo Cordovil, Avelino Xavier Alves, Raymundo B. de Jesus, Hilário da Veiga Thenório, Marianno de Vasconcelos, Antonio G. de Amorim, Calixto F. de Vasconcelos, Antonio Sepeda da Silva, firma Franco Rodrigues e Cia e firma Pinto e Filho.

Os Mendes Cantão de Barros
. BRÍGIDA MENDES CANTÃO, citada em 1900
CATHARINA MENDES CANTÃO DE BARROS:
. Antonio Joaquim de Barros, português, comerciante, que foi dono do casarão histórico em Cametá, este datado do século 19. Antonio Joaquim era casado com a portuguesa Catharina Mendes Cantão de Barros e tiveram filhos. Antonio Joaquim era comerciante de borracha e compra e venda de outros gêneros em Cametá e como político era da corrente monarquista e republicana em 1889. Sua esposa Catharina faleceu em 02/11/1902, aos 33 anos de idade e Antonio Joaquim de Barros casou uma 2ª vez com Raimunda Lopes de Barros. Antonio Joaquim falece em 16/8/1930, com 73 anos de idade e seus bens fica dividido entre seus herdeiros, ficando o casarão histórico com Antonio Joaquim de Barros Júnior, este que casou com Albertina Contente de Barros, esta que faleceu e Antonio Joaquim Júnior casa uma 2ª vez com Clélia Contente de Barros.
Catharina Mendes Cantão de Barros, portuguesa, esta falecida em 02/11/1902, com 33  anos de idade, 1ª esposa de Antonio Joaquim  de Barros, português.e com filhos. Vide acima em Antonio Joaquim de Barros.
Os Cantuária de Novaes
FRANCISCO CANTUÁRIA DE NOVAES,  era Escrivão Judicial em Cametá no 1889, ano da Proclamação da República.

FAMÍLIA CARDOSO
Os Cardoso
. JOÃO AMÉRICO CARDOSOcitado como membro, em 1890, do Partido Democrata na Parochia de Nossa Senhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt e outros. Vide lista em José Cardoso da Silva Coimbra.
. LEANDRO BONIFÁCIO CARDOSO, era oposicionista em Cametá, mas que aderiu ao republicanismo em 1891.
Os Cardoso Lopes de Mendonça
FRANCISCO CARDOSO LOPES DE MENDONÇA, que junto com. MANOEL PEDRO D'ALCÂNTARA DIAS, JOAQUIM PEDRO CORREA DE FREITAS, José Francisco de Siqueira Mendes, foram fundadores da banda musical "Euterpe Cametaense", em 1874.
Os Cardoso Machado
. LEOMAX CARDOSO MACHADO, artista plástico e pinto em Cametá.
Os Cardoso da Silva
. GUILHERMINO CARDOSO DA SILVA, que em 1889, na Proclamação da República Brasileira, era monarquista que, posteriormente, aderiu ao Partido Republicano Democrático, em Cametá.
Os Cardoso da Silva Coimbra
. JOSÉ CARDOSO DA SILVA COIMBRA, citado como membro, em 1890, do Partido Democrata na Parochia de Nossa Snhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt, Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt, Capitão Agnello José de Oliveira, Leoncio José d'Oliveira, Félix Ferreira Ribeiro, Horácio Estácio Wanzeller, José Antonio Pinheiro, José Cardoso da Silva Coimbra, Ivo Manoel Vicente. Luiz Antonio do Carmo, Venâncio Erico de Moraes, João de Deus e Silva, Porphirio da Conceição, Plácido Antonio do Nascimento, João Roberto dos Santos, Manoel Romão dos Santos, Manoel Carlos Machado, Pedro José de Moraes, Euzébio Emílio Marcêncio, Manoel Francisco Ribeiro, Gregório Ferreira Ribeiro, Manoel Joaquim dos Santos, Joaquim Pedro Xavier Alves, Clemente Xavier da Cruz, Martiniano Martins da Cruz, Francisco Antonio Machado, Raymundo José Gomes, Fernando José de Moraes, João delgado Estumano, Antero José do Nascimento, Raymundo Antonio da Cruz, Manoel Gonçalves Pinto, Romualdo Ferreira Ribeiro, João Lima Beckman, Joaquim de Mello, Elias henrique de Lima, Isaac Benassuly, Manoel dos Passos Lobo, Manoel Wanzeller de Moraes, Lourenço Lopes Mendes, Estevão Gomes, Raymundo Cyriaco Mendes, Manoel leão Mendes, José Pedro Mendes, Silvino Ponciano Martins, Antonio Rosa da Costa, Joaquim Castro Valente, Antonio Castro Valente, João Gonçalves Pinto Sobrinho, Feliciano Luiz Barbosa, Matheus Martins Estumano, Jacob Obadri, Jaime Obadri, Manoel Felippe Nery, Marcelino de Souza Paes, Clarindo da Cruz, Jorge Coelho, Firmo Antonio Bahia, Antonio José Gomes, Miguel Estuamano, Manoel Alfredo Rodrigues, Thomé Pedro Beckman, José Rodrigues de Nazareth, que em 1890 era membro do Partido Democrata, da Parochia N.S. do Carmo, : Raymundo Furtado de Moraes, Raymundo Pinheiro de Barros, Francisco Ignacio Machado, Manoel Gonçalves Pinto, João da Cruz Villa-Real, Juvenal Augusto da Costa Moraes, Manoel José Rodrigues Villa-Real, Pedro Manoel Valente, Manoel José Ferreira, Manoel do Nascimento do Carmo, Antonio Felippe Nery, Cordolino de Moraes, Manoel José Pinheiro, Raymundo do Carmo Machado, Eduardo Augusto de Barros, Raymundo Estumano Francisco Xavier Gomes, Benedicto Américo de Carvalho, Manoel Antonio Fiel, Raymundo Procópio Rodrigues das Mercês, Manoel Cypriano Rodrigues, Manoel Antonio maia, Américo de Alcântara, Thomaz Gomes, Joaquim Garcia Bahia, Elias José Bahia, Domingos de Almeida,  José Raymundo de Freitas, Raymundo da Trindade, Narcizo Martiniano, Belmiro Antonio da Cruz, Feliciano d'Oliveira Costa, Francisco da Trindade, Martinho José dos Reis, Domingos José Portilho, João Martins Bahia, Manoel da Cruz Sobrinho, Marcos bahia dos Reis, Bazílio dos Reis, Benedicto Antonio da Cruz, Raymundo de Souza Bahia, Benedicto Rosa de Jesus Gaia, Manoel Francisco da Gaia, Abel de Oliveira da Costa, Domingos Martins Bahia, Manoel da Cruz da Gaia, Raymundo Cotta da Gaia, Mariano Antonio da Cruz, Florêncio Bittencourt, Alexandre Pompeu, Manoel Gonçalves de Moraes, Manoel Pedro dos Santos, João Raimundo Rodrigues, Manoel Francisco da Cruz, João Luiz da Cruz, Manoel Cândido da Cruz, José Vicente da Cruz, José Pinheiro Gomes, Honório M. de Moraes, José Felício Ramos, Gracindo Rodrigues, João Ferreira Ribeiro, Antonio Silva Lobo, Manoel da Silva Pinheiro, João Américo Cardoso, José Antonio Fonseca, Silvestre Pedro Beckman, Sebastião Rodrigues de Nazareth, João Felippe Nery, Avelino Machado de Barros, Francisco Ribeiro, sendo que muitos desses eram estrangeiros.

Os R. Cardoso
. CASSIANO R. CARDOSO, era marceneiro em Cametá no 1889, ano da Proclamação da República do Brasil..
Os Ribeiro Cardoso
Os Ferreira da Costa
. MANOEL RIBEIRO CARDOSO, citado em 1899 no Rio Mutuacá como suplente de mesário de secção eleitoral junto com: Capitão Domingos Ribeiro Guimarães, Francisco Gonçalves da Costa, Francisco Furtado de Vasconcelos, Geraldo Antonio da Cruz, Domingos Ferreira da Costa, e com os suplentes: Manoel Ribeiro Cardoso, Camilo Antonio Caldas, Domingos José Affonso.


FAMÍLIA CARMO
Os do Carmo
. ELEUTÉRIO DO CARMO, em 1899 era efetivo da secção eleitoral, em Cametá junto com: Tenente Coronel e intendente Joaquim Felippe de Siqueira Mendes, Potenciano Monteiro da Costa, Eustachio Aristóteles de Alcântara Dias, Joaquim de Lima Lobo Sobrinho, Manoel da Cruz Sant'Anna e os suplentes: Antonio Patricio de Assumpção, Eleutério do Carmo e Guilherme Lopes da Silva.
. LUIZ ANTONIO DO CARMO, era oposicionista em Cametá, mas que aderiu ao republicanismo em 1891, citado como membro, em 1890, do Partido Democrata na Parochia de Nossa Senhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt, Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt e outros. Vide lista em José Cardoso da Silva Coimbra.
. PAULINO BENEDICTO DO CARMO, citado em 1900
Os do Carmo Machado
. RAYMUNDO DO CARMO MACHADOcitado como membro, em 1890, do Partido Democrata na Parochia de Nossa Senhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt e outros. Vide lista em José Cardoso da Silva Coimbra.
Os do Carmo de Melo
. Tenente-coronel MANOEL DO CARMO DE MELLO, citado em 1899 como como representante efetivo de secção eleitoral em Cametá, junto com: Ten-Coronel Manoel do Carmo de Mello, Nepumoceno de Oliveira Pantoja, Policarpo Pereira Gonçalves, Firmino José Rodrigues, Basileu Freitas Rodrigues, com os suplentes: Inaldino dos Santos Rodrigues, João Domingos Rodrigues e Luis Pereira de Mello.
Os do Carmo dos Prazeres
. ALFREDO DO CARMO DOS PRAZERES, citado em 1899 como suplente das secções eleitorais, junto com os efetivos: Capitão José Monteiro dos Santos, José Francisco d'Azevedo, Manoel Lopes da Silva, Luis Ferreira Lopes Alves de Carvalho Filho, Joaquim Santiago de Farias e os suplentes: Benjamim Malcher de Sousa, Firmino Ezequiel de Jesus e Silva, José Domingos de Moura, e com os mesários: Guilherme de Sousa Leão, Alfredo do Carmo dos Prazeres, Manoel França da Silva Pinto, João Pinto Marques, Manoel Rodrigues e Sebastião Pereira de Moraes.

. Os do Nascimento do Carmo
. MANOEL DO NASCIMENTO DO CARMOcitado como membro, em 1890, do Partido Democrata na Parochia de Nossa Senhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt e outros. Vide lista em José Cardoso da Silva Coimbra.
. VICTOR R. DO CARMO, citado em 31/1/1890 como membro do Partido Republicano Democrático, em Cametá.

FAMÍLIA CARNEIRO
Os C. Carneiro Ribeiro
. Alferes SABINO C. CARNEIRO RIBEIRO, era  ourives em Cametá no 1889, ano da Proclamação da República do Brasil..
Os Ferreira Alves Carneiro
. LUIZ FERREIRA ALVES CARNEIRO
. LUIZ FERREIRA ALVES CARNEIRO FILHO, funcionário imperial, suplente do Juiz Municipal Dr. Antonio Lopes de Menezes em 1889, em  Cametá, na Proclamação da República Brasileira.
FAMÍLIA CARREIRA
, JOSÉ JOAQUIM CARREIRA, era marchante em Cametá em 1889, na Proclamação da República do Brasil. e Juiz de Paz em Cametá no 1889.

FAMÍLIA CARVALHO
. BASÍLO CHISPIM DE CARVALHO, normalista que se formou na antiga Escola Normal em Belém, e Basílio de Carvalho foi um dos primeiros diretores do antigo Grupo Escolar "Dom Romualdo de Seixas", em Cametá.
Os de Carvalho
. BENEDICTO AMÉRICO DE CARVALHOcitado como membro, em 1890, do Partido Democrata na Parochia de Nossa Senhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt e outros. Vide lista em José Cardoso da Silva Coimbra.

Os Carvalho de Albuquerque
Capitão-mor ANTONIO CARVALHO DE ALBUQUERQUE, que em 1713 doou as terras para o Senado da Câmara  (que era o principal órgão político-administrativo das antigas localidades, com seus vereadores), quando aconteceu a transferência da Villa de Cametá, da localidade Cametá-Tapera, para onde hoje se assenta a cidade de Cametá.
Os Clarião de Carvalho Camarão
. BENJAMIM CLARIÃO DE CARVALHO CAMARÃO. citado em 1899 como mesário de secção eleitoral na localidade Itanduba, junto comCandir C. Ludgero Garcia Mendes, Joaquim Santos T. Oliveira Prestes, Henrique Antonio Baptista, Basílio Manoel de Vasconcelos e os suplentes: Belarmino da Silva Pinto, Rosenildo de Sousa Ramos e Domingos Antonio Baptista.
Os Alves de Carvalho
, LUIZ FERREIRA ALVES DE CARVALHO FILHO, era marchante em Cametá em 1889, na Proclamação da República do Brasil. e Juiz de Paz em Cametá no 1889 e vereador da última Cãmara Municipal em 1889.
Os Ferreira Lopes Alves de Carvalho
. LUIS FERREIRA LOPES ALVES DE CARVALHO
. LUIS FERREIRA LOPES, ALVES DE CARVALHO FILHO, citado em 1899 como representante efetivo das secções eleitorais, junto com o Capitão José Monteiro dos Santos, José Francisco d'Azevedo, Manoel Lopes da Silva, Luis Ferreira Lopes Alves de Carvalho Filho, Joaquim Santiago de Farias e os suplentes: Benjamim Malcher de Sousa, Firmino Ezequiel de Jesus e Silva, José Domingos de Moura, e com os mesários: Guilherme de Sousa Leão, Alfredo do Carmo dos Prazeres, Manoel França da Silva Pinto, João Pinto Marques, Manoel Rodrigues e Sebastião Pereira de Moraes.

Os Coelho de Carvalho
. FELICIANO COELHO DE CARVALHO, que era um nobre português que se constituiu figura histórica de Cametá e Pará, que em Cametá-Tapera, esta fundada em 1635, serviu como marco da criação da Capitania e Donatária do mesmo Feliciano Coelho de Carvalho, o qual deu o nome da antiga "Villa Viçosa de Santa Cruz de Cametá".
Os Cruz de Carvalho
. MARCOS DA CRUZ DE CARVALHO, citado em 1899 como como representante efetivo de secção eleitoral, junto com: Coronel Benedito Ferreira da Silva, Januário Lopes Dias Couto, José de Moraes Seixas, Armando de Sousa Villa-Seca, José Armindo de Seixas,  com os suplentes: João Vieira dos Santos, Polycarpo de Sousa Serrão e Marcos da Cruz de Carvalho.

Os Ferreira A. de Carvalho
. NILO FERREIRA A. DE CARVALHO, era marchante em Cametá em 1889, ano  da Proclamção de República do Brasil
Os Ferreira Alves de Carvalho
LUIZ FERREIRA ALVES DE CARVALHO
, LUIZ FERREIRA ALVES DE CARVALHO FILHO, era marchante em Cametá em 1889, na Proclamação da República do Brasil. e Juiz de Paz em Cametá no 1889.
Os Paes de Carvalho
. JOSÉ PAES DE CARVALHO, cametaense que foi governador do Pará.

FAMÍLIA CASTRO
Os Castro de Assunção
IZIDORO CASTRO DE ASSUNPÇÃO, era alfaiate em Cametá em 1889, ano da Proclamação da República.
. ARTHUR CASTRO DE OLIVEIRA, que no início do século 20 foi um dos fundadores do Partido Republicano Democrático no Rio Cupijó, em Cametá.
Os Castro Valente
. ANTONIO DE CASTRO VALENTEcitado como membro, em 1890, do Partido Democrata na Parochia de Nossa Senhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt e outros. Vide lista em José Cardoso da Silva Coimbra.
. JOAQUIM DE CASTRO VALENTEcitado como membro, em 1890, do Partido Democrata na Parochia de Nossa Senhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt e outros. Vide lista em José Cardoso da Silva Coimbra.
Os Cordeiro de Castro
. MARIA CORDEIRO DE CASTRO, cuja residência histórica, em Cametá, foi construída por seu pai RAIMUNDO CORDEIRO DE CASTRO, que foi palco de eventos como o aniversário da Proclamação da República Brasileira, na década de 1930. Raimundo Cordeiro de Castro mandou ampliar o prédio pelo Mestre Roque, para servir de funilaria, esta contando com 15 máquinas de origem alemãs, que faliu ainda durante a crise da borracha. Nesse casarão funcionou o Externato Cordeiro, da professora Maria Cordeiro de Castro, esta filha de Raimundo. A professora Maria Cordeiro de Castro foi eleita a 1ª vereadora eleita em Cametá em 1948. o externato foi elevado, em 1953, à condição de Instituto N. Senhora do Rosário de Fátima..
. RAIMUNDO CORDEIRO DE CASTRO. Vide acima em Maria Cordeiro de Castro. O Padre ANTONIO FERREIRA DA SILVA FRANCO, foi Vigário da Paróquia de Cametá no 1889, ano da Proclamação da República, que se tornou o 1º intendente nomeado em Cametá, tendo tomado posse na sessão de 1/3/1890 pelas mãos do Major Estevam Wanzeler d'Albuquerque , secretariado por Francisco Alfredo Loureiro e o Padre Antonio Franco ficou no poder até 1891, sendo substituído pelo novo intendente Carlos Antonio Redig, este que era vogal na legislatura anterior à Proclamação da República no Brasil e que governou por dois mandatos trienais (1891-1897). O Padre Antonio Franco foi membro do diretório do Partido Republicano, em Cametá. Padre ANTONIO FERREIRA DA SILVA FRANCO, que foi pároco de antiga matriz de S. João Batista e que detinha o comando do Partido Republicano e que ficou na direção do Poder Executivo de Cametá na Proclamação da República do Brasil, que tinha como presidente da Câmara Municipal o Vereador Estevam Wanzeler d'Albuquerque e o dito padre ficou no poder até o ano de 1891, sendo substituído pelo intendente Carlos Antonio Redig, este vogal da legislatura anterior à Proclamação da República e que governou por dois mandatos de 1891 a 1897. Foram vogais na Intendência do Padre Antonio Franco: Tenente-Coronel Joaquim Felippe de Siqueira Mendes, Tenente-Coronel José Antonio Ferreira de Souza, Alferes Lourenço da Costa Caldas, Alferes Raymundo Cordeiro de Castro, Alferes José Miguel Belfort Lisboa, Alferes Porfírio Rodrigues d'Oliveira.

Os Dias de Castro
MESTRE CUPIJÓ
JOAQUIM MARIA DIAS DE CASTRO/Mestre Cupijó,
nascido em Cametá um dos ícones da musica popular paraense e o grande reinventor do Siria; Começou a sua carreira artística aos 12 anos de idade herdando a veia artística do seu pai o Mestre Vicente Serrão de Castro “O Mestre Vicente Sicudera”, que era musico maestro e regente da ‘Banda Euterpe Cametaense’, a qual ele passou a assumir o comando no ano de 1961, após o falecimento de seu pai.
            Mestre Cupijó ainda era o líder do ‘Jazz Orquestra os Azes do Ritmo’, e ainda foi proprietário de uma aparelhagem sonora ‘Musicolor’, que animava as festas, fazendo a cobertura sonora para os ‘Azes do Ritmo’. Mestre Cupijo ao lado de Alberto Moía Mocbel e outros amigos da época criaram o ‘Concurso de Musicas Carnavalesco de Compositores Cametaenses’ nos anos 70. Cujas musicas ainda é executado ate hoje no período carnavalesco, como: ‘Isso e Perigoso’, ‘Na base da Curtição’, ‘Aqui Não Fico Não’ e outras. Nas suas horas vagas gostava de estar perto da natureza, gostava de plantar e cuidar das arvores, tinha um terreno e as tardes ele ia para lá, esfriara cabeça.
            Em 1973 Mestre Cupijo gravou o seu primeiro disco em vinil, trabalho que começou em 1970. Ao todo foram gravados seis LPs e um CD ”Mestre Cupijo e se Ritmo” destacando as composições como: ‘Siria’, ‘Samba de Cassete’, ‘Cadê o Anel’, ‘Mambo do Martelo’, e ‘Banguê’. O ‘Ritmo Siria’ foi reinventado pelo musico e suas composições ganharam fama internacional, tanto que algumas delas foram regravadas pelo cantor português Roberto Leal, com coreografia daquele país.
            Mestre Cupijo, ganhou fama e notabilidade por ser um homem simples que fazia a vontade dos foliões e dançarinos executando suas musicas preferidas. Tocou em quase dos às cidades do Pará. Sua presença era marcante nos grandes bailes carnavalescos, eventos, festas religiosas e festas familiares. Os Azes do Ritmo encerrou suas atividades, pois alguns de seus músicos faleceram e outros se aposentaram e como não houve reposições de músicos para continuarem tocando o grupo acabou pendurando os instrumentos, restou a Banda Euterpe Cametaense também dirigida pelo Mestre e que ultimamente passou ao comando do Mestre Gabriel que ainda continua a tocar de vez enquanto.
            Mestre Cupijo também era advogado provisionado da Comarca de Cametá, onde desempenhava brilhantemente suas funções, pois contava com a parceria do seu irmão Dr. José Carlos Dias de Castro um dos maiores causídicos deste estado.
            Mestre Cupijo, também fez parte do ‘Coro Lira Angélica’ da Catedral de São João Batista, pois em épocas passadas as missas e novenas eram acompanhadas pelo coro que tinha vários músicos e um coral. Também tocava para as pastorinhas e peças de teatrais.
            Mais também o Mestre viveu um papel muito importante na historia do município, ele foi eleito o vereador mais votado pela antiga ARENA, onde desempenhou o mandato de vereador por duas legislaturas, vendo que não era o seu ramo acabou abandonando a política, em seguida ele realizou o curso para advogado provisionado, que conciliava suas atividades no judiciário e artístico.
            Em 2012 já pouco sai de sua residência, vivia em seu quarto tendo a companhia de seus familiares e para ficar bem informado tinha em sua companhia um radio e um aparelho de TV.
         No dia de hoje O Mestre partiu para o andar de cima onde foi se encontrar com Deus e seus amigos que daqui já partiram para se integrar a grande orquestra regida pelo Pai Eterno. Cametá na sua historia musical despede-se do seu Mestre.~
. MESTRE VICENTE SERRÃO DE CASTRO/Mestre Vicente Sicudera, músico, compositor musical
. Mestre Cupijó, músico, compositor musical, maestro e regente da Banda Euterpe Cametaense, a qual assumiu em 1961 após a morte de seu pai, o Mestre Vicente Serrão de Castro/Mestre Vicente Siocudera.
. MESTRE GABRIEL, músico que assumiu o comando da Banda Euterpe Cametaense, após o Mestre Cupijó.
. DR. JOSÉ CARLOS DIAS DE CASTRO, advogado, irmão do Mestre Cupijó, também era advogado provisionado da Comarca de Cametá, onde desempenhava brilhantemente suas funções, pois contava com a parceria do seu irmão Dr. José Carlos Dias de Castro um dos maiores causídicos deste estado.
Fonte: luisperescameta.blogspot.com.br
Mestre Cupijó:
Mestre Cupijó, foi um dos maiores nomes da cultura no Pará, chamado "O Rei do Siriá e com o nome Joaquim Maria Dias de Castro/Mestre Cupijó, que foi um dos expoentes musicais das danças de Siriá e Carimbó, de Cametá, falecido em 9/2012.

Os Serrão de Castro
. RAYMUNDO SERRÃO DE CASTRO, citado em 1899 como como representante efetivo de secção eleitoral, junto com:Joaquim Pedro dos Santos, Antonio Emygdio Pereira, Gregório Alves dos Santos, Raymundo Serrão de Castro, Fortunato Lopes da Veiga com os suplentes: João Jacintho d'Andrade, Victor Antonio Lopes, João Jacintho Gomes.

Os Serrão de Castro Silva
. JOAQUIM SERRÃO DE CASTRO E SILVA/Jajá Serrão, que vendeu seu prédio histórico no início do século 20 à Raimundo Mendonça.
. JOAQUIM SERRÃO DE CASTRO FILHO, que foi dono da 3ª residência do prédio histórico em Cametá e que mudou-se com a família ´para Belém e deixou alugada a casa em Cametá, para servir de sede para o Clube Atlético Rodoviário de Cametá/ARCA, e essa 3ª residência também abrigou os hotéis Esplanada e Centro Oeste, este último para o casal Eunízia e José Otávio Barros.
VICENTE SERRÃO DE CASTRO FILHO, nasceu em Cameta no dia 6 de Maio de 1891 e faleceu em Macapá território Federal do Amapá no do março de 1961.
            Era filho de Vicente Serrão de Castro e Ana Rosa de Azevedo de Castro, naturais do Estado do Maranhão
            Compositor, regente e mestre de banda.
            Atuou como mestre regente organista e violonista do coro sacro ‘Lira Angélica ’da igreja Matriz de Cametá. Autor de inúmeras composições musicais e bem inspiradas, das quais destacamos: ‘Ah, O Passado, Perolas do Tocantins, Soluções, Lagrimas Maternas’; valsas de alto conceito executadas com justos elogios em Belem do Pará as marchas: “Força Expedicionária Cametaense, Ecos Cametaenses e 15 de Novembro’, também constam no seu repertorio invejável dobrados: ‘Inácio Moura, Jeremias Rodrigues e e Os Voluntários, assim como as musicas sacras: “Tantum Ergo, Ave Maria, jaculatória de São Benedito e Jaculatória de São João Batista. Autor da marcha cívica “Gloria Cametaense” inumeramente executada em Belem do Para pelas Bandas Militares.
Emérito professor de musica, que por muito tempo regente da Banda Euterpe Cametaense, que posteriormente passou ao comando para o seu filho ‘Mestre Cupijó/ JOAQUIM MARIA DIAS DE CASTRO.
. JOAZIL SERRÃO, compositor cametaense que compôs o samba “Hermenegildo”, junto com Gordinho.
Como homem publico exerceu o Cargo de Secretario municipal no governo de Manoel Mario  Martins,prefeito da época. Tendo assumido a intendência Municipal em varias ocasiões. Foi redator do Jornal a Lucia que circulava na região Tocantina. Vicente Serrão de Castro Filho foi um cametaense que deu notável contribuição a cultura cametaense.
. VICENTE SERRÃO DE CASTRO, casado com Ana Rosa de Azevedo Castro, naturais do Estado do Maranhão, pais de Vicente Serrão de Castro Filho.
Fonte: luisperescameta.blogspot.com.br

FAMÍLIA CIRÍACO
. RAYMUNDO CYRIACO ALVES, citado em 1900.
Os Cyríaco das Mercês
. Joaquim Cyríaco das Mercês, era oposicionista em Cametá, mas que aderiu ao republicanismo em 1891.
FAMILIA CLARIÃO
Os Clarião de Carvalho Camarão
. BENJAMIM CLARIÃO DE CARVALHO CAMARÃO. citado em 1899 como mesário de secção eleitoral na localidade Itanduba, junto comCandir C. Ludgero Garcia Mendes, Joaquim Santos T. Oliveira Prestes, Henrique Antonio Baptista, Basílio Manoel de Vasconcelos e os suplentes: Belarmino da Silva Pinto, Rosenildo de Sousa Ramos e Domingos Antonio Baptista.
FAMÍLIA COELHO
Os Coelho
. JOAQUIM FELIPPE COELHO, citado em 31/1/1890 como membro do Partido Republicano Democrátic, em Cametá.
. JORGE COELHOcitado como membro, em 1890, do Partido Democrata na Parochia de Nossa Senhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt e outros. Vide lista em José Cardoso da Silva Coimbra.
. RAIMUNDO COELHO, foi secretário da cultura em Cametá.
. WALDEMAR COELHO, citação:
. Antonio Joaquim Barros Júnior, filho do português Antonio Joaquim de Barros e Antonio Joaquim Júnior,  casa com Albertina Contente de Barros, tendo esta falecido, Antonio Joaquim Júnior casa-se uma 2ª vez com Clélia Contente de Barros. Antonio Joaquim de Barros Júnior e sua 2ª esposa Clélia Contente de Barros, moravam na andar superior do casarão histórico e alugavam o térreo para Antenor Bastos e Celina Brito Bastos/Dona Bembém. Antonio Joaquim de Barros Júnior atuou ativamente na vida política municipal, após a Revolução de 1930, fazendo parte do Conselho Consultivo de Cametá, ao lado de Joaquim Fonseca e Waldemar Coelho, e Antonio Jr. foi prefeito municipal nomeado por Magalhães barata e foi ainda eleito vereador em 1948, sendo presidente da Câmara Municipal e vice-prefeito eleito, e ainda disputou o cargo de prefeito em 1954, perdendo a eleição para Ruy Nelson Parijós.

Os de Araújo Coelho
. MAXIMINO JOSÉ DE ARAUJO COELHO, citado em 31/1/1890 como membro do Partido Republicano Democrático, em Cametá.
Os Lopes Coelho
. MANOEL JOSÉ LOPES COELHO, citado em 31/1/1890 como membro do Partido Republicano Democrático, em Cametá.

