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quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Genealogia Cametaense de L a Q

Genealogia Cametaense de L a Q
Acima temos o antigo navio "3 de Outubro" que fazia viagens para
Cametá e outras localidades do Baixo Tocantins nas décadas de 1940, 1950,
também parando em Abaetetuba para embarque de passageiros e mercadorias

Postagem em construção

Município de Cametá
No início da colonização do Pará e em particular do Marajó e Região Tocantina
existia uma grande quantidade e variedade de vegetação, flora e fauna terrestre
e aquática e povos indígenas que foram desaparecendo pela caça e pesca, extrativismo e outras
formas predatórias que levaram degradação e extinção de nativos e da flora e fauna, vegetação que começaram a ser extintos já a partir do século 17. Cametá, Marajó e o as demais
áreas marajoaras e tocantinas sofreram grave impacto ambiental com esse processo de
colonização com exploração predatória dos imensos recursos naturaus dessas regiões.



As garças se adaptaram às mudanças de seu meio ambiente e subsistem
hoje por outros meios na sua luta pela sobrevivência.




O peixe mapará ainda subsiste às mudanças de seu meio ambiente e
Cametá e Igarapé-Miri ainda possuem em seus rios, igarapés e baías
esse peixe que é tradicional na culinária dessas localidades





O peixe pirarucu, o mamífero peixe boi, as tartarugas, as aves e muitos outros
animais começaram a ser caçados desde a invasão dos franceses, holandeses
e ingleses e por todo o período da colonização portuguesa, do Império Brasileiro
e se estenderam pelo período republicano do Brasil

Os Nomes e dados desta postagem foram coletados em livros de autores paraenses e autores cametaenses, especialmente do pesquisador e historiador José Haroldo Oliveira de Barrortante somente pelos fatos e vultos históricos, mas também pelas famílias que ali aportaram e se desenvolveram, muitas das vezes em miscegenação com os nativos do lugar e dos negros escravos. Além dos portugueses, ali chegaram muitas outras famílias de nacionalidades hebréia e sírios-libaneses fugidos dos conflitos em seus países de origem. Cametá também foi um grande exportador de tradicionais famílias para a Capital, como para municípios vizinhos e outros estados brasileiros. A finalidade desta postagem é registrar os nomes de algumas famílias antigas ou recentes que concorreram para a história de Cametá e do Baixo Tocantins como um todo.
O município de Cametá fica localizado na Mesorregião do Nordeste Paraense, na Microrregião de Cametá, na margem esquerda do Rio Tocantins, com suas dezenas de ilhas, rios, igarapés e furos, limitando ao Norte com Limoeiro do Ajuru, ao Sul com Mocajuba, à Leste com Ig.-Miri e à Oeste com Oeiras do Pará, e com origem nos antigos índios "Camutás" da Nação dos Tupinambás, surgindo com o nome de Vila de Santa Cruz dos Camutás, fundada em 1617, através dos Padres Capuchos de Santo Antonio, da Ordem dos Franciscanos, pelo Frei Cristóvão de São José, sendo que este e outtos Padres Capuchos vieram da Capital, Belém, do chamado "Convento do Una". Uma ancestral ermida foi erguida com a intenção de catequese dos índios do lugar, especialmente dos ìndios Camutás, no Povoado de Cametá-Tapera. Em 1620 o Frei Cristóvão transfere os índios para junto da ermida, na Vila de santa Cruz dos Camutás, que constituiu o alicerce para a futura Capitania de Feliciano Coelho de Carvalho
Com o nome de Vila Viçosa de Santa Cruz de Camutá, em 1635, ano em que foi concedida a Donataria de Cametá à Feliciano Coelho de Carvalho.
De Cametá saíram várias expedições exploratórias, como a de Pedro Teixeira em 1637 e a do Padre Antonio Vieira em 1673.
No começo do século 18 houve a mudança da Vila para onde hoje se encontra a cidade de Cametá, lugar chamado pelos índios de Murajuba, por causa do fenômeno natural da erosão de sua ribanceira.
Cametá participou do Movimento Revolucionário Popular denominado Cabanagem ao lado das tropas legalistas, fato que a levou a ser chamada de "Cidade Invicta", por ter resistido a invasão e ocupação pelos revolucinários Cabanos, através das forças legalistas, em 1835, a partir daí Cametá foi palco de vários episódios e conflitos entre o povo luso e o paraense, por não aceitar a continuidade do domínio português, essa que foi uma explosão cívica de maior repercussão revolucionária na História da Amazônia e do Brasil Regência, que dominavatambém completamente a Capital, Belém.
Em 1841 a vila foi elevada à condição de Comarca e em 21/10/1848 , Cametá foi elevada à categoria de cidade.
Pela Lei Federal nº 7.537, de 16/9/1986, Cametá foi instituída como Patrimônio Histórico Nacional, pela sua notável tradição histórica, pelos seguintes fatos:
Em 1637, Pedro Teixeira saiu capitaneando as tropas de conquista e exploração da Amazônia, saindo da Praia das Mercês em Cametá-Tapera.
Ali nasceu o grande vulto histórico do Bispo Dom Romualdo Coelho, por cujas mãos o Pará aderiu `Independência do Brasil.
Ali nasceu o grande vulto histórico do Bispo D. Romualdo de Seixas, que foi grande orientador espiritual do povo e grande figura histórica.
Derrota das forças revolucionárias cabanas em 1835 em Cametá, com as forças legalistas,

este com participação destacada em todo o período da Cabanagem, tendo também assumido a Presidência da Província durante o conflito contra as forças revolucionárias cabanas, tendo tomado posse do  governo em Cametá, perante a Câmara Municipal, que tinha no governo cabano Antonio Vinagre. Logo, pode-se dizer, que Cametá foi a Capital da Província do Pará durante o levante Cabano.
A República do Brasil foi proclamada em 1889, no Pará, em solo cametaense por Ângelo Custódio Correa..
Cametá também recebeu em seu solo o grande padre jesuíta Antônio Vieira, que ali falou ao povo no pulpito da Catedral já secular e organizou uma expedição exploradora pela Amazônia.
Cametá também é conhecida como "Terra dos Homens Notáveis" devido os grandes de figuras ilustres vultos vultos históricos cametaenses, que fazem parte da História do Pará.
Cametá foi declarada como "patrimônio Histórico Nacional, por Lei específica.

Algumas antigas e atuais localidades Cametaenses:





Cametá-Tapera, localidade que abrigou a antiga Vila Viçosa de Santa Cruz dos Camutás.
Praia de Cametá-Tapera, localizada nas margens do Rio Tocantins  na localidade de Cametá-Tapera
Murajuba, localidade onde hoje se assenta a atual cidade de Cametá
Praia da Mercês, de onde saiu a expedição exploratória de Pedro Teixeira
Vila Viçosa de Santa Cruz dos Camutás, fundada em 1617 pelos Padres Capuchos de Santo Antonio.
Praia da Aldeia, localizada às margens do Rio Tocantins, no atual bairro da Aldeia
Praia de Pacajás, localizada às margens do Rio Tocantins, na Vila de Pacajá.
Vila de Juaba
Ordens Religiosas antigas em Cametá?
. Padres Capuchos de Santo Antonio, seguidores de São Francisco de Assis
. Padres Mercedários, que substituíram os Padres Capuchos de Santo Antonio.
Padres Jesuítas
Padres Capuchos da Piedade, ainda na localidade a Vila dos Camutás, entre 1693 e 1759.
Santos venerados em Cametá:
São João Batista, padroeiro de Cametá, venerado desde 1617 e com a Igreja de São João Batista construída em 1757

Cametá se localiza na Região das Ilhas do Pará e com uma grande quantidade
de baías, rios, igarapés e furos e matas circundantes dessas ilhas. Antigamente
para se chegar à Cametá, Abaetetuba, Igarapé-Miri, Moju, Barcarena, Baião,
Oeiras, Tucuruí, localidades do Marajó e demais localidades, somente através
de embarcações de todos os tipos, entre essas, os barcos veleiros e os movidos
à remos



Acima temos o mapa que mostra a grande quantidade de vias
fluviais e ilhas do Pará

FAMÍLIAS L
Os L
Os L. C. Portellinha
. DOMINGOS L. C PORTELINHA, era ourives em 1889 em Cametá, no ano da Proclamação da República do Brasil.
Os de A. L. Godinho
. AGOSTINHO D'A. L. GODINHO, foi Delegado da Higiene Pública de Cametá no 1889, ano da Proclamação da República.
FAMÍLIA LAREDO
. ABRAHAM LAREDO era comerciante em Cametá no 1889, ano da Proclamação da República do Brasil..
FAMÍLIA LEAL
Os da Costa Leal
. JOÃO ANTONIO DA COSTA LEAL, citação: Em 31/1/1890 faziam parte do Partido Democrata, em Cametá, os seguintes membros: Fortunato Braga, Fortunato João Braga, João José F. da Silva, Zeferino José de Miranda, Geraldo Antonio da Cruz, Cosme Pereira de Souza Coleho, Joaquim Felippe Coelho, Maximino José de Araújo Coelho, José Mariano Rodrigues Leão, João Gonçalves de Leão, João Arnaud da Conceição, João Augusto Correa Alves, Hilário Martins, Antonio Rodrigues Gomes, Rogerino Antonio da Costa, Floriano José da Cruz, Alfredo de Souza Pimentel, Manoel José Lopes Coelho, Domingos Martins Ribeiro, Domingos Lobato de Freitas, Manoel Gomes de Amorim, Marcellino Martins Paes, Francisco Pereira da Silva, Eusthachio Soares de Souza, Antonio Gomes de Amorim, Eutachio Marques Alves, Victor R. do Carmo, Jacob Francisco Paes, João Antonio da Costa Leal, Antonio Lopes Ribeiro de Mendonça e outros.

FAMÍLIA LEÃO
Os Leão
. Lica Leão, antiga professora em Cametá no início do século 20.
Os Leão Mendes
. MANOEL LEÃO MENDES, que era membro em 1890 do Partido Democrata na Parochia de Nossa Snhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com outros democratas. Vide lista em Manoel Carlos Machado

Os Gonçalves de Leão
. JOSÉ MARIANO RODRIGUES LEÃO, citação: Em 31/1/1890 faziam parte do Partido Democrata, em Cametá, os seguintes membros: Fortunato Braga, Fortunato João Braga, João José F. da Silva, Zeferino José de Miranda, Geraldo Antonio da Cruz, Cosme Pereira de Souza Coleho, Joaquim Felippe Coelho, Maximino José de Araújo Coelho, José Mariano Rodrigues Leão, João Gonçalves de Leão, João Arnaud da Conceição, João Augusto Correa Alves, Hilário Martins, Antonio Rodrigues Gomes, Rogerino Antonio da Costa, Floriano José da Cruz, Alfredo de Souza Pimentel, Manoel José Lopes Coelho, Domingos Martins Ribeiro, Domingos Lobato de Freitas, Manoel Gomes de Amorim, Marcellino Martins Paes, Francisco Pereira da Silva, Eusthachio Soares de Souza, Antonio Gomes de Amorim, Eutachio Marques Alves, Victor R. do Carmo, Jacob Francisco Paes, João Antonio da Costa Leal, Antonio Lopes Ribeiro de Mendonça e outros.

Os Mata Leão
. JOÃO LUIZ DA MATTA LEÃO, foi professor em Cametá no 1889, ano da Proclamação da República e citado em 1891 como oposicionista monárquico, contra os republicanos, em Cametá.
Os Paes de Sousa Leão
. PAULO PAES DE SOUSA LEÃO. Citação: Vogais na intendência de Joaquim Felippe de Siqueira Mendes, citados em 3/5/1900: Paulo Paes de Sousa Leão, Manoel do Carmo de Mello, Potenciano Monteiro da Costa, José Rodrgues Gomes, Joaquim Santiago de Farias.

Os Rodrigues Leão
. JOSÉ MARIANO RODRIGUES LEÃO, citação: Em 31/1/1890 faziam parte do Partido Democrata, em Cametá, os seguintes membros: Fortunato Braga, Fortunato João Braga, João José F. da Silva, Zeferino José de Miranda, Geraldo Antonio da Cruz, Cosme Pereira de Souza Coleho, Joaquim Felippe Coelho, Maximino José de Araújo Coelho, José Mariano Rodrigues Leão, João Gonçalves de Leão, João Arnaud da Conceição, João Augusto Correa Alves, Hilário Martins, Antonio Rodrigues Gomes, Rogerino Antonio da Costa, Floriano José da Cruz, Alfredo de Souza Pimentel, Manoel José Lopes Coelho, Domingos Martins Ribeiro, Domingos Lobato de Freitas, Manoel Gomes de Amorim, Marcellino Martins Paes, Francisco Pereira da Silva, Eusthachio Soares de Souza, Antonio Gomes de Amorim, Eutachio Marques Alves, Victor R. do Carmo, Jacob Francisco Paes, João Antonio da Costa Leal, Antonio Lopes Ribeiro de Mendonça e outros. 

Os Rodrigues de Leão
. BENTO RODRIGUES DE LEÃO, que em 1889 era suplente do Delegado Romualdo F. Cordovil, na Proclamação da República do Brasil, em Cametá.
Os Vasconcelos Leão
. Capitão MANOEL DE VASCONCELOS LEÃO, . JOAQUIM DA COSTA NETTO, foi um dos democratas de Cametá, junto com o Capitão Adolpho de Souza, que ajudaram financeiramente os democratas do Rio Grnade do Sul na Guerra dos Farrapos, entre 1893 e 1894. Vide Valeriano de Mello e Silva.

FAMÍLIA LEMOS
Os Lemos de Sousa
. Sr. ADOLPHO LEMOS DE SOUZA, era maçon e da oposição monárquica em Cametá no 1889, ano da Proclamação da República, pelo Partido Liberal Monárquico e que passou para o Partido Democrata, em Cametá, junto com os abaixo citados e Adolpho era escritor, advogado liberal e abolicionista e foi um dos fundadores do jornal "A Reacção e do partido PRD, em Cametá em 12/1889.
Adolpho Lemos de Sousa, Tenente-Coronel João Emiliano Lopes Correa, Tenente-Coronel Manuel Nunes de Mello e Agostinho Almeida Lopes Godinho.

FAMÍLIA LIMA
Os de Lima
. ELIAS HENRIQUE DE LIMA, que era membro em 1890 do Partido Democrata na Parochia de Nossa Snhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com outros democratas. Vide lista em Manoel Carlos Machado
Os Lima Beckman
JOÃO LIMA BECKAMAN, que era membro em 1890 do Partido Democrata na Parochia de Nossa Snhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com outros democratas. Vide lista em Manoel Carlos Machado
Os Lima da Costa Braga
. Thomaz Lima da Costa Braga, era oposicionista em Cametá, mas que aderiu ao republicanismo em 1891.
Os Lima Damasceno
. Fortunato de Lima Damasceno, foi pedagogo, professor e diretor do Centro Universitário "Leonardo da Vinci" (UNIASSELVI), Polo de Cametá.
Os Correa de Lima Lobo
. Pedro Correa de Lima Lobo, era marchante em 1889 em Cametá, ano da Proclamação da República no Brasil
Os de Lima Lobo
. ALFREDO DE LIMA LOBO, era comerciante em Cametá em 1889, na Proclamação da República do Brasil. Citação: CARLOS ANTONIO REDIG, que era da oposição monárquica em Cametá, quepelo falecimento do vogal Alfredo de Lima Lobo, passa a titular e Redig será eleito futuro intendente em Cametá, e ele foi o 2º Intendente Municipal em Cametá no início da Era Republicana em 1893. e que tinha como vogais no Conselho de Intendência: Carlos Lopes da Silva, Miguel Nery da Trindade Martins, Sesinando Dias  Ferreira, José Antonio Ferreira de Sousa e como secretário da Intendência: Alfredo Francisco Loureiro.O novo intendente Carlos Antonio Redig, que era vogal na legislatura anterior à Proclamação da República no Brasil e que governou por dois mandatos trienais (1891-1897).
Os Pereira de Lima
, JOSÉ JOAQUIM PEREIRA DE LIMA, era marchante em Cametá em 1889, na Proclamação da República do Brasil. e Juiz de Paz em Cametá no 1889.

FAMÍLIA LISBOA
Os de Lisboa
. Frei Custódio de Lisboa, , que tem nome de rua em Cametá.
Os Belfort Lisboa
Família
. Alferes JOSÉ MIGUEL BELFORT LISBOA, casado e com filhos, família que morava em um prédio histórico em Cametá, e José Miguel Belfort  foi grande industrial e proprietário de terras na Era Provincial do Pará, e o dito prédio histórico ficou deteriorado pela ação do tempo e foi demolido. José Miguel também teve grande participação da vida política em Cametá, durante o período da Monarquia Brasileira, tendo, por sua ação, recebido em 31/8/1870, do Imperador Doim Pedro II, título de nobreza e duas cartas-patentes. O prédio da Família Lisboa durou até 19/4/1983, já nas mãos de herdeiros dessa tradicional família.
Citação: . JOAQUIM FELIPPE DE SIQUEIRA MENDES, tenente-coronel, era farmacêutico em Cametá em 1889, ex-vereador monarquista, ex-membro do Diretório do Partido Republicano Paraense, entrou na vida pública desde a década de 1870, foi vogal cassado e foi eleito futuro intendente, no início da Era Republicana em Cametá, que no ano de 1891 havia sido candidato ao Congresso do Estado pela União Patriótica, representada pelo PRD-Partido Republicano Democrático (da oposição), e foi o 3º intendente em Cametá, com nome em praça na cidade. Vogais após a Proclamação da República Brasileira: Tenente-coronel Joaquim Felippe de Siqueira Mendes, Tenente-coronel José Antonio Ferreira de Souza, Alferes Raymundo Cordeiro de Castro, Alferes José Miguel belfort Lisboa, Alferes Porfírio Rodrigues de Oliveira e com a presença das seguintes autoridades na posse do 1º intendente de Cametá, o Padre Antonio Ferreira da Silva Franco:  Delegado de Polícia do termo da Cidade, Dr. Juiz de Direito da Comarca, Juiz Municipal da Comarca, Promotor Público da Comarca, Juízes de Paz dos Distritos e Subdelegados de Polícia dos Distritos.
Os C. Nunes Lisboa
. Major ANTONIO C. NUNES LISBOA, que foi vereador em 1889 e um dos seus presidentes no ano da Proclamação da República, em Cametá
. ANTONIO CONRADO NUNES LISBOA, era vereador e presidente da Câmara, em Cametá em 1888, ainda época da Escravatura

FAMÍLIA LOBATO
Os Lobato
. Cônego Lobato, que morou no antigo prédio de Joaquim Serrão de Castro e Silva, onde também morou o Intendente Henrique Coutinho por volta de 1920 e que também foi sede do antigo Gabinete Literário Cametaense.
Os Lobato de Freitas
. DOMINGOS LOBATO DE FREITAS, citação: Em 31/1/1890 faziam parte do Partido Democrata, em Cametá, os seguintes membros: Fortunato Braga, Fortunato João Braga, João José F. da Silva, Zeferino José de Miranda, Geraldo Antonio da Cruz, Cosme Pereira de Souza Coleho, Joaquim Felippe Coelho, Maximino José de Araújo Coelho, José Mariano Rodrigues Leão, João Gonçalves de Leão, João Arnaud da Conceição, João Augusto Correa Alves, Hilário Martins, Antonio Rodrigues Gomes, Rogerino Antonio da Costa, Floriano José da Cruz, Alfredo de Souza Pimentel, Manoel José Lopes Coelho, Domingos Martins Ribeiro, Domingos Lobato de Freitas, Manoel Gomes de Amorim, Marcellino Martins Paes, Francisco Pereira da Silva, Eusthachio Soares de Souza, Antonio Gomes de Amorim, Eutachio Marques Alves, Victor R. do Carmo, Jacob Francisco Paes, João Antonio da Costa Leal, Antonio Lopes Ribeiro de Mendonça e outros. 

Os Lobato e Silva
. D. LEOPOLDINA JOSEPHA LOBATO E SILVA, era dona de terras em Cametá em 1889, na Proclamação da República do Brasil.

FAMÍLIA LOBO
Campos e Lobo
. Campos & Lobo, firma fabricante de malas e outros em Cametá em 1889, na Proclamação da República do Brasil.
. Redig & Lobo, firma de Cametá em 1889, ano da Proclamação da república no Brasil.
Os Correa de Lima Lobo
. Pedro Correa de Lima Lobo, era marchante em 1889 em Cametá, ano da Proclamação da república no Brasil.
Os de Lima Lobo
. ALFREDO DE LIMA LOBO, era comerciante em Cametá com firma constituída em 1889, na Proclamação da República do Brasil. Citação:  CARLOS ANTONIO REDIG, que era da oposição monárquica em Cametá, quepelo falecimento do vogal Alfredo de Lima Lobo, passa a titular e Redig será eleito futuro intendente em Cametá, e ele foi o 2º Intendente Municipal em Cametá no início da Era Republicana em 1893. e que tinha como vogais no Conselho de Intendência: Carlos Lopes da Silva, Miguel Nery da Trindade Martins, Sesinando Dias  Ferreira, José Antonio Ferreira de Sousa e como secretário da Intendência: Alfredo Francisco Loureiro.O novo intendente Carlos Antonio Redig, que era vogal na legislatura anterior à Proclamação da República no Brasil e que governou por dois mandatos trienais (1891-1897).
Redig e Lobo, firma de Cametá em 1889, ano da Proclamação da República no Brasil
Os dos Passos Lobo
. MANOEL DOS PASSOS LOBO, que era membro em 1890 do Partido Democrata na Parochia de Nossa Snhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com outros democratas. Vide lista em Manoel Carlos Machado
Os dos Passos da Silva Lobo
MANOEL DOS PASSOS DA SILVA LOBO. Citação: ANTONIO NOVAES na Proclamação da República era da oposição monárquica, mas que aderiu ao Partido Republicano democrático junto com: Antonio Novaes, Romualdo Furtado Cordeiro, Manoel dos Passos da Silva Lobo, Guilhermino Cardoso da Silva, Antonio Nicário da Veiga, João Baptista Pantoja, Joaquim José Martins, Ernestino de Oliveira Pantoja, Joaquim Prestes de Oliveira, Bastos Pedro Ferreira Bastos, Marciano Soares, Porfírio José Rodrigues de Farias, Ângelo Agnello da Costa, Dr. Ambrósio Philo-Creão, Raymundo Agnello da Costa Cotta, Adão Agnello da Costa Cotta, Raymundo Martins Bruno de Jesus, Valeriano Duarte de Mello e Silva, Vicente Ferreira Zagallo, Belmiro Manoel de Moraes.

