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terça-feira, 27 de dezembro de 2016

DOL - Diário Online - Portal de Notícias do Pará e do Mundo - Elas | Fruta amazônica pode tratar Alzheimer

DOL - Diário Online - Portal de Notícias do Pará e do Mundo - Elas | Fruta amazônica pode tratar Alzheimer

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Fruta amazônica pode tratar Alzheimer 

  Camapu

Uma fruta da Amazônia pode ajudar no tratamento de uma doença que atinge 1 milhão de pessoas no Brasil: o Alzheimer. O camapu (Physalis angulata) é característico da região e é estudado pelo Grupo de Pesquisa de Bioprospecção de Moléculas Ativas da Flora Amazônica, da Universidade Federal do Pará (UFPA). Os pesquisadores descobriram que suas propriedades estimulam o crescimento de neurônios no hipocampo cerebral, região do cérebro associada à memória, podendo ajudar no tratamento da doença.
Com a produção de novos neurônios, estimulados pela substância, é provável que haja conexões entre as células do cérebro, o que poderia produzir reversão da perda de memória recente, característica comum em doentes de Alzheimer. Os cientistas também apostam que, ao usar o camapu, também seja possível uma reversão da morte neural, muito comum em pacientes que apresentam depressão. O grupo de pesquisas agora tenta convencer a indústria farmacêutica da viabilidade da droga. 
Acidental
Os responsáveis pela pesquisa já entraram com o pedido de patente das substâncias e ação farmacológica nos mercados nacional e internacional. “Estamos falando da criação de novos neurônios, algo que não era possível há um tempo atrás”, diz Milton Nascimento da Silva, integrante do grupo. A pesquisa foi iniciada em 2011 e Milton compara os resultados obtidos com os de Alexander Fleming, médico escocês que, acidentalmente, descobriu a penicilina. Foi o que aconteceu, com o extrato da fruta, quando a professora Gilmara Bastos, integrante do grupo, testava o extrato em laboratório visando a atividade anti-inflamatória e descobriu as propriedades benéficas ao cérebro. Com a eficácia e a eficiência da droga comprovadas, os pesquisadores aguardam a 2ª da pesquisa que, segundo o professor Milton Nascimento, é a saída da área acadêmica para a análise de órgãos fiscalizadores e a indústria.
Novos estudos com a planta e testes clínicos em pacientes serão feitos 
Apesar dos avanços, ainda há muito a ser feito nessa 2ª fase do projeto. No momento, os pesquisadores estão trabalhando para oferecer mais subsídios que vão agregar valor à pesquisa. Depois de comprovados os efeitos da droga, ainda é preciso pesquisar a capacidade produtiva da planta e sua plantação.Milton Nascimento afirma que o processo se torna ainda mais delicado por se tratar de um produto natural complexo, difícil de ser sintetizado. “Hoje, estamos fazendo o estudo de viabilidade, com o intuito de saber quanto material orgânico pode ser gerado por hectare plantado”, exemplifica o professor. Segundo Gilmara Bastos, os testes já estão sendo feitos em ratos de laboratório. O próximo passo serão os testes clínicos, ainda sem prazo definido.
Para entender
O Alzheimer
É uma enfermidade incurável que se agrava ao longo do tempo, mas que pode ser tratada. Quase todos os doentes são pessoas idosas. A doença se apresenta como demência ou perda de funções cognitivas (memória, orientação, atenção e linguagem), causada pela morte de células cerebrais. Quando diagnosticada no início, é possível retardar o seu avanço e ter mais controle sobre os sintomas, garantindo melhor qualidade de vida ao paciente e à família. Estima-se que existam no mundo cerca de 35 milhões de pessoas com Alzheimer. No Brasil, há cerca de 1 milhão de casos.

Reproduzido pelo Blog do Ademir Rocha


Fonte abaixo: baudaideais.net

De agora em diante, o SUS passará a oferecer o adesivo de rivastigmina, um tratamento que ajuda a amenizar os sintomas do Alzheimer. O medicamento já estava disponível em cápsulas e solução oral, mas o patch, que tem vantagens como menor impacto sobre o sistema gastrointestinal, ainda não estava incluído. Veja a seguir como ele age e quem poderá receber essa terapia.

Adesivo de rivastigmina no SUS: como age

A rivastigmina é um inibidor da colinesterase, classe de medicamentos que inibe a degradação da acetilcolina, um neurotransmissor relacionado à memória. Além da melhora da cognição, há também ação sobre os sintomas comportamentais e alterações funcionais da doença.


Já estão disponíveis no SUS as cápsulas e as gotas da rivastigmina, mas o patch só chegou agora.
De acordo com o relatório produzido pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS, a Conitec, náuseas e vômitos costumam ser fatores que dificultam o seguimento do tratamento com a rivastigmina oral. O adesivo, que mostrou-se tão eficaz quanto as cápsulas e as gotas, foi criado pensando em evitar esses efeitos adversos.

Quem receberá o tratamento

A resolução de incorporação do medicamento no SUS, publicada no Diário Oficial da União, não especifica para que portadores do Alzheimer será oferecido o tratamento. Espera-se, então, que todo paciente que tenha recomendação e prescrição médica para usar o adesivo tenha acesso a ele. Segundo a Conitec, ele está recomendado para pessoas com Alzheimer leve a moderadamente grave.

Prevenção do Alzheimer

Reproduzido pelo Blog do Ademir Rocha



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