Os de Sousa Coelho
Família
. DOM ROMUALDO DE SOUSA COELHO,
Nasceu em Cametá no dia 07 de fevereiro de 1762, era filho do capitão militar Alberto de Sousa Coelho e dona Maria Gusmão, moravam no sitio Paricateua na foz do Rio Moiraba, Realizou seus primeiros estudos sob a direção do padre Antonio Miguel Furtado, vigário da então Vila de Cametá. Propenso a vida eclesiástica por vocação estudou com grande aproveitamento todas as disciplinas que ensinavam no Seminário Episcopal.
Em 19 de fevereiro de 1785, tomou a ordem de presbítero e no dia 05 de abril do mesmo ano cantou a primeira missa na Matriz de Cametá. Em 1805 tornou-se Alcipreste da Catedral de Belem.
Dom Romualdo foi ao Rio de Janeiro, representando o Bispo, clero cabido e diocesano, cumprimentar a Família Real, dando as boas vindas ao Brasil. e na presença do Príncipe Regente pregou um belo sermão tornando-se logo conhecido pelo Monarca e da Corte. Dom João logo o agraciou com a Comenda da Ordem da Conceição.       
Em 1819, ele foi eleito bispo do Pará.
Dom Romualdo Coelho teve um Papel de grande destaque no momento da Adesão ao Pará a independência, em 1823 quando a 11 de agosto daquele ano como Presidente da Junta Governativa, assinou a ata de Adesão e o ato foi festejado no dia 15 de agosto seguinte
Ainda por ocasião da Cabanagem quando Belem foi saqueada pelos cabanos, e na iminência de ser incendiada foi a palavra persuasiva e cheia de Fé de Dom Romualdo que salvou a nossa capital da destruição por parte dos cabanos, palavra de um poder que fez a horda sanguinária de recuar de seu intento macabro, isso aconteceu em 1836.
Dom Romualdo Coelho, Faleceu no dia 15 de fevereiro de 1841 e seus restos mortais jazem na Catedral Metropolitana de Belém
SUA MEMÓRIA ESTA PERPETUADA
Em Cametá:
Uma Escola no Bairro de São Benedito leva o seu nome.
Seu busto esta entre os cametaenses Notáveis na Praça dos Notáveis
             Em Belém:
             Uma travessa no bairro do Umarizal leva o sei nome
que possuía o hábito da Ordem de Cristo, foi vice-reitor do Seminário, Promotor Eclesiástico, Examinador Sinodal, Lente de Teologia Moral e que aderiu a Independência do Brasil no Pará.
Conforme: luisperescameta.blogspot.com.br

. ALBERTO DE SOUSA COELHO, casado com D. Maria de Gusmão, antigos residentes no Sítio Paricateua na foz do Rio Moiraba citado em 7/2/1972, em Cametá, casados e com filhos: RomuaLdo de Sousa Coelho
Os de Sousa Coelho
Família
. BENEDITA DE SOUZA COELHO, já é falecida, casada com Enedino Coelho da Costa e com filhos: Raimundo do Socorro de Souza Coelho e seus irmãos.
. ENEDINO COELHO DA COSTA, da 3ª geração, casado com Benedita de Souza Coelho e com filhos: Raimundo do Socorro de Souza Coelho e seus irmãos.
. RAIMUNDO DO SOCORRO DE SOUZA COELHO, professor, escritor, com 50 anos em 21/2/2012, filho caçula de Enedino Coelho da Costa e Benedita de Souza Coelho, esta já falecida, casou com Franciolga Pereira Coelho e com filhos: Débora, Andressa.
. LÍDIA COELHO DE OLIVEIRA, irmã de Raimundo do Socorro.
. DOMINGOS DAS GRAÇAS DE SOUZA  COELHO, irmão de Raimundo do Socorro.
ISABEL COELHO MOREIRA, irmã de Raimundo do Socorro
. MARIA DOS INOCENTES FURTADO, irmã de raimundo do Socorro
. CATARINA COELHO DE OLIVEIRA, irmã de Raimundo do Socorro.
. BENEDITO VICENTE DE SOUZA COELHO, irmão de raimundo do Socorro
. JOSÉ DÁRIO DE SOUZA COELHO, irmão de Raimundo do Socorro, já é falecido.
. ANTONIO JOÃO DE SOUZA COELHO, irmão de Raimundo do Socorro, já é falecido.

Os Pereira de Souza Coelho
. COSME PEREIRA DE SOUZA COELHO, citado em 31/1/1890 como membro do Partido Republicano Democrático no Rio Cupijó, em Cametá.

FAMÍLIA CONCEIÇÃO
Os da Conceição
. PORPHIRIO DA CONCEIÇÃOcitado como membro, em 1890, do Partido Democrata na Parochia de Nossa Snhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt e outros democratas. Vide lista em José Cardoso da Silva Coimbra

Os Arnaud da Conceição
. JOÃO ARNAUD DA CONCEIÇÃO, que no início do século 20 foi um dos fundadores do Partido Republicano Democrático no Rio Cupijó, em Cametá.

Os Cordeiro de Castro
. Maria Cordeiro de Castro, foi professora em Cametá no início do século 20
. Gelmirez de Melo e Silva, professora, poetisa, estudou com a antiga professora Lica Leão, em Cametá, e continuou o estudo primário com a professora Maria Cordeiro de Castro e transferiu-se para Belém, onde formou-se na 1ª turma de História da UFPA, tendo trabalhado como professora de Espanhol e em 1983 lançou o livro de poemas "Isóbaros"

FAMÍLIA COHEN
. Isaac Cohen e sua esposa Esther Foinquinos, filhos de judeus nascidos no Amazonas no final do século 19 e início do 20, que possuía uma casa tipo sobrado em Cametá, cujos antigos donos eram filhos de judeus do Amazonas, com casa adquirida em Cametá em  na década de de 1920 da Sra. Maria Parijós (irmã de Nelson Parijós), prédio construído no Período Colonial, final do século 19, situado na Rua São João Batista, já demolido, que possuía comércio com o nome de "Casa Popular,  de Isaac Cohen, na época da borracha,  no final do século 19 e início do 20, que comercializava cacau, borracha, sementes .oleaginosas e Isaac e Esther adotaram uma criança de nome Gelmirez de Melo e Silva. Em 1934 o casal mudou para Belém, onde Isaac Cohen falece em 1943 e em 1957 falece sua esposa.

FAMÍLIA COIMBRA
. Os Cardoso da Silva Coimbra
. JOSÉ CARDOSO DA SILVA COIMBRA, citado como membro, em 1890, do Partido Democrata na Parochia de Nossa Snhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt, Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt, Capitão Agnello José de Oliveira, Leoncio José d'Oliveira, Félix Ferreira Ribeiro, Horácio Estácio Wanzeller, José Antonio Pinheiro, José Cardoso da Silva Coimbra, Ivo Manoel Vicente. Luiz Antonio do Carmo, Venâncio Erico de Moraes, João de Deus e Silva, Porphirio da Conceição, Plácido Antonio do Nascimento, João Roberto dos Santos, Manoel Romão dos Santos, Manoel Carlos Machado, Pedro José de Moraes, Euzébio Emílio Marcêncio, Manoel Francisco Ribeiro, Gregório Ferreira Ribeiro, Manoel Joaquim dos Santos, Joaquim Pedro Xavier Alves, Clemente Xavier da Cruz, Martiniano Martins da Cruz, Francisco Antonio Machado, Raymundo José Gomes, Fernando José de Moraes, João delgado Estumano, Antero José do Nascimento, Raymundo Antonio da Cruz, Manoel Gonçalves Pinto, Romualdo Ferreira Ribeiro, João Lima Beckman, Joaquim de Mello, Elias henrique de Lima, Isaac Benassuly, Manoel dos Passos Lobo, Manoel Wanzeller de Moraes, Lourenço Lopes Mendes, Estevão Gomes, Raymundo Cyriaco Mendes, Manoel leão Mendes, José Pedro Mendes, Silvino Ponciano Martins, Antonio Rosa da Costa, Joaquim Castro Valente, Antonio Castro Valente, João Gonçalves Pinto Sobrinho, Feliciano Luiz Barbosa, Matheus Martins Estumano, Jacob Obadri, Jaime Obadri, Manoel Felippe Nery, Marcelino de Souza Paes, Clarindo da Cruz, Jorge Coelho, Firmo Antonio Bahia, Antonio José Gomes, Miguel Estuamano, Manoel Alfredo Rodrigues, Thomé Pedro Beckman, José Rodrigues de Nazareth, que em 1890 era membro do Partido Democrata, da Parochia N.S. do Carmo, : Raymundo Furtado de Moraes, Raymundo Pinheiro de Barros, Francisco Ignacio Machado, Manoel Gonçalves Pinto, João da Cruz Villa-Real, Juvenal Augusto da Costa Moraes, Manoel José Rodrigues Villa-Real, Pedro Manoel Valente, Manoel José Ferreira, Manoel do Nascimento do Carmo, Antonio Felippe Nery, Cordolino de Moraes, Manoel José Pinheiro, Raymundo do Carmo Machado, Eduardo Augusto de Barros, Raymundo Estumano Francisco Xavier Gomes, Benedicto Américo de Carvalho, Manoel Antonio Fiel, Raymundo Procópio Rodrigues das Mercês, Manoel Cypriano Rodrigues, Manoel Antonio maia, Américo de Alcântara, Thomaz Gomes, Joaquim Garcia Bahia, Elias José Bahia, Domingos de Almeida,  José Raymundo de Freitas, Raymundo da Trindade, Narcizo Martiniano, Belmiro Antonio da Cruz, Feliciano d'Oliveira Costa, Francisco da Trindade, Martinho José dos Reis, Domingos José Portilho, João Martins Bahia, Manoel da Cruz Sobrinho, Marcos bahia dos Reis, Bazílio dos Reis, Benedicto Antonio da Cruz, Raymundo de Souza Bahia, Benedicto Rosa de Jesus Gaia, Manoel Francisco da Gaia, Abel de Oliveira da Costa, Domingos Martins Bahia, Manoel da Cruz da Gaia, Raymundo Cotta da Gaia, Mariano Antonio da Cruz, Florêncio Bittencourt, Alexandre Pompeu, Manoel Gonçalves de Moraes, Manoel Pedro dos Santos, João Raimundo Rodrigues, Manoel Francisco da Cruz, João Luiz da Cruz, Manoel Cândido da Cruz, José Vicente da Cruz, José Pinheiro Gomes, Honório M. de Moraes, José Felício Ramos, Gracindo Rodrigues, João Ferreira Ribeiro, Antonio Silva Lobo, Manoel da Silva Pinheiro, João Américo Cardoso, José Antonio Fonseca, Silvestre Pedro Beckman, Sebastião Rodrigues de Nazareth, João Felippe Nery, Avelino Machado de Barros, Francisco Ribeiro, sendo que muitos desses eram estrangeiros.

FAMÍLIA CONTENTE
. LEOPOLDINA CONTENTE DE SIQUEIRA MENDES, citada em 1900
Os Mendes da Silva Contente
FRANCISCO MENDES DA SILVA CONTENTE, Juiz de Paz do 3º Distrito em Cametá no 1889, ano da Proclamação da República.

FAMÍLIA CORDEIRO
Família
Os Cordeiro de Castro
. MARIA CORDEIRO DE CASTRO, cuja residência histórica, em Cametá, foi construída por seu pai RAIMUNDO CORDEIRO DE CASTRO, que foi palco de eventos como o aniversário da Proclamação da República Brasileira, na década de 1930. Raimundo Cordeiro de Castro mandou ampliar o prédio pelo Mestre Roque, para servir de funilaria, esta contando com 15 máquinas de origem alemãs, que faliu ainda durante a crise da borracha. Nesse casarão funcionou o Externato Cordeiro, da professora Maria Cordeiro de Castro, esta filha de Raimundo. A professora Maria Cordeiro de Castro foi eleita a 1ª vereadora eleita em Cametá em 1948. o externato foi elevado, em 1953, à condição de Instituto N. Senhora do Rosário de Fátima..O Padre ANTONIO FERREIRA DA SILVA FRANCO, foi Vigário da Paróquia de Cametá no 1889, ano da Proclamação da República, que se tornou o 1º intendente nomeado em Cametá, tendo tomado posse na sessão de 1/3/1890 pelas mãos do Major Estevam Wanzeler d'Albuquerque , secretariado por Francisco Alfredo Loureiro e o Padre Antonio Franco ficou no poder até 1891, sendo substituído pelo novo intendente Carlos Antonio Redig, este que era vogal na legislatura anterior à Proclamação da República no Brasil e que governou por dois mandatos trienais (1891-1897). O Padre Antonio Franco foi membro do diretório do Partido Republicano, em Cametá. Padre ANTONIO FERREIRA DA SILVA FRANCO, que foi pároco de antiga matriz de S. João Batista e que detinha o comando do Partido Republicano e que ficou na direção do Poder Executivo de Cametá na Proclamação da República do Brasil, que tinha como presidente da Câmara Municipal o Vereador Estevam Wanzeler d'Albuquerque e o dito padre ficou no poder até o ano de 1891, sendo substituído pelo intendente Carlos Antonio Redig, este vogal da legislatura anterior à Proclamação da República e que governou por dois mandatos de 1891 a 1897. Foram vogais na Intendência do Padre Antonio Franco: Tenente-Coronel Joaquim Felippe de Siqueira Mendes, Tenente-Coronel José Antonio Ferreira de Souza, Alferes Lourenço da Costa Caldas, Alferes Raymundo Cordeiro de Castro, Alferes José Miguel Belfort Lisboa, Alferes Porfírio Rodrigues d'Oliveira.
. Raimundo Cordeiro de Castro. Vide acima em Maria Cordeiro de Castro.
Os Cordeiro da Silva Maceió
.Pedro Cordeiro da Silva Maceió, era oposicionista em Cametá, mas que aderiu ao republicanismo em 1891.

FAMÍLIA CORDOVIL
Os Cordovil
. Cap. ROMUALDO CORDOVIL, citado entre 1893-1894 como um dos Democatas que ajudaram financeiramente os democratas do Rio Grande do Sul na guerra, junto com: o padre intendente Antonio Franco, Cap Adolpho de Souza, Manoel dos Santos Mello, Antonio Joaquim da Cunha, Dr. João Siqueira, Tenente-coronel Manoel Nunes de Mello, Capitão João Rodrigues Vieira, Cap. Carlos Edwvirges, Valeriano de Mello e Silva, Joaquim Bastos, Raymundo José da Trindade, Ângelo Bazílio da Rocha, Joaquim da Costa Netto, Cap. Manoel de Vasconcelos Leão, Antonio Duarte Peres, Antonio Miguel da Veiga, Sebastião Pinto da Veiga, Alferes José W. de Moraes, Potenciano Neves, Feliciano Bensabáth, Alferes Manoel de Almeida, Mariano Juvêncio de Oliveira, Vicente Garcia, Amândio José Alves, Antonio Ferreira Cantão, Cap. Romualdo Cordovil, Avelino Xavier Alves, Raymundo B. de Jesus, Hilário da Veiga Thenório, Marianno de Vasconcelos, Antonio G. de Amorim, Calixto F. de Vasconcelos, Antonio Sepeda da Silva, firma Franco Rodrigues e Cia e firma Pinto e Filho.
Os F. Cordovil
. ROMUALDO FURTADO CORDOVIL, que em 1889, na Proclamação da República Brasileira, era Delegado de Polícia em Cametá  e também era Juiz de Paz do 2º Distrito, .que era monarquista que, posteriormente, aderiu ao Partido Republicano Democrático, em Cametá.

FAMÍLIA CORREA
Os Correa
Família
            JOÃO AUGUSTO CORREA
           Nasceu em Cametá no dia 24 de agosto de 1814, no Sitio Aricura, era filho de José Francisco Custodio Corrêa e Joana Medeiros Correa, era irmão de Ângelo Custódio Correa.
            O Pará teve em João Augusto Correa um grande impulsionista do seu progresso, graças ao gênio daquele pioneiro e inovador cametaense.
            Foi Augusto Correa quem implantou em nosso estado à primeira fabrica de tijolos para construção em alvenaria, modificando completamente o sistema de pedra e cal, secularmente usada ate então. Servido de inteligência progressista, João Augusto desenvolveu o comercio em toda a Província através da navegação a vapor de que foi o grande introdutor em nossos rios. Iniciou a importação de mercadorias da Europa e da America para Belém, possuindo dois ‘brigues’ que mandara construir em Portugal, os quais ostentavam a bandeira brasileira nesse intercambio comercial com o exterior, pela sua visão empreendedora no desenvolvimento comercial com o exterior principalmente quando criou a Companhia Fluvial Paraense
            Augusto Correa ficou conhecido como o Barão de Mauá
            Faleceu aos 58 anos de idade, ainda forte e vigoroso no dia primeiro de março de 1870  
            SUA MEMÓRIA FICOU PERPETUADA
            Em Cametá:
            Trav. João Augusto, no bairro de São Benedito.
            Um medalhão em sua memória como e um dos notáveis cametaense na Praça dos Notáveis.
            Em Belem:
            Praça Barão Mauá
            Trav. Augusto Correa no bairros do Guama
            No Rio de Janeiro:
A Famosa Praça Mauá
  Fonte: luisperescameta.blogspot.com.br

Os Correa Alves
. JOÃO AUGUSTO CORREA ALVES, citado em 31/1/1890 como membro do Partido Republicano Democrático, em Cametá.
. JOAQUIM EDUARDO CORREA, Juiz de Paz do 2º Distrito em Cametá no 1889, ano da Proclamação da República.
WENCESLAU JOSÉ CORREA, era barbeiro em Cametá em 1889, ano da Proclamação da República.
Os Correa de Freitas
. JOAQUIM PEDRO CORREA DE FREITAS, escritor cametaense, que junto com José Francisco de Siqueira Mendes, manuel Pedro de Alcântara Dias, Francisco Cardoso Lopes de mendonça, foram fundadores da banda musical "Euterpe Cametaense", em 1874.
Os Correa de Lima Lobo
. Pedro Correa de Lima Lobo, em 1889, ano da Proclamação da República no Brasil, era marchante em Cametá.
Os Dias Correa Braga
. Antonio Dias Correa Braga, que era da oposição política monárquica no início da República em Cametá.
Os Correa de Freitas
Família
DR. JOAQUIM PEDRO CORREA DE FREITAS/‘Dr. Freitas’
O Dr. Freitas, como era conhecido, nasceu em Cameta no dia 17 de agosto de 1829, filho do comerciante Jose Joaquim de Freitas e dona Teresa de Sousa Correa.
Foi um grande Educador das gerações paraenses do século XIX. Autor de vários livros didáticos adotado em todas as escolas publica e particulares da Província e mais tarde em todo o estado, denominados de ‘Ensaio de Letra’’ Serie que compreendia o primeiro, segundo e terceiro livro alem do Paleógrafo que ensinava o aluno a ler os trabalhos manuscritos em diversos caracteres. Esses livros livros em repetidas edições sobreviveram ate a sua morte em 1888.
Tendo perdido cedo seu pai o tenente coronel João Augusto Correa seu tio e tutor mandou buscar para Belem a fim de lhe dar uma educação esmerada. As irmãs do notável Visconde de Sousa Franco se encarregaram do seu preparo intelectual.
Em 1840 foi matriculado no Seminário, tendo terminado os preparos em 1846 manifestou o desejo pela carreira da magistratura, mais foi por influencia dos seus tios, Ângelo Custodio Correa e Dom Romualdo de Seixas, que o jovem partiu para a Bahia onde fez todo o curso medico. Hospedado pelo ilustre Arcebispo que era o Marques de Santa Cruz que o ensinava muito.
Após a formatura em Medicina o Dr. Freitas empreendeu uma viajem para a Europa, percorrendo vários países num período de três anos enriquecido seu cabedal de conhecimentos, que empregou mais tarde, assim que chegou de volta a Belém, no final de 1855.
Eleito deputado a Assembléia Legislativa Provincial, Dr. Freiras passou a lecionar geografia e Frances no Liceu. Em 1874 foi nomeado Diretor Geral  da Instrução Publica, cargo que desempenhou ate 1880, quando se aposentou.
Mesmo eleito por oito vezes deputado provincial, a verdadeira vocação de Dr. Freitas era o o ensino, pois sua profissão de medico pouco exerceu se não ocasionalmente quando prestava serviços gratuitamente.
O Dr. Joaquim Pedro Correa de Freitas, faleceu em Belem no dia 12 de abril de 1888, sob a consternação geral da população. Ele era casado com dona Ana Cardoso Andrade Freitas, deixou uma filha Teresa Freitas Caldas casada com o proprietário do “Paris N’American, tradicional estabelecimento comercial de Belem na Época
SUA MEMÓRIA FICOU PERPETUADA
Em Cametá:
Rua Dr. Freitas no Bairro Novo
Seu busto esta entre os notáveis cametaenses na Praça dos Notáveis
Em Belem:
Grupo Escola Dr. Freitas hoje Escola de ensino Fundamental e Médio
Avenida Dr. Freitas, no bairro do Marco
  Fonte: luisperescameta.blogspot.com.br

. Dr. JOAQUIM PEDRO CORREA DE FREITAS/Dr.  Freitas, que era coronel em 1860.
. JOSÉ JOAQUIM DE FREITAS, casado com D. Teresa de Sousa Correa, pais do grande vulto histórico cametaense Dr. Joaquim Pedro Correa de Freitas/Dr. Freitas, citados em 17/8/1829.
. ANA CARDOSO ANDRADE FREITAS, casada com o Dr. Joaquim Pedro Correa de Freitas/Dr. Freitas, com uma filha Teresa Freitas Caldas casada com o proprietário do “Paris N’American, tradicional estabelecimento comercial de Belem na Época
. Tenente JOÃO AUGUSTO CORREA, que era tio e tutor do grande vulto histórico cametaense, o Dr. Joaquim Pedro Correa de Freitas/Dr. Freitas, que o  mandou buscar em Cametá para Belém, devido falecimento do pai de Joaquim Pedro a fim de lhe dar uma educação esmerada. As irmãs do notável Visconde de Sousa Franco se encarregaram do seu preparo intelectual.
. Ângelo Custodio Correa e Dom Romualdo de Seixas, eram tios de Joaquim Pedro Correa de Freitas, que incentivaram o jovem partir  para a Bahia onde fez todo o curso medico. Hospedado pelo ilustre Arcebispo que era o Marques de Santa Cruz que o ensinava muito.
. D. Romualdo de Seixas e Ângelo Custodio Correa, eram tios de Joaquim Pedro Correa de Freitas, que incentivaram o jovem partir  para a Bahia onde fez todo o curso medico. Hospedado pelo ilustre Arcebispo que era o Marques de Santa Cruz que o ensinava muito.
Os Lopes Correa de Mendonça
. BASÍLIO LOPES CORREA DE MENDONÇA, era dono de terras em Cametá em 1889, ano da Proclamação da República do Brasil.
Os Correa dos Santos
. PEDRO CORREA DOS SANTOS, que foi nomeado Intendente em Cametá, após a Proclamação da República, no triênio 1891-1894 e que foi dono e editor do joranal 'O Comercial' em Cametá..

Os Correa de Souza
. ISAURA CORREA DE SOUZA, citada em 1900
Os Acácio Correa
. JOSÉ EVANGELISTA ACCACIO CORREA, era oposicionista em Cametá, mas que aderiu ao republicanismo em 1891.
Os Correa Teixeira
. LUIZ CORREA TEIXEIRA, citado em 1899 no Rio Mendaruçu com mesário de secção eleitoral junto com: José d'Oliveira Lima Júnior, Luiz Correa Teixeira, João Ferreira Cantão Primo, João Dias Braga, Raimundo Nonato de Brito, este também eleito vogal em Cametá, e com os suplentes de mesário: Benedito de Sousa Rodrigues, Benedito Figueiredo da Ponte, Augusto Silva Sacramento da Veiga.
Os Correa da Trindade
. JOÃO BATISTA CORREA DA TRINDADE, citado em1890 como um dos fundadores do Partido Republicano Democrático, em Cametá.
. JOÃO PEDRO CORREA DA TRINDADE, que no início do século 20 foi um dos fundadores do Partido Republicano Democrático no Rio Cupijó, em Cametá.

Os Custódio Correa

ÂNGELO CUSTODIO CORREA
Nasceu em Cameta no ano de 1804, em 1821 aos 17 anos de idade seguiu para a França onde mais tarde se formou em Direito na capital Paris. Filho de Francisco Custodio Correa e Joana Medeiros Correa. Ao regressar ao estado do Pará por aqui encontrou os ânimos exaltados, com o prenuncio da Cabanagem. Seu pai em Cameta foi à primeira vitima desse movimento sedicioso, assassinado que fora exatamente na noite em que casava uma filha. Ângelo Custodio recolheu-se ao então Sitio Aricura que lhe coubera como herança e lá ficou sem se interessar pelos acontecimentos da política. Mesmo assim foi envolvido por ela, em 1834 se elegeu deputado Provincial mais votado sendo pela Constituição vice presidente da Província. Quando o movimento cabano se apoderou de Belem assassinaram o Presidente da Província Bernardo Lobo de Sousa, Ângelo Correa assume o Comando da Província através de Felix Clemente Malcher.
Com o fim de restabelecer a legalidade e dar posse a Ângelo Correa que por Lei deveria assumir o cargo e substituir o presidente morto; parte do Maranhão dois navios de guerra sob o comando de Pedro Cunha. Vinagre aquiesceu a entregar o governo. Quando Ângelo Custodio viajava de Cametá para pegar um dos navios  de Pedro Cunha aconteceu uma emboscada dos cabanos, da qual Ângelo saiu ileso. Como Vinagre se recusava a entregar o governo e as forças de Pedro Cunha fracassaram, Ângelo Correa resolveu então a voltar a Cametá onde se achava mais seguro. Bem defendida pelo padre Prudêncio e ai instalou o seu governo que durou de 15 de maio de 1835 a 13 de maio de 1836. Cameta foi dessa maneira a Capital da Província por um período de cerca de um ano.
Ângelo Correa foi deputado parlamentar Nacional por três legislaturas, exerceu a presidência da Província interinamente por duas vezes  sendo que na ultima vez que assumiu veio a falecer no dia 25 de julho de 1855, vitima da Cólera Morbus que contraiu em Cameta, quando veio de Belem para socorrer seus conterrâneos que estavam sendo dizimados pela terrível epidemia. Ângelo Correa como Presidente da Provincial faleceu a bordo do navio que o levava de Cameta para Belem.
O Imperador Dom Pedro II reconheceu em Ângelo Correa o exemplo de governante e de sacrifício de vida agraciou sua mulher com o Titulo de Baronesa de Cametá.
SUA MEMÓRIA ESTA PERPETUADA
Em Cameta:
Seu mausoléu no Cemitério da Soledade retrata o que foi a cólera Morbus que dizimou uma parte da população de Cameta na época.
O prédio da Clinica Municipal Dr. Ângelo Correa
Trav. Ângelo Correa no Bairro Central 
Na Vila de Juaba uma escola Dr. Ângelo Correa
Seu busto esta entre os notáveis cametaenses na Praça dos Notáveis 
Em Belem:
Trav. Ângelo Correa no bairro da Cidade Velha
  Fonte: luisperescameta.blogspot.com.br
. Ângelo Custódio Correa, cametaense que foi o grande nome que chefiou as tropas legalistas durante a Revolta da Cabanagem, de 1835 a 1840, e que também assumiu a Presidência da Província do Pará em Cametá, como governador, durante esse levante. Seu nome está registrado em rua de Belém, Cametá e de outros municípios e prédios públicos. Foi vitimado pela epidemia do Cólera Morbus em 1855.

           . JOSÉ FRANCISCO CUSTÓDIO CORREA casado com Joana Medeiros Correia, antigos moradores do Sítio Aricura e que são os pais das grandes figuras históricas de Cametá, Ângelo Custódio Correa e João Augusto Correa, citados em 24/8/1814.

Os Lopes Correa
. Tenente-Coronel JOAÕ EMILIANO LOPES CORREA, que era da oposição monárquica política no início da República, pelo Partido Liberal Monárquico e que passara para o Partido Democrata, em Cametá, junto com os abaixo citados e que fez parte do diretório do PRD, em Cametá e que foi vereador em Cametá em 1889:
Adolpho Lemos de Sousa, Tenente-Coronel João Emiliano Lopes Correa, Tenente-Coronel Manuel Nunes de Mello e Agostinho Almeida Lopes Godinho.
Os Lopes Correa de Mendonçaq
BASÍLIO LOPES CORREA DE MENDONÇA, Juiz de Paz do 3º Distrito em Cametá no 1889, ano da Proclamação da República.
Soares Corte Imperial
. MARCIANO SOARES CORTE IMPERIAL, foi tabelião em Cameta no 1889, ano da Proclamação da República.
Os Mendes Correa
. LAFAYETE MENDES CORREA, citado em 1900
Os Sales Correa
. FRANCISCO SALES CORREA, citado em 1899 como representante efetivo das secções eleitorais de Cametá, junto com o Capitão José Monteiro dos Santos, Marcolino Antonio da Silva e Sousa, Antonio Patrícia T. Assumpção, Manoel Lopes da Silva, José Francisco Azevedo e os suplentes: Luís Benício, Theonilo da Silva, Francisco Sales Correa, Henrique Redig.
Os Sousa Correa
. D. TERESA DE SOUSA CORREA, casada com José Joaquim de freitas, pais do grande vulto histórico cametaense Dr. Joaquim Pedro Correa de Freitas/Dr. Freitas, citados em 17/8/1829.