FAMÍLIA LOPES
Os Almeida Lopes Godinho
. AGOSTINHO DE ALMEIDA LOPES GODINHO, era comerciante em Cametá no 1889, ano da Proclamação da República do Brasil.e era da oposição monárquica política no início da República, pelo Partido Liberal Monárquico e que passara para o Partido Democrata, em Cametá, junto com os abaixo citados, junto com Adolpho Lemos de Sousa, Tenente-Coronel João Emiliano Lopes Correa, Tenente-Coronel Manuel Nunes de Mello e Agostinho Almeida Lopes Godinho.
Família
. Antonio Joaquim Barros Júnior, filho do português Antonio Joaquim de Barros e Antonio Joaquim Júnior, que casa com Albertina Contente de Barros, tendo esta falecido e Antonio Joaquim Júnior casado uma 2ª vez com Clélia Contente de Barros.
. Albertina Contente de Barros, 1ª esposa de Antonio Joaquim Barros Júnior. Vide Família Barros.de Cametá.
. Clélia Contente de Barros, 2ª esposa de Antonio Joaquim Barros Júnior. Vide Família Barros de Cametá.
Os Lopes de Barros
. 3ª G, ALFREDO LOPES DE BARROS, filho de Antonio Joaquim de Barros e Raimunda Lopes de Barros
. 3ª G, ANTONIO CARLOS LOPES DE BARROS, filho de Antonio Joaquim de Barros e Raimunda Lopes de Barros
. 2ª G, ANTONIO JOAQUIM DE BARROS, português, comerciante, que foi dono do casarão histórico em Cametá, este datado do século 19 e que palco de de muitos eventos políticos, bailes e outras festas nas décadas de 1940/1950. Antonio Joaquim era casado com a portuguesa Catharina Mendes Cantão de Barros e tiveram filhos. Antonio Joaquim era comerciante de borracha e compra e venda de outros gêneros em Cametá e como político era da corrente monarquista e republicana em 1889. Sua esposa Catharina faleceu em 02/11/1902, aos 33 anos de idade e Antonio Joaquim de Barros casou uma 2ª vez com Raimunda Lopes de Barros. Antonio Joaquim falece em 16/8/1930, com 73 anos de idade e seus bens fica dividido entre seus herdeiros, ficando o casarão histórico com Antonio Joaquim de Barros Júnior, este que casou com Albertina Contente de Barros, esta que faleceu e Antonio Joaquim Júnior casa uma 2ª vez com Clélia Contente de Barros. No início da década da década de 1950 o casarão foi vendido ao Sr. Raimundo Nonato de Brito Filho/Dico Brito e lá ficou residindo com sua esposa Lúcia Bastos de Brito, esta prima de Antenor Bastos, usado como residência e casa comercial.
. 3ª G, ANTONIO JOAQUIM BARROS JÚNIOR, filho do português Antonio Joaquim de Barros e Antonio Joaquim Júnior,  foi ideário  republicano no final do século 19 e primeiras décadas do século 20, e Antonio Joaquim casa com Albertina Contente de Barros, tendo esta falecido, Antonio Joaquim Júnior casa-se uma 2ª vez com Clélia Contente de Barros. Antonio Joaquim de Barros Júnior e sua 2ª esposa Clélia Contente de Barros, moravam na andar superior do casarão histórico e alugavam o térreo para Antenor Bastos e Celina Brito Bastos/Dona Bembém. Antonio Joaquim de Barros Júnior atuou ativamente na vida política municipal, após a Revolução de 1930, fazendo parte do Conselho Consultivo de Cametá, ao lado de Joaquim Fonseca e Waldemar Coelho, e Antonio Jr. foi prefeito municipal nomeado por Magalhães barata e foi ainda eleito vereador em 1948, sendo presidente da Câmara Municipal e vice-prefeito eleito, e ainda disputou o cargo de prefeito em 1954, perdendo a eleição para Ruy Nelson Parijós.
5ª G, BENEDITO OLIVEIRA DE BARROS, filho de José Otávio Lopes de Barros e Eunizia Oliveira de Barros
. CATHARINA MENDES CANTÃO DE BARROS, portuguesa, esta falecida em 02/11/1902, com 33  anos de idade, 1ª esposa de Antonio Joaquim  de Barros, português.e com filhos. Vide acima em Antonio Joaquim de Barros.
. 3ª G, ALFREDO LOPES DE BARROS, filho de Antonio Joaquim de Barros e RAIMUNDA LOPES DE BARROS
. 3ª G, CÉLIA LOPES DE BARROS, filha de Antonio Joaquim de Barros e . RAIMUNDA LOPES DE BARROS
. 3ª G, DAIZE LOPES DE BARROS, filha de Antonio Joaquim de Barros e RAIMUNDA LOPES DE BARROS
. 3ª G, ELZA LOPES DE BARROS, filha de Antonio Joaquim de Barros e Raimunda Lopes de Barros
. EUNÍZIA OLIVEIRA DE BARROSO c/c José Otávio Lopes de Barros, que na década de 1970 moraram no prédio histórico, em Cametá, onde residiu o Intendente Henrique Coutinho, e que foram donos de hotéis Esplanada e Centro Oeste no mesmo local.
. 3ª G, JOÃO LOPES DE BARROS, já é falecido, filho de Antonio Joaquim de Barros e Raimunda Lopes de Barros
. RAIMUNDA LOPES DE BARROS, 2ª esposa do português Antonio Joaquim de Barros.
. ALBERTINA CONTENTE DE BARROS, 1ª esposa de Antonio Joaquim Barros Júnior. Vide acima.
. CLÉLIA CONTENTE DE BARROS, 2ª esposa de Antonio Joaquim Barros Júnior. Vide acima.
5ª G, GUILHERME HENRIQUE OLIVEIRA DE BARROS, filho de José Otávio Lopes de Barros e Eunizia Oliveira de Barros.
. GUILHERME JOSÉ LOPES DE BARROS, Visconde de Gerez, era monarquista em Cametá.
. 3ª G, Guilherme José Lopes de Barros, filho de Antonio Joaquim de Barros e Raimunda Lopes de Barros
. Guilherme José de Barros, foi o Visconde de Gerez, monarquista.
. 3ª G, Guilherme Lopes de Barros, já é falecido, casado com Maria Neuza Lopes de Barros e Guilherme era avô paterno de José Haroldo Oliveira de Barros e irmãos, e que moraram no Solar dos Braga, quando Guilherme já era falecido, na década de 1970.
. HENRIQUE LOPES DE BARROS, foi Promotor Público em Cametá, no início da República Brasileira e membro do antigo Gabinete Literário Cametaense. Citação: . BENJAMIM MALCHER DE SOUSA, foi membro da antiga Sociedade Beneficente e Artística Cametaense, junto com com outros antigos membros: Promotor Público Henrique lopes de Barros, Inspetor de Ensino Antonio Franco de Sá, farmacêutico Nicanor Philo-Creão, orador oficial  Lafayete Mendonça Correa, Isaac E. Benmuyal, Paulino Benedicto do Carmo e senhoras presentes: Luiza Redig Lopes, Isaura Correa de Souza, Brígida Mendes Cantão, Maria Sabba, Leopoldina Contente de Siqueira Mendes e o menino Deodoro Machado de Mendonça, citados em 1900 em um evento do clube.
5ª G, José Haroldo Oliveira de Barros, filho de José Otávio Lopes de Barros e Eunizia Oliveira de Barros, nascido em 12/1/1970, com estudos na Escola Júlia Passarinho e Grupo Escolar D. Romualdo de Seixas, com 10 anos foi para Belém junto com seus familiares e estudou nas Escolas Rui Barbosa, General Gurjão, Colégio Salesiano N.S.; do Carmo, Deodoro de Mendonça e Cearense e no superior concluiu História, em 1991, pela UFPA, é escritor cametaense, artista plástico, pintor à óleo, historiado, autor de vários livros históricos como: "Terra dos Homens Notáveis", "O Imaginário da República em Cametá" e outros livros.
5ª G, José Osvaldo Oliveira de Barros, filho de José Otávio Lopes de Barros e Eunizia Oliveira de Barros
. 4ª G, José Otávio Lopes de Barros, casado com Eunízia Oliveira de Barros, que foram donos do Hotel Centro Oeste, em Cametá, hotel situado na 3ª residência histórica, onde morou o Intendente Henrique Coutinho e tiveram 8 filhos: José Haroldo, Benedito, Maria Jonizia, Maria Dionízia, Guilherme Henrique, José Osvaldo, Raimundo das Mercês,  e Wirley Otávio Oliveira de Barros.
. Lucas Barros, engenheiro que fez o projeto do prédio do antigo Grupo Escolar "Dom Romualdo de Seixas", em Cametá.
. 3ª G, Luís Lopes de Barros, filho de Antonio Joaquim de Barros e Raimunda Lopes de Barros
. Luís Carlos de Barros, trabalha na empresa Novo Tempo Comunicação, em Cametá.
. 3ª G, Maria de Lourdes Lopes de Barros, filha de Antonio Joaquim de Barros e Raimunda Lopes de Barros
. MARIZE BARROS, com nome na "Biblioteca Marize Barros", em Cametá.
. 3ª G, Marize Neuza Lopes de Barros, filha de Antonio Joaquim de Barros e Raimunda Lopes de Barros
5ª G, Maria Dionizia Oliveira de Barros, filho de José Otávio Lopes de Barros e Eunizia Oliveira de Barros
5ª G, Maria Jonizia Oliveira de Barros, filho de José Otávio Lopes de Barros e Eunizia Oliveira de Barros
. 3ª G, Maria Neuza Lopes de Barros, c/c Guilherme Lopes de Barros, este já falecido, e Guilherme era avô paterno de José Haroldo Oliveira de Barros e irmãos, e que moraram no Solar dos Braga, quando Guilherme já era falecido, na década de 1970.
. Marize Barros, com o nome na "Biblioteca Marize Barros", em Cametá.
. 3ª G, Osvaldo Lopes de Barros/Vavá, filho de Antonio Joaquim de Barros e Raimunda Lopes de Barros
. Comendador Sebastião José Lopes de Barros, que foi integrante da resistência monárquica em Cametá
Genealogia Paralela de Feliciana Oliveira
Família
. Nega Raimunda, mãe de Feliciana Oliveira/Mãe Chiana, esta  era integrante da comunidade negra do Rio Furtados, Vila do Carmo.
. Raimundo Nonato de Brito, foi vogal do Conselho de Intendência em Cametá, durante a República Velha, c/c Feliciana Oliveira/Mãe Chiana (bisavó materna de José Haroldo Oliveira de Barros.. José Otávio Lopes de Barros, artista plástico, pintor.

Os Lopes Coelho
. MANOEL JOSÉ LOPES COELHO, citação: Em 31/1/1890 faziam parte do Partido Democrata, em Cametá, os seguintes membros: Fortunato Braga, Fortunato João Braga, João José F. da Silva, Zeferino José de Miranda, Geraldo Antonio da Cruz, Cosme Pereira de Souza Coleho, Joaquim Felippe Coelho, Maximino José de Araújo Coelho, José Mariano Rodrigues Leão, João Gonçalves de Leão, João Arnaud da Conceição, João Augusto Correa Alves, Hilário Martins, Antonio Rodrigues Gomes, Rogerino Antonio da Costa, Floriano José da Cruz, Alfredo de Souza Pimentel, Manoel José Lopes Coelho, Domingos Martins Ribeiro, Domingos Lobato de Freitas, Manoel Gomes de Amorim, Marcellino Martins Paes, Francisco Pereira da Silva, Eusthachio Soares de Souza, Antonio Gomes de Amorim, Eutachio Marques Alves, Victor R. do Carmo, Jacob Francisco Paes, João Antonio da Costa Leal, Antonio Lopes Ribeiro de Mendonça e outros. 

Os Lopes Correa
. Tenente-Coronel JOÃO EMILIANO LOPES CORREA, que era da oposição monárquica política no início da República, pelo Partido Liberal Monárquico e que passara para o Partido Democrata, em Cametá, junto com os abaixo citados e que fez parte do diretório do PRD, em Cametá e foi vereador em Cametá em 1889:
Adolpho Lemos de Sousa, Tenente-Coronel João Emiliano Lopes Correa, Tenente-Coronel Manuel Nunes de Mello e Agostinho Almeida Lopes Godinho.
Os Cardoso Lopes de Mendonça
. FRANCISCO CARDOSO LOPES DE MENDONÇA, citado em 1871 como membro fundador do Gabinete Literário, em Cametá e que junto com Joaquim Pedro Correa de Freitas, José Francisco de Siqueira Mendes, Manuel Pedro de Alcântara foram fundadores da banda musical "Euterpe Cametaense" em 1874.
Os Lopes Correa de Mendonçaq
BASÍLIO LOPES CORREA DE MENDONÇA, dono de terras e Juiz de Paz do 3º Distrito em Cametá no 1889, ano da Proclamação da República do Brasol.
Os Lopes Ribeiro de Mendonça
. ANTONIO LOPES RIBEIRO DE MENDONÇA, citação: Em 31/1/1890 faziam parte do Partido Democrata, em Cametá, os seguintes membros: Fortunato Braga, Fortunato João Braga, João José F. da Silva, Zeferino José de Miranda, Geraldo Antonio da Cruz, Cosme Pereira de Souza Coleho, Joaquim Felippe Coelho, Maximino José de Araújo Coelho, José Mariano Rodrigues Leão, João Gonçalves de Leão, João Arnaud da Conceição, João Augusto Correa Alves, Hilário Martins, Antonio Rodrigues Gomes, Rogerino Antonio da Costa, Floriano José da Cruz, Alfredo de Souza Pimentel, Manoel José Lopes Coelho, Domingos Martins Ribeiro, Domingos Lobato de Freitas, Manoel Gomes de Amorim, Marcellino Martins Paes, Francisco Pereira da Silva, Eusthachio Soares de Souza, Antonio Gomes de Amorim, Eutachio Marques Alves, Victor R. do Carmo, Jacob Francisco Paes, João Antonio da Costa Leal, Antonio Lopes Ribeiro de Mendonça e outros. 

Os Almeida Lopes Godinho
. AGOSTINHO DE ALMEIDA LOPES GODINHO era vereador em Cametá da Câmara Municipal em 1889 na Proclamação da República Brasileira, última Câmara Municipal do Período Provincial em Cametá, que tinha como vereadores: Manuel Nunes de Mello, Agostinho de Almeida Lopes Godinho, Raimundo M. Bruno de Jesus, Luís Ferreira Alves de Carvalho Filho e João R. Martins. AGOSTINHO DE ALMEIDA LOPES GODINHO, era comerciante em Cametá no 1889, ano da Proclamação da República do Brasil.e era da oposição monárquica política no início da República, pelo Partido Liberal Monárquico e que passara para o Partido Democrata, em Cametá, junto com os abaixo citados e que ainda fez parte do diretório do PRD. AGOSTINHO D'A. L. GODINHO, foi Delegado da Higiene Pública de Cametá no 1889, ano da Proclamação da República. E AGOSTINHO DE ALMEIDA LOPES GODINHO, era comerciante em Cametá no 1889, ano da Proclamação da República do Brasil.e era da oposição monárquica política no início da República, pelo Partido Liberal Monárquico e que passara para o Partido Democrata, em Cametá, junto com os abaixo citados e que ainda fez parte do diretório do PRD e que era da oposição política no início da República, pelo Partido Liberal Monárquico e que passaram para o Partido Democrata, em Cametá, junto com os abaixo e que ainda fez parte do diretório do PRD:

ADOLPHO LEMOS DE SOUSA, Tenente-Coronel João Emiliano Lopes Correa, Tenente-Coronel Manuel Nunes de Mello e Agostinho Almeida Lopes Godinho.
Os Lopes Mendes
. LOURENÇO LOPES MENDES, que era membro em 1890 do Partido Democrata na Parochia de Nossa Snhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com outros democratas. Vide lista em Manoel Carlos Machado
Os Lopes de Mendonça
. JOÃO LOPES DE MENDONÇA, citado em 1930 como pedreiro em Cametá.
Os Martins Lopes de Mendonça
. FRANCISCO MARTINS LOPES DE MENDONÇA, era vereador da Câmara em Cametá em 1888, ainda época da Escravatura E era comerciante em Cametá no 1889, ano da Proclamação da República.
Os Lopes Nogueira
. D. Maria Gláucia Lopes Nogueira, que ficou como guardiã da Imagem de Bom Jesus dos Aflitos, que ficava na na Capelinha desse Santo da devoção popular, em Cametá. imagem que vem desde 1825.
Família
Os Lopes de Mendonça
. Coronel FRANCISCO LOPES DE MENDONÇA, casado e com filhos.
Os Lopes de Menezes
. Juiz Municipal Dr. ANTONIO LOPES DE MENEZES, funcionário do Império, que em 1889 era Juiz Municipal em Cametá na Proclamação da República Brasileira.
Os Lopes Paes
. Capitão AGAPITO LOPES PAES, que foi um dos primeiros diretores do antigo Grupo Escolar Dom. Romualdo de Seixas, no início do século 20 em Cametá e foi um dos redatores do jornal "Cametá", na virada do século 19 para o século 20, da família Mendonça, que tinha com o professor e advogado José Heitor Mendonça, que seria futuro intendente municipal no início do século 20, e que mudou o nome para jornal "Cametá".
Os Lopes da Silva
CARLOS LOPES DA SILVA, dono de terras e Juiz de Paz do 2º Distrito em Cametá no 1889, ano da Proclamação da República. e que foi vogal na intendência de CARLOS ANTONIO REDIG, este citado em 1889 como o 2º Intendente Municipal em Cametá no início da Era Republicana. e que tinha como vogais no Conselho de Intendência: Carlos Lopes da Silva, Miguel Nery da Trindade Martins, Sesinando Dias  Ferreira, José Antonio Ferreira de Sousa e como secretário da Intendência: Alfredo Francisco Loureiro
Os Bacha Lopes
. Raimundo Nonato Bacha Lopes, pesquisador que junto com Josenilton Garcia, produziram o livro "Aspectos Gerais do Município de Cametá".
Os Ferreira Lopes
. Bernadim Mendes Ferreira Lopes
. Bernardim Mendes Ferreira Lopes, que foi o herdeiro dos donos da Capelinha de Bom Jesus dos Aflitos, em Cametá, que ficou sob seus cuidados por 50 anos até sua morte em 1970, Imagem que passou para as mãos de sua filha Maria Glácia Lopes Nogueira.
. D. Maria Gláucia Lopes Nogueira, filha de Bernardim Mendes Ferreira Lopes, que ficou como guardiã da Imagem de Bom Jesus dos Aflitos, que ficava na na Capelinha desse Santo da devoção popular, em Cametá. imagem que vem desde 1825.
Os Cardoso Lopes de Mendonça
. FRANCISCO CARDOSO LOPES DE MENDONÇA, citado em 1871 como membro fundador do Gabinete Literário, em Cametá e que junto com Joaquim Pedro Correa de Freitas, José Francisco de Siqueira Mendes, Manuel Pedro de Alcântara foram fundadores da banda musical "Euterpe Cametaense" em 1874.
Os M. Lopes de Mendonça
. Tenente-Coronel Francisco M. Lopes de Mendonça, que em 1889 era presidente do Conselho Municipal de Cametá.
Os Antunes Lopes do Sacramento
JOÃO ANTUNES LOPES DO SACRAMENTO, Juiz de Paz do 3º Distrito em Cametá no 1889, ano da Proclamação da República.
Os Duarte Lopes
. PEDRO DUARTE LOPES, citado em 1889 em Cametá, no ano da Proclamação da República do Brasil.
Os Magno Lopes
. Porfírio Magno Lopes, era oposicionista em Cametá, mas que aderiu ao republicanismo em 1891.
Os Mendes Ferreira Lopes
. Bernardim Mendes Ferreira Lopes, que foi o herdeiro dos donos da Capelinha de Bom Jesus dos Aflitos, em Cametá, que ficou sob seus cuidados por 50 anos até sua morte em 1970, Imagem que passou para as mãos de sua filha Maria Glácia Lopes Nogueira.
Firma Maia e Lopes
. Maia e Lopes, firma de marchantes em Cametá em 1889, na Proclamação da República do Brasil. e Juiz de Paz em Cametá no 1889.
Os Redig Lopes
LUIZA REDIG LOPES. Citação: . BENJAMIM MALCHER DE SOUSA, foi membro da antiga Sociedade Beneficente e Artística Cametaense, junto com com outros antigos membros: Promotor Público Henrique lopes de Barros, Inspetor de Ensino Antonio Franco de Sá, farmacêutico Nicanor Philo-Creão, orador oficial  Lafayete Mendonça Correa, Isaac E. Benmuyal, Paulino Benedicto do Carmo e senhoras presentes: Luiza Redig Lopes, Isaura Correa de Souza, Brígida Mendes Cantão, Maria Sabba, Leopoldina Contente de Siqueira Mendes e o menino Deodoro Machado de Mendonça, citados em 1900 em um evento do clube.

Os Santos Lopes
. Quirino dos Santos Lopes, que era oposicionista em Cametá, mas que aderiu ao republicanismo em 1891.
Os Santos Lopes
. Quirino dos Santos Lopes, era oposicionista em Cametá, mas que aderiu ao republicanismo em 1891.

FAMÍLIA LOUREIRO
ALFREDO FRANCISCO LOUREIRO, citação: O Major ESTEVAM WANZELER D'ALBUQUERQUE, era dono de terras e escravos, vereador em Cametá que estava presidindo a Câmara Municipal em 1889 na Proclamação da República Brasileira, citado em 1891 como da oposição monárquica contra os republicanos e justamente, o Major Estevam Wanzeller d'Albuquerque, foi o presidente da última Câmara Municipal do Período Provincial em Cametá, que tinha como vereadores: Estevam Wanzeller de Albuquerque, Manuel Nunes de Mello, Agostinho de Almeida Lopes Godinho, Raimundo M. Bruno de Jesus, Luís Ferreira Alves de Carvalho Filho e João R. Martins, e o Major Estevam Wanzeller de Albuquerque deu posse, em sessão de 1/3/1890, secretariado por Alfredo Francisco Loureiro, deu posse ao 1º intendente nomeado em Cametá, o Padre Antonio Ferreira da Silva Franco.
. ALFREDO FRANCISCO LOUREIRO, foi o Secretário da Intendência em Cametá na intendência de CARLOS ANTONIO REDIG, este citado em 1889 como o 2º Intendente Municipal, no início da Era Republicana. e que tinha como vogais no Conselho de Intendência: Carlos Lopes da Silva, Miguel Nery da Trindade Martins, Sesinando Dias  Ferreira, José Antonio Ferreira de Sousa e como secretário da Intendência: Alfredo Francisco Loureiro, e este aderiu ao republicanismo em 1891, sendo que na República Velha foi secretário do Intendente José Heitor de Mendonça, citado em 7/2/1904.

FAMÍLIA LUZ
Os Alves da Luz
. VIRGÍLIO ALVES DA LUZ, era oposicionista em Cametá, mas que aderiu ao republicanismo em 1891.
Os Luz da Cruz
. JOÃO LUZ DA CRUZ, que era membro em 1890 do Partido Democrata na Parochia de Nossa SEnhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com outros democratas. Vide lista em Manoel Carlos Machado.

FAMÍLIAS M
Os M
RAIMUNDO M. BRUNO DE JESUS, era vereador em 1889 no ano da Proclamação da República do Brasil
Os M. B. de Jesus
RAYMUNDO M. B. DE JESUS, foi um dos democratas de Cametá, junto com o Capitão Adolpho de Souza, que ajudaram financeiramente os democratas do Rio Grnade do Sul na Guerra dos Farrapos, entre 1893 e 1894. Vide Valeriano de Mello e Silva.
Os M. da Costa
PONCIANO M. DA COSTA, citado como alfaiate em Cametá em 1889, ano da Proclamação da República do Brasil.
Os M. Lopes de Mendonça
. Tenente-Coronel Francisco M. Lopes de Mendonça, que em 1889 era presidente do Conselho Municipal de Cametá. 
Os M. de Moraes
. HONÓRIO M. DE MORAES, citado como membro,em 1890, do Partido Democrata na Parochia de Nossa Snhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt e outros democratas. Vide lista em Raymundo Furtado de Moraes.

Os M.S. Costa
BENEDITO M. S. COSTA, citado como alfaiate em Cametá em 1889, ano da Proclamação da República do Brasil.
Os M. S. de Jesus
. RAYMUNDO M. S. DE JESUS, era ourives em 1889 em Cametá, no ano da Proclamação da República do Brasil.
FAMÍLIA MACÁRIO
Os Macario da Veiga
. ANTONIO MACÁRIO DA VEIGA, citção: ANTONIO NOVAES, Proclamação da República era da oposição monárquica, mas que aderiu ao Partido Republicano democrático junto com: Antonio Novaes, Romualdo Furtado Cordeiro, Manoel dos Passos da Silva Lobo, Guilhermino Cardoso da Silva, Antonio Nicário da Veiga, João Baptista Pantoja, Joaquim José Martins, Ernestino de Oliveira Pantoja, Joaquim Prestes de Oliveira, Bastos Pedro Ferreira Bastos, Marciano Soares, Porfírio José Rodrigues de Farias, Ângelo Agnello da Costa, Dr. Ambrósio Philo-Creão, Raymundo Agnello da Costa Cotta, Adão Agnello da Costa Cotta, Raymundo Martins Bruno de Jesus, Valeriano Duarte de Mello e Silva, Vicente Ferreira Zagallo, Belmiro Manoel de Moraes.

FAMÍLIA MACEIÓ
Os Cordeiro da Silva Maceió
.Pedro Cordeiro da Silva Maceió, era oposicionista em Cametá, mas que aderiu ao republicanismo em 1891.

FAMÍLIA MACHADO
Os Machado
. FRANCISCO ANTONIO MACHADO, que era membro em 1890 do Partido Democrata na Parochia de Nossa SEnhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com outros democratas. Vide lista em Manoel Carlos Machado.
. FRANCISCO IGNÁCIO MACHADO, Citados como membro s,em 1890, do Partido Democrata na Parochia de Nossa Snhora do Carmo do Tocantins, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt.. Vide lista em Manoel Carlos Machado
. MANOEL CARLOS MACHADO, que era membro em 1890 do Partido Democrata na Parochia de Nossa Snhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com outros democratas. Capitão HILÁRIO CARLOS DE MORAES BITTENCOURT, que era membro em 1890 do Partido Democrata na Parochia de Nossa Snhora do Carmo do Tocantins, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt, Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt, Capitão Agnello José de Oliveira, Leoncio José d'Oliveira, Félix Ferreira Ribeiro, Horácio Estácio Wanzeller, José Antonio Pinheiro, José Cardoso da Silva Coimbra, Ivo Manoel Vicente. Luiz Antonio do Carmo, Venâncio Erico de Moraes, João de Deus e Silva, Porphirio da Conceição, Plácido Antonio do Nascimento, João Roberto dos Santos, Manoel Romão dos Santos, Manoel Carlos Machado, Pedro José de Moraes, Euzébio Emílio Marcêncio, Manoel Francisco Ribeiro, Gregório Ferreira Ribeiro, Manoel Joaquim dos Santos, Joaquim Pedro Xavier Alves, Clemente Xavier da Cruz, Martiniano Martins da Cruz, Francisco Antonio Machado, Raymundo José Gomes, Fernando José de Moraes, João delgado Estumano, Antero José do Nascimento, Raymundo Antonio da Cruz, Manoel Gonçalves Pinto, Romualdo Ferreira Ribeiro, João Lima Beckman, Joaquim de Mello, Elias henrique de Lima, Isaac Benassuly, Manoel dos Passos Lobo, Manoel Wanzeller de Moraes, Lourenço Lopes Mendes, Estevão Gomes, Raymundo Cyriaco Mendes, Manoel leão Mendes, José Pedro Mendes, Silvino Ponciano Martins, Antonio Rosa da Costa, Joaquim Castro Valente, Antonio Castro Valente, João Gonçalves Pinto Sobrinho, Feliciano Luiz Barbosa, Matheus Martins Estumano, Jacob Obadri, Jaime Obadri, Manoel Felippe Nery, Marcelino de Souza Paes, Clarindo da Cruz, Jorge Coelho, Firmo Antonio Bahia, Antonio José Gomes, Miguel Estuamano, Manoel Alfredo Rodrigues, Thomé Pedro Beckman, José Rodrigues de Nazareth, que em 1890 era membro do Partido Democrata, da Parochia N.S. do Carmo, : Raymundo Furtado de Moraes, Raymundo Pinheiro de Barros, Francisco Ignacio Machado, Manoel Gonçalves Pinto, João da Cruz Villa-Real, Juvenal Augusto da Costa Moraes, Manoel José Rodrigues Villa-Real, Pedro Manoel Valente, Manoel José Ferreira, Manoel do Nascimento do Carmo, Antonio Felippe Nery, Cordolino de Moraes, Manoel José Pinheiro, Raymundo do Carmo Machado, Eduardo Augusto de Barros, Raymundo Estumano Francisco Xavier Gomes, Benedicto Américo de Carvalho, Manoel Antonio Fiel, Raymundo Procópio Rodrigues das Mercês, Manoel Cypriano Rodrigues, Manoel Antonio maia, Américo de Alcântara, Thomaz Gomes, Joaquim Garcia Bahia, Elias José Bahia, Domingos de Almeida,  José Raymundo de Freitas, Raymundo da Trindade, Narcizo Martiniano, Belmiro Antonio da Cruz, Feliciano d'Oliveira Costa, Francisco da Trindade, Martinho José dos Reis, Domingos José Portilho, João Martins Bahia, Manoel da Cruz Sobrinho, Marcos bahia dos Reis, Bazílio dos Reis, Benedicto Antonio da Cruz, Raymundo de Souza Bahia, Benedicto Rosa de Jesus Gaia, Manoel Francisco da Gaia, Abel de Oliveira da Costa, Domingos Martins Bahia, Manoel da Cruz da Gaia, Raymundo Cotta da Gaia, Mariano Antonio da Cruz, Florêncio Bittencourt, Alexandre Pompeu, Manoel Gonçalves de Moraes, Manoel Pedro dos Santos, João Raimundo Rodrigues, Manoel Francisco da Cruz, João Luiz da Cruz, Manoel Cândido da Cruz, José Vicente da Cruz, José Pinheiro Gomes, Honório M. de Moraes, José Felício Ramos, Gracindo Rodrigues, João Ferreira Ribeiro, Antonio Silva Lobo, Manoel da Silva Pinheiro, João Américo Cardoso, José Antonio Fonseca, Silvestre Pedro Beckman, Sebastião Rodrigues de Nazareth, João Felippe Nery, Avelino Machado de Barros, Francisco Ribeiro, sendo que muitos desses eram estrangeiros.

Os Machado de Barros
. AVELINO MACHADO DE BARROS, que era membro em 1890 do Partido Democrata na Parochia de Nossa Snhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com outros democratas. Vide lista em Manoel Carlos Machado.

