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terça-feira, 12 de maio de 2015

Família Cardoso - Genealogia Abaetetubense

Família Cardoso - Genealogia Abaetetubense

FAMÍLIA CARDOSO
Os Cardoso
Muitos da tradicional Família Cardoso de Abaetetuba têm origem
ribeirinha e foram donos de engenhos e casas comerciais nas
Ilhas de Abaetetuba

Postagem em construção
Observação:
Os nomes abaixo estão em fase de identificação de respectivas famílias.
alaci
Os Cardoso
. ALEXANDRE CARDOSO, citado em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Alaci da Silva Correia.
. Ana Cardoso, citada em 1939 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Filomena Dume.
ABAETÉ/AFLUENTES/COLÔNIA
. Anastácio Cardoso, citado em 1939 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de José Feliciano de Lima.
. Anartézia Cardoso, citada em 1939 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Teodorico dos Santos.
alaci
. Angelita Cardoso, citada em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Alaci da Silva Correia.
laura
• Angelina Domingas Cardoso, citada em 1942 como contribuinte e juiz da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através da profa. Laura dos Santos Ribeiro.
. Anilo Cardoso, citado em 1953 como juiz da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba. 
. Antonia Cardoso, citada em 1939 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Filomena Dume.
• Antonio Hildebrando Cardoso, membro da Irmandade de Nossa Senhora da Conceição, em 1908.
mitirito
. Armando Cardoso, citado em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Mitirito Cardoso.
. BENEDITO ALEXANDRE CARDOSO, membro da Irmandade de São Sebastião em 1908.
. Benedito Cardoso, citado em 1939 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através da diretoria da festa. 
• BENEDITO ANTONIO CARDOSO, presente no Ato de Instalação da cidade de Abaeté em 15/8/1895.
. BENITO CARDOSO, músico que tocava pandeiro e prato e que formou na Banda Carlos Gomes e no Jazz Tupy, este citado em 5/3/1953 e que subsistiu até os ano de 1965 e que foi criado pelo músico da Banda Carlos Gomes, Otacílio Ferreira Dias/Ramito, com uma de suas formações: Ramito, no saxofone; Raimundo da Silva (Besteira), que tocava pistão; Manoel Roque Ferreira, que tocava contra-baixo; Benito Cardoso, que tocava pandeiro e prato; Raimundo Melo, que tocava Banjo; Siriri, que tocava trombone. Foi antigo membro do Clube Carlos Gimes, conforme citação;
Componentes da Banda Carlos Gomes nos anos 1980: Rui Guilherme, mestre da banda; Prudente Araujo, no flautim; Miguel Negrão, no clarinete; Manoel Antonio, no pistão; Valdeíno Cardoso, no tombone; Otacílio Dias (Ramito), no sax alto; Adamor, no sax alto; Francisco Negrão no sax tenor; Vicente Gama, como bumbeiro; José Pinheiro Rodrigues, na caixa clara; Manoel João, como pratilheiro; Benito Cardoso, na caixa surda; Belchioara, no baixo tuba.
• BENJAMIM SUDÁRIO CARDOSO, citado em 1931.
• Bibiano Cardoso, ourives, chefe dos Escoteiros, viu pai e filho se debatendo nas águas do rio Maratauhyra, perto da Ilha da Pacoca e foi tentar salvá-los e ele, heroicamente, faleceu junto por afogamento junto com Vavá Quaresma (relojoeiro) e Chiquinho (filho do Chico). Bibiano tem rua com o seu nome em Abaetetuba, pois é um herói.
emercindo
. Bito Cardoso, citado em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Emercindo Maués.
. Brasilino Cardoso, citado em 1961 na equipe de mordomagem da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
. Catarino Cardoso, citado em 1939 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através da diretoria da festa.
. Cecílio Cardoso, citado em 1953 como juiz da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
. Conceição Cardoso, citada em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Maria dos Reis Santos.
. Constância Cardoso, citada em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Maria Zaíde Cardoso.
. Dedilo Cardoso, citado em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Carmosina Jaques Pinheiro.
laura
• Delfina Cardoso, citada em 1942 como contribuinte e juiz da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através da profa. Laura dos Santos Ribeiro.
• Delfino Cardoso, membro da Irmandade de S. Sebastião, em 1908.
• Dina Cardoso, c/c Euzébio Cardoso e tiveram filhos: Rebenque, Afonso, Josina, Mita, Laburina, Dijó, Ari, Manoel Cardoso de Castro/Dé.
. Djanira Cardoso, citada em 1961 como contribuinte de promessa da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
. Édson Anilo Cardoso, citado em 2014
• Eládio Cardoso, citado em 1942 como contribuinte e juiz da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
emercindo
. Ernestina Cardoso, citada em 1953 como Membro Auxiliar da Diretoria e citada como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Emercindo Maués.
• Epaminondas Cardoso, citado em 1942 como contribuinte e juiz  e em 1961 como contribuinte das localidade Rio Curuperé da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
emercindo
• Esmerino Cardoso, músico membro da Banda Carlos Gomes no tempo de Chiquinho Margalho.
. Evilásio Cardoso, citado em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Emercindo Maués.
. Gabi Cardoso, citada em 2014
. Graciliano Cardoso, citado em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Carmosina Jaques Pinheiro.
. HILÁRIO CARDOSO
. Humberto Cardoso, citado em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Maria Zaíde Cardoso.
. Ingleirina Cardoso, citada em 1942 como contribuinte e juíza e em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
. Inglezina Cardoso, citada em 1961 na equipe de mordomagem da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
laura
• Izabel Jovita Cardoso, citada em 1942 como contribuinte e juiz da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através da profa. Laura dos Santos Ribeiro.
firmo
• Jaime Tomás Cardoso, citado em 1942 como contribuinte e juiz da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Firmo Roberto Maués.
• Jerônimo Cardoso, origem na localidade Casa Branca, na Costa Maratauíra, no município de Abaetetuba, citado em 1944.
• João da Memória Cardoso, citado em 1920.
alaci
. José Cardoso, citado em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Alaci da Silva Cardoso.
• José Joaquim Cardoso, dono do engenho Bela Vista na localidade Pontinha, um dos primeiros de Abaeté.
afonso
. Jovita Cardoso, citado em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Afonso Caetano dos Santos.
. Juquinha Cardoso, citado em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba, na região do Rio Abaeté e seus afluentes, através de José Vilhena.
• Leocádia Cardoso, citada em 1961.
laura
. Manoel Bento Cardoso, citado em 1939 e 1942 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba, no rio Abaeté e seus afluentes, através de Laura dos Santos Cardoso.
• Manoel Cardoso, citado em 1942 como contribuinte e juiz da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
. Manoel Cardoso, citado em 1961 na equipe de mordomagem da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
. Marçal Cardoso, citado em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Carmosina Jaques Pinheiro.
laura
• Maria Anunciação Cardoso, citada em 1942 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através da profa. Laura dos Santos Ribeiro.
• Maria do Perpétuo Socorro Cardoso, c/c Alcindo Oliveira da Silva e tiveram filhos.
. Maria Cardoso, citada em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Maria Zaíde Cardoso.
• Maria Felícia Cardoso, c/c Aquibaldino Pontes Margalho e tiveram uma filha.
alaci
. Maria José Cardoso, citada em 1953 como contribuinte e Membro Auxiliar da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Alaci da Silva Correa.
. Maria Madalena Cardoso, citada em 1939 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Teodorico dos Santos.
• Maria Zaíde Cardoso, professora, citada em 1939 como contribuinte através de Laura dos Santos Cardoso e arrecadadora da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba e citada em 1953 e 1961 como auxiliar arrecadadora da diretoria na arrecadação de fundos na festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba, foi a 1ª diretora do Grupo Escolar Dr. Vicente Maués, inaugurado em 28/8/1968, citada como professora em 1993.
• Maximiano Antonio Cardoso, professor, antigo morador da Travessa Santa Luzia em Abaeté, citado em 1931.
• Maximiano Cardoso, citado em 1953 como contribuinte e Membro Auxiliar da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
• Maximiniano Silvino Cardoso, prefeito nomeado de Abaeté em 1930-5/3/1933, na Revolução de 1930, citado em 1940.
. MIGUEL CARDOSO, músico que foi o fundador do antigo do Miguel Cardoso
Componentes da Banda Carlos Gomes nos anos 1980: Rui Guilherme, mestre da banda; Prudente Araujo, no flautim; Miguel Negrão, no clarinete; Manoel Antonio, no pistão; Valdeíno Cardoso, no tombone; Otacílio Dias (Ramito), no sax alto; Adamor, no sax alto; Francisco Negrão no sax tenor; Vicente Gama, como bumbeiro; José Pinheiro Rodrigues, na caixa clara; Manoel João, como pratilheiro; Benito Cardoso, na caixa surda; Belchioara, no baixo tuba.
• Nazareno Cardoso, dono de engenho no Ramal de Beja e da fábrica de bebidas Amazônia.
. Osmarina Cardoso, citada em 1939 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Teodorico dos Santos.
• Osvaldo Cardoso, citado na localidade Furo Grande em 1942 como contribuinte e juiz da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Horácio Maués Cardoso.
. Osvaldo Cardoso, citado em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Sisínia Silva, esta da localidade Jarumã.
alaci
. Raimundo Cardoso, citado em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Alaci da Silva Cardoso.
teodoro
. Raymundo Cardoso, citado em 1939 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Teodoro dos Santos.
alaci
. Raimundo Cardoso, citado em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Alaci da Silva Correia.
• Raimundo Cardoso, citado em 1942 na localidade Arumanduba, como contribuinte e juiz da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Dulcinda Carvalho.
ABAETÉ/AFLUENTES/COLÔNIA
• Rogério Cardoso, citado em 1942 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através da profa. Laura dos Santos Ribeiro.
. Rogério Cardoso, citado em 1939 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de José Feliciano de Lima.
• Sarica Cardoso, citado em 1942 como contribuinte e juiz da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
• Segisfredo José Cardoso, com oficina de barbeiro e comerciante citado em 1922.
• Sérgio Cardoso, citado em 1920.
• Siloca Cardoso, representante do jornal “O Liberal” em Abaetetuba, casado e com filhos: Walter e outros.
emercindo
. Teodomiro Cardoso, citado em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Emercindo Maués.
ABAETÉ/AFLUENTES/COLÔNIA
. Valdemar Cardoso, citado em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de José Vilhena.
• Valdomira Cardoso, citada em 1927, citada como participante e contribuinte das festas de N. S. da Conceição em Abaetetuba em 1939 e 1940, citada e 1953 como juíza da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
• Valeriano Cardoso, citado em 1942 como contribuinte e juiz da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através da profa. Laura dos Santos Ribeiro.
. Valeriano Cardoso, citado em 1939 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de José Feliciano Cardoso.
• Valério Antônio Cardoso, açougueiro em 1922.
. Valmir Cardoso, citado em 2013
. Virgulina Cardoso, citada em 2012.
ABAETÉ/AFLUENTES/COLÔNIA
• Zaíde Cardoso, professora, citada em 1953 como Membro Auxiliar  e em 1961 como contribuinte da localidade Rio Curuperé da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.

Família
. Benedita Cardoso, esta nascida em 1943, casada e com filhos: Genilda Cardoso e outros.
. Genilda Cardoso.
. Karina Cardoso, sobrinha de Benedita Cardoso.
. Merian Cardoso, sobrinha de Benedita Cardoso.

Os Cardoso e as Outras Famílias
Os Cardoso Dias
. ANTONIO CARDOSO DIAS, foi antigo membro do Clube Carlos Gomes, em Abaetetuba, conforme citação acima:
Componentes da Banda Carlos Gomes nos anos 1980: Rui Guilherme, mestre da banda; Prudente Araujo, no flautim; Miguel Negrão, no clarinete; Manoel Antonio, no pistão; Valdeíno Cardoso, no tombone; Otacílio Dias (Ramito), no sax alto; Adamor, no sax alto; Francisco Negrão no sax tenor; Vicente Gama, como bumbeiro; José Pinheiro Rodrigues, na caixa clara; Manoel João, como pratilheiro; Benito Cardoso, na caixa surda; Belchioara, no baixo tuba.
. VALDEÍNO CARDOSO DIAS, foi antigo membro do Clube Carlos Gomes, em Abaetetuba, conforme citação acima:
Componentes da Banda Carlos Gomes nos anos 1980:
Rui Guilherme, mestre da banda; Prudente Araujo, no flautim; Miguel Negrão, no clarinete; Manoel Antonio, no pistão; Valdeíno Cardoso, no tombone; Otacílio Dias (Ramito), no sax alto; Adamor, no sax alto; Francisco Negrão no sax tenor; Vicente Gama, como bumbeiro; José Pinheiro Rodrigues, na caixa clara; Manoel João, como pratilheiro; Benito Cardoso, na caixa surda; Belchioara, no baixo tuba.
Os Cardoso Ferreira
. Adelaide Cardoso Ferreira, vide famílias Cardoso Ferreira e Nunes Ferreira.

Os Cardoso de Lima:
. Osvaldo Cardoso de Lima, este é avô de Nilvana Melo.
 
Os Cardoso Pinheiro
• Ana Cardoso Pinheiro, citada em 1939 como contribuinte da da comissão da classe da Mocidade Abaetetubense nas noites de leilões de donativos  e em 1961 como contribuinte da localidade Rio Curuperé da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.

Os Cardoso da Silva
• Jerônima Cardoso da Silva, citada em 1942 como contribuinte e juiz da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
CARIPETUBA
• Raimundo Cardoso da Silva, citado em 1939 como Membro Auxiliar  e em 1961 como contribuinte da localidade Rio Curuperé da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.



ABAETÉ/AFLUENTES/COLÔNIA
As Outras Famílias e os Cardoso
Os Assis Cardoso
• Francisca de Assis Cardoso, citada em 1942 como contribuinte e juiz da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através da profa. Laura dos Santos Ribeiro.
Os B. Cardoso
. Sinforosa B. Cardoso, citada em 1953 como auxiliar da diretoria da festa de N. S. da Conceição na arrecadação de fundos nas localidades rios Abaeté e afluentes, Colônia.
laura
Os Barbosa Cardoso
• Maria Barbosa Cardoso, citada em 1942 como contribuinte e juiz da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através da profa. Laura dos Santos Ribeiro.
Os Batista Cardoso
. João Batista Cardoso, citado em 1950 como contribuinte e da comissão da classe da mocidade para uma noite de leilão de donativos da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.

Os Carvalho Cardoso
• Sebastião Carvalho Cardoso, citado em 1942 como contribuinte e juiz da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
laura
Os Dias Cardoso
• João Dias Cardoso, citado em 1942 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através da profa. Laura dos Santos Ribeiro.

Os F. Cardoso
• Manoel F. Cardoso, citado em 1942 como contribuinte e juiz da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
laura
Os Jovita Cardoso
• Izabel Jovita Cardoso, citada em 1942 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através da profa. Laura dos Santos Ribeiro.
• Raimunda Jovita Cardoso, citada em 1942 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através da profa. Laura dos Santos Ribeiro.
Os Machado Cardoso
• Valdomira Machado Cardoso, citada em 1942 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através da profa. Laura dos Santos Ribeiro.

firmo
Os Maués Cardoso
• Sebastião Maués Cardoso, citado em 1942 como contribuinte e juiz da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Firmo Roberto Maués.
laura
Os Oliveira Cardoso
• Augusto de Oliveira Cardoso, citado em 1942 como contribuinte e juiz da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através da profa. Laura dos Santos Ribeiro.
ARUMANDUBA
Os P. Cardoso
• Raimundo P. Cardoso, citado em 1942 como contribuinte e juiz da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Dulcinda Carvalho.
Os Paixão Cardoso
• Manoel da Paixão Cardoso, citado em 1942 como contribuinte e juiz da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
Os Paraense Cardoso
• Francklin Paraense Cardoso, citado em 1942 como contribuinte e juiz da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
ARUMANDUBA
Os Piedade Cardoso
• Maria da Piedade Cardoso, citada em 1942 como contribuinte e juiz da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Dulcinda Carvalho.
laura
Os Santos Cardoso
• Laudelino dos Santos Cardoso, citado em 1942 como contribuinte e juiz da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através da profa. Laura dos Santos Ribeiro.
Os Silva Cardoso
• Manoel da Silva Cardoso, citado em 1942 como contribuinte e juiz da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através da profa. Laura dos Santos Ribeiro.
ARUMANDUBA
• Sebastiana da Silva Cardoso, citada em 1942 como contribuinte e juiz da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Dulcinda Carvalho.
laura
Os Vilhena Cardoso
• Clara Vilhena Cardoso, citada em 1942 como contribuinte e juiz da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através da profa. Laura dos Santos Ribeiro.

horácio
Família
• João Raimundo Cardoso, pai de João Raimundo Cardoso Filho..
• João Raimundo Cardoso Filho, citado na localidade Furo Grande em 1942 como contribuinte e juiz da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Horácio Maués Cardoso.

 Localidades
ABAETÉ
• Brasiliano Cardoso, origem na localidade Rio Abaeté, citado em 1944.
Localidades
ARUMANDUBA
. Cecílio Cardoso, origem na localidade Rio Arumanduba, citado em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
. Manoel Bento Cardoso, origem na localidade Rio Arumanduba, citado em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
. Manoel Cardoso, citado em 1939 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Dulcinda Carvalho.
. Manoel Elias Cardoso, origem na localidade Rio Arumanduba, citado em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
Rio Arumanduba
. Maria Cardoso, citada em 1939 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Dulcinda Carvalho.
. Odival Cardoso, origem na localidade Rio Arumanduba, citado em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
. Manoel Raimundo Cardoso, origem na localidade Rio Arumanduba, citado em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
Rio Arumanduba
. Sebastiana Cardoso, citada em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Dulcinda Carvalho.
. Tomás Cardoso, origem na localidade Rio Arumanduba, citado em 1953 como contribuinte através de José Vilhena e em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.

Localidades
CAMOTIM
Rio Camotim
• Antonio Cardoso, origem na localidade Rio Camotim, citada em 1944.
• Esperidiana Cardoso, origem na localidade Rio Camotim, citada em 1944.
• João Cardoso, origem na localidade Rio Camotim, citado em 1944.
• João Alcides Cardoso, origem na localidade Rio Camotim, citado em 1944.
• José Cardoso, origem na localidade Rio Camotim, citado em 1944.
• Manoel Pedro Cardoso, origem na localidade Rio Camotim, citada em 1944.
• Maria Cardoso, origem na localidade Rio Camotim, citada em 1944.
• Maximiano Sudário Cardoso, origem na localidade Rio Camotim, citado em 1944.
• Miguel Archanjo Cardoso, origem na localidade Rio Camotim, citado em 1944.
. Mitirito Cardoso, citado em 1953 como contribuinte e Membro Auxiliar arrecadador da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
• Naíde Cardoso, origem na localidade Rio Camotim, citada em 1944.
• Rosiana Cardoso, origem na localidade Rio Camotim, citada em 1944.
• Terezinha Cardoso, origem na localidade Rio Camotim, citada em 1944.

CAMPOMPEMA
. Antonio Cardoso, origem na localidade Rio Campompema, citado em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.

Localidades
CARIPETUBA
Rio Caripetuba
• João Esmerino Cardoso, origem na localidade Rio Caripetuba, citado em 1944.
• Raimundo Cardoso, origem na localidade Rio Caripetuba, citado em 1944.
• Teodomiro Cardoso, origem na localidade Rio Caripetuba, citado em 1944.

Localidades 
CURUPERÉ
Rio Curuperé
. Manoel de Jesus Cardoso, citado na localidade Rio Curuperé em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.

Localidades
MARACAPUCU
Os Cardoso do Rio Maracapucu
. Acendino Cardoso, citado na localidade Rio Maracapucu em 1953 e 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
. Alexandre Cardoso, citado na localidade Rio Maracapucu em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
. Cilomário Cardoso, citado na localidade Rio Maracapucu em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
. Delba Catarina Cardoso, citada na localidade Rio Maracapucu em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
. João Cardoso, citado na localidade Rio Maracapucu em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
. José Maria Cardoso, citada na localidade Rio Maracapucu em 19653 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba  através de Carmosina Jaques Pinheiro.
• Manoel Laurindo Cardoso, presente na instalação da Cidade de Abaeté em 15/8/1895, comerciante e dono de engenho para mel no rio Maracapucu e morador à Rua Siqueira Mendes em 1922.
. Maria de Lourdes Cardoso, citada na localidade Rio Maracapucu em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
• Raimunda Cardoso, origem na localidade Baixo Maracapucu, citada em 1944.
. Raymunda Jovita Cardoso, citada em 1939 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de José Feliciano de Lima.
• Raimundo André Cardoso, origem na localidade Baixo Maracapucu, citado em 1944.
. Raimundo Cardoso, origem na localidade Rio Maracapucu, citado em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
• Raimundo Cardoso, origem na localidade Baixo Maracapucu, citado em 1944.

Rio Maracapucu
• Velho Cardoso, com origem na localidade Maracapucu, tinha irmãos: Tibúrcio Teixeira, origem no Maracapucu, Antonio Alexandre Cardoso, Antonio Amanajás Cardoso. Vide avós maternos de Maria de Nazaré Cardoso e Carmem Cardoso Ferreira: Benedita Maria da Conceição Teixeira e Antonio Alexandre Cardoso.

Os Cardoso de Alcântara
. MARCELINO CARDOSO DE ALCÂNTA, em 1908 fazia parte da Irmandade de São Sebastião em Abaeté.

URUBUÉUA/MARACAPUCU
Os Cardoso Dias
. André Cardoso Dias, citado na localidade Rio Urubuéua em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
. Francisco Cardoso Dias, citado na localidade Rio Urubuéua em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
. Manoel Cardoso Dias, citado na localidade Rio Urubuéua em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
. Maria da Glória Cardoso Dias, citado na localidade Rio Urubuéua em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
MARACAPUCU
• Teodora Cardoso Dias, origem na localidade Rio Maracapucu, citada em 1944.

Localidades
PANACUERA
Furo Panacuéra
• Brasilino Cardoso, origem Furo Panacuéra, citado em 1944.

Rio Sapocajuba
. Maria Regina Cardoso, citada em 1961 na localidade Rio Sapocajuba como contribuinte da festa de N. S. da Conceição, em Abaetetuba.

Localidades
TUCUMANDUBA
. Fermiano Cardoso, citado em 1961 na localidade Rio Tucumanduba como contribuinte da festa de N. S. da Conceição, em Abaetetuba.
. Horácio Cardoso, citado em 1940 e 1953 como Membro Auxiliar da diretoria na zona do Tucumanduba e como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Emercindo Maués.
• Jaime Tomás Cardoso, citado em 1942 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Emília Maués Cardoso.
Tucumanduba
. Manuel Cardoso, citado em 1953 como contribuinte através de Maria Loureiro Maués da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.

BAIXO TUCUMANDUBA/PARURU
Os Maués Cardoso
• Sebastião Maués Cardoso, citado em 1942 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Emília Maués Cardoso.
Os Cardoso dos Santos
• Demétrio Cardoso dos Santos, citado em 1942 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Emília Maués Pinheiro.

Localidades
XINGU
Os Cardoso
• Francisca Herundina Cardoso, origem na localidade Rio Xingu, citada em 1944.

MARACAPUCU
Família
. Rosalina Cardoso/Rosa, com origem na localidade Rio Maracapucu, com 67 anos em 2014,  e atualmente reside em Joanes, vila do município de Pontas de Pedra/PA para onde se mudou em 1974, filha de Aluísio Derjoni Dias e Maria Iraci Cardoso, esta com 101 anos em 2014 e Rosalina é casada e com filhos: Ocivaldo e outros em pesquisa.

Família
. Alessandro Cardoso, citado em 2014
. Rita Cardoso, citada em 2014
. Valmir Cardoso, citado em 2014

joão albino
. Ercília B. Cardoso, citada em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de João Albino Gomes.

. Sinforosa B. Cardoso, citada em 1953 como contribuinte e arrecadadora da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.

ABAETÉ/AFLUENTES/COLÔNIA
Os B. Cardoso
. Alair B. Cardoso, citado em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Sinforosa B. Cardoso.
. Domingos B. Cardoso, citado em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Manoel Francisco Lobato.
. Luiz B. Cardoso, citado em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Sinforosa B. Cardoso.
Os D. Cardoso
. João D. Cardoso, citado em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de José Lima.

Os F. Cardoso
. Antonio F. Cardoso, citado em 1939 como representante da Mocidade Abaeteense em uma das noite da  da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.

MARACAPUCU
Os Ferreira Cardoso
. Benedito Ferreira Cardoso, citado na localidade Rio Maracapucu em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
. Ernestina Ferreira Cardoso, citada em 1961 como contribuinte e arrecadadora na localidade Rio Maracapucu da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.

Capim
. José F. Cardoso, citado em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Nabor Sousa Azevedo, este da Ilha do Capim.

MARACAPUCU
. Oberdan F. Cardoso, citado na localidade Rio Maracapucu em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
. Raimunda Ferreira Cardoso, citada em 1961 como juiza da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
. Raimundo Ferreira Cardoso, citado em 1961 como juiz da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba/PA.
MARACAPUCU
. Raimundo Ferreira Cardoso, citado na localidade Rio Maracapucu em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.

OS FIGUEIREDO CARDOSO
Pesquisas de Ademir Rocha, colaboração de Arnaldo Paes Figueiredo, este grande depositário da genealogia e cultura abaetetubense.
  Os Figueiredo Dias
ANTONIO DE FIGUEIREDO DIAS, Citação de 1922:
“Antonio de Figueiredo Dias com casa de commércio na Costa Maratauhyra”.
. Antonio de Figueiredo Dias Primo. Citações de 1922: “Antonio de Figueiredo Dias Primo com engenho para fabricar mel no Rio Maracapucú”. “Antonio de Figueiredo Dias Primo com pagamento de imposto de valor locativo, por um imóvel sito à Rua Siqueira Mendes, na cidade de Abaeté, no valor de 12$000, no tempo da intendência do Dr. Lindolpho Cavalcante de Abreu”. “Antonio de Figueiredo Dias Primo transfere o imóvel sito à Rua Siqueira Mendes, em Abaeté, para José Saul”.
Anos de referência: 1918 e Antonio era comerciante e senhor de engenho.
. Elpídio de Figueiredo, era tio de MAXIMIANO FIGUEIREDO CARDOSO, este morava em Parintins.

Os Figueiredo Cardoso e Cardoso de Figueiredo
. Adelino Cardoso de Figueiredo, é irmão de João Cardoso de Figueiredo
. Elpídio Figueiredo, tio de Maximiano Figueiredo Cardoso
. Maximiano Figueiredo Cardoso, era casado e com filhos: Aníbal, Sinval, Antoniozinho, Alfredinho e outros. Maxico Cardoso, como era chamado, era rico e tinha uma lancha tipo gaiola que foi para o fundo do mar e nesse episódio morreram duas de suas filhas. Depois desse fato ele resolveu se mudar para a cidade de Parintins, no Amazonas, onde morava um seu tio de nome Elpídio Figueiredo. Nessa cidade ele se tornou industrial, comerciando fibra de juta, comércio de exportação, adquiriu prestígio como bom e rico comerciante e nessas condições veio até Abaeté e contratou a Banda Carlos Gomes para tocar na festa de Nossa Senhora do Carmo, em Parintins, de quem era devoto. Prudente Ribeiro de Araújo trabalhava no seu escritório, como Guarda-Livro.
Citações sobre Maximiano Figueiredo Cardoso:
- Pagamentos em 30/10/1896, a João Gabriel de Figueiredo, pelo fornecimento de mercadorias e materiais ao quartel e cadeia desta cidade (Abaeté), no governo do Intendente Emygdio Nery da Costa.
- Miguel Matos e João Gabriel de Figueiredo possuíam imóveis na Av. Coronel Aristides Siva, anos de 1920.
É citado com herdeiros em 1930.
. Adelino Cardoso de Figueiredo, filho de João Gabriel de Figueiredo e Anna Cardoso de Figueiredo.
. João Cardoso Figueiredo
. João Figueiredo
- Irmão de João Cardoso de Figueiredo: Adelino Cardoso de Figueiredo, este falecido e sepultado na quadra Santa Maria, filhos de João Gabriel de Figueiredo (falecido) e D. Anna Cardoso de Figueiredo.
- O Mestre Coló (Coriolano da Gama Margalho) construiu o barco “São Cláudio”, para João Figueiredo.
- Sinhuca (Hidelfrides dos Reis e Silva) tornou-se comerciante marítimo, viajando no barco “São Cláudio”, de João Figueiredo, viajando para o Baixo Amazonas, no comércio de regatão, onde foi um dos pioneiros nesse tipo de comércio.
. Cláudio Figueiredo
- Em 1942, Lauro Cardoso da Silva foi estudar em Belém, ingressando no Instituto Nossa Senhora de Nazaré, dos irmãos Maristas, como interno da escola e viajou para Belém no navio-motor de propriedade do pai de Claúdio Figueiredo, que era seu primo.
. João de Figueiredo, com comércio de mercearia à Rua Justo Chermont, em 1931.
Filhos de Maximiano Figueiredo Cardoso
. Anibal Figueiredo, filho de Maximiano Figueiredo Cardoso/Maxico
. Sinval Figueiredo, filho de Maximiano Figueiredo Cardoso/Maxico
. Antonio Figueiredo/Antoniozinho, filho de Maximiano Figueiredo Cardoso/Maxico
. Alfredo Figueiredo/Alfredinho, filho de Maximiano Figueiredo Cardoso/Maxico
. João Gabriel de Figueiredo
Família
. Dolores Negrão Figueiredo/Santinha, filha de Marcellino Figueiredo e Anna Rita Negrão, c/c Diquinho Cardoso e tiveram filhos: Dica, Raimundinho, Joana, Ana e outros em pesquisa.
Filhos de Dolores Negrão Figueiredo/Santinha e Raimundo Ferreira Cardoso/Diquinho Cardoso:
. Dica Figueiredo Cardoso
. Elza Negrão Figueiredo/Piquixita, filha de Marcellino Figueiredo e Anna Rita Negrão, c/c Maximiano Lima Cardoso/Maxico e com filhos: Vera, Ana Brígida, Elza Hildebrandina, Sérvulo, João Bosco, Passarinho e Clóvis de Figueiredo Cardoso.
. Marcellino Figueiredo, de descendência portuguesa, com vários irmãos que moravam em Macapá, Villa Viçosa e outros lugares do Pará, sendo que só sua irmã Mimita Figueiredo veio com Marcellino para Abaeté. Marcellino c/c Anna Rita Negrão, esta filha de Leandro Victor Negrão e Anna Negrão que são originários do Maracapucu-Mirim/Jupariquara e de descendência portuguesa e tiveram filhos: Raimundo, Dolores/Santinha, Abigail/Branca, Antonia/Preta, Elza/Piquixita, Clara/Clarita, Oneide, Amazonina, Benedita/Graci, Maria Brígida/Brígida, Marcelino/Bideca, Francisco/Chico e Pedro Negrão Figueiredo.
. Anna Negrão, casou com Leandro Victor Negrão e com filhos: Anna Rita Negrão
. Anna Rita Negrão, casou com Marcellino Figueiredo e com filhos. Vide Marcellino Figueiredo
. Leandro Victor Negrão, casou com Anna Negrão e com filhos: Anna Rita Negrão
. Mimita Figueiredo, irmã de Marcellino Figueiredo.