FAMÍLIA COSTA
Os Costa
. CÉLIO COSTA, cinegrafista em Cametá
. JOÃO DE DEUS COSTA, citado em 1899 com as escolas pública do sexo masculino e feminino funcionando em sua casa do Lugar Providência, em Cametá.

Os da Costa
. ÂNGELO AGNELLO DA COSTA, monarquista que, posteriormente, aderiu ao Partido Republicano Democrático, em Cametá em 1900.
. ROGERINO ANTONIO DA COSTA, citado em 31/1/1890 como membro do Partido Republicano Democrático, em Cametá.
Os Coelho da Costa
Família
. ENEDINO COELHO DA COSTA, da 3ª geração, casado com Benedita de Souza Coelho e com filhos: Raimundo do Socorro de Souza Coelho e seus irmãos.
. BENEDITA DE SOUZA COELHO, já é falecida, casada com Enedino Coelho da Costa e com filhos: Raimundo do Socorro de Souza Coelho e seus irmãos.
. RAIMUNDO DO SOCORRO DE SOUZA COELHO, professor, escritor, com 50 anos em 21/2/2012, filho caçula de Enedino Coelho da Costa e Benedita de Souza Coelho, esta já falecida, casou com Franciolga Pereira Coelho e com filhos: Débora, Andressa.
. LÍDIA COELHO DE OLIVEIRA, irmã de Raimundo do Socorro.
. DOMINGOS DAS GRAÇAS DE SOUZA  COELHO, irmão de Raimundo do Socorro.
ISABEL COELHO MOREIRA, irmã de Raimundo do Socorro
. MARIA DOS INOCENTES FURTADO, irmã de raimundo do Socorro
. CATARINA COELHO DE OLIVEIRA, irmã de Raimundo do Socorro.
. BENEDITO VICENTE DE SOUZA COELHO, irmão de raimundo do Socorro
. JOSÉ DÁRIO DE SOUZA COELHO, irmão de Raimundo do Socorro, já é falecido.
. ANTONIO JOÃO DE SOUZA COELHO, irmão de Raimundo do Socorro, já é falecido.

Os da Costa Cota
. RAYMUNDO AGNELLO DA COSTA COTTA, monarquista que, posteriormente, aderiu ao Partido Republicano Democrático, em Cametá em 1900.
Os Costa Caldas
. LOURENÇO DA COSTA CALDAS, era marchante em Cametá em 1889, na Proclamação da República do Brasil. e Juiz de Paz em Cametá no 1889, foi vogal do Conselho de Intendência em Cametá em 1893. Padre ANTONIO FERREIRA DA SILVA FRANCO, foi Vigário da Paróquia de Cametá no 1889, ano da Proclamação da República, que se tornou o 1º intendente nomeado em Cametá, tendo tomado posse na sessão de 1/3/1890 pelas mãos do Major Estevam Wanzeler d'Albuquerque , secretariado por Francisco Alfredo Loureiro e o Padre Antonio Franco ficou no poder até 1891, sendo substituído pelo novo intendente Carlos Antonio Redig, este que era vogal na legislatura anterior à Proclamação da República no Brasil e que governou por dois mandatos trienais (1891-1897). O Padre Antonio Franco foi membro do diretório do Partido Republicano, em Cametá. Padre ANTONIO FERREIRA DA SILVA FRANCO, que foi pároco de antiga matriz de S. João Batista e que detinha o comando do Partido Republicano e que ficou na direção do Poder Executivo de Cametá na Proclamação da República do Brasil, que tinha como presidente da Câmara Municipal o Vereador Estevam Wanzeler d'Albuquerque e o dito padre ficou no poder até o ano de 1891, sendo substituído pelo intendente Carlos Antonio Redig, este vogal da legislatura anterior à Proclamação da República e que governou por dois mandatos de 1891 a 1897. Foram vogais na Intendência do Padre Antonio Franco: Tenente-Coronel Joaquim Felippe de Siqueira Mendes, Tenente-Coronel José Antonio Ferreira de Souza, Alferes Lourenço da Costa Caldas, Alferes Raymundo Cordeiro de Castro, Alferes José Miguel Belfort Lisboa, Alferes Porfírio Rodrigues d'Oliveira.

ANDRELINO DA COSTA COTTA
Nasceu na cidade de Cameta em outubro de 1896, pintor de grandes méritos, realizou inúmeras exposições de seus quadros em promoções anuais, essas exposições se constituíam em uma grande festa artística em nossa capital
Como caricaturista, ilustrou as paginas de vários órgãos da imprensa de nosso estado, ora com seus tipos carnavalescos em pleno frevo, ora com charges alusivas aos políticos da época. Foi professor de desenho da Escola Normal do Pará. Viveu sempre para a pintura. As suas exposições anuais sempre com novas telas eram infalíveis em Belem. Faleceu em 1972.
Os da Costa Cota
. RAYMUNDO AGNELLO DA COSTA COTTA, monarquista que, posteriormente, aderiu ao Partido Republicano Democrático, em Cametá em 1900.
Fonte: luisperescameta.blogspot.com.br.
Os Costa Leal
. JOÃO ANTONIO DA COSTA LEAL, citado em 31/1/1890 como membro do Partido Republicano Democrático, em Cametá.
Os da Costa Moraes
. JUVENAL AUGUSTO DA COSTA MORAEScitado como membro, em 1890, do Partido Democrata na Parochia de Nossa Senhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt e outros. Vide lista em José Cardoso da Silva Coimbra.
Os da Costa Neto
. JOAQUIM DA COSTA NETTO, citado entre 1893-1894 como um dos Democatas que ajudaram financeiramente os democratas do Rio Grande do Sul na guerra, junto com: o padre intendente Antonio Franco, Cap Adolpho de Souza, Manoel dos Santos Mello, Antonio Joaquim da Cunha, Dr. João Siqueira, Tenente-coronel Manoel Nunes de Mello, Capitão João Rodrigues Vieira, Cap. Carlos Edwvirges, Valeriano de Mello e Silva, Joaquim Bastos, Raymundo José da Trindade, Ângelo Bazílio da Rocha, Joaquim da Costa Netto, Cap. Manoel de Vasconcelos Leão, Antonio Duarte Peres, Antonio Miguel da Veiga, Sebastião Pinto da Veiga, Alferes José W. de Moraes, Potenciano Neves, Feliciano Bensabáth, Alferes Manoel de Almeida, Mariano Juvêncio de Oliveira, Vicente Garcia, Amândio José Alves, Antonio Ferreira Cantão, Cap. Romualdo Cordovil, Avelino Xavier Alves, Raymundo B. de Jesus, Hilário da Veiga Thenório, Marianno de Vasconcelos, Antonio G. de Amorim, Calixto F. de Vasconcelos, Antonio Sepeda da Silva, firma Franco Rodrigues e Cia e firma Pinto e Filho.
Os Gonçalves da Costa
. FRANCISCO GONÇALVES DA COSTA, citado em 1899 no Rio Mutuacá como mesário de secção eleitoral junto com: Capitão Domingos Ribeiro Guimarães, Francisco Gonçalves da Costa, Francisco Furtado de Vasconcelos, Geraldo Antonio da Cruz, Domingos Ferreira da Costa, e com os suplentes: Manoel Ribeiro Cardoso, Camilo Antonio Caldas, Domingos José Affonso.
Os de Oliveira Costa
. FELICIANO D'OLIVEIRA COSTAcitado como membro, em 1890, do Partido Democrata na Parochia de Nossa Senhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt e outros. Vide lista em José Cardoso da Silva Coimbra.
Os Oliveira da Costa
. ABEL OLIVEIRA DA COSTAcitado como membro, em 1890, do Partido Democrata na Parochia de Nossa Senhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt e outros. Vide lista em José Cardoso da Silva Coimbra.
Os Pinto da Costa
JANUÁRIO ANTONIO DA COSTA, Juiz de Paz do 4º Distrito em Cametá no 1889, ano da Proclamação da República.
, JOSÉ FRANCISCO DA COSTA BRAGA, era marchante em Cametá em 1889, na Proclamação da República do Brasil. e Juiz de Paz em Cametá no 1889.
Os Lima da Costa Braga
. Thomaz Lima da Costa Braga, era oposicionista em Cametá, mas que aderiu ao republicanismo em 1891.
Os da Costa Fonseca
. José da Costa Fonseca, cametaense que em 1713 era vereador do Senado da Câmara de Cametá, quando o Capitão-mor Antonio Carvalho de Albuquerque doou as terras para esse Senado da Câmara  (que era o principal órgão político-administrativo das antigas localidades, com seus vereadores-vide nomes nesta postagem), quando aconteceu a transferência da Villa de Cametá, da localidade Cametá-Tapera, para onde hoje se assenta a cidade de Cametá.
Os da Costa da Fonseca
BRAZ DA COSTA DA FONSECA, Juiz de Paz do 4º Distrito em Cametá no 1889, ano da Proclamação da República..
Os M. Costa
PONCIANO M.DA. COSTA, era alfaiate em Cametá em 1889, ano da Proclamação da República.
M. S. Costa
BENEDITO M. S. COSTA, era alfaiate em Cametá em 1889, ano da Proclamação da República.
Os Monteiro da Costa
. POTENCIANO MONTEIRO DA COSTA, Juiz de Paz do 1º Distrito em Cametá no 1889, ano da Proclamação da República e em 1899 era efetivo da secção eleitoral, em Cametá junto com: Tenente Coronel Joaquim Felippe de Siqueira Mendes, Potenciano Monteiro da Costa, Eustachio Aristóteles de Alcântara Dias, Joaquim de Lima Lobo Sobrinho, Manoel da Cruz Sant'Anna e os suplentes: Antonio Patricio de Assumpção, Eleutério do Carmo e Guilherme Lopes da Silva, e em 3/5/1900 era intendente em Cametá o Tenente-Coronel Joaquim Felippe de Siqueira Mendes e com os seguintes vogais: Paulo Paes de Sousa Leão, Manoel do Carmo de Mello, Potenciano Monteiro da Costa, José Rodrigues Gomes e Joaquim Santiago de Farias,.
Os Pinto da Costa
ISIDORO PINTO DA COSTA, Juiz de Paz do 4º Distrito em Cametá no 1889, ano da Proclamação da República.
Os Rosa da Costa
. ANTONIO ROSA DA COSTAcitado como membro, em 1890, do Partido Democrata na Parochia de Nossa Snhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt e outros. Vide lista em José Cardoso da Silva Coimbra.
FAMÍLIA COTA
Os Cota
. JOÃO ANTÔNIO COTTA e Raymundo Ângelo Cotta, que eram da oposição política monárquica no início da República em Cametá.
. RAYMUNDO ÂNGELO COTTA e João Antônio Cotta, que eram da oposição política monárquica no início da República em Cametá.
Os Costa Cotta
Os da Costa Cota
. ADÃO AGNELLO DA COSTA COTTA, monarquista que, posteriormente, aderiu ao Partido Republicano Democrático, em Cametá em 1900.

ANDRELINO DA COSTA COTTA
Nasceu na cidade de Cameta em outubro de 1896, pintor de grandes méritos, realizou inúmeras exposições de seus quadros em promoções anuais, essas exposições se constituíam em uma grande festa artística em nossa capital
Como caricaturista, ilustrou as paginas de vários órgãos da imprensa de nosso estado, ora com seus tipos carnavalescos em pleno frevo, ora com charges alusivas aos políticos da época. Foi professor de desenho da Escola Normal do Pará. Viveu sempre para a pintura. As suas exposições anuais sempre com novas telas eram infalíveis em Belem. Faleceu em 1972.
Os da Costa Cota
. RAYMUNDO AGNELLO DA COSTA COTTA, monarquista que, posteriormente, aderiu ao Partido Republicano Democrático, em Cametá em 1900.
Fonte: luisperescameta.blogspot.com.br
Os Cota da Gaia
. RAYMUNDO COTTA DA GAIAcitado como membro, em 1890, do Partido Democrata na Parochia de Nossa Senhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt e outros. Vide lista em José Cardoso da Silva Coimbra.


Os Garcia Cota
. RAIMUNDO GARCIA COTA
Os Pinto Cota
. Tenente Coronel JOÃO ANTONIO PINTO COTTA, citado em 1899 com as escolas pública do sexo masculino e feminino funcionando em sua casa da Villa de São Benedito, em Cametá.

FAMÍLIA COUTINHO
Os Coutinho
. HENRIQUE COUTINHO, foi Intendente Municipal em Cametá, que foi dono do antigo prédio de Raimundo Mendonça no final da década de 1920, onde morou o Cônego Lobato, prédio vendido  por volta de 1920 para Joaquim Serrão de Castro e Silva e, posteriormente vendido para Raimundo Mendonça e que também foi sede do antigo Gabinete Literário Cametaense. Henrique Coutinho foi intendente em Cametá, nomeado após a Revolução de 1930.
Os Dias Coutinho
. JANUÁRIO LOPES DIAS COUTINHO, citado em 1899 como como representante efetivo de secção eleitoral, junto com: Coronel Benedito Ferreira da Silva, Januário Lopes Dias Couto, José de Moraes Seixas, Armando de Sousa Villa-Seca, José Armindo de Seixas,  com os suplentes: João Vieira dos Santos, Polycarpo de Sousa Serrão e Marcos da Cruz de Carvalho.

FAMÍLIA CRUZ
Os da Cruz
. . BELMIRO ANTONIO DA CRUZcitado como membro, em 1890, do Partido Democrata na Parochia de Nossa Senhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt e outros. Vide lista em José Cardoso da Silva Coimbra.
. BENEDICTO ANTONIO DA CRUZcitado como membro, em 1890, do Partido Democrata na Parochia de Nossa Senhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt e outros. Vide lista em José Cardoso da Silva Coimbra.
. CLARINDO DA CRUZcitado como membro, em 1890, do Partido Democrata na Parochia de Nossa Senhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt e outros. Vide lista em José Cardoso da Silva Coimbra.
. GERALDO ANTONIO DA CRUZ, citado em1890 como membro do Partido Republicano Democrático, em Cametá.
. FLORIANO JOSÉ DA CRUZ, citado em 31/1/1890 como membro do Partido Republicano Democrático, em Cametá.
. JOÃO LUIZ DA CRUZcitado como membro, em 1890, do Partido Democrata na Parochia de Nossa Senhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt e outros. Vide lista em José Cardoso da Silva Coimbra.
. JOSÉ VICENTE DA CRUZcitado como membro, em 1890, do Partido Democrata na Parochia de Nossa Senhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt e outros. Vide lista em José Cardoso da Silva Coimbra.
. JURANDIR DA CRUZ, citação: Venâncio Barradas, folclorista, compositor musical, violonista, pesquisador e escritor da cultura cametaense, fundador do Banguê "Sou do Rio", hoje Banguê do Castelo (fundado com a denominação Sou do Rio por Venâncio em 1939), e Venâncio como violeiro e, acompanhado pelo filho Benedito, de 12 anos (na época) Benedito Garcia Barradas, executava cantorias pelas localidades como Mutuacá, Mandaruçu, Pacuí, Juaba, Carapina e Cametá, onde morava com a família, casou com Maria Garcia e com 7 filhos: Arquimino, Benedito. Seus filhos eram também músicos e particiapam dos grupos de banguê. Tinha também o sobrinho de Venâncio Barradas e outros amigos que participavam desses grupos culturais. Alguns amigos de Venâncio que atuavam nos grupos de Banguê; Raimundo Pedro, Sidico, Frederico (este da localidade Mutuacá) que ajudou Venâncio a fazer bumbos e pandeiros para o grupo. O grupo Banguê do Castelo, fundado por Venâncio, desde os anos de 1990 está sob as mãos dos netos desse baluarte cultural de Cametá e contando com os seguintes nomes: Paulo da Vera Cruz, no bumbo; Jurandir da cruz, na voz; Garcia, no violão; Valdo da Cruz Garcia, bandorra e voz; João Barradas, rufista (rufo); Aguinaldo da Cruz Garcia, no banjo e voz; Benedito da Cruz Garcia, no pandeiro e 2ª voz; Anísio da cruz Garcia, no afoxé e voz e Joaquim Almeida, no banjo..
. MANOEL CÂNDIDO DA CRUZcitado como membro, em 1890, do Partido Democrata na Parochia de Nossa Senhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt e outros. Vide lista em José Cardoso da Silva Coimbra.
. MANOEL DA CRUZ SOBRINHO, citado como membro, em 1890, do Partido Democrata na Parochia de Nossa Senhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt e outros. Vide lista em José Cardoso da Silva Coimbra.
. MANOEL FRANCISCO DA CRUZcitado como membro, em 1890, do Partido Democrata na Parochia de Nossa Senhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt e outros. Vide lista em José Cardoso da Silva Coimbra.
. MARIANNO ANTONIO DA CRUZcitado como membro, em 1890, do Partido Democrata na Parochia de Nossa Senhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt e outros. Vide lista em José Cardoso da Silva Coimbra.
. RAYMUNDO ANTONIO DA CRUZcitado como membro, em 1890, do Partido Democrata na Parochia de Nossa Senhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt e outros. Vide lista em José cardoso da Silva Coimbra.
Os da Cruz de Carvalho
. MARCOS DA CRUZ DE CARVALHO, citado em 1899 como como representante efetivo de secção eleitoral, junto com: Coronel Benedito Ferreira da Silva, Januário Lopes Dias Couto, José de Moraes Seixas, Armando de Sousa Villa-Seca, José Armindo de Seixas,  com os suplentes: João Vieira dos Santos, Polycarpo de Sousa Serrão e Marcos da Cruz de Carvalho.

Os da Cruz Gaia
. MANOEL DA CRUZ GAIAcitado como membro, em 1890, do Partido Democrata na Parochia de Nossa Senhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt e outros. Vide lista em José Cardoso da Silva Coimbra.
Os da Cruz Garcia
. Agnaldo da Cruz Garcia, ver em Bangué em Venâncio Barradas. Vide em Venâncio Barradas.
. Anísio da Cruz Garcia, ver em Bangué em Venâncio Barradas
. Benedito Garcia Barradas, filho de Venâncio Barradas e Maria Garcia,  e Benedito aos 12 anos já atuava nos grupos de banguê de seu pai, que herdou as tradições culturais de seu pai.
. Benedito da Cruz Garcia, ver em Bangué em Venâncio Barradas
. Jurandir da Cruz Garcia, ver em Bangué em Venâncio Barradas
.. Valdo da Cruz Garcia, ver em Bangué em Venâncio Barradas, vide Venância Barradas.
. Venâncio Barradas, folclorista, compositor musical, violonista, pesquisador e escritor da cultura cametaense, fundador do Banguê "Sou do Rio", hoje Banguê do Castelo (fundado com a denominação Sou do Rio por Venâncio em 1939), e Venâncio como violeiro e, acompanhado pelo filho Benedito, de 12 anos (na época) Benedito Garcia Barradas, executava cantorias pelas localidades como Mutuacá, Mandaruçu, Pacuí, Juaba, Carapina e Cametá, onde morava com a família, casou com Maria Garcia e com 7 filhos: Arquimino, Benedito. Seus filhos eram também músicos e particiapam dos grupos de banguê. Tinha também o sobrinho de Venâncio Barradas e outros amigos que participavam desses grupos culturais. Alguns amigos de Venâncio que atuavam nos grupos de Banguê; Raimundo Pedro, Sidico, Frederico (este da localidade Mutuacá) que ajudou Venâncio a fazer bumbos e pandeiros para o grupo. O grupo Banguê do Castelo, fundado por Venâncio, desde os anos de 1990 está sob as mãos dos netos desse baluarte cultural de Cametá e contando com os seguintes nomes: Paulo da Vera Cruz, no bumbo; Jurandir da cruz, na voz; Garcia, no violão; Valdo da Cruz Garcia, bandorra e voz; João Barradas, rufista (rufo); Aguinaldo da Cruz Garcia, no banjo e voz; Benedito da Cruz Garcia, no pandeiro e 2ª voz; Anísio da cruz Garcia, no afoxé e voz e Joaquim Almeida, no banjo.

Os da Cruz Santana
. MANOEL DA CRUZ SANT'ANNA, em 1899 era efetivo da secção eleitoral, em Cametá junto com: Tenente Coronel e intendente Joaquim Felippe de Siqueira Mendes, Potenciano Monteiro da Costa, Eustachio Aristóteles de Alcântara Dias, Joaquim de Lima Lobo Sobrinho, Manoel da Cruz Sant'Anna e os suplentes: Antonio Patricio de Assumpção, Eleutério do Carmo e Guilherme Lopes da Silva.
Os da Cruz Sobrinho
. MANOEL DA CRUZ SOBRINHOcitado como membro, em 1890, do Partido Democrata na Parochia de Nossa Senhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt e outros. Vide lista em José Cardoso da Silva Coimbra.
Os Cruz Rodrigues Villa-Real
. JOÃO DA CRUZ RODRIGUES VILLA-REALcitado como membro, em 1890, do Partido Democrata na Parochia de Nossa Senhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt e outros. Vide lista em José Cardoso da Silva Coimbra.
Os Cândido da Cruz
. MANOEL CÂNDIDO DA CRUZcitado como membro, em 1890, do Partido Democrata na Parochia de Nossa Senhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt e outros. Vide lista em José Cardoso da Silva Coimbra.
Os Gonçalves da Cruz
. Pedro Gonçalves da Cruz, era oposicionista em Cametá, mas que aderiu ao republicanismo em 1891.
Os Xavier da Cruz
. CLEMENTE XAVIER DA CRUZcitado como membro, em 1890, do Partido Democrata na Parochia de Nossa Snhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt. Vide lista em José Cardoso da Silva Coimbra
Os Martins da Cruz
. MARTINIANO MARTINS DA CRUZcitado como membro, em 1890, do Partido Democrata na Parochia de Nossa Snhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt e outros. Vide lista em José cardoso da Silva Coimbra.

FAMÍLIA CUNHA
Os Cunha
BENEDITO CUNHA, citação:
. Manoel de Jesus Gaia, que adquiriu o casarão do início do século 20 do Sr. Francisco Naluça em 1960 e esse casarão nas mãos de Manoel de Jesus Gaia e Francisca Estumano Gaia, que na década de 1970 montaram a "Lavanderia Tocantins", e que na década de 1980 funcionou o "Cerpa Bar" e a partir da década de 1990 abrigou o "Bar do Gato", este com a gerência do filho de Manoel de Jesus Gaia, Flavio Gaia, alem do "Escritório de Contabilidade de Benedito Cunha.
. WLADIMIR CUNHA, é diretor a empresa "Novo tempo Comunicação", em Cametá.
Os da Cunha
. ANTONIO JOAQUIM DA CUNHA, citado entre 1893-1894 como um dos Democatas que ajudaram financeiramente os democratas do Rio Grande do Sul na guerra, junto com: o padre intendente Antonio Franco, Cap Adolpho de Souza, Manoel dos Santos Mello, Antonio Joaquim da Cunha, Dr. João Siqueira, Tenente-coronel Manoel Nunes de Mello, Capitão João Rodrigues Vieira, Cap. Carlos Edwvirges, Valeriano de Mello e Silva, Joaquim Bastos, Raymundo José da Trindade, Ângelo Bazílio da Rocha, Joaquim da Costa Netto, Cap. Manoel de Vasconcelos Leão, Antonio Duarte Peres, Antonio Miguel da Veiga, Sebastião Pinto da Veiga, Alferes José W. de Moraes, Potenciano Neves, Feliciano Bensabáth, Alferes Manoel de Almeida, Mariano Juvêncio de Oliveira, Vicente Garcia, Amândio José Alves, Antonio Ferreira Cantão, Cap. Romualdo Cordovil, Avelino Xavier Alves, Raymundo B. de Jesus, Hilário da Veiga Thenório, Marianno de Vasconcelos, Antonio G. de Amorim, Calixto F. de Vasconcelos, Antonio Sepeda da Silva, firma Franco Rodrigues e Cia e firma Pinto e Filho.

FAMÍLIA CUPERTINO
Os Cupertino Ribeiro
. Sabino Cupertino Ribeiro, era oposicionista em Cametá, mas que aderiu ao republicanismo em 1891.
FAMÍLIA CURIAT
Curiat & Aguiar, firma existente em Cametá na Proclamação da República Brasileira, 1889.

FAMÍLIA CUSTÓDIO
Os Custódio Correa
ÂNGELO CUSTODIO CORREA
Nasceu em Cameta no ano de 1804, em 1821 aos 17 anos de idade seguiu para a França onde mais tarde se formou em Direito na capital Paris. Filho de Francisco Custodio Correa e Joana Medeiros Correa. Ao regressar ao estado do Pará por aqui encontrou os ânimos exaltados, com o prenuncio da Cabanagem. Seu pai em Cameta foi à primeira vitima desse movimento sedicioso, assassinado que fora exatamente na noite em que casava uma filha.
Ângelo Custodio recolheu-se ao então Sitio Aricura que lhe coubera como herança e lá ficou sem se interessar pelos acontecimentos da política. Mesmo assim foi envolvido por ela, em 1834 se elegeu deputado Provincial mais votado sendo pela Constituição vice presidente da Província. Quando o movimento cabano se apoderou de Belem assassinaram o Presidente da Província Bernardo Lobo de Sousa, Ângelo Correa assume o Comando da Província através de Felix Clemente Malcher.
Com o fim de restabelecer a legalidade e dar posse a Ângelo Correa que por Lei deveria assumir o cargo e substituir o presidente morto; parte do Maranhão dois navios de guerra sob o comando de Pedro Cunha. Vinagre aquiesceu a entregar o governo. Quando Ângelo Custodio viajava de Cametá para pegar um dos navios  de Pedro Cunha aconteceu uma emboscada dos cabanos, da qual Ângelo saiu ileso. Como Vinagre se recusava a entregar o governo e as forças de Pedro Cunha fracassaram, Ângelo Correa resolveu então a voltar a Cametá onde se achava mais seguro. Bem defendida pelo padre Prudêncio e ai instalou o seu governo que durou de 15 de maio de 1835 a 13 de maio de 1836. Cameta foi dessa maneira a Capital da Província por um período de cerca de um ano.
Ângelo Correa foi deputado parlamentar Nacional por três legislaturas, exerceu a presidência da Província interinamente por duas vezes  sendo que na ultima vez que assumiu veio a falecer no dia 25 de julho de 1855, vitima da Cólera Morbus que contraiu em Cameta, quando veio de Belem para socorrer seus conterrâneos que estavam sendo dizimados pela terrível epidemia. Ângelo Correa como Presidente da Provincial faleceu a bordo do navio que o levava de Cameta para Belem.
O Imperador Dom Pedro II reconheceu em Ângelo Correa o exemplo de governante e de sacrifício de vida agraciou sua mulher com o Titulo de Baronesa de Cametá.
SUA MEMÓRIA ESTA PERPETUADA
Em Cameta:
Seu mausoléu no Cemitério da Soledade retrata o que foi a cólera Morbus que dizimou uma parte da população de Cameta na época.
O prédio da Clinica Municipal Dr. Ângelo Correa
Trav. Ângelo Correa no Bairro Central 
Na Vila de Juaba uma escola Dr. Ângelo Correa
Seu busto esta entre os notáveis cametaenses na Praça dos Notáveis 
Em Belem:
Trav. Ângelo Correa no bairro da Cidade Velha
  Fonte: luisperescameta.blogspot.com.br
. Ângelo Custódio Correa, cametaense que foi o grande nome que chefiou as tropas legalistas durante a Revolta da Cabanagem, de 1835 a 1840, e que também assumiu a Presidência da Província do Pará em Cametá, como governador, durante esse levante. Seu nome está registrado em rua de Belém, Cametá e de outros municípios e prédios públicos. Foi vitimado pela epidemia do Cólera Morbus em 1855.

FAMÍLIAS D
FAMÍLIA DAMASCENO
Os D
VALERIANO D. DE MELLO, era ferreiro em Cametá em 1889, ano da Proclamação da República.
Os Lima Damasceno
. Fortunato de Lima Damasceno, foi pedagogo, professor e diretor do Centro Universitário "Leonardo da Vinci" (UNIASSELVI), Polo de Cametá.
FAMÍLIA DAVI
Os Santana Davi
. Serafim de Santanna Davi, era oposicionista em Cametá, mas que aderiu ao republicanismo em 1891.
FAMÍLIA DELGADO
Os Delgado Estumano
. JOÃO DELGADO ESTUMANOcitado como membro, em 1890, do Partido Democrata na Parochia de Nossa Senhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt e outros. Vide lista em José Cardoso da Silva Coimbra.

FAMÍLIA DEMÉTRIO
Raymundo José Demétrio, era oposicionista em Cametá, mas que aderiu ao republicanismo em 1891.
FAMÍLIA DEUS
Os de Deus e Silva
. JOÃO DE DEUS E SILVAcitado como membro, em 1890, do Partido Democrata na Parochia de Nossa Snhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt e outros democratas. Vide lista em José Cardoso da Silva Coimbra

FAMÍLIA DIAS
Os Dias Braga
JOÃO DIAS BRAGA, Juiz de Paz do 3º Distrito em Cametá no 1889, ano da Proclamação da República.

