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terça-feira, 8 de outubro de 2019

Nazismo, Fascismo e Ditaduras

Nazismo, Fascismo e Ditaduras
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Apesar de a Segunda Guerra Mundial ter acabado há mais de 70 anos, muitos historiadores ainda especulam o que teria acontecido se ela tivesse terminado de maneira diferente. E se o poder do Eixo derrotasse os Aliados? E se Hitler continuasse vivo?

Obviamente, há muitas variáveis a se considerar ao especular cenários hipotéticos. Algumas mudanças no processo de tomada de decisão e as coisas poderiam ter sido completamente diferentes. A doutrina militar histórica e as agendas nacionais podem nos ajudar a inferir o que poderia ter acontecido e, como você pode imaginar, as perspectivas não seriam nada boas.



Crédito: Reprodução


1. Estabelecimento da ‘Raça Pura” de Hitler
O objetivo final de Hitler, antes mesmo antes do início da guerra, era estabelecer um império ariano na Europa Central e Oriental. Ele acreditava que a imigração era uma grande vulnerabilidade para a Europa e achava que o etnocentrismo era a cura.
Porém, a genética moderna provou que a pureza racial não é de fato uma vantagem. Muitos cientistas evolucionistas e geneticistas descobriram que pais de etnias diferentes criam filhos mais saudáveis; tanto fisicamente quanto intelectualmente. Durante a ascensão nazista, cientistas foram obrigados a esconderem suas pesquisas que comprovam isso.

2. Genocídio completo dos Judeus
O Fuhrer não escondeu sua intenção de exterminar o povo judeu durante a Segunda Guerra, seu plano militar era conhecido como A Solução Final para Questão Judaica.

 


Genocídio em massa de judeus / Crédito: Reprodução


A solução final ordenou o assassinato de todos eles (não apenas na Europa). Quando a Guerra eclodiu, um enorme genocídio começou, matando mais de 6 milhões de judeus, quase metade perecendo no holocausto.

3. Experiências médicas seriam normais
Japão e Alemanha realizavam procedimentos científicos horríveis em seus inimigos. Os nazistas seguiam por três categorias principais: experimentos relacionados a combate; ensaios farmacêuticos e testes genéticos. Os judeus foram submetidos aos mais diversos procedimentos sem ao menos serem anestesiados.




Experiências m,édicas / Crédito: Reprodução

Alguns testes expuseram os prisioneiros dos campos de concentração a agentes químicos, radiológicos e biológicos, para testarem os limites do corpo. Muitos foram forçados a entrarem em câmaras de alta pressão para testes de como o cérebro lida com a altitude. Os que sobrevivessem, que eram a minoria, passavam por outra bateria de experimentos.

4. A liberdade de expressão não existiria na maior parte do mundo
Assim como qualquer governo autoritário, os alemães não tolerava a discordância de pessoas contra seus atos. Famílias que questionassem os confrontos seriam divididas e exiladas ou, muito provavelmente, mortas. A diversidade de indústria, comércio, mídia, arte e religião seria suprimida e a história seria reescrita. O Nacionalismo e a lealdade cega seriam a única posição política aceitável.

5. O rosto de Hitler estaria em toda a parte
Como vemos em regimes ditatoriais, como na Coreia do Norte, sempre existe uma imagem de seu líder estampada em qualquer lugar do país, e com Adolf não seria diferente.




O rosto de Hitler estaria por toda a parte / Crédito: Reprodução

Figura dominante do partido nazista, ele teria seu rosto adorado por todos e imagens de sua pessoa seriam vistas em todos os restaurantes, cafeterias, metrôs de prédios do governo. Ninguém seria capaz de escapar das imagens, e a profanação de uma delas também renderia pesadas consequências.

6. Os Estados Unidos pertenceria parcialmente ao Japão e a Alemanha
O país fica localizado em uma região geográfica muito boa e de difícil invasão. Com aliados ao norte e um continente relativamente benigno abaixo, uma invasão seria muito difícil, embora possível. A derrota americana provavelmente teria que ocorrer por um ataque nuclear, e japoneses e alemães já tinham planos caso isso ocorresse.