Família
. Adelino Cardoso de Figueiredo, nascido em 1881, filho de João Gabriel de Figueiredo.
. Amérco Cardoso de Figueiredo, falecido por volta de 1922 deixando herdeiros, filho de João Gabriel de Figueiredo, antigo morador da Rua Siqueira Mendes, comerciante, era aviador e faleceu vítima de um desastre de avião.
. Anibal Figueiredo, filho de Maximiano Figueiredo Cardoso e Venina Cardoso de Figueiredo
. Antonio Cardoso de Figueiredo, nascido em 1/7/1926, filho de João Gabriel de Figueiredo.
. Cláudio Tavares de Figueiredo, nascido em 25/10/1932 e falecido afogado na baía em frente de Abaeté em 7/10/1958, filho de João Cardoso de Figueiredo e que faleceu afogado na baía em frente de Abaeté.
. Elpídio Cardoso de Figueiredo, filho de João Gabriel de Figueiredo, natural de Abaetetuba, irmão de João, José e Venina Cardoso de Figueiredo, esta casada com Maximiano Figueiredo Cardoso/Maxico Cardoso, residente em Parintins/AM, industrial, comerciante e exportador de fibra de juta. 
. Elza Figueiredo Cardoso, filha de Maximiano Figueiredo Cardoso e Venina Cardoso de Figueiredo
. João Cardoso de Figueiredo/João Coletor, filho de João Gabriel de Figueiredo, dono do engenho de cachaça São Cláudio no Rio Arapapu em 1930, comerciante do setor de pesca, dono da antiga casa comercial Safira na Rua Justo Chermont em 1931 e dono do barco-motor São Cláudio nos anos de 1940/1950 o qual tinha como comandante Hildefrides dos Reis e Silva e que viajava para o Baixo Amazonas em comércio de regatão, era coletor do Estado e com residência na antiga Rua Nilo Peçanha em frente da residência de Fortunato Lobato.
. João Gabriel de Figueiredo, nascido em fevereiro de 1915, pai de João Cardoso de Figueiredo e irmãos, comerciante, dono de engenho de cana, contemporâneo de Emygdio Nery da Costa para o qual era fornecedor de gêneros para as repartições públicas municipais no tempo em que Emygdio era intendente municipal em Abaeté (1894-1896), casado e com filhos: Américo, Elpídio, João, José e Venina Cardoso de Figueiredo.
José de Carvalho Figueiredo, irmão de João Gabriel de Figueiredo, citado em 1944.
José Cardoso de Figueiredo, filho de João Gabriel de Figueiredo.
. José Chrispim Cardoso de Figueiredo, irmão de João Gabriel de Figueiredo, residente na Rua Siqueira Mendes, nº 54 ao lado da residência da família de Carlos Barbageta, e José Chispim era coletor do Estado, c/c Oscarina de Melo Figueiredo e tiveram filhos: Rubens, Walter, Helenice, Gilberto e Maria Lúcia Melo Figueiredo e essa família foi morar no Rio de Janeiro.
. Rubens Melo Figueiredo, filho de José Chrispim Cardoso de Figueiredo e Oscarina de Melo Figueiredo.
. Walter Melo Figueiredo, filho de José Chrispim Cardoso de Figueiredo e Oscarina de Melo Figueiredo.
. Helenice Melo Figueiredo, filho de José Chrispim Cardoso de Figueiredo e Oscarina de melo Figueiredo.
. Rubens Melo Figueiredo, filho de José Chrispim Cardoso de Figueiredo e Oscarina de Melo Figueiredo.
. Gilberto Melo Figueiredo, filho de José Chrispim Cardoso de Figueiredo e Oscarina de Melo Figueiredo.
. Maria Lúcia Melo Figueiredo, filha de José Carvalho de Figueiredo e Oscarina de Melo Figueiredo.
. Olavo Figueiredo, filho de Maximiano Figueiredo Cardoso e Venina Cardoso de Figueiredo
. Venina Cardoso de Figueiredo, filha de João Gabriel de Figueiredo, citada como professora em 1920, c/c Maximiano Figueiredo Cardoso/Maxico Cardoso e tiveram filhos: Antonio/Antoniozinho, Aníbal, Sinval, Olavo, Elza Figueiredo Cardoso, sendo que numa viagem pelo Rio Amazonas, perto de Manaus/Am faleceram 4 desses irmãos presos nos camarotes do navio de Maximiano Figueiredo Cardoso que naufragou.
. Sinval Figueiredo, filho de Maximiano Figueiredo Cardoso e Venina Cardoso de Figueiredo, com fazenda no Uruguai.

Família
• Antonio Cardoso Figueiredo, nascido em 1/7/1926.
• Adelino Cardoso de Figueiredo, nascido em 1881.
• Cláudio Tavares de Figueiredo, nascido em 25/10/1932 e falecido em 7/10/1958.
• João Gabriel de Figueiredo, nascido em fevereiro de 1915.
Outros
• João Cardoso de Figueiredo, citado em 1927/1946.
• João Figueiredo, dono do engenho de cachaça São Cláudio, Rio Arapapu, no início do século 20, comerciante nos anos de 1940, 1950.
• João Cardoso de Figueiredo, citado em 1946.

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Os Figueiredo Cardoso
• ANA DE FIGUEIREDO CARDOSO, c/c Alcimar Carneiro de Araujo e tiveram 7 filhos.
• Aníbal de Figueiredo Cardoso, citado em 1946.
. Antonio Figueiredo Cardoso, citado em 1953 como juiz da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
• Antonio de Figueiredo Cardoso, citado em documento de 1944.
• Maria da Conceição Figueiredo Cardoso, Humanistas de 1960, do Ginásio N. S. dos Anjos.
. Sérvolo de Figueiredo Cardoso, citado em 2012.
. Sinval Figueiredo Cardoso, casado, citado em 1953 como juiz da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
• Venina Figueiredo Cardoso (professora), citada em 1920.

Descendentes de JOÃO LOURENÇO CARDOSO e demais parentes
• Cecílio de Almeida Cardoso, c/c Maria Maués Cardoso e tiveram os seguintes filhos: José Antonio de Pádua, Ana Nazaré, Cristina, Maria da Ressurreição, Ely de Sabatini, Esmaelino de Jesus, Maria Dalcy e Raimunda Nonata.
• Esmerina de Almeida Cardoso, nascida em 12/2/1900 e falecida a 24/3/1974, filha do rico Cel. Maximiano Guimarães Cardoso e Anna Judith de Almeida. Era Esmerina quem tomava conta da grande fortuna de seu pai e dos trabalhos da casa da fazenda, c/seus escravos, alforriados e famílias. Era tanto dinheiro em casa, guardado em baús, que as notas “pegavam bolor”/fungos e era necessário que, de vez em quando, se estendessem as notas de dinheiro em cima de esteiras feitas de palha e talas de jupati/espécie de palmeira, colocadas s/a grande ponte do trapiche da casa e com os ventos, muitas notas voavam e caíam no rio e eram levadas pelas águas, c/c Latino Lídio da Silva e teveram 8 filhos. Vide fam. Silva.
• João Lourenço Cardoso, c/c Gertrudes Guimarães, ávos paternnos de Esmerina de Almeida Cardoso.

Família
Os Cardoso da Silva
trazer para cá os Cardoso da Silva, dessa família.
. LAURO CARDOSO DA SILVA, D. Francelina Barros, parente de Lauro Cardoso da Silva, residente em Belém em 1952.
• MAXIMIANO GUIMARÃES CARDOSO, filho de João Lourenço Cardoso e Gertrudes Guimarães, homem forte e alto e usava bigode característico, que ajudou na 1ª Comissão para a construção da Igreja Matriz de N. S. da Conceição, dono de fazendas/engenhos e escravos no Rio Tucumanduba, provida de luz elétrica fornecida por um sistema com gerador acoplado a rodas de ferro com pás de madeira, movimentadas pela força da correnteza do rio. Ali ele criava gado, carneiros, porcos, cabras, patos, galinhas, cavalos, além do engenho produtor de cachaça e mel de cana. Ele plantava cana-de-açúcar, cacau e possuía seringais. Ele comprou direto da Inglaterra duas lanchas em ferro e aço, a Tucumanduba e a Cardosinha. A Tucumanduba era muito veloz e com sirene potente. Possuía muitos escravos e trabalhadores na fazenda. Com a abolição da escravatura trabalhava com escravos alforriados, citado nas décadas de 1920,1930. O Coronel Maximiano c/c Ana Judith de Almeida Cardoso e tiveram 9 filhos: Esmerina, Esmerina Cardoso da Silva/nome de casada, teve 8 irmãos e também 8 filhos.

Os Pereira de Barros - Continuação
.CATARINA PEREIRA DE BARROS, é filha de Torquato Pereira de Barros. Logo, é irmã de Ana Judith de Almeida Cardoso, mulher do Coronel Maximiano Guimarães Cardoso. Catarina Pereira de Barros e Silva é avó de Anna da Silva Sena. Latino Lídio da Silva, foi o 1º tabelião de Abaeté e secretário interino da Intendência de Abaeté. Lauro Cardoso da Silva. Bisavós maternos de Lauro: Torquato Pereira de Barros e Ana Lobato Barros. Pais de Lauro: Latino Lídio da Silva e Esmerina de Almeida Cardoso. Latino nasceu em 24/3/1890, estudou em Belém o curso primário e o curso secundário. Vide em Família Silva.
• D. Francelina Barros, parente de Lauro Cardoso da Silva, residente em Belém em 1952.
. Cilomário Cardoso, filho de ...citado na localidade Rio Maracapucu em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.

Família
. João Francisco Cardoso, origem na localidade Rio Caripetuba, carpinteiro naval, casado e com filhos: Tacilo e outros.
. Mocinha Cardoso, irmã de João Francisco Cardoso
. Tacilo Cardoso, origem na localidade Rio Caripetuba, carpinteiro naval, dono de estaleiro na localidade rio Jarumã, em Abaeteetuba.

Famílias Maués Cardoso e Nunes Ferreira
. ACENDINO MAUÉS CARDOSO/Dinda, filho de Alexandre Antonio Cardoso e Joana Maués Cardoso, casado e com filhos: Alexandre Maués Cardoso, Joana, Leocendino/Caboco, Raimundo/Costela, Gregório/Guigo, Maria de Nazaré e Ambrosina.

7ª G/Pentanetos/Pn dos Roberto Maués
. 7ª G/Pn, ADELAIDE NUNES FERREIRA, filha de José Nunes Ferreira e Maria Maués Ferreira
Adelaide Ferreira Carneiro, casou com João Baptista Ferreira, este antigo capataz do porto de Abaeté.
. ADELAIDE MAUÉS CARDOSO/Dadá, filha de Alexandre Antonio Cardoso e Joana Maués Cardoso, casou com Carlos Nunes Ferreira e tiveram filhos, 8ª G/Hexanetos/Hn, dos Roberto Maués.
. ALEXANDRE MAUÉS CARDOSO, filho de Alexandre Antonio Cardoso e Joana Maués Cardoso,
• ALEXANDRE ANTONIO CARDOSO, um dos patriarcas da Família Cardoso, foi morador na então Praça da República, vogal na Intendência: do Tenente-Coronel Torquato Pereira de Barros em 1900-1902, da intendência do Dr. João Evangelista Correa de Miranda em 1902-1906, na Intendência do Coronel Hygino Maués em 1906-1908, comerciante citado em 1922, Major-fiscal do Estado-maior do 214º Batalhão de infantaria da Guarda Nacional em 12/4/1906, casou com Joana Maués Cardoso e tiveram filhos, 3ª G/Netos/N: Antônia Felícula Cardoso/Preta, Raimundo Maués Cardoso/Mundico, Alexandre Maués Cardoso, Adelaide Maués Cardoso/Dadá, Acendino Maués Cardoso/Dinda, Horácio Maués Cardoso e Tarcilo Maués Cardoso.
. Alexandre Ferreira Cardoso/Francisquinho, filho de Raimundo Maués Cardoso/Mundico e Maximina Ferreira, casado e com filhos: Adenaldo, Adelma, Ângela, Angelandre, Alexandre, Advaldo/Abaeté, Agenaldo.

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. Alexandre Maués Cardoso/Mundico, filho de Alexandre Antonio Cardoso e Joana Maués Cardoso, 

Esmeralda Cardoso,
Antonia Felícula Cardoso. Antonia Felícula tinha outros irmãos: Dadá e Horácio Cardoso.
c/c Benedita Maria da Conceição Teixeira

• Antonia Felícula Cardoso/Preta, filha de Antonio Alexandre Cardoso e Benedita Maria da Conceição Teixeira,
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. ANTONIA FELÍCULA CARDOSO/Preta, filha de Alexandre Antonio Cardoso e Joana Maués Cardoso, c/c Arthur Nunes Ferreira, este possuía duas irmãs e esses três componentes da Família Nunes Ferreira casaram com outros 3 componentes da Família Maués Cardoso, portanto seus descendesntes são duas vezes primos entre si. Filhos, 8ª G/Hexanetos/Hn, de Antonia Felícula com Arthur Nunes Ferreira: Maria de Nazaré, Joana da Conceição, Artúnia, João Batista, Carmem Cardoso Ferreira. Antonia Felícula, faleceu com 99 anos, no dia de Santo Antonio. Inicialmente a família de Antonia Felícula residiu num chalé atrás do prédio da Escola Basílio de Carvalho, casa onde antes morou Zezé Paes. Irmãos de Arthur, casadas com Maués Cardoso: Carlos Nunes Ferreira, que c/c Adelaide Maués Cardoso/Dadá e tiveram filhos e Ernestina Nunes Ferreira/Nini que c/c Horácio Maués Cardoso e tiveram filhos.
• Antonio Alexandre Cardoso, irmão do Velho Cardoso, com origem no Maracapucu, c/c Benedita Maria da Conceição Teixeira e tiveram filhos.
• Antonio Amanajás Cardoso, irmão do Velho Cardoso, com origem no Rio Maracapucu. Vide avós maternos de Maria de Nazaré Cardoso Ferreira e Carmem Cardoso Ferreira: Benedita Maria da Conceição Teixeira e Antonio Alexandre Cardoso. Antonio Amanajás Cardoso, irmão de Tibúrcio Teixeira e Alexandre Antonio Cardoso.
• Antonio Cardoso Amanajás, coronel, com origem na antiga Freguesia de Santa Anna de Igarapé-Miry (que foi o introdutor do clã dos Amanajás), foi membro da 1ª Câmara da Villa de Igarapé-Miry (1845-1849, c/c Victória Maria da Silva Brabo Amanajás, filha de um senhor de engenho e escravos em Abaeté de nome Antonio José da Silva Brabo, e tiveram filhos: Hygino Antonio Cardoso Amanajás e outros.
7ª G/Pentanetos/Pn dos Roberto Maués 
 . 7ª G/Pn, ARTHUR NUNES FERREIRA, filho de José Nunes Ferreira e Maria Maués Ferreira, antigo comerciante e industrial em Abaeté, casou com Antonia Felícula Cardoso/Preta e em 2ª núpcias casou com Mimita Floresta Ferreira e com filhos, 8ª G/hexanetos/Hn.
. Artúnia Cardoso, faleceu a 6/1/2012, é irmão de João Batista Cardoso/João Pata Gorda, ambos padrinhos do Dr. Assis, dentista em Abaetetuba.
7ª G/Pentanetos/Pn dos Roberto Maués 
 . 7ª G/Pn, CARLOS NUNES FERREIRA, filho de José Nunes Ferreira e Maria Maués Ferreira, antigo comerciante e industrial em Abaeté, casou com Adelaide Maués Cardoso/Cardoso Ferreira e com filhos, 8ª G/Hexanetos/Hn.
• Adelaide Cardoso Ferreira/Dadá Cardoso, c/c Carlos Nunes Ferreira, que, por sua vez, é irmão de: Arthur e Mimi Nunes Ferreira, que por sua vez casaram com membros da fam. Cardoso.
. Alexandre Cardoso/Francisquinho, com irmãos: Diquinho, Corumbá, Virgulina, primos de Horácio Sizino Cardoso.
. Conceição Ferreira Cardoso, filha de Raimundo Maués Cardoso/Mundico e Maximina Ferreira. 
7ª G/Pentanetos/Pn dos Roberto Maués
. 7ª G/Pn, ERNESTINA NUNES FERREIRA/Nini, foi professora municipal na então Abaeté, filha de José Nunes Ferreira e Maria Maués Ferreira e era irmã  de d. Adelaide Ferreira Cardoso e estas são netas do capitalista e industrial Sr. João Olympio Roberto Maués (patriarca da Família Roberto Maués), e descendente do Coronel Antonio Francisco Correa Caripuna, este capitalista da Família Correa de Miranda com origem em Igarapé-Miri e citados em 14/1/1913. Vide postagens das Famílias Roberto Maués e Correa de Miranda, de Igarapé-Miri/PA. Ernestina Nunes Ferreira/Ernestina Ferreira Cardoso/Nini e Horácio Maués Cardoso tiveram filhos, 8ª G/Hexanetos/Hn.
A Família Correa de Miranda vem desde a fundação da povoação de Sant'Anna de Igarapé-Miri, Século 18 e o Tenente-Coronel Antonio Francisco Correa de Miranda  mudou nome para Antonio Francisco Correa Caripuna, foram as gerações que seguem com os descendentes do Coronel Caripuna, incluindo os Roberto Maués.
A Família Maués Cardoso descende da Família Roberto Maués e da Família Correa de Miranda, conforme abaixo:

1ª G/Pais, de MANOEL JOÃO CORREA DE MIRANDA e seu irmão Julião Antonio Correa de Miranda, que tiveram filhos, 2ª G/Filhos/F.
2ª G/Filhos/F: MANOEL JOÃO CORREA DE MIRANDA e seu irmão Julião Antonio Correa de Miranda:
Manoel João Correa de Miranda, c/c Maria Ferreira de Gusmão (esta citada em 1825), donos de terras com plantações e donos de escravos e senhores de engenhos em Igarapé-Miri/Pa e tiveram cerca de 10 filhos, 3ª G/Netos/N: Manoel João Correa de Miranda (homônimo do pai) e Marcellino José. Outros filhos: José Carlos Correa de Miranda, Manoel Gonçalves Correa de Miranda. Como dono de escravos Manoel João teve outros filhos extra-conjugais, fato comum na época da escravidão.
3ª G/Netos, filhos de Manoel João Correa de Miranda e Maria Ferreira de Gusmão:
3ª G/N/ Manoel João Correa de Miranda (homônimo do pai), nasceu no distrito de Anapu, Freguesia de Igarapé-Miri, e faleceu em 1850, era dono de terras com plantações de seringueiras, dono de escravos e com laços de comércio de borracha em Belém/Pa, dono de engenhos, Tenente-coronel das antigas milícias, c/c Francisca Xavier Gonçalves Moura e ficou viúvo e casou uma 2ª vez com Catharina Maria de Oliveira Góes e sem filhos com essas esposas, porém teve um filho, 4ª G/Bisnetos/Bn, com Alexandrina Souza de Miranda (esta já era falecida em 1870) de nome Antonio Manoel Correa de Miranda. Manoel João Correa de Miranda faleceu quando seu filho Antonio Manoel tinha 20 anos de idade em 1850 e teve cerca de outros nove irmãos.
4ª G/Bisnetos/Bn, filhos de Manoel João e Alexandrina Souza de Miranda
4ª G/Bn: Antonio Manoel Correa de Miranda/BARÃO DE CAIRARY, que nasceu em 18/9/1831, na Freguesia de Sant' Anna de Igarapé-Miri e faleceu na Fazenda do Carmo, no Rio Anapu, Vila de Igarapé-Miri em 20/8/1903, comerciante e proprietário de terras, Juiz de Paz, oficial da Guarda Nacional qualificado em 10/7/1851, vereador da Câmara Municipal na Villa de Moju/Pa, que exerceu vários mandatos políticos de deputado na Assembléia Provincial na segunda metade do século 19 entre os anos de 1875 a 1877, Oficial da Guarda Nacional em Belém, citado em 10/7/1851 e 25/7/1851 como Tenente em Igarapé-Miri, Capitão Comandante em 24/5/1858, major comandante em 20/10/1869 e coronel comandante em 20/10/1869 e 31/12/1870 a 22/1872, e foi agraciado por D. Pedro II com o título de Barão de Cairary por carta imperial em 8/8/1888, era comerciante, dono de muitas terras em Anapu, Freguesia de Santa Anna de Igarapé-Miri e Freguesia de Moju, com plantações de seringais e outras culturas, dono do Engenho do Carmo, no Rio Anapu em 1870, atual Igarapé-Miri/Pa, e dono de engenho-fazenda no distrito de Cairary, citado em 1879, dono de escravos, c/c Leopoldina Campos e com filhos, 5ª G/Trinetos/Tn: Eufrosina Correa de Miranda, José Correa de Miranda, Antonio Miranda Filho e outros.
5ª G/Trinetos/Tn, filhos de Antonio Manoel Correa de Miranda (Barão de Cairary)
5ª G/Tn/ Eufrosina Miranda Ribeiro, c/c com o influente jornalista, advogado e político paraense, Raimundo Nina Ribeiro, com nome na história do Pará, ficou viúva e com filhos 6ª G/Tetranetos/Ttn.
5ª G/Tn/ José Correa de Miranda, este casado e com filhos, 6ª G/Tetranetos/Ttn: Vitorina Correa de Miranda e outros.
6ª G/Ttn, Vitorina Correa de Miranda, esta casada com Eládio Correa Lobato e com filhos, 7ª G/Pentanetos/Pn: Graça e outros.
5ª G/Tn/ Antonio Miranda Filho
3ª G/Netos/N: Marcellino José Correa de Miranda, dono de terras, senhor de engenhos para fabricar açúcar e cachaça, dono de 25 escravos, dono de casas, c/c Catharina Ignácia do Espírito Santo e tiveram cerca de 8 filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn: Antonio Francisco Correa Caripuna e Justo José Correa de Miranda e outros.
4ª G/Bisnetos/Bn, filhos de Marcellino José e Catharina Ignácia do Espírito Santo
TENENTE-CORONEL CARIPUNA
4ª G/Bisnetos/Bn: Antonio Francisco Correa Caripuna (seu nome anterior era Antonio Francisco Correa de Miranda), nascido em 10/1814.e faleceu em 1877, dono de muitas terras com plantações (cana-de-açúcar, cacau e outras culturas) e era um dos maiores proprietários de terras desse período e dono de casas, inclusive casa de sobrado e casas em Belém (algumas dessas casas já cobertas com telhas), dono de olaria e serraria, senhor de muitos escravos (era o maior senhor de escravos da região que somavam mais de 77 escravos), dono de engenhos movido pela força da água ou engenhos movidos à vapor de lenha para fabricar açúcar e cachaça para exportação, oficial da Guarda Nacional com patente de tenente-coronel e comandante de Batalhão de Infantaria citado em 1862 e 1868, estabeleceu-se em várias localidades da Freguesia de Abaeté, dono de patrimônio de 70.066$041 réis, c/c Maria do Carmo de Castilho (esta falecida em 1851) e tiveram filhos, 5ª G/Trinetos/Tn: Firmino e Francisco Correa Caripuna.
. Antonio Francisco Correa Caripuna casou uma 2ª vez com Victória Maria da Silva Brabo, esta filha de abastado senhor de engenhos e escravos em Abaeté de nome Antonio José da Silva Brabo e com quem teve os filhos, 5ª G/Tn: Victório Antonio, José Fleury, Antonio Francisco Correa Caripuna (o filho). O Tenente-Coronel Caripuna teve muito outros filhos e filhas da 5ª G/Tn.
Foi o Tenente-Coronel Caripuna que tomou a iniciativa em 1868 da construção da Igreja de Nossa Senhora da Conceição, Paróchia de Abaeté, visto que a 2ª igreja tinha desmoronado em 1862: “Antonio Caripuna decidiu arrematar junto ao governo provincial um contrato onde se estabelecia a construção de uma nova igreja matriz na localidade. Porém tal edifício não foi concretizado, pois suas obras estavam sendo construídas fora das condições do respectivo contrato e prescrições do engenheiro fiscal” Vide Relatórios da Presidência da Província, apresentados à Assembléia Legislativa Provincial na 1ª Sessão da 17ª legislatura pelo 4º vice-presidente, dr. Abel Graça, de 1870. Citação em http://www.crl.edu/content/brazil/para.htm.
Essa citação é importante para a história da igreja católica em Abaetetuba pois comprova 2 fatos: que a antiga Abaeté teve duas igrejas na antiga Travessa da Conceição e que ambas ficaram arruinadas devido as condições de umidade do local, que a citação acima aponta e que a iniciativa de construção da nova Igreja Matriz de Abaeté era uma aspiração antiga do povo abaeteense, que vem desde a ruína da 2ª capela de Nossa Senhora da Conceição em 1862. Vide postagens sobre Devoção a Nossa Senhora da Conceição em Abaeté.
O Tenente-Coronel Caripuna faleceu em 1877 e foi sepultado em Abaeté, possivelmente no 1º Cemitério Público de Nossa Senhora da Conceição e seus restos mortais foram transladados para um rico mausuléo que fica em frente à capelo do atual Cemitério Público de Abaetetuba. É um túmulo construído em mármore importado da Europa, ornamentado com um anjo.