Os Dias de Castro
MESTRE CUPIJÓ
JOAQUIM MARIA DIAS DE CASTRO/Mestre Cupijó,
nascido em Cametá um dos ícones da musica popular paraense e o grande reinventor do Siria; Começou a sua carreira artística aos 12 anos de idade herdando a veia artística do seu pai o Mestre Vicente Serrão de Castro “O Mestre Vicente Sicudera”, que era musico maestro e regente da ‘Banda Euterpe Cametaense’, a qual ele passou a assumir o comando no ano de 1961, após o falecimento de seu pai.
            Mestre Cupijó ainda era o líder do ‘Jazz Orquestra os Azes do Ritmo’, e ainda foi proprietário de uma aparelhagem sonora ‘Musicolor’, que animava as festas, fazendo a cobertura sonora para os ‘Azes do Ritmo’. Mestre Cupijo ao lado de Alberto Moía Mocbel e outros amigos da época criaram o ‘Concurso de Musicas Carnavalesco de Compositores Cametaenses’ nos anos 70. Cujas musicas ainda é executado ate hoje no período carnavalesco, como: ‘Isso e Perigoso’, ‘Na base da Curtição’, ‘Aqui Não Fico Não’ e outras. Nas suas horas vagas gostava de estar perto da natureza, gostava de plantar e cuidar das arvores, tinha um terreno e as tardes ele ia para lá, esfriara cabeça.
            Em 1973 Mestre Cupijo gravou o seu primeiro disco em vinil, trabalho que começou em 1970. Ao todo foram gravados seis LPs e um CD ”Mestre Cupijo e se Ritmo” destacando as composições como: ‘Siria’, ‘Samba de Cassete’, ‘Cadê o Anel’, ‘Mambo do Martelo’, e ‘Banguê’. O ‘Ritmo Siria’ foi reinventado pelo musico e suas composições ganharam fama internacional, tanto que algumas delas foram regravadas pelo cantor português Roberto Leal, com coreografia daquele país.
            Mestre Cupijo, ganhou fama e notabilidade por ser um homem simples que fazia a vontade dos foliões e dançarinos executando suas musicas preferidas. Tocou em quase dos às cidades do Pará. Sua presença era marcante nos grandes bailes carnavalescos, eventos, festas religiosas e festas familiares. Os Azes do Ritmo encerrou suas atividades, pois alguns de seus músicos faleceram e outros se aposentaram e como não houve reposições de músicos para continuarem tocando o grupo acabou pendurando os instrumentos, restou a Banda Euterpe Cametaense também dirigida pelo Mestre e que ultimamente passou ao comando do Mestre Gabriel que ainda continua a tocar de vez enquanto.
            Mestre Cupijo também era advogado provisionado da Comarca de Cametá, onde desempenhava brilhantemente suas funções, pois contava com a parceria do seu irmão Dr. José Carlos Dias de Castro um dos maiores causídicos deste estado.
            Mestre Cupijo, também fez parte do ‘Coro Lira Angélica’ da Catedral de São João Batista, pois em épocas passadas as missas e novenas eram acompanhadas pelo coro que tinha vários músicos e um coral. Também tocava para as pastorinhas e peças de teatrais.
            Mais também o Mestre viveu um papel muito importante na historia do município, ele foi eleito o vereador mais votado pela antiga ARENA, onde desempenhou o mandato de vereador por duas legislaturas, vendo que não era o seu ramo acabou abandonando a política, em seguida ele realizou o curso para advogado provisionado, que conciliava suas atividades no judiciário e artístico.
            Em 2012 já pouco sai de sua residência, vivia em seu quarto tendo a companhia de seus familiares e para ficar bem informado tinha em sua companhia um radio e um aparelho de TV.
         No dia de hoje O Mestre partiu para o andar de cima onde foi se encontrar com Deus e seus amigos que daqui já partiram para se integrar a grande orquestra regida pelo Pai Eterno. Cametá na sua historia musical despede-se do seu Mestre.~
. MESTRE VICENTE SERRÃO DE CASTRO/Mestre Vicente Sicudera, músico, compositor musical
. Mestre Cupijó, músico, compositor musical, maestro e regente da Banda Euterpe Cametaense, a qual assumiu em 1961 após a morte de seu pai, o Mestre Vicente Serrão de Castro/Mestre Vicente Siocudera.
. MESTRE GABRIEL, músico que assumiu o comando da Banda Euterpe Cametaense, após o Mestre Cupijó.
. DR. JOSÉ CARLOS DIAS DE CASTRO, advogado, irmão do Mestre Cupijó, também era advogado provisionado da Comarca de Cametá, onde desempenhava brilhantemente suas funções, pois contava com a parceria do seu irmão Dr. José Carlos Dias de Castro um dos maiores causídicos deste estado.
Fonte: luisperescameta.blogspot.com.br
. JOAQUIM MARIA DIAS DE CASTRO/Mestre Cupijó, que foi um dos expoentes musicais das danças de Siriá e Carimbó, de Cametá, falecido em 9/2012.
Os Dias Correa Braga
. Antonio Dias Correa Braga, que era da oposição política monárquica no início da República em Cametá.
. MANOEL PEDRO D'ALCÂNTARA DIAS, foi tabelião em Cameta no 1889, ano da Proclamação da República.

Os Dias Coutinho
. JANUÁRIO LOPES DIAS COUTINHO, citado em 1899 como como representante efetivo de secção eleitoral, junto com: Coronel Benedito Ferreira da Silva, Januário Lopes Dias Couto, José de Moraes Seixas, Armando de Sousa Villa-Seca, José Armindo de Seixas,  com os suplentes: João Vieira dos Santos, Polycarpo de Sousa Serrão e Marcos da Cruz de Carvalho.

Os Dias Ferreira
SESINANDO DIAS FERREIRA, foi vogal na intendência de CARLOS ANTONIO REDIG, este citado em 1889 como o 2º Intendente Municipal em Cametá no início da Era Republicana. e que tinha como vogais no Conselho de Intendência: Carlos Lopes da Silva, Miguel Nery da Trindade Martins, Sesinando Dias  Ferreira, José Antonio Ferreira de Sousa e como secretário da Intendência: Alfredo Francisco Loureiro
Os Dias Trindade
, SESINANDO DIAS TRINDADE, foi vogal do Conselho de Intendência de Cametá em 1893.
Os Alcântara Dias
. MANOEL PEDRO D'ALCÂNTARA DIAS, que junto com JOAQUIM PEDRO CORREA DE FREITAS, José Francisco de Siqueira Mendes, Francisco Cardoso Lopes de Mendonça, foram fundadores da banda musical "Euterpe Cametaense", em 1874.

Os Alcântara Dias
. BENÍCIO LIBERATO T. ALCÂNTARA DIAS, citado em 1899 como representante efetivo das secções eleitorais de Cametá, junto com o Dr. Manoel Smothenes Pó, Benício Liberato T. Alcântara Dias, Cap. José Rodrigues Gomes, Pedro José da Costa, Augusto Maurício de Souza e com os suplentes: Sabino José Ribeiro, José Nunes da Silva e Ignacio Apollinario de Sousa.
. EUSTACHIO ARISTÓTELES DE ALCÂNTARA DIAS, em 1899 era efetivo da secção eleitoral, em Cametá junto com: Tenente Coronel e intendente Joaquim Felippe de Siqueira Mendes, Potenciano Monteiro da Costa, Eustachio Aristóteles de Alcântara Dias, Joaquim de Lima Lobo Sobrinho, Manoel da Cruz Sant'Anna e os suplentes: Antonio Patricio de Assumpção, Eleutério do Carmo e Guilherme Lopes da Silva.

FAMÍLIA DUARTE
Os Duarte Lopes
. PEDRO DUARTE LOPES, antigo músico cametaense, citado em 1889, ano da proclamação da República no Brasil.
Os Duarte de Mello e Silva
. VALERIANO DUARTE DE MELLO E SILVA, monarquista que, posteriormente, aderiu ao Partido Republicano Democrático, em Cametá em 1900.
RAIMUNDO DUARTE PERES
Dico Peres
Nasceu em Cameta no dia 21 de março de 1888, filho de Antonio Duarte Peres e Ana Couto Matos Peres.
Jornalista dirigiu o ‘Jornal de Cameta’ de proprietário de Deodoro de Machado Mendonça, onde se revelou um grande articulista e redator, sob sua direção o conceituado jornal funcionou ate quando em 1930 teve seu maquinário apreendido pela força ditatorial. De então passando a funcionar com o nome de ‘O Tocantino’. Quando, por força de uma decisão legal. O maquinário foi devolvido, o jornal voltou a circular com seu nome original, ou seja ‘Jornal de Cameta’
Raimundo Peres foi um dos fundadores da Banda Carlos Gomes em Cameta onde atuou como flautista.
Na vida publica exerceu o cargo de Tesoureiro da Prefeitura de Cametá no governo de Cantidiano Mendonça. Foi secretario geral do município durante o governo de  Nelson Parijós. E exerceu o cargo de Coletor do Estadual de Cametá.
No governo de Francisco Pereira atuou como vereador na Câmara Municipal de Cametá pelo Partido Social Progressista.
Raimundo Duarte Peres era conhecido Carinhosamente como Dico Peres, pela sua retidão de caráter pelos sadios propósitos em que se ouviu em todas as suas atividades recebeu merecida emente uma homenagem do prefeito na época João Nilo de Andrade, perpetuando seu nome com uma praça no bairro central de Cametá. Onde seu nome figura como uma bandeira de respeito, probidade e honradez.
SUA MEMÓRIA ESTA PERPETUADA:
Em Cameta:
Praça Raimundo Peres, que ficou conhecida como Praça do Titio.
. ANTONIO DUARTE PERES, casado com Ana Couto Matos Peres, pais de Raimundo Duarte Peres
Fonte-luisperescameta.blogspot.com.br

Os Novaes Duarte
. GIL AUGUSTO NOVAES DUARTE, era comerciante em Cametá no 1889, ano da Proclamação da República.

FAMÍLIAS E
FAMÍLIA EDWIRGES
. Cap. CARLOS EDWIRGES, citado entre 1893-1894 como um dos Democatas que ajudaram financeiramente os democratas do Rio Grande do Sul na guerra, junto com: o padre intendente Antonio Franco, Cap Adolpho de Souza, Manoel dos Santos Mello, Antonio Joaquim da Cunha, Dr. João Siqueira, Tenente-coronel Manoel Nunes de Mello, Capitão João Rodrigues Vieira, Cap. Carlos Edwvirges, Valeriano de Mello e Silva, Joaquim Bastos, Raymundo José da Trindade, Ângelo Bazílio da Rocha, Joaquim da Costa Netto, Cap. Manoel de Vasconcelos Leão, Antonio Duarte Peres, Antonio Miguel da Veiga, Sebastião Pinto da Veiga, Alferes José W. de Moraes, Potenciano Neves, Feliciano Bensabáth, Alferes Manoel de Almeida, Mariano Juvêncio de Oliveira, Vicente Garcia, Amândio José Alves, Antonio Ferreira Cantão, Cap. Romualdo Cordovil, Avelino Xavier Alves, Raymundo B. de Jesus, Hilário da Veiga Thenório, Marianno de Vasconcelos, Antonio G. de Amorim, Calixto F. de Vasconcelos, Antonio Sepeda da Silva, firma Franco Rodrigues e Cia e firma Pinto e Filho.

FAMÍLIA ELGRABY
. Mimon Elgrably, dono da Distribuidora de Cervejas Antárctica no antigo prédio onde morou o Intendente Henrique Coutinho.
FAMÍLIA ERICO
Os Erico de Moraes
. VENÂNCIO ERICO DE MORAEScitado como membro, em 1890, do Partido Democrata na Parochia de Nossa Snhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt e outros democratas. Vide lista em José Cardoso da Silva Coimbra.

FAMÍLIA BENMUYAL
Os E. Benmuyal
. ISAAC E. BENMUYAL, de origem judia, citado em 1900
Os. E. de Melo e Silva
CARLOS E. DE MELLO E SILVA, era alfaiate em Cametá em 1889, ano da Proclamação da República.
FAMÍLIA ELIAS
Os Elias Rodrigues
. Alferes BENEDITO ELIAS RODRIGUES, que foi vereador em 1889 em Cametá.
Padre ENÉAS
. Padre ENÉAS, que, no início do Século 20 era redator do jornal católico "Coração de Jesus", em Cametá.
FAMÍLIA ESPÍRITO SANTO
Os do Espírito Santo Melo e Silva
. JOÃO DO ESPÍRITO SANTO DE MELLO E SILVA, era comerciante em Cametá em 1889, na Proclamação da República do Brasil.
Os C. do Espírito Santo
. RAYMUNDO C. ESPÍRITO SANTO, era funileiro em Cametá no 1889, ano da Proclamação da República do Brasil..

FAMÍLIA ESTUMANO
Os Estumano
. MIGUEL ESTUMANOcitado como membro, em 1890, do Partido Democrata na Parochia de Nossa Senhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt e outros. Vide lista em José Cardoso da Silva Coimbra.
. RAYMUNDO ESTUMANOcitado como membro, em 1890, do Partido Democrata na Parochia de Nossa Senhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt e outros. Vide lista em José Cardoso da Silva Coimbra.

Os Estumano Francisco Xavier Gomes
. RAYMUNDO ESTUMANO FRANCISCO XAVIER GOMEScitado como membro, em 1890, do Partido Democrata na Parochia de Nossa Senhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt e outros. Vide lista em José Cardoso da Silva Coimbra.
Os Delgado Estumano
. JOÃO DELGADO ESTUMANOcitado como membro, em 1890, do Partido Democrata na Parochia de Nossa Senhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt e outros. Vide lista em José Cardoso da Silva Coimbra.

Família Estumano Gaia
. FLÁVIO ESTUMANO GAIA
. FRANCISCA ESTUMANO GAIA:
. MANOEL DE JESUS GAIA, que adquiriu o casarão do início do século 20 do Sr. Francisco Naluça em 1960 e esse casarão nas mãos de Manoel de Jesus Gaia e Francisca Estumano Gaia, que na década de 1970 montaram a "Lavanderia Tocantins", e que na década de 1980 funcionou o "Cerpa Bar" e a partir da década de 1990 abrigou o "Bar do Gato", este com a gerência do filho de Manoel de Jesus Gaia, Flavio Gaia, alem do "Escritório de Contabilidade de Benedito Cunha.
Os Martins Estumano
. MATHEUS MARTINS ESTUMANOcitado como membro, em 1890, do Partido Democrata na Parochia de Nossa Senhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt e outros. Vide lista em José Cardoso da Silva Coimbra.
FAMÍLIA EVANGELISTA
. JOSÉ EVANGELISTA, que era vereador da Câmara, vice-presidente, em 1888, no mês da Abolição da Escravatyura no Brasil

FAMÍLIAS F
OS F
Os F. Cordovil
. ROMUALDO F. CORDOVIL, que em 1889, na Proclamação da República Brasileira, era Delegado de Polícia em Cametá e também era Juiz de Paz do 2º Distrito.
Os F, da Silva
. JOÃO JOSÉ F. DA SILVA, citado em1890 como membro do Partido Republicano Democrático, em Cametá.
Os F. Ribeiro
FRANCISCO F. RIBEIROcitado como membro, em 1890, do Partido Democrata na Parochia de Nossa Senhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt e outros. Vide lista em José Cardoso da Silva Coimbra.
Os F. de Vasconcelos
. CALIXTO F. DE VASCONCELOS, citado entre 1893-1894 como um dos Democatas que ajudaram financeiramente os democratas do Rio Grande do Sul na guerra, junto com: o padre intendente Antonio Franco, Cap Adolpho de Souza, Manoel dos Santos Mello, Antonio Joaquim da Cunha, Dr. João Siqueira, Tenente-coronel Manoel Nunes de Mello, Capitão João Rodrigues Vieira, Cap. Carlos Edwvirges, Valeriano de Mello e Silva, Joaquim Bastos, Raymundo José da Trindade, Ângelo Bazílio da Rocha, Joaquim da Costa Netto, Cap. Manoel de Vasconcelos Leão, Antonio Duarte Peres, Antonio Miguel da Veiga, Sebastião Pinto da Veiga, Alferes José W. de Moraes, Potenciano Neves, Feliciano Bensabáth, Alferes Manoel de Almeida, Mariano Juvêncio de Oliveira, Vicente Garcia, Amândio José Alves, Antonio Ferreira Cantão, Cap. Romualdo Cordovil, Avelino Xavier Alves, Raymundo B. de Jesus, Hilário da Veiga Thenório, Marianno de Vasconcelos, Antonio G. de Amorim, Calixto F. de Vasconcelos, Antonio Sepeda da Silva, firma Franco Rodrigues e Cia e firma Pinto e Filho.

FAMÍLIA FARIAS
Os de Farias
. PEDRO JOSÉ DE FARIAS, que em 1889, na Proclamação da República Brasileira, era suplente do Delegado de Polícia Romualdo F. Cordovil, em Cametá.
Os Ferreira Farias
. JOÃO FERREIRA FARIAS, citado em 1891 como da oposicão monárquica, contra os republicanos, em Cametá.
.PEDRO FERREIRA FARIAS, era oposicionista em Cametá, mas que aderiu ao republicanismo em 1891.
Os Gaia de Farias
Os Rodrigues de Farias
. PORFÍRIO JOSÉ RODRIGUES DE FARIAS, monarquista que, posteriormente, aderiu ao Partido Republicano Democrático, em Cametá em 1900.

Os Santiago de Farias
. JOAQUIM SANTIAGO DE FARIAS, citado em 1899 como representante efetivo das secções eleitorais, junto com o Capitão José Monteiro dos Santos, José Francisco d'Azevedo, Manoel Lopes da Silva, Luis Ferreira Lopes Alves de Carvalho Filho, Joaquim Santiago de Farias e os suplentes: Benjamim Malcher de Sousa, Firmino Ezequiel de Jesus e Silva, José Domingos de Moura, e com os mesários: Guilherme de Sousa Leão, Alfredo do Carmo dos Prazeres, Manoel França da Silva Pinto, João Pinto Marques, Manoel Rodrigues e Sebastião Pereira de Moraes, em 3/5/1900 era intendente em Cametá o Tenente-Coronel Joaquim Felippe de Siqueira Mendes e com os seguintes vogais: Paulo Paes de Sousa Leão, Manoel do Carmo de Mello, Potenciano Monteiro da Costa, José Rodrigues Gomes e Joaquim Santiago de Farias,.
. WILLIAM FAIA DE FARIAS

FAMÍLIA FÉLIX
Os Félix Alves
Família
. ELIAS MIGUELCALVES, foi vereador em Cametá, e Elias Miguel comprou o casarão da Família Gaia, prédio construído no início do século 20 e que o mesmo Elias Miguel vendeu o dito casarão para o Sr. Francisco Naluça.
Família
Os Félix Alves
. MIGUEL ALVES, este sobrinho de Simeão Félix Alves, que venderam o prédio  histórico dos Alves, em Cametá,  para Agenor Moreira, este tradicional comerciante, marítimo e empresário em Cametá.
. Simeão Félix Alves, avô de Miguel Alves, e Simão adquiriu a residência da Família Moreira, em Cametá, no início do século 20, e Simão Félix Alves, após a "crise da borracha", mudou-se para a capital Belém, vendendo o prédio para seu sobrinho Miguel Alves, e este reformulou o dito prédio em 1932, que abrigou o comércio de compra e venda de andiroba, ucuúba e outros produtos que industrializava em sua fábrica de sabão que funcionava no casarão. Simão é citado acima em Miguel Alves..
. SIMEÃO FÉLIX ALVES, sobrinho de Miguel Alves, que venderam o prédio  histórico dos Alves (no caso Miguel Alves), em Cametá,  para Agenor Moreira, este tradicional comerciante, marítimo e empresário em Cametá.
. Simeão Félix Alves, citado acima em Miguel Alves.

FAMÍLIA FERNANDES
Os Fernandes Valente
Dr. MANOEL FERNANDES VALENTE, foi membro do antigo Senado da Câmara em Cametá e foi Delegado do Consulado de Portugal nessa cidade no 1889, ano da Proclamação da República e com a firma de marchantes Manoel Fernandes Valente & Cia nesse ano.
. AGOSTINHO D'A. L. GODINHO, foi Delegado da Higiene Pública de Cametá no 1889, ano da Proclamação da República.
.
FAMÍLIA FERREIRA
Os Ferreira

. Sr. RAIMUNDO INÁCIO FERREIRA/Mestre Mimico, que foi o desenhista da fachada da antiga e histórica Igreja de Nossa S. das Graças, na localidade Rio Furtado, município de Cametá/PA e esse desenho foi mantido na nova igreja, em sua memória na nova Igreja. Mestre Mimico foi decorador e cooperador em muitos outros trabalhos no antigo Santuário.
. MANOEL JOSÉ FERREIRAcitado como membro, em 1890, do Partido Democrata na Parochia de Nossa Senhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt e outros. Vide lista em José Cardoso da Silva Coimbra.

Os Ferreira Alves
, LUIZ FERREIRA ALVES, era marchante em Cametá em 1889, na Proclamação da República do Brasil. e Juiz de Paz em Cametá no 1889.
Os Ferreira Alves Carneiro
. LUIZ FERREIRA ALVES CARNEIRO
. LUIZ FERREIRA ALVES CARNEIRO FILHO, funcionário imperial, suplente do Juiz Municipal Dr. Antonio Lopes de Menezes em 1889, em  Cametá, na Proclamação da República Brasileira.
Os Ferreira A. de Carvalho
NILO FERREIRA A. DE CARVALHO, era marchante em Cametá em 1889, ano da Proclamação da República do Brasil
LUIZ FERREIRA ALVES DE CARVALHO
, LUIZ FERREIRA ALVES DE CARVALHO FILHO, era marchante em Cametá em 1889, na Proclamação da República do Brasil. e Juiz de Paz em Cametá no 1889 e vereador da última Cãmara Municipal em 1889.
Os Ferreira Bastos
. PEDRO FERREIRA BASTOS, monarquista que, posteriormente, aderiu ao Partido Republicano Democrático, em Cametá em 1900.

Os Ferreira Cantão
. ANTONIO FERREIRA CANTÃO, citado entre 1893-1894 como um dos Democatas que ajudaram financeiramente os democratas do Rio Grande do Sul na guerra, junto com: o padre intendente Antonio Franco, Cap Adolpho de Souza, Manoel dos Santos Mello, Antonio Joaquim da Cunha, Dr. João Siqueira, Tenente-coronel Manoel Nunes de Mello, Capitão João Rodrigues Vieira, Cap. Carlos Edwvirges, Valeriano de Mello e Silva, Joaquim Bastos, Raymundo José da Trindade, Ângelo Bazílio da Rocha, Joaquim da Costa Netto, Cap. Manoel de Vasconcelos Leão, Antonio Duarte Peres, Antonio Miguel da Veiga, Sebastião Pinto da Veiga, Alferes José W. de Moraes, Potenciano Neves, Feliciano Bensabáth, Alferes Manoel de Almeida, Mariano Juvêncio de Oliveira, Vicente Garcia, Amândio José Alves, Antonio Ferreira Cantão, Cap. Romualdo Cordovil, Avelino Xavier Alves, Raymundo B. de Jesus, Hilário da Veiga Thenório, Marianno de Vasconcelos, Antonio G. de Amorim, Calixto F. de Vasconcelos, Antonio Sepeda da Silva, firma Franco Rodrigues e Cia e firma Pinto e Filho.
Os Ferreira Lopes Alves de Carvalho
LUIS FERREIRA LOPES ALVES DE CARVALHO
. LUIS FERREIRA LOPES ALVES DE CARVALHO FILHO, citado em 1899 como representante efetivo das secções eleitorais, junto com o Capitão José Monteiro dos Santos, José Francisco d'Azevedo, Manoel Lopes da Silva, Luis Ferreira Lopes Alves de Carvalho Filho, Joaquim Santiago de Farias e os suplentes: Benjamim Malcher de Sousa, Firmino Ezequiel de Jesus e Silva, José Domingos de Moura, e com os mesários: Guilherme de Sousa Leão, Alfredo do Carmo dos Prazeres, Manoel França da Silva Pinto, João Pinto Marques, Manoel Rodrigues e Sebastião Pereira de Moraes.
Os Ferreira da Costa
. DOMINGOS FERREIRA DA COSTA, citado em 1899 no Rio Mutuacá como mesário de secção eleitoral junto com: Capitão Domingos Ribeiro Guimarães, Francisco Gonçalves da Costa, Francisco Furtado de Vasconcelos, Geraldo Antonio da Cruz, Domingos Ferreira da Costa, e com os suplentes: Manoel Ribeiro Cardoso, Camilo Antonio Caldas, Domingos José Affonso.

Os Ferreira Ribeiro
. FÉLIX FERREIRA RIBEIRO, Citados como membro, em 1890, do Partido Democrata na Parochia de Nossa Snhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt, Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt, Capitão Agnello José de Oliveira, Leoncio José d'Oliveira, Félix Ferreira Ribeiro, Horácio Estácio Wanzeller, José Antonio Pinheiro, José Cardoso da Silva Coimbra, Ivo Manoel Vicente. Luiz Antonio do Carmo, Venâncio Erico de Moraes, João de Deus e Silva, Porphirio da Conceição, Plácido Antonio do Nascimento, João Roberto dos Santos, Manoel Romão dos Santos, Manoel Carlos Machado, Pedro José de Moraes, Euzébio Emílio Marcêncio, Manoel Francisco Ribeiro, Gregório Ferreira Ribeiro, Manoel Joaquim dos Santos, Joaquim Pedro Xavier Alves, Clemente Xavier da Cruz, Martiniano Martins da Cruz, Francisco Antonio Machado, Raymundo José Gomes, Fernando José de Moraes, João delgado Estumano, Antero José do Nascimento, Raymundo Antonio da Cruz, Manoel Gonçalves Pinto, Romualdo Ferreira Ribeiro, João Lima Beckman, Joaquim de Mello, Elias henrique de Lima, Isaac Benassuly, Manoel dos Passos Lobo, Manoel Wanzeller de Moraes, Lourenço Lopes Mendes, Estevão Gomes, Raymundo Cyriaco Mendes, Manoel leão Mendes, José Pedro Mendes, Silvino Ponciano Martins, Antonio Rosa da Costa, Joaquim Castro Valente, Antonio Castro Valente, João Gonçalves Pinto Sobrinho, Feliciano Luiz Barbosa, Matheus Martins Estumano, Jacob Obadri, Jaime Obadri, Manoel Felippe Nery, Marcelino de Souza Paes, Clarindo da Cruz, Jorge Coelho, Firmo Antonio Bahia, Antonio José Gomes, Miguel Estuamano, Manoel Alfredo Rodrigues, Thomé Pedro Beckman, José Rodrigues de Nazareth, que em 1890 era membro do Partido Democrata, da Parochia N.S. do Carmo, : Raymundo Furtado de Moraes, Raymundo Pinheiro de Barros, Francisco Ignacio Machado, Manoel Gonçalves Pinto, João da Cruz Villa-Real, Juvenal Augusto da Costa Moraes, Manoel José Rodrigues Villa-Real, Pedro Manoel Valente, Manoel José Ferreira, Manoel do Nascimento do Carmo, Antonio Felippe Nery, Cordolino de Moraes, Manoel José Pinheiro, Raymundo do Carmo Machado, Eduardo Augusto de Barros, Raymundo Estumano Francisco Xavier Gomes, Benedicto Américo de Carvalho, Manoel Antonio Fiel, Raymundo Procópio Rodrigues das Mercês, Manoel Cypriano Rodrigues, Manoel Antonio maia, Américo de Alcântara, Thomaz Gomes, Joaquim Garcia Bahia, Elias José Bahia, Domingos de Almeida,  José Raymundo de Freitas, Raymundo da Trindade, Narcizo Martiniano, Belmiro Antonio da Cruz, Feliciano d'Oliveira Costa, Francisco da Trindade, Martinho José dos Reis, Domingos José Portilho, João Martins Bahia, Manoel da Cruz Sobrinho, Marcos bahia dos Reis, Bazílio dos Reis, Benedicto Antonio da Cruz, Raymundo de Souza Bahia, Benedicto Rosa de Jesus Gaia, Manoel Francisco da Gaia, Abel de Oliveira da Costa, Domingos Martins Bahia, Manoel da Cruz da Gaia, Raymundo Cotta da Gaia, Mariano Antonio da Cruz, Florêncio Bittencourt, Alexandre Pompeu, Manoel Gonçalves de Moraes, Manoel Pedro dos Santos, João Raimundo Rodrigues, Manoel Francisco da Cruz, João Luiz da Cruz, Manoel Cândido da Cruz, José Vicente da Cruz, José Pinheiro Gomes, Honório M. de Moraes, José Felício Ramos, Gracindo Rodrigues, João Ferreira Ribeiro, Antonio Silva Lobo, Manoel da Silva Pinheiro, João Américo Cardoso, José Antonio Fonseca, Silvestre Pedro Beckman, Sebastião Rodrigues de Nazareth, João Felippe Nery, Avelino Machado de Barros, Francisco Ribeiro, sendo que muitos desses eram estrangeiros.
. GREGÓRIO FERREIRA RIBEIROcitado como membro, em 1890, do Partido Democrata na Parochia de Nossa Snhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt. Vide lista em Félix Ferreira Ribeiro.
. JOÃO FERREIRA RIBEIROcitado como membro, em 1890, do Partido Democrata na Parochia de Nossa Senhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt e outros. Vide lista em FÉLIX FERREIRA RIBEIRO.
. ROMUALDO FERREIRA RIBEIRO, citado como membro, em 1890, do Partido Democrata na Parochia de Nossa Senhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt e outros. Vide lista em Félix Ferreira Ribeiro.
Os Ferreira da Silva

. Coronel BENEDITO FERREIRA DA SILVA, citado em 1892 como candidato a cargo eletivo pela localidade Tamanduá, Sítio Paraíso, em Cametá e citado em 1899 com secção eleitoral e como representante efetivo de secção eleitoral, junto com: Coronel Benedito Ferreira da Silva, Januário Lopes Dias Couto, José de Moraes Seixas, Armando de Sousa Villa-Seca, José Armindo de Seixas,  com os suplentes: João Vieira dos Santos, Polycarpo de Sousa Serrão e Marcos da Cruz de Carvalho.