O Estados Unidos pertenceria a Japão e Alemanha / Crédito: Reprodução
O Japão queria que a costa oeste se tornasse uma área fantoche e uma zona militar para dominar o Pacífico. Eles tomariam as cidades costeiras como: Washington, Oregon e Califórnia. Os estados rochosos (Montana, Idaho, Wyoming, Colorado, Utah e Novo México) seriam uma zona neutra e tudo ao leste seria tomado pelos nazistas.

7. Alemão seria a língua oficial da Europa
Se Hitler tivesse vencido e colonizado com sucesso a maior parte da Europa, obviamente ele gostaria que todos falassem sua língua nativa. O sonho de uma raça principal incluía estabelecer o alemão com idioma oficial em todos seus estados conquistados. Se isso acontecesse, é bem possível que o alemão seria ensinado em escolas de todo o mundo, em oposição ao inglês.

8. O Estado de Israel nunca teria existido
Mesmo que as Nações Unidas existissem e dividissem um espaço para o Estado de Israel, o local seria um alvo fácil para o líder alemão. Com a Itália colonizando o Norte da África, a Alemanha possuindo a Europa e tendo presença massiva no oriente Médio e com o Japão controlando o leste da Ásia, ninguém seria capaz de impedir Hitler de destruir Israel. Mas, mais realisticamente, mesmo que o Estado fosse criado, não haveriam refugiados judeus para ocuparem p espaço, ou pelo menos nenhum que estivesse disposto a viver abertamente.


O Estado de Israel poderia nunca existir / Crédito: Reprodução

9. A Itália ainda seria governada por fascistas
Hitler via a Itália como o elo mais fraco da Guerra, por isso ele vivia um dilema: permitir que os italianos imperializassem o norte da África e ficassem com uma grande parte do globo, ou transformá-los em um estado fantoche?



A Itália ainda seria governada por fascistas / Crédito: Reprodução

Como o Japão e a Alemanha, a Itália (principalmente a de Benito Mussolini) acreditava que precisava se expandir. Para isso, Benito escreveu uma nova constituição e tentou fazer uma lavagem cerebral no povo italiano. Se o Eixo tivesse saído vitorioso, essas tendências só aumentariam.

10. Escravidão da Europa ocidental

Hitler percebeu que havia maneira de remover todos que não atendiam ao seu plano de raça superior da Europa. A solução foi levar as pessoas restantes – depois de genocídios, deportações e anos de guerra – e transformá-las em escravos. Eles seriam de propriedade controlado pelo povo ariano.

O plano de expansão territorial e dominação precisaria de pessoas dispostas a cultivarem todas essas terras conquistadas. A ideia de Adolf era escravizar os eslavos – e quaisquer outras pessoas que ele não considerasse digna – e fazê-los trabalharem nas fazendas para alimentar o povo alemão. Ele pretendia manter 14 milhões de ‘racialmente indesejáveis’ para a escravidão.


Reproduzido pelo Blog do Ademir Rocha

Círio e Festa de Nazaré 2018 - Instantâneos

Círio e Festa de Nazaré e N. S. da Conceição 2018 - Instantâneos
08/12/2018
Maria das Graças Cardoso, c/c Délio
Hoje as recordações são muitas, trazendo as lembranças dos tempos que a nossa família se reunia para comemorar a festividade de nossa Padroeira "Nossa Senhora da Conceição ,"na nossa querida cidade de Abaetetuba.Todos unidos em uma só emoção...crianças brincando nas barquinhas do Sr.Carao, a música no Coreto através de grandes e saudosos mestres da banda Virgem da Conceição, o Afonso com seu instrumento despertando a atenção dos participantes e mostrando seu desejo de oportunidade,os brinquedos de miriti com seu colorido trazendo alegria a criançada,que após a Missa com seus familiares divertiam-se ao som da música e do encanto das brincadeiras...tudo muito lindo, unindo as famílias e os irmãos Abaetetubenses em uma só fé.
A Virgem Santa,com seu amor e sabedoria, nos serve de exemplo de luta,coragem e fé para superarmos os obstáculos da vida.
Que hoje 8 de dezembro dia Consagrado a ela,possamos renovar a nossa fé e a esperança de um mundo melhor.
Sabemos que Nossa Senhora está sempre pronta para atender aos nossos pedidos.Agradecemos por sua intercessão junto ao pai e que ela continue derramando suas bênçãos sobre nós.
Que o amor, a fé e a devoção permaneçam entre nós,cada vez mais fortes, para que possamos continuar homenageando neste grande dia de forma diferente,mas com o mesmo amor.