Genealogia paralela dos Castilhos
. Maria do Carmo de Castilho, dona de engenho de cana movido à água, casas e dona de 32 escravos em terras em Abaeté, citada em 1853 e 1ª esposa do Cel. Caripuna, falecida em 1851. Filhos de Maria do Carmo de Castilho c/Antonio Francisco Correa Caripuna (Tenente-Coronel Caripuna): Francisco e Firnino Correa Caripuna.
. Francisco Correa Caripuna, c/c sua prima Aurélia, filha de Justo José (irmão do Coronel Caripuna) e tiveram filhos.
. Firmino Correa de Miranda, c/c sua prima Elíbia (filha de Justo José, irmão do Coronel Caripuna) e tiveram filhos.
. Isabel Maria de Castilho (possivelmente irmã de Maria do Carmo de Castilho), c/c Justo José Correa de Miranda (da 4ª G/Bisnetos/Bn, abaixo), sendo o 1º casamento deste e tiveram filhos: Aurélia Aureliana e Elíbia Eufrosina Correa de Miranda. Justo José casou uma 2ª vez com Alexandria Maria Pinheiro e tiveram filhos: Rogério, Raquel e Reinaldo Correa de Miranda.
Filhos de Isabel Maria de Castilho e Justo José Correa de Miranda
. Aurélia Aureliana Correa de Miranda, c/c seu primo Francisco Correa de Miranda, este filho do Tenente-Coronel Caripuna.
. Elíbia Eufrosina Correa de Miranda, c/c seu primo Firmino Correa de Miranda, filho do Tenente-Coronel Caripuna.
Como o Tenente-Coronel Caripuna foi uma figura proeminente na antiga Villa de Abaeté, dono de engenhos, senhor de escravos, chefe político, com patente e comandante da Guarda Nacional e muito rico, possivelmente dono da maior fortuna de Abaeté, foi reverenciado com um nome de rua, a Rua Coronel Caripuna, que aparece em documentos do início do século 20. Vide outras referências à Rua Tenente-Coronel Caripuna abaixo
Rua Cel. Caripuna, onde ficava a casa de Dionísio Pedro Lobato em 1894.
Na Rua Coronel Caripuna ficava a antiga Agência dos Correios de Abaeté, junto a ponte do igarapé, em 1905.
Raymumdo Lycio Baía, em 1906 residia na Rua Cel. Caripunas, perto da casa de Verônica Lobato, quase esquina c/a Trav. da Conceição.
A firma Antonio dos Santos &Irmão, com commércio à Rua Cel. Caripuna, em 1920.
Manoel de Castro, c/terreno à Rua Cel. Caripuna, em 1920.
Rua Cel. Caripuna, canto c/a Trav. 22 de Junho, em 1925.
Rua Cel. Caripuna onde ficava a casa de Carmelita Parente de Andrade,em 1930. Carmelita Parente de Andrade passa o s/terreno sito à Rua Cel. Caripunas p/D. Sumprosina Fonseca da Costa, em 1930.
Trecho de uma reportagem
Em 15/8/1884, quando a Villa de Abaeté comemorava a adesão do Pará à independência do Brasil, data em que também foi fundado o jornal “O Independente”, pelo Tenente-Coronel Caripuna e Hygino Amanajás, este como diretor desse periódico por 10 anos, a vila de Abaeté contava com as seguintes ruas:
Ruas: Tenente-Coronel Caripuna e Siqueira Mendes, construída recentemente, (como cita o jornal).
Genealogia paralela de Hygino Amanajás
1ª G/Pais do Coronel Antonio Cardoso Amanajás.
2ª G/Filhos/F: Coronel Antonio Cardoso Amanajás, com origem na antiga Freguesia de Santa Anna de Igarapé-Miry (que foi o introdutor do clã dos Amanajás), foi membro da 1ª Cãmara da Villa de Igarapé-Miry (1845-1849,. c/c Victória Maria da Silva Brabo Amanajás, filha de um senhor de engenho e escravos em Abaeté de nome Antonio José da Silva Brabo, e tiveram filhos, 3ª G/Netos/N: Hygino Antonio Cardoso Amanajás e outros.
3ª G/Netos/N, filhos do Coronel Antonio Cardoso Amanajás
3ª G/N: Hygino Antonio Cardoso Amanajás/HYGINO AMANAJÁS, casou por 3 vezes e teve perto de 20 filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn.
O Coronel Hygino Amanajás, nasceu em 15/5/1852 na antiga Freguesia de Nossa Senhora da Conceição de Abaeté, na localidade Rio Maracapucu, era jornalista (um dos fundadores do jornal O Abaeteense e seu diretor por 10 anos e jornalista em Belém/Pa), advogado, escritor (escreveu diversas obras), vogal em Abaeté (1887), procurador de Abaeté, deputado da Assembléia Legislativa por 3 mandatos sucessivos, iniciando no 1º mandato do Governador Lauro Sodré até a proclamação da República, no governo do Dr. João Coelho e o 1º diretor da Imprensa Oficial do Estado por 26 anos (11/6/1891-26/11/1917).
Se Hygino Amanajás/Antonio Hygino Cardoso Amanajás nasceu em 15/6/1852 e a 1ª Câmara da Vila de Santa Anna de igarapé-Miri foi instalada em 1845, isso quer dizer que se trata do Hygino Amanajás, o pai, vereador da 1ª Câmara Municipal dessa vila e que deve ter nascido por volta de 1812, portanto, contemporâneo dos primeiros Correa de Miranda de Igarapé-Miri dos anos iniciais do 1800.
Genealogia paralela de Victória Maria da Silva Brabo
1ª G/ Pais de Antonio José da Silva Brabo ou avós de Victória Maria
2ª G/Filhos/F: Antonio José da Silva Brabo, dono de engenhos e escravos, casou e teve filhos, 3ª G/Netos/N: Victória Maria da Silva Brabo.
3ª G/Netos/N: Victória Maria da Silva Brabo Amanajás, c/c o Coronel Antonio Cardoso Amanajás, com origem na antiga Freguesia de Santa Anna de Igarapé-Miri e tiveram filhos, 4ª G/Nisnetos/Bn: Hygino Amanajás e outros.
3ª G/Netos/N: Victória Maria da Silva Brabo, casou uma 2ª vez com o Tenente-Coronel Caripuna e tiveram filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn: Victório Antonio, José Fleury, Antonio Francisco Correa Caripuna (o filho) e outros, inclusive a que se tornou esposa de Hygino Amanajás.
Victória Maria da Silva Brabo Amanajás, é citada em 1877, mãe de Hygino Amanajás, citado em 1877, este genro do Tenente-Coronel Caripuna, por que casado com uma das filhas do Tenente-Coronel Caripuna, citado falecido em 1877. Victória Maria da Silva Brabo Amanajás era casada com o Coronel Antonio Cardoso Amanajás (que foi o introdutor do clã Amanajás na antiga Freguesia de Abaeté), com que teve vários filhos, entre os quais o Coronel Hygino Amanajás/Hygino Antonio Cardoso Amanajás.
5ª G/Trinetos/Tn: filhos de Antonio Francico Correa Caripuna (Tenente-Coronel Caripuna) e Maria do Carmo de Castilho
5ª G/Tn/ Francisco Correa Caripuna, c/c sua prima Aurélia, filha de Justo José (irmão do Coronel Caripuna).
5ª G/Tn/ Firmino Correa de Miranda, c/c sua prima Elíbia (filha de Justo José, irmão do Coronel Caripuna).
5ª G/Trinetos/Tn, filhos do Tenente-Coronel Caripuna e Victória Maria da Silva Brabo, citada em 1877
5ª G/Tn: Victório Antonio Correa Caripuna, citado em 1877.
5ª G;Tn: José Fleury Correa Caripuna, citado em 1877.
5ª G/Tn: Antonio Francico Correa Caripuna (o filho), citado em 1877.
5ª G/Trinetos/Tn, outros filhos do Tenente-Coronel Caripuna (estes filhos eram vivos quando a 2ª esposa do Tenente-Coronel Caripuna, Victória Maria da Silva Brabo, ficou viúva em 1877
5ª G/Tn; uma filha do Tenente-Coronel Caripuna c/c Hygino Amanajás, este citado em 1877.
5ª G/Tn: outra filha do Tenente-Coronel Caripuna c/c Antonio José Ferreira de Góes, citado em 1877.
5ª G/Trinetos/Tn, filhos do Tenente-Coronel Caripuna e Victória Maria
5ª G/Tn: uma filha do Tenente-Coronel Caripuna c/c Ildefonso Sosinho, citado em 1877.
5ª G/Tn, e a filha Adelaide Caripuna, do Tenente-Coronel Caripuna, casou com  João Olympio Roberto Maués (este deu origem ao clã dos Roberto Maués, de Abaeté), senhor de engenho e escravos, citado em 1877, ano de falecimento de seu sogro, o Cel. Caripuna. (Vide Fam. Roberto Maués) e tiveram filhos, 6ª G/Tetranetos/Ttn: Maria, José Honório, Firmo e Manoel Roberto Maués, que também se tornaram ricos donos de engenhos em Abaeté. Vide famílias Roberto Maués e Ferreira Nunes.
João Olympio Roberto Maués, citado em documentos de 1894.
6ª G/Tetranetos/Ttn, filhos de Adelaide Caripuna e João Olýmpio Roberto Maués
6ª G/Ttn: Maria Maués Nunes, c/c José Ferreira Nunes, comerciantes na Rua Justo Chermont em 1922, ficou viúva e tiveram filhos, 7ª G/Pentanetos/Pn. Portanto, a relação das famílias Maués Cardoso vem desde o seu patriarca, citado acima. de nome João Olymphio Roberto Maués, que junta sua descendência a partir de Joana Maués Cardoso e, posteriormente, a Maria Maués Nunes, que junta sua descendência aos Nunes Ferreira, com o seu casamento com José Ferreira Nunes.
Segue a Genealogia dos Roberto Maués
6ª G/Ttn: JOSÉ HONÓRIO ROBERTO MAUÉS, nasceu na Freguesia de Nossa S. da Conceição de Abaeté e foi sepultado no 2º Cemitério Público de Abaetetuba, dono da Fazenda/engenho São José, na margem esquerda da localidade Rio Tucumanduba, recebeu o título de Comendador da Ordem de Cristo do governo imperial, com patente de tenente-coronel da Guarda Nacional, foi deputado na Assembléia Imperial.
José Honório Roberto Maués, é citado em documentos de 1905 a 1931.
Tenente-coronel José Honório Roberto Maués com casa de com engenho para fabricar cachaça e mel no Rio Piquiarana em 1922.
Fábrica de cachaça, açúcar e mel, denominada “Conceição”, no Rio Piquiarana, da firma Maués e Barbosa, tendo como sócios José Honório Roberto Maués e José Barbosa Ferreira, em 1931.
Filhos, 7ª G/Pentanetos/Pn, do Coronel José Honório e Emiliana M. da Conceição:
7ª G/Pentanetos/Pn, filhos de José Honório Roberto Maués
7ª G/Pn: Dr. Vicente Antonio Maués nasceu em 22/1/1879, no Engenho São José, às margens do Rio Tucumanduba, em Abaeté, fez seus estudos primários no Colégio Cônego Gerônimo Oliveira, em Belém, mudou para o Liceu Paraense, concluindo o curso secundário e transferiu-se para a Escola de Engenharia de Pernambuco, colando grau como engenheiro civil no dia 27/3/1909. Foi nomeado, anteriormente, em 1903, engenheiro da Secretaria de Estado de Obras Públicas, Terras e Viação, interinamente, sendo efetivado nessa função em 27/7/1907. Tornou-se engenheiro-Chefe em 3/3/1923. Faleceu em Belém no ano de 1939.
6ª G/Tetranetos/Ttn: Firmo Roberto Maués, capitão da Guarda Nacional, foi membro do Conselho de Intendência de Abaeté, como vogal, dos seguintes intendentes:
2ª intendência de Domingos de Carvalho, de 1915 a 1918.
Manoel Pinto da Rocha, 1918-1919.
Coronel Aristides dos Reis e Silva, 1919-1922.
Dr. Lindolpho Cavalcante de Abreu, 1922-1926.
Garibaldi Parente, 1926-1930.
Citações sobre Firmo Roberto Maués
Firmo Roberto Maués com casa de commércio e engenho para fabricar mel de cana (melaço) no Rio Piquiarana, em 1922.
Firmo Roberto Maués casou e teve filhos, 7ª G/Pentanetos/Pn: Carmosina Maués, esta casada e c/filhos, 8ª G/Hexanetos/Hn.
6ª G/Ttn: Manoel Joaquim Roberto Maués, nasceu em 1870 e faleceu em 16/11/1947.
O Coronel Hygino Maués com engenho para fabricar cachaça e mel no Rio Tucumanduba, em 1922.
Hygino Antonio Maués, foi membro do Conselho de Intendência de Abaeté, como vogal, dos seguintes intendentes:
2ª intendência do Coronel Hygino Maués, de 1908 a 1911.
Major José Félix de Souza, de 1911 a 1913.
Domingos de Carvalho, de 1913 a 1915.
4ª G/Bisnetos/Bn, filhos de MARCELLINO JOSÉ CORREA DE MIRANDA e Catharina Ignácia do Espírito Santo
Justo José Correa de Miranda e seu irmão, Tenente-Coronel Francisco
Antonio Correa Caripuna têm origem em Igarapé-Miri/PA, mas residiram
por longos anos e deixaram descendentes em Abaetetuba/PA
4ª G/Bn: JUSTO JOSÉ CORREA DE MIRANDA, Oficial da Guarda Nacional de Abaeté citado em 1869, falecido quando seus filhos Rogério e Reinaldo (do 2º casamento) estavam com 12 e 3 anos, respectivamente, detentor de casas, inclusive 8 residências em Belém/Pa (uma casa de sobrado na Travessa do Passinho em Belém) e de muitas terras com plantações e engenhos movidos à vapor de lenha nos distritos de Igarapé-Miri e Abaeté, senhor de 32 escravos e dono de um grande patrimônio (147.840$040 réis), citado em 1878, dono dos seguintes engenhos:
. Engenho Santo Antonio, movido à vapor de lenha, no Furo do Coelho, Rio Tucumanduba, às proximidades do Engenho São Francisco dos herdeiros do finado Tenente-Coronel Caripuna (falecido em 1877) e do engenho do Major José Honório Roberto Maués, engenho para fabricar açúcar e cachaça e com uma capela.
Justo José casou uma 1ª vez com Isabel Maria de Castilho (possivelmente irmã da 1ª esposa do Coronel Caripuna, acima) e tiveram filhos, 5ª G/Trinetos/Tn: Aurélia Aureliana e Elíbia Eufrosina Correa de Miranda. Justo José casou uma 2ª vez com Alexandria Maria Pinheiro e tiveram filhos, 5ª G/Trinetos/Tn: Rogério, Raquel e Reinaldo Correa de Miranda.
5ª G/Trinetos/Tn, filhos de Justo José Correa de Miranda e Isabel Maria de Castilho
5ª G/Tn: AURÉLIA AURELIANA CORREA DE MIRANDA, c/c seu primo Francisco Correa de Miranda, este filho do Tenente-Coronel Caripuna.
5ª G/Tn: ELÍBIA EUFROSINA CORREA DE MIRANDA, c/c seu primo Firmino Correa de Miranda, filho do Tenente-Coronel Caripuna.
5ª G/Trinetos/Tn, filhos de Justo José Correa de Miranda e Alexandrina Maria Pinheiro
5ª G/Tn: ROGÉRIO CORREA DE MIRANDA, dono de muitos bens, casas em Belém, escravos, rebanhos de gado vacum, fez medicina no Rio de Janeiro, com firma de comércio de carnes em sociedade com seu irmão Reinaldo, na Vila de Soure/Pa, c/c Maria Luísa Bezzera (esta filha do rico detentor de terras e pecuarista na Ilha do Marajó na Vila de Soure, Sr. Cel. Francisco Bezerra de Moraes Rocha, falecido por volta de 1912, irmão do chefe democrata em Belém, Dr. Demétrio Bezerra e de Antonio Bezerra Rocha de Moraes, detentor de cargos políticos e patentes militares, citado em 9/2/1898, intendente da Vila de Soure, dono de marchantaria, falecido por vilta de 1912 e com filhos: Tenente-Coronel Raimundo Bezerra). Rogério e Maria Luísa tiveram filhos, 6ª G/Tetranetos/Ttn.
5ª G/Tn: Raquel Correa de Miranda
Fonte das fotos acima: Adriana Miranda Bezerra Costa, bisneta de Reinaldo Correa de Miranda, moradora no Rio de Janeiro
5ª G/Tn: REINALDO CORREA DE MIRANDA, donos de muitos bens, casas em Belém, escravos, dono de firma mercantil de comércio de carnes, em sociedade com seu irmão Rogério, c/c Malvina Bezerra (esta filha do rico detentor de terras e pecuarista dono de grandes rebanhos de gado vacum, na Ilha do Marajó, na Vila de Soure, Sr. Antonio Bezerra Rocha de Moraes, detentor de cargos políticos como vogal e prefeito de segurança na Vila de Soure/Pa e com patentes militares, sendo este irmão de Francisco Bezerra de Moraes Rocha, acima, Chefe de Segurança em Belém/Pa) e Reinaldo e Malvina tiveram filhos: 6ªG/Ttn, netos: 7ª G/Pn, bisnetos: 8ª G/Hn, trinetos: 9ª G/Ocn, etc.
Continuação da Genealogia dos Correa de Miranda
3ª G/Netos/N, filhos de Manoel João Correa de Miranda e Maria Ferreira de Gusmão
3ª G/N: JOSÉ CARLOS CORREA DE MIRANDA, c/c Joana Maria Ferreira de Gusmão (possivelmente irmã de Maria Ferreira de Gusmão e Anna Ferreira de Gusmão), donos fazendas/engenhos com plantação de mais de 2.800 pés de cacau e café, casas, donos de 13 escravos, citados em 1938 e José Carlos que herda de sua mãe vários bens, inclusive casas em Belém/Pa (na antiga Travessa de Santo Antonio).
3ª G/N: MANOEL GONÇALVES CORREA DE MIRANDA, citado em 1852, primo de Pedro Honorato Correa de Miranda e seu eleitor para a assembléia provincial em meados do século 19, citado em 1857, c/c Thereza de Jesus Maia, (viúva de Francisco José Ferreira Sandim? Cuja mão pretendia o Sr. Acatauassu para seu filho mais velho?), falecida em 1876, residentes no distrito de Anapu, Freguesia de Igarapé-Miri/Pa, donos de engenhos e muitos escravos e tiveram filhos, 4ª G/Bisnetos/Bn: João Antonio Sandim de Miranda, Anna, Theresa (filha) e Joana Correa de Miranda. Thereza (mãe) ficou viúva e herdeira dos bens do marido, tendo falecida em 1876, quando sua filha Joanna era menor.
Primos por parte de pai?

2ª G/Filhos/F: JULIÃO ANTONIO CORREA DE MIRANDA, citado em 1800 como tenente da 8ª Companhia do Regimento de Milícia da cidade de Belém, dono de engenho movido à água no rio Anapu, Freguesia de Santa Anna de Igarapé-Miri, dono de terras com plantações de cacau e café, dono de 47 escravos em 1810, irmão de Manoel João Correa de Miranda, este e sua esposa Maria Ferreira de Gusmão, citados em 1925.
Se Hygino Amanajás/Antonio Hygino Cardoso Amanajás nasceu em 15/6/1852 e a 1ª Câmara da Vila de Santa Anna de igarapé-Miri foi instalada em 1845, isso quer dizer que se trata do Hygino Amanajás, o pai, vereador da 1ª Câmara Municipal dessa vila e que deve ter nascido por volta de 1812.
Lutou na revolta da Cabanagem em 1840 no lado da legalidade em Cametá, Abaeté e Igarapé-Miri.
Portanto, a Família Roberto Maués é citada em Abaeté a partir de João Olymphio Roberto Maués e até Maria Maués Ferreira, esta da 6ª G/Tetranetos/Ttn, que segue com seus descendentes.
6ª G/Tetranetos/Ttn, filhos de Adelaide Caripuna e João Olýmpio Roberto Maués
6ª G/Ttn: Maria Maués Nunes, c/c José Ferreira Nunes, comerciantes na Rua Justo Chermont em 1922, ficou viúva e tiveram filhos, 7ª G/Pentanetos/Pn. Portanto, a relação das famílias Maués Cardoso vem desde o seu patriarca, citado acima. de nome João Olymphio Roberto Maués, que junta sua descendência a partir de Joana Maués Cardoso e, posteriormente, a Maria Maués Nunes, que junta sua descendência aos Nunes Ferreira, com o seu casamento com José Ferreira Nunes.
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. Esmeralda Cardoso, professora, nasceu em 19/6/1904 em Maracapucu/Abaeté/Pa e faleceu em 5/5/1968, aos 63 anos de idade, em Belém do Pará. Com a idade de cinco anos veio de Maracapucu para Abaeté e depois seguiu para Belém em companhia da família de Hygino Antonio Cardoso Amanajás, que chegou a ser editor de jornal em Abaeté e deputado pelo estado do Pará. Junto com Esmeralda seguiram para Belém suas tias Maria Pinho e Quitéria. Esmeralda Cardoso dá nome a uma escola muncipal em Abaeté, a Escola “Professora Esmeralda Cardoso”, mandada construir no governo do prefeito Municipal Ronald Reis Ferreira, em 1980, nas comemorações dos 85 anos de Abaetetuba à categoria de cidade. Ela foi sem dúvida um exemplo de dedicação e amor sem limites à sua família e à educação. A ligação com a fam. Amanajás deve-se ao fato de Esmeralda Cardoso ter sido adotada pela família de Hygino Amanajás.

Como aconteceram casamentos entre os componentes das Famílias Maués Cardoso e Nunes Ferreira, estas duas famílias estão incluídas juntas nesta postagem.
7ª G/Pentanetos/Pn dos Roberto Maués
• 7ª G/Pn, ESMERINA NUNES FERREIRA/Ferreira Bou-Habib, filha de José Nunes Ferreira e Maria Maués Ferreira, antiga professora de Abaeté, era solteira em 1935 quando do falecimento de sua mãe, c/c o imigrante sírio-libanês Jorge Antonio Bou-Habib, citados nos anos de 1940/1950.
. Ernestina Ferreira Cardoso, citada em 1961 como auxiliar na festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
7ª G/Pentanetos/Pn dos Roberto Maués 
. 7ª G/Pn, EULÁLIA NUNES FERREIRA, filha de José Nunes Ferreira e Maria Maués Ferreira
• Hilza Cardoso Ferreira. Professora do Grupo Escolar “Prof. Basílio de Carvalho”, em Abaetetuba, onde tornou-se diretora nos fins do ano de 1961.

.  HORÁCIO MAUÉS CARDOSO, filho de Alexandre Antonio Cardoso e Joana Maués Cardoso, foi ativo membro auxiliar da diretoria, juiz e membro da diretoria da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba, citado em 1920, citado em 1939 como auxiliar da festa de N. S. da Conceição na zona do Furo Grande, Tucumanduba, Bacuri, Biribatuba e Costa Maratauíra, citado em 1939 representante da comissão da Indústria e Agrícola na 3ª noite de leilões da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba, citado em 1942 como  auxiliar da diretoria e citado em 1953 como o maior arrecadador da festa de 1952 e  em 1953 como auxiliar da diretoria da festa de N. S. da Conceição na arrecadação de fundos nas localidades rios Furo Grande, Tucumanduba, Bacuri, Birituba, Pai Pedro e Costa Maratauíra, c/c Ernestina Nunes Ferreira/Ferreira Cardoso, esta da 7ª G/Pn, dos Roberto Maués e tiveram filhos, da 8ª G/Hexanetos/Hn. Horácio foi antigo comerciante de Abaetetuba e sua esposa Ernestina, foi professora na então Abaeté e era filha do Sr. José Nunes Ferreira e D. Maria Maués Ferreira e irmã  de d. Adelaide Ferreira Cardoso e estas são netas do capitalista e industrial Sr. João Olympio Roberto Maués, e este genro do Coronel Antonio Francisco Correa Caripuna, e citados em 14/1/1913.
.  8ª G/Hn, HORÁCIO SIZINO FERREIRA CARDOSO, nascido em 11/5/1935, filho de Horácio Maués Cardoso e Ernestina Nunes Ferreira/Ferreira Cardoso e Horácio Sizino foi pescador e nos anos de 1970 e 1980 trabalhava como comerciante de carnes e pescados em Abaeté com a casa comercial "Já te Dei", casou com Ambrosina Cardoso, esta filha de Acendino Maués Cardoso/Dinda, primos,  e com filhos, 9ª G/Heptanetos/Hpn: Horácio Ferreira Cardoso, Edu Ferreira Cardoso, Rodrigo Ferreira Cardoso e outros em pesquisa.
9ª G/Hpn, EDU FERREIRA CARDOSO, filho de Horácio Sizino Ferreira Cardoso e Ambrosina Cardoso, e Edu é pescador em Abaetetuba.
9ª G/Hpn, RODRIGO FERREIRA CARDOSO, filho de Horácio Sizino Ferreira Cardoso e Ambrosina Cardoso, e Edu é pescador em Abaetetuba.
9ª G/Hpn, HORÁCIO FERREIRA CARDOSO, professor em Abaetetuba, foi vice-diretor e diretor na Escola Estadual Irmã Stella Maria, atualmente (2013) ocupando o cargo de diretor da 3ª Unidade Regional de Educação-3ª URE, é casado com Ana Cristina e com filhos.
• HILZA CARDOSO FERREIRA, antiga professora e diretora (nos anos de 1960) do Grupo Escolar “Prof. Basílio de Carvalho”.
. JOÃO BATISTA CARDOSO/João Pata Gorda, é aposentado da Receita Estadual-SEFA.
• JOSÉ NUNES FERREIRA, antigo comerciante em Abaeté, c/c MARIA MAUÉS FERREIRA, esta da 6ª G/Tetranetos/Ttn dos Roberto Maués e tiveram  filhos, da 7ª G/Pentanetos/Pn: Raymundo Nunes Ferreira (este casado com Virgínia Silva Ferreira),  senhorinha Esmerina Nunes Ferreira, Eulália Nunes Ferreira (esta faleceu jovem com 20 anos),  Carlos Nunes Ferreira, Arthur Nunes Ferreira (casado com Mimita Floresta Ferreira), Adelaide Ferreira Carneiro (casada com João Baptista Ferreira), Carlos Nunes Ferreira (casado com Adelaide Cardoso Ferreira), Ernestina Ferreira Cardoso (professora municipal, casada com o comerciante Horácio Maués Cardoso) e outros.
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• Laurindo Cardoso, proveniente de Pernambuco e era, provavelmente, descendente de judeus convertidos que se espalharam de Pernambuco pelo Brasil, era comerciante, dono de terras, plantador de cana-de-açucar em Abaeté, c/c Joanna, esta descendente de judeus holandeses (Laurindo e Joanna eram bisavós de Maria Anna Cardoso Amanajás, chegados ao Pará no final do século 19).
• Lauro Maués Cardoso, c/c Maria de Lourdes de Araújo e tiveram duas filhas: Terezinha e Celeste Araujo Cardoso.
• Maria Anna Cardoso Amanajás, falecida em Belém em 12/2010, com origem em Abaetetuba e com filhos: Cláudio, Denise e Monalisa e com netos.
6ª G/Tetranetos/Ttn dos Roberto Maués 
 . 6ª G/Ttn, MARIA MAUÉS FERREIRA, nascida em 1867, falecida em 1935, filha do capitalista e industrial Cel. JOÃO OLYMPHIO ROBERTO MAUÉS, casada com José Nunes Ferreira (falecido anteriormente), este antigo comerciante em Abaeté e Maria Maués Ferreira ainda era neta materna do Cel. Antonio Correa Caripuna, este antigo chefe político de Abaeté.
. Maria Sizina
. MAXIMINA FERREIRA CARDOSO/Maxica, casou com RAIMUNDO MAUÉS CARDOSO/Mundico, filho de Alexandre Antonio Cardoso e Joana Maués Cardoso e com filhos: Alexandre Ferreira Cardoso/Francisquinho, Conceição Ferreira Cardoso, Tarcilo Ferreira Cardoso/Corumbá, Virgulina Ferreira Cardoso e Raimundo Ferreira Cardoso/Diquinho Cardoso.
. Raimundo Ferreira Cardoso, filho de Raimundo Maués Cardoso/Mundico e Maximina Ferreira, casado e com filhos: Dica, Conceição, Maria de Belém, Nazaré, Joana, Rafael, Cindo Roberto. 
. RAIMUNDO MAUÉS CARDOSO/Mundico, filho de Alexandre Antonio Cardoso e Joana Maués Cardoso,casou com Maximina Ferreira Cardoso/Maxica e com filhos: Alexandre Ferreira Cardoso/Francisquinho, Conceição Ferreira Cardoso, Tarcilo Ferreira Cardoso/Corumbá, Virgulina Ferreira Cardoso e Raimundo Ferreira Cardoso/Diquinho Cardoso.
7ª G/Pentanetos/Pn dos Roberto Maués
. 7ª G/Pn, RAIMUNDO NUNES FERREIRA, filho de José Nunes Ferreira e Maria Maués Ferreira, casou com Maria dos Anjos Ferreira
ou casou com Virgínia Silva Ferreira.
. 3ª G/Netos/N, TARCILO MAUÉS CARDOSO, filho de Alexandre Antonio Cardoso e Joana Maués Cardoso
. Tarcilo Ferreira Cardoso/Corubá, filho de Raimundo Maués Cardoso/Mundico e Maximina Ferreira Cardoso/Maxica, casou com Auta Correa Cardoso e com filhos: Maria José, Mariza e outros em pesquisa.
• Tibúrcio Teixeira, irmão de Velho Cardoso, com origem no Maracapucu. Vide avós maternos de Maria de Nazaré Cardoso e Carmem Cardoso Ferreira.
. VIRGULINA FERREIRA CARDOSO, filha de Raimundo Maués Cardoso/Mundico e Maximina Ferreira, casada e com filhos: Graça Monteiro e outros em pesquisa. 
juntar

Valendo
Os Cardoso Ferreira
Família
Profa. Carmem Cardoso Ferreira, familiares e amigos:
A Professora Carmem era muito religiosa, militante dos antigos movimentos da Igreja Católica, como a Ação Católica, as Filhas de Maria e nutria profunda fé em Deus e nos santos, especialmente Nossa Senhora e era ativa participante das organizações a nível de Paróquia, Catequese e festas religiosas, como festa de Nossa S. da Conceição, Círios, Catequese, 1ª Comunhão e outras atividades católicas dos tempos dos Padres Capuchinhos e dos Padres Seculares vindos de Belém para atuar na Paróquia de Abaetetuba, onde a devoção aos Santos Católicos era o modo de participar dos eventos e das ações dos católicos de Abaetetuba.
Igrejas


Por conta de seu ativismo católico baseada
na devoção aos santos, que batia de frente com
a nova postura da Igreja Católica, quando esta
iniciou uma série de reformas, incluindo as
reformas das liturgias católicas, a professora
Carmem bateu de frente com os padres progressistas
e Irmãos Lassalistas.
Por seu engajamento católico tradicional, manteve sérios atritos com os religiosos Xaverianos e Lassalistas, devido as reformas que a Igreja Católica de Abaetetuba passava nos anos de 1970 e 1980. Suas convicções tradicionais católicas batiam de frente com a mensagem de uma religião baseada nas questões sociais e políticas da nova pregação da Igreja, trazida pelos religiosos progressistas da Igreja católica em Abaetetuba que, entre as várias mudanças à nível de Igreja, reformou a antiga Igreja Catedral, tirou as imagens dos Santos dos altares, extinguiu as antigas confrarias e outros movimentos leigos e introduziu a Liturgia baseada nos novos tempos de ser Igreja, ou seja, o "novo homem cristão" que devia ir às lutas pelos direitos dos menos favorecidos, com a introdução de novos grupos, cantos, teatros e com uma nova maneira de se fazer Catequese. 
Isso tudo e mais outras mudanças a nível de comunidades gerou um clima de revolta, não só nas convicções da Profa. Carmem Cardoso Ferreira, como em mais da metade da população dos católicos da linha tradicional de Abaetetuba, com parcela dos descontentes praticando ações de protestos até mesmo dentro da Catedral de Abaetetuba, como foi o caso da profanação da Igreja com o respectivo “Roubo da Imagem de Nossa S. da Conceição”, que serviu de borburinho por muito tempo no seio da sociedade.