Os Ferreira da Silva Franco
. Padre ANTONIO FERREIRA DA SILVA FRANCO, que foi pároco de antiga matriz de S. João Batista e que detinha o comando do Partido Republicano e que ficou na direção do Poder Executivo de Cametá na Proclamação da República do Brasil, que tinha como presidente da Câmara Municipal o Vereador Estevam Wanzeler d'Albuquerque e o dito padre ficou no poder até o ano de 1891, sendo substituído pelo intendente Carlos Antonio Redig, este vogal da legislatura anterior à Proclamação da República e que governou por dois mandatos de 1891 a 1897. Foram vogais na Intendência do Padre Antonio Franco: Tenente-Coronel Joaquim Felippe de Siqueira Mendes, Tenente-Coronel José Antonio Ferreira de Souza, Alferes Lourenço da Costa Caldas, Alferes Raymundo Cordeiro de Castro, Alferes José Miguel Belfort Lisboa, Alferes Porfírio Rodrigues d'Oliveira.
Os Ferreira de Sousa
JOSÉ ANTONIO FERREIRA DE SOUSA, foi vogal na intendência de CARLOS ANTONIO REDIG, este citado em 1889 como o 2º Intendente Municipal em Cametá no início da Era Republicana. e que tinha como vogais no Conselho de Intendência: Carlos Lopes da Silva, Miguel Nery da Trindade Martins, Sesinando Dias  Ferreira, José Antonio Ferreira de Sousa e como secretário da Intendência: Alfredo Francisco Loureiro
Os Ferreira Farias
. JOÃO FERREIRA FARIAS, citado em 1891 como da oposicão monárquica, contra os republicanos, em Cametá.
.PEDRO FERREIRA FARIAS , era oposicionista em Cametá, mas que aderiu ao republicanismo em 1891.
Os Dias Ferreira
SESINANDO DIAS FERREIRA, foi vogal na intendência de CARLOS ANTONIO REDIG, este citado em 1889 como o 2º Intendente Municipal em Cametá no início da Era Republicana. e que tinha como vogais no Conselho de Intendência: Carlos Lopes da Silva, Miguel Nery da Trindade Martins, Sesinando Dias  Ferreira, José Antonio Ferreira de Sousa e como secretário da Intendência: Alfredo Francisco Loureiro
Os Mendes Ferreira Lopes
. BERNARDINO MENDES FERREIRA LOPES, que foi o herdeiro dos donos da Capelinha de Bom Jesus dos Aflitos, em Cametá, que ficou sob seus cuidados por 50 anos até sua morte em 1970, Imagem que passou para as mãos de sua filha Maria Glácia Lopes Nogueira.
Os Ferreira Pinto
. ANTONIO JOAQUIM FERREIRA PINTO, citado em 1891 como da oposição monárquica contra os republicanos, em Cametá.
Os Ferreira da Silva
. Coronel BENEDITO FERREIRA DA SILVA, citado em 1899 como representante efetivo das secções eleitorais de Cametá, junto com: Coronel Benedito Ferreira da Silva, Januário Lopes Dias Coutinho, José de Moraes Seixas, Ar,ando de Sousa, Villa Seca, José Armindo de Seixas e os suplentes: João Vieira dos Santos, Polycarpo de Sousa Serrão e Marcos da Cruz de Carvalho e com a escola pública do sexo masculino e feminino em sua casa no Rio Tamanduá e Sítio Paraíso.
Os Ferreira da Silva Franco
Padre ANTONIO FERREIRA DA SILVA FRANCO, foi Vigário da Paróquia de Cametá no 1889, ano da Proclamação da República, que se tornou o 1º intendente nomeado em Cametá, tendo tomado posse na sessão de 1/3/1890 pelas mãos do Major Estevam Wanzeler d'Albuquerque , secretariado por Francisco Alfredo Loureiro e o Padre Antonio Franco ficou no poder até 1891, sendo substituído pelo novo intendente Carlos Antonio Redig, este que era vogal na legislatura anterior à Proclamação da República no Brasil e que governou por dois mandatos trienais (1891-1897). O Padre Antonio Franco foi membro do diretório do Partido Republicano, em Cametá.
. Padre ANTONIO FERREIRA DA SILVA FRANCO, que foi pároco de antiga matriz de S. João Batista e que detinha o comando do Partido Republicano e que ficou na direção do Poder Executivo de Cametá na Proclamação da República do Brasil, que tinha como presidente da Câmara Municipal o Vereador Estevam Wanzeler d'Albuquerque e o dito padre ficou no poder até o ano de 1891, sendo substituído pelo intendente Carlos Antonio Redig, este vogal da legislatura anterior à Proclamação da República e que governou por dois mandatos de 1891 a 1897. Foram vogais na Intendência do Padre Antonio Franco: Tenente-Coronel Joaquim Felippe de Siqueira Mendes, Tenente-Coronel José Antonio Ferreira de Souza, Alferes Lourenço da Costa Caldas, Alferes Raymundo Cordeiro de Castro, Alferes José Miguel Belfort Lisboa, Alferes Porfírio Rodrigues d'Oliveira.

Os Ferreira de Sousa
. JOSÉ ANTONIO FERREIRA DE SOUZA, foi vogal do Conselho de Intendência em Cametá em 1893 na intendência do. Padre ANTONIO FERREIRA DA SILVA FRANCO, este Vigário da Paróquia de Cametá no 1889, ano da Proclamação da República, que se tornou o 1º intendente nomeado em Cametá, tendo tomado posse na sessão de 1/3/1890 pelas mãos do Major Estevam Wanzeler d'Albuquerque , secretariado por Francisco Alfredo Loureiro e o Padre Antonio Franco ficou no poder até 1891, sendo substituído pelo novo intendente Carlos Antonio Redig, este que era vogal na legislatura anterior à Proclamação da República no Brasil e que governou por dois mandatos trienais (1891-1897). O Padre Antonio Franco foi membro do diretório do Partido Republicano, em Cametá. Padre ANTONIO FERREIRA DA SILVA FRANCO, que foi pároco de antiga matriz de S. João Batista e que detinha o comando do Partido Republicano e que ficou na direção do Poder Executivo de Cametá na Proclamação da República do Brasil, que tinha como presidente da Câmara Municipal o Vereador Estevam Wanzeler d'Albuquerque e o dito padre ficou no poder até o ano de 1891, sendo substituído pelo intendente Carlos Antonio Redig, este vogal da legislatura anterior à Proclamação da República e que governou por dois mandatos de 1891 a 1897. Foram vogais na Intendência do Padre Antonio Franco: Tenente-Coronel Joaquim Felippe de Siqueira Mendes, Tenente-Coronel José Antonio Ferreira de Souza, Alferes Lourenço da Costa Caldas, Alferes Raymundo Cordeiro de Castro, Alferes José Miguel Belfort Lisboa, Alferes Porfírio Rodrigues d'Oliveira.
Os Ferreira Zagallo
. VICENTE FERREIRA ZAGALLO, monarquista que, posteriormente, aderiu ao Partido Republicano Democrático, em Cametá em 1900.
Os Custódio Ferreira
. ÂNGELO CUSTÓDIO FERREIRA, que foi outro grande nome durante a Revolta da Cabanagem, de 1835 a 1840, e que também assumiu a Presidência da Província em Cametá, como governador, durante esse levante e que, como governador da Província do Pará, foi vitimado em 1855 por uma epidemia de cólera que assolou em Belém e municípios ribeirinhos. Seu nome está registrado em rua de Belém e de outros municípios e prédios públicos.
Os Gonçalves Ferreira
JOSÉ RODRIGUES GONÇALVES FERREIRA, era funileiro em Cametá em 1889, ano da Proclamação da República.
ZENÓBIO GONÇALVES FERREIRA, de 69 anos em 2016, pai de 4 filhos, atualmente morador de Belém, é frequentador assíduo de Juaba e um dos fundadores de um dos cordões de mascarados mais famosos da vila quilombola: o “Cordão da Bicharada” .Por isso os moradores de Juaba o chamam de Zenóbio da Bicharada. Além de ser idealizador do Cordão, Zenóbio também é um dos idealizadores do festival de Cultura de Juaba que tem 20 anos de existência. Neste encontro o mestre foi o grande articulador destas conexões ribeirinhas apresentando os festeiros, traçando as rotas desta viagem, agendando barqueiros e festeiros bem, como, articulando por telefone para que fossemos recebidos na vila, tivéssemos acesso a um barco e encontrássemos as pessoas-chave para o desenvolvimento desta pesquisa. Por Roberta Brandão #pzzcametá

Os J. Ferreira
. Alfredo J. Ferreira, citado em 1891 da oposicão monárquica, contra os republicanos, em Cametá.

FAMÍLIA FIEL
. MANOEL ANTONIO FIELcitado como membro, em 1890, do Partido Democrata na Parochia de Nossa Senhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt e outros. Vide lista em José Cardoso da Silva Coimbra.
FAMÍLIA FIGUEIREDO
Os de Figueiredo
. Capitão RAYMUNDO DE FIGUEIREDO, que foi vereador em 1889 em Cametá, na Proclamação da República do Brasil.

FAMÍLIA FOIQUINOS
Ester Foiquinos
Abraão Foiquinos
. Esther Foiquinos e  seu esposo Isaac Cohen, que possuía uma casa tipo sobrado em Cametá, cujos antigos donos eram filhos de judeus do Amazonas, casa adquirida em  na década de de 1920 da Sra. Maria Parijós (irmã de Nelson Parijós), prédio construído no Período Colonial, final do século 19, situado na Rua São João Batista, já demolido, que possuía comércio com o nome de "Casa Popular, , de Isaac Cohen, na época da borracha,  no final do século 19 e início do 20, que comercializava cacau, borracha, sementes oleaginosas. Em 1934 o casal mudou para Belém, onde Isaac Cohen falece em 1943 e em 1957 falece sua esposa e o prédio passou para as mãos de Abraão Foiquinos, que era comerciante de regatão em Cametá. Atulamente o prédio pertence aos herdeiros de Abraão, este já falecido. referido prédio foi demolido e os herdeiros foram para Belém;PA..

FAMÍLIA FONSECA
. JOAQUIM FONSECA, citação:
. Antonio Joaquim Barros Júnior, filho do português Antonio Joaquim de Barros e Antonio Joaquim Júnior,  casa com Albertina Contente de Barros, tendo esta falecido, Antonio Joaquim Júnior casa-se uma 2ª vez com Clélia Contente de Barros. Antonio Joaquim de Barros Júnior e sua 2ª esposa Clélia Contente de Barros, moravam na andar superior do casarão histórico e alugavam o térreo para Antenor Bastos e Celina Brito Bastos/Dona Bembém. Antonio Joaquim de Barros Júnior atuou ativamente na vida política municipal, após a Revolução de 1930, fazendo parte do Conselho Consultivo de Cametá, ao lado de Joaquim Fonseca e Waldemar Coelho, e Antonio Jr. foi prefeito municipal nomeado por Magalhães barata e foi ainda eleito vereador em 1948, sendo presidente da Câmara Municipal e vice-prefeito eleito, e ainda disputou o cargo de prefeito em 1954, perdendo a eleição para Ruy Nelson Parijós.
. JOSÉ ANTONIO FONSECAcitado como membro, em 1890, do Partido Democrata na Parochia de Nossa Senhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt e outros. Vide lista em José Cardoso da Silva Coimbra.
Os da Costa Fonseca
. José da Costa Fonseca, cametaense que em 1713 era vereador do Senado da Câmara de Cametá, quando o Capitão-mor Antonio Carvalho de Albuquerque doou as terras para esse Senado da Câmara  (que era o principal órgão político-administrativo das antigas localidades, com seus vereadores-vide nomes nesta postagem), quando aconteceu a transferência da Villa de Cametá, da localidade Cametá-Tapera, para onde hoje se assenta a cidade de Cametá.
Os da Costa da Fonseca
BRAZ DA COSTA DA FONSECA, Juiz de Paz do 4º Distrito em Cametá no 1889, ano da Proclamação da República.

FAMÍLIA FRANÇA
. MANOEL FRANÇA DA SILVA PINTO, citado em 1899 como suplente das secções eleitorais, junto com os efetivos: Capitão José Monteiro dos Santos, José Francisco d'Azevedo, Manoel Lopes da Silva, Luis Ferreira Lopes Alves de Carvalho Filho, Joaquim Santiago de Farias e os suplentes: Benjamim Malcher de Sousa, Firmino Ezequiel de Jesus e Silva, José Domingos de Moura, e com os mesários: Guilherme de Sousa Leão, Alfredo do Carmo dos Prazeres, Manoel França da Silva Pinto, João Pinto Marques, Manoel Rodrigues e Sebastião Pereira de Moraes.

FAMÍLIA FRANCÊS
Os Francês Medeiros
. João Francês Medeiros, ex-prefeito de Cametá de 1993-1996 e citado como empresário em 2007.
FREDERICO, de Mutuacá, citação:
. Venâncio Barradas, folclorista, compositor musical, violonista, pesquisador e escritor da cultura cametaense, fundador do Banguê "Sou do Rio", hoje Banguê do Castelo (fundado com a denominação Sou do Rio por Venâncio em 1939), e Venâncio como violeiro e, acompanhado pelo filho Benedito, de 12 anos (na época) Benedito Garcia Barradas, executava cantorias pelas localidades como Mutuacá, Mandaruçu, Pacuí, Juaba, Carapina e Cametá, onde morava com a família, casou com Maria Garcia e com 7 filhos: Arquimino, Benedito. Seus filhos eram também músicos e particiapam dos grupos de banguê. Tinha também o sobrinho de Venâncio Barradas e outros amigos que participavam desses grupos culturais. Alguns amigos de Venâncio que atuavam nos grupos de Banguê; Raimundo Pedro, Sidico, Frederico (este da localidade Mutuacá) que ajudou Venâncio a fazer bumbos e pandeiros para o grupo. O grupo Banguê do Castelo, fundado por Venâncio, desde os anos de 1990 está sob as mãos dos netos desse baluarte cultural de Cametá e contando com os seguintes nomes: Paulo da Vera Cruz, no bumbo; Jurandir da cruz, na voz; Garcia, no violão; Valdo da Cruz Garcia, bandorra e voz; João Barradas, rufista (rufo); Aguinaldo da Cruz Garcia, no banjo e voz; Benedito da Cruz Garcia, no pandeiro e 2ª voz; Anísio da cruz Garcia, no afoxé e voz e Joaquim Almeida, no banjo..

FAMÍLIA FRANCO
Os Franco
. Padre ANTONIO FRANCO, foi inspetor de Ensino (1900) e intendente nomeado em Cametá após a Proclamação da República, no início da Era Republicana.
Os Ferreira da Silva Franco
. Padre ANTONIO FERREIRA DA SILVA FRANCO, que foi pároco da antiga Matriz de S. João Batista e que detinha o comando do Partido Republicano em Cametá, que foi nomeado 1º intendente de Cametá através de Decreto do Governo estadual na direção do Poder Executivo, na Proclamação da República do Brasil, que tinha como presidente da Câmara Municipal o Vereador Estevam Wanzeler d'Albuquerque e o dito padre ficou ni poder até o ano de 1891, sendo substituído pelo intendente Carlos Antonio Redig, este vogal da legislatura anterior à Proclamação da República e que governou por dois mandatos de 1891 a 1897., e o Padre Antonio Franco, foi substituído pelo 2º Intendente de Cametá, Carlos Antonio Redig, em 1891, este que foi o 1º intendente eleito.
Padre ANTONIO FERREIRA DA SILVA FRANCO, foi Vigário da Paróquia de Cametá no 1889, ano da Proclamação da República, que se tornou o 1º intendente nomeado em Cametá, tendo tomado posse na sessão de 1/3/1890 pelas mãos do Major Estevam Wanzeler d'Albuquerque , secretariado por Francisco Alfredo Loureiro e o Padre Antonio Franco ficou no poder até 1891, sendo substituído pelo novo intendente Carlos Antonio Redig, este que era vogal na legislatura anterior à Proclamação da República no Brasil e que governou por dois mandatos trienais (1891-1897). O Padre Antonio Franco foi membro do diretório do Partido Republicano, em Cametá.
Padre ANTONIO FERREIRA DA SILVA FRANCO, foi Vigário da Paróquia de Cametá no 1889, ano da Proclamação da República, que se tornou o 1º intendente nomeado em Cametá, tendo tomado posse na sessão de 1/3/1890 pelas mãos do Major Estevam Wanzeler d'Albuquerque , secretariado por Francisco Alfredo Loureiro e o Padre Antonio Franco ficou no poder até 1891, sendo substituído pelo novo intendente Carlos Antonio Redig, este que era vogal na legislatura anterior à Proclamação da República no Brasil e que governou por dois mandatos trienais (1891-1897). O Padre Antonio Franco foi membro do diretório do Partido Republicano, em Cametá e o dito padre ficou no poder até o ano de 1891, sendo substituído pelo intendente Carlos Antonio Redig, este vogal da legislatura anterior à Proclamação da República e que governou por dois mandatos de 1891 a 1897. Foram vogais na Intendência do Padre Antonio Franco: Tenente-Coronel Joaquim Felippe de Siqueira Mendes, Tenente-Coronel José Antonio Ferreira de Souza, Alferes Lourenço da Costa Caldas, Alferes Raymundo Cordeiro de Castro, Alferes José Miguel Belfort Lisboa, Alferes Porfírio Rodrigues d'Oliveira.

Os Franco de Sá
Dr. ANTONIO FRANCO DE SÁ, que foi antigo membro do do Clube Artístico e Literário Cametaense no início do século 20.
Os Marques S. Franco
. JOAQUIM MARQUES S. FRANCO, era dono de terras em Cametá em 1889, ano da Proclamação da República do Brasil.
Ferreira da Silva Franco
Padre ANTONIO FERREIRA DA SILVA FRANCO, foi Vigário da Paróquia de Cametá no 1889, ano da Proclamação da República.

FAMÍLIA  FREITAS
Os de Freitas
. ANTONIO DE FREITAS, era dona de terras em 1889 em Cametá, no ano da Proclamação da República do Brasil.
. JOSÉ RAYMUNDO DE FREITAScitado como membro, em 1890, do Partido Democrata na Parochia de Nossa Senhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt e outros. Vide lista em José Cardoso da Silva Coimbra.
Os Freitas Rodrigues
. BASILEU FREITAS RODRIGUES, citado em 1899 como como representante efetivo de secção eleitoral em Cametá, junto com: Ten-Coronel Manoel do Carmo de Mello, Nepumoceno de Oliveira Pantoja, Policarpo Pereira Gonçalves, Firmino José Rodrigues, Basileu Freitas Rodrigues, com os suplentes: Inaldino dos Santos Rodrigues, João Domingos Rodrigues e Luis Pereira de Mello.

Os Correa de Freitas
. Dr. Joaquim Pedro Correia de Freitas, que era coronel em 1860.
Os Lobato de Freitas
. DOMINGOS LOBATO DE FREITAS, citado em 31/1/1890 como membro do Partido Republicano Democrático, em Cametá.
Os da Silva Freitas
. João da Silva Freitas, cametaense que em 1713 era vereador do Senado da Câmara de Cametá, quando o Capitão-mor Antonio Carvalho de Albuquerque doou as terras para esse Senado da Câmara  (que era o principal órgão político-administrativo das antigas localidades, com seus vereadores-vide nomes nesta postagem), quando aconteceu a transferência da Villa de Cametá, da localidade Cametá-Tapera, para onde hoje se assenta a cidade de Cametá.

FAMÍLIA FURTADO
Os Furtado
. ANTONIO MIGUEL FURTADO, citado na metade do século 18 como Vigário da então Vila de Cametá, foi professor tendo como um de seus alunos o grande vulto de D. Romualdo de Sousa Coelho.
. JOSÉ FURTADO, que foi comerciante em Cametá, no início da década de 1970 e que comprou o  prédio histórico "Solar dos Braga", para desenvolver atividade comercial de supermercado, farmácia e outras mercadorias no 1º andar do solar, ficando o 2º pavimento para aluguel a terceiros.
. JOSÉ RAIMUNDO FURTADO
Os Furtado Cordovil
. ROMUALDO FURTADO CORDOVIL, que em 1889, na Proclamação da República Brasileira, era Delegado de Polícia em Cametá  e também era Juiz de Paz do 2º Distrito, .que era monarquista que, posteriormente, aderiu ao Partido Republicano Democrático, em Cametá.
Os Mendonça de  Furtado
. PEDRO MENDONÇA DE FURTADO, Mestre de campo, dono do Engenho Marauaru.
Os Furtado de Moraes
. RAYMUNDO FURTADO DE MORAEScitado como membro, em 1890, do Partido Democrata na Parochia de Nossa Senhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt e outros. Vide lista em José Cardoso da Silva Coimbra.
Os Furtado de Seixas
. BALTASAR FURTADO DE SEIXAS, cametaense que em 1713 era vereador do Senado da Câmara de Cametá, quando o Capitão-mor Antonio Carvalho de Albuquerque doou as terras para esse Senado da Câmara  (que era o principal órgão político-administrativo das antigas localidades, com seus vereadores-vide nomes nesta postagem), quando aconteceu a transferência da Villa de Cametá, da localidade Cametá-Tapera, para onde hoje se assenta a cidade de Cametá.
Os Furtado de Vasconcelos
. AGOSTINHO FURTADO DE VASCONCELOS, citado em 1899 com secção eleitoral e a esciola pública do sexo masculino e feminino funcionando em sua casa do Rio Mendaruçu, em Cametá.
Os Pantoja Furtado
. D. THEREZA PANTOJA FURTADO, era dona de terras em 1889 em Cametá, no ano da Proclamação da República do Brasil.

FAMÍLIAS G
Os G
Os G. de Amorim
. ANTONIO G. DE AMORIM, citado entre 1893-1894 como um dos Democatas que ajudaram financeiramente os democratas do Rio Grande do Sul na guerra, junto com: o padre intendente Antonio Franco, Cap Adolpho de Souza, Manoel dos Santos Mello, Antonio Joaquim da Cunha, Dr. João Siqueira, Tenente-coronel Manoel Nunes de Mello, Capitão João Rodrigues Vieira, Cap. Carlos Edwvirges, Valeriano de Mello e Silva, Joaquim Bastos, Raymundo José da Trindade, Ângelo Bazílio da Rocha, Joaquim da Costa Netto, Cap. Manoel de Vasconcelos Leão, Antonio Duarte Peres, Antonio Miguel da Veiga, Sebastião Pinto da Veiga, Alferes José W. de Moraes, Potenciano Neves, Feliciano Bensabáth, Alferes Manoel de Almeida, Mariano Juvêncio de Oliveira, Vicente Garcia, Amândio José Alves, Antonio Ferreira Cantão, Cap. Romualdo Cordovil, Avelino Xavier Alves, Raymundo B. de Jesus, Hilário da Veiga Thenório, Marianno de Vasconcelos, Antonio G. de Amorim, Calixto F. de Vasconcelos, Antonio Sepeda da Silva, firma Franco Rodrigues e Cia e firma Pinto e Filho.

Os G. de Sousa
ROZENDO G. DE SOUSA, era barbeiro em Cametá em 1889, ano da Proclamação da República.
Os L. G. Portellinha
.DOMINGOS L. G. PORTELLINHA , era marceneiro em Cametá no 1889, ano da Proclamação da República do Brasil..

FAMÍLIA GAIA
Os Gaia
. VICENTE GAIA, citado entre 1893-1894 como um dos Democatas que ajudaram financeiramente os democratas do Rio Grande do Sul na guerra, junto com: o padre intendente Antonio Franco, Cap Adolpho de Souza, Manoel dos Santos Mello, Antonio Joaquim da Cunha, Dr. João Siqueira, Tenente-coronel Manoel Nunes de Mello, Capitão João Rodrigues Vieira, Cap. Carlos Edwvirges, Valeriano de Mello e Silva, Joaquim Bastos, Raymundo José da Trindade, Ângelo Bazílio da Rocha, Joaquim da Costa Netto, Cap. Manoel de Vasconcelos Leão, Antonio Duarte Peres, Antonio Miguel da Veiga, Sebastião Pinto da Veiga, Alferes José W. de Moraes, Potenciano Neves, Feliciano Bensabáth, Alferes Manoel de Almeida, Mariano Juvêncio de Oliveira, Vicente Garcia, Amândio José Alves, Antonio Ferreira Cantão, Cap. Romualdo Cordovil, Avelino Xavier Alves, Raymundo B. de Jesus, Hilário da Veiga Thenório, Marianno de Vasconcelos, Antonio G. de Amorim, Calixto F. de Vasconcelos, Antonio Sepeda da Silva, firma Franco Rodrigues e Cia e firma Pinto e Filho.
Os da Gaia
. MANOEL FRANCISCO DA GAIAcitado como membro, em 1890, do Partido Democrata na Parochia de Nossa Senhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt e outros. Vide lista em José Cardoso da Silva Coimbra.
Os de Jesus Gaia
. MANOEL DE JESUS GAIA, que adquiriu o casarão do início do século 20 do Sr. Francisco Naluça em 1960 e esse casarão nas mãos de Manoel de Jesus Gaia e Francisca Estumano Gaia, que na década de 1970 montaram a "Lavanderia Tocantins", e que na década de 1980 funcionou o "Cerpa Bar" e a partir da década de 1990 abrigou o "Bar do Gato", este com a gerência do filho de Manoel de Jesus Gaia, Flavio Gaia, alem do "Escritório de Contabilidade de Benedito Cunha.
. FLÁVIO GAIA, vide acima em Manoel de Jesus Gaia.
Os Gaia de Farias
WILLIAM GAIA DE FARIAS
Os Cota da Gaia
. RAYMUNDO COTTA DA GAIAcitado como membro, em 1890, do Partido Democrata na Parochia de Nossa Senhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt e outros. Vide lista em José Cardoso da Silva Coimbra.
Os da Cruz Gaia
. MANOEL DA CRUZ GAIAcitado como membro, em 1890, do Partido Democrata na Parochia de Nossa Senhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt e outros. Vide lista em José Cardoso da Silva Coimbra.
Os Estumano Gaia
. FFLÁVIO ESTUMANO GAIA

FAMÍLIA GAMA
Os Gama Abreu
. Dr. GAMA ABREU/Barão do Marajó, que foi nomeado Intendente em Cametá, após a Proclamação da República, no triênio 1891-1894..