Os Machado de Mendonça
Fam[ilia
Dr. DEODORO MACHADO DE MENDONÇA
Nasceu em Cametá no dia 23 de agosto de 1889, no sitio Santa Clara, era filho do Coronel Basílio Lopes Correa de Mendonça e dona Lidia Machado de Mendonça, fez o curso de humanidades no Colégio Paes de Carvalho. Diplomou-se em Direito em 1912, pela Faculdade de Direito do Pará e neste mesmo ano ingressou na política, como Oficial de Gabinete do Intendente de Belem Dr. Virgilio Martins Lopes de Mendonça, seu tio. Foi professor da Escola Normal e Intendente de Cameta no Período de 1921 a 1923, quando foi convidado pelo Governador Antonio Emiliano de Sousa Cantão para assumir o cargo de Secretario Geral do Estado, função que também exerceu nos governos de Dionísio Auser Bentes e José Carneiro da Gama Malcher, tendo assumido interinamente o governo do Estado em 1938.
Eleito deputado federal em 1928, perdeu o mandato com a vitoria da Revolução de 30. Em 1946, porem, com a implantação da Quarta Republica voltou vitorioso a Câmara dos Deputados, reelegendo-se em seguidas vezes nos anos de 1950, 1954 e 1958 sendo considerado o decano dos Deputados Federais.
Participou do Projeto da criação da SPEVEA, hoje SUDAM, da Federalização da Faculdade de Medicina do Pará, da Criação da Universidade Federal do Pará, e da mudança da Capital Federal do Rio de Janeiro para Brasília. Por seu intermédio o Colégio Nossa Senhora Auxiliadora de Cametá consegui repetidas verbas para a construção de seu prédio atual.
Em 1922 Cametá sob o seu governo comemorou com grande pompa o Centenário da Independência do Brasil, festejos que se programaram intensamente do dia 7 a 10 de setembro daquele ano.
Orador fluente, político hábil e inteligente o ilustre cametaense era considerado um dos melhores oradores do estado do Pará em sua época.
Citação: . BENJAMIM MALCHER DE SOUSA, foi membro da antiga Sociedade Beneficente e Artística Cametaense, junto com com outros antigos membros: Promotor Público Henrique lopes de Barros, Inspetor de Ensino Antonio Franco de Sá, farmacêutico Nicanor Philo-Creão, orador oficial  Lafayete Mendonça Correa, Isaac E. Benmuyal, Paulino Benedicto do Carmo e senhoras presentes: Luiza Redig Lopes, Isaura Correa de Souza, Brígida Mendes Cantão, Maria Sabba, Leopoldina Contente de Siqueira Mendes e o menino Deodoro Machado de Mendonça, citados em 1900 em um evento do clube.
O Dr. Deodoro Machado de Mendonça faleceu em Belem do Para em sua residência no dia 16 de agosto de 1968 aos 79 anos de idade.
SUA MEMÓRIA ESTA PERPETUADA
Em Cametá:
Rua Deodoro de Mendonça no Bairro Novo
Seu busto esta entre os notáveis cametaenses na Praça dos Notáveis
Em Belém:
Escola Estadual Deodoro de Mendonça
. Coronel BAS[ILIO LOPES CORREA DE MENDON;A, casado com dona L[idia Machado de mendon;a, no antigo S[itio Santa Clara, pais de Deodoro Machado de Mendon;a.
. Doutor VIRG[ILIO MARTINS LOPES DE MENDON;A, que foi Intendente de Bel[em, citado em 1912, tio de Deodoro Machado de Mendon;a, sendo este Oficial de Gabinete do referido intendente
Fonte-luisperescameta.blogspot.com.br
Os Machado Valente
ANTONIO MACHADO VALENTE, citado como alfaiate em Cametá em 1889, ano da Proclamação da República do Brasil.
Os Cardoso Machado
. LEOMAX CARDOSO MACHADO, artista plástico e pintor em Cametá.
Os do Carmo Machado
RAYMUNDO DO CARMO MACHADO, Citado como membro,em 1890, do Partido Democrata na Parochia de Nossa Snhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt e outros democratas. Vide lista em Raymundo Furtado de Moraes.

FAMÍLIA MADEIRA
Os Madeira de Almeida
. Domingos Madeira de Almeida, cametaense que em 1713 era vereador do Senado da Câmara de Cametá, quando o Capitão-mor Antonio Carvalho de Albuquerque doou as terras para esse Senado da Câmara  (que era o principal órgão político-administrativo das antigas localidades, com seus vereadores-vide nomes nesta postagem), quando aconteceu a transferência da Villa de Cametá, da localidade Cametá-Tapera, para onde hoje se assenta a cidade de Cametá.

FAMÍLIA MAGNO
Os Magno de Araujo
. BASÍLIO MAGNO DE ARAUJO, que foi nomeado vogal em Belém em1889, após a Proclamação da República.
Os Magno Lopes
. PORFÍRIO MAGNO LOPES, era oposicionista em Cametá, mas que aderiu ao republicanismo em 1891.

FAMÍLIA MAIA
Os Maia
. MANOEL ANTONIO MAIA, citado como membro,em 1890, do Partido Democrata na Parochia de Nossa Snhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt e outros democratas. Vide lista em Raymundo Furtado de Moraes.

Maia e Lopes
. Maia e Lopes
Maia e Lopes, firma de marchantes em Cametá, no ano da Proclamação de República do Brasil em 1889.
Os Lopes Viana de Siqueira
. MARIA LOPES VIANA DE SIQUEIRA, casada com JOAQUIM FELIPE DE SIQUEIRA MENDES PINTO (ou, Joaquim Siqueira).

FAMÍLIA MALCHER
Os Malcher
. JOAQUIM MALCHER, foi membro do Grêmio Espírita Beneficiente Dom Romualdo Coelho, este surgido em 1906, em Cametá, que publicava o jornal espírita "Verdade e Fé" e Joaquim Malcher era o tesoureiro da diretoria do Grêmio Espírita, que tinha como os demais diretores: Félix Pedro Pantoja, presidente; Nelson Silva e Euclides dos Santos Pantja. Elias Benmuyal como membros. jOAQUIM MALCHER foi um dos redatores do jornal 'A Reacção' em Cametá no início da fase republicana brasileira
Os Malcher de Sousa
. BENJAMIM MALCHER DE SOUSA, foi membro da antiga Sociedade Beneficente e Artística Cametaense, junto com com outros antigos membros: Promotor Público Henrique lopes de Barros, Inspetor de Ensino Antonio Franco de Sá, farmacêutico Nicanor Philo-Creão, orador oficial  Lafayete Mendonça Correa, Isaac E. Benmuyal, Paulino Benedicto do Carmo e senhoras presentes: Luiza Redig Lopes, Isaura Correa de Souza, Brígida Mendes Cantão, Maria Sabba, Leopoldina Contente de Siqueira Mendes e o menino Deodoro Machado de Mendonça, citados em 1900 em um evento do clube.
Os da Paz Malcher
. JOAQUIM THIMÓTEO DA PAZ MALCHER, foi um dos redatores do jornal "A Reacção, na fase republicana em Cametá e, junto com GENTIL AUGUSTO DE MORAES BITTENCOURT, IGNÁCIO BAPTISTA DE MOURA, Gentil Augusto de Moraes Bittencourt, Luiz Demétrio Juvenal de Moura, um dos difusores dos ideais republicanos em Cametá e no Pará, era praticante do espiritismo, redator do jornal "O Industrial"  da oposição política, junto com outros, no início da República, pelo Partido Liberal Monárquico e que passaram para o Partido Democrata, em Cametá, junto com muitos outros adeptos do regime monárquico e, Joaquim da Paz Malcher, foi um dos democratas de Cametá, junto com o Capitão Adolpho de Souza, Manoel dos Santos Mello, Antonio Joaquim da Cunha, Joaquim da Paz Malcher, Dr, João Siqueira, Tenente-Coronel Manoel Nunes de Mello, Capitão João Rodrigues Vieira, Capitão Carlos Edwirges, Valeriano de Mello e Silva, Joaquim Bastos, Raymundo José da Trindade, Ângelo Bazilio da Rocha, Joaquim da Costa Netto, Capitão Manoel de Vasconcelos Leão, Antonio Duarte Peres, Antonio Miguel da Veiga, Alferes José N. W. de Moraes, Potenciano Neves, Feliciano Bensabath, Alferes Manoel de Almeida, Mariano Juvêncio de Oliveira, Vicente Garcia, Amândio José Alves, Antonio Ferreira Cantão, Capitão Romualdo Cordovil, Avelino Xavier Alves, Raymundo M. B. de Jesus, Hilário da Veiga Thenório, Marianno de Vasconcelos, Antonio Gomes de Amorim, Calixto F. de Vasconcelos, Antonio Sepeda da Silva, Firma Franco Rodrigues e Cia. firma Pinto e Silva, que ajudaram financeiramente os democratas do Rio Grnade do Sul na Guerra dos Farrapos, entre 1893 e 1894.
.
FAMÍLIA MANÇOS
Os Manços da Silva Villaça
. Dr. Manoel Manços da Silva Villaça, que foi um dos primeiros diretores do antigo "Grupo Escolar D. Romualdo de Seixas, em Cametá.
FAMÍLIA MANOEL
Os Manoel Pantoja
. Prof. FÉLIX PEDRO MANOEL PANTOJA, foi um dos redatores do jornal "O Industrial", em Cametá, na virada do século 19 para o século 20.

FAMÍLIA MARAJÓ
Os do Rego e Silva Marajó
.José do Rego e Silva Marajó, era oposicionista em Cametá, mas que aderiu ao republicanismo em 1891.
FAMÍLIA MARGÊNCIO
. EUZEBIO EMÍLIO MARGÊNCIO, que era membro em 1890 do Partido Democrata na Parochia de Nossa Snhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com outros democratas. Vide lista em Manoel Carlos Machado
FAMÍLIA MARQUES
os Marques Alves
. EUSTACHIO MARQUES ALVES, citação: Em 31/1/1890 faziam parte do Partido Democrata, em Cametá, os seguintes membros: Fortunato Braga, Fortunato João Braga, João José F. da Silva, Zeferino José de Miranda, Geraldo Antonio da Cruz, Cosme Pereira de Souza Coleho, Joaquim Felippe Coelho, Maximino José de Araújo Coelho, José Mariano Rodrigues Leão, João Gonçalves de Leão, João Arnaud da Conceição, João Augusto Correa Alves, Hilário Martins, Antonio Rodrigues Gomes, Rogerino Antonio da Costa, Floriano José da Cruz, Alfredo de Souza Pimentel, Manoel José Lopes Coelho, Domingos Martins Ribeiro, Domingos Lobato de Freitas, Manoel Gomes de Amorim, Marcellino Martins Paes, Francisco Pereira da Silva, Eusthachio Soares de Souza, Antonio Gomes de Amorim, Eutachio Marques Alves, Victor R. do Carmo, Jacob Francisco Paes, João Antonio da Costa Leal, Antonio Lopes Ribeiro de Mendonça e outros. 

Os Marques de Moura
. JOÃO MARQUES DE MOURA, era comerciante em Cametá em 1889, na Proclamação da República do Brasil. e Juiz de Paz em Cametá no 1889.
Os Marques S. Franco
. JOAQUIM MARQUES S. FRANCO, era dono de terras em Cametá em 1889, na Proclamação da República do Brasil. e Juiz de Paz em Cametá no 1889.
FAMÍLIA MATINIANO
. NARCIZO MARTINIANO, citado como membro,em 1890, do Partido Democrata na Parochia de Nossa Snhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt e outros democratas. Vide lista em Raymundo Furtado de Moraes.

FAMÍLIA MARTINS
Os Martins
Dr. ENÉAS MARTINS
Era jornalista, político, administrador e diplomata. Nasceu em Cametá no dia 06 de janeiro de 1872 e faleceu no Rio de Janeiro no sai 02 de julho de 1919. Formado pela Faculdade de Direito  em Recife Pernambuco, exerceu a advocacia em Belem do Pará e fundou o Jornal a Folha do Norte, cujo primeiro numero circulou  no dia primeiro de janeiro de 1896. Colocando-se na oposição ao governo do estado. Foi forçado a se ausentar do Pará fixando residência em Manaus. Onde exerceu sua profissão e não tardando a se eleger Deputado Federal pelo estado do Amazonas.
Em 1904 abandonou a carreira política para se dedicar à carreira Diplomática. Como Ministro Plenipotenciário representou o Brasil em vários países e tornou-se um dos melhores amigos do Barão do Rio Branco. Em pleno apogeu da carreira diplomática foi tentado por um convite para assumir o governo do estado do Pará, a fim de apaziguar as lutas políticas de duas facções que se digladiavam uma chefiada pelo Dr. Lauro Sodré e a outra pelo Intendente Antonio Lemos. A indicação do Dr. Eneas Martins partiu do Palácio do Catete no Rio de Janeiro sede do governo Geral e venceu o pleito por ser candidato único, ao assumir o governo em 1913 desfez-se do Jornal a Folha do Norte que passou a ser propriedade de Cipriano Santos. As tramas políticas envolveram a boa fé do Dr. Eneas Martins que não teve pulso para dominara a oposição que se criou contra o seu governo, principalmente quando o temível jornalista Paulo Maranhão passou a combatê-lo. No dia 27 de dezembro de 1616 rebentou uma revolta na Policia Militar. Eneas Martins sem chance de resistência asilou-se no Arsenal de Marinha, tendo ali renunciado ao cargo de governador. No dia 14 janeiro seguinte embarcou no Vapor Minas Gerais com destino ao Rio de Janeiro, aonde veio a faleceu três anos depois, mais de doença moral do que física na opinião de muita gente daquela época.
SUA MEMÓRIA ESTA PERPETUADA
Em Cametá:
Trav. Eneas Martins
Seu busto esta entre os notáveis cametaenses na Praça dos Notáveis
Fonte-luisperescameta.blogspot.com.br

. HILÁRIO MARTINS, citação: Em 31/1/1890 faziam parte do Partido Democrata, em Cametá, os seguintes membros: Fortunato Braga, Fortunato João Braga, João José F. da Silva, Zeferino José de Miranda, Geraldo Antonio da Cruz, Cosme Pereira de Souza Coleho, Joaquim Felippe Coelho, Maximino José de Araújo Coelho, José Mariano Rodrigues Leão, João Gonçalves de Leão, João Arnaud da Conceição, João Augusto Correa Alves, Hilário Martins, Antonio Rodrigues Gomes, Rogerino Antonio da Costa, Floriano José da Cruz, Alfredo de Souza Pimentel, Manoel José Lopes Coelho, Domingos Martins Ribeiro, Domingos Lobato de Freitas, Manoel Gomes de Amorim, Marcellino Martins Paes, Francisco Pereira da Silva, Eusthachio Soares de Souza, Antonio Gomes de Amorim, Eutachio Marques Alves, Victor R. do Carmo, Jacob Francisco Paes, João Antonio da Costa Leal, Antonio Lopes Ribeiro de Mendonça e outros. 
. JOAQUIM JOSÉ MARTINS, citação: ANTONIO NOVAES, Proclamação da República era da oposição monárquica, mas que aderiu ao Partido Republicano democrático junto com: Antonio Novaes, Romualdo Furtado Cordeiro, Manoel dos Passos da Silva Lobo, Guilhermino Cardoso da Silva, Antonio Nicário da Veiga, João Baptista Pantoja, Joaquim José Martins, Ernestino de Oliveira Pantoja, Joaquim Prestes de Oliveira, Bastos Pedro Ferreira Bastos, Marciano Soares, Porfírio José Rodrigues de Farias, Ângelo Agnello da Costa, Dr. Ambrósio Philo-Creão, Raymundo Agnello da Costa Cotta, Adão Agnello da Costa Cotta, Raymundo Martins Bruno de Jesus, Valeriano Duarte de Mello e Silva, Vicente Ferreira Zagallo, Belmiro Manoel de Moraes.

. Sr. RAYMUNDO JOAQUIM MARTINS,  era advogado em Cametá no 1889, ano da Proclamação da República e era membro do Diretório do Partido Republicano.
. SILVINO PONCIANO MARTINS, que era membro em 1890 do Partido Democrata na Parochia de Nossa SEnhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com outros democratas. Vide lista em Manoel Carlos Machado
Os Martins Baía
. DOMINGOS MARTINS BAHIA, citado como membro,em 1890, do Partido Democrata na Parochia de Nossa Snhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt e outros democratas. Vide lista em Raymundo Furtado de Moraes.
. JOÃO MARTINS BAHIA, citado como membro,em 1890, do Partido Democrata na Parochia de Nossa Snhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt e outros democratas. Vide lista em Raymundo Furtado de Moraes.

Os Martins da Cruz
. MARTINIANO MARTINS DA CRUZ, que era membro em 1890 do Partido Democrata na Parochia de Nossa Snhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com outros democratas. Vide lista em Manoel Carlos Machado
Os Martins Estumano
. MATHEUS MARTINS ESTUMANO, que era membro em 1890 do Partido Democrata na Parochia de Nossa SEnhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com outros democratas. Vide lista em Manoel Carlos Machado

Os Martins Lopes de Mendonça
. FRANCISCO MARTINS LOPES DE MENDONÇA, era vereador da Câmara em Cametá em 1888, ainda época da Escravatura E era comerciante em Cametá no 1889, ano da Proclamação da República.
. FRANCISCO MARTINS LOPES DE MENDONÇA, era comerciante em Cametá no 1889, ano da Proclamação da República.
Os Martins Paes
. MARCELLINO MARTINS PAES, citação: Em 31/1/1890 faziam parte do Partido Democrata, em Cametá, os seguintes membros: Fortunato Braga, Fortunato João Braga, João José F. da Silva, Zeferino José de Miranda, Geraldo Antonio da Cruz, Cosme Pereira de Souza Coleho, Joaquim Felippe Coelho, Maximino José de Araújo Coelho, José Mariano Rodrigues Leão, João Gonçalves de Leão, João Arnaud da Conceição, João Augusto Correa Alves, Hilário Martins, Antonio Rodrigues Gomes, Rogerino Antonio da Costa, Floriano José da Cruz, Alfredo de Souza Pimentel, Manoel José Lopes Coelho, Domingos Martins Ribeiro, Domingos Lobato de Freitas, Manoel Gomes de Amorim, Marcellino Martins Paes, Francisco Pereira da Silva, Eusthachio Soares de Souza, Antonio Gomes de Amorim, Eutachio Marques Alves, Victor R. do Carmo, Jacob Francisco Paes, João Antonio da Costa Leal, Antonio Lopes Ribeiro de Mendonça e outros. 

Os Martins Ribeiro
. DOMINGOS MARTINS RIBEIRO, citação: Em 31/1/1890 faziam parte do Partido Democrata, em Cametá, os seguintes membros: Fortunato Braga, Fortunato João Braga, João José F. da Silva, Zeferino José de Miranda, Geraldo Antonio da Cruz, Cosme Pereira de Souza Coleho, Joaquim Felippe Coelho, Maximino José de Araújo Coelho, José Mariano Rodrigues Leão, João Gonçalves de Leão, João Arnaud da Conceição, João Augusto Correa Alves, Hilário Martins, Antonio Rodrigues Gomes, Rogerino Antonio da Costa, Floriano José da Cruz, Alfredo de Souza Pimentel, Manoel José Lopes Coelho, Domingos Martins Ribeiro, Domingos Lobato de Freitas, Manoel Gomes de Amorim, Marcellino Martins Paes, Francisco Pereira da Silva, Eusthachio Soares de Souza, Antonio Gomes de Amorim, Eutachio Marques Alves, Victor R. do Carmo, Jacob Francisco Paes, João Antonio da Costa Leal, Antonio Lopes Ribeiro de Mendonça e outros.

Martins e Valente
. MARTINS e VALENTE, era dono da Typografia do "Jornal Comerciasl" e era dono de restaurante e marchante em Cametá em 1889, na Proclamação da República do Brasil. e Juiz de Paz em Cametá no 1889.

Os Nery da Trindade Martins
MIGUEL NERY DA TRINDADE MARTINS, foi barbeiro em Cametá em 1889, ano da Proclamação de República no Brasil, dono de terras e Juiz de Paz do 2º Distrito em Cametá no 1889, ano da Proclamação da República. e que foi vogal na intendência de CARLOS ANTONIO REDIG, este citado em 1889 como o 2º Intendente Municipal em Cametá no início da Era Republicana. e que tinha como vogais no Conselho de Intendência: Carlos Lopes da Silva, Miguel Nery da Trindade Martins, Sesinando Dias  Ferreira, José Antonio Ferreira de Sousa e como secretário da Intendência: Alfredo Francisco Loureiro MIGUEL NERY DA TRINDADE MARTINS, era barbeiro em Cametá em 1889, ano da Proclamação da República.

Os R. Martins
. JOÃO R. MARTINSantigo vereador em Cametá em 1889, ano da Proclamação da República do Brasil.
Os Silva Martins
. Noêmia da Silva Martins, professora

FAMÍLIA MATA LEÃO
. JOÃO LUIZ DA MATTA LEÃO, foi professor em Cametá no 1889, ano da Proclamação da República.e citado em 1891 como oposicionista monárquico, contra os republicanos, em Cametá.
Os Mendes da Mata Resende
MARIA MENDES DA MATTA REZENDE  foi professora em Cametá no 1889, ano da Proclamação da República.
FAMÍLIA MEDEIROS
Os Medeiros
. ÂNGELO JOSÉ MEDEIROS e Antonio José Medeiros, que eram da oposição política no início da República em Cametá, antigo vereador em Cametá, que foi monarquista e opositor nas três primeiras décadas da Independência do Brasil, junto com muitos outros monarquistas.
. ANTONIO JOSÉ MEDEIROS, antigo vereador em Cametá, que foi presidente do Senado da Câmara por diversas legislaturas e nas três primeiras décadas da Independência do Brasil e que era opositor dessa independência, junto com muitos outros monarquistas.
Os Francês Medeiros
. JOÃO FRANCÊS MEDEIROS, ex-prefeito de Cametá de 1993-1996 e citado como empresário em 2007.

FAMÍLIA MELO
Os Melo
. Vitorino Pedro de Mello, era oposicionista em Cametá, mas que aderiu ao republicanismo em 1891.
Os Alice de Melo e Silva
. BENEDICTO ALICE DE MELLO E SILVA, era comerciante em Cametá em 1889, na Proclamação da República do Brasil.
. JOAQUIM DE MELLO, que era membro em 1890 do Partido Democrata na Parochia de Nossa Snhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com outros democratas. Vide lista em Manoel Carlos Machado
Os Duarte de Melo
. VALERIANO DUARTE DE MELLO, era ferreiro em 1889 em Cametá, no ano da Proclamação da República do Brasil.. Citação: ANTONIO NOVAES na Proclamação da República era da oposição monárquica, mas que aderiu ao Partido Republicano democrático junto com: Antonio Novaes, Romualdo Furtado Cordeiro, Manoel dos Passos da Silva Lobo, Guilhermino Cardoso da Silva, Antonio Nicário da Veiga, João Baptista Pantoja, Joaquim José Martins, Ernestino de Oliveira Pantoja, Joaquim Prestes de Oliveira, Bastos Pedro Ferreira Bastos, Marciano Soares, Porfírio José Rodrigues de Farias, Ângelo Agnello da Costa, Dr. Ambrósio Philo-Creão, Raymundo Agnello da Costa Cotta, Adão Agnello da Costa Cotta, Raymundo Martins Bruno de Jesus, Valeriano Duarte de Mello e Silva, Vicente Ferreira Zagallo, Belmiro Manoel de Moraes.
Os Duarte de Melo e Silva

VALERIANO DUARTE DE MELLO E SILVA. Citação: ANTONIO NOVAES na Proclamação da República era da oposição monárquica, mas que aderiu ao Partido Republicano democrático junto com: Antonio Novaes, Romualdo Furtado Cordeiro, Manoel dos Passos da Silva Lobo, Guilhermino Cardoso da Silva, Antonio Nicário da Veiga, João Baptista Pantoja, Joaquim José Martins, Ernestino de Oliveira Pantoja, Joaquim Prestes de Oliveira, Bastos Pedro Ferreira Bastos, Marciano Soares, Porfírio José Rodrigues de Farias, Ângelo Agnello da Costa, Dr. Ambrósio Philo-Creão, Raymundo Agnello da Costa Cotta, Adão Agnello da Costa Cotta, Raymundo Martins Bruno de Jesus, Valeriano Duarte de Mello e Silva, Vicente Ferreira Zagallo, Belmiro Manoel de Moraes.
Os Melo Sacramento
. TERTULIANO MELLO SACRAMENTO, era sapateiro em 1889 em Cametá, no ano da Proclamação da República do Brasil.
Os E. de Mello e Silva
. CARLOS E. DE MELLO E SILVA, era barbeiro em Cametá em 1889, ano da Proclamação da República.
Os Melo e Silva
. D.EMÍLIA FRANCISCA DE MELLO E SILVA, era professora normalista em Cametá no 1889, ano da Proclamação da República.
. GELMIREZ DE MELO E SILVA, professora, poetisa, estudou com a antiga professora Lica Leão, em Cametá, e continuou o estudo primário com a professora Maria Cordeiro de Castro e transferiu-se para Belém, onde formou-se na 1ª turma de História da UFPA, tendo trabalhado como professora de Espanhol e em 1983 lançou o livro de poemas "Isóbaros".
Os Carmo de Melo
. MANOEL DO CARMO DE MELLO. Citação: Vogais na intendência de Joaquim Felippe de Siqueira Mendes, citados em 3/5/1900: Paulo Paes de Sousa Leão, Manoel do Carmo de Mello, Potenciano Monteiro da Costa, José Rodrgues Gomes, Joaquim Santiago de Farias.
Os Espírito Santo Melo e Silva
. JOÃO DO ESPÍRITO SANTO DE MELLO E SILVA, era comerciante em Cametá em 1889, na Proclamação da República do Brasil.
. VALERIANO DE MELLO E SILVA, foi um dos democratas de Cametá, junto com o Capitão Adolpho de Souza, Manoel dos Santos Mello, Antonio Joaquim da Cunha, Joaquim da Paz Malcher, Dr, João Siqueira, Tenente-Coronel Manoel Nunes de Mello, Capitão João Rodrigues Vieira, Capitão Carlos Edwirges, Valeriano de Mello e Silva, Joaquim Bastos, Raymundo José da Trindade, Ângelo Bazilio da Rocha, Joaquim da Costa Netto, Capitão Manoel de Vasconcelos Leão, Antonio Duarte Peres, Antonio Miguel da Veiga, Alferes José N. W. de Moraes, Potenciano Neves, Feliciano Bensabath, Alferes Manoel de Almeida, Mariano Juvêncio de Oliveira, Vicente Garcia, Amândio José Alves, Antonio Ferreira Cantão, Capitão Romualdo Cordovil, Avelino Xavier Alves, Raymundo M. B. de Jesus, Hilário da Veiga Thenório, Marianno de Vasconcelos, Antonio Gomes de Amorim, Calixto F. de Vasconcelos, Antonio Sepeda da Silva, Firma Franco Rodrigues e Cia. firma Pinto e Silva, que ajudaram financeiramente os democratas do Rio Grnade do Sul na Guerra dos Farrapos, entre 1893 e 1894.
Os Nunes de Melo
. JOAQUIM NUNES DE MELLO, era oposicionista em Cametá, mas que aderiu ao republicanismo em 1891. Citação: O Major ESTEVAM WANZELER D'ALBUQUERQUE, era dono de terras e escravos, vereador em Cametá que estava presidindo a Câmara Municipal em 1889 na Proclamação da República Brasileira, citado em 1891 como da oposição monárquica contra os republicanos e justamente, o Major Estevam Wanzeller d'Albuquerque, foi o presidente da última Câmara Municipal do Período Provincial em Cametá, que tinha como vereadores: Estevam Wanzeller de Albuquerque, Manuel Nunes de Mello, Agostinho de Almeida Lopes Godinho, Raimundo M. Bruno de Jesus, Luís Ferreira Alves de Carvalho Filho e João R. Martins, e o Major Estevam Wanzeller de Albuquerque deu posse, em sessão de 1/3/1890, secretariado por Alfredo Francisco Loureiro, deu posse ao 1º intendente nomeado em Cametá, o Padre Antonio Ferreira da Silva Franco.
. MANUEL NUNES DE MELLO, era vereador em Cametá, quando a Câmara Municipal estava sendo presidida por Estevam Wanzeller de Albuquerque em 1889 na Proclamação da República Brasileira, última Câmara Municipal do Período Provincial em Cametá, que tinha como vereadores: Manuel Nunes de Mello, Agostinho de Almeida Lopes Godinho, Raimundo M. Bruno de Jesus, Luís Ferreira Alves de Carvalho Filho e João R. Martins. O Tenente-Coronel MANUEL NUNES DE MELLO, era da oposição monárquica política no início da República, pelo Partido Liberal Monárquico e que passara para o Partido Democrata, em Cametá, junto com os abaixo citados e que ainda fez parte do diretório do PRD, e foi vereador em 1889 em Cametá e, o Tenente-Coronel Manoel Nunes de Mello, foi um dos democratas de Cametá, junto com o Capitão Adolpho de Souza, Manoel dos Santos Mello, Antonio Joaquim da Cunha, Joaquim da Paz Malcher, Dr, João Siqueira, Tenente-Coronel Manoel Nunes de Mello, Capitão João Rodrigues Vieira, Capitão Carlos Edwirges, Valeriano de Mello e Silva, Joaquim Bastos, Raymundo José da Trindade, Ângelo Bazilio da Rocha, Joaquim da Costa Netto, Capitão Manoel de Vasconcelos Leão, Antonio Duarte Peres, Antonio Miguel da Veiga, Alferes José N. W. de Moraes, Potenciano Neves, Feliciano Bensabath, Alferes Manoel de Almeida, Mariano Juvêncio de Oliveira, Vicente Garcia, Amândio José Alves, Antonio Ferreira Cantão, Capitão Romualdo Cordovil, Avelino Xavier Alves, Raymundo M. B. de Jesus, Hilário da Veiga Thenório, Marianno de Vasconcelos, Antonio Gomes de Amorim, Calixto F. de Vasconcelos, Antonio Sepeda da Silva, Firma Franco Rodrigues e Cia. firma Pinto e Silva, que ajudaram financeiramente os democratas do Rio Grnade do Sul na Guerra dos Farrapos, entre 1893 e 1894.
:
Adolpho Lemos de Sousa, Tenente-Coronel João Emiliano Lopes Correa, Tenente-Coronel Manuel Nunes de Mello e Agostinho Almeida Lopes Godinho.
Os Santos Melo
JOB DAS SANTOS MELO 
Era compositor e regente, nascido em Cametá no dia 12 de Janeiro de 1865, falecido em 10 de abril de 1933.
Job de Melo Foi regente da Filarmônica Carlos Gomes e da Banda Euterpe Cametaense. Organizou a Banda Municipal de Baião, dirigindo-a por muito tempo, tornou-se conhecido coma publicação de ‘O Malho’, editado no Rio de Janeiro em 1904, alem das  melodias: ‘Lamento, Redenção de Cametá e Mecânicos’. A conhecida valsa ‘Serment d’ Amor’, impressa na Alemanha e ate hoje se constitui em um grande sucesso. Compôs o dobrado ‘Senador Lemos’, e ‘diversos hinos sacros’. Também foi de sua autoria a valsa Isa, o samba ‘Minas Geais’ e o schottisch ‘Joaquina.
Fonte: luisperescameta.blogspot.com.br