Genealogia de Carmem Cardoso Ferreira
Conforme o Prof. Horácio  Ferreira Cardoso


Carmem Cardoso Ferreira, nasceu em 15 de março,  é filha de Arthur Nunes Ferreira e Antonia Felícia Cardoso Ferreira, tendo como avós paternos Maria Maués Nunes Ferreira e José Nunes Ferreira e residia na Rua Siqueira Mendes, nº 1.286 e  foi aluna da Escola INSA e professora e diretora por longos anos de algumas escolas de Abaetetuba, entre as quais as escolas Reunidas, Vicente Maués, Pedro Teixeira, agindo com pulso firme e rígido no tocante ao comportamento de alunos e professores. Foi Secretária Municipal de Educação de Abaetetuba, conforme documento de 08.03.1980, na gestão do então prefeito Ronald Reis Ferreira. Mas o lado carinhoso, terno, amigável e generoso se escondia por trás de seu enorme acervo de cartas, fotos, livros, papéis com suas anotações, cuja maior parte foi corroída pela ação do tempo e dos cupins, sendo salvo ainda muitas anotações que serão publicadas no decorrer das nossas pesquisas de parte  desse acervo em nossas mãos, vindas pelo seu sobrinho Francisco de Assis Cardoso Lima, nosso particular amigo de longas datas.

Algumas Citações Sobre Maria Maués Nunes Ferreira e Outros Parentes de Carmem Cardoso Ferreira:
A professora Carmem Cardoso Ferreira amava e considerava muito os seus parentes, amigos e colegas de profissão e era muito solidária na suas dores. Nos falecimentos escrevia bilhetes de pesar e oferecia orações e os confortava  espiritualmente. No dia de seus aniversários ela mesma preparava as mensagens para serem veiculadas no sistema sonoro da cidade, o antigo “Sonoros Copacabana". 

Algumas citações sobre seus parentes, amigos e colegas:
Maria Maués Nunes Ferreira era filha do Coronel Antonio Correa Caripuna, antigo chefe político em Abaeté e ficando viúva e com filhos, assumiu o comércio do marido em Abaeté, na Rua Justo Chermont, em 1922.                           
Carlos Nunes Ferreira & Carneiro.
Citações de 1922:
“Carlos Nunes Ferreira & Carneiro com casa de commércio no Furo Tucumanduba”.  “A firma Ferreira & Carneiro com depósito de lenha no Rio Abaeté”.
Carlos Nunes Ferreira, citado no Furo Tucumanduba
Arthur Nunes Ferreira, comerciante e industrial, anos de 1940.
Esmerina Nunes Ferreira Bou-Habib:
Professora Esmerina Bou-Habib
Esmerina Nunes Ferreira Bou-Habib, tia de Carmem Cardoso Ferreira, nasceu no dia 13.03.1891 no lugar chamado Cachoeira, município de Abaeté. É filha de José Nunes Ferreira e Maria Maués Ferreira. Iniciou seus estudos primários em Abaeté, prosseguindo na Escola Normal, em Belém, hoje Instituto de Educação do Pará, onde se formou professora normalista em 1911. Deixou como lembrança um quadro com o diploma de formatura.
Retornando para Abaeté foi nomeada professora no Grupo Escolar de Abaeté, no ano de 1912, função que exerceu até o ano de 1945 com amor, abnegação e dedicação, cativando a todos os seus alunos pelo carinho a eles dedicados. 
No dia 02.04.1945 foi nomeada para o cargo de diretora do referido Grupo Escolar de Abaetetuba. Por perseguição política foi dispensada desse cargo, voltando a ocupá-lo em 1952.
No dia 30.03.1955 foi nomeada Diretora efetiva nesse cargo através do decreto nº 887-55 DP, pelo então Governador do Estado Gal. Alexandre Zacarias de Assunção. No dia 06.06.1956 foi assinado o Decreto de sua aposentadoria, no qual a mesma contava com 44 anos de bons serviços prestados às crianças e jovens de sua terra, sendo um exemplo vivo de dedicação e doação ao setor da educação abaetetubense, fazendo parte, também, por muitos anos do Conselho Municipal de Educação.
Em 1942 era diretora do Grupo Escolar de Abaeté a professora Esmerina Ferreira Bou-Habib. O porteiro era Rogério de Carvalho, pai do Raul Carvalho, que eram da família de Murilo de Carvalho. 
Os professores eram:
Maria da Conceição Barros Lobo,
Maria do Carmo Araujo Santos,
Maria Leão (esposa do Sr. Leão, que trabalhava na Mesa de Rendas do Estado),
Elza de Jesus Silva Paes.
No período de 1912 a 1945, paralelamente às suas atividades no setor público da educação, manteve uma escola particular gratuita com o nome de Externato de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, na qual a mesma ensinava não só a ler e escrever como também ensinava a arte dos bordados de todos os tipos: flores, tricô, crochê, incluindo também música de piano. Recebia várias crianças vindas do interior do município, algumas hospedando-as em sua residência, com a finalidade de estudos. Nesse seu externato praticamente não existiam mensalidades, pois a maioria de seus alunos eram seus afilhados e pobres.
Diariamente, também, atendia pessoas da cidade e do interior que a procuravam em busca de doses de remédios homeopáticos e caseiros, para crianças e adultos doentes, as quais ela atendia a qualquer hora do dia ou da noite, sem aceitar pagamento a dinheiro, só dizendo: “Fico aguardando notícias suas o mais breve possível”. As que vinham do interior a presenteavam com camarões e peixes, frutas, galinhas, patos, ovos e outros produtos ribeirinhos.
A família da professora Esmerina não era tão rica e ela mesma não ostentava vaidades e riquezas terrenas e somente procurava ajudar às muitas pessoas que a procuravam. Eram os seus compadres, comadres e afilhados.
Quando a Igreja Matriz de Abaeté foi concluída no final dos anos de 1930, o 1º véu do Sacrário da Igreja foi feita por ela, assim como o seu casamento com Jorge Antonio Bou-Habib, que foi o 1º a ser realizado na nova Igreja Matriz. Eles não tiveram filhos.
A profa. Esmerina veio a falecer no dia 08.06.1978, saindo seu corpo para sepultamento no dia 9 de junho, às 8:00 horas, da Escola Estadual de 1º Grau “Prof. Basílio de Carvalho”, onde ela foi professora e diretora por longos anos, acompanhado pelos alunos e professores, não só do Basílio, como de todas as escolas da cidade, autoridades, o povo, onde se incluíam inúmeras famílias de Abaetetuba, tornando-se uma manhã de profunda emoção no município de Abaetetuba.
Esta biografia foi feita por autor desconhecido em 26.11.1979, provavelmente pela professora Carmem Cardoso Ferreira, sua sobrinha.
Existe uma escola dedicada à memória da professora Esmerina, a Escola Esmerina Bou-Habib:
Uma carta da Professora Carmem Cardoso Ferreira, por ocasião da inauguração da Escola Professora “Esmerina Bou-Habib”:
“Esmerina, continuas viva no coração deste povo, a quem ofereceste a tua vida, os teus talentos, as tuas virtudes de Mestra carinhosa e boa. Tu viverás na imortalidade da nossa história, porque a tua vida foi um marco de doação, de abnegação e amor, constituindo-te e conferindo-te o troféu de “Astro da Educação”, pelos teus 44 anos de Magistério. O povo do interior e da cidade ainda guarda bem viva na memória a lembrança de todo o bem  que lhes fizestes, socorrendo-lhe na hora da doença e da dor, quando Abaeté se ressentia muito pela falta de médicos. Tu eras a sua médica, com tuas homeopatias e tuas palavras de conforto, a qualquer hora do dia ou da noite, sempre com a mesma expressão de bondade, que te era peculiar, com a mesma frase: “Meu filho” ou “Minha Filha”.
Teu enterro, mais do que uma cerimônia fúnebre, triste, teve a gala das grandes festas. Foi a festa do Amor, da Gratidão, da Saudade e do Reconhecimento, que tornará a tua imagem imperecível entre nós. Vivestes na pobreza, por escolha, pois sempre soubestes dividir o que tinhas. E não ficava nada sem dividir.
Partistes, mas continuas no coração de teus alunos, que já adultos, sentem a saudade do tempo em que privaram do teu convívio e do teu carinho de Mãe e Mestra e, por esse motivo, é que hoje estás sendo homenageada com a inauguração de uma escola que recebeu o teu nome, “Escola Professora “Esmerina Bou-Habib”, a pedido de um de teus alunos, o dr. Mariuadir José Miranda Santos. Esta homenagem nos sensibilizou profundamente, pois, através dela, o nome da querida tia Esmerina, ao invés de ficar esquecida, será sempre lembrado e passará a fazer parte dos grandes nomes que passaram por nossa cidade, na sublime e árdua missão do Magistério.
Carmem Cardoso Ferreira.
Social Aniversário! Atenção Abaetetuba!
Atenção Benjamim Constant, nº 1286! Aniversaria na feliz data de hoje, 20 de novembro de 1966, o inteligente e simpático jovem, Francisco de Assis Cardoso de Lima.
Mano querido:
Sou tão pequena para te expor tudo que sinto neste dia tão feliz! Nada sei para poder te homenagear pela passagem dos teus 15 anos. Já és rapazinho agora; em ti já posso confiar os teus bons exemplos de amigo e irmão; de ti já posso esperar uma palavra de carinho e conforto. É o que peço à nossa Mãezinha do Perpétuo Socorro, que te dê sempre a serenidade das almas puras, para que possamos um dia na Pátria Celeste, juntinho dizer-nos: É bom ser bom.
Abaixo temos alguns de seus parentes do lado paterno e materno, com alguns patriarcas vindos de famílias judias holandeses e outra parte vinda de sírios-libaneses:

Geração Paterna de Carmem Cardoso Ferreira
. Adelaide Ferreira Carneiro, filha de José Nunes Ferreira e Maria Maués Ferreira, casada com João Baptista Carneiro, este capataz do Porto de Abaeté.
• Artúnia Cardoso Ferreira, filha de Arthur Nunes Ferreira e Antonia Felícula Cardoso, citada em 1961 como juíza da festa de N. S. da Conceição, c/c Clodoaldo de L. Baia/Coló e tiveram filhos: Maria de Lourdes Ferreira Baia e outros?
• Artur Cardoso Ferreira/Artuzinho, filho de Arthur Nunes Ferreira e Antonia Felícula Cardoso.
• Arthur Nunes Ferreira, filho de José Nunes Ferreira e Maria Maués Ferreira, citado em 1900, era comerciante, dono do engenho de cachaça Santo Antonio, na Costa Maratauíra, em 1931, depois repassado para Raimundo Neves , e dono de outro engenho o Santa Rosa, na mesma Costa Maratauhyra, citado em 1939 como contribuinte e da comissão da 3ª noite de leilão da festa de N.S. da Conceição em Abaetetuba. Arthur Nunes Ferreira, c/c Mimita Floresta Ferreira e, em 2ª núpcias com Antonia Felícula Cardoso, e tiveram filhos: Maria de Nazaré, Joana da Conceição, Artúnia, João Batista, Artuzinho e Carmem Cardoso Ferreira. Arthur tinha um irmão, Carlos Nunes Ferreira, que c/c Dadá Cardoso e uma irmã, Mimi Nunes Ferreira, que c/c Horácio Cardoso, portanto são 3 irmãos da fam. Nunes Ferreira casados com 3 irmãos da fam. Cardoso e com isso seus filhos são duas vezes primos entre si. Em outras palavras: dois irmãos e uma irmã da fam. Nunes Ferreira, casados com duas irmãs e um irmão da fam. Cardoso, que dão origem às famílias Ferreira Cardoso e Cardoso Ferreira.
• Carlaide Cardoso Ferreira, professora no Grupo Escolar Basílio de Carvalho, casada e com filho: Raimundinho, citada em 1944. Carlaide Ferreira, citada em 1939 como contribuinte e na comissão da 1ª noite de leilão da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
• Carlos Nunes Ferreira, filho de José Nunes Ferreira e Maria Maués Ferreira, citado em 1900, em 1953 como auxiliar na zona do Guajarázinho na festa de N.S. da Conceição em Abaetetuba, c/c Adelaide Cardoso Ferreira e com Bodas de Ouro de casamento festejado em 24/12/1968. Carlos Nunes Ferreira/Carlos Nunes, firma Ferreira e Carvalho com comércio no Furo Tucumanduba, em 1922, vereador no governo de João Francisco Ferreira (12/2/1936-31/12/1937), comerciante anos de 1930, 1940, sócio da firma Carlos Nunes Ferreira e Carneiro, firma na localidade Tucumanduba, c/c Dadá Cardoso e tiveram filhos.
• CARMEM CARDOSO FERREIRA, filha de Arthur Nunes Ferreira e Antonia Felícula Cardoso, estudou na escola INSA e formou-se professora Normalista, foi professora, diretora de escolas públicas: Escolas Reunidas em 1963, Vicente Maués e Pedro Teixeira, secretária de educação na gestão do Prefeito Ronald Reis Ferreira (1977-1982), católica fervorosa e engajada como Filha de Maria e com nome de escola e rua em Abaetetuba, citada em 1946, em 1961 como juiz da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
• Clodoaldo Cardoso Ferreira, filho de irmã de Antonia Felícula Cardoso, citado em 1944, em 1961 como representante da classe dos marítimos na festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
• Clodoaldo Ferreira, é filho de Carlos Cardoso Ferreira e Alba Matos Ferreira.
. Ernestina Ferreira Cardoso, filha de José Nunes Ferreira e Maria Maués Ferreira, casada com Horácio Maués Cardoso e com filhos.
• Esmerina Nunes Ferreira, nascida em 13/3/1894 e falecida em 8/6/1978, filha de José Nunes Ferreira e Maria Maués Ferreira, foi professora nas escolas de Abaeté, dona de escola de externato, em seu comércio atendia a população carente, principalmente ribeirinhos, com seus remédios caseiros, citada em 1939 como professora contribuinte e da comissão da 2ª noite de leilão da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba, citada em 1946, com nome de escola, c/c o sírio-libanês Jorge Antonio Bou-Habib, este nascido em 13/6/1884 e falecido em 8/6/1971.
. Ernestina Nunes Ferreira/Nini, filha de José Nunes Ferreira e Maria Maués Ferreira, citada em 1900, foi professora em Abaeté, mãe de Horácio Sisino Cardoso e avó do professor Horácio Ferreira Cardoso.
. Eulália Nunes Ferreira, filha de José Nunes Ferreira e Maria Maués Ferreira, citada em 1900.
• Flodoaldo Nunes Ferreira, citado em 1953 como cadete do Exército e membro da diretoria da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba, chegou a major do Exército.
• Hilza Cardoso Ferreira, professora e diretora nos anos de 1960 do Grupo Escolar Prof. Basílio de Carvalho, citada em 1961 como juíza da festa de N.S. da Conceição em Abaetetuba. Profa. Ilza Cardoso Ferreira, citada em 1961, chegou a ser diretora do Grupo Escolar “Prof. Basílio de Carvalho”. Casou e mudou o nome para Ilza Ferreira Borges.
• Joana da Conceição Cardoso Ferreira, filha de Arthur Nunes Ferreira e Antonia Felícula Cardoso.
• João Batista Cardoso Ferreira, filho de Arthur Nunes Ferreira e Antonia Felícula Cardoso.
• José Nunes Ferreira, citado em 1900, foi um dos patriarcas da familía Nunes Ferreira, vogal na Intendência: do Coronel Hygino Maués (1906-1908 e 1908-1911), vogal na intendência do major José Félix de Sousa (1911-1913), citado em 1920, comerciante à Rua Justo Chermont, c/c Maria Maués Ferreira, esta falecida em 14/1/1913, casado e com filhos: Raymundo Nunes Ferreira, Adelaide Ferreira Carneiro, Carlos Nunes Ferreira, Ernestina Ferreira Cardoso/Nini, Esmerina Nunes Ferreira, Eulália, Artur Nunes Ferreira e outros. São avós paternos de Maria de Nazaré Cardoso Ferreira e Carmem Cardoso Ferreira.
• Maria de Nazaré Cardoso Ferreira, nasceu em 1935, filha de Arthur Nunes Ferreira e Antonia Felícula Cardoso, estudou no Grupo Escolar de Abaeté e residia c/sua família em casa na antiga Rua Benjamim Constant, atrás do antigo Cine Imperador, entrevistada em 20/04/1995, neta de Alexandre Antonio Cardoso e Benedita Maria da Conceição Teixeira. São seus avós paternos:
. José Nunes Ferreira e Maria Maués Ferreira.
. Maria Maués Ferreira
• Mimi Nunes Ferreira, c/c Horácio Cardoso e tiveram filhos.
• Raymundo Nunes Ferreira, filho de José Nunes Ferreira e Maria Maués  Ferreira, citado em 1900 e 1920, c/c  Virgínia da Silva Ferreira.
• Sindebaldo Nunes Ferreira, filho de Arthur Nunes Ferreira e Antonia Felícula Cardoso, piloto marítimo, citado em 1953 como membro da diretoria da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba, c/c Maria de Lourdes Dutra Pontes/Lurdinha, esta nascida em 23/9/1930, moraram no Rio Grande do Sul e tiveram os seguintes filhos: Miguel/casado e com 3 filhos; Artur, Ângelo, Ernesto e Aluízio Pontes Ferreira.
Maria de Lourdes Dutra Pontes (Lurdinha): nascida em 23.09.1930, c/c Sindebaldo Nunes Ferreira, que morou no Rio Grande do Sul, filho de Artur Nunes Ferreira e que tiveram os seguintes filhos: Miguel, Ângelo, Ernesto e Aluízio Pontes Ferreira. Miguel Pontes Ferreira: que  é casado e teve 3 filhos, entre os quais,   Artur (5ª geração-vide fam. Pontes).
Esmerina Nunes Ferreira Bou-Habib, nasceu no dia 13.03.1891 no lugar chamado Cachoeira, município de Abaeté. É tia da Professora Carmem Cardoso Ferreira e filha de José Nunes Ferreira e Maria Maués Ferreira.
Hilza Cardoso Ferreira, foi professora do Grupo Escolar “Prof. Basílio de Carvalho”, em Abaetetuba, onde tornou-se diretora nos fins do ano de 1961.
Jorge Antonio Bou-Habib, que era o esposo da professora Esmerina Bou-Habib e com as informações:

Citação de 1922.
“Jorge Antonio com casa de commércio à Rua Justo Chermont, em Abaeté”.
Casa Nossa Senhora de Nazaré, de Jorge Antonio.

Os Outros Nunes Ferreira
. Oraci Nunes Ferreira, citado na localidade Rio Maracapucu em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.

Geração Materna de Carmem Cardoso Ferreira
 Adelaide Ferreira Carneiro, filha de Maria Maués Ferreira e José Nunes Ferreira, c/c João Baptista Ferreira, este antigo capataz do porto de Abaeté.
• Alexandre Antonio Cardoso, morador à Praça da República, vogal na Intendência: do Tenente-Coronel Torquato Pereira de Barros em 1900-1902, vogal da intendência do Dr. João Evangelista Correa de Miranda em 1902-1906, vogal na Intendência do Coronel Hygino Maués em 1906-1908, comerciante citado em 1922, Major-fiscal do Estado-Maior do 214º Batalhão de Infantaria da Guarda Nacional em 12/04/1906, c/c Benedita Maria da Conceição Teixeira e tiveram filhos: Esmeralda Cardoso, Antonia Felícula Cardoso. Antonia Felícula tinha outros irmãos: Dadá e Horácio Cardoso.
• Antonia Felícula Cardoso, filha de Antonio Alexandre Cardoso e Benedita Maria da Conceição Teixeira, c/c Arthur Nunes Ferreira, este possuía duas irmãs e esses três irmãos casaram com outros 3 irmãos da fam. Cardoso, portanto duas vezes primos entre si. Filhos de Antonia Felícula com Arthur Nunes Ferreira: Maria de Nazaré, Joana da Conceição, Artúnia, João Batista, Carmem Cardoso Ferreira. Antonia Felícula, faleceu com 99 anos, no dia de Santo Antonio. Inicialmente a família de Antonia Felícula residiu num chalé atrás do prédio da Escola Basílio de Carvalho, casa onde antes morou Zezé Paes. Irmãos de Arthur, casadas com Cardoso: Carlos Nunes Ferreira, que c/c Dadá Cardoso e tiveram filhos e Mimi Nunes Ferreira, que c/c Horácio Cardoso e tiveram filhos.
• Antonio Alexandre Cardoso, irmão do Velho Cardoso, com origem no Maracapucu, c/c Benedita Maria da Conceição Teixeira e tiveram filhos.
• Antonio Amanajás Cardoso, irmão do Velho Cardoso, com origem no Rio Maracapucu. Vide avós maternos de Maria de Nazaré Cardoso Ferreira e Carmem Cardoso Ferreira: Benedita Maria da Conceição Teixeira e Antonio Alexandre Cardoso. Antonio Amanajás Cardoso, irmão de Tibúrcio Teixeira e Alexandre Antonio Cardoso.
• Antonio Cardoso Amanajás, coronel, com origem na antiga Freguesia de Santa Anna de Igarapé-Miry (que foi o introdutor do clã dos Amanajás), foi membro da 1ª Câmara da Villa de Igarapé-Miry (1845-1849, c/c Victória Maria da Silva Brabo Amanajás, filha de um senhor de engenho e de escravos em Abaeté de nome Antonio José da Silva Brabo, e tiveram filhos: Hygino Antonio Cardoso Amanajás e outros.
 .Arthur Nunes Ferreira, antigo comerciante e industrial em Abaeté, filho de Maria Maués Ferreira e José Nunes Ferreira, c/c Mimita Floresta Ferreira.
. Artúnia Cardoso, faleceu a 06/01/2012, é irmã de João Batista Cardoso/João Pata Gorda, ambos padrinhos do Dr. Assis, dentista em Abaetetuba.
 .Carlos Nunes Ferreira, antigo comerciante e industrial em Abaeté, filho de Maria Maués Ferreira e José Nunes Ferreira, c/c Adelaide Cardoso Ferreira
• Adelaide Cardoso Ferreira/Dadá Cardoso, c/c Carlos Nunes Ferreira, que, por sua vez, é irmão de: Arthur e Mimi Nunes Ferreira, que por sua vez casaram com membros da fam. Cardoso.
. Alexandre Cardoso/Francisquinho, com irmãos: Diquinho, Corumbá, Virgulina, primos de Horácio Sizino Cardoso, este pai do prof. Horácio Ferreira Cardoso.
 .Ernestina Ferreira Cardoso, antiga professora municipal em Abaeté, filha de Maria Maués Ferreira e José Nunes Ferreira, c/c Horácio Maués Cardoso.
. Esmeralda Cardoso, professora, nasceu em 19/06/1904 na localidade Maracapucu/Abaeté/Pa e faleceu em 05/05/1968, aos 63 anos de idade, em Belém do Pará. Com a idade de cinco anos veio de Maracapucu para Abaeté e depois seguiu para Belém em companhia da família de Hygino Antonio Cardoso Amanajás, que chegou a ser editor de jornal em Abaeté e deputado pelo Estado do Pará. Junto com Esmeralda seguiram para Belém suas tias Maria Pinho e Quitéria. Esmeralda Cardoso dá nome a uma escola municipal em Abaeté, a Escola “Professora Esmeralda Cardoso”, mandada construir no governo do prefeito Municipal Ronald Reis Ferreira, em 1980, nas comemorações dos 85 anos de Abaetetuba elevada à categoria de cidade. Ela foi sem dúvida um exemplo de dedicação e amor sem limites à sua família e à educação. A ligação com a fam. Amanajás deve-se ao fato de Esmeralda Cardoso ter sido adotada pela família de Hygino Amanajás.
• Esmerina Nunes Ferreira, filha de José Nunes Ferreira e Maria Maués Ferreira, antiga professora de Abaeté, era solteira em 1935 quando do falecimento de sua mãe, c/c o imigrante sírio-libanês Jorge Antonio Bou-Habib, citados nos anos de 1940/1950.
. Ernestina Ferreira Cardoso, citada em 1961 como auxiliar na festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
• Hilza Cardoso Ferreira. Professora do Grupo Escolar “Prof. Basílio de Carvalho”, em Abaetetuba, onde tornou-se diretora nos fins do ano de 1961.
. Horácio Cardoso, citado em 1939 representante da comissão da Indústria e Agrícola na 3ª noite da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba e em 1953 como arrecadador e contribuinte da mesma festa.
• Horácio Maués Cardoso, citado em 1939 como auxiliar da festa de N. S. da Conceição na zona do Furo Grande, Tucumanduba, Bacuri, Biribatuba e Costa Maratauíra, citado em 1953 como o maior arrecadador da festa de 1952 e  em 1953 como auxiliar da diretoria da festa de N. S. da Conceição na arrecadação de fundos nas localidades rios Furo grande do Tucumanduba, Bacuri, Birituba, Pai Pedro e Costa Maratauíra, c/c Ernestina Ferreira Cardoso/Mimi Nunes Ferreira e tiveram filhos.
• Horácio Ferreira Cardoso, professor em Abaetetuba, foi vice-diretor na Escola Estadual Irmã Stella Maria, atualmente (2013) ocupando o cargo de diretor da 3ª Unidade Regional de Educação-3ª URE, é casado com Ana Cristina e com filhos.
.  Horácio Sizino Cardoso, nascido em 1933, que nos anos de 1970 e 1980 trabalhava como comerciante de peixes em Abaeté com a casa comercial "Já te Dei", casado e com filhos: Horácio Ferreira Cardoso e outros.
• Hilza Cardoso Ferreira, antiga professora e diretora (nos anos de 1960) do Grupo Escolar “Prof. Basílio de Carvalho”.
. João Batista Cardoso/João Pata Gorda, é aposentado da Receita Estadual-SEFA.
• José Nunes Ferreira, antigo comerciante em Abaeté, c/c Maria Maués Ferreira e com filhos: Raymundo Nunes Ferreira (este casado com Virgínia Silva Ferreira),  senhorinha Esmerina Nunes Ferreira, Arthur Nunes Ferreira (c/c Mimita Floresta Ferreira), Adelaide Ferreira Carneiro (c/c João Baptista Ferreira), Carlos Nunes Ferreira (c/c Adelaide Cardoso Ferreira), Ernestina Ferreira Cardoso (professora municipal, c/c o comerciante Horácio Maués Cardoso) e outros.
• Laurindo Cardoso, proveniente de Pernambuco e era, provavelmente, descendente de judeus convertidos que se espalharam de Pernambuco pelo Brasil, era comerciante, dono de terras, plantador de cana-de-açúcar em Abaeté, c/c Joanna, esta descendente de judeus holandeses (Laurindo e Joanna eram bisavós de Maria Anna Cardoso Amanajás, chegados ao Pará no final do século 19).
• Lauro Maués Cardoso, c/c Maria de Lourdes de Araújo e tiveram duas filhas: Terezinha e Celeste Araujo Cardoso.
• Maria Anna Cardoso Amanajás, falecida em Belém em 12/2010, com origem em Abaetetuba e com filhos: Cláudio, Denise e Monalisa e com netos.
 .Maria Maués Ferreira, nascida em 1867, falecida em 1935, filha do capitalista e industrial Cel. João Olympio Roberto Maués, c/c José Nunes Ferreira (falecido anteriormente), este antigo comerciante em Abaeté e Maria Maués Ferreira ainda era neta materna do Cel. Antonio Correa Caripuna, este antigo chefe político de Abaeté, dono de engenhos e escravos e muito rico.
 .Raymundo Nunes Ferreira, filho de José Nunes Ferreira e Maria Maués Ferreira, c/c Virgínia Silva Ferreira.
• Tibúrcio Teixeira, irmão de Velho Cardoso, com origem na localidade Maracapucu. Vide avós maternos de Maria de Nazaré Cardoso e Carmem Cardoso Ferreira.
Pela Genealogia de Carmem Cardoso Ferreira, logo se percebe que ela veio de uma família onde grande parte dos homens eram comerciantes, industriais e muitas mulheres da família optaram pela atividade educacional, que é o caso da própria Carmem Cardoso Ferreira, que deu sua vida em favor da educação em sua terra.