FAMÍLIA GARCIA
Os Garcia
. Mateus Garcia, cametaense que em 1713 era vereador do Senado da Câmara de Cametá, quando o Capitão-mor Antonio Carvalho de Albuquerque doou as terras para esse Senado da Câmara  (que era o principal órgão político-administrativo das antigas localidades, com seus vereadores-vide nomes nesta postagem), quando aconteceu a transferência da Villa de Cametá, da localidade Cametá-Tapera, para onde hoje se assenta a cidade de Cametá.
. Família, citação:
. Venâncio Barradas, folclorista, compositor musical, violonista, pesquisador e escritor da cultura cametaense, fundador do Banguê "Sou do Rio", hoje Banguê do Castelo (fundado com a denominação Sou do Rio por Venâncio em 1939), e Venâncio como violeiro e, acompanhado pelo filho Benedito, de 12 anos (na época) Benedito Garcia Barradas, executava cantorias pelas localidades como Mutuacá, Mandaruçu, Pacuí, Juaba, Carapina e Cametá, onde morava com a família, casou com Maria Garcia e com 7 filhos: Arquimino, Benedito. Seus filhos eram também músicos e particiapam dos grupos de banguê. Tinha também o sobrinho de Venâncio Barradas e outros amigos que participavam desses grupos culturais. Alguns amigos de Venâncio que atuavam nos grupos de Banguê; Raimundo Pedro, Sidico, Frederico (este da localidade Mutuacá) que ajudou Venâncio a fazer bumbos e pandeiros para o grupo. O grupo Banguê do Castelo, fundado por Venâncio, desde os anos de 1990 está sob as mãos dos netos desse baluarte cultural de Cametá e contando com os seguintes nomes: Paulo da Vera Cruz, no bumbo; Jurandir da cruz, na voz; Garcia, no violão; Valdo da Cruz Garcia, bandorra e voz; João Barradas, rufista (rufo); Aguinaldo da Cruz Garcia, no banjo e voz; Benedito da Cruz Garcia, no pandeiro e 2ª voz; Anísio da cruz Garcia, no afoxé e voz e Joaquim Almeida, no banjo..
. Josenilton Garcia, pesquisador,  que junto Raimundo Nonato Bacha Lopes produziram o livro "Aspectos Gerais do Município de Cametá".
. Os Garcia Baía
. JOAQUIM GARCIA BAHIAcitado como membro, em 1890, do Partido Democrata na Parochia de Nossa Senhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt e outros. Vide lista em José Cardoso da Silva Coimbra.
Os Garcia Barradas
. Maria Garcia Barradas, casou com Venâncio Barradas e com 7 filhos.e Venâncio Barradas, pesquisador e escritor da cultura cametaense, casou com Maria Garcia e com 7 filhos.
. Benedito Garcia Barradas
Os Garcia Cota
. Raimundo Garcia Cota
Os Alves Garcia
. Capitão JOSÉ ALVES GARCIA, antigo músico, era dono de terras e vereador citado em 1888, no mês da Abolição da Escravatura e 1889 em Cametá e era da oposição política no início da República em Cametá.
Os C. Ludgero Garcia Mendes
. CANDIR C. LUDGERO GARCIA MENDES, citado em 1899 como mesário de secção eleitoral na localidade Itanduba, junto com Benjamim Clarião de Carvalho Camarão, Candir C. Ludgero Garcia Mendes, Joaquim Santos T. Oliveira Prestes, Henrique Antonio Baptista, Basílio Manoel de Vasconcelos e os suplentes: Belarmino da Silva Pinto, Rosenildo de Sousa Ramos e Domingos Antonio Baptista.
Os da Cruz Garcia
. Agnaldo da Cruz Garcia, ver em Bangué em Venâncio Barradas
. Anísio da Cruz Garcia, ver em Bangué em Venâncio Barradas.
. Benedito Garcia Barradas, filho de Venâncio Barradas e Maria Garcia,  e Benedito aos 12 anos já atuava nos grupos de banguê de seu pai, que herdou as tradições culturais de seu pai.
. Jurandir da Cruz Garcia, ver em Bangué em Venâncio Barradas
. Maria Garcia Barradas, casou com Venâncio Barradas e com 7 filhos.
.. Valdo da Cruz Garcia, ver em Bangué em Venâncio Barradas, citação:
. Venâncio Barradas, folclorista, compositor musical, violonista, pesquisador e escritor da cultura cametaense, fundador do Banguê "Sou do Rio", hoje Banguê do Castelo (fundado com a denominação Sou do Rio por Venâncio em 1939), e Venâncio como violeiro e, acompanhado pelo filho Benedito, de 12 anos (na época) Benedito Garcia Barradas, executava cantorias pelas localidades como Mutuacá, Mandaruçu, Pacuí, Juaba, Carapina e Cametá, onde morava com a família, casou com Maria Garcia e com 7 filhos: Arquimino, Benedito. Seus filhos eram também músicos e particiapam dos grupos de banguê. Tinha também o sobrinho de Venâncio Barradas e outros amigos que participavam desses grupos culturais. Alguns amigos de Venâncio que atuavam nos grupos de Banguê; Raimundo Pedro, Sidico, Frederico (este da localidade Mutuacá) que ajudou Venâncio a fazer bumbos e pandeiros para o grupo. O grupo Banguê do Castelo, fundado por Venâncio, desde os anos de 1990 está sob as mãos dos netos desse baluarte cultural de Cametá e contando com os seguintes nomes: Paulo da Vera Cruz, no bumbo; Jurandir da cruz, na voz; Garcia, no violão; Valdo da Cruz Garcia, bandorra e voz; João Barradas, rufista (rufo); Aguinaldo da Cruz Garcia, no banjo e voz; Benedito da Cruz Garcia, no pandeiro e 2ª voz; Anísio da Cruz Garcia, no afoxé e voz e Joaquim Almeida, no banjo.
FAMÍLIA GODINHO
Os de A. L. Godinho
Os Almeida Lopes Godinho
. AGOSTINHO DE ALMEIDA LOPES GODINHO era vereador em Cametá da Câmara Municipal em 1889 na Proclamação da República Brasileira, última Câmara Municipal do Período Provincial em Cametá, que tinha como vereadores: Manuel Nunes de Mello, Agostinho de Almeida Lopes Godinho, Raimundo M. Bruno de Jesus, Luís Ferreira Alves de Carvalho Filho e João R. Martins. AGOSTINHO DE ALMEIDA LOPES GODINHO, era comerciante em Cametá no 1889, ano da Proclamação da República do Brasil.e era da oposição monárquica política no início da República, pelo Partido Liberal Monárquico e que passara para o Partido Democrata, em Cametá, junto com os abaixo citados e que ainda fez parte do diretório do PRD. AGOSTINHO D'A. L. GODINHO, foi Delegado da Higiene Pública de Cametá no 1889, ano da Proclamação da República. E AGOSTINHO DE ALMEIDA LOPES GODINHO, era comerciante em Cametá no 1889, ano da Proclamação da República do Brasil.e era da oposição monárquica política no início da República, pelo Partido Liberal Monárquico e que passara para o Partido Democrata, em Cametá, junto com os abaixo citados e que ainda fez parte do diretório do PRD:
Adolpho Lemos de Sousa, Tenente-Coronel João Emiliano Lopes Correa, Tenente-Coronel Manuel Nunes de Mello e Agostinho Almeida Lopes Godinho.

FAMÍLIA GOMES
Os Gomes
. ANTONIO JOSÉ GOMEScitado como membro, em 1890, do Partido Democrata na Parochia de Nossa Senhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt e outros. Vide lista em José Cardoso da Silva Coimbra.
. ESTEVÃO GOMEScitado como membro, em 1890, do Partido Democrata na Parochia de Nossa Snhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt e outros. Vide lista em José Cardoso da Silva Coimbra.
. JOÃO JACINTHO GOMES, citado em 1899 como como representante efetivo de secção eleitoral em Cametá, junto com: Joaquim Pedro dos Santos, Antonio Emygdio Pereira, Gregório Alves dos Santos, Raymundo Serrão de Castro, Fortunanto Lopes da Veiga,  e com os suplentes: João Jacintho d'Andrade,  Victor Antonio Lopes e João Jacintho Gomes.

. RAYMUNDO JOSÉ GOMEScitado como membro, em 1890, do Partido Democrata na Parochia de Nossa Snhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt e outros. Vide lista em José Cardoso da Silva Coimbra.
. THOMAZ GOMEScitado como membro, em 1890, do Partido Democrata na Parochia de Nossa Senhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt e outros. Vide lista em José Cardoso da Silva Coimbra.


Os Gomes Pereira
. JOÃO GOMES FERREIRA, cametaense que em 1713 era vereador do Senado da Câmara de Cametá, quando o Capitão-mor Antonio Carvalho de Albuquerque doou as terras para esse Senado da Câmara  (que era o principal órgão político-administrativo das antigas localidades, com seus vereadores-vide nomes nesta postagem), quando aconteceu a transferência da Villa de Cametá, da localidade Cametá-Tapera, para onde hoje se assenta a cidade de Cametá.
. Os Gomes Ramos
. JOSÉ FELÍCIO GOMES RAMOScitado como membro, em 1890, do Partido Democrata na Parochia de Nossa Senhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt e outros. Vide lista em José Cardoso da Silva Coimbra.

Os Pinheiro Gomes
. JOSÉ PINHEIRO GOMEScitado como membro, em 1890, do Partido Democrata na Parochia de Nossa Senhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt e outros. Vide lista em José Cardoso da Silva Coimbra.
Os Rodrigues Gomes
. ANTONIO RODRIGUES GOMES, citado em 31/1/1890 como membro do Partido Republicano Democrático, em Cametá.
JOSÉ RODRIGUES GOMES, era barbeiro em Cametá em 1889, ano da Proclamação da República. Em 3/5/1900 era intendente em Cametá o Tenente-Coronel Joaquim Felippe de Siqueira Mendes e com os seguintes vogais: Paulo Paes de Sousa Leão, Manoel do Carmo de Mello, Potenciano Monteiro da Costa, José Rodrigues Gomes e Joaquim Santiago de Farias,.
Os Xavier Gomes
. FRANCISCO XAVIER GOMEScitado como membro, em 1890, do Partido Democrata na Parochia de Nossa Senhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt e outros. Vide lista em José Cardoso da Silva Coimbra.
Os Estumano Francisco Xavier Gomes
. RAYMUNDO ESTUMANO FRANCISCO XAVIER GOMEScitado como membro, em 1890, do Partido Democrata na Parochia de Nossa Senhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt e outros. Vide lista em José Cardoso da Silva Coimbra.

FAMÍLIA GONÇALVES
Os Gonçalves
. Francisco Tito Gonçalves, era oposicionista em Cametá, mas que aderiu ao republicanismo em 1891.
Os Gonçalves da Cruz
. Pedro Gonçalves da Cruz, era oposicionista em Cametá, mas que aderiu ao republicanismo em 1891.
Os Gonçalves Ferreira
JOSÉ RODRIGUES GONÇALVES FERREIRA, era funileiro em Cametá em 1889, ano da Proclamação da República.
ZENÓBIO GONÇALVES FERREIRA, de 69 anos em 2016, pai de 4 filhos, atualmente morador de Belém, é frequentador assíduo de Juaba e um dos fundadores de um dos cordões de mascarados mais famosos da vila quilombola: o “Cordão da Bicharada” .Por isso os moradores de Juaba o chamam de Zenóbio da Bicharada. Além de ser idealizador do Cordão, Zenóbio também é um dos idealizadores do festival de Cultura de Juaba que tem 20 anos de existência. Neste encontro o mestre foi o grande articulador destas conexões ribeirinhas apresentando os festeiros, traçando as rotas desta viagem, agendando barqueiros e festeiros bem, como, articulando por telefone para que fossemos recebidos na vila, tivéssemos acesso a um barco e encontrássemos as pessoas-chave para o desenvolvimento desta pesquisa. Por Roberta Brandão #pzzcametá
Os Gonçalves de Leão
. JOÃO GONÇALVES DE LEÃO, citado em 31/11890 como membreo do Partido Republicano Democrático, em Cametá.
Os Gonçalves de Moraes
. MANOEL GONÇALVES DE MORAEScitado como membro, em 1890, do Partido Democrata na Parochia de Nossa Senhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt e outros. Vide lista em José Cardoso da Silva Coimbra.
Os Gonçalves Pinto
. JOÃO GONÇALVES PINTO SOBRINHOcitado como membro, em 1890, do Partido Democrata na Parochia de Nossa Senhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt e outros. Vide lista em José Cardoso da Silva Coimbra.
. MANOEL GONÇALVES PINTOcitado como membro, em 1890, do Partido Democrata na Parochia de Nossa Senhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt e outros. Vide lista em José Cardoso da Silva Coimbra.
Os Pereira Gonçalves
. POLYCARPO PEREIRA GONÇALVES, citado em 1899 como como representante efetivo de secção eleitoral em Cametá, junto com: Ten-Coronel Manoel do Carmo de Mello, Nepumoceno de Oliveira Pantoja, Policarpo Pereira Gonçalves, Firmino José Rodrigues, Basileu Freitas Rodrigues, com os suplentes: Inaldino dos Santos Rodrigues, João Domingos Rodrigues e Luis Pereira de Mello.

FAMÍLIA GONZAGA
. LUIZ GONZAGA, que trocou o nome para LUIZ DEMÉTRIO JUVENAL TAVARES, jovem polemista republicano cametaense, jornalista destemido e convicto, adepto  dos ideais socialistas, no anos de 1870, que junto com outros idealistas jovens de belém, fundaram o jornal "A Tribuna" (1871-1877), de tendência nacionalista extremada, para refletir as idéias da república revolucionária no Pará, onde foi um de seus redatores em Belém/PA (1870-1874 e, quando fechado o jornal, voltou para Cametá em 1878, para dirigir o jornal "O Cametaense", a convite do Dr. Roso Danin, órgão oficial do Partido Liberal em Cametá

 FAMÍLIA GUIMARÃES
Os Guimarães
. Patrícia Guimarães, é diretora a empresa "Novo tempo Comunicação", em Cametá.
Os Ribeiro Guimarães
, JERÔNIMO RIBEIRO GUIMARÃES, foi vogal do Conselho de Intendência em Cametá em 1893.
Os Ribeiro Guimarães Sobrinho
. Capitão DOMINGOS RIBEIRO GUIMARÃES, citado em 1899 no Rio Mutuacá como mesário de secção eleitoral junto com: Capitão Domingos Ribeiro Guimarães, Francisco Gonçalves da Costa, Francisco Furtado de Vasconcelos, Geraldo Antonio da Cruz, Domingos Ferreira da Costa e com os suplentes: Manoel Ribeiro Cardoso, Camilo Antonio Caldas, Domingos José Affonso
. JERÔNIMO RIBEIRO GUIMARÃES SOBRINHO, citado em 1899 na Ilha Grande de Juaba como suplente de mesário de secção eleitoral junto com: José Pereira de Sousa Barros, Antonio da Motta reimão, Raymundo Rodrigues de Sousa, Raimundo José da Paixão, Serafim Nunes da Silva,  e com os suplentes: Narciso Nunes de Paula, Honorato Rodrigues de Barros, Jerônimo Ribeiro Guimarães Sobrinho..
Os Silva Guimarães
. JOSÉ DA SILVA GUIMARÂES, era padeiro em Cametá em 1889, ano da Proclamação da República do Brasil.
FAMÍLIA GURUPÁ
 . Padre BENEDITO GURUPÁ, da Paróquia de  Nossa Senhora do Carmo, que junto ao Sr. José Maria e família pelo valioso apoio e ajuda na construção da nova Igreja de Nossa S. das Graças, na localidade Rio Furtado, município de Cametá/PA.
FAMÍLIA GUSMÃO
MARIA GUSMÃO, casada com o Capitão Alberto de Sousa Coelho, antigos residentes do Sítio Paricateua na foz do Rio Moiraba e pais do grande vulto cametaense D. Romualdo de Sousa Coelho, citados na metade do século 18.
FAMÍLIAS H
FAMÍLIA HERMANS
. Pedro Hermans, padre-vigário em Cametá com ajuda na construção, do Educandário das Irmãs da Caridade de São Vicente de Paula (hoje INSA), ligadas aos Padres Lazaristas, da Missão de Cametá.
FAMÍLIAS J
Os J. Ferreira
. Alfredo J. Ferreira, citado em 1891 da oposicão monárquica, contra os republicanos, em Cametá.

FAMÍLIA JESUS
Os Jesus e Silva
. FIRMINO EZEQUIEL DE JESUS E SILVA, citado em 1899 como suplente das secções eleitorais, junto com os efetivos: Capitão José Monteiro dos Santos, José Francisco d'Azevedo, Manoel Lopes da Silva, Luis Ferreira Lopes Alves de Carvalho Filho, Joaquim Santiago de Farias e os suplentes: Benjamim Malcher de Sousa, Firmino Ezequiel de Jesus e Silva, José Domingos de Moura, e com os mesários: Guilherme de Sousa Leão, Alfredo do Carmo dos Prazeres, Manoel França da Silva Pinto, João Pinto Marques, Manoel Rodrigues e Sebastião Pereira de Moraes.

Os  B. de Jesus
. RAYMUNDO B. DE JESUS, citado entre 1893-1894 como um dos Democatas que ajudaram financeiramente os democratas do Rio Grande do Sul na guerra, junto com: o padre intendente Antonio Franco, Cap Adolpho de Souza, Manoel dos Santos Mello, Antonio Joaquim da Cunha, Dr. João Siqueira, Tenente-coronel Manoel Nunes de Mello, Capitão João Rodrigues Vieira, Cap. Carlos Edwvirges, Valeriano de Mello e Silva, Joaquim Bastos, Raymundo José da Trindade, Ângelo Bazílio da Rocha, Joaquim da Costa Netto, Cap. Manoel de Vasconcelos Leão, Antonio Duarte Peres, Antonio Miguel da Veiga, Sebastião Pinto da Veiga, Alferes José W. de Moraes, Potenciano Neves, Feliciano Bensabáth, Alferes Manoel de Almeida, Mariano Juvêncio de Oliveira, Vicente Garcia, Amândio José Alves, Antonio Ferreira Cantão, Cap. Romualdo Cordovil, Avelino Xavier Alves, Raymundo B. de Jesus, Hilário da Veiga Thenório, Marianno de Vasconcelos, Antonio G. de Amorim, Calixto F. de Vasconcelos, Antonio Sepeda da Silva, firma Franco Rodrigues e Cia e firma Pinto e Filho.

Os Martins Bruno de Jesus
. RAYMUNDO MARTINS BRUNO DE JESUS, era  ourives e da última Camara em Cametá no 1889, ano da Proclamação da República do Brasil, monarquista que, posteriormente, aderiu ao Partido Republicano Democrático, em Cametá em 1900.
Os Rosa de Jesus Gaia
. BENEDITO ROSA DE JESUS GAIA, citado como membro, em 1890, do Partido Democrata na Parochia de Nossa Senhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt e outros. Vide lista em José Cardoso da Silva Coimbra.

FAMÍLIA JUVENAL
Os Juvenal Tavares
. LUIZ GONZAGA, que trocou o nome para LUIZ DEMÉTRIO JUVENAL TAVARES, jovem polemista republicano cametaense, jornalista destemido e convicto, adepto  dos ideais socialistas, no anos de 1870, que junto com outros idealistas jovens de belém, fundaram o jornal "A Tribuna" (1871-1877), de tendência nacionalista extremada, para refletir as idéias da república revolucionária no Pará, onde foi um de seus redatores em Belém/PA (1870-1874 e, quando fechado o jornal, voltou para Cametá em 1878, para dirigir o jornal "O Cametaense", a convite do Dr. Roso Danin, órgão oficial do Partido Liberal em Cametá
LUIS DEMETRIO JUVENAL TAVARES,  foi secretárioda Diretoria da Instrução Pública, que foi demitido pelo intendente Pe. Antonio Ferreira da Silva Franco
Nasceu em Cametá no dia 21 de junho 1849, poeta e escritor de grande talento. Publicou varias obras de expressiva sensibilidade poética e artigos de grande vigorosa combatividade na imprensa. Deixou os seguintes livros em versos Pyrilampos (1873), Paraense (1877), Viola de Joana (1877), Versos Antigos e Modernos (1889) , e os livros de contos como: Vida na Roça, Casos e mais Casos, Sertões da Mãe Preta alem de Musa Republicana e Ensino Cívico.
Juvenal Tavares como era conhecido era primo de Padre Prudêncio José da Mercês Tavares, o herói da resistência dos excessos da Cabanagem, em Cametá
A epidemia do Cólera Morbus, que grassou em Cameta em 1855 deixou-lhe na mente de criança uma recordação repugnante. Referendo-se a essa triste época, que enlutou a cidade inteira. Juvenal dedicou a sua terá natal uma dolente poesia que consta a seguinte estrofe: ‘O látego de Deus, flagelo lacerante / a peste truculenta a faz chora e gemer / em sua face adusta, o luto esta constante pintando o negro horror, que faz estremecer’.
Pertenceu o Poeta Juvenal Tavares a Academia Paraense de Letras, da qual foi um dos fonadores em 3 de maio de 1900, faleceu na cidade de Soure no Marajó extremamente pobre no dia 30 de junho de 1907 .
. PADRE PRUDÊNCIO JOSÉ DA MERCÊS TAVARES, era primo de Luís Demétrio Juvenal  Tavares
Vultos homenageados no Jardim dos Artistas

Fonte: luisperescameta.blogspot.com.br

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JUNTAR






FAMÍLIA BRAGA
Os da Cruz Braga e Coelho
. CLARINDO DA CRUZ BRAGA E COELHO, citação:'Foram membros efetivos das secções eleitorais em 1892 em Cametá: João Antonio Pinto Cotta, João Marcelino Antonio da Costa Filho, Antonio Carlos de Morais Bittencourt e como suplntes: Manoel Antonio Pereira Fiel, Canuto Antonio da Costa Masson, Clarindo da Cruz Braga e Coelho
Os Dias Correa Braga
. Antonio Dias Correa Braga, que era da oposição política monárquica no início da República em Cametá.
Os Costa Braga
, JOSÉ FRANCISCO DA COSTA BRAGA, era marchante em Cametá em 1889, na Proclamação da República do Brasil. e Juiz de Paz em Cametá no 1889.
Os Lima da Costa Braga
. Thomaz Lima da Costa Braga, era oposicionista em Cametá, mas que aderiu ao republicanismo em 1891.
Os Dias Braga
JOÃO DIAS BRAGA, Juiz de Paz do 3º Distrito em Cametá no 1889, ano da Proclamação da República.
Os S. Braga
. Antonio de S. Braga, que na década de 1870 morou no histórico prédio Solar dos Braga, em Cametá, prédio que foi construído, na década de 1870, prédio que foi palco de grandes eventos, bailes e saraus no tempo do Ciclo da Borracha, em Cametá.
Os Silva Braga
. ANTONIO DA SILVA BRAGA, era sapateiro em Cametá em 1889, ano da Proclamação da República do Brasil.
Os Sousa Braga
. ANTONIO JOSÉ DE SOUZA BRAGA & CIA, comerciante com firma constituída de Cametá em 1889, na Proclamação da República do Brasil.
FAMÍLIA BRAZÃO
. DIONÍZIO BRAZÃO, era sapateiro em Cametá em 1889, ano da Proclamação da República do Brasil.
FAMÍLIA BRITO
. . Raimundo Nonato de Brito
. Lúcia Bastos de Brito, casada com Raimundo Nonato de Brito Filho/Dico Brito. Vide citação sobre Dico Brito, abaixo em Antonio Joaquim de Barros:
. Raimundo Nonato de Brito
. Raimundo Nonato de Brito Filho/Dico Brito, citação:
"Antonio Joaquim de Barros, português, comerciante, que foi dono do casarão histórico em Cametá, este datado do século 19 e que palco de de muitos eventos políticos, bailes e outras festas nas décadas de 1940/1950. Antonio Joaquim era casado com a portuguesa Catharina Mendes Cantão de Barros e tiveram filhos. Antonio Joaquim era comerciante de borracha e compra e venda de outros gêneros em Cametá e como político era da corrente monarquista e republicana em 1889. Sua esposa Catharina faleceu em 02/11/1902, aos 33 anos de idade e Antonio Joaquim de Barros casou uma 2ª vez com Raimunda Lopes de Barros. Antonio Joaquim falece em 16/8/1930, com 73 anos de idade e seus bens fica dividido entre seus herdeiros, ficando o casarão histórico com Antonio Joaquim de Barros Júnior, este que casou com Albertina Contente de Barros, esta que faleceu e Antonio Joaquim Júnior casa uma 2ª vez com Clélia Contente de Barros. No início da década da década de 1950 o casarão foi vendido ao Sr. Raimundo Nonato de Brito Filho/Dico Brito e lá ficou residindo com sua esposa Lúcia Bastos de Brito, esta prima de Antenor Bastos, usado como residência e casa comercial"
FAMÍLIAS C
Os C. Nunes Lisboa
. Major ANTONIO C. NUNES LISBOA, que foi vereador em 1889 em Cametá.

FAMÍLIA CALDAS
Os Costa Caldas
, LOURENÇO DA COSTA CALDAS, era marchante em Cametá em 1889, na Proclamação da República do Brasil. e Juiz de Paz em Cametá no 1889, foi vogal do Conselho de Intendência em Cametá em 1893, e citação: "O 2º intendente em Cametá, após a intendência do Pe. Antonio Franco, foi Carlos Antonio Redig, que foi eleito em 1892 junto com os seguintes vogais: José Antonio Ferreira de Souza, Firmino Ribeiro Guimarães, Aristides Francisco Nogueira Angelim, Lourenço da Costa Caldas e Cisinando Dias Ferreira."
FAMÍLIA CAMPELO
Os de Sousa Campelo
. Sr. FRANCISCO JOAQUIM DE SOUZA CAMPELLO, era advogado em Cametá no 1889, ano da Proclamação da República,
FAMÍLIA CAMPOS
. Alfredo Campos, é coordenador-técnico da empresa "Novo tempo Comunicação", em Cametá.
Campos e Lobo
. Campos e Lobo, firma fabricante de malas e outros em Cametá em 1889, na Proclamação da República do Brasil.
FAMÍLIA CANTÃO
Os Mendes Cantão de Barros
. Antonio Joaquim de Barros, português, comerciante, que foi dono do casarão histórico em Cametá, este datado do século 19. Antonio Joaquim era casado com a portuguesa Catharina Mendes Cantão de Barros e tiveram filhos. Antonio Joaquim era comerciante de borracha e compra e venda de outros gêneros em Cametá e como político era da corrente monarquista e republicana em 1889. Sua esposa Catharina faleceu em 02/11/1902, aos 33 anos de idade e Antonio Joaquim de Barros casou uma 2ª vez com Raimunda Lopes de Barros. Antonio Joaquim falece em 16/8/1930, com 73 anos de idade e seus bens fica dividido entre seus herdeiros, ficando o casrão histórico com Antonio Joaquim de Barros Júnior, este que casou com Albertina Contente de Barros, esta que faleceu e Antonio Joaquim Júnior casa uma 2ª vez com Clélia Contente de Barros.
Catharina Mendes Cantão de Barros, porguguesa, esta falecida em 02/11/1902, com 33  anos de idade, 1ª esposa de Antonio Joaquim  de Barros, português.e com filhos. Vide acima em Antonio Joaquim de Barros.
Os Cantuária de Novaes
FRANCISCO CANTUÁRIA DE NOVAES,  era Escrivão Judicial em Cametá no 1889, ano da Proclamação da República.

FAMÍLIA CARDOSO
Os Cardoso
. LEANDRO BONIFÁCIO CARDOSO, era oposicionista em Cametá, mas que aderiu ao republicanismo em 1891.
Os Cardoso Lopes de Mendonça
FRANCISCO CARDOSO LOPES DE MENDONÇA, que junto com. MANOEL PEDRO D'ALCÂNTARA DIAS, JOAQUIM PEDRO CORREA DE FREITAS, José Francisco de Siqueira Mendes, foram fundadores da banda musical "Euterpe Cametaense", em 1874.
Os Cardoso Machado
. Leomax Cardoso Machado, artista plástico e pinto em Cametá.
Os R. Cardoso
. CASSIANO R. CARDOSO, era marceneiro em Cametá no 1889, ano da Proclamação da República do Brasil.
Os Ribeiro Cardoso 
CASSIANO RIBEIRO CARDOSO, citado em Cametá  EM 1889, no início da Era Republicana no Brasil.

FAMÍLIA CARMO
Os do Carmo
. Luiz Antonio do Carmo, era oposicionista em Cametá, mas que aderiu ao republicanismo em 1891.
Os Euguerio do Carmo
. ELEUTÉRIO EUGUERIO DO CARMO, que era suplente nas secções eleitorais em Cametá no início da República no Brasil.
FAMÍLIA CANEIRO
Os C. Carneiro Ribeiro
. Alferes SABINO C. CARNEIRO RIBEIRO, era  ourives em Cametá no 1889, ano da Proclamação da República do Brasil..
Os Ferreira Alves Carneiro
. LUIZ FERREIRA ALVES CARNEIRO
. LUIZ FERREIRA ALVES CARNEIRO FILHO, funcionário imperial, suplente do Juiz Municipal Dr. Antonio Lopes de Menezes em 1889, em  Cametá, na Proclamação da República Brasileira.
FAMÍLIA CARREIRA
, JOSÉ JOAQUIM CARREIRA, era marchante em Cametá em 1889, na Proclamação da República do Brasil. e Juiz de Paz em Cametá no 1889.