. MANOEL DOS SANTOS DE MELO, foi um dos democratas de Cametá, junto com o Capitão Adolpho de Souza, Manoel dos Santos Mello, Antonio Joaquim da Cunha, Joaquim da Paz Malcher, Dr, João Siqueira, Tenente-Coronel Manoel Nunes de Mello, Capitão João Rodrigues Vieira, Capitão Carlos Edwirges, Valeriano de Mello e Silva, Joaquim Bastos, Raymundo José da Trindade, Ângelo Bazilio da Rocha, Joaquim da Costa Netto, Capitão Manoel de Vasconcelos Leão, Antonio Duarte Peres, Antonio Miguel da Veiga, Alferes José N. W. de Moraes, Potenciano Neves, Feliciano Bensabath, Alferes Manoel de Almeida, Mariano Juvêncio de Oliveira, Vicente Garcia, Amândio José Alves, Antonio Ferreira Cantão, Capitão Romualdo Cordovil, Avelino Xavier Alves, Raymundo M. B. de Jesus, Hilário da Veiga Thenório, Marianno de Vasconcelos, Antonio Gomes de Amorim, Calixto F. de Vasconcelos, Antonio Sepeda da Silva, Firma Franco Rodrigues e Cia. firma Pinto e Silva, que ajudaram financeiramente os democratas do Rio Grnade do Sul na Guerra dos Farrapos, entre 1893 e 1894.
Os de Oliveira Melo
LUZIA GENEROSA DE OLIVEIRA MELO  foi professora em Cametá no 1889, ano da Proclamação da República.
Os Tabatinga de Melo
.Manoel Tabatinga de Mello , era oposicionista em Cametá, mas que aderiu ao republicanismo em 1891.

FAMÍLIA MENDES
Os Mendes
. JOSÉ PEDRO MENDES, que era membro em 1890 do Partido Democrata na Parochia de Nossa Snhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com outros democratas. Vide lista em Manoel Carlos Machado

Os Mendes Cantão
BRÍGIDA MENDES CANTÃO. Citação: . BENJAMIM MALCHER DE SOUSA, foi membro da antiga Sociedade Beneficente e Artística Cametaense, junto com com outros antigos membros: Promotor Público Henrique lopes de Barros, Inspetor de Ensino Antonio Franco de Sá, farmacêutico Nicanor Philo-Creão, orador oficial  Lafayete Mendonça Correa, Isaac E. Benmuyal, Paulino Benedicto do Carmo e senhoras presentes: Luiza Redig Lopes, Isaura Correa de Souza, Brígida Mendes Cantão, Maria Sabba, Leopoldina Contente de Siqueira Mendes e o menino Deodoro Machado de Mendonça, citados em 1900 em um evento do clube.
Os Mendes Cantão de Barros
. ANTONIO JOAQUIM DE BARROS, português, comerciante, que foi dono do casarão histórico em Cametá, este datado do século 19. Antonio Joaquim era casado com a portuguesa Catharina Mendes Cantão de Barros e tiveram filhos. Antonio Joaquim era comerciante de borracha e compra e venda de outros gêneros em Cametá e como político era da corrente monarquista e republicana em 1889. Sua esposa Catharina faleceu em 02/11/1902, aos 33 anos de idade e Antonio Joaquim de Barros casou uma 2ª vez com Raimunda Lopes de Barros. Antonio Joaquim falece em 16/8/1930, com 73 anos de idade e seus bens fica dividido entre seus herdeiros, ficando o casrão histórico com Antonio Joaquim de Barros Júnior, este que casou com Albertina Contente de Barros, esta que faleceu e Antonio Joaquim Júnior casa uma 2ª vez com Clélia Contente de Barros.
CATHARINA MENDES CANTÃO DE BARROS, porTuguesa, esta falecida em 02/11/1902, com 33  anos de idade, 1ª esposa de Antonio Joaquim  de Barros, português.e com filhos. Vide acima em Antonio Joaquim de Barros.
A antiga Família Mendes, em Cametá, em 1825 mandou erigir a Igreja a Capela de Bom Jesus dos Aflitos (Capelinha). Essa família desdobrou-se em várias outras, entre as quais as tradicionais famílias Ferreira Lopes e Parijós. Vide essas famílias nesta postagem.
Os Mendes Ferreira Lopes
. Bernardim Mendes Ferreira Lopes, que foi o herdeiro dos donos da Capelinha de Bom Jesus dos Aflitos, em Cametá, que ficou sob seus cuidados por 50 anos até sua morte em 1970, Imagem que passou para as mãos de sua filha Maria Glácia Lopes Nogueira.
Os Mendes da Mata Resende
MARIA MENDES DA MATTA REZENDE  foi professora em Cametá no 1889, ano da Proclamação da República.
Os Mendes Pereira
. Juiz de Direito Dr. FRANCISCO MENDES PEREIRA, funcionário imperial, que em 1889 era Juiz de Direito em Cametá na Proclamação da República Brasileira.
Os Mendes da Silva Contente
FRANCISCO MENDES DA SILVA CONTENTE, Juiz de Paz do 3º Distrito em Cametá no 1889, ano da Proclamação da República.

Os Cyriaco Mendes
. RAYMUNDO CYRIACO MENDES, que era membro em 1890 do Partido Democrata na Parochia de Nossa Snhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com outros democratas. Vide lista em Manoel Carlos Machado
Os Leão Mendes
. MANOEL LEÃO MENDES, que era membro em 1890 do Partido Democrata na Parochia de Nossa Snhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com outros democratas. Vide lista em Manoel Carlos Machado
Os Lopes Mendes
. LOURENÇO LOPES MENDES, que era membro em 1890 do Partido Democrata na Parochia de Nossa Snhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com outros democratas. Vide lista em Manoel Carlos Machado

Os Siqueira Mendes
. JOAQUIM FELIPPE DE SIQUEIRA MENDES, tenente-coronel, era farmacêutico em Cametá em 1889, sobrinho do Cônego Manoel José de Siqueira Mendes, ex-vereador monarquista, ex-membro do Diretório do Partido Republicano Paraense, entrou na vida pública desde a década de 1870, foi vogal cassado e foi eleito futuro intendente, no início da Era Republicana em Cametá, que no ano de 1891 havia sido candidato ao Congresso do Estado pela União Patriótica, representada pelo PRD-Partido Republicano Democrático (da oposição), foi exonerado do cargo de vogal e em seu lugar nomeado José Evangelista Nogueira, e foi o 3º intendente em Cametá, com nome em praça na cidade. Vogais após a Proclamação da República Brasileira: Tenente-coronel Joaquim Felippe de Siqueira Mendes, Tenente-coronel José Antonio Ferreira de Souza, Alferes Raymundo Cordeiro de Castro, Alferes José Miguel belfort Lisboa, Alferes Porfírio Rodrigues de Oliveira e com a presença das seguintes autoridades na posse do 1º intendente de Cametá, o Padre Antonio Ferreira da Silva Franco:  Delegado de Polícia do termo da Cidade, Dr. Juiz de Direito da Comarca, Juiz Municipal da Comarca, Promotor Público da Comarca, Juízes de Paz dos Distritos e Subdelegados de Polícia dos Distritos. Vogais na intendência de Joaquim Felippe de Siqueira Mendes, citados em 3/5/1900: Paulo Paes de Sousa Leão, Manoel do Carmo de Mello, Potenciano Monteiro da Costa, José Rodrgues Gomes, Joaquim Santiago de Farias.
. Dr.JOAQUIM FRANCISCO DE SIQUEIRA MENDES era farmacêutico em Cametá no 1889, ano da Proclamação da República que posteriormente fora eleito Intende Municipal entre os anos de 1897-1900.
. JOSÉ FRANCISCO DE SIQUEIRA MENDES, citado em 1871 como membro fundador do Gabinete Literário, em Cametá. e que junto com Francisco Cardoso Lopes de Mendonça e que junto com Joaquim Pedro Correa de Freitas, José Francisco de Siqueira Mendes, Manuel Pedro de Alcântara foram fundadores da banda musical "Euterpe Cametaense" em 1874.

CÔNEGO MANOEL JOSÉ DE SIQUEIRA MENDES
Nasceu na cidade de Cameta no dia 06 de setembro de 1825
Foi matriculado no seminário Belém na administração do oitavo Bispo da Diocese, Dom Romualdo de Sousa Coelho onde se distinguiu com grande aproveitamento.
Foi secretario do Bispado por merecimento, nomeado para o cargo de Cônego presbítero da Catedral de Belem.
Foi lente de latim do Liceu Paraense e de Teologia Moral no Seminário, fundou em Belém do Pará o Colégio Santa Cruz e outro na sua cidade natal Cameta como o mesmo nome.
A atuação maior de Siqueira Mendes se fez na política, eleito varias vezes deputado a Assembléia Legislativa da Câmara dos Deputados, ocupou o cardo de Presidente da Província do Pará e em 1886, foi finalmente escolhido para ocupar o cargo de senador no império.
Siqueira Mendes, nunca esqueceu sua terra natal, assim como fundou o Colégio Santa Cruz em Cametá muito contribuiu quando deputado geral, para tornar realidade o projeto sempre esquecido da defesa de nossa cidade. Foi graças a seu esforço e providencia que se iniciou a construção do cais no ano de 1871, prolongando-se por dez anos, logo a seguir por volta de 1880, começaram as obras do velho paredão.
Também teve a idéia de realizar o calçamento das sarjetas para pedestres.
Acometido de uma grave enfermidade Siqueira Mendes Faleceu em Fortaleza no dia 06 de março de 1892.
SUA MEMÓRIA ESTA PERPETUADA
Em Cametá:
Com uma avenida “Siqueira” que corta dois bairros Brasilia e Santa Cônego Maria.
Seu busto esta entre os notáveis cametaenses na Praça dos Notáveis.
Em Belem:
A primeira rua de nossa capital leva o seu nome “Siqueira Mendes” no bairro da Cidade Velha.
Fonte-luisperescameta.blogspot.com.br
. Cônego MANOEL JOSÉ DE SIQUEIRA MENDES, nascido em 6/9/1825 e falecido em 6/3/1892, era filho do Major FRANCISCO JOSE DE SIQUEIRA MENDES e D. MARIA DO CARMO BRITO MENDES, e Manoel José de Siqueira Mendes estudou no Seminário Episcopal em Belém, recebeu as Ordens Sacras pelo Bispo D. José Afonso de Moraes Torres, que o nomeou como Secretário do Bispado do Pará, e em seguida o nomeaou como Cônego Plesbítero da Catedral de Belém, e foi Lente de Latim no Lyceu Paraense e lente de Teologia Moral no mesmo Seminário e fundou o Colégio Santa Cruz, posteriormente Colégio Paraense, foi membro do Partido Conservador, ainda no Império Brasileiro, foi eleito diversas vezes deputado na Assembléia Geral Legislativa e na Assembléia Provincial, onde fora eleito seu presidente e foi nomeado 1º Vice-Presidente da Província do Pará no 2º Reinado, sendo por 3 vezes seu administrador. Em Cametá fundou o Colégio Santa Cruz (1869-1876), e obteve recursos para a construção da cidade e para o Paço Municipal na década de 1870, e com a saúde já abalada foi para o Estado do Ceará, onde faleceu em 6/3/1892, em Fortaleza, Ceará.Cônego MANOEL JOSÉ DE SIQUEIRA MENDES, tio de Joaquim Felippe de Siqueira Mendes, conservador, que no em 1891 concorrera ao Senado do Estado, foi por tres vezes Vice-Presidente da Província do Pará e um dos religiosos mais influentes do 2º Império, conhecido por várias denominações entre as quais: "O Senhor Supremo da Amazônia"..
Os Contente de Siqueira Mendes
. LEOPOLDINA DE SIQUEIRA MENDES. Citação: . BENJAMIM MALCHER DE SOUSA, foi membro da antiga Sociedade Beneficente e Artística Cametaense, junto com com outros antigos membros: Promotor Público Henrique lopes de Barros, Inspetor de Ensino Antonio Franco de Sá, farmacêutico Nicanor Philo-Creão, orador oficial  Lafayete Mendonça Correa, Isaac E. Benmuyal, Paulino Benedicto do Carmo e senhoras presentes: Luiza Redig Lopes, Isaura Correa de Souza, Brígida Mendes Cantão, Maria Sabba, Leopoldina Contente de Siqueira Mendes e o menino Deodoro Machado de Mendonça, citados em 1900 em um evento do clube.

Os Siqueira Mendes Pinto
. JOAQUIM FELIPE DE SIQUEIRA MENDES PINTO (ou, Joaquim Siqueira), foi casado com MARIA LOPES VIANA DE SIQUEIRA...

FAMÍLIA MENDONÇA
Os Mendonça
. RAIMUNDO MENDONÇA, que adquiriu o antigo prédio que era de Joaquim Serrão de Castro Silva/Jajá Serrão em 1920.
Os de Mendonça
. Capitão HENRIQUE MENDONÇA, que foi do tempo do Ciclo da Borracha, início do século 20, que mandou construir um amplo bangalô através do mestre de obras João Lopes de Mendonça, seu irmão, e o Capitão Henrique de Mendonça tornou-se líder político partidário, que por ser adepto da República Velha, perdeu poderes e entrou em conflitos com os membros da nova ordem política nascente no Brasil. O Capitão Henrique de Mendonça mudou para Belém  nas 1ªs. décadas de 1920.
. JOSÉ HEITOR DE MENDONÇA, professor e advogado, foi membro do antigo Clube Artístico e Literário Cametaense, dono de jornal familiar e que, depois mudou o nome para jornal "Jornal de Cametá", no início do século 20, foi intendente municipal em Cametá de 1900 a 1912, no início da Era Republicana, tendo como secretário Alfredo Francisco Loureiro. Citação: . BENJAMIM MALCHER DE SOUSA, foi membro da antiga Sociedade Beneficente e Artística Cametaense, junto com com outros antigos membros: Promotor Público Henrique lopes de Barros, Inspetor de Ensino Antonio Franco de Sá, farmacêutico Nicanor Philo-Creão, orador oficial  Lafayete Mendonça Correa, Isaac E. Benmuyal, Paulino Benedicto do Carmo e senhoras presentes: Luiza Redig Lopes, Isaura Correa de Souza, Brígida Mendes Cantão, Maria Sabba, Leopoldina Contente de Siqueira Mendes e o menino Deodoro Machado de Mendonça, citados em 1900 em um evento do clube.
Os Mendonça Correa
. LAFAYETE MENDONÇA CORREA. Citação: . BENJAMIM MALCHER DE SOUSA, foi membro da antiga Sociedade Beneficente e Artística Cametaense, junto com com outros antigos membros: Promotor Público Henrique lopes de Barros, Inspetor de Ensino Antonio Franco de Sá, farmacêutico Nicanor Philo-Creão, orador oficial  Lafayete Mendonça Correa, Isaac E. Benmuyal, Paulino Benedicto do Carmo e senhoras presentes: Luiza Redig Lopes, Isaura Correa de Souza, Brígida Mendes Cantão, Maria Sabba, Leopoldina Contente de Siqueira Mendes e o menino Deodoro Machado de Mendonça, citados em 1900 em um evento do clube.
Os Cardoso Lopes de Mendonça
. FRANCISCO CARDOSO LOPES DE MENDONÇA, citado em 1871 como membro fundador do Gabinete Literário, em Cametá e que junto com Joaquim Pedro Correa de Freitas, José Francisco de Siqueira Mendes, Manuel Pedro de Alcântara foram fundadores da banda musical "Euterpe Cametaense" em 1874.
Os Lopes Correa de Mendonça
BASÍLIO LOPES CORREA DE MENDONÇA, dono de terras e Juiz de Paz do 3º Distrito em Cametá no 1889, ano da Proclamação da República.
Os Lopes Ribeiro de Mendonça
. ANTONIO LOPES RIBEIRO DE MENDONÇA, citação: Em 31/1/1890 faziam parte do Partido Democrata, em Cametá, os seguintes membros: Fortunato Braga, Fortunato João Braga, João José F. da Silva, Zeferino José de Miranda, Geraldo Antonio da Cruz, Cosme Pereira de Souza Coleho, Joaquim Felippe Coelho, Maximino José de Araújo Coelho, José Mariano Rodrigues Leão, João Gonçalves de Leão, João Arnaud da Conceição, João Augusto Correa Alves, Hilário Martins, Antonio Rodrigues Gomes, Rogerino Antonio da Costa, Floriano José da Cruz, Alfredo de Souza Pimentel, Manoel José Lopes Coelho, Domingos Martins Ribeiro, Domingos Lobato de Freitas, Manoel Gomes de Amorim, Marcellino Martins Paes, Francisco Pereira da Silva, Eusthachio Soares de Souza, Antonio Gomes de Amorim, Eutachio Marques Alves, Victor R. do Carmo, Jacob Francisco Paes, João Antonio da Costa Leal, Antonio Lopes Ribeiro de Mendonça e outros. 

Os Martins Lopes de Mendonça
. FRANCISCO MARTINS LOPES DE MENDONÇA, era vereador da Câmara em Cametá em 1888, ainda época da Escravatura e era comerciante em Cametá no 1889, ano da Proclamação da República.
Os Mendonça de Furtado
. Pedro Mendonça de Furtado, Mestre de campo, dono do Engenho Marauaru

. FRANCISCO MARTINS LOPES DE MENDONÇA, era comerciante em Cametá no 1889, ano da Proclamação da República.
Os Lopes de Mendonça
. Coronel FRANCISCO LOPES DE MENDONÇA, que foi herdeiro de um prédio histórico em Cametá, casado e com filhos.
. JOÃO LOPES DE MENDONÇA, citado em 1920, era  mestre de obras e líder político em Cametá  no início do século 20, irmão de Henrique de Mendnça, este citado acima, que teve seu bangalô construído no início do século 20 por seu irmão João Lopes de Mendonça, em Cametá.
Os Cardoso Lopes de Mendonça
. FRANCISCO CARDOSO LOPES DE MENDONÇA, citado em 1871 como membro fundador do Gabinete Literário, em Cametá e que junto com Joaquim Pedro Correa de Freitas, José Francisco de Siqueira Mendes, Manuel Pedro de Alcântara foram fundadores da banda musical "Euterpe Cametaense" em 1874.
Os M. Lopes de Mendonça
. Tenente-Coronel FRANCISCO M. LOPES DE MENDONÇA, que em 1889 era presidente do Conselho Municipal de Cametá.

Os Machado de Mendonça
Familia
Dr. DEODORO MACHADO DE MENDONÇA
Nasceu em Cametá no dia 23 de agosto de 1889, no sitio Santa Clara, era filho do Coronel Basílio Lopes Correa de Mendonça e dona Lidia Machado de Mendonça, fez o curso de humanidades no Colégio Paes de Carvalho. Diplomou-se em Direito em 1912, pela Faculdade de Direito do Pará e neste mesmo ano ingressou na política, como Oficial de Gabinete do Intendente de Belem Dr. Virgilio Martins Lopes de Mendonça, seu tio. Foi professor da Escola Normal e Intendente de Cameta no Período de 1921 a 1923, quando foi convidado pelo Governador Antonio Emiliano de Sousa Cantão para assumir o cargo de Secretario Geral do Estado, função que também exerceu nos governos de Dionísio Auser Bentes e José Carneiro da Gama Malcher, tendo assumido interinamente o governo do Estado em 1938.
Eleito deputado federal em 1928, perdeu o mandato com a vitoria da Revolução de 30. Em 1946, porem, com a implantação da Quarta Republica voltou vitorioso a Câmara dos Deputados, reelegendo-se em seguidas vezes nos anos de 1950, 1954 e 1958 sendo considerado o decano dos Deputados Federais.
Participou do Projeto da criação da SPEVEA, hoje SUDAM, da Federalização da Faculdade de Medicina do Pará, da Criação da Universidade Federal do Pará, e da mudança da Capital Federal do Rio de Janeiro para Brasília. Por seu intermédio o Colégio Nossa Senhora Auxiliadora de Cametá consegui repetidas verbas para a construção de seu prédio atual.
Em 1922 Cametá sob o seu governo comemorou com grande pompa o Centenário da Independência do Brasil, festejos que se programaram intensamente do dia 7 a 10 de setembro daquele ano.
Orador fluente, político hábil e inteligente o ilustre cametaense era considerado um dos melhores oradores do estado do Pará em sua época.
Citação: . BENJAMIM MALCHER DE SOUSA, foi membro da antiga Sociedade Beneficente e Artística Cametaense, junto com com outros antigos membros: Promotor Público Henrique lopes de Barros, Inspetor de Ensino Antonio Franco de Sá, farmacêutico Nicanor Philo-Creão, orador oficial  Lafayete Mendonça Correa, Isaac E. Benmuyal, Paulino Benedicto do Carmo e senhoras presentes: Luiza Redig Lopes, Isaura Correa de Souza, Brígida Mendes Cantão, Maria Sabba, Leopoldina Contente de Siqueira Mendes e o menino Deodoro Machado de Mendonça, citados em 1900 em um evento do clube.
O Dr. Deodoro Machado de Mendonça faleceu em Belem do Para em sua residência no dia 16 de agosto de 1968 aos 79 anos de idade.
SUA MEMÓRIA ESTA PERPETUADA
Em Cametá:
Rua Deodoro de Mendonça no Bairro Novo
Seu busto esta entre os notáveis cametaenses na Praça dos Notáveis
Em Belém:
Escola Estadual Deodoro de Mendonça
. Coronel BAS[ILIO LOPES CORREA DE MENDON;A, casado com dona L[idia Machado de mendon;a, no antigo S[itio Santa Clara, pais de Deodoro Machado de Mendon;a.
. Doutor VIRG[ILIO MARTINS LOPES DE MENDON;A, que foi Intendente de Bel[em, citado em 1912, tio de Deodoro Machado de Mendon;a, sendo este Oficial de Gabinete do referido intendente
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FAMÍLIA MENEZES
Os Lopes de Menezes
. Juiz Municipal Dr. ANTONIO LOPES DE MENEZES, funcionário do Império, que em 1889 era Juiz Municpal em Cametá na Proclamação da República Brasileira.