Professora e Diretora Carmem Cardoso Ferreira
A professora Carmem Cardoso Ferreira esteve envolvida na história das antigas Escolas Reunidas, do Grupo Escolar Dr. Vicente Maués, Grupo Basílio de Carvalho e Escola Pedro Teixeira, além de ter sido Secretária de Educação na gestão do prefeito Ronald Reis Ferreira, conforme citações:

A professora Carmem Cardoso Ferreira chegou
a ser professora no antigo Grupo Basílio de Carvalho,
em Abaetetuba.
A professora Carmem Cardoso Ferreira foi nomeada no dia 0703/1952, no governo do General Alexandre Zacarias de Assunção, para exercer o cargo como professora no Grupo Escolar “Prof. Basílio de Carvalho”, aí permanecendo até março de 1960, quando assumiu uma turma nas Escolas Reunidas “Dr. Vicente Maués.
Em 1959 as "Escolas Reunidas" funcionaram na Rua Siqueira Mendes, em 1960 na casa de Dona Ambrosina Costa Moraes, à Rua Pedro Rodrigues, em 1962 na Rua Padre Pimentel, em uma casa de propriedade de Juveniana Farias Pinheiro. Em 1962, assume a direção da escola a professora Carmem Cardoso Ferreira, agora com 304 alunos, com turmas até o 3º ano primário. Em 1963, forma-se a 1ª turma do Curso Primário da escola. Em 1964 as Escolas Reunidas funcionaram  na casa de Dona Carmem Parente de Carvalho, sito à Rua Getúlio Vargas.
Pode-se dizer que a chamada “Escolas Reunidas” era uma escola itinerante, pois não possuía prédio próprio,  dado a quantidade de casas onde funcionaram, situação que continuou com o Grupo Escolar “Dr. Vicente Maués, conforme citações:
A professora Carmem Cardoso Ferreira foi professora e diretora do Grupo Escolar “Dr. Vicente Maués”, citada em 20 de julho de 1966.
Então deduz-se que a professora Carmem Cardoso Ferreira já era diretora do nascente Grupo Escolar Dr. Vicente Maués, que surgiu para substituir as chamadas Escolas Reunidas (possivelmente nome dado pela junção de escolas do município de Abaeté/PA), criada sem prédio próprio, tendo como diretora a Professora Carmem Cardoso Ferreira, conforme citação abaixo:
Em 28.08.1968, foi inaugurado o prédio do Grupo Escolar “Dr. Vicente Maués”, que se originou das chamadas Escolas Isoladas, que vem desde 1936 e, posteriormente, Escolas Reunidas, que marcou a figura respeitável da Professora Maria Zaíde Cardoso que, com seu espírito benevolente, abnegado e colaborador, deu formação necessária, lançando os primeiros índices de uma cultura digna de louvor, em nossa terra. Desempenhou muito bem a sua árdua e sublime missão de mestra, deixando cidadãos gabaritados, exercendo altos postos sociais, em diversas partes. É um exemplo de trabalho e abnegação. Cumpriu perfeitamente sua tarefa de instruir, educar e preparar crianças para a vida prática. Magistério exercido por vocação, pois todo o seu ministério foi baseado no amor, na abnegação, no desinteresse, na virtude em sua humilde banca de professora.
Professora Carmem Cardoso Ferreira, diretora do Grupo Escolar “Dr. Vicente Maués”, em 15.10.1968.

A professora Carmem Cardoso Ferreira é citada como diretora da Escola Estadual de 1º Grau Pedro Teixeira:
Escola Estadual de 1º Grau “Pedro Teixeira”, que tinha como diretora em 1975 a Professora Carmem Cardoso Ferreira. Essa escola atualmente se chama Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio “Pedro Teixeira”, mas nasceu como Escola Estadual de 1º Grau.
Ela procurava levar às escolas em que atuava o seu idealismo de mestra absorvida de seu ideário católico, conforme alguns de seus escritos:
Ao tempo da Professora Donita, como diretora da 3ª Unidade de Educação/3ª URE, numa festa de fim de ano, entre outras coisas, a profa. Carmem diz:
Como mestras e estudantes, ...em que ponto estão nossas responsabilidades perante Deus e a sociedade? Reflexão espiritual necessário para a continuação de tão nobre e difícil missão. Em nossas mãos estão confiados pessoas que temos que modelar, aprimorar, para enfrentar a vida terrena, a vida eterna. Foi Deus, em sua infinita misericórdia, que nos escolheu como mestres, missão em que ele é o modelo. Nobre missão, de grande responsabilidade,  que a Deus temos que prestar contas. Educar crianças é arte muito difícil, porém, o mais difícil ainda é o exame de nós mesmos, porque sempre encontramos desculpas para as nossas falhas e fraquezas e aí é que se impõe a força de vontade, para a formação do caráter de outras pessoas, onde o mestre pode influenciar muito. Porisso, devemos nos aprofundar em nossa formação espiritual e nos conhecimentos das disciplinas, para a formação integral do nosso caráter e de nossos alunos. Devemos expulsar de nós tudo aquilo que nos impede de alcançar nossos objetivos de mestres. Também como mestras, somos espelhos onde se miram nossos alunos. Só na religião é que encontramos a força regeneradora de nossas consciências. Ao aluno também deve seguir os ensinamentos de seu mestre, quanto à formação de seu caráter.
Alguns professores do Grupo Escolar “Dr. Vicente Maués”, tendo a professora Carmem como Diretora
Ana Maués da Costa, citada em junho de 1966.
Maria da Conceição Góes Pinheiro, citada em junho de 1966.
Como diretora ela se preocupava com as datas cívicas e outras datas comemorativas, como o dia do professor. Ela dizia que a profissão de professor era a mais digna das profissões.
Festa dos professores quando Carmem era Diretora
Como diretora de várias escolas em Abaetetuba ela mantinha o estilo rígido na questão disciplinar, mas isso não impedia que nutrisse por seus alunos e mestres uma devotada amizade e carinho, conforme cartas e documentos por ela deixados em seu grande acervo de cartas que chegaram em nossas mãos através de seu sobrinho Francisco de Assis Cardoso Lima:
Queridos Professores,
Hoje a humanidade lembra o teu nome e dedica-te este belo dia de 15 de outubro. E hoje também vimos mui respeitosamente curvar-nos ante a tua capacidade para dizer-te que a mais digna profissão do Universo é a tua, Caros Mestres!
Por isso estamos aqui reunidos alunos e mestres para comemorarmos este belo dia e oferecendo-lhe esta humilde festinha.

Carmem Cardoso Ferreira e Os Seus Famosos Bilhetinhos e Cartas
Ela, ao longo de sua vida, construiu um largo círculo de amizades na vida escolar, religiosa e particular, além do carinho que nutria por seus parentes. Como pessoa ela era muito solidária na dor e alegrias de seus parentes, amigos, amigas e colegas de profissão, para quem sempre tinha uma palavra de conforto nas dificuldades e doenças e nas datas festivas. Um dos meios que empregava para manter suas amizades e carinhos pelas pessoas de seu meio eram as cartas e bilhetinhos. Ela escrevia muitos bilhetes de pesar, pêsames e oferecia orações e confortava seus amigos espiritualmente. Ela se preocupava com os aniversários, com as datas cívicas, aniversários e outras datas comemorativas, como o dia do professor e dizia que a profissão de professor era a mais digna das profissões e com ela na direção das escolas sempre aconteciam as festinhas no dia do professor, onde ela convidava também os alunos da escola para participarem da festa. Também amava e considerava muito os seus parentes e, no dia de seus aniversários, ela mesma, preparava as mensagens a serem lidas no sistema sonoro da cidade e oferecendo além dos votos de felicitações, as músicas apreciadas por seus amigos e parentes.

Assim como escrevia, também recebia muitas cartas e bilhetes.
Uma determinada ocasião, quando sua irmã Maria esteve adoentada recebeu muitas cartas de solidariedade e orações em favor de sua irmã, e entre essas uma de sua amiga Maria de Nazaré Oliveira, que além dos pleitos de pronta recuperação, também continha algumas orações como objeto de promessas:
 “Minha boa amiga Diretora Carmem, espero que ao receber esta, a senhora já esteja completa de saúde e felicidade, ao lado de sua santa mãe e a todos dessa casa. Diretora Carmem, como é grande a nossa satisfação e a nossa alegria em saber que a nossa querida Maria está bem, graças à Deus, quanto aos nossos pedidos, oferecemos à Deus, em homenagem a ela, agradecendo à Virgem Mãe estas orações extraídas dos nossos pensamentos ao Tribunal Celeste”.
Aí se seguiam orações ao Glorioso São Francisco das Chagas e ao Divino Espírito Santo, pedindo, nas orações as graças necessárias à ocasião:
“Oh! Glorioso São Francisco das Chagas, modelo perfeito de Jesus Crucificado, que vosso abrasado amor para com Deus e pela vossa profundíssima humildade, tendes grande poder sobre o coração de Jesus. Ouvi a nossa súplica, socorrei-nos nas nossas necessidades e alcançai-nos as graças que precisamos. E nós aos vossos pés, vencendo as vossas chagas, prometemos seguir os vossos luminosos exemplos, observando com felicidade o Santo Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo, ser fiéis à Santa Igreja para que convosco possamos um dia contemplar à Deus na Eternidade.
Oração do Divino Espírito Santo:
Divino Espírito Santo, vós que me esclarece tudo e que me ilumina todos os meus caminhos para que eu continue sempre encontrando o meu ideal.
Vós que me dais o dom de pedir a vossa misericórdia e esquecer o mal que me fazem e que em todos os instantes de nossa vida estaremos convosco. Eu peço neste curto diálogo agradecendo-lhe por tudo o que oferecemos com confiança da graça que recebemos de vós. Mais uma vez agradeço a nossa devoção que vós nos destes de São Francisco e da Virgem da Conceição. Perdoai-nos Senhor, fazei Senhor que ninguém possa nos separar por meio de tentações maléficas e pelo contrário, quero fazer tudo em favor da humanidade para que possa merecer a Glória Perpétua na nossa campanha por Nosso Senhor Jesus Cristo, na Unidade do Espírito Santo. Assina: Maria de Nazaré Oliveira.

Carmem Cardoso Ferreira e a Igreja Católica:
Quando era estudante da Escola INSA, Carmem Cardoso Ferreira, militava na Juventude Estudantil Católica-JEC, entidade da qual foi presidente e onde muitas ações foram desenvolvidas por ela, suas colegas e professoras em favor da moralização da vida pública, com ações de queimas de livros e revistas de cunho pornográfico, que no entender das militantes do grupo, eram prejudiciais na formação da juventude. Por esse grupo juvenil católico, participou de muitos encontros de formação em Abaetetuba e Belém, junto com suas colegas, sempre com o apoio das Irmãs Capuchinhas. Esse grupo tinha um diretor espiritual, um frei capuchinho, que vinha de Belém para orientar a JEC de Abaetetuba. A JEC era a secção juvenil da Ação Católica, movimento de nível mundial.
Portanto, desde muito jovem, Carmem Cardoso Ferreira era muito religiosa, militante desde muito jovem dos movimentos de igreja e tinha profunda fé em Deus e nos Santos, especialmente Nossa Senhora.
Devido suas inúmeras amizades e por força de sua condição de católica fervorosa e de professora e diretora de escola, recebia e enviava muitas cartas a seus amigos e colegas.
Carmem Cardoso Ferreira e a Escola INSA- Instituto Nossa Senhora dos Anjos
Como Estudante na Escola INSA
A então menina Carmem Cardoso Ferreira amava profundamente sua escola, o Instituto Nossa Senhora dos Anjos-INSA e as irmãs capuchinhas, especialmente as diretoras dessa escola, com as quais mantinha profundos laços de amizade e onde era muito ativa na participação dos movimentos católicos juvenis, na catequese do meio estudantil e no grêmio estudantil quando chegou a ser presidente.

Quando foi eleita uma nova diretoria para o grêmio estudantil do qual era presidente, escreveu um curto discurso de transmissão de cargo:
Minhas caras colegas,
Eis chegado o momento em que uma nova diretoria tomará posse para reger o nosso Grêmio. E eu, na qualidade de presidente, venho transmitir o meu cargo e dos demais membros para essa nova Diretoria. Quero agradecer a colaboração amiga de todas as colegas, rogando a Nosso Senhor que abençoe o nosso Grêmio e à sua nova Diretoria, continuadora dos nossos empreendimentos.

Professorandas de 1960 no INSA:
Foi uma das primeiras turma de professorandas da Escola Normal Nossa Senhora dos Anjos.
Capa do Convite: os dizeres: Professorandas de 1960, a logomarca da Escola e Instituto Nossa Senhora dos Anjos, Abaetetuba – Pará.
Dia da Colação de grau e entrega de Diplomas de Catequistas: 15 de dezembro de 1960.
Programa:         
Ás 7:00 horas, Santa Missa em Ação de Graças, com Bênção dos Anéis e o Auto: “A Missão que começa”.
Ás 12;30 horas, Almoço de Confraternização.
Ás 20 horas, Sessão Solene de Colação de grau, no auditório do Instituto.
Patrona da Turma: Santa Ângela de Mérici.
Paraninfo: Dr. José Maria de Souza.
Oradora: Maria Ellen Lobato.
Homenagens Oficiais: Santo Padre-Papa João XXIII, Dr. Juscelino Kubitschek de Oliveira-Presidente da República, General Luís Geolás de Moura Carvalho-Governador do Estado, D. Alberto Gaudêncio Ramos-Arcebispo Metropolitano, Sr. João Luís dos Reis-Prefeito e Pe. Francisco Chagas da Costa-Vigário de Abaetetuba.
Homenageada de Honra: Madre Ângela Maria de Mulungu.
Homenagens Especiais: Padre Frei José Maria de Manaus, Madre Josefa Maria de Aquiraz, Madre Hermenegilda Maria de C. do Sul, Madre Carmosina Maria de Maranguape, Veneranda Irmã Eulália Maria de São Felipe, Prof. Dr. Francisco Leite Lopes e Sr. Joaquim Mendes Contente.
Homenagem Póstuma: Sr. Pedro Pinheiro Paes.
Professorandas e Catequistas: Benedita Negrão Figueiredo
. Carmem Cardoso Ferreira
. Raimunda Teixeira Costa
. Inês Barros da Silva
. Raimunda Teodora da Costa
. Maria Ellen Lobato
. Gessy Margalho Lobato
. Maria Lindanor Borges Bittencourt
. Clarita Negrão Pinheiro
. Coaracy Souza Rodrigues
. Izete Parente da Costa
. Terezinha de Maria Paes Loureiro
. Guiomar da Silva Araujo
. Maria Eunice Maués Carvalho
. Benedita da Costa Rodrigues.

Alguns Dados da Escola:
Patrona da Escola: Nossa Senhora dos Anjos.

Acima duas antigas turmas da escola INSA
Surgiu como Educandário Nossa Senhora dos Anjos em1953,  e, posteriormente, com o Curso Ginasial e o Curso Normal, este em 28/02/1958.

Acima, foto do Frei Capuchinho, José Maria de Manaus,
que se empenhou para a vinda das Irmãs Terceiras Capuchinhas,
para montar uma escola dessa ordem religiosa em Abaetetuba.
Foi através do padre capuchinho, Frei José Maria de Manaus, que o atual Instituto Nossa Senhora dos Anjos(INSA) foi instalado em Abaetetuba. Algumas senhoras católicas, como D. Aureliana da Silva Miranda, D. Celina Guerreiro Contente, Profa. Zaíde Cardoso e outras, foram até o frei José Maria de Manaus para que intermediasse a vinda das irmãs capuchinhas para Abaetetuba, pois os padres franciscanos já atuavam em Abaetetuba desde o ano de 1936. Esse frei, em 02/08/1952, convocou uma reunião com as lideranças da igreja, das comunidades e autoridades e o Prefeito Joaquim Mendes Contente, a fim de tratar do assunto da vinda das irmãs para Abaetetuba. Nessa reunião foram feitos todos os acertos com essa finalidade. O Frei José Maria de Manaus se empenhou junto à Superiora Geral das Irmãs Capuchinhas para a vinda dessas irmãs para Abaeté. Em 1953 foi declarada aberta uma “Casa Colégio” para as então chamadas Irmãs Terceiras Capuchinhas do Brasil, para um trabalho educativo na cidade. Essas irmãs pertenciam a “Ordem das Filhas de São Francisco de Assis”. No dia 6 de março de 1953 chegaram, em Belém, as Irmãs Missionárias Capuchinhas:
Otávia Maria
Antonia Maria
Yeda Maria
Stella Maria
e Nazaré Maria,
que foram as primeiras a chegar,  para trabalhar na nova escola a ser fundada. Em Belém, no Porto do Sal, embarcaram à bordo do motor “Clodóvio”, de Chiquinho Ferreira, para fundar a escola em Abaetetuba.
Na manhã do dia 07 de março, já em Abaetetuba, depois de assistirem à missa na Igreja Matriz  de Nossa Senhora  da Conceição, tomaram o café da manhã na Casa Paroquial junto com o Arcebispo de Belém, D. Mário de Miranda Villas-Boas e da madre Josefa Maria de Aguiraz, que era a Superiora Geral da Congregação das Irmãs Missionárias Capuchinhas. Estiveram presentes nesse café os padres, estudantes do Seminário Arquidiocesano. Após o café essa comitiva seguiu até o local onde seria instalada e nova escola e às 10,00h da manhã do dia 07 de março de 1953, participaram da fundação do Educandário Nossa Senhora dos Anjos, que foi o 1º nome da nova escola e que funcionaria a nível ginasial.
Em 1954 a entidade passou a se chamar Ginásio Nossa Senhora dos Anjos e em 1961, passou a se chamar Escola Normal Nossa Senhora dos Anjos. Foi no Governo de Magalhães Barata (governo de 1956 a 1959) que o Secretário de Educação Dr. Cunha Coimbra concedeu a licença para o funcionamento do Curso Normal Pedagógico.
INSA


Acima temos o antigo prédio que seria um hospital,
da Confraria dos Vicentinos, em Abaetetuba, e que,
por conta de seu abandono por parte de seus construtores,
acabou sendo doado pelo então prefeito Joaquim Mendes Contente,
para servir como escola para as então Irmãs Terceiras Capuchinhas.
Mas a entrega oficial do prédio do que seria um antigo hospital, de propriedade da Sociedade São Vicente de Paula, de Abaetetuba, para funcionar o educandário das irmãs capuchinhas deu-se somente no dia 17 de junho de 1958, quando a escola já se chamava Ginásio Nossa senhora dos Anjos, com a realização de um ato solene e com a participação da Madre Superiora e autoridades da cidade, entre outras, Joaquim Mendes contente e Dionísio Edmilson Lobato, que foram grandes colaboradores na fundação da escola.
Hoje o chamado Instituto Nossa Senhora dos Anjos-INSA, é dirigido pela irmã Eurica Sena Rodrigues, filha de Abaetetuba, e é um dos melhores estabelecimentos de ensino do Pará.
Carmem

Por sua dedicação à Educação em Abaetetuba, a professora
Carmem Cardoso Ferreira, é um dos grandes vultos em
Abaetetuba.
Alguns Registros:
“A escola deveria ser criada para resolver os problemas de formação moral e cultural da juventude feminina e para preparação de professoras normalistas  que deveriam ser eficientes no preparo religioso nas terras de Abaetetuba”.  Essa era uma das expectativas dos padres capuchinhos com a vinda das irmãs e essa expectativa foi atendida plenamente com as primeiras turmas formadas pela escola.
O local onde se iniciou a escola INSA foi num casarão existente na atual Avenida Pedro Rodrigues, onde hoje se localiza o prédio da “Farmácia Big-Bem”, em Abaetetuba. Nesse antigo casarão, posteriormente, morou a família de Jucá Costa e, mais tarde, onde funcionou a Agência de Venda de Passagens dos ônibus da antiga Empresa de Transportes Rodomar.

O Prédio:
Existia um prédio abandonado na antiga Praça da Bandeira, que seria o “Hospital dos Vicentinos”, pois já existia a Ordem Vicentina na cidade. Esse prédio foi reformado e adaptado para constituir o então “Ginásio Nossa Senhora dos Anjos”, o que seria a 1ª escola de nível ginasial a ser instalado na cidade. Para a reforma desse prédio, muitas pessoas ajudaram, em trabalho de mutirão a construir a escola.

Inicialmente a Escola INSA atendia apenas o setor feminino,
ficando o setor masculino sem escola para dar continuidade
aos seus estudos, após a conclusão dos estudos primários
em Abaetetuba.
O INSA-Instituto Nossa Senhora dos Anjo se localiza à Rua Barão do Rio Branco, nº 1376, na cidade de Abaetetuba.
Além da Escola, as irmãs capuchinhas e suas primeiras alunas foram muito atuantes no âmbito paroquial, ajudando a criar a ordem Terceira de São Francisco, as Filhas de Maria, formando as jovens para dedicar-se à vida consagrada, formando catequistas, grupos de jovens, catequese na cidade e no interior do município, enfim, as irmãs e suas alunas, eram dedicadas colaboradoras dos frades capuchinhos no apoio ao serviço pastoral, catequese e formação espiritual e nos serviços e funções da Igreja, e através dos antigos movimentos da Ação Católica e das Filhas de Maria, da qual a professora Carmem fazia parte ativa.
Inesperadamente os padres capuchinhos foram embora de Abaetetuba a partir do ano de 1957, e em 1960 entregaram à paróquia de Abaeté para o Arcebispo de Belém, D. Mário de Miranda Vilas-Boas. Mas as irmãs capuchinhas permaneceram em Abaetetuba, até os dias de hoje.
Foi a Escola INSA um dos grandes amores da aluna e depois professora Carmem Cardoso Ferreira, incluindo as amizades muito profundas com as antigas diretoras e irmãs desse então Educandário.

No encerramento de um Ano Letivo no INSA em 1972:
Queridas Irmãs Capuchinhas        
Prezadas mestras
Caros Colegas.
Neste momento quando aqui nos encontramos reunidos para comemorarmos intimamente o encerramento de mais um ano letivo, vejo grandioso esse dia.
E como deixar de ser belo vendo-se mais um ano vencido de muitas lutas e sacrifícios.
Portanto, prezados alunos que estudaram com prazer e mereceram aprovação, ide gozar felizes vossas férias e continuar vossos estudos.
Agradeço as prezadas mestras por tudo o que fizeram por nós. E como recompensa do desempenho dessa espinhosa, porém sublime missão, que diante de Deus é digna de louvor e glória, peço ao Pai do Céu que guarde uma coroa para cada uma na eternidade como recompensa sincera da Justiça Divina.
Aproveitando a oportunidade, tenho a alegria de expressar os sinceros votos de um risonho e Santo Natal a todos aqui presentes. Que ele seja o penhor de um 1972 repleto de alegrias.
Como a Escola INSA era uma escola católica, dirigida pelas Irmãs Capuchinhas, essa escola seguia os preceitos e ações católicos em suas atividades. O antigo movimento da Ação Católica foi uma das maneiras que a escola possuía para manter e fazer Catequese no meio escolar, não só da Escola INSA, como no meio juvenil e católico da cidade e até pelo interior do município de Abaetetuba. Na Escola INSA foi criada o movimento JEC-Movimento Escolar Católico, que se encarregava da Catequese no seu meio escolar, com a sigla JECF, onde o F se referia à Ordem dos Franciscanos. Como Carmem Cardoso Ferreira organizava suas ações através de anotações, cartas e bilhetinhos, encontramos uma grande quantidade de anotações, cartas e bilhetes em seu acervo particular em que uma grande quantidade desses se referia à Ação Católica, JEC. Vejamos alguns desses escritos:

Turmas
A profa. Carmem Cardoso Ferreira, foi incansável aluna, ocupando funções no Grêmio Estudantil, na Juventude Estudantil Católica, na Ação Católica, junto com suas 14 demais colegas da 1ª turma de ginasianas e, posteriormente, normalistas, no tempo da Diretora: Madre Ângela Maria de Mulungu, que veio de Carolina/MA, para participar da colação de grau da 1ª turma de normalistas do INSA pelos esforços da então aluna Carmem Cardoso Ferreira.

Demais Irmãs Capuchinhas a Trabalhar no Instituto Nossa Senhora dos Anjos, no:
Irmã Carmosina.
Irmã Stella Maria, citada como diretora do INSA em 1972.
Irmã Eufrásia, irmã que veio para Abaetetuba e aqui ficou até o fim de sua vida. Se tornou um patrimônio do povo católico de Abaetetuba, pelo amor aos irmãos, pelas suas atividades, pelo seu carinho e doçura como tratava a todos, com mansidão. Trabalhava muito na promoção e ajuda aos pobres do lugar, numa assistência contínua. Falece em idade avançada.             
Quando foi escolhida presidente da Ação Católica-JEC na Escola INSA
Reverendíssimo Frei Alfredo, nosso Assistente Eclesiático.
Reverenda Irmã Carmosina, Adjunta da Ação Católica.
Ir. Danieli
Prezadas companheiras da JEC.
Neste momento quero agradecer a escolha de meu nome para Presidente, escolha essa que aliás não foi acertada, pois, dentre as minhas prezadas colegas, qualquer uma poderia exercer esta função e afirmo que a faria melhor que eu.
Porém, como tendes o direito de decidir livremente e, quisestes que recaísse sobre mim a responsabilidade de vos orientar de algum modo, aceito, somente, para fazer a vontade de Deus.
Desejo trabalhar com todo o ardor de minha juventude, esperando contar com a colaboração de todas as nossas jecistas para maior progresso de nossa “Ação Católica”.
Congratulo-me com as demais colegas recém-eleitas e convido a todas a trabalharmos unidas para a maior Glória de Deus.

Outros escritos sobre a Ação Católica-JEC:
A Ação Católica é o apostolado leigo sobre a presidência e hierarquia da Igreja.
Métodos da Ação Católica:
Conquistar o meio pelo meio, mediante a formação de uma elite daquele mesmo meio.
Lema Geral: Restaurar tudo em nome de Cristo.
Campanha lançada: “Entronização de quadros com a efígie do Coração de Jesus nos lares de Abaetetuba.
A Ação Católica foi fundada pelo Papa Pio XI em um momento em que o Secularismo adentrava os lares, escolas, Igreja e sociedade e era preciso criar um movimento de purificação nos meios estudantis, sociais e na Igreja.
A partir do Movimento da Ação Católica foi criado o grupo JEC-Juventude Escolar Católica, que possuía como método de formação espiritual o Círculo de Estudo.
Círculo de Estudo:
A Frase Evangélica da Ação Católica:
Depois que Jesus ressuscitou, um dia, os apóstolos estavam pescando e nada pegaram. Então os apóstolos já desanimados recorreram ao mestre. Este manda que lançassem a rede e logo esta se encheu de peixes.
Então Jesus chegou à beira da praia, fez o fogo, e começou a assar o peixe para ele e para os apóstolos. A seguir Jesus fez a ceia com eles.
Ser apóstolo é dar-se aos seus irmãos, fazendo o bem.

Sobre o Apóstolado em 1957, segundo as normas da Ação Católica:
Só deve ser chamado Apóstolo aquele que trabalha por uma causa sublime e significa enviado.
Que é o Apostolado? R. É a missão espiritual para a salvação do próximo.
Que é um Apóstólo? R. É um centro de irradiação de atividade benéfica.