Hoje as recordações são muitas, trazendo as lembranças dos tempos que a nossa família se reunia para comemorar a festividade de nossa Padroeira "Nossa Senhora da Conceição ,"na nossa querida cidade de Abaetetuba.Todos unidos em uma só emoção...crianças brincando nas barquinhas do Sr.Carao, a música no Coreto através de grandes e saudosos mestres da banda Virgem da Conceição, o Afonso com seu instrumento despertando a atenção dos participantes e mostrando seu desejo de oportunidade,os brinquedos de miriti com seu colorido trazendo alegria a criançada,que após a Missa com seus familiares divertiam-se ao som da música e do encanto das brincadeiras...tudo muito lindo, unindo as famílias e os irmãos Abaetetubenses em uma só fé.
A Virgem Santa,com seu amor e sabedoria, nos serve de exemplo de luta,coragem e fé para superarmos os obstáculos da vida.
Que hoje 8 de dezembro dia Consagrado a ela,possamos renovar a nossa fé e a esperança de um mundo melhor.
Sabemos que Nossa Senhora está sempre pronta para atender aos nossos pedidos.Agradecemos por sua intercessão junto ao pai e que ela continue derramando suas bênçãos sobre nós.
Que o amor, a fé e a devoção permaneçam entre nós,cada vez mais fortes, para que possamos continuar homenageando neste grande dia de forma diferente,mas com o mesmo amor.

Devido ao fato de já termos publicados várias postagens sobre a Festa Círio de Nossa Senhora de Nazaré, este ano de 2018 só publicaremos a parte inicial de uma antiga postagem e outros instantâneos e reportagens 'pescadas' da festa deste ano.

ALGUNS ASPECTOS DA ESPIRITUALIDADE E TEOLOGIA MARIANA 

A Espiritualidade e Teologia Mariana é bem antiga na Igreja Católica e outras Igrejas do Rito Oriental, tendo se originado nos primeiros tempos do Cristianismo e que teve seu ápice na Idade Média, quando da construção das suntuosas e ricas igrejas construídas para louvar a Virgem Maria, Mãe de Jesus e Mãe do Homem, em devoção que atravessou os séculos, com Maria recebendo mais de 120 denominações devido essa devoção milenar. A devoção popular à Maria perdura com muita ênfase nos dias atuais, basta ver a festa do Círio de Nossa S. de Nazaré em Belém, a festa de Nossa S. Aparecida, na cidade de Aparecida, em São Paulo, a festa de Nossa S. de Fátima, em Portugal, a festa de Nossa S. de Loudes, na França, a festa de Nossa S. de Guadalupe, no México e tantas outras milhares de festas dedicadas à Maria que se repetem no Pará, no Brasil e pelo Mundo inteiro e sempre com grande concorrência para render louvores à Maria, como a Medianeira entre o Homem e seu Filho Jesus Cristo.
A pergunta que fazemos é?

Só devoção?
Será somente o aspecto devocional que o cristão deve manifestar em relação à Maria, aquela que foi escolhida pelo próprio Deus para ser a Mãe de seu Filho Jesus, o Salvador e Redentor do Mundo, aquela que foi considerada pelo próprio Deus como a Cheia de Graças, a Bem Aventurada entre as mulheres, a Virgem Imaculada, aquela que intercedia, mesmo em vida, junto à Jesus em favor dos mais simples, dos pobres, dos de Boa Vontade, aquela que foi Assunta ao Céu em corpo e alma, pois não precisava morrer e ressuscitar dos mortos, porque foi concebida sem o pecado original que afeta todos os demais homens e a própria Criação de Deus que juntos devem ressurgir em Novas Terras e Novos Céus e Novos Homens para estar diante de Deus rendendo Glórias pelo seu grande Amor pelo Homem e toda a sua Criação?