FAMÍLIA MERCÊS.
. Juiz de Direito Dr. FRANCISCO MENDES PEREIRA, que em 1889 era Juiz de Direito em Cametá na Proclamação da República Brasileira.
Os das Mercês
. Romualdo Antonio das Mercez, era oposicionista em Cametá, mas que aderiu ao republicanismo em 1891.
Os das Mercês Tavares
PADRE PRUDÊNCIO JOSÉ DAS MERCÊS TAVARES
Nasceu no município de Cameta na Localidade de Acapuquara, hoje pertencente ao município de Cametá no dia 04 de Setembro de 1809, era filho de Felippe Santiago Pereira Tavares e Isabel Francisca da Conceição.
Prudêncio iniciou seus estudos com o seu tio Romão. Logo que recebeu os primeiros ensinamentos seus pais o enviaram para a cidade de Cametá, afim de estudar latim com o padre Jose Boaventura da Silva vigário da paróquia. Aos 16 anos tomou o rumo de Belem onde estudou no Seminário Episcopal, o único estabelecimento de ensino superior existente naquela época no estado.
Embora a sua carreira vocacional pela carreira militar abraçou a eclesiástica por motivos alheios a sua vontade.
Sua primeira missa ele rezou na cidade de Cametá onde fixou residência
Exerceu também a função de segundo Juiz de Paz, tendo, no evento da Cabanagem assumido o exercício de primeiro Juiz de Paz.
Enérgico embora generoso organizou a resistência contra os revoltosos cabanos, que céleres, se aproximavam de nossa cidade. Organizando trincheiras, organizando tropas, formou barricadas, organizou a defesa do litoral. A fiscalização era feita por ele mesmo, demonstrando assim a sua alta capacidade de de organização
Padre Prudêncio, foi nomeado pelo Marechal Francisco José de Sousa Soares como chefe cível e comandante geral da tropa destinada a garantir a ordem publica em Cametá, Oeiras, Melgaço e Portel.
Por diversas vezes foi eleito deputado provincial e juiz de paz.
Graças à inteligência e coragem e elevado espírito de organização de padre Prudêncio, Cameta foi à única localidade do estado onde os rebeldes não conseguiram penetrar, daí o Titulo Honroso de Cidade Invicta.
SUA MEMÓRIA ESTA PERPETUADA
Em Cametá
Seu nome e lembrado na “Praça Padre Prudêncio”, em frente ao Hospital Santa Luiza de Marilac
Seu busto esta entre os Notáveis Cametaenses na Praça dos Notáveis.
Em Belem:
Travessa Padre Prudêncio no bairro da Campinha.
. FELIPPE SANTIAGO PEREIRA TAVARES, casado com Isabel Francisca da Concei;'ao, pais de Prudêncio José das Mercês Tavares, antigos residentes da localidade Acapuquara na ent'ao Vila de Camet[a.
. ROMÃO, tio do Padre Prud"encio Jos[e das Merc"es Tavares 
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. Padre Prudêncio das Mercês Tavares, grande nome histórico no Pará, com origem em Cametá, que nessa localidade, durante a "Revolta da Cabanagem", portou-se como um verdadeiro comandante militar, líder anti-cabano que conseguiu resistir à invasão dos revoltosos de 1835 a 1836 e que, pelo fato, ganhou projeção na História do Pará, chamado "Coronel de Batina", em epopéia que deu o título à Cametá de "Cidade Invicta". e com nomes em ruas de Belém e outras localidades paraenses.
Os Cyríaco das Mercês
. JOAQUIM CYRÍACO DAS MERCÊS, era oposicionista em Cametá, mas que aderiu ao republicanismo em 1891.
Os Pereira da Mercês
. PEDRO PEREIRA DAS MERCÊS, era oposicionista em Cametá, mas que aderiu ao republicanismo em 1891.
Os Rodrigues das Mercês
. RAYMUNDO PROCÓPIO RODRIGUES DAS MERCÊS, citado como membro,em 1890, do Partido Democrata na Parochia de Nossa Snhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt e outros democratas. Vide lista em Raymundo Furtado de Moraes.

FAMÍLIA MINDELO
Os B de Araújo Mindelo
. BENEDITO B D'ARAUJO MINDELLO, foi escrivão em Cameta no 1889, ano da Proclamação da República.

FAMÍLIA MIRANDA
Os de Miranda
. ZEFERINO JOSÉ DE MIRANDA, citação: Em 31/1/1890 faziam parte do Partido Democrata, em Cametá, os seguintes membros: Fortunato Braga, Fortunato João Braga, João José F. da Silva, Zeferino José de Miranda, Geraldo Antonio da Cruz, Cosme Pereira de Souza Coleho, Joaquim Felippe Coelho, Maximino José de Araújo Coelho, José Mariano Rodrigues Leão, João Gonçalves de Leão, João Arnaud da Conceição, João Augusto Correa Alves, Hilário Martins, Antonio Rodrigues Gomes, Rogerino Antonio da Costa, Floriano José da Cruz, Alfredo de Souza Pimentel, Manoel José Lopes Coelho, Domingos Martins Ribeiro, Domingos Lobato de Freitas, Manoel Gomes de Amorim, Marcellino Martins Paes, Francisco Pereira da Silva, Eusthachio Soares de Souza, Antonio Gomes de Amorim, Eutachio Marques Alves, Victor R. do Carmo, Jacob Francisco Paes, João Antonio da Costa Leal, Antonio Lopes Ribeiro de Mendonça e outros. 

Os B. de Miranda
SESÍNIO JOSÉ B. MIRANDA, citado como alfaiate em Cametá em 1889, ano da Proclamação da República do Brasil.
FAMÍLIA MOCBEL
. ALBERTO MOIA MOCBEL, que junto com o Mestre Cupijó e outros, criaram o “Concurso de Música Carnavalescas de compositores cametaense”, foi escritor com muitos livros publicados.
FAMÍLIA MOIA
Os Moia Mocbel
. ALBERTO MOIA MOCBEL, que junto com o Mestre Cupijó e outros, criaram o “Concurso de Música Carnavalescas de compositores cametaense”, foi escritor com muitos livros publicados.

FAMÍLIA MONTEIRO
Os Monteiro
. Joana Peres, filha de João Monteiro, este que foi dono do "Palacete Azul", em Cametá
. Romeu Peres, patriarca da Família Peres em Cametá que transformou o prédio Histórico Residência dos Peres em uma casa comercial para venda de produtos e bebidas com o nome de Bar São João. Esse prédio pertenceu a João dos Santos e Pedro Monteiro dos Santos, que foram os primeiros proprietários de uma residência histórica, em Cametá, prédio que vem do anos de 1870, no tempo da "Belle Epoquè",  que passou para a filha de João dos Santos e, em seguida, para o Sr. Romeu Peres, período em que uma das residências gêmeas foi demolida, pois eram duas residências iguais que faziam parte do acervo arquitetônico histórico de Cametá.
. João Monteiro, pai de Joana Peres, que foi dono do "Palacete Azul", em Cametá
. Gerson Peres, que está a longos anos militando na vida política paraense, que ocupou cargos de deputado estadual, deputado federal  (ema vários mandatos) e até os dias atuais (10/2/1916) ainda ocupa cargos políticos.
Monteiro e Filho
. Firma Monteiro e Filho, firma de marchantes no ano de 1889, ano da Proclamação da República do Brasil.
. Nelson Monteiro
. Torquato Antonio Monteiro, era oposicionista em Cametá, mas que aderiu ao republicanismo em 1891.
Os Monteiro da Costa
. POTENCIANO MONTEIRO DA COSTA, Juiz de Paz em Cametá no 1889, ano da Proclamação da República. Citação: . PAULO PAES DE SOUSA LEÃO. Citação: Vogais na intendência de Joaquim Felippe de Siqueira Mendes, citados em 3/5/1900: Paulo Paes de Sousa Leão, Manoel do Carmo de Mello, Potenciano Monteiro da Costa, José Rodrgues Gomes, Joaquim Santiago de Farias.
Os Monteiro dos Santos
. FRANCISCO MONTEIRO DOS SANTOS, era coletor de rendas na véspera da Proclamação da República em Cametá, citado em 1891 com da oposição política monárquica contra os republicanos, em Cametá.
. JERÔNIMO MONTEIRO DOS SANTOS, era dono de terras em Cametá em 1889, na Proclamação da República do Brasil. e Juiz de Paz em Cametá no 1889.
. , JOÃO MONTEIRO DOS SANTOS, era dono de restaurante e marchante em Cametá em 1889, na Proclamação da República do Brasil. e Juiz de Paz em Cametá no 1889.
Os Barradas Monteiro
. José Barradas Monteiro, citado em 1891 como da oposicão monárquica, contra os republicanos, em Cametá.

FAMÍLIA MORAES
Os de Moraes
. CORDOLINO DE MORAES, Citado como membro,em 1890, do Partido Democrata na Parochia de Nossa Snhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt e outros democratas. Vide lista em Raymundo Furtado de Moraes.

. . BELMIRO MANOEL DE MORAES, citação: VALERIANO DUARTE DE MELLO E SILVA na Proclamação da República era da oposição monárquica, mas que aderiu ao Partido Republicano democrático junto com: Antonio Novaes, Romualdo Furtado Cordeiro, Manoel dos Passos da Silva Lobo, Guilhermino Cardoso da Silva, Antonio Nicário da Veiga, João Baptista Pantoja, Joaquim José Martins, Ernestino de Oliveira Pantoja, Joaquim Prestes de Oliveira, Bastos Pedro Ferreira Bastos, Marciano Soares, Porfírio José Rodrigues de Farias, Ângelo Agnello da Costa, Dr. Ambrósio Philo-Creão, Raymundo Agnello da Costa Cotta, Adão Agnello da Costa Cotta, Raymundo Martins Bruno de Jesus, Valeriano Duarte de Mello e Silva, Vicente Ferreira Zagallo, Belmiro Manoel de Moraes.
. FERNANDO JOSÉ DE MORAES, que era membro em 1890 do Partido Democrata na Parochia de Nossa Snhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com outros democratas. Vide lista em Manoel Carlos Machado


Família
ORLANDO DE MORAES
Poeta e jornalista nascido em Cameta no dia 19 de julho de 1898, viveu a maior parte de sua mocidade em sua terra natal, dedicando-se a natação e ao futebol na fase áurea da implantação dessas modalidades esportivas em nossa cidade, no período de 1920 a 1925. Colaborou nos jornais de então “O Radical e a Ordem”,
Transferiu-se para Belem do Pará passou a exercer suas atividades no jornal a Província do Pará, e foi redator do Jornal o Estado do Pará, na Campanha Revolucionaria de 1930. Exerceu o cargo de Secretario da Prefeitura de Belem nas administrações de Abelardo Conduru e Alcino Cancela.
Orlando Moraes publicou os livros livros de poesias “Folhas ao Vento e Mão d’agua” .
FALECEU NO Rio de Janeiro no dia 6 de de junho de 1968.
Fonte: luisperescameta.blogspot.com.br

. Promotor Público ARTHUR CARLOS DE MORAES, que em 1889 era promor Público da Comarca de Cametá e citado em 1891 como oposicionista monárquico, contra os republicanos.
. BELMIRO MANOEL DE MORAES, foi escrivão do Coronel Carlos Eusébio de Moraes, este que era coletor das Rendas do Estado em Cameta, no 1889, ano da Proclamação da República.

. Coronel CARLOS EUSÉBIO DE MORAES, coletor geral em Cameta no 1889, ano da Proclamação da República, citado em 1890 e em 1891 era oposicionista monárquico aos republicanos, em Cametá, pelo Partido Republicano Democrático-PRD, mas que aderiu ao republicanismo, sendo membro do Diretório do Partido Republicano, em Cametá.

. PEDRO JOSÉ DE MORAES, que era membro em 1890 do Partido Democrata na Parochia de Nossa Snhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com outros democratas. Vide lista em Manoel Carlos Machado

. VENÂNCIO ERICO DE MORAES, que era membro em 1890 do Partido Democrata na Parochia de Nossa Snhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: outros democratas. Vide lista em Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt.

Os Moraes Bitencourt
. Domingos de Moraes Bittencourt, era oposicionista em Cametá, mas que aderiu ao republicanismo em 1891.
Os de Moraes Bitencourt
GENTIL AUGUSTO DE MORAES BITTENCOURT
Nascido em Carapajó, município de Cametá no dia 22 de setembro de 1847 filho do Major Jose Justiniano de Moraes Bittencourt e doma Maria do Carmo Moraes Bittencourt.
Formado em Direto pela pela Faculdade de Olinda Pernambuco em 1873 e não pela faculdade da Bahia consoante foi publicado por ocasião de sua morte no dia 29 de março de 1924.
Na sua volta ao estado do Pará exerceu vários cargos públicos importantes, destacando-se já no Regime Republicano, por três vezes de intendente de Belem e também por três vezes o de Juiz Seccional, desembargador e presidente do Tribunal de Justiça. Ele era casado com dona Francisca Almeida Bittencourt.
Como terceiro vice-governador nomeado pelo Generalissimo Deodoro, assumiu a chefia do estado no período de 07.02. a 25.03.1891, em virtude da renuncia do titular Juste Leite Chermont. Nomeado Ministro das Relações Exteriores, foi eleito vice- governador pelo Congresso Legislativo do Estado em 23.06.1891, função que exerceu ate 01.02.1897, tendo inúmeras vezes substituído o Titular Lauro Sodré.
Republicano histórico e quase esquecido nas paginas da historia do Pará o Dr. Gentil Bittencourt teve o privilegio de ser o primeiro candidato do Club Republicano do Pará, conforme Circular de 22.05.1886 assinado pelo diretório constituído pelos doutores Jose Paes de Carvalho, Justo Leite Chermont, Barjona de Miranda e do Comerciante Jose Rodrigues Duarte Bentes, onde se lê: apresentando o seu candidato a vereador na próxima eleição de primeiro de julho” O nosso candidato e o Dr. Gentil Augusto Moraes Bittencourt”.
Gentil Bittencourt não foi eleito a Câmara Municipal de Belem mais deixou a mossa de sua fibra e sua luta pela implantação do Regime Republicano.
Gentil Bittencourt foi um grande estimulador da educação no estado do Para e teve a grande influencia para a construção de um colégio particular que foi construído em Belém do Pará e leva o seu nome.
SUA MEMÓRIA ESTA PERPETUADA
Em Cametá:
Sue busto esta entre os notáveis cametaenses na Praça dos Notáveis.
Av. Gentil Bittencourt, no Bairro Central.
Em Belem:
Colégio Gentil Bittencourt, onde fica a imagem peregrina de Nossa Senhora de Nazaré.
Uma das mais bonitas e frondosas ruas nossa capital Av. Gentil Bittencourt, no bairro dede Nazaré.

. Major JOSÉ JUSTINIANO DE MORAES BITTENCOURT, casado com Maria do Carmo Moraes Bittencourt, pais de Gentil Augusto de Moraes Bittencourt.
. FRANCISCA ALMEIDA BITTENCOURT, esposa de Gential Augusto de Moraes Bittencourt.
Fonte-luisperescameta.blogspot.com.br
. GENTIL AUGUSTO DE MORAES BITTENCOURT, foi, junto com IGNÁCIO BAPTISTA DE MOURA, Luiz Demétrio Juvenal de Moura, Joaquim Thimoteo da Paz Malcher, um dos difusores dos ideais republicanos em Cametá e no Pará.

. Capitão HILÁRIO CARLOS DE MORAES BITTENCOURT, que era membro em 1890 do Partido Democrata na Parochia de Nossa Snhora do Carmo do Tocantins, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt, Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt, Capitão Agnello José de Oliveira, Leoncio José d'Oliveira, Félix Ferreira Ribeiro, Horácio Estácio Wanzeller, José Antonio Pinheiro, José Cardoso da Silva Coimbra, Ivo Manoel Vicente. Luiz Antonio do Carmo, Venâncio Erico de Moraes, João de Deus e Silva, Porphirio da Conceição, Plácido Antonio do Nascimento, João Roberto dos Santos, Manoel Romão dos Santos, Manoel Carlos Machado, Pedro José de Moraes, Euzébio Emílio Marcêncio, Manoel Francisco Ribeiro, Gregório Ferreira Ribeiro, Manoel Joaquim dos Santos, Joaquim Pedro Xavier Alves, Clemente Xavier da Cruz, Martiniano Martins da Cruz, Francisco Antonio Machado, Raymundo José Gomes, Fernando José de Moraes, João delgado Estumano, Antero José do Nascimento, Raymundo Antonio da Cruz, Manoel Gonçalves Pinto, Romualdo Ferreira Ribeiro, João Lima Beckman, Joaquim de Mello, Elias henrique de Lima, Isaac Benassuly, Manoel dos Passos Lobo, Manoel Wanzeller de Moraes, Lourenço Lopes Mendes, Estevão Gomes, Raymundo Cyriaco Mendes, Manoel leão Mendes, José Pedro Mendes, Silvino Ponciano Martins, Antonio Rosa da Costa, Joaquim Castro Valente, Antonio Castro Valente, João Gonçalves Pinto Sobrinho, Feliciano Luiz Barbosa, Matheus Martins Estumano, Jacob Obadri, Jaime Obadri, Manoel Felippe Nery, Marcelino de Souza Paes, Clarindo da Cruz, Jorge Coelho, Firmo Antonio Bahia, Antonio José Gomes, Miguel Estuamano, Manoel Alfredo Rodrigues, Thomé Pedro Beckman, José Rodrigues de Nazareth, que em 1890 era membro do Partido Democrata, da Parochia N.S. do Carmo, : Raymundo Furtado de Moraes, Raymundo Pinheiro de Barros, Francisco Ignacio Machado, Manoel Gonçalves Pinto, João da Cruz Villa-Real, Juvenal Augusto da Costa Moraes, Manoel José Rodrigues Villa-Real, Pedro Manoel Valente, Manoel José Ferreira, Manoel do Nascimento do Carmo, Antonio Felippe Nery, Cordolino de Moraes, Manoel José Pinheiro, Raymundo do Carmo Machado, Eduardo Augusto de Barros, Raymundo Estumano Francisco Xavier Gomes, Benedicto Américo de Carvalho, Manoel Antonio Fiel, Raymundo Procópio Rodrigues das Mercês, Manoel Cypriano Rodrigues, Manoel Antonio maia, Américo de Alcântara, Thomaz Gomes, Joaquim Garcia Bahia, Elias José Bahia, Domingos de Almeida,  José Raymundo de Freitas, Raymundo da Trindade, Narcizo Martiniano, Belmiro Antonio da Cruz, Feliciano d'Oliveira Costa, Francisco da Trindade, Martinho José dos Reis, Domingos José Portilho, João Martins Bahia, Manoel da Cruz Sobrinho, Marcos bahia dos Reis, Bazílio dos Reis, Benedicto Antonio da Cruz, Raymundo de Souza Bahia, Benedicto Rosa de Jesus Gaia, Manoel Francisco da Gaia, Abel de Oliveira da Costa, Domingos Martins Bahia, Manoel da Cruz da Gaia, Raymundo Cotta da Gaia, Mariano Antonio da Cruz, Florêncio Bittencourt, Alexandre Pompeu, Manoel Gonçalves de Moraes, Manoel Pedro dos Santos, João Raimundo Rodrigues, Manoel Francisco da Cruz, João Luiz da Cruz, Manoel Cândido da Cruz, José Vicente da Cruz, José Pinheiro Gomes, Honório M. de Moraes, José Felício Ramos, Gracindo Rodrigues, João Ferreira Ribeiro, Antonio Silva Lobo, Manoel da Silva Pinheiro, João Américo Cardoso, José Antonio Fonseca, Silvestre Pedro Beckman, Sebastião Rodrigues de Nazareth, João Felippe Nery, Avelino Machado de Barros, Francisco Ribeiro, sendo que muitos desses eram estrangeiros.
Os de Moraes do Nascimento
. FERMINO ANTONIO DE MORAES NASCIMENTO, que era oposicionista em Cametá, mas que aderiu ao republicanismo em 1891.
Os Moraes Pinto
. BENEDITA CELESTE DE MORAES PINTO, citada em 2007 como professora doutora da UFPA- Campus Universitário do Tocantins, em Cametá.
Os C. Moraes
. ARISTIDES C. MORAES, citado em 1891 da oposicão monárquica, contra os republicanos, em Cametá.
Os da Costa Moraes
. JUVENAL AUGUSTO DA COSTA MORAES, Citados como membro s,em 1890, do Partido Democrata na Parochia de Nossa Snhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt e outros democratas. Vide lista em Raymundo Furtado de Moraes.

Os Furtado de Moraes
. RAYMUNDO FURTADO DE MORAES, que em 1890 era membro do Partido Democrata, da Parochia N.S. do Carmo, em Cametá, junto com: Raymundo Furtado de Moraes, Raymundo Pinheiro de Barros, Francisco Ignacio Machado, Manoel Gonçalves Pinto, João da Cruz Villa-Real, Juvenal Augusto da Costa Moraes, Manoel José Rodrigues Villa-Real, Pedro Manoel Valente, Manoel José Ferreira, Manoel do Nascimento do Carmo, Antonio Felippe Nery, Cordolino de Moraes, Manoel José Pinheiro, Raymundo do Carmo Machado, Eduardo Augusto de Barros, Raymundo Estumano Francisco Xavier Gomes, Benedicto Américo de Carvalho, Manoel Antonio Fiel, Raymundo Procópio Rodrigues das Mercês, Manoel Cypriano Rodrigues, Manoel Antonio maia, Américo de Alcântara, Thomaz Gomes, Joaquim Garcia Bahia, Elias José Bahia, Domingos de Almeida,  José Raymundo de Freitas, Raymundo da Trindade, Narcizo Martiniano, Belmiro Antonio da Cruz, Feliciano d'Oliveira Costa, Francisco da Trindade, Martinho José dos Reis, Domingos José Portilho, João Martins Bahia, Manoel da Cruz Sobrinho, Marcos bahia dos Reis, Bazílio dos Reis, Benedicto Antonio da Cruz, Raymundo de Souza Bahia, Benedicto Rosa de Jesus Gaia, Manoel Francisco da Gaia, Abel de Oliveira da Costa, Domingos Martins Bahia, Manoel da Cruz da Gaia, Raymundo Cotta da Gaia, Mariano Antonio da Cruz, Florêncio Bittencourt, Alexandre Pompeu, Manoel Gonçalves de Moraes, Manoel Pedro dos Santos, João Raimundo Rodrigues, Manoel Francisco da Cruz, João Luiz da Cruz, Manoel Cândido da Cruz, José Vicente da Cruz, José Pinheiro Gomes, Honório M. de Moraes, José Felício Ramos, Gracindo Rodrigues, João Ferreira Ribeiro, Antonio Silva Lobo, Manoel da Silva Pinheiro, João Américo Cardoso, José Antonio Fonseca, Silvestre Pedro Beckman, Sebastião Rodrigues de Nazareth, João Felippe Nery, Avelino Machado de Barros, Francisco Ribeiro.
Os Gonçalves de Moraes
. MANOEL GONÇALVES DE MORAES, citado como membro,em 1890, do Partido Democrata na Parochia de Nossa Snhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt e outros democratas. Vide lista em Raymundo Furtado de Moraes.
Os M. de Moraes
. HONÓRIO M. DE MORAES, citado como membro,em 1890, do Partido Democrata na Parochia de Nossa Snhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt e outros democratas. Vide lista em Raymundo Furtado de Moraes.
Os N. W. de Moraes


. Alferes N. W. DE MORAES, foi um dos democratas de Cametá, junto com o Capitão Adolpho de Souza, que ajudaram financeiramente os democratas do Rio Grnade do Sul na Guerra dos Farrapos, entre 1893 e 1894. Vide Valeriano de Mello e Silva.
Os Wanzeler de Moraes
. JOSÉ NARCISO WANZELER DE MORAES, que em 1889 era suplente do Delegado Romualdo F. Cordovil, na Proclamação da República do Brasil, e era oposicionista monárquico em Cametá, mas que aderiu ao republicanismo em 1891.
. MANOEL WANZELER DE MORAES, que era membro em 1890 do Partido Democrata na Parochia de Nossa Snhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com outros democratas. Vide lista em Manoel Carlos Machado

FAMÍLIA MOREIRA
. AGENOR MOREIRA, que adquiriu o prédio histórico dos Alves, no caso Miguel Alves, este Neto de Simão, conforme citação:
"Miguel Alves, este sobrinho de Simeão Félix Alves, que venderam o prédio  histórico dos Alves, em Cametá,  para Agenor Moreira, este tradicional comerciante, marítimo e empresário em Cametá.
Simeão Félix Alves, avô de Miguel Alves, e Simão adquiriu a residência da Família Moreira, em Cametá, no início do século 20, e Simão Félix Alves, após a "crise da borracha", mudou-se para a capital Belém, vendendo o prédio para seu sobrinho Miguel Alves, e este reformulou o dito prédio em 1932, que abrigou o comércio de compra e venda de andiroba, ucuúba e outros produtos que industrializava em sua fábrica de sabão que funcionava no casarão. Simão é citado acima em Miguel Alves.
Simeão Félix Alves, sobrinho de Miguel Alves, que venderam o prédio  histórico dos Alves (no caso Miguel Alves), em Cametá,  para Agenor Moreira, este tradicional comerciante, marítimo e empresário em Cametá.
Simeão Félix Alves, citado acima em Miguel Alves".
. Manoel Antonio Moreira
Os Moreira da Silva
. BENJAMIM MOREIRA DA SILVA, era músico em 1889 em Cametá, no ano da Proclamação da República do Brasil.

FAMÍLIA MORENO
Os Moreno
. Bené Moreno, que foi antigo fotógrafo em Cametá.
MARCOLINO D'ALMEIDA MORENO, que em 1889, na Proclamaçãi da República,  era suplente do subdelegado José do Rego e Silva, em Cametá.
FAMÍLIA MOURA
Os de Moura
. NICOLAU JOAQUIM DE MOURA, era sapateiro em 1889 em Cametá, no ano da Proclamação da República do Brasil.

. INÁCIO MOURA, homenageado com dobrado de Vicente Serrão de Castro, este músico e compositor musical pai de Vicente Serrão de Castro Filho.
Os Batista de Moura
Dr. INÁCIO BATISTA DE MOURA
Era engenheiro, professor escritor, poeta, jornalista e orador, nascido em Cametá no dia 31 de julho de 1857 e faleceu em Belém do Pará no dia 25 de fevereiro de 1929.
Formado pela escola Politécnica do Rio de Janeiro tornou-se Engenheiro Civil em 1882, aos 25 anos de idade. Planejou e iniciou a construção da Estrada de Ferro de Bragança. Professor Emérito, muito querido e estimado pelo seus alunos, poeta de fina inspiração, autor do celebre soneto ‘O Trabalho’. Também publicou os seguintes livros: ‘De Belem a São João do Araguaia – Vale do Tocantins – Sur Le Progres de I’Amazonia e sur ses Insiens, A Exposição Artística e Industrial de Liceu Benjamim Constant, Anuário de Belém e outros mais.
Membro fundador da Academia Paraense de Letra e do Instituto Histórico e Geográfico do Pará Cuja cadeira numera 21 perpetua a sua memória e que também foi Ocupada por outro cametaense e ilustre, o Dr. Wictor Tamer.
Deputado estadual por varias legislaturas o Dr. Inácio Moura, em Cametá em 1913 foi o orador principal quando foi cravada a primeira estaca da construção da ferrovia Cameta x Alcobaça, hoje Tucurui que infelizmente não prosseguir.
De seu conhecido Soneto “O Trabalho”, tem força profética esses versos ‘E das mãos calorosas do operário / que a estatua do progresso ha de surgir’. Inácio Moura fez para o luar de Cameta a parodia ‘O luar de Paquetá’ ele era de uma inteligência fulgurante e faleceu aos 72 anos de idade.
SUA MEMÓRIA ESTA PERPETUADA
Em Cametá:
Avenida Inácio Moura que liga o centro ao balneário da Aldeia
Um Medalhão com seu busto na Praça dos notáveis
Em Belem:
Na Academia Paraense de Letra a Cadeira de Numero 21
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. IGNÁCIO BAPTISTA DE MOURA, foi escritor em Cametá e, junto com Luiz Demétrio Juvenal de Moura, Gentil Augusto de Moraes Bittencourt, Joaquim Thimoteo da Paz Malcher, um dos difusores dos ideais republicanos em Cametá e no Pará.
Os Marques de Moura
. JOÃO MARQUES DE MOURA, era comerciante em Cametá em 1889, na Proclamação da República do Brasil. e Juiz de Paz em Cametá no 1889.

FAMÍLIAS N
Os N
Os N. W. de Moraes
. Alferes N. W. DE MORAES, foi um dos democratas de Cametá, junto com o Capitão Adolpho de Souza, que ajudaram financeiramente os democratas do Rio Grnade do Sul na Guerra dos Farrapos, entre 1893 e 1894. Vide Valeriano de Mello e Silva.
FAMÍLIA NALUÇA
. Francisco Naluça:
. Manoel de Jesus Gaia, que adquiriu o casarão do início do século 20 do Sr. Francisco Naluça em 1960 e esse casarão nas mãos de Manoel de Jesus Gaia e Francisca Estumano Gaia, que na década de 1970 montaram a "Lavanderia Tocantins", e que na década de 1980 funcionou o "Cerpa Bar" e a partir da década de 1990 abrigou o "Bar do Gato", este com a gerência do filho de Manoel de Jesus Gaia, Flavio Gaia, alem do "Escritório de Contabilidade de Benedito Cunha.