Como exemplo deu-nos os escudos que, certa vez, na guerra, mandou fazer o rei da Holanda com os seguintes significados:
Dois bois atrelados: “Unidos seremos fortes”.
Dois vasos boiados no mar: “Se nos chocarmos, quebraremos”.
Como senha: “A Paz de Cristo no Reinado de Cristo”.
Todo aquele que se fizer humilde será o maior no Reino dos Céus.
Que o Temor esteja em teus lábios para que possas pronunciar fielmente os teus pecados.

Discursos em 1957:
Quando duas de suas companheiras partem para o noviciado de freiras capuchinhas:
Caríssimas companheiras Luiza e Guimarina,
É com o coração cheio de tristeza que eu venho dizer-vos algumas palavras em nome de todas as nossas companheiras da JECF.
Nobilíssimo é o ideal que vos leva para longe de nós e de vossas famílias. Entretanto, não podemos deixar de sentir uma grande tristeza por essa separação que nos deixará mergulhadas numa grande saudade.
Saudade, “doce e amargo sentimento”...quem já não sentiu, mais do que a doçura, o amargor deste intraduzível vocábulo?
Ide! É Nossa Senhora quem vos chama. Mas ficai certas que guardaremos de vós, nos refolhos de nossos corações, uma lembrança imorredoura. E que deus vos conceda uma felicidade imensa.

Cartas de Carmem Cardoso Ferreira:
Pedindo a ajuda de passagens para a vinda da Irmã Ângela Maria de Mulungu, ex-professora e diretora do INSA, para a colação das professorandas dessa Escola:

Ilustríssimo Senhor Sílvio A. Ribeiro
Paz e Bem!        
A finalidade desta e, mui respeitosamente, em nome das minhas colegas de turma, fazer-lhe um pedido, na esperança de sermos atendidas.
Somos uma turma de 15 professorandas da Escola Normal Pedagógica de Nossa Senhora dos Anjos, de Abaetetuba-Pará.
Vamos receber os nossos diplomas em dezembro deste ano em curso.
Vinha dirigindo a nossa turma a Reverendíssima Madre Ângela Maria de Mulungu. Essa nossa professora e diretora foi, no começo do ano, transferida para Carolina, no Maranhão.
Devido à grande estima que dispensamos à essa nossa ex-mestra e ex-diretora, desejamos a sua presença em nossa formatura. Ela, como religiosa, não pode arcar com as despesas do transporte e nós, também, somos pobres e nossos pais já estão gastando muito com as despesas relativas à nossa colação.
Então, apelando para a sua grandeza d’alma, para o seu coração nobre e generoso, mui confiadamente, pedimos a grande dádiva de nos conceder uma passagem, nessa empresa, na qual sois o DD. Diretor, no percurso Carolina-Belém e Belém-Carolina, para a nossa querida Madre Ângela Maria de Mulungu.
Certas de sermos atendidas, pedimos ao bom Deus que o recompense prodigamente e lhe conceda farta messe de felicidades extensivas à sua nobre família.
Atenciosos cumprimentos das professorandas da Escola Normal de Nossa senhora dos Anjos, de Abaetetuba.
Saudações de Carmem Cardoso Ferreira.   
        
Sobre a Juventude Estudantil Católica-JEC
A JEC tinha a sua juventude militante e sobre isso escrevia:
Militante é todo aquele que tem um ideal a transmitir a alguém. O militante de A.C. deve ter um ideal sobrenatural a transmitir o Cristo. É portanto um ser que deve ter um ideal diferente dos outros. Deve transmitir aos outros o seu único Cristo. Não se deve colocar na A.C. jovens á formar, pois ela não é uma escola de formação.
A JEC surge para que haja um movimento organizado no meio, por que sozinhas não poderíamos transmitir esse ideal tão nobre. Toda militante deve ter um ideal firme de santidade. Deve nos transmitir quem é aquilo que sentimos. Portanto, um militante, deve ter um firme ideal para poder transmiti-lo aos outros.
Todos, entre A.C. devem ser considerados iguais.
Há pessoas que dão maior atenção à presidente, enquanto que ela, por vezes, não chega a ser militante.
Os meios que a Santa Igreja nos oferece são os elementos por excelência de um jecista. Na formação de um militante devemos fazê-lo viver o ideal de A.C. Os sacramentos oferecem-nos meios por excelência para fortalecer a nossa fé. A vida de oração é outro meio.
Num acampamento primeiramente devemos propor uma vida unitária, isto é, resolver as questões unitariamente, de acordo com todos.
Quem é que não pode dar um pouco do que tem? A cada um Cristo reserva uma missão.
Equipe:
Tem um um sentido sobrenatural porque Cristo em uma de suas passagens fala que onde estivermos 3 ou mais reunidas Ele estaria com eles
A manhã de formação é um momento em que se descansa do trabalho para fazer um exame sobre os movimentos empreendidos. Os movimentos empreendidos com poucos elementos devem ser sempre dirigidos pela mesma pessoa.
A conselheira faz a meditação de acordo com as necessidades. Melhor, porém, é fazer a manhã de formação sobre uma parte espiritual.
Quando as militantes acham...a manhã de formação deve-se adotar um movimento alegre, principalmente para aquelas que estão em formação.
A manhã de formação não é para formar o ...mas sim para fortalecê-lo.
A dirigente deve estudar os problemas que têm a resolver, que alimente realmente “a turma”.
Círculos de Estudos na JEC - Ver, Julgar e Agir
Encontro de aprofundamento espiritual, reflexão, organização de atividades, etc.
São pontos de apoio de um Círculo: ver, julgar e agir. Ver é esclarecer o assunto. Julgar é examinar a vida baseado no assunto e agir é corrigir-se ou procurar emendar-se.
O ver envolve 3 virtudes: sobriedade, caridade e piedade.
Sobriedade: são as obrigações conosco mesmos (prudência): no namoro, na alimentação e nas conversas.
Caridade: para com o próximo.
Piedade: para com Deus.
Ver: esclarecer o assunto; julgar: examinar a vida baseado no assunto; agir: corrigir ou procurar emendar-se. O Ver.  É necessário para não ser egoísta.
Julgar. A militante que acha em tudo uma importância tão grande é aquela que vê e procura julgar. O inquérito não é apenas indagar a vida da colega, mas, procurar conversar amigavelmente com a mesma. Devemos julgar baseadas principalmente na caridade.
Agir. Devemos agir de acordo com aquilo que julgamos. Muitas vezes julgamos, mas não agimos. Nunca deveremos lançar, por exemplo, um inquérito sem que possamos dar as respostas adequadas. A formação pela ação.

Uma coisa muito importante em A.C. é a criação de equipes.
A revisão deve ser feita de acordo com o meio em que vivemos. A reunião não deve ser forçada.
Músicas sobre a JEC
Falar da JEC ouvia
Porém eu não sabia
Pra que ela servia
E qual era o seu fim.
Depois que a conheci
Vi que lá era o meu fim
Pois eu não conseguia
Viver só para mim.
A JEC é de todos
Em todos os momentos
Porque Cristo é de todos
E todos são de Cristo.

Um programa de um encontro:
5;30 horas: despertar
6:00 horas: recitação da ...
6:30 horas: Santa Missa
7:15 horas: Café da manhã
8:00 horas: Meditação
8:30 horas: Inícios dos trabalhos, até as 12:00 horas.
10:00 horas: Intervalo para o cafezinho
12:00 horas: Ângelus, almoço e descanso
14:30 horas: Reinício dos trabalhos
15:30 horas: refresco
15:45 horas: novamente, trabalhos, trabalhos
18:00 horas: Ângelus, exposição do SSMO, adoração, bênção
19:00 horas: jantar festivo
19:30 horas: Terço meditado, em romaria pelo claustro, terminando na gruta de N.S. de Lourdes
20:00 horas: Show
21:30 horas: Repouso em Deus.

Existia a pré-JEC
Cânticos para antes e depois das refeições
Antes:
Abençoai, Senhor
Abençoai este pão e esta mesa fraterna
E daí a todos pão
Que não tenham mais fome
Assim seja!
Depois:
Por vossas graças, Senhor
Cantemos hinos de amor
Guardai-nos fortes, puros, alegres
Até o festim dos eleitos.
Por vossas graças, Senhor
Cantemos hinos de amor.

Música: Judica-me
Do altar de Deus eu me aproximarei
Meu Deus e minha vida.
Sêde bom, sede Pai o’ meu Deus
Preservai-me de todo o mal.
E eu quero cantar-vos meu Deus
Vosso nome eu hei de louvar.
Só vós sois minha força meu Deus
Daí-me paz, daí-me luz, daí-me amor.
Colegas, amigos, amigas, militantes da JEC e irmãs do tempo de Carmem Cardoso Ferreira
Irmã Carmosina, adjunta, conforme bilhete  de Carmem em 05.08.1958.
Madre Ângela Maria. “Cada Pácoa é um anúncio de vida”, em 02.04.1961
Margarete
Guiomar
Ruth
10.06.1958
Marlene.
Lúcia. Propósitos: missa, comunhão e terço.
Margareth. Propósito: melhorar as notas e missa, comunhão terços, jaculatórias, sacrifícios.
Terezinha.
23.09.1958:
Maria José Lobato.
1958:
João Reis.          
Dr. Costa.
Flor.
Luma.
Deca.
1958:
Altair
Ronald
Madre Carmosina
Carlaide
Bandute
Dr. Almir
Edmilson Lobato
Conceição Lobo
Teca
Emiliano
Carlos Nunes
Lindoca
Tadeu.
...
Luiza e Guimarina. Que escolheram a vida religiosa de irmãs capuchinhas.

Solidariedade a uma amiga:
Lielza Carvalho, irmã de Dirceu Carvalho, a quem Carmem enviou carta de pêsames, falecido nos anos de 1960:
Prezada Lielza. Paz e bem.
Contristados e pesarosos, tomamos conhecimento do falecimento de teu querido irmão na noite do dia 7 e com a alma em humilde e fervorosa prece pelo eterno descanso de sua alma é que venho com muito pesar dar-te, por meio desta, o meu sentido abraço e pêsames, extensivos a teus pais, irmãos e demais membros de tua família.
Mamãe e Maria, por meu intermédio, também enviam sentidas condolências.
Lielza, não tenho expressões que possam nessa ocasião amenizar este estado de dor, causado por tão rude golpe e que faço votos a Deus  pedindo conformação e coragem para bem suportarem e enfrentarem o futuro, pois já fomos vítimas deste golpe o qual não há remédio que cure, a não ser a conformação de Deus que na sua suprema sabedoria acha por bem levar um dos nossos, para a região onde todos nós iremos ter, mais dia, menos dia.
Recebe abraços e crê que aqui encontras amigos que sofrem e sentem contigo a dura perda, os quais já marcaram uma Missa que será celebrada  no dia 13, às 7 horas, na Igreja Catedral, em sufrágio da alma de Dirceu Carvalho.
Pela família, a amiga de sempre. Carmem.   
     
Madrinhas e Padrinhos Contribuintes de Catequese em  1960
Eunice  Carvalho
Olinda Gonçalves
Joana Lima
Hilza Cardoso
Leocádia Cardoso
Carmem Ferreira
Lili Sena
Sônia Parente
Antonia Cardoso
Maria da Conceição
Didi Solano
Maria de Nazaré Oliveira. Cartas de solidariedade à professora Carmem.

Terço meditado: 4º Mistério
No quarto mistério contemplamos a “Apresentação do Menino Jesus no Templo e a Purificação de Nossa Senhora”.
Fruto: Humildade
Vós querida Mãe que fostes para nós o exemplo de humildade e obediência, acompanhado de São José, levastes nos braços vosso Filho adorável, apresentando-o no Templo.
Nos assista, meditando este mistério pedimos que aumentais em nós estas belas virtudes.
Bilhete a uma amiga:
Minha amiga!
Queres ser feliz no teu porvir? Pois bem. Quando te vier ao encontro um jovem para apresentar-te o seu dom de amor, olha-o de frente.

Mensagens de Natal:
. Para João Reis: Que as alegrias do Natal preceda a entrada do  Novo Ano e seja este precussor e continuador de graças inefáveis.
Para Dr. Costa, Flor e Luma: Desejamo-lhe neste Natal e no Ano Novo as mais escolhidas bênçãos de Jesus Menino e de sua Mãe Santíssima.
Para Deca e Flor: Que as graças do Menino Deus desçam sobre você e sua família, tornando um Santo Natal e um seguro de bênçãos para um Novo Ano

Círculo em junho de 1958:
1 -Oração: Vide Espírito Santo ...
Oração Jecista:
São João Evangelista e Mãe da Perseverança
2 -Revisão de influência (jardinagem)
3 – Pensamento espiritual (ignorância religiosa)
(Julgar e agir)
Todos os homens buscam a felicidade, mas poucos a buscam convenientemente.
Na doutrina de Cristo encontramos os elementos para a verdadeira felicidade.
(Fruto): Trazer as mães para fazer a Pácoa e convidar muitas outras mães.
Estudar a outra parte para a próxima reunião.

Círculo em junho de 1958
Oração da JECF (pela intenção da intensificação da Campanha de Páscoa). Pai Nosso ...
Pensamento espiritual: A vida interior, alma da Ação Católica.
Evangelho de São João, 6, 35-45
Pensamento central: “O que vir a mim não terá fome”.
Jesus sacia nossa fome de felicidade.
Aproximemo-nos de Jesus por intermédio de Nossa Senhora.
Mandar uma das meninas interpretarem as frases.
Mês de maio:
Ser mais fervoroso, rezar o terço em família com os hinos de N. Senhora, enfeitar o lugar onde exista uma imagem de N. Senhora.
Ser mais atenciosos para com os nossos pais, obedecer a mamãe, procurando fazer sacrifícios, dar bons exemplos, não nos fazermos boas somente fora de casa, devemos mostrar o que somos em todos os lugares.
Saber o número de pessoas que já fizeram a Páscoa.
Pedir as plantas e ver as meninas que podem vir plantar aqui no colégio.
Falar sobre a confissão: se é feita com propósitos de mudança ou é pronunciada como uma modinha.
Rezar as orações de início de aula e outras ocasiões, com mais fervor, não só com a boca e já pegando os cadernos e escrevendo.

Círculo em junho de 1958
Oração, Intenções: para que haja harmonia não só entre jecistas, mas entre todas as colegas.
Pensamento espiritual
Revisão:
Campanha dos estudos, estudar juntos, na dúvida procurar a mestra.
Campanha de revisão das orações para os encontros.

Círculo dia 03.06.1958
Oração jecista. Intenção: por Dakar e para que o Coração de Jesus seja realmente o centro de nosso movimento jecista.
Pensamento: A Caridade no Corpo Místico.
Se tem tido caridade para com os irmãos, tratar os pais, irmãos e outras pessoas da família com muita caridade (dar o exemplo em casa de verdadeira jecista, ser obediente.
Continua a ler revistas proibidas pela Igreja? Quem as lê, pouco a pouco terá prejuízos mais tarde, porque a má leitura irá se instalando e aparecerá mais tarde no nosso comportamento.
Se tem feito a comunhão eucarística semanalmente. É a comunhão que aumenta em nós a graça santificante e nos dá as forças para vencer todas as tentações e praticarmos a caridade.
Campanha: vai ser organizado um jogo e continuar a venda de merenda para com o lucro comprar quadros para a entronização; conseguir casamentos e batizados e 1ª comunhão de adultos.

Círculo do dia 10.06.1958
Oração Jecista.  Intençao: Pelas pessoas que ainda não fizeram a Páscoa.
Pensamento: Não nos é possível ser cristão e estar ligado a Jesus Cristo, como os ramos estão ligados ao tronco da videira, a não ser pela Igreja e na Igreja.
Pedir os ramalhetes:
Marlene.
Lúcia. Propósitos: missa, comunhão e terço.
Margareth. Propósito: melhorar as notas e missa, comunhão terços, jaculatórias, sacrifícios.
Terezinha.

Círculo dia 12.08.1958
Oração e Intenção da oração: para aumentar o amor das jecistas pela JECf.
Pensamento espiritual: “Para que todos sejam um, como Tu estais em Mim, e Eu em Ti, para que também eles estejam em Nós e o mundo creia que Tu me criaste”. Jo 17, 21
Receber os inquéritos da reunião do dia 5.8
Passar o inquérito para ser respondido da pagina 68.
Círculo Geral do dia 26.08.1958, pag 16
Oração jecista: para as pessoas despertarem para o nosso meio.
Pensamento espiritual: Não é preciso ser santo para ser apóstolo, mas é necessário ser santo para ser apóstolo.
Consultar a hora do círculo e passar para o domingo.
Falar sobre as más leituras (viver segundo a vontade de Deus, porque somos responsáveis pelo meio).
Avisos: ensaios para a embolada e consultar o horário do círculo.

Círculo do dia 07.10.1958
Oração e intenção: Pela organização da festa do “Dia do Professor”.
Pensamento: Daí-nos a fé conquistadora de teus apóstolos. Conquistas:
Principalmente, não se pode dar aquilo que não se tem. Por isso devemos fazer nossa comunhão ao menos semanalmente, para termos força e coragem de conquistar e ajudar nossos irmãos.
Já que fazemos parte do “Corpo Místico” devemos fazer nosso apostolado ao menos por meio da oração em favor de nossos irmãos pobres ou ricos, operários e patrões, felizes ou infelizes, etc.
Em festas de aniversários, casamentos devemos ser apóstolas.
As jecistas devem dar exemplo na hora de rezar os mistérios em classe, em preparação da festa do professor que se aproxima.

Círculo de 14.10.1958
Falar sobre a entrega de distintivo no dia de Cristo-Rei, sobre a  “Liga de Combate Sobre a Má Leitura” e sobre a festa dos professores.
Plenário dia 11.11.1958
Pensamento: Se nos surpreendermos essessivamente fracos espiritualmente, alertemo-nos durante o Advento, para que nossa  fé não se enfraqueça.
Um sacrifício aqui, outro acolá, vai temperando nossa fibra e tornando-nos mais capazes de vencer.
Mais pessoas aderem à Campanha contra as más leituras.
Pensamentos em 1957
Amar é saber descobrir aquilo que faz do outro um ser amável.
Somos eternamente responsáveis por aqueles que cativamos.
A aurora da vida não é somente uma.
Pensamentos de 1958
O amor humano não é capaz de satisfazer o coração do homem pois este foi criado para o amor infinito.
Senhor, que nós sejamos dignas de sermos missionárias de tua luz junto às nossas companheiras.
Quanto mais a alma se une a Deus, mais domínio consegue sobre si mesmo, e consegue maior retidão na vida privada e social.
A amizade é o casamento de duas almas que se unem para realizar o trabalho da vida.
A vida é uma missão. A cada um de nós, Deus, dando a vida, assinalou um por quê e um programa, confiando a nós próprios, inteligentes e livres, o equipamento de seus elevados desígnios.
Sejam nossos lares um reflexo da Família da Gruta de Belém, onde tudo era Paz, Simplicidade e Amor.
Não pode haver tristeza quando nasce a Vida.

Votos para um novo casal:
O casamento é a amizade entre duas almas que se unem para realizar o milagre da vida. Faço votos que a Sagrada Família do Presépio abençoe o trabalho deste lar, que hoje inicia, enchendo-o de muita paz e alegria.

Um canto de 1ª Comunhão:
Senhor Jesus, nós meninos vos amamos
Com todo o nosso pequeno coração
A recompensa que nós esperamos
Seja a nossa eterna salvação
Seja a nossa eterna salvação!
II
Chegou o dia da querida festa
Chegou a hora em que vamos comungar
A inocência brilha em nossa testa
Queremos sempre a Jesus amar.
III
Senhor Jesus nós cremos firmemente
E confessamos sem medo e sem temor
Que estais na Santa Hóstia presente
Sois nosso Deus e Salvador.
IV
Abençoai-nos oh’ Jesus querido
Cercamos vosso presente de amor
Enquanto sois por muitos esquecidos
Vos adoramos como bom pastor.

Um Canto de Aleluia
Aleluia, Aleluia, Aleluia!
As nossas almas santificarás
Os nossos corpos ressucitarás
Por Jesus Cristo nos transformarás.
Aleuluia, Aleluia, Aleluia!

Cântico Antes da Meditação:
Jesus mandou-nos orar e sempre
Para conseguirmos a salvação
Orar é erguer o pensamento ao
Ao Senhor Deus de bondade.
Rezemos pois muitas vezes
Para evitar o pecado
Se a oração é bem feita
Faz crescer a santidade.

Manhãs festivas às 9:00 horas no Ginásio.
Pensamentos sobre a Páscoa:
A Páscoa é uma primavera radiosa que perfuma as almas, robustece-as de fecundante seiva espiritual e prepara-as com carinho para a última ressurreição dos fins dos tempos.
A Páscoa é uma luz que brilha na noite da humanidade.
A Páscoa é um anúncio da alegria a todos os homens.
Cada Páscoa é um anúncio de vida.

Uma Peça de Natal no INSA
Luma, João Reis:
Que as alegrias do Natal preceda a entrada do Novo Ano e seja este precussor e continuador de graças inefáveis!
Tadeu, Dr. Costa, Flor, Luma e as duas madres: 
As mais escolhidas bênçãos de Jesus Menino e de sua Mãe Santíssima, desejamo-lhes neste Natal e Ano Novo!
Deca e Flor:
Que as graças do Menino Deus desçam sobre voc~e e sua família, tornando um Santo natal, um seguro de bênçãos para um Novo Ano!
Que sejam nossos lares um reflexo da Gruta de Belém, onde tudo era Paz, Simplicidade e Amor!
Altair:
Não pode haver tristeza quando nasce a Vida!
A misteriosa Estrela da Graça, guie e brilhe nos lares com o Menino que nasceu na humilde Gruta de Belém.
Cantai ao Senhor um Cântico Novo, porque o Senhor fez em mim maravilhas.
Vinde, regozijemo-nos no Senhor! Cantemos a Glória de Deus, nosso Salvador!
Cristo nasceu para nós, vinde, adoremos!
Hoje a verdadeira Paz desceu para nós do Céu.
“Bem-aventurado aquele servo que o Senhor ao voltar, encontra vigilante!
Bandute:
Que a graça do Natal ilumine o seu coração e o seu lar, dando-lhe sempre muita paz e alegria!
Madre Carmosina, Carlaide, Bandute, Dr, Almir, Ronald e Edmilson:
Que a Sagrada Família do Presépio abençoe o seu lar, enchendo-o de muita paz e alegria!
Conceição Lobo e Luma:
Que nas festivas noites de Natal e Ano Novo seu lar seja repleto das alegrias emanadas do Presépio de Jesus!
Teca:
Todas as alegrias e muita felicidade neste Santo Natal e no Ano Novo de 1959!
Emiliano, Carlos Nunes e Lindoca:
 Com os melhores votos para um santo e alegre Natal  e um Ano Novo repleto das bênçãos de Deus!

Uma Música Adaptada Para o Natal de Crianças em 1958
Ciranda, cirandinha
Vamos todos cirandar
Vamos dar a meia volta
Volta e meia vamos dar.
Ciranda, Cirandinha
Vamos todos cirandar
Esta noite é tão bonita
O Natal vamos cantar.
Já nasceu lindo menino
O seu nome é Jesus
Ilumina o mundo inteiro
O seu lindo riso é luz.
Belém se rejubila
Nesta data á festejar
Vamos meninas, meninos
Sempre, sempre a cirandar.
Ciranda, cirandinha ...

Sobre a JEC:
Exame de consciência jecista
Tenho mostrado indícios de querer seriamente intensificar minha vida espiritual?
a) Como encaro a Missa em minha vida espiritual?
b) Recebo os sacramentos com freqüência, porque compreendi a necessidade que tenho em minha vida jecista?
c) Faço diariamente meditação ou leitura espiritual ?
3) Revelei preocupação, angústia por melhorar minha conduta de estudante no colégio, na família e na sociedade?
4) Estou compenetrada e de olhos abertos para a situação do meu meio estudantil?
5) Tomei consciência disso?

Berço do Menino Jesus:
Manjedoura: são os atos de amor
Palhilhas: são as mortificações
Camisinha do Menino Jesus: são os atos de caridade
Luz da estrela: é a simplicidade
Cânticos dos anjos: são os atos de confiança
Adoração da Santa Virgem: são os atos de piedade
Adoração dos pastores: são os atos de fé
Dádivas dos pastores: são os atos de obediência

Dirigente Jecista
Carmem Cardoso participava dos encontros de dirigentes, junto com pessoas vindas de toda a Arquidiocese, que envolvia leigas e irmãs, madres, madres assistentes, madres adjuntas. As irmãs de Abaeté participavam desse encontro: Irmã Carmosina, adjunta de Abaeté.
Dirigente é ser militante duas vezes, uma pessoa especializada, que já tenha capacidade de realizar serviços, dirigir as coisas. Tenha uma formação técnica da JEC, tenha certas noções, que leia muito e uma intensa vida espiritual.

Manhã de reunião: somente para dirigentes.
A dirigente deve ter uma relatora (como secretária da dirigente) para poder ir se formando como dirigente.
As meninas devem conhecer o boletim de dirigentes de JEC.
As Escolas em que aconteciam as formações:
Colégio Santo Antonio, Colégio Gentil Bittencourt.
Música: Juventude Jecista
Tu és a quadra risonha e feliz
O’ juventude tão fagueira
Tu és a flor em que Cristo desabrocha
És a primeira.
O teu passar aqui em nossa vida é
Um poema que reluz
O’ juventude era tão querida
Ao pé da cruz.
Vamos jecistas em flor
Desabrochar com ardor
Cada dia pra lutar
Com mais zêlo e mais vigor.
Vamos jecistas em flor
Aqui está a tua lei
A mocidade aos pés de Cristo.
O’ juventude tempo tão feliz
De esperança e prazer
Nossas jecistas vão desabrochar no bom viver.
O teu passar aqui no Regional
Deve marcar tua missão
Levando a todos lá em teu colégio
A união.

Perguntas
Dizei-me por que a JEC é boa?
Dizei-me por que a JEC é alegre?
Dizei-me por que eu amo a JEC?
É porque, só porque, amo a Deus.

Carmem Cardoso Ferreira se perguntava
Que importância a Diocese tem dado à militante? Como tem sido feita a formação das militantes? Quais são os meios empregados? Quais os resultados obtidos? Quais tem sido as falhas mais notadas? Que se pode fazer para corrigir as falhas?

Carmem Cardoso Ferreira e os Colégios
O ideal seria que em cada colégio houvesse uma conselheira. Uma moça que já estivesse bem preparada e que já tivesse terminado o curso. O papel da conselheira seria a de formar dirigentes. É indispensável uma conselheira num colégio leigo. Preparar militantes para quando chegar no 2º ou 3º ano, poder contar com uma conselheira, que deveria também continuar militante. A escolha da conselheira deveria levar em conta: ser uma estudante jovem; ter uma orientação segura da JEC; entender de psicologia do adolescente, para ajudar a dirigente a ter entrosamento com a diretoria, com o capelão da escola; a conselheira local deveria manter contato com a conselheira arquidioceosana; que possa ter acesso ao colégio e agir a ajudar, no que fosse necessário. É preciso descobrir novas conselheiras.
A JEC tinha os seus encontros regionais, com programação variada. Além da formação e dos encontros de aprofundamento e reflexão, havia os momentos de descontração com pic-nic, ...
Quaresma

1957:
As sete dores de Nossa Senhora:
A profecia do Velho Simeão
A fuga para o Egito
A perda de Jesus no templo
Jesus carregando a cruz ao Calvário
Jesus pregado na cruz
Jesus nos braços de Nossa Senhora
Jesus no sepulcro.
Obras de Misericórdias a Cumprir na Quaresma:
Missas  e funções bem participadas
Rezas de terços
Vias Sacras
Sacrifícios a fazer: não ir à cinema, não comer chocolates, sorvetes, etc.
Tirar notas ótimas e ter horas programadas de estudos.
Praticar atos de obediência, etc.

Espiritualidade:
Meditação ou leitura espiritual:
Revelei preocupação, angústia por melhorar minha conduta no colégio, na família e na sociedade?
Estou compenetrada e de olhos abertos para a situação do meu meio estudantil?
Tomei consciência disso?
Perguntas feitas aos participantes, inclusive de outras cidades, outros estados, sobre um encontro jecista:
Que achou do ambiente em nosso colégio?
R. Ótimo. Vi desunião entre ginasianas e normalistas.
E do nosso internato?
R. Gostei muito por que as meninas são educadas, alegres e é um ambiente piedoso.
A “Área de “Educação Física” está satisfazendo ao programa?
R. O ideal é que fosse coberta.
Tem algum conhecimento jecista? E qual a sua opinião?
R. Desconheço o movimento jecista por falta de tempo. R. É sadio esse movimento. Gosto bastante, porém acho que mesmo freqüentando os bailes a jecista convicta poderá exercer um grande apostolado.
Que achou do nosso jornalzinho de classe?
R. Gostei muito, acho muito alegre, devido a liberdade que serve para nos orientar e dizer as verdades.
Tenciona voltar ao nosso colégio?
R. Se Deus o permitir voltarei, pois fui premiada de visitar dois Estados, o Pará e o Amazonas e os territórios de Rio Branco e Amapá.
Qual a sua impressão quando desembarcou em Abaetetuba?
R. Fiquei admirada de encontrar luz elétrica na cidade e a cidade é muito interessante. Ao chegar ao colégio bati a fechadura em vez de tocar a campainha e por causa desse erro fui para a pensão.
Qual sua impressão sobre o mês de maio em nosso colégio?
R. Acho muito bonito, é o mês que gosto pois é o mês das mães. Os altares estão todos bonitos, foi um trabalho formidável e N. Senhora deve estar satisfeitíssima.