Maria, Discípula perfeita de Jesus
Maria, a Mãe de Jesus, também foi a Díscípula perfeita de Jesus, seu amado Filho, pois seguia seus preceitos e ficou ao seu lado até à morte na Cruz. Maria também foi a Mãe Perfeita, a Mãe de Deus, e por desejo de Jesus se tornou a Mãe da Igreja e do Homem no colóquio final de Jesus com Maria e João Evangelista, seu discípulo muito amado.
Maria, junto com José e Jesus constituíram a Família de Nazaré, a Família Perfeita, como exemplo da Unidade da Trindade de Deus, em Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo, que devem servir de exemplo para as famílias humanas, famílias religiosas, comunidades, conforme nos aponta o Livro dos Atos dos Apóstolos que diz que os primeiros seguidores de Jesus tinham "Um só Coração, Uma só alma, tinham tudo em comum, Dividiam entre si os seus bens, não havendo necessitados entre eles, pois todos repartiam entre si os seus bens" e Maria, a Mãe de Jesus, desfrutava entre os Apóstolos e os Díscipulos de Jesus a mais alta consideração, não só por ser a Mãe de Jesus, mas porque Ela era aquele Modelo Perfeito de Santidade, que todo cristão deve aspirar, para ser como Maria, também merecedor da Vida Eterna junto à Deus Pai, Deus Filho, os Santos Anjos do Senhor e os demais Santos do Paraíso, cujo início é aqui mesmo nesta nossa vida terrena com a nossa imitação de Santidade de Maria, a Cheia de Graças e Virtudes, diante dos Homens e de Deus.
Então, como fazer para vivermos esses aspectos da Espiritualidade e Teologia Mariana? É o que tentaremos colocar aqui neste espaço através de alguns aspectos dessa espiritualidade. Para que nossa relação com Maria não seja apenas uma relação de veneração e devoção à Mãe de Jesus, consideremos:
 Os seguintes aspectos da vida de Maria:

Maria como mistério da fé cristã 
Como muitos outros mistérios da História de Salvação do Homem por Deus, Maria, como Mãe de Jesus, é um mistério de nossa fé cristã, e que deve se tornar para nós, como todos os demais mistérios de Deus, um ato de fé acreditar que Maria faz parte da Salvação do Homem. Conforme a História de Salvação do Homem, a figura de Maria começa a se configurar no Antigo Testamento e essa História de Salvação do Homem é fartamente esmiuçada em diversas passagens dos Evangelhos, do livro dos Atos dos Apóstolos, das Cartas de São Paulo e dos demais Apóstolos e vai culminar no Livro do Apocalipse. 
Vejamos a figura de Maria e do mistério que ela representa para nós, através de alguns aspectos retirados dos livros acima mencionados. 
Ser a Mãe do Salvador é a culminância do mistério de Maria. Ser Mãe de Jesus, significa ser Mãe de Deus, daí o enorme mistério que esse fato envolve e por causa dessa Maternidade Divina, e em função dela, Maria foi conhecida de antemão por Deus e, portanto, Maria foi predestinada, chamada, justificada, santificada e glorificada conforme os Livros Sagrados acima citados e enfatizam em Rm 8,28 a 30: “Ora, nós sabemos que Deus concorre em tudo para o bem dos que O amam, daqueles que, segundo o seu desígnio, são eleitos” e Rm 29: “Porque os que de antemão conheceu, também os predestinou para serem à imagem de seu Filho, a fim de que Este fosse o Primogênito de muitos irmãos” Rm 30: “E aos que predestinou, a estes também os chamou; e aos que chamou, a esses justificou; e aqueles que justificou também os glorificou”. 