FAMÍLIA NASCIMENTO
Os Nascimento
. CRHRYSTIAN NASCIMENTO, engenheiro-técno em Cametá.
Os de Moraes do Nascimento
. Fermino Antonio de Moraes do Nascimento, era oposicionista em Cametá, mas que aderiu ao republicanismo em 1891.
Os do Nascimento
. PLÁCIDO ANTONIO DO NASCIMENTO, que era membro em 1890 do Partido Democrata na Parochia de Nossa Snhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com outros democratas. Vide lista em Hilário Carlos de Moraes Bittencourt.
Os do Nascimento do Carmo
. MANOEL DO NASCIMENTO DO CARMO, Citado como membro,em 1890, do Partido Democrata na Parochia de Nossa Snhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt e outros democratas. Vide lista em Raymundo Furtado de Moraes.

FAMÍLIA NAZARÉ
Os Rodrigues de Nazaré
. JOSÉ RODRIGUES DE NAZARÉTH, que era membro em 1890 do Partido Democrata na Parochia de Nossa Snhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com outros democratas. Vide lista em Hilário Carlos de Moraes Bittencourt.
. SEBASTIÃO RODRIGUES DE NAZARETH, que era membro em 1890 do Partido Democrata na Parochia de Nossa Snhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com outros democratas. Vide lista em Hilário Carlos de Moraes Bittencourt.

FAMÍLIA NERY
Os Nery
. ANTONIO FELIPPE NERY, Citado como membro,em 1890, do Partido Democrata na Parochia de Nossa Snhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt e outros democratas. Vide lista em Raymundo Furtado de Moraes.
. JOÃO FELIPPE NERY, que era membro em 1890 do Partido Democrata na Parochia de Nossa Snhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com outros democratas. Vide lista em Raymundo Furtado de Moraes.
. MANOEL FELIPPE NERY, que era membro em 1890 do Partido Democrata na Parochia de Nossa SEnhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com outros democratas. Vide lista em Manoel Carlos Machado

Os Nery da Trindade Martins
MIGUEL NERY DA TRINDADE MARTINS, foi barbeiro em Cametá em 1889, ano da Proclamação de República no Brasil, dono de terras e Juiz de Paz do 2º Distrito em Cametá no 1889, ano da Proclamação da República. e que foi vogal na intendência de CARLOS ANTONIO REDIG, este citado em 1889 como o 2º Intendente Municipal em Cametá no início da Era Republicana. e que tinha como vogais no Conselho de Intendência: Carlos Lopes da Silva, Miguel Nery da Trindade Martins, Sesinando Dias  Ferreira, José Antonio Ferreira de Sousa e como secretário da Intendência: Alfredo Francisco Loureiro

FAMÍLIA NETO
. JOAQUIM DA COSTA NETTO, foi um dos democratas de Cametá, junto com o Capitão Adolpho de Souza, que ajudaram financeiramente os democratas do Rio Grnade do Sul na Guerra dos Farrapos, entre 1893 e 1894. Vide Valeriano de Mello e Silva.
FAMÍLIA NEVES
Os Neves
. POTENCIANO NEVES, foi um dos democratas de Cametá, junto com o Capitão Adolpho de Souza, que ajudaram financeiramente os democratas do Rio Grnade do Sul na Guerra dos Farrapos, entre 1893 e 1894. Vide Valeriano de Mello e Silva.
Os das Neves
FRANCISCO DAS NEVES, devoto de São Benedito, em Cametá, mestre de obras, citado em 1943.
Os Rodrigues das Neves
. JOSÉ RODRIGUES DAS NEVES, foi um dos democratas de Cametá, junto com o Capitão Adolpho de Souza, que ajudaram financeiramente os democratas do Rio Grnade do Sul na Guerra dos Farrapos, entre 1893 e 1894. Vide Valeriano de Mello e Silva.

FAMÍLIA NOGUEIRA
Os Nogueira
. Tenente JOSÉ EVANGELISTA NOGUEIRA, citado em 1889 como alfaiate e vereador  em 1889, ano da Proclamação da República no Brasil. Citação:  JOAQUIM FELIPPE DE SIQUEIRA MENDES, tenente-coronel, era farmacêutico em Cametá em 1889, sobrinho do Cônego Manoel José de Siqueira Mendes, ex-vereador monarquista, ex-membro do Diretório do Partido Republicano Paraense, entrou na vida pública desde a década de 1870, foi vogal cassado e foi eleito futuro intendente, no início da Era Republicana em Cametá, que no ano de 1891 havia sido candidato ao Congresso do Estado pela União Patriótica, representada pelo PRD-Partido Republicano Democrático (da oposição), foi exonerado do cargo de vogal e em seu lugar nomeado José Evangelista Nogueira, e foi o 3º intendente em Cametá, com nome em praça na cidade. Vogais após a Proclamação da República Brasileira: Tenente-coronel Joaquim Felippe de Siqueira Mendes, Tenente-coronel José Antonio Ferreira de Souza, Alferes Raymundo Cordeiro de Castro, Alferes José Miguel belfort Lisboa, Alferes Porfírio Rodrigues de Oliveira e com a presença das seguintes autoridades na posse do 1º intendente de Cametá, o Padre Antonio Ferreira da Silva Franco:  Delegado de Polícia do termo da Cidade, Dr. Juiz de Direito da Comarca, Juiz Municipal da Comarca, Promotor Público da Comarca, Juízes de Paz dos Distritos e Subdelegados de Polícia dos Distritos.
Os Lopes Nogueira
. D. Maria Gláucia Lopes Nogueira, que ficou como guardiã da Imagem de Bom Jesus dos Aflitos, que ficava na na Capelinha desse Santo da devoção popular, em Cametá. imagem que vem desde 1825.

FAMÍLIA NOVAES
Os Novaes
ANTONIO NOVAES, Proclamação da República era da oposição monárquica, mas que aderiu ao Partido Republicano democrático junto com: Antonio Novaes, Romualdo Furtado Cordeiro, Manoel dos Passos da Silva Lobo, Guilhermino Cardoso da Silva, Antonio Nicário da Veiga, João Baptista Pantoja, Joaquim José Martins, Ernestino de Oliveira Pantoja, Joaquim Prestes de Oliveira, Bastos Pedro Ferreira Bastos, Marciano Soares, Porfírio José Rodrigues de Farias, Ângelo Agnello da Costa, Dr. Ambrósio Philo-Creão, Raymundo Agnello da Costa Cotta, Adão Agnello da Costa Cotta, Raymundo Martins Bruno de Jesus, Valeriano Duarte de Mello e Silva, Vicente Ferreira Zagallo, Belmiro Manoel de Moraes.
. . Coronel CARLOS EUZÉBIO DE NOVAES, foi do diretório do PRD, em Cametá, na Proclamação da República Brasileira.
Os Novaes Duarte
. GIL AUGUSTO NOVAES DUARTE, era comerciante em Cametá no 1889, ano da Proclamação da República.
Os de Novaes Rodrigues
. Gil Augusto de Novaes Rodrigues, citado em 1891 como oposicionista monárquico, contra os republicanos, em Cametá.
Os Batista de Novaes
. JOÃO BATISTA DE NOVAES, citado em 1889 em Cametá, no ano da Proclamação da República do Brasil.
Os Cantuária de Novaes
FRANCISCO CANTUÁRIA DE NOVAES,  era Escrivão Judicial em Cametá no 1889, ano da Proclamação da República.
Dr. CARLOS AUGUSTO VALENTE DE NOVAIS
Escritor, educador e político. Nasceu na cidade de Cametá e faleceu na cidade do Rio de Janeiro no dia 7 de janeiro de 1915. Era formado em medicina mais abraçou a carreira do magistério exercendo por longos anos a cadeira de Geografia do Colégio Paes de Carvalho em Belem; publicou vários livros didáticos como: Historia Natural, Física Elementar, Geografia Elementar Especial do Estado do Pará, Geografia Primaria, Geografia Secundaria e Corografia do Brasil etc.
Foi Sócio Benemérito da Sociedade de Geografia do Rio de Janeiro, Geógrafo de São Paulo, Member of the National Geografie do Society of the United of Nortyn America, Lente de Geografia na Faculdade do Rio de Janeiro, Professor de Geografia da Física Normal do Distrito Federal. Afora outros títulos honrosos de seu currículo vitae
Não possuímos a dada exata do seu nascimento
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FAMÍLIA NUNES
Os Nunes Barreto
. AGOSTINHO NUNES BARRETO, era comerciante em Cametá no 1889, ano da Proclamação da República do Brasil..
. MARCOS NUNES BARRETO, era funileiro em 1889 em Cametá, no ano da Proclamação da República do Brasil.
Os C. Nunes Lisboa
. Major ANTONIO C. NUNES LISBOA, que foi vereador em 1889 e um dos seus presidentes no ano da Proclamação da República, em Cametá
.. ANTONIO CONRADO NUNES LISBOA, era vereador e presidente da Câmara, em Cametá em 1888, ainda época da Escravatura.
Os Nunes de Melo
. JOAQUIM NUNES DE MELLO, era oposicionista em Cametá, mas que aderiu ao republicanismo em 1891.
. MANUEL NUNES DE MELLO, era vereador em Cametá, quando a Câmara Municipal estava sendo presidida por Estevam Wanzeller de Albuquerque em 1889 na Proclamação da República Brasileira, última Câmara Municipal do Período Provincial em Cametá, que tinha como vereadores: Major Estevam Wanzeller de Albuquerque, Manuel Nunes de Mello, Agostinho de Almeida Lopes Godinho, Raimundo M. Bruno de Jesus, Luís Ferreira Alves de Carvalho Filho e João R. Martins. O Tenente-Coronel MANUEL NUNES DE MELLO, que era da oposição monárquica política no início da República, pelo Partido Liberal Monárquico e que passaram para o Partido Democrata, em Cametá, junto com os abaixo citados e que ainda fez parte do diretório do PRD e foi vereador em Cametá em 1889 e, o Tenente-Coronel Manoel Nunes de Mello, foi um dos democratas de Cametá, junto com o Capitão Adolpho de Souza, Manoel dos Santos Mello, Antonio Joaquim da Cunha, Joaquim da Paz Malcher, Dr, João Siqueira, Tenente-Coronel Manoel Nunes de Mello, Capitão João Rodrigues Vieira, Capitão Carlos Edwirges, Valeriano de Mello e Silva, Joaquim Bastos, Raymundo José da Trindade, Ângelo Bazilio da Rocha, Joaquim da Costa Netto, Capitão Manoel de Vasconcelos Leão, Antonio Duarte Peres, Antonio Miguel da Veiga, Alferes José N. W. de Moraes, Potenciano Neves, Feliciano Bensabath, Alferes Manoel de Almeida, Mariano Juvêncio de Oliveira, Vicente Garcia, Amândio José Alves, Antonio Ferreira Cantão, Capitão Romualdo Cordovil, Avelino Xavier Alves, Raymundo M. B. de Jesus, Hilário da Veiga Thenório, Marianno de Vasconcelos, Antonio Gomes de Amorim, Calixto F. de Vasconcelos, Antonio Sepeda da Silva, Firma Franco Rodrigues e Cia. firma Pinto e Silva, que ajudaram financeiramente os democratas do Rio Grnade do Sul na Guerra dos Farrapos, entre 1893 e 1894.
:
Adolpho Lemos de Sousa, Tenente-Coronel João Emiliano Lopes Correa, Tenente-Coronel Manuel Nunes de Mello e Agostinho Almeida Lopes Godinho.
Citação: O Major ESTEVAM WANZELER D'ALBUQUERQUE, era dono de terras e escravos, vereador em Cametá que estava presidindo a Câmara Municipal em 1889 na Proclamação da República Brasileira, citado em 1891 como da oposição monárquica contra os republicanos e justamente, o Major Estevam Wanzeller d'Albuquerque, foi o presidente da última Câmara Municipal do Período Provincial em Cametá, que tinha como vereadores: Estevam Wanzeller de Albuquerque, Manuel Nunes de Mello, Agostinho de Almeida Lopes Godinho, Raimundo M. Bruno de Jesus, Luís Ferreira Alves de Carvalho Filho e João R. Martins, e o Major Estevam Wanzeller de Albuquerque deu posse, em sessão de 1/3/1890, secretariado por Alfredo Francisco Loureiro, deu posse ao 1º intendente nomeado em Cametá, o Padre Antonio Ferreira da Silva Franco.

Os Nunes dos Santos
.Procópio Nunes dos Santos, era oposicionista em Cametá, mas que aderiu ao republicanismo em 1891.
Os Nunes de Sousa Barreto
. MANOEL NUNES DE SOUZA BARRETO, com a extinção do Partido Liberal, foi um dos fundadores do Partido Republicano Democrático na localidade Rio Cupijó, junto com: Antonio Maria de Abreu, Raymundo Baptista Correa da Trindade, Leopoldo José d'Oliveira, Arthur Castro de Oliveira, João pedro Correa da Trindade, Miguel Antonio Borges.

FAMÍLIAS O
FAMÍLIA OBADRI
JACOB OBRADI
. JAIME OBADRI
Que eram membros em 1890 do Partido Democrata na Parochia de Nossa Snhora do Carmo do Tocantins, junto com: outros democratas. Vide lista em Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt.

FAMÍLIA OLIVEIRA
Os Oliveira
. ÂNGELO JOSÉ D'OLIVEIRA, funcionário imperial, suplente do Juiz Municipal Dr. Antonio Lopes de Menezes em 1889, em  Cametá, na Proclamação da República Brasileira.
. MINERVINA OLIVEIRA, que empresta seu nome para o "Museu Minervina Oliveira", em Cametá.

Os de Oliveira
Capitão AGNELLO JOSÉ DE OLIVEIRA
. LEÔNCIO JOSÉ DE OLIVEIRA
Citados como membros em 1890 do Partido Democrata na Parochia de Nossa Snhora do Carmo do Tocantins, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt, Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt, Capitão Agnello José de Oliveira, Leoncio José d'Oliveira, Félix Ferreira Ribeiro, Horácio Estácio Wanzeller, José Antonio Pinheiro, José Cardoso da Silva Coimbra, Ivo Manoel Vicente. Luiz Antonio do Carmo, Venâncio Erico de Moraes, João de Deus e Silva, Porphirio da Conceição, Plácido Antonio do Nascimento, João Roberto dos Santos, Manoel Romão dos Santos, Manoel Carlos Machado, Pedro José de Moraes, Euzébio Emílio Marcêncio, Manoel Francisco Ribeiro, Gregório Ferreira Ribeiro, Manoel Joaquim dos Santos, Joaquim Pedro Xavier Alves, Clemente Xavier da Cruz, Martiniano Martins da Cruz, Francisco Antonio Machado, Raymundo José Gomes, Fernando José de Moraes, João delgado Estumano, Antero José do Nascimento, Raymundo Antonio da Cruz, Manoel Gonçalves Pinto, Romualdo Ferreira Ribeiro, João Lima Beckman, Joaquim de Mello, Elias henrique de Lima, Isaac Benassuly, Manoel dos Passos Lobo, Manoel Wanzeller de Moraes, Lourenço Lopes Mendes, Estevão Gomes, Raymundo Cyriaco Mendes, Manoel leão Mendes, José Pedro Mendes, Silvino Ponciano Martins, Antonio Rosa da Costa, Joaquim Castro Valente, Antonio Castro Valente, João Gonçalves Pinto Sobrinho, Feliciano Luiz Barbosa, Matheus Martins Estumano, Jacob Obadri, Jaime Obadri, Manoel Felippe Nery, Marcelino de Souza Paes, Clarindo da Cruz, Jorge Coelho, Firmo Antonio Bahia, Antonio José Gomes, Miguel Estuamano, Manoel Alfredo Rodrigues, Thomé Pedro Beckman, José Rodrigues de Nazareth, que em 1890 era membro do Partido Democrata, da Parochia N.S. do Carmo, : Raymundo Furtado de Moraes, Raymundo Pinheiro de Barros, Francisco Ignacio Machado, Manoel Gonçalves Pinto, João da Cruz Villa-Real, Juvenal Augusto da Costa Moraes, Manoel José Rodrigues Villa-Real, Pedro Manoel Valente, Manoel José Ferreira, Manoel do Nascimento do Carmo, Antonio Felippe Nery, Cordolino de Moraes, Manoel José Pinheiro, Raymundo do Carmo Machado, Eduardo Augusto de Barros, Raymundo Estumano Francisco Xavier Gomes, Benedicto Américo de Carvalho, Manoel Antonio Fiel, Raymundo Procópio Rodrigues das Mercês, Manoel Cypriano Rodrigues, Manoel Antonio maia, Américo de Alcântara, Thomaz Gomes, Joaquim Garcia Bahia, Elias José Bahia, Domingos de Almeida,  José Raymundo de Freitas, Raymundo da Trindade, Narcizo Martiniano, Belmiro Antonio da Cruz, Feliciano d'Oliveira Costa, Francisco da Trindade, Martinho José dos Reis, Domingos José Portilho, João Martins Bahia, Manoel da Cruz Sobrinho, Marcos bahia dos Reis, Bazílio dos Reis, Benedicto Antonio da Cruz, Raymundo de Souza Bahia, Benedicto Rosa de Jesus Gaia, Manoel Francisco da Gaia, Abel de Oliveira da Costa, Domingos Martins Bahia, Manoel da Cruz da Gaia, Raymundo Cotta da Gaia, Mariano Antonio da Cruz, Florêncio Bittencourt, Alexandre Pompeu, Manoel Gonçalves de Moraes, Manoel Pedro dos Santos, João Raimundo Rodrigues, Manoel Francisco da Cruz, João Luiz da Cruz, Manoel Cândido da Cruz, José Vicente da Cruz, José Pinheiro Gomes, Honório M. de Moraes, José Felício Ramos, Gracindo Rodrigues, João Ferreira Ribeiro, Antonio Silva Lobo, Manoel da Silva Pinheiro, João Américo Cardoso, José Antonio Fonseca, Silvestre Pedro Beckman, Sebastião Rodrigues de Nazareth, João Felippe Nery, Avelino Machado de Barros, Francisco Ribeiro, sendo que muitos desses eram estrangeiros.

. JOSÉ MARIA DE OLIVEIRA, era dono de terras em Cametá em 1889, na Proclamação da República do Brasil.
. MARCELINO JOSÉ DE OLIVEIRA, era oposicionista em Cametá, mas que aderiu ao republicanismo em 1891.
. MARIANO JUVÊNCIO DE OLIVEIRA, foi um dos democratas de Cametá, junto com o Capitão Adolpho de Souza, que ajudaram financeiramente os democratas do Rio Grnade do Sul na Guerra dos Farrapos, entre 1893 e 1894. Vide Valeriano de Mello e Silva.
Família
Os Oliveira Barros
. EUNÍZIA OLIVEIRA DE BARROS e José Otávio Lopes de Barros, que na década de 1970 moraram no prédio histórico, em Cametá, onde residiu o Intendente Henrique Coutinho, e que foram donos de hotéis Esplanada e Centro Oeste no mesmo local.
. José Haroldo Oliveira de Barros, artista plástico, pintor
Os Prestes de Oliveira Bastos
. JOAQUIM PRESTES D'OLIVEIRA BASTOS, foi Agente dos Correios de Cametá no 1889, ano da Proclamação da República.
Os de Oliveira Costa
. FELICIANO D'OLIVEIRA COSTA, que era membro em 1890 do Partido Democrata na Parochia de Nossa Snhora do Carmo do Tocantins, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt e outros citados conforme lista em Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt.
. . ABEL D'OLIVEIRA DA COSTA, citado em 1890 como membro do Partido Democrata na Parochia de N.S. do Carmo, conforme lista em  Feliciano d'Oliveira Costa, acima.

Os C. de Oliveira
. JOSÉ C. DE OLIVEIRA, era carpinteiro em Cametá em 1889, ano da Proclamação da República do Brasil.
Os de Oliveira Melo
LUZIA GENEROSA DE OLIVEIRA MELO  foi professora em Cametá no 1889, ano da Proclamação da República.
Os de Oliveira Pantoja
. ERNESTINO DE OLIVEIRA PANTOJA, citação: ANTONIO NOVAES, Proclamação da República era da oposição monárquica, mas que aderiu ao Partido Republicano democrático junto com: Antonio Novaes, Romualdo Furtado Cordeiro, Manoel dos Passos da Silva Lobo, Guilhermino Cardoso da Silva, Antonio Nicário da Veiga, João Baptista Pantoja, Joaquim José Martins, Ernestino de Oliveira Pantoja, Joaquim Prestes de Oliveira, Bastos Pedro Ferreira Bastos, Marciano Soares, Porfírio José Rodrigues de Farias, Ângelo Agnello da Costa, Dr. Ambrósio Philo-Creão, Raymundo Agnello da Costa Cotta, Adão Agnello da Costa Cotta, Raymundo Martins Bruno de Jesus, Valeriano Duarte de Mello e Silva, Vicente Ferreira Zagallo, Belmiro Manoel de Moraes.

Os Castro de Oliveira
. ARTHUR CASTRO DE OLIVEIRA, citação: . MANOEL NUNES DE SOUZA BARRETO, com a extinção do Partido Liberal, foi um dos fundadores do Partido Republicano Democrático na localidade Rio Cupijó, junto com: Antonio Maria de Abreu, Raymundo Baptista Correa da Trindade, Leopoldo José d'Oliveira, Arthur Castro de Oliveira, João pedro Correa da Trindade, Miguel Antonio Borges.

Os Prestes de Oliveira
JOAQUIM PRESTES DE OLIVEIRA, citação: ANTONIO NOVAES, Proclamação da República era da oposição monárquica, mas que aderiu ao Partido Republicano democrático junto com: Antonio Novaes, Romualdo Furtado Cordeiro, Manoel dos Passos da Silva Lobo, Guilhermino Cardoso da Silva, Antonio Nicário da Veiga, João Baptista Pantoja, Joaquim José Martins, Ernestino de Oliveira Pantoja, Joaquim Prestes de Oliveira, Bastos Pedro Ferreira Bastos, Marciano Soares, Porfírio José Rodrigues de Farias, Ângelo Agnello da Costa, Dr. Ambrósio Philo-Creão, Raymundo Agnello da Costa Cotta, Adão Agnello da Costa Cotta, Raymundo Martins Bruno de Jesus, Valeriano Duarte de Mello e Silva, Vicente Ferreira Zagallo, Belmiro Manoel de Moraes.

Os Rodrigues de Oliveira
. Alferes PORFÍRIO RODRIGUES DE OLIVEIRA, citação: . JOAQUIM FELIPPE DE SIQUEIRA MENDES, tenente-coronel, era farmacêutico em Cametá em 1889, ex-vereador monarquista, ex-membro do Diretório do Partido Republicano Paraense, entrou na vida pública desde a década de 1870, foi vogal cassado e foi eleito futuro intendente, no início da Era Republicana em Cametá, que no ano de 1891 havia sido candidato ao Congresso do Estado pela União Patriótica, representada pelo PRD-Partido Republicano Democrático (da oposição), e foi o 3º intendente em Cametá, com nome em praça na cidade. Vogais após a Proclamação da República Brasileira: Tenente-coronel Joaquim Felippe de Siqueira Mendes, Tenente-coronel José Antonio Ferreira de Souza, Alferes Raymundo Cordeiro de Castro, Alferes José Miguel belfort Lisboa, Alferes Porfírio Rodrigues de Oliveira e com a presença das seguintes autoridades na posse do 1º intendente de Cametá, o Padre Antonio Ferreira da Silva Franco:  Delegado de Polícia do termo da Cidade, Dr. Juiz de Direito da Comarca, Juiz Municipal da Comarca, Promotor Público da Comarca, Juízes de Paz dos Distritos e Subdelegados de Polícia dos Distritos.

FAMÍLIA ORSELA
. CARLOS ORSELLA, era ferreiro em 1889 em Cametá, no ano da Proclamação da República do Brasil.

FAMÍLIAS P
OS P
Os P. de Assunção
. MARTINHO P. DE ASSUNÇÃO, era sapateiro em 1889 em Cametá, no ano da Proclamação da República do Brasil.