FAMÍLIA CARVALHO
. Basílio Crhispim de Carvalho, normalista que se formou na antiga Escola Normal em Belém, e Basílio de Carvalho foi um dos primeiros diretores do antigo Grupo Escolar "Dom Romualdo de Seixas", em Cametá.
Os Carvalho de Albuquerque
Capitão-mor Antonio Carvalho de Albuquerque, que em 1713 doou as terras para o Senado da Câmara  (que era o principal órgão político-administrativo das antigas localidades, com seus vereadores), quando aconteceu a transferência da Villa de Cametá, da localidade Cametá-Tapera, para onde hoje se assenta a cidade de Cametá.
Os Coelho de Carvalho
. Feliciano Coelho de Carvalho, que era um nobre português que se constituiu figura histórica de Cametá e Pará, que em Cametá-Tapera, esta fundada em 1635, serviu como marco da criação da Capitania e Donatária do mesmo Feliciano Coelho de Carvalho, o qual deu o nome da antiga "Villa Viçosa de Santa Cruz de Cametá".
Os Ferreira A. de Carvalho
. NILO FERREIRA A. DE CARVALHO, era marchante em Cametá em 1889, ano  da Proclamção de República do Brasil
Os Ferreira Alves de Carvalho
LUIZ FERREIRA ALVES DE CARVALHO
, LUIZ FERREIRA ALVES DE CARVALHO FILHO, era marchante em Cametá em 1889, na Proclamação da República do Brasil. e Juiz de Paz em Cametá no 1889.
Os Paes de Carvalho
. José Paes de Carvalho, cametaense que foi governador do Pará.
FAMÍLIA CASTANHO
Os de Alcântara Lopes Castanho

. AGOSTINHO D'ALCÂNTARA LOPES CASTANHO, que era suplente nas secções eleitorais em Cametá no início da República no Brasil.
FAMÍLIA CASTRO
Os Castro de Assunção
IZIDORO CASTRO DE ASSUNPÇÃO, era alfaiate em Cametá em 1889, ano da Proclamação da República.
Os Cordeiro de Castro
. Maria Cordeiro de Castro, cuja residência histórica, em Cametá, foi construída por seu pai Raimundo Cordeiro de Castro, que foi palco de eventos como o aniversário da Proclamação da República Brasileira, na década de 1930. Raimundo Cordeiro de Castro mandou ampliar o prédio pelo Mestre Roque, para servir de funilaria, esta contando com 15 máquinas de origem alemãs, que faliu ainda durante a crise da borracha. Nesse casarão funcionou o Externato Cordeiro, da professora Maria Cordeiro de Castro, esta filha de Raimundo. A professora Maria Cordeiro de Castro foi eleita a 1ª vereadora eleita em Cametá em 1948. o externato foi elevado, em 1953, à condição de Instituto N. Senhora do Rosário de Fátima..
. Raimundo Cordeiro de Castro. Vide acima em Maria Cordeiro de Castro.
. Maria Cordeiro de Castro, cuja residência histórica, em Cametá, foi construída por Raimundo Cordeiro de Castro, que foi palco de eventos como o aniversário da Proclamação da República Brasileira, na década de 1930.
Os Dias de Castro
Mestre Cupijó:
Mestre Cupijó, foi um dos maiores nomes da cultura no Pará, chamado "O Rei do Siriá e com o nome Joaquim Maria Dias de Castro/Mestre Cupijó, que foi um dos expoentes musicais das danças de Siriá e Carimbó, de Cametá, falecido em 9/2012
Os Serrão de Castro Silva
. Joaquim Serrão de Castro e Silva/Jajá Serrão, que vendeu seu prédio histórico no início do século 20 à Raimundo Mendonça.
. Joaquim Serrão de Castro Filho, que foi dono da 3ª residência do prédio histórico em Cametá e que mudou-se com a família ´para Belém e deixou alugada a casa em Cametá, para servir de sede para o Clube Atlético Rodoviário de Cametá/ARCA, e essa 3ª residência também abrigou os hotéis Esplanada e Centro Oeste, este último para o casal Eunízia e José Otávio Barros.
FAMÍLIA CIRÍACO
. RAYMUNDO CYRIACO ALVES, citado em 1900.
Os Cyríaco das Mercês
. Joaquim Cyríaco das Mercês, era oposicionista em Cametá, mas que aderiu ao republicanismo em 1891.

FAMÍLIA COELHO
Os Coelho
. RAIMUNDO COELHO, foi secretário da cultura em Cametá.
. WALDEMAR COELHO, citação:
. ANTONIO JOAQUIM BARROS JÚNIOR, filho do português Antonio Joaquim de Barros e Antonio Joaquim Júnior,  casa com Albertina Contente de Barros, tendo esta falecido, Antonio Joaquim Júnior casa-se uma 2ª vez com Clélia Contente de Barros. Antonio Joaquim de Barros Júnior e sua 2ª esposa Clélia Contente de Barros, moravam na andar superior do casarão histórico e alugavam o térreo para Antenor Bastos e Celina Brito Bastos/Dona Bembém. Antonio Joaquim de Barros Júnior atuou ativamente na vida política municipal, após a Revolução de 1930, fazendo parte do Conselho Consultivo de Cametá, ao lado de Joaquim Fonseca e Waldemar Coelho, e Antonio Jr. foi prefeito municipal nomeado por Magalhães barata e foi ainda eleito vereador em 1948, sendo presidente da Câmara Municipal e vice-prefeito eleito, e ainda disputou o cargo de prefeito em 1954, perdendo a eleição para Ruy Nelson Parijós.

Os da Cruz Braga e Coelho
. CLARINDO DA CRUZ BRAGA E COELHO, citação:'Foram membros efetivos das secções eleitorais em 1892 em Cametá: João Antonio Pinto Cotta, João Marcelino Antonio da Costa Filho, Antonio Carlos de Morais Bittencourt e como suplntes: Manoel Antonio Pereira Fiel, Canuto Antonio da Costa Masson, Clarindo da Cruz Braga e Coelho

Os Ramos Coelho
THEOPHILO RAMOS COELHO, citação:'Foram membros efetivos das secções eleitorais em 1892 em Cametá: Benedito Ferreira da Silva, Januário Dias Lopes Coutinho, Theophilo Ramos Coelho, Fulgêncio daq Silva Pinto, João Gomes d'Américo, e os suplentes: Cerbano Lopes de Mendonça, Hilário da Veiga Tenório, Rogério d'Albuquerque Miranda.
Os de Sousa Coelho
. Dom ROMUALDO DE SOUZA COELHO, que possuía o hábito da Ordem de Cristo, foi vice-reitor do Seminário, Promotor Eclesiástico, Examinador Sinodal, Lente de Teologia Moral e que aderiu a Independência do Brasil no Pará.
Os de Sousa Coelho
Família
. Enedino Coelho da Costa e Benedita de Souza Coelho, esta já falecida.
. Raimundo do Socorro de Souza Coelho, com 50 anos em 21/2/2012, casou com Franciolga Pereira Coelho e com filhos: Débora, Andressa.
. Lídia Coelho de Oliveira, irmã de Raimundo do Socorro.
. Domingos das Graças de Souza Coelho, irmã de Raimundo do Socorro.
Isabel Coelho Monteiro, irmã de Raimundo do Socorro
. Maria dos Inocentes Furtado, irmã de raimundo do Socorro
. Catarina Coelho de Oliveira, irmã de Raimundo do Socorro.
. Benedito Vicente de Souza Coelho, irmão de raimundo do Socorro
. José Dário de Souza Coelho, irmão de Raimundo do Socorro, já é falecido.
. Antonio João de Souza Coelho, irmão de Raimundo do Socorro, já é falecido.
. Enedino Coelho da Costa, da 3ª geração.
Os Cordeiro de Castro
. Maria Cordeiro de Castro, foi professora em Cametá no início do século 20
. Gelmirez de Melo e Silva, professora, poetisa, estudou com a antiga professora Lica Leão, em Cametá, e continuou o estudo primário com a professora Maria Cordeiro de Castro e transferiu-se para Belém, onde formou-se na 1ª turma de História da UFPA, tendo trabalhado como professora de Espanhol e em 1983 lançou o livro de poemas "Isóbaros"
FAMÍLIA COHEN
. Isaac Cohen e sua esposa Esther Foinquinos, filhos de judeus nascidos no Amazonas no final do século 19 e início do 20, que possuía uma casa tipo sobrado em Cametá, cujos antigos donos eram filhos de judeus do Amazonas, com casa adquirida em Cametá em  na década de de 1920 da Sra. Maria Parijós (irmã de Nelson Parijós), prédio construído no Período Colonial, final do século 19, situado na Rua São João Batista, já demolido, que possuía comércio com o nome de "Casa Popular,  de Isaac Cohen, na época da borracha,  no final do século 19 e início do 20, que comercializava cacau, borracha, sementes .oleaginosas e Isaac e Esther adotaram uma criança de nome Gelmirez de Melo e Silva. Em 1934 o casal mudou para Belém, onde Isaac Cohen falece em 1943 e em 1957 falece sua esposa.
FAMÍLIA CONTENTE
Os Mendes da Silva Contente
FRANCISCO MENDES DA SILVA CONTENTE, Juiz de Paz do 3º Distrito em Cametá no 1889, ano da Proclamação da República.

FAMÍLIA CORDEIRO
Família
Os Cordeiro de Castro
. Maria Cordeiro de Castro, cuja residência histórica, em Cametá, foi construída por seu pai Raimundo Cordeiro de Castro, que foi palco de eventos como o aniversário da Proclamação da República Brasileira, na década de 1930. Raimundo Cordeiro de Castro mandou ampliar o prédio pelo Mestre Roque, para servir de funilaria, esta contando com 15 máquinas de origem alemãs, que faliu ainda durante a crise da borracha. Nesse casarão funcionou o Externato Cordeiro, da professora Maria Cordeiro de Castro, esta filha de Raimundo. A professora Maria Cordeiro de Castro foi eleita a 1ª vereadora eleita em Cametá em 1948. o externato foi elevado, em 1953, à condição de Instituto N. Senhora do Rosário de Fátima..
. Raimundo Cordeiro de Castro. Vide acima em Maria Cordeiro de Castro.
Os Cordeiro da Silva Maceió
.Pedro Cordeiro da Silva Maceió, era oposicionista em Cametá, mas que aderiu ao republicanismo em 1891.
FAMÍLIA CORDOVIL
Os F. Cordovil
. ROMUALDO F. CORDOVIL, que em 1889, na Proclamação da República Brasileira, era Delegado de Polícia em Cametá  e também era Juiz de Paz do 2º Distrito.. 
FAMÍLIA CORREA
. Os Correa
. JOAQUIM EDUARDO CORREA, Juiz de Paz do 2º Distrito em Cametá no 1889, ano da Proclamação da República e era membro efetivo nas secções eleitorais em Cametá no início da República no Brasil.
WENCESLAU JOSÉ CORREA, era barbeiro em Cametá em 1889, ano da Proclamação da República.
Os Correa de Freitas
. . JOAQUIM PEDRO CORREA DE FREITAS, escritor cametaense, que junto com José Francisco de Siqueira Mendes, manuel Pedro de Alcântara Dias, Francisco Cardoso Lopes de mendonça, foram fundadores da banda musical "Euterpe Cametaense", em 1874.
Os Correa de Lima Lobo
. Pedro Correa de Lima Lobo, em 1889, ano da Proclamação da República no Brasil, era marchante em Cametá.
Os Dias Correa Braga
. Antonio Dias Correa Braga, que era da oposição política monárquica no início da República em Cametá.
Os Correa de Freitas
. Dr. Joaquim Pedro Correia de Freitas, que era coronel em 1860.
Os Lopes Correa de Mendonça
. BASÍLIO LOPES CORREA DE MENDONÇA, era dono de terras em Cametá em 1889, ano da Proclamação da República do Brasil.
Os Correa dos Santos
. PEDRO CORREA DOS SANTOS, que foi nomeado Intendente em Cametá, após a Proclamação da República, no triênio 1891-1894..
Os Acácio Correa
. José Evangelista Accacio Correa, era oposicionista em Cametá, mas que aderiu ao republicanismo em 1891.
Os Custódio Correa
. Ângelo Custódio Correa, cametaense que foi o grande nome que chefiou as tropas legalistas durante a Revolta da Cabanagem , de 1835 a 1840, e que também assumiu a Presidência da Província em Cametá, como governador, durante esse levante. Seu nome está registrado em rua de Belém, Cametá e de outros municípios e prédios públicos. Foi vitimado pela epidemia do Cólera Morbus em 1855.
Os Lopes Correa
. Tenente-Coronel JOAÕ EMILIANO LOPES CORREA, que era da oposição monárquica política no início da República, pelo Partido Liberal Monárquico e que passara para o Partido Democrata, em Cametá, junto com os abaixo citados e que fez parte do diretório do PRD, em Cametá e que foi vereador em Cametá em 1889:
Adolpho Lemos de Sousa, Tenente-Coronel João Emiliano Lopes Correa, Tenente-Coronel Manuel Nunes de Mello e Agostinho Almeida Lopes Godinho.
Os Lopes Correa de Mendonçaq
BASÍLIO LOPES CORREA DE MENDONÇA, Juiz de Paz do 3º Distrito em Cametá no 1889, ano da Proclamação da República.
Soares Corte Imperial
. MARCIANO SOARES CORTE IMPERIAL, foi tabelião em Cameta no 1889, ano da Proclamação da República.

FAMÍLIA COSTA
Os Costa
. CÉLIO COSTA, cinegrafista em Cametá
Os da Costa
. CÂNDIDO ANTONIO DA COSTA, citado em Cametá no início da Era Republicana no Brasil.
. JOÃO MARCELINO ANTONIO DA COSTA
. JOÃO MARCELINO ANTONIO DA COSTA FILHO, citação:'Foram membros efetivos das secções eleitorais em 1892 em Cametá: João Antonio Pinto Cotta, João Marcelino Antonio da Costa Filho, Antonio Carlos de Morais Bittencourt e como suplntes: Manoel Antonio Pereira Fiel, Canuto Antonio da Costa Masson, Clarindo da Cruz Braga e Coelho
. PEDRO JOSÉ DA COSTA, citado em 1899 como representante efetivo das secções eleitorais de Cametá, junto com o Dr. Manoel Smothenes Pó, Benício Liberato T. Alcântara Dias, Cap. José Rodrigues Gomes, Pedro José da Costa, Augusto Maurício de Souza e com os suplentes: Sabino José Ribeiro, José Nunes da Silva e Ignacio Apollinario de Sousa.

Os Costa Caldas
. LOURENÇO DA COSTA CALDAS, era marchante em Cametá em 1889, na Proclamação da República do Brasil. e Juiz de Paz em Cametá no 1889, foi vogal do Conselho de Intendência em Cametá em 1893. Citação: "O 2º intendente em Cametá, após a intendência do Pe. Antonio Franco, foi Carlos Antonio Redig, que foi eleito em 1892 junto com os seguintes vogais: José Antonio Ferreira de Souza, Firmino Ribeiro Guimarães, Aristides Francisco Nogueira Angelim, Lourenço da Costa Caldas e Cisinando
Dias Ferreira."
Os Costa Cota
ROQUE DA COSTA COTTA, que era suplente nas secções eleitorais em Cametá no início da República no Brasil em 1892.
Os Pinto da Costa
JANUÁRIO ANTONIO DA COSTA, Juiz de Paz do 4º Distrito em Cametá no 1889, ano da Proclamação da República.
, JOSÉ FRANCISCO DA COSTA BRAGA, era marchante em Cametá em 1889, na Proclamação da República do Brasil. e Juiz de Paz em Cametá no 1889.
Os Lima da Costa Braga
. Thomaz Lima da Costa Braga, era oposicionista em Cametá, mas que aderiu ao republicanismo em 1891.
Os da Costa Fonseca
. José da Costa Fonseca, cametaense que em 1713 era vereador do Senado da Câmara de Cametá, quando o Capitão-mor Antonio Carvalho de Albuquerque doou as terras para esse Senado da Câmara  (que era o principal órgão político-administrativo das antigas localidades, com seus vereadores-vide nomes nesta postagem), quando aconteceu a transferência da Villa de Cametá, da localidade Cametá-Tapera, para onde hoje se assenta a cidade de Cametá.
Os da Costa da Fonseca
BRAZ DA COSTA DA FONSECA, Juiz de Paz do 4º Distrito em Cametá no 1889, ano da Proclamação da República..
Os da Costa Masson
. CANUTO ANTONIO DA COSTA MASSON, citação:'Foram membros efetivos das secções eleitorais em 1892 em Cametá: João Antonio Pinto Cotta, João Marcelino Antonio da Costa Filho, Antonio Carlos de Morais Bittencourt e como suplntes: Manoel Antonio Pereira Fiel, Canuto Antonio da Costa Masson, Clarindo da Cruz Braga e Coelho
Os Antonio da Costa
. JOÃO MARCELINO ANTONIO DA COSTA, citado em 1899 como efetivo de secção eleitoral em Cametá, junto com Samuel Amâncio de Sousa, Carlos Lopes da Silva, Procópio Rodrigues da Costa, Manoel Honório Lopes de mendonça, João Marcelino Antonio da Costa e com os suplentes: Joaquim de Campos Malcher, José Lopes de Sousa Paes e belmiro Félix da Silva.
Os M. Costa
PONCIANO M.DA. COSTA, era alfaiate em Cametá em 1889, ano da Proclamação da República.
M. S. Costa
BENEDITO M. S. COSTA, era alfaiate em Cametá em 1889, ano da Proclamação da República.
Os Monteiro da Costa
. POTENCIANO MONTEIRO DA COSTA, Juiz de Paz do 1º Distrito em Cametá no 1889, ano da Proclamação da República.
Os Pinto da Costa
ISIDORO PINTO DA COSTA, Juiz de Paz do 4º Distrito em Cametá no 1889, ano da Proclamação da República.
Os Rodrigues da Costa
. . PROCÓPIO RODRIGUES DA COSTA, citado em 1899 como efetivo de secção eleitoral em Cametá, junto com Samuel Amâncio de Sousa, Carlos Lopes da Silva, Procópio Rodrigues da Costa, Manoel Honório Lopes de mendonça, João Marcelino Antonio da Costa e com os suplentes: Joaquim de Campos Malcher, José Lopes de Sousa Paes e belmiro Félix da Silva.
FAMÍLIA COTA
Os Cota
. JOÃO ANTONIO COTTA e RAYMUNDO ÂNGELO COTTA, que eram da oposição política monárquica no início da República em Cametá.
. RAYMUNDO ÂNGELO COTTA e JOÃO ANTONIO COTTA, que eram da oposição política monárquica no início da República em Cametá.
Os Costa Cota
ROQUE DA COSTA COTTA, que era suplente nas secções eleitorais em Cametá no início da República no Brasil.
Os Garcia Cota
. RAIMUNDO GARCIA COTA
Os Pinto Cota
. Tenente Coronel JOÃO ANTONIO PINTO COTTA, que era suplente de vogais em Cametá no início da República no Brasil, citação:'Foram membros efetivos das secções eleitorais em 1892 em Cametá: João Antonio Pinto Cotta, João Marcelino Antonio da Costa Filho, Antonio Carlos de Morais Bittencourt e como suplntes: Manoel Antonio Pereira Fiel, Canuto Antonio da Costa Masson, Clarindo da Cruz Braga e Coelho

FAMÍLIA COUTINHO
Os Coutinho
. Henrique Coutinho, foi Intendente Municipal em Cametá, que foi dono do antigo prédio de Raimundo Mendonça no final da década de 1920, onde morou o Cônego Lobato, prédio vendido  por volta de 1920 para Joaquim Serrão de Castro e Silva e, posteriormente vendido para Raimundo Mendonça e que também foi sede do antigo Gabinete Literário Cametaense. Henrique Coutinho foi intendente em Cametá, nomeado após a Revolução de 1930.
Os Dias Lopes Coutinho
. . JANUÁRIO DIAS LOPES COUTINHO, que era membro efetivo nas secções eleitorais em Cametá no início da República no Brasil em 1892.
FAMÍLIA CRUZ
Os da Cruz
. GERALDO ANTONIO DA CRUZ,, citado em 1899 no Rio Mutuacá como mesário de secção eleitoral junto com: Capitão Domingos Ribeiro Guimarães, Francisco Gonçalves da Costa, Francisco Furtado de Vasconcelos, Geraldo Antonio da Cruz, Domingos Ferreira da Costa, e com os suplentes: Manoel Ribeiro Cardoso, Camilo Antonio Caldas, Domingos José Affonso.

. JURANDIR DA CRUZ, citação:
. Venâncio Barradas, folclorista, compositor musical, violonista, pesquisador e escritor da cultura cametaense, fundador do Banguê "Sou do Rio", hoje Banguê do Castelo (fundado com a denominação Sou do Rio por Venâncio em 1939), e Venâncio como violeiro e, acompanhado pelo filho Benedito, de 12 anos (na época) Benedito Garcia Barradas, executava cantorias pelas localidades como Mutuacá, Mandaruçu, Pacuí, Juaba, Carapina e Cametá, onde morava com a família, casou com Maria Garcia e com 7 filhos: Arquimino, Benedito. Seus filhos eram também músicos e particiapam dos grupos de banguê. Tinha também o sobrinho de Venâncio Barradas e outros amigos que participavam desses grupos culturais. Alguns amigos de Venâncio que atuavam nos grupos de Banguê; Raimundo Pedro, Sidico, Frederico (este da localidade Mutuacá) que ajudou Venâncio a fazer bumbos e pandeiros para o grupo. O grupo Banguê do Castelo, fundado por Venâncio, desde os anos de 1990 está sob as mãos dos netos desse baluarte cultural de Cametá e contando com os seguintes nomes: Paulo da Vera Cruz, no bumbo; Jurandir da cruz, na voz; Garcia, no violão; Valdo da Cruz Garcia, bandorra e voz; João Barradas, rufista (rufo); Aguinaldo da Cruz Garcia, no banjo e voz; Benedito da Cruz Garcia, no pandeiro e 2ª voz; Anísio da cruz Garcia, no afoxé e voz e Joaquim Almeida, no banjo.
Os da Cruz Braga e Coelho
. CLARINDO DA CRUZ BRAGA E COELHO, citação:'Foram membros efetivos das secções eleitorais em 1892 em Cametá: João Antonio Pinto Cotta, João Marcelino Antonio da Costa Filho, Antonio Carlos de Morais Bittencourt e como suplntes: Manoel Antonio Pereira Fiel, Canuto Antonio da Costa Masson, Clarindo da Cruz Braga e Coelho

Os da Cruz Garcia
. Agnaldo da Cruz Garcia, ver em Bangué em Venâncio Barradas. Vide em Venâncio Barradas.
. Anísio da Cruz Garcia, ver em Bangué em Venâncio Barradas
. Benedito Garcia Barradas, filho de Venâncio Barradas e Maria Garcia,  e Benedito aos 12 anos já atuava nos grupos de banguê de seu pai, que herdou as tradições culturais de seu pai.
. Benedito da Cruz Garcia, ver em Bangué em Venâncio Barradas
. Jurandir da Cruz Garcia, ver em Bangué em Venâncio Barradas
.. Valdo da Cruz Garcia, ver em Bangué em Venâncio Barradas, vide Venância Barradas.
. Venâncio Barradas, folclorista, compositor musical, violonista, pesquisador e escritor da cultura cametaense, fundador do Banguê "Sou do Rio", hoje Banguê do Castelo (fundado com a denominação Sou do Rio por Venâncio em 1939), e Venâncio como violeiro e, acompanhado pelo filho Benedito, de 12 anos (na época) Benedito Garcia Barradas, executava cantorias pelas localidades como Mutuacá, Mandaruçu, Pacuí, Juaba, Carapina e Cametá, onde morava com a família, casou com Maria Garcia e com 7 filhos: Arquimino, Benedito. Seus filhos eram também músicos e particiapam dos grupos de banguê. Tinha também o sobrinho de Venâncio Barradas e outros amigos que participavam desses grupos culturais. Alguns amigos de Venâncio que atuavam nos grupos de Banguê; Raimundo Pedro, Sidico, Frederico (este da localidade Mutuacá) que ajudou Venâncio a fazer bumbos e pandeiros para o grupo. O grupo Banguê do Castelo, fundado por Venâncio, desde os anos de 1990 está sob as mãos dos netos desse baluarte cultural de Cametá e contando com os seguintes nomes: Paulo da Vera Cruz, no bumbo; Jurandir da cruz, na voz; Garcia, no violão; Valdo da Cruz Garcia, bandorra e voz; João Barradas, rufista (rufo); Aguinaldo da Cruz Garcia, no banjo e voz; Benedito da Cruz Garcia, no pandeiro e 2ª voz; Anísio da cruz Garcia, no afoxé e voz e Joaquim Almeida, no banjo.
Os Gonçalves da Cruz
. Pedro Gonçalves da Cruz, era oposicionista em Cametá, mas que aderiu ao republicanismo em 1891.

FAMÍLIA CUNHA
Benedito Cunha, citação:
. Manoel de Jesus Gaia, que adquiriu o casarão do início do século 20 do Sr. Francisco Naluça em 1960 e esse casarão nas mãos de Manoel de Jesus Gaia e Francisca Estumano Gaia, que na década de 1970 montaram a "Lavanderia Tocantins", e que na década de 1980 funcionou o "Cerpa Bar" e a partir da década de 1990 abrigou o "Bar do Gato", este com a gerência do filho de Manoel de Jesus Gaia, Flavio Gaia, alem do "Escritório de Contabilidade de Benedito Cunha.
. Wladimir Cunha, é diretor a empresa "Novo tempo Comunicação", em Cametá.
FAMÍLIA CUPERTINO
Os Cupertino Ribeiro
. Sabino Cupertino Ribeiro, era oposicionista em Cametá, mas que aderiu ao republicanismo em 1891.
FAMÍLIA CURIAT
Curiat & Aguiar, firma existente em Cametá na Proclamação da República Brasileira, 1889
FAMÍLIA CUSTÓDIO
Os Custódio Correa
. Ângelo Custódio Ferreira, que foi outro grande nome durante a Revolta da Cabanagem, de 1835 a 1840, e que também assumiu a Presidência da Província em Cametá, como governador, durante esse levante e que, como governador da Província do Pará, foi vitimado em 1855 por uma epidemia de cólera que assolou em Belém e municípios ribeirinhos. Seu nome está registrado em rua de Belém e de outros municípios e prédios públicos.

FAMÍLIAS D
FAMÍLIA DAMASCENO
Os D
VALERIANO D. DE MELLO, era ferreiro em Cametá em 1889, ano da Proclamação da República.
Os Lima Damasceno
. Fortunato de Lima Damasceno, foi pedagogo, professor e diretor do Centro Universitário "Leonardo da Vinci" (UNIASSELVI), Polo de Cametá.
FAMÍLIA DAVI
Os Santana Davi
. Serafim de Santanna Davi, era oposicionista em Cametá, mas que aderiu ao republicanismo em 1891.

FAMÍLIA DEMÉTRIO
Raymundo José Demétrio, era oposicionista em Cametá, mas que aderiu ao republicanismo em 1891.

FAMÍLIA DIAS
Os Dias Braga
JOÃO DIAS BRAGA, Juiz de Paz do 3º Distrito em Cametá no 1889, ano da Proclamação da República.
Os Dias de Castro
. Joaquim Maria Dias de Castro/Mestre Cupijó, que foi um dos expoentes musicais das danças de Siriá e Carimbó, de Cametá, falecido em 9/2012.
Os Dias Correa Braga
. Antonio Dias Correa Braga, que era da oposição política monárquica no início da República em Cametá.
. MANOEL PEDRO D'ALCÂNTARA DIAS, foi tabelião em Cameta no 1889, ano da Proclamação da República.
Os Dias Ferreira
. CISINANDO DIAS FERREIRA, citação: "O 2º intendente em Cametá, após a intendência do Pe. Antonio Franco, foi Carlos Antonio Redig, que foi eleito em 1892 junto com os seguintes vogais: José Antonio Ferreira de Souza, Firmino Ribeiro Guimarães, Aristides Francisco Nogueira Angelim, Lourenço da Costa Caldas e Cisinando Dias Ferreira."
Os Dias Lopes Coutinho
. . JANUÁRIO DIAS LOPES COUTINHO, que era membro efetivo nas secções eleitorais em Cametá no início da República no Brasil em 1892.
Os Alcântara Dias

. BENEDITO LIBERATO D'ALCÂNTARA DIAS, era membro efetivo nas secções eleitorais em Cametá no início da República no Brasil.
. MANOEL PEDRO D'ALCÂNTARA DIAS, que junto com JOAQUIM PEDRO CORREA DE FREITAS, José Francisco de Siqueira Mendes, Francisco Cardoso Lopes de Mendonça, foram fundadores da banda musical "Euterpe Cametaense", em 1874.

FAMÍLIA DUARTE
Os Duarte Lopes
. PEDRO DUARTE LOPES, antigo músico cametaense, citado em 1889, ano da proclamação da República no Brasil.
Os Duarte de Melo e Silva

 VALERIANO DUARTE DE MELLO E SILVA, citado em Cametá  EM 1889, no início da Era Republicana no Brasil.
Os Novaes Duarte
. GIL AUGUSTO NOVAES DUARTE, era comerciante em Cametá no 1889, ano da Proclamação da República.