Maria ornada de todos os dons e carismas
Maria, portanto, para ser a Mãe de Jesus, a Mãe de Deus, foi pelo Pai ornada de todos os dons e carismas, conforme os Livros Sagrados citam: Cheia de Graça, Imaculada desde o primeiro instante da sua concepção (Conceição de Maria) e, portanto, Preservada do pecado original e de todo pecado, para ser a Mãe de Deus; Virgem, antes do parto, durante o parto e depois do parto; Elevada ao Céu em corpo e alma, porque Maria não estava sujeita ao pecado. E Maria, por ser a Mãe do Verbo Encarnado e do Filho de Deus feito Homem (Jesus para nós é o ápice da humanização do homem que cada um de nós deve almejar como cristão) e, portanto, Mãe de Deus, como foi proclamada no Concílio de Éfeso, em 431, que é tua Graça e tua Glória primordial nesse mistério do Amor de Deus pelo homem. Maria deve ser proclamada como Mãe, que nos fala o Evangelho, quando no Calvário, seu Filho Crucificado te entrega João como Mãe e te entrega João como como filho e isto de Jesus Crucificado e Abandonado, de Jesus agonizante que entregou seu sangue e a vida, tudo, num gesto final de seu Mandamento "Amai-vos uns aos outros como Eu vos amei", quando entrega a própria Mãe, como ato de entrega final a todos os seus Discípulos e Seguidores, até o fim do mundo e da história. Portanto, Maria, se tornou também a Mãe dos homens seguidores de Cristo e, portanto, a Mãe da Igreja de Jesus.

Maria, "Bendita entre as mulheres" 
Maria, pela sua humildade, uma simples mulher, vinda ao mundo por Adão e Eva, mas predestinada a ser, conforme os Evangelhos, a “Bendita entre as mulheres” (Lc 1,42), a “Cheia de Graça”, aquela a “quem todas as gerações chamam Bem-Aventurada”, portanto, a mais perfeita discípula de Jesus e, por isso, modelo e exemplo para todos nós, que devemos ver em ti a nossa Mãe e nós como teus filhos que te veneram, te prestam devoção, mas que, acima de tudo, deve ser vista como nosso modelo de cristão e assim ser "imitada" como o rosto do novo homem redimido por Jesus Cristo em sua plenitude. Quem ama deve identificar-se com Maria. Só depois é que deve vir a veneração, junto com a reverência, a admiração e o amor de todos os devotos, peregrinos de tua Festa e Círio da Conceição.

Maria, que disse:
“Faça-se em mim segundo a Tua Palavra”, e meditava em seu coração os planos misericordiosos de Deus para com os Homens e também meditava e guardava em seu coração os misteriosos desígnios de Deus para si e para a humanidade, conforme segue abaixo e também aplicava essas lições no amor e no serviço concreto aos irmãos, conforme “As bodas de Canâ”, quando intercede pelo bom vinho dado aos irmãos e os serviços que foi prestar à sua prima Isabel, conforme Lc 1, 39 a 56, com a visita à Isabel e quando esta disse: “Bendita és tu entre as mulheres e Bendito é o fruto do teu Ventre” entre outras coisas e onde:
Maria cantou o seu Cântico de Amor, o Magnificat, onde, entre outras coisas diz: “A minha alma glorifica ao Senhor, e o meu espírito exulta de alegria em Deus, meu Salvador, porque olhou para a humilde condição de sua serva. De fato, desde agora Todas as Gerações me hão de chamar ditosa porque me fez grandes coisas o Onipotente. ...Derrubou os poderosos de seus tronos e exaltou os humildes. Encheu de bens os famintos e aos ricos despediu-os com as mãos vazias. 
...”Maria ficou com Isabel cerca de três meses. Depois regressou para casa”.