Grêmio Estudantil:
Minhas caras colegas:
Eis chegado o momento em que uma nova Diretoria tomará posse para reger o nosso Grêmio. E eu, na qualidade de Presidente, venho transmitir o meu cargo e dos demais membros para essa nova Diretoria eleita.
Quero agradecer a colaboração amiga de todas as colegas, rogando a Nossa Senhora que abençoe o nosso Grêmio e a sua nova Diretoria, continuadora dos nossos empreendimentos.
Como homenagem à memória da professora Carmem Cardoso Ferreira ruas e escolas em Abaetetuba a ela são dedicados:

A Escola Carmem Cardoso Ferreira
A professora e diretora Carmem Cardoso Ferreira, depois de seu falecimento, recebeu várias homenagens devido a sua importância para História da Educação em Abaetetuba.
A atual Escola de Ensino Fundamental “Professora Carmem Cardoso Ferreira fica localizada na 3ª Rua da Aviação, nº 1928, bairro da Aviação, em Abaetetuba. A escola possui um amplo espaço físico e um prédio com 6 salas de aulas, uma sala de biblioteca, uma sala de direção, uma sala dos professores, uma sala de vídeos, uma sala de secretaria, uma quadra de esportes,  uma copa, um depósito para merenda, um almoxarifado com salão e banheiros. Possui, atualmente, em 2007, uma diretora, duas supervisoras, uma secretária e agentes administrativos. Possui 678 alunos, distribuídos nos três turnos. Sua atual diretora é a Sra. Benelita Vasconcelos.

Existe ainda a Rua Carmem Cardoso Ferreira

Blog do Ademir Rocha, de Abaetetuba/PA

Valendo
Os de Almeida Cardoso
. CILOMÁRIO FERREIRA CARDOSO/Celino Cardoso, com 91 anos em 07/03/2018, portanto nascido em 1927, foi músico e ..., é morador das Ilhas de Abaetetuba, localidade Rio Vilhena, e com 91 anos tem uma prodigiosa memória, onde se lembra de todos os fatos de sua vida particular, das pessoas em sua volta e de sua vida de músico dos conjuntos musicais dos quais participou e da Banda Virgem da Conceição, do tempo de Chiquinho Margalho, onde foi um de seus co-fundadores.
Era filho extra-conjugal de Maximiliano de Almeida Cardoso Júnior/Maxiquinho, este filho do Coronel Maximiliano cardos, e com Raimunda Ferreira Macedo, sendo seu pai de criação Manoel Primo Rodrigues, este casado com Joana de Almeida Rodrigues, esta uma ribeirinha da localidade Rio Vilhena, na divisa entre Abaetetuba e Igarapé-Miri, rio que é interligado ao Rio Cuitininga, também nas proximidades de Igarapé-Miri.
O Mestre musical Celino Cardoso, tem como seus avós paternos o Coronel Maximiliano Cardoso e Ana de Almeida Cardoso.
. Maximiliano Cardoso, o pai do Maxiquinho, era o abastado senhor de escravos, dono de muitas terras, engenhos, barcos, criador de porcos e outros animais e dono de outros bens e coronel da antiga Guarda Nacional em Abaeté, que era casado com Ana de Almeida Cardoso. Vide genealogia abaixo ou Genealogia da Família Cardoso.

A Senhora Esmerina de Almeida Cardoso, que foi casada com o ex-prefeito empossado por alguns meses na Prefeitura Municipal de Abaetetuba, Sr. Latino Lídio da Silva, logo, sua esposa Esmerina e seus irmãos eram tios de Celino Cardoso e a Sra. Aureliana Miranda, que foi dona do Cartório de Registro de Imóveis, em Abaetetuba, era sua prima por ser filha de...Vide genealogia abaixo.

ADENALDO DOS SANTOS CARDOSO, poeta, cantor, compositor musical é
autêntico abaetetubense, promovendo através de suas poesias a cultura
geral de Abaetetuba
. ADELMA DOS SANTOS CARDOSO, filha de Alexandre Ferreira Cardoso e Ângela Joana dos Santos, e Adelma é casada e com filhos: Fernando
. ADENALDO DOS SANTOS CARDOSO, filho de Alexandre Ferreira Cardoso e Ângela Joana dos Santos, é poeta nato premiado há mais de 40 anos (em relação a 2013) e com dezenas de poemas publicados via Internet, cantor, compositor musical, interprete de Raul Seixas, já participou de inúmeros concursos de música e poesia, tendo conquistado vários prêmios nessas modalidades de arte, casado com Joelma Paes e com filhos: Ângela Inez Paes Cardoso e outros em pesquisa.
. ADVALDO DOS SANTOS CARDOSO/Abaeté, nascido a 25/8/...,já é falecido, filho de Alexandre Ferreira Cardoso e Ângela Joana dos Santos.
. AGENALDO DOS SANTOS CARDOSO, filho de Alexandre Ferreira Cardoso/Francisquinho e Ângela Joana Santos Cardoso.
. Agenor Kemil dos Santos, filho de Kemil dos Santos e Maroquita Santos, casado e com filhos.
. Agostinho Kemil dos Santos, filho de Kemil dos Santos e Maroquita Santos, casado e com filhos.
. Alberto Kemil dos Santos, filho de Kemil dos Santos, casado e com filhos
. Aldenize Nobre
. Alessandro José Cardoso
. Alexandre Ferreira Cardoso/Francisquinho, filho de Raimundo Maués Cardoso e Maximina Ferreira Cardoso, nascido em 1927 e falecido em 15/8/2003, foi marítimo viajando no barco Marabaense de sua propriedade, comerciante, casou com Ângela Joana dos Santos e com filhos: Adenaldo, Angelandre, Alexandre Júnior, Adelma, Ângela, Andrea dos Santos Cardoso e outros. Alexandre Ferreira Cardoso tinha irmãos: Diquinho Cardoso, Corumbá, Virgulina, Maria.
. Alexandre Júnior, filho de Alexandre Ferreira Cardoso/Francisquinho e Ângela Joana dos Santos.
. Alfredo Kemil dos Santos, filho de Kemil dos Santos e Maroquita Santos, casado e com filhos.
. Alzira Kemil dos Santos, filha de Kemil dos Santos
. Ana Cristina P. Nunes
. Ana Kemil dos Santos, filha de Kemil dos Santos e Maroquita Santos
. Ana Maria Pinheiro
. Ângela dos Santos Cardoso, filha de Alexandre Ferreira Cardoso e Ângela Joana dos Santos.
. Ângela dos Santos Cardoso, citada em 1961 como juiza da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
. Ângela Joana dos Santos, filha de Kemil dos Santos e Maroquita Santos
. Angelandre dos Santos Cardoso, filho de Alexandre Ferreira Cardoso e Ângela Joana dos Santos, casado e com filhos: Alessandro e outros.
. Angelita Kemil dos Santos, filha de Kemil dos Santose Maroquita Santos
. Anice Kemil dos Santos, filha de Kemil dos Santos e Maroquita Santos
. Ângela Joana dos Santos Cardoso, filha de Kemil dos Santos e Maroquita Santos, casou com Alexandre Ferreira Cardoso e com filhos (ver Alexandre Ferreira Cardoso).
. Angelandre dos Santos Cardoso, filho de Alexandre Ferreira Cardoso e Ângela Joana dos Santos, casado e com filhos: Alessandro Cardoso, este já falecido, e outros em pesquisa
. Antonio Kemil dos Santos/Totó do Kemil, filho de Kemil dos Santos e Maroquita Santos, casado com Angelita dos Santos Araujo e com filhos: Betão, Ângela e outros em pesquisa..
. Cindo Roberto Cardoso, filho de Diquinho Ferreira Cardoso.
. Conceição Ferreira Cardoso,  filha de Raimundo Maués Cardoso e Maximina Ferreira Cardoso.
. Dica Cardoso Nobre, filha de Raimundo Ferreira Cardoso/Diquinho Cardoso, casada e com filhos: Aldenizy e outros em pesquisa.
. Graça Cardoso Monteiro, filha de Virgulina Ferreira Cardoso/Monteiro
. Horácio Maués Cardoso, antigo comerciante de Abaetetuba, casou com a Sra. Ernestina Ferreira Cardoso, esta antiga professora em Abaetetuba e filha do Sr. José Nunes Ferreira e D. Maria Maués Ferreira e irmã  de d. Adelaide Ferreira Cardoso e estas netas do capitalista e industrial Sr. João Olympio Roberto Maués, este já falecido, e neta do Coronel Antonio Francisco Correa Caripuna, este já falecido, chefe político de seu tempo e citados em 14/1/1913.
. José Alirio Correa Cardoso, filho de Tarcilo Ferreira Cardoso e Auta da Silva Correa/Cardoso.
. Júnior Cardoso, filho Alexandre Ferreira Cardoso e Ângela Joana Santos.
. Kemil dos Santos, pai de Ângela Joana dos Santos Cardoso, de origem síria, comerciante, dono de engenho, foi dono do terreno onde hoje está assentado o Grupo Basílio de Carvalho e adjacências que lhe foi tirado por questões políticos nos anos de 1950, casado com Maroquita Santos e com filhos: Alberto, Antonio/Totó do Kemil, Agostinho, Alfredo, Agenor, Anice, Angelita, Alzira, Ana Kemil dos Santos.
. Luíza Helena Correa Cardoso, filha de Tarcilo Ferreira Cardoso e Auta da Silva Correa/Cardoso.
. Maria Auxiliadora Correa Cardoso, filha de Tarcilo Ferreira Cardoso e Auta da Silva Correa/Cardoso.
. Maria da Conceição Cardoso Chaves, filha de Raimundo Maués Cardoso/Diquinho e Maximina Ferreira Cardoso, falecida a 9/6/2013, casada e com filhos: Néa.
. Maria José Correa Cardoso, filha de Tarcilo Ferreira Cardoso e Auta da Silva Correa.
. Maria de Nazaré Cardoso Magno, neta de D. Maxica
. Mariza Cardoso Alencar, citada em 2012, filha de Tarcilo Ferreira Cardoso e Auta da Silva Correa Cardoso, e Mariza é casada com o poeta Celso de Alencar desde 4/1969 e com irmãos: Maria José, José Alírio, Raimundo Nonato, Maria Auxiliadora e Luiza Helena, e Mariza com filhos:.
. Maroquita Santos, era casada com o Kemil dos Santos/Velho Kemil e com filhos: Ângela Joana dos Santos Cardoso e Outros. Vide Kemil dos Santos.
. Néa Chaves, filha de Maria da Conceição Cardoso Chaves
. Raimundo Ferreira Cardoso/Diquinho Cardoso, filho de Raimundo Maués Cardoso e Maximina Ferreira Cardoso, casado e com filhos: Dica, Joana, Raimundo Magno, Antonio, Cindo Roberto, Conceição, Nazaré e outros em pesquisa.
. Raimundo Magno Cardoso, trabalhou na Agência do Banpará, na década de 1970,  em Abaetetuba, casado com Ivonete e com filhos.
. Raimundo Maués Cardoso/Mundico, casou com Maximina Ferreira Cardoso/Maxica e com filhos: Alexandre/Francisquinho, Tarcilo, Raimundo/Diquinho Cardoso, Virgulina Ferreira Cardoso.
. Raimundo Nonato Correa cardoso, filho de Tarcilo Ferreira Cardoso e Auta da Silva Correa/Cardoso.
. Tarcilo Ferreira Cardoso/Corumbá, filho de Raimundo Maués Cardoso e Maximina Ferreira Cardoso, origem na localidade Rio Maracapucu em Abaetetuba, casou com Auta da Silva Correa Cardoso e com filhos: Maria José, Mariza, José Alírio, Raimundo Nonato, Maria Auxiliadora e Luiza Helena Correa Cardoso.
. Virgulina Ferreira Cardoso/Cardoso Monteiro, filha de Raimundo Maués Cardoso e Maximina Ferreira Cardoso, casada e com filhos: Graça Monteiro e outros em pesquisa.

Descendentes e Demais Parentes de JOFRE CARDOSO
. Higino Rodrigues Cardoso, filho de Jofre Cardoso e Júlia Rodrigues
. Israel Rodrigues Cardoso, filho de Jofre Cardoso e Júlia Rodrigues, é professor em Abaetetuba
• Jofre Cardoso, falecido a 15/2/2012, filho do cearense Pio Nelson Cardoso, era agricultor, morador da localididade Ipixuna, c/c Júlia Rodrigues e tiveram filhos: Mário, Raimundo, Higino, Israel, Jesus Rodrigues Cardoso e outro em pesquisa.
. Júlia de Lima Cardoso
. Júlia Rodrigues, falecida, nascida em 1922, falecida em 20/4/2015, casada com Jofre Cardoso.
. Maria de Jesus Rodrigues Cardoso, filha de Jofre Cardoso e Júlia Rodrigues, é professora em Abaetetuba, casada com Clelivaldo e com uma filha: Kiara
. Mario Rodrigues Cardoso, filho de Jofre Cardoso e Júlia Rodrigues
. Pio Nelson Cardoso, pai de Jofre Cardoso, era de origem cearense
. Rady Negrão Cardoso, filha de raimundo Rodrigues Cardoso e Edilena Negrão Cardoso e Rady tem duas filhas gêmeas.
• Raimundo Rodrigues Cardoso, nasceu em 6/8/1949 na localidade rio Ypixuna, filho de Jofre Cardoso e Júlia Rodrigues, com ascendência índia, negra e branca (português), cabeleiro, artista plástico (escultura e pintura), ambientalista, sendo sócio-fundador do Movimento Ecológico e Cultural de Abaetetuba-MECA e seu 1º presidente, atualmente (11/2010) desempenha a função de Secretário de Meio Ambiente de Abaetetuba na gestão da prefeita Francinete Carvalho, tem bisavô descendente de escravos, tendo este casado com mulher branca em Abaeté, e Rai Cardoso c/c Edilena Negrão e tiveram filhos: Raissa, Radi, Raoni e netos.

Os Ferreira Cardoso
. CILOMÁRIO FERREIRA CARDOSO/Celino Cardoso, com 91 anos em 07/03/2018, portanto nascido em 1927, foi músico e ..., é morador das Ilhas de Abaetetuba, localidade Rio Vilhena, e com 91 anos tem uma prodigiosa memória, onde se lembra de todos os fatos de sua vida particular, das pessoas em sua volta e de sua vida de músico dos conjuntos musicais dos quais participou e da Banda Virgem da Conceição, do tempo de Chiquinho Margalho, onde foi um de seus co-fundadores.
Era filho extra-conjugal de Maximiliano de Almeida Cardoso Júnior/Maxiquinho, este filho do Coronel Maximiliano cardos, e com Raimunda Ferreira Macedo, sendo seu pai de criação Manoel Primo Rodrigues, este casado com Joana de Almeida Rodrigues, esta uma ribeirinha da localidade Rio Vilhena, na divisa entre Abaetetuba e Igarapé-Miri, rio que é interligado ao Rio Cuitininga, também nas proximidades de Igarapé-Miri.
O Mestre musical Celino Cardoso, tem como seus avós paternos o Coronel Maximiliano Cardoso e Ana de Almeida Cardoso.
. Maximiliano Cardoso, o pai do Maxiquinho, era o abastado senhor de escravos, dono de muitas terras, engenhos, barcos, criador de porcos e outros animais e dono de outros bens e coronel da antiga Guarda Nacional em Abaeté, que era casado com Ana de Almeida Cardoso. Vide genealogia abaixo ou Genealogia da Família Cardoso.

A Senhora Esmerina de Almeida Cardoso, que foi casada com o ex-prefeito empossado por alguns meses na Prefeitura Municipal de Abaetetuba, Sr. Latino Lídio da Silva, logo, sua esposa Esmerina e seus irmãos eram tios de Celino Cardoso e a Sra. Aureliana Miranda, que foi dona do Cartório de Registro de Imóveis, em Abaetetuba, era sua prima por ser filha de...Vide genealogia abaixo.

emercindo
Os G. Cardoso
. Maria C. G. Cardoso, citada em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Emercindo Maués.

rosendo
. Maria G. Cardoso, citada em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Rosendo Maués.

ABAETÉ/AFLUENTES/COLÔNIA
Os Gonçalves Cardoso
• Luiza Gonçalves Cardoso, origem na localidade Rio Camotim, citada em 1944.
CARIPETUBA
• Luiz Gonçalves Cardoso, origem na localidade Rio Caripetuba, citado em 1944.

Os Santos Cardoso
• João dos Santos Cardoso/Tieté, funcionário púbico, casado.
• Raimundo dos Santos Cardoso/Dico, barbeiro, casado.

joão albino
Os M. Cardoso
. Eurica M. Cardoso, citada em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de João Albino Gomes.
. Justiniana M. Cardoso, citada como contribuinte em 1953 da festa de N. S. da Conceição através de Sisínia Silva.
. Maria C. M. Cardoso, citada em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de João Albino Gomes.

MARACAPUCU
Os Maués Cardoso
. Acendino Maués Cardoso, citado na localidade Rio Maracapucu em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
• Ely de Sabatani Maués Cardoso, Humanista de 1960, do Ginásio N. S. dos Anjos.
• Lauro Maués Cardoso, c/c Maria de Loudes de Araujo e tiveram duas filhas: Terezinha e Celeste Araujo Cardoso.

TUCUMANDUBA
. Sebastião Maués Cardoso, citado em 1939 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Palmira Maués Pinheiro.
alaci
Os N. Cardoso
. . Demétrio N. Cardoso, citado em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Alaci da Silva Correa.

Família
. Ambrosino Nogueira Cardoso, citado em 1961 como contribuinte da festa de N. Senhora da Conceição, em Abaetetuba.
. Brayna Cardoso, é professora colaboradora da UFPA, mestranda em Linguística e neta de Ambrosino.

Família
. Antonio Eusébio Cardoso, origem na localidade Jarumã, casou com Maria Lima e com filhos: Maxico, Tatá, Maria, Catarino, Benedita e outros.
. Antonio Roberto de Figueiredo Cardoso, filho de Maximiano de Lima Cardoso e Piquixita Figueiredo, advogado, Defensor Público em Belém e que ocupou o cargo de Chefe da Defensoria Pública do estado do Pará, casado com Silvia Helena e com filhos.
. Benedita de Lima Cardoso/Tatá, casada e com filhos: Natalino, Benedito, Paulo Miranda e Rizzo Miranda.
. Bruno Lima
. Caçula
. Catarino de Lima Cardoso, falecido a 12/9/2006, casado  com D. Bena, esta com 72 anos em 10/2014 e com filhos: Genilda, Genilza, Carivaldo, Edivaldo, Gessy e Gertrudes.
. Clóvis de Figueiredo Cardoso, filho de Maximiano de Lima Cardoso e Piquixita Figueiredo, é poeta, formado em Direito, Sub-Secretário de Estado em Corumbá, no Mato Grosso, casado com Tânia e com filhos: Mariana Cardoso e outros em pesquisa.
. Diquinha de Lima Cardoso, casada e com filhos: Edson.
. Elza Maria de Figueiredo Cardoso, citada em 2012, filho de Maximiano de Lima Cardoso e Piquixita Figueiredo.
. Genilda Lima Cardoso, citada em 2012, filha de Catarino de Lima Cardoso e Bena.
. Genilza Lima Cardoso/Cardoso Nunes, filha de Catarino Lima Cardoso e Bena.
. Hildebrandina/Babá
. Hidebrandina de Figueiredo Cardoso/Dedéia, filha de Maximiano de Lima Cardoso e Piquixita Figueiredo.
. João Bosco de Figueiredo Cardoso, filho de Maximiano de Lima Cardoso e Piquixita Figueiredo, é advogado e trabalha na Defensoria Pública do Estado do Pará, município de Abaetetuba, casado e com filhos.
. Maximiano de Lima Cardoso/Maxico, origem na localidade Jarumã, filho de Antonio Eusébio, era esotérico, maçon em Abaetetuba nos anos de 1940/1950, dono de quitanda para venda de açaí batido e lanches, casado com Pixiquita Figueiredo e com filhos: Vera, Elza, Dedéia, Antonio, Sérvolo, João Bosco, Ana, Paulo.
. Maria, que chegou perto dos 100 anos de idade.
. Maria Cardoso Paes/Maria Paes, casou com Antonio Paes e com filhos: Duraval, Délio (gêmeo dom Emanuel), Emanuel, Tonico, Ronaldo, Zé, Carlinhos e, Neide, Aldemira e Manuel.
. Paulo de Figueiredo Cardoso, filho de Maximiano de Lima Cardoso e Piquixita Figueiredo.
. Roberto de Figueiredo Cardoso.
. Rosa de Lima, irmã de Babá, Terêncio
. Sérvolo de Figueiredo Cardoso, filho de Maximiano de Lima Cardoso e Piquxita Figueiredo, é oficial da Marinha Mercante ainda atuante, casado com Ana e com filhos.
. Terêncio Lima, tio de Maximiano de Lima Cardoso/Maxico e Terêncio foi figura popular de Abaetetuba, de vida boêmia e fazia discursos durante seus momentos de divertimentos e por ser da categoria dos rotos, durante os discursos segurava a bolsa escrotal e seu lugar preferido era a feira de Abaetetuba.
. Vera Lúcia de Figueiredo Cardoso

Família
. Ana Cardoso
. Aurélio Cardoso
. Helton Cardoso
. Lélio Cardoso
. Milton Cardoso

Família
. Anilo Cardoso, casado e com filhos: Nazareno e outros em pesquisa.
. Marcioney
. Margareth de Araujo Cardoso, citada em 1961 como juiza da Festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba, casou com Nazareno de Lima Cardoso e com filhos.
. Nazareno Lima Cardoso, comerciante, industrial, dono de engenhos, dono de fábrica de refrigerantes, citado em 1939 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba, citado em 1961 na mesma festa como juiz, casado com Margareth e com filhos: Sebastião, Sebastiana e outros.
. Sebastião Cardoso, filho de Nazareno Lima Cardoso.
. Tiana Cardoso, filha de Nazareno Lima Cardoso

Os Cardoso Sarges
. MARIA RODRIGUES ANDRÉ, vide abaixo:
Família, vide abaixo:
. JOÃO BATISTA DA SILVA VILHENA, casou com Maria do Socorro e tiveram os seguintes filhos: Elcilene André Vilhena, José Maria e Andréa.
• Otília Gonçalves Brabo, nasceu em 19/1/1934 e foi batizada pelo Padre Ignácio Magalhães na Paróquia de Nossa Senhora da Conceição em 3/12/1934, c/c Heitor Margalho André e tiveram filhos: Maria Rodrigues André, que nasceu em 23/7/1957, falecida pequena; Manoel, que nasceu em 27/8/1958, falecido pequeno;
Maria da Conceição, que nasceu em 4/12/1959, falecida pequena; Maria Auxiliador, que nasceu em 5/1/1961, falecida pequena;
Maria do Socorro, que nasceu em 15/6/1963, casada; Manoel do Livramento, que nasceu em 30/12/1967;
Maria Gonçalves, que nasceu em 13/5/1969, falecida pequena;
Manoel, que nasceu em 15/4/1972, falecido pequeno.
Maria de Nazaré, que nasceu em 8/4/1973, falecida pequena.
Maria do Socorro, que c/c João Batista da Silva Vilhena e tiveram os seguintes filhos: Elcilene André Vilhena, José Maria e Andréa.

Continuação dos Rodrigues André:
. Erundina Cardoso Sarges, com origem na localidade Caripetuba, município de Abaetetuba, que casou com Ramiro Sarges, sendo este irmão da avó de Risolena Sarges Rodrigues/Risó, esta casada com Orêncio Barbosa André, este com aproximadamente 80 anos de idade em setembro/2019.
. Joaquim Sarges, pai da D. Nazaré Sarges, esta casada com Manoel de Nazaré Rodrigues/Mestre Lelé.
. Ramiro Sarges, casado com Erundina Cardoso Sarges.
. Risolena Sarges Rodrigues/Rodrigues André/Risó, casada com o ribeirinho do Arumanduba Sr. Orêncio Barbosa André.


Os Silva Cardoso
Família do Mestre Caetano
Genealogia de José Raimundo da Silva Cardoso
José Raimundo da Silva Cardoso é a referência nesta genealogia, mas ele é filho de Raimundo Sousa de Araujo, este o conhecido e famoso mestre funileiro da antiga Abaetetuba, o Mestre Caetano, logo ele é parente de todos os membros da genealogia abaixo, que trata-se de uma tradicional família, cujos ancestrais viveram na Zonas do Salgado Paraense e Nordeste Paraense, época da construção da antiga Estrada de Ferro de Bragança e das antigas colônias agrícolas dessas regiões. José Raimundo apenas recebeu o sobrenome de sua mãe Sebastiana Silva Cardoso, a qual terá sua genealogia acrescentada nesta página.
Família
1ª G, pais de Teodolino Sousa de Araujo e irmãos.
Descendentes e Demais Parentes de TEODOLINO SOUSA DE ARAÚJO
. 2ª G/F, THEODOLINO SOUSA DE ARAUJO e seus 5 irmãos vieram da Zona do Salgado do Pará/Salinas/Pa, e Teodolino foi comerciante marítimo, casado e com filhos, 3ª GN: Apolônio, Miguel, Adolfo (em Marabá), Aurino.
Theolino Rebello de Araujo, citação:
Isidoro de Lima Assunção, c/terreno de 24 x 60m, à Tv. Pedro Rodrigues, divisa c/Elysiário dos Santos Carneiro e do lado esquerdo c/Theodolino Rabello de Araujo, canto c/a Av. Veiga Cabral e fundos c/o cemitério público, requerido por Clotilde Soares Viégas, petição assinada por Raymundo Nonato Viégas, em 1931. 
. 3ª G/N, Apolônio
. 3ª G/N, Miguel
. 3ª G/N, Adolfo
. 3ª G/N, Aurino

. 2ª G/F, BERTHOLDO SOUSA DE ARAUJO, irmão de Teodolino Sousa de Araújo, casado e com filhos.
. 2ª G/F, JOAQUIM DE SOUSA DE ARAUJO/Quincas Araujo, irmão de Theodolino Sousa Araujo, comerciante na localidade Rio Itacuruçá.
· 2ª G/F, MARTINHO SOUSA DE ARAUJO, irmão de Theodolino Sousa de Araújo, comerciante na localidade Ipixuna, casado e com filhos.
. 2ª G/F, RAYMUNDO SOUSA DE ARAUJO/Mestre Caetano, irmão de Theodolino de Sousa de Araujo.
. 2ª G/F, SEMIRA SOUSA DE ARAUJO, irmã de Teodolino de Sousa de Araujo, casada e com filhos.

Família
· 2ª G/F, THEODOLINO SOUSA DE ARAUJO, originário da Zona do Salgado do Pará/Salinas/Pa, comerciante marítimo, casado e com filhos, 3ª G/N: Apolônio, Miguel, Adolfo (em Marabá), Aurino.
. 3ª/G/N, Apolônio Rodrigues de Araujo, filho de Theodolino de Sousa Araujo.
. 3ª G/N, Miguel Rodrigues de Araujo, filho de Theodolino de Sousa Araujo.
. 3ª G/N, Adolfo Rodrigues de Araujo, filho de Theodolino de Sousa Araujo.
. 3ª G/N, Aurino Rodrigues de Araujo, filho de Theodolino de Sousa Araujo.
· 3ª G/N, Miguel Rodrigues de Araújo, filho de Theodolino Sousa de Araújo.
· 3ª G/N, Adolpho Rodrigues de Araújo, filho de Theodolino Sousa de Araújo, residente em Marabá/Pa, casado e com filhos.