FAMÍLIAS E
FAMÍLIA ELGRABY
. Mimon Elgrably, dono da Distribuidora de Cervejas Antárctica no antigo prédio onde morou o Intendente Henrique Coutinho.
Os. E. de Melo e Silva
CARLOS E. DE MELLO E SILVA, era alfaiate em Cametá em 1889, ano da Proclamação da República.
FAMÍLIA ELIAS
Os Elias Rodrigues
. Alferes BENEDITO ELIAS RODRIGUES, que foi vereador em 1889 em Cametá.
Padre ENÉAS
. Padre ENÉAS, que, no início do Século 20 era redator do jornal católico "Coração de Jesus", em Cametá.
FAMÍLIA ESPÍRITO SANTO
Os do Espírito Santo Melo e Silva
. JOÃO DO ESPÍRITO SANTO DE MELLO E SILVA, era comerciante em Cametá em 1889, na Proclamação da República do Brasil.
Os C. do Espírito Santo
. RAYMUNDO C. ESPÍRITO SANTO, era funileiro em Cametá no 1889, ano da Proclamação da República do Brasil..
FAMÍLIA ESTUMANO
Família Estumano Gaia
. Flávio Estumano Gaia
. Francisca Estumano Gaia:
. MANOEL DE JESUS GAIA, que adquiriu o casarão do início do século 20 do Sr. Francisco Naluça em 1960 e esse casarão nas mãos de Manoel de Jesus Gaia e Francisca Estumano Gaia, que na década de 1970 montaram a "Lavanderia Tocantins", e que na década de 1980 funcionou o "Cerpa Bar" e a partir da década de 1990 abrigou o "Bar do Gato", este com a gerência do filho de Manoel de Jesus Gaia, Flavio Gaia, alem do "Escritório de Contabilidade de Benedito Cunha.
FAMÍLIA EUGUERIO
Os Euguerio do Carmo
. ELEUTÉRIO EUGUERIO DO CARMO, que era suplente nas secções eleitorais em Cametá no início da República no Brasil.
FAMÍLIA EVANGELISTA
. JOSÉ EVANGELISTA, que era vereador da Câmara, vice-presidente, em 1888, no mês da Abolição da Escravatyura no Brasil

FAMÍLIAS F
OS F
Os F. Cordovil
. ROMUALDO F. CORDOVIL, que em 1889, na Proclamação da República Brasileira, era Delegado de Polícia em Cametá e também era Juiz de Paz do 2º Distrito.
FAMÍLIA FARIAS
Os de Farias
. PEDRO JOSÉ DE FARIAS, que em 1889, na Proclamação da República Brasileira, era suplente do Delegado de Polícia Romualdo F. Cordovil, em Cametá.
Os Ferreira Farias
. João Ferreira Farias, citado em 1891 como da oposicão monárquica, contra os republicanos, em Cametá.
.Pedro Ferreira Farias , era oposicionista em Cametá, mas que aderiu ao republicanismo em 1891.
Os Gaia de Farias
. William Gaia de Farias
FAMÍLIA FÉLIX
Os Félix Alves
Família
. Elias Miguel Alves, foi vereador em Cametá, e Elias Miguel comprou o casarão da Família Gaia, prédio construído no início do século 20 e que o mesmo Elias Miguel vendeu o dito casarão para o Sr. Francisco Naluça.
Família
Os Félix Alves
. Miguel Alves, este sobrinho de Simeão Félix Alves, que venderam o prédio  histórico dos Alves, em Cametá,  para Agenor Moreira, este tradicional comerciante, marítimo e empresário em Cametá.
. Simeão Félix Alves, avô de Miguel Alves, e Simão adquiriu a residência da Família Moreira, em Cametá, no início do século 20, e Simão Félix Alves, após a "crise da borracha", mudou-se para a capital Belém, vendendo o prédio para seu sobrinho Miguel Alves, e este reformulou o dito prédio em 1932, que abrigou o comércio de compra e venda de andiroba, ucuúba e outros produtos que industrializava em sua fábrica de sabão que funcionava no casarão. Simão é citado acima em Miguel Alves..
. Simeão Félix Alves, sobrinho de Miguel Alves, que venderam o prédio  histórico dos Alves (no caso Miguel Alves), em Cametá,  para Agenor Moreira, este tradicional comerciante, marítimo e empresário em Cametá.
. Simeão Félix Alves, citado acima em Miguel Alves.

FAMÍLIA FERNANDES
Os Fernandes Valente
Dr. MANOEL FERNANDES VALENTE, foi membro do antigo Senado da Câmara em Cametá e foi Delegado do Consulado de Portugal nessa cidade no 1889, ano da Proclamação da República e com a firma de marchantes Manoel Fernandes Valente & Cia nesse ano.
. AGOSTINHO D'A. L. GODINHO, foi Delegado da Higiene Pública de Cametá no 1889, ano da Proclamação da República.
.
FAMÍLIA FERREIRA
Os Ferreira Alves
, LUIZ FERREIRA ALVES, era marchante em Cametá em 1889, na Proclamação da República do Brasil. e Juiz de Paz em Cametá no 1889.
Os Ferreira Alves Carneiro
. LUIZ FERREIRA ALVES CARNEIRO
. LUIZ FERREIRA ALVES CARNEIRO FILHO, funcionário imperial, suplente do Juiz Municipal Dr. Antonio Lopes de Menezes em 1889, em  Cametá, na Proclamação da República Brasileira.
Os Ferreira A. de Carvalho
NILO FERREIRA A. DE CARVALHO, era marchante em Cametá em 1889, ano da Proclamação da República do Brasil
Os Ferreira Alves de Carvalho
LUIZ FERREIRA ALVES DE CARVALHO
, LUIZ FERREIRA ALVES DE CARVALHO FILHO, era marchante em Cametá em 1889, na Proclamação da República do Brasil. e Juiz de Paz em Cametá no 1889.
Os Ferreira da Costa
. DOMINGOS FERREIRA DA COSTA, citado em 1899 no Rio Mutuacá como mesário de secção eleitoral junto com: Capitão Domingos Ribeiro Guimarães, Francisco Gonçalves da Costa, Francisco Furtado de Vasconcelos, Geraldo Antonio da Cruz, Domingos Ferreira da Costa, e com os suplentes: Manoel Ribeiro Cardoso, Camilo Antonio Caldas, Domingos José Affonso.

Os Ferreira da Silva
. Coronel BENEDITO FERREIRA DA SILVA, da localidade Rio Tamanduá, que era suplente de vogais em Cametá no início da República no Brasil e membro efetivo das secções eleitorais em Cametá em 1892..
Os Ferreira de Sousa
. JOSÉ ANTONIO FERREIRA DE SOUZA, citação: "O 2º intendente em Cametá, após a intendência do Pe. Antonio Franco, foi Carlos Antonio Redig, que foi eleito em 1892 junto com os seguintes vogais: José Antonio Ferreira de Souza, Firmino Ribeiro Guimarães, Aristides Francisco Nogueira Angelim, Lourenço da Costa Caldas e Cisinando Dias Ferreira."
Os Custódio Ferreira
. Ângelo Custódio Ferreira, que foi outro grande nome durante a Revolta da Cabanagem, de 1835 a 1840, e que também assumiu a Presidência da Província em Cametá, como governador, durante esse levante e que, como governador da Província do Pará, foi vitimado em 1855 por uma epidemia de cólera que assolou em Belém e municípios ribeirinhos. Seu nome está registrado em rua de Belém e de outros municípios e prédios públicos.
Os Ferreira Farias
. João Ferreira Farias, citado em 1891 como da oposicão monárquica, contra os republicanos, em Cametá.
.Pedro Ferreira Farias , era oposicionista em Cametá, mas que aderiu ao republicanismo em 1891.
Os Mendes Ferreira Lopes
. Bernardim Mendes Ferreira Lopes, que foi o herdeiro dos donos da Capelinha de Bom Jesus dos Aflitos, em Cametá, que ficou sob seus cuidados por 50 anos até sua morte em 1970, Imagem que passou para as mãos de sua filha Maria Glácia Lopes Nogueira.
Os Ferreira Pinto
. Antonio Joaquim Ferreira Pinto, citado em 1891 como da oposição monárquica contra os republicanos, em Cametá.
Ferreira da Silva Franco
Padre ANTONIO FERREIRA DA SILVA FRANCO, foi Vigário da Paróquia de Cametá no 1889, ano da Proclamação da República.
Os Ferreira de Sousa
. JOSÉ ANTONIO FERREIRA DE SOUZA, foi vogal do Conselho de Intendência em Cametá em 1893
Os Gonçalves Ferreira
JOSÉ RODRIGUES GONÇALVES FERREIRA, era funileiro em Cametá em 1889, ano da Proclamação da República.
Os Dias Ferreira
. CISINANDO DIAS FERREIRA, citação: "O 2º intendente em Cametá, após a intendência do Pe. Antonio Franco, foi Carlos Antonio Redig, que foi eleito em 1892 junto com os seguintes vogais: José Antonio Ferreira de Souza, Firmino Ribeiro Guimarães, Aristides Francisco Nogueira Angelim, Lourenço da Costa Caldas e Cisinando Dias Ferreira."
Os J. Ferreira
. Alfredo J. Ferreira, citado em 1891 da oposicão monárquica, contra os republicanos, em Cametá.

FAMÍLIA FIEL
. MANOEL ANTONIO PEREIRA FIEL, citação:'Foram membros efetivos das secções eleitorais em 1892 em Cametá: João Antonio Pinto Cotta, João Marcelino Antonio da Costa Filho, Antonio Carlos de Morais Bittencourt e como suplntes: Manoel Antonio Pereira Fiel, Canuto Antonio da Costa Masson, Clarindo da Cruz Braga e Coelho

FAMÍLIA FIGUEIREDO
Os de Figueiredo
. Capitão RAYMUNDO DE FIGUEIREDO, que foi vereador em 1889 em Cametá, na Proclamação da República do Brasil.
. RAYMUNDO PAULO DE FIGUEIREDO, citação:'Foram membros efetivos da 4ª secção eleitoral em 1892 em Cametá: Antonio Emigdio Pereira, José Demétrio Pereira Tavares, Raymundo paulo de Figueuredo, Avelino Xavier Alves e Leopoldino Estevam Magno e seus suplentes: Maximiano Cândido dos Santos, Francisco Franco Rodrigues e Pedro José Ribeiro.

FAMÍLIA FOIQUINOS
Ester Foiquinos
Abraão Foiquinos
. Esther Foiquinos e  seu esposo Isaac Cohen, que possuía uma casa tipo sobrado em Cametá, cujos antigos donos eram filhos de judeus do Amazonas, casa adquirida em  na década de de 1920 da Sra. Maria Parijós (irmã de Nelson Parijós), prédio construído no Período Colonial, final do século 19, situado na Rua São João Batista, já demolido, que possuía comércio com o nome de "Casa Popular, , de Isaac Cohen, na época da borracha,  no final do século 19 e início do 20, que comercializava cacau, borracha, sementes oleaginosas. Em 1934 o casal mudou para Belém, onde Isaac Cohen falece em 1943 e em 1957 falece sua esposa e o prédio passou para as mãos de Abraão Foiquinos, que era comerciante de regatão em Cametá. Atulamente o prédio pertence aos herdeiros de Abraão, este já falecido. referido prédio foi demolido e os herdeiros foram para Belém;PA..

FAMÍLIA FONSECA
. Joaquim Fonseca, citação:
. Antonio Joaquim Barros Júnior, filho do português Antonio Joaquim de Barros e Antonio Joaquim Júnior,  casa com Albertina Contente de Barros, tendo esta falecido, Antonio Joaquim Júnior casa-se uma 2ª vez com Clélia Contente de Barros. Antonio Joaquim de Barros Júnior e sua 2ª esposa Clélia Contente de Barros, moravam na andar superior do casarão histórico e alugavam o térreo para Antenor Bastos e Celina Brito Bastos/Dona Bembém. Antonio Joaquim de Barros Júnior atuou ativamente na vida política municipal, após a Revolução de 1930, fazendo parte do Conselho Consultivo de Cametá, ao lado de Joaquim Fonseca e Waldemar Coelho, e Antonio Jr. foi prefeito municipal nomeado por Magalhães barata e foi ainda eleito vereador em 1948, sendo presidente da Câmara Municipal e vice-prefeito eleito, e ainda disputou o cargo de prefeito em 1954, perdendo a eleição para Ruy Nelson Parijós.
Os da Costa Fonseca
. José da Costa Fonseca, cametaense que em 1713 era vereador do Senado da Câmara de Cametá, quando o Capitão-mor Antonio Carvalho de Albuquerque doou as terras para esse Senado da Câmara  (que era o principal órgão político-administrativo das antigas localidades, com seus vereadores-vide nomes nesta postagem), quando aconteceu a transferência da Villa de Cametá, da localidade Cametá-Tapera, para onde hoje se assenta a cidade de Cametá.
Os da Costa da Fonseca
BRAZ DA COSTA DA FONSECA, Juiz de Paz do 4º Distrito em Cametá no 1889, ano da Proclamação da República.

FAMÍLIA FRANCÊS
Os Francês Medeiros
. João Francês Medeiros, ex-prefeito de Cametá de 1993-1996 e citado como empresário em 2007.
FREDERICO, de Mutuacá, citação:
. Venâncio Barradas, folclorista, compositor musical, violonista, pesquisador e escritor da cultura cametaense, fundador do Banguê "Sou do Rio", hoje Banguê do Castelo (fundado com a denominação Sou do Rio por Venâncio em 1939), e Venâncio como violeiro e, acompanhado pelo filho Benedito, de 12 anos (na época) Benedito Garcia Barradas, executava cantorias pelas localidades como Mutuacá, Mandaruçu, Pacuí, Juaba, Carapina e Cametá, onde morava com a família, casou com Maria Garcia e com 7 filhos: Arquimino, Benedito. Seus filhos eram também músicos e particiapam dos grupos de banguê. Tinha também o sobrinho de Venâncio Barradas e outros amigos que participavam desses grupos culturais. Alguns amigos de Venâncio que atuavam nos grupos de Banguê; Raimundo Pedro, Sidico, Frederico (este da localidade Mutuacá) que ajudou Venâncio a fazer bumbos e pandeiros para o grupo. O grupo Banguê do Castelo, fundado por Venâncio, desde os anos de 1990 está sob as mãos dos netos desse baluarte cultural de Cametá e contando com os seguintes nomes: Paulo da Vera Cruz, no bumbo; Jurandir da cruz, na voz; Garcia, no violão; Valdo da Cruz Garcia, bandorra e voz; João Barradas, rufista (rufo); Aguinaldo da Cruz Garcia, no banjo e voz; Benedito da Cruz Garcia, no pandeiro e 2ª voz; Anísio da cruz Garcia, no afoxé e voz e Joaquim Almeida, no banjo..

FAMÍLIA FRANCO
Os Franco
. Padre Antonio Franco, que foi intendente nomeado em Cametá após a Proclamação da República, no início da Era Republicana.
Os Franco Rodrigues
. FRANCISCO FRANCO RODRIGUES, citação:'Foram membros efetivos em Cametá na 4ª secção eleitoral em 1892: Antonio Emigdio Pereira, José Demétrio Pereira Tavares, Raymundo paulo de Figueuredo, Avelino Xavier Alves e Leopoldino Estevam Magno e seus suplentes: Maximiano Cândido dos Santos, Francisco Franco Rodrigues e Pedro José Ribeiro.
Os Franco de Sá
Dr. ANTONIO FRANCO DE SÁ, que foi antigo membro do do Clube Artístico e Literário Cametaense no início do século 20.
Os Marques S. Franco
. JOAQUIM MARQUES S. FRANCO, era dono de terras em Cametá em 1889, ano da Proclamação da República do Brasil.
Ferreira da Silva Franco
Padre ANTONIO FERREIRA DA SILVA FRANCO, foi Vigário da Paróquia de Cametá no 1889, ano da Proclamação da República.

FAMÍLIA  FREITAS
Os Freitas
. ANTONIO DE FREITAS, era dona de terras em 1889 em Cametá, no ano da Proclamação da República do Brasil.
Os Correa de Freitas
. Dr. Joaquim Pedro Correia de Freitas, que era coronel em 1860.
Os da Silva Freitas
. João da Silva Freitas, cametaense que em 1713 era vereador do Senado da Câmara de Cametá, quando o Capitão-mor Antonio Carvalho de Albuquerque doou as terras para esse Senado da Câmara  (que era o principal órgão político-administrativo das antigas localidades, com seus vereadores-vide nomes nesta postagem), quando aconteceu a transferência da Villa de Cametá, da localidade Cametá-Tapera, para onde hoje se assenta a cidade de Cametá.

FAMÍLIA FURTADO
Os Furtado
. José Furtado, que foi comerciante em Cametá, no início da década de 1970 e que comprou o  prédio histórico "Solar dos Braga", para desenvolver atividade comercial de supermercado, farmácia e outras mercadorias no 1º andar do solar, ficando o 2º pavimento para aluguel a terceiros.
. José Raimundo Furtado
Os Mendonça de  Furtado
. Pedro Mendonça de Furtado, Mestre de campo, dono do Engenho Marauaru.
Os Furtado de Seixas
. Baltasar Furtado de Seixas, cametaense que em 1713 era vereador do Senado da Câmara de Cametá, quando o Capitão-mor Antonio Carvalho de Albuquerque doou as terras para esse Senado da Câmara  (que era o principal órgão político-administrativo das antigas localidades, com seus vereadores-vide nomes nesta postagem), quando aconteceu a transferência da Villa de Cametá, da localidade Cametá-Tapera, para onde hoje se assenta a cidade de Cametá.
Os Furtado de Vasconcelos
. FRANCISCO FURTADO DE VASCONCELOS, citado em 1899 no Rio Mutuacá como mesário de secção eleitoral junto com: Capitão Domingos Ribeiro Guimarães, Francisco Gonçalves da Costa, Francisco Furtado de Vasconcelos, Geraldo Antonio da Cruz, Domingos Ferreira da Costa, e com os suplentes: Manoel Ribeiro Cardoso, Camilo Antonio Caldas, Domingos José Affonso.

Os Pantoja Furtado
. D. THEREZA PANTOJA FURTADO, era dona de terras em 1889 em Cametá, no ano da Proclamação da República do Brasil.

FAMÍLIAS G
Os G
Os G. de Sousa
ROZENDO G. DE SOUSA, era barbeiro em Cametá em 1889, ano da Proclamação da República.
Os L. G. Portellinha
.DOMINGOS L. G. PORTELLINHA , era marceneiro em Cametá no 1889, ano da Proclamação da República do Brasil..
FAMÍLIA GAIA
. Manoel de Jesus Gaia, que adquiriu o casarão do início do século 20 do Sr. Francisco Naluça em 1960 e esse casarão nas mãos de Manoel de Jesus Gaia e Francisca Estumano Gaia, que na década de 1970 montaram a "Lavanderia Tocantins", e que na década de 1980 funcionou o "Cerpa Bar" e a partir da década de 1990 abrigou o "Bar do Gato", este com a gerência do filho de Manoel de Jesus Gaia, Flavio Gaia, alem do "Escritório de Contabilidade de Benedito Cunha.
. Flávio Gaia, vide acima em Manoel de Jesus Gaia.
Os Gaia de Farias
William Gaia de Farias
Os Estumano Gaia
. Flávio Estumano Gaia
William Gaia de Farias

FAMÍLIA GAMA
Os Gama Abreu
. Dr. GAMA ABREU/Barão do Marajó, que foi nomeado Intendente em Cametá, após a Proclamação da República, no triênio 1891-1894..

FAMÍLIA GARCIA
Os Garcia
. Mateus Garcia, cametaense que em 1713 era vereador do Senado da Câmara de Cametá, quando o Capitão-mor Antonio Carvalho de Albuquerque doou as terras para esse Senado da Câmara  (que era o principal órgão político-administrativo das antigas localidades, com seus vereadores-vide nomes nesta postagem), quando aconteceu a transferência da Villa de Cametá, da localidade Cametá-Tapera, para onde hoje se assenta a cidade de Cametá.
. Família, citação:
. Venâncio Barradas, folclorista, compositor musical, violonista, pesquisador e escritor da cultura cametaense, fundador do Banguê "Sou do Rio", hoje Banguê do Castelo (fundado com a denominação Sou do Rio por Venâncio em 1939), e Venâncio como violeiro e, acompanhado pelo filho Benedito, de 12 anos (na época) Benedito Garcia Barradas, executava cantorias pelas localidades como Mutuacá, Mandaruçu, Pacuí, Juaba, Carapina e Cametá, onde morava com a família, casou com Maria Garcia e com 7 filhos: Arquimino, Benedito. Seus filhos eram também músicos e particiapam dos grupos de banguê. Tinha também o sobrinho de Venâncio Barradas e outros amigos que participavam desses grupos culturais. Alguns amigos de Venâncio que atuavam nos grupos de Banguê; Raimundo Pedro, Sidico, Frederico (este da localidade Mutuacá) que ajudou Venâncio a fazer bumbos e pandeiros para o grupo. O grupo Banguê do Castelo, fundado por Venâncio, desde os anos de 1990 está sob as mãos dos netos desse baluarte cultural de Cametá e contando com os seguintes nomes: Paulo da Vera Cruz, no bumbo; Jurandir da cruz, na voz; Garcia, no violão; Valdo da Cruz Garcia, bandorra e voz; João Barradas, rufista (rufo); Aguinaldo da Cruz Garcia, no banjo e voz; Benedito da Cruz Garcia, no pandeiro e 2ª voz; Anísio da cruz Garcia, no afoxé e voz e Joaquim Almeida, no banjo..
. Josenilton Garcia, pesquisador,  que junto Raimundo Nonato Bacha Lopes produziram o livro "Aspectos Gerais do Município de Cametá".
Os Garcia Barradas
. Maria Garcia Barradas, casou com Venâncio Barradas e com 7 filhos.e Venâncio Barradas, pesquisador e escritor da cultura cametaense, casou com Maria Garcia e com 7 filhos.
. Benedito Garcia Barradas
Os Garcia Cota
. Raimundo Garcia Cota
Os Alves Garcia
. Capitão JOSÉ ALVES GARCIA, antigo músico, era dono de terras e vereador citado em 1888, no mês da Abolição da Escravatura e 1889 em Cametá e era da oposição política no início da República em Cametá.
Os da Cruz Garcia
. Agnaldo da Cruz Garcia, ver em Bangué em Venâncio Barradas
. Anísio da Cruz Garcia, ver em Bangué em Venâncio Barradas.
. Benedito Garcia Barradas, filho de Venâncio Barradas e Maria Garcia,  e Benedito aos 12 anos já atuava nos grupos de banguê de seu pai, que herdou as tradições culturais de seu pai.
. Jurandir da Cruz Garcia, ver em Bangué em Venâncio Barradas
. Maria Garcia Barradas, casou com Venâncio Barradas e com 7 filhos.
.. Valdo da Cruz Garcia, ver em Bangué em Venâncio Barradas, citação:
. Venâncio Barradas, folclorista, compositor musical, violonista, pesquisador e escritor da cultura cametaense, fundador do Banguê "Sou do Rio", hoje Banguê do Castelo (fundado com a denominação Sou do Rio por Venâncio em 1939), e Venâncio como violeiro e, acompanhado pelo filho Benedito, de 12 anos (na época) Benedito Garcia Barradas, executava cantorias pelas localidades como Mutuacá, Mandaruçu, Pacuí, Juaba, Carapina e Cametá, onde morava com a família, casou com Maria Garcia e com 7 filhos: Arquimino, Benedito. Seus filhos eram também músicos e particiapam dos grupos de banguê. Tinha também o sobrinho de Venâncio Barradas e outros amigos que participavam desses grupos culturais. Alguns amigos de Venâncio que atuavam nos grupos de Banguê; Raimundo Pedro, Sidico, Frederico (este da localidade Mutuacá) que ajudou Venâncio a fazer bumbos e pandeiros para o grupo. O grupo Banguê do Castelo, fundado por Venâncio, desde os anos de 1990 está sob as mãos dos netos desse baluarte cultural de Cametá e contando com os seguintes nomes: Paulo da Vera Cruz, no bumbo; Jurandir da cruz, na voz; Garcia, no violão; Valdo da Cruz Garcia, bandorra e voz; João Barradas, rufista (rufo); Aguinaldo da Cruz Garcia, no banjo e voz; Benedito da Cruz Garcia, no pandeiro e 2ª voz; Anísio da Cruz Garcia, no afoxé e voz e Joaquim Almeida, no banjo.

FAMÍLIA GODINHO
Os de A. L. Godinho
. AGOSTINHO D'A. L. GODINHO, foi Delegado da Higiene Pública de Cametá no 1889, ano da Proclamação da República.
Os Almeida Lopes Godinho
. AGOSTINHO DE ALMEIDA LOPES GODINHO, era comerciante em Cametá no 1889, ano da Proclamação da República do Brasil.e era da oposição monárquica política no início da República, pelo Partido Liberal Monárquico e que passara para o Partido Democrata, em Cametá, junto com os abaixo citados e que ainda fez parte do diretório do PRD:
Adolpho Lemos de Sousa, Tenente-Coronel João Emiliano Lopes Correa, Tenente-Coronel Manuel Nunes de Mello e Agostinho Almeida Lopes Godinho.

FAMÍLIA GOMES
Os Gomes d'Américo
. JOÃO GOMES D'AMÉRICO, citação:'Foram membros efetivos das secções eleitorais em 1892 em Cametá: Benedito Ferreira da Silva, Januário Dias Lopes Coutinho, Theophilo Ramos Coelho, Fulgêncio daq Silva Pinto, João Gomes d'Américo, e os suplentes: Cerbano Lopes de Mendonça, Hilário da Veiga Tenório, Rogério d'Albuquerque Miranda.'
Os Gomes Pereira
. João Gomes Pereira, cametaense que em 1713 era vereador do Senado da Câmara de Cametá, quando o Capitão-mor Antonio Carvalho de Albuquerque doou as terras para esse Senado da Câmara  (que era o principal órgão político-administrativo das antigas localidades, com seus vereadores-vide nomes nesta postagem), quando aconteceu a transferência da Villa de Cametá, da localidade Cametá-Tapera, para onde hoje se assenta a cidade de Cametá.
Os Rodrigues Gomes
Cap. JOSÉ RODRIGUES GOMES, era barbeiro em Cametá em 1889, ano da Proclamação da República e é citado em 1899 como representante efetivo das secções eleitorais de Cametá, junto com o Dr. Manoel Smothenes Pó, Benício Liberato T. Alcântara Dias, Cap. José Rodrigues Gomes, Pedro José da Costa, Augusto Maurício de Souza e com os suplentes: Sabino José Ribeiro, José Nunes da Silva e Ignacio Apollinario de Sousa.

FAMÍLIA GONÇALVES
Os Gonçalves
. Francisco Tito Gonçalves, era oposicionista em Cametá, mas que aderiu ao republicanismo em 1891.
Os Gonçalves da Costa
. FRANCISCO GONÇALVES DA COSTA, citado em 1899 no Rio Mutuacá como mesário de secção eleitoral junto com: Capitão Domingos Ribeiro Guimarães, Francisco Gonçalves da Costa, Francisco Furtado de Vasconcelos, Geraldo Antonio da Cruz, Domingos Ferreira da Costa, e com os suplentes: Manoel Ribeiro Cardoso, Camilo Antonio Caldas, Domingos José Affonso.

Os Gonçalves da Cruz
. Pedro Gonçalves da Cruz, era oposicionista em Cametá, mas que aderiu ao republicanismo em 1891.
Os Gonçalves Ferreira
JOSÉ RODRIGUES GONÇALVES FERREIRA, era funileiro em Cametá em 1889, ano da Proclamação da República.

FAMÍLIA GONZAGA
. LUIZ GONZAGA, que trocou o nome para LUIZ DEMÉTRIO JUVENAL TAVARES, jovem polemista republicano cametaense, jornalista destemido e convicto, adepto  dos ideais socialistas, no anos de 1870, que junto com outros idealistas jovens de belém, fundaram o jornal "A Tribuna" (1871-1877), de tendência nacionalista extremada, para refletir as idéias da república revolucionária no Pará, onde foi um de seus redatores em Belém/PA (1870-1874 e, quando fechado o jornal, voltou para Cametá em 1878, para dirigir o jornal "O Cametaense", a convite do Dr. Roso Danin, órgão oficial do Partido Liberal em Cametá

 FAMÍLIA GUIMARÃES
Os Guimarães
. PATRICIA GUIMARÃES, é diretora a empresa "Novo tempo Comunicação", em Cametá.
Os Ribeiro Guimarães
. FIRMINO RIBEIRO GUIMARÃES, citação: "O 2º intendente em Cametá, após a intendência do Pe. Antonio Franco, foi Carlos Antonio Redig, que foi eleito em 1892 junto com os seguintes vogais: José Antonio Ferreira de Souza, Firmino Ribeiro Guimarães, Aristides Francisco Nogueira Angelim, Lourenço da Costa Caldas e Cisinando Dias Ferreira."
, JERÔNIMO RIBEIRO GUIMARÃES, foi vogal do Conselho de Intendência em Cametá em 1893.
Os Silva Guimarães
. JOSÉ DA SILVA GUIMARÂES, era padeiro em Cametá em 1889, ano da Proclamação da República do Brasil.

FAMÍLIAS H
FAMÍLIA HERMANS
. Pedro Hermans, padre-vigário em Cametá com ajuda na construção, do Educandário das Irmãs da Caridade de São Vicente de Paula (hoje INSA), ligadas aos Padres Lazaristas, da Missão de Cametá.
FAMÍLIAS J
Os J. Ferreira
. Alfredo J. Ferreira, citado em 1891 da oposicão monárquica, contra os republicanos, em Cametá.


FAMÍLIA JESUS
Os M. B. de Jesus
. RAYMUNDO M. B. DE JESUS, era  ourives em Cametá no 1889, ano da Proclamação da República do Brasil..

FAMÍLIA JUVENAL
Os Juvenal Tavares
. LUIZ GONZAGA, que trocou o nome para LUIZ DEMÉTRIO JUVENAL TAVARES, jovem polemista republicano cametaense, jornalista destemido e convicto, adepto  dos ideais socialistas, no anos de 1870, que junto com outros idealistas jovens de belém, fundaram o jornal "A Tribuna" (1871-1877), de tendência nacionalista extremada, para refletir as idéias da república revolucionária no Pará, onde foi um de seus redatores em Belém/PA (1870-1874 e, quando fechado o jornal, voltou para Cametá em 1878, para dirigir o jornal "O Cametaense", a convite do Dr. Roso Danin, órgão oficial do Partido Liberal em Cametá


Blog do Ademir Rocha, de Abaetetuba/PA

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