FAMÍLIA PAES
Os Paes
. JACOB FRANCISCO PAES, citação: Em 31/1/1890 faziam parte do Partido Democrata, em Cametá, os seguintes membros: Fortunato Braga, Fortunato João Braga, João José F. da Silva, Zeferino José de Miranda, Geraldo Antonio da Cruz, Cosme Pereira de Souza Coleho, Joaquim Felippe Coelho, Maximino José de Araújo Coelho, José Mariano Rodrigues Leão, João Gonçalves de Leão, João Arnaud da Conceição, João Augusto Correa Alves, Hilário Martins, Antonio Rodrigues Gomes, Rogerino Antonio da Costa, Floriano José da Cruz, Alfredo de Souza Pimentel, Manoel José Lopes Coelho, Domingos Martins Ribeiro, Domingos Lobato de Freitas, Manoel Gomes de Amorim, Marcellino Martins Paes, Francisco Pereira da Silva, Eusthachio Soares de Souza, Antonio Gomes de Amorim, Eutachio Marques Alves, Victor R. do Carmo, Jacob Francisco Paes, João Antonio da Costa Leal, Antonio Lopes Ribeiro de Mendonça e outros. 
Os Paes da Carvalho
. JOSÉ PAES DE CARVALHO, cametaense que foi governador do Pará.
Os Paes de Sousa Leão
. PAULO PAES DE SOUSA LEÃO. Citação: Vogais na intendência de Joaquim Felippe de Siqueira Mendes, citados em 3/5/1900: Paulo Paes de Sousa Leão, Manoel do Carmo de Mello, Potenciano Monteiro da Costa, José Rodrgues Gomes, Joaquim Santiago de Farias.
Os Lopes Paes
. Capitão AGAPITO LOPES PAES, que foi um dos primeiros diretores do antigo Grupo Escolar Dom. Romualdo de Seixas, no início do século 20 em Cametá e foi um dos redatores do jornal "Cametá", na virada do século 19 para o século 20, da família Mendonça, que tinha com o professor e advogado José Heitor Mendonça, que seria futuro intendente municipal no início do século 20, e que mudou o nome para jornal "Cametá".
Os Martins Paes
. MARCELLINO MARTINS PAES, citação: Em 31/1/1890 faziam parte do Partido Democrata, em Cametá, os seguintes membros: Fortunato Braga, Fortunato João Braga, João José F. da Silva, Zeferino José de Miranda, Geraldo Antonio da Cruz, Cosme Pereira de Souza Coleho, Joaquim Felippe Coelho, Maximino José de Araújo Coelho, José Mariano Rodrigues Leão, João Gonçalves de Leão, João Arnaud da Conceição, João Augusto Correa Alves, Hilário Martins, Antonio Rodrigues Gomes, Rogerino Antonio da Costa, Floriano José da Cruz, Alfredo de Souza Pimentel, Manoel José Lopes Coelho, Domingos Martins Ribeiro, Domingos Lobato de Freitas, Manoel Gomes de Amorim, Marcellino Martins Paes, Francisco Pereira da Silva, Eusthachio Soares de Souza, Antonio Gomes de Amorim, Eutachio Marques Alves, Victor R. do Carmo, Jacob Francisco Paes, João Antonio da Costa Leal, Antonio Lopes Ribeiro de Mendonça e outros. 
Os de Sousa Paes
. . MARCELINO DE SOUZA PAES, que era membro em 1890 do Partido Democrata na Parochia de Nossa Snhora do Carmo do Tocantins, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt, Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt, Capitão Agnello José de Oliveira, Leoncio José d'Oliveira, Félix Ferreira Ribeiro, Horácio Estácio Wanzeller, José Antonio Pinheiro, José Cardoso da Silva Coimbra, Ivo Manoel Vicente. Luiz Antonio do Carmo, Venâncio Erico de Moraes, João de Deus e Silva, Porphirio da Conceição, Plácido Antonio do Nascimento, João Roberto dos Santos, Manoel Romão dos Santos, Manoel Carlos Machado, Pedro José de Moraes, Euzébio Emílio Marcêncio, Manoel Francisco Ribeiro, Gregório Ferreira Ribeiro, Manoel Joaquim dos Santos, Joaquim Pedro Xavier Alves, Clemente Xavier da Cruz, Martiniano Martins da Cruz, Francisco Antonio Machado, Raymundo José Gomes, Fernando José de Moraes, João delgado Estumano, Antero José do Nascimento, Raymundo Antonio da Cruz, Manoel Gonçalves Pinto, Romualdo Ferreira Ribeiro, João Lima Beckman, Joaquim de Mello, Elias henrique de Lima, Isaac Benassuly, Manoel dos Passos Lobo, Manoel Wanzeller de Moraes, Lourenço Lopes Mendes, Estevão Gomes, Raymundo Cyriaco Mendes, Manoel leão Mendes, José Pedro Mendes, Silvino Ponciano Martins, Antonio Rosa da Costa, Joaquim Castro Valente, Antonio Castro Valente, João Gonçalves Pinto Sobrinho, Feliciano Luiz Barbosa, Matheus Martins Estumano, Jacob Obadri, Jaime Obadri, Manoel Felippe Nery, Marcelino de Souza Paes, Clarindo da Cruz, Jorge Coelho, Firmo Antonio Bahia, Antonio José Gomes, Miguel Estuamano, Manoel Alfredo Rodrigues, Thomé Pedro Beckman, José Rodrigues de Nazareth, que em 1890 era membro do Partido Democrata, da Parochia N.S. do Carmo, : Raymundo Furtado de Moraes, Raymundo Pinheiro de Barros, Francisco Ignacio Machado, Manoel Gonçalves Pinto, João da Cruz Villa-Real, Juvenal Augusto da Costa Moraes, Manoel José Rodrigues Villa-Real, Pedro Manoel Valente, Manoel José Ferreira, Manoel do Nascimento do Carmo, Antonio Felippe Nery, Cordolino de Moraes, Manoel José Pinheiro, Raymundo do Carmo Machado, Eduardo Augusto de Barros, Raymundo Estumano Francisco Xavier Gomes, Benedicto Américo de Carvalho, Manoel Antonio Fiel, Raymundo Procópio Rodrigues das Mercês, Manoel Cypriano Rodrigues, Manoel Antonio maia, Américo de Alcântara, Thomaz Gomes, Joaquim Garcia Bahia, Elias José Bahia, Domingos de Almeida,  José Raymundo de Freitas, Raymundo da Trindade, Narcizo Martiniano, Belmiro Antonio da Cruz, Feliciano d'Oliveira Costa, Francisco da Trindade, Martinho José dos Reis, Domingos José Portilho, João Martins Bahia, Manoel da Cruz Sobrinho, Marcos bahia dos Reis, Bazílio dos Reis, Benedicto Antonio da Cruz, Raymundo de Souza Bahia, Benedicto Rosa de Jesus Gaia, Manoel Francisco da Gaia, Abel de Oliveira da Costa, Domingos Martins Bahia, Manoel da Cruz da Gaia, Raymundo Cotta da Gaia, Mariano Antonio da Cruz, Florêncio Bittencourt, Alexandre Pompeu, Manoel Gonçalves de Moraes, Manoel Pedro dos Santos, João Raimundo Rodrigues, Manoel Francisco da Cruz, João Luiz da Cruz, Manoel Cândido da Cruz, José Vicente da Cruz, José Pinheiro Gomes, Honório M. de Moraes, José Felício Ramos, Gracindo Rodrigues, João Ferreira Ribeiro, Antonio Silva Lobo, Manoel da Silva Pinheiro, João Américo Cardoso, José Antonio Fonseca, Silvestre Pedro Beckman, Sebastião Rodrigues de Nazareth, João Felippe Nery, Avelino Machado de Barros, Francisco Ribeiro, sendo que muitos desses eram estrangeiros.

FAMÍLIA PAIXÃO
Os da Paixão
. ANTONIO AUGUSTO DA PAIXÃO, era oposicionista em Cametá, mas que aderiu ao republicanismo em 1891.
. VICENTE ANTONIO DA PAIXÃO, era marceneiro em 1889 em Cametá, no ano da Proclamação da República do Brasil.

 FAMÍLIA PANTOJA
Os Pantoja
. FÉLIX PEDRO PANTOJA, foi presidente do Grêmio Espírita Beneficiente Dom Romualdo Coelho, este surgido em 1906, em Cametá, que publicava o jornal espírita "Verdade e Fé" e o grêmio espírita tinha Joaquim Malcher  era tesoureiro da diretoria do Grêmio Espírita, que tinha como os demais diretores: Nelson Silva e Euclides dos Santos Pantoja. Elias Benmuyal.
. Professor FÉLIX PEDRO MANOEL PANTOJA, que era o redator dos jornais' O Industrial' e o 'jornal 'Cametá', em Cametá
. JOÃO BAPTISTA PANTOJA, citação: ANTONIO NOVAES, Proclamação da República era da oposição monárquica, mas que aderiu ao Partido Republicano democrático junto com: Antonio Novaes, Romualdo Furtado Cordeiro, Manoel dos Passos da Silva Lobo, Guilhermino Cardoso da Silva, Antonio Nicário da Veiga, João Baptista Pantoja, Joaquim José Martins, Ernestino de Oliveira Pantoja, Joaquim Prestes de Oliveira, Bastos Pedro Ferreira Bastos, Marciano Soares, Porfírio José Rodrigues de Farias, Ângelo Agnello da Costa, Dr. Ambrósio Philo-Creão, Raymundo Agnello da Costa Cotta, Adão Agnello da Costa Cotta, Raymundo Martins Bruno de Jesus, Valeriano Duarte de Mello e Silva, Vicente Ferreira Zagallo, Belmiro Manoel de Moraes.

. VENINO PANTOJA, dono de barco-motor na rota Caméta-Belém-Cametá
Os Pantoja Furtado
. , DTHEREZA PANTOJA FURTADO, era dona de terras em Cametá em 1889, na Proclamação da República do Brasil.
Os Manoel Pantoja
. Prof. FÉLIX PEDRO MANOEL PANTOJA, foi um dos redatores do jornal "O Industrial", em Cametá, na virada do século 19 para o século 20, e era educador em 1889, ano da Proclamação da República do Brasil
Os de Oliveira Pantoja
. ERNESTINO DE OLIVEIRA PANTOJA, citação: ANTONIO NOVAES, Proclamação da República era da oposição monárquica, mas que aderiu ao Partido Republicano democrático junto com: Antonio Novaes, Romualdo Furtado Cordeiro, Manoel dos Passos da Silva Lobo, Guilhermino Cardoso da Silva, Antonio Nicário da Veiga, João Baptista Pantoja, Joaquim José Martins, Ernestino de Oliveira Pantoja, Joaquim Prestes de Oliveira, Bastos Pedro Ferreira Bastos, Marciano Soares, Porfírio José Rodrigues de Farias, Ângelo Agnello da Costa, Dr. Ambrósio Philo-Creão, Raymundo Agnello da Costa Cotta, Adão Agnello da Costa Cotta, Raymundo Martins Bruno de Jesus, Valeriano Duarte de Mello e Silva, Vicente Ferreira Zagallo, Belmiro Manoel de Moraes.

Os Santos Pantoja
. EUCLIDES DOS SANTOS PANTOJA, foi membro do Grêmio Espírita Beneficiente Dom Romualdo Coelho, este surgido em 1906, em Cametá, que publicava o jornal espírita "Verdade e Fé" e Joaquim Malcher era o tesoureiro da diretoria do Grêmio Espírita, que tinha como os demais diretores: Félix Pedro Pantoja, presidente; Nelson Silva. Elias Benmuyal como membros. 

FAMÍLIA PARIJÓS
Família
. Nelson Max de Parijós, nascido a 10/7/1948 e falecido a 15/10, casou com Maria Eliane e com filhos: Patrício, Lucas e Jamilly.
. Dolores de Parijós, irmã de Nelson Max de Parijós
. Paulo Melo, cunhado de Nelson Max de Parijós
Paulo André, Luiz, Alice (neta), Eduardo, Cláudio e Janaína, Alverto e Juciane (sobrinha).
Família
. RUY NELSON PARIJÓS//Nelson Parijós e sua irmã Maria Parijós, que em 1920 possuíam uma casa estilo colonial, em Cametá, prédio construído no início do século 19, na Rua São João Batista, que atualmente encontra-se demolido e com comércio varejista "Casa Popular", de Isac Cohen, próspero comercainte, com tanque para acumular "sernanbi" (látex colhido em tijelinhas) e vendido em paneiros. No final do século 19 e início do 20 esse antigo prédio serviu para compra e venda de cacau, borracha, sementes oleaginosas. O casal Parijós adotou uma criança com o nome de Gelmirez Melo e Silva, esta com expressiva atuação no mundo educacional e Nelson Parijós foi eleito prefeito de Cametá em 1954, conforme citação: "Antonio Joaquim de Barros Júnior atuou ativamente na vida política municipal, após a Revolução de 1930, fazendo parte do Conselho Consultivo de Cametá, ao lado de Joaquim Fonseca e Waldemar Coelho, e Antonio Jr. foi prefeito municipal nomeado por Magalhães barata e foi ainda eleito vereador em 1948, sendo presidente da Câmara Municipal e vice-prefeito eleito, e ainda disputou o cargo de prefeito em 1954, perdendo a eleição para Ruy Nelson Parijós".
Os Da Silva Parij[os
Fam[ilia
Dr. NELSON DA SILVA PARIJÓS
Nasceu em Cametá no dia 19 de abril de 1884, filho de Antonio Joaquim da Silva ‘português’ e dona Genoveva Maria de Parijós, realizou seus estudos: primário e secundário em Belém do Pará. Em 1900 segui para Portugal onde completou seu estudo secundário na Escola Acadêmica de Porto. Em 1901, segui para a Bélgica onde estudou Engenharia Civil na Universidade de Gand. Em 1902 mudou-se para Bruxelas, levado pela paixão esportiva, foi um às na natação vencendo minoráveis concursos esportivos percorrendo Holanda, Alemanha e Inglaterra sem jamais encontrar competidor que o vencesse em natação estilo velocidade detendo o recorde dos 50 metros em 26 segundos proeza que realizou em competição com o alemão Seheer em Bruxelas, em 1903. Em Londres o Jornal The Time, o classificou como o ‘peixe voador’.
Voltando ao Brasil em 1913, tendo ante o Tribunal Superior de Justiça do Pará obtido provisão de advogado. Atuou em Abaetetuba como advogado daquela prefeitura. Em 1919 foi nomeado adjunto de Promotor no mesmo município. Em 1924 voltou a Cametá tendo sido Diretor do Campo de Semente de Cacau, onde permaneceu ate 1926, no mesmo ano segui para Marabá onde exerceu o cargo de Delegado de Policia, em 1928 o cargo de Promotor Publico, em 1930 retornou novamente a Cametá reiniciando sua carreira na advocacia. Em junho de 1935 foi nomeado Prefeito de Cametá cargo que continuou a exercer em face da eleição realizada no dia 8 de fevereiro em 1936, com o golpe em 1937 houve a troca de prefeitos em todos os municípios do Pará, com a exceção de Cameta onde foi mantido Nelson Parijós por força do mandato eletivo que vinha exercendo.
Nelson Parijós teve relevante trabalho na proteção do litoral de Cametá mandando construir o cais de arrimo em quase toda a extensão do litoral da cidade e mandou afundar o navio ‘Perseverança’ na parte sul da cidade para servir de quebra mar e construiu o quebra mar a altura da travessa Jose Bonifacio na parte norte.
Em 1946 foi eleito deputado federal, cargo que ocupou durante quatro legislaturas tendo carreado vários e diversos recursos para o município inclusive para a construção do Hospital de Cametá, hoje dirigidos pelas Irmãs de Caridade
Nelson Parijós faleceu no dia 5 de Março de 1970 em sua residência na cidade de Cametá.
SUA MEMÓRIA ESTA PERPETUADA
Em Cametá:
Rua Nelson Parijós no Bairro Novo
Seu busto esta entre os notáveis cametaenses na Praça dos Notáveis
. ANTONIO JOAQUIM DA SILVA~Portugu"es~, casado com Genoveva Maria de Parij[os, pais de Nelson da Silva Parij[os, citados em 19 04 1884, pais de Nelson da Silva Parij[os
Fonte-luisperescameta.blogspot.com.br

FAMÍLIA PASSOS
Os Passos Lobato
MANUEL DOS PASSOS LOBATO, que era membro em 1890 do Partido Democrata na Parochia de Nossa Snhora do Carmo do Tocantins, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt, Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt, Capitão Agnello José de Oliveira, Leoncio José d'Oliveira, Félix Ferreira Ribeiro, Horácio Estácio Wanzeller, José Antonio Pinheiro, José Cardoso da Silva Coimbra, Ivo Manoel Vicente. Luiz Antonio do Carmo, Venâncio Erico de Moraes, João de Deus e Silva, Porphirio da Conceição, Plácido Antonio do Nascimento, João Roberto dos Santos, Manoel Romão dos Santos, Manoel Carlos Machado, Pedro José de Moraes, Euzébio Emílio Marcêncio, Manoel Francisco Ribeiro, Gregório Ferreira Ribeiro, Manoel Joaquim dos Santos, Joaquim Pedro Xavier Alves, Clemente Xavier da Cruz, Martiniano Martins da Cruz, Francisco Antonio Machado, Raymundo José Gomes, Fernando José de Moraes, João delgado Estumano, Antero José do Nascimento, Raymundo Antonio da Cruz, Manoel Gonçalves Pinto, Romualdo Ferreira Ribeiro, João Lima Beckman, Joaquim de Mello, Elias henrique de Lima, Isaac Benassuly, Manoel dos Passos Lobo, Manoel Wanzeller de Moraes, Lourenço Lopes Mendes, Estevão Gomes, Raymundo Cyriaco Mendes, Manoel leão Mendes, José Pedro Mendes, Silvino Ponciano Martins, Antonio Rosa da Costa, Joaquim Castro Valente, Antonio Castro Valente, João Gonçalves Pinto Sobrinho, Feliciano Luiz Barbosa, Matheus Martins Estumano, Jacob Obadri, Jaime Obadri, Manoel Felippe Nery, Marcelino de Souza Paes, Clarindo da Cruz, Jorge Coelho, Firmo Antonio Bahia, Antonio José Gomes, Miguel Estuamano, Manoel Alfredo Rodrigues, Thomé Pedro Beckman, José Rodrigues de Nazareth, que em 1890 era membro do Partido Democrata, da Parochia N.S. do Carmo, : Raymundo Furtado de Moraes, Raymundo Pinheiro de Barros, Francisco Ignacio Machado, Manoel Gonçalves Pinto, João da Cruz Villa-Real, Juvenal Augusto da Costa Moraes, Manoel José Rodrigues Villa-Real, Pedro Manoel Valente, Manoel José Ferreira, Manoel do Nascimento do Carmo, Antonio Felippe Nery, Cordolino de Moraes, Manoel José Pinheiro, Raymundo do Carmo Machado, Eduardo Augusto de Barros, Raymundo Estumano Francisco Xavier Gomes, Benedicto Américo de Carvalho, Manoel Antonio Fiel, Raymundo Procópio Rodrigues das Mercês, Manoel Cypriano Rodrigues, Manoel Antonio maia, Américo de Alcântara, Thomaz Gomes, Joaquim Garcia Bahia, Elias José Bahia, Domingos de Almeida,  José Raymundo de Freitas, Raymundo da Trindade, Narcizo Martiniano, Belmiro Antonio da Cruz, Feliciano d'Oliveira Costa, Francisco da Trindade, Martinho José dos Reis, Domingos José Portilho, João Martins Bahia, Manoel da Cruz Sobrinho, Marcos bahia dos Reis, Bazílio dos Reis, Benedicto Antonio da Cruz, Raymundo de Souza Bahia, Benedicto Rosa de Jesus Gaia, Manoel Francisco da Gaia, Abel de Oliveira da Costa, Domingos Martins Bahia, Manoel da Cruz da Gaia, Raymundo Cotta da Gaia, Mariano Antonio da Cruz, Florêncio Bittencourt, Alexandre Pompeu, Manoel Gonçalves de Moraes, Manoel Pedro dos Santos, João Raimundo Rodrigues, Manoel Francisco da Cruz, João Luiz da Cruz, Manoel Cândido da Cruz, José Vicente da Cruz, José Pinheiro Gomes, Honório M. de Moraes, José Felício Ramos, Gracindo Rodrigues, João Ferreira Ribeiro, Antonio Silva Lobo, Manoel da Silva Pinheiro, João Américo Cardoso, José Antonio Fonseca, Silvestre Pedro Beckman, Sebastião Rodrigues de Nazareth, João Felippe Nery, Avelino Machado de Barros, Francisco Ribeiro, sendo que muitos desses eram estrangeiros.

Os dos Passos Lobo
. MANuEL DOS PASSOS LOBO, que era membro em 1890 do Partido Democrata na Parochia de Nossa Snhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com outros democratas. Vide lista em Manoel Carlos Machado

Os Passos da Silva Lobo
.MANOEL DOS PASSOS DA SILVA LOBO. Citação: ANTONIO NOVAES, Proclamação da República era da oposição monárquica, mas que aderiu ao Partido Republicano democrático junto com: Antonio Novaes, Romualdo Furtado Cordeiro, Manoel dos Passos da Silva Lobo, Guilhermino Cardoso da Silva, Antonio Nicário da Veiga, João Baptista Pantoja, Joaquim José Martins, Ernestino de Oliveira Pantoja, Joaquim Prestes de Oliveira, Bastos Pedro Ferreira Bastos, Marciano Soares, Porfírio José Rodrigues de Farias, Ângelo Agnello da Costa, Dr. Ambrósio Philo-Creão, Raymundo Agnello da Costa Cotta, Adão Agnello da Costa Cotta, Raymundo Martins Bruno de Jesus, Valeriano Duarte de Mello e Silva, Vicente Ferreira Zagallo, Belmiro Manoel de Moraes.

FAMÍLIA PAZ
Os Paz Malcher
. JOAQUIM MALCHER, foi membro do Grêmio Espírita Beneficiente Dom Romualdo Coelho, este surgido em 1906, em Cametá, que publicava o jornal espírita "Verdade e Fé" e Joaquim Malcher era o tesoureiro da diretoria do Grêmio Espírita, que tinha como os demais diretores: Félix Pedro Pantoja, presidente; Nelson Silva e Euclides dos Santos Pantja. Elias Benmuyal como membros. JOAQUIM MALCHER foi um dos redatores dos jornais 'A Reacção' e 'O Industrial' em Cametá no início da fase republicana brasileira
. JOAQUIM THIMÓTEO DA PAZ MALCHER, foi um dos redatores do jornal "A Reacção, na fase republicana em Cametá e, junto com GENTIL AUGUSTO DE MORAES BITTENCOURT, IGNÁCIO BAPTISTA DE MOURA, Gentil Augusto de Moraes Bittencourt, Luiz Demétrio Juvenal de Moura, um dos difusores dos ideais republicanos em Cametá e no Pará, era praticante do espiritismo, redator do jornal "O Industrial"  da oposição política, junto com outros, no início da República, pelo Partido Liberal Monárquico e que passaram para o Partido Democrata, em Cametá, junto com muitos outros adeptos do regime monárquico e, foi um dos democratas de Cametá, junto com o Capitão Adolpho de Souza, Manoel dos Santos Mello, Antonio Joaquim da Cunha, Joaquim da Paz Malcher, Dr, João Siqueira, Tenente-Coronel Manoel Nunes de Mello, Capitão João Rodrigues Vieira, Capitão Carlos Edwirges, Valeriano de Mello e Silva, Joaquim Bastos, Raymundo José da Trindade, Ângelo Bazilio da Rocha, Joaquim da Costa Netto, Capitão Manoel de Vasconcelos Leão, Antonio Duarte Peres, Antonio Miguel da Veiga, Alferes José N. W. de Moraes, Potenciano Neves, Feliciano Bensabath, Alferes Manoel de Almeida, Mariano Juvêncio de Oliveira, Vicente Garcia, Amândio José Alves, Antonio Ferreira Cantão, Capitão Romualdo Cordovil, Avelino Xavier Alves, Raymundo M. B. de Jesus, Hilário da Veiga Thenório, Marianno de Vasconcelos, Antonio Gomes de Amorim, Calixto F. de Vasconcelos, Antonio Sepeda da Silva, Firma Franco Rodrigues e Cia. firma Pinto e Silva, que ajudaram financeiramente os democratas do Rio Grnade do Sul na Guerra dos Farrapos, entre 1893 e 1894.
FAMÍLIA PENAFORT
Os Penafort de Sena
. RAIMUNDO PENAFORT DE SENA, já é falecido, foi diretor do Museu Histórico de Cametá

FAMÍLIA PEREIRA
Os Pereira
Fam[ilia
DOM MILTON PEREIRA
Nasceu em Cametá, no dia 18 de novembro de 1919.
Filho de Manoel Jose Pereira e Francisca Correa Pereira. Estudou no Colégio Salesiano do Carmo e no seminário Nossa Senhora da Conceição. Foi ordenado Sacerdote no dia 29 de junho de 1943, na Catedral Metropolitana de Belem, tendo Dom Milton rezado sua primeira missa em Cameta, nesse mesmo ano, cercado do carinho de todos os seus conterrâneos. Exerceu a função de vice-diretor do Ginásio Progresso Paraense. Vigário cooperador da Cidade de Vigia no estado do Pará, Reitor do Seminário de Belem, vigário geral, diretor espiritual do Seminário.
Eleito Bispo titular de Coroneia e Auxiliar do Arcebispo de Belem do Pará, a 23 de agosto de 1962, foi sagrado a 30 de setembro do mesmo ano na igreja de nossa senhora do Perpetuo Socorro, em Belem, por Dom Alberto Gaudêncio Ramos. Vigário Episcopal da Comarca de São Jose de Castanhal. Promovido a Bispo de Garanhuns em Pernambuco a 8 de agosto de 1967, tomou posse a 29 de outubro seguinte.
Em 1973, Dom Milton foi nomeado Arcebispo Coadjutor de Manaus e passou a a titular da mesma arquidiocese em 1981. Uma reivindicação da comunidade local, atendida pelo Papa João Paulo II que a um ano antes esteve no Amazonas.
Dom Milton Correa Pereira faleceu repentinamente em Manaus no dia 23 de maio de 1984, honra fúnebre foram-lhes prestadas em Manaus e em Belem; a cidade de Cametá mostrou comoção geral pelo seu falecimento prematuro do Ilustre filho, acorrentando a missa solene rezada na Catedral de São João Batista em sufrágio de sua bondosa alma.
A Assembléia Legislativa do estado concedeu-lhe o titulo de Honra ao Mérito, pelos relevantes serviços prestados em vida ao estado e ao povo paraense.
SUA MEMÓRIA ESTA PERPETUADA:
Em Cametá:
Seu busto esta entre is cametaenses notáveis na Praça dos Notáveis
. MANOEL JOS[E PEREIRA, casado com Francisca Correa Pereira, pais de Dom Milton Pereira, citados em 18 11 1919.
Fonte-luisperescameta.blogspot.com.br
. BENIGNO GUILHERME PEREIRA, era comerciante em Cametá em 1889, na Proclamação da República do Brasil.
CYPRIANO JOSÉ PEREIRA, era oposicionista em Cametá, mas que aderiu ao republicanismo em 1891.
. JOSEPHA PEREIRA, era dona de padaria em 1889 em Cametá, no ano da Proclamação da República do Brasil.
Os Pereira de Lima
, JOSÉ JOAQUIM PEREIRA DE LIMA, era marchante em Cametá em 1889, na Proclamação da República do Brasil. e Juiz de Paz em Cametá no 1889.
Os Pereira da Mercês
. Pedro Pereira das Mercês, era oposicionista em Cametá, mas que aderiu ao republicanismo em 1891.
Os Pereira da Silva
. FRANCISCO PEREIRA DA SILVA, citação: Em 31/1/1890 faziam parte do Partido Democrata, em Cametá, os seguintes membros: Fortunato Braga, Fortunato João Braga, João José F. da Silva, Zeferino José de Miranda, Geraldo Antonio da Cruz, Cosme Pereira de Souza Coleho, Joaquim Felippe Coelho, Maximino José de Araújo Coelho, José Mariano Rodrigues Leão, João Gonçalves de Leão, João Arnaud da Conceição, João Augusto Correa Alves, Hilário Martins, Antonio Rodrigues Gomes, Rogerino Antonio da Costa, Floriano José da Cruz, Alfredo de Souza Pimentel, Manoel José Lopes Coelho, Domingos Martins Ribeiro, Domingos Lobato de Freitas, Manoel Gomes de Amorim, Marcellino Martins Paes, Francisco Pereira da Silva, Eusthachio Soares de Souza, Antonio Gomes de Amorim, Eutachio Marques Alves, Victor R. do Carmo, Jacob Francisco Paes, João Antonio da Costa Leal, Antonio Lopes Ribeiro de Mendonça e outros. 

Os Pereira de Souza Coelho
. COSME PEREIRA DE SOUZA COELHO, citação: Em 31/1/1890 faziam parte do Partido Democrata, em Cametá, os seguintes membros: Fortunato Braga, Fortunato João Braga, João José F. da Silva, Zeferino José de Miranda, Geraldo Antonio da Cruz, Cosme Pereira de Souza Coleho, Joaquim Felippe Coelho, Maximino José de Araújo Coelho, José Mariano Rodrigues Leão, João Gonçalves de Leão, João Arnaud da Conceição, João Augusto Correa Alves, Hilário Martins, Antonio Rodrigues Gomes, Rogerino Antonio da Costa, Floriano José da Cruz, Alfredo de Souza Pimentel, Manoel José Lopes Coelho, Domingos Martins Ribeiro, Domingos Lobato de Freitas, Manoel Gomes de Amorim, Marcellino Martins Paes, Francisco Pereira da Silva, Eusthachio Soares de Souza, Antonio Gomes de Amorim, Eutachio Marques Alves, Victor R. do Carmo, Jacob Francisco Paes, João Antonio da Costa Leal, Antonio Lopes Ribeiro de Mendonça e outros. 