3ª G/N, Filhos de Theodolino Sousa de Araujo:
. 3ª G/N, APOLÔNIO RODRIGUES DE ARAUJO, filho de Theodolino Sousa de Araujo, falecido com 90 anos em 10/12/2010 em Abaetetuba, citado em 1941 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Firmo Roberto Maués e Francisco Nobre, foi um dos fundadores do Vênus Atlético Club em 1949 (junto com Gabi Castro, Mestre Adi, Everaldo dos Santos Araujo), que doou os terrenos do campo de futebol e da sede na Av. Pedro Rodrigues ao mesmo clube, mestre marceneiro e dono de marcenaria onde trabalhavam: Nazareno, Taquari, Tio Café, Natálio/Natalício, Curubuçu e que tinha como encarregado o Mestre Gabi Castro, casado e com filhos, 4ª G/Bn: Agnalldo, José Erundil e outros em pesquisa.
O Vênus Atlético Club foi fundado em 20/5/1949, c/séde à Av. Pedro Rodrigues, em casa de propriedade de Apolônio Rodrigues, perto da casa do Sr. Manoel do Carmo Rodrigues/Moreno, dono da loja “A Suely Armarinho”.
Um bilhete:
“Secretaria do Vênus Atlético Clube, em 9 de abril de 1951. Ilmo. Sr. Ademar Lobato Rocha. De ordem do Sr. Presidente do Vênus Atlético Club, tenho o grato prazer de comunicar-vos, que em sessão deste clube, e por proposta do associado Apolônio Rodrigues de Araujo, fostes unanimemente aceito para o quadro de sócio Coluna 1 desta sociedade. Aproveito o ensejo para apresentar-vos as minhas cordiais Saudações. Everaldo dos Santos Araujo, 1º Secretário”.
4ª G/Bn, Aguinaldo Rodrigues Araujo, filho de Apolônio Rodrigues de Araújo, morador das Ilhas de Abaetetuba.
. 4ª G/Bn, José Erundil, filho de Apolônio Rodrigues de Araújo, casado e com filhos.

Família
· 3ª G/N, AURINO RODRIGUES DE ARAUJO, filho de Theodolino Sousa de Araújo, c/c Rute Bittencourt e com filhos, 4ª G/Bn: Benedito, Miguelina, Manoel Raimundo, Benedita, Nilda, Urbanita e outros em pesquisa.
. RUTH BITENCOURT/ARAUJO, citada em 1950 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Raimundo Silvino Santos.
. 4ª G/Bn, Benedito
. 4ª G/Bn, Miguelina
. 4ª G/Bn, Manoel Raimundo
. 4ª G/Bn, Benedita, casada com Lúcio Macedo
4ª G/Bn, Nilda
4ª G/Bn, Urbanita
4ª G/Bn, Filhos de Aurino Rodrigues de Araujo e Ruth Bitencourt/de araujo:
. 4ª G/Bn, Benedito Bitencourt de Araújo, filho de Aurino Rodrigues de Araujo e Ruth Bitencourt/de Araujo, comerciante, casado e com filhos, 5ª G/Tn.
. 4ª G/Bn, Manoel Raimundo Bitencourt de Araujo, professor, casado e com filhos.
· 4ª G/Bn, MIGUELINA BITENCOURT DE ARAÚJO, falecida a 13/5/2012, filha de Aurino Rodrigues de Araujo e Rute Bitencourt, Licenciada em Matemática, professora de Ensino Médio nas escolas de Abaetetuba/PA, foi vice-diretora e em 12/12 foi citada como diretora do Colégio São Francisco Xavier e hoje empresta seu nome à biblioteca Municipal Professora Miguelina Bitencourt de Araujo.

Família
. 2ª G/F, BERTHOLDO SOUSA DE ARAUJO, irmão de Teodolino Sousa de Araújo, casado e com filhos, 3ª G/N: Alberto, Natalina, Guiomar e outros em pesquisa. Bertholdo da Silva Araujo, c/terreno à Tv Pedro Rodrigues, divisa c/Manoel Eugênio da Fonseca e do outro lado c/Gregório Gomes, em 1931. 
. 3ª G/N, Alberto
. 3ª G/N, Natalina
. 3ª G/N, Guiomar

· 3ª G/N, Natalina Araujo, filha de Bertholdo Araújo, c/c Chiquinho Ferreira e tiveram filhos, 4ª G/Bn: Clodóvio e outros.
· 3ª G/N, GUIOMAR DA SILVA ARAUJO, filha de Bertholdo Sousa de Araújo, nascida em 1/8/1930 e falecida a 30/6/2005, citada como aluna concluinte do INSA em 1960 e citada em 1961 como contribuinte da festa de N.S. da Conceição em 1961, professora, douceira, bordadeira, c/c Davi de Lima Bittencourt, este nascido a 26/12/1932 e falecido a 23/3/2008 e com filhos: Darcimar, Dagmar e Davi Júnior, este nascido a 16/1/1968 e falecido 10/2/1975.
· DAVI DE LIMA BITTENCOURT, nascido a 26/12/1932 e falecido a 23/3/2008, comerciante, casado com Guiomar da Silva Araujo/Bittencourt, esta nascida a 1/8/1930 e falecida a 30/6/2005, e com filhos, 4ª G/Bn: Dagmar, Darcimar, Davi Júnior, este nascido a 16/1/1968 e falecido em 10/2/1975 e outros filhos em pesquisa.
4ª G/B/Bn, Filhos de Guiomar Silva de Araujo/Bittencourt e Davi de Lima Bittencourt:
. 4ª G/Bn, Dagmar Araújo Bittencourt, filha de Guiomar Araújo Bittencourt e Davi Bittencourt, professora, professora.
. 4ª G/Bn, Davi Júnior, este nascido a 16/1/1968 e falecido em 10/2/1975.

Família
. 3ª G/N, ALBERTO DA SILVA ARAUJO/Cabritinho, filho de Bertholdo Sousa de Araujo, nascido em Salinas/Pa, jogou futebol na juventude, como seu Tio mestre Caetano, foi famoso mestre ferreiro em Abaetetuba e especialista no ramo do conserto e fabricação de peças para espingarda de caça, casado com Vitalina Neves/D. Totó e com filhos, 4ª G/Bn: Antenor Neves dos Santos (este enteado), Mário (falecido em serviços da Aeronática), Teodomira, Maria Catarina, Alberto da Silva Araujo Filho, Eliana, Bertoldo, Eliana, Rosa Maria, todos casados e com filhos, 5ª G/Tn.

4ª G/Bn, Antenor Neves dos Santos, filho de Vitalina Neves, técnico em eletrônica em Belém/PA, casado com Maria e com filhos, 5ª G/Tn: Nevinhos e outros em pesquisa
. 4ª G/Bn, Mário Neves de Araujo, filho de Alberto da Silva Araujo e Vitalina Neves, faleceu em serviços da Aeronática quando servia a essa coroporação militar.
. 4ª G/Bn, Theodomira Neves de Araujo/Teca, filha de Alberto da Silva Araujo e Vitalina Neves, casada com Flávio Valois e com filhos, 5ª G/Tn.
4ª G/Bn, Maria Catarina Neves de Araujo/Formigosa, filha de Alberto da Silva Araujo e Vitalina Neves, casada desde 1975 com Edilson Formigosa e com filhos, 5ªG/Tn.
4ª G/Bn, Alberto da Silva Araújo Filho, filho de Alberto da Silva Araujo e Vitalina Neves, médico, casado com Alvina e com filho, 5ª G/Tn: Ricardo.
. 4ª G/Bn, Eliana Neves de Araujo, filha de Alberto Silva Araujo e Vitalina Neves, casada e com filhos, 5ª G/Tn.
. 4ª G/Bn, Bertoldo Neves Araujo, filho de Alberto da Silva Araujo e Vitalina Neves, casado e com filhos , 5ª G/Tn em seus casamentos. 
. 4ª G/Bn, Rosa Maria Neves Araujo/Rosa Omura, filha de Alberto da Silva Araujo e Vitalina Neves, casada e com filhos. 

Família
2ª G/F, RAYMUNDO SOUSA DE ARAUJO/Mestre Caetano, funileiro de Abaeté/Pa, casado e c/filhos, 3ª G/N: Mariinha, Carmitinha, Mauritânia, Reizinho, Iolemi/Teca (esta a mãe de Naldo Araujo, 4ª G/Bn) e Mundica (esta que criou o Naldo Araujo).
Raymundo Sousa de Araujo/Mestre Caetano, c/terreno à R. Floriano Peixoto, divisa c/Isabel e do outro lado, Hygino Barros, em 1931.

3ª G/N, Maria de Lima Araújo/Mariinha, filha de Raymundo Sousa de Araújo/Mestre Caetano, c/c Jair Nery, este nascido em 20/12/1926 e tiveram filhos, 4ª G/Bn: Clair Jamary, Celso, Clemir de Araujo Nery, Jair Filho e outros em pesquisa e netos: 5ª G/Tn.
4ª G/Bn, filhos de Mariinha e Jair Nery:
. 4ª G/Bn: Clair Jamary Nery
4ª G/Bn, Celso Nery
. 4ª G/Bn, Clemir de Araujo Nery
4ª G/Bn, Jair Nery Filho

· 3ª G/N, Raimundo Lima de Araújo/Reizinho, filho do Mestre Caetano/Raymundo Sousa de Araújo, comerciante, casado e com filhos, 4ª G/Bn.
. 3ª G/N, Raimunda de Lima Araujo, falecida em 2000, filha de Raymundo Sousa de Araujo/Mestre Caetano.
3ª G/N, Margareth Lima de Araujo/Cardoso, nascida no dia 17.04, filha do Mestre Caetano, casada com Nazareno Cardoso e com filhos: 4ª G/Bn.
. Anilo Cardoso, casado e com filhos: Nazareno e outros em pesquisa.
. Marcioney
Margareth de Araujo Cardoso, citada em 1961 como juíza da Festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba, casou com Nazareno de Lima Cardoso e com filhos.
. Nazareno Lima Cardoso, comerciante, industrial, dono de engenhos, dono de fábrica de refrigerantes, citado em 1939 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba, citado em 1961 na mesma festa como juiz, casado com Margareth e com filhos: Sebastião, Sebastiana e outros.
. Sebastião Cardoso, filho de Nazareno Lima Cardoso.
. Tiana Cardoso, filha de Nazareno Lima Cardoso

2ª núpcias do Mestre Caetano:
4ª G/Bn, filhos de Raimundo Sousa de Araujo/Mestre Caetano, de 2ª núpcias com Carmita Nery: Joaquim, Dilson, Inegino, Raimundo/Dinho Nery e com filhos, 5ª G/Tn e 6ª G/Ttn.
3ª Núpcias do Mestre Caetano:

4ª G/Bn, filhos de Raimundo Sousa de Araujo, de 3ª núpcias:
. 4ª G/Bn, JOSÉ RAIMUNDO DA SILVA CARDOSO, filho de Raimundo Sousa de Araujo/Mestre Caetano com Sebastiana da Silva Cardoso, esta com descendência de portugueses vindos da localidade Jarumã, municipio de Abaetetuba, sendo sua avô materna prima legítima de Raimundo Castilho, este que foi poeta, desenhista e pintor afamado em Abaetetuba, e José Raimundo foi criado por....e José Raimundo casou em 1ª núpcias com ......... e tiveram filhos, 5ª G/Tn: Márcio (já falecido), Lúcia, Ruth e Ângelo e com netos, 6ª G/Ttn:

5ª G/Tn, filhos de José Raimundo e...
. 5ª G/Tn, Márcio, já é falecido.
. 5ª G/Tn, Lúcia
. 5ª G/Tn, Ruth
. 5ª G/Tn, Ângelo

Outros irmãos de José Raimundo por parte de mãe:
Lourdes Ferreira
Deusarina Rodrigues
Luzia
4ª G/Bn, José Raimundo da Silva Cardoso, casou em 19889 em 2ª núpcias com Maria de Nazaré Paixão Cardoso/Maria Paixão e tiveram filhos, 5ª G/Tn: Aletéia, José Raimundo Cardoso Júnior, alguns com filhos, 6ª G/Ttn e 7ª G/Hn.

5ª G/Tn, filhos de José Raimundo e Maria Paixão:
5ª G/Tn, Aleitéia Paixão Cardoso/Cunha, filha de José Raimundo da Silva Cardoso e Maria da Paixão, formada em curso superior de Comércio Exterior, com curso de Logística Portuária, pelo CESUPA, estagiou, entrou inicialmente em uma firma de exportação e atualmente morando na Alemanha, onde trabalha, conhecendo várias línguas de sua área de atuação de comércio exterior, como inglês, alemão, Cantonês (dialeto chinês), casada.

Os Batista Cardoso
. João Batista Cardoso, citado em 1950 como contribuinte e da comissão da classe da mocidade para uma noite de leilão de donativos da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.

Os da Silva Cardoso
Família
. Alan da Silva Cardoso, nascido a 2/1985, filho de Natanael Dias Cardoso e Rosemary da Silva Cardoso e Alan é casado com Araceli Rocha e com filhos: Vítor Alan e Henrique Heleno.
. Alfila Cardoso, irmã de Benedito Gomes Cardoso, irmã de Benedito Gomes Cardoso.
. Anita Ferreira Dias Cardoso, casou com Benedito Gomes Cardoso/Vila Flor e com filhos: Natanael Dias Cardoso e outros em pesquisa.
. Antonio Cardoso/Periquito, irmão de Benedito Gomes Cardoso/Vila Flor, era agricultor e evangélico da Igreja Cristã Evangélica, casado e com filhos: Abimael, Abinael.
. Daniel Dias Cardoso, filho de Benedito Gomes Cardoso/Vila Flor e Anita Ferreira Cardoso.
. Samuel Dias Cardoso, filho de Benedito Gomes Cardoso/Vila Flor e Anita Ferreira Cardoso.
. Davi Dias Cardoso, filho de Benedito Gomes Cardoso/Vila Flor e Anita Ferreira Cardoso.
. Joel Dias Cardoso, filho de Benedito Gomes Cardoso/Vila Flor e Anita Ferreira Cardoso.
. Esdras Dias Cardoso, filho de Benedito Gomes Cardoso/Vila Flor e Anita Ferreira Cardoso.
. Natanael Dias Cardoso, filho de Benedito Gomes Cardoso/Vila Flor e Anita Ferreira Cardoso, este é o pai de Alan e Aline da Silva Cardoso, casado em 2ª núpcias e com filhos:
. Neri Dias Cardoso, filha de benedito Gomes Cardoso/Vila Flor e Anita Ferreira Cardoso.
. Neuza Dias Cardoso, filha de benedito Gomes Cardoso/Vila Flor e Anita Ferreira Cardoso.
. Nilda Dias Cardoso, filha de Benedito Gomes Cardoso/Vila Flor e Anita Ferreira Cardoso.
. Benedito Gomes Cardoso/Vila Flor, origem na localidade Rio Maracapucu, comerciante, produtor rural, industrial, casou com Anita Ferreira Dias/Cardoso e tiveram filhos: Davi, Primo, Natanael Dias Cardoso e outros em pesquisa.
. João Cardoso, antigo morador da 7 de setembro.
. Manoel Cardoso/Tio Rosa ou Rosa Cardoso, era irmão da mãe de Benedito Gomes Cardoso e irmãos e Rosa Cardoso era casado e com filhos: Raimunda, Mariazinha, Maria Rosa, Maricota, Maria das Graças.
. Maria Cardoso, irmã de Benedito Gomes Cardoso, residente em Cametá/PA.
. Maria Rosa Silva Abreu, origem na localidade Jarumã, casou com Napoleão e com filhos.
. Maria Rosa Cardoso/Graci, filha de Manoel Cardoso/Rosa Cardoso, casou com Vavá Mesquita e este já é falecido
. Missico Cardoso, irmão de Benedito Gomes Cardoso.
. Napoleão Cardoso da Silva, casou com Rosa Abreu da Silva e com filhos: Rosemeire.
. Natanael Dias Cardoso, casou com Rosimeire e com Filhos: Alan e Aline da Silva Cardoso.

. Nazaré Cardoso, irmã de Benedito Gomes Cardoso.
. Primo Cardoso, filho de Benedito Gomes Cardoso, casado e com filhos.
. Raimundo Cardoso/Mundicão, residente na localidade Rio da Prata e Mundicão era casado e com filhos.
. Tereza Cardoso, irmã de Benedito Gomes Cardoso.

Os Sousa Cardoso
Adagilsa de Sousa Cardoso, citada em 2017.

Família
. Ana Cardoso
. Antonia Cardoso
. Jerônimo Cardoso, casado e com filhos
. João Cardoso/Tietê
. José Cardoso
. Maria Cardoso
. Pedro Cardoso
. Raimundo Cardoso/Dico Barbeiro
. Tereza Cardoso

Família
. Margareth de Araujo Cardoso, citada em 1961 como juiza da festa de N. S. da Conceição.
Família
. FRANCISCO DE VASCONCELOS CARDOSO/Chico Padeiro, foi por longos anos proprietário de "Panificadora Suburnana" em Abaetetuba, casou com Olívia Rodrigues Cardoso e com filhos: Dirceu Antonio, Délio, Dário (este Gêmeo com Délio), Délcio, Dilson e outros:
. Olivia Rodrigues Cardoso, citada em 1961 como juíza da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba, casou com Francisco Vasconcelos Cardoso e com filhos: Dirceu Antonio, Délio, Dário (gêmeo com Délio), Délcio, Dilson e outros?
. DIRCEU ANTONIO RODRIGUES CARDOSO, formado em curso superior de Análises Clínicas, proprietário do "Laboratório Cardoso", casado e com netos e filhos: Deyvi Dirceu e outros.
. DÉLIO RODRIGUES CARDOSO, casado e com filhos.
. DÁRIO rODRIGUES CARDOSO, casado e com filhos.
. DÉLCIO RODRIGUES CARDOSO, casado e com filhos.
. DILSON RODRIGUES CARDOSO, casado com Abigail Ferreira Mascarenhas e com filhos e netos.
Família Paralela de Abigail Ferreira Mascarenhas
FAMÍLIA MASCARENHAS
Família
. XISTO DE ABREU MASCARENHAS, este é ribeirinho com origem na localidade Rio Maúba, casado Enedina Ferreira Mascarenhas, esta com origem na localidade Rio Panacuéra e com filhos: Abigail/Tia Biga e outros?
. ENEDINA FERREIRA MASCARENHAS (Vide acima Xisto de Abreu Mascarenhas).

. ABIGAIL FERREIRA MASCARENHAS/Tia Biga, com 61 anos de idade em 2014, formada em Pedagogia e Teologia, foi professora municipal, e se aposentou após 31 anos na Educação em 6/2013, filha dos ribeirinhos Xisto de Abreu Mascarenhas e Enedina Ferreira Mascarenhas, uma família de evangélicos pioneiros da Assembléia de Deus, e Abigail estudou no antigo Projeto Gavião entre 1991 e 1992, fez o curso de Pedagogia e Teologia, foi diretora na Escola Municipal do S. Sebastião por 10 anos, onde fez um trabalho revolucionário em termos de educação, conscientização, conselhos, diálogos com a comunidade e incentivando e participação de todos na própria formação, com participação de missas, cultos e muita conversa com alunos e pais, e dali saiu no tempo do prefeito Luís Lopes, por ato do então Secretário de Educação Adelino Ferranti, e Tia Biga, que por seu bom trabalho nessa escola e sua saída forçada da escola, a comunidade do bairro de São Sebastião fez abaixo assinado pela sua permanência, e Tia Biga em 1974 casou com Dilson Rodrigues Cardoso, este filho do popular Chico Padeiro, e com 39 anos de casados em 2014, e com duas filhas: Renata e Patrícia e com netos: Patrick.

teodomiro
Os Almeida Cardoso
. Cecílio Almeida Cardoso, citado em 1939 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Teodomiro Augusto da Costa.

alaci
Os A. Cardoso
. Antonio A. Cardoso, citado em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Alaci da Silva Correia.
Os C. Cardoso
. Iraci C. Cardoso, citado em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Alaci da Silva Correia.
Os P. Cardoso
Pio P. Cardoso, citado em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Alaci da Silva Cardoso.

Localidades
Os R. Cardoso
. Amélia R. Cardoso, citada em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Emercindo Maués.
. Maria R. Cardoso, citada em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Carmosina Jaques Pinheiro.
. Raimunda N. R. Cardoso, citada em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Emercindo Maués.
. Maria José R. Cardoso, citada em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Maria Zaíde Cardoso. 
. Nair R. Cardoso, citada em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Maria Zaíde Cardoso.
Os Rodrigues Cardoso

Localidades
. Feliz Rodrigues Cardoso, citado em 1939 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Prudente Ribeiro de Araujo.  
. Francisca Rodrigues Cardosocitada em 1939 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Prudente Ribeiro de Araujo.

SAPOCAJUBA
. Maria da Conceição Rodrigues Cardoso, citada na localidade Rio Sapocajuba em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.

ABAETÉ/AFLUENTES/COLÔNIA
. Manoel R. Cardoso, citado em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de José Vilhena.
. Eurídice Rodrigues Cardoso, citada na localidade Rio Curuperé em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
. Maria José Rodrigues Cardoso, citada na localidade Rio Curuperé em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
Os Santos Cardoso
. Advaldo dos Santos Cardoso, em 1976 era aluno do Curso de Educação do CSFX em Abaetetuba.
Os S. Cardoso
Valdomira S. Cardoso, citado em 1939 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Sisínia Silva.  
Os Silva Cardoso

MARACAPUCU
. Acendino S. Cardoso, citado na localidade Rio Maracapucu em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
. Jozimo S. Cardoso, citado em 1953 como contribuinte através de Horácio Maués Ferreira na festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
. Josino dos S. Cardoso, citado na localidade Rio Maracapucu em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
. Rosenil da Silva Cardoso, que em 1999 era tesoureiro da Associação dos Profissionais da Comunicação Social de Abaetetuba.
MARACAPUCU
. Adriano Alves Cardoso, citado na localidade Rio Maracapucu em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
• Auta Correa Cardoso, origem na localidade Baixo Maracapucu, citada como irganizadora da festa de N. S. da Conceição em 1944.
. Benedita Jorge Cardoso, citada na localidade Rio Maracapucu em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba. 
• Domingas de Sena Cardoso, origem na localidade Rio Maracapucu, citada em 1944.
. Dulcinda dos Santos Cardoso, citado na localidade Rio Maracapucu em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
. E. Reis Cardoso, citado na localidade Rio Maracapucu em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
• Esmerina Neves Cardoso, origem na localidade Baixo Maracapucu, citada em 1944.
MARACAPUCU
. Gregório Pinheiro Cardoso, citado na localidade Rio Maracapucu em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.

Os Outros Cardoso em Pesquisa
. Adelaide Cardoso Ferreira, citada em 1913, casou com Carlos Nunes Ferreira, este filho de José Nunes Ferreira e Maria Maués Ferreira.
• Alan da Silva Cardoso, citado em 2010.

URUBUÉUA
. Ambrosino Nogueira Cardoso, citado na localidade Rio Urubuéua em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.

ABAETÉ/AFLUENTES/COLÔNIA
. Arina Silva Cardoso, citada na localidade Rio Curuperé em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
. Constâncio Silva Cardoso, citado na localidade Rio Curuperé em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
. Francisco Silva Cardoso, citado na localidade Rio Curuperé em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
. Maria Auxiliadora da Silva Cardoso, citada na localidade Rio Curuperé em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
. Raimundo Augusto S. Cardoso, citado na localidade Rio Abaeté em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
ABAETÉ/AFLUENTES/COLÔNIA
. Tereza da Silva Cardoso, citada na localidade Rio Abaeté em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba. 
• Antonio Felix Cardoso, origem na localidade Rio Camotim, citado em 1944.
• Antonio Lobato Cardoso.

PARAMAJÓ
• Cardoso e Ferreira, comércio no Rio Paramajó em 1922.
. Carmem Cardoso Vilhena, citada em 2012.
. Clara Vilhena Cardoso, citada em 1939 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Laura dos Santos Ribeiro.
• Climéria Venceslau Cardoso, participava da organização das festas de N. S. da Conceição nos anos de 1940 e citada em 1953 como juíza de ornamentação da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
. Francisca H. Cardoso, citada em 1939 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Laura dos Santos Ribeiro.
ARUMANDUBA
. Francisca Rodrigues Cardoso, origem na localidade Arumanduba, citada em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
• Francisco Vasconcelos Cardoso/Chico Padeiro, padeiro, pele branca e olhos azuis, citado em 1946, casado e com filhos: Dirceu Antonio, Délcio, Délio, Dário e outros.
. Gersomina Pinheiro Cardoso, citado em 1953 como juiz da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
. Hilma Lima Cardoso, citada em 2012.
• Joana Albuquerque Cardoso, origem na localidade Baixo Maracapucu, citada em 1944.
ABAETÉ/AFLUENTES/COLÔNIA
. João Damasceno Cardoso, citado na localidade Rio Curuperé em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
. João Edésio Costa Cardoso, citado na localidade Rio Curuperé em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
. Leocádia T Cardoso, citada em 1961 como juiz da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
MARACAPUCU
. Luiz Gonzaga C. Cardoso, citado na localidade Rio Maracapucu em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
SAPOCAJUBA
. Marcionila Correa Cardoso, citada em 1961 na localidade Rio Sapocajuba como contribuinte da festa de N. S. da Conceição, em Abaetetuba.
. Maria Ambrosina André Cardoso
• Maria da Conceição N. Cardoso, participou da organização das festas de N. S. da Conceição em 1944.
. Maria Etelvina Cardoso.

MAÚBA
• Maria das Graças Alfaia Cardoso, 50 anos em 2008, origem na localidade Maúba.
. Maria de Nazaré Barbosa Cardoso, citada em 1961 como juiza da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.

SAPOCAJUBA
. Maria dos Santos Cardoso, citada em 1961 na localidade Rio Sapocajuba como contribuinte da festa de N. S. da Conceição, em Abaetetuba.

CAPIM
. Maria Júlia dos Santos Cardoso, origem na localidade Ilha do Capim.

ABAETÉ/AFLUENTES/COLÔNIA
. Maria Lima Cardoso, citada na localidade Rio Abaeté em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
• Maria Oliveira Cardoso, origem na localidade Rio Camotim, citada em 1944.
. Maria Pinheiro Carvalho, citada em 1939 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Filomena Dume.

TUCUMANDUBA
. Maria Ribeiro Cardoso, citado na localidade Rio Tucumanduba, em 1961, como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
• Maria Rosa Pereira Cardoso (mãe de Pirita).
• Maximiniano Melo Cardoso, que foi um dos trabalhadores do alargamento e construção de pontes da Rod. Dr. João Miranda em 1919.
• Maximiano de Lima Cardoso/Maxico, falecido a 4/11/2010 em Cuiabá/MT.
. Miguel Pereira Cardoso
. Milton Barreto Cardoso, foi um dos sócios-fundadores da Sociedade Beneficiente e Desportiva Tietê, em Abaetetuba/PA.
• Nazaré Barbosa Cardoso, humanista de 1962 pela escola INSA.
• Nazareno Lima Cardoso, industrial, citado em 1946.
. Nazareno Lima da Silva Cardoso

GUAJARÁ DE BEJA
• Nazareno L. da Silva Cardoso/N. L. da Silva Cardoso, dono de engenho no rio Guajará de Beja, que produzia a cachaça Amazônia.

MARACAPUCU
. Oberdan F. Cardoso, citado na localidade Rio Maracapucu em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
. Olívia Rodrigues Cardoso, citada em 1961 citada como juiza da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba/Pa.
. Paulo Francisco Maués Cardoso, citado em 2012.

ARUMANDUBA
. Pedro Farias Cardoso, origem na localidade Rio Arumanduba, citado em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
ARAPIRANGA
. Procópio da M. Cardoso, citado em 1953 como responsável pelas localidades Vila de beja e Rio Arapiranga de Beja na festa de N. S. da Conceição, em Abaetetuba.
. Procópio M. Cardoso, citado em 1961 como auxiliar na festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.

ABAETÉ/AFLUENTES/COLÔNIA
• Raimunda F. Cardoso, origem na localidade Bacuri do Curuperé, citada em 1944.
. Raimunda J. Cardoso, citada em 1953 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.

ARUMANDUBA
• Raimundo Benedito Pinheiro Cardoso 29 anos, origem na localidade Maúba, poeta, citado em 2008.
. Raimundo Ferreira Cardoso, origem na localidade Rio Arumanduba, citado em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
. Raymundo Lopes Cardoso, citado em 1939 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba através de Dulcinda Carvalho.
ARUMANDUBA
. Sabina Rodrigues Cardoso, origem na localidade Rio Arumanduba, citada em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.

MARACAPUCU
. Raimundo Pereira Cardoso,  citado na localidade Rio Maracapucu em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
. Reginaldo Lima Cardoso, citado em 1980, 2013.
• Rodrigo José de Assis Cardoso, presente na instalação da Cidade de Abaeté em 15/8/1895.

ABAETÉ/AFLUENTES/COLÔNIA
. Rosalina Dias Cardoso, citada na localidade Rio Curuperé em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.
• Venina F. Cardoso, origem na localidade Bacuri do Curuperé, citada em 1944.

CAPIM
. Vicente de Lima Cardoso, origem na localidade Ilha do Capim, citado em 1961 como contribuinte da festa de N. S. da Conceição em Abaetetuba.

MAÚBA
• Zacarias Gomes Cardoso, morador do Rio Maúba há 59 anos, informante sobre os engenhos do Maúba, citado em 2008.
Rio Maracapucu, foto de Adenaldo Cardoso, que é origem de muitos
membros da Família Cardoso

Blog do Ademir Rocha, de Abaetetuba/PA


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