Maria, Mãe de Deus!
O que se poder deduzir do encontro de Maria com sua prima Isabel? Maria não foi a Isabel para cantar o Magnificat, mas foi à serviço do irmão e encontrou receptividade em Isabel, que reconheceu Maria como Mãe de Jesus, portanto, Mãe de Deus e, por isso, também cantou esse Canto de Amor, que significa a Visão Social de Maria e os três meses com Isabel significa que Maria meditava, glorificava à Deus e amava o irmão. Nós devemos recorrer sempre a Maria devido as nossas limitações, ocasionadas pelo pecado original e demais pecados e limitações humanas, pedir sempre a intercessão de Maria por nós e nossos irmãos conforme o que diz o “rogai por nós pecadores, agora e na hora de nossa morte” da nossa Ave-Maria.

O escritor Higino Giordani e o Magnificat:
Giordani lê o Magnificat do ponto de vista da misericórdia e evidencia a sua potência revolucionária: emergem “as diretrizes em que social e politicamente, além de espiritualmente, se traduz o ideal evangélico”.

” Magnificat “- Comunidade de Taizé 
No centro deste potente hino que é o Magnificat, onde se reúne o ardor dos profetas com a profecia da redenção, está inserida uma menção à misericórdia divina, que pode parecer um acréscimo retórico. Ao invés, me parece que aquela alusão à misericórdia do Pai, no centro do hino, tenha um valor capital, e contenha a explicação daquela concisa, exuberante lista de fatos divinos, que dá à improvisação poética da jovenzinha de quinze anos, que guardava e maturava Jesus no ventre, uma beleza inaudita e uma imediação constante. 
Na primeira parte, Maria exalta o «Poderoso que fez coisas grandiosas» para a sua «serva», de modo que as gerações vindouras, todas, a declararão bem-aventurada. Deus fez o milagre da encarnação do Verbo através de uma menina pobre, humilde, de uma desconhecida aldeia de Israel; ato do qual virá a salvação para a humanidade de todos os tempos. Então ela observa: «o seu nome é Santo – e a sua misericórdia (se estende) de geração em geração…». 
Portanto, a redenção nasce de um ato de piedade do Pai Divino para com os homens. Se ele realizou aquele prodígio de amor, que só um Deus podia realizar, de fazer com que nascesse o Filho na terra, de uma jovenzinha do povo e de fazer com que ele morresse num patíbulo pelo bem da humanidade, se deve a um ato de misericórdia, se deve a um milagre daquela misericórdia, que é o amor elevado ao ápice. 
Ele exige que se perdoe o irmão não até sete vezes, mas até setenta vezes sete: em prática, sempre, infinitamente; que se ame o irmão até dar a vida por ele. 
Deus «socorreu Israel, seu servo, – lembrando-se de sua misericórdia…». 
Numa palavra, tudo, no governo divino, se reconduz à misericórdia. E se verá isso confirmado e esclarecido na conduta daquele Jesus, por cujo amor Maria fala, seja quando ele dará de comer às multidões e curará enfermos, seja quando flagelará os mercantes no templo e bramará vocábulos ásperos contra os fariseus e os soberbos. 
É o hino da total revolução cristã. Mas o aspecto mais revolucionário dela está justamente no que é o seu princípio: a misericórdia. Por ela não destrói, mas cria, porque o amor por Deus e pelo homem não produz senão o bem. 
O Magnificat especifica as diretrizes do processo de evolução, transformação e renascimento, em que social e politicamente, além de espiritualmente, se traduz o ideal evangélico. Uma transformação que parte do amor, e se concretiza na misericórdia. 
Um semelhante ideal assume hoje um caráter de urgência e de atualidade nova. Irrompem de toda a parte ideologias e contestações, guerrilhas e revoltas: urgem aspirações grandes e belas e se introduzem programas destrutivos e de ódio. Maria ensina como orientar e construir esta revolução. É uma mulher, a mãe de Deus, que ensina com a palavra e a vida: a vida da mãe da misericórdia. O exemplo dela vale tanto mais, hoje, quanto mais se revaloriza a feminilidade. 