Os Gomes Pereira
. João Gomes Pereira, cametaense que em 1713 era vereador do Senado da Câmara de Cametá, quando o Capitão-mor Antonio Carvalho de Albuquerque doou as terras para esse Senado da Câmara  (que era o principal órgão político-administrativo das antigas localidades, com seus vereadores-vide nomes nesta postagem), quando aconteceu a transferência da Villa de Cametá, da localidade Cametá-Tapera, para onde hoje se assenta a cidade de Cametá.
Os Mendes Pereira
. Juiz de Direito Dr. FRANCISCO MENDES PEREIRA, funcionário imperial, que em 1889 era Juiz de Direito em Cametá na Proclamação da República Brasileira.

FAMÍLIA PERES
Os Peres
. ISAAC JOSÉ PERES, membro da colônia hebraica em Cametá, citado em 1900.
. ANTONIO DE PERES, era funileiro em 1889 em Cametá, no ano da Proclamação da República do Brasil.
Família
. GERSON PERES, neto de João Monteiro, e Gerson é político que está a longos anos militando na vida política paraense, que ocupou cargos de deputado estadual, deputado federal  (ema vários mandatos) e até os dias atuais (10/2/1916) ainda ocupa cargos políticos, proprietário da "Rádio Tocantins AM", em Cametá..
. JOANA PERES, filha de João Monteiro, este que foi dono do "Palacete Azul", em Cametá
. ROMEU PERES, patriarca da Família Peres em Cametá que transformou o prédio Histórico Residência dos Peres em uma casa comercial para venda de produtos e bebidas com o nome de Bar São João. Esse prédio pertenceu a João dos Santos e Pedro Monteiro dos Santos, que foram os primeiros proprietários de uma residência histórica, em Cametá, prédio que vem do anos de 1870, no tempo da "Belle Epoquè",  que passou para a filha de João dos Santos e, em seguida, para o Sr. Romeu Peres, período em que uma das residências gêmeas foi demolida, pois eram duas residências iguais que faziam parte do acervo arquitetônico histórico de Cametá.
. JOÃO MONTEIRO, pai de Joana Peres, que foi dono do "Palacete Azul", em Cametá
Outros;
. Edu Peres, coordenador de produção gráfica
RAIMUNDO DUARTE PERES
Dico Peres
Nasceu em Cameta no dia 21 de março de 1888, filho de Antonio Duarte Peres e Ana Couto Matos Peres.
Jornalista dirigiu o ‘Jornal de Cameta’ de proprietário de Deodoro de Machado Mendonça, onde se revelou um grande articulista e redator, sob sua direção o conceituado jornal funcionou ate quando em 1930 teve seu maquinário apreendido pela força ditatorial. De então passando a funcionar com o nome de ‘O Tocantino’. Quando, por força de uma decisão legal. O maquinário foi devolvido, o jornal voltou a circular com seu nome original, ou seja ‘Jornal de Cameta’
Raimundo Peres foi um dos fundadores da Banda Carlos Gomes em Cameta onde atuou como flautista.
Na vida publica exerceu o cargo de Tesoureiro da Prefeitura de Cametá no governo de Cantidiano Mendonça. Foi secretario geral do município durante o governo de  Nelson Parijós. E exerceu o cargo de Coletor do Estadual de Cametá.
No governo de Francisco Pereira atuou como vereador na Câmara Municipal de Cametá pelo Partido Social Progressista.
Raimundo Duarte Peres era conhecido Carinhosamente como Dico Peres, pela sua retidão de caráter pelos sadios propósitos em que se ouviu em todas as suas atividades recebeu merecida emente uma homenagem do prefeito na época João Nilo de Andrade, perpetuando seu nome com uma praça no bairro central de Cametá. Onde seu nome figura como uma bandeira de respeito, probidade e honradez.
SUA MEMÓRIA ESTA PERPETUADA:
Em Cameta:
Praça Raimundo Peres, que ficou conhecida como Praça do Titio.
. ANTONIO DUARTE PERES, casado com Ana Couto Matos Peres, pais de Raimundo Duarte Peres
Fonte-luisperescameta.blogspot.com.br

Os Duarte Peres
. ANTONIO DUARTE PERES, foi um dos democratas de Cametá, junto com o Capitão Adolpho de Souza, que ajudaram financeiramente os democratas do Rio Grnade do Sul na Guerra dos Farrapos, entre 1893 e 1894. Vide Valeriano de Mello e Silva.

FAMÍLIA PHILO-CREÃO
. Dr. AMBRÓSIO PHILO-CREÃO, era médico em Cametá no 1889, ano da Proclamação da República e foi membro do diretório do PRD, em Cametá, no início da República Brasileira em 12/1889.. Citação: ANTONIO NOVAES, Proclamação da República era da oposição monárquica, mas que aderiu ao Partido Republicano democrático junto com: Antonio Novaes, Romualdo Furtado Cordeiro, Manoel dos Passos da Silva Lobo, Guilhermino Cardoso da Silva, Antonio Nicário da Veiga, João Baptista Pantoja, Joaquim José Martins, Ernestino de Oliveira Pantoja, Joaquim Prestes de Oliveira, Bastos Pedro Ferreira Bastos, Marciano Soares, Porfírio José Rodrigues de Farias, Ângelo Agnello da Costa, Dr. Ambrósio Philo-Creão, Raymundo Agnello da Costa Cotta, Adão Agnello da Costa Cotta, Raymundo Martins Bruno de Jesus, Valeriano Duarte de Mello e Silva, Vicente Ferreira Zagallo, Belmiro Manoel de Moraes.

. NICANOR PHILO-CREÃO. Citação; . BENJAMIM MALCHER DE SOUSA, foi membro da antiga Sociedade Beneficente e Artística Cametaense, junto com com outros antigos membros: Promotor Público Henrique lopes de Barros, Inspetor de Ensino Antonio Franco de Sá, farmacêutico Nicanor Philo-Creão, orador oficial  Lafayete Mendonça Correa, Isaac E. Benmuyal, Paulino Benedicto do Carmo e senhoras presentes: Luiza Redig Lopes, Isaura Correa de Souza, Brígida Mendes Cantão, Maria Sabba, Leopoldina Contente de Siqueira Mendes e o menino Deodoro Machado de Mendonça, citados em 1900 em um evento do clube.

. Iolanda do Pilão

FAMÍLIA PIMENTEL
Os de Sousa Pimentel
. ALFREDO DE SOUZA PIMENTEL, citação: Em 31/1/1890 faziam parte do Partido Democrata, em Cametá, os seguintes membros: Fortunato Braga, Fortunato João Braga, João José F. da Silva, Zeferino José de Miranda, Geraldo Antonio da Cruz, Cosme Pereira de Souza Coleho, Joaquim Felippe Coelho, Maximino José de Araújo Coelho, José Mariano Rodrigues Leão, João Gonçalves de Leão, João Arnaud da Conceição, João Augusto Correa Alves, Hilário Martins, Antonio Rodrigues Gomes, Rogerino Antonio da Costa, Floriano José da Cruz, Alfredo de Souza Pimentel, Manoel José Lopes Coelho, Domingos Martins Ribeiro, Domingos Lobato de Freitas, Manoel Gomes de Amorim, Marcellino Martins Paes, Francisco Pereira da Silva, Eusthachio Soares de Souza, Antonio Gomes de Amorim, Eutachio Marques Alves, Victor R. do Carmo, Jacob Francisco Paes, João Antonio da Costa Leal, Antonio Lopes Ribeiro de Mendonça e outros.

FAMÍLIA PINHEIRO
Os Pinheiro
. JOSÉ ANTONIO PINHEIRO
. MANOEL JOSÉ PINHEIRO
Citados como membro s,em 1890, do Partido Democrata na Parochia de Nossa Snhora do Carmo do Tocantins, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt, Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt, Capitão Agnello José de Oliveira, Leoncio José d'Oliveira, Félix Ferreira Ribeiro, Horácio Estácio Wanzeller, José Antonio Pinheiro, José Cardoso da Silva Coimbra, Ivo Manoel Vicente. Luiz Antonio do Carmo, Venâncio Erico de Moraes, João de Deus e Silva, Porphirio da Conceição, Plácido Antonio do Nascimento, João Roberto dos Santos, Manoel Romão dos Santos, Manoel Carlos Machado, Pedro José de Moraes, Euzébio Emílio Marcêncio, Manoel Francisco Ribeiro, Gregório Ferreira Ribeiro, Manoel Joaquim dos Santos, Joaquim Pedro Xavier Alves, Clemente Xavier da Cruz, Martiniano Martins da Cruz, Francisco Antonio Machado, Raymundo José Gomes, Fernando José de Moraes, João delgado Estumano, Antero José do Nascimento, Raymundo Antonio da Cruz, Manoel Gonçalves Pinto, Romualdo Ferreira Ribeiro, João Lima Beckman, Joaquim de Mello, Elias henrique de Lima, Isaac Benassuly, Manoel dos Passos Lobo, Manoel Wanzeller de Moraes, Lourenço Lopes Mendes, Estevão Gomes, Raymundo Cyriaco Mendes, Manoel leão Mendes, José Pedro Mendes, Silvino Ponciano Martins, Antonio Rosa da Costa, Joaquim Castro Valente, Antonio Castro Valente, João Gonçalves Pinto Sobrinho, Feliciano Luiz Barbosa, Matheus Martins Estumano, Jacob Obadri, Jaime Obadri, Manoel Felippe Nery, Marcelino de Souza Paes, Clarindo da Cruz, Jorge Coelho, Firmo Antonio Bahia, Antonio José Gomes, Miguel Estuamano, Manoel Alfredo Rodrigues, Thomé Pedro Beckman, José Rodrigues de Nazareth, que em 1890 era membro do Partido Democrata, da Parochia N.S. do Carmo, : Raymundo Furtado de Moraes, Raymundo Pinheiro de Barros, Francisco Ignacio Machado, Manoel Gonçalves Pinto, João da Cruz Villa-Real, Juvenal Augusto da Costa Moraes, Manoel José Rodrigues Villa-Real, Pedro Manoel Valente, Manoel José Ferreira, Manoel do Nascimento do Carmo, Antonio Felippe Nery, Cordolino de Moraes, Manoel José Pinheiro, Raymundo do Carmo Machado, Eduardo Augusto de Barros, Raymundo Estumano Francisco Xavier Gomes, Benedicto Américo de Carvalho, Manoel Antonio Fiel, Raymundo Procópio Rodrigues das Mercês, Manoel Cypriano Rodrigues, Manoel Antonio maia, Américo de Alcântara, Thomaz Gomes, Joaquim Garcia Bahia, Elias José Bahia, Domingos de Almeida,  José Raymundo de Freitas, Raymundo da Trindade, Narcizo Martiniano, Belmiro Antonio da Cruz, Feliciano d'Oliveira Costa, Francisco da Trindade, Martinho José dos Reis, Domingos José Portilho, João Martins Bahia, Manoel da Cruz Sobrinho, Marcos bahia dos Reis, Bazílio dos Reis, Benedicto Antonio da Cruz, Raymundo de Souza Bahia, Benedicto Rosa de Jesus Gaia, Manoel Francisco da Gaia, Abel de Oliveira da Costa, Domingos Martins Bahia, Manoel da Cruz da Gaia, Raymundo Cotta da Gaia, Mariano Antonio da Cruz, Florêncio Bittencourt, Alexandre Pompeu, Manoel Gonçalves de Moraes, Manoel Pedro dos Santos, João Raimundo Rodrigues, Manoel Francisco da Cruz, João Luiz da Cruz, Manoel Cândido da Cruz, José Vicente da Cruz, José Pinheiro Gomes, Honório M. de Moraes, José Felício Ramos, Gracindo Rodrigues, João Ferreira Ribeiro, Antonio Silva Lobo, Manoel da Silva Pinheiro, João Américo Cardoso, José Antonio Fonseca, Silvestre Pedro Beckman, Sebastião Rodrigues de Nazareth, João Felippe Nery, Avelino Machado de Barros, Francisco Ribeiro, sendo que muitos desses eram estrangeiros.
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Os Pinheiro de Barros
. RAYMUNDO PINHEIRO DE BARROS, Citado como membro ,em 1890, do Partido Democrata na Parochia de Nossa Snhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt e outros democratas. Vide lista em  José Antonio Pinheiro.
Os Pinheiro Gomes
. JOSÉ PINHEIRO GOMES, citado como membro,em 1890, do Partido Democrata na Parochia de Nossa Snhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt e outros democratas. Vide lista em José Antonio Pinheiro..

Os Silva Pinheiro
. MANOEL DA SILVA PINHEIRO, que era membro em 1890 do Partido Democrata na Parochia de Nossa Snhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com outros democratas. Vide lista em José Antonio Pinheiro.

FAMÍLIA PINTO
Os Pinto
. Benedita Celeste Pinto, é historiadora em Cametá
. Maria Celeste Pinto, é historiadora.
Os Pinto da Costa
ISIDORO PINTO DA COSTA, Juiz de Paz do 4º Distrito em Cametá no 1889, ano da Proclamação da República.
. Firma PINTO E FILHO, foi um dos democratas de Cametá, junto com o Capitão Adolpho de Souza, que ajudaram financeiramente os democratas do Rio Grnade do Sul na Guerra dos Farrapos, entre 1893 e 1894. Vide Valeriano de Mello e Silva.
Os Pinto da Rocha
. ÂNGELO PINTO DA ROCHA, citado em 1889 em Cametá, no ano da Proclamação da República do Brasil.
Os Pinto da Silva
. ALÍPIO CÉSAR PINTO DA SILVA, jovem que no início da República Brasileira iria concluir seus. estudos musicais no Conservatório de Milão, na Itália, através de investimentos do Corpo Cênico do Ateneu Commercial do Pará.
Os Gonçalves Pinto Sobrinho
JOÃO GONÇALVES PINTO SOBRINHO, que era membro em 1890 do Partido Democrata na Parochia de Nossa Snhora do Carmo do Tocantins, José Antonio Pinheiro e outros, citados acima em José Antonio Pinheiro, acima,
Os Pinto da Veiga
. SEBASTIÃO PINTO DA VEIGA, foi um dos democratas de Cametá, junto com o Capitão Adolpho de Souza, que ajudaram financeiramente os democratas do Rio Grnade do Sul na Guerra dos Farrapos, entre 1893 e 1894. Vide Valeriano de Mello e Silva.

Os de Almeida Pinto
MANOEL PEDRO D'ALMEIDA PINTO,  era Escrivão Judicial em Cametá no 1889, ano da Proclamação da República.
Os Ferreira Pinto
. Antonio Joaquim Ferreira Pinto, citado em 1891 como da oposição monárquica contra os republicanos, em Cametá.
Os Gonçalves Pinto
JOÃO GONÇALVES PINTO SOBRINHO e os abaixo, citação:
. MANOEL GONÇALVES PINTO, que era membro em 1890 do Partido Democrata na Parochia de Nossa Senhora do Carmo do Tocantins, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt, Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt, Capitão Agnello José de Oliveira, Leoncio José d'Oliveira, Félix Ferreira Ribeiro, Horácio Estácio Wanzeller, José Antonio Pinheiro, José Cardoso da Silva Coimbra, Ivo Manoel Vicente. Luiz Antonio do Carmo, Venâncio Erico de Moraes, João de Deus e Silva, Porphirio da Conceição, Plácido Antonio do Nascimento, João Roberto dos Santos, Manoel Romão dos Santos, Manoel Carlos Machado, Pedro José de Moraes, Euzébio Emílio Marcêncio, Manoel Francisco Ribeiro, Gregório Ferreira Ribeiro, Manoel Joaquim dos Santos, Joaquim Pedro Xavier Alves, Clemente Xavier da Cruz, Martiniano Martins da Cruz, Francisco Antonio Machado, Raymundo José Gomes, Fernando José de Moraes, João delgado Estumano, Antero José do Nascimento, Raymundo Antonio da Cruz, Manoel Gonçalves Pinto, Romualdo Ferreira Ribeiro, João Lima Beckman, Joaquim de Mello, Elias henrique de Lima, Isaac Benassuly, Manoel dos Passos Lobo, Manoel Wanzeller de Moraes, Lourenço Lopes Mendes, Estevão Gomes, Raymundo Cyriaco Mendes, Manoel leão Mendes, José Pedro Mendes, Silvino Ponciano Martins, Antonio Rosa da Costa, Joaquim Castro Valente, Antonio Castro Valente, João Gonçalves Pinto Sobrinho, Feliciano Luiz Barbosa, Matheus Martins Estumano, Jacob Obadri, Jaime Obadri, Manoel Felippe Nery, Marcelino de Souza Paes, Clarindo da Cruz, Jorge Coelho, Firmo Antonio Bahia, Antonio José Gomes, Miguel Estuamano, Manoel Alfredo Rodrigues, Thomé Pedro Beckman, José Rodrigues de Nazareth, que em 1890 era membro do Partido Democrata, da Parochia N.S. do Carmo, : Raymundo Furtado de Moraes, Raymundo Pinheiro de Barros, Francisco Ignacio Machado, Manoel Gonçalves Pinto, João da Cruz Villa-Real, Juvenal Augusto da Costa Moraes, Manoel José Rodrigues Villa-Real, Pedro Manoel Valente, Manoel José Ferreira, Manoel do Nascimento do Carmo, Antonio Felippe Nery, Cordolino de Moraes, Manoel José Pinheiro, Raymundo do Carmo Machado, Eduardo Augusto de Barros, Raymundo Estumano Francisco Xavier Gomes, Benedicto Américo de Carvalho, Manoel Antonio Fiel, Raymundo Procópio Rodrigues das Mercês, Manoel Cypriano Rodrigues, Manoel Antonio maia, Américo de Alcântara, Thomaz Gomes, Joaquim Garcia Bahia, Elias José Bahia, Domingos de Almeida,  José Raymundo de Freitas, Raymundo da Trindade, Narcizo Martiniano, Belmiro Antonio da Cruz, Feliciano d'Oliveira Costa, Francisco da Trindade, Martinho José dos Reis, Domingos José Portilho, João Martins Bahia, Manoel da Cruz Sobrinho, Marcos bahia dos Reis, Bazílio dos Reis, Benedicto Antonio da Cruz, Raymundo de Souza Bahia, Benedicto Rosa de Jesus Gaia, Manoel Francisco da Gaia, Abel de Oliveira da Costa, Domingos Martins Bahia, Manoel da Cruz da Gaia, Raymundo Cotta da Gaia, Mariano Antonio da Cruz, Florêncio Bittencourt, Alexandre Pompeu, Manoel Gonçalves de Moraes, Manoel Pedro dos Santos, João Raimundo Rodrigues, Manoel Francisco da Cruz, João Luiz da Cruz, Manoel Cândido da Cruz, José Vicente da Cruz, José Pinheiro Gomes, Honório M. de Moraes, José Felício Ramos, Gracindo Rodrigues, João Ferreira Ribeiro, Antonio Silva Lobo, Manoel da Silva Pinheiro, João Américo Cardoso, José Antonio Fonseca, Silvestre Pedro Beckman, Sebastião Rodrigues de Nazareth, João Felippe Nery, Avelino Machado de Barros, Francisco Ribeiro, sendo que muitos desses eram estrangeiros.

Os Siqueira Mendes Pinto
. JOAQUIM FELIPE DE SIQUEIRA MENDES PINTO (ou, Joaquim Siqueira), foi casado com MARIA LOPES VIANA DE SIQUEIRA...

FAMÍLIA PÓ
. Pó e Cia, fabrica de doces e licores em Cametá em 1889, ano da Procamação da República no Brasil.
Os Demothenes Pó
. Dr.. MANOEL DEMÓSTENES PÓ, foi Coletor das Rendas do Estado em CametÁ no 1889, ano da Proclamação da República e era membro do Diretório do Partido Republicano.

FAMÍLIA POMPEU
Os Pompeu
. ALEXANDRE POMPEU, que era membro em 1890 do Partido Democrata na Parochia de Nossa Senhora do Carmo do Tocantins, em Cametá, junto com: Manoel Gonçalves Pinto e outros, citados acima.
. BERNARDO POMPEU
. DANÚZIO POMPEU, escritor, com o livro publicado: "Evolução Territorial e Urbana do Município de Cametá".
FAMÍLIA PORTELLINHA
Os L. C. Portellinha
. DOMINGOS L. C PORTELINHA, era ourives em 1889 em Cametá, no ano da Proclamação da República do Brasil.

FAMÍLIA PORTILHO
. DOMINGOS JOSÉ PORTILHO, que era membro em 1890 do Partido Democrata na Parochia de Nossa Snhora do Carmo do Tocantins, junto com: Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt, Capitão Hilário Carlos de Moraes Bittencourt, Capitão Agnello José de Oliveira, Leoncio José d'Oliveira, Félix Ferreira Ribeiro, Horácio Estácio Wanzeller, José Antonio Pinheiro, José Cardoso da Silva Coimbra, Ivo Manoel Vicente. Luiz Antonio do Carmo, Venâncio Erico de Moraes, João de Deus e Silva, Porphirio da Conceição, Plácido Antonio do Nascimento, João Roberto dos Santos, Manoel Romão dos Santos, Manoel Carlos Machado, Pedro José de Moraes, Euzébio Emílio Marcêncio, Manoel Francisco Ribeiro, Gregório Ferreira Ribeiro, Manoel Joaquim dos Santos, Joaquim Pedro Xavier Alves, Clemente Xavier da Cruz, Martiniano Martins da Cruz, Francisco Antonio Machado, Raymundo José Gomes, Fernando José de Moraes, João delgado Estumano, Antero José do Nascimento, Raymundo Antonio da Cruz, Manoel Gonçalves Pinto, Romualdo Ferreira Ribeiro, João Lima Beckman, Joaquim de Mello, Elias henrique de Lima, Isaac Benassuly, Manoel dos Passos Lobo, Manoel Wanzeller de Moraes, Lourenço Lopes Mendes, Estevão Gomes, Raymundo Cyriaco Mendes, Manoel leão Mendes, José Pedro Mendes, Silvino Ponciano Martins, Antonio Rosa da Costa, Joaquim Castro Valente, Antonio Castro Valente, João Gonçalves Pinto Sobrinho, Feliciano Luiz Barbosa, Matheus Martins Estumano, Jacob Obadri, Jaime Obadri, Manoel Felippe Nery, Marcelino de Souza Paes, Clarindo da Cruz, Jorge Coelho, Firmo Antonio Bahia, Antonio José Gomes, Miguel Estuamano, Manoel Alfredo Rodrigues, Thomé Pedro Beckman, José Rodrigues de Nazareth, que em 1890 era membro do Partido Democrata, da Parochia N.S. do Carmo, : Raymundo Furtado de Moraes, Raymundo Pinheiro de Barros, Francisco Ignacio Machado, Manoel Gonçalves Pinto, João da Cruz Villa-Real, Juvenal Augusto da Costa Moraes, Manoel José Rodrigues Villa-Real, Pedro Manoel Valente, Manoel José Ferreira, Manoel do Nascimento do Carmo, Antonio Felippe Nery, Cordolino de Moraes, Manoel José Pinheiro, Raymundo do Carmo Machado, Eduardo Augusto de Barros, Raymundo Estumano Francisco Xavier Gomes, Benedicto Américo de Carvalho, Manoel Antonio Fiel, Raymundo Procópio Rodrigues das Mercês, Manoel Cypriano Rodrigues, Manoel Antonio maia, Américo de Alcântara, Thomaz Gomes, Joaquim Garcia Bahia, Elias José Bahia, Domingos de Almeida,  José Raymundo de Freitas, Raymundo da Trindade, Narcizo Martiniano, Belmiro Antonio da Cruz, Feliciano d'Oliveira Costa, Francisco da Trindade, Martinho José dos Reis, Domingos José Portilho, João Martins Bahia, Manoel da Cruz Sobrinho, Marcos bahia dos Reis, Bazílio dos Reis, Benedicto Antonio da Cruz, Raymundo de Souza Bahia, Benedicto Rosa de Jesus Gaia, Manoel Francisco da Gaia, Abel de Oliveira da Costa, Domingos Martins Bahia, Manoel da Cruz da Gaia, Raymundo Cotta da Gaia, Mariano Antonio da Cruz, Florêncio Bittencourt, Alexandre Pompeu, Manoel Gonçalves de Moraes, Manoel Pedro dos Santos, João Raimundo Rodrigues, Manoel Francisco da Cruz, João Luiz da Cruz, Manoel Cândido da Cruz, José Vicente da Cruz, José Pinheiro Gomes, Honório M. de Moraes, José Felício Ramos, Gracindo Rodrigues, João Ferreira Ribeiro, Antonio Silva Lobo, Manoel da Silva Pinheiro, João Américo Cardoso, José Antonio Fonseca, Silvestre Pedro Beckman, Sebastião Rodrigues de Nazareth, João Felippe Nery, Avelino Machado de Barros, Francisco Ribeiro, sendo que muitos desses eram estrangeiros.


FAMÍLIA PORTUGAL
ALFREDO PORTUGAL, citado como alfaiate em Cametá em 1889, ano da Proclamação da República do Brasil.
FAMÍLIA PRESTES
Os Prestes
. Wanderley Prestes, auxiliar técnico gráfico
. JOAQUIM PRESTE D'OLIVEIRA BASTOS, foi Agente dos Correios de Cametá no 1889, ano da Proclamação da República. Citação: ANTONIO NOVAES, Proclamação da República era da oposição monárquica, mas que aderiu ao Partido Republicano democrático junto com: Antonio Novaes, Romualdo Furtado Cordeiro, Manoel dos Passos da Silva Lobo, Guilhermino Cardoso da Silva, Antonio Nicário da Veiga, João Baptista Pantoja, Joaquim José Martins, Ernestino de Oliveira Pantoja, Joaquim Prestes de Oliveira, Bastos Pedro Ferreira Bastos, Marciano Soares, Porfírio José Rodrigues de Farias, Ângelo Agnello da Costa, Dr. Ambrósio Philo-Creão, Raymundo Agnello da Costa Cotta, Adão Agnello da Costa Cotta, Raymundo Martins Bruno de Jesus, Valeriano Duarte de Mello e Silva, Vicente Ferreira Zagallo, Belmiro Manoel de Moraes.

Os Prestes Rodrigues
CUSTÓDIO PRESTES RODRIGUES, que em 1889, na Proclamação da república do Brasil, era suplente do subdelegado José do Rego e Silva, em Cametá.
FAMÍLIA PRUDÊNCIO
Os Prudêncio de Sousa
. SAMUEL PRUDÊNCIO DE SOUZA, foi professor em Cametá no 1889, ano da Proclamação da República.
FAMÍLIAS Q
FAMÍLIA QUARESMA
. José Quaresma, ex-prefeito de Cametá
FAMÍLIA QUEIROZ
Os Rodrigues de Queiroz
MIGUEL RODRIGUES DE QUEIROZ, Juiz de Paz do 4º Distrito em Cametá no 1889, ano da Proclamação da República.


Blog do Ademir Rocha, de Abaetetuba/PA

Um comentário:

  1. MUITO BOM ADEMIR. Nomes e vultos cametaenses que, na sua grande maioria, eu desconhecia.E que a cidade, infelizmente, com raras exceções, não cultua. Vamos aos fatos, Ademir, levanta os acontecimentos históricos, desde sempre, que contam a nossa história.

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