Maria nos ensina a estrada da misericórdia. 
A este ponto, já é evidente a inutilidade e o absurdo das guerras, isto é, do ódio, e a necessidade de sistemas racionais, feitos de tratativas, de diálogo e, sobretudo, de intervenções e dons, por quem pode em favor de quem não pode. Vemos isso: o envio de armas e de dinheiro em favor deste ou daquele povo serve para alimentar os conflitos, nos quais as pessoas penam, agonizam e morrem; e para depositar germes de ódio contra os próprios doadores. A perspectiva daquela jovenzinha, que entoava entre gente pobre o Magnificat, ou seja, o método da misericórdia, é uma perspectiva de inteligência divina e humana, a única capaz de resolver o problema de um mundo ameaçado por uma última definitiva catástrofe, provocada pela estupidez do ódio, droga de suicídio. 
Para reaver a paz, afinal, com o bem-estar, é preciso que nós tratemos das chagas materiais e morais de quem sofre, tanto do lado de cá quanto de lá do Oceano, na Europa e na Ásia, na América e na África, usando uma piedade, fruto de compreensão; uma caridade, que não é fraqueza, mas remoção de injustiças e de egoísmos para fazer da coexistência uma convivência, das nações uma família. Assim quer Jesus, o filho de Maria, como garante também a sua Mãe.

Igino Giordani, em «Mater Ecclesiae» n. 4/1970
Clique no nome em azul acima e leia quem foi Higino Giordani.










segunda-feira, 7 de outubro de 2019

Abaetetuba - Ruas, Prédios, Casas Comerciais e de Serviços Novas e Antigas


Abaetetuba - Ruas, Prédios, Casas Comerciais e de Serviços novas e antigas

Abaetetuba
Muitas ruas de Abaetetuba mudaram completamente na arquitetura e urbanisticamente, mas
faltam mais árvores e praças no centro da cidade e nos bairros.

Na foto abaixo temos um cruzamento de ruas onde faltam alguns
elementos de sinalizações.

As construções em madeira, em algumas ruas, foram substituídas
completamente por construções em concreto e alvenaria.

As ruas estão se enchendo de casas de comércio e serviços
de todos os tipos.







Hotéis


A antiga sede do DER ainda existe, agora sede do SETRAN, que nas sextas
feiras e sábados abriga a feira dos agricultores de Abaetetuba.


Lojas

Igrejas


Praças



Ruas


Ruas do bairro de Santa Rosa 





Ruas do bairro de Santa Rosa



O prédio do Hospital de Santa Rosa fica em um grande terreno
e ali se vê algumas grandes árvores samaumeiras e outas da mesma
família de árvores.



Ruas do bairro de Santa Rosa

Ainda existem alguns terrenos ermos e cheias de mato, mas isso
é raro

Fotos antigas
O antigo Mercado de Peixe em um determinado tempo foi erguido
em madeira com boxes coberto de lona e no meio de uma rua do centro comercial.


As pontes e casas em madeira dominavam o cenário das antigas
construções em Abaetetuba.

Escolas antigas
O antigo Grupo Escolar Basílio de Carvalho construído em
alvenaria e com um só pavimento, que foi reconstruído em dois
pavimentos.

Como corre a lenda que Abaetetuba iniciou à beira de um
rio e com uma igreja e choupanas cobertas de palhas e com
maioria dos habitantes eram índios e caboclos, o desenhista
fez o seu desenho de acordo com esse cenário descrito.

As pontes em madeira dominavam o cenário da frente da
antiga cidade de Abaeté.

O antigo Mercado Municipal se localizava à beira do rio em 1908.

A antiga Igreja do Divino Espírito Santo era um simples chalé
com alpendre, situada na antiga Rua D. Pedro I.

O antigo prédio da Prefeitura Municipal foi substituído por
um novo prédio.

O poeta Adenaldo Cardoso não perde oportunidades de exaltar
Abaetetuba.

Antigas ruas, praças e prédios
Antiga foto da década de 1970 com a presença do interventor, governador
e outras autoridades do Regime Militar.























A movimentada feira de Abaetetuba que atinge várias ruas
da frente da cidade.



Ruas











Blog do Ademir Rocha